27.7.06

KALUNGA


A KALUNGA surgiu com a missão de acompanhar a evolução da educação e dos escritórios do país, vendendo desde cadernos e lápis até os mais modernos softwares e hardwares para equipar o ambiente de trabalho, seja do profissional liberal prestador de serviços, dos executivos de grandes corporações ou até mesmo das salas de aula.

A história
Tudo começou no dia 16 de maio de 1972 quando o ex-caixeiro viajante e empresário do ramo gráfico Damião Garcia, proveniente da cidade Bauru, inaugurou uma acanhada papelaria na Rua Bartolomeu de Gusmão, no bairro da Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Ele tomou a iniciativa de abrir a papelaria porque, como proprietário de uma pequena gráfica no bairro do Brás, buscava uma alternativa para seus negócios, ao mesmo tempo em que procurava uma futura ocupação para seus cinco filhos ainda pequenos (que mais tarde se tornaram sócios no negócio). O nome KALUNGA (que significa “tudo de bom” em dialeto banto africano), e foi inspirado no cachorro de um amigo, podia ser lido na fachada do novo estabelecimento. A papelaria, com um perfil atacadista, comercializava, além de material escolar e para escritórios (entre eles papel toalha, copo descartável e sacos de lixo), um pouco de produtos de limpeza.


Os primeiros créditos o empresário conseguiu com amigos que conhecera no tempo em que negociava pelo interior paulista. Juarez Daque, então colaborador da Bic, vendeu-lhe um lote de 24 mil canetas, por telefone; enquanto Werner H. Gotz, na época presidente da Carbex, decidiu apostar naquele “homem ousado e obstinado”. Até 1983, a empresa era voltada exclusivamente ao mercado atacadista. Mas, percebendo o interesse do consumidor final em adquirir seus produtos (muitas mães costumavam comprar o material escolar dos filhos em sociedade), viu-se obrigado a mudar seu perfil. E para isso, Damião utilizou sua grande paixão: o Corinthians. Foi então que a KALUNGA passou a estampar sua marca no uniforme da equipe paulista, do qual foi patrocinadora até 1995, o que lhe garantiu uma visibilidade de amplitude nacional (afinal ultrapassou as divisas de São Paulo e começou a ser conhecida em todo o Brasil), além é claro de abrir suas portas para o consumidor final. Ao mesmo tempo em que incrementava sua linha de materiais escolares e produtos para escritório, a empresa desenvolveu, a partir de 1988, sua própria linha de produção batizada de Spiral. Atualmente, a marca própria responde pela fabricação de cadernos, fichários, agendas, papéis de fax e outros produtos escolares e de escritório. A marca está presente também nos lápis preto, lápis de cores, clipes e cola em bastão. No final desta década, sua pequena rede de lojas era reconhecida a distância pelos milhares de pais que faziam filas enormes para comprar cadernos, lápis, borracha e outros materiais escolares, a preços e condições de pagamento nunca vistos no mercado.


A KALUNGA iniciou nesta época um processo de expansão, acompanhando a evolução que acontecia nos escritórios espalhados pelo país, incluindo o advento da informática, que contribuiu para a diversificação de suas linhas de produtos. Aos poucos, as máquinas e fitas de escrever, foram sendo substituídas por softwares, cartuchos de tintas e mídias para suprir computadores e impressoras dos principais fabricantes nacionais e internacionais. A exigência de serviços mais diretos e ágeis ao consumidor fez com que a KALUNGA também evoluísse no atendimento ao cliente. Primeiro, criou o serviço de televendas; depois, o de vendas ao corporativo; licitações, e, mais recentemente, a loja virtual (onde oferece acesso a mais de 11 mil itens, em 23 categorias de produtos, de mais de 250 fornecedores diferente). Ampliou sua rede de lojas, investiu no treinamento e na sua estrutura administrativa e montou um moderno Centro de Distribuição instalado em área de mais de 30.000m² para atender com mais eficiência e agilidade. Além disso, buscou ferramentas de comunicação para falar com seu público-alvo, como a Revista Kalunga (publicação mensal com tiragem de 250 mil exemplares, que traz a lista dos itens comercializados pela empresa, além de matérias sobre o mercado em que a KALUNGA atua, fornecedores, serviços, educação, cultura, comportamento e variedades em geral) e os suplementos de jornais, e apostou no patrocínio esportivo.


Em 2003 a rede já contava com 27 lojas, (25 em São Paulo e 2 no Rio de Janeiro). Nos próximos anos, a KALUNGA inaugurou novas lojas na capital fluminense e em cidades como Belo Horizonte, Curitiba, Bauru e e Londrina, além de novos pontos na capital paulista e no interior do estado. A KALUNGA iniciou o segundo semestre de 2008 com uma nova loja em praça inédita, iniciando seu projeto de expansão na região centro-oeste com a abertura de uma unidade em Brasília. 2012 foi um ano emblemático para a empresa: a rede completou seu 40º aniversário e comemorou a abertura da centésima loja.


Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 16 de maio de 1972
● Fundador: Damião Garcia
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Kalunga Comércio e Indústria Gráfica Ltda.
● Capital aberto: Não
● Presidente: Paulo Garcia
● Faturamento: R$ 1.3 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: + 100
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários: 1.400
● Segmento: Varejo (papelaria)
● Principais produtos: Produtos escolares, papelaria e informática
● Concorrentes diretos: Staples, Gimba e papelarias de pequeno porte
● Ícones: Os preços baixos
● Slogan: Tudo de bom para você!
● Website: www.kalunga.com.br

A marca no Brasil
Atualmente a KALUNGA, maior distribuidora brasileira de materiais escolares e produtos para escritório e informática, possui mais de 100 lojas espalhadas pela capital paulista, Grande São Paulo, principais cidades do interior do estado, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Londrina (PR), Brasília, Recife, Salvador, Porto Alegre e Blumenau (SC). Aproximadamente 65% do faturamento da rede vêm de clientes corporativos, que muitas vezes têm contratos de longo prazo com a empresa. A rede é o terceiro maior distribuidor de cartuchos HP do Brasil, vende 1.8 milhões de canetas BIC e 1.600 toneladas de papel por mês.

Você sabia?
A KALUNGA é a única empresa desse segmento a dispor de todos os canais de venda: lojas físicas, loja virtual, televendas, uma divisão voltada ao mercado corporativo e outra às licitações de contas do governo e autarquias.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 10/5/2013

Um comentário:

Anônimo disse...

QUERO COMPRA CABEÇA DE IMPREÇÃO