20.6.06

DAIHATSU

Simpatia é o que não falta na história da DAIHATSU. Carros compactos, econômicos e pouco poluentes. Veículos para idosos e deficientes. A montadora japonesa se especializa cada vez mais na produção de veículos “politicamente corretos”.
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A história
A história da montadora japonesa começou no dia 1 de março de 1907 com a fundação da empresa Hatsudoki Seizo Co., pelos professores da universidade de Osaka, Yoshinki e Turumi, para produzir e vender motores internos de combustão. No final do ano, em dezembro, os seis primeiros motores internos de combustão são fabricados pela nova empresa. Em 1919, a empresa ingressou no mercado de veículos com a conclusão de dois protótipos de caminhões. Somente em 1930 a empresa começou a produzir veículos de três rodas, lançando o modelo HA de 500cc no mercado japonês. Neste mesmo ano a empresa produziu seus primeiro motores a gasolina. No final desta década, em 1937, a empresa produziu seu primeiro automóvel de quatro rodas, o modelo FA.
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Somente no ano de 1951, a empresa passou a se chamar oficialmente Daihatsu Kogyo Company. O nome “Daihatsu” é uma combinação do primeiro kanji para Osaka (大) e o primeiro da palavra “mecanismo de fábrica” (発动机制造), e quando juntos são pronunciados “Dai hatsu”. Em 1958, Trinidad e Tobago foi um dos primeiros países fora do continente asiático a começar a importar carros da montadora japonesa. A partir da década de 60, a DAIHATSU começou a produzir inúmeros modelos de pequenos caminhões de carga, como a série DAIHATSU Hijet, marcada pela versatilidade de suas versões disponíveis no mercado, que rapidamente se tornaram um grande sucesso no Japão. No ano de 1965 se tornou a primeira montadora japonesa a exportar veículos para o Reino Unido, iniciando assim sua expansão internacional.
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Pouco depois, em 1967, a DAIHATSU assinou um acordo de cooperação com a Toyota, começando então um estreito relacionamento que culminaria, décadas depois, com a compra da pequena montadora pela gigante. A empresa produziu seu primeiro veículo elétrico em 1970. Pouco depois, em 1974, passou a se chamar Daihatsu Motor Company. Neste mesmo ano produziu e entregou seu primeiro micro-ônibus (com capacidade para 15 passageiros). Em 1977 a montadora atingiu a marca de 5 milhões de carros produzidos em sua história, e, em 1979, inaugurou uma fábrica na Indonésia para atender ao mercado asiático.
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Apesar de tradicional, a DAIHATSU somente conseguiu atingir enormes sucessos nas vendas na década de 80, especialmente pelo lançamento de modelos compactos que se tornaram extremamente populares. Em 1984, a montadora iniciou a produção de vans na China. No ano seguinte atingia a marca de 10 milhões de automóveis produzidos. Foi também nesta década que a DAIHATSU começou a exportar seus automóveis para a América do Norte, ingressando assim no maior mercado consumidor do planeta. Em 1995, um mini carro de passeio com o nome de Move é introduzido no mercado japonês, chegando a vender aproximadamente 15 mil unidades por mês. Nesse mesmo ano a Toyota aumenta sua participação acionária na DAIHATSU para 33%.
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No final desta década, em 1999, a DAIHATSU teve seu controle acionário (51.2%) comprado pela Toyota. No ano de 2002, a montadora desenvolveu o primeiro catalizador inteligente, diminuindo significativamente a emissão de gases poluentes em seus automóveis. Em 2007, ano do centenário da empresa, a DAIHATSU lançou no mercado um novo posicionamento, acompanhado pelo slogan “Innovation for Tomorrow” (algo como “Inovação para o Amanhã”). Atualmente, o ponto forte da DAIHATSU são os automóveis compactos (kei-jidousha) adaptados ao modo de vida dos japoneses e às estreitas ruas do arquipélago. Apesar da longa história, a montadora comprova que sua competitividade não ficou no passado.
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A DAIHATSU trava uma feroz disputa com a Suzuki pela liderança do mercado de automóveis de pequeno porte, sendo responsável por 32,1% das vendas, contra 30,9% da concorrente, de acordo com os dados da associação japonesa de veículos compactos. Hoje em dia, a maior novidade é a importância dada à produção de carros voltados a deficientes físicos e idosos. Modelos populares como o Mira, Atre e Tanto são acompanhados de inúmeros acessórios e equipamentos especiais. Chamados de Friendship Series, a montadora é responsável por aproximadamente 44% da produção desse tipo de veículo. E a tendência é de que esses veículos tenham espaço cada vez maior nas prioridades da empresa, que vê o envelhecimento da população japonesa como um sinal da necessidade crescente de modelos especiais.
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A linha do tempo
1974
Lançamento do DAIHATSU CHARMANT, um sedã compacto.
Lançamento do DAIHATSU TAFT, um pequeno jipe com tração 4x4.
1977
Lançamento do DAIHATSU CHARADE, um mini carro de passeio com motor de 993cc, que conquistou o título de carro do ano no Japão.
1980
Lançamento do DAIHATSU CUORE, um hatch compacto que se tornou um imenso sucesso. Em 2007, depois de algum tempo sem novidades e para comemorar o seu centenário, a DAIHATSU apresentou o novo Cuore. Com fama de econômico e ultra-compacto, o novo modelo chegou com um design moderno, aproveitamento inteligente do espaço interno e baixo consumo. O modelo já vendeu mais de 5 milhões de unidades pelo mundo desde seu lançamento.
1984
Lançamento do DAIHATSU ROCKY, um jipe compacto.
1989
Lançamento de dois novos modelos: DAIHATSU FEROZA (uma espécie de mini jipe) e DAIHATUS APPLAUSE (automóvel compacto).
1992
Lançamento do DAIHATSU OPTI, um mini carro urbano.
1995
Lançamento do DAIHATSU MOVE, um mini carro de passeio que se tornou um enorme sucesso de imediato.
1997
Lançamento do DAIHATSU 4WD TERIOS, um veículo utilitário esportivo mini. Atualmente a linha oferece também a versão para sete passageiros.
1998
Lançamento do DAIHATSU SIRION, um carro sub-compacto de cinco portas.
2000
Lançamento do DAIHATSU YRV (Young Recreational Vehicle), uma mini van que foi produzida até 2005.
2001
Apresentação do DAIHATSU COPEN, um roadster compacto para duas pessoas, equipado com capota de alumínio com acionamento automático.
2003
Lançamento do DAIHATSU XENIA, uma moderna mini van.
Lançamento do DAIHATSU TANTO, uma mini-van ultra-compacta para áreas urbanas desenvolvida especialmente para o mercado japonês.
2006
Lançamento do DAIHATSU SONICA, um mini carro urbano.
Lançamento do DAIHATSU MATERIA, um veículo utilitário esportivo compacto.
2008
Lançamento do DAIHATSU GRAND MAX, uma linha de veículos comerciais disponível nas versões caminhão de pequeno porte e micro-ônibus.
Lançamento do DAIHATSU BOON LUMINAS, nova minivan com visual moderno, com capacidade para sete passageiros em três fileiras de bancos e desenvolvida em parceria com a Toyota.
2009
Apresentação do DAIHATSU MIRA COCOA, um pequeno automóvel com motor de 660 cilindradas de 58 cavalos, ligado a um câmbio automático de quatro marchas, direcionado ao público feminino.
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O museu
A DAIHATSU inaugurou recentemente, no ano de 2007, um museu em Ikeda (Osaka), no Japão, que conta boa parte da sua história e apresenta perspectivas para o futuro da montadora. Batizado de Humobility World, o projeto visa mostrar a seus visitantes os frutos da sabedoria acumulada em cem anos de produção, e de como isso repercute na qualidade de vida de seus consumidores. Nos corredores do museu, os visitantes podem conhecer os primeiros veículos produzidos pela empresa, e também acompanhar passo a passo as mudanças no design e desenvolvimento dos componentes mecânicos e elétricos ao longo de um século.
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Os slogans
Inovation for tomorrow. (2007)
We Make It Compact.
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Dados corporativos
● Origem: Japão
● Fundação:
1 de março de 1907
● Fundador: Os professores Yoshinki e Turumi
● Sede mundial: Osaka, Japão
● Proprietário da marca:
Daihatsu Motor Co., Ltd.
● Capital aberto: Sim
● Chairman:
Kousuke Shiramizu
● Presidente:
Teruyuki Minoura
● Faturamento: US$ 16.6 bilhões (2009)
● Lucro: US$ 224.7 milhões (2009)
● Valor de mercado: US$ 3.7 bilhões (abril/2010)
● Vendas globais: 1.365.429 (2009)
● Presença global: 130 países
● Presença no Brasil: Não
● Maiores mercados: Japão e países asiáticos
● Funcionários: 39.000
● Segmento:
Automobilística
● Principais produtos: Automóveis compactos e caminhões pequenos
● Ícones: Automóveis compactos (kei-jidousha)
● Slogan: Inovation for tomorrow.
● Website:
www.daihatsu.com
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A marca no mundo
Os automóveis da DAIHATSU, geralmente de alto rendimento e emissões poluentes muito baixas, são comercializados em 130 países ao redor do mundo, tendo fábricas, em aliança com a Toyota, na Itália, Venezuela, Paquistão, Malásia, China, Vietnã e Indonésia, além de suas quatro unidades japonesas. Boa parte de sua produção é comercializada no mercado doméstico, que corresponde a 73% de suas vendas globais. Além disso, a DAIHATSU possui enorme mercado em outros países asiáticos. Na Europa, seus maiores mercados são Alemanha, Reino Unido e Itália. Atualmente a montadora japonesa é uma excelência na produção de carros compactos, empregando mais de 39 mil funcionários e produzindo mais de 1.3 milhões de automóveis anualmente.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 23/4/2010

PÃO DE AÇÚCAR


Suas lojas estão localizadas sempre quase ao lado da sua casa. Conveniência e conforto a qualquer hora para comprar legumes, frutas e verduras sempre fresquinhas, frutos do mar de ótima qualidade, queijo e vinho das melhores marcas e uma gama enorme de produtos importados. A rede PÃO de AÇÚCAR caracteriza-se por ser um supermercado de vizinhança, com foco nos consumidores de perfil cosmopolita, que prima pela variedade e qualidade em produtos e serviços personalizados. O PÃO de AÇÚCAR é do jeito que você quer, do jeito que você gosta. E sempre perto, pronto para servi-lo. 

A história 
O início da história do PÃO de AÇÚCAR remete ao ano de 1929, quando Valentim dos Santos Diniz, nascido em uma pequena aldeia de Portugal, Pomares do Jarmelo, embarcou em um navio com o sonho de começar uma nova vida na América do Sul. O imigrante português tinha acabado de cruzar o Atlântico e encantou-se com a beleza de um maciço de pedra no horizonte. “É o Pão de Açúcar”, avisou um passageiro. A partir de uma discreta padaria, o jovem lusitano ergueu, em 1948, um estabelecimento que se tornou ponto de encontro das madames paulistanas na época: a doceira Pão de Açúcar, inaugurada no dia 7 de setembro, na Av. Brigadeiro Luiz Antônio, número 3.138. Os serviços da doceira eram inovadores por oferecer bufê, doces e salgados que possuíam embalagens diferenciadas, especialmente para a empresa, além de eventos sociais, como por exemplo, batizados, casamentos e noivados. Era o início tímido do que viria a se tornar um dos maiores grupos empresariais brasileiros.


Uma década depois, a cidade de São Paulo já apresentava nítidos sinais de modernidade, carecia de ambientes de compras mais adequados aos novos tempos. E foi então que os negócios começaram a se expandir, com a ajuda de seu filho mais velho, Abílio, então com 19 anos, com a abertura do primeiro supermercado na cidade de São Paulo, ao lado da doceira, no bairro do Jardim Paulista, no dia 14 de abril de 1959, que trazia novidades como o sistema de auto-serviço, adotado para atender às novas necessidades dos clientes. A loja funciona no mesmo endereço até os dias de hoje. A partir daí “pioneirismo” seria a palavra chave na expansão da empresa. Em 1963 inaugurou sua segunda loja de supermercados, no tradicional bairro de Higienópolis, e pouco depois, em 1965, incorporou a rede Sirva-se, com a aquisição de 11 lojas. No ano seguinte, na cidade litorânea de Santos foi inaugurado o 12º supermercado da rede, o primeiro fora da capital paulista. Em 1966 abriu o primeiro supermercado dentro de um shopping center no Brasil, localizado no sofisticado Shopping Iguatemi, em São Paulo, e inaugurou, em 1969, o primeiro supermercado 24 horas do país, também na capital paulista. Nesta época o PÃO DE AÇÚCAR tinha 60 supermercados espalhados por 17 cidades e já fazia parte da vida de milhares de paulistanos.


Seu filho, Abílio Diniz, cresceu entre os fregueses da confeitaria do pai e sua missão de ajudar na direção da empresa logo ficou evidente. Começou como gerente de vendas, quando o PÃO de AÇÚCAR era uma locomotiva que se expandia a todo vapor. Os supermercados conquistavam os clientes dos antigos açougues e mercearias de bairro. Com Abílio à frente do negócio, o grupo tornou-se um dos maiores conglomerados do Brasil e chegou abrir filiais até em Portugal, Angola e Espanha. Na década de 1970 a empresa diversificou seus negócios, inaugurando, em 1971, em Santo André, o JUMBO, primeiro hipermercado do Brasil que vendia “de alface a helicóptero”; e adquiriu várias redes de supermercados menores nos estado do Ceará, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.


Na década de 1980, fechou o círculo do varejo com novos formatos de loja. Além dos Supermercados PÃO de AÇÚCAR, dos hipermercados JUMBO e do MINIBOX (um conceito de lojas despojadas, com um número reduzido de itens e preços muito competitivos, direcionadas à população de baixa renda), inaugurou o Superbox (loja depósito), o Peg & Faça (loja de bricolagem) e a Sandiz (loja de departamentos). Em 1989, inaugurou uma nova geração de hipermercados com a marca EXTRA. O grupo cresceu orientado por três pilares centrais: responsabilidade, respeito ao cliente e inesgotável capacidade de inovação. Porém a maré de sorte do PÃO de AÇÚCAR foi interrompida no final desta década. Planos econômicos congelaram preços, começou uma guerra acionária entre os irmãos Diniz e, para completar, em dezembro de 1989, Abílio foi sequestrado em São Paulo e libertado depois de 153 horas no cativeiro.


A crise instaurada deixou a empresa sem dinheiro sequer para pagar os fornecedores. O grupo estava à beira do abismo. Quatrocentas unidades da rede haviam sido fechadas e mais de 30 mil funcionários foram demitidos. Parecia não restar alternativa para a empresa senão definhar até morrer. Foi aí que entrou em cena o ímpeto empresarial de Abílio Diniz. Ele não se conformou. Vendeu imóveis, tomou empréstimos e anunciou a venda dos carros cedidos aos gerentes e diretores. Com novo posicionamento mercadológico, fechou lojas não lucrativas e vendeu as empresas coligadas para se focar no varejo alimentar. Também se aproximou dos consumidores ao criar o cargo de ouvidor, investindo fortemente no seu aperfeiçoamento operacional. A tacada final foi seduzir as donas de casa com promoções irresistíveis. As estratégias adotadas deram muito certo. Em pouco tempo a empresa retomou a expansão através da inauguração de novas unidades e aquisição ou arrendamento de lojas e redes concorrentes.


O empresário não só driblou a crise, como também transformou a rede de supermercados PÃO de AÇÚCAR na maior empresa do varejo brasileiro. Seguindo o lema “Cliente: nossa razão de ser”, o PÃO de AÇÚCAR sempre esteve voltado para seus consumidores, cuidando para que todo contato que ele tivesse com as suas marcas se traduzisse na melhor experiência, alimentando uma longa relação de fidelidade. Essa preocupação com a satisfação dos clientes conduziu diversas inovações nas operações, como por exemplo, a criação em 1993 do cargo de ombudsman; ou em 1995, ao lançar o Pão de Açúcar Delivery, primeira loja de comércio eletrônico de alimentos do país. Atualmente o serviço conta mais de 15 mil itens à disposição do cliente, de produtos de limpeza a frutas, verduras, legumes fresquinhos, vinhos selecionados, e tudo com fotos e informações nutricionais.


Em 1998 inaugurou em São Paulo o Pão de Açúcar Kids: primeiro supermercado educacional do mundo. E no ano seguinte, o grupo francês Cassino adquiriu participação relevante de 25% do total do capital da empresa. No início do próximo século, manteve permanente a postura de inovação e renovação. Já em 2000 lançou o Pão de Açúcar Mais, um bem-sucedido programa de relacionamento com promoções, ofertas exclusivas e acúmulo de pontos, uma maneira de retribuir a preferência e mostrar o quanto o cliente é especial para a empresa. Pouco depois, em 2002, adquiriu a rede Sé Supermercados, ampliando ainda mais sua atuação em São Paulo. A partir de 2006, o Grupo Pão de Açúcar iniciou um enorme processo de reestruturação para se tornar mais competitivo no mercado varejista brasileiro. E a partir de 2011, a empresa ficou no meio de um fogo cruzado entre os acionistas franceses do grupo Cassino e o antigo controlador, Abílio Diniz. Agora, com a empresa francesa sozinha à frente do negócio, o plano de expansão ganhou mais relevância. Os resultados já começaram a aparecer: em junho de 2014 a rede inaugurou um novo formato de loja (mercadinho de bairro) com o Minuto Pão de Açúcar, cuja primeira unidade entrou em operação no bairro dos Jardins, região nobre de São Paulo.


Hoje em dia, o PÃO de AÇÚCAR tem como principal característica reunir qualidade e variedade de produtos com um atendimento mais próximo, que prima pelo relacionamento com o cliente. É o supermercado de vizinhança, que valoriza a praticidade em um ambiente acolhedor. A rede oferece sortimento diferenciado de produtos e serviços como consultores de vinhos e queijos, além de ser referência em inovação, saúde e sustentabilidade. Além disso, valoriza o relacionamento com os clientes, incentiva a prática do consumo consciente e um estilo de vida saudável.


A linha do tempo 
1971 
Lançamento do primeiro produto de marca própria, o detergente biodegradável em pó ALV. 
1984 
Entram em funcionamento dois laboratórios de controle de qualidade. Um para os produtos de Marca Própria e outro para produtos perecíveis. 
2000 
Lançamento da linha GOODLIGHT, com produtos saudáveis criados por Lucília Diniz, autora dos livros “O prazer de viver light” e “O prazer da cozinha light”, que propunha um novo estilo de vida, um modo de cuidar do corpo e da mente, com uma alimentação nutritiva e de baixa caloria. 
2006 
Lançamento no mês de setembro da TAEQ, única marca completa de bem-estar do mercado brasileiro que atua nos segmentos de nutrição, orgânico, casa, esporte e beleza. O nome Taeq expressa o conceito de vida em equilíbrio. Ele une duas palavras de origem oriental: TAO (equilíbrio) + EKI (energia vital). Hoje o portfólio da TAEQ inclui mais de 1.500 itens (entre todas as categorias). A marca está presente em todas as bandeiras do grupo. O sortimento disponível varia de acordo com o posicionamento, perfil e disponibilidade de cada loja. 
2008 
Lançamento da marca própria QUALITÁ, com produtos básicos, como arroz, feijão, café, ovos, frutas, verduras e legumes. Hoje em dia, a marca própria oferece mais de 1.000 produtos, desde alimentos e utilidades domésticas até itens de higiene e limpeza. A marca utiliza o slogan “Faz “parte do seu dia”
Inauguração da primeira loja verde da América Latina na cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo. A loja reúne práticas bem sucedidas de consumo consciente e lançou novas ações na área da cadeia de valor do varejo mais sustentável. Entre os diferenciais da loja estão um centro de captação de recicláveis, o uso de sacolas retornáveis, enquanto o telhado é constituído por uma grande camada reflexiva para não aquecer o ambiente, situada em uma cidade naturalmente quente. As instalações foram construídas com base nos pré-requisitos exigidos pelo GBC - Green Building Council para a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) um sistema de certificação e orientação ambiental de edificações. Nos anos seguintes esse modelo de loja seria replicado em outras unidades da rede. 
2013 
Inicia o sistema de Drive Thru na loja da Avenida Washington Luís, na capital paulista, onde os clientes podem retirar suas compras feitas pela internet sem sair do carro. 
2014 
Inauguração do primeiro Minuto Pão de Açúcar, novo formato de lojas de bairro da rede, considerado uma tendência de consumo e uma solução para o cliente que busca conveniência e praticidade nas compras do dia a dia. A loja, voltada para a classe AB, tem design diferente, mais escuro e com pouca luz - voltada para as gôndolas -, e oferece aproximadamente cinco mil produtos de consumo imediato, que são, em sua maioria, de orgânicos e importados. A rede planeja abrir mais 14 lojas da bandeira até o final do ano.


A loja conceito 
Inaugurada no dia 20 de agosto de 2007 no Shopping Iguatemi em São Paulo, a loja conceito do PÃO de AÇÚCAR, com uma área de 940 m², introduziu uma nova experiência de compra no varejo brasileiro e um importante passo de inovação em uma indústria que faz parte do nosso dia a dia como consumidores. A proposta do novo projeto, que custou R$ 8 milhões, era objetiva: 

Ser básico e moderno. Ser moderno e simples. Ser moderno, simples e básico usando as mais avançadas soluções tecnológicas para garantir a melhor experiência de compra aos seus consumidores. 

O resultado é a perfeita integração dos mais avançados equipamentos, softwares e soluções a um ambiente diferenciado de loja em que a mercadoria é o carro chefe. As novidades instaladas nesta unidade da rede PÃO de AÇÚCAR não é finita. Como loja conceito, cabe a esse espaço servir de ambiente para lançamentos e inovações contínuas, não só em novas tecnologias, mas também em relação a sortimento de produtos, serviços, entre outras ações. Com alta tecnologia foi possível criar conteúdo informativo de alta qualidade sensorial, com imagens de forte “appetite appeal” e informações, em formato de dicas, de interesse do consumidor, criando assim um diferencial. As imagens são transmitidas em monitores de LCD localizados em vários pontos da loja. A qualidade das imagens e a interatividade com os clientes também está presente nos quiosques multimídia, com diversos serviços para os consumidores, tais como: receitas culinárias, consultas de preço, informações exclusivas para o cliente MAIS, detalhes sobre a carta de vinhos e muito mais. Tudo isso utilizando modernos equipamentos e aplicações desenvolvidas na plataforma Microsoft. Etiquetas eletrônicas estão totalmente integradas aos sistemas, garantindo simplicidade e agilidade nas trocas de preços e promoções, com eliminação de papel. Na adega, todos os vinhos têm etiquetas de RFID permitindo ao cliente receber informações detalhadas dos rótulos disponíveis, como origem das uvas, países de origem, indicações de pratos, preço, entre outros - basta aproximar o produto do leitor.


Redução de filas, pagamento por celular, carrinhos de compra inteligente (trazem monitor com GPS para localizar produtos na loja e registrar as compras por meio de um scanner), localização eletrônica de produtos, mobilidade, telefonia IP, balanças interativas, são outras novidades oferecidas. Predominam na loja os tons preto e branco, com a intenção de destacar as cores e embalagens dos produtos. A fachada se tornou uma espécie de vitrine, tornando visíveis a maioria dos produtos para quem passeia pelo shopping. As gôndolas estão mais baixas e não existem faixas ou qualquer tipo de comunicação pendurada no teto, exatamente para ampliar a visão de quem circula pelos corredores. A loja também ganhou um Sushi Bar e um espaço para degustação de vinhos.


O gênio por trás da marca 
O grande responsável pela posição de prestigio que o Grupo PÃO de AÇÚCAR ocupa atualmente tem uma personalidade bastante peculiar para o mundo dos negócios. Abílio é o primeiro dos seis filhos de Valentim Diniz. Durante a infância e a juventude, dividiu seu tempo entre os estudos e os esportes. Formou-se na Escola de Administração de Empresas de São Paulo, mantida pela Fundação Getúlio Vargas, e fez pós-graduação em Michigan, nos Estados Unidos. Ingressou na empresa do pai aos 20 anos como gerente de vendas e, com as técnicas aprendidas nos Estados Unidos, em 1959, ajudou a fundar o primeiro supermercado do grupo. Depois de comandar o PÃO de AÇÚCAR por décadas, ele entrou em uma verdadeira guerra com os acionistas franceses da empresa, o grupo Cassino, liderado pelo polêmico Jean-Charles Naouri. O resultado: Abílio Diniz foi praticamente expulso da empresa que fundou e agora está presidindo o conselho de administração da fabricante de alimentos BRF. Hoje, ele é apenas um acionista sem direito a voto e não participa mais do conselho de administração da empresa.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por seis acentuadas alterações ao longo dos anos. O logotipo original da marca continha um pão estilizado. Após passar por algumas modificações, o que incluiu uma nova tipografia de letra e até uma carrinha sorridente, a marca adotou o tradicional logotipo dos “morrinhos”, remetendo ao Pão de Açúcar carioca.


No dia 15 de julho de 2009, a marca divulgou seu novo logotipo, onde os “morrinhos”, símbolo da rede varejista, ganharam uma nova identidade visual. O atual logotipo trouxe maior transparência e luminosidade, remetendo ao frescor dos produtos. O formato mais arredondado confere calor humano. O uso de traço contínuo foi inspirado na imagem do infinito. Deixando o azul de lado, o logotipo tem cor única, o verde, representando a preocupação com a sustentabilidade que tem a rede PÃO de AÇÚCAR. Já as letras têm caracteres mais suaves, mais soltos. A empresa investiu R$ 3.3 milhões em estudos e desenvolvimento, incluindo: pesquisas, alteração do logotipo nas fachadas, troca dos materiais nas lojas e campanha publicitária, denominada “Uma Nova Marca. O mesmo Pão de Açúcar“. Em sessenta anos de história, esta é a sexta vez que a marca altera seu logotipo.


Os principais serviços da marca, como a entrega á domicílio e o programa de relacionamento, também tiveram suas identidades visuais modernizadas.


Os slogans 
O que você faz pra ser feliz? (2013) 
O que faz você feliz? (2007) 
Do jeito que você quer. Do jeito que você gosta. 
Lugar de gente feliz. (1977) 
No Pão de Açúcar é melhor e não custa mais. 
O melhor não custa mais.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Criação: 14 de abril de 1959 
● Fundador: Valentim dos Santos e Abílio Diniz 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Companhia Brasileira de Distribuição 
● Capital aberto: Não (subsidiária do Grupo Pão de Açúcar) 
● Presidente do conselho: Jean-Charles Naouri 
● CEO: Ronaldo Labrudi 
● Faturamento: R$ 10 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Valor da marca: US$ 151 milhões (2013) 
● Lojas: 169 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 25.000 
● Segmento: Varejo (supermercados) 
● Principais produtos: Alimentos e bebidas 
● Concorrentes diretos: Zaffari, St. Marche, Santa Luzia, Mambo e Carrefour 
● Slogan: O que você faz pra ser feliz? 
● Website: www.paodeacucar.com.br 

O valor 
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca PÃO de AÇÚCAR está avaliada em US$ 151 milhões, ocupando a posição de número 23 no ranking das marcas mais valiosas do Brasil. 

A marca no Brasil 
Hoje em dia a rede PÃO de AÇÚCAR possui aproximadamente 170 lojas (mais de 220.000 m² de área de vendas) e 4 drogarias distribuídos por 9 estados brasileiros (São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás, Piauí, Ceará, Paraíba e Pernambuco). Além disso, a empresa possui o comércio eletrônico Pão de Açúcar Delivery, que permite atender às necessidades específicas de diferentes tipos de consumidores. O maior mercado da marca é o estado de São Paulo, onde estão instaladas mais de 107 lojas da rede. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 24/6/2014

GUARANÁ KUAT


Só um guaraná tão marcante para acompanhar os melhores momentos da sua vida. E KUAT é uma marca moderna feita para jovens que querem mudar e ousar, não somente em atitudes, mas também em experimentar algo diferente e saboroso. Suas modernas e sofisticadas embalagens posicionam o produto com inteligência e bom gosto em um mercado dominado por marcas tradicionais e concorrência gigantesca. KUAT está sempre em mudança, afinal o mundo está sempre mudando. 

A história 
O GUARANÁ KUAT é uma marca contemporânea que surgiu no final de 1997, lançado nos mercados do Rio de Janeiro, Juiz de Fora e São Paulo pela divisão brasileira da The Coca-Cola Company, para atender a um público jovem que estava vivendo uma fase de mudança e que, por um momento, queria escapar da pressão do dia-a-dia. Era uma nova opção, uma nova marca que respondia a uma tendência atual dos consumidores. Kuat, o nome escolhido para batizar o novo produto, é uma palavra em Tupi-Guarani que significa “Irmão Gêmeo da Lua”. Este nome foi escolhido pelos próprios consumidores, que entrevistados escolheram a palavra por sua sonoridade, por ser diferente e por estar em perfeita harmonia com o conceito do novo produto: “Um refrigerante que contém guaraná da Amazônia”, pois toda semente de guaraná utilizada em KUAT era, e ainda é produzida na região amazônica. O rótulo original do produto continha as cores do guaraná, verde e vermelho, e o preto representando graficamente a floresta Amazônica, um enfoque a origem do guaraná. O slogan “Beba outros ares” era o carro-chefe da campanha de comunicação de lançamento do novo refrigerante.


Em menos de três anos de mercado, KUAT já estava presente em todo território brasileiro, sendo a segunda marca de guaraná mais vendida do Brasil com 14.8% de participação dentro deste segmento. Pouco depois, em 1999, a marca ampliou sua linha de produto com o lançamento do KUAT LIGHT, uma opção de guaraná premium no segmento de baixas calorias. O novo produto era a medida certa para quem desejava levar a vida mais light, com menos de 3 calorias por lata. No ano de 2001, teve início a parceria e patrocínio com o tenista Gustavo Kuerten (Guga), que resultou em uma grande visibilidade para a marca, com ações criativas e campanhas geniais, algumas das quais polêmicas. Dois anos mais tarde foi introduzida a nova campanha publicitária com o slogan “Abra a KBÇA. Guaraná é Kuat”, criada pela agência DPZ e estrelada por Gustavo Kuerten. Guga aparecia em uma quadra de tênis rebatendo latas da concorrente Guaraná Antarctica. Na época a propaganda rendeu diversas matérias na mídia entre a guerra instaurada entre as marcas de guaraná das duas empresas.


No ano de 2003, a marca ganhou uma nova extensão com o lançamento do KUAT com Laranja. O filme de lançamento mostrava as dificuldades de um barman para produzir a mistura de laranja com guaraná contrapondo com a facilidade de simplesmente abrir um refrigerante com a mistura pronta. Três anos depois, ocorreu o lançamento do KUAT ZERO, primeiro refrigerante de guaraná com o conceito zero açúcar do mercado nacional, que substituiu o KUAT LIGHT depois que uma pesquisa apontou que os consumidores jovens não se identificam com as denominações “diet” ou “light”.


Em fevereiro de 2009 a marca inovou no segmento de refrigerantes ao lançar no mercado o KUAT EKO, sendo a primeira bebida a combinar o sabor do guaraná com a naturalidade do chá verde. Desenvolvido no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos da Coca-Cola Brasil, no Rio de Janeiro, KUAT EKO antecipava os anseios do consumidor, que buscava uma bebida saborosa e mais leve. Além disso, o produto era zero açúcar. KUAT EKO, que completava a linha composta pelas versões regular e zero, foi desenvolvido para desempenhar o papel de uma bebida revigorante, ideal para aqueles momentos do dia-a-dia em que você precisa fazer uma pausa para se renovar. Até mesmo as tampas das garrafas foram desenvolvidas em prol da preservação do ambiente, através de uma mini-tampa com menos 4 milímetros de tamanho do que as tradicionais, que necessitava de menor quantidade de matéria-prima em sua produção - economia que representava o equivalente a 120 milhões de embalagens de 2 litros de produtos pet, nos padrões atuais, em 2012. Nos últimos anos KUAT utilizou em suas campanhas publicitárias, além do carregado humor, personalidades jovens como o humorista Marcelo Adnet (com seu funk do iate) e o cantor Latino.


Atualmente, os produtos da marca KUAT podem ser encontrados nas embalagens: garrafas PET (2,5 litros, 2 litros, 1,5 litros, 1 litro, 600 ml e 500 ml), garrafas vidro (1 litro, 350 ml, 300 ml e 200 ml) e latas (350 ml). Além disso, o produto é oferecido no Post Mix em copos de 300 ml, 500 ml e 700 ml.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por grandes transformações ao longo dos anos. A primeira ocorreu em 2008, quando a marca estreou uma nova identidade visual com um projeto audacioso que deixou o produto com um ar mais sofisticado. O grafismo de KUAT no novo logotipo ficou mais iconográfico: a letra K ficou mais longilínea e a imagem do fruto, vermelha, deu lugar a uma esfera da mesma cor. Pouco tempo depois, no mês de setembro de 2010, a marca apresentou um novo logotipo que comunicava o sabor marcante, a irreverência e o bom humor. Com a mudança, a palavra KUAT ganhou um peso maior na embalagem: apresenta uma inclinação ascendente e é acompanhada por um ponto de exclamação, ilustrado com o fruto guaraná. A cor da embalagem também está diferente. Os tons de verde, dourado e vermelho estão mais evidenciados, reforçando a intensidade de seu sabor.


Na versão ZERO, o logotipo seguiu as linhas visuais da versão normal.


Já as embalagens acompanharam essas mudanças e aos poucos foram adquirindo um visual mais sofisticado e moderno. Primeiro a marca assumiu o tom dourado, se apropriando da cor que caracteriza o refrigerante, e abandonou a tradicional combinação de verde e vermelho, normalmente utilizada pela categoria. As latas de KUAT se tornaram totalmente douradas. Em 2010 o dourado ficou mais claro e o novo logotipo ganhou mais espaço e visualidade. Nas garrafas – tanto de vidro quanto de PET –, a solução para ressaltar o dourado foi simples: embalagens transparentes substituíram as verdes, fazendo com que o líquido se encarregue de dar o tom dourado à embalagem.


Os slogans 
OH YEAH! 
O sabor marcante do guaraná. (2010) 
Experimente e renove-se. (2009, KUAT EKO) 
A gente muda. O mundo muda. (2008) 
Abra a KBÇA, Guaraná Kua. (2005) 
Kuat. Esse sabor pega em você. (2005) 
Abra a cabeça, beba Kuat. (2003) 
Beba outros ares. (1997)


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1997 
● Criador: Divisão brasileira da Coca-Cola 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: The Coca-Cola Company 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: José Ramón Martínez (subsidiária/Brasil) 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Refrigerantes de guaraná 
● Principais produtos: Kuat e Kuat Zero 
● Concorrentes diretos: Antarctica, Dolly, Convenção, Maracanã, Schin e Jesus 
● Ícones: Sua comunicação ousada 
● Slogan: O sabor marcante do guaraná. 
● Website: www.kuat.com.br 

A marca no Brasil 
Os produtos da marca KUAT são distribuídos por todo territórios nacional. A marca detém aproximadamente 15.5% do mercado de refrigerantes a base de guaraná no Brasil, com a versão ZERO sendo responsável por mais de 15% das vendas total da marca. Apesar da enorme força de seu principal concorrente, o Guaraná Antarctica, o KUAT ocupa a liderança em mercados importantes como Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Teresina (PI). 

Você sabia? 
Por ter como ingrediente principal um fruto originalmente brasileiro – o guaraná –, a marca investe na promoção e apoio de diversas ações culturais, como o patrocínio da maior festa folclórica do país, o Festival de Parintins. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Exame, Isto é Dinheiro, Época Negócios e EmbalagemMarca), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 10/6/2015

TRAMONTINA


Se alguém fala em TRAMONTINA, é provável que você pense em garfos, facas e panelas. Ok, justo. Afinal, boa parte do faturamento da empresa vem mesmo de utensílios domésticos. Mas a centenária marca gaúcha é muito mais que isso. O controle de qualidade é quase uma obsessão para a TRAMONTINA. O chão de fábrica é limpo, colorido, com robôs andando de um lado para outro. A maior parte das máquinas é fabricada pelo próprio grupo. Tudo para produzir os melhores produtos, e olha que são muitos, desde facas e talheres, passando por panelas até ferramentas, cubas, pias, móveis de piscina e até cortadores de grama elétricos, tendo como objetivo facilitar a vida de nós consumidores. 

A história 
Fundada na cidade de Carlos Barbosa, região serrana do Rio Grande do Sul, no dia 1 de maio de 1911, por Valentin Tramontina, a empresa começou como uma pequena ferraria, inicialmente em um terreno alugado. Valentin era um colono artesão, filho de imigrantes italianos, e veio a Carlos Barbosa porque a ferrovia significava perspectiva de expansão. Em 1919, ano em que o fundador prestou serviço militar no Tiro de Guerra 395, ele comprou um terreno de 300 m² na Rua Amapá, construindo um prédio de madeira para abrigar a ferraria, onde trabalhavam o fundador, seu irmão Luiz e mais duas pessoas. Até 1930, a produção da ferraria era modesta. Valentin prestava serviços à empresas, entre elas, Arthur Renner, proprietário de uma refinaria de banha; fazia conserto em indústrias locais, ferrava cavalos e fabricava canivetes, batizados de Santa Bárbara. Nesta época, havia cinco empregados trabalhando na ferraria, e seis trabalhando a domicílio.


O aço necessário para fabricar as lâminas era obtido batendo-se molas de caminhão usadas. Recorria-se aos malhos instalados em rodas d’água existentes na região para forjar o aço. Somente em 1932 teve início a fabricação de algumas facas com cabo de chifre. Os modelos foram inspirados em facas importadas que haviam sofrido danos durante um incêndio em um armazém de um importador na cidade de Porto Alegre. Coube à Ferraria Tramontina o trabalho de recuperá-las.


Quando morreu seu fundador no dia 29 de fevereiro de 1939 a produção da empresa era ainda artesanal e resumia-se a facas e canivetes feitos com cabo de chifre. A partir daí assumiu a ferraria dona Elisa Tramontina, esposa de Valentin, que despontou como uma empreendedora nata e arrojada. Era ela própria que ia vender a produção nos mercados regionais e na capital gaúcha. Durante a Segunda Guerra Mundial, caso não existisse a determinação e a coragem de Elisa, a ferraria teria sucumbido. Em 1944, a empresa comprou a sua primeira prensa excêntrica. Antes, todas as lâminas eram cortadas manualmente com o auxílio de talhadeiras. Depois passaram a ser cortadas com o uso de estampos.


O ano de 1949 pode ser considerado um marco na história da empresa. Trata-se da data em que Ruy José Scomazzon, um jovem de apenas 20 anos, cursando a faculdade de Ciências Econômicas da PUC de Porto Alegre, começou a prestar assessoria à TRAMONTINA. Ruy, com espírito de liderança, implantou planos ambiciosos, enfatizando a organização em todos os setores. Inaugurou-se uma nova etapa na empresa. O caráter artesanal cedeu lugar a uma produção manufatureira. Na década de 1950, a empresa contava com 30 empregados e alguns representantes comissionados, espalhados pelo estado do Rio Grande do Sul. Nesta época, os canivetes representavam 90% do faturamento. Vem justamente da Itália a tradição de ter no bolso um canivete, cuja denominação é “brítola”. Trata-se de um canivete com formato de pequena foice utilizado principalmente na poda da parreira, para cortar vime. A TRAMONTINA sempre se destacou na fabricação deste canivete. Em 1954, organizou-se a empresa V.a. Valentin Tramontina & Cia. Ltda., sendo sócios, Elisa e Ivo Tramontina, além de Ruy J. Scomazzon. No ano seguinte tem início a laminação do aço. Antes o aço era obtido forjando-se pedaço por pedaço, em um malho. A laminação abriu imensas possibilidades de crescimento para a TRAMONTINA. Foi justamente nesta década que foi veiculado o primeiro anúncio em jornais locais, o que marcou o início das ações de comunicação da TRAMONTINA.


No mês de dezembro de 1956, foi inaugurada a ampliação das instalações da empresa e com isso se intensificou a produção de facas e ferramentas agrícolas. Pouco depois, em 1958, a empresa participou de suas primeiras feiras e exposições, com o objetivo de divulgar a marca e apresentar seus produtos ao mercado. As décadas de 1960 e 1970 foram marcadas pela instalação de empresas do grupo em Garibaldi, Farroupilha e no estado da Bahia, além do início de suas primeiras exportações, em 1966 para o Chile. Nestes anos a linha de produtos ganhou inúmeros itens como facas (cozinha, profissional, esportiva), tesouras, espetos, talheres, utensílios de cozinha e panelas, formas e travessas antiaderentes de alumínio; materiais elétricos como interruptores e tomadas, além de uma vasta linha de ferramentas como martelos, chaves de boca, chaves de fenda, alicates, formões, plainas, serras, serrotes, entre outras.


A década de 1980 foi de um enorme crescimento para empresa, tanto no mercado interno como externo, onde em 1986 a TRAMONTINA inaugurou uma subsidiária e Centro de Distribuição na cidade de Houston no Texas. Nos anos seguintes a empresa se tornou definitivamente um gigante em seu setor, ampliando ainda mais sua linha de produtos e ingressando em muitos mercados mundiais como Alemanha (1993), Chile (2000), Dubai (2004) e Peru (2005). Além disso, em 1997, a TRAMONTINA conquistou a condição de marca notória. E, mais do que isto, comprovou, através de pesquisas, a preferência de 94% dos consumidores brasileiros por seus produtos. No novo milênio a TRAMONTINA também decidiu que tinha chegado a hora de ir além da cozinha. A ordem partiu de Clóvis Tramontina, neto de Valentin e principal responsável pelas maiores mudanças da empresa nos últimos anos. A grande tacada do empresário foi aproveitar uma simples fábrica de cabos de madeira que revestem talheres para ingressar no mercado de móveis. Cadeiras e mesas com a marca TRAMONTINA começaram a aparecer nas lojas. O mesmo aconteceu com a unidade que fazia cabos de plástico: foi ampliada para fabricar móveis para piscina e jardim.


Em 2007, a TRAMONTINA, líder nacional nos segmentos de panelas, talheres e ferramentas, decidiu combater os importados com um apelo à “brasilidade” e uma política comercial mais agressiva. A empresa lançou uma coleção de panelas em aço inoxidável denominada “Linha Tropical”, com a bandeira do Brasil nas embalagens de cinco unidades e preço ao consumidor padronizado em R$ 199 para todo o país parcelado em até dez vezes. O resultado: em três meses foram vendidas 435 mil unidades. Além disso, sempre inovando para levar à casa muito mais charme e qualidade, a empresa criou a linha Tramontina Design Collection, composta por produtos exclusivos com design incrível para deixar um ar requintado e moderno na cozinha. A TRAMONTINA, que em 2011 completou 100 anos, tem acompanhado várias gerações de consumidores e construído, uma relação de qualidade e respeito, sempre oferecendo produtos da mais alta qualidade. Para marcar a data a TRAMONTINA lançou uma linha de facas especiais, denominada Damaski, em edição limitada, apenas 1.000, sendo 500 de peças de lâminas de 8 milímetros e 500 de 6 milímetros.


Em 2013, a empresa inaugurou sua primeira loja-conceito na cidade do Rio de Janeiro, batizada de Tstore. A loja carioca era uma espécie de laboratório onde os produtos eram oferecidos em primeira mão aos clientes. Ao todo eram 2.400 itens entre diferentes modelos de facas, conjuntos de talheres, baixelas, cooktops, fornos, coifas, pias, cubas, entre outros. O objetivo não era entrar no segmento de varejo, mas fortalecer a relação com os consumidores. E para isso a loja adotou uma ambientação moderna. Na parte de dentro, cada detalhe foi pensado para segurar o cliente. O que inclui um perfume desenvolvido especialmente para a loja. Em 2015 uma segunda unidade foi inaugurada em Salvador, e a primeira no exterior, em Santiago, no Chile. Além disso, em 2014, a marca iniciou as operações de venda via comércio eletrônico de sua linha de móveis de madeira, oferecendo um mix de mais de 200 produtos, entre mesas, cadeiras, bancos, espreguiçadeiras, etc. Já em 2016, a empresa ingressou em um novo mercado ao lançar um veículo 4x4, projetado para vencer a lama e a areia. O modelo Venture 750G, que parece um pequeno jipe, atende à demanda de produtores rurais e de passeios turísticos, por exemplo. Trata-se de um concorrente para os tradicionais bugues, muito utilizados nas dunas do Nordeste. Além disso, lançou também uma linha de carros elétricos para golfe.


A linha do tempo 
1959 
Fundação da Metalúrgica Forjasul Ltda., no bairro Passo do Feijó em Porto Alegre, onde hoje se produz: eletroferragens forjadas para linhas e transmissão elétrica até 1000 kV, peças forjadas sob encomenda até 100 kg (em matriz fechada) ou até 300 kg (peças parcialmente forjadas), ganchos haste conforme DIN15401 com capacidade de até 110 toneladas, ganchos olhal com capacidade de até 50 toneladas, tornos de banca forjados, ferramentas, machados e marretas. 
1961 
A empresa transforma-se em Sociedade Anônima e surge a Tramontina S.A. – Cutelaria e Ferramentas Agrícolas. Esta unidade da empresa produz: facas (cozinha, profissional, esportiva), canivetes, tesouras, espetos, talheres, utensílios de cozinha e panelas, formas e travessas antiaderentes de alumínio. 
1963 
Início das atividades da Tramontina Garibaldi S.A. (Garibaldi/RS), onde são fabricados martelos, machadinhas, chaves de boca, chaves de fenda, alicates, torques, formões, plainas, níveis, serras e serrotes. 
1971 
Início das atividades da Tramontina Farroupilha S.A. (Farroupilha/RS), inicialmente para produzir baixelas inox. Esta unidade produz panelas de aço inoxidável, baixelas, talheres finos e utensílios de cozinha de aço inoxidável. 
1976 
Início das atividades da Forjasul S.A. Materiais Elétricos (Carlos Barbosa/RS). Hoje transformada em Forjasul Eletrik S.A., produz acessórios para elétrodutos, interruptores e tomadas, caixas de derivação e acessórios de alumínio para redes de transmissão de energia elétrica. 
1982 
Início das atividades da Tramontina Ferramentas Agrícolas S.A. (Carlos Barbosa/RS). Hoje essa divisão produz carrinhos-de-mão, ancinhos, enxadas, picaretas, pás, foices, foicinhas, gadanhos, cavadeiras, cortadores de grama, jardinagem e tesouras de poda. 
1986 
Início das atividades da Tramontina Belém S.A., que fabrica nos dias de hoje móveis de madeira, tábuas de corte, utilidades de madeira e cabos de ferramentas. 
1988 
Instalação do primeiro robô em sua fábrica de panelas, que tinha como principal objetivo polir cabos de frigideiras. 
1990 
Início das atividades de Forjasul Encruzilhada Ind. de Madeiras Ltda. (Encruzilhada do Sul/RS). Hoje chamada Tramontina Madeiras S.A. produz painéis de pinus, prateleiras retas e de canto, estantes e utilidades domésticas. 
1996 
Criação do Tramontina TEEC S.A., onde são fabricadas pias e cubas de aço inoxidável, fazendo com que a empresa ingressasse em um novo mercado. 
Lançamento de cortadores de grama dirigíveis e elétricos. 
1998 
Criação da Tramontina Delta S.A. que fabrica mesas e cadeiras de polipropileno. 
2007 
Início da produção de fogões de mesa (chamados cooktops) e de vitro-grills, chapas de vitrocerâmica portáteis que podem ser usadas tanto como fogão como grelha. 
2008 
Lançamento da linha TRIX COBRE, composta por panelas com tripla camada (aço inox, alumínio e cobre), que facilita o aquecimento e distribui melhor o calor aos alimentos. 
2011 
Lançamento dos talheres de prata da linha Classic, que ganhou um banho de prata e vão para a mesa de jantar em versão ainda mais sofisticada. 
2013 
Lançamento de cozinhas profissionais para hotéis, restaurantes, bares, escolas e hospitais. 
2014 
Lançamento da DUO COLOR, uma linha de panelas de aço inox coloridas por fora. 
2015 
Lançamento de uma linha de eletroportáteis de alto padrão fabricados pela australiana Breville. A nova linha, batizada de Tramontina by Breville, tem 30 itens como batedeiras, liquidificador, sanduicheira, máquina de pão, máquina de café espresso, espremedor e multiprocessador. 
2016 
Lançamento da nova linha de panelas antiaderentes com tecnologia Starflon Tramontina (Tecnologia T) como uma solução para todas aquelas refeições que são arruinadas por culpa de antiaderentes que grudam a comida e deixam o consumidor na mão.


O churrasco e a Tramontina 
A marca tem uma ligação forte com o churrasco. Afinal de contas, é uma empresa tipicamente gaúcha. A origem do churrasco remonta ao tempo das cavernas quando o homem, ao dominar as técnicas de fazer fogo, percebeu que sua comida (a caça) ficava mais saborosa e durava por mais tempo quando assada. Já o churrasco como conhecemos no Brasil, é oriundo do Pampa, região no sudeste da América do Sul. Antigamente, essa era uma região de transporte de gado. No meio do nada, os transportadores, conhecidos como tropeiros, tinham apenas recursos básicos para sobreviver: os artefatos em couro, a carne, a madeira para suspendê-la e o fogo mantido aceso. Então, os tropeiros se reuniam ao redor do fogo, contavam suas histórias e saboreavam o churrasco, a sua única alternativa de sobrevivência. E a TRAMONTINA, como não poderia deixar e ser, oferece uma completa linha para o preparo do melhor churrasco. São talheres, facas especiais, tábuas, espetos, grelhas, pegador para carvão e carne, carinhos para servir churrasco, churrasqueiras, além de kits dos mais diversos tipos. Em uma das mais recentes campanhas publicitárias para este segmento, a marca adotou o slogan “O churrasco evoluiu o mundo e a Tramontina evoluiu o churrasco”.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por inúmeras alterações ao longo dos anos. De 1955 a 1960, diferentes produtores elaboraram as formas da marca TRAMONTINA. Foram as primeiras apresentações gráficas para as linhas de produtos.


Entre 1964 e 1966, a apresentação da marca manteve-se quase a mesma. O “T” maiúsculo servia para ser estampado na lâmina do canivete, produto de maior fabricação nesse período. A partir deste momento se instituiu uma política de marca única para todos os produtos TRAMONTINA.


De 1967 até 1975, o “T” maiúsculo foi sendo moldado, adquirindo ainda mais personalidade.


Entre 1977 e 1978 houve mais transformações: o “T” foi colocado depois do nome e foi acrescida uma simbologia gráfica.


Os anos 1980 e 1990 representaram mudanças muito cuidadosas na marca. Através de análises e pesquisas chegou-se a marca que foi utilizada até 2004. Neste ano o logotipo sofreu novas, porém, pequenas alterações. A mudança segue uma tendência do design da marca anterior de simplificar as formas e, com isso, fortalecer ainda mais alguns elementos visuais da marca, mantendo a identidade já reconhecida pelos consumidores.


Os slogans 
O prazer de fazer bonito. 
Brasileira assim como você. 
Faz bem pra você. 
Viver Com Prazer. 
Tramontina é BBB: Bom, Bonito e Barato. 
A qualidade de aço.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1 de maio de 1911 
● Fundador: Valentin Tramontina 
● Sede mundial: Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul, Brasil 
● Proprietário da marca: Tramontina S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO & Presidente: Clóvis Tramontina 
● Faturamento: R$ 4.5 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Fábricas: 10 
● Lojas-conceito: 3 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 7.000 
● Segmento: Utensílios domésticos e gerais 
● Principais produtos: Talheres, panelas, ferramentas e móveis de plástico 
● Concorrentes diretos: Hercules, Mundial, Tefal, Rochedo, Panex, Würth, Irwin e Black & Decker 
● Ícones: As facas e panelas 
● Slogan: O prazer de fazer bonito. 
● Website: www.tramontina.com.br 

A marca no mundo 
A TRAMONTINA é a única empresa brasileira a exportar com marca própria para mais de 120 países. No Brasil seus produtos estão disponíveis em mais de 60.000 pontos de venda. Já no exterior, a empresa possui Centros de Distribuição e Escritórios de Venda em diversos países como África do Sul, Alemanha, Austrália, Estados Unidos, México, entre outros. Atualmente o grupo é formado por 10 unidades industriais (sendo oito no Estado do Rio Grande do Sul, uma em Belém, no Estado do Pará, e outra em Recife, no Estado de Pernambuco) que produzem mensalmente quatro milhões de facas, 21.5 milhões de talheres para uso diário, quatro milhões de talheres finos e econômicos, 800 mil chaves de fenda, 260 mil martelos, 200 mil enxadas, 20 mil pias e 35 mil cubas, 300 mil cadeiras e mesas plásticas, 20 mil mesas e cadeiras de madeira, 66 mil prateleiras, 15 mil cortadores e aparadores de grama e 400 mil panelas de aço inox. A empresa produz além de talheres, panelas em aço inox, utensílios e acessórios para cozinha, também pias, cubas, ferramentas para jardim, agricultura e para construção civil, produtos para instalações elétricas (interruptores e tomadas), mesas e cadeiras em madeira e plástico e estantes em madeira. Apesar de atuar no segmento de eletrodomésticos, fornos e ferramentas, a área de cutelaria, panelas e utensílios para o lar ainda é o carro-chefe da empresa, respondendo por 75% de seu faturamento. Somente no segmento de panelas a marca tem entre 65% e 70% de participação no mercado brasileiro. 

Você sabia? 
Hoje a TRAMONTINA fabrica mais de 18 mil itens de utilidades domésticas destinados às principais redes de varejo do Brasil e a exportação. 
As panelas da marca brasileira já são as terceiras mais vendidas no mercado americano. 
A empresa investe em projetos que promovem o bem estar de seus funcionários, familiares e sociedade em geral. Pensando nisto, formou-se um grupo especial, dedicado à música: o Coro Tramontina. O projeto proporciona aos seus participantes, um ambiente saudável e descontraído onde cada um dos seus integrantes pode se expressar musicalmente, através de um trabalho em grupo. Atualmente o Coro Tramontina é formado por 22 cantores, sendo eles funcionários, ex-funcionários, familiares e amigos da empresa. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico, Meio Mensagem, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 25/4/2016