27.4.07

IG

Com apenas duas letras, o iG representa para os brasileiros o acesso a notícias em tempo real, comunicação eficiente e instantânea, entretenimento e conhecimento. A marca de comunicação e tecnologia mais conhecida do país, conseguiu com a eficiência na prestação de seus serviços, o conteúdo diferenciado e uma comunicação criativa, que transformou um fofoinho cachorrinho branco um ícone da web brasileira, se transformar em ferramenta diária do dia a dia de milhões de internautas.
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A história
A história começou com a fundação do Internet Group do Brasil pelos grupos GP Investimentos (Telemar) e Opportunity (Brasil Telecom), tendo como sócios fundadores o publicitário Nizan Guanaes (CEO), Aleksandar Mandic (Diretor técnico) e Matinas Suzuki Jr. (Diretor de conteúdo) com as participações destacadas de Demi Getschko e Roberto Simões. A operação entrou no ar em 9 de janeiro de 2000 com a marca iG e a primeira versão preliminar pública do portal com serviço de acesso discado grátis, marcados por uma forte campanha publicitária que transformou um simpático cachorrinho branco da raça West Highland Terrier em símbolo da empresa e numa celebridade instantânea. O abalo no mercado foi imediato. Apesar de não ter sido o primeiro provedor gratuito brasileiro, o iG rapidamente atingiu grande popularidade num tempo em que a banda larga era pouco comum e os bancos apenas começavam a oferecer planos de conexão não-tarifada a seus clientes.
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O portal também estava bem posicionado: oferecia serviço de e-mail e reunia um número crescente de sites competentes e criativos, liderados pelo Último Segundo (cuja proposta de redação exclusiva para internet foi considerada ousada para a época, pois todos os grandes noticiários online concorrentes eram vinculados a veículos tradicionais), formando um conjunto de destaque quando a política de portais ainda buscava amadurecimento no Brasil. Apenas dois meses depois, as contas de e-mail cadastradas já atingiam a marca de um milhão.
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Os provedores concorrentes contra-atacaram o iG em duas frentes: por um lado, denunciaram a concorrência desleal do acesso grátis; por outro, buscaram seus próprios meios de embarcar na nova onda. O iG apostava num grande retorno com venda de publicidade em seu portal, o que aumentaria o interesse pelas ações da empresa numa eventual abertura de capital. No entanto, os planos não se realizaram da forma prevista. Na seqüência do colapso da NASDAQ (que ficou conhecido como “estouro da bolha da Internet”), com a dificuldade crescente para obtenção de crédito, o portal-provedor fez revisões graduais em seus projetos. Apesar de continuar protagonizando grandes lances (como a compra do provedor grátis concorrente Super11.net, no segundo semestre de 2000) e lançando produtos de conteúdo de qualidade, começaram as manobras para "sair do vermelho".
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Muitos funcionários foram demitidos e vários planos foram adiados ou modificados, alguns dos quais, como o do uso dos estúdios de televisão instalados no térreo do edifício-sede, não chegaram a se realizar de fato, apesar do elevado investimento. Ao final do primeiro ano de operações o provedor já era líder de acesso em todo o país (segundo a pesquisa Ibope POP) e o portal era visitado por 20% dos internautas brasileiros. O iG só conseguiria “sair do vermelho” em 2001, quando alterou seu plano de negócios: passou a receber repasses das operadoras de telefonia fixa por conta do tráfego gerado pelo acesso grátis. A façanha foi marcada pela mudança no logotipo: de vermelho, passou a ser azul.
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Nesse período reduziu-se o apoio ao conteúdo do portal e reforçaram-se os planos para a oferta de serviços pagos (para fins de marketing, iG passou de “Internet Grátis” a “Internet Group”). Depois de um rápido período de crescimento, em maio de 2004, o iG foi adquirido pela Brasil Telecom. A fusão com os portais iBest e BrTurbo foi concluída em 2006, marcada por nova campanha publicitária. Em janeiro de 2009 o iG passou a fazer parte do grupo Oi após este adquirir a Brasil Telecom. Hoje, o iG se transformou em uma empresa de comunicação que envolve negócios em Internet, em banda larga (antes chamado Super iG) e em celular, além de serviços que usam a rede como ferramenta.
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A evolução visual
Quando foi lançado no mercado, o iG tinha seu logotipo na cor vermelha. E isto tinha uma explicação: o presidente do iG na época, Nizan Guanaes, anunciou que o logotipo da marca se tornaria azul somente quando a empresa passasse a ser lucrativo, ou literalmente “saísse do vermelho”. E isto ocorreu em 2001, quando o iG adotou definitivamente a cor azul em seu logotipo. Em 2004, quando foi adquirido pela Brasil Telecom, o iG adotou um novo logotipo, que apesar de manter a cor azul, passava a ser definido como “Internet Generation”, ganhando um visual em 3D.
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Os slogans
IG: o melhor para você. (2010)
O mundo é de quem faz. (2006)
Internet Generation. (2004)
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Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação:
9 de janeiro de 2000
● Fundador:
Nizan Guanaes, Aleksandar Mandic e Matinas Suzuki Jr.
● Sede mundial:
São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca:
Oi
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Presidente:
Paulo Narcélio
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Contas de email:
25 milhões
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários:
550
● Segmento:
Tecnologia e Comunicação
● Principais produtos: Provedor de Internet, portal de notícias
● Ícones: O cachorro West Highland Terrier
● Slogan:
O melhor para você.
● Website:
www.ig.com.br
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A marca no Brasil
Além de provedor, o iG também é conhecido pelo seu portal, que abriga sites importantes como o noticiário Último Segundo, o Babado, o Minha Notícia, o Megaplayer, Baixaki, iG Empresas (linha de negócios voltada para o mercado empresarial, com soluções de Internet desenhadas para profissionais liberais, pequenas e médias empresas como serviços de hospedagem de sites, autenticação ADSL, email, domínio, escritório on line, loja virutal e streaming) e o Second Life em sua versão brasileira. Parceiro do Google, utilizada deste o sistema de busca, e-mail e publicidade de palavras-chave de forma personalizada e regionalizada. O portal iG é um dos líderes de audiência - com alcance de 64,5% entre os usuários domésticos brasileiros, com mais de 5 milhões de visitantes únicos por mês. Hoje são mais de 25 milhões de contas de e-mail e 12 milhões de usuários.
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Você sabia?
Um dos fatores para o crescimento da marca foi a comunicação. O famoso cachorrinho da raça West Highland Terrier se tornou um ícone não somente da marca, mas da internet brasileira.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Isto é Dinheiro e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding, e Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Última atualização em 29/5/2010

2 comentários:

Tiago Cunha disse...

O fundador do IG foi o Nizan Guanaes?
to na dúvida, valeu.

Anônimo disse...

GOSTARIA DE SABER COMO ARRUMO O MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL DA IG....alguem em ajuda??