2.8.10

CANAL FUTURA


O canal FUTURA transmite valores e informações úteis ao cotidiano da população brasileira, vinte e quatro horas por dia. Alcança crianças, jovens, famílias e trabalhadores. Cria uma linguagem plural para abordar temas de importância e interesse coletivo. Fala de saúde, trabalho, juventude, educação, meio ambiente e cidadania. É um verdadeiro aliado do brasileiro na busca da construção de uma vida melhor. 

A história 
Tudo começou em meados da década de 1990 quando o jornalista Roberto Marinho, através de sua fundação, iniciou o desenvolvimento de um projeto de um novo canal de televisão com uma nova proposta: ser um instrumento de apoio à sociedade na mobilização em torno da educação. Era um projeto educativo orientado para a produção e o uso de uma programação televisiva de qualidade e voltado, não apenas para a educação formal, mas, principalmente, para o desenvolvimento da capacidade de indivíduos e grupos capazes de interferirem na realidade social. Em outras palavras: educação para a vida.


No dia 22 de setembro de 1997, o canal FUTURA entrou no ar exibindo 14 programas e conjugando formatos atraentes com conteúdos relevantes e trabalho comunitário, estimulando a procura por informação e a construção do conhecimento, em busca da melhor qualidade de vida. Foi o primeiro canal educativo totalmente privado do país. O novo canal foi criado com o objetivo de levar a toda a população brasileira, em especial às camadas populares, conhecimento que pudesse ser aplicado ao cotidiano, propondo e gerando transformações para uma melhor inserção no mercado de trabalho, na vida familiar, escolar e social. O canal era voltado para todo o povo brasileiro, preferencialmente para as classes C e D. Tinha alvos especiais: jovens, trabalhadores, donas de casa, educadores e crianças. Sua meta era que todas as produções exibidas pudessem ser vistas e utilizadas pelo mais amplo leque de pessoas, da cidade e do campo.


Antes mesmo da criação do novo canal, já se sabia que não seria suficiente limitar-se à exibição de conteúdos de qualidade na televisão. Para contribuir efetivamente com a educação brasileira, seria preciso mobilizar a audiência e estimular a utilização da programação, levando em conta as necessidades e interesses de cada comunidade. Partindo desse princípio, foi criada a mobilização comunitária, uma das vertentes fundamentais de atuação do canal, que, por meio de ações diretas juntos aos diversos públicos, orienta e ajuda a organizar as instituições, empresas e comunidades, para otimizar o uso dos programas com fins educativos mais adequados a cada realidade.


No canal FUTURA, a música motivava a prática do bom português. Os desenhos ensinavam história. A ciência estava nos afazeres do dia-a-dia e nos sonhos do futuro. Era o conhecimento que estava em todo e qualquer lugar, na voz de anônimos, que no canal se transformam em famosos, e de famosos, que aprendiam com os anônimos. A partir de 2005, o canal FUTURA, através de um processo contínuo de auto-avaliação e de consultorias especializadas, redesenhou-se e passou a conceber-se como um articulador de redes sociais. Com esse novo perfil, o canal visava atuar com redes sociais, mobilizando comunidades e instituições sociais, buscando assim uma conexão entre pessoas, ideias, redes e instituições.


Nos anos seguintes, as parcerias internacionais contribuíram para a pesquisa de novos formatos desenvolvidos pela equipe do canal. Programas como o reality show Trilheiros e o Afinando a Língua, que usava a música para explorar a língua portuguesa, são alguns dos formatos inovadores criados pelo FUTURA e que podem ser licenciados para televisões estrangeiras. O canal também adquiriu programas que mesclam conteúdo educativo com entretenimento. As séries infantis de sucesso Historinhas de Dragões, Madeleine e Os Lunnis foram algumas das produções internacionais exibidas no canal. Além disso, em 8 de dezembro de 2008 o canal iniciou a exibição do Sítio do Picapau Amarelo. Em 2016 o FUTURA diversificou a forma de acesso do público a seus conteúdos audiovisuais com o lançamento do FUTURA PLAY, uma plataforma livre para consumo de vídeos do canal na internet e sincronização do sinal ao vivo da TV, cujo acervo possui mais de 1.000 vídeos. No ano seguinte o FUTURA disponibilizou a versão em alta definição (HD) do canal.


Nos intervalos, como o FUTURA não é um canal comercial, são veiculados Interprogramas (programas de curtíssima duração), onde são abordados temas como Língua Portuguesa, Saúde, Segurança no Trabalho, Patrimônio Brasileiro, Agenda Cultural, Serviços de Utilidade Pública, entre outros. Seja qual for o assunto, os interprogramas têm como objetivo prestar serviços, entreter, informar e provocar a reflexão, de um jeito fácil e divertido. O canal FUTURA é resultado da parceria entre organizações da iniciativa privada, unidas pelo compromisso de investir socialmente. Líderes nos seus segmentos, estas organizações promovem ações de efetivo impacto em áreas prioritárias da agenda nacional. Atualmente o FUTURA é mantido financeiramente pelos seguintes parceiros: Fiesp, SESI, Fundação Bradesco, Fundação Itaú Social, Fecomércio RJ, Rede Globo e Votorantim. O canal FUTURA encanta, educa, inspira e mobiliza milhões de pessoas por meio de conteúdo multimídia, produzido, organizado e difundido de forma colaborativa. Para além da tela da TV, o Futura estende seu compromisso com a transformação social brasileira atuando nos territórios de forma presencial em rede e em constante articulação com universidades, instituições públicas, privadas e não governamentais.


A evolução visual 
A identidade visual do canal passou por pequenas alterações ao longo dos anos, mas sempre manteve sua arquitetura original e tão associada à marca. Em 2012, para comemorar 15 anos de vida, o canal lançou um novo logotipo: imitando um tecido, formado por retalhos de costuras com texturas e cores diferentes que remetem a diversidade apresentada pelo canal. Mas pouco depois, uma nova identidade visual foi adotada, bem mais minimalista.


Os slogans 
Educação: alimento para a vida. (2015) 
O canal que liga você. (2008) 
O canal do conhecimento. (1997)


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 22 de setembro de 1997 
● Fundador: Roberto Marinho 
● Sede mundial: Rio de Janeiro, Brasil 
● Proprietário da marca: Fundação Roberto Marinho 
● Capital aberto: Não 
● Gerente geral: João Alegria 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 200 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Canal de televisão educativo 
● Concorrentes diretos: TV Cultura, Sesc TV e TV Escola 
● Slogan: Educação: alimento para a vida. 
● Website: www.futura.org.br 

A marca no Brasil 
O sucesso do canal, um projeto social de comunicação de interesse público, mantido integralmente pela iniciativa privada, pode ser entendido em números: atinge 46 milhões de brasileiros (sendo 2 milhões deles educadores); tem 83 mil horas de programação e 13.500 programas já exibidos. O canal FUTURA pode ser assistido em todo território brasileiro por meio de TV aberta, TV por assinatura e parabólicas digitais. O canal é conhecido de 46% da população brasileira, cumprindo o papel de uma verdadeira Escola sem Paredes. 

Você sabia? 
O canal FUTURA é responsável pela concepção e supervisão dos programas que exibe. O modelo de produção adotado pelo canal é de terceirização, contratando produtoras que contribuam criativamente para a realização dos programas. Os programas do canal viajam o mundo. O conteúdo do FUTURA já foi licenciado para a exibição em televisões da Europa, África, Estados Unidos, Ásia e América do Sul. E também pode ser adquirido por outras emissoras do mercado brasileiro. 
O programa Conexão Futura é o mais visto em todas as plataformas do canal. Ele aprofunda temas do jornalismo, principalmente no campo da educação e da sociedade. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Isto é Dinheiro e Época Negócios), jornais (Meio Mensagem, Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 16/5/2018

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