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1.12.14

SUNGLASS HUT


A SUNGLASS HUT é uma verdadeira autoridade em óculos de sol. Qualquer uma de suas lojas, além de um atendimento personalizado e preocupado em oferecer a melhor proteção aos olhos, é o destino para as principais marcas, tendências, estilos exclusivos e serviço completo de óculos de sol. Como mesmo gosta de se definir, a SUNGLASS HUT não vende simplesmente óculos escuros, mas oferece uma consultoria de imagem. 

A história 
Tudo começou em 1971 quando o optometrista Sanford L. Ziff e sua mulher, Helen, abriram um pequeno e acanhado quiosque no shopping center Dadeland Mall na cidade de Miami, estado da Flórida, para vender óculos escuros. Ele resolveu abrir este pequeno negócio, pois tinha certeza que as pessoas poderiam se beneficiar de óculos de proteção para o intenso sol da Flórida, enquanto ele poderia capitalizar sobre a popularidade de óculos de sol como um acessório de moda. A SUNGLASS HUT nasceu com a filosofia de proporcionar aos consumidores uma experiência de compra divertida e inovadora por meio de um atendimento personalizado e especializado. Os clientes eram orientados a reinventar sua relação com este acessório tão importante para a expressão e complemento de seu estilo, mas sem deixar de lado a preocupação com a proteção e a saúde dos olhos.


O sucesso do empreendimento foi tanto que o Dr. Sanford inaugurou várias lojas da SUNGLASS HUT pela ensolarada Miami, cidade mais que perfeita para vender óculos escuros. Em 1986 a rede inaugurou sua centésima loja e alcançou faturamento de US$ 24 milhões. Foi neste momento que Sanford resolver vender por US$ 35 milhões 75% da empresa para um fundo de investimento. E a ideia por trás da venda era simples: dinheiro para acelerar a expansão da rede. Com isso, nos anos seguintes a rede se expandiu para outras cidades americanas e, em 1991, a família Ziff vendeu o restante de sua participação na empresa. Pouco depois, em 1993, a SUNGLASS HUT abriu se capital na Bolsa de Valores e, no ano seguinte, iniciou a venda por catálogo, além de iniciar um projeto-piloto para vender óculos escuros de prescrição, que seria abandonada pouco tempo depois. A empresa também acelerou a inauguração de novas lojas, incluindo unidades em aeroportos e até mesmo dentro de grandes lojas de departamento.


Em 1996 a rede já detinha 30% do mercado americano neste segmento. Nesta época a empresa resolveu expandir sua linha de produtos e passou a vender também relógios, incluindo a inauguração de lojas chamadas Watch Station, que mais tarde seria vendida para a Fossil. Em 1998 a marca lançou seu comércio eletrônico, dando a possibilidade aos consumidores de comprarem óculos de sol pela internet. O enorme sucesso chamou a atenção de grandes grupos do segmento e, em 2001, a SUNGLASS HUT foi comprada pela Luxottica, líder mundial em óculos premium, de luxo e esportivos, por aproximadamente US$ 653 milhões e passou a fazer parte da divisão de varejo da empresa italiana. Nesta época a SUNGLASS HUT tinha mais de 1.800 lojas, a grande maioria localizada nos Estados Unidos e Canadá.


Nos anos seguintes a Luxottica reposicionou a marca no mercado (adotou uma postura fashion), remodelou as lojas da rede e foi aos poucos mudando o mix de produto ao incrementá-lo com grifes famosas, como por exemplo, Ray-Ban, Vogue, Bvlgari, Tiffany & Co., Versace, Burberry, Dolce & Gabbana, Ralph Lauren, Prada, Giorgio Armani, DKNY e Persol, muitas das quais de propriedade da própria empresa italiana. A SUNGLASS HUT também intensificou seu processo de expansão com a inauguração de lojas em vários países do Oriente Médio e da Ásia. Como parte de seu plano de expansão internacional, a SUNGLASS HUT, além de ingressar do mercado mexicano, desembarcou no Brasil no mês de abril de 2011 com a inauguração de sua primeira loja na ensolarada cidade do Rio de Janeiro. Dois anos depois já eram quase 30 unidades espalhadas pelo território brasileiro.


Hoje em dia, as lojas da rede SUNGLASS HUT oferecem atendimento especializado para quem busca um par de óculos de sol de qualidade. Muito mais que um acessório de moda, os óculos precisam ser pensados para cada tipo de pessoa, seja na questão estética ou na funcionalidade. O tipo e a cor da lente, por exemplo, são muito importantes na hora da escolha, dependendo do estilo de vida que se leva. Por isso a rede quer saber se o cliente passa muito tempo em frente ao computador, na praia ou em um ambiente nublado, pois essas informações fazem toda a diferença na hora de escolher a lente e o modelo certo para cada pessoa.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por uma radical remodelação em 2008, como parte de sua primeira campanha global batizada de Put Them On. O antigo logotipo, que possuía um sol colorido, foi aposentado. Já o novo logotipo adotado ganhou visual mais limpo e totalmente moderno com tipografia de letra arredondada e letras minúsculas. O tradicional sol se tornou apenas um círculo, que pode ser aplicado em diversas cores como preta, cinza e até mesmo branca.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1971 
● Fundador: Sanford L. Ziff 
● Sede mundial: Mason, Ohio, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Sunglass Hut International, Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Luxottica Group SpA) 
● CEO: Massimo Vian 
● Faturamento: US$ 1 bilhão (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 2.700 
● Presença global: 25 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 3.700 
● Segmento: Varejo (ótica) 
● Principais produtos: Óculos de sol e acessórios 
● Concorrentes diretos: Visionworks, Walmart Vision Centers e Chilli Beans (Brasil) 
● Website: www.sunglasshut.com.br 

A marca no mundo
Atualmente a SUNGLASS HUT tem aproximadamente 2.700 lojas instaladas em mais de 25 países da América do Norte (seu maior mercado), Europa, Oceania, Oriente Médio, Ásia, Caribe e América Latina, incluindo o Brasil, onde a rede já possui 45 unidades em funcionamento. O faturamento estimado da rede é superior a US$ 1 bilhão anualmente. 

Você sabia? 
Em 2010 a rede instalou dentro de suas lojas o Social Sun, que nada mais são do que pequenos quiosques onde os clientes se fotografam experimentando óculos e postam as fotos nas redes sociais, como por exemplo, o Facebook, ou as enviam por e-mail. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 1/12/2014

25.7.06

FOTOTICA


Em mais de 90 anos, a outrora FOTOPTICA se integrou à história da fotografia e da ótica no Brasil, acompanhando a tecnologia e plantando raízes em nossa cultura ao conjugar estilo com o conforto de uma boa visão, revelar milhões e milhões de momentos de alegria e trazer praticidade, facilidade e respeito ao consumidor. Hoje, além de ser uma referência profissional no setor, a agora FOTOTICA, é também uma lembrança de emoção no coração de inúmeras gerações de brasileiros.

A história 
A história da FOTOPTICA começou em 1920, pouco tempo depois de encerrada a Primeira Guerra Mundial, que deixou a Europa destruída e trouxe para o Brasil levas de imigrantes em busca das oportunidades que o Novo Mundo parecia prometer. Entre eles estava o húngaro Desidério Farkas, um aficionado por instrumentos de precisão e artes gráficas, que fundou a FOTOPTICA no Brasil, filial da empresa húngara Hafa, de propriedade da sua família. Nessa época a fotografia começava a se transformar em hobby popular no Brasil, cada vez mais acessível à maioria das pessoas. A primeira loja da marca, na Rua São Bento, no centro de São Paulo, tinha na fachada o logotipo desenhado por Desidério: uma máquina fotográfica, um olho e um galo, que representava a sua disposição de criar uma empresa “boa de briga”, disposta a “conquistar” o Brasil. O slogan era a “Casa de Criadores” e a pequena loja logo se tornou ponto de encontro entre os amantes da fotografia; centro de referência para quem queria aviar uma receita de óculos ou local adequado para adquirir os primeiros álbuns de fotos e cartões-postais de São Paulo clicados pelo fotógrafo Theodor Preising.


Desde o início nos anos 20, quando já expunha em suas vitrines as grandes novidades da época, como as famosas câmeras Brownie da Kodak e a Leika, de 35 mm, a FOTOPTICA sempre manteve posição de vanguarda, lançando tecnologias e até mesmo criando tendências em fotografia e ótica, como o jornal “Luz e Sombra”, que promovia fotógrafos amadores e concursos de fotografia. As dificuldades econômicas que a Segunda Guerra Mundial causou para o Brasil e o resto do mundo, não impediram que a empresa continuasse crescendo: em 1941 foi inaugurada a segunda loja, na mesma Rua São Bento. No início da década de 1950, a FOTOPTICA deu outro importante passo com o lançamento do tabloide “Novidades Fotoptica”, referência para profissionais e amadores. O sucesso foi tão grande que, em pouco tempo, a publicação mudou de formato e passou a se chamar “Revista da Fotoptica”, sendo a primeira revista de fotografia do Brasil a chegar ao mercado internacional, tamanha sua qualidade.


Assim como a fotografia, a ótica também evoluía a “olhos vistos”: o plástico invadiu o mercado de armações e, na década de 1960 a empresa trouxe da Europa diretamente para suas lojas, a grande novidade do momento, os óculos em estilo “gatinho”. O mundo ficou muito mais colorido e vibrante, e a FOTOPTICA, sempre atenta às novidades, passou a vender também gravadores, amplificadores, caixas acústicas e até toca-discos. Na área de vídeo, a novidade era a Super 8. Na fotografia, era a época das câmeras Rolleiflex, a preferida dos profissionais, e da Olympus Trip, considerada a avó da máquina fotográfica compacta instantânea. Enquanto isto, a empresa continuava a crescer e consolidar seu processo de expansão.


A inauguração da loja do Shopping Center Iguatemi em 1967, um gesto de ousadia e confiança para a época, marcou uma nova etapa de crescimento e inovação para a marca. Nos anos 70, as vitrines de suas lojas expunham as enormes armações femininas multicoloridas lado a lado com os modelos masculinos redondinhos, estilo “John Lennon”. A FOTOPTICA entrou na década de 80 espalhando quiosques de revelação de filmes por toda a cidade de São Paulo: em menos de um ano, elas chegaram a 250. Em 1984, os quiosques foram embora e a tecnologia entrou de vez nas lojas, equipada com modernos laboratórios para oferecer revelação rápida de filmes em apenas uma hora. Em 1997, toda a rede já estava apta a aviar receitas de óculos em até uma hora, quando a empresa decidiu investir na modernização e padronização de suas unidades, seguindo a linha revolucionária de exposição ampla dos produtos e autoatendimento. Visando um crescimento mais rápido, o desenvolvimento do processo de franquias teve início em 2000.


No ano seguinte lançou o primeiro mini-laboratório digital do Brasil e introduziu no mercado os serviços de fotografia digital. Nesta época a FOTOPTICA atuava em diversos segmentos de produtos: ótica (óculos de grau, de sol e lentes de contato), foto (câmeras fotográficas, revelação e venda de filmes) e telefonia celular. Em 2005 introduziu no mercado a FOTOPTICA VISION®, primeira linha de marca própria do setor de lentes de contato à venda no país. Pouco depois, em 2007, a empresa foi adquirida pela holandesa GrandVision B.V., um dos maiores grupos de varejo ótico do mundo, que conta com mais de 4.5 mil lojas em 40 países e 19 mil funcionários.


Mas, a maior mudança aconteceu no mês de julho de 2009, quando a empresa ganhou novo visual, elimina a letra “p” de seu nome passando a se chamar FOTOTICA e abandona um de seus serviços mais tradicionais: a revelação de fotos. Oferecidos há décadas, os serviços de revelação de fotos acabaram se tornando pouco lucrativos devido à concorrência das redes de hipermercados e sites. O foco, a partir de então, seria a venda de produtos óticos, especialmente os óculos para consumidores da classe média. O processo de mudanças consumiu investimentos de R$ 30 milhões em ações de marketing e na realização de pesquisas de mercado para desvendar o que os brasileiros esperavam de uma empresa ótica. Também foi definido um novo layout de lojas que englobou um espaço especial para crianças, consumidores de lentes de contato e uma ambientação mais minimalista, sem tantos produtos e cartazes de informação. Em cada uma das lojas consultores especializados passaram a ajudar e orientar os clientes a escolher óculos de acordo com o tipo físico, idade e estilo. E a rede investiu na ampliação de produtos de renomadas marcas. Com isso aumentou a exposição em suas vitrines de grifes aclamadas como Armani, Vogue, Ray Ban, Gucci, Prada, Ralph Lauren e Tag Hauer. Outras inovações implantadas foram a central de atendimento ao consumidor via telefone e a implantação de um CRM para fidelizar os clientes. As ações do programa de relacionamento são feitas por meio do novo cartão FOTOTICA MANIA.


Em 2012 a rede inovou ao lançar a “Combótica - os Combos da Fototica”, uma campanha inédita no mercado ótico que integra o uso de 11 combos. A empresa adotou soluções para que o consumidor “peça pelo número”, ou seja, nove combos que combinam armações, óculos solares mais lentes graduadas (óculos completo), mais dois combos para as lentes de contato da marca exclusiva iWear.


A evolução visual 
No início dos anos de 1940, a FOTOPTICA mudou e modernizou sua identidade visual, colocado no alto do prédio onde funcionava a loja: bolas brancas sobre um fundo preto e bolas pretas sobre um fundo branco, representando o conceito básico da fotografia: o positivo e o negativo. Em 1985, a FOTOPTICA alterou novamente o visual de sua marca. A nova logomarca traduzia a mudança dos processos mecânicos para os processos eletrônicos. Manteve-se o logotipo, a família de letras foi preservada com uma significativa adaptação: as letras passaram a ser vazadas, transmitindo a ideia de que a luz vem de dentro e não de fora, uma característica da eletrônica. A mudança mais radical na identidade visual da marca aconteceu no mês de julho de 2009 quando a empresa passou a se chamar FOTOTICA (sem o P que sempre foi característico da marca). Seu novo logotipo seguiu a mudança de negócios da empresa, que a partir de então somente trabalharia com produtos e serviços óticos: o nome FOTOTICA em amarelo e as duas letras “O” aumentadas, passando a ideia de uma armação de óculos.


A identidade visual da marca também pode ser aplicada de outras maneiras: com fundo amarelo e nome em azul; ou em fundo branco com duas opções de cores (amarelo e azul).


Os slogans 
Cuidando da sua visão. (2009) 
Mais que ótica, é Fotoptica. (2007) 
Garantia de quem conhece.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1920 
● Fundador: Desidério Farkas 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Grupo GrandVision B.V. 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● Presidente: Marcelo Ferreira 
● Faturamento: R$ 200 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 130 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 1.000 
● Segmento: Óticas 
● Principais produtos: Óculos, armações e lentes de contato 
● Concorrentes diretos: Óticas Diniz, Óticas Carol e New Ótica 
● Slogan: Cuidando da sua visão. 
● Website: www.fototica.com.br 

A marca no Brasil 
A FOTOTICA é uma das maiores redes de produtos óticos do Brasil, contando com 130 lojas em cinco estados, e forte presença no estado de São Paulo. Anualmente as lojas da rede atendem mais de 2.5 milhões de clientes. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 8/7/2013