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6.12.11

RICOH

A japonesa RICOH oferece abordagens e soluções inovadoras ajudando seus clientes a aumentar sua produtividade no escritório e revolucionar o fluxo de trabalho com seus produtos de imagem adaptados às necessidades específicas e desafios de cada um. Por isso se tornou líder global nos segmentos de sistemas de impressão multifuncional e impressoras coloridas de alta produtividade, especialista e pioneira no desenvolvimento de tecnologia digital.

A história
As origens da empresa datam de 1927 quando o Instituto de Pesquisas Físicoquímicas (Institute of Physical and Chemical Research), uma instituição privada para o desenvolvimento da indústria japonesa, tomou a decisão de lançar seus conceitos de pesquisa e desenvolvimento para a indústria e para o público em geral através da formação da Rikagaku Kogyo, que inicialmente comercializaria frutas. No dia 6 de fevereiro de 1936, a Rikagaku Kogyo, sob o comando de Kiyoshi Ichimura, fundou na cidade de Tóquio a Riken Kankoshi Co. (cujo nome mudou para Riken Optical Co. em 1938 e finalmente RICOH COMPANY em 1963), com o objetivo de fabricar e vender papel sensível à luz. A empresa começou a comercializar suas primeiras câmeras fotográficas já em 1937. No ano seguinte a empresa iniciou a produção de dispositivos e equipamentos óticos. Em 1950, criou a primeira estrutura de produção em massa de câmeras fotográficas, ganhando popularidade entre os consumidores, especialmente no Japão.


A empresa ingressou no segmento de máquinas de escritório em 1955, com o lançamento da Ricopy 101, primeira copiadora a cultivar a demanda de papel sensível à luz, que na época era largamente empregado em aplicações industriais. Em 1974, a RICOH lançou no mercado a RIFAX 600S, a primeira máquina de fax de escritório de alta velocidade do mundo, capaz de transmitir uma página formato A4 em somente 60 segundos, em comparação com os três a seis minutos necessários para os modelos contemporâneos.


Durante a década de 80 ampliou o suporte à produtividade no escritório desenvolvendo uma linha de produtos que incluía computadores e processadores de texto, sistemas óticos de arquivamento e impressoras a laser. Em 1987, foi pioneira ao criar a copiadora digital multifuncional para escritório. Em meados dos anos 80 e começo dos anos 90, a RICOH foi o principal fabricante de fotocopiadoras para a tradicional Pitney Bowes. Também fornecia fotocopiadoras para Toshiba, máquinas de fax para AT&T e Omnifax e diversos equipamentos para outras empresas incluindo duplicadoras para AB Dick.


Em 1996, a RICOH ajudou a popularizar os modelos digitais com o lançamento da MF200 IMAGIO, uma copiadora compacta e altamente acessível em relação ao preço. Posteriormente a empresa lançou ofertas conectáveis em rede e em cores. Reforçou também sua estrutura de produção no exterior de forma notável e ampliou sua rede internacional de comercialização através de importantes aquisições. Em 2004 a empresa adquiriu o setor de soluções de impressão da Hitachi criando uma nova empresa chamada Ricoh Printing Systems. Outra aquisição de grande importância ocorreu em 2007 quando a RICOH anunciou a compra da divisão de impressoras da IBM por US$ 725 milhões.


Mais recentemente, em 2008, a RICOH realizou uma importante aquisição ao comprar por US$ 1.6 bilhões a Ikon Office Solutions, distribuidora independente de equipamentos de escritório com uma vasta rede de vendas e serviços focada em mercados, como por exemplo, o europeu e o americano, possibilitando assim que a empresa japonesa aumentasse suas vendas de soluções de imagem e serviços nessas regiões. Em meados de 2011, através de um anúncio surpreendente, a RICOH comprou por US$ 125 milhões a divisão de imagem da Hoya, incluindo a Pentax, uma das marcas mais tradicionais dentro do segmento fotográfico. Essa aquisição alçou a empresa ao topo do mercado. Isto porque, enquanto no ano de 2010 a RICOH produziu 500.000 câmeras (compactas) a Pentax comercializou 1.63 milhões de câmeras. A RICOH é uma empresa que não para de inovar. Um exemplo disso é recém-desenvolvido módulo compacto de digitalização do verso que ajuda a realizar uma digitalização em cores de alta velocidade com tamanho equivalente ao de um modelo convencional de scanner, oferecendo a mesma excelente qualidade de imagem, tanto da frente como do verso.


A linha do tempo
1960

Lançamento da duplicadora RICOH OFFSET, iniciando a era da cópia de alto volume e baixo custo nos escritórios e empresas.
1971
Lançamento do RICOM 8, primeiro computador de escritório do mundo.
1973
A RIFAX 600S, primeira máquina de fax de alta velocidade para escritórios, é bem sucedida na transmissão entre Tóquio e Nova York através de comunicações por satélite.
1975
Lançamento da RICOPY DT1200, uma máquina do tipo seco para papel comum que se tornaria a copiadora mais vendida no mundo.
1976
A RIFAX 600S desempenha papel fundamental nos Jogos Olímpicos de Montreal, expondo a marca RICOH para o mundo todo.
1977
A RICOH lança o acrônimo OA, para automação de escritórios (Office Automation).
1982
Lançamento da RICOPY FT4060, primeira copiadora de toner seco para papel comum.
Lançamento do RICORE 3000, um processador digital de documentos.
1983
Lançamento da impressora a laser RICOH LP4120.
Lançamento da RIFAX 1300, primeira máquina de fax com papel comum.
1985
Lançamento da RICOH COLOR 5000, primeira copiadora analógica à cores.
Desenvolve a tecnologia de reconhecimento de fala e de reconhecimento ótico de caracteres.
1989
Lançamento da RIFAX D7000, primeira máquina de fax ISDN G4 digital do mundo.
1992
Ingressa oficialmente no segmento de CDs.
1996
Lançamento dos discos CD-RW.


A evolução visual
O logotipo da marca passou por algumas pequenas modificações ao longo dos anos, mas sempre manteve a tradicional cor vermelha.


Os slogans
Moving Ideas Forward.
(2009)
Image Communication.


Dados corporativos
● Origem:
Japão
● Fundação:
6 de fevereiro de 1936
● Fundador:
Kiyoshi Ichimura
● Sede mundial:
Tóquio, Japão
● Proprietário da marca:
Ricoh Company, Ltd.
● Capital aberto: Sim
● Chairman:
Masamitsu Sakurai
● CEO & Presidente: Shiro Kondo
● Faturamento: US$ 23.4 bilhões (2011)
● Lucro: US$ 237.1 milhões (2011)
● Valor de mercado: US$ 6.5 bilhões (dezembro/2011)
● Presença global: 180 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários:
109.000
● Segmento:
Soluções de imagens e eletrônicos
● Principais produtos:
Impressoras, copiadoras, FAX e máquinas digitais
● Principais concorrentes:
Brother, Lexmark, HP, Canon, Fujifilm, Xerox e Toshiba
● Slogan: Movi
ng Ideas Forward.
● Website: www.ricoh.com

A marca no mundo
Atualmente a RICOH comercializa uma moderna linha de impressoras, copiadoras, duplicadores e equipamentos multifuncionais de diferentes tamanhos, além de softwares de gerenciamento eletrônico de documentos, controle de custos de impressão, servidores, câmeras digitais, mídia térmica, equipamentos óticos e semicondutores, em mais de 180 países ao redor do mundo. A empresa ainda oferece soluções completas de MDS (Managed Document Service) onde se responsabiliza por todo o serviço de impressão das empresas e todas as etapas, melhorias e processos relacionados a ele. A RICOH é líder de mercado não somente em seu país de origem, Japão, como nos Estados Unidos e na Europa Ocidental. A empresa também é proprietária de marcas como Rex-Rotary, Nashuatec, Savin, Lanier, Infotec e Pentax.

Você sabia?
A RICOH é uma empresa com grande preocupação ambiental, se destacando por mais de 20 anos na indústria por desenvolver produtos ecológicos. Possuindo como filosofia o conceito “Our Earth, Our Tomorrow” (Nossa Terra, Nosso Amanhã), foi eleita em 2010, pelo 6º ano consecutivo, uma das 100 Empresas mais Sustentáveis do Mundo (Global 100 Most Sustainable Corporation in the World).


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 6/12/2011

21.5.11

GETTY IMAGES


Uma imagem vale mais que mil palavras. Foi com essa máxima que a GETTY IMAGES se tornou uma referência no mercado mundial de fotografias e imagens. Todos os dias milhões de pessoas no mundo inteiro vêem fotografias de seu enorme acervo em páginas de jornal e revistas, inseridas em campanhas publicitárias de grandes multinacionais, na capa de livros, em filmes ou em qualquer lugar onde imagens de excepcional qualidade são utilizadas para contar uma história. Não por acaso, a GETTY IMAGES se transformou na primeira empresa preferida por profissionais da área de criação para encontrar, adquirir e gerenciar imagens e outros conteúdos digitais. 

A história 
Tudo começou no dia 14 de março de 1995 quando Mark Getty e Jonathan Klein fundaram na cidade de Seattle, estado de Washington, a GETTY COMMUNICATIONS, criada especificamente com o objetivo de reunir o fragmentado mercado de arquivo de fotografia, transformando-o em uma moderna indústria de imagens, capaz de acompanhar as mudanças e necessidades da comunicação visual. Desta forma, a empresa foi pioneira no licenciamento de imagens pela internet, revolucionando a indústria on-line. Em outras palavras, permitia aos clientes pesquisar e navegar por imagens, adquirir os direitos de utilização e fazer download de fotografias. Depois de adquirir em setembro de 1997 a PhotoDisc, então maior provedor de fotos digitais para internet, a empresa assumiu oficialmente o nome de GETTY IMAGES. Nos anos seguintes a empresa cresceu através de uma série de aquisições, incluindo suas principais rivais e pequenos bancos de imagens setoriais, como de fotografias esportivas. A mais importante delas foi à compra do Image Bank em 1999 por US$ 183 milhões. Com isso, seus arquivos cresceram consideravelmente.


A partir de 2003 a empresa firmou um acordo com a agência France-Presse (AFP) para a distribuição e produção de fotografias no Reino Unido, França e Estados Unidos. Além disso, nos últimos anos algumas fotos de baixa qualidade - mas de alto valor jornalístico - tiradas por celulares passaram a ser vendidas pela empresa, como por exemplo, a do assassinato de Benazir Bhutto, ex-primeira-ministra do Paquistão, e as últimas loucuras da cantora Britney Spears. Além das imagens, a empresa também iniciou o licenciamento de vídeos e áudios.


Mas apesar disso, a GETTY IMAGES começou a assistir seus lucros caírem graças, em grande parte, ao crescimento de serviços de baixo custo, como também o aumento da concorrência por parte de pessoas comuns que tiram fotografias com celulares no preciso momento dos acontecimentos de destaque no noticiário. Em 2008 a empresa foi adquirida por US$ 2.4 bilhões pelo fundo de investimento Hellman & Friedman (famoso pela compra da empresa de publicidade na internet DoubleClick). No ano seguinte a empresa lançou novas licenças de tamanhos de imagens especialmente para web e telefones celulares, ampliando assim os serviços prestados.


No começo do mês de julho de 2010, a GETTY IMAGES anunciou a disponibilidade de seu aplicativo para iPad, iPhone e iPod. Pouco depois, em 2012, a GETTY IMAGES foi vendida para o fundo de investimento The Carlyle Group. Em 2014, a empresa introduziu uma nova ferramenta: um botão que permite a incorporação de imagens em sites, blogs e redes sociais de graça. As imagens aparecem sem a marca d’água e com crédito para o fotógrafo. Porém, se a necessidade é ter controle sobre como a imagem é recortada, redimensionada e publicada, é preciso pagar pelo uso. Em 2016 a empresa lançou seu novo projeto, batizado de Verbatim, que fornece uma orientação dedicada para as marcas que estão procurando maneiras novas e criativas de se conectar com o público por meio de conteúdo poderoso e evocativo em parceria com os melhores fotojornalistas e cinegrafistas do mundo.


Hoje em dia, o acervo da GETTY IMAGES é composto por mais de 80 milhões de imagens e ilustrações, com mais de 200.000 fotógrafos e produtores colaboradores do mundo inteiro, muitos deles premiados e consagrados, além de 50 mil horas de áudios e vídeos. A empresa cria e distribui as melhores e mais variadas coleções de imagens do mundo, disponibilizando-as na maneira mais acessível e utilizável. Da imagem criativa para publicidade aos editoriais de notícias, esportes, entretenimento e arquivo de imagens, os produtos da GETTY IMAGES são utilizados mundialmente em mídias tradicionais e digitais.


A evolução visual 
A identidade visual da marca mudou muito pouco ao longo dos anos. A única mudança significativa aconteceu em relação a sua coloração.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 14 de março de 1995 
● Fundador: Mark Getty e Jonathan Klein 
● Sede mundial: Seattle, Washington, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Getty Images Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da The Carlyle Group) 
● Chairman: Jonathan Klein 
● CEO: Dawn Airey 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.900 
● Segmento: Mídia 
● Principais produtos: Licenciamento de imagens digitais, áudios e vídeos 
● Concorrentes diretos: Branded Entertainment Network, Shutterstock, Agence France-Presse e Reuters Media 
● Slogan: Millions of Images. Endless Possibilities. 
● Website: www.gettyimages.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente, a GETTY IMAGES possui escritórios em mais de 20 países, entre eles Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Itália, Espanha, França, Japão, China e Austrália, e oferece um vasto arquivo de imagens, áudios e vídeos. Líder mundial na criação e distribuição de conteúdo visual, a empresa atende clientes em mais de 100 países. Só no Brasil, onde está instalada desde 1998, são mais de 30.000 clientes corporativos, entre agências de publicidade, portais, editoras de livros e revistas, e produtoras de TV. Seu site é visitado por mais de 5.5 milhões de utilizadores mensalmente. 

Você sabia? 
Todos os anos, a GETTY IMAGES divulga a previsão de tendências visuais, uma publicação das principais ideias que influenciarão o design, a publicidade e as comunicações de marcas. A previsão é feita pela equipe global de antropólogos visuais e diretores de arte da empresa, e as tendências abordam o lado social e cultural da linguagem visual do futuro, além de anteverem para quais tipos de imagens os consumidores serão mais responsivos. 
Praticamente 100% do conteúdo visual da empresa é vendido digitalmente. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 11/11/2016

5.9.06

KYOCERA

A KYOCERA sempre perseguiu sonhos sem limites e aceitando com ousadia os desafios se tornou em pouco mais de meio século uma empresa global altamente diversificada, produzindo desde componentes eletrônicos, telefones celulares, impressoras, painéis solares até facas de cozinha feitas de cerâmica avançada.
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A história
A história começou exatamente no dia 1 de abril de 1959, quando 28 jovens amigos comandados por Kazuo Inamori, e decididos a ganhar dinheiro, fundaram uma pequena fábrica de componentes feitos de cerâmica, peças a serem usadas em parte de componentes eletrônicos, no subúrbio da cidade de Kyoto no Japão. Os jovens resolveram batizar o novo negócio de KYOCERA, acrônimo formado pelo nome completo da empresa: KYOTO CERAMIC. O primeiro produto da nova empresa foi um isolador de cerâmica em forma de U (conhecido como Kelcima) para utilização nos primeiros tubos de imagem de televisão. No ano seguinte, a empresa inaugurou um escritório na capital japonesa, deixando muito claro os planos de expansão por todo o país. E a empresa realmente começou fazendo sucesso e conseguindo bastante retorno comercial, incluindo exportações para alguns países do mundo. Isto culminou com a inauguração de um escritório de representação no estado da Califórnia nos Estados Unidos em 1968. No início da próxima década, a KYOCERA continuou sua expansão internacional com a instalação de uma subsidiária européia na Alemanha e o início da produção de cerâmica nos Estados Unidos.
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Nos anos seguintes, combinando a cerâmica avançada com metais e plásticos, e a integração deles com outras tecnologias, a KYOCERA se tornou um dos principais fornecedores de sistemas para a geração de energia solar, equipamentos de telecomunicações, componentes eletrônicos e para semicondutores, impressoras laser, copiadoras e produtos de cerâmica fina como facas de cozinha (que começaram a serem produzidas na década de 70). A partir da década de 80, a empresa começou a transformar o dinheiro que entrava em seu caixa devido a comercialização da cerâmica em capital para investir no então crescente segmento de produtos eletrônicos, introduzindo no mercado americano um notebook com tela LCD e modem telefônico. Essa estratégia foi tão acertada que em pouco tempo, a KYOCERA comprou uma de suas concorrentes, a tradicional fabricante de máquinas fotográficas Yashica, no ano de 1983.
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Nesta década a KYOCERA começou a produzir diversos aparelhos eletrônicos como tocadores de CD. Os anos 90 foram marcados pelo maciço investimento na aérea de painéis solares, segmento em que a empresa se tornou uma importante produtora. No ano de 2000, a empresa adquiriu a produtora de fotocopiadoras Mita, criando assim a subsidiária KYOCERA MITA, que iniciou uma reestruturação global acelerando a convergência dos sistemas de tratamento de documentos em rede. Desde 2004, a KYOCERA apóia a luta contra o câncer de mama, doando uma parcela dos lucros com a venda de facas de cerâmica com cabo cor-de-rosa nos Estados Unidos para a organização Susan G. Komen for the Cure, envolvida nessa luta.
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A partir de 1º de abril de 2008, com a integração entre os setores de telefonia móvel da KYOCERA e da tradicional marca Sanyo, os aparelhos celulares passaram a ser fabricados e vendidos somente com a marca KYOCERA, que passou a oferecer uma linha mais ampla de aparelhos e sistemas de comunicação, com uma estratégia mundial de desenvolvimento para as diversas infra-estruturas de comunicação. Recentemente a empresa lançou no mercado as impressoras ECOSYS e as multifuncionais TASKalfa, que representam um avanço no processamento de imagem de documentos e um aumento de produtividade nos escritórios, sempre respeitando o meio ambiente.
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Atualmente, uma das divisões mais importantes da empresa é a KYOCERA MITA, que oferece uma completa linha de produtos para soluções em documentos digitais, incluindo impressoras laser (impressoras compactas, impressoras para grupos de trabalho, impressoras para corporativo), impressoras laser coloridas e sistemas multifuncionais em cores, sistemas para cópias digitais, sistemas multifuncionais com recursos de cópias, impressões, digitalizações e faxes, e soluções em software (ferramentas de rede, soluções para gerenciamento de produção e armazenamento de documentos).
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Dados corporativos
● Origem: Japão
● Fundação: 1 de abril de 1959
● Fundador:
Kazuo Inamori
● Sede mundial: Kioto, Japão
● Proprietário da marca:
Kyocera Corporation
● Capital aberto: Sim (1971)
● Chairman: Makoto Kawamura
● Presidente: Tetsuo Kuba
● Faturamento: US$ 10.7 bilhões (2009)
● Lucro: US$ 400 milhões (2009)
● Valor de mercado: US$ 17.8 bilhões (maio/2010)
● Presença global: 110 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 59.500
● Segmento: Eletrônicos
● Principais produtos:
Impressoras, telefones celulares, condutores e painéis solares
● Slogan: The New Value Frontier.
● Website:
www.kyocera.com
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A marca no Brasil
A empresa está presente no Brasil desde 1975 através da Yashica. Em 1983, já como KYOCERA YASHICA, a empresa inaugurou instalações industriais na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, iniciando a transferência de tecnologia de produção de peças óticas e de micro-precisão inexistentes no país, tendo sido pioneira na fabricação de câmeras fotográficas de precisão. No ano de 2000, a KYOCERA iniciou a comercialização de ferramentas de corte Ceratip. Em 2007, como parte da sua estratégia global, alterou a razão social para “Kyocera do Brasil Componentes Industriais Ltda”, descontinuando a comercialização de câmaras fotográficas, focando-se nos negócios de ferramentas de corte e serviços de injeção plástica.
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A marca no mundo
Atualmente a KYOCERA, que emprega aproximadamente 60.000 pessoas em mais de 20 países e fatura US$ 9.8 bilhões, atua em diversas aéreas como cerâmica de alta tecnologia, componentes eletrônicos, células solares, celulares, equipamentos para impressão e até facas para cozinha.
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Você sabia?
O logotipo da KYOCERA é formado por um pequeno símbolo em vermelho, o qual representa a letra K envolvendo a letra C, iniciais do nome da empresa.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 29/5/2010

23.8.06

SANYO

Inovação, tecnologia e design. Esses são os principais ingredientes da receita que levou a marca SANYO à uma posição de destaque no cenário mundial com suas televisões, projetores e telefones celulares de última geração.
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A história
A empresa foi fundada no primeiro dia do mês de fevereiro de 1947, na cidade de Moriguchi City, região de Osaka, com o nome de Sanyo Electric Works por Toshio Iue, um ex-empregado da Matsushita e cunhado de Konosuke Matsushita, fundador da empresa que seria conhecida mundialmente pela marca Panasonic. O nome “Sanyo” significa três oceanos em japonês, e representava a ambição de seu fundador de comercializar seus produtos pelo mundo, através dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. No ano de sua fundação, contando apenas com 12 funcionários, a nova empresa lançou o primeiro dínamo (espécie de gerador de energia) para as lâmpadas de bicicleta. As primeiras exportações tiveram início em 1949. A empresa foi incorporada oficialmente no dia 1 de abril de 1950.
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Dois anos mais tarde, com a explosão de consumo entre a população japonesa no período pós-guerra, a SANYO ingressou no mercado eletrônico com o lançamento do seu primeiro rádio de plástico. E já em 1953, iniciou a produção de televisores. Em 1954 lançou no mercado japonês a primeira lavadora de tipo pulsador, e, pouco depois, em 1957, os primeiros refrigeradores. A produção em massa de transistores e o início da comercialização de aparelhos de som, aspiradores e aparelhos de ar-condicionado começaram em 1958, aumentando ainda mais a oferta de produtos em sua linha. No início da próxima década, em 1962, a empresa começou a produção em massa de televisores, preto e branco com controle remoto, e, no ano seguinte, de forma pioneira na indústria lançou no mercado o primeiro rádio a utilizar baterias recarregáveis. Ainda neste ano, a SANYO introduziu no mercado seu primeiro forno microondas.
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Nos anos seguintes, além de expandir consideravelmente sua presença internacional, vários produtos inovadores foram introduzidos no mercado pela SANYO como vídeos gravadores a cores em 1971, a primeira televisão colorida com controle remoto (1971), as primeiras baterias de Litium (1975), o primeiro CD-RW em 1987 e a primeira câmera digital com televisão interativa no ano de 1996. Com a chegada do novo milênio, a SANYO iniciou uma diversificação em sua área de atuação com o começo da produção em 2004 de baterias para veículos elétricos. Em 2005, a marca japonesa lançou no mercado a pilha eneloop, que já chegava às lojas pré-recarregadas e prontas para uso imediato após a compra. Além disso, essa nova geração de pilhas pode ser recarregada 1.000 vezes antes da substituição.
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No ano seguinte a empresa japonesa lançou no mercado inúmeras novidades: condicionadores de ar “virus-washer” (limpador de vírus), que utiliza uma nova tecnologia capaz de combater odores, bactérias, vírus e polens utilizando um recipiente com água eletrolisada e possui alcance aproximadamente seis vezes maior, em relação a um purificador de ar comum; a máquina de lavar roupas AQUA, equipada com um “aqualoop”, que permite reciclar água para uso futuro, e também com o Air Wash, capacitando roupas, que geralmente são lavadas a seco em uma lavanderia, sejam lavadas em casa; e o Mini-Gorilla, um navegador por satélite (GPS) com TV digital.
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Depois de passar por um período de uma longa reestruturação (quase 15.000 demissões, 15% do total e venda de atividades), a SANYO se ateve nos últimos anos a desenvolver essencialmente produtos no domínio ambiental, a saúde, a higiene e o entretenimento multimídia. Além disso, como parte dessa enorme reestruturação, a empresa vendeu sua divisão de telefones celulares para a Kyocera. Recentemente, no final de 2009, o grupo japonês Panasonic assumiu o controle da SANYO ao pagar aproximadamente US$ 4.5 bilhões. Com isso, uma das marcas mais poderosas do mundo no segmento de produtos eletrônicos e de baterias recarregáveis de diversos tipos, a SANYO vai poder usufruir da enorme potência comercial da Panasonic.
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Um museu correto
O Museu da Energia Solar, mais conhecido como Sanyo Solar Ark, no Japão, está aberto à visitação pública desde 2002. É uma enorme estrutura extremamente leve em forma de asa elegantemente pousada no solo e totalmente coberta de células fotovoltaicas. Para os visitantes do museu, até hoje ele permanece invulgar e fascinante. A edificação revela uma concepção brilhante e uma imagem forte. Apesar de sua enorme dimensão (315 metros de envergadura) somente um pequeno núcleo em seu centro é habitável; o restante é tudo oco. É esse núcleo que tem seu apoio no solo e constitui o espaço do museu propriamente dito. Graças á energia solar gerada por mais de 5.000 painéis solares de células fotovoltaicas o edifício consegue produzir cerca de 630Kv, o que o torna auto-suficiente. A vasta superfície de sua fachada é também aproveitada como screen-wall com a incorporação de 72.200 lâmpadas LEDs (só o logotipo da SANYO utiliza 39.000 lâmpadas de LEDs vermelhos).
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Os slogans
For your No.1.
Affordable Quality.
The Best from Japan.
We care for people and the earth.
(1989)
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Dados corporativos
● Origem: Japão
● Fundação: 1 de fevereiro de 1947
● Fundador: Toshio Iue
● Sede mundial: Osaka, Japão
● Proprietário da marca:
Panasonic Corporation
● Capital aberto: Sim (1954)
● Chairman:
Kunio Nakamura
● Presidente:
Seiichiro Sano
● Faturamento: US$ 18 bilhões (2009)
● Lucro: - US$ 951 milhões (2009)
● Valor de mercado: US$ 1 bilhão (abril/2010)
● Presença global: 120 países
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: Japão, países asiáticos e os Estados Unidos
● Funcionários: 86.000
● Segmento: Eletrônicos
● Principais produtos: Projetores, televisões, celulares, câmeras e filmadoras
● Slogan:
For your No.1.
● Website:
www.sanyo.com
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A marca no mundo
A SANYO, atualmente terceira maior fabricante de eletrônicos de consumo do Japão, comercializa em mais de 120 países uma completa linha de eletrônicos que vão desde projetores, televisores, câmeras e filmadoras digitais, até celulares. A empresa possui aproximadamente 230 subsidiárias e afiliadas no mundo inteiro. Os maiores mercados da marca, além do Japão, são os países asiáticos e os Estados Unidos.
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Você sabia?
A marca SANYO se estabeleceu no Brasil em 1970.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 1/5/2010

AGFA

Apesar de atuar nos mercados business-to-business, a empresa AGFA, que pode não ser muito conhecida, contribui para nossas vidas no dia-a-dia. Praticamente toda vez que você ler um jornal ou visitar um hospital, é provável que a AGFA esteja intimamente envolvida.
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A história
A história da AGFA começou em 1867 quando Paul Mendelssohn Bartholdy e Carl Alexander von Martius fundaram a Aktiengesellschaft für Anilinfabrikation (em alemão, “Empresa de produção de anilina”) na antiga cidade Rummelsburg, atualmente Lichtenberg, próximo a Berlim, para produzir corantes. Somente no ano de 1897, o primeiro produto fotográfico da empresa foi introduzido no mercado. Foi neste mesmo ano que a marca AGFA foi registrada oficialmente e começou a ser utilizada em seus produtos. No ano seguinte a empresa introduziu no mercado as chapas para raio-x. O primeiro escritório na Inglaterra foi aberto em 1909, iniciando assim um processo de internacionalização da empresa.
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Após a Primeira Guerra Mundial, a AGFA voltou a se expandir mundialmente, se estabelecendo em 1925 na Espanha, fixando escritório na cidade de Barcelona. Neste mesmo ano, como parte da consolidação da indústria química alemã, a AGFA combinou suas atividades relacionadas a fotografia (filmes e papéis) com a Bayer, que passaram a serem realizadas conjuntamente na fábrica em Leverkusen, iniciando assim uma tímida, mas duradoura aliança com a tradicional empresa química alemã. No ano de 1935, a AGFA introduziu seu primeiro filme fotográfico colorido no mercado, chamado Agfacolor-Neu e que rapidamente se mostrou um sucesso entre os consumidores.
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Durante a Segunda Guerra Mundial a AGFA se tornou parte da IG Farben, um conglomerado de todas as empresas químicas da Alemanha. Após a vitória dos aliados a IG Farben foi condenada por crimes de guerra fazendo com que a AGFA se desligasse do conglomerado e, em 1952, se tornasse uma subsidiária da Bayer. Em 1964 foi realizada a fusão entre a AGFA e a empresa belga Gevaert, localizada na cidade de Antuérpia na Bélgica e tradicional fabricante de papéis. Era o início do Grupo AGFA-GEVAERT. No início da década seguinte, em 1972, a empresa lançou no mercado o filme de mamografia. Nas décadas seguintes, apesar de continuar atuando na área médica, a AGFA concentrou suas forças nos produtos fotográficos, inclusive para o consumidor final, com o lançamento de máquinas e softwares, além dos tradicionais filmes.
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A empresa montou sua subsidiária brasileira no mês de março de 1996, quando incorporou a unidade de chapas para impressão off-set da Hoechst AG. Assim, a AGFA se tornou líder na produção e comercialização de todos os produtos e equipamentos utilizados pelo setor de pré-impressão, exportando também para a América Latina. Pouco depois, em 1999, ocorreu a definitiva separação entre a AGFA e Bayer.
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Após décadas sendo um dos maiores fabricantes mundiais de filmes e equipamentos fotográficos, ficando atrás somente dos seus maiores concorrentes, Kodak e Fujifilm, em 2004 a AGFA vendeu a sua divisão fotográfica, que apesar de ser o seu carro chefe, estava insustentável, causando enormes prejuízos para a empresa. Com isso pode focar suas forças em duas áreas principais: Sistemas Gráficos (soluções digitais e analógicas para o mercado de artes gráficas, incluindo equipamentos, software e consumíveis (sistemas de provas digitais e poster, scanners, chapas, filmes, químicos, mídias e software) e HealthCare (soluções em imagens médicas que oferecem produtos para radiologia como filmes, equipamentos de revelação, impressoras de filme, digitalizadores de imagem radiográfica; além do sistema IMPAX®, que supre necessidades de integração digital em cardiologia, ortopedia e oftalmologia).
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A evolução visual
Ao longo dos anos o tradicional logotipo da AGFA em forma de losango passou por algumas modificações para se atualizar.
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Os slogans
See More. Do More.
Not each picture of AGFA is a photo.
(1988)
Objetctively Regard - AGFA Select! (1957)
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Dados corporativos
● Origem:
Alemanha
● Fundação: 1867
● Fundador:
Paul Mendelssohn Bartholdy e Carl Alexander von Martius
● Sede mundial:
Mortsel, Bélgica
● Proprietário da marca:
AGFA-Gevaert N.V.
● Capital aberto: Sim
● Chairman:
Julien De Wilde
● CEO:
Christian Reinaudo
● Presidente:
Jo Cornu
● Faturamento: €2.75 bilhões (2009)
● Lucro: €6 milhões (2009)
● Valor de mercado: €694.7 milhões (junho/2010)
● Fábricas: 10
● Presença global:
120 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 11.100
● Segmento:
Imagem Gráfica e impressão
● Principais produtos:
Sistemas e equipamentos de processamento e reprodução de imagens
● Website:
www.agfa.com
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A marca no mundo
Hoje em dia o Grupo AGFA, que atua nas aéreas de sistemas gráficos (soluções digitais e analógicas para o mercado de artes gráficas) e imagens médicas (principalmente na radiologia), tem escritórios em 40 países (com representação em 120 países) e 10 centros de produção no mundo, empregando aproximadamente 11 mil pessoas.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 9/6/2010

15.8.06

PENTAX

Durante mais de 90 anos a marca PENTAX introduziu avanços tecnológicos que permitiram aos fotógrafos, quer sejam profissionais ou amadores, pudessem usufruir das melhores máquinas na hora de eternizar momentos inesquecíveis, pessoas importantes e paisagens de tirar o fôlego.
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A história
A PENTAX foi fundada no mês de novembro de 1919 por Kumao Kajiwara com o nome de Asahi Kogaku Goshi Kausha, como uma pequena empresa familiar de materiais óticos localizada no subúrbio da cidade de Tóquio no Japão. Inicialmente a nova empresa fabricava lentes para óculos, passando pouco depois, em 1923, a produzir lentes para a indústria cinematográfica e binóculos. A partir de 1931, a empresa passou também a fabricar lentes fotográficas, e, alguns anos mais tarde já fornecia as lentes das máquinas fotográficas fabricadas pela Minolta, uma das marcas mais reconhecidas da época. Em 1938 o nome da empresa foi trocado para Asahi Optical Co., Ltd. Com o início da Segunda Guerra Mundial, a empresa passou produzir exclusivamente equipamentos óticos para o exército japonês. Depois de destruída durante os bombardeios do conflito, a empresa ressurgiu das cinzas, produzindo binóculos e telescópios de alta qualidade, além de lentes fotográficas para marcas consagradas do segmento como Seiko e Minolta.
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Somente em 1952, depois de mais de oito anos de pesquisas, a empresa lançou no mercado sua própria máquina fotográfica, primeira feita no Japão com uma só objetiva (SLR). Dois mais tarde a empresa apresentou ao mundo a Asahiflex IIB, primeira câmera fotográfica SLR com sistema de retorno automático do espelho, uma revolução tecnológica que tornou a câmera SLR um produto realmente prático e viável.
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A partir de 1957, a empresa passou a ser conhecida mundialmente como Asahi Pentax. O nome PENTAX derivava da junção das palavras “Pentaprism” (“pentaprisma”, que hoje em dia estão em todas as câmaras SLR do mundo) e “Reflex” (“reflexo”), duas palavras usuais no mundo da fotografia. No ano seguinte os produtos com a marca PENTAX começaram a ser exportados para os Estados Unidos, iniciando assim a expansão internacional da empresa. No início da próxima década, em 1962, a PENTAX abriu sua primeira subsidiária estrangeira. Pouco depois, em 1966, a empresa atingia a marca de um milhão de máquinas fotográficas produzidas.
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Em 1969 lançou a PENTAX 6x7, uma máquina de médio formato utilizada pelos melhores fotógrafos do mundo, com mais de 30 tipos de lentes e mais de 60 acessórios. A década de 70 foi marcada por grandes lançamentos com em 1975 quando estreou no mercado a PENTAX K, que em pouco tempo se tornou um enorme sucesso; e, em 1976, com a estréia da PENTAX K 1000, que se tornaria a máquina fotográfica mais vendida no mundo até pouco tempo atrás, muito em virtude de seu desenho simples e robusto e preço bastante acessível.
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Em 1982 introduziu a sua segunda máquina de médio formato a Pentax 645, e em 1987 lançou a 645 N com foco automático e sistema com mais de 20 tipos de lentes e 50 acessórios. Rapidamente está máquina se tornou também um enorme sucesso no mundo inteiro e foi adotada pelos melhores fotógrafos profissionais. Uma década mais tarde, em 1992, a empresa introduziu no mercado a câmera fotográfica mais leve e fina do mundo: PENTAX ESPIO. Nos anos seguintes a marca japonesa lançou no mercado inúmeras linhas de máquinas fotográficas que se tornaram um sucesso, além de produzir as primeiras máquinas digitais. Com a chegada do novo milênio, as máquinas digitais ganharam enorme espaço na linha de produtos da PENTAX.
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No dia 31 de março de 2008, depois de atravessar sérios problemas financeiros, a tradicional PENTAX deixou de ser uma empresa e se transformou em uma divisão e marca da Hoya Corporation, empresa líder e inovadora na fabricação de vidros ópticos. O objetivo principal da Hoya com a fusão era fortalecer sua divisão de equipamentos médicos através das tecnologias desenvolvidas pela PENTAX em endoscópios, lentes intraoculares e lupas cirúrgicas. Hoje em dia a PENTAX fabrica mais de 22 tipos de máquinas profissionais, mais de 10 tipos de câmera SLR, com mais de 50 tipos de objetivas e mais de 60 acessórios, além de produzir mais de 15 modelos de câmeras digitais com resolução de 3 a 14 megapixels, entre os quais destaca-se a linha OPTIO de câmeras à prova d’água.
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A evolução visual
O logotipo da marca PENTAX passou por algumas modificações no decorrer dos anos, mantendo sempre a predominante cor vermelha.
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Os slogans
Be Interesting.
For your precious moments.
(2006)
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Dados corporativos
● Origem: Japão
● Fundação: 1919
● Fundador: Kumao Kajiwara
● Sede mundial: Tóquio, Japão
● Proprietário da marca:
Hoya Corporation
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● CEO & Presidente:
Hiroshi Suzuki
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: + 100 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 34.500 (Hoya Corporation)
● Segmento:
Ótico
● Principais produtos: Câmeras digitais, lentes, binóculos e equipamentos óticos
● Ícones: A câmera Asahiflex
● Slogan: Be Interesting.
● Website:
www.pentax.jp
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A marca no mundo
A marca PENTAX comercializa binóculos, câmaras fotográficas, lentes, telescópios e outros acessórios e equipamentos óticos em mais de 100 países ao redor do planeta, contando ainda com 16 subsidiárias espalhadas pelos cinco continentes.
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Você sabia?
Em 1999, Steve Irwin, conhecido como “The Crocodile Hunter” (“O Caçador de Crocodilo”) se tornou garoto propaganda da linha de máquinas PENTAX IQZoom.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 12/5/2010

6.8.06

CANON


Pioneira desde a captura de imagem à impressão, transmissão e partilha, passando pela manipulação e gestão de imagens, a CANON propõe tecnologias de elevada qualidade para todos os setores de atividade em todo o mundo. 

A história 
A história da empresa teve origem no ano de 1933 quando foi inaugurado o Laboratório de Instrumentos de Precisão Ópticos (em inglês Precision Optical Instruments Laboratory), localizado no terceiro andar de um apartamento da cidade de Tóquio, por um jovem apaixonado por fotografia de nome Goro Yoshida e seu cunhado Saburo Uchida. O principal objetivo dos dois jovens era fazer manutenção e fabricar máquinas fotográficas de alta qualidade a um preço muito menor do que as existentes no mercado, até então exclusivamente importadas e muito caras. No mês de junho do ano seguinte a empresa produziu a primeira máquina fotográfica de 35 mm japonesa com foco plano, batizada de “Kwanon”, nome que teve origem na Deusa da Misericórdia da religião budista, chamada Kuan Yin. Essa câmera foi construída com a ajuda de um grande amigo de Uchida, o Dr. Takeshi Mitari, que depois viria a se tornar presidente da empresa.


O nome CANON foi registrado como marca exatamente no dia 26 de junho de 1935. A palavra foi alterada em virtude da pronúncia, por ter um som semelhante ao nome do primeiro produto da empresa, e pelo significado de “Kwanon” implicar em precisão, representando exatamente os ambiciosos objetivos da empresa no que se referia ao desenvolvimento de tecnologias avançadas. Dois anos depois, no dia 10 de agosto, a empresa mudou de nome, surgindo assim à antecessora da CANON: Seiki-Kōgaku Kenkyūsho. O Dr. Takeshi Mitari se tornou o presidente da nova empresa, que reunia um pequeno grupo de inventores e cientistas do antigo Laboratório de Instrumentos de Precisão Ópticos. No ano de 1940 a empresa fabricou a primeira câmara de raios-x japonesa. A primeira sucursal nos Estados Unidos foi inaugurada em 1955, iniciando assim a internacionalização da marca. No ano seguinte lançou a Canon Cine 8T, primeira câmera 8mm para cinema do país, com avançada tecnologia, ingressando assim no milionário segmento do cinema; criou a subsidiária europeia em 1957; e pouco depois, em 1958, a primeira lente objetiva de foco variável estreou no mercado.


No final desta década, a CANON introduziu uma linha de equipamentos para escritórios, composta por aparelhos como as copiadoras e acessórios para máquinas de escrever. Na década de 1960 a CANON introduziu no mercado várias novidades como a primeira calculadora com 10 teclas, o Canofax eletrônico (em 1965) e a primeira fotocopiadora de papel normal (1968). Mais tarde, diversificou-se e expandiu suas atividades com o lançamento das impressoras a laser (LBP) e bubble jet (conhecidas como impressoras BJ) nos anos de 1980. Após a introdução da EOS D30 em 2000, uma época em que a propagação das câmeras digitais SLR estava em pleno andamento, a CANON desenvolveu tecnologias avançadas, tais como sensores de propriedade CMOS e processador de imagem digital de alto desempenho, o DIGIC. Além disso, desenvolveu também uma extensa linha de lentes EF, em um esforço para cumprir os novos conceitos-chave de alta velocidade, facilidade de uso e alta qualidade de imagem.


Em 2005 a CANON lançou uma nova campanha publicitária com o slogan imageANYWARE, que simbolizava um ambiente sem fronteiras de pessoas, dispositivos, imagens e informações, o que permitia viver e trabalhar da forma que quiser, a qualquer hora e em qualquer lugar. Era uma afirmação à própria empresa e aos seus clientes de que a CANON não era simplesmente uma empresa de copiadoras e câmeras, mas também capaz de oferecer soluções de imagens totalmente integradas para o ambiente de negócios e doméstico. No mês de março de 2014 a empresa celebrou marcos de grande importância. Primeiro, atingiu o número de 250 milhões de câmeras digitais fabricadas, incluindo modelos compactos e SLRs. Depois também comemorou o 11º ano consecutivo como líder do mercado no segmento de câmeras digitais SLRs. Em fevereiro deste ano a empresa já havia anunciado a produção de 70 milhões de câmeras da série EOS.


Mais recentemente a marca japonesa lançou o Canon Camera Connect, um aplicativo para transferir imagens gravadas com câmeras CANON compatíveis para smartphones/tablets. Ao ligar a câmera ao Wi-Fi (ligação direta ou através de router wireless) é possível transferir e guardar as imagens da câmera para um smartphone ou também disparar à distância com visualização ao vivo da câmera de um smartphone. Em 2018, a CANON anunciou o encerramento das vendas da sua última câmera analógica, chamada EOS-1V, e que havia sido lançada em 2000, sendo a última SLR com compatibilidade com filmes de 35 milímetros.


Atualmente a CANON se destaca pelo desenvolvimento de tecnologias de gerenciamento de documentos e de imagem e pela fabricação de uma ampla variedade de produtos que vão desde câmeras, copiadoras, fax e impressoras, até equipamentos óticos para a indústria de semicondutores e lentes profissionais para broadcasting. Em cada linha de produtos que desenvolve a CANON considera como desafio próprio nada menos que atingir seu padrão de excelência de tecnologia em todo o mundo, quase sempre resultando em destacadas posições de liderança nos mercados onde atua. A CANON é uma das raras marcas que pode se orgulhar de sua presença nos segmentos profissional e amador. A vasta gama de soluções de impressão e de gestão de documentos destina-se a uma clientela muito diversificada, desde empresas multinacionais e governos, passando pelos trabalhadores independentes ou meros amantes amadores da fotografia.


A linha do tempo 
1952 
Lançamento da CANON IVSb, primeira câmera de 35mm com flash sincronizado. 
1954 
Desenvolvimento, em parceria com o NHK Science and Technical Research Laboratories, de uma câmera especificamente para gravações de televisão. 
1958 
Lançamento das primeiras lentes objetiva com foco variável. 
1961 
Lançamento da primeira máquina fotográfica CANONET, equipada com um novíssimo mecanismo de exposição automática. 
1964 
Lançamento da CANOLA 130, primeira calculadora eletrônica de dez teclas do mundo. 
1965 
Lançamento do CANOFAX 1000, primeiro aparelho de fax da marca. 
1970 
Lançamento da NP1100, primeira fotocopiadora da marca. 
1973 
Lançamento da primeira copiadora colorida. 
1979 
Lançamento da LBP-10, impressora que utilizava um semicondutor a laser. 
1981 
Lançamento do sistema de vídeo CVC. 
Lançamento da copiadora NP-8500 SUPER, capaz de fazer 135 cópias por minuto. 
1982 
Lançamento das primeiras copiadoras com cartuchos recarregáveis. 
Lançamento das primeiras máquinas de escrever eletrônicas. 
1983 
Lançamento do My Card, calculadora do tamanho de um cartão de crédito. 
1985 
Lançamento da BJ-80, primeira impressora inkjet que utilizava tecnologia jato de tinta. 
1987 
Lançamento da CLC-1, uma copiadora digital totalmente colorida. 
Lançamento da linha de câmeras EOS (que significa em português “Sistema Óptico Elétrico” e leva também o nome da deusa grega do amanhecer). Essa nova geração de câmeras AF SLR incorporava o primeiro sistema de baionetas com contatos eletrônicos, alcançando controle completo, não apenas entre a lente e o corpo, mas em todo o sistema da câmera. 
Apresentada pela primeira vez em março, juntamente com o sistema de câmeras EOS SLR, a lente CANON EF incorporou, ao longo dos anos, uma série de tecnologias inovadoras inicialmente desenvolvidas pela CANON, como a lente Ultrasonic Motor-powered (USM); o Estabilizador de Imagem (IS), que compensa os efeitos da trepidação da câmera; tecnologia anti-reflexo, Subwavelength Structure Coating (SWC); e o elemento ótico difrativo de múltiplas camadas (DO). A atual linha de lentes CANON EF é composta por mais de 65 modelos, que variam desde lentes grandes angulares, lentes equipadas com estabilizador de imagem, até as super-telefotos zoom. 
1989 
Lançamento da câmera profissional EOS-1, que utilizava os conceitos-chave de alta velocidade e facilidade de uso. 
1990 
Lançamento de uma linha de impressoras do tamanho de um computador portátil. 
1992 
Lançamento da PowerShot 600, primeira câmera digital da empresa japonesa. 
1993 
Lançamento da câmera compacta EOS KISS, que ganhou a aceitação de muitos usuários. 
1995 
Lançamento da EOS DCS 3, primeira câmera digital SLR. 
1997 
Lançamento de suas primeiras filmadoras digitais, ingressando assim no segmento de vídeo digital. 
2000 
Lançamento da IXUS DIGITAL, a menor e mais leve máquina com 2.0 megapixels do mercado na época. 
2005 
Lançamento de sua primeira filmadora de alta definição. 
2010 
Lançamento pela primeira vez no mundo, da lente com zoom olho de peixe, que captura imagens circulares e retangulares. 
2013 
Lançamento do monitor 4K de 30 polegadas DP-V3010 para uso profissional, ingressando assim no mercado de exibição de produção de vídeo 4K. 
2018 
Lançamento da CANON EOS R, sua primeira câmera mirrorless full frame (que não usa o sistema de espelhos e têm sensores equivalentes ao das tradicionais máquinas de filme, com 35mm) com o novo sistema de montagem RF com quatro lentes.


A filosofia corporativa 
Desde sua constituição, a CANON destaca-se pelo alto grau de motivação de seus colaboradores, resultado da bem sucedida implantação de planejamento corporativo apoiado em três pilares básicos: 
● Uma filosofia de gerenciamento, representada pela expressão japonesa “Kyosei” resumida em “viver e trabalhar unidos para o bem-estar comum”, que acredita que todas as pessoas, independente de raça, religião ou cultura podem trabalhar juntas em harmonia contribuindo para um futuro melhor. 
● A aplicação anual de pelo menos 10% do resultado das vendas em Pesquisa & Desenvolvimento (a empresa foi a terceira maior dos Estados Unidos em número de patentes em 2017 e sustenta um investimento diário de US$ 6 milhões em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias). 
● A proteção contra instabilidades locais, traduzida por forte presença global.


Á serviço dos fotógrafos 
O Canon Professional Services existe desde 1973, criado sob o nome de Canon Salon. É um programa que apoia fotógrafos profissionais alugando ou emprestando equipamentos para a cobertura de grandes eventos esportivos. Em todos esses eventos, os profissionais da CANON levam os melhores equipamentos para que o fotógrafo tenha a melhor experiência possível. Afinal, quem vive de boas imagens sabe a importância de se registrar fotos perfeitas. A mensalidade deste programa também dá direito a limpeza e verificação de equipamento, acesso a lançamentos, treinamentos e descontos. Por exemplo, nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, os fotógrafos cadastrados no programa podiam pegar o equipamento emprestado, sem custo adicional. Eram 78 profissionais da CANON trabalhando no evento e atendendo mais de 1.600 fotógrafos que foram credenciados para a cobertura através desse programa. Atualmente, o CPS está presente em aproximadamente 40 países ao redor do mundo.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. O primeiro logotipo adotado pela marca japonesa era a imagem da Deusa Budista da Misericórdia: Kwanon, que possuía 1.000 braços e cuspia fogo, o que justifica as chamas que faziam parte da identidade visual. Em 1935, não somente o logotipo, mas também o nome da empresa foi modificado para CANON. O logotipo, que representava as perspectivas globais da empresa, foi desenhado por um designer especializado em publicidade, onde a letra C ganhava enorme destaque. Uma nova e sutil mudança ocorreu em 1953. Pouco depois, em 1956 surgiu o logotipo atual da marca CANON. Atualmente, este logotipo com sua coloração vermelha viva é reconhecido nos quatro cantos do mundo.


Os slogans 
Live for the story. (2017) 
Canon See Impossible. (2014) 
Power to your next step. (2013) 
Delighting You Always. (2008) 
Advanced Simplicity. (2007) 
We speak image. (2006) 
ImageANYWARE. (2005) 
Canon. Yes, you can. (2003) 
You can. (2002) 
Imaging across networks. (2000) 
Cameras in the right hand, business machines in the left. (1967) 
Make it possible with canon.


Dados corporativos 
● Origem: Japão 
● Fundação: 10 de agosto de 1937 
● Fundador: Takeshi Mitarai, Goro Yoshida e Saburo Uchida 
● Sede mundial: Tóquio, Japão 
● Proprietário da marca: Canon Incorporated 
● Capital aberto: Sim (1949) 
● Chairman & CEO: Fujio Mitarai 
● Presidente: Masaya Maeda 
● Faturamento: US$ 36.6 bilhões (2017) 
● Lucro: US$ 2.1 bilhões (2017) 
● Valor de mercado: US$ 41 bilhões (outubro/2018) 
● Valor da marca: US$ 10.380 bilhões (2018) 
● Presença global: 200 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 197.700 
● Segmento: Fotografia e Imagem 
● Principais produtos: Câmeras, copiadoras, scanners e impressoras 
● Concorrentes diretos: Nikon, Kodak, Konica Minolta, Leica, Sony, Panasonic, Olympus, Fujifilm, Ricoh, Xerox, Brother, Epson e HP 
● Slogan: Live for the story. 
● Website: www.canon.com.br 

O valor 
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca CANON está avaliada em US$ 10.380 bilhões, ocupando a posição de número 55 no ranking das marcas mais valiosas do mundo em 2018.

A marca no Brasil 
Desde 1974 no país, a CANON atua no fornecimento de equipamentos e soluções de tecnologia de imagem, visando atender o público nacional com competência e know-how de uma marca líder mundial no segmento. Atualmente é responsável pela distribuição de equipamentos e soluções na linha de impressão, controle e gerenciamento de documentos, com equipes especializadas para atendimento de pequenas, médias e grandes empresas e revendedores autorizados espalhados por todo o território nacional. A distribuição das linhas de consumo, como por exemplo, câmeras digitais, filmadoras, scanners e impressoras de uso pessoal, são comercializadas por distribuidores exclusivos da marca.


A marca no mundo 
Atualmente a CANON, que fabrica além das tradicionais câmeras fotográficas, filmadoras fax, copiadoras, scanners, impressoras e equipamentos médicos (como aparelhos de ultrassom, ressonância magnética e tomografia computadorizada), comercializa seus produtos em mais de 200 países, empregando mais de 197 mil pessoas. Mais de 60% do faturamento mundial da empresa superior a US$ 36 bilhões em 2018 provém de soluções destinadas ao mercado corporativo. 

Você sabia? 
Pronuncia-se “Canon” e não “Cânon” como muitos falam, pois a marca é japonesa e não americana. 
Localizado na sede da empresa, em Tóquio, o Museu da Canon, inaugurado em 30 de setembro de 1996, reúne alguns dos modelos (máquinas e lentes) mais importantes da história da marca e, por consequência, da história fotografia. 
Em 2003, o primeiro aparelho de raio-x portátil do mundo produzido pela empresa foi utilizado para reconstruir a face de uma múmia egípcia, que acredita-se ser da Rainha Nefertiti. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 17/10/2018