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26.1.12

LEICA


É justo dizer que cenas pitorescas da história mundial, retratos importantes de fatos que marcaram época, só foram possíveis devido a uma empresa alemã que revolucionou o mercado de câmeras fotográficas no início do século XX. As câmeras da alemã LEICA são sem dúvida uma das mais cobiçadas e caras do mercado. Sua reputação de alta qualidade fez com que grandes fotógrafos do passado, construíssem sua fama com uma câmera LEICA nas mãos, uma verdadeira “extensão do olho”, que criou uma nova escola dentro da fotografia. Para a marca seus produtos têm uma única missão: proporcionar as melhores imagens. 

A história 
As origens da marca LEICA remontam ao ano de 1911 quando o engenheiro Oskar Barnack começou a trabalhar na fábrica de lentes e microscópios Ernst Leitz Optische Werke, fundada em 1869 e localizada na pequena cidade alemã de Weztlar. Ele era apaixonado por fotografia e pela mais recente invenção da época, o cinema. Enquanto fotografava e filmava suas viagens pelas montanhas, Oskar sentia o esforço e a falta de mobilidade, em virtude de sua saúde fraca, de carregar as pesadas câmeras de chapas e estava disposto a deixar de usar essas câmeras de placa de vidro, que ficavam fixas sobre tripés. Depois de muitas pesquisas e estudos, em 1913, ele desenvolveu um protótipo com uma caixa de metal e uma lente semelhante as que eram utilizadas nos microscópios da época, que tinha velocidade única de obturador (1/40s). Além disso, ele colocou um mecanismo para utilizar o filme para cinema, só que ampliou o tamanho do fotograma para 24 x 36 mm, o dobro do utilizado na época, pois acreditava que este formato permitiria ampliações sem perder a qualidade dos detalhes. Pronto, estava criada a primeira máquina fotográfica portátil da história.


Pouco depois, em fevereiro de 1914, o modelo Ur-Leica já fazia fotografias com sucesso. O nome LEICA surgiu de uma combinação das palavras Leitz Camera. Com o início da Primeira Guerra Mundial o projeto teve que ser interrompido e só foi retomado em 1920, quando Oskar após ter fotografado uma enchente em Wetzlar resolveu implantá-lo. No entanto, ele percebeu que alguns ajustes teriam que ser feitos, como por exemplo, procurar um design de lente que fosse mais compatível com o tamanho da película da Ur-Leica. Só assim as imagens poderiam ser ampliadas em até dez vezes sem perder praticamente nada de detalhes. Foi então, que outro projetista da Leitz, o Doutor Max Berek, criou a lente que ele estava procurando. Ela tinha distância focal de 50 mm e abertura f/3.5.


Para começar a ser produzida, a primeira LEICA levou mais 10 anos, e somente em 1924 entrou em linha de produção, após Oskar convencer o dono da fábrica, Ernst Leitz II. Então foram produzidas 30 raríssimas unidades da LEICA 0. Na primavera do ano seguinte foi apresentada oficialmente ao público em uma feira de fotografia na Alemanha com o nome de LEICA I, que se tornou a primeira câmera 35 mm portátil que utilizava padrão de cinema em filme de 35 mm. Durante esse ano mais de 1.000 unidades foram fabricadas, e se tornou um sucesso absoluto entre os fotógrafos alemães. Em 1930 surgiu o primeiro modelo com lentes intercambiáveis, com base em uma rosca de 39 milímetros de diâmetro. Além da lente de 50 mm normal, uma angular de 35 milímetros de largura e uma lente de 135 milímetros teleobjetiva, estavam inicialmente disponíveis. A novidade conquistou imediatamente muitos fotógrafos e fez enorme sucesso no meio jornalístico, trazendo uma nova dimensão para a cobertura dos fatos através das imagens. Pouco depois, em 1932, já era estimado que aproximadamente 90 mil máquinas da marca alemã estavam em uso em toda a Europa. Ainda neste ano a empresa lançou a LEICA II, equipada com um mecanismo de telêmetro acoplado à lente de focalização. Este modelo tinha um visor separado (mostrando uma imagem reduzida) e medidor de distância (“rangefinder”), que dava um panorama de como seria capturada a imagem pelo fotógrafo.


Oskar Barnack faleceu em 1936, a tempo de ver seu projeto de câmera consagrado como o maior sucesso do mercado fotográfico, depois da própria invenção da fotografia. Foi inevitável que grandes fotojornalistas aderissem ao uso da LEICA pela qualidade das imagens e por ser leve e pequena, o que facilitava o trabalho do profissional que precisava estar sempre na rua. Durante os anos 1940 e 1950, com a fundação da agência parisiense de fotojornalismo, a LEICA foi imortalizada como câmera predileta de gênios como o francês Henri Cartier-Bresson, o húngaro Robert Capa e o polonês David Seymour. Um dos modelos da marca alemã que mais fizeram sucesso foi a LEICA M3, lançada em 1954 e que introduziu o sistema M, de encaixe de baioneta para lentes. Em 1961, a empresa computava a quantidade de 1 milhão de máquinas pelo mundo. E pouco depois, em 1965, lançou a LEICAFLEX, primeira câmera SLR da marca (SLR é a sigla para Single Lens Reflex, sistema no qual o fotógrafo vê exatamente a mesma imagem que vai ser exposta ao filme). Em 1984 a empresa lançou uma de suas máquinas de maior sucesso: LEICA M6, que possuía um medidor de luz moderno, fora do obturador, sem partes móveis e setas LED no visor. Em 1986, a empresa Ernst Leitz GmbH mudou seu nome para LEICA, muito em virtude da força e credibilidade que a marca havia conquistado no mundo. Neste momento, a empresa mudou sua fábrica de Wetzlar para a cidade vizinha de Solms. Em 1996, a divisão de câmeras foi separada da empresa e se tornou uma companhia de capital aberto.


Finalmente em 1998, o grupo dividiu-se em duas unidades independentes: Leica Microsystems (detentora da LEICA CÂMERAS) que produzia equipamentos de pesquisa geológica e Leica Geosystems (fabricante de microscópios). Com a chegada do novo milênio a marca alemã resolveu investir no luxo. Em estreita colaboração com a sofisticada francesa Hermès lançou uma máquina em edição limitada em couro e aço polido e um modelo retrô inspirado na clássica M3, dos anos de 1950. A parceria deu tão certo, que nos anos seguintes novos modelos, sempre em edição limitada, foram lançados no mercado, incluindo uma câmera M7 que “vestia” uma capa de pele de vitela ao preço de US$ 24 mil. A empresa chegou à beira da falência em 2004, quando as câmeras digitais se popularizaram no mercado e a LEICA, por sua vez, se mantinha analógica. Mas em 2009, a marca deu a volta por cima e passou a produzir mais de 300 mil câmeras por ano, ingressando assim no mercado de máquinas digitais. Em 2010, a empresa lançou no mercado a LEICA V-LUX 20, uma câmera digital compacta de alta qualidade para toda família, que rapidamente se tornou um sucesso de vendas. Mais recentemente a marca lançou a SOFORT, uma resposta ao fenômeno das máquinas fotográficas instantâneas e cujo nome deriva da palavra alemã para imediato. Hoje em dia a LEICA conta com modelos digitais como o da linha M, a M8, primeira câmera SLR digital desta série, mas sempre mantendo a tradição de qualidade de sistema ótico, e até a LEICA M MONOCHROM, uma câmera de 18 megapixels que tira somente fotos em preto e branco.


A lendária qualidade da marca baseia-se em uma longa tradição de excelência na construção de lentes. E hoje, em combinação com tecnologias inovadoras, os produtos LEICA continuam a garantir as melhores imagens em todas as situações de visualização e percepção. Cada câmera LEICA ainda traz um pouco do espírito daquele homem que, com sua ousadia e genialidade, mudaria para sempre aquilo que conhecemos como fotografia. A qualidade de seus produtos é tamanha, que as lentes LEICA estão presentes nas máquinas digitais LUMIX, produzidas pela japonesa Panasonic.


A superioridade 
A revolução da fotografia em filmes de 35 mm iniciada pela marca alemã há mais de 100 anos fez com que a LEICA estampasse dois slogans: “uma parte integrante do olho” e “uma extensão da mão”, que durante anos definiriam seus produtos na cabeça dos consumidores. Tamanha inovação fez com que a empresa popularizasse o uso da máquina fotográfica, pois era mais barato adquirir uma câmera pequena e mais simples de executar os procedimentos para conseguir um instantâneo. Nas décadas seguintes, a LEICA criou fama de ser a câmera que se adaptava melhor para fotografias à luz natural, tanto que até hoje diversos fotógrafos renomados – tal como o brasileiro Sebastião Salgado – utilizam-na para retratar suas obras de arte.


Diz-se ainda que uma LEICA e suas lentes são eternas se bem cuidadas tamanha a robustez do equipamento. Além disso, a LEICA tem a reputação de possuir as lentes mais claras do mercado. Tamanha clareza permite ao fotógrafo o uso da câmera sem flash em ocasiões de pouca luz, algo que todo profissional valoriza. Em virtude disso suas câmeras são conhecidas por ser uma das poucas que têm permissão para serem operadas dentro de alguns tribunais devido à sua extrema suavidade ao fotografar (muito silenciosa). O estilo de construção das câmeras permanece similar aos modelos clássicos do início do século, o que serve para manter sua mística. Ser discreta, silenciosa, rápida e precisa são os preceitos que a nortearam durante décadas e isso bate com os dogmas do fotojornalismo. Apesar de diversas inovações na fotografia digital nos últimos anos e a crescente concorrência de marcas japonesas e de outras tantas nacionalidades, a LEICA permanece na mente de quem sabe que a fotografia não é apenas um clique, mas uma arte que vai além de capturar as imagens. Afinal, conquistou tudo isso sem deixar de lado a tecnologia de suas câmeras, que chegam a ser submetidas a 60 controles de qualidade nas fábricas de Famalicão, em Portugal, e Wetzlar, na Alemanha.


A evolução visual 
A identidade visual da marca alemã passou por algumas remodelações ao longo da história. Sempre mantendo a mesma arquitetura (a letra L estendida), as mudanças ocorreram em relação á tipografia de letra. O logotipo atual ganhou um fundo circular vermelho.


Os slogans 
Passion for the perfect picture. 
A Thing of Beauty. 
When it has to be right. (2009) 
My point of view. (2001) 
Fascination and precision. (2000) 
The freedom to see. (1994) 
Lifetime investment in perfect photography. (1958) 
Makes better pictures easier. (1952) 
Toda Leica tem alma.


Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Lançamento: 1914 
● Criador: Oskar Barnack 
● Sede mundial: Wetzlar, Alemanha 
● Proprietário da marca: Leica Camera AG 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Dr. Andreas Kaufmann 
● CEO: Oliver Kaltner 
● Faturamento: €365 milhões (2015/2016) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 73 
● Presença global: 75 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.600 
● Segmento: Ótico 
● Principais produtos: Câmeras, lentes e binóculos 
● Concorrentes diretos: Canon, Nikon, Olympus, Pentax, Sony e Carl-Zeiss 
● Ícones: A qualidade de suas lentes 
● Slogan: Toda Leica tem alma. 
● Website: www.leica-camera.com 

A marca no mundo 
Atualmente os produtos da LEICA, que incluem câmeras fotográficas, lentes, binóculos, lunetas, monóculos para golfistas e até miras para rifles, são comercializados em mais de 75 países ao redor do mundo. A empresa possui ainda 73 lojas próprias (batizadas de LEICA STORES e LEICA BOUTIQUES) localizadas em cidades como Tóquio, Berlim, Paris, Moscou, Beijing, Xangai, Londres, Lisboa, Nova York, entre outras. A empresa, que possui somente duas fábricas no mundo, uma na Alemanha (Wetzlar) e outra em Portugal (Vila Nova de Famalicão), investe todos os anos aproximadamente €12.5 milhões em pesquisa e desenvolvimento de produtos, e possui forte penetração na Alemanha, Europa, Ásia e América do Norte. A marca inda possui 17 unidades da LEICA GALLERY, localizadas em cidades como São Paulo, Boston, Frankfurt, Milão, Los Angeles, Tóquio. É espaço cuja proposta é apoiar artistas, promover workshops e encontros, no intuito de gerar uma relação íntima entre fotografia, espectador e espaço expositivo. 

Você sabia? 
Em 1979 a empresa criou o OSKAR BARNACK AWARDS, concurso que premia as melhores fotografias de cada ano. 
Hoje em dia, outras três empresas utilizam a marca LEICA: Leica Microsystems (microscópios e softwares de análise de imagem), Leica Biosystems (soluções de biópsia para o diagnóstico) e Leica Geosystems (produz e comercializa equipamentos e sistemas para topografia e geomática). 
A LEICA é, hoje, a “Louis Vuitton da fotografia”. Uma câmera da marca alemã pode chegar a somas estratosféricas. Foi o caso de um modelo vintage, criado pela empresa em 1923, leiloado pela bagatela de US$ 2.8 milhões em 2011, o que lhe conferiu o recorde de câmera fotográfica mais cara do mundo. 
As câmeras da marca LEICA sempre estiveram presentes em alguns dos momentos mais marcantes da história, como a Segunda Guerra Mundial ou os ataques de napalm no Vietnã, e captaram através de suas lentes personagens icônicos como Che Guevara ou James Dean. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 25/3/2017

6.12.11

RICOH

A japonesa RICOH oferece abordagens e soluções inovadoras ajudando seus clientes a aumentar sua produtividade no escritório e revolucionar o fluxo de trabalho com seus produtos de imagem adaptados às necessidades específicas e desafios de cada um. Por isso se tornou líder global nos segmentos de sistemas de impressão multifuncional e impressoras coloridas de alta produtividade, especialista e pioneira no desenvolvimento de tecnologia digital.

A história
As origens da empresa datam de 1927 quando o Instituto de Pesquisas Físicoquímicas (Institute of Physical and Chemical Research), uma instituição privada para o desenvolvimento da indústria japonesa, tomou a decisão de lançar seus conceitos de pesquisa e desenvolvimento para a indústria e para o público em geral através da formação da Rikagaku Kogyo, que inicialmente comercializaria frutas. No dia 6 de fevereiro de 1936, a Rikagaku Kogyo, sob o comando de Kiyoshi Ichimura, fundou na cidade de Tóquio a Riken Kankoshi Co. (cujo nome mudou para Riken Optical Co. em 1938 e finalmente RICOH COMPANY em 1963), com o objetivo de fabricar e vender papel sensível à luz. A empresa começou a comercializar suas primeiras câmeras fotográficas já em 1937. No ano seguinte a empresa iniciou a produção de dispositivos e equipamentos óticos. Em 1950, criou a primeira estrutura de produção em massa de câmeras fotográficas, ganhando popularidade entre os consumidores, especialmente no Japão.


A empresa ingressou no segmento de máquinas de escritório em 1955, com o lançamento da Ricopy 101, primeira copiadora a cultivar a demanda de papel sensível à luz, que na época era largamente empregado em aplicações industriais. Em 1974, a RICOH lançou no mercado a RIFAX 600S, a primeira máquina de fax de escritório de alta velocidade do mundo, capaz de transmitir uma página formato A4 em somente 60 segundos, em comparação com os três a seis minutos necessários para os modelos contemporâneos.


Durante a década de 80 ampliou o suporte à produtividade no escritório desenvolvendo uma linha de produtos que incluía computadores e processadores de texto, sistemas óticos de arquivamento e impressoras a laser. Em 1987, foi pioneira ao criar a copiadora digital multifuncional para escritório. Em meados dos anos 80 e começo dos anos 90, a RICOH foi o principal fabricante de fotocopiadoras para a tradicional Pitney Bowes. Também fornecia fotocopiadoras para Toshiba, máquinas de fax para AT&T e Omnifax e diversos equipamentos para outras empresas incluindo duplicadoras para AB Dick.


Em 1996, a RICOH ajudou a popularizar os modelos digitais com o lançamento da MF200 IMAGIO, uma copiadora compacta e altamente acessível em relação ao preço. Posteriormente a empresa lançou ofertas conectáveis em rede e em cores. Reforçou também sua estrutura de produção no exterior de forma notável e ampliou sua rede internacional de comercialização através de importantes aquisições. Em 2004 a empresa adquiriu o setor de soluções de impressão da Hitachi criando uma nova empresa chamada Ricoh Printing Systems. Outra aquisição de grande importância ocorreu em 2007 quando a RICOH anunciou a compra da divisão de impressoras da IBM por US$ 725 milhões.


Mais recentemente, em 2008, a RICOH realizou uma importante aquisição ao comprar por US$ 1.6 bilhões a Ikon Office Solutions, distribuidora independente de equipamentos de escritório com uma vasta rede de vendas e serviços focada em mercados, como por exemplo, o europeu e o americano, possibilitando assim que a empresa japonesa aumentasse suas vendas de soluções de imagem e serviços nessas regiões. Em meados de 2011, através de um anúncio surpreendente, a RICOH comprou por US$ 125 milhões a divisão de imagem da Hoya, incluindo a Pentax, uma das marcas mais tradicionais dentro do segmento fotográfico. Essa aquisição alçou a empresa ao topo do mercado. Isto porque, enquanto no ano de 2010 a RICOH produziu 500.000 câmeras (compactas) a Pentax comercializou 1.63 milhões de câmeras. A RICOH é uma empresa que não para de inovar. Um exemplo disso é recém-desenvolvido módulo compacto de digitalização do verso que ajuda a realizar uma digitalização em cores de alta velocidade com tamanho equivalente ao de um modelo convencional de scanner, oferecendo a mesma excelente qualidade de imagem, tanto da frente como do verso.


A linha do tempo
1960

Lançamento da duplicadora RICOH OFFSET, iniciando a era da cópia de alto volume e baixo custo nos escritórios e empresas.
1971
Lançamento do RICOM 8, primeiro computador de escritório do mundo.
1973
A RIFAX 600S, primeira máquina de fax de alta velocidade para escritórios, é bem sucedida na transmissão entre Tóquio e Nova York através de comunicações por satélite.
1975
Lançamento da RICOPY DT1200, uma máquina do tipo seco para papel comum que se tornaria a copiadora mais vendida no mundo.
1976
A RIFAX 600S desempenha papel fundamental nos Jogos Olímpicos de Montreal, expondo a marca RICOH para o mundo todo.
1977
A RICOH lança o acrônimo OA, para automação de escritórios (Office Automation).
1982
Lançamento da RICOPY FT4060, primeira copiadora de toner seco para papel comum.
Lançamento do RICORE 3000, um processador digital de documentos.
1983
Lançamento da impressora a laser RICOH LP4120.
Lançamento da RIFAX 1300, primeira máquina de fax com papel comum.
1985
Lançamento da RICOH COLOR 5000, primeira copiadora analógica à cores.
Desenvolve a tecnologia de reconhecimento de fala e de reconhecimento ótico de caracteres.
1989
Lançamento da RIFAX D7000, primeira máquina de fax ISDN G4 digital do mundo.
1992
Ingressa oficialmente no segmento de CDs.
1996
Lançamento dos discos CD-RW.


A evolução visual
O logotipo da marca passou por algumas pequenas modificações ao longo dos anos, mas sempre manteve a tradicional cor vermelha.


Os slogans
Moving Ideas Forward.
(2009)
Image Communication.


Dados corporativos
● Origem:
Japão
● Fundação:
6 de fevereiro de 1936
● Fundador:
Kiyoshi Ichimura
● Sede mundial:
Tóquio, Japão
● Proprietário da marca:
Ricoh Company, Ltd.
● Capital aberto: Sim
● Chairman:
Masamitsu Sakurai
● CEO & Presidente: Shiro Kondo
● Faturamento: US$ 23.4 bilhões (2011)
● Lucro: US$ 237.1 milhões (2011)
● Valor de mercado: US$ 6.5 bilhões (dezembro/2011)
● Presença global: 180 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários:
109.000
● Segmento:
Soluções de imagens e eletrônicos
● Principais produtos:
Impressoras, copiadoras, FAX e máquinas digitais
● Principais concorrentes:
Brother, Lexmark, HP, Canon, Fujifilm, Xerox e Toshiba
● Slogan: Movi
ng Ideas Forward.
● Website: www.ricoh.com

A marca no mundo
Atualmente a RICOH comercializa uma moderna linha de impressoras, copiadoras, duplicadores e equipamentos multifuncionais de diferentes tamanhos, além de softwares de gerenciamento eletrônico de documentos, controle de custos de impressão, servidores, câmeras digitais, mídia térmica, equipamentos óticos e semicondutores, em mais de 180 países ao redor do mundo. A empresa ainda oferece soluções completas de MDS (Managed Document Service) onde se responsabiliza por todo o serviço de impressão das empresas e todas as etapas, melhorias e processos relacionados a ele. A RICOH é líder de mercado não somente em seu país de origem, Japão, como nos Estados Unidos e na Europa Ocidental. A empresa também é proprietária de marcas como Rex-Rotary, Nashuatec, Savin, Lanier, Infotec e Pentax.

Você sabia?
A RICOH é uma empresa com grande preocupação ambiental, se destacando por mais de 20 anos na indústria por desenvolver produtos ecológicos. Possuindo como filosofia o conceito “Our Earth, Our Tomorrow” (Nossa Terra, Nosso Amanhã), foi eleita em 2010, pelo 6º ano consecutivo, uma das 100 Empresas mais Sustentáveis do Mundo (Global 100 Most Sustainable Corporation in the World).


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 6/12/2011

5.9.06

KYOCERA

A KYOCERA sempre perseguiu sonhos sem limites e aceitando com ousadia os desafios se tornou em pouco mais de meio século uma empresa global altamente diversificada, produzindo desde componentes eletrônicos, telefones celulares, impressoras, painéis solares até facas de cozinha feitas de cerâmica avançada.
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A história
A história começou exatamente no dia 1 de abril de 1959, quando 28 jovens amigos comandados por Kazuo Inamori, e decididos a ganhar dinheiro, fundaram uma pequena fábrica de componentes feitos de cerâmica, peças a serem usadas em parte de componentes eletrônicos, no subúrbio da cidade de Kyoto no Japão. Os jovens resolveram batizar o novo negócio de KYOCERA, acrônimo formado pelo nome completo da empresa: KYOTO CERAMIC. O primeiro produto da nova empresa foi um isolador de cerâmica em forma de U (conhecido como Kelcima) para utilização nos primeiros tubos de imagem de televisão. No ano seguinte, a empresa inaugurou um escritório na capital japonesa, deixando muito claro os planos de expansão por todo o país. E a empresa realmente começou fazendo sucesso e conseguindo bastante retorno comercial, incluindo exportações para alguns países do mundo. Isto culminou com a inauguração de um escritório de representação no estado da Califórnia nos Estados Unidos em 1968. No início da próxima década, a KYOCERA continuou sua expansão internacional com a instalação de uma subsidiária européia na Alemanha e o início da produção de cerâmica nos Estados Unidos.
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Nos anos seguintes, combinando a cerâmica avançada com metais e plásticos, e a integração deles com outras tecnologias, a KYOCERA se tornou um dos principais fornecedores de sistemas para a geração de energia solar, equipamentos de telecomunicações, componentes eletrônicos e para semicondutores, impressoras laser, copiadoras e produtos de cerâmica fina como facas de cozinha (que começaram a serem produzidas na década de 70). A partir da década de 80, a empresa começou a transformar o dinheiro que entrava em seu caixa devido a comercialização da cerâmica em capital para investir no então crescente segmento de produtos eletrônicos, introduzindo no mercado americano um notebook com tela LCD e modem telefônico. Essa estratégia foi tão acertada que em pouco tempo, a KYOCERA comprou uma de suas concorrentes, a tradicional fabricante de máquinas fotográficas Yashica, no ano de 1983.
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Nesta década a KYOCERA começou a produzir diversos aparelhos eletrônicos como tocadores de CD. Os anos 90 foram marcados pelo maciço investimento na aérea de painéis solares, segmento em que a empresa se tornou uma importante produtora. No ano de 2000, a empresa adquiriu a produtora de fotocopiadoras Mita, criando assim a subsidiária KYOCERA MITA, que iniciou uma reestruturação global acelerando a convergência dos sistemas de tratamento de documentos em rede. Desde 2004, a KYOCERA apóia a luta contra o câncer de mama, doando uma parcela dos lucros com a venda de facas de cerâmica com cabo cor-de-rosa nos Estados Unidos para a organização Susan G. Komen for the Cure, envolvida nessa luta.
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A partir de 1º de abril de 2008, com a integração entre os setores de telefonia móvel da KYOCERA e da tradicional marca Sanyo, os aparelhos celulares passaram a ser fabricados e vendidos somente com a marca KYOCERA, que passou a oferecer uma linha mais ampla de aparelhos e sistemas de comunicação, com uma estratégia mundial de desenvolvimento para as diversas infra-estruturas de comunicação. Recentemente a empresa lançou no mercado as impressoras ECOSYS e as multifuncionais TASKalfa, que representam um avanço no processamento de imagem de documentos e um aumento de produtividade nos escritórios, sempre respeitando o meio ambiente.
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Atualmente, uma das divisões mais importantes da empresa é a KYOCERA MITA, que oferece uma completa linha de produtos para soluções em documentos digitais, incluindo impressoras laser (impressoras compactas, impressoras para grupos de trabalho, impressoras para corporativo), impressoras laser coloridas e sistemas multifuncionais em cores, sistemas para cópias digitais, sistemas multifuncionais com recursos de cópias, impressões, digitalizações e faxes, e soluções em software (ferramentas de rede, soluções para gerenciamento de produção e armazenamento de documentos).
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Dados corporativos
● Origem: Japão
● Fundação: 1 de abril de 1959
● Fundador:
Kazuo Inamori
● Sede mundial: Kioto, Japão
● Proprietário da marca:
Kyocera Corporation
● Capital aberto: Sim (1971)
● Chairman: Makoto Kawamura
● Presidente: Tetsuo Kuba
● Faturamento: US$ 10.7 bilhões (2009)
● Lucro: US$ 400 milhões (2009)
● Valor de mercado: US$ 17.8 bilhões (maio/2010)
● Presença global: 110 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 59.500
● Segmento: Eletrônicos
● Principais produtos:
Impressoras, telefones celulares, condutores e painéis solares
● Slogan: The New Value Frontier.
● Website:
www.kyocera.com
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A marca no Brasil
A empresa está presente no Brasil desde 1975 através da Yashica. Em 1983, já como KYOCERA YASHICA, a empresa inaugurou instalações industriais na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, iniciando a transferência de tecnologia de produção de peças óticas e de micro-precisão inexistentes no país, tendo sido pioneira na fabricação de câmeras fotográficas de precisão. No ano de 2000, a KYOCERA iniciou a comercialização de ferramentas de corte Ceratip. Em 2007, como parte da sua estratégia global, alterou a razão social para “Kyocera do Brasil Componentes Industriais Ltda”, descontinuando a comercialização de câmaras fotográficas, focando-se nos negócios de ferramentas de corte e serviços de injeção plástica.
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A marca no mundo
Atualmente a KYOCERA, que emprega aproximadamente 60.000 pessoas em mais de 20 países e fatura US$ 9.8 bilhões, atua em diversas aéreas como cerâmica de alta tecnologia, componentes eletrônicos, células solares, celulares, equipamentos para impressão e até facas para cozinha.
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Você sabia?
O logotipo da KYOCERA é formado por um pequeno símbolo em vermelho, o qual representa a letra K envolvendo a letra C, iniciais do nome da empresa.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 29/5/2010

23.8.06

SANYO

Inovação, tecnologia e design. Esses são os principais ingredientes da receita que levou a marca SANYO à uma posição de destaque no cenário mundial com suas televisões, projetores e telefones celulares de última geração.
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A história
A empresa foi fundada no primeiro dia do mês de fevereiro de 1947, na cidade de Moriguchi City, região de Osaka, com o nome de Sanyo Electric Works por Toshio Iue, um ex-empregado da Matsushita e cunhado de Konosuke Matsushita, fundador da empresa que seria conhecida mundialmente pela marca Panasonic. O nome “Sanyo” significa três oceanos em japonês, e representava a ambição de seu fundador de comercializar seus produtos pelo mundo, através dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. No ano de sua fundação, contando apenas com 12 funcionários, a nova empresa lançou o primeiro dínamo (espécie de gerador de energia) para as lâmpadas de bicicleta. As primeiras exportações tiveram início em 1949. A empresa foi incorporada oficialmente no dia 1 de abril de 1950.
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Dois anos mais tarde, com a explosão de consumo entre a população japonesa no período pós-guerra, a SANYO ingressou no mercado eletrônico com o lançamento do seu primeiro rádio de plástico. E já em 1953, iniciou a produção de televisores. Em 1954 lançou no mercado japonês a primeira lavadora de tipo pulsador, e, pouco depois, em 1957, os primeiros refrigeradores. A produção em massa de transistores e o início da comercialização de aparelhos de som, aspiradores e aparelhos de ar-condicionado começaram em 1958, aumentando ainda mais a oferta de produtos em sua linha. No início da próxima década, em 1962, a empresa começou a produção em massa de televisores, preto e branco com controle remoto, e, no ano seguinte, de forma pioneira na indústria lançou no mercado o primeiro rádio a utilizar baterias recarregáveis. Ainda neste ano, a SANYO introduziu no mercado seu primeiro forno microondas.
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Nos anos seguintes, além de expandir consideravelmente sua presença internacional, vários produtos inovadores foram introduzidos no mercado pela SANYO como vídeos gravadores a cores em 1971, a primeira televisão colorida com controle remoto (1971), as primeiras baterias de Litium (1975), o primeiro CD-RW em 1987 e a primeira câmera digital com televisão interativa no ano de 1996. Com a chegada do novo milênio, a SANYO iniciou uma diversificação em sua área de atuação com o começo da produção em 2004 de baterias para veículos elétricos. Em 2005, a marca japonesa lançou no mercado a pilha eneloop, que já chegava às lojas pré-recarregadas e prontas para uso imediato após a compra. Além disso, essa nova geração de pilhas pode ser recarregada 1.000 vezes antes da substituição.
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No ano seguinte a empresa japonesa lançou no mercado inúmeras novidades: condicionadores de ar “virus-washer” (limpador de vírus), que utiliza uma nova tecnologia capaz de combater odores, bactérias, vírus e polens utilizando um recipiente com água eletrolisada e possui alcance aproximadamente seis vezes maior, em relação a um purificador de ar comum; a máquina de lavar roupas AQUA, equipada com um “aqualoop”, que permite reciclar água para uso futuro, e também com o Air Wash, capacitando roupas, que geralmente são lavadas a seco em uma lavanderia, sejam lavadas em casa; e o Mini-Gorilla, um navegador por satélite (GPS) com TV digital.
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Depois de passar por um período de uma longa reestruturação (quase 15.000 demissões, 15% do total e venda de atividades), a SANYO se ateve nos últimos anos a desenvolver essencialmente produtos no domínio ambiental, a saúde, a higiene e o entretenimento multimídia. Além disso, como parte dessa enorme reestruturação, a empresa vendeu sua divisão de telefones celulares para a Kyocera. Recentemente, no final de 2009, o grupo japonês Panasonic assumiu o controle da SANYO ao pagar aproximadamente US$ 4.5 bilhões. Com isso, uma das marcas mais poderosas do mundo no segmento de produtos eletrônicos e de baterias recarregáveis de diversos tipos, a SANYO vai poder usufruir da enorme potência comercial da Panasonic.
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Um museu correto
O Museu da Energia Solar, mais conhecido como Sanyo Solar Ark, no Japão, está aberto à visitação pública desde 2002. É uma enorme estrutura extremamente leve em forma de asa elegantemente pousada no solo e totalmente coberta de células fotovoltaicas. Para os visitantes do museu, até hoje ele permanece invulgar e fascinante. A edificação revela uma concepção brilhante e uma imagem forte. Apesar de sua enorme dimensão (315 metros de envergadura) somente um pequeno núcleo em seu centro é habitável; o restante é tudo oco. É esse núcleo que tem seu apoio no solo e constitui o espaço do museu propriamente dito. Graças á energia solar gerada por mais de 5.000 painéis solares de células fotovoltaicas o edifício consegue produzir cerca de 630Kv, o que o torna auto-suficiente. A vasta superfície de sua fachada é também aproveitada como screen-wall com a incorporação de 72.200 lâmpadas LEDs (só o logotipo da SANYO utiliza 39.000 lâmpadas de LEDs vermelhos).
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Os slogans
For your No.1.
Affordable Quality.
The Best from Japan.
We care for people and the earth.
(1989)
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Dados corporativos
● Origem: Japão
● Fundação: 1 de fevereiro de 1947
● Fundador: Toshio Iue
● Sede mundial: Osaka, Japão
● Proprietário da marca:
Panasonic Corporation
● Capital aberto: Sim (1954)
● Chairman:
Kunio Nakamura
● Presidente:
Seiichiro Sano
● Faturamento: US$ 18 bilhões (2009)
● Lucro: - US$ 951 milhões (2009)
● Valor de mercado: US$ 1 bilhão (abril/2010)
● Presença global: 120 países
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: Japão, países asiáticos e os Estados Unidos
● Funcionários: 86.000
● Segmento: Eletrônicos
● Principais produtos: Projetores, televisões, celulares, câmeras e filmadoras
● Slogan:
For your No.1.
● Website:
www.sanyo.com
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A marca no mundo
A SANYO, atualmente terceira maior fabricante de eletrônicos de consumo do Japão, comercializa em mais de 120 países uma completa linha de eletrônicos que vão desde projetores, televisores, câmeras e filmadoras digitais, até celulares. A empresa possui aproximadamente 230 subsidiárias e afiliadas no mundo inteiro. Os maiores mercados da marca, além do Japão, são os países asiáticos e os Estados Unidos.
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Você sabia?
A marca SANYO se estabeleceu no Brasil em 1970.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 1/5/2010

15.8.06

PENTAX

Durante mais de 90 anos a marca PENTAX introduziu avanços tecnológicos que permitiram aos fotógrafos, quer sejam profissionais ou amadores, pudessem usufruir das melhores máquinas na hora de eternizar momentos inesquecíveis, pessoas importantes e paisagens de tirar o fôlego.
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A história
A PENTAX foi fundada no mês de novembro de 1919 por Kumao Kajiwara com o nome de Asahi Kogaku Goshi Kausha, como uma pequena empresa familiar de materiais óticos localizada no subúrbio da cidade de Tóquio no Japão. Inicialmente a nova empresa fabricava lentes para óculos, passando pouco depois, em 1923, a produzir lentes para a indústria cinematográfica e binóculos. A partir de 1931, a empresa passou também a fabricar lentes fotográficas, e, alguns anos mais tarde já fornecia as lentes das máquinas fotográficas fabricadas pela Minolta, uma das marcas mais reconhecidas da época. Em 1938 o nome da empresa foi trocado para Asahi Optical Co., Ltd. Com o início da Segunda Guerra Mundial, a empresa passou produzir exclusivamente equipamentos óticos para o exército japonês. Depois de destruída durante os bombardeios do conflito, a empresa ressurgiu das cinzas, produzindo binóculos e telescópios de alta qualidade, além de lentes fotográficas para marcas consagradas do segmento como Seiko e Minolta.
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Somente em 1952, depois de mais de oito anos de pesquisas, a empresa lançou no mercado sua própria máquina fotográfica, primeira feita no Japão com uma só objetiva (SLR). Dois mais tarde a empresa apresentou ao mundo a Asahiflex IIB, primeira câmera fotográfica SLR com sistema de retorno automático do espelho, uma revolução tecnológica que tornou a câmera SLR um produto realmente prático e viável.
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A partir de 1957, a empresa passou a ser conhecida mundialmente como Asahi Pentax. O nome PENTAX derivava da junção das palavras “Pentaprism” (“pentaprisma”, que hoje em dia estão em todas as câmaras SLR do mundo) e “Reflex” (“reflexo”), duas palavras usuais no mundo da fotografia. No ano seguinte os produtos com a marca PENTAX começaram a ser exportados para os Estados Unidos, iniciando assim a expansão internacional da empresa. No início da próxima década, em 1962, a PENTAX abriu sua primeira subsidiária estrangeira. Pouco depois, em 1966, a empresa atingia a marca de um milhão de máquinas fotográficas produzidas.
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Em 1969 lançou a PENTAX 6x7, uma máquina de médio formato utilizada pelos melhores fotógrafos do mundo, com mais de 30 tipos de lentes e mais de 60 acessórios. A década de 70 foi marcada por grandes lançamentos com em 1975 quando estreou no mercado a PENTAX K, que em pouco tempo se tornou um enorme sucesso; e, em 1976, com a estréia da PENTAX K 1000, que se tornaria a máquina fotográfica mais vendida no mundo até pouco tempo atrás, muito em virtude de seu desenho simples e robusto e preço bastante acessível.
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Em 1982 introduziu a sua segunda máquina de médio formato a Pentax 645, e em 1987 lançou a 645 N com foco automático e sistema com mais de 20 tipos de lentes e 50 acessórios. Rapidamente está máquina se tornou também um enorme sucesso no mundo inteiro e foi adotada pelos melhores fotógrafos profissionais. Uma década mais tarde, em 1992, a empresa introduziu no mercado a câmera fotográfica mais leve e fina do mundo: PENTAX ESPIO. Nos anos seguintes a marca japonesa lançou no mercado inúmeras linhas de máquinas fotográficas que se tornaram um sucesso, além de produzir as primeiras máquinas digitais. Com a chegada do novo milênio, as máquinas digitais ganharam enorme espaço na linha de produtos da PENTAX.
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No dia 31 de março de 2008, depois de atravessar sérios problemas financeiros, a tradicional PENTAX deixou de ser uma empresa e se transformou em uma divisão e marca da Hoya Corporation, empresa líder e inovadora na fabricação de vidros ópticos. O objetivo principal da Hoya com a fusão era fortalecer sua divisão de equipamentos médicos através das tecnologias desenvolvidas pela PENTAX em endoscópios, lentes intraoculares e lupas cirúrgicas. Hoje em dia a PENTAX fabrica mais de 22 tipos de máquinas profissionais, mais de 10 tipos de câmera SLR, com mais de 50 tipos de objetivas e mais de 60 acessórios, além de produzir mais de 15 modelos de câmeras digitais com resolução de 3 a 14 megapixels, entre os quais destaca-se a linha OPTIO de câmeras à prova d’água.
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A evolução visual
O logotipo da marca PENTAX passou por algumas modificações no decorrer dos anos, mantendo sempre a predominante cor vermelha.
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Os slogans
Be Interesting.
For your precious moments.
(2006)
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Dados corporativos
● Origem: Japão
● Fundação: 1919
● Fundador: Kumao Kajiwara
● Sede mundial: Tóquio, Japão
● Proprietário da marca:
Hoya Corporation
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● CEO & Presidente:
Hiroshi Suzuki
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: + 100 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 34.500 (Hoya Corporation)
● Segmento:
Ótico
● Principais produtos: Câmeras digitais, lentes, binóculos e equipamentos óticos
● Ícones: A câmera Asahiflex
● Slogan: Be Interesting.
● Website:
www.pentax.jp
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A marca no mundo
A marca PENTAX comercializa binóculos, câmaras fotográficas, lentes, telescópios e outros acessórios e equipamentos óticos em mais de 100 países ao redor do planeta, contando ainda com 16 subsidiárias espalhadas pelos cinco continentes.
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Você sabia?
Em 1999, Steve Irwin, conhecido como “The Crocodile Hunter” (“O Caçador de Crocodilo”) se tornou garoto propaganda da linha de máquinas PENTAX IQZoom.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 12/5/2010

6.8.06

CANON


Pioneira desde a captura de imagem à impressão, transmissão e partilha, passando pela manipulação e gestão de imagens, a CANON propõe tecnologias de elevada qualidade para todos os setores de atividade em todo o mundo. 

A história 
A história da empresa teve origem no ano de 1933 quando foi inaugurado o Laboratório de Instrumentos de Precisão Ópticos (em inglês Precision Optical Instruments Laboratory), localizado no terceiro andar de um apartamento da cidade de Tóquio, por um jovem apaixonado por fotografia de nome Goro Yoshida e seu cunhado Saburo Uchida. O principal objetivo dos dois jovens era fazer manutenção e fabricar máquinas fotográficas de alta qualidade a um preço muito menor do que as existentes no mercado, até então exclusivamente importadas e muito caras. No mês de junho do ano seguinte a empresa produziu a primeira máquina fotográfica de 35 mm japonesa com foco plano, batizada de “Kwanon”, nome que teve origem na Deusa da Misericórdia da religião budista, chamada Kuan Yin. Essa câmera foi construída com a ajuda de um grande amigo de Uchida, o Dr. Takeshi Mitari, que depois viria a se tornar presidente da empresa.


O nome CANON foi registrado como marca exatamente no dia 26 de junho de 1935. A palavra foi alterada em virtude da pronúncia, por ter um som semelhante ao nome do primeiro produto da empresa, e pelo significado de “Kwanon” implicar em precisão, representando exatamente os ambiciosos objetivos da empresa no que se referia ao desenvolvimento de tecnologias avançadas. Dois anos depois, no dia 10 de agosto, a empresa mudou de nome, surgindo assim à antecessora da CANON: Seiki-Kōgaku Kenkyūsho. O Dr. Takeshi Mitari se tornou o presidente da nova empresa, que reunia um pequeno grupo de inventores e cientistas do antigo Laboratório de Instrumentos de Precisão Ópticos. No ano de 1940 a empresa fabricou a primeira câmara de raios-x japonesa. A primeira sucursal nos Estados Unidos foi inaugurada em 1955, iniciando assim a internacionalização da marca. No ano seguinte lançou a Canon Cine 8T, primeira câmera 8mm para cinema do país, com avançada tecnologia, ingressando assim no milionário segmento do cinema; criou a subsidiária europeia em 1957; e pouco depois, em 1958, a primeira lente objetiva de foco variável estreou no mercado.


No final desta década, a CANON introduziu uma linha de equipamentos para escritórios, composta por aparelhos como as copiadoras e acessórios para máquinas de escrever. Na década de 1960 a CANON introduziu no mercado várias novidades como a primeira calculadora com 10 teclas, o Canofax eletrônico (em 1965) e a primeira fotocopiadora de papel normal (1968). Mais tarde, diversificou-se e expandiu suas atividades com o lançamento das impressoras a laser (LBP) e bubble jet (conhecidas como impressoras BJ) nos anos de 1980. Após a introdução da EOS D30 em 2000, uma época em que a propagação das câmeras digitais SLR estava em pleno andamento, a CANON desenvolveu tecnologias avançadas, tais como sensores de propriedade CMOS e processador de imagem digital de alto desempenho, o DIGIC. Além disso, desenvolveu também uma extensa linha de lentes EF, em um esforço para cumprir os novos conceitos-chave de alta velocidade, facilidade de uso e alta qualidade de imagem.


Em 2005 a CANON lançou uma nova campanha publicitária com o slogan imageANYWARE, que simbolizava um ambiente sem fronteiras de pessoas, dispositivos, imagens e informações, o que permitia viver e trabalhar da forma que quiser, a qualquer hora e em qualquer lugar. Era uma afirmação à própria empresa e aos seus clientes de que a CANON não era simplesmente uma empresa de copiadoras e câmeras, mas também capaz de oferecer soluções de imagens totalmente integradas para o ambiente de negócios e doméstico. No mês de março de 2014 a empresa celebrou marcos de grande importância. Primeiro, atingiu o número de 250 milhões de câmeras digitais fabricadas, incluindo modelos compactos e SLRs. Depois também comemorou o 11º ano consecutivo como líder do mercado no segmento de câmeras digitais SLRs. Em fevereiro deste ano a empresa já havia anunciado a produção de 70 milhões de câmeras da série EOS.


Mais recentemente a marca japonesa lançou o Canon Camera Connect, um aplicativo para transferir imagens gravadas com câmeras CANON compatíveis para smartphones/tablets. Ao ligar a câmera ao Wi-Fi (ligação direta ou através de router wireless) é possível transferir e guardar as imagens da câmera para um smartphone ou também disparar à distância com visualização ao vivo da câmera de um smartphone. Em 2018, a CANON anunciou o encerramento das vendas da sua última câmera analógica, chamada EOS-1V, e que havia sido lançada em 2000, sendo a última SLR com compatibilidade com filmes de 35 milímetros.


Atualmente a CANON se destaca pelo desenvolvimento de tecnologias de gerenciamento de documentos e de imagem e pela fabricação de uma ampla variedade de produtos que vão desde câmeras, copiadoras, fax e impressoras, até equipamentos óticos para a indústria de semicondutores e lentes profissionais para broadcasting. Em cada linha de produtos que desenvolve a CANON considera como desafio próprio nada menos que atingir seu padrão de excelência de tecnologia em todo o mundo, quase sempre resultando em destacadas posições de liderança nos mercados onde atua. A CANON é uma das raras marcas que pode se orgulhar de sua presença nos segmentos profissional e amador. A vasta gama de soluções de impressão e de gestão de documentos destina-se a uma clientela muito diversificada, desde empresas multinacionais e governos, passando pelos trabalhadores independentes ou meros amantes amadores da fotografia.


A linha do tempo 
1952 
Lançamento da CANON IVSb, primeira câmera de 35mm com flash sincronizado. 
1954 
Desenvolvimento, em parceria com o NHK Science and Technical Research Laboratories, de uma câmera especificamente para gravações de televisão. 
1958 
Lançamento das primeiras lentes objetiva com foco variável. 
1961 
Lançamento da primeira máquina fotográfica CANONET, equipada com um novíssimo mecanismo de exposição automática. 
1964 
Lançamento da CANOLA 130, primeira calculadora eletrônica de dez teclas do mundo. 
1965 
Lançamento do CANOFAX 1000, primeiro aparelho de fax da marca. 
1970 
Lançamento da NP1100, primeira fotocopiadora da marca. 
1973 
Lançamento da primeira copiadora colorida. 
1979 
Lançamento da LBP-10, impressora que utilizava um semicondutor a laser. 
1981 
Lançamento do sistema de vídeo CVC. 
Lançamento da copiadora NP-8500 SUPER, capaz de fazer 135 cópias por minuto. 
1982 
Lançamento das primeiras copiadoras com cartuchos recarregáveis. 
Lançamento das primeiras máquinas de escrever eletrônicas. 
1983 
Lançamento do My Card, calculadora do tamanho de um cartão de crédito. 
1985 
Lançamento da BJ-80, primeira impressora inkjet que utilizava tecnologia jato de tinta. 
1987 
Lançamento da CLC-1, uma copiadora digital totalmente colorida. 
Lançamento da linha de câmeras EOS (que significa em português “Sistema Óptico Elétrico” e leva também o nome da deusa grega do amanhecer). Essa nova geração de câmeras AF SLR incorporava o primeiro sistema de baionetas com contatos eletrônicos, alcançando controle completo, não apenas entre a lente e o corpo, mas em todo o sistema da câmera. 
Apresentada pela primeira vez em março, juntamente com o sistema de câmeras EOS SLR, a lente CANON EF incorporou, ao longo dos anos, uma série de tecnologias inovadoras inicialmente desenvolvidas pela CANON, como a lente Ultrasonic Motor-powered (USM); o Estabilizador de Imagem (IS), que compensa os efeitos da trepidação da câmera; tecnologia anti-reflexo, Subwavelength Structure Coating (SWC); e o elemento ótico difrativo de múltiplas camadas (DO). A atual linha de lentes CANON EF é composta por mais de 65 modelos, que variam desde lentes grandes angulares, lentes equipadas com estabilizador de imagem, até as super-telefotos zoom. 
1989 
Lançamento da câmera profissional EOS-1, que utilizava os conceitos-chave de alta velocidade e facilidade de uso. 
1990 
Lançamento de uma linha de impressoras do tamanho de um computador portátil. 
1992 
Lançamento da PowerShot 600, primeira câmera digital da empresa japonesa. 
1993 
Lançamento da câmera compacta EOS KISS, que ganhou a aceitação de muitos usuários. 
1995 
Lançamento da EOS DCS 3, primeira câmera digital SLR. 
1997 
Lançamento de suas primeiras filmadoras digitais, ingressando assim no segmento de vídeo digital. 
2000 
Lançamento da IXUS DIGITAL, a menor e mais leve máquina com 2.0 megapixels do mercado na época. 
2005 
Lançamento de sua primeira filmadora de alta definição. 
2010 
Lançamento pela primeira vez no mundo, da lente com zoom olho de peixe, que captura imagens circulares e retangulares. 
2013 
Lançamento do monitor 4K de 30 polegadas DP-V3010 para uso profissional, ingressando assim no mercado de exibição de produção de vídeo 4K. 
2018 
Lançamento da CANON EOS R, sua primeira câmera mirrorless full frame (que não usa o sistema de espelhos e têm sensores equivalentes ao das tradicionais máquinas de filme, com 35mm) com o novo sistema de montagem RF com quatro lentes.


A filosofia corporativa 
Desde sua constituição, a CANON destaca-se pelo alto grau de motivação de seus colaboradores, resultado da bem sucedida implantação de planejamento corporativo apoiado em três pilares básicos: 
● Uma filosofia de gerenciamento, representada pela expressão japonesa “Kyosei” resumida em “viver e trabalhar unidos para o bem-estar comum”, que acredita que todas as pessoas, independente de raça, religião ou cultura podem trabalhar juntas em harmonia contribuindo para um futuro melhor. 
● A aplicação anual de pelo menos 10% do resultado das vendas em Pesquisa & Desenvolvimento (a empresa foi a terceira maior dos Estados Unidos em número de patentes em 2017 e sustenta um investimento diário de US$ 6 milhões em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias). 
● A proteção contra instabilidades locais, traduzida por forte presença global.


Á serviço dos fotógrafos 
O Canon Professional Services existe desde 1973, criado sob o nome de Canon Salon. É um programa que apoia fotógrafos profissionais alugando ou emprestando equipamentos para a cobertura de grandes eventos esportivos. Em todos esses eventos, os profissionais da CANON levam os melhores equipamentos para que o fotógrafo tenha a melhor experiência possível. Afinal, quem vive de boas imagens sabe a importância de se registrar fotos perfeitas. A mensalidade deste programa também dá direito a limpeza e verificação de equipamento, acesso a lançamentos, treinamentos e descontos. Por exemplo, nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, os fotógrafos cadastrados no programa podiam pegar o equipamento emprestado, sem custo adicional. Eram 78 profissionais da CANON trabalhando no evento e atendendo mais de 1.600 fotógrafos que foram credenciados para a cobertura através desse programa. Atualmente, o CPS está presente em aproximadamente 40 países ao redor do mundo.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. O primeiro logotipo adotado pela marca japonesa era a imagem da Deusa Budista da Misericórdia: Kwanon, que possuía 1.000 braços e cuspia fogo, o que justifica as chamas que faziam parte da identidade visual. Em 1935, não somente o logotipo, mas também o nome da empresa foi modificado para CANON. O logotipo, que representava as perspectivas globais da empresa, foi desenhado por um designer especializado em publicidade, onde a letra C ganhava enorme destaque. Uma nova e sutil mudança ocorreu em 1953. Pouco depois, em 1956 surgiu o logotipo atual da marca CANON. Atualmente, este logotipo com sua coloração vermelha viva é reconhecido nos quatro cantos do mundo.


Os slogans 
Live for the story. (2017) 
Canon See Impossible. (2014) 
Power to your next step. (2013) 
Delighting You Always. (2008) 
Advanced Simplicity. (2007) 
We speak image. (2006) 
ImageANYWARE. (2005) 
Canon. Yes, you can. (2003) 
You can. (2002) 
Imaging across networks. (2000) 
Cameras in the right hand, business machines in the left. (1967) 
Make it possible with canon.


Dados corporativos 
● Origem: Japão 
● Fundação: 10 de agosto de 1937 
● Fundador: Takeshi Mitarai, Goro Yoshida e Saburo Uchida 
● Sede mundial: Tóquio, Japão 
● Proprietário da marca: Canon Incorporated 
● Capital aberto: Sim (1949) 
● Chairman & CEO: Fujio Mitarai 
● Presidente: Masaya Maeda 
● Faturamento: US$ 36.6 bilhões (2017) 
● Lucro: US$ 2.1 bilhões (2017) 
● Valor de mercado: US$ 41 bilhões (outubro/2018) 
● Valor da marca: US$ 10.380 bilhões (2018) 
● Presença global: 200 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 197.700 
● Segmento: Fotografia e Imagem 
● Principais produtos: Câmeras, copiadoras, scanners e impressoras 
● Concorrentes diretos: Nikon, Kodak, Konica Minolta, Leica, Sony, Panasonic, Olympus, Fujifilm, Ricoh, Xerox, Brother, Epson e HP 
● Slogan: Live for the story. 
● Website: www.canon.com.br 

O valor 
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca CANON está avaliada em US$ 10.380 bilhões, ocupando a posição de número 55 no ranking das marcas mais valiosas do mundo em 2018.

A marca no Brasil 
Desde 1974 no país, a CANON atua no fornecimento de equipamentos e soluções de tecnologia de imagem, visando atender o público nacional com competência e know-how de uma marca líder mundial no segmento. Atualmente é responsável pela distribuição de equipamentos e soluções na linha de impressão, controle e gerenciamento de documentos, com equipes especializadas para atendimento de pequenas, médias e grandes empresas e revendedores autorizados espalhados por todo o território nacional. A distribuição das linhas de consumo, como por exemplo, câmeras digitais, filmadoras, scanners e impressoras de uso pessoal, são comercializadas por distribuidores exclusivos da marca.


A marca no mundo 
Atualmente a CANON, que fabrica além das tradicionais câmeras fotográficas, filmadoras fax, copiadoras, scanners, impressoras e equipamentos médicos (como aparelhos de ultrassom, ressonância magnética e tomografia computadorizada), comercializa seus produtos em mais de 200 países, empregando mais de 197 mil pessoas. Mais de 60% do faturamento mundial da empresa superior a US$ 36 bilhões em 2018 provém de soluções destinadas ao mercado corporativo. 

Você sabia? 
Pronuncia-se “Canon” e não “Cânon” como muitos falam, pois a marca é japonesa e não americana. 
Localizado na sede da empresa, em Tóquio, o Museu da Canon, inaugurado em 30 de setembro de 1996, reúne alguns dos modelos (máquinas e lentes) mais importantes da história da marca e, por consequência, da história fotografia. 
Em 2003, o primeiro aparelho de raio-x portátil do mundo produzido pela empresa foi utilizado para reconstruir a face de uma múmia egípcia, que acredita-se ser da Rainha Nefertiti. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 17/10/2018