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3.10.15

JACOB'S CREEK


O lema “Aproveite o Vinho e viva o momento” resume com perfeição a ambição da marca australiana JACOB’S CREEK. A filosofia é oferecer uma gama de vinhos de alta qualidade que atendam todas as ocasiões e paladares. Verdadeiro ícone australiano, a marca produz rótulos de personalidade e elegância que conquistaram os melhores conhecedores e apreciadores no mundo inteiro. 

A história 
Para contar a história é preciso voltar ao ano de 1847 quando um imigrante alemão da Baviera, chamado Johann Gramp, plantou os primeiros vinhedos em Jacob’s Creek, região de Barossa Valley, ao sul da Austrália. Isto aconteceu após ele e sua mulher comprarem 30 hectares de terra nesta região australiana, cuja terra era fértil e ideal para o plantio de uva. Gramp tomou essa atitude depois da saudade dos vinhos de sua terra natal. Em vez de mudar seus hábitos, ele decidiu começar o cultivo de uvas e tentar fazer seu próprio vinho. Era uma maneira de se adaptar a um novo país, mas ainda assim permanecer fiel aos seus costumes. Depois de fundar a Gramp & Sons, por volta de 1850 ele lançou suas primeiras garrafas de vinho branco no mercado australiano. Em 1877 seu filho, Gustav, moveu os vinhedos para sua atual localização, apenas dois quilômetros dos originais, e construiu cavas maiores. A adega original de Johann ainda está de pé, uma prova de sua paixão por fazer vinhos de qualidade. Em 1912, a empresa continuou a crescer sob o comando de seus filhos Gustav, Hugo e Fred.


Em 1947 a empresa comemorou um século de existência e excelência na produção de vinhos. Finalmente em 1976, a empresa, agora batizada de Orlando Wines, lançou no mercado a marca JACOB’S CREEK, que pegou emprestado o nome do riacho que atravessa a região onde estão localizados os vinhedos. Os primeiros vinhos da nova marca eram da safra de 1973 e um blend de uvas Shiraz e Cabernet Sauvignon das regiões de Barossa Valey e McLaren Vale, e Malbec de Padthaway. Era um vinho tinto autêntico, credível e acima das expectativas. Assim rapidamente conseguiu conquistar consumidores pela Austrália e se tornar extremamente popular. Já em 1984 os vinhos da marca foram exportados pela primeira vez para o Reino Unido, liderando assim a popularização dos vinhos australianos ao redor do mundo.


O sucesso e a excelência dos vinhos JACOB’S CREEK chamaram a atenção da francesa Pernod Ricard, que no ano de 1989 comprou a vinícola e, através de uma estratégia ambiciosa de internacionalização, tornou possível a exportação para diversos países ao redor do mundo. Em 1998 a marca lançou no mercado seus primeiros vinhos espumantes Chardonnay/Pinot Noir, que se tornariam aclamados pela crítica e pelo público. Pouco depois, em 2000, a marca introduziu no mercado seus novos vinhos de Reserva Especial. Como resultado do cuidado, experiência e excelência na produção, em 2008, JACOB’S CREEK recebeu o título de vinícola mais premiada do mundo. Em 2011, como parte da comemoração dos 35 anos da marca, foi lançada uma nova linha de vinhos brancos refrescantes batizada de COOL HARVEST, cujas uvas são colhidas no período mais fresco da noite para maximizar a retenção de seus aromas tropicais e acidez natural. No ano seguinte, mais uma vez de forma inovadora, a JACOB’S CREEK apresentou ao mercado seu primeiro vinho biodinâmico (cuja extrema preocupação é preservar a singularidade de cada parcela de solo e reduzir a intervenção na fase de vinificação tendo mais cuidado no tratamento das uvas e da terra). O vinho é feito com uvas Shiraz de vinhedos do Vale McLaren e engarrafados de uma de uma maneira única, com poucas semelhanças com os demais vinhos.


Em 2013 a marca lançou dois novos vinhos desenvolvidos em resposta ao crescente interesse dos consumidores: Classic Fiano 2013 e Classic Sangiovese 2012. As novas variedades são o resultado de experimentar o comportamento de variedades de uvas italianas, espanholas e portuguesas em um clima australiano. Nos últimos anos a marca australiana tem investindo constantemente em grandes eventos esportivos para popularizar e aumentar seu reconhecimento mundial, como por exemplo, o patrocínio aos torneios de tênis Aberto da Austrália (Australian Open), Aberto dos Estados Unidos (US Open) e Wimbledon (desde 2011), e ao Jacob’s Creek Open Championship, tradicional torneio de golfe que a marca apoiou entre 2002 e 2007. Além disso, a JACOB’S CREEK contratou no final de 2014 o tenista sérvio Novak Djokovic para ser embaixador mundial da marca. A ligação da marca de vinhos com o tênis é antiga, pois já teve entre seus embaixadores o ex-tenista americano Andre Agassi.


A casa de Jacob’s Creek 
O Centro de Visitantes de JACOB’S CREEK, inaugurado em 2002, é o lar dos vinhos da marca australiana, situado na mais famosa região vinícola do país, Barossa Valley, apenas uma hora do centro da cidade de Adelaide. O centro, que recebe todos os anos mais de 150.000 visitantes, oferece uma experiência de turismo culinário memorável, com uma tentadora combinação de comidas e vinhos, além de vastas e incríveis vistas de vinhedos e montanhas. A magnífica construção apresenta um design ambiental de referência baseado nos princípios de sustentabilidade, reciclagem e conservação de energia.


É possível degustar um relaxante almoço que harmoniza a comida com o vinho no premiado Jacob’s Restaurant. Saborear uma taça de vinho no deck com vista panorâmica dos vinhedos e de Barossa Range. Aprender mais sobre o cultivo de parreiras e sobre a fabricação de vinhos em um passeio no vinhedo. Ou até participar de uma aula de culinária e fazer um agradável piquenique às margens do riacho Jacob’s Creek. O centro de visitantes foi reconhecido como o principal local de enoturismo na Austrália e entrou no Hall da Fama do turismo na Austrália do Sul em 2010, ganhando o título de melhor atração turística principal por três anos consecutivos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou apenas por uma única remodelação ao longo de sua história. Isto aconteceu no mês de fevereiro de 2014. Além de uma nova tipografia de letra (mais sofisticada), o logotipo apresentou um símbolo (que conta a história da marca através da simbologia), representando de forma estilizada uma taça de vinho, o famoso riacho Jacob’s Creek e as folhas de parreira.


Com a nova identidade visual, a marca também apresentou um novo design para suas garrafas, mais moderno e ao mesmo tempo clássico. O rótulo retrata toda a história e legado da marca com a assinatura “Gramp & Sons”.


Os slogans 
True Character. (2012) 
Add a bit of sparkle to your life. (2007) 
Australia's top drop. (2000)
Jacob’s Creek. Say when.


Dados corporativos 
● Origem: Austrália 
● Lançamento: 1976 
● Criador: Orlando Wines 
● Sede mundial: Rowland Flat, Barossa Valley, Austrália 
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Jean-Christophe Coutures 
● Faturamento: US$ 497.9 milhões (2014) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 70 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.200 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Vinhos e espumantes 
● Concorrentes diretos: Robert Mondavi, Gallo, Concha Y Toro, Blossom Hill, Sutter Home, Lindeman’s e Hardy’s 
● Slogan: True Character. 
● Website: www.jacobscreek.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia a JACOB’S CREEK, que vende mais de 8 milhões de caixas por ano, estando entre as marcas de vinhos mais consumida em todo o mundo, exporta seus produtos (mais de 35 diferentes vinhos) para mais de 70 países. É a marca de vinho australiano preferida entre os consumidores em 7 dos 10 principais mercados mundiais. Além disso, é a marca n°1 de vinhos na Austrália e líder na categoria de vinhos australianos em mercados como Reino Unido, Nova Zelândia, Irlanda, Escandinávia e Ásia. A China é seu maior mercado consumidor. Aproximadamente 2 milhões de taças de JACOB’S CREEK são apreciadas em todo o mundo por dia. 

Você sabia? 
Hoje, a vinícola JACOB’S CREEK produz vinhos com as variedades de uvas Shiraz, Sauvignon, Semillon, Riesling, Pinot Noir, Cabernet, Merlot e Chardonnay. 
Desde 1976, os vinhos JACOB’S CREEK já receberam mais de 7.000 prêmios internacionais pela excelência e alta qualidade. 
A marca foi a principal responsável por cunhar a excelente reputação mundial da Austrália como produtora de vinhos excepcionais. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 3/10/2015

18.7.09

BREVILLE


A marca australiana BREVILLE, em mais de oito décadas de história, sempre teve como principal motivação desenvolver e criar eletrodomésticos portáteis que enriqueçam a vida de milhares de pessoas pelo mundo afora. Durante sua trajetória, a marca presenciou mudanças ocorridas em todos os cenários, desde estilos de vida até mudanças tecnológicas. Por essa razão, cresceu cada vez mais forte e acabou se tornando um ícone no segmento, fabricando produtos que prezam pela qualidade, eficiência e design, além de serem fáceis de desmontar e lavar. 

A história 
A história da empresa começou no dia 1 de novembro de 1932 na cidade de Sydney na Austrália, quando dois jovens australianos, o vendedor de rádios W.J. (Bill) O’Brien e o engenheiro Harry Norville, cuja mistura dos sobrenomes deram origem ao nome BREVILLE, tiveram a ideia de unir suas forças e talentos para começar a produzir rádios. Em uma época em que o rádio era o centro de entretenimento e diversão das famílias, o primeiro produto da empresa foi um sucesso imediato. Durante a Segunda Guerra Mundial, a BREVILLE direcionou seus esforços de produção para a fabricação de detectores de minas para as forças armadas australianas. Nesta difícil época, Bill O’Brien também fundou um centro de treinamento para os operadores de rádio do exército.


Terminado o conflito, a empresa rapidamente percebeu que um novo aparelho eletrônico, a televisão, estava surgindo como centro de entretenimento das famílias. Sentindo essa mudança, a BREVILLE tomou a decisão, visando à dificuldade que seria em concorrer com grandes empresas multinacionais, em vender sua marca de rádios para a Astor Radio no ano de 1951, concentrando seus esforços na produção e desenvolvimento de pequenos eletrodomésticos portáteis. Em 1968, John, filho de Bill O’Brien, assumiu o cargo de diretor da empresa. Rapidamente a empresa sentiu as mudanças, principalmente com a inauguração em 1972 de um centro de pesquisas e desenvolvimento de produtos (Breville Research and Development Centre), que seria um dos grandes responsáveis pela criação, nos anos seguintes, de muitos ícones utilizados em cozinhas pelo mundo afora.


O desenvolvimento de novos produtos se intensificou na década de 1970, principalmente com a criação e lançamento da tostadeira (conhecida como Snack’n’Sandwich Maker), em 1974, primeira capaz de tostar sanduíches domesticamente. O sucesso do produto foi imediato, vendendo mais de 400.000 unidades em um único ano e estando presente em 10% das casas australianas, se transformando em um dos produtos de maior sucesso na história do país. Devido a esse enorme sucesso, o nome BREVILLE acabou se tornando termo genérico utilizado para as tostadeiras. Pouco depois, em 1977, a BREVILLE introduziu no mercado outro produto que se tornaria ícone: o processador de comida (Kitchen Wizz). Até os dias de hoje, o processador de comida é um dos produtos mais vendidos na Austrália.


Em 1982 a empresa vendeu os direitos da marca BREVILLE na Europa, que hoje pertence à Jarden Corporation, empresa americana do grupo Newell Brands, proprietário de marcas como Paper Mate, Graco e Oster. Ainda nesta década, com o ingresso das mulheres no mercado de trabalho e o tempo cada vez mais precioso nas vidas das pessoas, a BREVILLE expandiu sua linha de produtos para outro nível de conveniência, lançando mixers, batedeiras, máquinas de fazer iogurte e waffle, entre outros itens. Nesta época, a empresa já havia estabelecido escritório em Hong Kong e exportava para 15 países ao redor do mundo.


Na década seguinte, com a mudança de atitude e estilo de vida das pessoas, que passaram a dar muita importância ao bem-estar e a uma alimentação saudável, a BREVILLE desenvolveu suas primeiras linhas de panelas elétricas, grills e as famosas e práticas chaleiras elétricas para ferver água, introduzidas no mercado em 1998. No fim desta década, a marca lançaria um de seus produtos mais famosos: Juice Fountain™ (uma centrífuga que virou sinônimo de facilidade e durabilidade, pois eliminava a necessidade de descascar e cortar as frutas em pedaços para fazer sucos, preservando assim as vitaminas contidas nas cascas).


O desenvolvimento de novos produtos se intensificou no início do novo milênio, principalmente com a criação e lançamento do primeiro Grill Panini para utilização doméstica; e da máquina de café espresso no ano 2000. O sucesso dessa linha foi tanto, que surgiram novos produtos, como o moedor de café (contendo exclusivo sistema com broca cônica em aço para cinco modos de moagem com espessura precisa de moedura), e novos modelos como a máquina BREVILLE Die Cast (que diferentemente das outras máquinas encontradas no mercado, possui maior espaço na bandeja para acomodar xícaras e canecas de até 12 cm de altura, além do Sistema Thermo Block que mantém a temperatura interna de 95ºC e evita gosto de queimado no café). O ano de 2003 foi de vital importância para a empresa, pois, oficialmente a BREVILLE lançou sua linha de eletrodomésticos portáteis no mercado americano e canadense.


Nos anos seguintes a BREVILLE desenvolveu produtos avançados tecnologicamente como o Liquidificador Ikon, único no mercado com sistema de tigela planetária, lâminas hemisphere™ e lâmina côncava larga, que abrange toda a base metálica em formato planetário, fazendo com que a base e lâmina trabalhem juntas, não deixando nenhuma área intocada, sempre picando os ingredientes em partículas pequenas e consistentes; e a torradeira Ikon, equipada com um sistema controlado por um chip interno inteligente, evitando assim que as torradas queimem ou você tenha que adivinhar se elas já estão prontas. Por todas essas inovações, a BREVILLE é prova de que saber ouvir os consumidores resulta na construção de uma marca de sucesso. Afinal, são eles que direcionam todas as inovações contidas em seus produtos.


No Brasil, após alguns anos sendo distribuída por importadores independentes, a tradicional Tramontina se associou com a empresa australiana para lançar uma linha de eletrodomésticos portáteis de alto padrão fabricados pela BREVILLE. Com isso, no ano de 2015, surgiu a Tramontina by Breville, que oferece 30 itens como batedeiras, liquidificador, sanduicheira, máquina de pão, máquina de café espresso, espremedor e multiprocessador.


A campanha Food Thinkers 
A marca australiana lançou a campanha FOOD THINKERS, um site onde algumas das mentes mais brilhantes do mundo compartilham experiências, contam suas histórias e introduzem novas ideias no segmento de culinária e na arte de comer bem. A campanha dá dicas, através de especialistas, de como comer melhor, cozinhar melhor e se sentir melhor. São receitas e dicas dadas por especialistas, chefes de cozinha e nutricionistas. Afinal, a BREVILLE adora comida. Tudo o que cria é projetado para ajudar milhões de pessoas a cozinharem com mais amor.


A identidade visual 
Como no mercado europeu a marca BREVILLE é de propriedade da Jarden Corporation, é utilizada uma identidade visual diferente (imagem à esquerda) do resto do mundo (cujo logotipo pode ser aplicado com três cores diferentes).


Os slogans 
Thought for food. 
That’s the Idea. 
Enriching people’s lives. 
Inspiration. Every day. 
The ideas company bringing Australian innovation to the world. 
A perfeição inspira a fazer bonito. (Tamontina by Breville) 
Breville. Inspiração. Todo dia. (antigo, Brasil)


Dados corporativos 
● Origem: Austrália 
● Fundação: 1 de novembro de 1932 
● Fundador: Bill O’Brien e Harry Norville 
● Sede mundial: Sydney, Austrália 
● Proprietário da marca: Breville Group Limited 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● CEO: Jim Clayton 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.500 
● Segmento: Eletrodomésticos portáteis 
● Principais produtos: Máquinas de café, grills, sanduicheiras, liquidificadores e batedeiras 
● Concorrentes diretos: KitchenAid, Cuisinart, De'Longhi, Electrolux, Russell Hobbs e Moulinex 
● Ícones: A tostadeira 
● Slogan: Thought for food. 
● Website: www.brevilleusa.com 

A marca no mundo 
A marca está presente em mais de 50 países ao redor do mundo, inclusive no Brasil. A empresa colecionou mais de 70 prêmios internacionais de design e 100 patentes com aproximadamente 200 produtos, entre os quais estão torradeiras, tostadeiras, cafeteiras, processadores de alimento, liquidificadores, máquinas de café espresso, fritadeiras, panelas elétricas e de pressão, fornos microondas, máquinas de fazer pão, chaleiras e até ferros de passar. 

Você sabia? 
A BREVILLE possui mais de 50 % do mercado mundial de tostadeiras. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 2/12/2016

9.5.07

QUIKSILVER


Enquanto se mantém fiel às raízes das montanhas e das ondas, a QUIKSILVER ficou conhecida como a marca de vestuário premium de lifestyle e cultura jovem no mercado de esportes radicais. Surfistas e skatistas famosos endossam seus produtos, atestando, não somente a qualidade, mas um espírito de aventura, que transformaram a marca em um ícone no segmento de boardsports, reconhecida no mundo por apoiar e patrocinar alguns dos principais eventos e atletas de esportes com prancha. 

A história 
A história começou quando o surfista australiano Alan Green (foto abaixo) decidiu ganhar a vida criando “boardshorts” (as tradicionais bermudas de surfe), e assim, tentar viver do esporte que era sua grande paixão. Com a entrada de John Law na sociedade ambos começaram a desenvolver um novo conceito de bermudas especiais para a prática do surfe e fundaram a QUIKSILVER no ano de 1969 em Torquay (estado de Victoria) no sul da Austrália. As bermudas da época tinham corte quadrado, material duro, secagem lenta, com fecho complicado e muito desconfortável pra remar na prancha. Foi então que a dupla criou algo totalmente novo: as primeiras bermudas com velcro no lugar de zíper, cós mais baixo na frente que nas costas, o que fazia que ele abraçasse o corpo do atleta sem restrição de movimentos, aberturas em “V” nas laterais e cores vibrantes. A responsabilidade de escolher o nome da nova marca coube a Bárbara, namorada de Green. Pelos discos mais tocados na vitrola do casal ser de uma psicodélica banda da cidade de San Francisco chamada Quicksilver Messenger Service, a procura estava encerrada. Apenas uma modificação: a retirada da letra “c” do nome da banda, pois eles não tinham dinheiro pra fazer uma busca de marcas e patente.


Inicialmente a pequena produção, totalmente artesanal, era vendida em pequenas lojas especializadas em surfe já em 1970. As primeiras exportações aconteceram em 1974 para lojas no Havaí, um reduto preferido dos surfistas na época. Confortáveis e descontraídas, as peças conquistaram o público jovem. Poucos anos mais tarde conseguiram unir o design à funcionalidade, fazendo “boardshorts” para os melhores surfistas do mundo. Quando em 1976, o americano Jeff Hakman, um dos primeiros surfistas patrocinados pela QUIKSILVER, obteve a licença para produção e distribuição da marca nos Estados Unidos, a empresa ganhou enorme impulso e ainda mais popularidade. Junto com seu amigo Bob McKnight, eles resolveram vender as peças no porta-malas de sua caminhonete, enquanto viajavam de praia em praia na ensolarada costa da Califórnia. Em 1985 iniciaram a distribuição dos produtos em lojas de departamento tradicionais como Macy’s, Marshall Fields, Dayton Hudson e Dillard’s, e rapidamente os produtos da QUIKSILVER se tornaram extremamente populares entre os jovens americanos. A primeira loja da marca foi inaugurada na praia de Newport, estado da Califórnia. Ainda nesta década a QUIKSILVER foi lançada na Europa, Ásia, Japão, África do Sul e Brasil.


Em 1990, a empresa resolveu investir no público feminino com o lançamento da marca ROXY, que, em 1994, lançou as primeiras bermudas desenvolvidas especialmente para as mulheres praticarem surfe. Pouco antes, em 1992, a marca inaugurou uma loja na badalada Waikiki no Havaí. O sucesso não parou por aí. Anos mais tarde a marca conseguiu penetrar no grande mercado mundial e se tornou uma das maiores e mais bem sucedidas empresas do setor no mundo, principalmente depois do ano de 2000, quando os licenciados americanos compraram os direitos da marca QUIKSILVER na região asiática e pouco depois unificaram as operações. Em 2002, através de uma parceria com o atleta profissional de skate Tony Hawk, introduziu uma linha especialmente para os amantes desse esporte, ampliando assim seu público alvo. Além disso, lançou um revolucionário wetsuit (batizado de The Cell), desenvolvido para todos os níveis de surfe, com design revolucionário, maior flexibilidade, mais leve e proporcionando total liberdade ao atleta.


Em 2004, pela primeira vez em sua história, o faturamento rompeu a barreira de US$ 1 bilhão, muito em virtude da diversificação de suas linhas de produtos, que englobaram, além do surfe, o esqui (a linha foi introduzida em 1988) e outros esportes radicais. Além disso, nesse mesmo ano a empresa comprou a DC Shoes, fabricante americana especializada em calçados para esportes radicais, bem como bonés, camisas jeans e jaquetas, ampliando assim sua atuação no segmento. No ano seguinte a empresa adquiriu a tradicional produtora de equipamentos de esqui Rossignol, mas a venderia três anos depois. Nos últimos anos sua linha de produto foi ampliada contando também com relógios, óculos, produtos pessoais e vestuário casual, fazendo com que a QUIKSILVER se transformasse em uma marca de estilo de vida. Uma das últimas inovações da marca foi o lançamento no mercado da QUIKSILVER WOMEN, uma linha de roupas e acessórios voltados para mulheres de 18 a 24 anos.


Após viver uma enorme crise financeira, que quase levou à empresa a falência, em 2017 adotou o nome corporativo de Boardriders Inc., tendo a QUIKSILVER como sua principal marca. Em 2018, uma tragédia abalou a empresa. Isto porque, o CEO da Boardriders, Pierre Agnès, uma das pessoas mais influentes na indústria do surfe, desapareceu após ter saído de lancha para pescar no mar. O francês deixou a cidade de Capbreton, no sudoeste da França para pescar sozinho. Posteriormente, sua embarcação foi encontrada na mesma região, porém estava vazia. Alguns dias depois, ele foi oficialmente dado como desaparecido no mar. Atualmente, a QUIKSILVER oferece uma linha em constante evolução de materiais, estampas e tecnologias. Além de bermudas para surfe, a marca desenha e produz uma linha completa de vestuário, com roupas de mergulho e para neve, além de acessórios. Os calçados da empresa são desenhados em Huntington Beach (Califórnia), um paraíso para surfistas e fãs de punk rock. Já as roupas e os acessórios são desenvolvidos em um polo de operações no resort litorâneo de Saint-Jean-de-Luz, na França.


Os patrocínios 
A QUIKSILVER é famosa por patrocinar os melhores atletas do surfe, skate e esportes de neve. Os primeiros patrocínios a atletas começaram em 1978, com Rabbit Bartholomew, que viria a se tornar campeão mundial, e Bruce Raymond. E ganharam impulso a partir de 1988, quando o bi-campeão mundial Tom Carroll assinou um contrato de US$ 1 milhão com a QUIKSILVER. Seu maior destaque seria Kelly Slater, nove vezes campeão do mundo e que assinou seu primeiro contrato com a marca em 1990, além do famoso atleta do skate Tony Hawk. Atualmente a QUIKSILVER patrocina aproximadamente 500 atletas amadores e profissionais de surfe (como Jeremy Flores), esqui, skate e snowboard. A empresa também patrocina importantes torneios de surfe como o Quiksilver Pro Gold Coast, na Austrália; e o Quiksilver Pro France, na França.


Fazendo o bem 
Durante anos, a QUIKSILVER tem estado ativamente envolvida em atividades de caridade, tanto local como globalmente. A marca reconhece o conceito de responsabilidade social corporativa e a importância de se fazer o bem. Deseja que seu trabalho filantrópico tenha um impacto para além do que faz como marca, e acredita que pode fazer isso coordenando o apoio de outras organizações e pessoas. A Quiksilver Foundation foi formada para agregar todas as doações de caridade da marca em um só lugar. Iniciou suas atividades como uma fundação privada sem fins lucrativos em outubro de 2004. É uma organização comprometida em beneficiar e melhorar a qualidade de vida das comunidades de surfistas em todo o mundo através da preservação do meio ambiente, educação, saúde e projetos relacionados à juventude.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. O primeiro logotipo da marca era um cisne, ou um “pato” como o fundador costumava chamá-lo. Mas o logotipo que faria a marca reconhecida no mundo inteiro, conhecido como Mountain and Wave, seria criado pouco depois. Em 1981 o icônico logotipo foi modernizado pelo designer californiano Ray Smith. O logotipo é representado por uma enorme onda com uma montanha em um fundo vermelho ou preto. Esses símbolos representam o estado americano da Califórnia, apesar da marca ser de origem australiana. Porém, muitos acreditam que o logotipo tenha sido influenciado pela The Great Wave off Kanagawa (em português A Grande Onda de Kanagawa), gravura criada pelo mestre japonês Katsushika Hokusai.


Ao longo dos anos o logotipo foi sendo modificado, ganhando versões mais modernas e novas tipografias de letra.


Os slogans 
Stay High! (2016) 
Original Thinking.


Dados corporativos 
● Origem: Austrália 
● Fundação: 1969 
● Fundador: Alan Green e John Law 
● Sede mundial: Huntington Beach, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Boardriders Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Dave Tanner 
● Faturamento: US$ 1.8 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 700 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.100 
● Segmento: Marcas esportivas 
● Principais produtos: Pranchas, wetsuits, roupas de surfe e acessórios esportivos 
● Concorrentes diretos: Billabong, Rip Curl, Rusty, Reef, O’Neill e Hurley 
● Slogan: Stay High! 
● Website: www.quiksilver.com.br 

A marca no mundo 
Hoje em dia a QUIKSILVER, que produz equipamentos, acessórios, calçados e roupas esportivas para atividades como surfe, skate, esqui e snowboard, além de uma linha de óculos e relógios, vende seus produtos em mais de 100 países através de 700 lojas próprias (em sua maioria concentradas na Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos), lojas especializadas e lojas de departamento, alcançando faturamento global de aproximadamente US$ 1.8 bilhões. A marca QUIKSILVER pertence à Boardriders, proprietária também da Roxy e DC Shoes, e que recentemente, no início de janeiro de 2018, adquiriu a rival australiana Billabong, passando a deter os dois mais importantes nomes do surfwear no mundo. 

Você sabia? 
Desde 1984 a marca realiza anualmente o Quiksilver In Memory of Eddie Aikau, em Waimea Bay no Havaí. Este campeonato de ondas gigantes é uma homenagem a Eddie Aikau, primeiro salva-vidas oficial da baía de Waimea e surfista de onda gigante mais famoso do Havaí. Eddie perdeu sua vida tragicamente em 1978, aos 31 anos, durante a recreação da Viagem Polinésia, entre o Havaí e o Taiti. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 6/4/2018 

10.10.06

HELENA RUBINSTEIN


Mulher excepcional, exigente, curiosa, elegante, Helena Rubinstein, a “imperatriz da beleza”, como ficou conhecida, conquistou milhões de mulheres democratizando a cosmética com seus produtos de alta qualidade e comprovados efeitos, transformando sua grife, carinhosamente chamada de HR, em um ícone do segmento. 

A história 
A história começou no dia 25 de dezembro de 1872, em um subúrbio de Cracóvia, na Polônia, quando nasceu Chaja Rubinstein (foto abaixo), em uma família humilde de judeus ortodoxos, que somente mais tarde adotaria o nome de Helena. Motivada por uma incrível determinação, ela parte aos 24 anos de idade para a Austrália, com o objetivo de se juntar a um tio que nem conhecia. Na bagagem do navio alemão que a levou, uma mala e doze preciosos potes de creme para tratar a pele, um presente de sua mãe. Depois de tanto ouvir elogios sobre seu rosto sem manchas, traçou um plano ambicioso: recriar a fórmula do hidratante facial, receita de um amigo húngaro da família dos tempos da Cracóvia, especialista em cosméticos. A jovem e perseverante polonesa arrumou um emprego como assistente de um farmacêutico e através de muitas pesquisas conseguiu produzir com base no creme que havia trazido da Polônia uma fórmula própria que foi batizada de Crème de Valaze, que continha vários ingredientes exóticos da Europa e Ásia. Inicialmente passou a vendê-lo por correspondência. Esse creme de tratamento facial, formulado à base de lanolina, se transformou em um enorme sucesso e lhe abriu as portas para uma nova vida, inaugurando assim seu império do setor de beleza e revolucionou os conceitos de tratamentos tradicionais.


O produto facial fez sucesso imediato entre as mulheres, pois tinha um efeito restaurador e suavizador nas peles ressecadas e queimadas pelo sol em um clima inóspito como o da Austrália. Em 1902, Helena Rubinstein abriu o primeiro instituto de beleza do mundo na cidade australiana de Melbourne, associando pela primeira vez na história a dermatologia à cosmética. “Toda mulher pode ser bonita. Bastam 15 minutos diários e cinco dólares ao ano em creme facial”, ludibriava Helena Rubinstein. Seus cremes, considerados milagrosos, faziam mais do que hidratar, suas fórmulas chegaram a ser consideradas milagrosas ao combater rugas e os efeitos do vento e do sol sobre a pele. Pioneira nos cuidados com a beleza sob o ponto de vista científico, Helena Rubinstein ensinava as australianas a limpar, tonificar e hidratar a pele, além de manter distância do sol. Helena também possuía um senso aguçado de marketing: aproximava-se das estrelas do teatro para oferecer seus tratamentos e também presenteava as jornalistas que a entrevistavam.


O segundo instituto foi inaugurado em Mayfair, bairro elegante e sofisticado de Londres, em 1908, e pouco depois outra unidade abriu as portas na cidade de Paris. Foi Helena quem também introduziu, em 1910, a inovadora classificação entre peles seca, normal e oleosa, que até hoje serve de parâmetro na indústria global de cosméticos, recomendando proteção e hidratação personalizada. Em 1915, ela se mudou para Nova York, onde solidificou seu império com a inauguração de outros institutos de beleza em Nova York, Chicago, Boston e San Francisco. Somente a partir de 1917, começou a fabricar e distribuir seus produtos em grande escala. Depois da Primeira Guerra Mundial, ofereceu cosméticos personalizados a suas clientes, determinando o tipo de pele de cada uma delas. Ela também foi responsável pelo conceito de regime imposto às mulheres. Trabalhadora incansável, Helena Rubinstein criou o conceito de beleza saudável, lançando hidratante suave, pó-de-arroz e bases coloridas, e foi a primeira a produzir uma linha de cosméticos exclusiva para os homens. Foi nesta década que a marca lançou seu primeiro perfume, batizado de Mahatma.


À frente de seu tempo, Helena Rubinstein foi uma grande pioneira na indústria da beleza, ao distribuir seus produtos em lojas de departamento e ao criar a profissão de demonstradora de cosméticos, pois achava imprescindível que as vendedoras soubessem tudo sobre os produtos que comercializavam. Mas Helena também era empreendedora. Vendeu sua empresa para o Lehman Brothers em 1928 por US$ 7 milhões. Não gostou dos rumos que a empresa tomou na época e a adquiriu de volta em 1930 por US$ 1 milhão. Foi neste período da Grande Depressão Americana que ela inaugurou salões e lojas em doze grandes cidades americanas. Em 1932 a HR (como a marca ficou mais conhecida) trouxe os primeiros produtos para o Brasil. Em 1936 foi lançado o perfume Apple Blossom, que se tornou um verdadeiro sucesso de vendas.


Assim que terminou a Segunda Guerra, em setembro de 1945, Helena tomou o primeiro navio rumo a Paris. Chegando lá, encontrou um cenário devastador: amigos haviam sido mortos, seu apartamento fora pilhado pelos nazistas, que também tomaram seu salão de beleza, destruíram sua fábrica e roubaram as fórmulas de seus cosméticos. Helena, então, arregaçou as mangas e voltou a fabricar seus produtos de novo na cozinha de casa. Em 1953, ela inovou mais uma vez ao criar a Fundação Helena Rubinstein, sediada em Nova York, que patrocinava projetos que visavam os direitos e o bem-estar das mulheres e das crianças, e o desenvolvimento da educação, da ciência e da cultura. “Fiquei rica graças às mulheres, portanto esse dinheiro deve ser usado para o benefício delas e de seus filhos”, dizia ela, dona de um espetacular acervo de arte com obras de Henri Matisse, Joan Miró, Andy Warhol, Salvador Dalí e Pablo Picasso, que ficavam expostas em uma galeria de sua cobertura, em Nova York.


Em 1956, levou um elemento ativo biológico para seus cremes, com o composto GAM, que conservava os tecidos. A partir daí, todo cosmético seria regenerador e teria a ciência moderna em suas fórmulas. Isso deu início a uma verdadeira corrida por desenvolvimento de tecnologias. Surgiu o colágeno como princípio ativo e começaram as linhas antienvelhecimento. A visionária da beleza morreu no dia 1 de abril de 1965, aos 93 anos de idade, deixando um legado para o segmento de beleza: a marca HELENA RUBINSTEIN. Sempre a frente de seu tempo, Helena lançou protetores solares, autobronzeadores resistentes à água, cremes modeladores para o corpo e rímel a prova d’água (este introduzido em 1939). Era incansável. E inovadora. A polonesa foi pioneira nos cuidados com a pele, ensinou mulheres do mundo inteiro o poder da cosmética e consagrou-se como a “imperatriz da beleza” ao se tornar dona de uma das maiores fortunas do mundo na época.


Mais de duas décadas depois, em 1988, a grife HR foi adquirida pelo grupo francês L’Oréal que continuou mantendo os mesmos princípios defendidos por sua criadora: linhas de produtos oriundos de uma pesquisa apurada, baseada na tecnologia mais avançada e em um conhecimento cada vez mais aprofundado dos mecanismos do funcionamento da pele. Desde então as novidades introduzidas pela marca continuaram surpreendendo o mercado, como por exemplo, o Force C, um creme antienvelhecimento, que utiliza de forma pioneira a Vitamina C para amenizar, ou mesmo reverter, os efeitos perversos dos radicais livres, lançado em 1995; e o Existence Firmnesse, um produto que proporciona maior firmeza à pele utilizando em sua formulação o soro; introduzido em 1997. Outro exemplo de sucesso foi o perfume floral Wanted, lançado em 2009. Além disso, a HR continuou apostando em grandes estrelas para divulgar sua luxuosa marca. Um exemplo disso é a bela atriz Demi Moore que estrelou campanhas da marca nos últimos anos.


A eterna juventude? 
Uma revolução está em curso no mundo dos cosméticos. Segundo a marca HELENA RUBINSTEIN, três fórmulas mágicas abrem as portas à eterna juventude. A marca declina a sua mestria em três cremes para diferentes faixas etárias. Gold Future (primeiro tratamento energizante essencial, com ouro micro ativo, que explora as virtudes terapêuticas milenares do ouro, um cuidado único para preservar o capital de juventude, assegurando luminosidade, conforto e alisamento – o triângulo dourado que assegura vitalidade à pele e, em simultâneo, reforça as suas defesas naturais), Prodigy (concentrado global anti-idade, com bio-seiva “encapsulada”, desenvolvido através de pesquisas dermatológicas realizadas pelos Laboratórios Helena Rubinstein, que conseguiram identificar os cinco mecanismos principais implicados no processo do envelhecimento cutâneo e no aparecimento dos sinais da idade) e Life Pearl Cellular (creme de renovação celular, baseado na vitalidade fascinante da Pérola Negra e inspirando em um novo tratamento de compensação para lutar contra os efeitos visíveis das carências hormonais, que se traduzem em secura cutânea, pele fragilizada, flácida e com manchas de pigmentação). Esta revolucionária criação de HELENA RUBINSTEIN foi formulada a partir de três ativos valiosos, altamente concentrados, indispensáveis para nutrir a pele, atenuar as rugas, refirmar o contorno do rosto e reacender a luminosidade da pele. São três luxuosos concentrados de vida, na linha dos tratamentos de maior prestígio da marca HR, correspondentes às diversas etapas da vida das mulheres. Representam um importante e revolucionário avanço na indústria da cosmética.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas modificações ao longo dos anos. Primeiro adotou uma nova tipografia de letra, mais sofisticada, além das iniciais HR, que passaram a fazer parte da identidade visual da marca. Na última modificação as iniciais HR foram posicionadas acima do nome e ganharam um novo design, além da cor dourada, tão associada à marca. O nome da marca também ganhou uma nova tipografia de letra, porém bastante similar a anterior.


Os slogans 
Power Beauty Since 1902. 
Live Brilliantly. (2008) 
Beauty is Power. (1904)


Dados corporativos 
● Origem: Austrália 
● Fundação: 1902 
● Fundador: Helena Rubinstein 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: L’Oréal S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Jean-Paul Agon 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 90 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Segmento: Cosméticos 
● Principais produtos: Cremes anti-idade, produtos para cuidados da pele e maquiagens 
● Concorrentes diretos: Elizabeth Arden, Estée Lauder, La Prairie, Lancôme, Clarins, Payot e Sisley 
● Ícones: Cremes antienvelhecimento 
● Slogan: Power Beauty Since 1902. 
● Website: www.helenarubinstein.com 

A marca no mundo 
Atualmente sua extensa linha de produtos, que abrange desde Skincare (cuidados para a pele), proteção solar, auto–bronzeadores e maquiagens, até sofisticados perfumes, é comercializada em mais de 90 países ao redor do mundo. 

Você sabia? 
Comparada a mulheres como Coco Chanel, Elizabeth Arden e Estée Lauder, Helena tinha como lema a seguinte frase sobre o trabalho: “Nada melhor para evitar rugas do rosto e do espírito”
Se a marca Maybelline popularizou o rímel, foi Helena Rubinstein quem aperfeiçoou a invenção, ao desenhar a embalagem automática até hoje utilizada pela indústria. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), jornais (O Globo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 21/7/2015

16.7.06

BILLABONG


A BILLABONG é uma articulação da cultura jovem, e é conhecida como uma marca totalmente voltada para os esportes de pranchas (boardsports), aliada a um estilo de vida único. Suas reconhecidas bermudas, seus acessórios e principalmente suas pranchas, são presenças constantes nos principais torneios e praias do mundo. 

A história 
Tudo começou em 1973 quando o surfista Gordon Smith Merchant fundou, com a ajuda de sua mulher Rena, a BILLABONG na praia de Burleigh Heads em Queensland, localizada na bela e ensolarada Costa Dourada Australiana, conhecida popularmente como “Goald Coast” e berço do surfe mundial. Combinando sua paixão pelo surfe com trabalho árduo, Gordon desenhava boardshorts (as tradicionais bermudas de surfe) em sua casa de frente para o mar, fabricava-as na mesa de sua cozinha e as vendia através de pequenas lojas de surfe locais. Gordon e sua mulher desenvolveram sua própria técnica de costura (era triplamente reforçada), não necessitando assim de mão de obra intensiva, tornando as peças mais duráveis e com boa relação custo-benefício. O nome da empresa foi inspirado na palavra aborígene “Billabong” que significa “um oásis”, uma fonte de água no meio do deserto australiano.


A empresa foi imediatamente bem sucedida impulsionada pela enorme procura por suas bermudas. Posteriormente, contratou costureiras, comprou máquinas, passou a produzir em uma modesta fábrica, estabeleceu uma rede de distribuição e passou a patrocinar surfistas australianos. Era o nascimento de uma grande marca. Nesta década e na seguinte a marca esteve envolvida diretamente com o fornecimento de materiais de alta qualidade para os surfistas, quando o esporte estava deixando o amadorismo e entrando na era profissional. Além disso, a BILLABONG esteve envolvida com o patrocínio de surfistas e de campeonatos, ganhando espaço e se tornando uma das marcas mais fortes no mundo do surfe.



Ainda na década de 1980, como a marca BILLABONG já estava consolidada no mercado australiano, a empresa iniciou sua expansão internacional, distribuindo seus produtos nos Estados Unidos, e posteriormente no Japão, Nova Zelândia, África do Sul e Europa. Nos anos de 1990, o mercado mundial de surfwear crescia exponencialmente. A BILLABONG iniciou então uma estratégia de diversificação de produtos e começou a avançar sobre novos mercados, replicando o seu modelo de negócios para o público de outros esportes de prancha como skate e snowboard. No final desta década, em 1999, a empresa lançou a BILLABONG GIRLS, uma marca de roupas, acessórios e materiais esportivos desenvolvida e direcionada para mulheres jovens.


Em 11 de agosto de 2000, após passar por uma grande reestruturação, a BILLABONG se tornou uma empresa pública, com ações negociadas na Bolsa de Valores. Esta mudança tornou a empresa financeiramente competitiva, podendo colocar em prática um agressivo plano de expansão e conquista de novos mercados. No início de 2001, o grupo comprou a Von Zipper (marca de óculos escuros). Quatro meses depois, foi a vez da Element (fundada em 1992 na Califórnia pelo skatista Johnny Schillereff) se tornar parte do grupo. Com o sucesso destas aquisições, a BILLABONG ganhou ainda mais força e adquiriu nos anos seguintes a Honolua Surf Company, a Kustom (calçados) e a Palmers Surf. Com essas aquisições, a BILLABONG, além de expandir significativamente sua linha de produtos, que incluía roupas de mergulho, relógios, óculos, roupas para snowboard e vestuário de skateboarding, fez seu faturamento ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão.


Além dos planos de expansão comercial, a empresa manteve fortes estratégias de marketing, não deixando de patrocinar eventos e competições junto a seu público-alvo. A mais importante competição patrocinada pela marca é o BILLABONG PRO (etapas do Circuito Mundial de Surfe). Entre outros eventos, a marca promove também o Billabong XXL, conhecido como o “Oscar da ondas grandes”. Manteve também estratégias de diversificação de produtos e mercados. Na Austrália, Estados Unidos e, em 2007, no Brasil, inaugurou suas primeiras lojas próprias. A decoração das lojas brasileiras foi criada no melhor estilo contemporâneo: muita madeira de demolição, ferro e concreto aparente dão um ar moderno ao local. Tudo isso, misturado às plantas tropicais, trazem o estilo praia para suas lojas. Os materiais são naturais, com misturas de tons e cores terrosas, mesclando o padrão de qualidade da marca e as customizações brasileiras.


Com apetite voraz para novos negócios, a BILLABONG recentemente adquiriu as marcas Sector 9, líder de mercado em design e produção de skates longboards nos Estados Unidos; e a havaiana Xcel, líder no segmento de roupas de neoprene. Mas toda essa agressividade teve um alto preço. Nos últimos anos a BILLABONG vem amargando prejuízos, queda de faturamento e pesadas dívidas. Para conter a crise, a empresa demitiu funcionários, fechou lojas e passou por uma reestruturação. A tradicional marca já patrocinou ou patrocina grandes nomes do surfe como o lendário Andy Irons (três vezes campeão mundial, que morreu em 2010), Taj Burrows, Joel Parkinson (Parko) e Mark Occhilupo (campeão mundial em 1999). Apesar da BILLABONG ser uma marca que nasceu pelas mãos de surfistas fazendo roupas para surfistas, acabou ultrapassando as fronteiras das praias e caindo no gosto da galera mais jovem. Ainda que continue sendo referência na moda praia, a marca é também referência de tribos urbanas.


Ícones do surfe 
A BILLABONG ficou conhecida no mundo inteiro pelos seus boardshorts, as tradicionais bermudas de surfe. Com o tempo, o principal produto da marca se tornou seu maior ícone, fazendo sucesso dentro e fora d’água. Recentemente a empresa apresentou a exposição “The Trunk Series”, que tinha tem como objetivo resgatar a história da BILLABONG, uma das percussoras do boardshort no segmento surfwear e apresentar as evoluções que a peça sofreu em décadas de uso e estudo, tudo isso alinhando com o lifestyle que o surfe proporciona. A exposição mostrava os tecidos recortados que dão origem ao boardshort, a evolução dos logotipos que estão presentes na peça, chegando aos painéis que mostravam as bermudas criadas para os surfistas, começando por Mark Occhilupo, o famoso Occy e um dos primeiros atletas a ter uma peça assinada, e Luke Egan.


Os boardshorts da marca, desenvolvidos especialmente para a prática do surfe, são, até hoje, experimentados e testados por um time de atletas da BILLABONG em todas as condições climáticas e de resistência no mundo inteiro, caracterizando um produto para surfista feito por surfista, atleta que precisa de uma peça que atenda as necessidades de sua atividade física. Após anos de pesquisa e desenvolvimento, a marca criou duas linhas específicas de boardshorts, Platinum X e Core, que norteiam toda a coleção da marca. A linha Platinum X apresenta tecido leve e resistente à água que se combina com a quantidade certa de elasticidade, proporcionando o perfeito equilíbrio entre inovação técnica, ecológica e estilo. Cada boardshort BILLABONG apresenta menos costuras, o que significa mais elasticidade e menos peso, tudo para proporcionar mais liberdade aos movimentos e possibilitar ao surfista menos preocupação com a roupa. Atualmente a coleção de boardshorts da marca é composta por mais de 60 modelos, incluindo uma coleção sustentável produzida com matéria-prima como a fibra de garrafa PET.


A evolução visual 
Apesar da identidade visual da marca ter passado por algumas modificações ao longo dos anos, a tradicional onda estilizada permanece como principal elemento de reconhecimento da BILLABONG.


Os slogans 
Life’s is better in board shorts. (2011) 
Evolution of an icon. (2008) 
Only a surfer knows the feeling.


Dados corporativos 
● Origem: Austrália 
● Fundação: 1973 
● Fundador: Gordon Smith Merchan e Rena Merchant 
● Sede mundial: Burleigh Heads, Austrália 
● Proprietário da marca: Billabong International Limited 
● Capital aberto: Sim (2000) 
● Chairman: Ian Pollard 
● CEO: Neil Fiske 
● Faturamento: US$ 770 milhões (2015/2016) 
● Lucro: US$ 3.7 milhões (2015/2016) 
● Valor de mercado: US$ 203 milhões (maio/2016) 
● Lojas: 250 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 5.000 
● Segmento: Materiais esportivos 
● Principais produtos: Roupas e acessórios de surfe e skate 
● Concorrentes diretos: Rip Curl, Hurley, Rusty, Quiksilver, Reef, Roxy, Vans, Ecko Unltd. e O’Neill 
● Ícones: A onda de seu logotipo 
● Slogan: Life’s is better in board shorts. 
● Website: br.billabong.com

A marca no mundo 
Os produtos da BILLABONG são comercializados e licenciados em mais de 100 países ao redor do mundo através de aproximadamente 10.000 pontos de venda. Além disso, a marca detém mais de 250 lojas próprias, espalhadas por cidades como Nova York, Sidney, Tóquio, Honolulu, Londres, Los Angeles, Barcelona, São Paulo e Rio de Janeiro, contando com uma linha de 2.200 produtos, que incluem bermudas, camisetas, camisas, calças, moletons e óculos escuros que valorizam o estilo de vida australiano. A maior parte de seu faturamento anual (US$ 770 milhões) vem das operações na Austrália, América do Norte, Japão, Europa, Nova Zelândia, África do Sul e Brasil. 


Você sabia? 
A BILLABONG começou em uma praia que é considerada o berço mundial do surf, Burleigh Heads, fazendo com que a marca conquistasse identidade e essência, trazendo seu estilo para as pessoas que tornaram-se fãs da grife australiana. 
A empresa é detentora mundial das seguintes marcas: Billabong, Billabong Girls, Von Zipper, Element, RVCA, Kustom, Palmers Surf, Honolua Surf, Xcel, Sector 9, entre outras. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 


Última atualização em 23/5/2016