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24.5.12

AOC


A marca AOC utiliza a mais avançada tecnologia de imagem e som para oferecer uma linha completa de televisões e monitores que atendam às diferentes necessidades de cada cliente, sempre privilegiando proporcionar a melhor experiência, amigável e confortável, quer seja ao assistir um filme, jogar games, trabalhar ou navegar na internet. 

A história 
Tudo começou no ano de 1934 na cidade de Chicago, estado americano de Illinois, quando o jovem Ross David Siragusa fundou a Continental Radio and Television Corporation e com menos de US$ 9 mil e uma garagem servindo de escritório, começou a vender pequenos rádios por encomenda para consumidores e lojas. O empreendimento se tornou um sucesso e, em 1936, chegou a atingir US$ 2 milhões em faturamento com vendas de rádios, tanto para o público consumidor quanto para empresas privadas. Foi neste momento, que Ross mudou a designação da empresa para Admiral Corporation, nome comprado de uma marca de um cliente. Passou também a vender produtos originais que faziam sucesso no mercado, como por exemplo, um que combinava rádio e fonógrafo no mesmo gabinete de plástico e um rádio que funcionava tanto na tomada quanto por bateria. A jovem empresa supriu o exército americano com produtos e artefatos eletrônicos de comunicação durante a Segunda Guerra Mundial. Logo após o término do conflito, em 1946, inaugurou o primeiro escritório estrangeiro no vizinho Canadá. No ano seguinte, a empresa iniciou a produção de televisores nos Estados Unidos, sendo uma das pioneiras a fabricar aparelhos coloridos (com um modelo diferente do mercado, mais compacto e barato, com tela de 7 polegadas). O sucesso foi tanto, que no ano de 1951 a empresa já atingia a produção de 5 milhões de televisores. No restante da década a empresa oferecia uma completa linha de televisores, e o enorme sucesso nas vendas possibilitou ingressar em outras áreas de produção, como por exemplo, refrigeradores, ar condicionado e desumidificadores.


O ano de 1967 foi marcado por uma grande decisão: a constituição da Admiral Overseas Corporation (que ficaria conhecida pela sigla AOC), uma subsidiária internacional da empresa estabelecida em Taiwan, que rapidamente se tornou a primeira empresa no mundo a fabricar TVs à cores para exportação e virou a maior da região. Em 1978 a empresa oficialmente mudou o nome para AOC INTERNATIONAL. No ano seguinte iniciou a comercialização de produtos, televisores e monitores, com a marca AOC, que seria registrada oficialmente em 1982. Após se desligar completamente da empresa americana, a AOC se tornou um gigante, foi comprada pela TPV (abreviação de Top Victory Electronics) e no ano de 1990 abriu seu capital na Bolsa de Valores. A partir deste momento a AOC deixou de ser uma empresa e passou a ser uma marca.


Até 1997 a AOC instalou escritórios de vendas e iniciou a comercialização de monitores, que atendiam aos mais rigorosos requisitos de qualidade internacional, nos Estados Unidos, China, Europa e Brasil. Nesta época a AOC já se posicionava como uma das maiores produtoras de monitores do mundo. Nos anos seguintes a AOC cresceu assustadoramente, ingressando em importantes mercados mundiais, como por exemplo, Austrália, Índia e México. Além disso, em 2004, a empresa inaugurou fábrica própria no Brasil, localizada na Zona Franca de Manaus. Desde então a marca AOC cresceu em um ritmo impressionante, inaugurando em 2008 mais uma fábrica em Jundiaí, interior de São Paulo, se tornando uma das principais fabricantes de monitores do país. Além disso, em 2009, se tornou a quarta maior fabricante de TVs LCD no mundo.


Nos anos seguintes a marca AOC se preocupou em lançar no mercado produtos de alta tecnologia, que aliam design e eficiência, como por exemplo, monitores e televisores LED (muito mais finos, leves e econômicos); a linha de monitores ECO 7 (design exclusivo, acabamento texturizado, ecológicos, que são inspirados na natureza); a linha de computadores EVO (utilizava o conceito All In One, que integra monitor, CPU e acessórios em um único equipamento, com design moderno e atraente); a linha de TV SMART 3D (LED com tecnologia 3D, que utilizava óculos sem bateria, possui teclas de controle sensíveis ao toque, além de permitir acesso a conteúdos exclusivos na internet); monitores com tela sensível ao toque; e o Tablet BREEZE (oferecia como grande diferencial a tela de 8 polegadas wide LCD, com tecnologia capacitiva multitoque, que possibilita a leitura de um ou mais toques simultaneamente, de forma precisa e suave).


Em 2014, a marca AOC apresentou o primeiro monitor com tecnologia Anti-blue-light (aquela luz azul emitida pela maioria dos eletrônicos que impede que as pessoas tenham um sono tranquilo depois de ver TV ou usar celular muito perto da hora de dormir). A estratégia de mercado mais recente da AOC foi ingressar no segmento de jogos com a criação de uma divisão de monitores especializados (especialmente desenvolvidos para jogadores de games). Com isso, em 2016, a marca apresentou os monitores Hero, Sniper e Speed. O Hero era Full HD de 24 polegadas e diminuía o tearing da imagem; o Sniper tinha o mesmo tamanho, mas com taxa de atualização menor; e o Speed era um pouco menor, com 21.5 polegadas. Nesse sentido, uma das mais recentes novidades da marca é a linha AGON de periféricos gamers. Além de um monitor curvo Full HD com LEDs personalizáveis, apresentou um teclado e um mouse, para quem gosta de jogar com o mais alto nível e com o melhor em design e efeitos de luz. Ainda em 2016, a AOC lançou uma avançada linha de Smart TVs, com os conteúdos mais requisitados pelo consumidor (Netflix, YouTube, Globo Play, entre outros). No ano seguinte, a AOC se tornou líder de vendas no segmento gamer com a maior linha de monitores especificados para este mercado no Brasil.


O pesado investimento em pesquisa e desenvolvimento (mais de 1.600 engenheiros trabalham nesta área para criar e desenvolver novos produtos) se traduz em qualidade, inovação e know-how, fazendo com que a marca AOC seja reconhecida por grandes empresas mundiais de TI e milhões de fãs ao redor do mundo, tanto no segmento de monitores como de TVs. A linha de Smart TVs, monitores gamer e monitores B2B da AOC trazem tecnologia, estilo e qualidade em seus produtos. As Smart TVs possuem design fino e controle remoto com botão Netflix para o acesso rápido. Os monitores gamer elevam o desempenho a níveis épicos, levando muito mais desempenho para os amantes de jogos. Já os monitores B2B, ajudam a equipe de uma empresa a ter muito mais produtividade e conforto no trabalho ou em home-office.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por apenas uma alteração acentuada ao longo dos anos, mas nunca deixou de lado sua forte e marcante personalidade. Atualmente a marca utiliza, em boa parte de sua comunicação, o logotipo na cor preta ou azul.


Os slogans 
Vision at Heart. (2014) 
The Intelligent choice. 
Eyes Value. 
Com AOC é possível. (2017, Brasil) 
Simplificando a Vida. (2013, Brasil)


Dados corporativos 
● Origem: Taiwan 
● Lançamento: 1967 
● Criador: Ross Siragusa 
● Sede mundial: Taipei, Taiwan 
● Proprietário da marca: AOC International 
● Capital aberto: Não (subsidiária da TPV Technology Limited) 
● CEO: Jason Hsuan 
● Faturamento: US$ 6 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Eletrônicos 
● Principais produtos: Monitores e televisões 
● Concorrentes diretos: Samsung, LG, Benq, TCL, Sony, Dell, Sharp, Hisense, Acer e Philips 
● Slogan: Vision at Heart. 
● Website: www.aoc.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente, a marca AOC, que pertence ao Grupo TPV (Top Victory Electronics), uma das maiores fabricantes mundiais de monitores para computadores, comercializa uma completa linha de monitores (modelos LED com touchscreen, alguns widescreen e outros com tela curva, sem contar os gamers) e televisores (como Smart TVs, incluindo modelos com tecnologia 4k), vendidos em mais de 120 países ao redor do mundo. Somente em 2018 a empresa vendeu mais de 46 milhões de monitores e 10 milhões de televisores com a marca AOC. 

Você sabia? 
A reputação da marca no segmento levou a AOC a fornecer os monitores que fizeram parte do cenário do centro de comando no filme Perdido em Marte. 
A TPV é uma das maiores fabricantes mundiais de TVs e monitores LCD, com marca própria AOC e em regime OEM (para grandes marcas globais). Além disso, em 2012, a TPV comprou a divisão de televisores e monitores da Philips, primeiro em uma parceria conjunta com a empresa holandesa e depois em uma aquisição em definitivo. 
Já a marca ADMIRAL pertence à Whirlpool Corporation, sendo comercializada com exclusividade na varejista The Home Depot


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), Sites (Tecmundo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 19/8/2019

27.7.11

ACER


A ACER tem como missão principal partilhar conhecimentos como uma forma de contribuir para a sociedade, empenhando-se ativamente em popularizar a alta tecnologia e promover o uso do computador e notebook na vida cotidiana de milhões de pessoas pelo mundo afora. A marca se diferencia no mercado pelo projeto e realização de produtos para uma utilização intuitiva e simples, além de oferecer alta performance, design com conteúdo e recursos eficientes e inovadores. À medida que olha para o futuro, a ACER se concentra em permitir um mundo em que hardwares, softwares e serviços se fundam entre si para abrir novas possibilidades para consumidores e empresas. 

A história 
Tudo começou no dia 1 de agosto de 1976 quando o chinês Stan Shih, um apaixonado por tecnologia que ajudou na produção da primeira calculadora de mesa de seu país, com a ajuda de sua mulher Carolyn Yeh e alguns amigos investidores (entre os quais George Huang), além de mais onze funcionários e apenas US$ 25 mil de capital, fundou a empresa Multitech em Hsinchu City, na ilha de Taiwan, tendo como objetivo quebrar as barreiras entre as pessoas e a tecnologia. Inicialmente a nova empresa atuava como revendedora de componentes eletrônicos e prestava serviços de consultoria a empresas na utilização da tecnologia de microprocessadores. No início da próxima década a empresa começou a produção de seus próprios computadores, inicialmente com o Micro-Professor I (um dispositivo de baixo custo usado pra ensinar processamento e montagem, sendo mais utilizado em treinamentos) e pouco depois com o Micro-Professor II e III, acusados de serem clones do Apple II, com algumas diferenças pra operar melhor no mercado chinês. A partir de 1983, a empresa se tornou uma fabricante de PCs que na verdade eram clones de baixo custo dos modelos da IBM.


Em 1987, a empresa tornou-se oficialmente conhecida como ACER, marcando o início dos esforços para a criação de uma marca forte mundialmente. Vale ressaltar, que a ACER se tornou a primeira empresa taiwanesa a fabricar memórias DRAM, além de ser pioneira em chips. Em setembro de 1990 a empresa adquiriu a Altos Computer Systems, uma das maiores fabricantes de multifuncionais e sistemas de rede UNIX para mercados comerciais. A partir de 1996 a marca se expandiu para o segmento de produtos eletrônicos com o lançamento de videodisc players, projetores, telefones celulares, entre outros. Em fevereiro de 1997 ocorreu mais uma importante aquisição: a compra da divisão de notebooks da americana Texas Instruments®, incluindo as premiadas séries TravelMate e Extensa, fazendo da ACER a quarta fabricante de notebooks do mercado americano. Já em 1998, ela forneceu o primeiro sistema de TI e gerenciamento para um evento esportivo internacional, na décima terceira edição dos Jogos Asiáticos em Bangkok, na Tailândia. Pouco depois, em 1999, a ACER apresentou a linha de computadores Aspire, que seria um estrondoso sucesso de vendas. Durante esta década a ACER cresceu extensivamente e expandiu a sua presença estratégica e geográfica para se tornar um dos maiores fabricantes de computadores do mundo.


A prioridade foi colocada no fornecimento de tecnologia mais moderna e acessível para beneficiar os consumidores de todo mundo. Junto com a chegada do novo milênio a ACER evoluiu de uma potência em fabricação para uma marca de computadores reconhecida mundialmente, fornecendo produtos e serviços de alta qualidade. Até esta época a ACER tinha uma divisão que fabricava e criava produtos pra outras empresas, pra serem lançados com outros nomes. Só que isso podia causar conflito com os produtos da própria ACER, que separou essa divisão terceirizada. A opção de apoiar a comercialização das suas próprias linhas de produto com atividades de marketing específicas e utilizando do melhor modo possível os canais de distribuição, permitiram que a ACER obtivesse excelentes resultados em todo o mundo. Em 2005, a ACER alcançou um feito louvável: ocupou o primeiro lugar em venda de notebooks em treze países da Europa, entre os quais Itália, Espanha, Áustria, Holanda, Suíça, República Checa, Rússia, Portugal, Bélgica, Dinamarca, Polônia, Hungria e Eslováquia.


O ano de 2007 foi marcante, especialmente pela aquisição da Gateway, então a quarta maior fabricante de computadores dos Estados Unidos, por US$ 710 milhões. Junto com essa aquisição, a empresa também passou a ser proprietária da marca de computadores eMachines (descontinuada alguns anos depois). Ao final deste ano, a empresa já figurava como terceira maior fabricante de computadores do mundo. No ano seguinte, ao adquirir 75% da tradicional Packard Bell e a E-TEN Information Systems, fabricante de celulares e smartphones, por aproximadamente US$ 290 milhões, a ACER deu mais um importante passo para se tornar um gigante no segmento. Com essas importantes aquisições a ACER procurou fortalecer ainda mais o alcance global da sua marca com uma nova estratégia multimarca e com sólidas parcerias. Em 2008, a marca ingressou em um segmento lucrativo com o lançamento da linha de computadores para jogos Acer Aspire Predator, mais tarde renomeada como ACER PREDATOR, que apostava no visual bem diferente e colorido e com várias opções de configurações. Essa linha cresceu muito e agora engloba também notebooks, monitores, projetores, fones de ouvido e outros acessórios focados em alto desempenho. Além disso, lançou no mercado a linha ACER ASPIRE ONE, com netbooks pequenininhos com foco em serem leves e baratos.


O ano de 2009 foi marcado pelo lançamento da linha de smartphones LIQUID. No ano seguinte a marca lançou no mercado seu primeiro tablet com a linha ICONIA. Já em 2011 lançou tablet ACER ICONIA Tab A500, revestido com um tampa de alumínio escovado e pesando aproximadamente 1.7 quilos, possuía uma tela de 10.1 polegadas, 16 GB de memória, processador Nvidia Tegra Dual-Core, câmera traseira de 5 megapixels e frontal de 2 megapixels, Wi-Fi, saída HDMI e bateria com duração de até 8 horas. Outra grande novidade da marca foi o ACER ICONIA 6120 Dual-Screen, um notebook, ou melhor, um touchbook com duas telas de 14 polegadas sensíveis ao toque. Apesar de não contar com um teclado, como os notebooks convencionais. Ainda em 2011, por US$ 320 milhões, a ACER comprou a iGware Inc., empresa americana focada em computação em nuvem. A operação tinha como objetivo ampliar a infraestrutura de computação em nuvem da empresa, para beneficiar os usuários de seus equipamentos e agregar valor à marca. Pouco depois, em 2012, a empresa anunciou seu serviço de computação em nuvem, o AcerCloud, que utilizava o Acer Always Connect para manter a mídia sempre sincronizada, mesmo quando o aparelho estiver em standby ou hibernando.


Os anos seguintes foram de crescimento acelerado, mas desordenado. A ACER apostou muito em netbooks e perdeu um pouco o rumo em outras categorias, e essas decisões junto com a forte concorrência fez a empresa acumular prejuízos. Com o CEO e o presidente pedindo demissão, o jeito foi chamar a única pessoa que seria capaz de colocar a empresa de volta nos trilhos: o fundador Stan Shih. Nos anos seguintes, a ACER voltou a focar em produtos como PCs. E ainda cresceu bastante no segmento de monitores e projetores, se tornando a terceira maior nesse setor, e até investiu em wearables, como o Liquid Leap (uma pulseira inteligente), em 2014. Além disso, apresentou o ACER BYOC, cuja sigla significa “Build Your Own Cloud” (“Construa Sua Própria Nuvem”), indicando que os usuários do serviço, tanto comuns quanto empresas, podiam construir suas próprias nuvens de maneira relativamente personalizada e atendendo diferentes necessidades. Atualmente esse sistema colabora diretamente com os clientes durante todo o ciclo de vida de cada dispositivo para ativar funcionalidades como a monitorização remota de dispositivos, a cópia de segurança de dados e a recuperação de dados, oferecendo às empresas uma solução econômica e fiável para otimizar a forma como operam os seus negócios. Algumas linhas recentes da marca incluem a Swift de laptops finos a partir de 2016 e os laptops Spin, que tem a dobradiça mais móvel e permitem que o usuário mova a tela em vários ângulos.


Parcerias de sucesso 
Nas últimas décadas a ACER tem sido uma empresa bastante ligada e atuante no segmento esportivo através de inúmeros patrocínios, especificamente no automobilismo, motociclismo e futebol. Esses investimentos foram fundamentais para que a marca se tornasse conhecida globalmente. A partir do ano de 2000 a empresa esteve presente na Fórmula 1, inicialmente com a equipe BAR-Honda e a partir de 2006 como um dos principais patrocinadores da escuderia Ferrari. A parceria com a escuderia resultou em uma moderna linha de produtos licenciados (incluindo 9 laptops, três monitores LCD e dois smartphones), como o notebook Acer Ferrari One, com pintura vermelha reluzente e o tradicional cavalo da marca italiana que denota velocidade, introduzido no mercado em 2009. A marca está presente também na MotoGP. No futebol sua ligação começou em 2003, como patrocinadora oficial de tecnologia da Internazionale de Milão.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas modificações ao longo dos anos. Em 1987, quando a empresa mudou seu nome para ACER foi apresentado um novo logotipo com predominância da cor roxa. Em 2001 a marca apresentou uma nova tipografia de letra, com acentuado destaque para o “E”, e adotou uma cor verde-escura. Em 2011 a ACER modificou novamente sua identidade visual. Seu novo logotipo ganhou um tom de verde mais claro e uma nova tipografia de letra. Com essas modificações a marca apostava em uma imagem mais agradável ao olhar, com um aspecto mais moderno e atual.


Os slogans 
Explore beyond limits. (2012) 
Empowering People. (2002) 
Acer. We hear you. (2000) 
A fresh perspective. (1996) 
Everything you aspire to. (1995) 
Fresh ideas. New ways of thinking. (1995) 
The industry source means value. (1995)


Dados corporativos 
● Origem: Taiwan 
● Fundação: 1 de agosto de 1976 
● Fundador: Stan Shih, Carolyn Yeh e George Huang 
● Sede mundial: Xizhi, New Taipei City, Taiwan 
● Proprietário da marca: Acer Inc. 
● Capital aberto: Sim (1988) 
● Chairman: George Huang 
● CEO: Jason Chen 
● Faturamento: US$ 7.91 bilhões (2018) 
● Lucro: US$ 120 milhões (2018) 
● Valor de mercado: US$ 1.63 bilhões (setembro/2019) 
● Presença global: 160 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 7.500 
● Segmento: Tecnologia da informação e eletrônicos 
● Principais produtos: Computadores, notebooks, monitores e tablets 
● Concorrentes diretos: HP, Dell, Lenovo, AOC, Samsung, LG, Microsoft, Toshiba, Asus, Apple e Vaio 
● Slogan: Explore beyond limits. 

A marca no mundo 
Atualmente a ACER é a quinta maior fabricante de computadores pessoais do mundo, oferecendo uma completa e avançada linha de computadores de mesa (desktops), notebooks, monitores, tablets e projetores em mais de 160 países ao redor do mundo, com seus produtos presentes em mais de 100 mil varejistas. A empresa comercializa seus produtos sob três marcas diferentes: ACER, Gateway e Packard Bell, cada uma com enfoque específico. Atualmente, desde tecnologias orientadas a serviços até a chamada “Internet das Coisas” e jogos e realidade virtual, os mais de 7.000 funcionários da ACER se dedicam à pesquisa, design, marketing, venda e suporte de produtos e soluções que quebram barreiras entre milhões de pessoas e tecnologia. 

Você sabia? 
A ACER orgulhou-se de ser parceira mundial do Comitê Olímpico Internacional, incluindo os Jogos Olímpicos de Londres 2012, para onde levou aproximadamente 13.500 desktops, 2.900 notebooks, 950 servidores e sistemas de armazenamento, 13.000 monitores e uma grande quantidade de tablets. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites de tecnologia (TecMundo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 6/9/2019

22.6.10

HTC


Se você nunca ouviu falar da marca HTC, então saiba que ela já foi considerada uma das mais inovadoras do planeta. Telefones móveis inteligentes e eficientes que ampliam continuamente os limites da inovação para oferecer mobilidade e total liberdade para qualquer usuário é o princípio básico no sucesso da HTC, que já foi apontada por analistas como a única que talvez tivesse capacidade para incomodar, nem que seja um pouco, a soberania da Apple nesse segmento. Hoje, apesar de ajudar a construir a indústria dos smartphones, a HTC perdeu força e luta para sobreviver no mercado. 

A história 
Tudo começou no final dos anos de 1990 quando Cher Mi Wang, filha de um dos homens mais ricos e poderosos de Taiwan, resolveu que ao invés de levar uma vida luxuosa e acomodada, utilizaria o dinheiro da família para criar um negócio que rendesse ainda mais dividendos. Juntamente com Peter Chou, ela fundou no dia 15 de maio de 1997 a empresa HIGH TECH COMPUTER CORPORATION, na época nada mais que um pequeno escritório sem janelas, para fabricar inicialmente laptops. O primeiro produto foi o Kangaroo, um dos poucos assistentes pessoais digitais sem fio da época, que estreou o Windows CE, uma versão compacta do sistema da Microsoft. Poucos depois, a fundadora da empresa precisou fazer uma escolha difícil: concentrar as atividades em laptops ou transferir o foco aos aparelhos eletrônicos de mão, um segmento de mercado que começava a parecer extremamente promissor. Foi então que Wang defendeu a ideia de que a empresa priorizasse a produção de celulares inteligentes, tendo como objetivo trazer o poder da computação para a palma da mão. Foi uma escolha pra lá de inteligente. A empresa imaginou um mundo onde não era preciso mais ficar na dependência do computador. Antes mesmo da palavra “smartphone” existir, a HTC já desenvolvia alguns dos primeiros aparelhos wireless handheld, os precursores dos atuais smarthphones. A HTC passou um bom tempo trabalhando através do esquema ODM (Original Design Manufacturer), onde desenvolvia e fabricava os seus produtos, mas os vendia sob as marcas de outras empresas, entre elas, Dell, HP e Sharp.


Ao longo dos anos, a empresa também fechou parcerias com grandes operadores de telecomunicações americanas, europeias e asiáticas, fabricando linhas de produtos que ficaram populares nos países em que eram comercializados, como por exemplo, o Orange SPV e o T-Mobile MDA. Também passou a comercializar produtos através de sua subsidiária Qtek. A HTC também foi pioneira neste segmento, com o desenvolvimento da tecnologia touch screen (tela sensível ao toque) que culminou com o lançamento de um dos primeiros modelos de smarthphone que utilizava esse recurso. Além disso, a marca foi responsável pela criação do primeiro telefone celular inteligente com tela sensível ao toque colorida, em 1999. Talvez tenha sido isso que fez com que a HTC fosse escolhida pela Microsoft para ser a primeira fabricante de hardware para sua plataforma para dispositivos móveis Windows Mobile (baseado no Windows CE). O primeiro aparelho que utilizava o sistema operacional da Microsoft foi introduzido no mercado em 2000. Pouco depois, em 2004, foi lançado o HTC Blue Angel, primeiro celular da marca com teclado físico deslizável. A partir deste momento, o crescimento da HTC foi simplesmente espantoso. Somente em 2005, a empresa alcançou faturamento superior a US$ 2.2 bilhões.


E as novidades não pararam por aí: ainda em 2005 introduziu no mercado o primeiro celular a utilizar a plataforma Microsoft Windows Mobile 5.0, sendo o primeiro com um sistema da Microsoft a contar com conexão 3G. A consequência deste enorme sucesso não poderia ter sido outra: a partir de junho de 2006, ano em que adicionou a tecnologia GPS aos celulares, o nome HTC (uma abreviatura do nome original da empresa) passou a ser utilizado como marca e conhecido entre os usuários de dispositivos móveis, tendo inclusive excelente aprovação entre os mais exigentes consumidores. A marca passou a ser sinônimo de qualidade para smartphones e certamente contribuiu para popularizar o Windows Mobile. Um dos primeiros produtos que carregaram a marca era o HTC ADVANTAGE, um potente telefone celular inteligente equipado com uma tela de cinco polegadas e teclado Qwerty destacável. Este lançamento foi seguido pela introdução do HTC SHIFT, equipado com Windows Vista, tela sensível ao toque de 7 polegadas e disco rígido de 40 Gb.


No fim de 2007 a HTC desembarcou oficialmente no Brasil (mercado do qual saiu em 2012), com nada menos que 9 opções de modelos de celulares inteligentes para os usuários. Dentre eles estava o HTC TOUCH, que se converteu em um sucesso de vendas. Lançado na mesma época que o iPhone, esse modelo pequeno e leve, adicionou, pela primeira vez, uma interface sobre o Windows Mobile que permitia operar o aparelho usando os dedos e gestos. O inovador modelo estava equipado com a tecnologia TouchFLO™, que permitia ao usuário uma navegação mais intuitiva. Essa tecnologia se mostrou tão popular que a HTC lançou outros modelos com os mesmos recursos nos anos seguintes.


Reconhecida pelo design inovador de seus aparelhos, a HTC foi uma das primeiras a adotar o sistema operacional Android do Google. Isto aconteceu no dia 22 de outubro de 2008 com o início das vendas do T-Mobile G1 (concebido originalmente como HTC DREAM). Em 2009 a empresa revelou ao mundo o HTC SENSE, com uma interface gráfica considerada uma das melhores para os sistemas operacionais Android e Windows Mobile, proporcionando ao usuário a experiência de estar no centro de tudo. A partir de 2010 a HTC iniciou uma trajetória de crescimento impressionante, principalmente após anunciar a entrada no mercado chinês com aparelhos que iriam carregar sua própria marca. E a busca por alta tecnologia e inovação não parou mais: em junho de 2010 lançou seu primeiro smartphone 4G e, em 2011, seu primeiro tablet (batizado de HTC FLYER, possuía design moderno e todo em alumínio, além de introduzir novos serviços desenvolvidos pela empresa e suas parceiras, entre os quais o HTC Scribe Technology, tecnologia que prometia revolucionar a escrita no tablet, o HTC Watch, um serviço de download de vídeos, e o Onlive, um serviço que proporcionaria ao usuário uma nova experiência em games online). O resultado de tanta inovação e crescimento pode ser comprovado em 2011, quando a HTC ultrapassou a então decadente Nokia e se tornou a terceira maior fabricante de smartphone do mundo. Porém, foi neste momento que começaram os problemas, principalmente devido à forte concorrência no setor. Ainda este ano a marca apresentou seus primeiros aparelhos fabricados em parceria com a Beats, que apresentavam customizações no áudio para uma experiência de imersão sem precedentes.


As grandes apostas da empresa nos anos seguintes para reverter à queda em suas venda foram a linha HTC ONE, que incluía os modelos ONE S (extremamente fino, atraente por fora e por dentro, que utiliza tecnologia de ponta), ONE V (apresentava um design curvo exclusivo que o torna mais fácil de segurar) e ONE X (o mais avançado smartphone da marca). O ONE X era justamente a “vedete” da marca, apresentado com enorme pompa em 2012, durante a realização da mais importante feira de telecomunicações do planeta. O poderoso aparelho possuía tela de 4.7 polegadas, visor com resolução HD e tecnologia Super-LCD, câmera de 8 megapixels com flash LED de 5 níveis de brilho e filmagem em Full HD, 1 GB de memória RAM, 32 GB de armazenamento interno e utilizava o sistema Android 4.0. O resultado de tanta tecnologia confinada em um pequeno espaço era uma navegação extremamente rápida, qualidade de imagem inquestionável e jogos com gráficos fantásticos graças ao poderoso processador de núcleo quádruplo. Já em 2013, foi apresentado o HTC One M7, primeiro com corpo metálico e que ganhou vários prêmios de melhor smartphone do ano. Ainda neste ano, a marca investiu pesado em publicidade e lançou uma campanha com Robert Downey Jr.


Apesar do enorme crescimento, a HTC enfrentou nos últimos anos uma crise nos Estados Unidos, justamente seu maior mercado, sofrendo uma queda de 30% em suas vendas de smartphones. Vale à pena ressaltar que um dos motivos que desencadearam essa crise na empresa, foi justamente suas derrotas para a Apple nos tribunais, resultantes de disputas de patentes. Além disso, a HTC perdeu muito mercado, algo causado principalmente pelo advento de gigantes asiáticas como Samsung, Huawei, LG, Lenovo (com a marca Motorola) e Xiaomi. Apesar disso, a empresa continuou lançando diversos dispositivos extremamente bem vistos pela crítica, como o One M8 e o Desire Eye, ambos com diferenciais bem interessantes. Em 2016, para enfrentar a enorme queda de faturamento devido a forte concorrência no setor, a HTC lançou o VIVE, óculos de realidade virtual fabricado em parceria com a Valve, produtora de jogos como “Half-Life” e “Left 4 Dead”. Ele é o mais caro entre os dispositivos desse setor, mas é considerado também o mais completo e poderoso, com sensores precisos e um ótimo controle. Apesar do preço os óculos de realidade virtual venderam 140 mil unidades em apenas seis meses.


Apesar da enorme crise por qual passa, a HTC está constantemente ampliando sua linha de produtos, introduzindo celulares inteligentes capazes de suportarem aplicações específicas, que respondam às diferentes exigências do mercado e das empresas com quem colabora. Como por exemplo, os modelos U11 e U11 Ultra (lançados em 2017), que se destacam pela tecnologia edge sense, em que você “espreme” as laterais do celular para ativar certos comandos. A câmera também continua como um dos destaques. E essa crise pode ter chegado ao fim em setembro de 2017, quando a Alphabet Inc. (dona do Google) anunciou a aquisição de parte da equipe de desenvolvimento de celulares e do licenciamento de propriedade intelectual da HTC por US$ 1.1 bilhões (a empresa taiwanesa é responsável por fabricar o Pixel, smartphone do Google). Vale ressaltar que o Google e taiwanesa HTC já trabalharam juntos no desenvolvido do tablet Nexus 9, lançado em 2014. Para a HTC, o acordo vai permitir que a empresa foque em uma área bastante promissora: realidade virtual.


Campanhas que fizeram histórias 
No final de 2009 a HTC lançou sua primeira campanha de marketing global. A milionária campanha, batizada de YOU, abordava o setor de mobilidade com inovação, representando a concentração e o foco da HTC em cada cliente. Ou seja, era totalmente voltada para o relacionamento com os clientes a partir do conceito de diversidade e respeito pelas pessoas. A campanha da marca, que foi lançada em mais de 20 países ao redor do mundo, tinha como lema: “You don’t need to get a phone. You need a phone that gets you” (em tradução livre, “Você não precisa ter um telefone, precisa que o telefone tenha você”), que representava o compromisso da HTC de se concentrar nas pessoas, nas suas necessidades e na forma como trabalham e vivem, para garantir que seus aparelhos se adaptem a elas e suas realidades.


Além disso, a marca divulgou também seu novo slogan, “Quietly Brilliant”, inspirado na cultura da HTC em colocar os clientes sempre em primeiro lugar, derivada de uma longa tradição no desenvolvimento de produtos equipados com tecnologia de ponta e na constante inovação.


A evolução visual 
Apesar de jovem, a HTC já realizou três grandes reformulações visuais em sua marca. A primeira aconteceu em 2006 e foi radical, como mostra a imagem abaixo. Já a última delas, ocorrida no ano de 2009, juntamente com o novo posicionamento da global marca, apresentou um logotipo com a palavra HTC escrita em verde-claro.


Os slogans 
Quietly Brilliant. (2009) 
Smart Mobility. (2006)


Dados corporativos 
● Origem: Taiwan 
● Fundação: 15 de maio de 1997 
● Fundador: Cher Mi Wang e Peter Chou 
● Sede mundial: Xindian District, New Taipei City, Taiwan 
● Proprietário da marca: HTC Corporation 
● Capital aberto: Sim 
● Chairman & CEO: Cher Wang 
● Faturamento: US$ 2.68 bilhões (2016) 
● Lucro: - US$ 500 milhões (2016) 
● Valor de mercado: US$ 1.75 bilhões (março/2018) 
● Presença global: 80 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 10.652 
● Segmento: Eletrônicos e tecnologia 
● Principais produtos: Smartphones, tablets e aparelhos de realidade virtual 
● Concorrentes diretos: Apple, Samsung, LG, Sony, Huawei, Asus, Blackberry, Xiaomi, Oppo e Motorola 
● Slogan: Quietly Brilliant. 
● Website: www.htc.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia a HTC, que já foi uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo, comercializa sua vasta linha de produtos em mais de 80 países. Atualmente a HTC oferece aproximadamente 50 modelos de smathphones, além de tablets e óculos de realidade virtual. Em 2016 a HTC vendeu mais de 28 milhões de aparelhos no mundo inteiro, alcançando faturamento de US$ 2.68 bilhões. 

Você sabia? 
A fundadora da empresa é uma das mais poderosas mulheres do mundo da tecnologia, mesmo que pouca gente tenha ouvido falar dela. 
A HTC é umas das fundadoras da aliança Open Handset Alliance, que visa criar padrões abertos para telefonia móvel. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), blogs (Tec Mundo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 20/3/2018