Mostrando postagens com marcador Massas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Massas. Mostrar todas as postagens

30.5.12

PIRAQUÊ


Quem não traz, entre as memórias da infância, especialmente os cariocas, os lanches com goiabinha ou com os irresistíveis salgadinhos de queijo e presunto da PIRAQUÊ? A marca carioca de biscoitos e massas, que já fazem parte da história de muitos brasileiros há mais de seis décadas, oferece delícias doces e salgadas que são presença constante a qualquer hora do dia. 

A história 
Tudo começou pelas mãos de Celso Colombo em 1950 no bairro de Madureira, zona norte do Rio de Janeiro, que fundou a empresa com a intenção de ingressar no segmento de biscoitos. Apesar de ser engenheiro agrônomo, a família tinha experiência nesse ramo, já que seu pai, o italiano Romeo, havia criado a marca de biscoitos São Luiz, vendida à suíça Nestlé no final dos anos de 1960. A inauguração da fábrica aconteceu somente em 1953, onde 200 empregados iniciaram a produção de biscoitos salgados. A nova fábrica era equipada com o que havia de mais moderno na época: a máquina Vicars, com forno contínuo, quando os equipamentos tradicionais exigiam que o biscoito fosse levado em uma bandeja até os fornos. Pouco depois, em 1957, a empresa diversificou sua linha de produtos com o lançamento das massas, nos formatos espaguete e talharini.


A história da marca PIRAQUÊ começaria a mudar radicalmente no ano de 1966 quando foi criado um dos maiores sucessos da empresa: o roladinho goiabinha. O delicioso produto, pequenos biscoitos recheados de goiaba, se tornaria popular entre gerações, e uma presença constante nas mãos das crianças durante os lanches escolares. Nos anos seguintes a empresa também inovou quando foi a primeira indústria brasileira a adotar o pacote como embalagem em um tempo em que os biscoitos eram vendidos em latas, e os caminhões passavam para recolhê-las. Em 1979 a empresa dobrou sua capacidade produtiva para atender a demanda cada vez mais crescente, especialmente os biscoitos salgados Presuntinho e Queijinho (vulgo “bolinha”), dois ícones da marca carioca. No ano seguinte a empresa diversificou radicalmente sua linha de produtos com o lançamento das margarinas. A década de 1980 foi marcada pelo aumento de sua linha de biscoitos com a introdução de cream crackers, waffers, maizenas e bolachas recheadas.


A partir de 1997 a empresa investiu mais de US$ 40 milhões na modernização de seu parque industrial, fazendo com que a produção de biscoitos e massas passasse a ser totalmente automatizada dois anos depois. Ainda em 1999, a empresa começou a atuar no nordeste e centro-oeste, e a partir do novo milênio focou no mercado paulista, até então com participação inexpressiva em suas vendas. Em 2000, a empresa iniciou a exportação de toda sua qualidade para os Estados Unidos e Japão. Nos anos seguintes a marca apostou em receitas exclusivas como a bolacha de água e sal com gergelim, além de uma nova linha de bolachas de ervas finas. O ano de 2007 foi marcado pelo lançamento de uma linha de macarrões instantâneos (disponível nos sabores galinha caipira, picanha grelhada e legumes), ampliando assim sua participação no segmento de massas. Outro lançamento de sucesso da marca foi a linha de rosquinhas, oferecidas nos sabores chocolate, coco e leite.


A PIRAQUÊ completou 60 anos em setembro de 2010. Quem conheceu a fábrica do Rio de Janeiro nos anos de 1950 não imaginaria que hoje ela tenha mais de 3.500 funcionários, e toda sua produção de biscoitos, massas e salgadinhos controlada por computadores. Dessa forma, não há contato humano na produção, garantindo um alto nível de higiene em todo o processo. Alta tecnologia também no laboratório de controle de qualidade, desde a matéria-prima até o produto final. Tudo isso para garantir que o produto chegue fresquinho a mais de 60.000 pontos de venda só no estado do Rio de Janeiro, que responde por mais de 70% de seu faturamento.


Hoje em dia a PIRAQUÊ não apenas rechaçou as ofertas de compra de multinacionais como se diversificou e incomoda os grandalhões do setor. Embora a empresa venha crescendo em percentual bem maior que a média do mercado, se prepara para implantar uma série de mudanças e modernizações. A primeira delas seria a entrada em novas categorias de produtos que apresentem sinergia com o segmento de biscoitos e massas, como salgadinhos (onde a PIRAQUÊ ingressou em 2013 com o lançamento de uma linha de batatas onduladas com a marca Carioca), refrescos em pó (cuja linha foi introduzida no mercado em 2013, com sabores como laranja, uva, tangerina, limão e maracujá), mistura para bolos, farinha de trigo e achocolatado. Além disso, em 2016, a PIRAQUÊ inaugurou uma nova e moderna fábrica em Queimados, no Rio de Janeiro.


A evolução visual 
Em 2009, o tradicional logotipo da marca, criado pela artista Lygia Pape nos anos de 1960, foi modernizado, ganhando traços mais atuais e um melhor destaque. Apesar do logotipo da marca ser vermelho, quando aplicado nas embalagens adota a cor verde.


Além disso, todas as embalagens de seus produtos foram totalmente reformuladas e ganharam um design moderno e atual. Para muitos foi um “verdadeiro crime” mexer no clássico design criado por Lygia Pape.


Essa reformulação atingiu também seu carro-chefe, o Roladinho Goiabinha.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1950 
● Fundador: Celso Colombo 
● Sede mundial: Rio de Janeiro, Brasil 
● Proprietário da marca: Indústria de Produtos Alimentícios Piraquê S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Celso Colombo Filho 
● Faturamento: R$ 750 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 10 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 4.500 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Biscoitos, massas e salgadinhos 
● Concorrentes diretos: Mabel, Marilan, Nestlé, Triunfo, Adria, Petybon e Aymoré 
● Ícones: O biscoito Goiabinha 
● Website: www.piraque.com.br 

A marca no mundo 
A empresa comercializa sua vasta linha de produtos, que inclui mais de 90 itens entre biscoitos (doces, recheados e salgados), massas e salgadinhos, nos principais estados brasileiros, além de exportar para alguns países da Europa e África, além do Japão e Estados Unidos. Hoje, a PIRAQUÊ é líder absoluta de mercado no Rio de Janeiro com uma fatia de 40% em biscoitos amanteigados e maizena e 25% no segmento das massas. 

Você sabia? 
A PIRAQUÊ sempre manteve um alto controle na qualidade de suas matérias-primas. Por exemplo, o gergelim utilizado em bolachas Cream Cracker é importado da Espanha. Já a goiabinha (um dos produtos mais vendidos pela marca) leva goiabada de verdade, e não polpa, como muitos dos produtos similares. 
“Piraquê” é um termo de origem Tupi que significa “entrada de peixe”, através da junção dos termos pirá (peixe) e iké (entrar). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame, EmbalagemMarca e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 23/3/2016

10.6.11

PETYBON


Do tradicional “espaguete da mamma”, passando pela macarronada de domingo até as receitas mais incrementadas e contemporâneas, o macarrão é um dos pratos preferidos dos brasileiros e a PETYBON é uma das escolhas preferidas de milhões de consumidores que tem prazer em fazer receitas com toques especiais. 

A história 
Sua história teve início em 1937, pelas mãos da tradicional família Matarazzo, de origem ítalo-brasileira e proprietária do Grupo Matarazzo, que resolveu fabricar no Brasil biscoitos e massas compatíveis em termos de qualidade com os produzidos na Itália. Os produtos PETYBON faziam parte do extenso portfólio de marcas do maior conglomerado da época: as Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo. A PETYBON foi conquistando prestígio ao longo de sete décadas dedicadas à produção de biscoitos, que hoje não são mais produzidos, e massas com formatos diferenciados e de alta qualidade. As latas de biscoito PETYBON com decoração natalina, por exemplo, se transformaram em um presente tradicional nos finais de ano. E o espaguete, graças a uma campanha publicitária bem sucedida se tornou um enorme sucesso. Anos depois, em 1979, a Matarazzo se associou com a Hershey, gigante americana do setor de alimentos, para, juntas, criarem uma empresa fabricante de massas, biscoitos, margarinas e achocolatado líquido, que passaram a estampar a marca PETYBON.


Em 1982, a marca decidiu trabalhar de forma mais intensa a sua linha de massas. Foi quando surgiu a campanha publicitária que popularizou o slogan “Petybon, o macarrão da mamma”. Em 1986 a multinacional Bunge adquiriu a marca e criou a empresa Petybon S.A. Desde então, sua trajetória foi marcada por uma série de parcerias e joint-ventures com indústrias internacionais para troca de experiências e tecnologias, como a Mapiant (Itália), a Barilla (Itália) e a BSN (francesa), todas posteriormente desfeitas. Essas associações, no entanto, tornaram-se ingredientes essenciais para a construção da marca, bem como para a introdução de inúmeras novidades no mercado nacional de massas com a chancela PETYBON, como a lasanha pré-cozida, lançada em 1989 e que oferecia praticidade e rapidez no preparo do prato por permitir que o produto seco fosse levado direto ao forno. Em 1990, a PETYBON tomaria a decisão estratégica de concentrar seu foco em massas e biscoitos. Com isso, a linha de achocolatados foi desativada e, no ano seguinte, a linha de margarinas da fábrica de São José dos Campos chegou ao fim.


Nessa época, a PETYBON era a segunda maior fabricante brasileira no segmento de massas, com volume de vendas de US$ 41 milhões e quatro fábricas, localizadas nas cidades de São José dos Campos, Mauá, Goiânia e Joinville. Essa história ganhou ainda mais importância quando a PETYBON, que já era extremamente popular entre as donas-de-casa intensificou suas ações de divulgação com promoções, filme e anúncios publicitários. Uma receita aparentemente simples, mas muito eficaz, que resultou em um incremento de 42% de sua produção de massas. Com isso, em 1992, a PETYBON relançou sua linha de massas, resgatando o tradicional slogan da marca “macarrão da mamma”. Além disso, a marca colocou no mercado a massa caseira. Essa linha procurava atender o consumidor que apreciava uma massa mais artesanal, mais soltinha e que absorvia bem o molho.


Pouco depois, no final de 1998, a marca lançou a linha Grano Duro (embalagem verde) com quatro tipos de massa: spaguetti, fusilli, penne e gnocchetti. Essa linha é elaborada a partir da farinha de trigo durum, que é mais consistente e rica, o que a torna naturalmente al dente. A tecnologia da empresa, aliada à qualidade da matéria-prima, colocou essa nova linha nos mesmos níveis de qualidade e sabor das melhores marcas italianas de macarrão al dente. Com esse lançamento, a PETYBON ocupou a terceira colocação no ranking das maiores fabricantes de massas do país.


Em 2000 a PETYBON investiu US$ 5 milhões no desenvolvimento de novos produtos e no marketing. Isto permitiu que no ano seguinte ocorresse o lançamento de mais três variedades de macarrão para sopas da linha Grano Duro: risoni, conchigliette e capelli d’angelo. Ainda no final desse ano a marca lançou a linha Grano Duro Colori, nos formatos penne e fusilli. Esse lançamento proporcionou mais opções aos consumidores e agregou maior peso à linha Grano Duro que, em dois anos, dobrou sua participação no mercado. A partir de dezembro de 2003, após um acordo com a Bunge, a PETYBON passou a fazer parte do portfólio da empresa J. Macêdo, considerada uma das principais indústrias de alimentos do país e proprietária de marcas como Dona Benta (farinhas, fermentos, misturas para bolos e massas) e Sol (farinhas e misturas para bolos).


Esta mudança foi essencial para que a marca PETYBON passasse a atuar em categorias premium e com formatos diferenciados, atendendo os consumidores que gostam de preparar pratos com toques mais requintados nas refeições. Esse novo posicionamento premium começou a ser trabalhado em 2008 com o lançamento da linha Especialidades (massas para serem recheadas como caneloni, lasanha e conchiglione) e com as mudanças nas embalagens dos produtos. Os lançamentos mais recentes da marca aconteceram em 2013 e incluem os cortes Ninho e Fusilli da linha Integrali, bem como as opções de Lasanha Direto ao Forno, Integral e Verde com espinafre.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Por exemplo, em 2008, quando o logotipo ganhou uma tipografia de letra mais encorpada e moderna, e adotou um fundo na cor verde-escura (antes era vermelha). Mais recentemente, em 2014, esse logotipo foi remodelado reforçando a imagem moderna e sofisticada e posicionamento gourmet de sua linha de produtos.


Os slogans 
Crie um momento gourmet. (2014) 
O gourmet do dia a dia. (2009) 
Prazer em fazer. 
Petybon, o macarrão da mamma. (1982)


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1937 
● Fundador: Família Matarazzo 
● Sede mundial: Fortaleza, Ceará, Brasil 
● Proprietário da marca: J. Macêdo S/A 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Luiz Henrique Lissoni 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Massas 
● Concorrentes diretos: Adria, Renata, Piraquê, Barilla, Santa Amália, Mezzani e Isabela 
● Slogan: Crie um momento gourmet. 
● Website: www.petybon.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente a PETYBON, disponível em todo território nacional, atua nos segmentos de massas com ovos, grano duro, integrais e lasanhas, além de formatos especiais, oferecendo uma linha completa para quem tem prazer em ousar e surpreender na cozinha. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 29/3/2017

17.7.10

DE CECCO


Autêntica e tradicional massa italiana de qualidade superior. Assim pode ser definida a marca DE CECCO, que há mais de um século, produz massas e molhos que deixam qualquer receita com o sabor único da tradicional culinária italiana. E através de um processo cuidadoso de produção é capaz de fabricar massas que parecem feitas em casa pelas típicas mamas italianas. 

A história 
Tudo começou na época antes da unificação da Itália quando na pequena cidade de Fara San Martino aos pés do maciço da Majella na região de Abruzzo, Don Nicola De Cecco iniciou a produção em moinho de pedra da melhor farinha de trigo da região e em pouco tempo a melhor da Itália. Passou seu conhecimento para seu filho, Filippo Giovanni, o que possibilitou a fundação da DE CECCO em 1886 para a produção de uma massa de altíssima qualidade desenvolvida por ele utilizando a excepcional farinha. A DE CECCO se beneficiou de todos os recursos naturais que disponibilizava a região de Abruzzo, conhecida pela excelência de suas massas, para desenvolver um método único de produzir macarrão, através de um trabalho meticuloso, quase artesanal que resultava em uma massa especial, que permitia uma maior absorção dos molhos. Esse método, sempre utilizando o melhor grânulo duro do trigo, utilizava água puríssima que brotava direto da fonte a uma temperatura de 8° C e secagem à baixa temperatura ambiente, superando assim o limite de que a produção dependeria das condições meteorológicas, já que até aquele momento as massas eram secadas ao sol. Como resultado, a DE CECCO produzia massas alimentícias excelentes e inimitáveis.


Não demorou muito para que as massas DE CECCO estivessem presentes em milhões de pratos de famintas famílias italianas. A alta qualidade de suas massas possibilitou que a DE CECCO iniciasse também a exportação de seus produtos. Em 1893 as massas DE CECCO já eram extremamente populares entre os milhões de imigrantes italianos nos Estados Unidos. Somente no ano de 1908 a empresa adotou a imagem de uma típica camponesa de Abruzzo carregando fardos de trigo como marca registrada. Após o fim da Segunda Guerra Mundial a fábrica teve que ser completamente reconstruída em virtude das destruições causadas pelos bombardeios alemães. Apesar das dificuldades, a DE CECCO retomou a produção de suas massas de qualidade.


A alta demanda gerada pelo período pós-guerra levou a empresa a inaugurar em 1950 uma segunda fábrica na cidade de Pescara. Neste período a empresa deu atenção especial ao mercado exterior, exportando seus produtos para muitos outros países. Com o crescimento da empresa e de seu mercado ocorreu também a diversificação dos tipos de massas, como por exemplo, massas longas em forma de ninhos, massas para sopas e feitas com ovos. No início dos anos de 1980 ocorreu a inauguração de uma segunda e moderna fábrica na cidade de Fara San Martino, fazendo com que a capacidade produtiva da DE CECCO dobrasse de tamanho. Em 1985 a empresa italiana iniciou a criação de sua própria rede de venda e distribuição em resposta a sua enorme evolução no mercado.


No ano seguinte a DE CECCO introduziu no mercado sua primeira linha de azeites Extra Virgem. O sucesso na diversificação de sua linha de produtos fez com que a empresa introduzisse, com grande êxito, nos anos seguintes uma completa linha de vinagres, molhos a base de tomate (Siciliano, Arrabiatta, Napolitano, Bolognesa e Pesto), polpa de tomate e até arroz arbório para risotos. Além disso, a DE CECCO lançou no mercado uma linha de massas orgânicas e a linha Gourmet, composta por massas como o Spaghetti Lunghi, Casereccia e Spagnette Abruzzesi. Mais recentemente a marca italiana lançou no mercado uma linha de produtos panificados como bolachas crackers, grissinis e pães.


Outra linha que a marca italiana oferece é a pasta artesanal De Cecco di Filippo, que possui reputação gourmet internacional. A linha é produzida a partir de sêmola de grano duro com granulometria superior, água de fonte própria e é trefilada em formas de bronze que garantem sua textura inconfundível. Além da matéria prima, passa pelos processos de extrusão e desidratação de forma mais lenta que as demais massas de forma a preservar sua cor amarela clara e garantir uma cocção “al dente” de sabor incrível. Sua embalagem não traz somente o visual retrô e artesanal, mas cada pacote é controlado e fechado à mão a moda antiga.


Atualmente, a DE CECCO com 130 anos de história figura entre as marcas mais conhecidas da Itália e está tão presente na cozinha tradicional do país que é percebida como ícone de qualidade e sabor atribuído a comida italiana no mundo inteiro.


As massas 
A DE CECCO é considerada uma especialista em massas, produzindo delícias especiais e de alta qualidade por quatro principais motivos: 
1. Utiliza apenas o grão grosso, único capaz de fazer com que a massa tenha sempre consistência, não quebrando depois do cozimento. 
2. Utiliza água pura, em uma temperatura constante de 8° C, o que é ideal para se fazer uma boa liga com o trigo, resultando em uma ótima amassadura. 
3. Os cortes são feitos com trefilas de bronze (e não de Teflon como em outras fabricantes), o que deixa certa rugosidade na massa, aumentando assim seu sabor e aumentando a aderência do molho. 
4. A secagem é lenta, a uma temperatura muito semelhante ao ambiente, o que prolonga o tempo de duração da massa.


A evolução visual 
O principal símbolo da marca italiana, adotado oficialmente a partir de 1908, é uma típica camponesa da região de Abruzzo carregando fardos de trigo.


Ao longo dos anos o tradicional logotipo passou por algumas alterações. A camponesa ganhou um visual mais colorido e definido.


Os slogans 
Di De Cecco ce n’è una sola. 
There’s only one De Cecco. 
The one and only. (2008) 
Some pasta just tastes better! (2006)


Dados corporativos 
● Origem: Itália 
● Fundação: 1886 
● Fundador: Filippo Giovanni De Cecco 
● Sede mundial: Fara San Martino, Itália 
● Proprietário da marca: F.lli De Cecco di Filippo Fara S. Martino S.p.A. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Filippo Antonio De Cecco 
● Faturamento: €411 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Fábricas: 3 
● Presença global: + 80 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Maiores mercados: Itália e Estados Unidos 
● Funcionários: 1.500 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Massas, molhos, azeites, farinhas e vinagres 
● Concorrentes diretos: Barilla, Divella, Baronia, Delverde, Buitoni, Bertolli e Colavita 
● Ícones: A camponesa com fardos de trigo 
● Slogan: Di De Cecco ce n’è una sola. 
● Website: www.dececco.it 

A marca no mundo 
Atualmente a DE CECCO, segunda maior produtora de massas da Itália atrás apenas da Barilla, e terceira do mundo, comercializa uma completa linha de produtos, que engloba desde farinha, polenta, molhos, vinagres e azeites até as tradicionais massas (são mais de 160 tipos), em mais de 80 países ao redor do mundo. Aproximadamente 50% do faturamento superior a €400 milhões são oriundos das exportações. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 28/1/2016

23.6.10

DONA BENTA


A farinha de trigo DONA BENTA faz parte da vida de milhões de brasileiros. Uma marca passada de geração para geração, que remete ao gostinho caseiro e ao amor de mãe. Além da farinha, a marca produz alimentos que levam amor e carinho à mesa da família brasileira. Uma das marcas mais queridas das donas de casa cultiva e fomenta receitas de carinho entre as brasileiras há mais de três décadas, se tornando sinônimo de comida com gostinho caseiro. 

A história 
A história da marca começou a ser construída na década de 1960 quando a J. Macêdo, empresa fundada na cidade de Fortaleza no ano de 1939 por José Dias Macêdo, expandiu sua área de atuação com a aquisição de quatro moinhos – Moinho Atlântico (Niterói), Moinho Nordeste (Maceió), Moinho Salvador (Salvador), Moinho Fama (Santos) – e seis marcas de farinha de trigo (Fortaleza, Flor do Atlântico, Baisa, Jangada, Famosa, Nena e Fama). Em 1979, a empresa optou por substituir todas essas marcas regionais por uma única que tivesse força nacional e lançou no mercado brasileiro a farinha de trigo DONA BENTA. A nova marca trazia ainda toda uma cultura popular brasileira narrada nas obras de Monteiro Lobato e combinada com as deliciosas receitas impressas no já célebre livro “Dona Benta Comer Bem”. Era uma combinação perfeita para alavancar a nova marca e fortalecer sua identificação com as donas de casa de todo o Brasil.


Rapidamente a marca DONA BENTA captou as necessidades de suas consumidoras e nos anos seguintes construiu uma história de inovação com o constante lançamento de produtos diferenciados. Foi a primeira a comercializar em 1990 a farinha de trigo em embalagem plástica, de forma que as consumidoras pudessem enxergar a pureza do produto ainda no ponto de venda; criou em 1991 o Serviço de Atendimento ao Consumidor, um canal onde as consumidoras poderiam dar sugestões, reclamar e tirar dúvidas; e desenvolveu, em 1993, a primeira farinha de trigo com fermento do mercado, para facilitar a preparação das receitas, uma demanda das consumidoras por praticidade em função da correria da vida moderna.


Até o final da década de 1990, a marca DONA BENTA tinha como principal item de seu portfólio a farinha de trigo. Como a farinha é um produto “comoditizado”, dificilmente conseguiria agregar algum valor pela marca. Foi justamente com esse cenário, que a marca DONA BENTA decidiu estender a sua marca para outros produtos, mas seguindo o posicionamento “O Mundo dos Quitutes do Forno”. Em 1998, deixou de ser somente a farinha de trigo DONA BENTA e passou sua identidade de marca para outros produtos correlacionados no uso das consumidoras com o lançamento de mistura para bolos (bastava acrescentar água e fermento biológico seco e levar ao forno), massas (ovos e sêmola), fermento (biológico e químico em pó) e bolinho de chuva. Com o lançamento de sua linha de misturas para bolos, revolucionou o segmento ao utilizar embalagens plásticas que permaneciam em pé nas prateleiras (stand up pouch), mais econômicas e de mais fácil manuseio para as consumidoras; bem como ao desenvolver uma mistura com a clássica receita de bolinhos de chuva, resgatada dos cadernos de receitas das cozinheiras brasileiras.


Outra novidade pioneira no mercado foi o lançamento, em 2006, da Farinha de Trigo Dona Benta Reserva Especial, extraída do miolo do trigo com uma técnica diferenciada, que a deixa com apenas 0,45% de cinzas (as cinzas são resíduos da farinha, como cascas e partes não-aproveitadas do trigo), para atender aos mais exigentes padrões culinários, garantindo assim maior e melhor qualidade às produções gastronômicas como bolos, tortas, biscoitos e pães. Apesar da marca DONA BENTA ser um dos melhores exemplos nacionais de extensão de marca, ainda assim, não passou incólume pelos fracassos ao lançar, em 2006, uma gelatina diet.


Trinta anos após seu lançamento, DONA BENTA deu origem a uma nova marca: Dona Benta Sítio do Picapau Amarelo, uma linha de 16 novos produtos que traziam na fórmula o exclusivo NutriMais®, uma fonte de micronutrientes (Ferro, vitaminas A, C e D, além das vitaminas do complexo B) que auxiliam no desenvolvimento das crianças, carregando ainda os carismáticos personagens Emília, Narizinho, Pedrinho, Saci e Visconde de Sabugosa. Com essa nova marca, DONA BENTA estreou no segmento de alimentos infantis e em categorias como gelatinas e sobremesas (pudins e Maria-Mole), que combinam perfeitamente com os demais itens de seu portfólio na elaboração de deliciosos lanches e doces. Mas essa linha não fez sucesso e foi retirado do mercado anos mais tarde.


As novidades da marca não pararam por aí. Ainda em 2008, ocorreram os lançamentos das novas misturas para Pão Caseiro e Pão Integral, se tornando a primeira marca da categoria a utilizar trigo 100% integral na sua composição, uma excelente fonte de fibras para o dia à dia; da mistura de Bolo Salgado de Queijo, a primeira mistura para bolo salgado do Brasil; e a mistura para Pão de Queijo. Além disso, a linha de misturas para bolos também trouxe uma versão do produto à base de cereal integral, com trigo 100% integral, aveia, cravo e canela. Em 2009 lançou uma linha de macarrão instantâneo nos deliciosos sabores galinha caipira, carne, galinha, quatro queijos e legumes, com 0% de gordura trans. No ano seguinte lançou a primeira farinha de trigo do Brasil embalada à vácuo por um processo automatizado. A embalagem a vácuo traz benefícios para os varejistas e para as consumidoras no armazenamento do produto e garante a preservação, por mais tempo, da qualidade da farinha de trigo. A empresa levou para as novas embalagens a Farinha de Trigo Reserva Especial e a Farinha de Trigo Integral.


Em 2013, a marca reingressou no segmento da panificação (voltado para estabelecimentos comerciais, como padarias, confeitarias e restaurantes) com a linha DONA BENTA PROFISSIONAL, composta por 30 itens especialmente desenvolvidos para o uso profissional, como farinhas, misturas para bolo, salgados, pizza e pastel. A linha conta, ainda, com fermento e reforçador de farinha. Ainda neste ano a marca lançou a linha de misturas DONA BENTA INSPIRAÇÕES, que oferece receitas inéditas com bolos com textura cremosa e com flocos de morango ou chocolate na massa.


Aprendendo na cozinha 
A cumplicidade existente entre a marca e suas consumidoras transcende a venda de seus produtos. Para nutrir as relações de amor e carinho da família, no ano de 1989, a marca criou a Cozinha Dona Benta, que levava o gostinho da comida caseira para as mesas dos brasileiros. Considerada referência nacional em cursos de culinária para consumidores finais, a Cozinha Dona Benta oferece treinamentos em pontos de venda, divulgação de receitas e elaboração de livros de receitas. É uma poderosa ferramenta de relacionamento tratada com muito carinho pela equipe de culinaristas da empresa e que ostenta números bem expressivos, com a realização de aproximadamente mil cursos por ano para um público estimado em 200 mil consumidoras.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por remodelações ao longo dos tempos. O logotipo original, que tinha ramos de trigo, ganhou em 2008 uma nova tipografia de letra, novas cores e visual mais impactante. Mais recentemente o logotipo ganhou uma borda oval com textura de renda.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1979 
● Criador: J. Macêdo 
● Sede mundial: Fortaleza, Brasil 
● Proprietário da marca: J. Macêdo S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Luiz Henrique Lissoni 
● Faturamento: R$ 400 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Farinhas de trigo, fermentos, misturas para bolos e massas 
● Concorrentes diretos: Sol, Finna, All Day, Fleischmann, Dr. Oetker, Royal, Renata e Adria 
● Ícones: Os livros de receita 
● Slogan: Receita de carinho. 
● Website: www.donabenta.com.br 

A marca no Brasil 
Hoje em dia a marca DONA BENTA, comercializada em todo o território nacional através de 130 mil pontos de venda, atua em cinco segmentos diferentes de mercado (farinhas de trigo domésticas, misturas para bolo, bolinhos de chuva, massas secas e fermentos) possuindo um completo mix composto por mais de 55 produtos. A marca também atual no setor food service com produtos de panificação voltados para estabelecimentos comerciais. 

Você sabia? 
A marca DONA BENTA é líder no mercado brasileiro em vendas nas categorias de farinha de trigo e misturas para bolos. 
A personagem Dona Benta, do Sítio do Picapau Amarelo, foi imortalizada na televisão pela atriz Zilka Sallaberry. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Exame, Isto é Dinheiro e EmbalagemMarca), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 5/11/2015

6.8.09

BORGES


Paixão e conhecimento escrevem a história da marca espanhola BORGES, produtora do mais puro azeite de oliva e azeitonas a mais de 120 anos. A marca, reconhecida como o principal exportador espanhol de azeites de oliva, tem seu nome identificado com azeites e vinagres saudáveis de grande qualidade, reconhecidos também por acrescentar sabor as mais deliciosas receitas dos melhores chefs de cozinha do mundo. Por isso, a marca espanhola atua como embaixadora para o mundo da culinária mediterrânea. 

A história 
A história tem início com a Indústrias Pont, que iniciou suas atividades em Tárrega (região de Lleida na Catalunha, considerada excelente zona de produção de azeitonas típicas do Mediterrâneo) em 1896, quando o casal Antonio Pont Pont e Dolores Creus Casanovas compravam e vendiam azeitonas e amêndoas, produtos típicos das Comarcas de Lérida e Tarragona. Era a semente inicial do que viria a ser conhecido no futuro como GRUPO BORGES. Em 1914 teve início o processo de industrialização da empresa com a instalação de um lagar (prensa para espremer frutos, como azeitonas) de viga de madeira. Pouco depois, o lagar foi modernizado com uma prensa hidráulica. Nos anos seguintes a segunda geração da família assumiu os negócios, aumentando e muito os volumes de comercialização de seus produtos. Nesta altura a empresa ingressou, embora que timidamente, no mercado de fabricação de azeite de oliva.


Em 1939, com a construção de unidades extratoras e refinarias, a empresa passou a vender azeite de oliva a granel. No ano de 1957, teve início a exportação a granel de azeite de oliva, amêndoas e avelãs. Finalmente em 1964, depois da construção de uma moderna fábrica de engarrafamento, surgiu oficialmente no mercado o azeite de oliva com a marca BORGES. Em poucos anos, o azeite BORGES se tornou conhecido pela sua qualidade e sabor extraordinário. Em 1967, a marca expandiu sua linha de produtos com o lançamento dos frutos secos elaborados e embalados com a marca BORGES. Sob o comando da terceira geração da família, em 1978 teve início um forte processo de exportação de azeite de oliva e amêndoas. Além disso, ocorreu o lançamento da primeira campanha publicitária da marca em Barcelona. Também entraram em funcionamento as primeiras explorações agrícolas nacionais de pistaches e nozes. Na década de 1980 a quarta geração da família assumiu o comando da empresa e consolidou nacionalmente a marca BORGES com a conquista da liderança em azeites na Catalunha e de frutos secos na Espanha. Já nos anos de 1990 a BORGES iniciou outro forte e agressivo período de expansão internacional. Nesta altura, o principal produto da empresa, o azeite BORGES, já era conhecido e renomado em todos os continentes.


No decorrer dos anos a BORGES tem se caracterizado sempre pelo lançamento de produtos inovadores. Foi, por exemplo, a primeira marca a “abrir mercados” com seu azeite Extra Virgem, além de criar a categoria de monovarietais, azeites feitos com um só tipo de azeitona. Nesta mesma linha de inovação, a BORGES lançou no mercado o Azeite Extra Virgem Coupage Ferran Adrià. O renomado Chef catalão, ex-proprietário do badalado restaurante El Bulli, selecionou as melhores variedades de azeitonas para criar este azeite de oliva Extra Virgem de qualidade máxima, suave e equilibrado. O produto era apresentado em garrafas plásticas de 1 litro, protegendo o azeite da luz, através de sua cor esverdeada.


Além disso, essa parceria com o renomado chef catalão culminou com a criação de uma fantástica linha de azeites aromatizados composta por dez versões especiais: shoyo com gengibre, quatro pimentas, pimenta malagueta e cardamomo, manjericão fresco, casquinha de limão, pau de canela, baunilha fresca, azeitonas pretas, alho frito e alecrim fresco. Outra novidade é que o AZEITE BORGES é o único que carrega em suas embalagens o selo kasher, exigido pela comunidade judaica, isento de refinamento e vistoriado por um rabino. A linha da marca BORGES ainda possui azeites orgânicos, Reserva de Família (obtido exclusivamente de azeitonas Arbequinas, com aroma frutado com toques de maçã, amêndoas e ervas verdes), 100% Puro (ideal para frituras e refogados), 100% puro com alho e o azeite de girassol (chamado BORGESOL). A linha de vinagres da marca inclui o de vinho branco com estragão, de sidra, de mel puro, de cava, de vinho branco com alho, de agricultura orgânica, de jerez, balsâmico de Módena, de vinho de Rioja e o de framboesa. A marca também lançou recentemente o BORGES SYBARIS, um azeite “top Premium” da categoria, preparado com azeitonas de oliveiras centenárias, colhidas à mão e processadas no mesmo dia da colheita, processo que o torna exclusivo. Outra novidade foi o lançamento de uma linha de molhos vinagretes, feita com azeite e outros ingredientes.


A tradicional fabricante de azeites e vinagres iniciou uma nova fase de expansão do portfólio em meados de 2014, com a oferta de massas de grano duro (farfalle, spaghetti e fusilli). No ano seguinte lançou uma linha de tomates pelados enlatados. Os tomates são processados (retirados da pele) e embalados em até seis horas após a colheita no campo. Os frutos são produzidos na região de Puglia, porção meridional da Itália, e têm certificação internacional de qualidade e de produção. As latas recebem revestimento, sem aditivos, para melhor conservação, e têm sistema de abertura que dispensa abridores. Mais recentemente a marca lançou novas embalagens com o exclusivo dosador Duo®, cujo bocal tem duas aberturas, que permitem dosagens diferentes: mais azeite ou menos azeite.


No Brasil oficialmente desde 2009, a marca BORGES, que é uma das líderes de mercado com 12% de participação, tem investido muito em degustação de seus 20 tipos diferentes de azeites, entre diferentes apresentações e categorias, como o Extravirgem Clássico, o Extra Light, os monovarietais, produzidos a partir de azeitonas Picual, Arbequina e Hojiblanca, e a linha especial de azeites aromáticos, desenvolvida em parceria com Ferran Adrià, além de vinagres especiais e massas. Entre as ações realizadas estão a degustação de azeite com sorvete, que à primeira impressão pode ser duvidosa, mas que a marca garante fazer o maior sucesso. Outra ação bem sucedida é o Borges Cooking Club, um programa de relacionamento do azeite BORGES que envolve workshop de renomados chefs de cozinha que ensinam receitas com o tradicional azeite e ainda distribuem kits do produto que também podem ser adquiridos via sorteio no site. A marca também tem um relacionamento estreito com restaurantes para que eles deem preferência ao seu produto.


A embalagem 
Em 2008 os azeites BORGES ganharam uma nova embalagem após 10 anos com o tradicional formato bojudo. As novas garrafas eram mais finas e com design que facilitava a “pegada”. Criado pela agência espanhola Integrum, a mudança foi feita em toda a linha de azeites e vinagres aromatizados para as garrafas de 250 e 500 ml. Depois de passar por uma pequena remodelação, mais recentemente, em 2015, a marca apresentou o novo design de sua garrafa: novo rótulo e um selo colado próximo à tampa, que comunica o dosador Duo® e destaca a sua funcionalidade.


A evolução visual 
O logotipo original da marca espanhola era simples. Já o logotipo atual tem uma imagem mais relacionada à culinária e estilo de vida Mediterrâneo.


Os slogans 
El delicioso sabor de la vida. 
Sabor Mediterráneo, Sabor Borges. (Espanha) 
Azeites Borges. Encontros que dão sabor à vida. (Brasil) 
Mestres azeiteiros desde 1896.


Dados corporativos 
● Origem: Espanha 
● Fundação: 1896 
● Lançamento (marca): 1964 
● Fundador: Antonio Pont Pont e Dolores Creus Casanovas 
● Sede mundial: Tárrega, Lérida, Espanha 
● Proprietário da marca: Borges Mediterranean Group 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Joseph Pont Amenós 
● Presidente: Ramón Pont Amenós 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 111 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.080 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Azeites de oliva, vinagres, azeitonas e massas 
● Concorrentes diretos: Gallo, Carbonell, Andorinha, Monini, Colavita, De Cecco e Barilla 
● Slogan: El delicioso sabor de la vida. 
● Website: www.borgesbrasil.com.br 

A marca no mundo 
A marca espanhola BORGES, que produz azeites tradicionais e também conta com uma interessante linha de produtos aromatizados, que vão de sabores como baunilha fresca ao alho frito, passando pelo manjericão e corações de alcachofra, além de outros itens da Dieta Mediterrânea, comercializa seus produtos em mais de 110 países ao redor do mundo, sendo líder na venda de azeites de oliva em 30 deles. A empresa dispõe de dez instalações produtivas, seis delas localizadas na Espanha (Tárrega, Reus, Castellón, Almeria, Navarra e Badajoz). Além disso, conta com sete centros de abastecimento e beneficiamento de matérias primas nos Estados Unidos, Tunísia, Marrocos, Chile, Rússia e Jordânia, e ainda quatro subsidiárias na Austrália, Califórnia, França e Rússia, dedicadas à comercialização e distribuição de seus produtos, que ainda incluem uma linha de vinagres especiais, frutos secos (avelãs, amêndoas, nozes, castanhas de caju, pistaches, pinoles e macadâmias), frutas desidratadas (figos, uvas-passa e ameixas) e massas. Aproximadamente 75% das vendas é feita no exterior. 

Você sabia? 
A empresa tem capacidade de produção diária superior a 600.000 litros de azeite. 
Hoje, a empresa é dirigida pelas terceira e quarta gerações Pont, que mantêm laços estreitos com toda a rede envolvida na produção do azeite, incluindo agricultores e moinhos, que representam a base do processo de produção de azeite. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Exame, EmbalagemMarca e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 22/1/2017

22.7.09

BUITONI


A qualidade e prestígio dos produtos BUITONI fazem com que esta seja uma das maiores e mais conhecidas marcas em todo o mundo, quando o assunto é cozinha italiana. Em outras palavras, BUITONI é a experiência única de saborear a Itália à mesa, oferecendo massas, molhos e produtos práticos e saborosos para qualquer ocasião, concebidos com os melhores ingredientes da região da Toscana. 

A história 
Tudo começou no início do século XIX, em Sansepolcro, na linda região da Toscana, no coração de Itália, quando o talento de Giulia Boninsegni Buitoni para produzir massas caseiras acabaria por torná-la em uma das figuras mais notáveis da sua época. Todas as pessoas que experimentavam as massas de Mamma Giulia, como era carinhosamente conhecida, partilhavam da mesma opinião: “são as melhores!”. A fama de suas deliciosas massas caseiras se espalhou de tal forma, que rapidamente Mamma Giulia deixou de ter capacidade para atender a inúmeras, e cada vez maiores, encomendas que recebia todos os dias. Decidida a levar seu negócio familiar em frente, Giulia Buitoni, senhora de um forte espírito empreendedor, juntamente com a ajuda de seu marido, Giovanni Battista, fundou no dia 12 de novembro de 1827, a Giovani & Fratelli Buitoni, primeira fábrica de massas com capacidade para produção em grande escala, um feito que marcaria para sempre a história da culinária e a indústria da alimentação.


As deliciosas massas eram feitas com farinha de trigo de grano duro, que chegavam a viajar mais de 600 quilômetros, pois vinham da região de Puglia, resultando em macarrões mais saboroso, consistentes e duráveis, em uma época em que a refrigeração não existia. Pelas mãos do filho mais velho de Mamma Giulia – Giovanni Buitoni – o negócio atravessou fronteiras, adquirindo elevado prestígio e reconhecimento internacional: a medalha de ouro, na Exposição Internacional de Paris de 1870 e o Diploma de Excelência na Feira Universal de Chicago, foram apenas os primeiros dos muitos prêmios atribuídos as deliciosas massas e comidas da BUITONI ao longo dos anos seguintes. Em 1884 a empresa lançou sua primeira massa sem glúten, idela para crianças e pessoas que sofriam de algumas doenças. Em 1916, a BUITONI já produzia mais de 3.500 toneladas de massas anualmente.


Na década de 1930, a marca ingressou no mercado francês (1934) e mais tarde no americano, especialmente na cidade de Nova York, onde a colônia de italianos era muito grande. Nas décadas seguintes, a marca sabendo das qualidades de adaptações de molhos e massas em refeições mais contemporâneas, introduziu no mercado novos produtos com combinações de sabores deliciosas. Adquirida pela poderosa Nestlé em 1988 por US$ 1.27 bilhões, rapidamente a BUITONI se tornou uma das marcas mais importantes do grupo suíço. Nos anos seguintes os produtos da marca foram introduzidos em muitos países ao redor do mundo. No início do novo milênio, em 2003, a BUITONI ingressou no segmento de refeições preparadas ultra-congeladas com o lançamento de uma completa linha de produtos, incluindo pizzas (cujo segredo está na qualidade e textura da massa e na frescura e sabor natural dos ingredientes), lasanhas, canelonis, paellas e risotos, que apresentava um conjunto de soluções práticas, fáceis e rápidas, com receitas exclusivas e verdadeiramente saborosas capaz de satisfazerem o apetite dos mais exigentes.


A Nestlé apostava assim na qualidade dos ingredientes e em receitas que iam ao encontro do gosto e das necessidades do consumidor, passando a estar presente não somente na despensa, mas também no congelador de milhões de lares pelo mundo afora. Também foram introduzidos outros produtos como uma completa linha de torradas, misturas para bolos e tortas, além de ingredientes para a preparação de massas caseiras. Atualmente todos os produtos da marca são desenvolvidos em um centro de pesquisas, conhecido como Casa Buitoni, uma vila de estilo neoclássico, encravada nas belas montanhas do vale de Valtiberina na região da Toscana, comprada pela empresa na década de 1980. Símbolo do compromisso contínuo com a qualidade, a criatividade e a tradição, a Casa Buitoni é o local onde as receitas italianas mais tradicionais se tornam produtos inovadores, graças ao conhecimento e criatividade de renomados chefs, nutricionistas e especialistas.


A evolução visual 
A identidade visual da marca italiana passou por algumas alterações ao longo dos anos. Há poucos anos atrás a marca BUITONI passou por uma pequena reformulação visual, incluindo logotipo (nome da marca em vermelho e fundo verde) e novas embalagens de produtos, que passaram a adotar a cor verde como predominante.


Os slogans 
Buitoni, c’è più gusto. 
Il Gusto della Vita. 
Keep life fresh. 
The Italian art of food. (2009, Estados Unidos) 
Italians simply love it. (2005, Reino Unido) 
All the freshness of Little Italy. (2003) 
Share the Italian love of food. (1992) 
It’s Italian for good food. (1988) 
How it’s done in Italy. (1982)


Dados corporativos 
● Origem: Itália 
● Fundação: 12 de novembro de 1827 
● Fundador: Giulia e Giovanni Battista Buitoni 
● Sede mundial: Milão, Itália 
● Proprietário da marca: Nestlé S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Paul Bulcke 
● Faturamento: €1.5 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 800 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Massas e molhos 
● Concorrentes diretos: Barilla, Bertolli, Divella, Baronia, Delverde e De Cecco 
● Slogan: Buitoni, c’è più gusto. 
● Website: www.buitoni.com 

A marca no mundo 
Atualmente os produtos BUITONI são comercializados em mais de 50 países espalhados por todo o mundo, conservando toda a qualidade original e permitindo a milhões de consumidores desfrutarem do genuíno sabor italiano, quando, onde e como quiserem. Sua linha de produtos, composta por mais de 45 itens, abrange principalmente molhos, massas e queijos ralado, além de torradas, pizzas e massas folhadas. A marca possui forte presença na Europa (especialmente na Itália, Reino Unido, França e Alemanha) e nos Estados Unidos. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 29/10/2015