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2.3.17

BOEHRINGER INGELHEIM


Há mais de 130 anos, a BOEHRINGER INGELHEIM mantém o compromisso com pesquisa, desenvolvimento, fabricação e comercialização de novos medicamentos com alto valor terapêutico para a saúde humana e animal. Tudo para melhorar a vida de seres humanos e animais. 

A história 
Tudo começou com Albert Boehringer, pioneiro da biotecnologia e oriundo de uma família que atuava no setor químico, que comprou uma pequena fábrica na cidade alemã de Ingelheim am Rhein para iniciar a produção de ácidos em escala industrial. No dia 31 de julho de 1885 ele registrou oficialmente a empresa com o nome de Albert Böhringer, chem. Fabrik vom 1. Aug. 1885 ab. Já no ano seguinte, com apenas 28 empregados produzia sobre tudo os tartaratos, produtos utilizados na fabricação de refrigerantes, fermento para padaria, em tinturaria e farmácia. Em 1893, Albert desenvolveu um processo biotecnológico que permitia o aproveitamento de bactérias para a produção de ácido lático em grande escala e assim tornou-se grande fornecedor desta inovação para as indústrias da época que cada vez mais necessitavam do produto. Com isso, a empresa se tornou uma das pioneiras nos processos biotecnológicos em aplicações industriais.


No ano de 1905, em busca de novos mercados no segmento químico, a empresa desenvolveu um processo econômico para a extração de alcalóides como a morfina, cocaína e codeína. As substâncias eram vendidas às farmácias e à então emergente indústria farmacêutica, sendo exportadas também para outros países. Em 1910, ao completar 25 anos, a C.H. Boehringer Sohn (CHBS) já empregava mais de 155 funcionários. Em pouco tempo, a empresa passou a investir no setor farmacêutico, tendo como missão a inovação em medicamentos que proporcionassem a melhoria da saúde e do bem-estar das pessoas. Isto aconteceu em 1912, quando a empresa fabricou seu primeiro medicamento, o Laudanon®, um analgésico baseado em seis alcalóides de ópio. Em 1917 foi criado o departamento de pesquisas por iniciativa do químico e futuro vencedor do Prêmio Nobel de Química, o Professor Heinrich Wieland, um primo de Albert Boehringer. Este departamento seria responsável por todas as atividades de pesquisa e desenvolvimento no setor de ácidos, alcalóides e farmacêuticos da empresa. Após as primeiras pesquisas, começou a produção do ácido biliar e seus derivados, ainda este ano. Em 1923, uma nova fábrica para produção de alcalóides foi estabelecida em Hamburgo-Moorfleet. A partir de 1925, os elementos básicos das drogas, incluindo cafeína, morfina e codeína, são produzidos nesta unidade.


Em 1933, a empresa se expandiu ao iniciar a produção de ácido cítrico a partir de citrato de cálcio para as indústrias alimentícias, de bebidas e tabaco. Após a morte do fundador, no dia 11 de março de 1939, a empresa passou a ser administrada pelos seus filhos Albert e Ernst Boehringer, e pelo genro Julius Liebrecht. Nos anos seguintes, com o início da Segunda Guerra Mundial a produção de ácidos orgânicos (tartárico, lático e cítrico) foi brevemente interrompida. Todavia, as pesquisas continuaram apesar do conflito. Diversos itens químicos e farmacológicos foram introduzidos nesse período e posteriormente após a finalização dos combates. Além disso, neste período, uma nova fábrica foi construída para a produção em grande escala de cafeína sintética, que entrou em produção no dia 15 de novembro de 1942. Foi somente na final da década de 1940, no período do pós-guerra, que a empresa começou a expandir-se ao redor do mundo, instalando sua primeira subsidiária na cidade de Viena na Áustria. Com isso, em 1953, iniciou suas operações na Espanha e no Brasil, neste último inicialmente por meio de um escritório de importação de medicamentos.


Pouco depois, em 1955, a BOEHRINGER INGELHEIM fundou a divisão de saúde animal, após assumir o programa veterinário da Pfizer, ingressando assim em um novo e promissor segmento de mercado. A década seguinte foi marcada por grandes novidades. Primeiro, em 1961, estabeleceu na cidade de Viena o Institute for Pharmaceutical Research focado em virologia e farmacologia. Além disso, ampliou sua presença mundial com a criação de subsidiárias no México e Reino Unido, ambas em 1962. Já em 1969, uma nova unidade de pesquisa foi estabelecida na cidade de Kawanashi no Japão. A década seguinte começou com a inauguração, em 1971, da subsidiária americana em Ridgefield, estado de Connecticut. Pouco depois, em 1972, um dos produtos de maior importância para a empresa se tornar um gigante no segmento, o ácido lático, teve a produção descontinuada. Em 1978, a veterinária médica ganhou enorme importância dentro da empresa com a criação da subsidiária Boehringer Ingelheim Vetmedica, em substituição ao antigo departamento de medicina veterinária. Em 1985, a BOEHRINGER INGELHEIM comemorou seu centenário, empregando 22.254 pessoas e atingindo vendas de aproximadamente €2.31 bilhões. No ano seguinte, o Centro de biotecnologia de Biberach iniciou a produção. Após um pesado investimento, se tornou a maior fábrica da Europa para a produção de produtos biofarmacêuticos a partir de culturas celulares. Após 1991 a empresa passou por reformulações para atender o novo perfil de mercado que surgia. Como parte das atividades de pesquisa e desenvolvimento, a empresa concentrou-se principalmente nas áreas terapêuticas de doenças cardiovasculares, respiratórias, metabólicas, virais, do sistema nervoso central e oncologia.


Nos últimos anos a BOEHRINGER INGELHEIM passou a investir ainda mais no segmento de saúde animal. Um exemplo disso aconteceu em 2012, quando ocorreu a inauguração do Centro Europeu de Investigação Veterinária na cidade de Hanover, que se dedica exclusivamente a pesquisas de doenças de animais de criação. Depois em 2013, quando a área de saúde animal ingressou no mercado de pequenos animais por meio da comercialização de vacinas da linha Duramune®. Todo esse foco culminou em 2016 com um acordo definitivo para trocar os negócios de saúde animal da Sanofi (conhecida como Merial) pelos medicamentos isentos de prescrição da BOEHRINGER INGELHEIM (que incluem marcas como o antiespasmódico Buscopan®, o multivitamínico Pharmaton® e o laxante Dulcolax®). Combinar as carteiras complementares da Merial (que tem três unidades de negócio principais: animais de estimação, animais de fazenda e saúde pública veterinária) e da Boehringer Ingelheim Animal Health (6ª maior empresa de saúde animal do mundo), além das plataformas de tecnologia para antiparasitas, coloca a nova empresa em uma posição mais competitiva nos segmentos de maior crescimento do setor e agrega mais valor e inovação para os clientes no mundo todo. Como empresa farmacêutica orientada à pesquisa, esse negócio melhora, substancialmente, sua posição no mercado futuro de saúde animal, transformando a BOEHRINGER INGELHEIM, provavelmente, em uma das maiores empresas do mundo neste segmento.


A linha do tempo 
1920 
Lançamento do medicamento cardiovascular Cadechol®
1921 
Lançamento do medicamento Lobelin®, após cientistas da empresa conseguirem isolar o alcalóide puro lobelin da planta Lobelia inflata. 
1927 
Lançamento do medicamento para tosse Codyl®
1931 
Lançamento do Sympatol®, desenvolvido para melhorar a circulação e derivado da adrenalina. 
1941 
Lançamento do Aludrin®, um medicamento inovador para o tratamento da asma. Este agente respiratório abriria mais tarde o caminho para os betabloqueadores. 
1949 
Lançamento do Effortil® (para melhorar a circulação), Vascular® (vasodilatador) e Visadron® (colírio). 
1952 
Lançamento do Buscopan®, um agente espasmolítico de origem vegetal utilizado no tratamento de problemas gastrointestinais. O medicamento se tornou um dos mais populares e consumidos do mundo. 
1959 
Lançamento do Persantin®, utilizado no tratamento de doenças coronarianas. 
1960 
Lançamento do Silomat®, utilizado no tratamento da tosse. 
1961 
Lançamento do Alupent®, medicamento que aumenta a competência terapêutica para doenças respiratórias. 
1963 
Lançamento do Bisolvon®, o primeiro agente secreolítico (mucolítico) resultante da própria pesquisa da empresa. 
1966 
Lançamento do Catapresan®, um medicamento anti-hipertensivo com um novo modo de ação. 
1972 
Lançamento do Berotec®, um medicamento respiratório que se tornou um enorme sucesso. 
1975 
Lançamento do Atrovent®, um medicamento usado no tratamento de doenças crônicas do trato respiratório. 
1977 
Lançamento do Asasantin®, um medicamento utilizado no tratamento de trombose e embolismos. 
1979 
Lançamento do Mucosolvan®, medicamento utilizado no tratamento da bronquite. 
Lançamento do Mexitil®, um medicamento usado no tratamento de arritmia cardíaca. 
1987 
Lançamento do Actilyse®, um marco para a história da empresa. Não somente foi o primeiro medicamento para tratamento trombolítico para ataques cardíacos agudos, mas também o primeiro produto desenvolvido pela divisão biofarmacêutica. 
1989 
Lançamento de Alveofact®, indicado para síndrome de dificuldade respiratória em recém-nascidos. 
1996 
Lançamento do Alna®/Flomax®, medicamento utilizado no tratamento da hiperplasia prostática benigna. 
Lançamento do medicamento anti-reumático Mobic®
1997 
Lançamento do Viramune®, desenvolvido para reduzir o risco de transferência de vírus HIV em mulheres grávidas para seus filhos recém-nascidos. 
Lançamento no Brasil do polivitamínico com Ginseng Pharmaton®
1999 
Lançamento do Micardis®, medicamento utilizado no tratamento da hipertensão. 
2002 
Lançamento do Spiriva®, para o tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). 
2011 
● O Pradaxa® se tornou a primeira droga em 50 anos a obter aprovação para a prevenção do AVC na fibrilhação auricular na Europa. 
2013 
Aprovação do Griotrif®, medicamento com indicação para câncer de pulmão de não pequenas células. 
2014 
Lançamento do Jardiance®, primeiro medicamento da sua classe para diabetes tipo 2. 
Lançamento do Ofev®, primeiro medicamento aprovado no Brasil para Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI). 
2015 
Lançamento do Spiolto Respimat®/Stiolto Respimat®, com indicação para asma.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Em 1893, o primeiro logotipo da empresa foi registrado: as letras CHBS entrelaçadas dentro de uma forma oval com a inscrição C.H. Boehringer Sohn, nome que a empresa havia adotado neste ano. Em 1905, pela primeira vez, o logotipo exibe a imagem do palácio imperial de Charlemagne. No ano de 1924 foi adotado um novo logotipo com o palácio imperial totalmente estilizado. Em 1962 o logotipo passou a conter a palavra Boehringer e adotou a cor azul. A atual identidade visual da empresa foi adotada em 1997.


Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Fundação: 31 de julho de 1885 
● Fundador: Albert Boehringer 
● Sede mundial: Ingelheim am Rhein, Alemanha 
● Proprietário da marca: Boehringer Ingelheim GmbH 
● Capital aberto: Não 
● Chairman & CEO: Hubertus von Baumbach 
● Faturamento: €14.8 bilhões (2015/2016) 
● Lucro: €2.3 bilhões (2015/2016) 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 50.000 
● Segmento: Farmacêutico 
● Principais produtos: Medicamentos e vacinas para saúde humana e animal 
● Concorrentes diretos: Pfizer, Eli Lilly, Bayer, Novartis, Merck, Roche e GlaxoSmithKline 
● Slogan: Value through Innovation. 

A marca no mundo 
Hoje em dia a BOEHRINGER INGELHEIM, uma das 20 principais empresas farmacêuticas do mundo, opera globalmente com 145 afiliadas e mais de 50.000 funcionários, comercializando seus produtos em mais de 120 países. A empresa alemã atua nos segmentos de saúde humana (doenças respiratórias, metabolismo, imunologia, oncologia e doenças do sistema nervoso central) e saúde animal (sob a divisão Boehringer Ingelheim Animal Health, líder mundial em vacinas para porcos e que detém posição relevante nas vacinas para animais de estimação e gado, bem como em especialidades farmacêuticas veterinárias). A empresa possui cinco instalações de pesquisa e desenvolvimento localizadas em Biberach (Alemanha), Ridgefield (Connecticut), Viena, Kobe e Milão, além de 20 plantas de produção em 13 países. Mais de 8.000 funcionários trabalham no setor de pesquisa e desenvolvimento, no qual a empresa investe 20% do faturamento anualmente. 

Você sabia? 
Um dos elementos mais importantes da cultura empresarial da BOEHRINGER INGELHEIM é a responsabilidade social - incluindo o envolvimento em projetos sociais, como o Making more Health (Mais Saúde), em parceria com a ONG Ashoka, que busca modelos inovadores que estão transformando a área da saúde no sentido de melhorar de forma sustentável o bem estar de pessoas, famílias e comunidades. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão e Folha), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 2/3/2017

26.4.16

ACHÉ


Disponibilizar continuamente, com qualidade, criatividade e rentabilidade, produtos inovadores e acessíveis, que promovam a saúde e bem-estar de milhões de consumidores. A forte presença em todo o Brasil, a qualidade dos produtos e a contínua busca por diferenciação tecnológica permitem que o Aché Laboratórios atenda às expectativas dos médicos e, principalmente, as necessidades dos consumidores para uma vida melhor. 

A história 
As origens da empresa têm início em 1965 quando três ex-propagandistas de medicamentos, Antônio Gilberto Depieri, Victor Siaulys e Adalmiro Dellape Baptista, que se conheceram na farmacêutica Squibb, resolveram unir forças para fundar a Prodoctor (que significa “Para o doutor”), empresa especializada na distribuição de produtos farmacêuticos. Os três tinham uma ambição: ter o próprio laboratório farmacêutico. E tudo começou à mudar pouco tempo depois, em 1966, quando eles adquiriram o Laboratório Aché, criado em 1922 na cidade de Ribeirão Preto pelo médico Phillipe Aché, seu cunhado, o advogado João Meira Alves Filho, e o microbiologista e farmacêutico João Palma Travassos, que inicialmente produzia soros hormônicos com sangue de cavalos e éguas. Resolveram então manter a marca Aché (por isso, a empresa considera oficialmente 1966 o ano de sua fundação). Com o sobrenome francês do antigo dono a empresa iria se tornar um dos maiores laboratórios farmacêuticos do Brasil, especialmente copiando os produtos de sucesso dos concorrentes estrangeiros, com os chamados medicamentos similares.


Em 1973 a empresa se mudou para uma nova sede em Guarulhos, São Paulo. Em 1982 a empresa deu um grande salto de crescimento quando licenciou produtos da Parke Davis no Brasil, como por exemplo, a pomada Fibrase, o antiácido Mylanta e o anestésico Catalar. Pouco depois, em 1988, surgiu a Prodome, uma joint-venture em parceria com a alemã Merck Sharp & Dome. A partir de 1997 a empresa investiu valores significativos em tecnologia, embalagens invioláveis, segurança, informatização do sistema produtivo e principalmente em pesquisas científicas baseadas na biodiversidade brasileira. A mudança drástica nas feições do mercado brasileiro com a chegada dos medicamentos genéricos, em 1999, desencadeou uma longa disputa entre os sócios do Aché Laboratórios em torno da escolha de uma nova rota de crescimento. Um impasse que praticamente paralisou a empresa por cinco anos. Em 2003, finalmente com os ânimos apaziguados entre os sócios, ocorreu a aquisição da alemã Asta Médica do Brasil, que ampliou a atuação da empresa para novas classes terapêuticas, como por exemplo, o Dinaton (Ginko biloba) para problemas vasculares e o Kamillosan (camomila) para tratamento de dermatites.


A inovação cada vez mais se tornou um valor do Aché Laboratórios. E isto pode ser provado em 2004, quando a empresa apresentou ao mercado, com absoluto sucesso, o Acheflan, anti-inflamatório de uso tópico à base de Cordia Verbenacea (erva-baleeira, encontrada na Mata Atlântica), fruto de pesquisa radical, 100% desenvolvido no Brasil. Após sete anos de intensas pesquisas, o Acheflan, indicado para traumas, dores musculares e tendinites, seria lançado em 2005. Já a versão aerosol seria introduzida dois anos depois. Ainda este ano o Aché Laboratórios comprou a Biosintética, fundada em 2004 e a terceira maior fabricante de medicamentos genéricos do país na época, o que permitiu o ingresso da empresa no rentável segmento de medicamentos genéricos e fortaleceu a participação em especialidades relevantes como cardiologia respiratória, sistema nervoso central e oncologia. Além disso, a Biosintética já tinha tradição em pesquisas no campo da biotecnologia.


Nos anos seguintes a empresa cresceu em um ritmo alucinante: em 2006 adotou um novo modelo de gestão, por unidade de negócios, com foco nas especialidades de cada segmento; ingressou no segmento de dermatologia em 2007; no ano seguinte acelerou sua internacionalização para onze países através de licenciamentos, o que incluiu o lançamento do Acheflan no mercado americano e canadense; e, em 2009, trouxe para o mercado brasileiro, em parceria com a empresa mexicana Silanes, o Meritor, um medicamento inovador para o tratamento da diabetes. Ainda em 2009, foi lançado o Cuidados pela Vida (CPV), um programa de benefícios presente em mais de duas mil cidades brasileiras que oferece relevante prestação de serviços aos consumidores, por meio de materiais sobre saúde que auxiliam o dia a dia do paciente. O programa conta com produtos dermocosméticos e medicamentos prescritos com as marcas Aché/Biosintética no portfólio, mais de 20 mil pontos de vendas cadastrados e mais de 4 milhões de consumidores em sua plataforma. Já em 2010, adquiriu 50% do laboratório Melcon, especializado na produção de medicamentos hormonais. 2011 foi mais um ano importante para a empresa: primeiro ingressou no segmento de nutracêuticos, em parceria com a inglesa Oxford Pharmascience; e depois lançou a linha própria de dermocosméticos PROFUSE.


No ano de 2012, em parceria com outras indústrias farmacêuticas nacionais, criou a Bionovis, uma empresa especializada em produtos biotecnológicos. Ainda este ano criou a unidade de negócios de dermatologia. Uma das grandes novidades de 2014 foi o equipamento simulador do aparelho respiratório humano, um dos mais modernos da indústria farmacêutica, além de ser único na indústria nacional. O aparelho permite verificar com maior precisão o grau de penetração de medicamentos no pulmão. Com o equipamento, é possível compreender melhor as propriedades físicas e químicas das moléculas que alcançam os níveis mais profundos do pulmão, permitindo que a empresa desenvolva produtos cada vez mais eficazes para o trato respiratório. Mais recentemente, em 2016, a empresa adquiriu a Nortis Farmacêutica, reconhecida no mercado pela produção de antibióticos cefalosporínicos, além de possuir uma linha de medicamentos isentos de prescrição (MIP) e nutracêuticos. A empresa é responsável por aproximadamente 50% do segmento de antibióticos cefalosporínicos no Brasil, com 20 milhões de unidades produzidas anualmente.


O ingresso em novos segmentos, como de biotecnologia, e o avanço em oftalmologia, com produtos que chegarão ao mercado nos próximos anos, além da expansão da Linha Profuse de dermocosméticos, reforçam a condição de empresa vencedora, pela criatividade, e pelo pioneirismo na capacidade de inovar e antecipar-se ao mercado. Até 2020, a empresa lançará mais 184 produtos, sendo 120 nos próximos três anos.


Para comemorar 50 anos de inovação e dedicação a saúde de milhões de brasileiros, a marca apresentou um novo slogan, Mais vida para você, e lançou um logotipo comemorativo, idealizado para ser aplicado em todas as campanhas durante o ano de 2016, visando fortalecer a história de cuidado, saúde e sucesso do Aché. O conceito visual do logotipo comemorativo foi inspirado na microbiologia. A ideia de sobreposição de partículas microscópicas, como as visualizadas pelos cientistas por meio de lentes, permeou a criação do logotipo. As partículas criam uma superfície reticular que deram origem ao desenho. O logotipo mantém a cor magenta da identidade visual da marca, que neste meio século passou a ser associada à inovação, confiança e sustentabilidade.


A linha do tempo 
1967 
Lançamento do COMBIRON (anti-anêmico) 
1968 
Lançamentos do SORINE (descongestionante nasal) e do IODEPOL (antibiótico) 
1970 
Lançamentos do SOMALIUM (tranquilizante) e ENERGISAN (energético injetável à base de vitamina B12), um dos grandes sucessos da empresa até ser retirado do mercado em 1986. 
1980 
Lançamento do TANDRILAX (antiinflamatório, analgésico, miorrelaxante e antitérmica). 
1981 
O SINUTAB, produzido até então pelo Parke-Davis, é adquirido pelo Aché. Este medicamento inova ao associar a ação analgésica e antitérmica à ação anti-histamínica e descongestionante. 
Lançamento do moderador de apetite MODEREX
1983 
Lançamento do DIGEPLUS (digestivo). 
1984 
Lançamento do PONSTAN (antiinflamatório). 
1987 
Lançamento do DECAPEPTYL, com tecnologia de microcápsulas, em parceria com a universidade americana de Tulane, cuja fórmula foi desenvolvida pelo Professor Schally, Prêmio Nobel de Medicina. 
1989 
Lançamento do antiinflamatório BIOFENAC e do antilipêmico LOPID
1993 
Lançamento do FLOGENE (antiinflamatório e analgésico) e TRIAC (hormônio para obesidade e para complemento hormonal em câncer de tireóide). 
Criação do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). 
1995 
Lançamento do NOVAMOX (antibiótico) e GASTRIUM (para o tratamento de úlcera). 
1996 
Inclusão das informações em Braile nas embalagens dos medicamentos. Foi o primeiro laboratório a adotar essa medida. 
Lançamento do NOTUSS (para tratamento de gripes, resfriados e dor de garganta), do CAPEL (xampu anticaspa) e do CANDIZOL (para o tratamento da candidíase vaginal). 
1997 
Lançamento do NOVATREX (antibiótico), BIOFENAC CLR (antiinflamatório), REDUPRESS (para hipertensão), TRACONAL (antifúngico), FEMINA (anticoncepcional) e BIO-SEL (complexo vitamínico). 
1998 
Lançamento do AURAM (antiepilético) e FREENAL (descongestionante nasal). 
1999 
Lançamento do contraceptivo de emergência POSTNOR 2, conhecido como “pílula do dia seguinte”. 
Lançamento do FEMME (polivitamínico). 
2000 
Lançamento do único diclofenaco na forma aerosol, o antiinflamatório BIOFENAC AEROSOL
2003 
Lançamento do SOYFEMME, para o tratamento dos sintomas da menopausa e primeiro fitomedicamento do Aché. 
Lançamento do contraceptivo ALLESTRA
2004 
lançamento do ARTROLIVE, indicado para osteoartrite, osteoartrose ou artrose em todas as suas manifestações. 
2005 
Lançamento do RosaClean, um sabonete líquido para a higiene íntima da mulher. 
2010 
Lançamento do SINTOCALMY, fitomedicamento indicado para o tratamento de ansiedade, leve ou moderada. 
2012 
Lançamento do LIBERAFLUX, primeiro fitomedicamento expectorante da empresa à base de extrato seco de Hedera helix, espécie cultivada em Portugal e na Irlanda. 
2015 
Lançamento do DONILA, um medicamento considerado por especialistas uma novidade para o tratamento da doença de Alzheimer de intensidade moderada e grave no Brasil. 
2016 
Lançamento do BIOFENAC HOT, um adesivo térmico, evolução da bolsa térmica, e ideal para cólicas menstruais, dores musculares e articulares.


Inovação 
O Aché acredita que o caminho mais sustentável para a sua internacionalização passe pela inovação. Com cinco décadas de história, é a sua visão inovadora que faz com que a empresa seja líder em prescrição médica no Brasil, mesmo diante de um mercado extremamente competitivo. Desde 2008, a empresa vem trabalhando na construção da sua marca no exterior. O histórico de parcerias começou em 2007 com a mexicana Silanes. Em 2010, o relacionamento foi ampliado com o lançamento no México do hipertensivo Lotar, com o nome de Bicartial - primeira marca própria do Aché fora do país. Um dos destaques da empresa em termos de inovação radical é o antiinflamatório Acheflan: em março de 2015, a empresa fechou um acordo com a farmacêutica Silanes para lançar o produto no México, nas apresentações aerossol e creme. Em dezembro de 2014, o Aché conquistou parceria para exportá-lo ao Japão e alguns outros acordos também foram estabelecidos na América Latina. O produto vem obtendo patentes em diferentes países e, recentemente, teve a patente concedida em todo continente Europeu.


Anualmente, a empresa investe, em média, 10% da geração de caixa operacional em inovação. As pesquisas e desenvolvimento de novos produtos são divididos em quatro áreas: 
Inovação Radical 
A empresa dedica-se a pesquisas de inovação radical há mais de 10 anos, quando optou, inicialmente, pelos fitomedicamentos. Isto consiste na pesquisa e no desenvolvimento de novos ativos, sejam eles sintéticos, fitomedicamentos, biológicos, nutracêuticos ou dermocosméticos. Essa linha de pesquisa exige alto custo de investimento e longo período de pesquisa. Em novembro de 2015 o Aché apresentou o Centro de Inovação Radical e inaugurou o Laboratório de Design e Síntese Molecular (este último para impulsionar o desenvolvimento de drogas inovadoras para tratamento de vitiligo, ansiedade, úlcera gástrica, hipertensão e depressão, entre outras). 
Inovação Incremental 
Consiste em introduzir no mercado brasileiro ativos já existentes no mundo ou promover melhorias incrementais, como novas associações, formulações, indicações terapêuticas e aplicação de diferentes tecnologias em ativo existentes, trazendo, assim, propostas inovadoras para atender a necessidades de médicos e pacientes. Em novembro de 2015 apresentou seu Centro de Inovação Incremental e firmou parceria com a sueca Ferring Pharmaceuticals para o desenvolvimento de plataformas tecnológicas. 
Biotecnologia 
Setor tratado como prioridade no atual cenário da indústria farmacêutica mundial, a biotecnologia vem oferecendo respostas terapêuticas eficientes em doenças de alta complexidade, que não respondem adequadamente aos medicamentos originários de fabricação sintética. O objetivo do Aché é agregar competências e assegurar a independência tecnológica, gerando mais valor à sociedade e ao negócio. 
Fitomedicamentos 
São os medicamentos de origem vegetal elaborados com extratos padronizados. O fitomedicamento é elaborado por um complexo processo químico que visa concentrar os princípios ativos da planta em um extrato. A padronização química (ou estandardização) garante o teor de princípios ativos para obtenção de uma atividade farmacológica. É importante ressaltar que a padronização do extrato requer tecnologia analítica de ponta. O processo deve garantir que cada comprimido ou cápsula contenha o mesmo perfil químico, o mesmo teor de princípios ativos. Desta forma é possível garantir que o fitomedicamento obedeça aos mesmos três critérios que caracterizam um medicamento sintético: eficácia, qualidade e segurança, critérios essenciais para a obtenção do registro junto ao órgão regulatório competente.


A evolução visual 
A identidade visual da marca Aché passou por algumas alterações ao longo dos anos. As principais mudanças foram em relação à tipografia de letra (bem sutil) e ao acento na letra E. A última alteração ocorreu em 2016.


Os slogans 
Aché. Mais vida para você. (2016) 
Nós valorizamos a vida.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1966 
● Fundador: Antônio Gilberto Depieri, Victor Siaulys e Adalmiro Dellape Baptista 
● Sede mundial: Guarulhos, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Adalberto Panzenboeck Dellape Baptista 
● CEO: Paulo Nigro 
● Faturamento: R$ 2.3 bilhões (2015) 
● Lucro: Não divulgado 
● Fábricas: 3 
● Presença global: 13 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 4.500 
● Segmento: Laboratório farmacêutico 
● Principais produtos: Medicamentos, dermocosméticos e nutracêuticos 
● Concorrentes diretos: EMS, Medley, Eurofarma, Pfizer, Sanofi, Novartis, Abbott, Bayer, Johnson & Johnson e GlaxoSmithKline 
● Ícones: A cor magenta 
● Slogan: Aché. Mais vida para você. 
● Website: www.ache.com.br 

A marca no mundo 
O Aché Laboratórios é uma empresa 100% brasileira, conta com três complexos industriais localizados em Guarulhos (SP), em São Paulo (SP) e em Anápolis (GO), emprega aproximadamente 4.500 colaboradores e conta com uma das maiores forças de geração de demanda e de vendas do setor farmacêutico no Brasil. Para atender às necessidades dos profissionais de saúde e consumidores, a empresa oferece um portfólio com 316 marcas (entre as quais Biofenac, Dorilax, Flogoral, Nisulid, Acheflan, Transpulmin e Tandrilax) em 762 apresentações de medicamentos sob prescrição, genéricos e MIP (isentos de prescrição), além de atuar nos segmentos de dermocosméticos e nutracêuticos. Ao todo, são 130 classes terapêuticas e 23 especialidades médicas atendidas. Exporta para 12 países das Américas, África e Japão. 

Você sabia? 
A Biosintética, uma subsidiária integral do Aché Laboratórios, oferece produtos (comprimidos, cápsulas, xaropes, drágeas, pomadas, cremes, suspensões e injetáveis) que atuam na prevenção e no tratamento de patologias relacionadas a especialidades como cardiologia, dermatologia, gastroenterologia, ortopedia, respiratória, sistema nervoso central e oncologia, oferecendo à população um amplo portfólio com medicamentos genéricos eficazes e de alta qualidade. 
Em 2014, o Aché Laboratórios foi eleita a melhor empresa do setor farmacêutico pela revista Exame, na premiação Melhores & Maiores. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Exame, Isto é Dinheiro e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 26/4/2016

5.9.13

NEOSALDINA


Aproximadamente 90% dos brasileiros sofrem ou já sofreram de dor de cabeça. Desencadeadas por estresse, esforços físicos e visual, ou até mesmo ocasionadas pelo uso de tiara de cabelo, para muitos desses milhões a solução mais rápida e eficiente atende pelo nome de NEOSALDINA. Por isso, quando a dor de cabeça aparece, o Brasil chama a Neosa

A história 
A marca NEOSALDINA surgiu no ano de 1972 quando o laboratório alemão Knoll resolveu lançar no mercado um novo medicamento, posicionado para o tratamento de enxaqueca. Inicialmente o produto surgiu como um medicamento ético, que segundo a vigente Lei da Vigilância Sanitária nº 6.360, não podia ser anunciado na mídia de massa, sendo restrito apenas aos profissionais da saúde. O que o diferia do medicamento considerado OTC (medicamento de venda livre), que podia ter a propaganda “livremente” veiculada em diferentes meios de mídias. Por esse motivo, a NEOSALDINA era divulgada apenas para médicos, inicialmente clínico geral e neurologista, através de materiais promocionais e amostras grátis. Mesmo assim a popularidade do medicamente cresceu entre a população.


E por ser um medicamento muito procurado pelo consumidor, o Laboratório Knoll decidiu mudar o posicionamento da NEOSALDINA, apresentando-a simplesmente como um analgésico, o que fez com que o produto passasse de ético para medicamento OTC. Este fato foi de vital importância para sua popularização. Afinal, o médico não somente prescrevia NEOSALDINA em seu consultório, como também a indicava em sua casa, para amigos e conhecidos. Esse foi mais um dos mais importantes fatores que contribuíram para a fixação da marca entre a população brasileira. A partir de então NEOSALDINA passou a ser indicada para o tratamento de diversos tipos de dor de cabeça.


Com o objetivo de atingir um público alvo ainda maior, em 1999, a empresa resolveu investir em pesquisas que detectaram que a preferência do consumidor pela NEOSALDINA era motivada, principalmente, por alívio, bem-estar e relaxamento. Esses novos dados culminaram com a adoção de uma nova estratégia de marketing, que resultou na introdução de um novo slogan e um símbolo (a tradicional drágea do medicamente ganhou um sorriso), que desde então passou a ser usado como um ícone na divulgação da marca. Com isso, novos materiais promocionais foram introduzidos, incluindo merchandising em ponto de venda, como displays e móbiles mais chamativos e mais visíveis aos olhos dos consumidores. Além disso, uma equipe de promotoras (devidamente uniformizadas com roupa vermelha, cor característica da marca) atuava diretamente dentro das farmácias e drogarias em seis regiões do país.


Em 2004, NEOSALDINA foi adquirida pela europeia Nycomed (atual Takeda, maior companhia farmacêutica do Japão). Durante mais de três décadas, a marca conquistou o público com diferentes ações e ficou conhecida nacionalmente pelo ícone “Smile” e pelo apelido criado pelos próprios consumidores, a “Neosa”, elementos importantes que consolidaram sua reputação no mercado. Neste período a marca NEOSALDINA recebeu investimentos, que acompanhados por um bom trabalho de marketing e publicidade, não somente garantiu o prolongamento de seu ciclo de vida, como a transformou em um dos primeiros produtos de procura espontânea em farmácias e drogarias do país. Além disso, investiu em novas apresentações (embalagens e a versão gotas) cujo objetivo principal era proporcionar modernidade e praticidade aos consumidores.


Em março de 2012, a marca lançou a campanha “O Brasil chama a Neosa”, que de forma bem humorada mobilizou os consumidores pela descontração. Ainda este ano, o medicamento indicado para dores de cabeça mais vendido do Brasil, comemorou 40 anos e, para celebrar tal data, lançou NEOSALDINA pela primeira vez em todo o país com uma embalagem alternativa (uma moderna latinha) para guardar a Neosa de um modo mais prático. Além disso, a campanha publicitária contou com frases bem humoradas, como “Uma vida inteira sorrindo. Deve ser por isso que a Neosa chega aos 40 tão bem” e “40 anos da Neosa. Só quem não tá comemorando é a dor de cabeça”.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1972 
● Criador: Laboratório Knoll 
● Sede (brasileira): São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Takeda Pharmaceutical Company Limited 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Ricardo Marek (Brasil) 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Medicamentos 
● Principais produtos: Analgésicos 
● Concorrentes diretos: Doril, Novalgina, Lisador, AspirinaTylenol e Nolotil 
● Ícones: Smile (drágea do medicamente com um sorriso) 
● Slogan: Dor de cabeça? O Brasil chama a Neosa. 

A marca no Brasil 
Atualmente a NEOSALDINA, líder de mercado em sua classe terapêutica e terceiro medicamento mais vendido no país, está presente em farmácias e drogarias em todo território brasileiro. Hoje, NEOSALDINA é vendida em diferentes apresentações: cartela com uma drágea, conhecida como single lady; cartela com 4 drágeas; caixa com 30 drágeas em apresentação econômica; além da versão gotas (15 ml). 

Você sabia? 
NEOSALDINA contém a dipirona associada com o isometepteno e a cafeína. Esta associação potencializa a ação analgésica, além de exercer leve ação estimulante sobre o sistema nervoso, aumentando assim, a capacidade de concentração e raciocínio. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 5/9/2013

20.9.10

GALDERMA


Pele saudável começa com ciência. A GALDERMA tem uma notável reputação em dermatologia no compromisso de pesquisar e desenvolver novas soluções para o tratamento de diversas doenças da pele, cabelos e unhas. A busca constante por inovação faz da empresa referência nos cuidados com a pele e, de seus produtos, clássicos recomendados por renomados dermatologistas no mundo inteiro. Diante de tudo isso, se tornou altamente reconhecida por suas soluções médicas inovadoras e de alta credibilidade para a pele. 

A história 
A história começou no ano de 1961 quando foi fundado na cidade de Dallas, no Texas, o laboratório Owen, especializado em dermatologia. Uma década mais tarde, em 1972, o laboratório Alcon, especializado em produtos oftalmológicos, adquiriu o laboratório Owen. No final desta década, em 1977, a Nestlé, como forma de fortalecer sua presença na América do Norte, comprou o laboratório Alcon. Pouco depois, em 1979, a tradicional empresa de cosméticos L’Oréal estabeleceu um Centro Internacional de Pesquisa e Desenvolvimento (CIRD) em Sophia-Antipolis, sudeste da França, para gerar pesquisas básicas em fisiologia da pele. Foi então, que em 1981, o destino destas duas tradicionais empresas se cruzou com a formação de uma joint-venture com o objetivo de tornar-se líder mundial em dermatologia. Nascia assim, na Suíça a GALDERMA, junção das palavras gregas “galenic” (fórmula medicinal feita pelo médico grego Claudius Galen) e “derma” (significa pele).


Em 1986, a primeira subsidiária da empresa foi instalada na França, seguida logo após pela Italiana. Nesta época, o CIRD foca-se no desenvolvimento de produtos dermatológicos de prescrição. Em 1988, a GALDERMA assumiu, progressivamente, os negócios dermatológicos da Alcon, permitindo a esta concentrar sua atenção exclusivamente em oftalmologia. No final desta década, foi estabelecida a rede mundial da GALDERMA com a criação de subsidiárias no Canadá, Alemanha, Espanha e Reino Unido. Em 1993, a empresa adquiriu os produtos Rozex e Metrogel, possibilitando a expansão da linha de produtos para tratamento da rosácea. Finalmente, em 1994, foi inaugurada uma fábrica própria, em Alby-sur-Chéran, próximo a Annecy, nos belos Alpes Franceses. O primeiro grande resultado dos esforços em pesquisa e desenvolvimento ocorreu em 1995 com o lançamento no mercado do Differin, um medicamento indicado para o tratamento tópico da acne. A GALDERMA iniciou suas operações no Brasil nesse mesmo ano, e, desde então vem ampliando aceleradamente suas atividades, resultando na inauguração, em novembro de 2005, de uma planta fabril em Hortolândia, interior de São Paulo, sua quarta unidade de produção no mundo.


Nos anos seguintes a empresa cresceu através de importantes aquisições como a planta fabril pertencente à Wyeth-Averts em Montreal no Canadá (1996) e a empresa alemã Basotherm (1997); além da inauguração do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Princeton nos Estados Unidos e das aquisições da linha dermatológica do laboratório Darrow, no Brasil, do produto Loceryl (infecções fúngicas da unha) da empresa Hoffmann-La Roche e da linha dermatológica do laboratório Nycomed, nos países nórdicos. A partir de 2000, acompanhando as profundas mudanças do segmento da dermatologia, a empresa introduziu novos tratamentos biológicos e mais práticas e procedimentos dermatológicos. A GALDERMA tem um papel importante nessas mudanças e vem expandindo seu portfólio para seguir inovando: Silkis (psoríase), lançado em 2000; Capex Shampoo (dermatite seborréica), adquirido em 2000; Clindagel (acne) e licença para comercialização do Metvix (câncer de pele), ambos em 2001; Tri-Luma (distúrbios pigmentares), em 2002; Pliaglis (anestésico tópico) e uma Toxina Botulínica tipo A (sob a marca Dysport), em 2007.


Em 2011, além de lançar no mercado o Emervel (linha de preenchedores dérmicos), adquiriu a Q-Med, companhia médica sueca especializada em estética, fortalecendo sua presença neste mercado. Em fevereiro de 2014, a Nestlé comprou os 50% da francesa L’Oréal no negócio, por estimados €2.7 bilhões, assumindo assim 100% da GALDERMA, que passou a fazer parte da divisão Nestlé Skin Health, que reúne marcas que vão desde medicamentos vendidos somente com receita a sabonetes e demais produtos de higiene pessoal.


Atualmente, com um amplo portfólio, a GALDERMA oferece tratamento para a maioria das doenças da pele, como acne, infecções e micoses, psoríase, dermatite seborréica, câncer de pele não-melanoma e doenças causadas por excesso de sol, além de manchas e cuidados para peles sensíveis. Suas principais marcas são Cetaphil® (linha de cuidados para a pele composta por higienizadores, hidratantes e fotoprotetor indicada para todos os tipos de pele, sendo ideal para o uso diário, devido à sua formulação suave, sem perfume, hipoalergênica e com pH neutro), Dermotivin® (higienizadores faciais), Lonax® (esfoliantes faciais), Laderm® (higienizador para pele seca com óleo de amêndoas doces), Nutraderm® (hidratantes e protetores solares), Nutraplus® (hidratantes), Ortosol® (xampus anti-caspa), Proderm® (hidratantes e sabonetes) e Soapex® (sabonetes anti-séptico).


A empresa ainda oferece os tratamentos com Restylane®, que promovem resultados instantâneos, mas cujos efeitos duram até 12 meses dependendo da área tratada. O tratamento foi feito especialmente para hidratar e promover melhorias duradouras à pele. Os produtos têm sua eficácia comprovada clinicamente no que diz respeito à melhoria na qualidade da pele do rosto, do pescoço, das mãos e na textura. Resultados visíveis podem ser notados após algumas aplicações. Uma série de pequenas injeções de ácido hialurônico melhora a elasticidade da pele, promove hidratação e firmeza e reduz o aspecto áspero.


Pesquisa & Desenvolvimento 
A GALDERMA trata as doenças de pele que podem ter um forte impacto psicológico e social, causando problemas e dificuldades no dia-a-dia dos pacientes. Desenvolvendo produtos inovadores ajuda a melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. A empresa tem um dos mais variados portfólios de pesquisa do mundo, dedicado exclusivamente à dermatologia. Durante mais de 30 anos, as pesquisas realizadas têm possibilitado a empresa registrar mais de 6.900 patentes no mundo. Para a GALDERMA, dermatologia é um compromisso. A empresa constantemente se esforça para entregar produtos com a melhor qualidade, serviços e custo-benefício, tudo rigorosamente incluído em conformidade com saúde e segurança e critérios de proteção ambiental. Buscando sempre desenvolver-se de forma sustentável, direciona parte de suas vendas (aproximadamente 20%) para as áreas de pesquisa e desenvolvimento. São cinco centros de pesquisa, inteiramente voltados à dermatologia, dedicados à descoberta e desenvolvimento de novas soluções terapêuticas: Princeton, nos Estados Unidos (desenvolvimento clínico); Tóquio, no Japão (desenvolvimento clínico); Sophia Antipolis, na França (um dos maiores do mundo voltado para pesquisa e desenvolvimento na área de dermatologia), Uppsala na Suécia e Egerkingen na Suíça (produtos sem prescrição médica). São mais de 24.000 m² e 700 cientistas que fazem da GALDERMA líder de investimentos em pesquisa e desenvolvimento na área da dermatologia. Para dar suporte a tudo isso, a capacidade de fabricação é distribuída por meio de seis plantas fabris: Alby-sur-Chéran, França (capacidade produtiva anual de 40 milhões de unidades); Montreal, Canadá (capacidade produtiva anual de 65 milhões de unidade); Hortolândia, Brasil (capacidade produtiva anual de 6 milhões de unidade); e Uppsala, Suécia (capacidade produtiva anual de 10 milhões de unidade), além de unidades na Alemanha (Soest) e Suíça (Egerkingen). Em 2014, essas fábricas produziram mais de 200 milhões de unidades de medicamentos e remédios.


Uma comunicação impactante 
Em janeiro de 2007 a GALDERMA lançou mundialmente uma enorme e impactante campanha institucional, tendo como slogan “Committed to the Future of Dermatology” (em tradução livre “Comprometida com o futuro da dermatologia”). A campanha tinha uma mensagem clara: “A Galderma é focada em inovação”. Com um conceito forte, a campanha contava com um excepcional trabalho fotográfico feito por Howard Schatz, criando um impacto visual impressionante: dançarinos (homens e mulheres), alguns com roupas representando as cores corporativas da empresa, criavam através da dança e movimento uma série de oito magníficas composições humanas que passavam unidade e perfeição. Já em 2015, a GALDERMA lançou a campanha “Proof in Real Life”, protagonizada por Sharon Stone, sendo a primeira vez que uma celebridade mundialmente reconhecida participa em uma campanha de tratamentos estéticos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. Em 1995 apresentou uma nova identidade visual, cuja letra G (branca) estilizada representava a forma de um microscópio, expressando ética e pureza. A cor azul-clara (esverdeada) evocava a beleza e a simplicidade, enquanto a azul-escura representava a disciplina e rigor. Mais recentemente, em 2013, a GALDERMA remodelou totalmente seu logotipo: apesar de manter as cores tradicionais, foi adotada uma nova tipografia de letra e o tradicional G estilizado foi substituído pela letra D do nome da marca em destaque dentro de um retângulo.


Os slogans 
Committed to the Future of Dermatology. (2007) 
Nós escolhemos a dermatologia. (Brasil, antigo)


Dados corporativos 
● Origem: Suíça 
● Fundação: 1981 
● Fundador: Nestlé e L’Oréal 
● Sede mundial: Lausanne, Suíça 
● Proprietário da marca: Galderma Pharma S.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Nestlé S.A.) 
● Chairman: Humberto C. Antunes 
● CEO: Stuart Raetzman 
● Faturamento: €1.65 bilhões (estimado) 
● Lucro: €234 milhões (estimado) 
● Fábricas:
● Presença global: 80 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 5.500 
● Segmento: Indústria Farmacêutica 
● Principais produtos: Hidratantes, protetores solar, sabonetes, xampus e medicamentos anti-acne 
● Concorrentes diretos: Stiefel, Allergan, Valeant e Bioderma 
● Slogan: Committed to the Future of Dermatology. 
● Website: www.galderma.com.br 

A marca no mundo
Líder mundial em dermatologia, a GALDERMA está presente em mais de 80 países disponibilizando soluções terapêuticas, estéticas e corretivas para a pele, além de soluções médicas para o envelhecimento da pele. A empresa possui filiais em 34 países, mais de 5.500 funcionários e 1.400 representantes no mundo inteiro. A empresa é organizada em três áreas de negócios: produtos que exigem prescrição médica (47% do faturamento); produtos que não necessitam de receita (33%) e tratamentos estéticos e corretivos (20%). Para oferecer soluções eficazes e seguras, a empresa conta com cinco modernos centros de pesquisa situados na França, Estados Unidos, Suécia, Suíça e Japão. 

Você sabia? 
As marcas estratégicas para a empresa incluem Epiduo, Oracea, Differin, Mirvaso, Soolantra, Tri-Luma, Loceryl, Benzac, Cetaphil, Excipial, Daylong, Metvix, Azzalure/Dysport, Restylane e Emervel. Entre os 20 medicamentos mais vendidos no segmento de dermatologia, a GALDERMA tem quatro: Epiduo (segundo), Oracea (terceiro), Differin (16) e Clobex (20). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 22/6/2015