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12.1.17

FRED PERRY


Mais de seis décadas foram construídas sobre uma história única em sportswear e streetwear, mesclando a herança britânica com o design contemporâneo. O espírito da marca inglesa FRED PERRY, que inspirou gerações de pessoas ao longo do tempo, permanece em cada uma de suas coleções. Ícone da moda street fashion, isso pode ser constatado pelas várias personalidades que se declaram admiradoras da marca, como a modelo Kate Moss, a banda Blur e os irmãos Gallagher do Oasis. 

A história 
Frederick John Perry (imagem abaixo), filho de operários, nasceu em 1909 na cidade de Stockport, próxima à Manchester, no norte industrial inglês. O garoto de origem humilde desafiou a aristocracia britânica, primeiro ao se sagrar campeão mundial de tênis de mesa aos 19 anos e depois ao se tornar um jogador de tênis, conquistando torneios importantes como o US Open, o Australian Open, o Roland Garros e principalmente Wimbledon, cujo primeiro título foi conquistado em 1934. O sucesso no tênis nos anos seguintes fez de Fred Perry uma estrela, indo parar na capa da tradicional revista Time. Seu tino para os negócios começou em 1941, quando Perry foi abordado pelo jogador de futebol austríaco Tibby Wegner, que tinha inventado um acessório atoalhado e antitranspirante para ser usado ao redor do pulso. Foi então que Perry, utilizando toda a sua experiência como tenista, fez algumas alterações no produto (utilizou um material mais leve, macio e mais absorvente) e inventou o primeiro sweatband (aquela munhequeira utilizada para enxugar o suor do rosto ou evitar que o suor escorresse para a raquete).


A ideia rapidamente se tornou um enorme sucesso entre os tenistas e, em 1952, utilizando sua popularidade ele fundou, juntamente com Tibby Wegner, a FRED PERRY SPORTSWEAR e criou a primeira camisa pólo da marca. A camisa pólo, branca com dois botões na frente, Twin Tipped (risca dupla), e que era feita de algodão foi lançada no tonteio de Wimbledon e se tornou um sucesso entre os tenistas. Facilmente reconhecível pelo logotipo de Coroa de Louros no lado esquerdo do peito, que foi baseado no antigo símbolo que decorava as medalhas dos ganhadores de Wimbledon, torneio no qual Fred brilhou durante anos (ele venceu três vezes consecutivamente). A camisa, chamada por Fred de “the shirt that fits” (algo como “a camisa que veste”), tinha um diferencial: o logotipo de Coroa de Louros bordado, ao contrário de sua principal concorrente, a francesa Lacoste, que colava o logotipo de crocodilo.


Inicialmente a FRED PERRY fazia roupas para tenistas. Isso lhe conferiu o status de marca de elite. Por isso, no final da década de 1950, o corte simples e limpo de sua camisa pólo foi adotado pelo incipiente movimento Mod e, em pouco tempo, tornou-se uma peça básica para numerosas tribos jovens, desde rude boys, punks à Brit pop. Com isso, os jovens exigiram mais cores além da tradicional branca e assim uma nova paleta de cores foi lançada no mercado. Além disso, outros produtos para atender a demanda dos novos jovens consumidores foram lançados, como por exemplo, calçados (1957). Entre as décadas de 1960 e 1970, a camisa pólo da marca se tornou uma febre entre os jovens britânicos, desde os skinheads aos adeptos do movimento northern soul. Com isso, a FRED PERRY ficou muito associada com a cultura de rua inglesa e com os diferentes gêneros de música inglesa também.


Na década de 1990, adotou uma estratégia para divulgar sua marca ao dar roupas para famosas bandas usarem, cativando assim ainda mais seu público e conquistando muitos fãs internacionais. Com a morte de Fred Perry em 1995, os herdeiros venderam a marca para a empresa japonesa Hit Union. Depois de um período de ostracismo, a marca voltou a ganhar notoriedade ao patrocinar o tenista britânico Andy Murray (até novembro de 2009). O ressurgimento da marca também veio com o estilista Raf Simons, que adaptou e modernizou a FRED PERRY, mas sem perder seu lado clássico. Em 2012 a marca FRED PERRY celebrou 60 anos de vida. Para celebrar esta data, a tradicional camisa pólo de 1952 foi reproduzida a partir do arquivo de imagens e ilustrações e lançada em seis cores (branco, bege, castanho, azul-glaciar, old navy e preto). A coleção incluía também dois calçados comemorativos. Em 2013, conhecida por criar o lifestyle londrino em roupas e acessórios, a marca inaugurou sua primeira loja no Brasil, localizada no luxuoso Shopping Cidade Jardim, em São Paulo.


Hoje a gama de produtos da marca, que tem exercido bastante influência e apresentou alguns dos estilos mais emblemáticos do século passado, que continuam a ser relevantes, é bem vasta com um mix completo e com linhas diferentes criadas por designers e estilistas convidados como Richard Nicoll e Emma Cook. Apesar de ter nascida intrinsecamente vinculada ao tênis, a marca FRED PERRY hoje está também associada ao ciclismo, incluindo o campeão olímpico Bradley Wiggins, e principalmente à música, tendo lançado coleções em parceria com a saudosa Amy Winehouse, Peter Blake e a banda No Doubt. Com uma herança puramente esportiva, a FRED PERRY alcançou uma liderança quase inigualável como marca underground, com peças de roupas imediatamente reconhecidas. Ao longo da história, a marca sempre se manteve fiel a sua autenticidade, integridade e atitude.


A evolução visual 
A ideia original era usar um cachimbo como logotipo. Um plano abandonado diante da óbvia disparidade com a imagem de saúde no esporte. E aí sim surgiu a emblemática Coroa de Louros como ícone da marca, que se mantém ainda hoje como um símbolo de excelência e homenagem a um homem que cresceu humilde e conquistou o torneio de Wimbledon três vezes. Este logotipo passou por pequenas alterações ao longo dos anos, mais precisamente na tipografia de letra.


Dados corporativos 
● Origem: Inglaterra 
● Fundação: 1952 
● Fundador: Frederick Perry e Tibby Wegner 
● Sede mundial: Londres, Inglaterra 
● Proprietário da marca: Fred Perry Limited 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Hit Union Co. Ltd.) 
● Presidente: John Flynn 
● Faturamento: £120 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 141 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 400 
● Segmento: Moda casual 
● Principais produtos: Roupas, calçados e acessórios 
● Concorrentes diretos: Lacoste, Gant, Ralph Lauren, Tommy HilfigerLa Martina e Gola 
● Ícones: O logotipo de Coroa de Louros 
● Slogan: The mark of excellence. 
● Website: www.fredperry.com 

A marca no mundo 
Atualmente a FRED PERRY vende roupas, calçados e acessórios para homens, mulheres e crianças em mais de 50 países ao redor do mundo. Seus produtos são comercializados através da internet, lojas multimarcas, lojas de departamento e mais de 140 lojas próprias em 30 países. 

Você sabia? 
A Coroa de Louros é o principal símbolo de reconhecimento da marca. Hoje em dia são necessários apenas 94 segundos para bordar mais de 60 anos de uma rica história em suas camisas pólos. 
É bastante provável que muitos clientes da grife sequer saibam de sua ligação com as quadras de grama do All England Club, palco do mais tradicional e antigo torneio da história moderna do tênis. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 12/1/2017

15.6.15

TOMS SHOES


De pé em pé, a marca americana TOMS SHOES faz a diferença. Comercializa muito mais que pares de calçados. Vende responsabilidade social. Isto porque para cada par vendido outro é doado para crianças carentes ao redor do mundo. Com este modelo simples de negócio, as pessoas não estão pagando apenas por um par de sapatos, sentem que realmente estão fazendo algo para mudar o mundo. E assim a TOMS SHOES se tornou um verdadeiro sucesso e exemplo de responsabilidade social em um mundo cada vez mais capitalista. 

A história 
A história da criação da empresa pode parecer um roteiro de filme. Tudo começou com o jovem empreendedor serial Blake Mycoskie (foto abaixo), um texano que antes dos 35 anos já havia criado quatro empresas diferentes, entre as quais uma lavanderia para jovens universitários e um canal de TV especializado em reality shows. Em janeiro de 2006 ele estava em uma viagem pela Argentina para aprender a jogar polo a cavalo, esporte no qual o país é um dos melhores do mundo. Blake ficou comovido ao perceber que muitas crianças carentes brincavam descalças nas ruas da periferia de Buenos Aires pelo simples fato da família não ter dinheiro sequer para comprar-lhes um par de calçado. E ficou ainda mais chocado quando descobriu que milhões de crianças no mundo contraem inúmeras doenças, como infecções, doenças de pele, chegando a amputações de membros e sim algumas delas morrem, devido ao simples fato de estarem descalças. Diante dessa situação ele precisava fazer alguma coisa.


De volta aos Estados Unidos, em março de 2006 ele criou um projeto inovador com uma visão de empreendedorismo social para ajudar a combater a realidade que presenciou. E transformou esse desafio em um modelo de negócio rentável. Alejo Nitti, o instrutor de polo que ele conheceu na Argentina foi um dos únicos a acreditar no projeto e virou o maior apoiador e parceiro. A nova empresa, criada dentro de um pequeno apartamento em Venice Beach, na Califórnia, foi batizada de TOMS SHOES, que na verdade foi derivado de “Shoes for a Better Tomorrow” (Sapatos para um Amanhã Melhor, em português). O nome foi encurtado para caber na etiqueta que iria ser colocada na parte de trás dos calçados. O modelo de negócios (que ele chamou ONE FOR ONE, termo registrado pela empresa para descrever esse conceito) era relativamente simples: a cada calçado vendido, outro seria doado a alguma criança carente ao redor do mundo. Os calçados vendidos eram inspirados na tradicional alpargata argentina, usadas pelos jogadores de polo e inspiradas em modelos utilizados por agricultores e fazendeiros daquele país por centenas de anos. Eram feitos de lona ou tecido de algodão, com sola de borracha, e fabricados em diversos estilos e grande variedade de cores, estampas e tecidos.


Inicialmente foram vendidos 250 pares de sapatos, que ele trouxe da Argentina em quatro mochilas. Mas os planos tiveram de ser revistos. Badaladas lojas da cidade de Los Angeles, como Fred Segal e American Rag, adoraram o sapato e a proposta de doação e se interessaram em levar a marca para suas prateleiras. Isto aconteceu depois de uma matéria sobre a empresa feita pelo jornal Los Angeles Times. Foi então que a TOMS SHOES realmente decolou. A empresa recebeu pedidos de encomenda equivalente a nove vezes o estoque disponível, e 10.000 pares foram vendidos nos primeiros seis meses. A forma clara e direta de se relacionar com os consumidores rapidamente propiciou o surgimento de um verdadeiro grupo de fãs, que passaram a espalhar a ideia entre seus amigos e conhecidos. O primeiro lote de sapatos doados, dez mil pares, foi distribuído no mês de outubro de 2006 para crianças argentinas pessoalmente por Blake, funcionários e alguns amigos.


No ano seguinte, a empresa lançou “Um Dia Sem Sapatos” (One Day Without Shoes), evento no qual convoca pessoas, fãs e funcionários de várias empresas apoiadoras do projeto a não usarem sapatos durante todo o dia, a fim de aumentar a consciência para a missão que a empresa abraça. O apelo em torno da responsabilidade social da marca gerou uma propaganda espontânea fulminante. Custando em média US$ 50, as tradicionais alpargatas traziam um apelo social que ultrapassava propagandas e ganhou a participação da população e de grandes artistas como Scarlett Johansson e Keira Knightley. Em seus primeiros cinco anos, a TOMS SHOES distribuiu mais de 1 milhão de pares de calçados para crianças carentes mundo afora. Nos anos seguintes, os calçados que eram vendidos inicialmente online, começaram a serem distribuídos para grandes redes varejistas nos Estados Unidos. Além disso, a TOMS SHOES passou a comercializar suas famosas alpargatas em outros países, como por exemplo, Canadá e Reino Unido.


Em 2011, adotando o conceito One To One, a marca lançou no mercado uma linha de óculos, onde parte das vendas é doada para auxiliar no tratamento médico, cirurgias oculares e na compra de óculos de prescrição para pessoas carentes. Funciona assim: a cada óculos vendido, uma pessoa passa pelo oftalmologista, que vai dizer se ela vai precisar de lentes corretivas, tratamento médico ou encaminhamento para cirurgia. Atualmente, mais de 360.000 pessoas já foram beneficiadas com esse projeto em 13 países. Em 2012 a marca inaugurou sua primeira loja própria na cidade de Los Angeles. Outra novidade lançada pela marca foi uma pequena linha de roupa, composta por camisetas, moletons e até meias, além de vários outros modelos de calçados. Em agosto de 2014, a Bain Capital adquiriu 50% da TOMS SHOES, cujo dinheiro ajudará a empresa a crescer e se expandir globalmente. Em 2015 a marca lançou a TOMS BAG COLLECTION, uma coleção de bolsas na qual parte das vendas é revertida para ajudar a abordar a necessidade de avanços na saúde materna.


O enorme sucesso da TOMS SHOES pode ser descrito em uma cena. Certo dia, Blake foi embarcar em um aeroporto e ficou espantado ao ver uma garota utilizando um par de seus sapatos. Não se conteve e abordou a garota com uma pergunta: “Este sapato é bom?”. Automaticamente a menina começou a defender o produto como ele jamais imaginou, pois não sabia que estava falando com o fundador da TOMS SHOES. Ela contou a ele toda a história de como a empresa tinha surgido e principalmente o motivo pelo qual estava usando o sapato. Em momento algum no discurso foi defendido as características do sapato e tampouco como eram distribuídos e comprados. Foi assim que a TOMS SHOES ganhou inúmeros prêmios, colocou seus produtos em revistas descoladas e cresceu junto aos públicos mais engajados.


Sucesso com engajamento 
Ao ter uma crença objetiva e usar uma plataforma para engajar seus consumidores, a TOMS SHOES cria uma atmosfera de marca positiva não apenas para vendas, como também para a elevação do valor que partilha socialmente e da maneira pela qual é percebida por tais pessoas, aumentando o valor agregado e a credibilidade. A TOMS SHOES é também um extraordinário caso de sucesso de marketing. Embora investindo praticamente pouco em publicidade paga, a sua estratégia é genial: 
1. Doam um par de sapatos para cada par vendido. 
2. Periodicamente alugam um avião de carga para transportar os milhares de pares de sapatos doados e vão de encontro às crianças que necessitam de calçados novos, seja na África, América do Sul ou qualquer outra região necessitada. 
3. Fazem deste acontecimento um evento, o qual é filmado por uma equipe, sendo depois produzidos pequenos vídeos com os testemunhos de gratidão destas crianças. 
4. Produzem e distribuem conteúdos relevantes nas redes sociais, cujos emissores são os próprios colaboradores da TOMS, incluindo o fundador que se auto-intitula “Chief Shoe Giver”.


A evolução visual 
A identidade visual da marca, claramente inspirada na bandeira argentina, país no qual o fundador da empresa teve a ideia do negócio, passou por algumas alterações ao longo dos anos. O logotipo da marca, representada por uma bandeira com textura, ganhou uma nova versão, mais limpa e moderna.


O logotipo da marca também pode ser aplicado de forma chapada.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 2006 
● Fundador: Blake Mycoskie e Alejo Nitti 
● Sede mundial: Playa Del Rey, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: TOMS Shoes, LLC 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Blake Mycoskie 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas:
● Presença global: 15 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 300 
● Segmento: Moda casual 
● Principais produtos: Calçados, roupas, óculos e bolsas 
● Concorrentes diretos: Sanuk, Paez, Simple Shoes, Camper, Skechers e Perky Shoes 
● Ícones: A responsabilidade social 
● Slogan: One to One. 
● Website: www.toms.com 

A marca no mundo 
A TOMS SHOES, uma empresa social com fins lucrativos, vende seus produtos, especialmente calçados, em mais de 15 países ao redor do mundo, entre os quais Estados Unidos, Alemanha, França, Canadá, Holanda e Reino Unido. Os calçados são comercializados através do site da empresa e em mais de 1.500 grandes varejistas, como as lojas de departamento Neiman Marcus e Nordstrom, e a rede de supermercado Whole Foods Market, que vende modelos de sapatos feitos de materiais reciclados. A marca tem ainda cinco lojas próprias nas cidades de Los Angeles, Austin, Portland, Chicago e Nova York. Desde 2006 a TOMS SHOES já doou mais de 50 milhões de pares de sapatos para crianças em mais de 70 países, entre os quais Argentina, Camboja, Etiópia, Peru, Guatemala, Haiti, Ruanda e África do Sul. 

Você sabia? 
Blake Mycoskie acabou se tornando a personificação de seu negócio. Nos últimos anos, ele atua como principal garoto-propaganda da marca. Além disso, escreveu o livro Start Something That Matters (“Comece algo relevante”), onde conta a experiência que acumulou ao criar a TOMS SHOES e, sobretudo, extrai do empreendedorismo social ensinamentos para quem está disposto a criar um novo negócio em qualquer área. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 28/2/2016

23.9.14

JOHN JOHN


Com nome e slogan em inglês, cheia de estilo e atitude, além de campanhas estreladas por astros teen internacionais, como Zac Efron, JOHN JOHN é, para muitos, incluindo seus consumidores, uma marca americana ou inglesa. Mas na verdade, a marca cujas calças jeans com caimento impecável e visual descolado, cobiçadas por moderninhos e celebridades, é na verdade 100% brasileira. Recortes inesperados e detalhes surpreendentes, nada passa despercebido em uma peça da JOHN JOHN, que adota um posicionamento despojado chique. 

A história 
A história começou com João Foltran, que na adolescência se apaixonou por cortes, tecidos e cores ao trabalhar em uma pequena confecção na cidade de Tietê, no interior paulista. Após a morte de seu pai, aos 18 anos ele se mudou para São Paulo e começou a fabricar roupas para grandes lojas populares como Mappin, Mesbla e Besni. Já com experiência na confecção de roupas, iniciou a fabricar calças jeans para marcas consagradas como Carmin, Animale e Daslu. E foi então, que o empresário percebeu uma lacuna no segmento de jeans premium no Brasil. Afinal os endinheirados sempre compravam suas calças jeans no exterior. Em 2006, depois de muita pesquisa em busca de novas técnicas de lavagem, costura e modelagem, ele resolveu criar a JOHN JOHN, cujo nome foi inspirado no apelido que os amigos mais próximos o chamavam. O conceito da marca era oferecer um jeans de qualidade, feito a mão e em linha com tudo que acontece nas melhores lavanderias de jeans da Itália.


Desde o início o empresário teve enorme preocupação com qualidade, que ia desde o corte e a lavagem até os acabamentos. Inicialmente as calças jeans eram enviadas em consignação para lojas multimarcas da região do interior paulista. Como o empresário não dispunha de verba para campanhas publicitárias resolveu vestir (entenda-se, presentear) celebridades com suas calças. E foi então que outras lojas multimarcas, de várias regiões do país, passaram a ter interesse em vender os jeans da JOHN JOHN. E não demorou muito para as calças jeans da marca se tornarem objetos de desejo entre os endinheirados. O caimento perfeito, o design, as lavagens, o visual descolado e o conforto das peças também foram parar nas páginas de importantes revistas de moda. E conquistaram um público jovem ávido por peças descoladas, mas com muita qualidade.


Em julho de 2011, mesmo ano em que a marca inaugurou um showroom para lojas multimarcas, a JOHN JOHN foi adquirida por aproximadamente R$ 30 milhões pelo grupo Restoque, proprietário das grifes Le Lis Blanc, Bo.Bô e Rosá Chá. O fundador da JOHN JOHN continuou envolvido na operação do negócio como responsável pela linha de produtos jeans da marca. Sob essa nova gestão, teve início o processo de expansão do mix de produtos da marca, antes concentrado mais em peças jeans. Com isso, a JOHN JOHN lançou no mercado tops, peças bordadas, camisetas estampadas, moletons, camisas, bermudas, calçados, lingeries, acessórios, roupas infantis, uma linha de óculos e os famosos bonés, sempre mantendo a cultura jovem e despojada do jeanswear. E investiu muito em comunicação com campanhas publicitárias estreladas por grandes astros internacionais, como por exemplo, Zac Efron, Lindsay Lohan e Joshua Bowman.


Além disso, no mês de fevereiro de 2012, a marca inaugurou sua primeira flagship store, na badalada rua Oscar Freire, em São Paulo. Nos anos seguintes a marca inaugurou várias outras lojas em importantes cidades do país, sempre localizadas em locais de alto poder aquisitivo. As lojas da marca têm características interessantes que proporcionam entretenimento. Letreiros luminosos gigantes. Internamente, pouca iluminação, mas focada estrategicamente nos produtos. Decoração que mistura um estilo vintage com tecnologia, criando assim um espaço harmônico. Além disso, o atendimento, de um jeito profissional e displicente ao mesmo tempo, faz o consumidor se sentir dentro de um clube noturno.


Mais recentemente, a JOHN JOHN, além de lançar seu comércio eletrônico, ingressou em novas categorias de produtos, como por exemplo, com o lançamento de sua primeira linha de maquiagem, que inclui pó compacto, blush, batons, lápis para os olhos, sombras, delineadores e máscaras de cílios. E não parou por aí. A marca ainda lançou produtos para as unhas que conta com inovação. Além dos esmaltes, a linha oferece a caneta corretora, que hidrata a cutícula, faz a limpeza rápida e prática do excesso do esmalte e ainda é enriquecida com óleo de Jojoba e extrato de algas marinhas.


Hoje em dia a JOHN JOHN é composta de três linhas: John John, com peças básicas e essenciais, indispensáveis em qualquer guarda roupa; John John Black, que traz uma linha de roupa para noite e eventos especiais; e John John Made in Italy, linha de calças jeans desenvolvidas e fabricadas na Itália, com as três características essenciais para tornar um jeans premium (Fit, Fabric & Finish).


Além de desenvolver técnicas únicas de lavagem alinhadas com as mais novas e avançadas tecnologias do segmento, cada calça jeans da JOHN JOHN é repleta de detalhes. Plaquinhas douradas brincam com o mote da calça “Made in Heaven”. O gosto por encher as calças de aviamentos únicos, como por exemplo, dezenas de etiquetas, desenhos do lado de dentro e tags com botões - vem acompanhado do receio da pirataria. Com tudo isso as peças sempre têm novidades e se diferenciam. Apesar das calças femininas, masculinas e infantis serem o carro-chefe da marca, os produtos mais vendidos são shorts e minissaias. Em todas as peças é perceptível a preocupação com o conforto. Nas peças nada é justo demais. Para alcançar essa excelência, cada peça pode ser lavada até quatro vezes, o que dá aos tecidos mais maleabilidade e um toque leve, muito semelhante ao moletom.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 2006 
● Fundador: João Foltran 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Restoque Comércio e Confecções de Roupas S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Livinston Bauermeister 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 55 
● Presença global: 10 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 500 
● Segmento: Moda urbana 
● Principais produtos: Calças jeans, roupas e acessórios 
● Concorrentes diretos: 7 For All Mankind, J Brand, Diesel, Ellus, Forum e Zoomp 
● Ícones: Os bonés 
● Slogan: Jeans Made in Heaven. 
● Website: www.johnjohndenim.com 

A marca no mundo 
Atualmente a JOHN JOHN, que faz parte do grupo Restoque, vende calças jeans, roupas e acessórios através de 55 lojas próprias e outras 400 selecionadas lojas multimarcas em boa parte do território nacional. A marca também está presente em mais de 50 lojas multimarcas no exterior, em países como Estados Unidos, França, Dubai e Líbano. A fábrica da marca, localizada em Tietê, cidade a 140 km de São Paulo, produz mais de 16 mil peças por mês. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Meio Mensagem e Valor Econômico), sites de moda (PureTrends), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 23/9/2014

18.4.12

VANS


Criada na agitada Califórnia em plenos anos de 1960, a VANS está envolvida com a cultura ligada ao skate e com a evolução do esporte, sem perder a originalidade. Dos clássicos aos modernos, a marca californiana possui uma enorme variedade de modelos de tênis, roupas a acessórios, todos dedicados às antigas e novas gerações de skatistas e da cultura de rua, além de ser uma das preferidas de moderninhos, descolados e celebridades. 

A história
Tudo começou exatamente no dia 16 de março de 1966 na cidade californiana de Anaheim quando Paul Van Doren, com a ajuda de outros sócios, entre os quais seu irmão James Van Doren, Gordon C. Lee e Serge D’Elia, inaugurou uma modesta loja para a venda de calçados esportivos para quem praticava skate. Inicialmente os irmãos ofereciam três modelos, que custavam entre US$ 2.49 e US$ 4.99 e tinham apenas uma amostra do tênis, todo em lona, sem forro, com solado vulcanizado, extremamente leve e maleável, cuja produção era feita em um local adjacente à loja. No primeiro dia de funcionamento a nova empresa, batizada de VAN DOREN RUBBER COMPANY, vendeu 12 pares de um tênis (foram fabricados durante a tarde e entregues na manhã seguinte) cujo nome era Deck Shoes, hoje em dia conhecido como VANS AUTHENTIC. Inicialmente era oferecido nas cores branco, azul-claro, azul-marinho e verde. Uma curiosidade: como eles não tinham troco no caixa, acabaram vendendo os 12 tênis sem receber nada – mas quase todos voltaram e pagaram exatamente o que era devido. Exceto uma pessoa, que retornou 3 semanas depois e disse “Me desculpa. Minha filha mora em Anaheim e eu em Long Beach. Só venho aqui a cada 3 semanas”.


Na época a empresa era a única que produzia seus produtos e os vendia diretamente a um público alvo específico. Em pouco tempo a marca saltou dos tênis comuns para modelos de competição e um de seus fundadores tornou-se um corredor de maratonas para poder testar a resistência dos protótipos. No início da década de 1970 a marca se popularizou e cresceu, o que culminou com encomendas de modelos de tênis feitos especialmente para o Departamento de Defesa Norte Americano e para a Força Aérea dos Estados Unidos. Não demorou muito para os skatistas, público alvo da marca, aderirem em peso ao solado vulcanizado, que ajudava na aderência para efetuar manobras. O mesmo público que consumia os tênis foi responsável pelo apelido que se tornaria o nome oficial da empresa: VANS. Nessa época a maioria dos skatistas do sul da Califórnia já era visto calçando um tênis VANS nos pés. Em 1976, a marca inovou ao lançar o modelo Vans #95, hoje conhecido como VANS ERA, um tênis cujo design foi feito pelos skatistas Tony Alva e Stacy Peralta. Este modelo viria a se tornar um dos mais populares da marca entre os skatistas, principalmente devido ao acolchoamento, ao seu design diferenciado e as suas combinações de cores diferentes das vistas até então no mercado, além da sola antiderrapante oferecer uma melhor aderência.


Pouco depois, em 1977, surgiria outro ícone da marca californiana: Vans #36, conhecido atualmente como OLD SKOOL e primeiro tênis a contar com a tradicional listra lateral (chamada “Sidestripe”). O Old Skool também foi o primeiro tênis da marca que utilizou couro em sua construção. O cano alto deste modelo, conhecido como sk8-hi, seria lançado no ano seguinte. Ainda em 1977, a VANS introduziu um novo modelo no mercado, chamado Vans #44, também conhecido como SLIP-ON, e com a ajuda de ciclistas de BMX, esse calçado se tornou uma febre no sul da Califórnia, fazendo com que a empresa vendesse seus produtos nacionalmente e internacionalmente, incluindo a inauguração de 70 novas lojas pelo estado da Califórnia. Na década de 1980, os tênis da marca se tornaram um símbolo da geração Punk Rock e Hard Rock, passando a fazer parte do vestuário de várias bandas famosas da época, impulsionando assim a VANS ao sucesso. A marca também ganhou enorme popularidade em 1982, quando o ator Sean Penn utilizou um SLIP-ON, o tradicional tênis quadriculado da marca, no filme “Fast Times at Ridgemont High” (em português “Picardias Estudantis”).


Apesar disto, a empresa começou a enfrentar um grande problema. O skate, seu principal mercado, passava por uma crise e, consequentemente, os investidores do esporte passaram a sofrer com isto. Pensando mais uma vez em inovar, a empresa resolveu apostar na diversificação de sua linha de produto fabricando tênis para beisebol, basquete, luta livre e futebol americano, tentando competir com as grandes marcas esportivas. E isso quase levou à empresa a falência. Superada a fase difícil a demanda pelos calçados da empresa continuava crescendo, sendo que, em 1987, mais de dois milhões de pares foram vendidos. As vendas internacionais, particularmente no México e na Europa, cresciam a um ritmo de 10%. Em 1988 a VANS foi vendida para o fundo de investimento McCown De Leeuw & Co. E a primeira ação dos novos proprietários foi investir em outros produtos como bolsas e mochilas, além do lançamento do Vans Steve Caballero, também conhecido como Full Cab, apresentado como o primeiro tênis de skate assinado por um skatista. A marca também criou a linha Mountain Edition, com materiais resistentes às gélidas condições de tempo do hemisfério norte. Além disso, o tênis, tradicional “carro-chefe” da marca, disponível em mais de 200 modelos diferentes, teve sua produção ampliada ainda mais. A essa altura, a empresa já tinha filiais espalhadas pelo mundo todo e o sucesso já era notável. Em 1993 a marca ampliou ainda mais seu portfólio de produtos com o lançamento das botas para snowboarding. Além disso, os modelos Slip On, Old Skool e SK8 foram reeditados em várias cores e estampas personalizadas por artistas, inspirando a moda retrô e tornando-se peça comum no guarda-roupa fashion de modelos e celebridades.


O rápido crescimento da marca nos anos seguintes se deveu também a diversificação de sua linha de calçados, desenvolvidos para outros esportes ao ar livre, além da ampliação da linha de tênis assinadas por skatistas consagrados, como Geoff Rowley e Cory Nastazio, e uma linha de calçados femininos que mudavam de cor quando expostos a luz ultravioleta. Em 2003, foi lançada a coleção Vault by Vans, oferecendo uma mistura entre os clássicos eternos da marca com materiais e designs do universo high-fashion. Foi então que, em 2004, a VF Corporation, fabricante da marca de calças jeans Lee, demonstrou interesse em adquirir a marca. E por nada menos que US$ 396 milhões comprou a VANS, tendo ainda como um dos principais colaboradores e investidores Steve Van Doren. Ainda neste ano a marca inovou ao disponibilizar em seu site o VANS CUSTOMS, serviço no qual os consumidores poderiam customizar seus próprios tênis, em centenas de combinações de cores e padrões. Pouco depois, em 2006, já reconhecida como a líder no segmento footwear para action sports (esportes de ação), a VANS lançou uma ampla coleção de vestuário para homens e mulheres. O skatista Anthony Van Engelen foi o primeiro atleta a ser patrocinado pela divisão Vans Apparel. Pouco depois, em 2008, a marca a VANS levou sua marca e cultura para a China com a inauguração da primeira loja em Xangai.


Nos anos seguintes, a expansão global foi acelerada com distribuição na Índia e inauguração de lojas no Canadá e no México. Em 2012, apresentou a nova tecnologia de absorção de impacto UltraCush Lite, construída com uma mistura de diversos tipos de espuma, em variações de densidade, desenvolvidas para garantir a mais intensa absorção com menor peso. Além disso, lançou a tecnologia WAFFLECUP™, que combina o melhor dos dois mundos de sola, com o apoio e durabilidade da sola-caixa com o controle e boardfeel da tradicional sola vulcanizada da marca. Em 2013, comemorando os 20 anos de neve, a VANS lançou a coleção de vestuário Mountain Edition Apparel, com peças que vão do streetwear tradicional até produtos técnicos desenvolvidos para o uso na neve. No ano seguinte, a VANS lançou uma coleção de tênis com as artes originais da primeira trilogia de Star Wars, que se tornou um verdadeiro sucesso de vendas.


A marca abraça e promove o estilo de vida dos esportes de ação e a cultura jovem por meio do apoio de atletas em todo o mundo. Por isso, hoje em dia a VANS patrocina não somente o skate, mas também o surfe e o snowboarding, além de estampar sua marca em grandes eventos de música e entretenimento, como por exemplo, em 2010 quando inaugurou um espaço para eventos no Brooklyn, em Nova York, batizado de House of Vans, com show do Public Enemy; ou em 2014, com a abertura oficial da House of Vans London, um espaço com 3.000 m² de arte, música e skate sob o mesmo teto, dentro de uma estação de trem desativada em Waterloo. Hoje ainda existe mais uma House of Vans na cidade de Chicago. A marca patrocina ou realiza grandes eventos que combinam esportes de ação, arte, música e cultura de rua, incluindo o Vans Triple Crown of Surfing (campeonato de surfe conhecido como a Tríplice Coroa Havaiana), o Vans Downtown Showdown (evento que reúne o melhor do skate, da arte, da música e da cultura de rua), a Vans Pool Party (campeonato de skate) e o Vans Warped Tour (maior festival de esportes radicais e música dos Estados Unidos, que até hoje bomba nos verões americanos, e cujo direito de controle foi adquirido pela marca em 2001). Mais de 50 anos depois, o espírito Van Doren vive dentro de uma das maiores marcas da cultura jovem no mundo.


Um complexo radical 
O complexo da VANS situado na cidade californiana de Orange County é simplesmente um delírio para quem gosta de skate. Além de oferecer a completa linha de produtos da marca, a espaço possui uma enorme pista de madeira de 4.300 m² com os mais variados obstáculos e uma área específica para iniciantes do skate. O material de proteção pode ser adquirido na loja ou alugado no local. O complexo inaugurado em 1998 é conhecido como VANS SKATEPARK. Além disso, em março de 2014, a marca inaugurou uma pista com mais de 5.000 m² em Huntington Beach, no estado da Califórnia. Aproximadamente 1.000 pessoas presenciaram a inauguração com apresentações de skatistas de elite.


Entenda o famoso slogan 
Um dos slogans mais conhecidos da cultura do skate é o “Off The Wall“, da VANS. Mas você sabe o que ele significa? “Off The Wall” é um termo cunhado quando skatistas em 1976 começaram a acertar manobras em piscinas vazias, literalmente andando de skate “fora da parede”. Naquele período, o skatista era um renegado da sociedade que se expressava através do esporte e do estilo de vida. Por mais de 50 anos, “Off The Wall” é um sinônimo do espírito rebelde original e da expressão criativa. É a alma da VANS. A verdadeira identidade da marca.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por modificações ao longo dos anos. Inicialmente grafada VAN’S, perdeu o apóstrofe e depois ganhou um logotipo radical em 1976 com o slogan “Vans Off The Wall”.


Depois de adotar uma tipografia de letra mais larga e forte, recentemente o logotipo adotou a cor vermelha e voltou a utilizar a frase “Off The Wall”.


Os slogans 
The original since 1966. 
Vans Off The Wall. (1976) 
Tell A Friend About Vans. (1966)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 16 de março de 1966 
● Fundador: Paul e James Van Doren 
● Sede mundial: Costa Mesa, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Vans Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da VF Corporation) 
● CEO: Scott Baxter 
● Faturamento: US$ 1 bilhão (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 585 
● Presença global: 90 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.880 
● Segmento: Esportivo 
● Principais produtos: Calçados, roupas e acessórios 
● Concorrentes diretos: Converse, Eckō Unltd., Red Nose, AirWalk, Element, Etnies e Dc Shoes 
● Ícones: O solado vulcanizado dos tênis 
● Slogan: The original since 1966. 
● Website: www.vans.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a VANS comercializa sua gama de produtos, que além dos tradicionais tênis, inclui roupas (bermudas, camisetas, jaquetas, calças jeans, moletons) e acessórios (bonés, mochilas, malas, gorros, carteiras, cintos, meias) no estilo streetwear, através de 585 lojas próprias, revendedores autorizados e lojas multimarcas em mais de 90 países ao redor do mundo. A marca fatura anualmente mais de US$ 1 bilhão. A VANS pertence à VF Corporation, proprietária de marcas famosas como Lee, Kipling, Reef, The North Face, Wrangler e Timberland

Você sabia? 
A marca foi pioneira na criação de tênis com solado vulcanizado próprio para prática de esportes de ação como o skate. 
Na década de 1960 o nome “House of Vans” foi utilizado pela primeira vez, nas vitrines da loja de Anaheim, estado da Califórnia. 
Chris Brown, Kanye West, Zac Efron, Dougie Poynter, Kristen Stewart, Pete Wentz, Natalie Portman, Taylor Swift, Justin Bieber, Aaron Smith são alguns dos artistas que já foram registrados usando o tênis Vans Authentic no dia a dia. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), blogs (Tribo Skate), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 4/4/2018

14.3.12

JOHN VARVATOS


A marca americana JOHN VARVATOS reflete o estilo casual cosmopolita daqueles homens que gostam de estar na moda com discrição. Isso não significa que suas peças sejam simplistas. Ao contrário, com corte e modelagem diferenciada, as roupas não aparentam seguir as tendências da moda, o que deixa o visual masculino, ora com um toque rebelde, reforçado pela influência roqueira do estilista, ora com ares vintage, recém-saído de um túnel do tempo. O resultado é o equilíbrio entre a atitude rock e a perfeição das formas, que encanta milhões de homens no mundo inteiro e já conquistou um verdadeiro fã clube de respeito que inclui Jude Law, Brad Pitt, John Mayer, Lenny Kravitz e Zac Efron. 

A história 
O estilista e designer John Varvatos (foto abaixo), cuja família descende do pequeno vilarejo de Poulata na paradisíaca ilha grega de Cefalônia, nasceu em 1955 na cidade de Detroit, estado americano do Michigan. Ralph Lauren foi quem o incentivou a estudar moda e vislumbrou seu grande potencial em 1983, quando passou a trabalhar para a tradicional grife americana. No início de 1990 ele teve contato e trabalhou também na Calvin Klein, chefiando o departamento de criação de roupas masculinas e sendo responsável direto pela criação das cuecas estilo boxer, considerada uma das grandes revoluções do vestuário em todo o século, imortalizada por uma campanha publicitária icônica, estrelada por Mark Wahlberg. Depois de mais uma passagem pela Ralph Lauren em 1995, onde liderou o lançamento da Polo Jeans Company, finalmente em 1999, o estilista resolveu utilizar a experiência adquirida com estes mestres da moda para criar uma marca de moda masculina contemporânea com sua própria assinatura, a qual foi lançada oficialmente em junho de 2000 com a apresentação de sua primeira coleção, que incluía roupas de lã, calças, camisas, gravatas, casacos, blusas e roupas esportivas. A partir daí, a história do estilista americano e de sua marca se resume a prêmios, condecorações e muitos elogios por parte da crítica especializada. As celebridades também adotaram a marca, que passou a vestir astros como Bradley Cooper em eventos badalados.


Poucos meses depois da apresentação de sua primeira coleção, no mês de setembro, o estilista inaugurou uma descolada butique no badalado bairro do Soho, em Nova York. Ainda este ano John recebeu o renomado prêmio Perry Ellis por parte do Council of Fashion Designers of America (CFDA). Ano após ano suas coleções, caracterizadas pela altíssima qualidade das matérias-primas, design especial e o bom gosto e sofisticação em moda urbana, sempre abusando da cor preta e da atmosfera mais sombria e introspectiva, conquistou milhares de fãs, não somente nos Estados Unidos. Aliás, com uma pequena diferença: o vínculo das roupas e acessórios JOHN VARVATOS com o universo do Rock and Roll. Eram jaquetas de couro, botas, jeans batidos e camisetas, que custavam de US$ 300 até US$ 2.500.


Em setembro de 2001 o estilista fechou parceria com a Converse concebendo modelos bem originais, com um ar vintage, que fizeram um enorme sucesso projetando ainda mais a marca americana, que seria repetida até os dias de hoje. Pouco depois, em 2003, a empresa inaugurou uma loja na cidade de Las Vegas. Já 2004 a marca lançou seu primeiro perfume e uma completa linha de produtos masculinos para o cuidado da pele, iniciando assim a diversificação na linha de produtos. No ano seguinte John foi considerado o designer do ano pela CFDA. A diversificação em sua linha de produto continuou em 2006 com o lançamento de uma moderna linha de óculos escuros e do segundo perfume masculino da marca. Em fevereiro de 2006, a marca lançou a John Varvatos U.S.A., uma coleção voltada para um público mais jovem e de menor preço do que a coleção principal, oferecendo jeans, roupas esportivas, roupas sob medida, sapatos e acessórios.


Em agosto de 2008, a marca inaugurou uma loja onde estava localizado o lendário clube de punk rock underground CBGB em Nova York, palco de shows histórico do Iggy Pop, Patti Smith, The Ramones, Blondie, Talking Heads, Elvis Costello e Sex Pistols. A marca fez questão de conservar intacta a maior parte das paredes do icônico clube, recobertas de pôsteres e pichações, além de recriar um pouco do ambiente escuro com madeira, lustres de cristal em estilo vitoriano, cortinas de veludo e teto negro. Ainda neste mesmo ano a marca JOHN VARVATOS resolveu lançar no mercado seu primeiro perfume feminino, além de uma linha de relógios masculinos.


No início de 2012, a JOHN VARVATOS, que pertencia a VF Corporation foi vendida para o fundo de investimento Lion Capital, que nos últimos anos investiu em marcas como La Senza, All Saints e American Apparel. O principal objetivo dos novos proprietários era quintuplicar o tamanho atual da grife, aumentando sua participação no mercado americano e expansão para Europa e Oriente Médio. Pouco depois, em 2014, a marca inaugurou uma enorme loja na cidade de Londres e outra unidade em Bangkok, iniciando assim sua expansão internacional pelo varejo. Em 2015 foi a vez de inaugurar uma loja na cidade de Moscou.


A JOHN VARVATOS tem seu foco em sobreposição de peças, uso de tecidos variados, mescla de formas e referencias militares que reforçam o estilo “rocker chic” da marca. Sempre inovando a cada coleção, seu catálogo mostra que os produtos criados pela marca americana podem ser usados em diversas ocasiões, mantendo sua identidade fortemente na mente de seu público alvo. Homenagens não faltam para John Varvatos. Além de três prêmios CFDA, como designer do ano, designer masculino do ano e um Perry Ellis Awards, John ainda foi eleito o designer do ano pela GQ Magazine em 2007 e teve um modelo Chrysler 300 batizado com seu nome, em 2013.


O marketing 
A música é uma das grandes influenciadoras na moda criada por John Varvatos. Segundo o próprio estilista, tudo começou na década de 1970 com uma clássica foto da banda The Stooges, em que os integrantes vestiam jaquetas de motoqueiros, jeans rasgados e óculos Ray-Ban Aviator. Além disso, o badalado estilista americano nasceu na cidade de Detroit, onde importantes influências musicais se desenvolveram, desde o rock do MC5 ao soul do Motown e o punk dos Stooges. Essa influência ficou bastante evidente nas campanhas publicitárias da grife a partir de janeiro de 2005, na verdade obras-primas da fotografia, cujas estrelas eram astros e bandas de rock, como por exemplo, Ryan Adams, Joe Perry, Iggy Pop, Alice Cooper, Perry Farrel (Jane’s Addiction), Chris Cornell (Audioslave), Dave Matthews, The Roots e Velvet Revolver, que expressaram seu estilo eclético em roupas da marca americana.


Em 2012, o estilista nova-iorquino convidou o trio da banda Green Day para o lançamento da sua nova coleção, inspirada na cidade de Nova York e no mais puro espírito do Rock and Roll. Já em 2014, mais uma vez, o estilista trocou os modelos esguios e blasés pela irreverência e a atitude dos integrantes do Kiss, que capricharam na maquiagem para o ensaio da campanha publicitária. Logo depois foi a vez de Ringo Star e, em 2015, os filhos do cantor Bob Marley, Stephen e Ziggy, estrelarem campanhas da marca.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1999 
● Fundador: John Varvatos 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: John Varvatos Enterprises Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO & Presidente: Mark Brashear 
● Estilista: John Varvatos 
● Faturamento: US$ 300 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 30 
● Presença global: + 50 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 200 
● Segmento: Moda masculina 
● Principais produtos: Roupas, calçados, acessórios e perfumes 
● Concorrentes diretos: Hugo Boss, Ralph Lauren, Dolce & Gabbana, Diesel, Paul Smith e Tom Ford 
● Website: www.johnvarvatos.com 

A marca no mundo 
Atualmente, a marca JOHN VARVATOS, uma das maiores referências da moda masculina nova-iorquina e que vende além de roupas, sapatos e linhas de acessórios que incluem cintos, óculos, perfumes, bolsas e cosméticos de luxo para um homem moderno e exigente que gosta de se vestir bem, está presente em mais de 50 países através de renomadas lojas de departamento, lojas multimarcas e comércio online. Além disso, a marca possui 30 lojas próprias localizadas em cidades como Nova York, Las Vegas, Miami, San Francisco, Los Angeles, Dallas, Detroit, Bangkok, Londres, Moscou e Toronto. 

Você sabia? 
Multitalentoso, John Varvatos fez questão de aproveitar-se de seu sucesso no mundo da moda, para realizar o sonho de trabalhar com música, lançando em 2009, o “New York Nights… Direct From the Bowery”, um programa de rádio mensal, apresentado por ele mesmo. Seu talento como apresentador foi estendido até a TV, aonde trabalhou como jurado e mentor no programa Fashion Star. 
Sempre dedicado à filantropia, o estilista contribui com projetos como o Save the Music Foundation, que restaura programas de música instrumental nas escolas e com a Stuart House que arrecada fundos para o tratamento de crianças abusadas sexualmente. Isso prova que estar na moda também é ser solidário. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), jornais (O Globo e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 29/1/2018

29.10.11

AÉROPOSTALE


É muito pouco improvável não ver alguém usando roupas da marca AÉROPOSTALE nas grandes cidades americanas. Com uma proposta que alia roupas e acessórios descolados a um preço bastante competitivo, a marca conquistou os adolescentes e jovens americanos com seu estilo despojado, se tornando uma das “vedetes” do segmento de moda casual nos Estados Unidos. Muito em virtude da ambientação e decoração de suas lojas, que são representadas com entusiasmo, modernidade e senso de aventura, criando uma atmosfera energética com móveis arrojados, sinalizações criativas, iluminação clara e música contagiante. 

A história 
Tudo começou no início da década de 1980 quando a tradicional rede de lojas de departamento Macy’s lançou a AÉROPOSTALE como uma marca própria de roupas e acessórios casuais, direcionada para o público masculino jovem. O nome, que em francês significa “correio aéreo”, foi inspirado em uma companhia aérea fundada em 1918, conhecida como Compagnie Générale Aéropostale e pioneira em realizar voos entre a França e a América do Sul. Em poucos anos as vendas da marca cresceram absurdamente, especialmente pela qualidade, variedade, visual e preço acessível. Em uma atitude ousada, a Macy’s resolveu “dar vida própria” para sua marca própria ao inaugurar no dia 14 de agosto de 1987 a primeira loja da AÉROPOSTALE na cidade de Nova York, que ampliou seu conceito e posicionamento vendendo roupas e acessórios para meninos e meninas de 14 a 17 anos. Era o tímido início de uma varejista que faria enorme sucesso no segmento de moda casual nos anos seguintes.


Com um visual “clean”, enorme variedade e peças totalmente usáveis em qualquer ocasião, a marca se destacou entre os adolescentes e jovens americanos. Nos anos seguintes outras lojas foram inauguradas em grandes cidades americanas, especialmente no estado da Califórnia. Em 1994, com a compra da Macy’s pela Federated Department Stores, a AÉROPOSTALE acabou sendo adquirida junto. Pouco depois, em 1998, a marca foi comprada por bancos de investimentos, entre os quais o Bear Stearns, por aproximadamente US$ 15 milhões. Nessa época, a AÉROPOSTALE possuía 119 lojas espalhados pelo país. Em 2002, como forma de levantar dinheiro para sua expansão a empresa abriu seu capital na Bolsa de Valores. Nesta época a AÉROPOSTALE possuía 273 lojas em 33 estados americanos. Com dinheiro em caixa, a empresa expandiu sua linha de produtos, como por exemplo, a introdução de uma linha de roupas íntimas, e inaugurou novas lojas em várias cidades americanas. Em 2005 a marca iniciou seu comércio eletrônico, criando mais um canal de venda para seus consumidores, e no ano seguinte, já atingia mais de 740 lojas em funcionamento.


A AÉROPOSTALE iniciou sua expansão internacional exatamente no dia 3 de agosto de 2007 com a inauguração de uma loja na cidade de London, província de Ontário no Canadá. O sucesso da marca em solo canadense foi tamanho que em pouco mais de três anos a rede atingiu 60 lojas em funcionamento. O passo seguinte foi a inauguração em 2008 de uma loja em Porto Rico. Pouco depois, em maio de 2009, estendeu suas operações ao Oriente Médio com a inauguração de uma loja em Dubai nos Emirados Árabes Unidos. Ainda em 2009, a empresa lançou a P.S. from AÉROPOSTALE, uma linha de roupas e acessórios para crianças entre 5 e 12 anos, cujas primeiras lojas foram inauguradas na área metropolitana de Nova York.


O ano de 2010 foi histórico para a marca. Isto por que a AÉROPOSTALE inaugurou sua mais emblemática, e também maior, loja até então, localizada em plena Times Square, no coração da Big Apple. A inspiração do espaço veio das próprias ruas, trazendo a essência da cidade para dentro da loja. Por isso o metrô foi utilizado para caracterizar o local. Uma entrada para a loja foi instalada na saída da estação que contempla a Times Square, direcionando o cliente com imagens típicas da cidade. Todo o espaço era dividido como se fossem “estações de compra” – cada setor era separado de modo a trazer ao visitante a sensação de estar em uma linha do metrô de NY. Imagens dos pontos turísticos da cidade garantiam que os visitantes ingressassem em uma viajem pela Big Apple, do subúrbio à estação de metrô até os bairros mais chiques. O ponto alto da loja, com certeza, era a varanda localizada no segundo andar, que tinha como vista a agitada Times Square.


No ano de 2011, a empresa anunciou a inauguração de lojas na Malásia, Cingapura e Indonésia. Tudo andava bem até que, em 2014, com dívidas no valor de US$ 390 milhões, a empresa entrou com um pedido de falência na corte especializada de Nova York. O plano de recuperação previa o fechamento de 150 lojas e a venda de ativos em 6 meses para redução dos prejuízos. Especialistas apontaram como causas o avanço das lojas online e o acirramento da competição com outras empresas do segmento fast-fashion, como por exemplo, Forever 21, H&M, Uniqlo e Zara. Em 2016 um grupo, liderado por empresas credoras administradoras dos espaços das lojas restantes, especialmente a Authentic Brands Group, arrematou por US$ 243 milhões os ativos da empresa, encerrando o plano de recuperação e realizando a reabertura de lojas antigas. Aos poucos a marca vem se recuperando, ampliando sua atuação no varejo e no comércio online e, hoje em dia, a AÉROPOSTALE oferece uma grande variedade de peças urbanas e descoladas que fazem a cabeça de um público jovem que busca na marca uma fonte de inspiração para seu dia-a-dia.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou pequenas alterações ao longo dos anos. Durante anos a marca foi reconhecida pelo seu logotipo em azul com um acento estilizado na palavra “aéro”. Em 2017, a marca remodelou sua identidade visual, que adquiriu uma tipografia de letra mais sofisticada.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 14 de agosto de 1987 
● Criador: R.H. Macy & Co. 
● Sede mundial: Lyndhurst, New Jersey, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Aero OpCo LLC 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Authentic Brands Group LLC) 
● CEO: Marc Miller 
● Faturamento: US$ 1 bilhão (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 850 
● Presença global: 20 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 10.000 
● Segmento: Moda casual 
● Principais produtos: Camisetas, calças jeans, vestidos, jaquetas, pólos e bolsas 
● Concorrentes diretos: Abercrombie & Fitch, Holister, Old Navy, GAP, Urban Outfitters e American Eagle 
● Slogan: Aéropostale. Clothes gone global. 
● Website: www.aeropostale.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia a AÉROPOSTALE, uma das principais marcas de moda casual do mercado americano, possui mais de 500 lojas localizadas nos Estados Unidos e Porto Rico, e por meio de parcerias de licenciamento, mais de 350 unidades são operadas internacionalmente em países como Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Arábia Saudita, Omã, Kuwait, Qatar, Índia, Egito, Grécia, Turquia, Filipinas, México, Panamá, Guatemala e Chile. Além disso, a empresa possui pontos-de-venda em sofisticadas lojas de departamento. Com um rigoroso processo de controle de qualidade em todos os seus produtos, que vão desde calças jeans até acessórios como bonés, meias e inclusive uma linha de roupas íntimas, a marca fatura anualmente estimados US$ 1 bilhão. 

Você sabia? 
A marca utiliza em muitos de seus produtos as iniciais A87 que significa: A de AÉROPOSTALE e 87, os dois últimos dígitos do ano em que a empresa inaugurou sua primeira loja própria (considerada oficialmente sua data de fundação). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 13/8/2019