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3.9.12

CHAMEX


Quando o assunto é papel, quase todo mundo pensa primeiro em CHAMEX, o papel ideal para quem quer se organizar, desenhar, rabiscar e dar vida a todas as suas ideias. Sempre que precisar, é melhor pôr no CHAMEX. Afinal, a marca acompanha há quase cinco décadas a vida de milhões de brasileiros, quer seja no trabalho, na escola ou simplesmente na hora de aprender a escrever ou desenhar. 

A história 
Tudo começou no ano de 1970 quando a subsidiária americana da empresa de celulose Champion, instalada no país desde fevereiro de 1960, lançou uma grande novidade no mercado brasileiro: Cham-Ex, o primeiro papel cortado do mercado nacional. O nome do produto, escrito na época com hífen, unia as quatro primeiras letras da empresa e as duas primeiras da palavra “expediente”, reforçando a ideia de que se tratava de um produto a ser utilizado no cotidiano do escritório. Ele era vendido em pacotes de 500 folhas, envoltas em papel kraft pardo, com a marca Champion/Cham-Ex impressa em diagonal. Em 1972, a marca transformou-se em uma linha completa de papéis. Diferenciados pela embalagem, cada produto possuía um uso específico indicado por número: 100 (80 g/m²) para ser utilizado em duplicador à tinta; 200 para mini-offset e serviços gerais de escritório; 300 para mimeógrafo a álcool; 400 para uso em copiadoras a toner (em pó) do tipo xerox; 500 considerado um papel mais nobre e que tinha marca d’água; e 600 para ser utilizado em cópias reprográficas a toner líquido.


O papel passou a se chamar CHAMEX, sem o hífen, somente em 1993. Essa decisão tornou o nome da marca mais sonoro e atrativo graficamente. Os rótulos dos produtos mantiveram as cores que diferenciavam as categorias, mas passaram por uma grande mudança gráfica. As embalagens se tornaram mais modernas e as informações sobre as suas características, muito mais claras e fáceis de ler. Em 1998, as embalagens da marca foram modificadas mais uma vez. Os números (de 100 a 600) foram substituídos pela finalidade a qual se destinavam, mas as cores características de cada produto foram mantidas. Em junho de 2000 a Champion mudou sua razão social para International Paper do Brasil, após ser adquirida pelo gigante americano do segmento. Neste mesmo ano foi introduzido no mercado o papel CHAMEX ALCALINO.


Ainda com o objetivo de manter um papel para cada tipo de uso, em 2005 foram lançados os novos nomes da linha de produtos CHAMEX: Office, indicado para a rotina do escritório, pois sua superfície resistente, seu corte perfeito e sua equilibrada absorção, permitem melhor deslizamento do papel na impressora evitando assim desperdício de tinta; Multi, para ser usado diariamente em todo tipo de atividade, como escrever, imprimir e reproduzir; Super, mais encorpado e resistente, é ideal para apresentações profissionais que exigem alta qualidade; Eco, produzido totalmente com fibras renováveis e recicladas, o que assegura aspecto visual diferenciado e excelentes resultados de impressão; e Colors, disponível em 5 cores diferentes (amarelo, azul, marfim, rosa e verde), é ideal para impressões que exijam organização, destaque e rápida visualização.


Em 2009, a marca lançou no mercado o papel CHAMEX SUPER A3 (297 × 420 mm), com foco nos profissionais que trabalham com projetos de arquitetura, engenharia, design, moda, propaganda e marketing. Pouco depois, em 2011, a linha de produtos da marca apresentou novas embalagens, que traziam informações sobre sustentabilidade do papel de maneira clara e agradável, além do processo “abre fácil” com um novo sistema, chamado de Microdots, que consiste em micropontos de ar que auxiliam o processo de selagem da embalagem, facilitando a abertura da resma de papel. Além disso, as novas embalagens (Multi e Office) traziam o selo “99.99% livre de atolamento do papel” - resultado de testes realizados nos laboratórios da IP no Brasil e nos Estados Unidos, que reafirmavam o alto desempenho tanto em impressoras de alto volume quanto em impressoras de uso doméstico.


Em 2013, como uma iniciativa para reforçar o posicionamento da marca no qual tecnologia e papel se complementam, foi lançado um aplicativo para celulares e tablets para ajudar na organização das atividades do dia a dia, que oferecia agenda, alarme, bloco de notas, lista de desejos e tarefas. Mais recentemente, em 2017, a marca lançou no mercado a edição limitada de papéis lembrete CHAMEX NOTES. O novo produto foi pensado no hábito de anotar as coisas mais importantes e que o consumidor tenha sempre à mão um papel de alta qualidade, que se adéqua – em funcionalidade, tamanho e qualidade, às necessidades de sua rotina. As pequenas resmas de papel branco possuem 300 folhas no formato 80 mm x 115 mm e, a exemplo de toda a linha de papéis da companhia, é produzido a partir de cultivo de eucalipto 100% certificado. Seja para desenhar com os filhos, imprimir um documento, escrever ideias inspiradoras ou simplesmente anotar a lista do supermercado, CHAMEX está ao lado de milhões de pessoas para ajudar com momentos importantes em suas vidas.


Divertindo a criançada 
O Chamequinho (simpático diminutivo de CHAMEX), marca do papel sulfite branco e em cores (amarela, marfim, azul, rosa e verde) muito usado por estudantes, foi lançado no mercado em 1979. Inicialmente era comercializado em embalagem de kraft pardo, com 500 folhas. Como as escolas solicitavam quantidades menores, foi criado em 1984 o Chamequinho com 100 folhas. Na divulgação do popular papel a animada mascote e a “Pasta do Professor” tornaram-se uma tradição.


Ao longo dos anos, o personagem chamequinho foi evoluindo visualmente (em 2011 ganhou formas mais arredondadas, como pode ser visto na imagem abaixo), sempre acompanhando de slogans divertidos como “Estudando, brincando e crescendo com você” e “É mais divertido com ele”. Hoje em dia essa linha de produtos é ideal para atividades do dia a dia em casa ou na escola, sempre presente no aprendizado e na diversão das crianças brasileiras, oferecendo pacotes de 100 folhas no formato A4 e em seis cores (branca, amarela, marfim, azul, rosa e verde), além do reciclado.


Uma campanha brilhante 
Em 2013, com o intuito de resgatar o carinho, o charme e a emoção das cartas escritas à mão, a marca lançou uma ação interativa de marketing: no hotsite os internautas tinham a oportunidade de escrever uma carta que seria transcrita à mão por um calígrafo e, posteriormente, postada aos destinatários por meio dos correios. Inicialmente a ação tinha o limite disponível de 10 mil cartas, número atingido pouco mais de dois meses após o lançamento. A iniciativa batizada de Sua carta no Chamex fez tanto sucesso que ganhou outras edições nos anos seguintes.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos, adquirindo uma grafia mais moderna e atraente.


O logotipo do Chamequinho também passou por atualizações no decorrer dos anos.


Os slogans 
É melhor pôr no Chamex. (2013) 
Expresse o seu melhor com Chamex. (2011) 
Especialista em papel. (2007) 
Mais arte em sua vida. (2000)


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1970 
● Criador: Champion Papel e Celulose 
● Sede mundial: Mogi Guaçu, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: International Paper do Brasil Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Mark Sutton 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 63 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Papelaria 
● Principais produtos: Papéis 
● Concorrentes diretos: Report, Copimax, Ripax, Canson, Xerox e HP 
● Ícones: Chamequinho 
● Slogan: É melhor pôr no Chamex. 
● Website: www.chamex.com.br 

A marca no mundo 
CHAMEX, a marca líder no mercado brasileiro com 33% de participação, também exporta sua completa linha de papéis para mais de 60 países ao redor do mundo, sendo que na América Latina está presente em aproximadamente 85% dos países. Os papéis (disponíveis em gramaturas de 75 e 90 gramas, e tamanhos diversos, indo desde e tamanhos A4, Carta, Ofício 2, Ofício 9 e A3) são produzidos em três unidades fabris da empresa aqui no Brasil, com capacidade de fabricar mais de 1 milhão de toneladas de papel ao ano. Além disso, CHAMEX é vendido em mais de 10 mil pontos de venda, somente no Brasil. 

Você sabia? 
A linha de papéis CHAMEX é totalmente produzida a partir de florestas 100% plantadas e renováveis, certificadas pelo Cerflor (Sistema Brasileiro de Certificação Florestal), gerenciado pelo Inmetro e reconhecido internacionalmente pelo PEFC (Programme for the Endorsement of Forest Certification). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 16/3/2018

25.3.10

CANSON


Graças à qualidade de seus papéis, variedade de cores, texturas, gramaturas, formatos e efeitos, a CANSON se tornou sinônimo mundial de papel destinado à expressão artística, às artes gráficas e ao desenho técnico. Não por menos, seus produtos foram aprovados por pintores e artistas como Monet, Miró, Picasso e Andy Warhol. O constante foco em investimento tecnológico e exigência de qualidade possibilitaram à CANSON ser líder mundial hoje em dia, convidando artistas, amadores e profissionais, para livremente expressarem sua criatividade em papéis de alta qualidade. 

A história 
A história da tradicional empresa começou no longínquo ano de 1557 quando Jacques Montgolfier, um fabricante de papel de Ambert, deixou a cidade de Auvergne para se estabelecer em Beaujolais. Era apenas o início da expansão geográfica desta família que, durante vários séculos, iria se tornar um ícone na produção de papel. Em 1692, seus filhos Michel e Raymond chegam a Vidalon enquanto a família Chelles, fabricantes de papel originários da Auvergne, se empenham na colagem do papel. Os dois apaixonam-se pelas filhas do dono da fábrica local e, duas semanas depois, casam-se com Françoise e Marguerite, aliança que enraíza a família Montgolfier em Vivarais. Passados quase um século, em 1777, Etienne Montgolfier criou o primeiro papel Vitela francês, onde as folhas eram fabricadas sobre uma tela de latão sem nenhuma aspereza, o que permitia obter um papel perfeitamente liso. Pouco depois, em 1780, Pedro Montgolfier decidiu substituir os mastros por cilindros desfibradores holandeses. Com a peça holandesa o papel passou da produção artesanal para a industrial, impulsionando a empresa para um crescimento vertiginoso.


Ao mesmo tempo nesta época, Joseph Montgolfier, irmão de Etienne e um prodígio inventor, realizou seu sonho de voar inserindo ar quente à um saco de papel, criando assim o primeiro balão de ar quente do mundo, o qual voou pela primeira vez no dia 19 de setembro de 1783 na cidade francesa de Versailles na presença do rei Luis XVI e da rainha Maria Antonieta. A partir deste momento, a marca estaria intimamente ligada ao balão, que acabaria, de forma estilizada, fazendo parte de seu logotipo. Estes importantes progressos proporcionaram à fábrica de Vidalon, o título de manufatura real, outorgada pelo rei Luís XVI em 1784, que podia ser considerado um certificado de qualidade e garantia. Quando terminou a revolução francesa, a família Montgolfier saiu do anonimato, mas com o falecimento de Etienne no ano de 1799, seu genro e sucessor, o político Barthélémy Barou de Canson, que se revelou um inovador de talentos, foi responsável por lançar a papelaria definitivamente na abertura industrial. Foi na coloração que ele empenhou suas forças e suas pesquisas, o que culminou com um novo procedimento que permitia fabricar papéis com cores resistentes às piores provas, exceto à alguns ácidos. Esta fraqueza se tornou também uma força: as doses de ácido necessárias para apagar a escrita faziam desaparecer a cor do papel. Portanto, estes novos papéis não podiam ser falsificados. Napoleão I atribui em 1809, uma patente de invenção ao seu criador e o papel de Vidalon passou a se chamar oficialmente papel CANSON. Foi também nesta época que a empresa passou a fabricar o papel para marcar e desenhar, uma verdadeira revolução no universo dos desenhistas e artistas gráficos. Além disso, Barthélémy renunciou às incríveis receitas à base de alho e de cola de peixe e conseguiu criar um papel vegetal a partir do cânhamo.


A partir de 1815 surgiu um projeto de se instalar uma máquina contínua de alto rendimento, a qual foi colocada em funcionamento em 1822. Seu filho Stevan de Canson, em 1826, adaptou nesta máquina as famosas caixas de aspiração, que, ao sugarem a água sob a tela metálica, melhoram o escoamento e dão mais resistência à folha em formação. Em 1827, os Canson patenteiam sua técnica de colagem na massa para tornar o papel menos absorvente e evitar que não funcionasse como um mata-borrão. Esta linha de conduta consistia em se adaptar as variadas técnicas de expressão artística e fabricar papéis específicos para diferentes usos, fazendo com que a marca ingressasse no mundo do desenho e da pintura.


Em 1865, foi concedida à CANSON uma patente por um sistema que simplificou, ao fazê-lo menos custoso, o processo de impressão de foto e melhorou a qualidade dos tons pretos. Essa invenção foi premiada na Exposição Internacional de Fotografia de 1892. No século XX, grandes alianças e incorporações abriram as portas da CANSON para a internacionalização, como por exemplo, em 1926 quando a empresa abriu uma filial na cidade de Nova York. Durante este período a marca se tornou a preferida de artistas, desenhistas e pintores, lançando, ano após ano, inúmeras novidades quando o assunto é papel. Em 1947 a empresa encontrou a solução para a conservação e o transporte dos papéis artísticos escolares com a criação da Pochette Canson®, uma prática pasta que continha uma dúzia de folhas de papéis artísticos.


Nos últimos anos a marca francesa lançou no mercado grandes novidades, como por exemplo, Vivaldi A4, uma linha de papéis especiais lisos, ideal para cartazes, maquetes, bordas para fotos e capas para trabalhos escolares; Vivaldi Wave, uma linha composta por 6 cores de papel micro-ondulado para projetos escolares, embalagens, sacolas, caixas, convites, capas para álbuns; e CANSON INFINITY, uma linha de papéis desenvolvida especificamente para impressões digitais e fotografias, que possui um tom branco único, além de uma textura singular, macia e aveludada. Em 2007, ao completar 450 anos, a CANSON foi adquirida pela francesa Hamelin, empresa que atua nos segmentos de cadernos, blocos, produtos de arquivo e outros. A marca recentemente ganhou uma mascote: o personagem CANSONINO, um estudante estilizado criado no Brasil, que promete manter a tradição dos papéis CANSON viva entre as novas gerações.


Atualmente a CANSON oferece papéis específicos para diferentes segmentos: Belas Artes (papéis para artes), Desenho Técnico (papéis específicos para desenhos técnicos), DFAP (papéis para Digital Fine Art & Photo), Linha Escolar (papéis artísticos escolares para alunos da educação infantil ao ensino médio) e SOHO (papéis especiais com texturas variadas, efeitos metálicos, fibras aparentes e muito mais). Devido à toda essa vasta e rica história, a marca CANSON passou a fazer parte do patrimônio artístico. Um exemplo disso foi a parceria firmada em 2010 com o tradicional museu do Louvre para o lançamento de suas coleções de artes gráficas. Afinal, grandes artistas como Henri Matisse fizeram suas obras em papéis CANSON. Além disso, nesse mesmo ano foi criado o Fundo Canson para a Arte em Papel (Le Fonds Canson®), cujo objetivo é promover e apoiar os artistas que trabalham com papel.


O museu 
Instalado na casa antiga dos irmãos Montgolfier, o museu Papeteries Canson & Montgolfier, inaugurado em 1987, apresenta aos visitantes documentos, artefatos e máquinas de fabricação de papel. As máquinas que marcaram a história da fabricação do papel são apresentadas em um sofisticado espaço com mais de 500 m². Apesar de antigas, essas máquinas estão em bom estado de conservação e funcionamento, o que permite ao visitante familiarizar-se desde a fabricação do papel até a tipografia. O museu também retrata a história do papel, da família Montgolfier e da CANSON. Também é possível ao visitante iniciar-se na fabricação manual do papel e de balões de ar quente, os montgolfières, em papel.


O marketing 
Para reforçar o posicionamento da CANSON, a empresa realiza um forte trabalho de comunicação e marketing como, por exemplo, a presença da marca em importantes feiras do setor papeleiro e artístico, participação de mostras internacionais de artes gráficas, campanhas publicitárias em revistas especializadas, além de visitar constantemente professores de desenho e pintura em universidades e escolas de artes. A marca está presente também em diversos eventos do mercado artístico e escolar, além de patrocinar um balão, o que é natural para uma marca que está relacionada a esta grande invenção. O balão da CANSON viaja através das principais concentrações internacionais, símbolo de sua tradição e modernidade que constitui os mesmos princípios da marca.


A evolução visual 
A história do logotipo da marca segue o mesmo conceito gráfico desde o século XVIII, quando o balão passou a fazer parte integrante de sua identidade visual. Este símbolo foi adotado em 1782. Somente em 1980, o logotipo atual foi introduzido. Mais recentemente, em 2007, o logotipo foi apenas atualizado, tendo como principal mudança as cores.


Os slogans 
Papiers d’inspiration depuis 1557. 
Release your creativity. 
Espaços livres de criatividade. (Brasil, antigo)


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 1557 
● Fundador: Jacques Montgolfier 
● Sede mundial: Annonay, França 
● Proprietário da marca: Le Groupe Hamelin 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Eric Joan 
● Presidente: James Allery 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: + 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 500 
● Segmento: Papelaria 
● Principais produtos: Papéis para fotografia digital, desenho e impressão 
● Concorrentes diretos: Xerox, HP, Chamex, Riport e Copimax 
● Mascote: Cansonino 
● Slogan: Papiers d’inspiration depuis 1557. 
● Website: www.canson.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a CANSON possui filiais instaladas na Alemanha, Bélgica, Itália, Espanha, Austrália, Japão, Estados Unidos e Brasil, comercializando uma diversificada linha de produtos, incluindo papéis para desenho, pastel, aquarela, pintura a óleo, acrílica, artes gráficas, edição de arte, fotografia digital e impressão ink jet. Seus produtos são vendidos em mais de 100 países através de papelarias e lojas de materiais artísticos. 

Você sabia? 
A CANSON está na origem de muitas invenções do segmento tais como o papel vegetal (em 1807), papéis coloridos e papel fotográfico, e também na origem de técnicas de produção como as máquinas continuadas de papel (1822) e o enquadramento do papel diretamente no tanque. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 24/4/2014