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3.10.15

JACOB'S CREEK


O lema “Aproveite o Vinho e viva o momento” resume com perfeição a ambição da marca australiana JACOB’S CREEK. A filosofia é oferecer uma gama de vinhos de alta qualidade que atendam todas as ocasiões e paladares. Verdadeiro ícone australiano, a marca produz rótulos de personalidade e elegância que conquistaram os melhores conhecedores e apreciadores no mundo inteiro. 

A história 
Para contar a história é preciso voltar ao ano de 1847 quando um imigrante alemão da Baviera, chamado Johann Gramp, plantou os primeiros vinhedos em Jacob’s Creek, região de Barossa Valley, ao sul da Austrália. Isto aconteceu após ele e sua mulher comprarem 30 hectares de terra nesta região australiana, cuja terra era fértil e ideal para o plantio de uva. Gramp tomou essa atitude depois da saudade dos vinhos de sua terra natal. Em vez de mudar seus hábitos, ele decidiu começar o cultivo de uvas e tentar fazer seu próprio vinho. Era uma maneira de se adaptar a um novo país, mas ainda assim permanecer fiel aos seus costumes. Depois de fundar a Gramp & Sons, por volta de 1850 ele lançou suas primeiras garrafas de vinho branco no mercado australiano. Em 1877 seu filho, Gustav, moveu os vinhedos para sua atual localização, apenas dois quilômetros dos originais, e construiu cavas maiores. A adega original de Johann ainda está de pé, uma prova de sua paixão por fazer vinhos de qualidade. Em 1912, a empresa continuou a crescer sob o comando de seus filhos Gustav, Hugo e Fred.


Em 1947 a empresa comemorou um século de existência e excelência na produção de vinhos. Finalmente em 1976, a empresa, agora batizada de Orlando Wines, lançou no mercado a marca JACOB’S CREEK, que pegou emprestado o nome do riacho que atravessa a região onde estão localizados os vinhedos. Os primeiros vinhos da nova marca eram da safra de 1973 e um blend de uvas Shiraz e Cabernet Sauvignon das regiões de Barossa Valey e McLaren Vale, e Malbec de Padthaway. Era um vinho tinto autêntico, credível e acima das expectativas. Assim rapidamente conseguiu conquistar consumidores pela Austrália e se tornar extremamente popular. Já em 1984 os vinhos da marca foram exportados pela primeira vez para o Reino Unido, liderando assim a popularização dos vinhos australianos ao redor do mundo.


O sucesso e a excelência dos vinhos JACOB’S CREEK chamaram a atenção da francesa Pernod Ricard, que no ano de 1989 comprou a vinícola e, através de uma estratégia ambiciosa de internacionalização, tornou possível a exportação para diversos países ao redor do mundo. Em 1998 a marca lançou no mercado seus primeiros vinhos espumantes Chardonnay/Pinot Noir, que se tornariam aclamados pela crítica e pelo público. Pouco depois, em 2000, a marca introduziu no mercado seus novos vinhos de Reserva Especial. Como resultado do cuidado, experiência e excelência na produção, em 2008, JACOB’S CREEK recebeu o título de vinícola mais premiada do mundo. Em 2011, como parte da comemoração dos 35 anos da marca, foi lançada uma nova linha de vinhos brancos refrescantes batizada de COOL HARVEST, cujas uvas são colhidas no período mais fresco da noite para maximizar a retenção de seus aromas tropicais e acidez natural. No ano seguinte, mais uma vez de forma inovadora, a JACOB’S CREEK apresentou ao mercado seu primeiro vinho biodinâmico (cuja extrema preocupação é preservar a singularidade de cada parcela de solo e reduzir a intervenção na fase de vinificação tendo mais cuidado no tratamento das uvas e da terra). O vinho é feito com uvas Shiraz de vinhedos do Vale McLaren e engarrafados de uma de uma maneira única, com poucas semelhanças com os demais vinhos.


Em 2013 a marca lançou dois novos vinhos desenvolvidos em resposta ao crescente interesse dos consumidores: Classic Fiano 2013 e Classic Sangiovese 2012. As novas variedades são o resultado de experimentar o comportamento de variedades de uvas italianas, espanholas e portuguesas em um clima australiano. Nos últimos anos a marca australiana tem investindo constantemente em grandes eventos esportivos para popularizar e aumentar seu reconhecimento mundial, como por exemplo, o patrocínio aos torneios de tênis Aberto da Austrália (Australian Open), Aberto dos Estados Unidos (US Open) e Wimbledon (desde 2011), e ao Jacob’s Creek Open Championship, tradicional torneio de golfe que a marca apoiou entre 2002 e 2007. Além disso, a JACOB’S CREEK contratou no final de 2014 o tenista sérvio Novak Djokovic para ser embaixador mundial da marca. A ligação da marca de vinhos com o tênis é antiga, pois já teve entre seus embaixadores o ex-tenista americano Andre Agassi.


A casa de Jacob’s Creek 
O Centro de Visitantes de JACOB’S CREEK, inaugurado em 2002, é o lar dos vinhos da marca australiana, situado na mais famosa região vinícola do país, Barossa Valley, apenas uma hora do centro da cidade de Adelaide. O centro, que recebe todos os anos mais de 150.000 visitantes, oferece uma experiência de turismo culinário memorável, com uma tentadora combinação de comidas e vinhos, além de vastas e incríveis vistas de vinhedos e montanhas. A magnífica construção apresenta um design ambiental de referência baseado nos princípios de sustentabilidade, reciclagem e conservação de energia.


É possível degustar um relaxante almoço que harmoniza a comida com o vinho no premiado Jacob’s Restaurant. Saborear uma taça de vinho no deck com vista panorâmica dos vinhedos e de Barossa Range. Aprender mais sobre o cultivo de parreiras e sobre a fabricação de vinhos em um passeio no vinhedo. Ou até participar de uma aula de culinária e fazer um agradável piquenique às margens do riacho Jacob’s Creek. O centro de visitantes foi reconhecido como o principal local de enoturismo na Austrália e entrou no Hall da Fama do turismo na Austrália do Sul em 2010, ganhando o título de melhor atração turística principal por três anos consecutivos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou apenas por uma única remodelação ao longo de sua história. Isto aconteceu no mês de fevereiro de 2014. Além de uma nova tipografia de letra (mais sofisticada), o logotipo apresentou um símbolo (que conta a história da marca através da simbologia), representando de forma estilizada uma taça de vinho, o famoso riacho Jacob’s Creek e as folhas de parreira.


Com a nova identidade visual, a marca também apresentou um novo design para suas garrafas, mais moderno e ao mesmo tempo clássico. O rótulo retrata toda a história e legado da marca com a assinatura “Gramp & Sons”.


Os slogans 
True Character. (2012) 
Add a bit of sparkle to your life. (2007) 
Australia's top drop. (2000)
Jacob’s Creek. Say when.


Dados corporativos 
● Origem: Austrália 
● Lançamento: 1976 
● Criador: Orlando Wines 
● Sede mundial: Rowland Flat, Barossa Valley, Austrália 
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Jean-Christophe Coutures 
● Faturamento: US$ 497.9 milhões (2014) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 70 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.200 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Vinhos e espumantes 
● Concorrentes diretos: Robert Mondavi, Gallo, Concha Y Toro, Blossom Hill, Sutter Home, Lindeman’s e Hardy’s 
● Slogan: True Character. 
● Website: www.jacobscreek.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia a JACOB’S CREEK, que vende mais de 8 milhões de caixas por ano, estando entre as marcas de vinhos mais consumida em todo o mundo, exporta seus produtos (mais de 35 diferentes vinhos) para mais de 70 países. É a marca de vinho australiano preferida entre os consumidores em 7 dos 10 principais mercados mundiais. Além disso, é a marca n°1 de vinhos na Austrália e líder na categoria de vinhos australianos em mercados como Reino Unido, Nova Zelândia, Irlanda, Escandinávia e Ásia. A China é seu maior mercado consumidor. Aproximadamente 2 milhões de taças de JACOB’S CREEK são apreciadas em todo o mundo por dia. 

Você sabia? 
Hoje, a vinícola JACOB’S CREEK produz vinhos com as variedades de uvas Shiraz, Sauvignon, Semillon, Riesling, Pinot Noir, Cabernet, Merlot e Chardonnay. 
Desde 1976, os vinhos JACOB’S CREEK já receberam mais de 7.000 prêmios internacionais pela excelência e alta qualidade. 
A marca foi a principal responsável por cunhar a excelente reputação mundial da Austrália como produtora de vinhos excepcionais. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 3/10/2015

13.2.12

MONTILLA

Poucas marcas brasileiras têm uma história de sucesso como MONTILLA obteve e vem conquistando ao longo dos tempos. Dificilmente um nordestino abordado na rua não vai se lembrar da bebida do Pirata, que de tão presente no cotidiano popular acabou se tornando parte integrante de uma cultura. Trata-se daquela bebida que vem um pirata no rótulo. Agora sim, você deve ter ligado o produto à marca. A popularidade da bebida é tamanha que aproximadamente 75% dos brasileiros conhecem ou bebem rum MONTILLA.

A história
A história começou no ano de 1957 quando a Destilaria Medellin, fundada em 1918, lançou o RON MONTILLA CARTA BLANCA no mercado, um blend de runs envelhecidos de várias origens. O novo produto teve seu nome originado no pequeno município espanhol de Montilla, localizado na província de Córdoba. Além disso, a marca resolveu adotar a palavra Ron, que significa Rum para os espanhóis. Desde seu lançamento o rum MONTILLA ficou conhecido como a bebida do “Espírito do Pirata”, conceito criado para divulgar a marca, especialmente na região nordeste. Afinal, os piratas são apreciadores e beberrões de rum há séculos. A figura do Pirata com um papagaio em seu ombro então se tornou o mais importante elemento do produto, sendo utilizada em toda a comunicação da marca.


Em 1966 a marca passou a fazer parte do portfólio da canadense Seagram, quando esta adquiriu a Destilaria Medellin. Já nos anos 80, MONTILLA alcançou o volume de 1 milhão de caixas vendidas, comprovando assim o sucesso do produto junto ao público. Nesta década a empresa resolveu reformular o rótulo do RON MONTILLA, e o tradicional pirata foi retirada, para voltar uma década depois. Em 1996, a marca rompeu outra barreira importante ao vender 1.5 milhões de caixas. Nesta época as vendas do rum já se concentravam na região nordeste e MONTILLA tornava-se símbolo da cultura local, sendo presença constante no patrocínio das tradicionais festas de São João. Pouco depois, em 1998, a marca resolveu diversificar sua linha de produto com o lançamento da variante MONTILLA LIMÃO, rum com extratos naturais de limão.


Em 2001 a francesa Pernod Ricard adquiriu a Seagram e conseqüentemente seu portfólio de marcas, que incluía o rum MONTILLA. A partir desse momento a marca ganhou um poder maior de distribuição, investimentos em marketing e desenvolvimento de novos produtos. Em 2005 a marca celebrou o ano do lançamento de novas embalagens e nova identidade visual, além de um posicionamento mais moderno e inovadora campanha publicitária, sempre com a presença do Pirata. Além disso, lançou a versão “cuba libre” do RON MONTILLA (rum + refrigerante de cola), em lata. No ano seguinte, já com forte presença na região nordeste, a marca partiu para conquistar paladares de outros estados brasileiros. Em 2007, para comemorar seus 50 anos a marca lançou a bebida MONTILLA PREMIUM, composta por runs envelhecidos de três a 18 anos e coloração âmbar. A nova variante trouxe mais sofisticação para a linha com um produto de alta qualidade.


Em 2010 a marca voltou a inovar ao lançar, inicialmente na região nordeste, a versão em lata (disponível em 310ml e 473ml) das variações Carta Branca e Carta Cristal. O principal objetivo da lata era agregar novas ocasiões de consumo, como em grandes eventos e festas de rua. Entre os diferenciais da lata, destaque para o fechamento com tampa plástica, que, por meio da vedação, não necessita de consumo imediato, fazendo com que o rum possa ser saboreado moderadamente em diversas doses.


Outra importante ferramenta de marketing utilizada pela marca é a realização de ações para demonstrar e ensinar diferentes receitas de drinques preparadas com o rum, como por exemplo, a Caipirata Montilla, que traz uma opção diferenciada da caipirinha ao unir rodelas de limão, açúcar e Ron Cristal. Todos os drinques levam a assinatura do mixologista da Pernod Ricard Brasil.


A evolução visual
O logotipo da tradicional marca passou por algumas modificações ao longo dos anos. A mais recente delas ocorreu em 2005 quando foi apresentado um novo logotipo, muito mais moderno, com nova tipologia de letra e o slogan escrito entre duas pequenas espadas piratas.


Além disso, a marca apresentou recentemente novas embalagens, que ganharam formas mais longilíneas e modernas.


Os slogans
Liberte seu espírito pirata.
Viva o espírito pirata.
O verdadeiro espírito pirata.



Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Lançamento:
1957
● Criador:
Destilaria Medellin S.A.
● Sede mundial:
São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca:
Pernod Ricard S.A.
● Capital aberto:
Não
● Presidente:
Bryan Fry
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Segmento:
Bebidas alcoólicas
● Principais produtos: Runs
● Concorrentes diretos:
Bacardi e Merino
● Ícones: O Pirata
● Slogan:
Liberte seu espírito pirata.
● Website: www.montilla.com.br

A marca no Brasil
A marca MONTILLA, ícone da cultura nordestina e líder de mercado no país com 77% de participação, vende a cada segundo uma garrafa de rum no Brasil. Oferecendo as versões Carta Branca, Ouro, Cristal e Limão, a marca supera os 25 milhões de litros vendidos anualmente. A região nordeste representa mais de 80% das vendas da marca.

Você sabia?
No processo de produção do MONTILLA são comprados runs nacionais de várias origens. O envelhecimento dos runs é feito em Resende no Rio de Janeiro. Já o Blending (mistura) e engarrafamento são feitos em Suape, Pernambuco, e também em Resende.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios e Veja), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), Jornais (Valor Econômico) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 13/2/2012

26.10.11

HAVANA CLUB

O rum é a bebida que associamos aos piratas, além de ser um forte símbolo cultural de Cuba. Para os conhecedores, a Ilha de Fidel produz os melhores entre os melhores runs do mundo. E não existe uma marca que represente melhor a tradição cubana em produzir rum que a HAVANA CLUB. A força de sua origem autêntica, a fidelidade à tradição de elaboração do rum na ilha e sua indiscutível qualidade proporcionam à marca o status de “El Ron de Cuba”.

A história
A ligação entre Cuba e o rum começou em 1493 quando Cristóvão Colombo introduziu a cana de açúcar na ilha caribenha. Rapidamente o clima favorável e o solo fértil fizeram com que a cana-de-açúcar se desenvolvesse bem e também fosse utilizada para fazer uma espécie de suco fermentado e forte chamado “tafia” (antecessor do rum). A partir de 1800 a qualidade desta bebida melhorou sensivelmente com a introdução dos alambiques de cobre e do processo de envelhecimento. Em 1878, com a alta demanda por um rum superior (mais suave ao paladar), especialmente por parte da Corte Espanhola, José Arechabala, um jovem imigrante espanhol, fundou uma pequena destilaria na cidade de Cárdenas que iniciou a produção de runs de qualidade superior. Com sabor único, o rum produzido por ele apresentava um aroma leve e delicado, resultado das condições únicas de clima e solo de Cuba.


Em 1934, quando ele iniciou a exportação de seu rum para o mercado americano, resolveu registrar a marca HAVANA CLUB em vários países. O logotipo da marca possuía como emblema a Giraldilla, uma estatueta que simboliza a cidade de Havana. A marca esteve à beira da falência durante o regime de Batista, mas a nacionalização levada a cabo depois da Revolução de 1959, co-liderada por Che Guevara, recuperou o HAVANA CLUB como a imagem oficial do rum cubano. Isto porque, o governo cubano relançou a marca e a registrou em 80 países.


Durante as próximas duas décadas o governo cubano foi o único responsável pela produção e exportação do HAVANA CLUB. Mas o grande passo para tornar a marca HAVANA CLUB global aconteceu em 1993 quando foi constituída a Havana Club International, uma joint-venture entre o governo cubano (responsável pela distribuição nacional) e a multinacional francesa Pernod-Ricard (responsável pela distribuição internacional). Com isso, nos anos seguintes os excepcionais runs da marca foram lançados em diversos novos mercados pelo mundo, ganhando eficiência na distribuição ao utilizar toda a poderosa estrutura da empresa francesa.


Além disso, a Pernod-Ricard também investiu em marketing, como por exemplo, através da criação em 1996 do Havana Club International Cocktail Grand Prix, uma aclamada competição internacional de bartenders, que ajudou sensivelmente a divulgar a marca e o rum cubano pelo mundo. Outro importante fator de crescimento da marca no mundo foi a divulgação maciça de coquetéis tradicionais como mojito e daikiri, onde utilizar um rum cubano superior faz toda diferença. Mas essa época também foi marcada por batalhas intermináveis nos tribunais contra a Bacardi pelo uso da marca HAVANA CLUB, especialmente em território americano.


Hoje em dia a marca HAVANA CLUB oferece oito versões de seus excepcionais rum: Blanco (autêntico rum branco cubano, sendo o mais jovem da linha), 3 Años (um rum envelhecido três anos, ideal para coquetéis), Reserva (considerado o rum premium envelhecido mais aromático do mundo), Especial (rum envelhecido quatro anos), 7 Años (referência mundial em rum, com produção muito limitada e próprio para ser degustado puro com os melhores charutos cubanos), 15 Años (um verdadeiro clássico dos runs cubanos), Cuban Barrel Proof (rum engarrafado diretamente dos barris, com teor alcoólico de 45%) e Máximo Extra Añejo (um rum ultra-premium lançado em 2006 e cuja garrafa, de cristal, pode custar mais de US$ 1.700). A marca ainda produz o HAVANA LOCO, uma bebida pronta para o consumo que mistura o tradicional rum branco com sucos de fruta, entre as quais limão, manga e maracujá.


Dados corporativos
● Origem:
Cuba
● Fundação:
1878
● Fundador:
José Arechabala
● Sede mundial:
Santa Cruz del Norte, Cuba
● Proprietário da marca:
Governo cubano (50%) e Pernod Ricard (50%)
● Capital aberto: Não
● Diretor internacional:
Jérôme Cottin-Bizonne
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
124 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Maiores mercados:
Cuba, Itália, Alemanha e Espanha
● Funcionários: 700
● Segmento:
Bebidas alcoólicas
● Principais produtos: Runs
● Principais concorrentes:
Bacardi e Captain Morgan
● Slogan:
El ron de Cuba.
● Website: www.havana-club.com

A marca no mundo
Os mais puros runs cubanos da HAVANA CLUB, produzidos na cidade de Santa Cruz do Norte, são comercializados em mais de 120 países ao redor do mundo, com vendas superiores a 3.4 milhões de caixas de nove litros. A marca tem como maiores e mais importantes mercados Cuba, Itália, Alemanha, Espanha e França. A HAVANA CLUB está listada entre as 100 marcas premium mais vendidas no mundo.

Você sabia?
Devido ao embargo americano à Ilha de Fidel, os runs da HAVANA CLUB não são comercializados nos Estados Unidos.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 26/10/2011

9.3.11

JAMESON IRISH WHISKEY


Se você acha que o licor Bailey’s, a cerveja Guinness, o leite de excepcional qualidade, o trevo de quatro folhas, o duende e São Patrício (St. Patrick’s, em inglês) são os símbolos culturais e históricos mais fortes da Irlanda, acertou. Mas, não totalmente. Acrescente a essa célebre lista o uísque JAMESON, que por sua suavidade e uma fusão dos sabores baunilha, madeira de carvalho e mel, com um toque picante, de caramelo e avelã, agrada paladares tanto de homens como de mulheres no mundo inteiro. 

A história 
Tudo começou em 1780 quando o escocês John Jameson adquiriu a pequena destilaria de Bow Street, localizada na cidade irlandesa de Dublin, e passou a fabricar seus próprios uísques seguindo o método irlandês de destilação. Sua preocupação em produzir um uísque de qualidade superior era tamanha que ele comprou os melhores equipamentos da época, só utilizava ingredientes selecionados (tradição que perdura até os dias de hoje) e uma única fonte de água (no caso o Rio Liffey, em Dublin), e selecionava pessoalmente a cevada e os barris de carvalho (John foi um dos primeiros a usar barris de xerez para maturar seus uísques), não importando quanto custariam. Além disso, enquanto os uísques escoceses eram destilados duas vezes, ele em sua incessante busca pela qualidade máxima submetia o JAMESON IRISH WHISKEY a um processo de tripla destilação. O resultado de tanto cuidado era um uísque extremamente suave e saboroso, muito agradável ao paladar.


Nesta década, os homens e mulheres que trabalhavam na destilaria tinham os melhores salários e condições de trabalho da cidade, assim como tempo com o próprio chefe. John acreditava que compartilhar seus lucros, tempo e espírito com cada trabalhador estimulava a sua lealdade e eles, por sua vez, devolviam a gentileza fabricando um uísque melhor. Na verdade, cada garrafa levava dois homens carregando barris e equilibrando o rótulo, como um tributo aos homens e mulheres que produziam o uísque. Em 1810, seu filho, John II, expandiu a destilaria John Jameson & Son, que se tornou uma das maiores e mais importantes da Irlanda.


John Jameson faleceu em 1823 e seus descendentes deram continuidade ao lema de família: “Sine Metu” (“Sem Medo”), frase presente no brasão estampado em cada rótulo da garrafa do uísque até os dias de hoje. Esse lema foi conferido à família Jameson, graças à bravura demonstrada ao combater os piratas em alto mar, no século 16. Nos anos seguintes, seu outro filho, John III, tratou de expandir a marca JAMESON pelos mercados internacionais, ampliou o negócio globalmente, tornando-se um dos maiores fabricantes de uísque do mundo. Quando John IV assumiu, no início dos anos de 1900, a John Jameson & Son Whiskey já era conhecida mundialmente. O uísque JAMESON fez grande sucesso até a guerra da independência da Irlanda, em 1919, quando o uísque irlandês sofreu o boicote do império britânico (a Commonwealth que incluía Austrália, Canadá, e Índia). As dificuldades aumentaram ainda mais quando começou a vigorar em 1920 a Lei Seca nos Estados Unidos (período no qual a fabricação, transporte e venda de bebidas alcoólicas foram banidas nacionalmente), mercado que pelo grande número de imigrantes irlandeses era um dos mais importantes para marca. Somente com a revogação da lei em 1933 a marca voltou a crescer no mercado americano.


Passadas as dificuldades, nas décadas seguintes, seu sabor suave e harmonioso permitia uma variedade de combinações, desde drinques clássicos à inovadores, fazendo com que a popularidade e também a demanda pelo uísque crescesse no mundo inteiro. Uma dessas combinações, em virtude da versatilidade do uísque, foi à principal responsável por tornar o JAMESON tão popular: o irish coffee (café irlandês), fusão do café e do uísque irlandês coberto com uma camada de creme de leite fresco ou chantilly, que segundo a lenda surgiu em 1942, no bar do restaurante do aeroporto em Foynes, na Irlanda. Além disso, por ser um uísque menos marcante, se tornou comum o consumo em drinques, acompanhado, por exemplo, de suco de cranberry e gelo. Vivendo momentos atribulados na década de 1960, a JAMESON uniu forças com suas rivais Cork Distillers e John Powers para formar o Irish Distillers Group em 1966.


A marca irlandesa foi adquirida pelo grupo francês Pernod Ricard em 1988, e nos anos seguintes ganhou força internacional, aumentando sua distribuição e investindo em campanhas publicitárias para se tornar uma marca global. Além disso, ampliou sua linha de produtos com o lançamento de novos uísques. O resultado: em 1995, as vendas do uísque irlandês chegaram aos 10 milhões de garrafas, ajudando à JAMESON a ingressar no seleto grupo das 100 marcas de bebidas alcoólicas mais valiosas do mundo. Em 2004 a JAMESON foi eleita como a marca de uísque de mais rápido crescimento no mundo, com suas vendas atingindo, em 2006, 2 milhões de caixas. Além disso, foi o uísque que mais cresceu no mercado americano na última década; e recentemente apresenta grande crescimento em mercados importantes do segmento como Rússia, África do Sul e França. Além disso, a marca irlandesa iniciou o lançamento de edições com embalagens limitadas, algumas delas criadas por grandes designers e artistas.


A marca organiza uma das maiores festas do mundo no dia de São Patrício (Saint Patrick’s Day), batizada de Jameson Global Party, que acontece simultaneamente em 20 países, como Irlanda, África do Sul e Bulgária. Tudo isso com transmissão ao vivo pela internet, através das mais diferentes redes sociais. Além disso, patrocina o The Jameson Dublin International Film Festival, criado em 2003, e que já é considerado um evento internacional dos mais importantes no segmento, atraindo cinéfilos de todas as partes do mundo e vários artistas famosos. Nesse festival internacional de filmes, o cinema é visto como arte e recebe obras de vários países, apesar do foco ser filmes irlandeses. Hoje em dia, a JAMESON acredita que aperfeiçoou a arte de fabricar o suave uísque irlandês. Mas, no que diz respeito aos drinques, a marca busca constantemente barmens de todo o mundo para descobrir formas novas e instigantes de desfrutar o melhor dos uísques irlandeses.


O mais famoso uísque dos irlandeses 
Dificilmente os irlandeses aceitarão, sem demonstrar uma ponta de ofensa, a insinuação de que o uísque escocês possa ser melhor. Se você pensa que o uísque nasceu na Escócia, está redondamente enganado. Na verdade ele surgiu na vizinha Irlanda. E as diferenças são grandes. Nem a grafia é igual: “whiskey” (para irlandeses) e “whisky” (para escoceses). Aliás, o termo é proveniente justamente de uma palavra irlandesa (“uiske beatha”) que significa em gaélico “água da vida”. Mas as diferenças vão muito além de uma simples letra. O uísque irlandês é destilado três vezes, enquanto grande parte da bebida escocesa passa duas vezes pelo processo. Outra característica marcante do irlandês: o uísque mistura dois tipos de cevada, sendo que um deles germina na água, preservando aroma e sabor leves. Além disso, o uísque é descansado em barris onde já estiveram bebidas de bourbon, jerez e vinho do porto. Rivalidades, diferenças e polêmicas à parte, o JAMESON é o uísque irlandês mais vendido do mundo e um dos mais populares do segmento.


Atualmente a marca oferece uma ampla variedade de uísques: 
Jameson Original: é o carro-chefe da marca irlandesa, um uísque original envelhecido por no mínimo 5 anos e produzido desde 1780. 
Jameson 12 Year Old Special Reserve: uísque irlandês envelhecido por no mínimo 12 anos. 
Jameson 18 Year Old Limited Reserve: criado em 2002, este excepcional uísque envelhecido 18 anos é a mais pura tradução da alta qualidade da destilaria irlandesa. 
Jameson Select Reserve: os mestres destiladores selecionam cuidadosamente uma grande proporção de uísque irlandês de alambique com um raro uísque de grão em pequenos lotes, maturados em barris de bourbon carbonizados, fazendo com que o uísque adquira notas aromáticas de madeira carbonizada, especiarias profundas e frutas exóticas. 
Jameson Gold Reserve: uísque criado em 1996 e envelhecido em barris de carvalho americano virgem. 
Jameson Rarest Vintage Reserve: edição limitada e extremamente exclusiva dos melhores e mais raros uísques da destilaria. 
Jameson Signature Reserve: uísque que pode ser encontrado nos Duty Free dos principais aeroportos do mundo.


A destilaria 
A Old Jameson, a destilaria original da tradicional marca, está localizada no centro da cidade de Dublin, sendo um dos marcos culturais mais preservados pelos irlandeses. Apesar do uísque JAMESON ser somente misturado e engarrafado aqui, a destilaria é mais uma espécie de museu, bar e restaurante, que oferece visitas guiadas que abordam a história da marca explicando as características únicas do uísque irlandês (incluindo seu exclusivo método de fabricação), traçando comparativos com outros uísques famosos (escoceses e americanos) e até permitindo a degustação. O tour, batizado de Jameson Experience, começa com um vídeo e uma pequena apresentação que conta uma breve história do uísque JAMESON na Irlanda. Nos outros estágios da visita é possível ter informações detalhadas sobre a história e processo de fabricação do uísque, incluindo como os barris, que são selecionados de forma especial, transformam algumas das características dos diferentes uísques JAMESON. E por último a degustação do tradicional uísque, puro ou com outros ingredientes não alcoólicos.


A destilaria ainda oferece uma loja com produtos e lembranças da marca, um bar (chamado JJ) e um restaurante (3rd Still), localizado no mezanino. A destilaria também hospeda e promove eventos corporativos, coquetéis e lançamentos, além de promover o “Irish Nights”, que acontece de abril a outubro. É uma noite que inclui o tour da destilaria e depois um jantar (entrada, prato principal e sobremesa) acompanhados de música e dança típicas ao vivo.


A evolução visual 
A identidade visual da marca irlandesa passou por algumas atualizações ao longo dos anos.


Os slogans 
Taste above all else. (2012) 
Easygoing Irish. (2009) 
It could just be the taste. (2004) 
Jameson Irish Whiskey. What’s the Rush? 
The spirit of Ireland. 
Not a drop is sold till it’s seven years old.


Dados corporativos 
● Origem: Irlanda 
● Fundação: 1780 
● Fundador: John Jameson 
● Sede mundial: Dublin, Irlanda 
● Proprietário da marca: Irish Distillers Limited 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Pernod Ricard S.A.) 
● CEO: Anna Malmhake 
● Master Destilador: Brian Nation 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Maiores mercados: Estados Unidos, aeroportos, Rússia e Irlanda 
● Funcionários: 400 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Uísques irlandeses 
● Concorrentes diretos: Tullamore Dew, Bushmills, Kilbeggan, Jack Daniel’s e Jim Beam 
● Ícones: A tripla destilação 
● Slogan: Taste above all else. 

A marca no mundo 
Hoje em dia JAMESON, uísque irlandês mais famoso do mundo e líder absoluto em sua categoria (com aproximadamente 65% de participação de mercado no mundo), está presente em mais de 120 países, com vendas anuais superior a 4.7 milhões de caixas (com 9 garrafas). A cada segundo são consumidas 20 doses do uísque JAMESON no mundo; isto significa que a cada dia 6 mil garrafas do uísque “evaporam” de sua destilaria. Os maiores mercados da marca são Estados Unidos, “Travel Retail” (aeroportos), Rússia, Irlanda, África do Sul, França, Reino Unido, Austrália e Canadá. Atualmente o uísque é fabricado em uma única destilaria, a Midleton Distillery, na região de Cork, mas misturado e engarrafado na Old Jameson, destilaria original da marca localizada no centro da cidade de Dublin. 

Você sabia? 
Durante quatro anos consecutivos (2008-2011) o bar, na verdade um pub, que mais vendeu JAMESON no mundo estava localizado na cidade de Minneapolis, estado de Minnesota. Eram aproximadamente 22 garrafas do uísque irlandês todos os dias. 
Um proeminente membro da família Jameson foi Guglielmo Marconi, pioneiro do rádio. A mãe dele era irlandesa e neta do fundador da tradicional destilaria JAMESON. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 16/10/2015

17.1.11

MARTELL


Produzir um excepcional conhaque, além de tradição, requer conhecimento, ingredientes de primeira qualidade e domínio de uma técnica refinada de elaboração. É justamente essa combinação que pode ser encontrada em cada garrafa da marca MARTELL, que representa fielmente a sofisticação francesa. 

A história
Tudo começou no longínquo ano de 1715 quando o inglês Jean Martell se instalou na região de Cognac, próximo ao Rio Charente na França e começou a produzir conhaques. Naquela época, a França presenciava o mercado de luxo despontar com o nascimento das primeiras empresas do setor, que tinham algo em comum: o mais refinado trabalho artesanal e a busca pela perfeição. Desde o princípio, a insistência de Jean Martell na busca pela perfeição o levou a estudar meticulosamente cada passo do processo de fabricação dos conhaques, especialmente para atender as exigências da monarquia francesa e seu estilo de vida luxuoso. Os resultados dessa total dedicação não tardaram a chegar e MARTELL rapidamente conquistou enorme reputação entre os mais exigentes consumidores da bebida: entre eles, o mordomo de Napoleão, a Corte Austríaca, os czares russos, assim como a família real inglesa. Já no ano de 1721, a MARTELL exportava aproximadamente 200.000 litros de conhaque para a Inglaterra.


Com a morte de Jean em 1753, sua viúva Rachel e seus filhos, Jean e Frédéric, assumiram os negócios. Não demorou muito para os primeiros carregamentos partirem da França com destino aos Estados Unidos, em 1775. Por volta de 1868, o conhaque MARTELL já podia ser encontrado na China, no Japão e até na ilha de Hong Kong. No ano de 1912, Edouard Martell, dando continuidade a tradição familiar criou o famoso conhaque MARTELL CORDON BLEU, apresentado pela primeira vez no lendário Hotel de Paris em Mônaco, e que se tornaria o carro-chefe da marca. O sucesso foi instantâneo. A partir deste momento, todos os estabelecimentos de luxo ao redor do mundo passaram a servir o conhaque CORDON BLEU, identificado visualmente por sua garrafa luxuosa. Na viagem inaugural do luxuoso transatlântico Queen Mary, em 1936, os convidados VIPS foram agraciados com este icônico conhaque, também servido em lugares míticos como os vagões da Orient Express ou no voo inaugural do Concorde 1. Nos anos seguintes, clientes famosos como D.W. Rockefeller e Winston Churchill contribuíram para que a fama da marca francesa aumentasse ainda mais. Em 1988 a família Firino-Martell vendeu a empresa para a canadense SEAGRAM, e, em 2002, a MARTELL foi comprada pela francesa Pernod Ricard.


Ao longo de seus 300 anos de história, a Maison MARTELL aperfeiçoou continuamente seu know-how. O resultado foi a criação, em 2009, de um conhaque que retrata o legado da marca francesa: L’Or de Jean Martell. Este excepcional conhaque é uma obra de arte única, que representa todo o estilo da MARTELL: as mais puras eaux-de-vie (Grande Champagne, Petite Champagne, Fins Bois e Borderies), uma combinação sofisticada dos quatro envelhecimentos mais refinados da casa e uma longa maturação em barris de carvalho de granulação fina, que proporcionam riqueza e complexidade a bebida. Aos olhos este conhaque encanta por sua cor, um tom de âmbar intenso, com traços brilhantes de mogno, verdadeiramente ouro. Ao olfato, este elegante e complexo conhaque conta com aromas de laranja e ameixa, traços de canela, cominho e especiarias. Além disso, os mais finos materiais, a beleza do design e o conhecimento dos artesãos caracterizam o decanter (garrafa) desse conhaque: suas curvas contemporâneas são adornadas com arabescos em ouro. A tampa que completa este conjunto tem formato semicircular, complementando o balanço das curvas extremamente voluptuosas.


Poucas marcas são afortunadas o suficiente para comemorar 300 anos de existência, portanto as comemorações precisam ser a altura do acontecimento. Foi esse o objetivo da francesa MARTELL, uma das mais antigas casas de conhaque, em 2015 com o lançamento da edição especial Assemblage Exclusif de 3 Millesimes, um conhaque excepcional de uma combinação de três blends que evocam épocas diferentes da história da marca. A garrafa é inspirada no tradicional cantil usado pelos mestres da adega para provas as amostras dos eaux-de-vie e vem dentro de uma caixa de madeira, decorada com três tons diferentes. E as celebrações do tricentenário são lideradas pela bela atriz alemã Diane Kruger, embaixadora que, segundo a marca, personifica a essência da moderna Art de Vivre, a arte de viver francesa com elegância e estilo.


Hoje em dia, além das edições limitadas e super exclusivas a marca francesa oferece uma excepcional gama composta por mais de 20 conhaques, entre aos quais CORDON BLEU (conhaque emblemático e com personalidade única, que combina corpo com excelente equilíbrio), VS (um conhaque para ser apreciado em drinques ou mesmo com água tônica), NOBLIGE (conhaque intenso com notas de madeira, cujo nome denota a nobreza inerente da marca), VSOP (conhaque clássico, denso e rico, que se mantém mesmo misturado ou com gelo, produzido pela primeira vez em 1831), VSOP MEDALLION (um conhaque envelhecido pelo menos quatro anos em barris de carvalho, com aromas e notas acentuadas de frutas secas cristalizadas e ameixas), XO (conhaque de personalidade rica, perfeito para ocasiões especiais, disponível desde 2005), CRÉATION GRAND EXTRA (conhaque lançado em 2007, cuja garrafa de cristal Baccarat é um deleite visual e o líquido sagrado para apreciadores exigentes), COHIBA (conhaque com a força e profundidade ideal para ser o acompanhamento perfeito para charutos) e CHANTELOUP PERSPECTIVE (lançado em 2011, é um convite para o segredo da propriedade Chanteloup, a casa histórica da família Martell).


Três características distintas fazem de MARTELL um conhaque único: áreas de cultivo (utiliza uva de apenas quatro excelentes áreas de cultivo, com uma predominância da área de Borderies), destilação (tem um método único de destilação dupla que faz o conhaque ser mais leve e macio) e envelhecimento (utiliza barris de carvalho do tipo tronçais, que deixa os conhaques mais brandos, leves e com mais fragrância).


O santuário do conhaque 
É no coração da deslumbrante cidade de Cognac que está localizada a bela propriedade Château de Chanteloup, a casa histórica da família MARTELL desde 1838 onde os conhaque são produzidos. A Maison francesa oferece uma experiência única: uma visita guiada onde cada etapa é posta em prática. A exploração começa com uma visita à casa do fundador Jean Martell, em seguida, os leva através dos vinhedos antes de ingressar na adega de envelhecimento. É impossível ir embora sem descobrir um mundo de aromas e sabores ao longo de uma degustação assistida e comentada. O local ainda oferece uma loja para compras de produtos da marca.


A evolução visual 
A identidade visual da marca francesa passou por algumas remodelações ao longo dos anos. O atual logotipo foi adotado em 2015 e apresentou uma nova tipografia de letra, além do tradicional “pássaro dourado” totalmente reestilizado.


Os slogans 
Rise above. (2013) 
Martell. Only a Few Can Tell. (2006) 
La signature d’un grand cognac. (1981) 
Vive la différence. (1968)


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 1715 
● Fundador: Jean Martell 
● Sede mundial: Cognac, França 
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman & CEO: César Giron 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 140 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Maiores mercados: Ásia, Estados Unidos e Reino Unido 
● Funcionários: 350 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Conhaques 
● Concorrentes diretos: Hennessy, Courvoisier, Rémy Martin, Camus, Bisquit, Delamain e Baron Otard 
● Slogan: Rise above
● Website: www.martell.com 

A marca no mundo 
Atualmente a MARTELL, mais antiga dentre as grandes casas de conhaque no mundo, comercializa suas preciosas bebidas em aproximadamente 140 países, estando presente nos mais requintados e exclusivos ambientes do planeta. MARTELL é a segunda marca de conhaque de luxo mais vendida do mundo. Os maiores mercados da marca são Ásia (China, Cingapura, Malásia, Hong Kong e Taiwan), Estados Unidos, Reino Unido, México, Rússia e lojas do Duty Free em aeroportos mundiais. Todos os anos a marca francesa vende no mundo inteiro aproximadamente 1.9 milhões de caixas de nove litros. 

Você sabia? 
O conhaque MARTELL VSOP MEDAILLON foi servido no lendário navio Queen Mary, além do histórico voo do Concorde em 1977. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 9/10/2015

17.12.09

MALIBU

 

Uma garrafa branca opaca com dois tradicionais coqueiros em uma cena paradisíaca de pôr do sol carrega mais que o rum aromatizado com coco mais consumido do mundo. Transmite a empolgação, alegria e descontração do povo caribenho. Por isso, MALIBU sempre é associado a momentos de prazer e descontração, transformando o espírito das pessoas em qualquer lugar do planeta.

A história
A história começou na bela e paradisíaca ilha caribenha de Barbados quando a empresa Twelve Islands Shipping Company resolveu criar uma nova bebida feita com o suave rum produzido na West Indies Rum Distillery (Destilaria de Rum das Índias Ocidentais), que desde 1893 produzia a tradicional bebida tão apreciada pelos piratas. A primeira etapa para se criar o MALIBU começava com a extração do melaço da plantação de cana-de-açúcar, o qual era misturado com água e levedura para transformar o açúcar em álcool. O melaço caribenho era destilado três vezes em um alambique tubular. O rum branco produzido neste alambique era então aromatizado com extrato de coco natural da região. Assim em 1980 nascia MALIBU, uma deliciosa e suave bebida embalada em uma icônica garrafa branca opaca, comercializada inicialmente em 12 pequenas ilhas da região.

 

Ainda nesse mesmo ano a nova bebida estreou no mercado do Reino Unido, e pouco depois, em 1983 em outros países europeus e nos Estados Unidos. Inicialmente MALIBU era utilizado para simplificar e facilitar a preparação da tradicional Piña Colada (combinação de rum com coco) pelos bartenders. Não demorou muito para que nos anos seguintes a bebida começasse a ser consumida de outras maneiras, como por exemplo, com gelo, leite, suco de frutas e até mesmo misturado com refrigerantes de cola e água tônica, e fosse incluída como ingrediente de vários drinques, aumentando assim sua popularidade ao redor do mundo. Neste momento MALIBU havia se transformado em uma bebida extremamente versátil, podendo ser consumida tanto no inverno como no verão de diferentes maneiras.

 

Na década de 90 a marca começou a investir muito em campanhas publicitárias como a “Seriously Easy Going”, onde a bebida era associada às ilhas caribenhas, ao clima aconchegante da região e a atitude e alegria da população local. Em uma paródia, a campanha mostrava os sempre alegres caribenhos levando uma vida cheia de seriedade com um posicionamento divertido: If people in the Caribbean took life as seriously as this, they would never have invented MALIBU (algo como “Se o povo caribenho levasse a vida seriamente, eles não teriam inventado MALIBU”). Afinal, somente os caribenhos com sua atitude positiva de enxergar a vida, poderiam criar uma mistura perfeita de rum com o delicioso sabor de coco. A primeira variação de MALIBU, aromatizado com limão, foi lançada na Jamaica e em alguns clubes noturnos da França. Como a versão não fez o sucesso esperado, ela foi descontinuada em 2003.

 

A marca, que já havia sido vendida para a britânica Diageo, passou pelas mãos da Allied Domecq, que pagou US$ 800 milhões em 2002, e depois foi adquirida pela empresa francesa Pernod-Ricard. Com a chegada do novo milênio, a marca também deu início à uma forte diversificação em sua linha de produtos com o lançamento de outros runs aromatizados nos sabores de manga (2004), abacaxi (2004), maracujá (2005), banana (2007) e melão (2009). Durante este período, em 2007, a marca lançou sua nova campanha global, denominada “Get Your Island On”, que reinterpretava a imagem e atitude caribenha de uma forma contemporânea, vibrante e cheia de humor. Além disso, durante datas e periódos marcantes do ano, como por exemplo, verão, inverno e festas de final de ano, a MALIBU iniciou a tradição de lançar no mercado garrafas decoradas em edições limitadas, assinadas por grandes designers e artistas.

 

Em 2008, a respeitada International Wine and Spirit Record nomeou MALIBU como uma marca de elite, com grande influência no segmento de bebidas alcoólicas. Ainda este ano, com o objetivo de reforçar o posicionamento jovem, moderno e divertido da marca, foi lançado em edição limitada MALIBU By U, o tradicional rum em uma garrafa personalizável vendida com quatro canetas exclusivas, que apelava à criatividade do consumidor e o envolvia no universo da marca. As mais recentes novidades da marca que está sempre procurando atender aos desejos dos consumidores e continua acrescentando novos produtos à sua linha são: MALIBU RED (o tradicional rum de coco com uma mistura de tequila Olmeca Blanco); MALIBU BLACK (versão original do rum mais forte com 35% de graduação alcoólica); uma linha de drinques prontos para beber em convenientes latas de 250 ml nas combinações de rum com pera, cranberry e cola; famosos drinques caribenhos prontos para o consumo em uma apresentação inovadora, sachês com pequenas torneiras; e o MALIBU SUNSHINE (rum aromatizado de coco com um toque de frutas cítricas), que estreou no mercado em 2012.

 

A evolução visual
Há alguns anos atrás o tradicional logotipo da marca passou por uma modernização, onde o sol ganhou um tom degrade para passar uma impressão ainda maior de pôr do sol. Outras pequenas mudanças, que só os mais atentos e fiéis consumidores podem ter percebido, ocorreu em relação aos coqueiros: o coqueiro menor, que ficava do lado direito, passou para o esquerdo, trocando de posição com o maior; e ambos passaram a estar entrelaçados.

 

Os slogans
Get Your Island On. (2007)
Seriously Easy Going. (anos 90)

 

Dados corporativos
● Origem: Barbados
● Lançamento: 1980
● Criador: The Twelve Island Shipping Company
● Sede mundial: Paris, França
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A.
● Capital aberto: Não
● Chairman: Patrick Ricard
● CEO: Pierre Pringuet
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 150 países
● Presença no Brasil: Sim
● Segmento: Bebidas alcoólicas
● Principais produtos: Runs com sabores de frutas
● Concorrentes diretos: Bacardi, Captain Morgan e Barbarossa
● Ícones: A inconfundível garrafa branca opaca
● Slogan: Get Your Island On.
● Website: www.malibu-rum.com

A marca no mundo
Atualmente MALIBU é comercializado em 150 países de todos os continentes, vendendo anualmente mais de 3.7 milhões de caixas, sendo o rum aromatizado com coco número um do mercado. Os mais importantes mercados para marca são Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Holanda e Espanha. Desde seu lançamento no mercado MALIBU já vendeu mais de 390 milhões de garrafas.

Você sabia?
Hoje em dia, grande parte do rum utilizado na composição de MALIBU provêm da Ilha de Barbados, onde o sol, o clima ameno e os corais, que filtram a água da chuva, são ideais para o crescimento da cana de açúcar.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 20/6/2012