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19.4.08

NESQUIK BUNNY

A história da mascote começou em 1973 nos Estados Unidos quando o personagem QUICKY BUNNY (um simpático coelho marrom com um enorme colar azul na forma da letra Q) foi escolhido para representar a marca e tornar o ato de “beber leite” mais divertido e único para as crianças. A escolha desse nome na língua inglesa ocorreu pela proximidade com o som da palavra “quick”, que significa “rápido, veloz, ágil ou ativo”, sugerindo tanto a instantaneidade de preparo do produto, quanto às principais características do coelhinho que é o símbolo da marca. O personagem, inicialmente dublado pelo ator Barry Gordon, foi introduzido e apresentado ao público em comerciais de televisão com o popular jingle “It’s so rich and thick and choco-lick! But you can’t drink it slow if it’s Quik!”. Este jingle se tornou popular durante dez anos entre os consumidores americanos.


Não demorou muito para o personagem se tornar um dos preferidos das crianças, sendo extremamente popular nos dias de hoje. Com isso, a marca transformou a obrigação diária de beber leite em uma aventura divertida e irresistível para todas as crianças. Em 1989, a Nestlé decidiu que em prol do desenvolvimento mundial da marca, seria necessária uma abordagem uniforme e consistente e que, como tal, todos os mercados deveriam adotar o personagem como porta-voz (spokesman) da marca. Nos Estados Unidos a mudança ocorreu em 1999, quando o personagem passou a se chamar NESQUIK BUNNY. A letra em seu tradicional colar azul também passou por uma modificação: saiu o Q entrou o N. Além disso, o personagem passou a vestir uma camiseta amarela, calça jeans e, em algumas situações, também aparecia usando boné. Em 2005, a marca renovou o visual das embalagens com um coelhinho mais atual e com muito mais atitude.


E mais recentemente o tradicional personagem perdeu suas roupas, sendo apresentado ao natural, com seu tradicional pelo marrom. No Brasil a mascote ainda continua aparecendo com suas roupas. Acompanhe a evolução visual do personagem na imagem abaixo.



As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e EmbalagemMarca), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 1/7/2016

26.3.08

BAIANINHO - CASAS BAHIA

O Baianinho foi criado em 1970 pela Interjob, agência de publicidade interna das CASAS BAHIA na época, que surgiu como uma mascote e símbolo capaz de representar a integração do Brasil dentro das lojas da rede, o que explica a utilização de um chapéu de nordestino e bombachas gaúchas. Junto com o personagem surgiu o famoso slogan da rede: “Dedicação total a você!”. Nos últimos anos, passou a participar de comerciais em formato de animação, aparecendo na transmissão dos desfiles das escolas de samba, ou ainda de chuteiras, durante a Copa do Mundo de Futebol.


Desde sua criação, o personagem já passou por seis reformulações de imagem, adquirindo um visual muito mais moderno e atual.



As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 29/6/2012

25.1.08

HOMENZINHO AZUL COTONETES

O Homenzinho Azul, um careca gorducho que nos anúncios da JOHNSON & JOHNSON aparecia enrolado em uma toalha saindo do banho rebolando e cantando, foi criado em 1978, por Edmar Salles, da agência Lowe Lintas, e animado por Walbercy Ribas, da Start Anima de Desenhos animados, para comunicar a marca de hastes flexíveis COTONETES no mercado brasileiro. O comercial de estreia, que fazia parte de uma campanha com o objetivo de reforçar o conceito de hastes flexíveis conquistou Leão de Bronze no Festival de Cannes do mesmo ano. O objetivo da campanha, que tinha como tema “Gente grande também precisa de carinho”, era mostrar que o produto tinha outros usos além dos cuidados infantis. Assista abaixo o primeiro comercial do carismático personagem.

   

Desde então, a empresa já produziu mais de 20 filmes com o personagem que ainda hoje ilustra a embalagem dos tradicionais Cotonetes Johnson & Johnson. Hoje, esse gordinho, careca e simpático é visto pelos consumidores como uma figura bem resolvida por não ceder à pressão dos padrões estéticos.



As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 13/8/2013

22.9.06

ZÉ GOTINHA

Para entender um pouco o surgimento do personagem ZÉ GOTINHA é preciso voltar no tempo. A primeira tentativa de controlar a poliomielite no Brasil aconteceu em 1971 com a instituição do Plano Nacional de Controle da Poliomielite pelo Ministério da Saúde, em consequência de vários surtos da doença no país. No final de 1979 e início de 1980 ocorreu uma grave epidemia de poliomielite nos estados de Santa Catarina e Paraná. A estratégia adotada para conter esse quadro, em curto espaço de tempo, foi a vacinação maciça de crianças, em todo o Brasil. Criou-se, então, os Dias Nacionais de Vacinação com o objetivo de vacinar todas as crianças na faixa etária de zero a cinco anos de idade em um só dia. Após os Dias Nacionais de Vacinação houve significativa redução do número de casos de poliomielite no país.


No campo da divulgação e comunicação, também aconteceram mudanças significativas. Em 1986 ocorreu a criação, pelo artista plástico Darlan Rosa, do personagem que se tornaria símbolo da campanha pela erradicação da Poliomielite no Brasil. A marca proposta foi baseada em estudo fotográfico de 1887, de Eadweard Muybridge, que foi simplificado e transformado em desenho. A este foram acrescidas as duas gotas necessárias à vacinação. Logo em seguida, a mascote foi utilizada em um comercial para o dia nordestino de vacinação, caracterizado como cangaceiro. O nome do personagem da campanha de vacinação contra a poliomielite foi escolhido em 1987 a partir de um concurso, que contou com a participação de escolas públicas de todo o Brasil. O nome vencedor, ZÉ GOTINHA, foi uma sugestão de um aluno do Distrito Federal. O personagem tinha como principal objetivo tornar as campanhas de vacinação mais atraentes para as crianças. E com isso, tornar a vacinação um dia de festa, fazendo com que as crianças queiram participar.


Nos anos seguintes o ZÉ GOTINHA, que rapidamente se incorporou no imaginário infantil, firmou-se como sinônimo de vacina e como referencial para a população em termos de métodos de prevenção, principalmente os referentes às doenças evitáveis por vacinação. Com isso, o personagem adotou uma cor diferente para cada vacina infantil: branco para a pólio, vermelho para o sarampo, azul-marinho para tuberculose, azul-claro para coqueluche, laranja para difteria e verde para tétano. Hoje em dia, além de conscientizar os pais e as crianças sobre a importância da vacinação contra a poliomielite, o personagem alerta a todos sobre a importância da prevenção de várias outras doenças. ZÉ GOTINHA é o novo Embaixador da Saúde, ensinando a cada campanha o valor da gotinha que pode salvar vidas. Uma curiosidade: ZÉ GOTINHA foi um dos responsáveis pelo Brasil ter recebido em 1994 o certificado internacional de erradicação da transmissão do poliovírus.


Na campanha de 2013 o personagem ganhou uma nova apresentação, cantando e dançando junto com as crianças para convocar de uma maneira divertida para a vacinação, que aconteceu no dia 8 de junho. Com uma trilha sonora que lembra muito o funk e o rap, o personagem trazia até uma corrente com suas iniciais ZG. Assista ao vídeo da campanha, criada pela agência Agnelo Pacheco.

 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 16/6/2013

5.9.06

CHICK-FIL-A COWS

Uma das campanhas de maior sucesso na história da publicidade americana foi criada para a rede CHICK-FIL-A. A campanha chamada “Eat Mor Chikin” (em português “coma mais frango”), escrito de forma errônea propositalmente, afinal a frase era escrita por “animais irracionais”, foi introduzida em 1995 na cidade de Atlanta através de outdoors, tendo como personagens principais simpáticas e dissimuladas vaquinhas que incentivavam o consumo de frango. A ideia era basear o marketing da marca na história das vaquinhas que queriam autopreservar-se, e estimulavam o consumo da carne de frango nos sanduíches e pratos, salvando assim a sua pele. Uma ideia genial, um conceito forte e carregado de muito humor. A campanha se tornou tão famosa que as vaquinhas ganharam status de porta-vozes de uma rede de alimentação rápida que vende alimentos à base de frango, substituindo a antiga mascote da marca, o carismático galinho Doodles.


A estratégia de marketing foi tão bem executada que história contada no site da empresa é a seguinte: há muito tempo atrás, um pequeno rebanho de vacas renegadas teve uma ideia revolucionária de como salvar suas próprias peles. Se conseguissem convencer as pessoas a comerem frango ao invés de hambúrguer de vaca, então elas viveriam por muito mais tempo. Depois de escaparem do pasto, o rebanho começou a pichar outdoors com a seguinte mensagem: EAT MOR CHIKIN (Coma mais frango). Então, mais vacas se juntaram ao grupo e ajudaram a espalhar o recado. As simpáticas vacas foram criadas pela agência de publicidade The Richards Group, da cidade de Dallas. Em 1997 as dissimuladas mascotes apareceram pela primeira vez em um comercial de televisão. No ano seguinte, devido ao enorme sucesso e popularidade dos personagens, a CHICK-FIL-A resolveu vender em seus restaurantes calendários temáticos das vaquinhas. Hoje em dia, esses calendários tornaram-se uma tradição anual da empresa, tendo suas vendas anuais aumentadas de 337 mil cópias no ano inaugural para mais de 2.6 milhões de cópias nos dias atuais. E a popularidade das personagens também foi estendida a uma enorme linha de produtos como canecas, roupas, bonés, toalhas, malas, apetrechos para cozinha, brinquedos (principalmente bichos de pelúcia) e outra infinidade de itens.


No dia 15 de julho de 2005 a rede realizou pela primeira vez o “Cow Appreciation Day”, onde em um dia determinado os clientes que entrassem em seus restaurantes devidamente vestidos de vaca (fantasias, camisetas, máscaras ou adereços) não pagariam pela refeição. O evento se tornou um sucesso e já está em sua nona edição, onde compareceram aproximadamente 300.000 clientes fantasiados. As vaquinhas fazem tanto sucesso que sua Fan Page no Facebook possui aproximadamente 700.000 fãs (https://www.facebook.com/EatMorChikin).



As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 21/4/2013

15.8.06

MISS CHIQUITA

A personagem MISS CHIQUITA foi criada em 1944 para dar vida a uma das primeiras marcas de bananas do mundo. Desenhada pelo artista Dik Browne e inspirada na cantora Carmen Miranda, não demorou muito para se tornar uma verdadeira celebridade. A personagem surgiu como uma banana animada, com o objetivo de ensinar aos consumidores o alto valor nutricional da fruta, processo de amadurecimento, promover a fruta tropical na alimentação cotidiana dos americanos e outras informações. Miss Chiquita começou a virar celebridade, aparecendo em inúmeros programas, principalmente de rádio. A personagem ganhou vida própria, sendo interpretada por modelos e celebridades. A primeira foi Patty Clayton ainda em 1944, depois vieram à porto-riquenha Elsa Miranda, a mais famosa delas, que fez inúmeras aparições entre 1945 e 1946, entre outras. 



A personagem apareceu em filmes e comerciais transformando-se definitivamente em uma grande estrela da publicidade americana. Em 1987, o ilustrador argentino Oscar Grillo, transformou a personagem em mulher (mesmo que animada), fazendo com que a simpática mascote ganhasse vida própria, vestida com trajes típicos da América Central. Logo depois, atrizes e personalidades, interpretaram a personagem, entre elas Elizabeth Testa (que interpretou a personagem em 1994 para comemorar seus 50 anos de carreira na publicidade), Angela Lanza (2000) e Jennifer Canales (2003).


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão e Folha), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 19/10/2016

7.6.06

MARIO BROS.


O personagem que se transformou em símbolo dos videogames NINTENDO e se tornou um ícone no mundo de bits e pixels. Tudo começou após um fracasso da empresa em criar um jogo baseado no desenho Popeye (sim o marinheiro mais famoso do mundo), cuja NINTENDO não conseguiu os direitos autorais. Foi então que Shigeru Miyamoto (foto abaixo) passou a integrar a equipe da NINTENDO. Em 1981, ele comandou o trabalho de criação da versão arcade do game Donkey Kong, um jogo em que o baixinho bigodudo apareceu pela primeira vez ainda sem nome. Ele era chamado simplesmente de “Jumpman”, (“o homem que pula”), e enfrentava o gorila gigante que dava nome ao jogo, tentando resgatar a namorada Pauline (atual princesa Peach) enquanto Donkey Kong lançava barris. Para ficar reconhecível mesmo com poucos pixels, o personagem ganhou uma espécie de boné vermelho, bigode e suspensório. Somente em Donkey Kong Jr., de 1982, Mario recebeu oficialmente seu nome. Isto porque o presidente da Nintendo America o batizou em homenagem ao dono do primeiro depósito da empresa em Redmond, Mario Segali. Este jogo também foi o único a estrelar Mario como um vilão (o filho de Donkey Kong o caçava). No início, Mario era um carpinteiro, mas logo se transformou em encanador. Ganhou jogo próprio e um irmão, chamado Luigi, que surgiu no ano de 1983 com o lançamento do jogo Mario Bros., onde os encanadores tinham que limpar canos infestados de insetos e pragas. Depois disso, a empresa montou uma história mais bem elaborada em torno do personagem, com objetivos e vilões bem definidos, além de incrementar os poderes e os amigos de Mario.


A história oficial do personagem começa em algum lugar do bairro do Brooklyn quando dois encanadores gêmeos italianos, chamados Mario e Luigi, foram desentupir o cano da banheira de sua casa, e descobriram uma “passagem secreta pelo cano”. Curiosos, eles entraram. Então, chegaram à um lugar localizado em outra dimensão fora do mundo real, chamado Mushroom Kingdom (Reino dos Cogumelos, em português). O resto da história qualquer jogador viciado em games conhece. O personagem narigudo tornou-se mascote oficial da NINTENDO em 1985, quando foi lançado, no dia 13 de setembro, o jogo “Super Mario Bros.”, que se tornou o título mais vendido da história, com mais de 45 milhões de cópias, imortalizando o baixinho bigodudo. O jogo é considerado o melhor da história pelos fanáticos jogadores no mundo. Junto com o protagonista, Super Mario Bros. tornou conhecido diversos outros personagens, como por exemplo, Bowser (um dragão gigante, principal vilão das histórias), Peach (a princesa do reino dos cogumelos), Toad (um dos cogumelos servo da princesa), Waluigi (a versão maligna de Luigi) e Yoshi (uma espécie de dinossauro). E a cada novo episódio, outros amigos e inimigos foram surgindo, e alguns até ganharam jogos próprios como é o caso do dinossauro Yoshi e do rival Wario (um rival de Mario).


A popularidade de seus jogos e o crescimento da indústria dos videogames transformou a mascote da NINTENDO tão famosa quanto Mickey Mouse, segundo pesquisa realizada em 1991. Ao longo de sua história o personagem já teve inúmeras profissões como bombeiro, médico, piloto, pintor, cozinheiro, jogador de golfe, dançarino, juiz e lutador. E uma curiosidade: ao contrário do que todo mundo pensa, Mario não quebra tijolos e bônus com a cabeça. Se você olhar com calma, pode perceber que o personagem pula com uma das mãos para cima, dando um soco na direção dos itens. Mais recentemente, em 2016, foi lançado o Super Mario Run, primeiro jogo para dispositivos móveis protagonizado pelo encanador bigodudo que é símbolo da empresa. Os jogos do personagem já venderam mais de 520 milhões de unidades no mundo inteiro.


A fama rendeu fatos inusitados para Mario: o personagem foi convidado para participar em um episódio de Os Simpsons. E Mario já virou filme. Em 1993, uma adaptação para os cinemas foi lançada, estrelada por Bob Hoskins no papel de Mario e John Leguizamo como Luigi. A história era um pouco mais realista e mostrava os dois irmãos lutando contra King Koopa, a versão cinematográfica de Bowser. Com tanto sucesso, no dia 9 de dezembro de 2003, o baixinho foi escolhido para integrar o Museu de Cera de Hollywood, em companhia de outros personagens lendários como Jason do filme “Sexta-Feira 13”, Neo de “Matrix” e Lara Croft protagonizada por Angelina Jolie. O personagem se tornou ícone da NINTENDO e símbolo do Japão, tanto que no encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, apareceu caracterizado de Mario em pleno estádio do Maracanã, para promover as próximas Olimpíadas, em 2020 na cidade de Tóquio.


Hoje, dificilmente a marca NINTENDO não é associada à fama do encanador, sendo praticamente uma lei lançar uma plataforma nova com um jogo do bigodudo. Com orçamentos milionários e grande recompensa financeira, o herói estrelou ou apareceu em mais de 200 games, além de desenhos animados, filme live-action (com atores reais) e diversos produtos licenciados, como por exemplo, bonecos de ação, canecas, roupas, bonés e bichinhos de pelúcia. Uma verdadeira máquina de fazer dinheiro para a NINTENDO.


Ao longo desses mais de 35 anos o personagem Mario passou por inúmeras transformações (muito em virtude da evolução da tecnologia), ganhando uma aparência mais definida, moderna e alegre.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico, Meio Mensagem, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 8/5/2017

30.5.06

JOHNNIE WALKER STRIDING MAN

O famoso ícone da marca JOHNNIE WALKER, chamado de Striding Man, ou andarilho, foi criado em 1908 na mesa de um restaurante. George e Alexander II, netos de John Walker, saíram para almoçar com um talentoso cartunista chamado Tom Browne, e pediram a ele que criasse um símbolo para representar a marca de seus uísques. No verso do cardápio do restaurante o cartunista esboçou o Striding Man, que acabou sendo utilizado em anúncios natalinos já naquele mesmo ano. A tradução mais precisa do verbo “stride” é caminhar com vigor, a passos largos e com determinação. Essa era a essência da imagem que JOHNNIE WALKER tentava transmitir. A tradicional figura com cartola de pele de castor, túnica vermelha, calça branca, botas de montaria e monóculo inquisitor, representava com elegância o progresso, pioneirismo e a saga da família Walker.


O símbolo foi redesenhado através dos anos por uma sucessão de grandes artistas plásticos, entre os quais, Basil Partridge, Leo Cheney, Clive Upton e Michael Peters. Sua roupa foi alterada ocasionalmente, mas nunca perdeu o conceito de “continuar andando”, se tornando um dos símbolos publicitários mais reconhecidos no mundo e um verdadeiro ícone da indústria de bebidas alcoólicas. O ícone da marca ganhou uma reformulação visual acentuada no ano de 2000, quando JOHNNIE WALKER apresentou suas novas garrafas e rótulos. A principal diferença entre o desenho original e o atual foi a alteração no sentido da caminhada. Para reforçar a ideia do conceito “Keep Walking” e progresso, a direção foi invertida, acompanhando o sentido de leitura ocidental: da esquerda para a direita. Além desse elemento gráfico dominante, a garrafa quadrada e o rótulo inclinado sempre deram caráter próprio às embalagens de JOHNNIE WALKER. Em fevereiro de 2015 a marca apresentou um novo desenho de seu principal símbolo, remodelado pela Bloom com sede em Londres, em colaboração com o ilustrador Garry Redford: o novo visual deste ícone foi inspirado no forte carisma, charme e elegância do cavalheiro, ganhando assim mais detalhes, elementos e nitidez, especial na face. Além disso, a mão esquerda, tocando a cartola, é uma suave evolução ao gesto antigo.


Na imagem abaixo é possível visualizar melhor a diferença do antigo Andarilho e de seu novo design (à direita).


Em 2008, a JOHNNIE WALKER lançou uma campanha global para comemorar os 100 anos de criação de seu ícone. A história traçada pelo próprio John Walker, criador da marca, foi o ponto de partida para o comercial “Strides”. Com direção de Rob Sanders e aproximadamente 150 pessoas envolvidas, o comercial foi filmado durante seis dias na Hungria e na Noruega, enquanto a edição e a finalização aconteceram em Nova York e Londres. O filme, criado pela agência de publicidade BBH de Londres, tem início com o fundador da empresa empurrando um barril de uísque, ação seguida por cenas que ilustram a evolução da humanidade nos últimos cem anos. Clique no ícone abaixo para assistir ao espetacular filme.

      

As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro), jornais (Meio Mensagem, Valor Econômico, Estadão e Folha), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel, Interbrand e Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 6/3/2016

25.5.06

SADIA - LEQUETREQUE

A simpática e desajeitada mascote da marca, um frango veloz chamado Lequetreque, foi criada em 1971 pelo publicitário Francesc Petit da agência de publicidade paulista DPZ. Como parte de uma campanha publicitária para a introdução do frango defumado, que já vinha temperado e, por isso, podia ir direto ao forno reduzindo o tempo de preparo (foi aí que surgiu a ideia de usar a ave como mascote), o comercial de estreia na televisão utilizava o slogan “O frango mais veloz do mundo” com a sua famosa mascote, que mais tarde se tornou o porta-voz oficial da SADIA. Em animação a traço, ainda na TV preto e branco, o primeiro filme mostrou o carismático franguinho socorrendo uma dona de casa em apuros com o jantar. A empatia com o público foi imediata e o frango defumado SADIA virou um sucesso de vendas.


Anos depois, em 1985, o nome do personagem, que usa capacete e óculos de motoqueiro, foi escolhido em um concurso aberto aos consumidores. O nome “Lequetreque” inventado por uma consumidora serviu como uma luva para sua personalidade terna e ao mesmo tempo espevitada. A partir desse momento, a imagem de qualidade e pureza da marca SADIA passava a ter um mensageiro inesquecível. Com o passar do tempo, o personagem se transformou em um ídolo com forte carisma, presente em grande parte das campanhas publicitárias da marca. E graças à sua popularidade, às vezes chegava até ser confundido com personagens dos desenhos animados. Sua personalidade ágil está vinculada com os produtos da linha instantânea e com a tecnologia que a empresa desenvolveu para o peru de Natal: um pino vermelho que, por meio de um termostato, salta quando a ave está no ponto ideal, evitando que se perca tempo e que a refeição fique excessivamente assada. Ao longo dos anos, as linhas básicas do desenho foram ganhando contornos mais rebuscados, proporcionando ao personagem um corpo mais definido, penas de aspecto mais sedoso, capacete com design moderno, além de outros detalhes, como a mudança, em 2005, das cores das faixas (antes vermelho e amarelo) de seu capacete para verde e amarelo, remetendo a bandeira do Brasil.


No primeiro semestre de 2007, a SADIA lançou uma de suas maiores campanhas e apresentou a nova versão da mascote SADIA em 3D (três dimensões), para acompanhar a evolução dos novos tempos. Com o slogan “Para uma Vida Mais Gostosa Sadia”, a campanha refletia os principais valores atribuídos à marca pelo consumidor e tudo o que ela representa no dia à dia de cada um. A mascote foi produzida pela DPZ em parceria com a Laruccia Animações e Efeitos, empresa de animação especializada no desenvolvimento de personagens, responsável também pelas ilustrações das antigas versões da mascote, utilizando alta tecnologia de computação gráfica. O personagem em formato 3D demorou praticamente um ano para ficar pronto devido à riqueza de detalhes dos traços do desenho. De visual novo, passou a ser chamado somente de Mascote Sadia, reforçando ainda mais a marca e consolidando-se dentro do novo momento do mercado. Há mais de quatro décadas o personagem encanta gerações e gerações de consumidores com sua simpatia, vivacidade e jeito estabanado.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Exame, Isto é Dinheiro, Época Negócios e EmbalagemMarca), jornais (Valor Econômico, Estadão e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

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Última atualização em 12/7/2015

16.5.06

COPPERTONE LITTLE MISS

Em 1953, a garotinha COPPERTONE do bumbum branquinho, conhecida como LITTLE MISS, símbolo máximo da marca, apareceu pela primeira vez na área de Miami com seu companheiro inseparável, um cachorrinho da raça Cocker Spaniel (um tanto “curioso”), inicialmente preto e depois marrom, que puxava seu biquíni e mostrava sua marca de sol, acompanhada pelo slogan “Don’t be a Paleface” (em tradução livre “Não seja um Cara-Pálida”). Em 1955 foi introduzido o famoso slogan “Bronzeie-se, não se queime... Use Coppertone” (em inglês “Tan - Don’t Burn... Use Coppertone”) para acompanhar a personagem. Apesar de muitos acreditarem que a pequena menina foi inspirada em uma foto da atriz Jodie Foster quando tinha apenas três anos, a imagem foi criada pela agência de publicidade Tally Embry Advertising, e redesenhada pela artista Joyce Ballantyne Brand em 1959 que utilizou sua filha Cheri como inspiração para recriar a personagem, depois que um incêndio destruiu os rascunhos originais. A relação da marca com a atriz Jodie Foster começaria somente em 1965, quando ela com apenas três anos estrelou um comercial da COPPERTONE. A personagem desembarcou no Brasil em 1960, quando a marca foi lançada no país. A imagem da garotinha com seu cãozinho marcaram uma época e é até hoje a marca registrada de COPPERTONE.


O ícone da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos e hoje em dia não mostra mais o bumbum branquinho. Com a chegada do politicamente correto, o principal símbolo da marca também foi sendo adequado aos “novos padrões éticos”. Com a chegada do século 21 e juntamente com a mudança de conceito em relação à exposição ao sol e nudez, a marca revisou seu ícone e o cãozinho seguiu puxando o biquíni da menina, mas agora o bumbum não fica à mostra, somente as costas. Há alguns anos atrás, a garotinha ganhou uma camiseta, cobrindo assim boa parte de seu corpo.



As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Embalagem Marca e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas).


Última atualização em 1/8/2017


12.5.06

MICHELIN BIBENDUM

A ideia do boneco BIBENDUM (conhecido carinhosamente como BIB ou BONECO da MICHELIN) teve início em fevereiro de 1893, na Conferência da Sociedade dos Engenheiros Civis, em Paris, em que ao defender as vantagens do pneu, André Michelin pronunciou uma frase que se tornaria o lema da MICHELIN: “O pneu bebe o obstáculo”. Esta frase histórica seria bem aproveitada mais tarde. No ano seguinte, durante a Exposição Universal e Colonial de Lyon, os dois irmãos notaram, em seu estande, uma pilha de pneus de diversas dimensões, com um formato sugestivo. Edouard teria, então, dito a André: “Se tivesse braços, pareceria um homem”. Em breve, André se lembraria dessa frase.


Em 1897, o desenhista Marius Rossillon, cujo pseudônimo era O’Galop, apresentou aos irmãos diversos projetos publicitários. Entre eles, um esboço destinado a um bar-restaurante mostrava um homem gordo levantando sua caneca de cerveja, sob a frase latina “Nunc est bibendum” (em português, “Está na hora de beber”). Para a fértil imaginação de André Michelin, a frase evocava imediatamente sua fórmula “o pneu bebe o obstáculo”. Associando o gordo bebedor à imagem sugerida pela pilha de pneus em Lyon, ele encomendou um cartaz. Em 1898, segundo a ideia de André, foi criado um cartaz onde se via um imponente personagem formado de pneus, atrás de uma mesa, levantando uma taça cheia de cacos de vidro e pregos, dizendo, no momento de um brinde: “Nunc est bibendum”. Lembrando os raros donos de automóveis da época, o então chamado “Boneco Michelin” ostentava, orgulhosamente, sinais de certa prosperidade econômica, tais como anel de brasão, charuto e uma inegável corpulência. Os óculos antigos foram inspirados em André Michelin. O verdadeiro batismo de Bibendum ocorreu alguns meses mais tarde, durante a corrida Paris - Amsterdã - Paris. Ao ver passar André Michelin, o piloto Théry exclamou: “Olha lá o Bibendum!”. O nome ficou conhecido e, em pouco tempo, passou a denominar diretamente o boneco Michelin. Durante muitos anos, o sucesso do Boneco da Michelin foi retratado por O’Galop em diversos cartazes publicitários, tornando sua figura ainda mais popular. Um dos personagens publicitários mais famosos do mundo está presente em campanhas publicitárias e de marketing, materiais promocionais, adesivos, logotipos e até mesmo nos próprios pneus que a MICHELIN produz. Seu bom humor, a forma inusitada e a origem despertam tanta curiosidade que motivam artistas, jornalistas e até colecionadores no mundo inteiro. No ano 2000, ele foi eleito pelo tradicional jornal Financial Times e pela revista Report On Business, o melhor símbolo publicitário do mundo. Finalmente, em 2011, o Boneco da Michelin alcança sua maior façanha: entrar para o Madison Avenue Advertising Walk of Fame (espécie de calçada da fama do mundo publicitário) em Nova York.


O famoso personagem publicitário, que hoje atua como embaixador da marca e da melhor mobilidade, evoluiu seu visual ao longo dos anos. Adaptando-se à evolução dos pneus, seus anéis tornam-se mais grossos e, devido ao grande sucesso, o Boneco da Michelin passou a ter versões específicas para cada país. Para comemorar seu centenário em 1998, o Boneco da Michelin ganhou a ajuda dos mais modernos recursos tecnológicos para chegar à sua forma atual: mais dinâmico, alegre e audaz, mas com o carisma de sempre.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 20/4/2016

11.5.06

BOND BOCA - CEPACOL

Herói e galã das campanhas publicitárias do Cepacol, antisséptico bucal produzido pela Sanofi-Aventis no Brasil, o personagem Bond Boca foi criado em 1983 pelo publicitário Cláudio Sendin, da agência Caio Domingues & Associados. Como o personagem deixa claro, Cláudio o rascunhou em storyboards e layouts, tendo em mente Roger Moore, o ator britânico que na época personificava no cinema o agente secreto James Bond, mais conhecido como 007. Neste ponto o Bond Boca era um personagem pronto, já tinha o tradicional topete, a gravata borboleta, o elegante smoking, o cravo vermelho na lapela e um olhar extremamente sedutor.


Os traços de Bond Boca foram refinados pelo cartunista Spacca. O humorista Serginho Leite emprestava sua voz ao herói nas animações produzidas pela Briquet Filmes. Ele era o maior inimigo dos vilões da boca, como por exemplo, Zé Cariado, Bafo-Bafo e Gargantão. Nos comerciais, ele usava o produto para eliminar todos os germes e bactérias e deixar a boca limpa e refrescante.


Seu jeito de galã irresistível desfilou nas telinhas brasileiras nas décadas de 80 e 90. Depois de passar por algumas modificações, mais recentemente, em 2011, para marcar o lançamento da linha de antissépticos bucais Cepacol Plus, Bond Boca adquiriu um ar menos formal e mais atlético, deixando o smoking e a gravata borboleta dentro do armário, mas manteve o topete e o inconfundível queixo saliente. Além disso, pela primeira vez, o personagem foi “personificado”, aparecendo em “carne e osso” para o público. Para a personificação do ícone foram realizados exaustivos testes de elenco com mais de 50 atores de todo o país, além do trabalho de maquiagem, com técnicas usadas no cinema. Para tornar o Bond Boca mais real, ele também ganhou perfis nas principais redes sociais, como Facebook e Twitter.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 3/3/2013

10.5.06

BLOCKBUSTER - CARL & RAY

Uma das campanhas publicitárias mais consagradas e conhecidas da marca foi criada 2002, apresentando a nova dupla de garotos-propaganda da BLOCKBUSTER. A campanha criada pela agência Doner Worldwide apresentou o coelho CARL e o porquinho da índia RAY, desenvolvidos em animação digital pelo Tippett Studio. O primeiro comercial da série, e talvez o melhor, foi veiculado no dia 3 de fevereiro de 2002 no intervalo do badalado Super Bowl, final do futebol americano profissional e programa de maior audiência nos Estados Unidos. Intitulado “Gotta Dance”, o comercial começava mostrando o coelho Carl, dublado por James Woods, e o porquinho Ray, dublado pelo ator Jim Belushi, na vitrine de um pet shop, em frente a uma loja da BLOCKBUSTER. Assistindo aos filmes que passavam nas televisões internas da locadora, o exibicionista Ray resolve entreter o tímido Carl dançando a música “Maniac” do filme “Flashdance”, que tinha sido exibido na loja da rede do outro lado da rua. Imitando os passos dados pelos atores no filme, Ray pulava, sacudia e rebolava, dançando igualmente a um maníaco, enquanto Carl dizia que não queria ver uma cena daquelas. O comercial terminava com Ray tentando ensinar Carl os passos da dança. Então entrava o slogan “Make It a Blockbuster Night”. Absolutamente hilariante, bem produzido, totalmente dentro do conceito entretenimento que a BLOCKBUSTER vendia. Clique no vídeo abaixo para assistir ao comercial.

 

A dupla estrelou outros comerciais hilários, como por exemplo, “Kung Fu”, “Do Not Disturb”, “Prima Donna Ray” e “Antenna” (que podem ser assistidos em nosso canal no Youtube). Em todos os roteiros, a dupla, que mora na vitrine de um pet shop, passava as noites acompanhando o movimento de uma loja da locadora do outro lado da rua. Os personagens, que fizeram enorme sucesso, foram exportados para vários países do mundo onde a BLOCKBUSTER estava presente, participando não somente de comerciais publicitários como apadrinhando a “Kids Collection” e outros produtos da marca. Em Portugal a dupla tinha o nome de Afonso & Dinis.


Última atualização em 5/12/2012

9.5.06

BIC BOY

O famoso personagem BIC BOY foi criado pelo designer francês Raymond Savignac, responsável pela primeira campanha publicitária da marca em 1952 que tinha como slogan “elle court, elle court, la Ponte Bic” (em português, “A ponta BIC gira e gira”). Em 1960, a marca desenvolveu uma nova campanha para promover sua nova BIC BALLPOINT e para chamar a atenção das crianças, criou um estudante com a cabeça sendo substituída pela ponta redonda das famosas canetas, segurando uma caneta por trás. Surgia assim o BIC BOY. Em 1962 o personagem foi incorporado definitivamente ao lado esquerdo do logotipo que passou a ter a cor amarelada e nunca mais foi modificado.


Última atualização em 12/9/2015

8.5.06

RONALD MACDONALD

Mágico e malabarista, Ronald McDonald é o personagem símbolo do MCDONALD’S e um velho conhecido das crianças de todos os países onde a marca está presente, promovendo a rede em 25 línguas diferentes ao redor do mundo. A história começou em 1960 quando um franqueado da rede na capital Washington decidiu promover sua unidade com um anúncio de televisão, veículo ainda pouco utilizado para divulgar restaurantes. Nessa época, ainda não havia um plano nacional de marketing para a marca MCDONALD’S e cada franquia local estabelecia os critérios com os quais gostaria de atrair o público. Os shows infantis, naquela época, estavam entre os programas com maior audiência, especialmente “O Circo do Bozo”, transmitido por um canal em Washington, filiado à rede de televisão NBC. O franqueado do MCDONALD’S tornou-se um dos patrocinadores do programa, vislumbrando nele o veículo pelo qual poderia atingir o seu público-alvo: as crianças. Assim, o MCDONALD’S começou a aparecer na televisão através do palhaço Bozo, que anunciava seus produtos de uma forma nada sutil: induzindo diretamente às crianças a pedir ao papai e à mamãe para levá-las ao MCDONALD’S.


O palhaço fez tanto sucesso que passou a ser convidado a participar da inauguração dos novos restaurantes MCDONALD’S em Washington, levando sempre à formação de filas enormes em frente aos estabelecimentos. Porém, em 1963, a emissora retirou o programa do ar, alegando queda de audiência, e o franqueado perdeu aquele que se tornara seu grande porta-voz junto às crianças. Sem poder produzir sozinho o programa, o proprietário da loja em Washington decidiu criar um palhaço próprio e colocá-lo em propagandas televisivas, usando o mesmo ator que havia personificado o carismático palhaço Bozo, William Scott. Naquela época, o visual do palhaço (imagem abaixo) era modelado por produtos da própria rede: o chapéu era uma bandeja com um hambúrguer de isopor, um saquinho de batata frita e um milk-shake; os sapatos tinham a forma de pãezinhos; o nariz era feito de um copo do MCDONALD’S; e o cinto era um hambúrguer de isopor (como pode ser visto na imagem abaixo). No vídeo o palhaço retirava, como em um passe de mágica, hambúrgueres do cinto. O nome Ronald surgiu por acaso: simplesmente rimava com McDonald. Sua primeira aparição televisiva foi ainda 1963. Mas o palhaço só veio a ser adotado nacionalmente pela rede em uma situação emergencial. Em 1965, o MCDONALD’S se viu diante da grande oportunidade em participar da tradicional Parada Macy’s do “Dia de Ação de Graças”, comemorada em 25 de novembro, na cidade de Nova York – uma data especial para os americanos. Foi aí que a empresa fez sua primeira compra, nacional, de mídia televisiva.


Porém, quando essa oportunidade apareceu, faltavam apenas algumas semanas para o evento, forçando a empresa à adotar os comerciais que a agência publicitária D’Arcy havia produzido um ano antes para os franqueados locais, que destacavam o palhaço Ronald McDonald. A aparência física de Ronald também foi modificada pela agência publicitária, tirando-lhe aquela roupagem extremamente comercial, formada por produtos do MCDONALD’S, e lhe dando características de um verdadeiro palhaço nas cores da rede. Com Ronald, as propagandas veiculadas pela D’Arcy se transformaram na primeira campanha nacional da marca, cujo tema foi “O McDonald’s é o seu lugar”, enfatizando o restaurante como um espaço de diversão, e não apenas um lugar para se comer hambúrguer. E foi assim que, desde 1965, o palhaço tornou-se nacional – posteriormente internacional – o símbolo vivo do MCDONALD’S. Somente em 1967, o MCDONALD’S nomeou-o “embaixador oficial” junto às crianças.


Ronald McDonald, como todo astro que se preze, de tempos em tempos, renova seu guarda-roupa para estar sempre na moda. Até 2005 o porta-voz da marca passou por grandes transformações em suas vestimentas e visual.


Em abril de 2014, um dos personagens mais conhecidos do mundo apresentou seu novo guarda-roupa. O tradicional macacão amarelo, largo nos quadris e curto nas canelas foi substituído por uma calça amarela (ainda curta), uma blusa com listras brancas e vermelhas e um colete. Em ocasiões especiais, o modelo inclui um paletó vermelho com os arcos dourados que simbolizam a marca no bolso. As luvas e os sapatos vermelhos típicos de palhaço continuam. As novas roupas de Ronald foram criadas pela designer teatral Ann Hould-Ward, ganhadora de um prêmio Tony pelo sucesso da Broadway “A Bela e a Fera”.


Além da nova imagem, a empresa deu ao porta-voz a missão de representá-la de forma ativa nas redes sociais com a hashtag #RonaldMcDonald, para promover a nova campanha “Diversão faz grandes coisas acontecerem”. Isto porque, há algum tempo, principalmente nos Estados Unidos, o MCDONALD’S relegou Ronald ao trabalho e ações de caridade da marca, quer seja na Ronald McDonald House Charities ou no incentivo da leitura, até para tirá-lo um pouco dos holofotes e aplacar a ira de ativistas que acusam a empresa de usá-lo para vender refeições nada saudáveis para crianças.


Última atualização em 6/5/2014

7.5.06

M&M's CHARACTERS

Em 1954, os universalmente amados personagens e o famoso slogan “M&M’s melt in your mouth, not in your hand” (O chocolate que derrete em sua boca, não em sua mão) debutaram no primeiro comercial de televisão da marca. Surgiam assim os dois primeiros personagens, inicialmente batizados de Mr. Plain (Vermelho) e Mr. Peanut (Amarelo). Doze anos mais tarde ocorreu a primeira aparição destes personagens nas embalagens do produto, reforçando o apelo da marca, pois eles tornaram-se cada vez mais conhecidos através de anúncios em revistas e na televisão. Em 1995, mais de meio século depois dos confeitos terem surgido, os consumidores de toda a América do Norte ajudaram a escrever um novo capítulo na história da marca. Um super evento de marketing solicitou aos americanos que votassem, através do telefone 1-800-FUN-COLOR, na nova cor que apareceria na tradicional mistura de M&M’s. A escolha incluía o azul, o rosa, a púrpura ou nenhuma cor. O azul conquistou uma vitória esmagadora, com 54% dos mais de 10 milhões de votos depositados, surgindo assim o personagem Azul.


O ano de 1996 será lembrado por muitos fatos positivos. A campanha de marketing da marca utilizando os personagens animados subiu em popularidade como um foguete para a primeira posição entre mais de 60 campanhas avaliadas pelo tradicional jornal americano USA Today. Os falantes personagens M&M’s são considerados um dos maiores ícones da publicidade americana, alcançando o patamar de personagens consagrados como Mickey Mouse e Bart Simpson.


Em 1997, o primeiro personagem feminino debutou nesse mundo colorido: era a cor verde (batizada de Green), que pela primeira vez ganhava ares e características femininas. Essa multifacetada mulher dos anos de 1990 estrelou um grande número de comerciais populares. A personagem viajou pelos Estados Unidos promovendo a sua autobiografia, “Não Derreto para Ninguém” (“Melt For No One”), e rapidamente alcançou o mesmo status de celebridade de seus colegas masculinos.


No início de 1998, os personagens, que adoram microfones e luzes, se autoproclamaram “Doces Porta-Vozes Oficiais do Novo Milênio”. Como MM significa 2000 em numeração romana, a marca era a única a poder fazer essa associação. E, em novembro desse ano, eles estrearam o primeiro longa-metragem da marca, quando a nova sala de filmes 3D foi inaugurada na loja M&M’s WORLD em Las Vegas. O personagem Laranja, um paranóico obcecado com sua qualidade de ser crocante que faz com que todos queiram prová-lo, foi adicionado a este colorida turma no ano de 1999, como porta-voz do M&M’s CRISPY.


Em janeiro de 2012, durante o intervalo do Super Bowl (final do futebol americano profissional, que possui o segundo mais caro da TV, aproximadamente US$ 4 milhões por 30 segundos), a marca apresentou uma nova integrante para a colorida turma. A personagem, uma senhorita que representa a cor marrom e possui um perfil bem intelectual, foi batizada de Miss Brown (cuja versão animada tem voz de Vanessa Williams). A sexta integrante dessa colorida trupe, é a segunda mascote na versão feminina, unindo-se à verde. Antes da apresentação oficial, a marca já havia criado um Buzz divulgando a silhueta da personagem e realizando ações para estimular o público nas redes socais.


Ao longo dos anos, com o avanço da tecnologia e o surgimento da computação gráfica, os personagens evoluíram, adquirindo uma imagem mais real, viva e com expressões faciais cheias de emoção.


A marca ainda possui os maluquinhos e redondinhos personagens do M&M’s Minis, uma turminha agitada que surgiu em meados da década de 1990.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e EmbalagemMarca), Jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 3/9/2015