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6.8.07

LE MONDE


Uma instituição francesa. Assim pode ser definido o aristocrático jornal francês Le Monde (que em português significa “O Mundo”). Autoproclamado “jornal de referência”, de centro-esquerda, é o principal diário de língua francesa no mundo. Com variedade de informações, jornalistas respeitados e postura política “independente”, o Le Monde se tornou o jornal francês de maior prestígio internacional, tendo um espaço importante na mídia francesa, com cobertura extensa, amplos contatos com homens de negócios e membros do governo e um tom severamente intelectual. 

A história 
O tradicional jornal foi fundado pelo jornalista Hubert Beuve-Méry na cidade de Paris em 1944 à pedido do general Charles de Gaulle pouco após a libertação da cidade do exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial. A primeira edição do jornal (foto abaixo) circulou no dia 18 de dezembro. Ao contrário de todos os outros principais jornais franceses da época, o Le Monde circulava só por volta do meio-dia em Paris, hábito que se repete até os dias de hoje. Com o passar dos anos, contando com variedade de informações, articulistas respeitados e uma postura política “independente”, que pendia sempre para a centro-esquerda, fizeram do Le Monde o jornal francês mais respeitado, não somente na França, como também no mundo todo. Em 1951, a Sociedade de Redatores (Société des Rédacteurs du Monde) se tornou acionista do jornal.


Pouco depois, em maio de 1954, juntamente com o ex-diplomata húngaro François Honti, Hubert Beuve-Méry criou o LE MONDE DIPLOMATIQUE, conhecido popularmente na França como Diplô, um jornal que antes era um suplemento do próprio Le Monde destinado aos círculos diplomáticos e às grandes organizações internacionais. Progressivamente, foi ganhando autonomia até se tornar uma empresa subsidiária do Grupo Le Monde. Em 1975 o jornal passou pela sua primeira grande reformulação visual. Cinco anos depois a circulação diária do jornal atingia a impressionante marca de 450 mil exemplares. Na década de 1990, com o avanço da internet, o tradicional jornal lançou sua página na rede mundial de computadores no dia 19 de dezembro de 1995. Nesta década, o Le Monde se tornou ainda mais popular por suas matérias investigativas sobre grandes escândalos políticos, como por exemplo, em 1995 quando o presidente François Mitterrand foi envolvido em um deles.


Nos anos seguintes, com o avanço das mídias digitais e o surgimento de novos concorrentes como os jornais gratuitos, o Le Monde assistiu sua circulação despencar de 406 mil cópias, em 2001, para 371 mil três anos mais tarde. Em 2004, atravessando uma situação financeira difícil, com acentuada queda nos anúncios publicitários, o Le Monde passou por uma enorme e ampla reformulação visual e conceitual com grandes mudanças na diagramação, que deixou de conter um aspecto cheio de textos extensos e analíticos, e passou a ter um visual mais dinâmico e moderno com a inserção de logotipos, mais fotos, textos menores e impressão colorida.


O novo “Le Monde” era dividido em três seções. A primeira incluía as notícias mais atuais e de grande repercussão, com editoriais na página dois. A segunda era dedicada a análises e bastidores das notícias, enquanto a terceira examinava tendências, estilo de vida e cultura. O custo total das mudanças chegou a €7 milhões. Mesmo com todas essas mudanças, o Le Monde continuou sofrendo com a queda dos lucros, o aumento dos custos e a necessidade de adaptar-se à era da internet e da mídia digital.


A segunda-feira, 14 de abril de 2008, entrou para a história do jornal e da imprensa francesa. Era a segunda vez desde sua fundação, a primeira acorreu em 1976 quando os jornalistas protestaram contra a aquisição de um jornal francês por um magnata, que o jornal mais respeitado da França não era encontrado nas bancas. Isto devido à uma greve dos jornalistas do Le Monde em resposta a decisão apresentada pela direção como o único caminho para manter a independência do jornal de centro-esquerda, de “reestruturar” o jornal com a demissão de 130 pessoas. Em junho de 2010, com 66 anos de vida e afundado em dívidas que ultrapassavam os €100 milhões, o tradicional e sisudo jornal francês mudou de comando. Saiu das mãos de uma comissão de jornalistas identificados com à esquerda do poder para cair nas de um banqueiro que ostenta no currículo cargos como diretor do Tesouro Francês (Matthieu Pigasse), de um mecenas (Pierre Bergé) e, quem diria, do rei da pornografia na França (Xavier Niel). Nos anos seguintes o Le Monde se reinventou e passou a investir pesado nos meios digitais, especialmente em seu site e no lançamento de aplicativos, para disponibilizar seu conteúdo em aparelhos móveis.


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Lançamento: 18 de dezembro de 1944 
● Criador: Hubert Beuve-Méry 
● Sede mundial: Paris, França 
● Proprietário da marca: Groupe Le Monde 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Louis Dreyfus 
● Diretor geral e Editor chefe: Jérôme Fenoglio 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Circulação diária: 269.000 exemplares 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.600 (Groupe Le Monde) 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Jornais e site de notícias 
● Concorrentes diretos: Le Figaro, Le Parisien, Libération, El País, The Guardian, Frankfurter Allgemeine e The New York Times 
● Website: www.lemonde.fr 

A marca no mundo 
O jornal Le Monde possui hoje uma tiragem diária de aproximadamente 269 mil exemplares (90% na França), sendo distribuído em quase 120 países ao redor do mundo, com sua página na internet recebendo 40 milhões de visitas mensalmente. O jornal tem um staff de 165 jornalistas. O jornal pertence ao Groupe Le Monde, que emprega 1.600 funcionários e edita também outras publicações como o Le Monde Diplomatique e a revista Le Monde des Religions. 

Você sabia? 
O site do Le Monde, além dos artigos da edição impressa, oferece numerosos blogues de jornalistas, atualizações de notícias e inclui conteúdo em vídeos. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 22/11/2017

19.9.06

VALOR ECONÔMICO


O jornal VALOR ECONÔMICO tem a missão de oferecer aos leitores um panorama abrangente e confiável do que ocorre no Brasil e no mundo, principalmente na esfera produtiva, para auxiliar a tomada de decisões dos agentes econômicos e para servir de orientação ao público em geral. Por tudo isso, as publicações e conteúdos do VALOR ECONÔMICO são reconhecidos nacional e internacionalmente como fontes de informações precisas para empresários e investidores em potencial. 

A história 
A ideia de criar um novo jornal de economia e negócios no Brasil surgiu no final de 1999, desafiando a lógica mercadológica do momento. Enquanto nove em cada dez projetos editoriais da época eram destinados à internet, surgia em uma sala improvisada no centro de São Paulo o embrião do que se tornaria a redação do VALOR ECONÔMICO. Além disso, foi identificado por pesquisas que havia espaço para outro diário econômico em um mercado até então dominado pela já extinta Gazeta Mercantil, que àquela época, enfrentava sérias dificuldades financeiras. Neste empreendimento, os acionistas, Grupo Folha (que edita o jornal Folha de S.Paulo) e Organizações Globo, investiram aproximadamente US$ 50 milhões para lançar o que deveria ser, em cinco anos, o líder em economia, política e negócios no país. A promessa básica do projeto era criar um veículo que praticasse um jornalismo sério e independente, com um design moderno e arrojado. Foi desta maneira que nasceu o VALOR ECONÔMICO, um jornal de circulação de segunda a sexta-feira que oferecia informação de economia e negócios em um contexto interpretativo e analítico, capaz de prover informação confiável, análise útil e opiniões credenciadas. O jornal foi lançado oficialmente no dia 2 de maio de 2000, sob o comando dos jornalistas Celso Pinto (então diretor de redação), Vera Brandimarte, Carlos Eduardo Lins Silva e uma equipe altamente especializada. Na era da internet, o jornal já nasceu com sua versão online, além de contar com a produção própria de conteúdo diário para o site.


Com um projeto gráfico criado pelo grupo inglês Simon Esterson, pelo americano John Belknap e pelo escocês Ally Palmer, o jornal trouxe uma nova linguagem para o jornalismo econômico, abordando temas ligados às finanças e empresas e também um foco sobre investimentos pessoais. Além disso, entre os principais pontos do projeto gráfico, estava o uso de fotos fortes e muita informação gráfica. Não demorou muito para que uma quantidade expressiva de executivos, empresários e formadores de opinião se tornassem leitores assíduos do jornal, buscando nele referências em economia, negócios, política e finanças. De maneira geral, o VALOR ECONÔMICO era visto como um jornal bonito, agradável de ler, com textos concisos, porém profundos. Novidades foram incorporadas nos anos seguintes. Em 2001, passaria a ser publicado o anuário Valor 1000, com rankings e análises de balanço das 1.000 maiores empresas brasileiras, de capital aberto e fechado. O levantamento minucioso, realizado por uma equipe de economistas, inclui a captura de centenas e centenas de balanços em papel e ligações telefônicas, às vezes, para contadores ou controladores de muitas dessas empresas. O “trabalho de formiguinha” e as pilhas de papel armazenadas foram às bases para o desenvolvimento, anos mais tarde, do módulo Valor Empresas do serviço de informação em tempo real do jornal. Outra novidade incorporada ao VALOR ECONÔMICO em seus primeiros passos foi o Executivo de Valor, publicação com o perfil de executivos eleitos como destaque em seus setores, em votação promovida entre headhunters.


Exatos dois anos mais tarde, enquanto o Ibope registrava aumento no tráfego pela internet de 26%, a versão web do jornal triplicava o número de visitantes únicos com quatro vezes mais visitas ao portal e sete vezes mais páginas visualizadas. A diversificação de produtos se intensificou em 2004 com o lançamento do Valor Setorial, que tinha finalidade traçar o perfil dos diferentes segmentos da economia brasileira. Além disso, novas estratégias de logística e distribuição foram implantadas, permitindo a melhora na qualidade de entrega e ampliação das regiões de circulação do jornal. Em apenas cinco anos de mercado, depois de consolidar-se como o mais influente jornal de economia do país com tiragem que ultrapassava os 40 mil exemplares diários, o VALOR ECONÔMICO detectou espaços no mercado editorial e oportunidades não exploradas. Assim surgiram as revistas, anuários e setoriais. Nesse mesmo ano, o jornal expandiu seus limites geográficos pelo território brasileiro.


Os anos seguintes foram intensos no planejamento estratégico do jornal. Era clara, naquele momento, a necessidade de evolução digital do VALOR ECONÔMICO. Em 2007, tem início o projeto, por exemplo, para a digitalização dos balanços acumulados durante anos e a criação de um banco de dados eletrônico de empresas. Em 2008, o jornal retomou seu portal, até então terceirizado. Em 2010, ao comemorar sua primeira década, os acionistas aprovam um investimento de R$ 100 milhões para uma nova plataforma digital, enquanto o jornal impresso passou por uma revisão da apresentação gráfica, feita pelo escritório de design inglês Esterson Associates, dirigido por Simon Esterson, um dos três que desenharam o projeto do VALOR ECONÔMICO em sua concepção. A ideia era manter a linha mestra do projeto, tornando o jornal apenas mais leve e fácil de ler. Dois pilares, ambos já presentes na gênese do VALOR ECONÔMICO, nortearam a construção da então nova plataforma digital. O primeiro foi a preparação de bases de conteúdo (notícias e dados) para atender o leitor onde quer que ele esteja: no jornal impresso, no portal, em aplicativos ou em um sistema sofisticado de informação em tempo real. O segundo foi o da integração – para abastecer vários produtos, essas bases multiplataformas têm de estar integradas e classificadas corretamente. O primeiro fruto da plataforma digital foi o relançamento do portal VALOR, em agosto de 2011, com o acréscimo de novos conteúdos, a ênfase no layout, navegação e usabilidade e o diferencial que já é marca registrada do VALOR ECONÔMICO: os dados de mercado e macroeconômicos, que ficam sob responsabilidade do núcleo de economistas do jornal. Foi também o primeiro veículo do país a adotar o modelo do que ficou conhecido no Brasil como “paywall poroso”, em que o conteúdo é fechado para assinantes, mas leitores que se dispõem a realizar um cadastro têm direito a ler gratuitamente uma quantidade de matérias mensais.


Desde o relançamento do portal, sob o chapéu do VALOR DIGITAL, já foram lançados novos aplicativos para smartphones, criados a área de relações com investidores, um serviço especial em inglês (Valor International) e uma área de mídias sociais, além de experiências inovadoras em infografias e vídeos. Os números mostram que o caminho escolhido foi acertado. A audiência digital do VALOR ECONÔMICO bateu recordes, alcançando 2.64 milhões de visitantes únicos, sendo 1.53 milhões no portal e 910 mil no site móvel. Do total de assinantes, quase 30% optaram pela edição digital do VALOR ECONÔMICO e o restante pela assinatura que dá direito ao impresso e ao digital. Na web, o tempo médio de leitura é de 30 minutos, o mais alto entre os veículos noticiosos brasileiros.


A amplitude de conteúdos econômico-financeiros e a possibilidade de utilizá-los em diferentes meios são fruto do forte investimento realizado na plataforma digital para colocar no mercado o Valor PRO, serviço de informações eletrônicas em tempo real. Lançado em janeiro de 2013 e voltado para os mercados financeiro e corporativo, o Valor PRO tem notícias e análises financeiras, políticas e macroeconômicas, do Brasil e do mundo, cotações das bolsas brasileiras e estrangeiras em tempo real, ferramentas de análise gráfica, fundos de investimento, séries históricas, acompanhamento de processos no Legislativo e o mais completo banco de dados de empresas de capital aberto e fechado do país. São 5 mil companhias, com planos de contas detalhados, informações cadastrais, análises financeiras e comparações por setor.


Hoje em dia o VALOR ECONÔMICO oferece aos seus leitores a mais completa linha de publicações voltada para economia, política e negócios, composta por um jornal (com cinco cadernos de circulação nacional e um de circulação regional); um caderno semanal (Eu & Fim de semana, que circula somente as sextas-feiras, em formato tablóide e que traz o que há de melhor no ambiente cultural, entre os quais críticas de arte, exposições, livros, roteiros turísticos, shows); anuários (como o Valor Grandes Grupos, que traz, graficamente, as árvores societárias das maiores holdings do país; Valor Carreira, que traz as melhores empresas na gestão de pessoas; Valor Inovação Brasil, com as empresas mais inovadoras do Brasil; e Multinacionais Brasileiras, com análise das organizações do Brasil que possuem atividades globais, com ranking das empresas com maior presença no exterior); trinta revistas; o Valor Financeiro, que traz o ranking das instituições financeiras divididas por área, como bancos, bancos de investimento, financeiras, companhias de leasing, seguradoras; mais de 120 suplementos especiais (que vão de perfis setoriais a novas tecnologias) e mais de 15 seminários anuais, além das informações minuto a minuto no Valor Online. Ao longo de sua história, o VALOR ECONÔMICO construiu sua marca forte ao entregar conteúdo relevante e de credibilidade para um público formador de opinião, promovendo o debate de ideias que contribuem para o desenvolvimento do país.


Os slogans 
Seu melhor investimento. 
Notícias que geram negócios. 
Informação que vira dinheiro.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 2 de maio de 2000 
● Criador: Grupo Folha e Organizações Globo 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Valor Econômico S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Diretor de Redação: Vera Brandimarte 
● Faturamento: R$ 235 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Assinantes: 62.000 exemplares 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Principais mercados: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais 
● Funcionários: 250 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Jornal, portal de informações, anuários e revistas de economia 
● Concorrentes diretos: Folha, Estadão, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro 
● Slogan: Notícias que geram negócios. 
● Website: www.valor.com.br 

A marca no Brasil 
O VALOR ECONÔMICO é líder absoluto em seu segmento em número de leitores, circulação e publicidade legal. Atualmente são mais de 62.000 assinantes nos sete principais mercado do país, o que significa aproximadamente 200.000 leitores diários. O VALOR ECONÔMICO disponibiliza todo o conteúdo, inclusive suplementos, revistas especiais e anuários, em plataformas digitais adaptadas para internet, smartphones e tablets. Hoje em dia, mais de 200 jornalistas compõem a redação, que reúne uma das mais especializadas equipes de articulistas, nacionais e internacionais, da imprensa brasileira. O Grupo Folha e o Grupo Globo detêm 50% cada um de participação do jornal, com os conselhos administrativo e editorial divididos em partes iguais, e as decisões sempre tomadas por unanimidade. 

Você sabia? 
O segmento masculino responde por 66.6% dos leitores do jornal e, do total geral, 65% têm nível superior completo, mestrado e/ou doutorado. Pesquisas mostram que 90% dos leitores do jornal são das classes A e B. 
Além disso, um dos maiores e mais respeitados jornais de economia do mundo está presente nas páginas e no portal do VALOR ECONÔMICO através de parcerias editoriais exclusivas: The Wall Street Journal


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Meio Mensagem, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 6/9/2016

28.7.06

THE WALL STREET JOURNAL


O WSJ, abreviatura que designa o THE WALL STREET JOURNAL, considerado com razão “a bíblia dos homens de negócios”, não é somente o mais completo jornal especializado em política, economia e finanças do mundo, mas também o mais influente entre os poderosos que tomam as decisões mais importantes do planeta. Afinal, se a verdade é sempre essencial para o jornalismo objetivo, ela está no DNA do THE WALL STREET JOURNAL mais do que em qualquer outro jornal americano. 

A história 
O famoso e conceituado jornal THE WALL STREET JOURNAL foi criado no ano de 1889 pelos três jovens repórteres Charles Henry Dow, Edward Davis Jones e Charles Milford Bergstresser, também fundadores, em 1882, da empresa Dow & Jones Company, que na época entregava boletins financeiros para clientes da região de Manhattan. A primeira edição do jornal, que tinha seu nome derivado da Rua Wall Street, considerada o coração financeiro de Manhattan e dos Estados Unidos, circulou no dia 18 de julho contendo apenas quatro páginas ao preço de 2 centavos de dólar, oferecendo notícias do mercado financeiro e preços das ações a investidores individuais. No ano de 1898 a edição matinal do jornal foi introduzida, contando agora com 6 páginas. No ano seguinte adotou o formato de cinco colunas por página. Outro grande fato que ocorreu neste ano foi o início da publicação da coluna de opinião Review & Outlook, que existe até hoje, escrita na época pelo próprio Charles Dow.


No início do próximo século, em 1902, o jornalista e seu correspondente em Boston, Clarence Barron, comprou a empresa por US$ 130 mil. Nesta época a circulação diária do jornal era de aproximadamente 7.000 cópias. No ano seguinte, o THE WALL STREET JOURNAL, introduziu o slogan “The Newspaper for the Investor” (em português “O jornal para o investidor”), deixando bastante claro o público que queria atingir. A primeira edição da Costa Pacífica foi lançada em 21 de outubro de 1929, apenas oito dias antes do famigerado Crash da Bolsa de Valores de Nova York, que desencadeou a mais devastadora crise econômica da história dos Estados Unidos, considerando-se a abrangência e a duração dos seus efeitos. Nesta época a circulação diária havia atingido 50 mil cópias.


No início da década de 1940, o THE WALL STREET JOURNAL perdera metade de sua circulação, pois sua informação básica estava amplamente disseminada por uma nova mídia, o rádio, que dava informações sobre o mercado financeiro em tempo real. Foi então, que o lendário editor Bernard (Barney) Kilgore, percebeu que o jornal necessitava de mudanças para não sumir. O jornal então passou também a dar notícias políticas e internacionais, além de analisar os acontecimentos. Um exemplo disso acorreu no chamado “Day After” ao ataque japonês a base naval de Pearl Harbor no dia 7 de dezembro de 1941. Enquanto os outros jornais relataram os fatos amplamente conhecidos naquele domingo, graças ao rádio, a primeira página do jornal em 8 de dezembro foi um marco do jornalismo. O texto começou com a frase “Guerra com o Japão significa revolução industrial nos Estados Unidos”. O artigo delineou as implicações do conflito para a economia e os mercados financeiros. Era o material que o leitor do THE WALL STREET JOURNAL mais precisava naquele momento.


Após a Segunda Guerra Mundial, em 1947, o jornal introduziu em suas páginas uma famosa coluna que fazia uma avaliação política escrita por William Henry Grimes. Foi neste ano que o jornal ganhou seu primeiro prêmio Pulitzer, o mais importante do jornalismo mundial. Até hoje, o WSJ foi agraciado com 40 prêmios Pulitzer, além de aproximadamente duas mil premiações por reportagens sobre economia. Também nesta época, para ampliar sua cobertura além do mundo das bolsas, o WSJ passou a investir em jornalismo investigativo, que não poupou os podres das grandes corporações americanas. A coragem e a isenção da redação passaram a incomodar os poderosos de plantão. No ano de 1966, o jornal atingiu a marca de mais de 1 milhão de cópias diárias, se tornando um dos mais importantes no cenário e cotidiano dos americanos. Na década seguinte, em 1976, surgiu a versão asiática do tradicional jornal, chamada de The Asian Wall Street Journal, inicialmente impressa em Hong Kong. No final desta década, em 1979, o THE WALL STREET JOURNAL se tornou o jornal pago de maior circulação dos Estados Unidos.


A partir de 1980, o jornal começou a publicar vários cadernos especiais que tratavam de assuntos específicos. O ano de 1983 foi marcado pela estreia da edição europeia, editada na cidade de Bruxelas na Bélgica. Na década de 1990, com o início da mudança de hábitos da população e o surgimento de várias novas mídias, o WSJ, como o jornal é popularmente conhecido, introduziu sua edição eletrônica em 1996 (paga), e que constantemente renovada, praticamente compete com as agências de informação econômica de forma contínua. No final de 2004, o tradicional jornal passou a disponibilizar seu conteúdo também via celular. Pouco depois, em agosto de 2007 a empresa News Corporation, pertencente ao magnata das comunicações, o australiano Rupert Murdoch, anunciou a compra da Dow Jones & Company por US$ 5.6 bilhões, e com isso passou a ser proprietária do THE WALL STREET JOURNAL, que acompanhou durante mais de um século o desenvolvimento das finanças americanas, tornando-se seu porta-voz inevitável.


A linha do tempo 
1980 
Lançamento no dia 23 de junho do caderno Marketplace, que circula de segunda à sexta-feira abordando assuntos como saúde, tecnologia, mídia e marketing. 
1988 
Lançamento no dia 3 de outubro do caderno Money and Investing, com cobertura e análises dos principais mercados financeiros internacionais. 
1998 
Lançamento no dia 20 de março do caderno Weekend Journal, publicado as sextas-feiras abordando assuntos de interesse dos leitores como mercado imobiliário, viagens e esportes. 
2002 
Lançamento no dia 9 de abril do caderno Personal Journal, com circulação de terça à quinta-feira abordando assuntos como investimentos pessoais, carreira e culturas corporativas. 
2005 
Lançamento no dia 17 de setembro do caderno Pursuits abordando assuntos como gastronomia, bebidas, restaurantes, entretenimento, cultura, compras e livros. 
Lançamento, em setembro, da edição de fim de semana para todos os assinantes, que marcou o retorno da edição de sábado depois de um lapso de 50 anos. 
2006 
Propagandas aparecem na primeira página pela primeira vez na história do jornal. 
2008 
Lançamento da revista WSJ, que abrange arte, moda, entretenimento, design, gastronomia, arquitetura, viagens e muito mais. Inicialmente trimestral, a revista cresceu para 12 edições por ano. 
2010 
Lançamento no dia 25 de setembro das colunas Off Duty, que aborda assuntos como moda, gastronomia, design e viagens, e Review, com foco em ensaios, comentários, opiniões e ideias. 
2011 
Lançamento do WSJ Live, um aplicativo com programas ao vivo sobre notícias. 
2012 
Lançamento no dia 5 de outubro da coluna Mansion, focada no mercado imobiliário de luxo.


O poder e a influência do WSJ 
Considerado poderoso e influente, o WSJ é leitura obrigatória para os principais homens de negócios e estadistas do mundo. Mas, afinal, porque tanta influência? Em primeiro lugar pelo o alto padrão de suas reportagens, que estão longe de se restringir somente ao universo da atividade produtiva e do dinheiro. As suas matérias sobre política nacional e assuntos internacionais competem rotineiramente com as do The New York Times – ainda a referência planetária do jornalismo de qualidade –, embora as deste sejam mais numerosas e variadas. Segundo, pelo seu padrão de rigorosa distinção entre informação e juízo de valor. Ela complementa a proverbial barreira – própria das publicações preocupadas com a ética e o respeito ao público – entre “Estado” (os interesses negociais das empresas editoras e os de seus anunciantes) e “Igreja” (os critérios estritamente jornalísticos na abordagem dos fatos).


O layout do jornal 
Ao longo dos anos o design do WSJ mudou significativamente: mudou de tamanho, ganhou cores e até anúncios na primeira página. A última modificação significativa ocorreu no ano de 2007. As edições internacionais, asiática e europeia, são mais compactas e menores.


Os slogans 
Live in the know. (2010) 
The Daily Diary of the American Dream. (1985) 
Business. And The Business of Life. 
The Newspaper for the Investor. (1903)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 8 de julho de 1889 
● Criador: Charles Henry Dow, Edward Davis Jones e Charles Milford Bergstresser 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Dow Jones & Company Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da News Corp.) 
● Chairman: Rupert Murdoch 
● CEO: William Lewis 
● Editor chefe: Gerard Baker 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Circulação diária: 3.8 milhões de cópias 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 2.000 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Jornais, cadernos especiais e sites de notícias 
● Concorrentes diretos: The New York Times, Financial Times, The Washington Post, The Huffington Post, Reuters e Bloomberg 
● Slogan: Live in the know. 
● Website: www.wsj.com 

A marca no mundo 
Atualmente o WSJ tem circulação diária superior a 2.5 milhões de cópias (incluindo 1 milhão de assinaturas online) somente nos Estados Unidos, sendo um dos maiores e mais respeitados jornais de negócios do mundo, comercializado em quase 100 países com 3.8 milhões de cópias diárias. O jornal tem um staff de 2.000 jornalistas e correspondentes em 85 escritórios espalhados por 51 países. O WSJ também possui edições na Europa e Ásia. Cada edição norte-americana tem uma média de 96 páginas. O jornal não é editado no domingo. 

Você sabia? 
Apesar de ser um dos jornais mais respeitados do mundo, houve uma época em que os jornalistas do WSJ utilizavam o espaço que tinham no jornal para orientar as notícias de acordo com seus interesses, já que eram também grandes negociantes de ações na Bolsa de Valores. 
O WSJ, conhecido simplesmente como “O Jornal” nos Estados Unidos, é considerado uma das fontes mais confiáveis de informação econômica. Mas também é conhecido, e às vezes criticado, por seus editoriais ultra-conservadores. 
O WSJ tinha uma edição online em português. Mas, a partir de 17 de fevereiro de 2017, deixou de publicar conteúdo em português e a edição WSJ BRASIL foi encerrada. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), portais (G1), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 4/5/2017

18.7.06

USA TODAY


Ler jornal diariamente antes do surgimento do USA TODAY era uma tarefa quase monótona. Com reportagens inteligentes, muitas fotografias coloridas, matérias curtas e cheio de gráficos coloridos e explicativos, o USA TODAY tornou o ato de ler um jornal muito mais prazeroso e dinâmico, conquistando milhões de fãs, não somente nos Estados Unidos, como no resto do mundo. 

A história 
O jornal USA TODAY começou a surgir em 1980 na cidade de Cocoa Beach, estado da Flórida, sob o codinome de “Project NN”, dentro do Grupo Gannett, comandado por Allen “Al” Neuharth. O principal executivo do grupo apostou a carreira - e possivelmente o futuro da empresa - em sua visão de um jornal nacional, criado a partir do zero, apesar do ceticismo generalizado e da necessidade de sangrar recursos de outros jornais da empresa para bancar sua criação e lançamento. Após dois anos de pesquisas para entender o que os leitores desejavam, o que os anunciantes precisavam e o que a tecnologia permitiria, o jornal foi introduzido no mercado sob o nome de USA TODAY no dia 15 de setembro de 1982 na cidade de Baltimore/Washington, custando apenas 25 centavos de dólar e com uma equipe emprestada de outras publicações do Grupo Gannett.


Inicialmente o novo jornal sofreu muitas críticas e acusações de que não passava de uma compilação de manchetes e notas curtas: em resumo, uma TV no papel. Porém, a diferença entre o USA TODAY e o resto do setor foi evidente desde esse primeiro dia. Naquela data, a maioria dos grandes jornais trouxe reportagens de primeira página sobre o assassinato de Bashir Gemayel, presidente eleito do Líbano. No USA TODAY, o assassinato recebeu uma breve menção em um quadro de resumo de notícias na capa e um pequeno artigo na parte interna. Na metade superior da página estava a foto de um acidente aéreo na Espanha. Obedecendo à ordem de Neuharth de que o jornal se concentrasse nas boas notícias, a manchete dizia: “Milagre: 327 sobrevivem, 55 morrem”. Outra morte dominava a página - a da princesa Grace, de Mônaco, em um trágico acidente de carro. Ela apareceu em várias outras capas naquele dia, mas com menos destaque. Apesar das críticas, em menos de dois meses o USA TODAY já registrava tiragem diária de 362.879 cópias. Mas o jornal evoluiu muito, investido em reportagens sérias e extensas, contratando repórteres experientes e expandindo sucursais.


No dia 24 de abril de 1983 o jornal rompia a barreira de 1 milhão de cópias diárias. O USA TODAY rapidamente se estabeleceu no mercado, vendendo aproximadamente 1.3 milhões de cópias por dia ao final deste ano. No ano seguinte o jornal passou a ser impresso a cores em todas as suas seções. Ainda em meados desse ano a edição internacional foi introduzida no mercado. Esta primeira fase do jornal foi marcada pela tentativa de tornar as notícias acessíveis através do uso de muitas cores e linguagem coloquial. No ano de 1985 o preço passou para 50 centavos de dólar, e o jornal passou a conter 56 páginas e 8 edições internacionais, impressas via satélite em Singapura. Já em 1986, o USA TODAY passou a ser o segundo maior jornal do país com aproximadamente 4.8 milhões de leitores diários. Era um feito e tanto para um jornal tão jovem. No ano seguinte a circulação diária passou dos 1.5 milhões de unidades nos Estados Unidos e 40 mil no exterior. No dia 5 de setembro de 1997, o jornal bateu recorde de circulação, aproximadamente 3.251.000 de cópias com a cobertura do funeral da Princesa Diana. Quase um ano depois, no dia 1 de setembro de 1998, o site do jornal foi acessado por 92 milhões de usuários da internet. Somente no ano seguinte o jornal começou a permitir anúncios publicitários em sua capa, aumentando assim suas fontes de receitas. Em dezembro deste ano, o USA TODAY passou a ser o jornal de maior circulação nos Estados Unidos, com uma tiragem média de 1.76 milhões de exemplares, ou seja, 100 mil a mais do que o tradicional The Wall Street Journal.


Ao longo dos anos de 1980 e 1990, à medida que sua equipe ganhou experiência e aumentou, o jornal ficou mais sério. Washington e as grandes corporações começaram a vê-lo como uma força a ser enfrentada. Era o preço do sucesso. O novo milênio teve início com um novo design: tamanho diferente, nova editoração, nova fonte de escrita e melhoria nas seções de previsão do tempo e mercado financeiro. Vinte anos após a fundação, em 2002, o jornal americano USA TODAY havia se tornado uma marca de peso, presente em diferentes mídias, contando com uma equipe de 400 repórteres e editores, 20 sucursais domésticas e 4 estrangeiras, além do empreendimento ser lucrativo desde 1993.


Mas estes números não eram suficientes para assegurar a sobrevivência na era de fusões gigantescas tornando o USA TODAY uma marca nacional forte, não apenas no ramo impresso, mas também na internet e na TV. Por isso, investiu na produção de um programa televisivo, exibido em 21 canais da Gannett Company, em 15 estados americanos, e encorajou repórteres do jornal com promoções e aumento salariais a trabalhar em outros meios de comunicação da empresa. Ao completar 25 anos em 2007, o USA TODAY ainda se destacava por oferecer uma leitura mais leve e rápida que a da maioria de seus concorrentes. E, como temiam muitos jornalistas, o USA TODAY, já apelidado pejorativamente de “McPaper” (por seus artigos curtos, fotos grandes e devoção aos recursos gráficos), deixou uma marca nos jornais americanos em geral, levando muitos diários sisudos a publicar artigos menores, adotar cores, dedicar mais espaço aos esportes e usar mais fotografias e gráficos em suas reportagens.


Em 2012, ao completar seu 30º aniversário, o USA TODAY mais uma vez surpreendeu: através de uma enorme repaginação visual o jornal pretendia revigorar o valor da mídia impressa enquanto, ao mesmo tempo, produzia novos produtos digitais (que ganhariam mais coberturas em vídeo em tempo real, mapas interativos sobre o clima e análises e comentários mais ágeis), proporcionando aos leitores uma perspectiva única e um contexto relevante em uma imensa gama de assuntos, em todo tipo de mídia. Pouco depois, no dia 3 de dezembro de 2015, a Gannett lançou oficialmente o USA Today Network, um serviço nacional de recenseamento de notícias digital que fornece conteúdo compartilhado entre USA TODAY e os 92 jornais locais da empresa em todos os Estados Unidos, além de reunir serviços de publicidade em um alcance local e nacional. Além disso, o jornal direcionou seus esforços para ampliar a cobertura de conteúdos digitais e as novas plataformas tecnológicas.


A linha do tempo 
1984 
No dia 4 de julho o jornal passa a ser publicado à cores em todas as suas quatros seções; e pouco depois, no dia 27, o USA TODAY publica a edição com 48 páginas. 
Lançamento no dia 10 de julho da primeira edição internacional do USA TODAY. 
1985 
Publicação no dia 8 de abril da primeira seção bônus, conhecida atualmente como quinta seção (Fifth Section). Essa primeira seção, composta por 12 páginas, falava sobre a temporada de beisebol. 
No dia 26 de agosto o preço do jornal passa de 35 centavos para 50 centavos de dólar; e passa a ter 56 páginas no dia 7 de novembro. 
1990 
No dia 26 de janeiro o USA TODAY publica sua maior edição de todos os tempos: 84 páginas em 8 seções. 
1991 
Publicação de sua primeira e única edição especial de sábado, chamada de “Extra”, cobrindo a guerra do golfo no dia 19 de janeiro. 
Lançamento no dia 5 de abril do USA TODAY BASEBALL WEEKLY, um caderno esportivo sobre beisebol publicado todas as quartas-feiras. Posteriormente se tornou uma revista semanal de esportes americanos chamada USA TODAY SPORTS WEEKLY
1993 
No dia 28 de outubro o jornal publica pela primeira vez a lista de livros mais vendidos no país (Best-Selling Books List). 
1995 
Lançamento no dia 17 de abril do site usatoday.com
Inauguração de seu primeiro escritório no exterior localizado em Hong Kong. 
1998 
Acontece, no dia 20 de março, a primeira grande mudança na estrutura de suas seções: A seção LIFE é dividida em duas partes distintas às sextas-feiras, “Weekend Life” e “Destinations and Diversions”. Essas duas seções traziam assuntos relacionados ao fim de semana como opções de entretenimento e dicas de viagens. 
1999 
No dia 4 de outubro o jornal começou a publicar anúncios publicitários na primeira página. 
2000 
Lançamento do USA TODAY LIVE, braço televisivo do jornal que fornecia conteúdo para mais de 22 canais de televisão do Grupo Gannett. Era uma espécie de versão televisiva do famoso jornal, além de produzir documentários, fato que ocorreu a partir de 2005. 
2001 
No dia após o ataque terrorista ao World Trade Center, em 12 de setembro, o jornal bateu recorde de circulação com 3.638.600 cópias vendidas. 
2002 
Lançamento do site USA TODAY TRAVEL, fornecendo todas as informações e ferramentas para os turistas planejarem a própria viagem. 
Através de uma parceria com o The Weather Channel passa a fornecer a previsão do tempo em todos os meios de comunicação: jornal, internet e televisão. 
Estreia no dia 4 de setembro do USA TODAY SPORTS WEEKLY. A nova publicação, antes conhecida como Baseball Weekly, passa a cobrir também o futebol americano. 
2004 
O preço do jornal passa de 50 centavos para 75 centavos de dólar no dia 7 de setembro. 
2007 
Lançamento de dois livros que contavam a história de sucesso do USA TODAY, 25 Years of USA TODAY: The Stories That Shape Our Nation e The Making of McPaper: The Inside Story of How USA TODAY Made it. 
2008 
Inauguração, no mês de setembro, da primeira unidade da USA TODAY TRAVEL ZONE, loja que comercializa produtos para viajantes como livros, jornais e acessórios de viagens com a marca USA TODAY. A primeira unidade foi inaugurada no aeroporto Metropolitan Wayne County na cidade de Detroit. Atualmente a rede de lojas conta com poucas unidades, localizadas em grandes aeroportos americanos. 
2010 
Lançamento de um aplicativo para iPad.


Por que tanto sucesso? 
O USA TODAY, que causou prejuízos de aproximadamente US$ 1 bilhão nos primeiros dez anos, é hoje uma fonte de lucro, com circulação de 2.3 milhões de exemplares em dias úteis semanalmente - a maior dos Estados Unidos. O jornal foi criado para aproveitar um fato novo: a sociedade americana se tornava mais móvel, muito antes do surgimento da internet, dos telefones celulares e das conexões Wi-Fi. Foi projetado para atrair quem viajava a negócios - metade dos exemplares hoje em dia é distribuída em hotéis e aeroportos - e quem se mudou de uma região para outra dos Estados Unidos. O jornal oferece, a ambos os grupos, um produto sólido, fácil de ler, com algumas notícias da terra natal do leitor e uma perspectiva nacional das notícias não encontrada na maioria dos diários locais. O jornal também apresentou recursos voltados especialmente a esses grupos, como o mapa do tempo, colorido e ocupando uma página, imitado quase imediatamente pelos concorrentes, a cobertura esportiva abrangente e a reportagem agressiva sobre o setor aéreo. O estilo gráfico do jornal, seu público relativamente jovem e seu costume de encorajar a participação do leitor, anteciparam alguns aspectos da internet, embora ainda não saibamos se seu status de inovador popular continuará no futuro online.


Atualmente o jornal é dividido em apenas seis seções: 
NEWS (representada pela cor AZUL) Seção que traz notícias sobre os Estados Unidos e o mundo, política americana, fórum de discussão e previsão do tempo. 
MONEY (representada pela cor VERDE) Seção que traz notícias sobre economia, mercado financeiro, aposentadoria, carreiras profissionais, tecnologia e dicas de como aplicar melhor o dinheiro. 
SPORTS (representada pela cor VERMELHA) Seção que traz notícias e coberturas esportivas de futebol americano, beisebol, basquete, automobilismo americano, golfe, tênis e esportes universitários, além de contar com as mais completas estatísticas das principais ligas americanas profissionais. 
LIFE (representada pela cor ROXA) Seção que traz notícias sobre celebridades, entretenimento, televisão, música, literatura e artes. Esta seção, às sextas-feiras, é dividida em duas: Weekend Life (com opções de entretenimento como cinemas, filmes, programação da televisão, peças de teatros, entre outras atrações) e Destinations and Diversions (dicas para viagens, hotéis, restaurantes e vinhos, além de matérias sobre decoração e destinos interessantes para passar férias ou somente um fim de semana). 
TECH (representada pela cor LARANJA) Esta seção traz as últimas notícias da indústria da tecnologia, abordando assuntos como computadores, dispositivos móveis, eletrônicos, internet, mídias e ciências. 
TRAVEL (representada pela cor VERDE-AZULADA) Traz notícias e reportagens sobre turismo e viagens, oferecendo aos leitores informações e dicas de hotéis, companhias aéreas, museus, compras, gastronomia, roteiros, destinos turísticos e lugares pitorescos e paradisíacos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por apenas uma grande remodelação em sua história. Depois de assumir a cor azul-clara (antes era preta) na década de 1990, no mês de setembro de 2012, em uma atitude ousada para comemorar seu 30º aniversário o jornal apresentou sua nova identidade visual, aplicada em todas as suas plataformas de comunicação. O tradicional logotipo, um globo terrestre estilizado conhecido como “globe” e utilizado desde seu lançamento, foi substituído por um círculo azul ao lado no nome. O objetivo era reposicionar a publicação como uma marca de notícias ao invés de uma marca de jornal.


Além disso, o novo logotipo era extremamente flexível em sua aplicação: o círculo podia assumir várias cores de acordo com os padrões visuais das seções do jornal, representadas por cores distintas.


E não parou por aí. O logotipo também podia conter uma ilustração ou foto de acordo com o noticiário do dia, dando ainda mais dinamismo ao novo projeto gráfico.


Os slogans 
What America Wants. (2010) 
USA Today No.1 in the USA. 
USA Today Available Around The World. 
USA Today Your News - When You Want It. 
USA Today The Nation’s Newspaper. (1982)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 15 de setembro de 1982 
● Criador: Allen “Al” Neuharth 
● Sede mundial: McLean, Virginia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Gannett Company Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● Presidente: John Zidich 
● Editor chefe: Joanne Lipman 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Circulação semanal: 2.3 milhões de cópias 
● Presença global: 75 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 1.400 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Jornais, revistas e conteúdo online 
● Concorrentes diretos: The New York Times, The Washington Post, The Wall Street Journal, Los Angeles Times e Newsday 
● Ícones: Seus gráficos coloridos 
● Slogan: What America Wants. 
● Website: www.usatoday.com 

A marca no mundo 
Atualmente o USA TODAY é um dos mais influentes jornais dos Estados Unidos, circulando em todos os 50 estados americanos, além de Porto Rico e Guam, com 2.3 milhões de cópias semanalmente (apenas na versão impressa), tendo mais de 7 milhões de leitores, duelando pelo posto de maior dos Estados Unidos. Para estar presente em quase todo o país, o USA TODAY é impresso em 37 localidades, muito mais que os outros jornais nacionais. A circulação internacional é superior a 15.000 cópias diárias, distribuídas em 75 países com impressão na Europa, Canadá e região da Ásia/Pacífico. Além do tradicional jornal, o grupo possui ainda a revista USA TODAY SPORTS WEEKLY, especializada em esportes universitários, futebol americano, beisebol, basquete e Nascar (categoria mais popular do automobilismo americano); USA TODAY MOBILE, serviço que oferece notícias e conteúdo para várias plataformas móveis, utilizado por mais de 25 milhões de usuários por mês; e o site, um dos mais acessados pelos internautas americanos (são mais de 102 milhões de visitantes únicos por mês). 

Você sabia? 
A maioria dos jornais depende intensamente dos anúncios de domingo, mas o USA TODAY não circula nos fins de semana. As assinaturas individuais correspondem à aproximadamente 30% das vendas do jornal. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 13/2/2018

16.5.06

FINANCIAL TIMES


O jornal FINANCIAL TIMES, ou simplesmente FT, é uma verdadeira “bíblia cobiçada” impressa na inconfundível cor salmão, especializada em negócios, política, mercado financeiro e notícias econômicas. Com mais de 100 anos de história, o jornal sobreviveu a duas guerras mundiais, assistiu à passagem do milênio e acompanhou de perto toda a crise econômica e financeira global dos últimos anos. Por isso, é considerado um jornal de elevada reputação, sendo um dos mais influentes do mundo e lido por inúmeros líderes empresariais e influentes chefes de estado. 

A história 
O tradicional jornal inglês começou a circular, inicialmente três vezes por semana, pela primeira vez com o nome de London Financial Guide no dia 9 de janeiro de 1888. Idealizado por Horatio Bottomley e James Sheridan, foi renomeado THE FINANCIAL TIMES (por muitos anos escrito com “the” no início) em 13 de fevereiro do mesmo ano e passou a circular de segunda a sábado. O jornal descrevia a si próprio como “Friend of the Honest Financier and the Respectable Broker” (algo como “O amigo do banqueiro honesto e do corretor respeitável”). Isto era publicado nos seus editoriais quando o jornal tinha apenas quatro páginas, que retratavam as matrizes comerciais de Londres, e cujos leitores eram pertencentes à comunidade financeira da cidade, como investidores e operadores. Rapidamente, o periódico se estabeleceu como um jornal soberano e confiável. Somente no dia 2 de janeiro de 1893 o jornal começou a ser impresso na tradicional cor salmão, que acabou virando sua marca registrada perante os consumidores, uma grande sacada do gênio do marketing Douglas Macrae para distingui-lo de seus principais concorrentes, em especial o Financial News, então impresso na cor branca.


No ano de 1919, Berry Bros, um dos proprietários do The Sunday Time, assumiu o controle do FINANCIAL TIMES. Ao longo dos tempos várias inovações foram acrescentadas ao jornal, como por exemplo, em 1935 quando o índice 30-share (com o preço das ações das 30 principais empresas do Reino Unido) foi introduzido no jornal pela primeira vez. No ano de 1945, o FT se fundiu com o The Financial News, fundado em 1884 por Harry Marks, tornando-se o único jornal de grande circulação do Reino Unido. A união dos dois jornais manteve a página cor salmão e o nome FINANCIAL TIMES. Hargreaves Parkinson se tornou o primeiro editor-chefe após a fusão. Neste ano lançou a coluna Lex, que até hoje costuma cobrir, com análises e opiniões, assuntos econômicos e financeiros do mundo. A fusão teve mais sucesso do que se poderia imaginar. Editorialmente, o novo FINANCIAL TIMES transcendeu os assuntos tradicionais do jornalismo financeiro e estabeleceu uma cobertura de primeira classe nas áreas de indústria, comércio, ciência e notícias internacionais. A fusão também permitiu aliar a ampla rede de circulação do FINANCIAL TIMES, que passou a contar com seis páginas, com os conceituados profissionais editoriais do Financial News. Com o passar dos anos, o jornal cresceu em tamanho, leitores e amplitude em suas coberturas. Também estabeleceu um trabalho em rede com correspondentes em muitas grandes cidades ao redor do mundo, antecipando o movimento da economia mundial no sentido da globalização. No ano de 1953 o jornal comemorou as 20.000 edições, além de introduzir uma página exclusiva para tratar de artes. Pouco depois, em 1957, o FT foi adquirido pela Pearson, um conglomerado britânico de mídia. No ano seguinte, Sheila Black se tornou a primeira jornalista mulher do FT, e seria responsável por introduzir, na década seguinte, a primeira versão da página “How to Spend It” (“Como Gastar” em tradução livre), que futuramente se tornaria uma revista.


Em 1960 o jornal ganhou inúmeras novidades como as páginas especiais Technical (que tratava de assuntos relacionados a tecnologia), Executive’s World Page (agora chamada Inside Track) e a edição de sábado. No ano seguinte a circulação do FT excedia os 132 mil exemplares diários. Com o fluxo de capital intensificado nos anos de 1970, o FINANCIAL TIMES iniciou o programa de expansão internacional, que foi facilitado pelo desenvolvimento de tecnologias e do crescimento da aceitação da língua inglesa como a linguagem do comércio internacional. Em 1º de janeiro de 1979 foi lançada a edição europeia do FT, que começou a ser impressa na cidade de Frankfurt na Alemanha. Era a primeira edição impressa fora da Inglaterra. Em 1982 introduziu o slogan “No FT. No Comment.” (em tradução livre “Sem FT. Sem Comentário.”), ou seja, quem não leu o FINANCIAL TIMES não deve fazer comentários, que virou uma espécie de marca registrada do jornal por anos. Pouco depois, em 1985, seria lançado o Weekend FT, edição de fim de semana do jornal.


A circulação do jornal na Inglaterra cresceu muito e, em 1986, rompia a barreira das 250 mil cópias. Em 1987 o jornal publicou pela primeira vez o Índice Global de Ações. Em 1991, o novo editor do jornal, Richard Lambert, introduziu várias novidades, dentre as quais a primeira edição da revista How To Spend It (que aborda temas do segmento e mercado de luxo como iates, mansões, apartamentos, moda e carros) em 1994. No ano seguinte relançou sua edição internacional e o site na internet. No ano de 2000 o suplemento Creative Business foi introduzido nas edições nacionais e a edição europeia foi relançada. No ano seguinte o jornal superou a marca das 500 mil unidades diárias e lançou a página Global Investing nas edições americanas. Apesar de fazer parte de um setor em dificuldades nos últimos anos, o FT tem uma saúde financeira superior à de outros jornais. A publicação iniciou sua migração para a plataforma online ainda em 2002, tendo sucesso em convencer seus clientes a pagar por seu conteúdo. Cinco anos depois, reformulou seu modelo digital, oferecendo aos internautas acesso gratuito a um determinado número de artigos antes da cobrança pelo conteúdo.


No dia 23 de abril de 2007 o FT passou por uma completa reformulação visual, adotando novas tipologias, um novo estilo de editoração e aumento do conteúdo em seções como esportes e mercado financeiro. Além disso, investiu ainda mais em sua versão digital para atender a um novo público. Nos anos seguintes, o FT continuou investindo em novas tecnologias e lançou, em 2011, um aplicativo que aumentou sua audiência para mais de 2 milhões de leitores diariamente. Com isso, em 2012, pela primeira vez em sua história, o número de assinantes digitais superou os da versão impressa. Diante desse cenário, o jornal vem acelerando sua transição do papel para as telas do computador, dos tablets e dos smartphones. Além disso, o FT começou a publicar e-books sobre temas específicos, compilando artigos do jornal e recheando-os com material dos blocos de anotações dos jornalistas. Em julho de 2015, o tradicional jornal, uma referência global na cobertura de economia e negócios, foi comprado por £844 milhões pelo grupo de mídia japonês Nikkei, mais conhecido globalmente pelo índice Nikkei, que reúne 225 ações negociadas na bolsa de Tóquio. A decisão do grupo Nikkei de comprar o FT faz sentido dentro de seu perfil: no Japão, a empresa é dona do Nihon Keizai Shimbun, principal jornal econômico do país, que exibe a invejável circulação de 3 milhões de exemplares na edição impressa, além de 400 mil assinantes online. Com o novo título, o Nikkei pode transformar influência local em mundial. O jornalismo mudou muito, os mercados também, mas a qualidade do FT manteve-se inabalável por mais de 100 anos.


A linha do tempo 
1985 
O jornal é impresso pela primeira vez em Nova York. 
1988 
O jornal é impresso pela primeira vez em Paris. 
1990 
● O jornal é impresso pela primeira vez na cidade de Tóquio. 
1993 
O jornal imprimiu uma edição de seis páginas, e em papel branco para comemorar seu aniversário de cem anos de cor salmão, assim como para relembrar a existência do Financial News. 
1995 
Lançamento no dia 13 de maio da versão on-line do jornal. 
1996 
O jornal é impresso pela primeira vez em Hong Kong. 
1997 
Lançamento da edição americana, atualmente impressa em Nova York, Chicago, Los Angeles, San Francisco, Dallas, Atlanta, Orlando e Washington (D.C.). 
1998 
Em setembro o FINANCIAL TIMES se tornou o primeiro jornal britânico a vender mais cópias no exterior do que na Inglaterra. 
2000 
Lançamento da edição em língua alemã, conhecida como Financial Times Deutschland. A edição foi encerrada no final de 2012. 
2003 
Lançamento da edição asiática, tanto na versão impressa como eletrônica.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Inicialmente chamado de THE FINANCIAL TIMES, a identidade visual adotou nova tipografia de letra e o “the” foi retirado.


Os slogans 
Still guiding the way for global business. (2013) 
We Live in Financial Times. (2006) 
No FT. No Comment. (1982) 
Without fear and without favour. (1888)


Dados corporativos 
● Origem: Inglaterra 
● Lançamento: 8 de janeiro de 1888 
● Criador: Horatio Bottomley e James Sheridan 
● Sede mundial: Londres, Inglaterra 
● Proprietário da marca: The Financial Times Limited 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Nikkei, Inc.) 
● CEO: John Ridding 
● Editor chefe: Lionel Barber 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Assinantes: 800 mil 
● Presença global: 140 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.500 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Jornal, suplementos e site de notícias 
● Concorrentes diretos: The New York Times, The Wall Street Journal, The Washington Post, Reuters e Bloomberg 
● Ícones: A tradicional cor salmão 
● Slogan: Still guiding the way for global business. 
● Website: www.ft.com 

A marca no mundo 
O FT é impresso em quatro edições diárias (a edição do Reino Unido, dos Estados Unidos e da Ásia, além da edição chinesa) a partir de 24 cidades ao redor do planeta, incluindo Nova York, Paris, Tóquio, Madri, Estocolmo, Los Angeles, Hong Kong, Milão, Kuala Lumpur, Dubai e Seul, sendo lido por mais de 2.2 milhões de pessoas em 140 países. Com circulação diária de 234 mil cópias impressas (88 mil somente no Reino Unido), o site do jornal tem 4.5 milhões de usuários registrados, mais de 565 mil assinantes da versão digital e 600 mil usuários pagos. Hoje em dia, 70% da circulação do jornal é digital. O jornal mantém uma equipe de 500 repórteres e jornalistas em mais de 50 países. A edição europeia é impressa de segunda-feira a sábado em cinco pontos estratégicos da Europa. 

Você sabia? 
O FINANCIAL TIMES é conhecido como “jornal superior do Reino Unido”
Hoje, o número de assinantes do jornal nos Estados Unidos é maior do que no Reino Unido. 
É o único jornal não americano, entregue com frequência na Casa Branca. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 13/10/2016