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13.8.12

PBKIDS


Suas lojas estão sempre abastecida com as últimas novidades em brinquedos, desde bonecas e carrinhos à produtos eletrônicos, games, jogos educativos, bicicletas, triciclos, veículos motorizados, playground e vários outros itens que incentivam a criatividade, imaginação e o entretenimento das crianças. Todas essas características fazem da PBKIDS o lugar certo para pais e crianças de todas as idades que buscam diversão. Afinal, quem visita as lojas, vivencia uma experiência incrível de fazer parte do mundo do “faz-de-conta”. Mais do que brinquedos, a PBKIDS vende agradáveis experiências de compra. 

A história 
A PBKIDS não foi a primeira experiência empresarial da família Pilnik. O clã, comandado por Oscar, tinha investimentos no ramo imobiliário, entre eles a construtora PBK. Foi justamente em um dos imóveis da construtora, cuja sigla foi aproveitada para nomear a PBKIDS, na movimentada Avenida Rebouças, região nobre de São Paulo, que surgiu a primeira loja da rede, inaugurada exatamente no dia 18 de junho de 1994. A nova loja que chegava ao mercado era voltada para uma clientela com renda mais elevada. Oscar foi buscar inspiração para seu novo empreendimento nas redes americanas de brinquedos, em especial em lojas icônicas como a FAO Schwarz, na Quinta Avenida, em Nova York. Oscar, que tinha como sócios o genro Carlos Eduardo Cimermam e o filho Milton Pilnik, caprichou na fachada colorida e no letreiro em tamanho gigante. Tudo para chamar a atenção, já que o endereço, há 15 anos, não era o mais indicado para um comércio.


Com o sucesso, nos anos seguintes a rede inaugurou outras unidades pela cidade. Até o ano 2000, as lojas da rede tinham no máximo 250 m². Em 2001, a empresa inaugurou sua primeira megastore, com 700 m², no Shopping Eldorado, em São Paulo. O modelo, que apostava na tematização das áreas de exposição e reservava um espaço para a criançada testar os produtos, abriu as portas para a rede crescer acompanhando a abertura de novos shoppings centers pelo Brasil. Nos anos seguintes, após se estabelecer firmemente no mercado paulista, a rede iniciou uma forte expansão ao inaugurar inúmeras unidades em várias cidades brasileiras. Neste período de expansão, a rede montou suas lojas com um layout desenvolvido com mobiliário diferenciado, que facilitava a localização de produtos entre corredores e prateleiras. Quem visitava a PBKIDS podia contar com o auxílio solícito de um vendedor, profissional treinado para tornar a experiência de compra mais agradável para pais e filhos. 
  

Em 2006, pensando em atender um público ainda mais especial e ampliar seu portfólio a rede desenvolveu ambientes diferenciados dentro de suas lojas e assim criou o conceito in-store (loja dentro da loja) com a PBKIDS BABY, um espaço dedicado aos bebês e suas mamães, com tudo o que é necessário para cuidar dos primeiros anos de vida. São carrinhos, brinquedos e acessórios que acompanham cada fase do desenvolvimento do bebê, desde a gestação até os 3 aninhos. Na PBKIDS BABY as mamães podem encontrar os produtos que ajudam os pequenos a explorar o mundo novo que está à sua volta. A rede desenvolveu um logotipo especial (para a PBKIDS), treinou funcionários que vivenciaram a rotina de grávidas e mães e também pesquisou produtos específicos para os primeiros meses de vida dos bebês. Nesta nova fase, a empresa desenvolveu sua comunicação diretamente para seu público alvo, as crianças. Assim surgiu a Turminha PBKIDS, um grupo com 11 personagens infantis que ganharam espaço nos anúncios da rede, layout das lojas, embalagens e até uma revista-gibi.


Em 2009 a rede iniciou uma nova fase de expansão com a inauguração de lojas em cidades como Salvador, Manaus, Caxias do Sul e Belém. Em setembro de 2010 a PBKIDS realizou uma grande eleição para que as crianças escolhessem a mascote da marca. Uma vitória expressiva fez nascer o PEBÊ (foto abaixo), um personagem divertido, engraçado e que desperta a magia do brincar nas crianças de todas as idades. O simpático boneco laranja está presente em todo o material de comunicação e nas fachadas das lojas, além de comparecer pessoalmente em todos os eventos e inaugurações de novas unidades. Em junho de 2012, a PBKIDS foi adquirida pela rival Ri Happy, que agora pertence ao fundo de investimento americano Carlyle, em um negócio avaliado em R$ 150 milhões, de acordo com fontes do mercado. As duas marcas continuaram operando de forma distinta. A PBKIDS conquistou milhões de consumidores através da inovação e pioneirismo, sendo a primeira rede do setor a praticar a troca de produtos, a treinar a equipe para vender o brinquedo ideal para cada faixa etária, a instalar leitor de código de barras no caixa e a lançar o serviço de lista de presentes para os pequenos. Além disso, as lojas de padronização arquitetônica impactante transmitem sensação de bem estar e organização.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas alterações ao longo dos anos. O atual logotipo adotou cores mais claras e uma mudança radical na tipografia de letra e cor da palavra “brinquedos”. A identidade visual da PBKIDS BABY também acompanhou a mudança.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 18 de junho de 1994 
● Fundador: Oscar Pilnik 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Grupo Ri Happy S/A 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Hector Núñez 
● Faturamento: R$ 320 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 64 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 1.200 
● Segmento: Varejo (brinquedos) 
● Principais produtos: Bonecas, jogos e brinquedos 
● Concorrentes diretos: Bmart, Zastras Brinquedos, Alô Bebê, Superlegal Brinquedos e Lojas Americanas 
● Mascote: Pebê 
● Slogan: Brincar é Mágico. 
● Website: www.pbkids.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente a PBKIDS possui mais de 60 lojas, localizadas, em sua grande maioria, em shopping centers, espalhadas por 15 estados brasileiros, com forte presença na região sudeste, emprega 1.200 funcionários e fatura R$ 320 milhões por ano. Todos os anos as lojas da rede atendem mais de 10 milhões de consumidores. 

Você sabia? 
A rede possui em suas lojas um mix de mais de 8.000 produtos (entre eles 60% importados e 40% nacionais) e conta com uma linha de importação exclusiva e renovada todos os anos. 
A vocação da PBKIDS para a importação direta teve sua origem antes da abertura da primeira loja. A PBKIDS foi pioneira na importação e distribuição da linha Fisher-Price no Brasil antes que a marca fosse adquirida pela Mattel


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Exame, Veja e PEGN), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 22/3/2017

20.5.08

BUILD-A-BEAR WORKSHOP


O ursinho de pelúcia é um símbolo tangível de amor, segurança e amizade. Quando crianças, os ursinhos nos mantém aquecidos à noite e nos confortam e protegem contra os monstros que se escondem embaixo da cama ou dentro do armário. Quando crescemos, o ursinho passa a simbolizar o romance e o amor. Durante todos os estágios da vida, o ursinho de pelúcia representa felicidade, segurança e nos alegra quando nos sentimos sozinhos. O ursinho é um constante amigo de todas as horas e a ligação que desenvolvemos com eles são muito especiais. Percebendo isso, a BUILD-A-BEAR WORKSHOP construiu uma experiência única de varejo que faz o cliente se apaixonar pelo ursinho e outros animais de pelúcia que está preste a comprar. Se você é doido por ursinhos fofinhos, ursos quentinhos, ou animais macios de pelúcia, a BUILD-A-BEAR WORKSHOP é o lugar certo. 

A história 
Transformar o tradicional urso de pelúcia em um negócio milionário foi resultado da genialidade da executiva Maxine Clark, uma americana que fez carreira no varejo, ocupando o posto de CEO da Payless Shoes, uma rede nacional de sapatos com preços acessíveis. Mas ela notava no seu trabalho anterior uma preocupação excessiva com preço e pouca atenção ao cliente. Deixou então seu salário de seis dígitos para buscar um negócio que lhe proporcionasse mais satisfação pessoal e ao mesmo tempo servisse mais o consumidor. Inspirou-se na filha de 10 anos de uma amiga, Katie, que colecionava uma marca de bichos de pelúcia. Em uma bela tarde, Maxine levou-a para comprar mais um bichinho. Ao chegar à uma loja, não havia nada de novo. Foi aí que veio a ideia de incrementar este segmento de mercado. A tentativa inicial foi comprar o negócio dos fabricantes de bichos de pelúcia – mas ninguém queria vender.


Então ela criou o seu próprio negócio: BUILD-A-BEAR WORKSHOP, desenvolvida para atender uma crescente demanda por interatividade e exclusividade nos produtos e serviços oferecidos pelo varejo, especialmente voltado para o segmento infantil. A primeira loja foi inaugurada no mês de outubro de 1997, localizada em um shopping center da cidade de St. Louis, estado do Missouri. A loja onde o cliente fabricava (desde colocar o enchimento) e vestia (com diversas roupas e acessórios), da forma que preferia ou sonhava seu próprio ursinho ou outros animais de pelúcia à sua escolha, se tornou um verdadeiro sucesso. Afinal, a experiência vivida pela criança fazia com ela não comprasse apenas um bichinho de pelúcia, mas sim um amigo que tinha “vida”. Só no primeiro ano, as vendas somaram US$ 1.7 milhões. Bem mais do que o esperado.


Já em 2001, a National Retail Federation conferiu à BUILD-A-BEAR WORSHOP o prêmio de melhor varejista do ano. Era o reconhecimento do sucesso. A expansão internacional da empresa começou antes do previsto, em maio de 2003, com a inauguração da primeira loja no Canadá, provando que bichos de pelúcia são poliglotas. Nos anos seguintes, a empresa experimentou uma forte expansão internacional inaugurando lojas em países como Rússia, França, Inglaterra, Alemanha e China. Para isso, a empresa escolheu meticulosamente parceiros bastante experientes na área comercial e que conheçam profundamente os aspectos da cultura local, como por exemplo, na China, onde existe um bichinho de pelúcia para cada animal do calendário chinês.


Nos três anos seguintes a empresa começou a diversificar seus modelos de lojas com o lançamento de unidades móveis, dentro de arenas esportivas, de lojas da rede Rainforest Café e de zoológicos (a primeira unidade foi inaugurada em 2006 no Saint Louis Zoo). Em 2007, para comemorar os 10 anos de criação da marca, foi declarado o “The Year of Friendship” (O ano da amizade), que culminou com o lançamento do site buildabearville.com, proporcionando as crianças uma experiência divertida e interativa com jogos e brincadeiras no mundo dos ursinhos, que davam brindes, retirados nas lojas. Nos anos seguintes a rede inaugurou lojas em vários países ao redor do mundo, incluindo uma unidade no Brasil, localizada no shopping Eldorado, que abriu suas portas no final de junho de 2011. Mas sem nenhuma explicação a unidade brasileira foi fechada pouco tempo depois.


Em 2012 a BUILD-A-BEAR WORKSHOP atingiu uma marca histórica: 100 milhões de bichos de pelúcia “construídos”. A partir de 2013 a rede apresentou uma nova ambientação para suas lojas, deixando o ambiente ainda mais lúdico e interativo. Nos últimos anos, a rede também iniciou a venda de personagens famosos, como por exemplo, a simpática Hello Kitty, os adoráveis pôneis da série “Meu Pequeno Pônei”, Olaf e Elsa do filme “Frozen”, As Tartarugas Ninjas e os divertidos Minions. Todos com o mesmo processo de construção dos bichinhos de pelúcia tradicionais. Por tudo essa experiência proporcionada para milhões de crianças, a marca utiliza como slogan “Where Best Friends Are Made” (em português algo como “Onde os melhores amigos são feitos”).


Mais recentemente, em 2015, a empresa lançou Promise Pets™, uma coleção de animais de estimação de pelúcia extremamente realista com raças como Golden Retriever, Beagle, Yorkshire Terrier e gato persa. Essa linha dispõe de um atrativo. Além dos bichinhos de pelúcia é possível baixar um aplicativo móvel e trazer a experiência de cuidar de um animal de estimação para a vida real, ensinando as crianças sobre todos os cuidados que se deve ter ao adquirir um animalzinho de verdade. Parte das vendas dessa coleção será doada para instituições que tentam achar um novo lar para animais abandonados.


As lojas 
BUILD-A-BEAR WORKSHOP não é somente uma loja, é um entretenimento onde o cliente fabrica e veste, da forma que preferir, seu próprio ursinho ou outros animais de pelúcia à sua escolha. Cada loja oferece uma extensa e coordenada oferta de produtos, incluindo 30 diferentes tipos de animais (como ursos, sapos, gatos, coelhos, cachorros, macacos, vacas e porcos) que podem ser construídos com uma grande variedade de roupas, sapatos e acessórios. Tudo acompanhado por profissionais. O conceito da loja tem um extenso apelo de idade e demográfico, o que inclui crianças, jovens, pais e avós. As lojas estão localizadas, preferencialmente, dentro de shopping centers ou em centros comerciais movimentados como a sofisticada 5ª Avenida em Nova York, onde na entrada dois ursos animados recebem os visitantes. A loja é decorada com cadeiras infantis e computadores mirins, além de contar com um café e espaço para festas de aniversários.


A construção do bichinho de pelúcia passa por um verdadeiro ritual de etapas: 
CHOOSE ME (ME ESCOLHA): O cliente pode escolher entre uma seleção de ursos, cachorros, gatos, coelhos, macacos, vacas e uma série limitada de ursinhos colecionáveis, para começar a construção do seu amiguinho. 
HEAR ME (ME OUÇA): Nesse estágio, o cliente é convidado a selecionar sons entre uma série de opções para colocar dentro dos bichinhos. Pode ser ruídos típicos dos animais, batidas do coração, saudações pessoais e até mesmo frase como “I love You”. 
STUFF ME e HEART STUFF: Nesta fase o bichinho recebe o enchimento necessário e o cliente tem a oportunidade de incluir um coração dentro dele. A criança aquece o coração colocando-o na palma de suas mãos, faz um pedido e o coloca dentro de seu novo amigo peludo. 
STITCH ME (ME COSTURE): Antes de fechar o bichinho, o funcionário da BUIL-A-BEAR insere um código de barras que permite ao dono localizar o bichinho caso ele seja perdido e devolvido para a loja. Isto só é possível porque o bichinho é registrado no “Ache o urso”, um sistema exclusivo da marca capaz de localizar ursos perdidos e levá-los de volta para casa. 
FLUFF ME: Nesse estágio o bichinho de pelúcia passa por um verdadeiro tratamento digno de um SPA, que o torna mais fofinho e macio do que nunca. 
NAME ME (ME NOMEIE): O dono do bichinho escolhe o nome do amiguinho e imprime a sua certidão de nascimento. 
DRESS ME (ME VISTA): Nesse estágio o dono do bichinho tem a sua disposição uma coleção completa de roupas e acessórios disponíveis para incrementar a personalização do amiguinho. Para o novo xodó existe desde as camisetas “I Love NY” a jaquetas jeans, passando por coletes, botas, bonés, óculos e tênis.


Depois de finalizado o processo o bichinho está pronto para ser levado para casa. É então, que ele é colocado em uma embalagem especial chamada Cub Condo (uma caixa em forma de casa) para que chegue com toda segurança em seu novo lar.


As lojas da rede BUILD-A-BEAR WORKSHOP também oferecem outros diferenciais como a Build-a-Party (possibilidade dos clientes realizarem suas festas de aniversário dentro da loja); e a Bear Jammin, música ambiente que toca nas lojas, criação de Timmy Tappan, compositor de Nashville, que está disponível para venda.


Para as cidades ou locais onde não existem lojas da marca, a empresa criou, em 2005, o chamado Build-A-Bear Workshop On Tour, um enorme caminhão amarelo com um urso inflável no teto que ao ser aberto se transforma em uma imensa e completa loja da marca, proporcionando assim muita diversão para crianças que não tem acesso as suas lojas. Desde sua introdução, o caminhão já percorreu mais de 13 mil milhas por cidades americanas.


A turma de pelúcia 
A principal mascote da marca, um urso chamado BEAREMY®, surgiu no dia 21 de agosto de 1998. E logo se tornou um grande sucesso. Vestido de boné de beisebol e camiseta, este simpático urso marrom teve seu nome escolhido em um concurso realizado entre os clientes da marca. O nome escolhido foi sugerido por Samantha moradora da cidade de Madison, estado do Illinois. Não demorou muito para a mascote se tornar uma celebridade, participando de inaugurações de novas lojas ou viajando pelos Estados Unidos, onde visitava crianças em hospitais para distribuir abraços.


A principal mascote tem uma turma de amigos, entre eles Pawlette Coufur (uma coelhinha que é sua melhor amiga); Ted The Tailor (um urso alfaiate atrapalhado); Nikki’s Bear (um urso rosa nomeado em homenagem a Nikki Giampolo, um estudante, músico e atleta que morreu em 2002 depois de lutar seis meses contra um câncer ósseo) e Champ Bear (um urso relacionado a ações de caridade infantil, com vendas revertidas para instituições de câncer, autismo e diabete juvenil). Todos esses personagens estão disponíveis para compra nas lojas BUILD-A-BEAR WORKSHOP.


A diversificação do conceito 
Em novembro de 2004, a empresa expandiu o conceito de “Faça seu próprio bichinho de pelúcia” para bonecas, com a abertura de sua primeira loja FRIENDS 2B MADE, onde os clientes faziam suas próprias bonecas, criavam vínculos afetivos e se divertiam na escolha de roupas e acessórios. A rede que chegou a ter 50 unidades encerrou suas atividades em 2009. Outra tentativa ocorreu em 2006, com a criação da BUILD-A-DINO WORKSHOP, rede que atualmente possui 6 lojas, onde as crianças podem “estufar” e montar dinossauros nos mesmo moldes dos ursinhos de pelúcia.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por duas grandes modificações ao longo dos anos. A primeira dessas modificações ocorreu em 2013, quando o logotipo ganhou um visual mais limpo com destaque ainda maior para o tradicional ursinho. Além disso, pequenos detalhes foram acrescentados: o pingo da letra “i” na palavra Build ganhou um coração vermelho; e na palavra Workshop o botão vermelho foi mudado de lugar e o carretel de linha definitivamente retirado. Em 2015 nova modificação: foram criados dois logotipos, um para a marca e outro para a rede de lojas. A nova identidade visual para a rede de lojas ganhou ares mais divertido, nova tipografia de letra e apenas a cara do carismático ursinho.


Já o logotipo para a marca BUILD-A-BEAR manteve o tradicional ursinho com seu coração vermelho. Foi adicionada a data de fundação da empresa e duas pequenas patas azuis. O coração vermelho é um dos símbolos da marca, pois quando a criança realiza o enchimento do bicho de pelúcia, ela acrescenta um coração, passando a ideia de amor, relação e vida para um simples brinquedo de pelúcia.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1997 
● Fundador: Maxine Clark 
● Sede mundial: Overland, Missouri, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Build-A-Bear Workshop, Inc. 
● Capital aberto: Sim 
● Chairman: Maxine Clark 
● CEO: Sharon Price John 
● Faturamento: US$ 392.4 milhões (2014) 
● Lucro: US$ 13.9 milhões (2014) 
● Valor de mercado: US$ 271.6 milhões (junho/2015) 
● Lojas: 400 
● Presença global: 20 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 900 
● Segmento: Brinquedos 
● Principais produtos: Bichos de pelúcia customizados 
● Concorrentes diretos: American Girl, Ridemakerz, Steiff, Budsies e Disney Store 
● Mascote: Bearemy® 
● Slogan: Where Best Friends Are Made. 
● Website: www.buildabear.com 

A marca no mundo 
A BUILD-A-BEAR (“construa um urso”, em inglês) se tornou um império ao reinventar os ursinhos de pelúcia: são mais de 400 lojas nos Estados Unidos (onde todas as unidades são da própria empresa), Canadá, Reino Unido, Irlanda e em alguns outros países da Europa, África e Ásia como Japão, Coréia do Sul, Tailândia, Taiwan, Cingapura, Noruega, Suécia, Holanda, Alemanha, França, África do Sul, Rússia, além do México. As lojas internacionais são operadas por meio de franquias. O faturamento da empresa somou mais de US$ 390 milhões em 2014, e desde a sua fundação já foram vendidos mais de 125 milhões de bichinhos de pelúcia. 

Você sabia? 
O termo TEDDY BEAR, surgiu em 1902, quando o então presidente americano Theodore Roosevelt foi convidado a participar de uma caçada. Os anfitriões capturaram um urso e ofertaram-no ao presidente para que o matasse e o levasse para casa como troféu. Por amor aos animais, o presidente se recusou a matar o urso. Essa história se espalhou pelos Estados Unidos e um vendedor de brinquedos de Nova York teve a ideia de fabricar ursos de pelúcia. Ele batizou o urso de pelúcia de Teddy Bear. Teddy era o apelido do presidente Roosevelt e “Bear” significa urso em inglês. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 2/6/2015

2.3.08

AMERICAN GIRL


Bonecas são símbolos do universo feminino. Brincar, trocá-las, dar “comidinha”, pentear os cabelos, são coisas que milhares de meninas de várias gerações sempre fizeram. E a marca AMERICAN GIRL se tornou um símbolo justamente por tratar bonecas como se fossem de verdade e um mundo criado ao redor delas, com direito a cabeleireiro, SPA e cadeira à mesa do restaurante. Suas lojas, onde fantasia e realidade se confundem, são um enorme sucesso e se transformaram em verdadeiros pontos turísticos nos Estados Unidos, gerando uma febre de consumo entre pequenas donzelas de três a doze anos. 

A história 
A empresa estabeleceu-se como Pleasant Company em 1984, fundada por Pleasant T. Rowland, uma conceituada educadora e autora de materiais educacionais. Pouco depois, em 1986, ela criou a marca AMERICAN GIRL como uma maneira de educar e entreter garotas de 3 á 9 anos com livros de qualidade, bonecas e brinquedos que integrassem aprendizagem de forma lúdica e diversão, com o objetivo de enfatizar importantes valores tradicionais, principalmente da cultura americana. O catálogo inicial da marca era composto pelas três primeiras personagens (bonecas): Samantha Parkington (uma menina órfã criada por sua avó na cidade de Mount Bedford, Nova York, em 1904), Kirsten Larson (uma menina imigrante sueca que viveu no território de Minnesota em 1854) e Molly McIntire (uma menina do meio oeste que viveu durante a Segunda Guerra Mundial). O catálogo era composto também por seis livros com as três primeiras histórias, originalmente escritas por Daniel Steele, sobre as personagens (que explicava como era ser uma menina naquela época e com uma vestimenta exclusiva de seu tempo, região e classe social), assim como alguns objetos como pijamas, camas e malas para as bonecas. Inicialmente as primeiras bonecas eram produzidas na Alemanha.


Lançada oficialmente no início de setembro as bonecas fizeram enorme sucesso, vendendo US$ 1.7 milhões até o dia 31 de dezembro daquele ano. Com o passar dos anos a marca, uma das mais respeitadas no mercado americano em seu segmento, introduziu uma infinidade de novos produtos como, por exemplo, uma revista voltada para meninas entre 9 a 13 anos, outras linhas de bonecas, DVD’s com histórias, linha de roupas e acessórios (que incluía chapéus, cadeiras, camas e até mesmo cavalos) para as bonecas e também para as meninas, e com isso acabou conquistando a fidelidade de milhões de consumidoras, além de encantar pais e educadores.


A Mattel, maior fabricante mundial de brinquedos, adquiriu a empresa em 1998 por aproximadamente US$ 700 milhões, mas manteve a AMERICAN GIRL operando independente como uma subsidiária. Foi neste mesmo ano que a empresa inaugurou sua primeira loja temática na cidade de Chicago, criando uma experiência de compra única para as meninas, suas amigas e familiares. Era como se a loja fosse uma espécie de “portal mágico” que conduzia a menina para um mundo de sonhos do qual ela podia fazer parte e, onde pudesse aprender a cuidar de si e a ter um estilo de vida. Em julho de 2000, Ellen L. Brothers sucedeu Pleasant Rowland como presidente da AMERICAN GIRL e vice-presidente executiva da Mattel, dando continuidade ao brilhante trabalho de criar um universo único para as meninas.


Nos anos seguintes a marca inaugurou outras lojas por grandes cidades americanas, transformando o ato de comprar boneca em um acontecimento especial e mágico para milhões de pequenas consumidoras. Recentemente, o canal HBO anunciou um contrato com a marca AMERICAN GIRL para produzir filmes, séries e documentários sobre as bonecas, que já ganharam vida em outras interpretações de atrizes mirins para a televisão, feitas pela Warner Bros.


Atualmente a empresa mantém parcerias com instituições sem fins lucrativos promovendo ações filantrópicas, doando parte de seus recursos para programas educacionais, literários, ambientais, multiculturais e artísticos. O sucesso da marca AMERICAN GIRL pode ser traduzido em números: 140 milhões de livros vendidos desde 1986; 22 milhões de bonecas vendidas através do catálogo, lojas e internet; mais de 95% das garotas entre 7 e 12 anos de idade conhecem as bonecas AMERICAN GIRL, perdendo apenas para a Barbie nesta categoria; o catálogo da marca é um dos 25 maiores dos Estados Unidos; mais de 450.000 garotas assinam a revista AMERICAN GIRL, a maior publicação infantil dedicada à faixa etária acima de 8 anos; desde sua inauguração, em novembro de 1998, a loja de Chicago recebeu mais de 20 milhões de visitantes, serviu 850.000 refeições e teve 450.000 expectadores no teatro; e a página da marca na internet aproximadamente 60 milhões de visitantes por ano.


O enorme sucesso da marca está além do brand experience. Está pautado em conhecer profundamente seu público alvo e o contexto em que ele vive. Todos os produtos e serviços oferecidos pela AMERICAN GIRL atingem as pequenas consumidoras em vários pontos, mesclando moda, eventos, marketing de relacionamento, brand sense, brand content, storytelling, entre outras ferramentas e plataformas de comunicação combinadas. E um exemplo disso, é que alguns hotéis nos Estados Unidos são certificados pela AMERICAN GIRL para transformar sonhos na mais pura realidade. Há um pacote especial composto por estadia e acomodações para adultos, uma criança e uma boneca. Ao final da estadia, a criança é presenteada com a cama da boneca para levar para casa. A boneca também não passa fome. Isto porque o pacote inclui a entrega de cookies e leite para a menina poder se alimentar e não deixar sua bonequinha ficar subnutrida. Se os pais estiverem dispostos a gastar um pouco mais (na verdade muito mais), há o pacote premium, com direito a roupões iguais para criança e boneca e uma sessão de beleza para a boneca, que terá os seus cabelos tratados e penteados. Realmente trata-se de uma bonequinha de luxo.


A linha do tempo 
1991 
Lançamento da boneca FELICITY MERRIMAN com direito a um elegante chá colonial na cidade de Williamsburg, na Carolina do Sul, onde 11 mil pessoas estiveram presentes. Foi a partir desta boneca que todas começaram a ser produzidas com o corpo da mesma cor do rosto. Antes, todas as bonecas tinham corpos brancos. 
1992 
Lançamento da revista AMERICAN GIRL MAGAZINE, que traz jogos, ilustrações, ideias para festas e conteúdo editorial de ficção e não-ficção voltado para meninas de 8 à 13 anos. Atualmente a revista tem mais de 450.000 assinantes estando entre as 10 maiores publicações para crianças nos Estados Unidos e a maior publicação exclusiva para meninas a partir de 8 anos de idade. A cada edição, a redação recebe mais de 12.000 cartas de leitoras mirins, um feedback que ajuda a marca a atender melhor suas consumidoras. 
Lançamento do AMERICAN GIRL FASHION SHOW, eventos com desfiles, onde as modelos são meninas e bonecas, com o objetivo de arrecadar fundos para instituições beneficentes. 
1995 
Início da comercialização de bonecas e acessórios da linha AMERICAN GIRL TODAY, que representam a individualidade e diversidade das meninas americanas dos dias atuais; livros de atividades contemporâneas (AMERICAN GIRL LIBRARY); e da coleção AMERICAN GIRL GEAR composta por roupas e produtos para meninas. 
Lançamento da linha BITTY BABY, composta por bonecas-bebês voltadas para meninas de 3 a 6 anos com diferentes combinações de cor de pele, olhos e cabelos (atualmente são 11 diferentes opções). Todas as bonecas vinham acompanhadas de um ursinho de pelúcia (chamado Bitty Bear) e um livro de estórias. 
1996 
Lançamento do site oficial da marca na internet (www.americangirl.com). Anualmente cerca de 60 milhões de pessoas visitam a página da marca na internet. 
1998 
Inauguração, na cidade de Chicago, da primeira loja temática da marca chamada AMERICAN GIRL PLACE
2000 
Lançamento da boneca ANGELINA BALLERINA, livro de pintura e outros produtos da personagem para crianças acima de três anos. 
2001 
Lançamento das bonecas de edições limitas conhecidas como GIRL OF THE YEAR. A primeira foi a boneca Lindsey. 
Firma parceria com a tradicional Hallmark para produção de uma linha de papelaria exclusiva da marca. 
2002 
Lançamento da GIRLS of MANY LANDS, uma linha composta por 8 bonecas e livros que contavam a história de garotas de diversas partes do mundo. 
Lançamento da BITTY TWINS, uma linha de bonecas gêmeas (menina+menina, menina+menino e menino+menino) com inúmeros acessórios, voltada para garotas mais novas. 
2003 
Lançamento da HOPSCOTCH HILL SCHOOL, uma linha integrada de boneca e livros de alta qualidade para meninas de 4 a 6 anos com temas pré-escolares. 
Lançamento da linha COCONUT, composta por um personagem (cachorrinho) e livros de atividades. 
2005 
Lançamento da boneca JESS e toda sua linha de produtos, tais como livro e acessórios. A boneca trazia o conceito de viagens e aventuras por novos continentes com produtos que estimulavam a “eco-aventura” e a descoberta de lugares exóticos. 
Lançamento da linha AMERICAN GIRL REALBEAUTY INSIDE AND OUT composta por produtos de beleza direcionados para meninas entre 8 a 12 anos, além de livros que ensinavam como cuidar da pele e dos cabelos por faixa etária. 
2010 
Lançamento da linha MY AMERICAN GIRL, onde a consumidora pode montar sua própria boneca através da combinação de 40 diferentes cores de olhos, cabelos e pele, além de acessórios e roupas.


As bonecas 
A AMERICAN GIRL possui três linhas principais de bonecas, possibilitando assim, que a menina tenha muitas opções e escolha a que mais se assemelhe fisicamente a ela ou a personagens históricas da cultura americana: 
AMERICAN GIRL COLLECTION 
Composta por bonecas que contam histórias de garotas de outras épocas, geralmente personagens históricas da cultura americana, propondo às suas consumidoras reviverem um pouco do passado e incentivando a imaginação e o aprendizado. A linha é composta pelas bonecas: 
Molly McIntire (introduzida em 1986) – Boneca que representa uma menina que viveu nos tempos da Segunda Guerra Mundial. 
Addy Walker (introduzida em 1993) – Boneca que representa uma menina negra que fugiu com sua mãe do estado da Carolina do Norte para a Filadélfia durante a Guerra Civil Americana. 
Josefina Montoya (introduzida em 1997) – Boneca que representa uma menina de origem hispânica que viveu em um rancho no estado do Novo México durante o controle mexicano em 1824. 
Kit Kittedrge (introduzida em 2000) – Boneca que representa uma menina que viveu em meio aos distúrbios da Grande Depressão Americana, em 1934, na cidade de Cincinnati, estado do Ohio. Ela vive com sua melhor amiga, a inglesa Emily Bennett (introduzida em 2006). 
Kaya Atonmy (introduzida em 2002) – Boneca que representa uma índia nativa americana da tribo Nez Perce que viveu em 1764, antes do país ser colonizado por europeus. 
Julie Albright (introduzida em 2007) – Boneca que representa uma menina, filhas de pais separados, que viveu na cidade de San Francisco em pleno movimento Hippie na década de 1970. Ela vive com sua melhor amiga Ivy Ling, uma menina de origem chinesa. 
Rebecca Rubin (introduzidas em 2009) – Boneca que representa uma típica menina nova-iorquina de 1914. 
Marie-Grace e Cécile (introduzidas em 2011) – Duas bonecas que representam meninas que viveram em 1853 na cidade de New Orleans. 
Caroline Abbott (introduzidas em 2012) – Boneca que representa uma menina que cresceu durante a guerra de 1812.


MY AMERICAN GIRL 
Coleção mais contemporânea que possui o diferencial de possibilitar por meio de 40 modelos diferentes (que medem 46 centímetros em versões loiras, ruivas, morenas, asiáticas e negras) que as meninas possam ter uma boneca parecida com elas fisicamente, o que segundo os conceitos culturais é uma forma de incentivar a continuidade dos valores étnicos e sociais dessas famílias. As roupas e acessórios podem ser vestidos pelas meninas e por suas bonecas, como mãe e filhas que dividem os mesmos gostos e que por meio dessa simbologia estão perpetuando tradições e modos de pensar.


GIRL OF THE YEAR 
Coleção composta por bonecas com edições limitadas. Apenas uma boneca é lançada por ano. Cada uma delas possui um universo particular, com histórias e personalidade que buscam representar as meninas atuais. Desde sua introdução, em 2001, foram lançadas as bonecas Lindsey Bergman (2001), Kailey Hopkins (2003), Marisol Luna (2005), Jess Akiko McConnell (2006), Nicki Fleming (2007), Mia (2008), Chrissa (2009), Lanie (2010), Kanani (2011), McKenna (2012) e Saige (2013).


As lojas 
As lojas da marca, batizadas de AMERICAN GIRL PLACE, proporcionam aos consumidores, formados em sua esmagadora maioria por meninas e suas mães, avós e amiguinhas, uma verdadeira experiência de compra, ou como gostam de chamar os profissionais de comunicação, marketing experiencial. Cada detalhe das lojas, desde as prateleiras até os assentos do restaurante, foi projetado nos mínimos detalhes tendo em mente as meninas acima de 7 anos.


Na famosa loja da marca na 5ª Avenida em Nova York, para ter uma ideia de onde a experiência de compra pode chegar, é possível encontrar: um conciérge, recepcionando e orientando as consumidoras que chegam à loja; uma livraria onde se vendem livros que contam estórias sobre as bonecas à venda; um completo salão de beleza para bonecas (Doll Hair Salon), onde por US$ 10 é possível fazer as unhas e mudar o penteado da boneca ou até mesmo aplicar máscara de barro e pepinos nos olhos; um estúdio, onde as meninas tiram fotos com suas “filhas”; grande e variada oferta de acessórios e roupas iguais para as meninas e para as bonecas; um hospital de bonecas (Doll Hospital), local onde as bonecas são “internadas” para conserto (uma espécie de assistência técnica moderna), com direito até a cadeira de roda (paga à parte); uma área para a família de bonecas históricas, onde, por exemplo, uma delas viveu na época da Grande Depressão Americana e outra foi uma escrava que lutou pela liberdade, sempre com estórias relacionadas ao desenvolvimento do país e que podem ser lidas nos livros vendidos na livraria; um teatro (American Girl Theater) com capacidade para 200 pessoas onde são realizadas duas apresentações diárias com uma hora de duração assinadas por profissionais da Broadway, cujo ingresso só é conseguido com antecedência; e um aconchegante restaurante/café onde as bonecas são acomodadas em cadeiras especiais ao lado de suas donas e servidas pelas garçonetes. O cardápio apresenta pratos inspirados nas personagens e histórias infantis. O restaurante, que também oferece festas infantis, serve diariamente café da manhã, almoço e chá da tarde, além de jantar às sextas e sábados. Esta loja, inaugurada em novembro de 2003, já mais de 4 milhões visitantes.


A partir de 2007 a empresa desenvolveu um novo formato de loja, com unidades nas cidades de Atlanta e Dallas, chamada AMERICAN GIRL BOUTIQUE AND BISTRO. São lojas em formatos menores que as lojas âncoras (flagships stores) existentes nas cidades de Nova York, Chicago (inaugurada em 1998) e Los Angeles (inaugurada em 2006), porém com mais espaço dedicado a salões para festas infantis. Segundo a empresa, para muitas pessoas a visita a uma loja AMERICAN GIRL é uma experiência para a vida inteira, e o conceito Boutique and Bistro pretende tornar a marca mais acessível e estimular o relacionamento das clientes com a marca. Assim como acontece nas lojas âncoras, o novo formato conta com um restaurante, porém com ambientação mais informal e não existe a possibilidade de fazer reservas. O conceito Bistro também conta com vários salões de festa, para que as clientes possam celebrar, junto com suas bonecas, datas importantes de suas vidas (das meninas e das bonecas). Desde a inauguração da primeira loja, mais de 54 milhões de pessoas já experimentaram o incrível universo da AMERICAN GIRL.


Os slogans 
Follow your inner star. 
Those dolls are just like you.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 1986 
● Criadora: Pleasant T. Rowland 
● Sede mundial: Middleton, Wisconsin 
● Proprietário da marca: Mattel, Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● Presidente: Jean McKenzie 
● Faturamento: US$ 550 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 17 
● Presença global: Não (presente somente nos Estados Unidos) 
● Funcionários: 2.500 
● Segmento: Brinquedos 
● Principais produtos: Bonecas, livros, revistas, roupas e acessórios 
● Concorrentes diretos: Madame Alexander e Middleton Doll 
● Ícones: A perfeição de suas bonecas 
● Slogan: Follow your inner star. 
● Website: www.americangirl.com 

A marca nos Estados Unidos 
Os produtos da marca (livros educativos, bonecas, roupas, acessórios, papelaria e jogos) são vendidos por catálogo (anualmente 58 milhões deles são enviados para lares americanos), pela internet, nas 3 lojas âncoras AMERICAN GIRL PLACE (Chicago, Nova York e Los Angeles), nas 13 lojas AMERICAN GIRL BOUTIQUE AND BISTRO (Atlanta, Denver, Dallas, Boston, Houston, Minneapolis, Kansas City, Miami, Seattle, St. Louis, Washington, Columbus e San Francisco) e na loja estilo Outlet, localizada em Oshkosh, estado do Wisconsin. Os livros são também encontrados em livrarias espalhadas por todos os Estados Unidos. A AMERICAN GIRL emprega 2.500 pessoas fixas, podendo chegar a 4.700 durante a alta temporada. Três fabricantes têm criado as bonecas AMERICAN GIRL. A primeira foi a Goetz, na Alemanha. As bonecas mais antigas apresentam uma etiqueta com a inscrição “Fabricado na Alemanha Ocidental”. Posteriormente, a produção passou para a Hungria e para a China. O processo de criação de uma nova boneca pode envolver profissionais de várias áreas, incluindo historiadores e educadores. 

Você sabia? 
O preço da boneca básica é de aproximadamente US$ 110, numa oferta que inclui livro ou DVD que conta sua história. A linha de bonecas é bastante vasta e permite que a menina possa escolher a que mais se assemelhe fisicamente a ela ou personagens históricas da cultura americana. 
Desde sua publicação, em 1998, o livro da marca que ensina meninas a cuidarem de si e de seu corpo (The Care & Keeping of You: The Body Book for Girls) já vendeu mais de 3.8 milhões de cópias. 
As bonecas podem “ganhar vida” online através da Innerstar University™, que é o campus virtual para meninas e suas AMERICAN GIRL, repleto de jogos e brincadeiras. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 12/10/2013

28.7.06

FAO SCHWARZ

Suas lojas se assemelham a um verdadeiro paraíso infantil, onde brinquedos de todos os tipos são expostos de uma maneira interativa e genial. Bichinhos de pelúcias fofinhos e graciosos, bonecas, brinquedos educativos e até a réplica de uma Ferrari que atinge os 24 km/h e custa a bagatela de US$ 50 mil podem ser encontrados. Hoje em dia a FAO SCHWARZ, mais antiga e fina loja de brinquedos do mundo, é conhecida como a “Meca” dos brinquedos, uma marca construída em cima de ideais e sonhos. Afinal, como costumam dizer os americanos, as datas festivas não seriam as mesmas se não fosse a FAO SCHWARZ.
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A história
A história da tradicional loja de brinquedos americana começou quando Frederick August Otto Schwarz e três irmãos fundaram a famosa loja de brinquedos Toy Bazaar em 1862, apenas 6 anos depois de terem chegado aos Estados Unidos vindos de Westphalia na Alemanha. Frederick operou sua loja até 1870 na cidade de Baltimore, estado de Maryland, região nordeste dos Estados Unidos, mudando depois para Nova York, onde abriu o The Schwarz Toy Bazaar na Broadway. Com o auxílio de seus três irmãos, que estavam em constante contato com a Europa em busca de novidades no segmento de brinquedos, a loja prosperou e começou a ganhar status entre os consumidores. O nome da loja depois passou a ser FAO SCHWARZ (F de Frederick, A de August e O de Otto). No ano de 1876 a loja lançou seu primeiro catálogo.
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Quatro anos mais tarde, mudou a loja para a Union Square, badalada região de Nova York, que possuía na época lojas luxuosas como Tiffany & Co, entre outras grifes famosas. Depois de mudar-se para dois outros endereços na cidade, em 1931 a loja se estabeleceu no famoso número 745 da Fifth Avenue. A loja permaneceu nesse endereço até 1986, quando mudou para o número 767 da própria avenida. Nesta época a empresa já havia passado por vários proprietários. Na década seguinte a FAO SCHWARZ inaugurou várias outras unidades, chegando a possuir 42 lojas espalhadas por grandes cidades americanas.
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A empresa também começou a diversificar seu ramo de atuação inaugurando, em 1996, a FAO Schweetz em Miami, uma loja especializada na venda de velas. Patrocinou também peças da Broadway, lançou seu comércio on-line e introduziu uma linha exclusiva de produtos licenciados em parceria com o American Museum of Natural History. Em 2001 mais novidades surgiram como a FAO BABY, loja conceito direcionada para crianças com até 5 anos.
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Porém, apesar de tantas novidades, a concorrência dos grandes varejistas, aliada a falta de foco da empresa (um exemplo foi o desastrado ingresso em outros segmentos como o de velas), afetou em cheio a tradicional rede. Nem mesmo o carisma de suas lojas e a qualidade de seus produtos evitou que no final de 2002 a FAO SCHWARZ pedisse concordata, vendendo suas lojas para um grupo de investidores em fevereiro de 2004, que, após um duro e doloroso trabalho, reorganizou toda sua estrutura e também as lojas, que permaneceram fechadas por quase um ano. As vésperas do natal de 2004 as lojas começaram aos poucos a voltar a funcionar com a re-inauguração de sua tradicional loja na Quinta Avenida totalmente redesenhada pelo arquiteto David Rockwell.
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Apesar disso, restaram apenas, além da tradicional unidade de Nova York, uma loja em Las Vegas e os canais de vendas por catálogo e internet. No ano de 2007, em parceria com a loja de departamento Macy’s, a terceira unidade da rede foi inaugurada em anexo a loja de departamento na cidade de Chicago. A parceria fez tanto sucesso que mais de 200 espaços da FAO SCHWARZ foram inaugurados dentros das lojas de departamento Macy's. No mês de maio de 2009, a FAO SCHWARZ, um ícone para muitas crianças de todo o mundo e a mais antiga loja de brinquedos dos Estados Unidos, foi vendida para o gigante varejista Toys “R” Us. A compra, que incluiu as duas unidades da FAO, o comércio eletrônico e o tradicional catálogo, também encerrou o acordo entre a Macy's e a marca: a FAO SCHWARZ saiu das 260 lojas da rede onde administrava a seção de brinquedos. Em menos de um ano a FAO SCHWARZ renovou sua identidade visual, fechou a loja de Las Vegas, lançou uma nova coleção de brinquedos exclusivos para o período de natal, abriu pequenos corners dentro das lojas da Toys R Us e anunciou dez lojas temporárias, que funcionam somente no´período de final de ano, visando atender a demanda do natal.
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Apesar dos problemas dos últimos anos, a FAO SCHWARZ fez fama ao criar lojas interativas, conceito pioneiro no segmento. Explicando: dentro de uma FAO SCHWARZ, as crianças podem abrir, testar e brincar com os produtos. O modelo deu tão certo que foi imortalizado no cinema, em filmes como Quero ser Grande e Esqueceram de Mim, e copiado pelos concorrentes.
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A famosa loja
A FAO SCHWARZ deve boa parte de sua fama a tradicional unidade de Nova York, localizada no General Motors Building, que com o passar dos anos se tornou um elemento tradicional da rica paisagem comercial da Quinta Avenida. São cerca de 6.000 metros quadrados de brinquedos realmente espetaculares e únicos, que não podem ser encontrados em nenhum outro lugar, cujo valor oscila desde alguns dólares aos US$ 30 mil da La Petite Maison, casa de boneca personalizada (que dependendo do tamanho, design e objetos escolhidos pelas decoradoras mirins pode custar muito mais) ou os US$ 50 mil de uma Ferrari em miniatura movida à gasolina.
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O primeiro andar da loja é dedicado aos animais e brinquedos clássicos. No segundo piso se encontram os brinquedos para meninos e meninas como carrinhos e bonecas, além dos tradicionais Lego e brinquedos para colecionadores e edições limitadas. No subsolo foi criado um fantástico ambiente para toda família, onde estão expostos brinquedos e acessórios para crianças pequenas como também os brinquedos educativos e livros. Mas as estrelas da loja são o piano gigante que pode ser tocado com os pés (como visto no filme da Disney “Quero ser grande”, estrelado por Tom Hanks, no qual ele e Robert Loggia tocaram juntos no piano da loja), localizado no segundo andar e que custa US$ 150.000; um simulador de movimento para criança acima de cinco anos de US$ 300.000, capaz de transportar oito pessoas a aventuras virtuais em três dimensões; a Barbie Boutique, uma área especial totalmente voltada para os mais variados produtos da tradicional boneca; e a FAO Schweetz, uma espécie de doceria onde é possível se deliciar com centenas de balas, chocolates e doces. O salão principal da loja é decorado com mais de 20.000 luzes coloridas controladas por computador. Outro destaque da loja é sua tradicional vitrine de natal, decorada com muito capricho e luxo, que se tornou um verdadeiro símbolo da cidade nesta época do ano. Recentemente a loja inaugurou um novo, moderno e aconchegante café. A tradicional loja atrai mais de 3 milhões de turistas anualmente.
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A evolução visual
Ao longo dos anos o logotipo da FAO SCHWARZ passou por inúmeras modificações. Durante essas mudanças a marca utilizou em seu logotipo símbolos como um soldadinho de chumbo, um ursinho de pelúcia ou o tradicional rocking horse (cavalinho de balanço). Recentemente, em outubro de 2010, a marca apresentou sua nova identidade visual, como parte do início do período das festas de final de ano. O novo logotipo ganhou letras mais modernas e divertida, com mais ênfase para as iniciais FAO, e um novo símbolo: um arlequim chamado WIT. O novo personagem adicionou ao visual da marca o divertimento dos contos de fada e a surpresa, duas sensações marcantes que os milhões de consumidores vivem ao ingressar na icônica loja de Nova York.
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Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Fundação:
1862
● Fundador:
Frederick August Otto Schwarz
● Sede mundial:
New York City, New York
● Proprietário da marca: Toys R US
Inc.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman & CEO : Jerry Storch
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Lojas: 1
● Presença global: Não (presente somente nos Estados Unidos)
● Funcionários: 500

● Segmento:
Varejo
● Principais produtos: Brinquedos e jogos
● Ícones: A loja da Quinta Avenida
● Slogan: We're Serious About Play.
● Website:
http://www.fao.com/
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A marca nos Estados Unidos
Hoje em dia, a famosa loja de brinquedos possui a tradicional unidade de Nova Iorque, e mais 10 pop-up stores (lojas temporárias), que funcionam somente durante o período das festas de final de ano. Além disso, vende sua exclusiva linha de brinquedos com a marca FAO SCHWARZ também através dos famosos catálogos da empresa (3 milhões de cópias anuais), pelo comércio on-line e dentro de algumas lojas da rede Toys R Us.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 20/10/2010

16.7.06

RI HAPPY


Há quem diga que brinquedos são coisas de crianças, mas há quem leve o setor muito a sério. A rede de lojas RI HAPPY encontra sempre uma maneira de ajudar seu cliente a escolher o brinquedo certo para a criança certa. Tudo isso aliado a um ambiente onde as crianças podem conhecer e se divertir experimentando os brinquedos com que tanto sonham, transformaram a RI HAPPY na líder absoluta de mercado em sua categoria. 

A história 
A história de sucesso começou no dia 15 de março de 1988 quando o pediatra Ricardo Sayon, que sempre soube que brincar era necessário ao bom desenvolvimento de toda criança, se associou ao administrador de empresas com especialização em informática Roberto Saba, e decidiu arriscar-se em um mercado que mexe com sonhos e fantasias próprios da inocência da infância, fundando a RI HAPPY BRINQUEDOS. O nome do novo negócio se deve à criatividade da esposa de Ricardo, a fonoaudióloga Ruanita: ela, percebendo que o marido deveria ser feliz com a empreitada, uniu as duas primeiras letras do seu nome à palavra Happy (feliz em inglês) e assim batizou a empresa. A primeira loja foi inaugurada em um imóvel da Rua Pamplona, no bairro nobre dos Jardins na capital paulista. Depois de um começo quase amador (a secretária do consultório de Ricardo foi ser a gerente de loja), agravado pela falta de experiência no setor dos dois fundadores, em três anos a empresa já possuía quatro lojas, acumulava prejuízos e exigia cada vez dedicação integral de ambos.


O crescimento da empresa foi rápido e logo Ricardo deixou de lado o consultório para se dedicar exclusivamente aos negócios. Na época ele possuía muito pouco conhecimento sobre administração de lojas, mas apostou no sucesso de seu negócio, pois, como pediatra, conhecia muito bem o público que desejava atingir. Em 1991, baseados em uma intuição, os sócios decidiram iniciar a expansão da rede para o interior do estado de São Paulo. A aposta deu certo. E hoje, quase metade das lojas RI HAPPY estão localizadas fora das capitais. Os moradores de cidades como Araraquara, Bauru, Campinas, Jundiaí, Limeira, Marília, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba já contam com o auxílio dos vendedores das lojas da rede RI HAPPY quando precisam encontrar o brinquedo certo para fazer uma criança feliz.


Foi nesta época que a empresa passou por uma revolução. Eles transformaram as lojas em ambientes lúdicos e interativos. As paredes foram pintadas de vermelho e amarelo (as primeiras cores que as crianças reconhecem) e os funcionários foram treinados para entender melhor o universo infantil. Os sócios também fugiram da sazonalidade do setor. Em vez de concentrar os esforços de marketing e comunicação nas datas clássicas (Natal e Dia das Crianças), a rede passou a distribuir, o ano inteiro, folhetos com ofertas e passatempos, encartados em jornais de grande circulação. O resultado foi outra grande onda de expansão e aumento nas vendas e, já em 1994, a rede possuía 20 lojas. Em 1997 a RI HAPPY lançou na internet o primeiro site brasileiro para a venda de brinquedos que permitiu então, a escolha automatizada do brinquedo ideal. Através dele, o cliente podia conhecer o variado mix de produtos oferecidos pela marca e comprá-los, sem precisar sair de casa. Mas o grande diferencial encontrava-se em uma pequena janela que aparecia no lado esquerdo da tela, denominada Brinquedo Ideal. Definindo apenas o sexo, a idade e o valor que se desejava gastar, o cliente conhecia uma variedade de possibilidades de brinquedos de acordo com as características indicadas.


Nos anos seguintes a rede cresceu além da fronteira do Estado de São Paulo com a inauguração de unidades em muitas cidades pelo Brasil afora. A concorrência de camelôs e o contrabando impuseram duros golpes aos comerciantes de brinquedos. Marcas consagradas como DB Brinquedos e Passe de Mágica não resistiram e fecharam as portas. Mas a RI HAPPY não somente sobreviveu como prosperou. Assim, Ricardo transformou seu negócio, como em um passe de mágica, em líder da categoria. E nem foi necessário varinha de condão. Apenas algumas boas ideias movidas por uma aguçada capacidade de percepção de mercado, como a necessidade de se gerar comunicação constante com o seu público alvo. A ideia da Revista do Solzinho, que hoje possui tiragem de 350.00 exemplares, vem da percepção de seu empresário sobre a questão. Novamente de maneira pioneira, Ricardo inovou com a criação de uma revista própria que é, antes de tudo, um meio de comunicação com o seu principal público-alvo: a criança. Com edições trimestrais, a Revista do Solzinho é enviada, sem qualquer custo, às residências das crianças cadastradas e, também, distribuídas nas lojas da rede. Nela, há sempre uma historinha, brincadeiras, atividades e anúncios de lançamentos de produtos. O Solzinho, personagem principal das histórias, foi inspirado no logotipo da empresa. Devido ao sucesso, ganhou vida própria, pelas mãos do desenhista Maurício de Souza, e pode ser visto interagindo nas lojas com os clientes, além de possuir uma linha própria de produtos com sua imagem.


Em março de 2012, a varejista de brinquedos RI HAPPY foi comprada pelo fundo de investimento americano Carlyle, em um negócio avaliado em R$ 600 milhões, de acordo com fontes do mercado. Com isso ganhou musculatura financeira e pouco depois, em junho, anunciou a compra da rival PBKIDS em um negócio avaliado em R$ 150 milhões. As duas marcas continuaram operando de forma distinta. Aproveitando a experiência da marca PBKIDS no segmento de franquias, a RI HAPPY iniciou um grande investimento no mercado de expansão de novas unidades a partir de 2013, e hoje vem aprimorando-se cada vez mais no franchising e despertando o interesse de novos investidores para o mercado de brinquedos. Outra novidade em 2013 foi o ingresso no segmento de produtos para bebês com a marca RI HAPPY BABY, através de espaços dentro das lojas da rede (store in store) ou unidades próprias especializadas com produtos diferenciados e especiais para um público entre zero e três anos de idade, oferecendo conforto e conveniência para todas as mamães e gestantes. Diversos produtos podem ser encontrados nestes espaços ou lojas próprias, como: vestuário, puericultura leve e pesada, higiene, produtos para mamães, brinquedos, fraldas e nutrição. Em 2016, a rede inaugurou no Recife sua maior loja (conceito), com 1.300 m² que abrigam mais de 8 mil itens, incluindo um espaço exclusivo da Disney.


Hoje em dia, a RI HAPPY investe na interação entre a criança e o brinquedo, ainda na loja, como diferencial. Foram criados espaços, dentro das próprias lojas, onde as crianças podem se divertir à vontade com os produtos, sendo orientadas por monitores. A intenção é de transformá-las em lugares voltados ao entretenimento e ao lazer que também vendem brinquedos, motivando, através da experimentação, a compra. Para alcançar todo esse sucesso, a varejista conta também com uma estreita parceira com os mais importantes fornecedores de brinquedos do país, que asseguram a disponibilidade dos principais lançamentos do setor às gôndolas. Durante toda sua trajetória, colocou como grande objetivo a busca pelo desenvolvimento infantil através de produtos exemplares em qualidade e segurança, fornecendo um atendimento personalizado para todos os clientes, preços competitivos e trazendo a alegria, brincadeiras e mundo de criatividade dos brinquedos para todas as crianças.


Uma poderosa ferramenta de comunicação 
Para melhorar a comunicação com os funcionários, multiplicando a cultura organizacional, padronizar o ambiente das lojas e aumentar as vendas, a empresa resolveu criar a TV RI HAPPY, que foi ao ar no dia 4 de dezembro de 2006. O canal corporativo de comunicação da empresa tem um conteúdo que varia entre reuniões com a diretoria e o escritório central, campanhas motivacionais e treinamentos. Já o canal comercial exibe, durante o expediente comercial diário, filmes, clipes musicais e propagandas de produtos e serviços, atingindo o consumidor em seu momento decisivo de compra. Em 2009, a TV RI HAPPY estreou uma nova programação, assinada pelo canal Cartoon Network, com mais de 40 horas semanais de conteúdo exclusivo.


A divertida mascote 
A marca tem como mascote um simpático e carismático sol estilizado. Batizado de SOLZINHO, o personagem se tornou uma importante ferramenta de comunicação com as crianças, sendo presença onipresente na comunicação e nas fachadas e interiores das lojas. Além disso, o personagem ganhou uma linha própria de brinquedos e até uma revista. O personagem ao longo dos anos ganhou um novo visual como mostra a imagem abaixo.


A evolução visual 
O logotipo da RI HAPPY passou por algumas modificações ao longo dos anos, mas sempre manteve como figura central a mascote da marca: o SOLZINHO.


A identidade visual da marca RI HAPPY BABY também evoluiu seguindo o design da marca mãe.


Os slogans 
Ri Happy é Uaaauuu! (2013) 
Orgulho de Brincar.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 15 de março de 1988 
● Fundador: Ricardo Sayon e Roberto Saba 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Grupo Ri Happy S/A 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Hector Núñez 
● Faturamento: R$ 1.3 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 169 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 2.500 
● Segmento: Varejo (brinquedos) 
● Principais produtos: Brinquedos, bonecas e jogos 
● Concorrentes diretos: Bmart, Zastras Brinquedos, Alô Bebê, Superlegal Brinquedos e Lojas Americanas 
● Mascote: O Solzinho 
● Slogan: Ri Happy é Uaaauuu! 
● Website: www.rihappy.com.br 

A marca no Brasil 
A maior rede de brinquedos do Brasil conta hoje com mais de 169 lojas em 24 estados mais o Distrito Federal, instaladas em mais de 75 cidades brasileiras. Aproximadamente 90% de suas lojas estão localizadas em shoppings centers. Todas as unidades da rede contam com arquitetura e design que oferecem espaços para as crianças brincarem, decoração temática e até palco de ações lúdicas, como campanhas com atividades monitoradas durante as férias. A rede de lojas se transformou na maior vendedora de brinquedos do país e os números não mentem: anualmente a RI HAPPY vende mais de 1 milhão de bonecas, mais de 1.5 milhões de carrinhos Hot Wheels, 430 mil ursinhos de pelúcia e 40 mil unidades do jogo Banco Imobiliário. A venda dos brinquedos - são 10 mil itens no catálogo - é realizada majoritariamente nos espaços físicos. Apesar de se intitular o primeiro varejista de brinquedos a ter um comércio virtual, a compra de produtos online representa 2% do faturamento da rede. 

Você sabia? 
Todos os anos passam por suas lojas mais de 6 milhões clientes, que gastam, em média, R$ 90 cada. 
No mês de dezembro, a rede vende mais de 900.000 brinquedos, somente na cidade de São Paulo, o que corresponde a uma média superior a 39 por minuto. 
O brinquedo mais caro à venda na rede é uma moto elétrica de aproximadamente R$ 3.500. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Meio Mensagem, Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 4/4/2017