Mostrando postagens com marcador Vinhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vinhos. Mostrar todas as postagens

3.10.15

JACOB'S CREEK


O lema “Aproveite o Vinho e viva o momento” resume com perfeição a ambição da marca australiana JACOB’S CREEK. A filosofia é oferecer uma gama de vinhos de alta qualidade que atendam todas as ocasiões e paladares. Verdadeiro ícone australiano, a marca produz rótulos de personalidade e elegância que conquistaram os melhores conhecedores e apreciadores no mundo inteiro. 

A história 
Para contar a história é preciso voltar ao ano de 1847 quando um imigrante alemão da Baviera, chamado Johann Gramp, plantou os primeiros vinhedos em Jacob’s Creek, região de Barossa Valley, ao sul da Austrália. Isto aconteceu após ele e sua mulher comprarem 30 hectares de terra nesta região australiana, cuja terra era fértil e ideal para o plantio de uva. Gramp tomou essa atitude depois da saudade dos vinhos de sua terra natal. Em vez de mudar seus hábitos, ele decidiu começar o cultivo de uvas e tentar fazer seu próprio vinho. Era uma maneira de se adaptar a um novo país, mas ainda assim permanecer fiel aos seus costumes. Depois de fundar a Gramp & Sons, por volta de 1850 ele lançou suas primeiras garrafas de vinho branco no mercado australiano. Em 1877 seu filho, Gustav, moveu os vinhedos para sua atual localização, apenas dois quilômetros dos originais, e construiu cavas maiores. A adega original de Johann ainda está de pé, uma prova de sua paixão por fazer vinhos de qualidade. Em 1912, a empresa continuou a crescer sob o comando de seus filhos Gustav, Hugo e Fred.


Em 1947 a empresa comemorou um século de existência e excelência na produção de vinhos. Finalmente em 1976, a empresa, agora batizada de Orlando Wines, lançou no mercado a marca JACOB’S CREEK, que pegou emprestado o nome do riacho que atravessa a região onde estão localizados os vinhedos. Os primeiros vinhos da nova marca eram da safra de 1973 e um blend de uvas Shiraz e Cabernet Sauvignon das regiões de Barossa Valey e McLaren Vale, e Malbec de Padthaway. Era um vinho tinto autêntico, credível e acima das expectativas. Assim rapidamente conseguiu conquistar consumidores pela Austrália e se tornar extremamente popular. Já em 1984 os vinhos da marca foram exportados pela primeira vez para o Reino Unido, liderando assim a popularização dos vinhos australianos ao redor do mundo.


O sucesso e a excelência dos vinhos JACOB’S CREEK chamaram a atenção da francesa Pernod Ricard, que no ano de 1989 comprou a vinícola e, através de uma estratégia ambiciosa de internacionalização, tornou possível a exportação para diversos países ao redor do mundo. Em 1998 a marca lançou no mercado seus primeiros vinhos espumantes Chardonnay/Pinot Noir, que se tornariam aclamados pela crítica e pelo público. Pouco depois, em 2000, a marca introduziu no mercado seus novos vinhos de Reserva Especial. Como resultado do cuidado, experiência e excelência na produção, em 2008, JACOB’S CREEK recebeu o título de vinícola mais premiada do mundo. Em 2011, como parte da comemoração dos 35 anos da marca, foi lançada uma nova linha de vinhos brancos refrescantes batizada de COOL HARVEST, cujas uvas são colhidas no período mais fresco da noite para maximizar a retenção de seus aromas tropicais e acidez natural. No ano seguinte, mais uma vez de forma inovadora, a JACOB’S CREEK apresentou ao mercado seu primeiro vinho biodinâmico (cuja extrema preocupação é preservar a singularidade de cada parcela de solo e reduzir a intervenção na fase de vinificação tendo mais cuidado no tratamento das uvas e da terra). O vinho é feito com uvas Shiraz de vinhedos do Vale McLaren e engarrafados de uma de uma maneira única, com poucas semelhanças com os demais vinhos.


Em 2013 a marca lançou dois novos vinhos desenvolvidos em resposta ao crescente interesse dos consumidores: Classic Fiano 2013 e Classic Sangiovese 2012. As novas variedades são o resultado de experimentar o comportamento de variedades de uvas italianas, espanholas e portuguesas em um clima australiano. Nos últimos anos a marca australiana tem investindo constantemente em grandes eventos esportivos para popularizar e aumentar seu reconhecimento mundial, como por exemplo, o patrocínio aos torneios de tênis Aberto da Austrália (Australian Open), Aberto dos Estados Unidos (US Open) e Wimbledon (desde 2011), e ao Jacob’s Creek Open Championship, tradicional torneio de golfe que a marca apoiou entre 2002 e 2007. Além disso, a JACOB’S CREEK contratou no final de 2014 o tenista sérvio Novak Djokovic para ser embaixador mundial da marca. A ligação da marca de vinhos com o tênis é antiga, pois já teve entre seus embaixadores o ex-tenista americano Andre Agassi.


A casa de Jacob’s Creek 
O Centro de Visitantes de JACOB’S CREEK, inaugurado em 2002, é o lar dos vinhos da marca australiana, situado na mais famosa região vinícola do país, Barossa Valley, apenas uma hora do centro da cidade de Adelaide. O centro, que recebe todos os anos mais de 150.000 visitantes, oferece uma experiência de turismo culinário memorável, com uma tentadora combinação de comidas e vinhos, além de vastas e incríveis vistas de vinhedos e montanhas. A magnífica construção apresenta um design ambiental de referência baseado nos princípios de sustentabilidade, reciclagem e conservação de energia.


É possível degustar um relaxante almoço que harmoniza a comida com o vinho no premiado Jacob’s Restaurant. Saborear uma taça de vinho no deck com vista panorâmica dos vinhedos e de Barossa Range. Aprender mais sobre o cultivo de parreiras e sobre a fabricação de vinhos em um passeio no vinhedo. Ou até participar de uma aula de culinária e fazer um agradável piquenique às margens do riacho Jacob’s Creek. O centro de visitantes foi reconhecido como o principal local de enoturismo na Austrália e entrou no Hall da Fama do turismo na Austrália do Sul em 2010, ganhando o título de melhor atração turística principal por três anos consecutivos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou apenas por uma única remodelação ao longo de sua história. Isto aconteceu no mês de fevereiro de 2014. Além de uma nova tipografia de letra (mais sofisticada), o logotipo apresentou um símbolo (que conta a história da marca através da simbologia), representando de forma estilizada uma taça de vinho, o famoso riacho Jacob’s Creek e as folhas de parreira.


Com a nova identidade visual, a marca também apresentou um novo design para suas garrafas, mais moderno e ao mesmo tempo clássico. O rótulo retrata toda a história e legado da marca com a assinatura “Gramp & Sons”.


Os slogans 
True Character. (2012) 
Add a bit of sparkle to your life. (2007) 
Australia's top drop. (2000)
Jacob’s Creek. Say when.


Dados corporativos 
● Origem: Austrália 
● Lançamento: 1976 
● Criador: Orlando Wines 
● Sede mundial: Rowland Flat, Barossa Valley, Austrália 
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Jean-Christophe Coutures 
● Faturamento: US$ 497.9 milhões (2014) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 70 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.200 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Vinhos e espumantes 
● Concorrentes diretos: Robert Mondavi, Gallo, Concha Y Toro, Blossom Hill, Sutter Home, Lindeman’s e Hardy’s 
● Slogan: True Character. 
● Website: www.jacobscreek.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia a JACOB’S CREEK, que vende mais de 8 milhões de caixas por ano, estando entre as marcas de vinhos mais consumida em todo o mundo, exporta seus produtos (mais de 35 diferentes vinhos) para mais de 70 países. É a marca de vinho australiano preferida entre os consumidores em 7 dos 10 principais mercados mundiais. Além disso, é a marca n°1 de vinhos na Austrália e líder na categoria de vinhos australianos em mercados como Reino Unido, Nova Zelândia, Irlanda, Escandinávia e Ásia. A China é seu maior mercado consumidor. Aproximadamente 2 milhões de taças de JACOB’S CREEK são apreciadas em todo o mundo por dia. 

Você sabia? 
Hoje, a vinícola JACOB’S CREEK produz vinhos com as variedades de uvas Shiraz, Sauvignon, Semillon, Riesling, Pinot Noir, Cabernet, Merlot e Chardonnay. 
Desde 1976, os vinhos JACOB’S CREEK já receberam mais de 7.000 prêmios internacionais pela excelência e alta qualidade. 
A marca foi a principal responsável por cunhar a excelente reputação mundial da Austrália como produtora de vinhos excepcionais. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 3/10/2015

14.9.10

EXPAND


Criar condições para que o maior número de pessoas possa ter uma boa e inesquecível experiência com o vinho. Essa sempre foi a missão principal da EXPAND. Com seus pontos de vendas acessíveis para um maior número de pessoas, vinhos de alta qualidade de diversas faixas de preços e provenientes de vários países, uma equipe preparada para atender e indicar o melhor para cada ocasião e perfil de cliente, milhões de brasileiros aprenderam a apreciar essa divina arte com a EXPAND.

A história
Otávio Piva de Albuquerque costuma brincar quando perguntado sobre a história da EXPAND. “A culpa é da minha filha”, diz ele, ao justificar que largou seu trabalho em uma empresa de importação quando teve seu pedido de aumento negado e sua esposa estava grávida da primeira filha, Tatiana. Empreendedor nato e com grande visão de mercado, ele desistiu de ser empregado para se tornar patrão. De seus contatos no exterior, especialmente no Chile, conseguiu a representação da vinícola Cosiño Macul e abriu sua própria empresa, juntamente com sua mulher Tânia Piva de Albuquerque, no dia 2 de fevereiro de 1978, contando com a ajuda de apenas dois funcionários: uma secretária e um office-boy. Com esta iniciativa o empresário seria responsável por popularizar o hábito de beber e apreciar vinhos de alta qualidade no país, além de difundir e desenvolver a cultura do vinho no Brasil, praticamente inexistente naquela época. Inicialmente, meia dúzia de pessoas ia bater à porta das famílias ricas de São Paulo portando debaixo do braço uma pequena geladeira com vinhos brancos alemães, alguns tintos chilenos e taças para degustação. Na história da empresa houve alguns momentos importantes e primordiais que contribuíram para seu sucesso. Um deles aconteceu na década de 1980, quando ele convenceu o fabricante do vinho branco alemão Liebfraumilch a produzir garrafas na cor azul. “O consumidor chegava à loja e pedia o vinho da garrafa azul”, costuma falar Piva ao lembrar que, na época, o país importava 2 milhões de caixa, das quais 1.2 milhões eram do “vinho da garrafa azul”.


Nessa mesma época, quando as importações foram facilitadas (as barreiras tarifárias foram drasticamente reduzidas) e o brasileiro começou a ter mais acesso aos vinhos de alta qualidade de outros países, a EXPAND obteve a representação exclusiva da tradicional vinícola chilena Concha Y Toro e fez um excelente trabalho de distribuição e marketing, o que lhe rendeu credenciais para vender outros importantes rótulos no Brasil. Depois dos chilenos, vieram os vinhos franceses, italianos, espanhóis, portugueses, argentinos, entre outros. Aos poucos, a EXPAND conquistou a confiança dos melhores e maiores produtores de vinhos da Europa, Estados Unidos, América Latina, África e Oceania. Em 1992, conseguiu a representação do Romanée Conti, considerado um dos melhores e mais caros vinhos do mundo. Nesta época, rótulos exclusivos, como por exemplo, Castelo de Fonterutoli, Concha y Toro, Eduardo Chadwick, Taittinger, Guigal, Finca Sophenia, Renato Ratti, Roda e Achaval Ferrer repousavam nas adegas da empresa. Em meados dessa década, em outra aposta acertada, ele estimulou a vinícola Concha y Toro a produzir um vinho de preço acessível, orientado para o mercado brasileiro. Nascia assim o Sunrise, lançado em 1997 e primeiro vinho importado a aparecer em outdoors e ter uma campanha publicitária na televisão (bancada pela EXPAND). O ano de 2002 foi considerado outro marco para a empresa.


Aos poucos a empresa percebeu que sua atuação com lojas próprias no varejo era crucial para seu crescimento. Iniciou então a inauguração de luxuosas lojas em pontos nobres de São Paulo, batizados de EXPAND STORE, com o objetivo de seduzir os consumidores pelos aromas, harmonizações com o cardápio escolhido, safras, taças especiais, acessórios e orientação capacitada sobre a bebida considerada o “néctar dos Deuses”. Hoje em dia a EXPAND possui lojas em grandes cidades brasileiras, e, algumas delas, oferecem diferenciais em relação a oferta de serviços: além do atendimento especializado, os clientes contam com o Programa Wine Education que engloba cursos (básicos, avançados e temáticos), degustações, encontros gastronômicos (Wine Dinners) e eventos especiais que harmonizam vinhos e músicas como Jazz e MPB.


Após difundir e consagrar o vinho no Brasil, Otávio começou a investir no vinho brasileiro, como um dos proprietários da Vinibrasil, fabricante dos vinhos Rio Sol e Adega do Vale, em terras pernambucanas - mais especificamente, a 60 quilômetros da cidade de Petrolina, na região do Rio São Francisco. As primeiras safras produzidas chegaram ao mercado em 2004 fazendo enorme sucesso: foi eleito o melhor vinho brasileiro do ano no Segundo Concurso Internacional de Vinhos, realizado em Bento Gonçalves, e o primeiro vinho brasileiro a receber 83 pontos pela respeitada revista Wine Spectator. Nos últimos anos, depois de perder algumas de suas marcas mais importantes, como a argentina Zuccardi e a italiana Marchesi di Antinori; ser obrigada a vender sua parte na ViniBrasil; e atravessar uma crise sem precedentes, muito em virtude de má administração de seus executivos, a EXPAND passou por uma enorme reestruturação, que contou com o fechamento de inúmeras lojas e a volta do fundador ao comando da empresa.


Apesar disso, a empresa continuou crescendo, ampliando seus pontos de venda pelo país, conquistando rótulos e produtores importantes como o Wine Circus, do Roberto Cipresso, que é atualmente um dos melhores enólogos da Itália, lançando novidades no mercado e até iniciou a produção de seus próprios rótulos no Chile. Há pouco tempo atrás a EXPAND deu o pontapé inicial para colocar sua experiência em vinhos à disposição do mundo digital. Reconhecida por desenvolver o mercado de vinhos no Brasil, lançou o primeiro aplicativo de vinhos para iPhone do país e colocou o mundo dos vinhos na palma da mão. Literalmente. Através da tela sensível ao toque do aparelho, os usuários podem acessar diversos serviços: catálogo de vinhos da EXPAND, fichas técnicas dos rótulos, endereços das mais de 15 lojas espalhadas pelo Brasil, com um link direcionado para o Google Map que mostra a exata localização da unidade mais próxima. O aplicativo traz ainda uma seção de notícias e outra de harmonização.


Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 2 de fevereiro de 1978
● Fundador: Otávio Piva de Albuquerque
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Grupo Expand
● Capital aberto: Não
● Presidente: Otávio Piva de Albuquerque
● Faturamento: R$ 200 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: + 15
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários: 250
● Segmento: Varejo (Bebidas alcoólicas)
● Principais produtos: Vinhos, champanhes e acessórios
● Concorrentes diretos: Aurora, Interfood, Casa Flora e Winebrands
● Ícones: Os vinhos Concha y Toro e Romanée Conti
● Slogan: O melhor vinho do mundo é aquele que você gosta.
● Website: www.adegaexpand.com.br

A marca no Brasil
Atualmente a EXPAND, maior importadora de vinhos do Brasil, é proprietária de um respeitável portfólio com mais de 1.000 rótulos de vinhos provenientes de 13 países (África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Nova Zelândia, Portugal e Polônia). Tem ainda a maior rede de distribuição do mercado, com mais de 15 lojas em importantes cidades do país, mais de 1.000 supermercados e 1.500 restaurantes atendidos, além da venda direta ao consumidor final pelo Expand Wine Center e loja virtual.

Você sabia?
O badalado vinho Casillero del Diablo, de propriedade da Concha y Toro, é o único da vinícola chilena que o empresário não vende no Brasil por questões religiosas (por causa do nome e da imagem no rótulo).
O fundador da EXPAND é irmão de Eliana Tranchesi, fundadora da sofisticada Daslu.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame, Veja e Época Negócios), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 8/5/2013

30.12.09

PERNOD RICARD


Muito provavelmente você não conheça a empresa francesa PERNOD RICARD. Mas, certamente já consumiu alguma de suas marcas no segmento de bebidas alcoólicas. Afinal, quem nunca tomou um golinho ao menos da vodca ABSOLUT, dos uísques CHIVAS REGAL e BALLANTINE’S, do rum caribenho MALIBU, ou até mesmo, uma taça dos vinhos JACOB’S CREEK. Por isso, a empresa francesa te deseja um “Cheers”. 

A história 
A origem da empresa tem início no longínquo ano de 1797 quando o major Dubied, após comprar a fórmula de um revitalizante especial chamado “elixir de Absinto”, criado anos antes pelo Dr. Pierre Ordinaire, põe em funcionamento uma fábrica para produzir a bebida na cidade suíça de Couvet, junto com seu cunhado, Henri-Louis Pernod. A nova bebida de cor esverdeada era uma embriagante combinação da semente de anis perfumada (também conhecida como badiana) com a adição especial de “Artemisa absinthium”, a planta do absinto, além de outras plantas aromáticas.


Poucos anos mais tarde, em 1805, a companhia Pernod Fils foi criada em Pontarlier na França por Henri-Louis Pernod para produzir a bebida. Inicialmente conhecido por sua propriedade de aliviar a dor, o absinto rapidamente ganhou fama na França com a marca PERNOD, sendo chamado de “O absinto da alta sociedade parisiense”. Nas décadas seguintes os pedidos se multiplicaram, a produção cresceu e uma segunda fábrica foi inaugurada em 1871, mesmo ano em que a destilaria Hémard foi montada em Montreil-sous-Bois por Ariste Hémard. No ano seguinte, a empresa Pernod Père et Fils foi formada em Avignon por Jules-François Pernod. Tudo ia muito bem até que no dia 17 de março de 1915 um decreto ministerial baniu a produção do Absinto e a empresa foi forçada a fechar suas portas.


Em 1920, sob pressão dos destiladores, os licores de anis são legalizados novamente, embora em uma forma mais branda - um novo drinque de anis, mas “sem absinto”; e com isso os centros de produção de Pontarlier, Avignon e Montreil unem-se, em 1926, sob o nome Casa Hémard, Pernod Père et Fils e Pernod Fils Réunis. Em 1928 a empresa passou a se chamar Les Établissements Pernod. No período do pós-guerra, em 1959, a empresa adotou o nome PERNOD e uma marca global começava a ser estabelecida para seu produto. No mês de dezembro de 1975, o presidente da PERNOD Jean Hémard e Paul Ricard, um marselhês proprietário de uma empresa fundada em 1932 e também produtora de bebida a base de anis, sob o rótulo de pastis, nome extraído de uma expressão provençal que significa mistura ou confusão, decidiram unir suas forças para formar o grupo PERNOD RICARD. As marcas PERNOD e RICARD continuavam vivas e a tradicional bebida consumida no mundo inteiro. Neste mesmo ano, a nova empresa fez sua primeira aquisição ao comprar a Campbell Distillers na Escócia, iniciando assim o processo de diversificação de seus produtos com a venda de uísques.


A década de 1980 foi marcada por duas importantes aquisições: em 1988 a empresa francesa comprou a Irish Distillers (proprietária da marca de uísque irlandês Jameson); e no ano seguinte a australiana Orlando Wyndham (dona da marca dos famosos vinhos Jacob’s Creek). Em 1993, trabalhando em conjunto com empresas cubanas, a PERNOD RICARD criou e lançou no mercado mundial a marca de rum Havana Club International.


Com a chegada do novo milênio, a empresa intensificou o desenvolvimento de um dos mais completos portfólio do segmento, adquirido através de forte crescimento interno e de aquisições ambiciosas, como por exemplo, em 2001, quando comprou a divisão de bebidas alcoólicas e vinhos da canadense Seagram’s Wines and Spirits adicionando a sua linha de produto o uísque Chivas Regal, o conhaque Martell e o single malt The Glenlivet; a vodca polonesa Wyborowa, adquirida também em 2001; ou ainda em 2005, quando adquiriu a rival britânica Allied Domecq, agregando ao seu portfólio marcas de renome como o uísque Ballantine’s, o rum de coco Malibu, o gim Beefeater, e as champanhes Mumm e Perrier-Jouët, e se tornando uma das maiores companhias de bebidas alcoólicas do mundo, atrás apenas da InBev e da Diageo em vendas. Em 2008, a empresa francesa se tornou ainda mais gigante ao anunciar a compra da sueca V&S Group, proprietária da icônica marca de vodca Absolut. Nos Estados Unidos, com a aquisição de Absolut, a PERNOD RICARD se tornou a número 2 do mercado, maior produtor europeu, número 1 na Ásia e número 1 na América Central e Sul. Em todas essas aquisições foram gastos aproximadamente €20 bilhões. Mais recentemente, em 2014, anunciou que se tornou sócia majoritária da empresa que é proprietária da marca de tequila ultra-premium Avión (produzida no México).


As marcas 
Atualmente a PERNOD RICARD detém um enorme e diversificado portfólio de marcas de bebidas ao redor do mundo. As mais importantes são: 
ROYAL SALUTE (uísque super premium e exclusivo) 
THE GLENLIVET (um dos mais conhecidos e consumidos uísques single malt do mundo) 
CHIVAS REGAL (uísque que vende uma garrafa por segundo no mundo) 
BALLANTINE’S (segunda marca de uísque mais consumida do mundo e líder absoluta de mercado em mais de 18 países) 
SOMETHING SPECIAL (uísque escocês) 
JAMESON (uísque irlandês mais famoso do mundo, vendido em 120 países) 
● 100 PIPPERS (uísque escocês) 
PASSPORT (uísque totalmente produzido e envelhecido na Escócia e engarrafado no Brasil) 
NATU NOBILIS (o mais nobre dos uísques brasileiros) 
SEAGRAM’S (uma das marcas de gim mais populares do mundo) 
BEEFEATER (gim inglês comercializado em 100 países) 
MARTELL (uma das marcas de conhaque francês mais antiga do mundo) 
PRESIDENTE (conhaque francês) 
PERNOD aux extraits d’absinthe (absinto) 
PERNOD (licor de anis) 
RICARD (licor de anis e segunda marca de bebida alcoólica mais vendida da Europa) 
KAHLÚA (licor mexicano de café mais vendido do mundo em sua categoria) 
SOHO (licor de lichia) 
HAVANA CLUB (rum cubano) 
MALIBU (rum de coco caribenho comercializado em mais de 120 países) 
MONTILLA (rum brasileiro extremamente popular) 
WYBOROWA (vodca polonesa triplamente destilada) 
ABSOLUT (vodca sueca e segunda marca mais consumida do mundo no segmento) 
LUKSUOWA (vodca polonesa à base de batata) 
ORLOFF (um das vodcas mais consumidas no Brasil) 
MUMM (champanhe que vende anualmente 8 milhões de garrafas) 
PERRIER-JOUËT (uma das marcas de champanhe mais exclusivas do mundo) 
JACOB’S CREEK (vinhos australianos comercializados em mais de 70 países) 
CAMPO VIEJO (vinhos espanhóis) 
GRAFFIGNA (vinhos argentinos) 
BRANCOTT ESTATE (vinhos da Nova Zelândia) 
KENWOOD (vinhos californianos) 
OLMECA (tequila super premium) 
AVIÓN (tequila ultra premium) 
JANEIRO (cachaça exportada para mais de 23 países no mundo) 
SÃO FRANCISCO (cachaça) 
AMARO RAMAZZOTTI (bitter italiano) 
SUZE (bitter francês) 
BECHEROVKA (bitter de ervas da República Checa)


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 1975 
● Fundador: Jean Hémard e Paul Ricard 
● Sede mundial: Paris, França 
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A. 
● Capital aberto: Sim 
● Chairman & CEO: Alexandre Ricard 
● Faturamento: €7.94 bilhões (2014) 
● Lucro: €2.05 bilhões (2014) 
● Valor de mercado: €24.2 bilhões (setembro/2015) 
● Presença global: 150 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 18.500 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Uísques, vodcas, licores, conhaques e vinhos 
● Concorrentes diretos: Diageo, Brown-Forman, Rémy Cointreau, Davide Campari, Bacardi Limited, LVMH e Constellation Brands 
● Slogan: Créateurs de convivialité. 
● Website: www.pernod-ricard.com 

A marca no Brasil 
A história da empresa francesa no Brasil começou a ter um verdadeiro peso em 2001 com a compra mundial de parte da Seagram Co., que havia ingressado no mercado brasileiro em 1966 ao adquirir a Destilaria Medelin no Rio de Janeiro, para produzir bebidas alcoólicas, refrigerantes, sucos e derivados. Até então, a afiliada brasileira tinha uma pequena estrutura, porém já contava com um histórico considerável no desenvolvimento de destilados e vinhos no país. Atualmente a PERNOD RICARD possui um escritório central em São Paulo e duas unidades fabris, sendo a matriz na unidade de Suape (Pernambuco), dedicada ao blending e engarrafamento dos destilados Ron Montilla, uísques Passport, Teacher’s, Natu Nobilis, Blender’s Pride e Wall Street, e a vodca Orloff, que recentemente ganhou uma linha com sabores. Em Resende funciona a destilaria, o envelhecimento, o blending e o engarrafamento dos mesmos produtos de Suape, além da Cachaça Janeiro, Cachaça São Francisco, rum Malibu, dentre outros.


A marca no mundo 
Atualmente a PERNOD RICARD, empresa co-líder de mercado no segmento de destilados e vinhos, com presença marcante em mais de 70 países, e a número 1 no segmento de produtos Premium, possui um enorme e variado portfólio de bebidas alcoólicas vendidas em mais de 150 países ao redor do mundo. As marcas mais importantes, em termos de vendas, são Absolut, Ballantine’s, Jameson, Ricard, Malibu, Havana Club e Chivas Regal. No mundo, anualmente, a empresa comercializa um total de 91 milhões de caixas* de destilados e 25 milhões de caixas* de vinhos. A empresa francesa possui 101 fábricas espalhadas por 23 países. 
*caixas de 9 litros 

Você sabia? 
O sucesso da empresa é devido, em grande parte, ao seu variado portfólio, um dos mais fortes e completos do mercado com marcas nacionais e importadas, muitas delas líderes de categoria e extremamente reconhecidas pelos consumidores, nos seguintes segmentos: uísques, vodcas, cachaças, vinhos, licores, rum, brandy, ice, espumantes e champanhes. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Interbrand e Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 17/9/2015

9.10.09

SALTON

Elaborar vinhos e espumantes de alta qualidade, superando expectativas e que atendam às exigências do seletivo mercado mundial. Foi assim que a vinícola SALTON se transformou em uma das grandes estrelas de seu segmento e um verdadeiro no mercado de vinhos no Brasil.
-
A história
Tudo começou em 1878 quando a Família SALTON, vinda da comuna italiana de Cison di Valmarino, na região do Vêneto, próximo a Valdobbiadene, o berço dos melhores prosecos do mundo, foi uma das primeiras a chegar ao Rio Grande do Sul e instalar-se em uma colônia italiana chamada Dona Isabel, conhecida atualmente como Bento Gonçalves. No dia 25 de agosto de 1910, os irmãos Paulo, Ângelo, João, Cezar, Luiz e Antônio Salton, fundaram um pequeno negócio, com o nome de “Paulo Salton – Armazéns Gerais”, tendo como objetivo atuar no ramo de comercialização de cereais, além dos tradicionais secos e molhados em geral. No entanto, como mandava a tradição italiana, trouxeram algumas mudas de vinhas, que foram plantadas nas propriedades da família e que com o passar do tempo mostraram uma boa adaptação à nova terra e ao clima da região.
-
-
A mudança de ramo de negócios foi inevitável e a família passou a dedicar-se ao cultivo de uvas e à produção de vinhos, espumantes e vermutes, com a denominação social de “Paulo Salton & Irmãos”. Estava nascendo ali a Vinícola SALTON, que no decorrer dos próximos anos foi crescendo, acumulando patrimônio, vencendo concursos, levantando muitas vezes, prêmios de honra pela qualidade de seus vinhos que aos poucos foi ganhando respeito e clientes no Rio Grande do Sul e em todo o Brasil. Localizada no extremo sul do país, logo a empresa se viu em situação de não poder atender aos constantes aumentos de pedidos vindos e espumantes vindos de todo o país. E foi por este motivo que em 10 de outubro de 1948, a SALTON fundou uma filial, estabelecida na cidade de São Paulo. Durante estes anos, importou e aclimatou as melhores variedades de uvas para a produção de vinhos, e conseqüentemente formou seus próprios vinhedos modelos, onde eram aplicadas as melhores técnicas de cultivo e hoje servem como base de difusão vitícola para os 550 fornecedores de uvas.
-
-
Paralelamente, foi investido o que existe de mais moderno em equipamentos enológicos no mundo como prensas pneumáticas, que extraem o suco da uva com grande suavidade, preservando seus aromas primários; filtração do mosto a vácuo; centrífugas; baterias de tanques de aço inoxidável para estocagem dos vinhos; além da utilização intensa de frio para promover a baixa temperatura, tudo dentro de um ambiente esterilizado com nitrogênio, de forma a garantir vinhos frutados, e aromáticos, de cor intensa e agradável.
-
-
No final da década de 90, com a empresa já sob o comando de Ângelo Salton Neto, a terceira geração da família, surgiu o desejo de mudar os rumos da SALTON, para se adequar aos desafios que foram colocados para os produtores brasileiros pela nova conjuntura globalizada. Neste momento, foi tomada a decisão de se fazer os investimentos necessários para esta mudança, mesmo dentro do cenário pouco amistoso do comércio de vinhos no Brasil. Sem nunca negar suas origens, mais populares, a SALTON partiu para um ousado projeto de remodelação de seus vinhedos e de sua vinícola, mobilizando investimentos que chegaram aos milhões de reais, o que dava uma dimensão da confiança da empresa no mercado de vinhos finos.
-
-
Conhecido por seu imbatível bom humor, Ângelo gastou muita sola de sapato e saliva em feiras especializadas e eventos para convencer os especialistas e os consumidores finais a provarem seus vinhos e espumantes. Em 1999, percebeu a crescente sofisticação dos consumidores e lançou sua primeira linha de vinhos finos, com o selo Classic. Visão, ousadia e inovação marcaram sua gestão nos anos seguintes. A empresa não só enfrentou o preconceito com o vinho nacional como encarou uma acirrada competição dos produtos importados, especialmente da Argentina e do Chile. A SALTON foi a primeira vinícola brasileira a contratar um enólogo estrangeiro, o argentino Angel Mendoza. A SALTON não poupou dólares na importação de tanques de inox, barricas francesas e de novas tecnologias para modernizar a vinícola na Serra Gaúcha.
-
-
Também enfrentou o tradicionalismo na gestão de vinhedos, mudou a forma de plantar as vinhas e sacrificou o rendimento por planta em busca de maior qualidade. Ao mesmo tempo em que produzia o popular vinho de mesa Chalise, que hoje vende incríveis dez milhões de garrafas por ano, investiu em linhas de tintos e brancos finos para ganhar as mesas dos consumidores com maior poder aquisitivo. Em 2002, depois de ganhar medalhas em concursos de vinho internacionais, conseguiu colocar as suas primeiras garrafas na carta de vinhos do sofisticado restaurante Fasano, em São Paulo. Dois anos depois, desbancou a francesa Moët Chandon na liderança do mercado brasileiro de espumantes finos. Ainda em 2004, lançou no mercado o vinho Salton Talento (com produção limitada de 30 mil garrafas, contendo 60% de Cabernet Sauvignon, 30% de Merlot e 10% de Tannat), que rapidamente passou a ser considerado, por muitos especialistas, o melhor tinto do país, sendo exportado para muitos mercados tradicionais como a Europa.
-
-
Em quase uma década, de uma empresa mais conhecida pelo popular conhaque Presidente, a SALTON se transformou em líder no concorrido mercado de vinhos finos. Neste período, com investimentos superiores a R$ 50 milhões, diversificou sua receita: 35% vêm do conhaque, 29% de espumantes, 21% de vinhos finos e 5% de sucos. Em 2009, as vésperas de seu centenário, a vinícola SALTON perdeu o seu presidente. Ângelo Salton Neto faleceu vítima de infarto, aos 56 anos. A morte precoce tirou de cena uma das mais fortes personalidades do mundo do vinho. Ângelo deixou um importante legado para o Brasil quando o assunto em questão é vinho.
-
-
A especialidade da casa
A qualidade dos espumantes produzidos pela SALTON é amplamente reconhecida pelos críticos e pelos consumidores. A razão deste sucesso é o cuidado com que a empresa produz os espumantes, tanto pelo método Charmat (segunda fermentação em tanques de aço inoxidável), quanto pelo método champenoise (segunda fermentação na garrafa). O resultado: espumantes frescos e elegantes, com destacados aromas de frutas e no caso do método champenoise, delicados aromas de leveduras e frutas secas. A SALTON domina o mercado brasileiro de espumante com 40% de participação, vendendo atualmente mais de cinco milhões de espumantes todos os anos.
-
-
A qualidade superior
As uvas são plantadas em forma de espaldeira simples (dispostas em fileiras paralelas) ou em forma de lira, o que facilita uma perfeita insolação das folhas e dos frutos, além de propiciar uma ótima ventilação dos vinhedos, e, conseqüentemente, a produção de uvas de excelente qualidade. As uvas são colhidas em caixas plásticas de 20 kg, de pouca altura, o que faz com que cheguem na cantina sem ropturas, ou seja, sem início de fermentação, conferindo assim a possibilidade de conduzir uma fermentação controlada com fermento selecionados. Os grãos das uvas são separados do cabinho por meio de uma máquina que, além de separar, exerce uma leve pressão nos grãos através de um cilindro de borracha, possibilitando a extração do suco de uva. As uvas tintas, após seu esmagamento e separação do cabinho, são bombeadas para um tanque de fermentação, onde imediatamente são dosificados os fermentos selecionados. O tempo de fermentação, em contato com pastas sólidas, pode variar de quatro dias para vinhos tintos jovens frescos e de consumo rápido para até 15 dias, para vinho de maior robustez adaptados para um prolongado envelhecimento. A temperatura de fermentação se situa em torno de 29°C, proporcionando vinhos com bons aromas, cor e sabor.
-
-
As uvas brancas, juntamente com a casca e as sementes, são bombeadas para as prensas pneumáticas, onde através de uma baixa pressão, que a membrana exerce sobre a massa de uvas, é extraído o suco com muita suavidade. O mosto é fermentado à baixa temperatura, aproximadamente 17°C, para preservar os aromas primários originais da uva e ajudar na formação de aromas agradáveis da fermentação, proporcionados pelos fermentos selecionados. O suco de uva é filtrado à vácuo para eliminar os fermentos indígenas e para proporcionar a possibilidade de uma fermentação mais pura com fermentos selecionados. Terminada a fermentação, o vinho é centralizado e conservado em tanques de aço inoxidável à baixa temperatura. Os vinhos tintos jovens são envelhecidos em tanque de aço inoxidável ou cubas de madeira. Ao passo que os vinhos tintos de maior extintor são envelhecidos primeiro em tanques, posteriormente em bordalezas de 225 litros de carvalho norte americano e posteriormente em garrafas. Nesta etapa, mais uma vez, o investimento em tecnologia de ponta coloca a SALTON na vanguarda do setor vinícola. Uma moderna máquina, de tecnologia alemã, lava e esteriliza as garrafas antes do enchimento. Outra máquina, importada da Itália, retira o ar das garrafas, enche com nitrogênio e logo retira o mesmo para encher com o vinho. Este processo proporciona vinhos mais saudáveis e mais aromáticos pela ausência total de oxigênio na garrafa.
-
-
A Vila Salton
Na pequena e pacata Tuiuty, localizada a 10 km de Bento Gonçalves, está o mais ousado lance desta nova fase da SALTON. Trata-se da VILA SALTON, um verdadeiro parque temático da uva e do vinho inaugurado em 2004, que além da já construída vinícola de 30.000 m² onde são produzidos os vinhos da marca, abrigará um restaurante, capela, ateliê de mosaico, ateliê de ferro batido e um inédito Parque das Águas Musicais, além de passarelas internas para que os turistas possam transitar pela área de produção de vinhos e conhecer todo o processo de elaboração do vinho, desde a colheita da uva até o engarrafamento. Toda a água utilizada no processo de produção dos vinhos, após tratada, é direcionada para fontes equipadas com dispositivos sonoros como o órgão hidráulico, harpa eólica, carrilhão e harmônica de vidro.
-
-
Uma de suas inúmeras atrações do lugar é o relógio solar em frente a vinícola que ocupa a base central do frontão. Feito com mármores italianos, esmaltes especiais e pedras semipreciosas, assinala, por meio da sombra que se movimenta de acordo com o Sol, o horário astronômico exato, as estações do ano e as mudanças das constelações do zodíaco. O jardim é outro diferencial da vinícola e, assim como o prédio, foi projetado pelo arquiteto Júlio Pozenatto. Envolvente e bonito, o espaço destaca muito verde numa simetria singular. A estrutura tem atraído inúmeros turistas para a região interessados em conhecer o processo de elaboração de vinhos e as belezas naturais do lugar. Com uma ampla loja de vinhos, que ocupa 300 metros quadrados no subsolo da vinícola, a SALTON coloca à disposição dos visitantes todos os produtos encontrados no mercado, além de alguns especiais, com comercialização exclusiva na loja, como o Salton Intenso, um vinho licoroso feito de uvas chardonnay, e a Linha Séries – Cabernet Franc, Malbec, Carmenère e Teroldego –, que mantêm as características originais da fruta, pois não passam por barricas de carvalho.
-
-
Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 25 de agosto de 1910
● Fundador:
Paulo, Ângelo, João, Cezar, Luiz e Antônio Salton
● Sede mundial: Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, Brasil
● Proprietário da marca:
Vinícola Salton
● Capital aberto: Não
● Presidente: Daniel Salton
● Faturamento: R$ 200 milhões (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Vinhedos: 4
● Presença global:
+ 10 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 400
● Segmento:
Vinícola
● Principais produtos:
Vinhos e espumantes
● Ícones:
Os espumantes
● Slogan: Uma grande descoberta.
● Website:
www.salton.com.br
-
A marca no mundo
A vinícola SALTON, uma das maiores do país e que vem ano a ano ganhando enorme destaque internacional pela qualidade de seus vinhos e espumantes, exporta seus produtos para países como República Checa, Estados Unidos, Uruguai, Alemanha e Suíça. A SALTON é ainda proprietária do Conhaque Presidente, líder de vendas em vários estados do país. A SALTON possui vinhedos na Serra Gaúcha, na região da Campanha, na divisa com o Uruguai, em Bagé e em Santana do Livramento.
-
Você sabia?
A SALTON, além de produzir vinhos e espumantes, fabrica sucos de uva.
-
-
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), e Wikipedia (informações devidamente checadas).
-
Última atualização em 9/10/2009

8.10.06

CONCHA y TORO


A vinícola chilena Concha y Toro nos últimos anos acabou por sepultar um tabu que há décadas dizia que vinhos de qualidade eram franceses ou italianos. Quer seja no segmento premium ou no popular os vinhos da Concha y Toro estão entre os melhores e mais consumidos do mundo, conquistando o olfato e o paladar até dos mais exigentes consumidores. 

A história 
A história de uma das marcas mais fortes do Chile começou no ano de 1883 quando Don Melchor de Concha y Toro, um distinto advogado, empresário (que acumulou fortuna explorando minas de prata no deserto de Atacama) e político influente no país (incluindo eleições para deputado e senador e três passagens pelo Ministério da Fazenda), acompanhado de sua riquíssima mulher Emiliana Subercaseaux, fundou a vinícola com o nome de Marquês de Casa Concha, localizada na pré-cordilheira, perto da cidade de Santiago, com o objetivo de explorar o potencial da produção vitivinícola do vale do Rio Maipo, onde o clima era mediterrâneo e o solo aluvial. Ele importou as mais exclusivas mudas de uvas de Bordeaux, região francesa tradicional na produção dos melhores vinhos do mundo, plantou no vinhedo de Ponte Alta e, em pouco tempo, colheu uvas de boa qualidade, que lhe rendiam vinhos interessantes. Foi então que ele contratou um importante enólogo francês, Monsieur de Labouchere, para preparar os seus vinhos. Começava a nascer uma lenda.


O maior e mais importante vinhedo do Chile foi pioneiro na produção de vinhos. Conta a história que uma praga devastadora arrasou as plantações na Europa de onde foram colhidas as mudas trazidas por Don Melchor. Por isso, apenas ali, no Vale do Maipo, encontram-se as raras parreiras com as uvas que produzem o famoso vinho Don Melchor, que conquistou os críticos internacionais da bebida. Os vinhos produzidos tiveram sucesso imediato. Porém, foi o emblemático Casillero del Diablo, feito da uva Cabernet Sauvignon, que projetou o vinho chileno para o mundo. Foi em 1891 que Don Melchor criou a lenda do que é hoje um dos vinhos mais conhecidos mundialmente. A lenda que cerca este mítico e aclamado vinho, transformou os vinhedos do Chile famosos no mundo inteiro. No ano seguinte, com a morte do fundador no dia 21 de julho, seu filho, Juan Enrique, assumiu o comando dos negócios.


O primeiro carregamento de Concha y Toro á desembarcar na Europa foi em 1933 no porto de Roterdã na Holanda. A consagração da conquista do mercado mundial se deu a partir de 1957, com a vinda de Don Eduardo Guilisasti Tagle para a presidência da empresa, o qual adquiriu novos vinhedos; criou uma vinícola orientada só para a exportação, chamada Cono Sur; fincou pé no outro lado da cordilheira, adquirindo um vinhedo em Mendoza (Argentina), onde instalou a Bodega Trivento, também focada no mercado externo; iniciou o desenvolvimento de novos produtos e adequou a política da empresa aos padrões mundiais de qualidade. Em 1994, se tornou a primeira empresa do setor no mundo a comercializar ações na Bolsa de Valores de Nova York.


A partir desta década a empresa iniciou o lançamento de vinhos excepcionais, como por exemplo, em 1997 quando foi produzido em parceria com a famosa e conceituada vinícola francesa Baron Phillippe de Rotschild, o aclamado Almaviva, safra 1996, inaugurando, no Chile, a categoria Primer Orden (equivalente à categoria francesa “Grand Cru Classe”). As uvas utilizadas na fabricação deste aclamado vinho advêm de plantas com mais de vinte e cinco anos de idade e que se encontram em um setor denominado Puente Alto. O Almaviva é o único vinho do Chile a ter sua bodega em caráter Chateau, ou seja, um vinhedo, uma bodega e uma equipe técnica exclusivos para a produção de um único vinho. Para entender o sucesso desse vinho tinto, 99% de sua produção é exportada e negociada por brokers franceses e distribuída para as melhores lojas, hotéis e restaurantes do mundo. Em 2000, outra lenda foi introduzida no mercado: o vinho TERRUNYO, proveniente da seleção dos melhores vinhedos, em qual se identifica um caráter único e complexo em cada variedade selecionada.


Quatro anos mais tarde a Concha y Toro atingiu o volume de 1.5 milhões de caixas do vinho Casillero del Diablo exportadas. Nesta época, o mais conhecido vinho da empresa, justamente o Casillero del Diablo, ganhou nova roupagem e garrafa, além de uma enorme campanha de marketing nos 114 países onde era comercializado, se transformando em uma marca global. Nesta época, a Concha y Toro se posicionava como a sétima maior produtora do mundo e a primeira da América do Sul. Em 2010 a Concha y Toro assinou uma parceria inédita com o Manchester United para ser o vinho oficial da tradicional equipe inglesa de futebol. O acordo tinha como objetivo aumentar a notoriedade da Concha y Toro e das suas marcas no mundo inteiro, com particular foco nos mercados da Ásia, América Latina, África, além do leste e norte da Europa. No início de 2011, a empresa anunciou a compra da Fetzer Vineyards, maior vinícola do condado de Mendocino, no estado americano da Califórnia. Com isso, a empresa chilena adicionou ao seu portfólio marcas como Fetzer, Bonterra, Five Rivers, Jekel, Sanctuary e a licença de uso da Little Black Dress. No final de 2014, a empresa inaugurou o seu primeiro Centro de Pesquisas e Inovação, um moderno complexo de laboratórios e cave experimental, únicos na América Latina, cujo objetivo é explorar o potencial de outras cepas e melhorar as já cultivadas no Chile.


Afinal, o que faz uma marca de vinho ser tão apreciada e admirada assim? Um dos segredos está na matéria-prima. A Concha y Toro tem como filosofia que a qualidade dos vinhos nasce na parra, independentemente de estarmos falando de vinhos com produção em massa, como Frontera ou Sunrise, ou de vinhos especiais, como Amelia ou Don Melchior. E para garantir matéria-prima de qualidade alguns cuidados são fundamentais. A escolha do terroir – termo francês que significa o local ideal para a plantação – a adequada seleção das mudas e o manejo são os fatores principais que influenciam em qualquer produto final da Concha y Toro.


Um vinho cheio de mistérios 
Basta identificar no rótulo o semblante ornado por chifres para saber que o vinho em questão é o chileno Casillero del Diablo, uma espécie de fenômeno capaz de agradar a quase todos os paladares. A lenda desse vinho, inicialmente feito da uva Cabernet Sauvignon, começou há mais de cem anos, em 1891, quando o fundador da marca resolveu reservar para si os melhores vinhos das safras de suas vinícolas. Como forma de manter inalteradas as condições de temperatura e unidade, estes vinhos foram guardados ao fundo de uma magnífica adega subterrânea, um depósito especialmente destinado a este fim. Passado algum tempo Don Melchor de Concha y Toro percebeu que estes vinhos estavam desaparecendo misteriosamente. Depois de inúmeras conversas chegou à conclusão que estavam sendo roubados por pessoas das redondezas. Diante disto, para cessar o sumiço dessa reserva preciosa, espalhou ardilosamente o boato de que o próprio diabo vivia dentro do porão no qual os vinhos estavam armazenados. Bastou que um ou dois empregados vissem sombras e ouvissem barulhos no local para que o rumor se espalhasse. E a história funcionou. O medo afastou todos os ladrões, e, nunca mais, sequer uma garrafa voltou a desaparecer. Nascia assim o lendário vinho Casillero del Diablo (em espanhol algo como “A Adega do Diabo”). O mítico vinho seria lançado no mercado somente em 1966, sendo um dos principais responsáveis por projetar a Concha y Toro internacionalmente, vendendo mais de 5.22 milhões de caixas (9 litros) no mundo inteiro em 2017.


Atualmente a linha Casillero de Diablo é composta pelos vinhos tintos (Carmenére, Merlot, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Pinot Noir e Malbec), brancos (Chardonnay, Sauvignon Blanc Riesling, Pinot Grigio, Viognier e Gewürztraminer) e rose (Shiraz), além da linha Reserva Privada (CS/Shiraz e Sauvignon Blanc) e um espumante. Mais recentemente a empresa lançou o Casillero del Diablo Vintage, uma réplica exata do primeiro Casillero del Diablo, lançado décadas atrás, vindo direto da famosa adega onde nasceu a lenda. Um produto único, do renomado Vale do Maipo, que é uma reprodução em edição limitada do vinho que se tornou, com o passar do tempo, um dos Cabernet Sauvignons mais conhecidos no mundo. O famoso vinho tem como slogan “Casillero del Diablo. The original wine legend” (“La Leyenda Original del Vino”).


Um cardápio de qualidade 
Os vinhos Concha y Toro e Casillero del Diablo são apenas algumas das marcas produzidas pela empresa. Entre sua gama de produtos existem desde vinhos de excepcional qualidade como Don Melchor (um Cabernet Sauvignon feito com uvas do melhor e mais antigo vinhedo da casa, o Puente Alto, lançado no mercado em 1987. Até 2000, era 100% Cabernet Sauvignon, mas a partir de 2001 foram agregadas as uvas Petit Verdot e Cabernet Franc), Carmín de Peumo (um vinho espetacular, com seu aroma e cor, que consagrou internacionalmente a uva Carmenère), Amelia, Terrunyo (produzido com uvas de vinhedos selecionados onde o micro-clima, as uvas Carmenère, o solo e a mão perita do homem interagem de forma mágica, criando a harmonia perfeita dando origem à qualidade única), Marqués de Casa Concha (uma linha de vinhos Charddonay e Merlot), Trio (elaborado com corte de três uvas: Cabernet Sauvignon, Shiraz e Cabernet Franc), Late Harvest (único vinho de sobremesa da empresa, um blend de Sauvigon Blanc e Riesling colhidas tardiamente com grande concentração de açúcar) e Almaviva (um ícone dos vinhos chilenos); passando por vinhos de excelente custo benefício como Sunrise e Frontera; até os populares de boa qualidade como Tocornal, Clos de Pirque, Exportación e Fressco. A empresa ainda oferece os vinhos Trivento (que trabalha com a uva Malbec) da Argentina, além de Fetzer e Bonterra (que se destaca pelo vinho orgânico), marcas californianas.


Em 2005, uma das melhores colheitas que houve em todo o Chile, permitiu o nascimento do Casillero del Diablo Reserva Privada. A equipe agrícola da Concha y Toro por anos trabalhou para elaborar um grande vinho e eis que do Vale do Maipo, na zona de Pirque e Rapel, em Pneumo, surgiu este vinho que permaneceu em barril de roble francês por 14 meses dando maior complexidade e aporte de madeira ao Casillero del Diablo. Atualmente todos os vinhos da Concha y Toro são produzidos em 11.000 hectares de vinhedos no Chile, na Argentina e nos Estados Unidos, o que torna a empresa a segunda maior a nível mundial com vinhedos próprios.


A vinícola 
Um passeio pela história do vinho. Assim pode ser definida a visita à Concha y Toro, a maior e mais importante vinícola do Chile e da América Latina, localizada em Pirque, pequeno município a 27 km da capital chilena. Logo ao chegar, entende-se porque Concha y Toro é uma das vinícolas mais procuradas pelos turistas e amantes dos vinhos.


A paisagem é fascinante. Em grande parte dos 68 hectares (com as mais nobres uvas francesas, tais como Chardonnay, Sauvignon Blanc, Merlot, Pinot Noir, Semillon e Gewurztraminer), extensos campos verdes formam um horizonte de se perder de vista. As flores, que emolduram as construções, deixam o ambiente ainda mais romântico e deslumbrante. A visita é bastante agradável e se inicia com um pequeno filme sobre a criação da Concha y Toro. O tour na propriedade passa pela linda casa amarela (chamada de Casona), cercada de belos jardins, com um lago e muitas roseiras, onde habitava Don Melchior e seus descendentes; pelos campos cobertos por parreiras, conhecendo os tipos de uvas (ao todo estão plantados 26 tipos diferentes), inclusive a Carmenère, que é oriunda da França, mas hoje em dia exclusiva do Chile; por todas as etapas de produção; e finalmente uma seção de degustação de tais preciosidades, acompanhada de tapas (petiscos, que incluem queijos, patês e castanhas), onde os enólogos dão uma pequena aula aos leigos no assunto, com dicas de como segurar na taça, sentir o cheiro da bebida e prová-la.


Mas o ponto alto da visita é conhecer o local chamado Casillero del Diablo, onde estão as garrafas do precioso vinho e no qual se criou uma lenda. A história é narrada aos turistas por uma voz macabra dentro da adega subterrânea. As luzes se apagam, uma gargalhada ecoa e na parede surge uma imagem projetada do diabo encapuzado. É um dos momentos mais divertidos do passeio. No final do tour o visitante leva a taça de vinho (na qual foram feitas degustações) de lembrança, com o nome da vinícola. Na propriedade há ainda uma loja para comprar vinhos e outros acessórios. A cada dez minutos parte um tour, alternando os idiomas inglês, espanhol e português. Também há guias que falam japonês.


A evolução visual 
A identidade visual da marca chilena passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Mais recentemente a marca apresentou um novo logotipo com tipografia de letra mais moderna.


Além disso, foi criado também um logotipo que utiliza como símbolo as iniciais CT.


Dados corporativos 
● Origem: Chile 
● Fundação: 1883 
● Fundador: Don Melchor De Concha y Toro 
● Sede mundial: Santiago, Chile 
● Proprietário da marca: Viña Concha y Toro S.A. 
● Capital aberto: Sim (1994) 
● Chairman: Alfonso Larraín Santa Maria 
● CEO: Eduardo Guilisasti Gana 
● Faturamento: US$ 965.7 milhões (2017) 
● Lucro: US$ 81.2 milhões (2017) 
● Valor de mercado: US$ 1.57 bilhões (junho/2018) 
● Presença global: 147 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 3.600 
● Segmento: Bebidas Alcoólicas 
● Principais produtos: Vinhos e espumantes 
● Concorrentes diretos: Viña Santa Carolina, Viña Santa Rita, Santa Helena, Terrazas, Robert Mondavi, E&J Gallo, Treasury Wine Estates e Jacob’s Creek 
● Ícones: O vinho Casillero del Diablo 
● Website: www.conchaytoro.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente, o vinhedo, responsável por mais de 33% da exportação do Chile no segmento, está localizado em uma região ideal para a produção da uva Cabernet Sauvignon, possuindo moderna tecnologia em equipamentos de refrigeração, tanques de aço inoxidável, filtros e barris de carvalho americano ou encina francesa. Em 2017 a Concha y Toro vendeu 34.8 milhões de caixas (9 litros) de vinhos para mais de 147 países ao redor do mundo. Atualmente a empresa é a segunda maior vinícola do mundo (em área plantada), com capacidade para produzir mais de 370 milhões de litros de vinho, e a quinta marca de vinho mais vendida do mundo. Os maiores mercados da marca são Inglaterra, Estados Unidos, Chile, Alemanha e Brasil. 

Você sabia? 
A Concha y Toro foi considerada, em 2014, a “Marca de Vinhos Mais Poderosa do Mundo” pela consultoria inglesa Intangible Business. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 4/6/2018