22.9.06

PHILCO

Falar da PHILCO é falar de mais de um século de história ao redor do mundo do rádio, da televisão e dos aparelhos de som. Durante mais de um século a PHILCO teve um completo portfólio de produtos com tecnologia, qualidade e design sem igual que entreteve milhões de pessoas ao redor do mundo. Mas hoje em dia os tempos são outros, a PHILCO já não é mais a mesma e o tradicional slogan da marca podia ser redefinido para “Tinha coisas que só a Philco fazia pra você”.
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A história
A história começou em 1892 na cidade americana da Filadélfia quando Frank Marr e Thomas Spencer fundaram a Spencer Company, uma empresa produtora de lâmpadas de carbono. Ainda este mesmo ano a empresa trocou seu nome para Helios Eletric Company. Depois de 14 anos, essa empresa passou a produzir baterias para automóveis e rádios, mudando seu nome para Philadelphia Storage Battery Company, de onde se originou o nome PHILCO. O rádio não seria o mesmo se não fosse a PHILCO. O primeiro rádio produzido pela empresa foi introduzido no mercado americano em 1928, e, em apenas um ano, a produção já atingia 96 mil unidades. Em 1934, a empresa desembarcou no Brasil apresentando o famoso Rádio Capelinha.
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Em 1948, se instalou na cidade do Rio de Janeiro e, no mesmo ano, já fabrica os primeiros rádios totalmente nacionais. Um ano depois, 1.300 rádios eram fabricados mensalmente. Rapidamente demonstrou sua vocação para fabricar produtos com alta durabilidade que conquistaram a confiança de milhões de brasileiros. A história da marca também se confunde com a história da televisão brasileira. Já em 1950, ano que surgiu a primeira emissora do país, a PHILCO fabricou 1.136 televisores. Um recorde para a época. Em 1961, passou a fazer parte da Ford Motor Company.
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Na década de 70, conhecida como Philco-Ford, a empresa produzia televisores, rádios e toca-fitas (que equipavam automóveis da Ford brasileira e norte-americana) de última geração. Avanços tecnológicos sempre foram o DNA da marca PHILCO. Em 1978, assinou contrato de colaboração técnica com a japonesa Hitachi, uma das maiores referências mundiais em eletrônicos, passando a produzir equipamentos sofisticados tais como vídeo câmeras e vídeo cassetes que saíam de suas linhas de montagem com o nome Philco-Hitachi. Além de assistência tecnológica e informações sobre modelos, isso possibilitou um intercâmbio dos engenheiros da empresa com a Hitachi para debates técnicos.
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Grandes transformações trazem grandes lançamentos. A PHILCO lançou o primeiro televisor com controle remoto sem fio, foi a primeira empresa na América Latina a produzir integralmente transistores de silício, colocou no mercado o primeiro televisor transistorizado, o primeiro televisor colorido portátil e o primeiro em cores totalmente automático. Em 1989, uma notícia causou grande repercussão nacional e internacional: o controle acionário da PHILCO no Brasil foi transferido para o Grupo ITAÚ. Os anos 90 refletiram o compromisso marca com a qualidade. Em 1993, mais uma vez de forma pioneira a PHILCO se tornou a primeira empresa do setor a conquistar uma certificação da série ISO 9000, que reconhece a qualidade dos sistemas de produção de acordo com as exigências de padrões internacionais.
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No ano seguinte obteve a ISO 9001, a mais completa e importante da série, abrangendo projeto, desenvolvimento, manufatura, testes, comercialização e assistência técnica de televisores, videocassetes, componentes magnéticos, placas de circuito impresso e ferramentas. A PHILCO não parou de crescer. Em 1995, conquistou uma nova e importante marca: 15 milhões de televisores produzidos no Brasil. A partir deste momento a empresa, definitivamente, passou a ser uma das empresas líderes no mercado de eletroeletrônicos. No final dos anos 90, a empresa se juntou a um seleto grupo de fabricantes mundiais, lançando sua linha de televisores de Plasma e LCD.
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Depois de perder enorme participação de mercado e afundar em uma grave crise a PHILCO no Brasil foi comprada pela Gradiente em 2005, formando assim a maior empresa brasileira de produtos eletrônicos. Em uma tentativa de revitalizar a marca PHILCO, a empresa anunciou, no ano seguinte, o lançamento de 30 novos produtos, tendo a intenção de reforçar o posicionamento da marca e ampliar seu portfólio nos segmentos de TV, portáteis, DVD e home theater. Porém, a compra da marca PHILCO afeta o equilibrio financeiro da Gradiente, já profundamente abalada em suas estruturas com a forte concorrência das empresas de capital coreano (LG e Samsung). Como resultado, a Gradiente é forçada a entrar com um pedido de recuperação judicial e a marca PHILCO é colocada a venda pouco tempo depois.
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Em 2007, sem compradores para a marca, a Gradiente acaba licenciando-a por um período de 10 anos para Britânia Eletrodomésticos, empresa familiar de capital fechado, fundada em 1956, pelo valor aproximado de R$ 22 milhões. Com uma estratégia baseada na produção terceirizada junto a fabricantes chineses, a nova proprietária da PHILCO conseguiu expandir a linha de produtos da marca também para fogões cooktop, microondas e notebooks (introduzidos no final de 2008), em um esforço para recolocar a marca PHILCO no coração dos brasileiros.
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A linha do tempo
1928
Lançamento de seu primeiro rádio.
1930
Lançamento de rádios para automóveis.
1938
Lançamento de uma linha de ar-condicionado.
1939
Lançamento de refrigeradores.
1946
Lançamento do freezer doméstico.
1947
Lançamento de sua primeira televisão.
1954
Lançamento de lavadoras e secadoras de roupa.
1957
Lançamento da famosa televisão PHILCO PREDICTA, com designer inovador, em preto e branco e telas de 17 ou 21 polegadas.
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Uma marca muitos proprietários
A marca PHILCO possui inúmeros proprietários no mundo, dependendo dos países em que atua, assim como diferentes logotipos e tendo seu nome estampado em uma diversificada linha de produtos:
Brasil (propriedade da Gradiente, licenciada para a Britânia Eletrodomésticos)
Estados Unidos (propriedade da Philips, licenciada para a Funai Corporation): comercializa conversores digitais para TV.
Itália (propriedade do Merloni Group): comercializa uma linha de eletrodomésticos
Argentina (propriedade de um grupo de investidores): comercializa refrigeradores e eletrodomésticos da linha branca, além de TV de LCD, equipamentos de áudio e ar-condicionado.
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Campanhas que fizeram história
Um verdadeiro clássico da publicidade brasileira. É assim que pode ser definido o antológico comercial denominado “Formiguinhas”, criado pela agência F/Nazca de São Paulo para a nova linha de som Applause da PHILCO em 1995. O comercial que virou referência da publicidade brasileira foi também o pioneiro em utilizar animais virtuais, criados em computação gráfica. O filme utilizava uma aventura visual cheia de humor para mostrar toda a potência da nova linha de som. Impulsionadas pelo som retumbante de alto-falantes, formiguinhas voavam de um lado para o outro. No final o locutor diz a frase “Isso não é um som, é um tapa na orelha“. Fora as inúmeras premiações, como o Leão de Ouro no Festival de Cannes, o filme teve também grande repercussão na sociedade. Liderou por um tempo ranking de “recall”, incomodou protetores dos direitos dos animais e até motivou trabalhos acadêmicos. Para assistir ao comercial clique no ícone abaixo.
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O sucesso foi tanto que no ano seguinte a campanha ganhou uma continuação através de uma linha de som ainda mais potente, onde as formiguinhas, desta vez munidas com capacetes, eram arremessadas contra a parede. Clique no ícone abaixo para assistir ao filme.
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A evolução visual no Brasil
A troca constante de proprietários da marca no Brasil também foi refletida nas inúmeras mudanças na imagem corporativa da PHILCO. Em 2006, logo após a sua compra pela Gradiente, um novo e moderno logotipo foi lançado. Mas, recentemente a marca mudou novamente sua identidade visual com o lançamento de um logotipo prateado, passando uma imagem mais moderna e tecnológica.
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Os slogans
Pensando bem, Philco. (2006)

Tem coisas que só a Philco faz pra você.
(1995)
Famous for quality the world over.
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Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Fundação:
1892
● Fundador: Frank Marr e Thomas Spencer
● Sede brasileiro: Curitiba, Paraná
● Proprietário da marca: Funai Corporation (USA) e Britânia Eletrodomésticos (Brasil)
● Capital aberto: Não
● Presidente: Não encontrado
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 20 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 1.250 (Britânia Eletrodomésticos)
● Segmento:
Eletroeletrônicos
● Principais produtos:
Aparelhos de som, televisores e eletrodomésticos
● Ícones: A linha de som
● Slogan:
Tem coisas que só a Philco faz pra você.
● Website:
www.philco.com.br
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A marca no mundo
Atualmente a PHILCO possui um mix de aproximadamente 150 produtos que compõem as linhas Áudio e Vídeo, Casa, Climatização, Cozinha, Cuidados Pessoais, Linha Branca e também a Linha de Notebooks.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 17/7/2010

19.9.06

† Swissair (1931-2002)


A Swissair foi fundada em março de 1931 através da fusão da Ad Astra Aero, com base em Genebra, com a Balair, baseada em Basle. Os primeiros vôos regulares da empresa foram então iniciados em abril de 1932, com um Lockheed Orion, na rota Zürich-Munique-Vienna, já naquela época proporcionando um novo padrão em transporte aéreo. Após a Segunda Guerra, foi elevada à condição de empresa de bandeira, em 1947. Neste ano realizou seu primeiro vôo transatlântico, ainda que em caráter experimental, entre Genebra e Nova York com um Douglas DC-4. Vôos regulares nesta rota foram estabelecidos somente em 1949. Os primeiros jatos foram introduzidos em 1960, com a chegada dos primeiros Douglas DC-8 e até 1962 estavam também em operação os Caravelle, nas rotas européias, e os Convair 990, inclusive utlizados nos vôos para o Brasil. Em 1971 foram recebidos dois Boeing 747-200B, seus primeiros wide-body, e mais tarde também o Douglas DC-10-30. Nos anos 90, iniciou a formação do Qualiflyer, grupo formado por empresas em que a holding SAir Group investia: entre as principais empresas que fizeram parte do SAir Group, destacam-se a South African, Sabena, LTU, Portugália, Crossair, AOM e Air Liberté. Essa política expansionista mostrou-se desastrosa: o SAirGroup perdeu mais de 1 bilhão de dólares em apenas um ano (2000), levando à uma insurreição administrativa e queda de seus principais executivos, substituídos por Mario Corti (ex-CEO da Nestlé) que logo tratou de trazer sua equipe. Tarde demais: atolada em dívidas e sangrando capital, a Swissair foi pega em cheio pelos acontecimentos de 11 de setembro. De forma humilhante, no dia 2 de outubro algumas aeronaves da empresa foram retidas em aeroportos da Europa por falta de pagamento de combustíveis, levando no dia seguinte à paralisação dos vôos. Os bancos suíços, credores da empresa, anunciaram o fechamento das torneiras de capital, causando o colapso de uma das mais tradicionais e melhores empresas aéreas do mundo. O governo interveio e anunciou um pacote de salvação, restabelecendo parte dos serviços. Mas o estrago estava feito. Encomendas (A340-600) foram canceladas, vários serviços suspensos. As participações acionárias nas empresas do Qualiflyer saíram dos aeroportos e foram dar nas barras dos tribunais. A empresa não aguentou. A marca Swissair desapareceu dos céus do mundo em 1º de abril de 2002, quando deu-se a mudança oficial para a marca Swiss, resultante da fusão do que sobrou da Swissair com sua sucessora, a também suíça Crossair. Ao pousar em Zürich na manhã de 1° de abril, o MD-11 prefixo HB-IWA fazendo o vôo SR145 proveniente de São Paulo, encerrou definivamente 71 anos de tradição, eficiência e respeito ao passageiro. A Swiss pretende dar continuidade ao legado de sua antecessora, uma tarefa nada fácil, substituir uma das mais eficientes, carismáticas, competentes e charmosas companhias aéreas do mundo, capaz de produzir um serviço que muitas vezes chegava às raias da perfeição.

Manda Chuva (Top Cat)


Inspirado em uma série americana de sucesso chamada The Phil Silvers Show (1955-1959), Top Cat ou Manda Chuva como é conhecido no Brasil, foi criado pela lendária dupla Hanna-Barbera e estreou nos Estados Unidos em 1961 no horário nobre da televisão americana com o episódio “Hawaii-Here we Come”. Manda-Chuva era um típico malandro e o líder de um bando de gatos de beco Hoagie: Bacana (Fancy Fancy), um conquistador com boa reputação entre as "gatinhas"; Espeto (Spook), o cafona com um jeito inconfundível de falar; Batatinha (Benny), o mais bem intencionado da turma; Gênio (Brain), o único da turma que usava relógio e nunca conseguia dizer as horas; e Xuxu (Choo Choo), o braço direito de Manda Chuva. Sempre armando tramóias, a turma é constantemente vigiada pelo Guarda Belo (Officer Dibble), que quer de qualquer jeito expulsá-los do Beco. O beco, um complicado sistema de ruas e vielas de New York, em que viviam os personagens estava localizado próximo ao Brooklyn, Queens e Bronx, e a natureza cosmopolita da cidade era refletida no elenco de personagens que passavam pelo Beco, desde o italiano dono da pizzaria até o alemão do armazém. O pesonagem Manda Chuva dormia em um latão de lixo ao lado do telefone da polícia, usado para fazer contato e manter-se informado sobre os resultados das corridas. Entre 1962 eà 1973 foram publicadas 52 edições de gibi do Manda Chuva sua gangue. Apesar de terem sidos produzidos apenas 30 episódios com 30 minutos de duração, a turma de Manda Chuva é um dos desenhos mais populares da Hanna-Barbera.
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Você Sabia?
* A inconfundível voz que o Manda-Chuva recebeu aqui no Brasil era do ator Lima Duarte.

WHOLE FOODS MARKET


A onda de produtos naturais, orgânicos e artesanais nos Estados Unidos virou uma mania, crescendo em um ritmo alucinante a cada ano. Neste segmento a rede de supermercados WHOLE FOODS MARKET é a grande vedete, sendo o retrato deste setor no competitivo mercado americano, tentando mudar a forma como o mundo come, além de promover saúde e bem-estar. Rapidamente transformou-se na maior rede de comidas orgânicas e naturais do país, sendo a preferida de celebridades e estrelas de cinema.

A história
A empresa foi fundada em 20 de setembro de 1980 na cidade de Austin no estado do Texas por quatro empresários do ramo de produtos naturais: John Mackey e sua namorada Renee Lawson Hardy, proprietários da Safer Way Natural Foods, uma espécie de mercadinho de produto naturais inaugurado em 1978; e Craig Weller e Mark Skiles, proprietários da Clarksville Natural Grocery também inaugurada em 1978, que uniram seus negócios para dar origem a WHOLE FOODS MARKET, acreditando que o segmento de comidas e produtos naturais estava pronto e maduro para receber um supermercado especializado. Nesta época existiam aproximadamente 12 estabelecimentos especializados em alimentos naturais e orgânicos nos Estados Unidos. O novo supermercado, que contava com apenas 19 funcionários e 1.160m², era uma espécie de quitanda de comidas orgânicas para hippies que oferecia uma ampla oferta de frutas e legumes, grãos secos, peixe fresco, pão quentinho, queijos e vinhos. O sucesso foi imediato.


Porém, no ano seguinte, em pleno Memorial Day, uma violenta enchente varreu a cidade de Austin danificando seriamente o supermercado e seus equipamentos. E o pior: a WHOLE FOODS MARKET não possuía seguro para cobrir os prejuízos de aproximadamente US$ 400.000. Clientes e pessoas da comunidade ajudaram voluntariamente na recuperação do supermercado, e 28 dias depois a loja estava funcionando novamente. Apesar da catástrofe, três anos depois a rede inaugurou outra loja na cidade de Houston, sendo a primeira fora dos domínios de Austin, seguida por uma unidade em Dallas. No final desta década, a rede ingressou nos estados da Louisiana (Nova Orleans) e Califórnia (Palo Alto). A WHOLE FOODS MARKET cresceu rapidamente nos anos seguintes através de fusões e aquisições de outras redes e lojas menores, inaugurando novas unidades em várias cidades, como por exemplo, Los Angeles, Detroit e Boston.


A centésima loja da rede foi inaugurada em 1999 na cidade de Torrance, localizada na Califórnia. Para consolidar o sucesso de uma vez por todas a rede inaugurou seu primeiro supermercado em plena Manhattan no ano de 2001, atraindo a atenção da mídia e de grandes investidores. Nesta época, o posicionamento diferenciado como um varejista de altíssima qualidade em produtos orgânicos e comidas gourmet fez surgir uma legião de clientes fiéis, muito deles famosos, dando assim a WHOLE FOODS MARKET uma enorme visibilidade. No ano seguinte inaugurou sua primeira loja fora dos Estados Unidos na cidade de Toronto no Canadá.


Poucos anos depois, a WHOLE FOODS MARKET atravessou o Oceano Atlântico e comprou cinco lojas da rede Fresh & Wild em Londres no ano de 2004, iniciando assim sua entrada no continente europeu. Somente três anos mais tarde, em junho de 2007, inaugurou uma enorme loja própria (com três andares) na capital britânica com 7.400m² em High Street Kensington. A gigantesca loja âncora oferece uma variedade de produtos de pequenos produtores, tudo bem natural. Além disso, também é possível comprar pães frescos, coisa difícil de encontrar em Londres, frutos do mar, até produtos cosméticos, tudo a base de produtos naturais. No dia 16 de novembro de 2011 a rede inaugurou sua primeira unidade na Escócia, localizada em Giffnock, um subúrbio de Glasgow.


A linha do tempo
1990
Lançamento de uma linha própria de produtos com a marca WHOLE FOODS e rótulos premium, mais caros que os regulares.
1997
Lançamento da 365 Every Day Value, primeira linha de produtos de marca própria com baixo custo da empresa. Todos os produtos desta linha não contêm ingredientes artificiais ou gorduras hidrogenadas, e possuem preços baixos todos os dias do ano. A linha engloba uma infinidade de produtos, dentre os quais cafés, chás, massas, carnes, frutos do mar, sucos, sopas, suplementos, biscoitos, cereais, produtos enlatados, condimentos, ovos, leites, frutas, vegetais e até comida para animais de estimação.
Aquisição da marca de café orgânico Allegro.
1998
Lançamento da Whole Kids, uma linha de produtos voltada para crianças.
1999
Lançamento de seu comércio on-line.
2002
Retirou o filé de Tilápia de suas prateleiras em razão do tratamento de reversão sexual por hormônios sintéticos (à base de testosterona), se mostrando totalmente contrária a este tipo de técnica.
2003
Se tornou a primeira rede de supermercado a receber o certificado Organic Grocer, atestando a procedência de seus produtos.
2008
Em 22 de abril a empresa eliminou as malditas sacolas plásticas de seus supermercados, substituindo-as por sacolas de papel 100% recicláveis. Além disso, introduziu uma campanha para estimular que os clientes tragam suas próprias sacolas de casa, que tinha como slogan “Bring your own bag - save your own planet” (“Traga sua própria sacola – salve seu próprio planeta”).


As lojas
Cada loja da rede é um verdadeiro palco. A WHOLE FOODS MARKET toma um cuidado imenso com o design e detalhes de suas lojas. Cada uma delas deve emocionar o consumidor e incentivá-lo a explorar o local. A empresa emociona seus consumidores ao apelar para os cinco sentidos humanos. As prateleiras sempre bem organizadas e iluminadas são um deslumbre para os OLHOS. Os clientes são incentivados a EXPERIMENTAR os alimentos e TOCAR em tudo que está na loja. O CHEIRO dos alimentos é outro destaque, desde o pão quentinho, até cafés e frutas, que espalham um odor pelo ambiente de dar água na boca. As lojas estão sempre bem localizadas e possuem uma decoração moderna e limpa, oferecendo alimentos frescos e de ótima qualidade num espaço bacana e descolado para fazer compras. Cada loja, geralmente oferece mais de mil diferentes tipos de vinhos, 400 tipos de queijos, ostras, sushis, tapas, sorvetes, e mais de 300 tipos de frutas e vegetais, flores e até castanha do Pará, amêndoas e amendoins, sem esquecer, é claro, dos deliciosos chocolates. A grande maioria deles com procedência garantida.


Logo na entrada de cada loja existem algumas sinalizações que dizem quantos itens orgânicos estão disponíveis no dia e informa quantos destes produtos foram manufaturados pelos produtores da região onde a unidade está instalada. Dentro de suas lojas o cliente pode fazer suas compras e também aproveitar para almoçar, jantar ou fazer um lanche no próprio estabelecimento, já que há uma ilha que vende comida, desde café da manhã, até sopas, massas, salada e comida japonesa. Outra iniciativa que faz a diferença está relacionada à equipe de funcionários. Em todas as lojas, cada colaborador, como são chamados os funcionários, tem até US$ 20 por dia para gastar em relacionamento com o cliente. Assim, se um funcionário perceber que algum cliente olha por muito tempo uma embalagem de determinado produto, mas não a coloca no carrinho, ele tem a possibilidade de oferecer o produto dizendo que é um presente para que possa experimentar.


O conceito natural
A empresa somente vende em suas lojas produtos naturais, que ela própria define como: alimentos minimamente processados, livres de gorduras hidrogenadas, corantes, adoçantes, conservantes e sabores artificiais. A WHOLE FOODS MARKET também não vende nenhum tipo de carne e leite proveniente de animais clonados ou criados com métodos que usem estímulos químicos, além de não comercializar o patê de fígado de ganso em virtude do método cruel de fabricação. Muitos produtos vendidos em suas lojas possuem certificados que atestam a produção sem agredir o meio-ambiente. A empresa também prioriza a compra de fornecedores locais, não coloca em suas gôndolas alimentos que contenham algum dos 100 ingredientes que ela considera nocivos à saúde humana ou ao meio-ambiente e gerencia uma fundação que luta para que os animais sejam criados e abatidos de maneira digna, entre outras iniciativas.


Tudo isso em total alinhamento como o lema da empresa: “Whole Foods, Whole People, Whole Planet” (“Comida Sã, Pessoas Sãs, Planeta São”), alcançando a missão de encontrar sucesso na satisfação e bem estar do cliente, felicidade e excelência do funcionário, realçar os valores do acionista, apoiar a comunidade e melhorar o meio-ambiente. Recentemente a rede lançou o programa The Kids Foods Adventure em parceria com o chef Jehangir Mehta. A ideia é encorajar pais e crianças a se aventurarem na alimentação saudável.


Os slogans
America’s Healthiest Grocery Store.
Whole Foods, Whole People, Whole Planet.
Where great tasting foods is only natural.


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 20 de setembro de 1980
● Fundador: John Mackey, Renee L. Hardy, Craig Weller e Mark Skiles
● Sede mundial: Austin, Texas
● Proprietário da marca: Whole Foods Market Inc.
● Capital aberto: Sim (1992)
● Chairman: John Elstrott
● CEO: Walter Robb e John Mackey
● Presidente: A.C. Gallo
● Faturamento: US$ 11.7 bilhões (2012)
● Lucro: US$ 465.6 milhões (2012)
● Valor de mercado: US$ 19.2 bilhões (maio/2013)
● Lojas: 349
● Presença global: 4 países 
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 74.000
● Segmento: Varejo
● Principais produtos: Alimentos orgânicos e naturais
● Concorrentes diretos: Trader Joe’s, Kroger, Sprouts Farmers Market, Wild Oats Markets e Stew Leonard’s
● Slogan: America’s Healthiest Grocery Store.

A marca no mundo
A WHOLE FOODS MARKET possui atualmente mais de 330 lojas nos Estados Unidos (presente em 40 estados americanos), 8 no Canadá, 6 na Inglaterra e 1 na Escócia, 9 centros de distribuição, 74.000 funcionários e faturou US$ 11.7 bilhões em 2012. A rede oferece desde itens alimentícios a flores naturais, em uma extensa gama de produtos que engloba da água de coco colhida em campos 100% ecologicamente corretos na Tailândia, salsichas de alcachofra, vitaminas, produtos de beleza, medicamentos naturais até sprays de frutas cítricas para limpar a casa.

Você sabia?
A rede de supermercado foi considerada pelo conceituado jornal The Financial Times, como a que mais cresce nos Estados Unidos, campeã dos produtos orgânicos com preços até 35% acima do Walmart.
Em todas as lojas, muitos produtos tem seu “QR Code”, aquele código que você fotografa com o celular para saber mais sobre o produto na Internet.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 16/5/2013

RUSSELL ATHLETIC


Por mais de um século a marca RUSSELL ATHLETIC vem equipando atletas e equipes americanas, profissionais e amadoras, com o que há de melhor em termos de tecnologia esportiva em roupas, ajudando a atingir um rendimento cada vez melhor. Seus acessórios, roupas e uniformes podem ser vistos equipando atletas colegiais, universitários e amadores que desejam serem competitivos em seus esportes. 

A história
A história começou no dia 3 de março de 1902 na área rural da cidade de Alexander City, estado americano do Alabama, quando Benjamin Russell, um jovem de 26 anos, dispondo de apenas 10 máquinas de costura e 8 máquinas de tricô, realizou seu grande sonho, ao inaugurar sua fábrica de roupas chamada The Russell Manufacturing Company. Os primeiros produtos confeccionados pela nova empresa foram roupas de baixo femininas e infantis, uma espécie de camiseta para ser utilizada por baixo das roupas. Em 1912, com a instalação da eletricidade na cidade, a produção diária de 150 peças foi ampliada consideravelmente. Em meados da década de 1920, a empresa começou a produzir camisetas (as famosas T-Shirts) para atividades esportivas, abrindo um grande horizonte para a marca, além de adicionar a sua linha de produtos outras peças íntimas como camisolas.


Em 1926, o filho do fundador, Benny, chegou a seu pai com uma nova ideia para a produção de uma camiseta em algodão para a prática de futebol americano, substituindo os pesados uniformes usados naquela época. Conhecendo o conforto e durabilidade do algodão, a empresa lançou a camiseta no mercado em 1930. Pouco depois, em 1932, com a compra da empresa esportiva Southern Manufacturing Company, a RUSSELL teve acesso ao mercado de confecção de materiais e uniformes esportivos profissionais. Era o surgimento da divisão esportiva da empresa e a criação da marca RUSSELL ATHLETIC, que passou a equipar muitas times profissionais e universitários com seus uniformes. Em 1938 começou a produzir calças e camisas para a prática do beisebol, basquete e futebol americano. Com a popularidade desses esportes e suas ligas profissionais, a RUSSELL ATHLETIC cresceu em um ritmo acelerado nos anos seguintes.


Com a morte do fundador da empresa em 16 de dezembro de 1941, seu filho, Benjamin C. Russell, assumiu o comando dos negócios. Durante a Segunda Guerra Mundial, a empresa supriu o exército americano com camisetas, calças e jaquetas. Pouco depois, em 1945, com a morte de Benjamin C. Russell, a empresa foi comandada por seu irmão. No ano de 1962 o nome da empresa foi alterado para The Russell Mills Inc. e passou a utilizar a águia como seu principal símbolo. Uma dos grandes sucessos da marca foi introduzido no mercado em 1967, com o lançamento das camisas, que continham pequenos furos, para a prática do futebol americano. Essas camisas revolucionaram o mercado esportivo, pois diminuíam consideravelmente o suor, permitindo que a pele respirasse melhor, e mantinham a temperatura do corpo em níveis aceitáveis. Quase imediatamente, em 1969, a RUSSELL ATHLETIC criou um departamento de pesquisa e desenvolvimento, com o objetivo de aprimorar os tecidos utilizados na manufatura de uniformes esportivos visando aumentar a performance dos atletas.


Em 1973 a empresa adotou oficialmente o nome de RUSSELL CORPORATION. A linha de camisetas com marca JERZEES foi introduzida em 1983, além de uma linha de roupas esportivas estilizadas. No início da próxima década, em 1991, a empresa introduziu no mercado o revolucionário tecido chamado NutBlend, que não retinha o suor durante a prática de atividades esportivas. No ano seguinte, a marca se tornou fornecedora oficial de uniformes da MLB (Major League Baseball), principal liga profissional de Beisebol, produzindo calças e camisas. Times lendários como Atlanta Braves, New York Mets, Boston Red Sox e San Francisco Giants começaram a serem equipados pela marca RUSSELL ATHLETIC. Em 1995 as vendas romperam a barreira do US$ 1 bilhão anual. Com o grande aumento da demanda, a empresa, que estava entre as cinco maiores produtoras de equipamentos e roupas esportivas dos Estados Unidos, construiu em 1999 duas novas fábricas no México.


Com a chegada do novo milênio, a empresa deu início a uma série de importantes aquisições, como por exemplo, em 2000, quando comprou a Haas Outdoors, uma fabricante de equipamentos e vestuário para a prática de esportes ao ar livre. Isso abriu um enorme horizonte para a empresa criar, poucos anos depois, a marca RUSSELL OUTDOORS, especializada em equipamento e vestuário para caça, pesca e esportes ao ar livre. Em 2003 a empresa adquiriu mais duas importantes e tradicionais marcas esportivas americanas: Bike e Spalding. Os excelentes resultados da empresa chamaram a atenção da firma de investimento Berkshire Hathaway, capitaneada pelo investidor e visionário Warren Buffett, que comprou a RUSSELL ATHLETIC e outras marcas esportivas no mês de agosto de 2006. Nos anos seguintes a marca se concentrou na produção de roupas de treinamento para atletas amadores e equipes colegiais e universitárias.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Em 2004, a marca RUSSELL ATHLETIC modernizou seu tradicional logotipo que contém uma letra “R” estilizada representando a tradicional águia.


Os slogans 
Team On. (2015) 
Together We R. (2011) 
For the Long Run. (2003) 
Proven on the Fields of Play.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 3 de março de 1902 
● Fundador: Benjamin Russell 
● Sede mundial: Bowling Green, Kentucky, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Russell Brands LLC 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Berkshire Hathaway Inc.) 
● CEO: Calvin Johnston 
● Faturamento: US$ 1.5 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 80 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 15.500 
● Segmento: Material esportivo 
● Principais produtos: Roupas, calçados, equipamentos e acessórios esportivos 
● Concorrentes diretos: Majestic, Champion, Starter e Hanes 
● Slogan: Team On. 
● Website: www.russellathletic.com 

A marca no mundo 
Atualmente, a marca RUSSELL ATHLETIC, que pertence a RUSSELL BRANDS, uma subsidiária da firma de investimento Berkshire Hathaway, comercializa seus acessórios, roupas e uniformes esportivos em mais de 80 países ao redor do mundo, com forte presença na América do Norte (Estados Unidos, Canadá e México). A marca equipa muitos atletas e times de ligas universitárias e amadoras americanas, faturando quase US$ 1.5 bilhões anualmente. 

Você sabia? 
De 2010 a 2013 a RUSSELL ATHLETIC foi patrocinadora oficial da equipe de basquete Harlem Globetrotters. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 31/10/2017

VISCONTI


A tradição alimentar italiana da marca VISCONTI está presente nas mesas natalinas com seus deliciosos panetones, na Páscoa com as saborosas colombas e no dia a dia de milhões de brasileiros com seus fresquinhos e crocantes biscoitos e torradas, além dos macios bolos caseiros. Marcando presença o ano inteiro na vida dos brasileiros a marca VISCONTI traz mais sabor na hora de se alimentar. 

A história 
Para entender a história da panificadora VISCONTI é preciso compreender antes como surgiu o que durante anos foi principal produto da marca: o panettone. Uma das histórias conta que no dia 5 de setembro de 1395 durante os festejos das entregas das insígnias Ducais, surgia na cidade de Milão por obra e arte do mestre-cuca Gian Galeazzo Visconti, Duque de Milano, o famoso panettone. E foi baseado nesta delícia italiana que no ano de 1962 um grupo de empresários italianos, entre os quais a família Ferrua, fundou a empresa VISCONTI na cidade de São Paulo para produzir e comercializar o tradicional doce milanês típico das festas natalinas. O nome escolhida para a nova empresa foi uma homenagem ao inventor deste tradicional doce. A primeira sociedade da VISCONTI foi realizada em 1970 com a Família Genova, que fabricava o papelão utilizado para a produção das embalagens dos panettones. Durante mais de duas décadas os panettones da marca VISCONTI foram presença constante nas comemorações natalinas de milhões de brasileiros.


Em 1982, surgiu a Visagis S.A. Indústrias Alimentícias, fruto da união de duas empresas que representavam, cada uma a seu modo, o que há de mais tradicional da cozinha italiana do norte e do sul. De um lado, a Indústria Brasileira de Conservas Agis Ltda., fundada por italianos em 1960 em São Roque, cidade do interior de São Paulo, para produzir frutas cristalizadas, utilizando a técnica da escola siciliana. De outro, a VISCONTI produzindo e comercializando panettones, o tradicional bolo milanês. Foi do excelente relacionamento comercial entre as duas empresas que surgiu à proposta de fusão, cujo intuito era reduzir os custos de produção. A empresa resolveu manter o nome VISCONTI, já conceituado no setor de alimentos.


O sucesso do produto original levou a empresa a diversificar sua linha de produtos em meados da década de 1980 com o lançamento da Colomba Pascal (tradicional doce muito consumido no período da Páscoa), torradas e de uma linha de bolos prontos. Rapidamente as torradas (hoje disponível também na versão light e integral, além do tamanho menor), rapidamente fizeram sucesso por serem leves, fresquinhas e com uma crocância irresistível. No início da próxima década a VISCONTI amplia ainda mais sua linha de produtos, iniciando a produção de chocolate e lançando seus primeiros ovos de páscoa.


Em 1997, com o objetivo de inovar e aumentar sua linha de produtos, a empresa lançou mais três novidades no mercado: os Bolinhos (Pelezinho), o Io-Io Cream e as Balas do tipo “Tic-Tac”. No ano seguinte mais uma ação ousada: a VISCONTI adquire a Fritex, empresa fundada em 1954 no tradicional bairro do Ipiranga em São Paulo e pioneira na produção de salgadinhos para aperitivos como batatas-frita (embalada em latas) e amendoins (em saquinho plástico). Com isso a empresa ingressou em mais uma nova categoria de produto.


No início do novo milênio, a tradicional Bauducco iniciou o processo de compra da marca VISCONTI, inicialmente com a aquisição de 50% e, após alguns meses, a compra completa, realizada com o objetivo de reerguer a marca e trazer de volta sua essência tradicional ao mercado. Além disso, em 2001, a VISCONTI vendeu para a americana Hershey sua divisão de chocolates, que incluía também a marca Io-Io Crem. Em 2002, tendo como objetivo tropicalizar o sabor da sua linha de bolos caseiros, a VISCONTI apresentou ao consumidor a exclusiva versão banana com caramelo, que completava a linha com os sabores laranja, chocolate, fubá e o tipo formigueiro. A mudança visual da marca realizada em 2004 fazia parte do amplo projeto do reposicionamento da VISCONTI, que incluía a criação das novas embalagens de Natal (as latas ganharam novas cores e temas, sendo posicionadas como uma opção de presente), seguida pelas colombas (nas versões com frutas, frutas cristalizadas e gotas de chocolate), torradas e bolos.


Pouco tempo depois, em 2006, a VISCONTI lançou no mercado uma nova linha de biscoitos, nas versões recheado (chocolate, creme e morango), wafer (chocolate, morango e creme, que mais recentemente ganhou a versão limão), água e sal, cracker e amanteigado (nos sabores chocolate, coco e leite), marcando presença nas gôndolas dos supermercados o ano inteiro. No ano seguinte, os produtos da Fritex (cujo nome estava associado à ideia de fritura, algo pouco animador para o consumo no momento em que a indústria se esforçava para banir a gordura trans dos alimentos) passaram a serem comercializados com a marca VISCONTI, que ingressava assim na categoria de salgadinhos, estendendo sua linha de produtos. Porém, em 2011, a linha de salgadinhos deixa de existir, restando apenas a Batata Palha como produto no setor de salgados da VISCONTI, disponível nas versões tradicional, temperada e extra fina. A marca também investiu no público infantil através de sua linha de bolinhos recheados que passaram a contar com a imagem dos Simpsons em suas embalagens. Mais recentemente a marca lançou o irresistível biscoito tipo Maria, sempre delicioso, crocante e saboroso.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por grandes reformulações ao longo dos anos. A primeira modificação mais acentuada ocorreu em 2004 com a apresentação de um novo logotipo, que possuía uma nova tipografia de letra e grande predominância da cor azul. Quase uma década depois, em 2013, a VISCONTI iniciou um novo processo de posicionamento de marca que culminou com a apresentação de uma nova identidade visual, que ganhou uma “roupagem” completamente nova e mais moderna.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1962 
● Fundador: Um grupo de empresários italianos 
● Sede mundial: Guarulhos, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Pandurata Alimentos Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Massimo Bauducco 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Panettones, biscoitos, torradas e bolos 
● Concorrentes diretos: Nestlé, Arcor, Marilan, Mabel, Adria e Pullman 
● Ícones: Os panettones e a cor azul 
● Slogan: A vida sem cerimônia. 
● Website: www.visconti.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente a marca VISCONTI é a vice-líder de mercado na categoria panettone, comercializando em todo território nacional sua completa linha de produtos que inclui colombas pascais, biscoitos recheados, bolos recheados, biscoitos amanteigados, torradas e salgadinhos (batata palha). 

Você sabia? 
Os tradicionais panettones com frutas da VISCONTI são elaborados sem lactose e sem gorduras trans. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Veja e Exame), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 10/9/2014

Pica-Pau (Woody Woodpecker)


Com a gargalhada mais original e famosa entre todos os personagens dos desenhos animados, o Pica-Pau surgiu em 1940 como figurante de Andy Panda no episódio "Knock Knock", criado pelas mãos do cartunista Walter Lantz. O roteiro foi escrito por Ben "Bugs" Hardaway que, na Warner Bros., co-dirigiu o primeiro desenho do Pernalonga. De fato, o Pica-Pau deve muito de sua personalidade ao cínico coelho da Warner. Sua gargalhada estridente, criada pelo ator Mel Blanc (e mais tarde adaptada por seus sucessores, inclusive a esposa de Walter, Grace Stafford), tornou-se sua marca registrada. Entre os anos 40 e 50, o Pica-Pau já havia se tornado um grande sucesso. O personagem recebeu duas indicações ao Oscar de Melhor Desenho Animado: "The Dizzy Acrobat", de 1943, e "Musical Moments From Chopin", de 1947. E uma indicação para melhor canção, do episódio "Wet Blanket Policy", de 1948. Em 20 de setembro de 1954 apareceu pela primeira e única vez a namorada do Pica-Pau, conhecida como Winnie Woodpecker, no episódio “Real Gone Woody”. No dia 3 de outubro de 1957 o personagem aparecia pela primeira vez na Televisão, pela NBC, num show próprio, o "The Woody Woodpecker Show", patrocinado pelos cereais Kellogg´s e produzido pela Universal Studios. No início, Walter Lantz, seu criador, não imaginava o sucesso que faria o personagem. E foi tanto que o próprio cartunista aparecia na abertura e encerramento do show, interagindo com sua criatura, apresentando os episódios direto de seu escritório, e mostrando como os desenhos eram feitos. O Pica-Pau tornou-se então sua principal obra, e com ele desenvolveram-se outros personagens que contracenavam com o pássaro: Zeca Urubu (introduzido em 1948), Zé Jacaré, Leôncio (introduzido em 1944), Picolino (Chilly Willy), Pé de Pano, Minnie Ranheta, o pistoleiro Dapper Denver Dooley (introduzido em 1955), entre outros. Também com o Pica Pau, outros personagens estrelaram seus próprios episódios (além do Andy Panda), como Picolino e a Família Urso. Com o passar do tempo, o Pica-Pau mudou de aparência algumas vezes, devido aos vários desenhistas que ajudaram a dar características ao personagem. O último episódio foi "Indian Corn" de 1972, num total de 195 episódios. No Brasil, o personagem já tinha uma legião de fãs quando no final dos anos 70 o apresentador Silvio Santos apostou todas as suas fichas no desenho como uma das atrações de seu dominical infantil "Domingo no Parque". O Pica-Pau também apareceu no filme "Uma Cilada para Roger Rabbit", em 1988, juntamente com outros ícones dos desenhos animados. E em 1999, o canal Fox Kids apresentou ao público "New Woody Woodpecker", o novo Pica-Pau. Ouça o tema de abertura do Pica-pau Clicando aqui.
Você Sabia?
* Existe uma lenda sobre a criação do Pica-Pau. Walter Lantz diz que estava em lua-de-mel com sua mulher em Sherwood Lake, Califórnia, e a paz do casal era sempre interrompida por um barulhento pica-pau no telhado de seu quarto. O pássaro era tão irritante que Lantz voltou aos estúdios e desenhou um novo personagem inspirado nesse pica-pau. Mas essa é uma lenda, pois a cada vez que Lantz contava essa história, somava mais detalhes.

CHICCO


Suas lojas oferecem todo o universo de produtos dedicados a futuras mães e aos seus filhos, com uma vasta e completíssima oferta de roupas, brinquedos e acessórios, respeitando cada fase evolutiva da criança, levando em conta todas as características específicas de cada etapa de desenvolvimento. A rede italiana CHICCO, não é somente líder mundial em seu segmento, como também uma sumidade quando o assunto é cuidado com bebês e crianças. Afinal, a própria marca afirma que o seu principal objetivo é fazer um “bebê sorrir”. E pode acreditar, a CHICCO tem feito sorrir não só os bebês, mas também muitos pais satisfeitos. 

A história 
A história da marca começou quando Pietro Catelli decidiu abrir o seu próprio negócio na pequena cidade de Como, próximo da fronteira da Itália com a Suíça. Ele fundou a Artsana SpA em 1946 para fabricar e vender agulhas hipodérmicas, seringas e termômetros. Após mais de dez anos de árduo esforço, trabalhando seis dias por semana, ele começou a vislumbrar objetivos maiores. Nessa época seus produtos já eram vendidos em toda a Itália. Foi então que a empresa conseguiu registrar a sua marca, que rapidamente se estendeu a todos os produtos dedicados aos cuidados dos bebês. Nesta altura, a empresa desenvolvia mais de 50 produtos para o desenvolvimento infantil (Puericultura). Os produtos da empresa eram chamados de “Mother’s Help” (algo como “Ajuda às Mães”), tamanha a facilidade que proporcionavam quando o assunto era cuidar de um bebê.


Somente em 1958 a empresa registrou oficialmente a marca CHICCO (diminutivo do nome de seu filho, Enrico, que havia acabado de nascer), que em breve, se tornaria mais famosa marca de puericultura moderna, como o lançamento de outros itens como carrinhos e berços. De fato, a CHICCO revolucionou o mercado com a introdução de mamadeiras de vidro e seus bicos, vendidos em conjunto, e com o lançamento de bicos com dois furos. Foi também a primeira marca a criar mamadeiras em plástico transparente inquebráveis, posicionando-se de uma vez por todas como uma especialista em produtos para a infância. Rapidamente, as mães encontraram nos produtos CHICCO as características ideais para o conforto dos seus filhos, tornando-se clientes fiéis e assegurando definitivamente o crescimento da empresa e da marca por ela introduzida.


Nos anos de 1960, a empresa cresceu fortemente, culminando com a expansão de seus negócios para países como França, Alemanha, Suíça e Espanha. Além disso, a linha de produtos foi ampliada, como por exemplo, em 1964, quando os sons e as cores do primeiro mobile da CHICCO chegaram aos quartos de muitas crianças e, no ano seguinte, com o lançamento dos primeiro aquecedores de mamadeiras. Suas primeiras lojas foram inauguradas em 1967. O crescimento econômico mundial foi acompanhado por um baby boom, já que naquela época nasciam 1.200.000 de crianças por ano no mundo inteiro, tornando o mercado ideal para a CHICCO lançar o seu “Guia Prático de Puericultura”. Com mais de 40 anos de existência, este guia oferece aproximadamente 200 páginas com informações completas sobre os produtos da marca, cuja distribuição está disponível gratuitamente a todas as mães.


Com o passar dos anos, novas fábricas foram construídas aumentando sua gama de produtos com a introdução de artigos de vestuário (como por exemplo, o Babygrowm, uma espécie de macacão), calçados (introduzidos em 1971) e até lingerie pré e pós-parto. Além é claro de muitas novidades, como o revolucionário bico de mamadeira com sistema anti-soluço (1972). A marca também desenvolveu uma linha com mais de 400 brinquedos diferentes que ajudam a criança a crescer, evoluir e descobrir o mundo, como por exemplo, o famoso cavalo de balanço, um verdadeiro sucesso desde sua introdução em 1986. Dois anos depois, a CHICCO introduziu no mercado outro produto revolucionário: a cadeira para carro Baby Transit, extremamente confortável, que utilizava materiais selecionados e tecnologia avançada, o que permitia recliná-lo em 18 posições diferentes.


Nos anos de 1990, a CHICCO lançou no mercado uma linha de cosméticos para crianças, cuidadosamente estudada e desenvolvida por especialistas, que rapidamente fez enorme sucesso. Além disso, introduziu em 1993 sua primeira babá-eletrônica e, dois anos mais tarde, a primeira chupeta toda em borracha natural e extremamente macia para os bebês em seus primeiros meses de vida. Uma década mais tarde, em 2003, a CHICCO revolucionou o segmento mais uma vez ao lançar o Trio, um eficiente sistema de passeio com três configurações (carrinho de passeio, Moisés e poltrona em uma mesma peça), desenvolvido para acompanhar o crescimento das crianças e possibilitar aos pais se locomoverem com elas de forma bastante prática.


Em 2004 a empresa definiu um novo formato para suas lojas: amplas, modernas, espaçosas e com uma enorme variedade de produtos que atendem a todas as fases de crescimento das crianças, além de produtos para gestantes e pós-parto. Nos anos seguintes esse novo formato foi implantado em todas as suas lojas espalhadas pelo mundo. Hoje em dia, tal como as crianças, a CHICCO não para de crescer, inovar e evoluir para que novas gerações possam ter uma infância feliz e saudável.


O observatório 
A CHICCO deseja melhorar cada vez mais a investigação no mundo infantil. O Observatório Chicco é um serviço online para ajudar os pais, pelo menos no primeiro ano do bebê, onde especialistas deixam suas respostas às perguntas frequentes. O projeto, resultado do desejo de explorar sua vasta experiência adquirida sobre a infância, é uma estrutura profissionalizada, dedicado ao conhecimento, análises e necessidades físicas, psicoemocionais e sociais. O compromisso do Observatório é obter o maior conhecimento possível sobre o universo das crianças e usá-lo para desenvolver soluções específicas para cada fase de crescimento. Para isso, constantemente reúne sugestões de mães e pais, aqueles que realmente têm experiência prática do que as crianças realmente necessitam.


A evolução visual 
Ao longo dos tempos o logotipo da marca CHICCO passou por algumas modificações se tornando mais moderno e dinâmico. A última delas ocorreu em 2005, quando o logotipo ganhou um formato arredondado.


Os slogans 
Dove c’é un bambino. (2008) 
Wherever there's a baby. (2007) 
Growing up in every sense. (2006) 
Onde há um bebê. (Brasil)


Dados corporativos 
● Origem: Itália 
● Lançamento: 1958 
● Criador: Pietro Catelli 
● Sede mundial: Como, Itália 
● Proprietário da marca: Artsana S.p.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● CEO & Presidente: Michele Catelli 
● Faturamento: €900 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: + 500 
● Presença global: 130 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Maiores mercados: Itália, Espanha e Estados Unidos 
● Funcionários: 7.000 
● Segmento: Puericultura 
● Principais produtos: Mamadeiras, chupetas, brinquedos, acessórios e vestuário 
● Concorrentes diretos: Nuk, Philips Avent, MAM, Gerber, Bugaboo, Graco e Fisher-Price 
● Ícones: O pioneirismo em seu segmento 
● Slogan: Dove c’é un bambino. (Onde há um bebê.) 
● Website: www.chicco.com.br 

A marca no mundo 
A CHICCO, líder mundial na venda de produtos destinados à crianças entre 0 e 36 meses, possui mais de 500 lojas, somente na Itália estão localizadas 280 delas, e presença em mais de 130 países ao redor do mundo. Além disso, os produtos da marca são comercializados em grandes varejistas e lojas especializadas. Os maiores mercados da marca, que fatura anualmente aproximadamente €900 milhões, são Itália, Espanha, Estados Unidos, Portugal, França, Brasil e Alemanha. Mais de 60% de suas vendas são geradas pelo mercado exterior. 

Você sabia? 
A CHICCO produz mais de 10 milhões de peças de brinquedos por ano e anualmente lança mais de 60 novos tipos. 
As mamadeiras e os copos da marca são livres de BPA (Bisfenol A), um químico industrial usado para fazer um plástico rígido, conhecido como policarbonato, e que pode oferecer riscos à saúde, em especial para bebês e crianças menores de 2 anos. 
A pronúncia correta da marca é KEE-ko


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 28/8/2013