10.10.06

PHEBO


Ele é sem dúvida nenhuma o sabonete mais famoso do Brasil. Formato oval, ingredientes naturais e um odor característico, inconfundível e inigualável, que há tempos muitos tentam imitar, mas não conseguem. O sucesso da marca PHEBO, ícone do segmento de higiene no mercado brasileiro, se tornou caso de estudo na história da construção de marcas e símbolo de vida longa nas pias, banheiros e prateleiras do país. Afinal a marca tem o poder de transportar os consumidores para uma viagem por suas raízes sensoriais, resgatando aromas que remetem à infância e são indissociáveis de sua história. 

A história 
Tudo começou em 1930 quando os primos portugueses Antônio Lourenço da Silva e Mário Santiago fundaram na cidade de Belém - em pleno coração da Amazônia - a Perfumaria Phebo, com a visão de criar uma marca de perfumaria de altíssima qualidade, com fragrâncias marcantes e originais. O nome Phebo, o Deus do Sol da mitologia grega, que irradia calor e energia, foi escolhido para simbolizar o nascimento de uma nova era da perfumaria brasileira. O ambicioso sonho era criar um sabonete brasileiro que fosse tão bom quanto ingleses e franceses considerados na época os melhores do mundo. Os dois primos, perfumistas de grande talento, desenvolveram um sabonete à base de glicerina, oval, transparente e escuro, além de luxuosamente embalado, inspirado no Pear’s Soap (um sabonete inglês muito popular lançado em 1789). Diversas essências naturais da região foram pesquisadas, até obterem uma fórmula que combinava essência de pau-rosa da Amazônia e mais uma centena de ingredientes, como sândalo, cravo da Índia e canela de Madagascar, entre outras. Seria o primeiro sabonete com padrão internacional de perfumaria do mercado brasileiro.


O novo produto, batizado de PHEBO ODOR DE ROSAS, foi lançado oficialmente no mercado em 1931 com o slogan “sabonete de charme inglês”. No início, as dificuldades eram grandes. O produto viajava de navio para o Rio de Janeiro e São Paulo, onde era oferecido em consignação a comerciantes que não tinham muito interesse em comprar um sabonete que custava cinco vezes mais que os similares nacionais da época. O primeiro grande pedido conseguido pela empresa foi para um cliente de Manaus, a farmácia J.G. de Araújo: seis dúzias de sabonetes que demoraram oito semanas para chegar ao ponto de venda. Um ano depois, a tradicional loja de departamento paulista Mappin encomendou 25 dúzias e se tornou o principal cliente da empresa. Em 1941, a empresa lançou a lavanda PHEBO, inspirada nos Alpes Suíços e que pouco depois, em 1946, foi renomeada como Colônia Seiva de Alfazema, produto fundamental para a conquista dos mercados do sul do país.


A qualidade dos produtos PHEBO e a originalidade de suas fragrâncias fizeram com que a marca conquistasse, ao longo das décadas, um lugar cativo no lar de quase todos os brasileiros, tornando-se querida por todos e estabelecendo um tipo de fidelidade única que foi seguida de geração a geração. O criador da marca, o português Mário Santiago, desenvolveu o perfume dos sabonetes PHEBO até 1980, quando resolveu terceirizar a fabricação da fragrância. Foi então que novos perfumes como Patchouly, Naturelle e Amazonian, foram desenvolvidos, sempre mantendo a mesma base e formulação original. Depois de passar pelas mãos de empresas multinacionais como as americanas Procter & Gamble e Sara Lee, a essência original se perder e o faturamento cair para R$ 36 milhões, a PHEBO foi adquirida, em janeiro de 2004, pela tradicional Granado, fundada em 1870.


Rapidamente a nova proprietária descobriu que os consumidores haviam percebido a alteração da fórmula de PHEBO e desejavam ter de volta o perfume original. A empresa, então, resolveu recompor a fórmula original do tradicional sabonete e foi buscar um dos perfumistas que trabalhou na formulação do produto no final dos anos de 1970, Renato Salvi, já em uma recriação bastante inspirada da fragrância original, que precisou ser substituída em função de algumas impossibilidades técnicas, como por exemplo, a continuidade da utilização do óleo de pau-rosa, que hoje é obtido de forma sintética, uma vez que a árvore está ameaçada de extinção. O sabonete PHEBO passou a ser fabricado com base 100% vegetal, oferecendo mais suavidade, deixando a pele macia pela sua ação emoliente, trazendo uma espuma mais intensa e cremosa e uma fragrância mais duradoura. Todas as suas embalagens foram também alteradas e reformuladas, se tornando mais sofisticadas e atrativas. Além disso, a empresa investiu R$ 30 milhões em uma nova fábrica e iniciou exportações para os Estados Unidos. Tudo para resgatar uma marca que já foi símbolo de sofisticação, disputava a preferência entre os consumidores com maior poder aquisitivo e faturava US$ 80 milhões em seus tempos áureos.


E as novidades não pararam por aí. Nos anos seguintes a linha PHEBO foi expandida sem perder o ar nostálgico que tanto encanta seus fiéis consumidores. Surgiram novas versões do sabonete, como por exemplo, Toque de Lavanda, Frescor da Manhã, Flores da Primavera e Brisas Tropical. Mas a principal novidade foi que ao aliar toda sua tradição à experiência com produtos de beleza, a PHEBO lançou, pela primeira vez em sua história, uma linha de cosméticos, especialmente voltado para meninas e mulheres atualizadas com as últimas tendências de moda e beleza, a PHEBO GIRLS. O marco do reposicionamento da marca aconteceu em 2007, através da parceria com a estilista Isabela Capeto, que resultou em uma fragrância exótica e cujo frasco era em formato de bonequinha. Em 2010, para comemorar seus 80 anos de mercado a tradicional marca lançou seu site. Inspirada pelas cores vibrantes das embalagens dos produtos, a página era a reprodução de uma floricultura ilustrada pela francesa Anne Marie Helies. Como grande destaque, a possibilidade de fazer compras dos produtos da PHEBO e Granado ao mesmo tempo. Nos anos seguintes a marca PHEBO ingressou em novos segmentos de mercado como hidratantes e maquiagens, e até inaugurou uma loja-conceito. Além disso, Em 2013, os produtos da PHEBO começaram a ser vendidos na tradicional loja de departamento Le Bon Marché, a mais luxuosa de Paris.


Nos últimos anos a reviravolta da marca PHEBO foi impressionante: antes popular e desprestigiada, agora tradicional e clássica relembrando os tempos áureos e luxuosos da década de 1930. A qualidade dos produtos PHEBO e a originalidade de suas fragrâncias fizeram com que a marca conquistasse, ao longo dos anos, um lugar cativo no lar de todos os brasileiros, tornando-se querida por todos e estabelecendo uma relação de fidelidade passada de geração para geração. Esta tradição, aliada à competência da marca, alçou a PHEBO ao topo das marcas de cosméticos mais respeitadas do mercado brasileiro, tornando-se sinônimo de luxo, glamour e moda.


A linha do tempo 
2005 
Lançamento da colônia PHEBO ÁGUA DE ALFAZEMA, inspirada na tradição antiga. A fragrância preferida pelos Filhos de Gandhy ganhava um delicioso toque de modernidade, tornando-a mais fresca e discreta. 
O sabonete PHEBO Odor de Rosas ganhou a versão líquida com o mesmo perfume tradicional. 
2007 
Lançamento da linha de cosméticos PHEBO GIRLS. A linha era composta por perfumes com fragrâncias suaves, sabonetes (nos aromas uva, melão e morango), hidratantes e espumas de banho (que também podiam ser usadas como sabonete líquido), todos com glitter na fórmula e efeito purpurina, tornando a linha ainda mais colorida, moderna e atraente. 
Lançamento de sabonete e sais de banho com fragrância de alfazema. Conhecida como a mais perfumada de todas as lavandas, a alfazema oferece uma sensação de bem-estar e frescor inigualável. No sabonete cremoso PHEBO, não é diferente. Formulado com manteiga de Murumuru, o sabonete possui alta porcentagem da fragrância, garantindo maior refrescância e perfume durante e após o banho. 
Estreando no mundo da perfumaria, Isabela Capeto escolheu a PHEBO para desenvolver uma fragrância que parte da inocência e feminilidade, e brinca com uma sensualidade elegante. O perfume, que também marcou a entrada da PHEBO neste segmento de mercado, levava o nome da estilista e vinha em um frasco diferenciado: a bonequinha vermelha, marca registrada da estilista, e embalado em uma caixa de presente. 
2008 
Lançamento de uma coleção de Águas de Colônias que misturam cores modernas e embalagens vintages com fragrâncias como Água de Íris (frasco roxo), Citrus (frasco amarelo), Lavanda (frasco verde), Neroli (frasco laranja) e Rosas (frasco rosa). 
2009 
Lançamento de velas perfumadas com a marca PHEBO. 
Lançamento de uma linha de difusores de ambiente. 
Lançamento do perfume Guamá, inspirado na riqueza e profundidade das águas da região amazônica. 
2010 
Lançamento de uma nova fragrância inspirada em exóticas especiarias, para sua tradicional linha de sabonetes, em barra e líquido: Raiz do Oriente
2011 
Lançamento de dois perfumes inspirados em fragrâncias da natureza, Samambaia e Âmbar, para mulheres sofisticadas e femininas. 
2012 
Lançamento de uma linha de maquiagem com mais de 200 itens, incluindo primer, corretivos, bases, BB Balm, pós, blushes, sombras, lápis, máscara, batons e gloss. Os itens podem ser encontrados em diferentes texturas e formas de aplicar, para atender aos diferentes gostos, tipos de pele e diferentes idades. 
Inauguração da primeira loja-conceito da marca no Rio de Janeiro. 
2016 
Lançamento do novo perfume PRIMAVERA, uma combinação das notas florais transparentes e leves.


Um ícone tradicional 
Desde a sua concepção, o design do sabonete PHEBO é praticamente o mesmo - tanto o produto em si, quanto a sua embalagem. O desenho e a combinação das cores da embalagem fazem do sabonete um produto marcante, ainda hoje. A palavra PHEBO mantém a tipografia de letra ornamentada, em versal/versalete com o P rebaixado, destacando-se no selo em oval que traz a identificação e características do produto, circundado por um florão que pode ser associado tanto ao odor de rosas do primeiro sabonete quanto às coroas de Phebo, o Deus grego do Sol. Ao comemorar 80 anos em 2010, a tradicional marca se inspirou nas antigas embalagens para recuperar a estética retrô e criar uma nova tipografia com mais requinte. A ilustração da rosa, ícone dos sabonetes PHEBO, foi redesenhada e o símbolo oval, importante na comunicação da marca, foi recriado a partir do conjunto de rosas. Além disso, o papel brilhoso foi substituído pelo fosco, dando mais sobriedade ao produto. A escolha por cores vibrantes nas embalagens ainda faz uma alusão a explosão de perfumes dos produtos da marca.


A evolução visual 
A identidade visual da marca PHEBO passou por algumas modificações, como pode ser visto na imagem abaixo.


Os slogans 
O bem estar fica. 
Há algo de Phebo no ar. (desodorante) 
O único grande prazer desta vida, com preço de sabonete.
Sabonete de charme inglês. (1931)


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1930 
● Criador: Antônio Lourenço da Silva e Mário Santiago 
● Sede mundial: Belém, Pará, Brasil 
● Proprietário da marca: Casa Granado Laboratórios Farmácias e Drogarias, S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Christopher Freeman 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 5 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Higiene e beleza 
● Principais produtos: Sabonetes, desodorantes, colônias e maquiagens 
● Concorrentes diretos: Lux, Albany, Francis, Nivea, Neutrogena e Dove 
● Ícones: O formato e o perfume inconfundível do sabonete Odor de Rosas 
● Slogan: O bem estar fica. 
● Website: www.granado.com.br/Phebo 

A marca no mundo 
Atualmente a marca PHEBO, líder no segmento de sabonete de glicerina com aproximadamente 50% de participação de mercado no Brasil, e que possui uma ampla linha de produtos (sabonetes, desodorantes, hidratantes, colônias, perfumes, velas perfumadas, difusores de ambiente, sais de banho e maquiagem) comercializa seus produtos em todo território nacional e alguns outros poucos países sul-americanos. Por mês, são produzidos mais de 8 milhões de sabonetes PHEBO somente na fábrica de Belém. 

Você sabia? 
Carro chefe da marca, a fragrância “Odor de Rosas” é atualmente responsável por 35% das vendas da linha de sabonetes. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Época Negócios, Isto é Dinheiro e EmbalagemMarca), jornais (Meio Mensagem, Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 30/3/2017

BÉNÉDICTINE


De cor dourada, delicioso sabor e buquê complexo, a receita dessa delícia, chamada BÉNÉDICTINE, conta com 27 ervas e é guardada em segredo a mais de cinco séculos. Por sua individualidade e tradição, o BÉNÉDICTINE transformou-se em um dos mais famosos licores do mundo, só comparável em personalidade, talvez ao Chartreuse, outro licor de ervas produzido originalmente em mosteiros. 

A história 
O BÉNÉDICTINE é considerado o licor mais antigo do mundo. Sua criação data de 1510 quando o monge beneditino que o inventou, Dom Bernardo Vincelli, habitava um mosteiro na pitoresca cidadezinha litorânea de Fécamp, na Normandia, França. Ele misturou uma enorme variedade de ervas e plantas dos quatro cantos do mundo para criar um elixir medicinal único, destilado no próprio mosteiro. Durante séculos os monges guardaram sigilosamente a receita do delicioso elixir, que fazia enorme sucesso. O local foi saqueado durante a Revolução Francesa em 1789 e a fórmula do delicioso elixir ficou desaparecida até 1863, quando caiu nas mãos de um colecionador de arte religiosa e comerciante de vinhos local, chamado Alexandre Prosper Hubert Le Grand, descendente de um provedor do mosteiro, que encontrou a receita em um velho grimoire (livro de poções e magia) na biblioteca de sua família, e resolveu decifrar a fórmula e retomar sua fabricação com a ajuda de um químico, mantendo a tradição de que somente três pessoas podiam conhecer sua fórmula secreta.


Após várias tentativas, ele conseguiu aperfeiçoar a fórmula original e começou a fabricar novamente o licor, agora batizado de BÉNÉDICTINE em homenagem aos monges beneditinos, lançando-o no mercado em uma garrafa com forma e rótulos facilmente reconhecíveis. Em 1873 já eram produzidas mais de 150 mil garrafas do famoso licor. As letras D.O.M. que aparecem no rótulo da garrafa do licor são abreviatura de DEO OPTIMO MAXIMO (em latim, “para Deus, só o melhor e o maior”). O sucesso do licor era tanto que Alexander resolveu construir um extravagante palácio e um museu de arte para abrigar a destilaria, que foi inaugurado em 1882. Atualmente transformados em atrações turísticas locais e onde o licor é produzido, o Palais Bénédictine, onde é possível fazer uma visita guiada para observar alambiques com mais de 150 anos ainda em uso, a sala dos barris onde o licor é envelhecido e a moderna galeria de arte que contém uma das maiores coleções mundiais de Juan Miró. O museu recebe mais de 150 mil visitantes anualmente.


Nos anos seguintes o licor, que ficou extremamente famoso na França por ser considerado um ótimo digestivo, foi introduzido em muitos outros países do mundo e conquistou enorme popularidade, especialmente entre os lordes e nas forças armadas da Grã Bretanha durante a Primeira Guerra Mundial. Na década de 1930, um dos descendentes de Le Grand ficou impressionado por um coquetel feito pelo barman chefe do famoso Club 21 em Nova York, que misturava o tradicional licor com um pouco de conhaque para torná-lo mais seco. Foi então, que por volta de 1937, a empresa lançou no mercado o B&B (abreviação de Bénédictine e Brandy), que nada mais era que o tradicional licor misturado a conhaque com graduação alcoólica de 43%.


No final dos anos de 1970, mais precisamente em 1977, a empresa lançou o Café Bénédictine, uma mistura do tradicional BÉNÉDICTINE com licor de café. Na década de 1980 o B&B foi divulgado no mercado através de uma campanha publicitária que tinha um slogan provocativo: “Viver bem é a melhor vingança”. Depois de passar pelas mãos da italiana Martini & Rossi, no início da década de 1990 a tradicional marca foi adquirida pela Bacardi Limited, ganhando assim uma melhor distribuição global. A marca ainda produz o BÉNÉDICTINE SINGLE CASK, um variação do tradicional licor, com graduação alcoólica pouco maior (43%), embalado em uma garrafa preta, e que somente é encontrado na loja localizada na sede da empresa na França. O licor BÉNÉDICTINE é composto por 27 ervas, plantas e cascas de árvores, entre as quais se destacam melissa, canela, chá, tomilho, coentro e noz-moscada. A extração das essências aromáticas é feita por complicados processos de maceração e infusão em álcool, em várias etapas e em rígida sequência. A produção de uma garrafa leva três anos, seguidos de quatro outros anos de envelhecimento.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas remodelações ao longo dos anos.


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Lançamento: 1863 
● Criador: Alexandre Le Grand 
● Sede mundial: Fécamp, França 
● Proprietário da marca: Bacardi Limited 
● Capital aberto: Não 
● CEO & Presidente: Michael Dolan 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 90 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Licores 
● Concorrentes diretos: Drambuie, Cointreau, Grand Marnier, Marie Brizard, Frangelico, Licor 43 e Green Chartreuse 
● Ícones: A forma da garrafa 
● Slogan: A zest of eternity. 
● Website: www.benedictinedom.com 

A marca no mundo 
Atualmente o BÉNÉDICTINE, um dos licores mais famosos e sofisticados do mundo, com forte presença especialmente nos países europeus e nos Estados Unidos, é comercializado em mais de 90 países. Aproximadamente 90% de sua produção é exportada. 

Você sabia? 
O BÉNÉDICTINE é o típico licor de fórmula secreta, e inimitável, ainda que os alemães insistam em copiá-lo com uma série de licores chamados diktiner. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek e BusinessWeek), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 24/1/2017

8.10.06

CANAL RURAL


Há mais de 20 anos o CANAL RURAL leva informação e entretenimento a milhões de produtores rurais, oferecendo a quem alavanca a economia do país soluções em multiplataforma desde notícias em primeira mão, perspectiva de especialistas em todos os segmentos que influenciam a economia, leilões, presença nos eventos e feiras mais importantes, até capacitação de profissionais com projetos que levam conhecimento e técnica de especialistas a vários extremos do Brasil. 

A história 
O CANAL RURAL foi resultado de um grande empreendimento lançado por uma parceria entre o Grupo RBS, empresa de comunicação fundada em 1957, sendo pioneira no modelo regional de televisão no Brasil, e a programadora Globosat. O canal, primeira e bem sucedida experiência nacional de televisão voltada para o público rural brasileiro, em especial para os produtores dedicados às mais diferentes atividades de agricultura e criação de animais, entrou no ar no dia 11 de novembro de 1996. A iniciativa surgiu com a proposta de valorizar a atividade rural e o agronegócio pela modernização da política agrícola e pelo incentivo à competitividade, com novos conceitos de produção e valorização do homem no campo. A programação possuía um conteúdo dirigido ao agronegócio, sendo a primeira emissora nacional voltada para o setor primário, que representa aproximadamente 25% do PIB do país.


No primeiro momento, o CANAL RURAL estava disponível aos usuários de antenas parabólicas, nas três tecnologias disponíveis (cabo, satélite e MMDS). Inicialmente o CANAL RURAL tinha uma grade com 19 horas de programação (das 5h às 24h), com uma visão profissional das atividades do setor. A programação era constituída por telejornais, serviços de meteorologia, cotações de produtos e programas educativos e de informação tecnológica, além de entretenimento. Desde o início, o CANAL RURAL se destacou na cobertura de shows regionais, feiras e rodeios pelo país afora. Depois de completar um ano, a sede, que ficava em São Paulo, foi transferida para Porto Alegre no Rio Grande do Sul.


Naquele momento foi necessário fazer uma reavaliação da grade de programação, porque o sinal do CANAL RURAL passaria a ser transmitido apenas pelo sistema a cabo NET e parabólicas digitais Sky, atingindo empresários, políticos e grandes produtores do setor. Sendo assim a emissora optou por uma programação mais técnica, além de um estilo de jornalismo voltado para empresários que tinham interesses no campo, mas viviam na cidade. Com a captação do sinal através do sistema cabo e parabólica, o público potencial do CANAL RURAL passou de 7 milhões de telespectadores para 34 milhões. O canal fez a primeira transmissão no setor de leilões mostrando o Leilão BT, de equinos crioulos, na cidade de Esteio, no mês de março de 1999. Depois dessa iniciativa bem-sucedida, o CANAL RURAL, no mês de abril de 2000, transmitiu o leilão de gado da raça Nelore da Terra Roxa, de Londrina, no Paraná. Em 2007 estreou um novo posicionamento, visual e linha editorial. Novos cenários, programas, vinhetas e identidade visual estrearam junto com o slogan “Canal Rural: A TV do Agronegócio. A Força do Campo”. Entre as novidades, videoclipes no programa “Rural Clip”, boletins jornalísticos no “Campo Online” e programas de variedades, abordando culinária, turismo e história - sempre com temas relacionados à vida no campo, com interatividade e opinião.


Em 2010 lançou um projeto inovador para o setor: C2Rural, uma plataforma que permite a transmissão de programação exclusiva ao vivo, a partir da internet, com qualidade de televisão, além de interatividades como chats e links de notícias. Como parte de suas comemorações de 15 anos, o canal lançou em 2011 uma plataforma online para reunir todo o conteúdo produzido pela TV e pelo site, batizada RuralBR. Um ano após seu lançamento, o portal comemorava a liderança de audiência entre os sites brasileiros dedicados ao agronegócio. Ainda em 2011 introduziu o LANCE RURAL, um portal inovador, moderno, simples e completo, focado exclusivamente no mundo dos leilões. Era uma ferramenta idealizada pela emissora que contabiliza mais de 7.5 mil remates transmitidos ao vivo para todo o Brasil e é líder na veiculação desses eventos. O LANCE RURAL também vem contribuindo, através das transmissões online, para divulgar diversos eventos rurais e competições, como o Freio de Ouro (principal prova da raça crioula). No dia 20 de fevereiro de 2013 foi anunciada a compra da emissora pela J&F Participações, que controla a JBS, então maior empresa de processamento de proteína animal do mundo. No dia 22 de junho de 2016 foi criado o CANAL RURAL X, voltado às reprises de conteúdo selecionado do CANAL RURAL e programas exclusivos.


Nos dias de hoje, com mais de 20 anos de história, o CANAL RURAL se consolidou como o principal veículo de comunicação do país dirigido ao agronegócio. Sua programação contempla noticiários atualizados de amplitude regional, nacional e internacional, sobre temas de interesse da agropecuária, além de programas com a divulgação de técnicas agropecuárias e novidades voltadas para o campo, com ênfase para os resultados de pesquisa, além da transmissão ao vivo, para todo o país, de leilões de animais de diferentes espécies.


A evolução visual 
Com pouco mais de uma década de vida, o CANAL RURAL modernizou, em 2007, totalmente sua identidade visual, adotando um logotipo onde a letra R em verde ganhou enorme destaque.


Os slogans 
É muito mais do que você imagina. (2015) 
A TV do Agronegócio. A Força do Campo. (2007) 
Ligado no Brasil. (2004)


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 11 de novembro de 1996 
● Criador: Grupo RBS e Globosat 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Canal Rural Produções Ltda. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da J&F Participações S.A.) 
● Presidente: Júlio Cargnino 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 380 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Noticiários, leilões e programas sobre agronegócio 
● Concorrentes diretos: Agrobrasil TV, AgroCanal e Terra Viva 
● Ícones: As transmissões de leilões 
● Slogan: É muito mais do que você imagina. 
● Website: canalrural.uol.com.br 

A marca no Brasil 
O CANAL RURAL, pioneiro na TV segmentada no setor do agronegócio, tem cobertura nacional e é reconhecido como a principal emissora de televisão deste segmento, possuindo um público potencial superior a 110 milhões de pessoas (ou 43 milhões de lares). O canal também é pioneiro e líder na transmissão de leilões, cobrindo mais de 400 eventos por ano em todas as regiões do país. Sua programação é distribuída por todo o país por cabo e satélite, oferecendo 18 horas diárias de jornalismo, tecnologia, serviços, entretenimento e leilões rurais. Além de TV segmentada, a marca engloba portal de notícias, leilões, eventos, aplicativos e educação para o agronegócio. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Exame, Veja, Isto é Dinheiro e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 12/7/2018

DEUTSCHE WELLE (DW)

De alemão a árabe, passando pelos idiomas português, inglês, urdu e chinês. Em 30 idiomas diferentes, notícias, atualidades, cultura e a língua alemã são difundidas diariamente com qualidade e precisão para todo o mundo pela DEUTSCHE WELLE, a empresa de comunicação internacional da Alemanha.

A história
A história da emissora começou no dia 3 de maio de 1953 quando foi levada ao ar uma transmissão radiofônica em ondas curtas, dirigida a cidadãos alemães em todo o mundo. A mensagem – “aos queridos compatriotas em todo o mundo” – fora gravada pessoalmente pelo então presidente da Alemanha, Theodor Heuss, que salientou que o papel da nova emissora era buscar a distensão e difundir a imagem da Alemanha do pós-guerra, informando ao mundo sobre os acontecimentos políticos, econômicos e culturais do país. As três horas de programa no primeiro dia tiveram música clássica, incluindo obras de Beethoven e valsas vienenses, além de um bloco de notícias, um comentário e canções populares. No programa piloto da série “Como vivemos”, foi apresentada uma reportagem especial sobre Berlim. Poucas semanas mais tarde, em 11 de junho, foi assinado um contrato entre membros da rede pública ARD para a criação da programação conjunta em ondas curtas sob o nome DEUTSCHE WELLE (em português “onda alemã”). Primeiramente, ficou sob responsabilidade do Nordwestdeutscher Rundfunk (NWDR), mais tarde do Westdeutscher Rundfunk (WDR) em Colônia, cujo diretor geral assumiu também o comando da DW, abreviação pela qual a empresa ficou carinhosamente conhecida.


Um ano depois, tiveram início as transmissões radiofônicas em inglês, francês, espanhol e português. Em pouco tempo, a DW conquistou posição permanente entre as quatro principais emissoras internacionais do mundo. As transmissões regulares da DW-RADIO por ondas curtas para o Brasil foram iniciadas em 1957. Cinco anos depois, foi criada a Redação Brasileira: houve então um considerável aumento da equipe e do tempo de transmissão para o Brasil. Ainda neste ano, a programação foi ampliada e passou a ser transmitida em outros idiomas, como por exemplo, persa, turco, russo, polonês, tcheco, eslovaco, húngaro, sérvio e croata. No ano seguinte, as transmissões estavam disponíveis também em indonésio, búlgaro, romeno e esloveno, além dos idiomas africanos suaíli e hauçá. Nesse mesmo ano, a DEUTSCHE WELLE produziu pela primeira vez cópias de filmes para televisão. A programação foi ampliada outras duas vezes, em 1964 e 1970, passando a oferecer conteúdo também em grego, italiano, hindi e urdu, e depois em pashtun e dari. Em 1974, foi inaugurada uma nova sede de transmissão na cidade de Colônia. Com a reunificação da Alemanha em 1990, a Radio Berlin International (RBI), encarregada da transmissão de conteúdos em línguas estrangeiras na antiga República Democrática Alemã, deixou de existir e muitas de suas tarefas foram incorporadas pela DEUTSCHE WELLE.


Em 1º de abril de 1992 foi ao ar em Berlim a primeira transmissão televisiva da DEUTSCHE WELLE (DW-TV), nos idiomas alemão e inglês. O novo programa, transmitido via satélite, foi rapidamente ampliado para espanhol e albanês. Com a reestruturação do sistema público de televisão alemão, que determinou a incorporação da emissora de rádio DeutschlandFunk pela DeutschlandRadio, a DW incorporou também alguns dos programas em língua estrangeira da extinta emissora. Um ano depois, em 1994, a DEUTSCHE WELLE se tornou a primeira emissora pública alemã com presença na internet. A programação foi ampliada mais uma vez em 2000, passando a incluir o idioma ucraniano.


Até 2003, a sede da organização ficava na cidade de Colônia. Foi na ocasião de seu 50º aniversário (com cerimônia oficial em 27 de junho) que a DW se mudou para o antigo bairro do governo em Bonn. Lá são produzidos os programas de rádio, enquanto a produção televisiva é toda feita e produzida em Berlim. Em janeiro de 2005 foi inaugurado o serviço de transmissão em árabe. Atualmente, a empresa calcula que um total de mais de 200 milhões de ouvintes e telespectadores em todo o mundo acesse seus conteúdos semanalmente.


A evolução visual
A identidade visual da marca sofreu alterações ao longo dos anos. Após uma primeira mudança radical ocorrida em 1995, no mês de fevereiro de 2012 a DEUTSCHE WELLE apresentou oficialmente sua nova identidade visual, que se tornou mais forte e atraente.


A abreviatura DW, pela qual a emissora ficou conhecida, também seguiu os padrões da nova identidade visual da marca.


Dados corporativos
● Origem:
Alemanha
● Fundação:
3 de maio de 1953
● Fundador:
Governo Alemão
● Sede mundial:
Bonn e Berlim, Alemanha
● Proprietário da marca: ARD
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman:
Peter Clever
● Diretor geral:
Erik Bettermann
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global:
+ 60 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
1.500
● Segmento:
Comunicação
● Principais produtos:
Televisão, rádio e internet
● Concorrentes diretos:
BBC World, TVE, RAI e RFI
● Slogan:
At the Heart of Europe.
● Website: www.dw.de

A marca no mundo
Atualmente a DW é a 10º maior emissora do mundo, transmitindo para mais de 60 países do mundo programas de rádio em 30 línguas, além de oferecer uma programação televisiva em quatro idiomas (alemão, inglês, árabe e espanhol) e um amplo portal de conteúdo on-line em 30 línguas com ênfase no alemão, inglês, espanhol, português, russo e chinês. A televisão (DW-TV) é conhecida por 97 milhões de pessoas com mais de 15 anos de idade em todo o mundo. Destes, 22 milhões assistem aos seus programas com regularidade. Já as transmissões de rádio são ouvidas regularmente por 28 milhões de pessoas. A emissora ainda mantém escritórios e estúdios nas cidades Washington, Moscou e Bruxelas. Embora seja um órgão de direito público e as verbas (em 2012 o orçamento é de aproximadamente €271 milhões) venham dos cofres estatais, os profissionais de rádio, televisão e online da emissora decidem em reuniões de redação sobre os temas que enfocam, de forma independente, soberana e responsável.

Você sabia?
Atualmente a tarefa da DW, prevista em lei, é divulgar uma imagem completa da vida política, econômica e cultural da Alemanha, uma visão ampla e objetiva dos acontecimentos mundiais, bem como esclarecer a posição alemã sobre questões importantes.
Em agosto de 1924 foi fundada a Deutsche Welle GmbH, uma associação de todas as emissoras radiofônicas regionais, que não tem nada a ver com a atual DW.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 19/3/2012

INTERCONTINENTAL HOTELS


A rede de hotéis INTERCONTINENTAL oferece conforto, praticidade e serviços excepcionais em dezenas de metrópoles do mundo, sendo um dos destinos preferidos de turistas e viajantes a negócios. Cada propriedade oferece estilo próprio, da elegância clássica ao urban chic, e resorts em paradisíacas praias tropicais, tornando-a a rede ideal para viajantes exigentes e que sabem o que desejam. 

A história 
Tudo começou logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, período em que aconteceu um boom de turistas e viajantes de avião pelo mundo. Juan Trippe, que estava no comando da tradicional Pan American World Airways (mais conhecida como PanAm), empresa aérea fundada em 1927, percebeu uma grande oportunidade: construir hotéis nas rotas servidas pela companhia aérea que pudessem ser uma opção de hospedagem aos viajantes da PanAm. Foi então que, como parte do plano de expansão da companhia na América Latina e posteriormente no resto do mundo, no dia 4 de abril de 1946, a empresa foi fundada, adotando o nome de InterContinental Hotels Corporation. O primeiro hotel da rede foi inaugurado em 1947 com o nome de Hotel Grande, localizado na cidade de Belém, no Brasil, quando poucos conheciam o conceito de hotel cinco estrelas. Rapidamente outros hotéis foram sendo construídos ao longo de suas rotas, principalmente na América Latina, como por exemplo, o Tamanaco InterContinental, em Caracas na Venezuela, e o Hotel Tequendama InterContinental Bogotá na Colômbia.


Os hotéis serviam não somente milhares de turistas, mas também como base de hospedagem de seus 40 mil funcionários, incluindo comissários de bordo e pilotos. Como uma das primeiras redes internacional de hotéis, cada unidade eram planejada para oferecer uma experiência agradável e única, principalmente aos viajantes à negócios. Ainda na década de 1950 a rede inaugurou sua primeira unidade hoteleira na região do Caribe. A década seguinte foi marcada por uma grande expansão internacional, com a rede inaugurando suas primeiras unidades fora da América Latina, sendo uma das primeiras a estabelecer hotéis na região do Oriente Médio, Ásia e África. Em 1963, num período de duas semanas, a rede inaugurou quatro unidades na Europa. Os anos 60 também ficaram marcados pelo lançamento do Six Continents Club, primeiro programa de fidelidade de hóspedes da indústria hoteleira.


Na década de 1970, várias outras unidades foram inauguradas em cidades importantes dos Estados Unidos como San Francisco e Nova York, e o INTERCONTINENTAL se tornou uma rede de hotéis sofisticada hospedando nomes famosos que incluíram George V e a Rainha Mary, o príncipe Rainier e a princesa Grace, Ava Gardner, Josephine Baker, Martin Luther King Jr. (que escreveu seu mais inspiracional discurso no ano de 1963 em um quarto do hotel de Washington), Nat King Cole, Imelda Marcos, Margaret Thatcher, Louis Armstrong, e os presidentes Ronald Reagan e Jacques Chirac. No início da década de 1980, com a crise financeira vivida pela companhia aérea, a rede INTERCONTINENTAL, então com 83 hotéis localizados em 47 países, foi vendida no dia 10 de setembro de 1981. Os novos proprietários deram prosseguimento ao plano de expansão da rede com a inauguração de unidade em cidades como Nova Orleans, Miami e Washington, além de uma suntuosa unidade na cidade do Cairo, nas margens do Rio Nilo. Na década de 1990, a rede reingressou no mercado mexicano com a inauguração de hotéis em importantes cidades turísticas como Cancun, Cozumel, Cidade do México, Los Cabos, Puerto Vallarta e Ixtapa.


Em 1998 a rede foi adquirida pelo Grupo Bass plc (uma tradicional cervejaria britânica que estava investindo no segmento de hotelaria) por aproximadamente US$ 500 milhões. Nos anos seguintes a rede continuou seu desenvolvimento com inauguração de hotéis e resorts, especialmente nos Estados Unidos. Até 2003, a marca pertencia a Six Continents, uma subsidiária da tradicional cervejaria Bass. Com a separação das unidades de negócios, foi criada a InterContinental Hotels Group, que hoje administra 11 marcas internacionais de hotéis em mais de 100 países, incluindo a INTERCONTINENTAL.


Em 2006, a rede inaugurou dois importantes hotéis: em Londres e na cidade de Boston. No ano seguinte o INTERCONTINENTAL inaugurou seu hotel de número 150 em Dubai; e, em 2008, mais dois novos hotéis foram inaugurados na China, que se tornou um mercado extremamente importante para a empresa. Mais recentemente, em 2010, os icônicos hotéis The Venetian e The Palazzo em Las Vegas, foram integrados a rede INTERCONTINENTAL. Além disso, em 2012, a rede inaugurou um luxuoso e sofisticado hotel na cidade de Doha no Catar. Em 2013, a rede INTERCONTINENTAL HOTELS & RESORTS foi considerada a marca líder de hotel do mundo, pelo quarto ano consecutivo, assim como também melhor hotel para negócios do mundo pelo segundo ano consecutivo, pela World Travel Awards. A INTERCONTINENTAL foi a primeira marca de hotel a oferecer informação de concierge específica para os destinos globais através de sites e vídeos, de forma que os hóspedes possam desfrutar de experiências de viagem mais enriquecedoras aproveitando os profundos conhecimentos das equipes de concierges. Atualmente mais de 50 hotéis da rede INTERCONTINENTAL estão em fase de desenvolvimento e construção ao redor do mundo, com inauguração prevista para os próximos três anos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Primeiro, com a junção do nome (antes a marca era escrita como InterContinental), um novo logotipo foi apresentado, incluindo uma nova topografia de letra, mais sofisticada. Mais recentemente, o tradicional símbolo da marca, a letra “i” dentro de um ícone ovalado, foi remodelado e adquiriu uma imagem muito mais sofisticada.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 4 de abril de 1946 
● Fundador: Juan Trippe 
● Sede mundial: Denham, Inglaterra 
● Proprietário da marca: InterContinental Hotels Group Plc. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Patrick Cescau 
● CEO: Richard Solomons 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Hotéis: 183 
● Presença global: 66 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Turismo 
● Principais produtos: Hotéis de categoria superior 
● Concorrentes diretos: Hilton, Marriott, Hyatt, Sheraton, Renaissance e Westin 
● Slogan: An InterContinental life. 
● Website: www.intercontinental.com 

A marca no mundo 
Atualmente a rede INTERCONTINENTAL é composta por aproximadamente 1985 hotéis e resorts, disponibilizando mais de 60 mil quartos em 66 países ao redor do mundo. A China é o país que possui mais hotéis da rede com 30 unidades, seguida pelos Estados Unidos com 24 hotéis. A rede possui apenas um hotel no Brasil, localizado em São Paulo (recentemente reformado). A rede possuía outra unidade no Brasil, localizada em São Conrado no Rio de Janeiro, mas após a invasão de traficantes no mês de agosto de 2010, a empresa vendeu o hotel para a BHG, que o renomeou para Golden Tulip. 

Você sabia? 
Mais de 25 hotéis da rede espalhados pelo mundo são enormes, sofisticados e completos resorts. 
A suíte presidencial do hotel INTERCONTINENTAL em Miami é extremamente famosa por acomodar com conforto alguns hóspedes ilustres. É onde o Presidente Barack Obama se hospeda com frequência quando em visita á cidade. A diária desta suíte custa em torno de US$ 2.000, dependendo da época do ano. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing), e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 13/9/2013

FIORUCCI

Biquínis surpreendentemente coloridos, jeans surpreendentemente justos, camisetas e acessórios extravagantes, com muito brilho e cores berrantes, especialmente rosa-choque. Para a marca italiana FIORUCCI, nada é sagrado. A grande idéia é transformar algo comum e ordinário em moda. E esta é a real magia da FIORUCCI, o nome de um look (visual), de um conceito, de um fenômeno empresarial e social.
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A história
Tudo começou em 1962, quando o italiano Elio Fiorucci herdou de seu pai uma sapataria na cidade de Milão. Na época com apenas 22 anos, levou três pares de galochas brilhantes e coloridas para uma revista de moda semanal de Milão e convenceu os editores a publicarem uma foto. A idéia, aparentemente estranha, virou sensação no país da noite para o dia. Começava a surgir o espírito da marca FIORUCCI. Em meados desta década, começou a viajar para Londres, buscando roupas da moda. Em 1967, enquanto a América curtia Bob Dylan, The Doors, LSD e os jovens se vestiam de modo a chocar a sociedade, Milão era uma cidade conservadora e intocável pela insanidade. Foi nesse cenário que a loja da FIORUCCI em Milão, localizada na Galleria Passerella, abriu suas portas no dia 31 de maio como uma alternativa de estilo de compras. Naquela época, a loja tinha paredes laqueadas de branco, com uma grande escala azul, onde subiam e desciam as primeiras mini-saias ao som dos Beatles. Projetado pela escultora Amália Del Ponte, o espaço foi inaugurado pelo popular cantor italiano Adriano Celentano, que apareceu na abertura em um Cadillac cor-de-rosa.
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Elio trouxe a cultura jovem de Londres e da América para Milão e a apresentou aos jovens italianos, que adoraram. Eles mal haviam visto camisetas, jeans e glitter, e agora já podiam comprar tudo isso. Nada da FIORUCCI era original, exceto ela toda. A loja logo se tornou ponto de encontro dos modernos italianos. Em 1971, no meio da Guerra do Vietnam, o camuflado era o novo uniforme dos jovens pacifistas. A estampa camuflada tornou-se um clássico, ocasionalmente usado pela marca, em tons menos bélicos. Em 1974 uma segunda loja foi inaugurada na cidade de Milão em plena Via Torino e no ano seguinte em Londres, localizada na famosa Kings Roads. Ainda em 1975, os designers da grife, seguiram a trilha dos hippies e encontraram no Afeganistão aqueles casacos e jaquetas bordados com pele de ovelha, que iriam ser adotados por uma geração inteira. Eles abriram um caminho para uma grande gama de cores, roupas de brilhos exóticos, retirados de pequenos mercados ao redor do mundo.
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A FIORUCCI fez grande sucesso nos Estados Unidos com a inauguração da loja na cidade de Nova York em 1976. Entre os assíduos freqüentadores estava Andy Warhol que se divertia muito comprando objetos de plástico e onde, todos os sábados, autografava cópias da sua revista, a “Interview”. Era o começo da conquista dos jovens americanos. No ano de 1978, a montadora Alfa Romeo quis renovar o seu famoso carro Giulietta e pediu para a marca vesti-lo para a ocasião. A FIORUCCI contratou dois designers para a tarefa: os arquitetos Ettore Sotsass e Andréa Branzi. Sem alterar qualquer aspecto técnico-estrutural, os designers interferiram na atmosfera com o mote de “tudo é possível”. Até rodas azuis claras e a superfície do chassi de casca de laranja. O projeto deu ainda mais visibilidade para a grife italiana. Nesta década a marca se tornou famosa e ícone de uma geração. Viajando constantemente, Elio colhia idéias e peças que passava a uma equipe de estilistas. As roupas das lojas FIORUCCI eram jovens, novas e, com freqüência, divertidas: galochas de plástico em cores fortes; acessórios eletrônicos; camisetas com estampas computadorizadas; meias e lenços fluorescentes e jeans justos e anatômicos, que fizeram enorme sucesso.
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A marca captou o espírito do momento para um mercado predominantemente jovem, reciclando idéias antigas. No início dos anos 80, a coleção de camisetas, tops e moletons, ilustrados com os desenhos de Walt Disney nasceram. O sucesso de vendas foi tanta, que o nome da FIORUCCI entrou para a “American Multinational’s book of fame” por ter estendido a lenda do Mickey Mouse para os adultos e o universo da moda. Em 1983 inaugurou sua loja em Paris com um grande show da cantora Madonna. Era o jeito FIORUCCI de fazer barulho e chamar a atenção da mídia.
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Em 1989, passando por uma grave crise financeira (chegou a pedir falência) e de identidade, a FIORUCCI foi adquirida pela EDWIN, uma gigante japonesa do jeans Premium, por meros US$ 41 milhões em 1990. Respeitando a origem da marca italiana, todos os designers, confecção da imagem e comunicação, permaneceram no escritório de Milão. Os novos administradores ampliam o sucesso: além do vestiário, a FIORUCCI lança, no final da década, dois perfumes jovens e muitos outros acessórios. Pouco anos depois, em 1993, à partir de uma idéia da designer Gioia Magnani, um pequeno coração (estreito e comprido) apareceu pela primeira vez em uma camiseta comemorativa do Dia dos Namorados. E, logo depois, tornou-se a perfeita alusão para o frasco do segundo perfume da marca: Fiorucci Loves You. Inevitavelmente, transcendeu a ação inicial, tornando-se mais um ícone da marca.
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À partir de 2004 começa a sua expansão de franquias pela Ásia, com aberturas de uma rede de lojas no Japão (loja âncora em Tóquio), Coréia do Sul, China e Hong Kong. E à partir de 2007 começa novamente a expansão da FIORUCCI no Brasil. Apesar do império FIORUCCI ter passado por vários donos e mesmo com o passar dos anos e as mudanças, seu visual continua o mesmo: divertido e anti-fashion.
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A linha do tempo
1968
Lançamento das camisetas com temas indianos cheias de cores vibrantes e brilhos. Elas se tornaram um sucesso instantâneo.
1975
Lançamento da linha de roupas infantis com a marca FIORUCCINO.
1978
Em parceria com a Metalflex, a grife foi uma das primeiras a lançar uma linha de óculos.
1979
Inauguração da famosa loja da grife em Los Angeles, na badalada região de Beverly Hills.
1982
Em parceria com a DuPont, faz o primeiro jeans com strecht do mundo.
Re-introduziu a mini-saia com enorme sucesso. Em apenas dois meses, mais de 100 mil peças foram vendidas.
Promove o show lendário com Simon and Garfunkel em pleno Central Park, em Nova York.
1983
Lançamento de uma linha de ginástica composta por calças de lycra, body, polainas e colãs.
1985
A grife foi coroada como “Rei do Jeans” na Europa.
1989
Produz outra linha de design, desta vez assinado pela inglesa Vivienne Wetwood.
1997
Licencia sua primeira linha de produtos para casa.
1999
Lançamento do primeiro perfume da marca.
2001
Lançamento do perfume Fiorucci Love You.
2002
Desenvolve um projeto de designer, através do FIORUCCI DESIGN OFFICE, para os assentos dos aviões da companhia aérea Eurofly. Com motivos havaianos, os assentos se tornaram uma sensação entre os turistas. Devido ao bom resultado, a FIORUCCI estendeu o contrato: a partir de 2004, produtos da marca eram comercializados dentro das aeronaves; criou os uniformes dos comissários de bordo; e remodelou novamente os assentos.
2003
Lançamento da primeira linha de maquiagem da grife.
2004
Lançamento de sua linha de roupas íntimas e moda praia.
2007
Lançamento, em comemoração aos 40 anos da grife, de uma calça jeans com modelagem sequinha e o bolso bordado com a frase Love Fiorucci.
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As lojas e produtos
A FIORUCCI é inovadora na forma como moldou o conceito e visual de suas lojas. Ao invés de apenas trabalhar com a moda (vestuário: confecção e calçados), ela se transformou em uma pequena loja de conveniência, onde produtos inovadores estão ao alcance do consumidor. Desde roupas femininas, masculinas, infantis, sapatos, bolsas, acessórios, roupas íntimas e de banho, perfumes, maquiagens, até produtos para casa e gadgets, podem ser encontrados em suas deliciosas e divertidas lojas, que no mundo, fazem do ato de ir às compras, antes de tudo uma “experiência dos sentidos”.
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Os clientes são envolvidos pela música vibrante, pelo perfume de café expresso ou incenso, pelos produtos acessíveis ao toque, chocolates e deliciosas balas a vontade e pela exibição da moda em cores berrantes e formas intensas. Hoje, o jeans é o carro-chefe da marca, podendo ser encontrado em suas lojas próprias e tantas outras localizadas nos locais mais badalados do mundo. Foi FIORUCCI a primeira a lançar nas boutiques o jeans, antes vendido e posicionado como calças de trabalho. Já em 1976, a FIORUCCI vendia seu jeans por um preço acessível, posicionado com o slogan “todos podem ter”. Nesta época, custava aproximadamente 9.000 liras, enquanto um vidro de xampu custava 4.000 liras.
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Criando estilos
Ao longo dos anos a FIORUCCI ficou conhecida por seus produtos - diferentes e inusitados - e campanhas, deixando célebres algumas imagens, que trazem um revival instantâneo da marca. Mas são os detalhes que fazem a alma e o espírito da marca italiana: botões multicoloridos em camisas masculinas, a costura metálica em xales outrora comuns, exatamente o que fez daquela primeira galocha Crayola diferente de qualquer outra no mundo. A FIORUCCI consagrou alguns ícones:
- Logomarca dos anjinhos
- Calça jeans
- Dourado
(em sapatos, bolsas, botas, jeans, cintos e malas)
- Estampas de animais (tecido sintético reproduzindo as pele)
- Estrelinhas coladas nas roupas em cores pastéis e brilhantes
- O coração
- Estampas militares
- Bolsas de plástico
- Listras
- Grafismos
- Roupas em Lycra
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A logomarca dos anjos
Em 1970, FIORUCCI se tornou uma marca de verdade, adotando um logotipo, com a força de um ícone arquétipo: os dois pequenos anjos, os quais - desde então - se tornaram o símbolo mundial da marca, um gráfico decorativo colocado em cima de vestuários, acessórios e aparelhos. Os anjos, em estilo vitoriano, adaptados pelo artista gráfico italiano Ítalo Lupi, não foram escolhidos por acaso. Enquanto símbolos de liberdade e movimento são apropriados à grife que ao mesmo tempo deu início a uma verdadeira e própria revolução de cores, de fantasia e de liberdade.
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A comunicação
A marca adotou a formula criada por Oliviero Toscani, famoso fotógrafo da marca Benetton, que a posicionou na Europa e que é mantida até hoje: sensualidade, liberdade, bom humor, transgressão e irreverência. As produções elaborados pelo fotógrafo, buscam a nostalgia do passado da marca, com imagens de pin-up dos anos 60 e 70. Ressaltando a exuberância do corpo feminino, quase a transformando em uma boneca - as tornando um fetiche – mostra, porém, o outro lado, a de uma mulher no controle da situação, no comando de seu “estilo de vida”. Generosa na abundância de idéias, provocante e irônica em sua comunicação, revolucionária nas suas apresentações, o estilo FIORUCCI - um tanto humorístico, livre, sensual e ”estilo de vida” próprio - que sempre foi idolatrado pelos consumidores, procurado por estrelas e personalidades, mas também acessível para muitos. O apoio da marca foi fundamental para a abertura do inesquecível clube Studio 54 (marco na noite novaiorquina e templo mundial da disco music inaugurada em 1977 em Manhattan) e também para alavancar a carreira de Madonna, que fez sua primeira apresentação num desfile da marca.
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Dados corporativos
● Origem: Itália
● Fundação: 31 de maio de 1967
● Fundador:
Elio Fiorucci
● Sede mundial:
Milão, Itália
● Proprietário da marca: Edwin Co., Ltd
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Lojas:
+ 100
● Presença global: 120 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
3.000
● Segmento:
Vestuário
● Principais produtos: Roupas, calçados, óculos, perfumes
● Ícones: Seus jeans e os anjos de seu logotipo
● Website: www.fiorucci.it
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A marca no Brasil
A marca foi introduzida no Brasil pela especialista em moda Glória Kalil (ela representou a marca no país por 17 anos, e tudo era fabricado aqui), sua representante de 1976 a 1992. Ícone dos anos 80, a FIORUCCI lançou moda entre os jovens brasileiros, conquistou também os fashionistas da época com seus jeans e camisetas badalados e caros. Mas inexplicavelmente caiu em desgraça, devido a popularização de seus produtos e a queda de qualidade na produção de suas peças. Como em um passe de mágica, a grife perdeu seu apelo e praticamente sumiu do mercado brasileiro. Em 2007, a FIORUCCI, agora em novas mãos, começou novamente reconquistar o consumidor brasileiro com seus produtos, e principalmente com seu forte conceito. Para 2009, a marca pretende abrir pelo menos três lojas próprias. Os famosos anjinhos que eram obrigatórios nos anos 80 estão de volta ao Brasil com um mix de produto completo.
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A marca no mundo
Além das lojas em Nova York e Los Angeles, está presente por toda a Europa em cidades como Londres Paris e Milão, na América do Sul (Argentina, Chile, Peru e Colômbia), México e na Ásia (Japão, China, Coréia do Sul, Taiwan e Tailândia). Sua rede de lojas próprias conta atualmente com mais de 100 unidades.
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Você sabia?
A FIORUCCI é líder italiana em exportação no seu segmento.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 30/5/2009