9.8.07

GIBSON


Por mais de 100 anos a GIBSON tomou a iniciativa de criar as inovações que escreveram a história musical. Especialmente suas guitarras, são as grandes estrelas em cima dos palcos e companheiras inseparáveis das mãos de monstros sagrados como Keith Richards, Slash, B.B. King e Peter Green. Os instrumentos fabricados pela GIBSON são destinados a serem os clássicos de amanhã. Cada um deles possui o background de tradição, de inovação e do compromisso com qualidade que só a GIBSON pode oferecer. 

A história 
Tudo começou quando Orville H. Gibson, nascido em 1 de maio de 1856 na cidade de Chateaugay, estado de Nova York, iniciou em 1894 o reparo e a fabricação de mandolins (um instrumento de origem napolitana), bandolins e violões (sendo o primeiro a colocar cordas de aço neles), atribuindo-lhes maior qualidade sonora e durabilidade, em uma modesta oficina caseira na pequena cidade de Kalamazoo, no estado do Michigan. O senhor Gibson, que tinha estudado a construção de violinos, foi pioneiro no projeto arch top, em que o corpo do instrumento era curvo em vez de plano. Finalmente no dia 11 de outubro de 1902, fundou a Gibson Mandolin-Guitar com o objetivo de comercializá-los. No entanto, Gibson não queria construir instrumentos como os que os outros faziam: queria aplicar seus conceitos de construção de violinos e violoncelos aos bandolins e violões. Apareceram assim instrumentos com tampo e fundo curvo esculpido. A ponte (ou cavalete), antes colocada no tampo, passou a ser móvel, como nos violinos, atuando como um transmissor das vibrações das cordas para o tampo e caixa de ressonância. As madeiras empregadas passaram a ser similares às usadas nos violinos, tudo para valorizar o som. Nascia, além da GIBSON que todos conhecem hoje, a guitarra de jazz. Ele faleceu no dia 21 de agosto de 1918. Com isso, Lloyd Loar passou a ocupar o privilegiado cargo de designer de instrumentos e engenheiro acústico da empresa. Foi ele quem transformou as tradicionais bocas redondas em refinadas aberturas em forma de “F”.


Durante a década de 1920 a GIBSON foi responsável por muitas inovações no design do banjo, do violão, do bandolim, do mandolin e da guitarra e, em 1922, o modelo Gibson F5 foi introduzido no mercado. Esse modelo foi mais tarde conhecido como o último Bluegrass Bandolim. Nesta década, com ajustes e um aumento da caixa de ressonância (fazendo com que a guitarra conseguisse um substancial aumento de volume sonoro), a GIBSON já era a queridinha quando o assunto era guitarras acústicas, com modelos clássicos bastante populares entre jazzistas como a GIBSON L-5. É em meados da década de 1930 que vem a necessidade de se fazer barulho em alto e bom som, e com ele o conceito de guitarra elétrica. Com isso, em 1936, a empresa lançou a famosa “Electric Spanish”, modelo ES-150: uma guitarra acústica de jazz com um captador montado próximo ao braço. Na mesma época foi lançada a maior guitarra já produzida pela empresa, a Super 400. Não é de surpreender que a GIBSON já possuísse know-how para um lançamento deste tipo: muitos acreditam piamente que o famoso engenheiro Lloyd Loar, principal responsável por grande parte das criações da GIBSON nesta época, havia realizado diversos experimentos (e com sucesso) relativos à eletrificação de instrumentos.


Foi em 1948, que a GIBSON contratou o veterano da indústria Ted McCarty, que rapidamente seria promovido ao cargo de presidente dois anos depois. Durante sua gestão (que durou de 1950 a 1966), a GIBSON expandiu e diversificou sua linha de instrumentos. Em 1949 nasceu a primeira guitarra que faria história: a Gibson ES175. Até então, as guitarras eram essencialmente desenhadas como instrumentos acústicos com a adição de um pickup (captador). Este modelo mudou essa ideia, pois já foi conceitualmente projetado como uma guitarra elétrica. Corpo profundo, “f-holes” e uma única reentrância (cutaway) na parte inferior do corpo, em estilo Florentino. Originalmente, trazia um único captador, modelo P90 (soapbar).


Em 1952, a revolução, LES PAUL GOLDTOP. Com a colaboração do popular guitarrista e especialistas em instrumentos musicais elétricos, Lester Willian Polsfuss, mas conhecido como Les Paul, a empresa iniciou a fabricação de guitarras elétricas de corpo maciço que viriam a se tornar lendárias. Paul foi responsável por inúmeras inovações, inclusive pela introdução dos captadores do tipo Hambucker (captador com duas bobinas). Pouco depois, a pedidos de uma guitarra mais versátil, a empresa lançou a série Thinline, com guitarras de espessura mais fina, seu primeiríssimo modelo foi a Byrdland (1955). O histórico modelo foi extremamente modificado até que se chegasse à sua versão “Standard”, o que só ocorreu em 1958, com a adição dos humbuckings, desenhados por Seth Lover, que se tornaram “o som marca registrada” das guitarras Les Paul, muito volume, muito sustain e nenhum hum (daí o nome humbucking). A Les Paul é, provavelmente, o “definitivo” som do Rock and Roll. Jimmy Page talvez seja o ícone maior dos tantos “monstros” que eternizaram a Les Paul como “a guitarra do Rock”. Muitos dos grandes guitarristas já usaram - ou ainda usam - uma Les Paul como instrumento básico de trabalho.


Em 1953 foi lançado o primeiro baixo elétrico fabricado pela empresa, batizado de EB-1: um modelo de escala curta - 30” e cujo corpo lembrava o de um violino, sendo equipado ainda com um apoiador para ser tocado verticalmente. O captador foi instalado no final da escala, tentando proporcionar um som mais grave para o instrumento. As tarraxas ainda não eram próprias do recém-criado modelo, sendo que foram emprestadas pelos modelos usados nos banjos da empresa. Tudo isto foi considerado pelos historiadores e colecionadores como um dos maiores fracassos da história da GIBSON. Apenas 546 unidades foram comercializadas antes da produção ser paralisada em 1958. Nesta época, a GIBSON estava ciente que era vista como uma empresa “conservadora”. Para mudar essa imagem, ainda em 1958 a marca lançou no mercado dois novos designs: Explorer e Flying V (imagem abaixo). Essa guitarras “modernas” não foram muito aceitas no início, tanto que suas vendas foram baixíssimas, seus reais valores só iriam ocorrer mais tarde, no final de 1960 e no começo dos anos de 1970 quando as duas guitarras foram reintroduzidas no mercado e a partir desse momento, se tornaram mais um ícone da GIBSON, devido a influência de guitarristas da época como Keith Richards, Tony Iommi, Jeff Beck e Angus Young. Em 1961, a marca fez mais uma mudança, dessa vez no desenho do corpo da Les Paul, devido a demanda por um corpo de duplo cutaway em razão da dificuldade em alcançar as últimas trastes. O novo desenho do corpo, fabricado em mógno (razão pela qual seu timbre é diferente), chegou a ser conhecido mais tarde como SG (SG vem de Solid Guitar – Guitarra Sólida). Além disso, seu braço era muito fino, principalmente pelos padrões da época, e por isso até hoje as guitarras SG são consideradas por alguns como a guitarra com “o braço mais veloz do mundo”.


Pouco depois, em 1963, a GIBSON lançou a tal “guitarra mais legal do rock”, que não possuía apenas um, mas dois braços, a EDS-1275. Esse ano também foi marcado pelo lançamento da GIBSON FIREBIRD, uma guitarra modelo radical (Reverse-Bodied) criada pelo designer de carros Ray Dietrich e escolha de muitos guitarristas que se aventuravam na busca de um molde diferente e ousado para estilo e timbre. Essas guitarras foram as primeiras a possuir afinação pela parte de baixo do headstock, onde as cordas mais graves ficam mais longas que as cordas mais agudas. Por este motivo o modelo também era chamado de “Reverse”. Foi a primeira guitarra “neck-throug”, ou seja, o braço passa pelo meio do corpo, faz parte do corpo.


Após ser adquirida pela Norlin Corporation no final da década de 1960, a qualidade dos instrumentos declinou acentuadamente. Em 1974, a empresa inaugurou na cidade de Nashville, no estado do Tennessee, a fábrica conhecida como GIBSON USA, para produção de guitarras elétricas Les Paul. Dez anos depois, passando por enormes dificuldades financeiras, a empresa mudou sua sede para Nashville e fechou sua fábrica original em Kalamazoo. Somente em 1986, quando os empresários Henry Juszkiewicz e David Berryman compraram a GIBSON, a empresa começou a sair da crise e reconquistar o mercado. Nessa década ocorreram os lançamento das primeiras Les Paul Studio, basicamente uma versão mais barata, leve e modesta da popular Les Paul Standard. O modelo Les Paul Studio foi projetado justamente para músicos de estúdio e guitarristas iniciantes. Em 2007, a marca lançou uma guitarra digital (ROBOT), que poderia manter em sua memória diversas afinações programadas pelo guitarrista. Depois de fazer a afinação da guitarra, o músico tinha a opção de gravar a afinação em um botão giratório, idêntico aos de volume, já presentes na Les Paul original. E não parou por aí, em 2011 a GIBSON comprou o Grupo Stanton, formando sua nova divisão Gibson Pro Audio, que comercializa itens de áudio com qualidade profissional para estúdios e DJs, como fones de ouvido, alto-falantes e equipamentos de DJ.


A empresa ainda conta com a divisão GIBSON CUSTOM, que há mais de 20 anos se orgulha em trabalhar com os melhores artesões e materiais para criar guitarras sob medida e com as máximas exigências de grandes músicos. Além disso, a divisão é responsável por produzir coleções de guitarras de reedições históricas em edições limitas, em colaboração com grandes guitarristas. Com isso, através de décadas de um compromisso apaixonado, artesões e engenheiros refletem a mais longa tradição da GIBSON em fabricar instrumentos únicos.


O pioneirismo 
A GIBSON foi o primeiro fabricante a utilizar um tensor ajustável; a desenvolver uma ponte ajustável; a projetar um bandolim com buracos em “f”; a produzir a primeira guitarra de jazz com o corpo arqueado; a oferecer um banjo com aro de bronze; a fabricar a falange do banjo; a oferecer uma ponte com entonação ajustável Tune-O-Matic; a instalar o Stopbar; a fabricar uma guitarra elétrica com tipos de madeiras diferentes; a desenvolver a guitarra semi-acústica; a experimentar e modernizar os formatos dos corpos às guitarras; a fabricar o captador humbucker; a produzir a primeira guitarra ecológica com madeira reflorestada (série Smartwood®); entre muitas outras inovações.


Por tudo isso, ao comprar um instrumento musical GIBSON, não importando se é novo ou velho, não será apenas uma aquisição, mas um investimento. E não é de se estranhar que as guitarras Les Paul foram, e ainda são, as preferidas de ícones como Jimmy Page (Led Zeppelin), Scott Gorham e Brian Robertson (Thin Lizzy), Duane Allman, Slash (ex-Guns N’ Roses) e Ace Frehley (Kiss). Já os modelos da série SG ganharam vida pelas mãos de Pete Townshend (The Who), Angus Young (AC/DC), Carlos Santana, Frank Zappa, Adrian Smith (Iron Maiden) e Tony Iommi (Black Sabbath).


Os números seriais 
Cada guitarra GIBSON possui um número de série gravado, que a partir de 1975 foi padronizado. Os oito dígitos (nove a partir de 2005) do número de série mostram a data de produção, onde foi produzido e a ordem de produção. O número de série possui códigos básicos: 
YDDDYRRR 
YY: ano de produção. 
DDD: dia da fabricação. 
RRR: pedido do produto/onde foi fabricado. 

Os números da fábrica onde o instrumento foi construído seguem um padrão: 
001-499 Kalamazoo, Michigan (1975-1984) 
500-999 Nashville, Tennessee (1975-1990) 
001-299 Bozeman, Montana (após 1989) 
300-999 Nashville, Tennessee (após 1990) 

Por exemplo, o número serial 90992487 significa que a guitarra foi produzida no nonagésimo nono dia de 1992 (quarta-feira, 8 de abril) na fábrica de Nashville, no Tennessee, e foi o instrumento de número 487 produzido naquele dia.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou apenas por uma acentuada mudança ao longo de sua história. Foi em 1946, quando a tipografia de letra do nome GIBSON mudou para a forma como conhecemos hoje.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 11 de outubro de 1902 
● Fundador: Orville Gibson 
● Sede mundial: Nashville, Tennessee, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Gibson Brands, Inc. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman & CEO: Henry Juszkiewicz 
● Presidente: David Berryman 
● Faturamento: US$ 1.6 bilhões (2016) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.500 
● Segmento: Instrumentos musicais 
● Principais produtos: Guitarras, baixos, violões, amplificadores e instrumentos de cordas 
● Concorrentes diretos: Fender, Ibanez, Martin, Music Man, PRS, Jackson e Schecter 
● Ícones: As guitarras Les Paul 
● Website: www.gibson.com 

A marca no mundo 
A GIBSON, mais conhecida por seus excelentes instrumentos de cordas, especialmente guitarras, comercializa seus produtos em mais de 100 países ao redor do mundo. A GIBSON, além de fabricar instrumentos sob seu próprio nome, é detentora das marcas Epiphone (fundada em 1873 como fabricante de bandolins, banjos e guitarras e adquirida pela GIBSON em 1957), Kramer e Steinberger. A empresa também fabrica pianos sob a marca Baldwin e baterias sob a marca Slingerland. A empresa é proprietária do Anfiteatro Gibson, em Los Angeles, o terceiro maior do estado da Califórnia. 

Você sabia? 
● Na história da música, nunca houve uma guitarra associada a um músico como a lenda do Blues B.B. King era ligado à sua amada Lucille – uma Gibson ES-335 Custom Built fabricada exclusivamente para o verdadeiro “Rei do Blues”, desde 1980. 
● Mandobass foi um instrumento criado pela GIBSON no início do século XX, um cruzamento gigantesco de um baixo com um mandolin de 4 cordas grossas para uso em orquestras. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). Agradecimento especial ao músico Marco Maia (www.marcomaia.mus.br). 

Última atualização em 7/4/2017

PowerBar

É difícil imaginar que pequenas barrinhas possam oferecer energia e nutrientes necessários para as atividades do dia-a-dia e principalmente para a prática esportiva, fazendo com que o corpo trabalhe sempre com um desempenho equilibrado. Maratonistas, corredores, ciclistas ou até mesmo uma pessoa normal consome POWERBAR com um único objetivo: conseguir energia necessária para praticar atividade sempre em alta performance.

A história
Enquanto corria em uma maratona na Inglaterra em 1983, o atleta da Equipe Olímpica Canadense, Brian Maxwell, também técnico de corridas de longa distância da Universidade da Califórnia, em Berkeley, perdeu a liderança da prova ao ficar sem energia quando faltavam algumas milhas a serem percorridas. Tendo consumido apenas bebidas energéticas no dia da prova, ele alcançou o quilômetro 33 e parou ao começar a ter visões de um túnel. Atordoado e sem forças, teve que completar a prova andando, demonstrando enorme cansaço. Essa experiência levou Brian e sua futura esposa, Jennifer Biddulph, uma nutricionista e também ávida corredora, além da ajuda de um químico, a criar um alimento altamente nutritivo e de baixo teor de gordura. Após três anos de intensas experiências na própria cozinha de sua casa, eles desenvolveram uma barra energética, facilmente digerível, que continha o equilíbrio de carboidratos, vitaminas e minerais requeridos para uma energia duradoura. O casal testou sua criação através de colegas corredores em todo o mundo, que começaram a pedir as barras para corridas e competições.


Quando a demanda das “poderosas barras” cresceu, o casal se deu conta de que havia atingido seus objetivos - e a POWERBAR nascia em 1986 na cidade de Berkley, localizada na Califórnia, com investimentos de apenas US$ 55.000. O produto foi introduzido no mercado disponível em 8 sabores, incluindo Apple Cinnamon (maçã e canela), Oatmeal Raisin e Wild Berry (frutas vermelhas). Poucos meses depois a marca conseguiria seu primeiro grande sucesso ao ter exposição televisiva nacional, cortesia da equipe de ciclismo americana American 7-11 que participaria da famosa prova ciclística Tour de France. Eles eram a primeira equipe americana a participar do evento e fizeram uma encomenda de 1.200 barras de POWERBAR, cedendo em troca exposição na televisão. As vendas do produto iam tão bem, que em 1989, a empresa inaugurou uma nova fábrica para atender a alta demanda. A enorme concorrência obrigou a marca a lançar no mercado novos sabores para suas barras energéticas.


Na década de 90 a marca diversificou sua linha de produtos através de lançamentos revolucionários no segmento, como por exemplo, o PowerBar Gel (lançado em 1996), um gel que proporcionava o rápido reforço energético requerido durante atividades atléticas intensas; PowerBar Harvest (1998), uma maneira perfeita de começar o dia, combinando a fruta natural, chocolate ou amendoins com grãos integrais e todos os nutrientes essenciais que uma pessoa precisa para obter a energia necessária para suas atividades; PowerBar ProteinPlus (1999), uma fonte de proteína de alta qualidade e sabor espetacular que ajudava no desenvolvimento e na rápida recuperação dos músculos; e PowerBar Essentials (1999), que continha também extratos de ervas naturais para melhorar o desempenho mental.


Com a chegada do novo milênio, além da marca ser introduzida em novos mercados mundiais, desenvolveu uma nova geração de produtos, como o PowerBar Pria (2001), uma linha de barras de proteína contendo apenas 110 calorias, especialmente desenvolvida para mulheres; PowerBar Proteinplus Carb Select (2003), uma linha de barras energéticas com apenas 2 gramas de carboidratos; PowerBar Endurance (2003), uma linha de produtos ideais para atividades físicas de grande intensidade com duração maior que 1 hora ou com duração menor que 1 hora; PowerBar Triple Threat (2005), uma linha especificamente desenvolvida para atletas com sabor, energia e nutrientes; PowerBar Nut Naturals (2006), uma linha de barras energéticas com amêndoas naturais; PowerBar Performance System (2007), uma completa linha de produtos para oferecer energia aos atletas antes, durante e após competições e práticas de atividades físicas; PowerBar Electrolytes (2008), bebida em pó de baixa caloria com eletrólitos, bastando misturar na água para um hidratação completa; PowerBar Gel Blasts (2008), gel mastigável que fornece energia extra durante práticas esportivas e competições; e mais recentemente PowerBar Isomax, primeiro produto do mercado para fornecer ao corpo todos os 5 eletrólitos principais perdidos através do suor (sódio, cloreto, potássio, magnésio e cálcio).


Atualmente, a marca pertence a suíça Nestlé, que comprou a empresa em 1999 por US$ 375 milhões, desenvolve a linha de produtos POWERBAR, onde cada produto é feito de modo a atender ao objetivo original de Brian e Jennifer:
proporcionar aos atletas e pessoas ativas e saudáveis a energia de que precisam para apresentar o seu melhor desempenho em qualquer atividade que exerçam.


A evolução visual
O logotipo da marca POWERBAR ao longo dos anos foi sendo remodelado para acompanhar a modernidade dos tempos e dos produtos.


Os slogans
Power to Push. (2008)
Be Great.
Don’t Bonk.
(1999)

For life’s daily marathons.
(1998, POWERBAR HARVEST)
Energy bar for mind and body. (1999, POWERBAR ESSENTIALS)


Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Lançamento:
1986
● Criador:
Brian Maxwell e Jennifer Biddulph
● Sede mundial:
Glendale, Califórnia
● Proprietário da marca:
Nestlé S.A.
● Capital aberto:
Não
● Chairman: Peter Brabeck-Letmathe (Nestlé)
● CEO:
Paul Bulcke
● Faturamento: US$ 350 milhões (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
+ 40 países
● Presença no Brasil:
Não
● Segmento:
Produtos energéticos
● Principais produtos:
Barras e gel energético
● Concorrentes diretos:
Clif Bar, Nature Valley e Balance Bar
● Ícones:
Suas embalagens amarelas
● Slogan:
Power to Push.
● Website: www.powerbar.com

A marca no mundo
Os produtos POWERBAR, atualmente desenvolvidos pela Nestlé, são vendidos em mais de 40 países ao redor do mundo, sendo líder em muitos deles.

Você sabia?
Brian Maxwell morreu no dia 22 de março de 2004 na cidade de San Anselmo, na Califórnia, aos 51 anos de idade, vítima de um ataque cardíaco fulminante.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 19/2/2012

BRA - Aviação Popular

-
A BRA Transportes Aéreos (ou Brasil Rodo Aéreo) foi fundada em agosto de 1999 pelos empresários Humberto e Walter Folegatti, operando inicialmente somente vôos fretados (Charter), para destinos dentro do país e alguns internacionais. A empresa nascia, como seu nome poderia indicar, para competir com os ônibus interestaduais. A BRA logo de início assinou um contrato operacional e de marketing com o Grupo Varig, que lhe disponibilizava lugares nos vôos regulares e fretados da empresa gaúcha. A companhia aérea comprou em meados de 2004 um Boeing 767-300 para vôos fretados internacionais. O avião foi inicialmente usado em vôos entre o nordeste brasileiro e a Europa, sobretudo Lisboa. Com a crise da Varig, reagiu rápido e incrementou serviços regulares nacionais e intercontinentais. Somente em novembro de 2005 começou operar vôos domésticos regularmente, dentro do conceito de low cost, low fare (baixo custo, baixa tarifa), um importante passo para a sua consolidação no mercado de aviação civil nacional. Neste momento a BRA era oficialmente uma companhia aérea comercial. Com tarifas atraentes e preços vantajosos, sempre mais em conta, a companhia BRA trouxe para o aéreo uma boa parcela do público que utilizava transporte rodoviário no deslocamento para São Paulo e outras localidades do Sudeste. No ano seguinte inaugurou linhas regulares internacionais para Lisboa e Madri, e conseguiu autorização para realizar vôos regulares para a Itália.
-
A marca no mundo
Atualmente voa para mais de 34 destinos domésticos, com uma frota composta de 12 jatos Boeing 737 e Boeing 767, além de seis destinos internacionais como Lisboa (Portugal) e Madrid (Espanha) com vôos regulares; e Roma (Itália), Milão (Itália), Colônia (Alemanha), Oslo (Noruega), e Buenos Aires, Córdoba e Rosário (Argentina) com vôos fretados. A empresa BRA detém atualmente cerca de 5% do mercado doméstico, transportando cerca de 1.6 milhões de passageiros anualmente. Recentemente, na feira da aviação em Le Bourget, Paris, a companhia anunciou a compra de 40 jatos Embraer EMBRAER E-195 (para 118 passageiros), tornando-se a primeira companhia aérea brasileira a operar o modelo da fabricante brasileira.

6.8.07

CEL®LEP

O CEL®LEP que se tornou referência entre as escolas de idiomas no Brasil, durante mais de 40 anos tem formado alunos capazes de se comunicar em qualquer lugar do mundo nas mais variadas línguas como inglês, espanhol, francês e alemão. No CEL®LEP milhares de alunos aprendem a diferença entre pedir em um bar uma “Beer” ou “Bear”.
-
A história
De início, em 1967, o CEL®LEP era apenas uma experiência didático-pedagógica inserida na estrutura de um grande colégio técnico da cidade de São Paulo, o extinto Liceu Eduardo Prado. Ele surgiu como um cursinho extracurricular de inglês para ajudar os alunos do curso de eletrônica do colégio técnico, idealizado pelo físico e engenheiro Walter Toledo Silva. Isto porque na época, os manuais técnicos eram todos em inglês, o que dificultava o aprendizado dos alunos de eletrônica. Foi então que ele importou da Holanda um primeiro laboratório de línguas, equipado com gravadores para reproduzir a pronúncia correta do inglês, e iniciou sua utilização no Brasil. Pouco depois, passou a ter vida própria, quando se instalou na tradicional Av. Cidade Jardim no ano seguinte. Na ocasião o prédio foi inteiramente adaptado, equipado e organizado, de modo que o Centro de Ensino de Línguas do Liceu Eduardo Prado, que rapidamente viria a ser conhecido pela abreviação CEL®LEP, se transformasse em uma escola de línguas completamente diferenciada das demais até então existentes no país. Em sua fase inicial, a escola tinha apenas três sócios, 1 diretor-gerente, 1 coordenador e aproximadamente 40 funcionários, incluindo corpo docente e administrativo.
-
-
De imediato o CEL®LEP despertou as atenções de importantes setores da sociedade paulistana, pois desde o início, se tornou conhecido por introduzir inovações no setor, que melhoram a qualidade de ensino e benefícios como o laboratório de línguas e metodologia própria. Entre os primeiros alunos, figurava o próprio governador do Estado, Abreu Sodré, membros de sua família e boa parte do seu secretariado, além de figuras de alta projeção no meio empresarial. As primeiras expansões foram rápidas, começando pela criação das unidades Rebouças, Brigadeiro e Pacaembu. Deste momento em diante, a expansão se tornou mais lenta, em função da necessidade de se cuidar previamente da preparação dos recursos humanos demandados por tal crescimento.
-
-
Depois de um tempo, com o sucesso de suas escolas, em virtude da qualidade do ensino, outras unidades foram inauguradas como a da Avenida Paulista, Brooklin, Piracicaba (primeira unidade no interior do estado), Santo Amaro, Jardim América, Santo André, Lapa, ABC e Alphaville. Recentemente a rede de escolas iniciou uma nova fase de expansão inaugurando unidades em Belo Horizonte, Campinas, Tatuapé, São Caetano, Santana, Vila Mariana, Sorocaba, Ribeirão Preto e Vila Madalena. Nesta época, a rede de escoldas já tinha acrescentado outros idiomas em sua grade de cursos, como espanhol, alemão e francês.
-
-
O CEL®LEP foi pioneiro em muitas ações em seu segmento de mercado: matrículas continuamente abertas; turmas com, no máximo, 10 alunos; cursos organizados em caráter intensivo; enfoque nos aspectos culturais relacionados aos idiomas; organização de tapotecas (gravação + texto) como recurso complementar; atenção especial à comunicação oral; e uso de laboratório de informática. Além disso, estão entre os diferenciais da instituição aulas individuais voltadas principalmente a executivos que não têm condições de ser atendidos nos horários convencionais dos cursos, grupos de ensino para escolas, equipes especializadas em traduções e laboratórios de pesquisa e treinamento. Tudo isso permitiu a rede de escola CEL®LEP ensinar mais de 430 mil alunos durante todos esses anos. Mais recentemente, o CEL®LEP inovou ao ser a primeira instituição de ensino no país a adotar o conceito de responsabilidade social.
-
-
Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Fundação: 1967
● Fundador: Walter Toledo Silva
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Cel Lep Ensino de Idiomas S/A
● Capital aberto: Não
● Presidente:
Walter Toledo Silva
● Faturamento: R$ 90 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Escolas: 20
● Alunos: + 25.000
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários: 800
● Segmento: Escolas de idiomas
● Principais produtos:
Cursos de inglês, espanhol, francês, alemão e português
● Ícones:
Laboratório de línguas
● Slogan:
English for life.
● Website:
http://www.cellep.com/
-
A marca no Brasil
Atualmente o CEL®LEP, que conta com 20 unidades de ensino localizadas na Capital e Grande São Paulo, Interior de São Paulo (Campinas, Piracicaba e Ribeirão Preto) e Minas Gerais, oferece cursos de inglês, espanhol, francês, alemão e português para mais de 19 mil alunos. Os cursos oferecidos são o Kids (a partir de 7 anos), Pre-Teens (para pré-adolescentes), Teens (a partir de 11 anos), Adults (somente para adultos) e cursos especiais como One To One (curso para pessoas de todos os níveis, com atendimento individualizado) e Toefl (preparação para o exame TOEFL), Teachers (para professores), além de cursos no exterior.
-
Você sabia?
O CEL®LEP não vende e não franqueia o seu nome, garantindo assim total controle sobre seu método de ensino e atendimento. Todas as unidades do grupo oferecem a mesma estrutura e os mesmos recursos em ambiente agradável e profissional.
-
-

As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Isto é Dinheiro e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), e Wikipedia (informações devidamente checadas).
-
Última atualização em 25/3/2010

LE MONDE


Uma instituição francesa. Assim pode ser definido o aristocrático jornal francês Le Monde (que em português significa “O Mundo”). Autoproclamado “jornal de referência”, de centro-esquerda, é o principal diário de língua francesa no mundo. Com variedade de informações, jornalistas respeitados e postura política “independente”, o Le Monde se tornou o jornal francês de maior prestígio internacional, tendo um espaço importante na mídia francesa, com cobertura extensa, amplos contatos com homens de negócios e membros do governo e um tom severamente intelectual. 

A história 
O tradicional jornal foi fundado pelo jornalista Hubert Beuve-Méry na cidade de Paris em 1944 à pedido do general Charles de Gaulle pouco após a libertação da cidade do exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial. A primeira edição do jornal (foto abaixo) circulou no dia 18 de dezembro. Ao contrário de todos os outros principais jornais franceses da época, o Le Monde circulava só por volta do meio-dia em Paris, hábito que se repete até os dias de hoje. Com o passar dos anos, contando com variedade de informações, articulistas respeitados e uma postura política “independente”, que pendia sempre para a centro-esquerda, fizeram do Le Monde o jornal francês mais respeitado, não somente na França, como também no mundo todo. Em 1951, a Sociedade de Redatores (Société des Rédacteurs du Monde) se tornou acionista do jornal.


Pouco depois, em maio de 1954, juntamente com o ex-diplomata húngaro François Honti, Hubert Beuve-Méry criou o LE MONDE DIPLOMATIQUE, conhecido popularmente na França como Diplô, um jornal que antes era um suplemento do próprio Le Monde destinado aos círculos diplomáticos e às grandes organizações internacionais. Progressivamente, foi ganhando autonomia até se tornar uma empresa subsidiária do Grupo Le Monde. Em 1975 o jornal passou pela sua primeira grande reformulação visual. Cinco anos depois a circulação diária do jornal atingia a impressionante marca de 450 mil exemplares. Na década de 1990, com o avanço da internet, o tradicional jornal lançou sua página na rede mundial de computadores no dia 19 de dezembro de 1995. Nesta década, o Le Monde se tornou ainda mais popular por suas matérias investigativas sobre grandes escândalos políticos, como por exemplo, em 1995 quando o presidente François Mitterrand foi envolvido em um deles.


Nos anos seguintes, com o avanço das mídias digitais e o surgimento de novos concorrentes como os jornais gratuitos, o Le Monde assistiu sua circulação despencar de 406 mil cópias, em 2001, para 371 mil três anos mais tarde. Em 2004, atravessando uma situação financeira difícil, com acentuada queda nos anúncios publicitários, o Le Monde passou por uma enorme e ampla reformulação visual e conceitual com grandes mudanças na diagramação, que deixou de conter um aspecto cheio de textos extensos e analíticos, e passou a ter um visual mais dinâmico e moderno com a inserção de logotipos, mais fotos, textos menores e impressão colorida.


O novo “Le Monde” era dividido em três seções. A primeira incluía as notícias mais atuais e de grande repercussão, com editoriais na página dois. A segunda era dedicada a análises e bastidores das notícias, enquanto a terceira examinava tendências, estilo de vida e cultura. O custo total das mudanças chegou a €7 milhões. Mesmo com todas essas mudanças, o Le Monde continuou sofrendo com a queda dos lucros, o aumento dos custos e a necessidade de adaptar-se à era da internet e da mídia digital.


A segunda-feira, 14 de abril de 2008, entrou para a história do jornal e da imprensa francesa. Era a segunda vez desde sua fundação, a primeira acorreu em 1976 quando os jornalistas protestaram contra a aquisição de um jornal francês por um magnata, que o jornal mais respeitado da França não era encontrado nas bancas. Isto devido à uma greve dos jornalistas do Le Monde em resposta a decisão apresentada pela direção como o único caminho para manter a independência do jornal de centro-esquerda, de “reestruturar” o jornal com a demissão de 130 pessoas. Em junho de 2010, com 66 anos de vida e afundado em dívidas que ultrapassavam os €100 milhões, o tradicional e sisudo jornal francês mudou de comando. Saiu das mãos de uma comissão de jornalistas identificados com à esquerda do poder para cair nas de um banqueiro que ostenta no currículo cargos como diretor do Tesouro Francês (Matthieu Pigasse), de um mecenas (Pierre Bergé) e, quem diria, do rei da pornografia na França (Xavier Niel). Nos anos seguintes o Le Monde se reinventou e passou a investir pesado nos meios digitais, especialmente em seu site e no lançamento de aplicativos, para disponibilizar seu conteúdo em aparelhos móveis.


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Lançamento: 18 de dezembro de 1944 
● Criador: Hubert Beuve-Méry 
● Sede mundial: Paris, França 
● Proprietário da marca: Groupe Le Monde 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Louis Dreyfus 
● Diretor geral e Editor chefe: Jérôme Fenoglio 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Circulação diária: 269.000 exemplares 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.600 (Groupe Le Monde) 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Jornais e site de notícias 
● Concorrentes diretos: Le Figaro, Le Parisien, Libération, El País, The Guardian, Frankfurter Allgemeine e The New York Times 
● Website: www.lemonde.fr 

A marca no mundo 
O jornal Le Monde possui hoje uma tiragem diária de aproximadamente 269 mil exemplares (90% na França), sendo distribuído em quase 120 países ao redor do mundo, com sua página na internet recebendo 40 milhões de visitas mensalmente. O jornal tem um staff de 165 jornalistas. O jornal pertence ao Groupe Le Monde, que emprega 1.600 funcionários e edita também outras publicações como o Le Monde Diplomatique e a revista Le Monde des Religions. 

Você sabia? 
O site do Le Monde, além dos artigos da edição impressa, oferece numerosos blogues de jornalistas, atualizações de notícias e inclui conteúdo em vídeos. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 22/11/2017

UNIBANCO

São mais de 80 anos valorizando pessoas, diversificando talentos e negócios, investindo em tecnologia, relacionamento e produtos. Pioneirismo, modernidade e inovação sempre estiveram presentes na história do UNIBANCO.
-
A história
Em 27 de setembro de 1924, uma carta patente do governo federal do Brasil autorizou o funcionamento da seção bancária da Casa Moreira Salles, uma das mais importantes lojas de comércio de Poços de Caldas, Minas Gerais, fundada pelo comerciante João Moreira Salles em 1918. Em 1931, a seção bancária da Casa Moreira Salles é transformada em uma instituição independente: a Casa Bancária Moreira Salles. A partir daí a empresa se tornou, durante uma década, financiadora de destaque de empreendimentos da região, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico local. Com a prosperidade dos negócios, surgiu, em julho de 1940, o Banco Moreira Salles, resultado da fusão entre a Casa Bancária Moreira Salles, o Banco Machadense e a Casa Bancária de Botelhos, que passou a oferecer um antecessor do cheque especial, “as contas garantidas”. Desse momento em dia começou a expansão das atividades do Banco Moreira Salles, que deixou, então, de ser um banco regional do sul de Minas Gerais. São inauguradas as agências do Rio de Janeiro (então capital federal), em abril de 1941, e de São Paulo, em julho de 1942. Já em 1945, com cinco anos de trajetória, a instituição contava com uma rede de 34 unidades, entre matriz, sucursais e agências.
-
-
Após 10 anos de atividade, no final da década de 50, esse número subiu para 63 unidades. O Banco Moreira Salles ultrapassou suas barreiras geográficas e acompanhou o processo de modernização, urbanização e industrialização característico do Brasil daquela época. Em 1964 o banco já dispunha de 191 agências em funcionamento. Pouco depois, em 1966, o banco Moreira Salles, junto com sócios como a Deltec, a Light and Power Co. e o grupo Azevedo Antunes criou o Banco de Investimento do Brasil (BIB). A criação do BIB decorreu da absorção de duas organizações com tradição no mercado de ações no país: a Deltec e o Ibec (International Basic Economy Corporation, do grupo americano Rockefeller). A partir daí o Grupo Moreira Salles se destacou por uma característica que iria permear seus negócios no decorrer do tempo: aliar-se à excelência e à experiência já existentes, atraindo talentos.
-
-
Em maio de 1967, ao se fundir com o Agrimer (Banco Agrícola Mercantil) surgiu sua nova denominação: União de Bancos Brasileiros S.A. (UBB). A UBB nasceu com 8.570 funcionários, 333 agências (a maior rede do Brasil naquela época) e mais de 1 milhão de correntistas, distribuídos em nove estados além do Distrito Federal. Dois anos depois já estava no segundo lugar no ranking de bancos comerciais privados do Brasil. Em 1970, ocorreu a segunda grande incorporação, com a absorção do Banco Predial do Estado do Rio de Janeiro. Com ela, um novo perfil institucional foi instaurado: a popularização como banco de varejo. Pouco depois, em 1972, outro fato importante ocorreu: a UBB assumiu o controle do BIB (Banco de Investimento do Brasil) comprando as participações da Deltec (20%) e do Ibec (19%), ampliou consideravelmente sua penetração no norte e nordeste, inaugurando agências nas cidades de Aracaju, Maceió, João Pessoa, Natal, São Luís, Belém e Manaus.
-
-
Para ilustrar essa integração e facilitar a visão de todas as empresas como um grupo assim como a sua comunicação com o público, as 15 empresas passaram a ter uma só denominação a partir de 1975: UNIBANCO, chegando ao mercado o nome que nos últimos 35 anos se tornou sinônimo de tradição, experiência, excelência em produtos e serviços, compromisso com clientes, crescimento e transparência. Em 1983 uma associação mudou o perfil do setor de seguros no Brasil: a Unibanco Seguradora se uniu à Sul América, líder do setor, por meio de uma troca de participações. Nascia então a Sul América Unibanco Seguradora, contando com toda a rede do UNIBANCO para consolidar sua liderança. No mesmo ano, em Curitiba, as três primeiras unidades do Banco 24 Horas são abertas ao público em uma atitude ousada e pioneira. Nelas os clientes podiam realizar saques, depósitos ou consultar dados a qualquer hora.
-
-
Oito anos depois, em 1991, nascia o Banco 30 Horas, marca de sucesso incontestável do UNIBANCO. O novo serviço tornava o UNIBANCO disponível a seus clientes 30 horas por dia: seis na agência e outras 24 ao alcance do telefone. Hoje o serviço conta com diversos canais alternativos, como internet, celular e fax. Em 1993, inaugurou um novo Centro de Processamento de Dados, aumentando em 40% a capacidade de processamento do banco. O investimento realizado pelo banco nessa ampliação lhe garantia o compromisso com a crescente qualidade de seus serviços e já antevia o crescimento substancial que ocorreria em suas operações. Um dos fatores que contribuíram para tal crescimento foi a aquisição de parte dos ativos, em 1995, do Banco Nacional S.A., operação sem precedentes no mercado brasileiro. Com ela o UNIBANCO passou a ter uma rede de 1.446 dependências no Brasil, cerca de 2.1 milhões de clientes e uma base de 1.4 milhões de portadores de cartão de crédito.
-
-
Em 1996, o UNIBANCO adquiriu 50% da Fininvest, financeira com grande experiência no segmento de crédito direto ao consumidor e pertencente ao grupo Icatu. No ano seguinte, dois outros movimentos importantes ocorrem: o lançamento suas ações na NYSE, tornando-se o primeiro banco brasileiro a negociar seus títulos na bolsa de Nova York e a associação com o grupo financeiro AIG, American International Group. O ano de 2000 terminou com marcas históricas: 1.623 pontos de atendimento no Brasil, crescimento do lucro líquido e aumento de 50% na base de clientes. Isso se deveu em parte ao crescimento orgânico, mas também foi resultado da aquisição do controle integral da Fininvest, do Credibanco e do Banco Bandeirantes. Com a compra do Banco Bandeirantes, por meio de uma emissão de ações, o UNIBANCO passou a contar com um novo sócio estrangeiro: a Caixa Geral de Depósitos.
-
-
O novo milênio começou também com novas parcerias: com a Globex/Ponto Frio, por meio de seu banco InvestCred (atualmente PontoCred); com o Magazine Luiza, formando o LuizaCred. Não faltaram motivos para as comemorações dos 80 anos do UNIBANCO, em 2004. O ano começou com a compra do HiperCard, cartão de crédito private label e principal meio de pagamento das lojas Bompreço, aceito em mais de 70.000 estabelecimentos comerciais do Nordeste. No dia 3 de novembro de 2008, Itaú e UNIBANCO assinaram contrato de associação para a unificação das operações financeiras dos dois bancos. Foi o início formal da construção de um dos maiores conglomerados do Hemisfério Sul, com valor de mercado que o situa entre as 20 maiores instituições financeiras do mundo.
-
-
A linha do tempo
1964
Montagem do Centro Eletrônico para atender 58 agências das capitais do Rio de Janeiro e São Paulo. Todos os serviços, desde cobrança, caução, até contas correntes e descontos, passaram a ser centralizados eletronicamente.
1975
Se tornou o primeiro banco a adotar o sistema de teleprocessamento, o IBM 3600, na agência Dom José.
Surgimento da UNIBANCO SEGURADORA.
1980
Abertura da agência UNIBANCO em Nova Iorque.
1983
Lançamento do Banco 24 Horas, com modernos terminais automáticos para saques, depósitos, pagamentos.
1984
Associação do UNIBANCO com o Cartão Diners Club Internacional.
1991
Lançamento do UNIBANCO 30 HORAS, um conceito que redimensionou o atendimento a clientes, composto pelo do Telefone 30 Horas, pioneiro no mercado bancário brasileiro, que permitiu aos clientes acessar informações sobre contas e realizar transações com o banco, 24 horas por dia, 7 dias por semana; e da primeira agência 30 Horas.
1992
Lançamento do UNIBANCO 30 ECOLOGIA, programa de responsabilidade social focado em meio ambiente, muito antes de falarem em apresentar projetos de responsabilidade ambiental.
1997
Inaugura um novo modelo de atendimento para a rede de agências, que passou a ser representado em quatro segmentos: Uni Class, Exclusivo, Especial e Pessoa Jurídica.
1999
Lançamento do UNIBANCO INTERNET BANKING, sendo o primeiro banco a oferecer este serviço no mercado brasileiro.
2003
Unifica suas operações de cartão de crédito sob a marca UNICARD.
-
-
Campanhas que fizeram história
O Casal UNIBANCO
Um dos clássicos da publicidade brasileira, o “Casal Unibanco” foi inspirado nas sitcoms norte-americanas, e criado pela dupla de publicitários Washington Olivetto e Gabriel Zellmeister em 1992, quando o marido “Paulo Roberto” era vivido pelo ator Felipe Pinheiro e a esposa “Maria Célia”, pela atriz Kátia Bronstein. Um ano depois, no auge do sucesso da campanha, Pinheiro morreu de infarto, aos 32 anos de idade. Diante da dificuldade de substituí-lo, a agência W/Brasil resolveu deixar que o público escolhesse quais atores deveriam encarnar o Casal Unibanco a partir do primeiro semestre de 1994. Dois casais concorrentes foram mostrados na televisão, e uma pesquisa do Instituto Gallup apontou como preferido o formado por “José Pedro” (Claudio Gonzaga) e “Ana Lúcia” (Thereza Freire). Apesar da iniciativa interativa, Cardoso e Byington sofreram com a falta de empatia e foram substituídos em abril de 1995 por uma nova dupla: “Renata” (Drica Moraes) e “André Luis” (João Camargo) — o mais duradouro Casal Unibanco, que permaneceu no ar por seis anos, recuperando o sucesso inicial dos personagens. Em março de 2001, estrearam como protagonistas da série Deborah Bloch e Luís Fernando Guimarães, sendo que o marido foi trocado um ano depois, por Miguel Falabella. Em seus 12 anos de vida, os cinco casais encenaram mais de 100 comerciais, criados pela W/Brasil e pela AlmapBBDO, e foram definitivamente aposentados no início de 2005, quando o UNIBANCO iniciou a uma nova fase em sua comunicação com a campanha “Nem parece banco”.
-
-
Unimons
Em 2006, como parte integrante da apresentação de sua nova marca e identidade visual, além de melhor se posicionar diante dos concorrentes com o novo slogan “Unibanco. Nem parece banco”, foram desenvolvidas diversas mascotes (chamadas de Unimons).
-
-
Cada uma delas era usada para representar um tipo de produto que o banco oferecia. Os Unimons atuaram na maioria dos filmes do UNIBANCO sempre em situações bem humoradas contracenando com personagens humanos.
-
-
A evolução visual
A primeira grande mudança ocorreu em 1979, quando as campanhas publicitárias do UNIBANCO passam a exibir um novo ícone: a chave personalizada, no aro, pelo tradicional símbolo das três alianças entrelaçadas que caracterizavam o banco desde 1967. Em 2005, o UNIBANCO adotou um novo posicionamento e revitalizou sua marca, assumindo uma posição mais simples, mais claro, mais transparente, mais ágil e próximo junto a seus clientes e investidores. Sai o preto e entra o azul como cor dominante. O ícone, símbolo do trabalho em equipe e da sinergia entre todas as áreas e negócios, foi resgatado e redesenhado, representando o momento atual e traduzindo a capacidade de transformação do UNIBANCO.
-
-
Os slogans
Nem parece banco. (2005)
80 anos inovando por você. (2004)
O único 30 horas com você. (2000)
Bancando seus sonhos. (final década de 90)
O banco único. (década 90/2009)
-
-
Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Fundação:
27 de setembro de 1924
● Fundador:
João Moreira Salles
● Sede mundial:
São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca:
Itaú Unibanco Holding S.A.
● Capital aberto: Não
● Presidente do conselho: Pedro Moreira Salles
● Diretor presidente:
Roberto Setubal
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Valor da marca: R$ 1.69 bilhões (2009)
● Clientes: 20 milhões
● Agências:
1.050
● Presença global:
5 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 25.000
● Segmento: Financeiro
● Principais produtos: Banco comercial e cartões de crédito
● Ícones:
Unimons
● Slogan: O banco único.
● Website:
www.unibanco.com.br
-
A marca no mundo
Atualmente o UNIBANCO possui aproximadamente 1.050 agências, mais de 20 milhões de clientes, 16 mil pontos de atendimentos, mais de 7 mil caixas eletrônicos e cerca de 25 mil funcionários. No exterior o UNIBANCO possui agências e escritórios em 5 países.
-
-

As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
-
Última atualização em 10/3/2010

5.8.07

MYSPACE

Ele é um verdadeiro playground virtual. Muita música e cultura pop, diversas comunidades e uma vasta rede virtual de conteúdo, amparada por grandes patrocinadores e investimento de alto porte. A rede de relacionamento virtual MYSPACE é um pólo de cultura popular e uma das maiores comunidades on-line do mundo. Os mais entusiastas dizem que o site substituiu a MTV, sendo possível sintonizar seu próprio canal e navegar para onde quiser.
-
A história
A idéia não é novidade. A rede social existe há muito tempo: expandir o número de pessoas que você conhece através dos amigos de seus amigos e assim por diante. Este mecanismo foi o ponto de partida para o lançamento do site MYSPACE (em português significa Meu Espaço), um verdadeiro fenômeno nos Estados Unidos e outros países da Europa. Fundado em agosto de 2003 por Chris DeWolfe, Tom Anderson e uma equipe de desenvolvedores, começou como uma comunidade de pessoas criativas que ambos conheciam na cidade de Los Angeles. Foi criado inicialmente com o objetivo de atrair pessoas criativas, fossem elas atores, artistas ou músicos. A comunidade local era muito pulsante. Não foi idealizado para atrair os chamados “nerds” de tecnologia. Foi criado para que pessoas comuns se expressassem de forma criativa. A grande visibilidade teve início no mesmo ano, quando o líder do setor, o site de relacionamento Friendster, não conseguiu acompanhar o crescimento do tráfego. Durante os horários de pico, ficava muito lento e os usuários não conseguiam acessá-lo. Muitos desses usuários acabaram migrando para o MYSPACE, que conheceram através da eficiente propaganda boca a boca. Os primeiros usuários foram os próprios amigos e funcionários dos fundadores do MYSPACE, com certa ajuda na mídia por meio da Intermix Media, empresa que possuía uma cota de ações do empreendimento na época.
-
-
Porém o grande sucesso foi atingido quando os fundadores notaram que os músicos e os admiradores de música eram os que mais utilizavam o MYSPACE, e resolveram criar o MySpace Music (portal da música independente na Internet) em 2004. O tráfego do site decolou e os membros ultrapassaram 5 milhões. Essas bandas utilizavam o MYSPACE para estabelecer uma presença on-line gratuita com o objetivo de divulgar seus trabalhos e para comunicar-se com seus fãs. Este novo espaço não apenas permitia às bandas criarem uma presença on-line, mas também que outras pessoas ouvissem suas músicas através de seus perfis e baixassem versões em MP3 de forma gratuita. Isso atraiu ainda mais os músicos, além dos maiores consumidores de música: os adolescentes. Grupos como Arctic Monkeys e a cantora britânica Lily Allen ganharam força divulgando trabalhos no site. Atualmente, a rede tem mais de seis milhões de bandas oferecendo conteúdo. O enorme sucesso atraiu a atenção, em 2005, da gigante News Corporation, comandada pelo magnata da mídia Rupert Murdoch, que comprou a empresa que tinha interesse no controle do MYSPACE, a Intermix Media, por US$ 580 milhões. No ano seguinte lançou páginas próprias em países como Reino Unido, Austrália, Espanha, México, Japão, Itália, Alemanha, China, Suíça, Irlanda, Holanda e Canadá.
-
-
O MYSPACE chegou ao ápice do sucesso quando em 2006 tornou-se o site mais acessado dos Estados Unidos. Essa popularidade se deveu pela versatilidade e pelas boas ferramentas que oferecia aos usuários. Não era necessário convite para se cadastrar e o internauta ganhava um domínio próprio na rede. Ainda este ano, no dia 9 de agosto, o MYSPACE deu boas vindas ao membro de número 100 milhões. Em 2008 ocorreu o lançamento do MYSPACE MUSIC, uma joint venture com a Sony BMG, Warner e Universal para oferecer música a seus usuários e enfrentar o iTunes da Apple. Recentemente o fenômeno Facebook desbancou o MYSPACE como mais popular rede social nos Estados Unidos e a rede social vive um momento de declínio no número de membros e receita.
-
-
As características
O MYSPACE possui algumas características marcantes como os boletins (recados que são postados em um “quadro de boletins” para qualquer amigo do usuário ver. São apagados depois de dez dias. Os boletins podem ser usados para contatos entre todos os amigos da lista sem precisar mandar mensagens individualmente através do MySpaceIM, um mensageiro instantâneo que usa uma conta do MYSPACE como um nome na tela. O usuário entra nele usando o mesmo e-mail associado à sua conta. Ao contrário das outras partes do MYSPACE, é independente do Microsoft Windows. Usuários podem usar o MySpaceIM como notificação instantânea de novas mensagens, solicitações de amigos, e comentários, MySpace TV (serviço semelhante ao site de compartilhamento de vídeos YouTube, criado em 2007), MySpace Mobile (uma grande variedade de meios onde os usuários podem acessar o conteúdo da rede social via telefone celular), MySpace News (serviço que permite ao usuário mandar feeds RSS e receber notícias), MySpace Classifieds (seção de classificados do MYSPACE, criada no mês de agosto de 2006), MySpace Karaoke (lançado em 29 de abril de 2008, é a combinação de MySpace e kSolo, que permite ao usuário carregar gravações de áudio deles mesmos cantando para suas páginas de perfil), MySpace Polls (um serviço que permite aos usuários postarem enquetes em seus perfis e compartilhar com outros usuários), MySpace Sports (esportes), MySpace Books (livros), MySpace Horoscopes (horóscopos), MySpace Jobs (empregos) e MySpace Movies (filmes).
-
-
O modelo de sucesso
O MYSPACE, que é um dos líderes mundiais no segmento de redes sociais, atrai os internautas para outro tipo de rede social, não baseado no “monitoramento” da vida alheia, filão encontrado pelo Orkut e que é um dos maiores responsáveis pelo sucesso do site no Brasil. O mote do MYSPACE é a troca de conteúdo entre os usuários, principalmente musical. Na rede social é possível criar páginas pessoais com blog, e-mail, comunicador instantâneo, músicas em streaming, vídeos, galeria de fotos, eventos no “mundo real”, grupos e fóruns de discussão. Ele é mais acessível e adaptável que qualquer outra rede social. Os usuários podem adicionar músicas, vídeos, gráficos, fontes novas e layouts diferentes a seus perfis. Todos podem acessar os perfis, mesmo que não tenham se registrado. A grande questão é: por que o MYSPACE obteve êxito se tantos outros falharam? Muitas pessoas explicam esse mistério a partir de uma perspectiva filosófica ou comercial, mas existem algumas respostas óbvias. A primeira e, talvez, a principal, é a conexão musical. Artistas de renome como Madonna, The Black Eyed Peas, Audioslave e Billy Corgan utilizam o site para se comunicar com seus fãs e obter “feedback” sobre suas músicas. Com suas raízes no ramo musical, o MYSPACE possui hoje 10 milhões de comunidades de bandas do mundo inteiro, sendo mais de 55 mil delas, do Brasil.
-

-
Os shows secretos
Os shows secretos (Secret Shows) são eventos promovidos pelo MYSPACE em vários países do mundo com shows gratuitos de bandas musicais, cujos detalhes são divulgados com o tempo. O evento funciona assim: cinco dias antes do show, o internauta descobre, no perfil do Secret Show, a cidade em que irá ocorrer e quem será o artista. Dois dias antes ocorre o aviso do local. Para ir ao show, basta levar impresso o perfil, comprovando o Secret Show como um dos amigos da sua rede. E entrar na fila. O Secret Shows estreou no dia 29 de janeiro de 2006 com uma apresentação de Jenny Lewis da banda Rilo Kiley no Hotel Café em Hollywood. Ao redor do mundo o MYSPACE já organizou mais de 200 eventos como esse. As bandas The Killers, Gnarls Barkley, Jet e Lily Allen foram algumas das atrações. O primeiro evento deste tipo no Brasil aconteceu no dia 19 de dezembro de 2007 com a banda NXZero.
-

--
A evolução visual
Em outubro de 2010 o MYSPACE remodelou completamente sua identidade visual. De forma ousada, a palavra “space” foi trocada pelo símbolo de espaço, representado por uma grande área em branco (My[______]). É justamente nessa érea que irão aparecer os “conteúdos criados pelos usuários”, a fim de preencher esse espaço. Quer colocar a foto de um violão? Pode. Da sua banda durante uma apresentação? Pode. Do seu cachorrinho dormindo? Também pode.
-
- -

Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Fundação:
2003
● Fundador: Chris DeWolfe e Tom Anderson
● Sede mundial:
Beverly Hills, California
● Proprietário da marca: News Corporation
● Capital aberto:
Não (subsidiária)
● CEO: Mike Jones

● Faturamento: US$ 400 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Membros:
100 milhões
● Acessos: 29
º site mais visitado da Internet
● Presença global:
30 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
800
● Segmento:
Internet
● Principais produtos: Rede social de relacionamento
● Slogan: A place for firends.
● Website:
www.myspace.com
-
A marca no Brasil
O Brasil foi o primeiro país da América Latina a ter uma versão própria do MYSPACE. A versão beta foi lançada em 5 de novembro de 2007. Segundo a empresa, antes que a versão de testes fosse lançada havia cerca de 300 mil brasileiros no MYSPACE. Durante a versão beta, esse número chegou a 1 milhão. Somente em 19 de dezembro, a empresa lançou oficialmente a versão brasileira do MYSPACE (em português).
-
A marca no mundo
O MYSPACE é um fenômeno em potencial: 39º site mais acessado da Internet, mais de 43 visitantes únicos mensais, 100 milhões de membros (66 milhões ativos), mais da metade nos Estados Unidos, aproximadamente 200 milhões de vídeo disponíveis e 19.000 jogos e aplicativos. A maioria dos usuários do MYSPACE tem de 16 a 25 anos e 25% deles são registrados como menores - de 14 a 17 anos. Atualmente está disponível em 16 idiomas diferentes através de 25 versões locais, como a chinesa (introduzida em 2007). O MYSPACE está para os Estados Unidos como o Orkut está para o Brasil.
-
Você sabia?
Como medida de segurança é necessário ter no mínimo 14 anos de idade para se cadastrar no MYSPACE. As únicas coisas que o site censura é ofensas e nudez explícita.
Um dos fundadores da empresa, Tom Anderson, tem em seu perfil do site mais de 190 milhões de amigos.
-
-
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
-
Última atualização em 2/12/2010