23.1.08

VALE


Um verdadeiro gigante global. Atuação em cinco continentes com presença em 37 países. Faturamento superior a R$ 103 bilhões. Mais de 200 mil empregos gerados. Valor de mercado que supera os US$ 90 bilhões. Segunda maior mineradora do mundo. Esses são dados escritos sobre linhas de ouro, ou melhor, de níquel, ferro, alumínio, cobre, manganês e outras 40 espécies de metais e minerais, da VALE, uma empresa presente no seu dia a dia muito mais do que você possa pensar. Afinal, de telefones celulares a aviões, de estruturas de prédios a moedas, os minérios são ingredientes para diversos itens indispensáveis para o seu dia a dia.

A história
A história da VALE, conhecida até pouco tempo atrás como Companhia Vale do Rio Doce, está intimamente ligada à construção da estrada de ferro Vitória-Minas, durante a qual os engenheiros ingleses envolvidos em seu projeto tomaram conhecimento da existência de uma grande reserva de minério de ferro naquela região. Vários grupos de investidores internacionais adquiriram extensas glebas de terra próximas à cidade de Itabira e, em 1909, se uniram para fundar o Brazilian Hematite Syndicate, um sindicato que visava explorá-las. Em 1910, durante o XI Congresso Geológico e Mineralógico, realizado em Estocolmo, na Suécia, essas reservas foram estimadas em 2 bilhões de toneladas métricas. No ano seguinte o empresário americano Percival Farquhar adquiriu todas as ações do Brazilian Hematite Syndicate e mudou seu nome para Itabira Iron Ore Company. O empresário fez planos para que nova empresa exportasse 10 milhões de toneladas anuais de minério de ferro para os Estados Unidos, utilizando navios pertencentes a seu sindicato que, no retorno, trariam carvão ao Brasil, tornando assim o frete mais econômico. Mas o empresário não obteve sucesso em sua empreitada. Embora pudesse contar com a simpatia do Presidente do Brasil, Epitácio Pessoa, que lhe deu uma concessão conhecida como Contrato de Itabira de 1920, ele encontrou ferozes opositores a seu projeto, dentre eles o presidente do estado de Minas Gerais (então quase autônomo), Artur Bernardes, que depois se elegeria presidente da república.


Décadas de debates acalorados se seguiram, o país praticamente dividido entre os adeptos das duas posições, e o projeto de Farquhar não saía da prancheta. Esse plano foi inviabilizado quando Getúlio Vargas assumiu o poder, à frente da revolução de 1930, e encampou as reservas de ferro que pertenciam a Farquhar, criando com elas, através do decreto-lei nº 4.352, em 1 de junho de 1942, a Companhia Vale do Rio Doce S. A., como uma empresa estatal, para o qual obteve o beneplácito dos Estados Unidos e da Inglaterra num tratado chamado de Acordos de Washington, que possibilitaram a industrialização do Brasil durante a Segunda Guerra Mundial.


Após sua fundação, a VALE conseguiu ir, pouco a pouco, expandindo sua produção de minério de ferro, mas de forma ainda muito lenta. O Brasil tinha grandes reservas do mineral, mas a demanda era reduzida. A empresa vivia praticamente só para fornecer matéria prima para as siderúrgicas nacionais, sendo a maior delas, então, a Companhia Siderúrgica Nacional. No final dos anos 50, a VALE era uma empresa acanhada que extraia de 3 a 4 milhões de toneladas/ano, menos da metade do planejado por Farquhar em 1920. Isso representava um faturamento pequeno, dado o baixo valor econômico do mineral bruto. Em 1961 entrou em cena seu novo presidente, Eliezer Batista, “o engenheiro ferroviário que ligou a VALE ao resto do mundo”. Percebendo a necessidade dos japoneses de expandir seu parque siderúrgico, extremamente danificado durante a Segunda Guerra Mundial, o pai de Eike Batista, criou o conceito de distância econômica, o que permitiu à empresa entregar minério de ferro ao Japão a preços competitivos com o das minas da Austrália, através do Porto de Tubarão. Foram assinados, em 1962, contratos de exportação, válidos por 15 anos, com 11 siderúrgicas japonesas, num total de 5 milhões de toneladas/ano - quase que dobrando a produção da VALE. Com a criação da DOCENAVE, empresa de navegação da VALE, em 1962, e com a inauguração do Porto de Tubarão, em 1966, a empresa ingressou em uma nova fase - de crescimento vertiginoso - com sua produção passando de 10 milhões de toneladas em 1966 para 18 milhões em 1970 e atingindo a incrível marca de 56 milhões de toneladas em 1974, ano em que a então estatal assumiu a liderança mundial na exportação de minério de ferro, a qual nunca mais perdeu.


Em 1979, quando tomou posse como presidente da república, o general João Batista Figueiredo trouxe Eliezer Batista de volta à presidência da empresa. Ele estava, desde o golpe militar de 1964, em uma espécie de “exílio branco” na Europa, por ter sido ministro de João Goulart. Após duras e complexas negociações, ele conseguiu tornar a VALE, (que era minoritária, com uma participação de 49.75%), a sócia majoritária do complexo de Carajás que fora descoberto na década de 1970 pela U.S. Steel. Situado na Serra dos Carajás, era uma grande província mineralógica que continha a maior reserva mundial de minério de ferro de alto teor, além de grandes reservas de manganês, cobre, ouro e minérios raros. Para a realização desse projeto foi criada uma grande infraestrutura, que incluía a Usina hidrelétrica de Tucuruí, uma das maiores do mundo, a Estrada de Ferro Carajás-Itaqui e o Porto de Ponta da Madeira, localizado em Itaqui (Maranhão).


O projeto Grande Carajás entrou em operação em 1985, o que permitiu a VALE bater novo recorde na extração de minério de ferro, em 1989, com 108 milhões de toneladas métricas. A empresa foi privatizada em maio de 1997 durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, por R$ 3.3 bilhões, valor próximo do que atualmente a empresa lucra em um único mês. Nesta época a VALE produzia 114 milhões de toneladas/ano. Logo após a privatização, entretanto, os lucros da empresa aumentaram consideravelmente. No início do novo século a empresa começou uma feroz “corrida as compras”, adquirindo a Socoimex por US$ 5 milhões em 2000, a Feterco por US$ 523 milhões, a MBR por US$ 25 milhões e a Samitri por US$ 710 milhões em 2001; a CAEMI por US$ 426 milhões em 2003; a Rio Verde por US$ 47 milhões; em outubro de 2006 a canadense Inco por US$ 18.9 bilhões, tornando-se a segunda maior empresa de mineração do mundo, atrás somente da anglo-australiana BHP Billiton; e em fevereiro de 2007 adquiriu a mineradora de carvão australiana AMCI Holdings, por US$ 835 milhões. Em 2009 a CVRD mudou oficialmente de nome para VALE S.A. Atualmente, pressionada pela crise econômica europeia e a queda da demanda na China, a mineradora brasileira foca suas ações no Brasil, onde investirá R$ 40 bilhões até 2016.


Fatos importantes
1953
Primeiro embarque de minério de ferro para o Japão.
Utiliza pela primeira vez um navio brasileiro, o Siderúrgica Nove, no carregamento de minério para os Estados Unidos.
1960
Criação da Companhia Siderúrgica Vatu, primeira subsidiária da VALE para o beneficiamento de minérios, fabricação e comercialização de ferro-esponja.
1962
Assinados contratos de longo prazo com siderúrgicas japonesas e usinas alemãs.
1971
Em 7 de julho, é fundada a Rio Doce Geologia e Mineração S.A. (Docegeo), subsidiária integral da VALE, com o objetivo de realizar pesquisas e lavra de minério.
1974
Se torna a maior exportadora de minério de ferro do mundo, detentora de 16% do mercado transoceânico do minério.
1982
Com o início das operações da Valesul Alumínio S.A., no Rio de Janeiro (RJ), ingressa no segmento de alumínio e contribui para reduzir as importações brasileiras do metal.
1988
Elimina o uso de carvão vegetal de florestas nativas e alcança autosuficiência do material a partir de florestas plantadas.
2001
Entra em consórcio para construir e operar duas usinas hidrelétricas em Minas Gerais: Capim Branco I e II.
2004
Inaugurada em 2 de julho a mina do Sossego, a primeira mina de cobre do Brasil, no Pará. O projeto, realizado em tempo recorde, teve 73% de sua mão de obra local.
2006
Inaugura em 5 de maio o Trem da Vale, restabelecendo o percurso ferroviário entre Ouro Preto e Mariana (MG).
Inaugura em 10 de maio a Usina Hidrelétrica Eliezer Batista, em Aimorés, Minas Gerais.


A evolução visual
No final de novembro de 2007 a empresa anunciou uma completa reformulação em sua identidade visual. As mudanças em sua marca centraram o foco no nome pelo qual o grupo era mais conhecido no mercado: VALE. As iniciais CVRD, que faziam parte da logomarca da empresa, cederam lugar à nova marca em todos os produtos ou materiais de divulgação da empresa. O novo logotipo, criado pela empresa americana Lippincott Mercer, tem como destaque a letra V, com relevo em forma de coração em verde e amarelo. Com a mudança da marca, a empresa buscava consolidar sua imagem de empresa brasileira com atuação global, cuja força, simplicidade e sonoridade do nome “Vale”, seria mais facilmente usado em oito idiomas. A internacionalização da VALE, reforçada após a compra da mineradora canadense Inco, teve forte peso no processo de troca da marca.


Os slogans
Não existe futuro sem mineração. Não existe mineração sem pensar no futuro das pessoas.
Vale: uma empresa cada vez mais verde. E amarela. (2009)


Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 1 de junho de 1942
● Fundador: Governo Getúlio Vargas
● Sede mundial: Rio de Janeiro, Brasil
● Proprietário da marca: Vale S.A.
● Capital aberto: Sim
● Presidente do conselho: Dan Conrado
● CEO: Murilo Ferreira
● Faturamento: R$ 103.1 bilhões (2011)
● Lucro: R$ 37.8 bilhões (2011)
● Valor de mercado: US$ 91.7 bilhões (novembro/2012)
● Valor da marca: R$ 2.656 bilhões (2011)
● Presença global: 37 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 200.000
● Segmento: Mineração, logística e energia
● Principais produtos: Extração, beneficiamento e comércio de minérios, transporte ferroviário e operação portuária
● Concorrentes diretos: BHP Billiton e da Rio Tinto
● Slogan: Não existe futuro sem mineração. Não existe mineração sem pensar no futuro das pessoas.
● Website: www.vale.com

O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca VALE está avaliada em R$ 2.656 bilhões, ocupando a posição de número 8 no ranking das marcas mais valiosas do Brasil.

A marca no mundo
A VALE está presente em 13 estados brasileiros, além de forte presença na América do Sul, Europa, Ásia, Oceania América do Norte e África, empregando aproximadamente 200 mil pessoas (entre profissionais próprios e terceirizados), extraindo minérios em 37 países e respondendo por uma enorme parcela nas exportações brasileiras. A VALE produz e comercializa minério de ferro, pelotas, níquel, concentrado de cobre, carvão, bauxita, alumina, alumínio, potássio, caulim, manganês e ferroligas. Do total da venda de minério, a China fica com a maior fatia individual, 31.6%, seguida da Europa e do Brasil, com 19% cada. Sempre com foco no crescimento e diversificação das atividades em mineração, investe em pesquisa mineral e tecnologias voltadas para a melhoria contínua das atividades nos cinco continentes. A empresa possui ainda mais de 10 mil quilômetros de malha ferroviária e 9 terminais portuários próprios. Em 2011 a VALE teve um desempenho financeiro extraordinário, o melhor de todos os tempos. Bateu vários recordes (entre os quais um lucro de R$ 37.8 bilhões), a despeito de um ambiente econômico desafiador. A empresa também informou que os investimentos somaram US$ 18 bilhões, em uma conta que exclui o gasto com aquisições. A VALE gastou ainda US$ 1.4 bilhões com a execução de projetos e pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Você sabia?
Com a missão de transformar recursos minerais em prosperidade e desenvolvimento sustentável, a VALE é a segunda maior mineradora no mundo, líder na produção de minério de ferro e segunda maior produtora de níquel.
O Vale Minas Gerais é o maior mineraleiro do mundo. A embarcação faz parte de uma frota de navios Valemax, uma estratégia da empresa para reduzir a distância entre o Brasil e Ásia. Ao final de 2013, serão 35 navios com capacidade de 400 mil toneladas disponíveis para realizar o transporte de minério de ferro - 19 próprios e 16 fretados pela VALE em contratos de longo prazo.
Em 70 anos a empresa produziu 5 bilhões de toneladas métricas de minério de ferro, montando que daria para construir 375.000 Torres Eiffel.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Newsweek, BusinessWeek e Time), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 23/11/2012

15.1.08

BRANDS EVOLUTION 5

Nesta seção do Blog estarei trazendo constantemente a evolução visual de algumas marcas. Tendências, personalidade, criatividade, conceito, tipologias e os mais variados recursos para embarcarmos em uma verdadeira viagem visual. Recentemente grandes marcas passaram por grandes reformulações visuais como podemos acompanhar nas imagens abaixo.
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10.1.08

UNCLE BEN'S


Hoje em dia aproximadamente 5 bilhões de habitantes do planeta consomem arroz. Para milhares, prepará-lo é uma tarefa penosa e o resultado final, em muitos casos, é desastroso. Arroz saboroso, soltinho e vistoso é para quem realmente sabe cozinhar. Isto até não conhecer a marca UNCLE BEN’S, que apresentou ao mundo uma maneira de preparar arroz de forma fácil, rápida e com resultado apetitoso. 

A história 
O surgimento da marca UNCLE BEN’S começou com a empresa Converted Rice Inc., que durante a Segunda Guerra Mundial era fornecedora de arroz para as tropas do exército americano. Terminado o conflito, Gordon L. Harwell, presidente e proprietário da empresa, estava jantando com seu sócio em um restaurante da cidade de Chicago, quando lhe ocorreu a ideia de introduzir seu arroz para o consumidor comum, já que havia perdido seu maior cliente, o exército americano. Foi então que ele lembrou da história de um fazendeiro negro, chamado “Tio Ben” (em inglês “Uncle Ben”), bastante conhecido pelos donos de moinhos da cidade de Houston no estado Texas, por sempre produzir o arroz de melhor qualidade. Seu arroz era uma referência e sua e fama se espalhou por todo o condado. Como não havia nenhuma fotografia do tal fazendeiro, Gordon resolveu pedir que o maître do restaurante, Frank Brown, vestido com uma tradicional gravata borboleta, posasse para a foto que iria aparecer nas embalagens e no logotipo do arroz UNCLE BEN’S. Não somente o nome foi registrado como marca, como também o termo “Converted” (convertido). Com tudo pronto, o arroz foi lançado oficialmente no mercado americano no ano de 1946 com o nome de UNCLE BEN’S CONVERTED LONG GRAIN WHITE RICE.


O arroz era parboilizado e polido. A palavra “parboilizado” deriva da expressão inglesa “parboiled”, dando ideia de cozimento parcial que ocorre no processo industrial. O processo de parboilização, inventado pelo químico de alimentos inglês Eric Huzenlaub na década de 1930, baseia-se no tratamento hidrotérmico a que é submetido o arroz em casca, pela ação tão somente da água e do calor, seguido de gelatinização parcial ou total do amido e secagem, cujo objetivo é fazer com que os nutrientes – vitaminas e sais minerais - presentes na casca, migrem para o interior do grão. UNCLE BEN’S possuía três vezes mais vitaminas do que o arroz branco normal. O lançamento foi apoiado por campanhas comerciais veiculadas em revistas populares, como por exemplo, a tradicional Time que destacavam a praticidade do produto através do slogan “Cooks up perfect every time”. O sucesso foi imediato, pois as donas de casa adoraram um arroz de qualidade incomparável, com grãos longos e uniformes, que não precisava ser escolhido, lavado, ou fritado, e ficava pronto rapidamente com muito mais facilidade. Em apenas seis anos o arroz UNCLE BEN’S se tornou líder do mercado americano.


Ainda em 1952 a marca foi introduzida nos mercados inglês, francês e austríaco, iniciando assim um processo de internacionalização. No início da década seguinte a marca iniciou a ampliação de sua linha com o lançamento de variedades exóticas de arroz, como o selvagem, e ensinou aos consumidores como utilizá-las para preparar refeições deliciosas. Não demorou muito para UNCLE BEN’S chamar a atenção da Mars Incorporated, tradicional empresa americana fundada em 1911, mais conhecida pelos seus deliciosos chocolates, que adquiriu a marca, transformando-a em uma subsidiária em 1964. Em menos de uma década a vendas romperam a barreira dos US$ 100 milhões. No início dos anos de 1970 a marca introduziu no mercado o arroz integral, uma nova delícia, ainda mais nutritiva, que cai rapidamente no gosto dos americanos. Com a expansão do mercado e a alta demanda, em 1977, foi inaugurada uma nova fábrica em Greenville, estado do Mississippi, e a primeira unidade fabril na Europa, localizada em Olen, na Bélgica. Nesse mesmo ano o arroz UNCLE BEN’S foi lançado no mercado brasileiro, trazendo praticidade no preparo e sabor para as refeições.


Nas décadas seguintes a marca lançou uma grande quantidade de novos produtos como arroz em saquinhos, risotos prontos, arroz instantâneo, arroz com temperos e acompanhamentos, e arroz para forno microondas, que se tornaram um enorme sucesso, fazendo com que a marca fosse uma das mais rentáveis para a empresa Mars, proprietária de marcas como Whiskas, M&M’s, Pedigree, entre outras. Além disso, nos anos de 1990 a UNCLE BEN’S experimentou a primeira extensão de marca com o lançamento de uma completa linha de molhos para salada, molhos cremosos, sopas prontas e até mesmo arroz doce com canela. Outro fator foi importante para a marca se tornar popular, especialmente no mercado americano. Em 1997 a UNCLE BEN’S assinou contrato com a estrela nigeriana da NBA Hakeem Olajuwon, que passou a ser garoto-propaganda da marca.


No ano seguinte, UNCLE BEN’S já tinha fábricas espalhadas pela Austrália, Alemanha, Inglaterra, Holanda e Bélgica, além de sua gigante unidade fabril no estado do Texas. Além disso, a marca consolidava sua posição de líder absoluta do mercado americano de arroz. Mais recentemente, com a procura por parte dos consumidores de opções mais saudáveis na alimentação diária, a marca lançou a linha Rice & Grains, que mistura o tradicional arroz com grãos saudáveis, como por exemplo, quinoa e cevada. Já no Brasil a marca lançou a linha UNCLE BEN’S BISTRÔ, cujas receitas são cuidadosamente preparadas com ingredientes selecionados, nas versões risoto de queijo, risoto de funghi e risoto de vegetais.


A linha do tempo 
1952 
Lançamento do UNCLE BEN’S READ RICE, um arroz de fácil e rápido preparo. 
1961 
Lançamento do UNCLE BEN’S LONG GRAIN & WILD RICE ORIGINAL RECIPE, uma espécie conhecida como arroz selvagem. 
1972 
Lançamento do UNCLE BEN’S SELECT BROWN RICE, conhecido popularmente como arroz integral. Este tipo é mais nutritivo que o arroz branco e parboilizado original. 
1987 
As inovações continuam com o lançamento da linha UNCLE BEN’S COUNTRY INN em 8 deliciosas variações como Broccoli Rice (com brócolis), Chicken (com Frango), Chicken & Vegetable (frango com vegetais), Mexican Fiesta (com pimenta, pimentão, alho e cebola), Chicken & Broccoli (frango com brócolis), entre outas. 
1988 
Lançamento do UNCLE BEN’S BOIL IN THE BAG, o tradicional arroz embalado em saquinhos de práticas porções, tornando o preparo ainda mais fácil e rápido. 
1993 
Lançamento de uma linha de molhos para saladas com a marca UNCLE BEN’S. 
1994 
Lançamento da Hearty Soup (linha de sopas prontas no sabor Broccoli Cheese & Rice Soup) e Rice Puddings (arroz doce com um toque de canela). 
1997 
Lançamento do arroz fortificado com cálcio, vitaminas e outros minerais. 
1998 
Introdução da linha UNCLE BEN’S FLAVORFUL RICE em cinco diferentes temperos como Garlic & Butter (alho e manteiga), Chicken & Herb (frango e ervas), Roasted Chicken (frango assado), Parmesan & Butter (queijo parmesão e manteiga) e Four Cheese (quatro queijos). 
2000 
Lançamento do UNCLE BEN’S FROZEN BOWLS RICE, um arroz que passa pelo processo de congelamento. 
Lançamento do UNCLE BEN’S EXPRESS, um arroz especialmente desenvolvido para forno microondas. Com o rápido sucesso no mercado, chegam novos sabores como quatro queijos, tomate, ervas e tempero oriental, entre outros. 
2004 
Lançamento do UNCLE BEN’S READY RICE, uma nova linha de preparo rápido que fica pronto em apenas 90 segundos para ser utilizada em forno microondas. 
2009 
Lançamento do arroz marrom em saquinhos, tornando o preparo ainda mais fácil e rápido.


A mudança de imagem 
Ao longo dos anos a marca UNCLE BEN’S sempre foi severamente criticada e atacada por organizações e pessoas devido ao uso da imagem, em seu logotipo, de uma figura afro-americana com jeito serviçal. As críticas pesadas desencadearam uma enorme campanha publicitária para mudar esta imagem lançada em março de 2007. O Tio Ben (Uncle Ben), figura onipresente no logotipo da marca, foi promovido a Chairman (presidente do conselho de uma corporação), como tentativa de desvincular a imagem de serviçal que o personagem passou durante mais de 60 anos. A mudança de posicionamento podia ser vista na página oficial do produto na internet, onde um escritório opulento, ricamente decorado e digno dos maiores executivos do mundo, fazia com que o internauta explorasse todos os aspectos da empresa chefiada agora pelo Tio Ben. Mais recentemente a marca atualizou a imagem de Tio Ben, que ganhou um ar mais jovial com roupas informais. A evolução visual de Tio Ben pode ser conferida na imagem abaixo.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas modificações ao longo dos anos, mas sempre manteve como figura central o simpático “Tio Ben”, que recentemente ganhou uma imagem mais atual e moderna.


Os slogans 
Begin with Ben. 
Ben knows best. 
UNCLE BEN’S. Perfect Every Time. 
Cooks up perfect every time. (anos de 1940)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 1946 
● Criador: Converted Rice, Inc. 
● Sede mundial: Houston, Texas, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Mars Incorporated 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Grant Reid 
● Presidente: Fiona Dawson 
● Faturamento: US$ 1 bilhão (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Maiores mercados: Estados Unidos, Reino Unido e França 
● Segmento: Alimentação 
● Principais produtos: Arroz e molhos para salada 
● Concorrentes diretos: Rice-A-Roni, Minute Rice, Camil e Tio João (Brasil) 
● Ícones: O personagem “Tio Ben” 
● Slogan: Begin with Ben. 
● Website: www.unclebens.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a marca UNCLE BEN’S, que pertence ao gigante americano Mars Incorporated, está presente em mais de 100 países com uma linha de produtos que vai desde o tradicional arroz até molhos e risotos. A marca UNCLE BEN’S é líder absoluta do mercado americano, também com forte presença no Reino Unido e França, faturando mais de US$ 1 bilhão anualmente. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 27/2/2018

24.12.07

LE CREUSET


Dizem que se conquista uma pessoa pelo estômago. Deve ser por isso que há mais de 90 anos a LE CREUSET vem fazendo sucesso no mundo todo com suas panelas coloridas de ferro fundido esmaltado e seus utensílios de cozinha fabricados sob um rígido controle de qualidade. É olhar e imaginar uma comida saborosa e sedutora sendo preparada e servida, afinal suas panelas são feitas para serem exibidas. Com uma história ligada às tradições francesas, a marca construiu uma imagem associada à cultura da alta gastronomia internacional, pois desde 1925 dá cor e sabor a cozinhas de todo o mundo. 

A história 
A LE CREUSET foi fundada em 1925 por dois artesões belgas: Arnaud Desaegher (especialista em ferro fundido) e Octave Aubecq (especialista em esmaltação). Eles começaram uma modesta produção de panelas de ferro fundido esmaltado em Fresnoy Le Grande, um pequeno vilarejo localizado no norte da França. Nesta época, todas as panelas eram da cor cinza, tornando a primeira panela tradicional laranja da marca francesa um ponto de virada para aqueles que amam cozinhar. Em 1930, a LE CREUSET começou a desenvolver uma gama variada de produtos: além das panelas, travessas e utensílios para cozinha. Nesta época, a empresa conseguiu atingir um excelente resultado com o ferro fundido e o esmalte, alcançando a fabricação de produtos de alta qualidade. A empresa também iniciou a divulgação no rádio e na mídia impressa da qualidade de cozinhar em panelas de ferro fundido e todos os benefícios provenientes deste tipo de cozimento. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, todos os esforços da LE CREUSET foram concentrados em aumentar a gama de produtos de ferro fundido. Começou nesta fase, a variação de cores no acabamento esmaltado, que acabou transformando-se em um forte diferencial para a marca.


Em 1952, a empresa iniciou a busca por novos mercados na Europa e América do Norte. Nesse período inaugurou suas exportações para outros mercados europeus, sendo que 50% de sua produção passou a ser destinada a um mercado extremamente forte: os Estados Unidos. No período entre 1955 a 1957, viu-se o lançamento de novos produtos e novas cores que se tornaram verdadeiros sucessos junto ao público, em especial a linha de grelhas, introduzida em 1955. Em 1958 surgiu a logomarca da LE CREUSET e o início de uma identidade visual da marca, sendo que em 1962, foi lançada no mercado a primeira panela de fondue. Mudanças na linha de produção ocorreram em 1966 com a substituição das máquinas que eram operadas manualmente por máquinas semi-automáticas. Nesta etapa, o processo que era praticamente artesanal ganhou tecnologia e mais qualidade.


Em 1970, foi apresentado alguns novos moldes para a linha de panelas de ferro. O ano de 1972 foi marcado por um grande avanço com relação ao design da linha tradicional sofrendo uma considerável evolução com a assinatura do designer italiano Enzo Mari. No mesmo ano, a produção atingiu 6.000 toneladas. Nos dez anos seguintes, o mundo importou a ideia e o conceito de que a gastronomia francesa era uma das melhores e mais sofisticadas, projetando ainda mais a marca LE CREUSET no mercado internacional. Em 1980, uma campanha publicitária indicava: “Todos os grandes cozinheiros devem saber um pouco de francês: Le Creuset”. Em 1985, a LE CREUSET foi classificada entre as 30 marcas francesas mais famosas no mundo. Nesta década, a marca lançou grandes novidades como o modelo “marmita”; os modelos multifunção (molheira e frigideira); os produtos finos de cerâmica “stoneware”; e a tecnologia Vitrobase, revestimento de vidro sobre esmalte, proporcionando maior resistência à esmaltação das peças de ferro.


Uma nova direção assumiu o controle da empresa em 1988, comandada pelo sul-africano Paul van Zuydam. Nesta época, Jean Louis Barrault criou uma linha inovadora de produtos. Em 1991, a empresa adquiriu a americana Hallen International Inc., fabricante de acessórios para vinho e bar através da marca Screwpull, cujos famosos saca-rolhas foram desenvolvidos por um engenheiro chamado Hebert Allen, que em 1975 teve a ideia de criar um utensílio baseado na simples premissa de que uma rolha deveria ser removida da garrafa sem esforço, dano e empecilho; iniciou-se então a abertura do mercado japonês, que inspirou a criação da primeira panela Wok em 1992. O ano seguinte foi marcado pela ampliação da linha de saca-rolhas Screwpull. Já em 1994 foi inaugurada a subsidiária da Alemanha, somando-se a isso o lançamento de novas cores para a linha de panelas de ferro e cerâmica. Além disso, a marca lançou a nova linha Pueblo e as chaleiras esmaltadas feitas em aço.


As espátulas e colheres de silicone chegaram ao mercado em 1997, mesmo ano em que as panelas de ferro fundido da marca começaram a experimentar o mercado brasileiro. No ano seguinte, ocorreu a abertura da subsidiária em Hong Kong, com a LE CREUSET continuando a diversificar seus produtos através da criação de novos utensílios domésticos e de novas cerâmicas. Novas subsidiárias foram inauguradas em 1999: Suíça, África do Sul e Espanha. Dado o sucesso atingido em pouco tempo pela marca francesa no Brasil com o público, chefes de cozinha e lojistas, em maio de 1999 foi aberta a filial brasileira. A partir de 2000, a modernização do parque industrial levou a empresa atingir a incrível marca de 35 toneladas com uma média de 10.000 peças produzidas diariamente. Além disso, a empresa lançou suas grelhas com novas cores. Em 2004, ocorreu o lançamento linha triVita, com suas panelas em aço inox 18/10 com tripla camada uniforme.


Em 2005, a LE CREUSET comemorou seu aniversário de 80 anos expandindo sua linha de produtos e lançando no mercado o livro “Le Creuset Le Livre de Cuisine”. Entre os novos produtos, destacavam-se a linha têxtil (aventais e luvas) e “Clever Friends” de utensílios, além da coleção de miniaturas de cerâmica “stoneware” que tiveram grande aceitação e sucesso. Em 2008, mais uma novidade: produtos em alumínio antiaderente. E a marca francesa não parou por aí: lançou a linha Lever Model LM 400 e a linha para bar “Club” de aço inox 18/10, com tripla camada. Em 2011, a marca francesa inaugurou sua primeira loja-conceito na América Latina, localizada na cidade de Brasília. A nova loja apresentava 350 itens, entre a linha de ferro fundido e esmaltado – seu “carro chefe” – a linha de cerâmica stoneware, non-stick e 3-ply, além dos utensílios de silicone, produtos têxteis, chaleiras e stock pot (panelas de aço esmaltado projetadas para funcionar eficientemente em uma grande variedade de fontes de calor, sendo resistentes aos danos e desgastes). Pouco depois, lançou uma coleção de assadeiras para pães, tortas e massas.


Em 2015, foi lançada a linha Mate à Croquer, panelas em ferro fundido com acabamento fosco nas cores cotton, azul mineral, ametista e sisal, para agradar aos mais diversos gostos; além de uma linha de pratos coloridos, cuja cerâmica possui um bloco denso que dificulta a absorção de umidade, evitando rachaduras, fissuras e ondulações, e o exterior impermeável esmaltado é resistente a manchas e arranhões de utensílios de metal. Ainda este ano, a LE CREUSET comemorou 90 anos de uma rica história e lançou uma reprodução da primeira panela criada pela marca, a cocotte. Apenas 1.925 unidades comemorativas, na icônica cor laranja (também conhecida como fiery lava) foram produzidas em todo o mundo. Mesmo depois de décadas, a LE CREUSET ainda hoje é sinônimo de paixão para quem cozinha por profissão ou por puro amor.


Além das tradicionais panelas de ferro fundido e esmaltado, a LE CREUSET oferece uma linha de produtos extremamente abrangente: grelhas, frigideiras, panelas ovais, conjuntos para fondue, molheiras, réchaud e travessas para diversos usos, todas produzidas na França, em Fresnoy Le Grand. A empresa trabalha também com utensílios e acessórios para cozinha, como espátulas, colheres, batedores e formas de silicone, produzidas nos Estados Unidos, abrangendo ainda, a conceituada linha de chaleiras fabricadas em aço esmaltado e a ampla linha de cerâmica “stoneware”, ambas produzidas na Tailândia e seguindo o mesmo rigoroso controle de qualidade LE CREUSET. Oferece ainda artigos têxteis para cozinha, além do recente lançamento das panelas de aço inox 18/10 triVita e acessórios diversos, como descascadores e raladores de queijo.


Tradição e qualidade 
O processo de produção de uma panela LE CREUSET segue rigorosos padrões de qualidade, desde a escolha da matéria-prima até a esmaltação e embalagem final, processo este que hoje alia o profundo conhecimento de gerações de artesãos a mais alta tecnologia. Cada peça passa pelas mãos de aproximadamente trinta artesãos, garantindo a qualidade dos seus produtos. Esta qualidade, aliada ao seu alto desempenho, faz com que o produto seja almejado por quem entende de culinária. Em relação aos produtos de ferro fundido esmaltado, cabe destacar, que estes apresentam a mesma espessura nas laterais, no fundo e na tampa, o que garante um cozimento uniforme. São peças únicas, que não apresentam ponto de solda, recebendo esmaltação na parte exterior e interior. O lado exterior dos produtos é vitrificado depois de esmaltado, o que garante uma proteção maior ao esmalte. As tampas das panelas possuem pegadores que resistem a altas temperaturas, podendo assim ir ao forno. A perfeita distribuição de calor e cocção prolongada enaltece o sabor e o aroma dos alimentos. A excelente transmissão e retenção de calor do ferro fundido garantem um bom cozimento, sem que o alimento perca seus líquidos e propriedades nutritivas, com o esmalte vitrificado facilitando a limpeza das peças posteriormente, além de não reter odores.


Os produtos LE CREUSET apresentam uma grande versatilidade de uso, pois sua beleza e design permitem que seja levado direto do fogão à mesa. A LE CREUSET dá ao consumidor a garantia de uma vida para defeitos de fabricação, porém se o usuário seguir alguns cuidados solicitados pelo fabricante, certamente terá em mãos um produto que passará para outras gerações. Todos os produtos da marca têm um forte apelo visual, sendo que o desenvolvimento de produtos com design sofisticado e cores atraentes é uma das filosofias da empresa. A marca possui atualmente mais de 20 cores em sua linha de produção normal.


Um exemplo revela bem o que significa a marca para os franceses, que em alguns lugares perpetuou-se uma curiosa tradição. Quando há um casamento na família, geralmente a noiva recebe de presente da mãe ou da sogra, uma panela LE CREUSET usada, com o intuito de trazer sorte ao casamento. Aqui no Brasil, uma história sobre a marca francesa ficou famosa: durante um incêndio em uma fazenda no interior de São Paulo, todos os utensílios domésticos derreteram, inclusive fogão e geladeira, e as únicas peças que resistiram ao intenso calor foram as panelas e grelhas LE CREUSET.
 

Os slogans 
La référence depuis 1925. 
A great recipe lasts forever. 
Good food deserves Le Creuset. (2009) 
Every cook should know a little French. (1980)


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 1925 
● Fundador: Arnaud Desaegher e Octave Aubecq 
● Sede mundial: Fresnoy Le Grand, França 
● Proprietário da marca: Le Creuset S.A.S. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman & CEO: Paul van Zuydam 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 480 
● Presença global: 70 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.200 
● Segmento: Utensílios para cozinha 
● Principais produtos: Panelas de ferro, chaleiras e utensílios culinários 
● Principais concorrentes: Silit, Tefal, Mauviel, Staub, Cristel, Emily Henry e Matfer Bourgeat 
● Ícones: A ampla variedade de cores de suas panelas 
● Slogan: La référence depuis 1925. 
● Website: www.lecreuset.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a LE CREUSET, líder mundial no seu segmento e que virou sinônimo de tradição da alta gastronomia francesa, está presente em todos os continentes e em mais de 70 países. Os maiores mercados da marca são Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Escandinávia, sudeste asiático e França. A empresa conta atualmente com 14 filiais em países como Estados Unidos, Japão, Brasil, Itália, Inglaterra; Espanha, Suíça, China, África do Sul, Alemanha, Canadá, Coréia do Sul e Índia. Além disso, a marca francesa mantém uma rede com mais de 480 lojas próprias (das quais 180 dentro de badaladas lojas de departamento) espalhadas por diversas cidades no mundo, incluindo mais de 10 unidades no Brasil, localizadas em cidades como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro. A LE CREUSET oferece uma diversificada linha de produto com mais de 700 itens, entre panelas de ferro fundido esmaltado, itens de cerâmica, frigideiras, panelas e grelhas antiaderentes, utensílios de silicone, chaleiras, stock pots e acessórios para vinho e champanhe. 

Você sabia? 
O nome da marca vem do caldeirão usado para transportar o ferro fundido, durante o processo de fabricação das panelas, que é chamado em francês de “creuset”
Tendo os produtos da marca um valor agregado elevado, sua comercialização fica restrita a pontos de venda que atinjam um público com alto poder aquisitivo. Na sua maioria são lojas sofisticadas de presentes e artigos para cozinha. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Meio Mensagem, Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 5/12/2016