26.1.12

LEICA


É justo dizer que cenas pitorescas da história mundial, retratos importantes de fatos que marcaram época, só foram possíveis devido a uma empresa alemã que revolucionou o mercado de câmeras fotográficas no início do século XX. As câmeras da alemã LEICA são sem dúvida uma das mais cobiçadas e caras do mercado. Sua reputação de alta qualidade fez com que grandes fotógrafos do passado, construíssem sua fama com uma câmera LEICA nas mãos, uma verdadeira “extensão do olho”, que criou uma nova escola dentro da fotografia. Para a marca seus produtos têm uma única missão: proporcionar as melhores imagens. 

A história 
As origens da marca LEICA remontam ao ano de 1911 quando o engenheiro Oskar Barnack começou a trabalhar na fábrica de lentes e microscópios Ernst Leitz Optische Werke, fundada em 1869 e localizada na pequena cidade alemã de Weztlar. Ele era apaixonado por fotografia e pela mais recente invenção da época, o cinema. Enquanto fotografava e filmava suas viagens pelas montanhas, Oskar sentia o esforço e a falta de mobilidade, em virtude de sua saúde fraca, de carregar as pesadas câmeras de chapas e estava disposto a deixar de usar essas câmeras de placa de vidro, que ficavam fixas sobre tripés. Depois de muitas pesquisas e estudos, em 1913, ele desenvolveu um protótipo com uma caixa de metal e uma lente semelhante as que eram utilizadas nos microscópios da época, que tinha velocidade única de obturador (1/40s). Além disso, ele colocou um mecanismo para utilizar o filme para cinema, só que ampliou o tamanho do fotograma para 24 x 36 mm, o dobro do utilizado na época, pois acreditava que este formato permitiria ampliações sem perder a qualidade dos detalhes. Pronto, estava criada a primeira máquina fotográfica portátil da história.


Pouco depois, em fevereiro de 1914, o modelo Ur-Leica já fazia fotografias com sucesso. O nome LEICA surgiu de uma combinação das palavras Leitz Camera. Com o início da Primeira Guerra Mundial o projeto teve que ser interrompido e só foi retomado em 1920, quando Oskar após ter fotografado uma enchente em Wetzlar resolveu implantá-lo. No entanto, ele percebeu que alguns ajustes teriam que ser feitos, como por exemplo, procurar um design de lente que fosse mais compatível com o tamanho da película da Ur-Leica. Só assim as imagens poderiam ser ampliadas em até dez vezes sem perder praticamente nada de detalhes. Foi então, que outro projetista da Leitz, o Doutor Max Berek, criou a lente que ele estava procurando. Ela tinha distância focal de 50 mm e abertura f/3.5.


Para começar a ser produzida, a primeira LEICA levou mais 10 anos, e somente em 1924 entrou em linha de produção, após Oskar convencer o dono da fábrica, Ernst Leitz II. Então foram produzidas 30 raríssimas unidades da LEICA 0. Na primavera do ano seguinte foi apresentada oficialmente ao público em uma feira de fotografia na Alemanha com o nome de LEICA I, que se tornou a primeira câmera 35 mm portátil que utilizava padrão de cinema em filme de 35 mm. Durante esse ano mais de 1.000 unidades foram fabricadas, e se tornou um sucesso absoluto entre os fotógrafos alemães. Em 1930 surgiu o primeiro modelo com lentes intercambiáveis, com base em uma rosca de 39 milímetros de diâmetro. Além da lente de 50 mm normal, uma angular de 35 milímetros de largura e uma lente de 135 milímetros teleobjetiva, estavam inicialmente disponíveis. A novidade conquistou imediatamente muitos fotógrafos e fez enorme sucesso no meio jornalístico, trazendo uma nova dimensão para a cobertura dos fatos através das imagens. Pouco depois, em 1932, já era estimado que aproximadamente 90 mil máquinas da marca alemã estavam em uso em toda a Europa. Ainda neste ano a empresa lançou a LEICA II, equipada com um mecanismo de telêmetro acoplado à lente de focalização. Este modelo tinha um visor separado (mostrando uma imagem reduzida) e medidor de distância (“rangefinder”), que dava um panorama de como seria capturada a imagem pelo fotógrafo.


Oskar Barnack faleceu em 1936, a tempo de ver seu projeto de câmera consagrado como o maior sucesso do mercado fotográfico, depois da própria invenção da fotografia. Foi inevitável que grandes fotojornalistas aderissem ao uso da LEICA pela qualidade das imagens e por ser leve e pequena, o que facilitava o trabalho do profissional que precisava estar sempre na rua. Durante os anos 1940 e 1950, com a fundação da agência parisiense de fotojornalismo, a LEICA foi imortalizada como câmera predileta de gênios como o francês Henri Cartier-Bresson, o húngaro Robert Capa e o polonês David Seymour. Um dos modelos da marca alemã que mais fizeram sucesso foi a LEICA M3, lançada em 1954 e que introduziu o sistema M, de encaixe de baioneta para lentes. Em 1961, a empresa computava a quantidade de 1 milhão de máquinas pelo mundo. E pouco depois, em 1965, lançou a LEICAFLEX, primeira câmera SLR da marca (SLR é a sigla para Single Lens Reflex, sistema no qual o fotógrafo vê exatamente a mesma imagem que vai ser exposta ao filme). Em 1984 a empresa lançou uma de suas máquinas de maior sucesso: LEICA M6, que possuía um medidor de luz moderno, fora do obturador, sem partes móveis e setas LED no visor. Em 1986, a empresa Ernst Leitz GmbH mudou seu nome para LEICA, muito em virtude da força e credibilidade que a marca havia conquistado no mundo. Neste momento, a empresa mudou sua fábrica de Wetzlar para a cidade vizinha de Solms. Em 1996, a divisão de câmeras foi separada da empresa e se tornou uma companhia de capital aberto.


Finalmente em 1998, o grupo dividiu-se em duas unidades independentes: Leica Microsystems (detentora da LEICA CÂMERAS) que produzia equipamentos de pesquisa geológica e Leica Geosystems (fabricante de microscópios). Com a chegada do novo milênio a marca alemã resolveu investir no luxo. Em estreita colaboração com a sofisticada francesa Hermès lançou uma máquina em edição limitada em couro e aço polido e um modelo retrô inspirado na clássica M3, dos anos de 1950. A parceria deu tão certo, que nos anos seguintes novos modelos, sempre em edição limitada, foram lançados no mercado, incluindo uma câmera M7 que “vestia” uma capa de pele de vitela ao preço de US$ 24 mil. A empresa chegou à beira da falência em 2004, quando as câmeras digitais se popularizaram no mercado e a LEICA, por sua vez, se mantinha analógica. Mas em 2009, a marca deu a volta por cima e passou a produzir mais de 300 mil câmeras por ano, ingressando assim no mercado de máquinas digitais. Em 2010, a empresa lançou no mercado a LEICA V-LUX 20, uma câmera digital compacta de alta qualidade para toda família, que rapidamente se tornou um sucesso de vendas. Mais recentemente a marca lançou a SOFORT, uma resposta ao fenômeno das máquinas fotográficas instantâneas e cujo nome deriva da palavra alemã para imediato. Hoje em dia a LEICA conta com modelos digitais como o da linha M, a M8, primeira câmera SLR digital desta série, mas sempre mantendo a tradição de qualidade de sistema ótico, e até a LEICA M MONOCHROM, uma câmera de 18 megapixels que tira somente fotos em preto e branco.


A lendária qualidade da marca baseia-se em uma longa tradição de excelência na construção de lentes. E hoje, em combinação com tecnologias inovadoras, os produtos LEICA continuam a garantir as melhores imagens em todas as situações de visualização e percepção. Cada câmera LEICA ainda traz um pouco do espírito daquele homem que, com sua ousadia e genialidade, mudaria para sempre aquilo que conhecemos como fotografia. A qualidade de seus produtos é tamanha, que as lentes LEICA estão presentes nas máquinas digitais LUMIX, produzidas pela japonesa Panasonic.


A superioridade 
A revolução da fotografia em filmes de 35 mm iniciada pela marca alemã há mais de 100 anos fez com que a LEICA estampasse dois slogans: “uma parte integrante do olho” e “uma extensão da mão”, que durante anos definiriam seus produtos na cabeça dos consumidores. Tamanha inovação fez com que a empresa popularizasse o uso da máquina fotográfica, pois era mais barato adquirir uma câmera pequena e mais simples de executar os procedimentos para conseguir um instantâneo. Nas décadas seguintes, a LEICA criou fama de ser a câmera que se adaptava melhor para fotografias à luz natural, tanto que até hoje diversos fotógrafos renomados – tal como o brasileiro Sebastião Salgado – utilizam-na para retratar suas obras de arte.


Diz-se ainda que uma LEICA e suas lentes são eternas se bem cuidadas tamanha a robustez do equipamento. Além disso, a LEICA tem a reputação de possuir as lentes mais claras do mercado. Tamanha clareza permite ao fotógrafo o uso da câmera sem flash em ocasiões de pouca luz, algo que todo profissional valoriza. Em virtude disso suas câmeras são conhecidas por ser uma das poucas que têm permissão para serem operadas dentro de alguns tribunais devido à sua extrema suavidade ao fotografar (muito silenciosa). O estilo de construção das câmeras permanece similar aos modelos clássicos do início do século, o que serve para manter sua mística. Ser discreta, silenciosa, rápida e precisa são os preceitos que a nortearam durante décadas e isso bate com os dogmas do fotojornalismo. Apesar de diversas inovações na fotografia digital nos últimos anos e a crescente concorrência de marcas japonesas e de outras tantas nacionalidades, a LEICA permanece na mente de quem sabe que a fotografia não é apenas um clique, mas uma arte que vai além de capturar as imagens. Afinal, conquistou tudo isso sem deixar de lado a tecnologia de suas câmeras, que chegam a ser submetidas a 60 controles de qualidade nas fábricas de Famalicão, em Portugal, e Wetzlar, na Alemanha.


A evolução visual 
A identidade visual da marca alemã passou por algumas remodelações ao longo da história. Sempre mantendo a mesma arquitetura (a letra L estendida), as mudanças ocorreram em relação á tipografia de letra. O logotipo atual ganhou um fundo circular vermelho.


Os slogans 
Passion for the perfect picture. 
A Thing of Beauty. 
When it has to be right. (2009) 
My point of view. (2001) 
Fascination and precision. (2000) 
The freedom to see. (1994) 
Lifetime investment in perfect photography. (1958) 
Makes better pictures easier. (1952) 
Toda Leica tem alma.


Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Lançamento: 1914 
● Criador: Oskar Barnack 
● Sede mundial: Wetzlar, Alemanha 
● Proprietário da marca: Leica Camera AG 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Dr. Andreas Kaufmann 
● CEO: Oliver Kaltner 
● Faturamento: €365 milhões (2015/2016) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 73 
● Presença global: 75 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.600 
● Segmento: Ótico 
● Principais produtos: Câmeras, lentes e binóculos 
● Concorrentes diretos: Canon, Nikon, Olympus, Pentax, Sony e Carl-Zeiss 
● Ícones: A qualidade de suas lentes 
● Slogan: Toda Leica tem alma. 
● Website: www.leica-camera.com 

A marca no mundo 
Atualmente os produtos da LEICA, que incluem câmeras fotográficas, lentes, binóculos, lunetas, monóculos para golfistas e até miras para rifles, são comercializados em mais de 75 países ao redor do mundo. A empresa possui ainda 73 lojas próprias (batizadas de LEICA STORES e LEICA BOUTIQUES) localizadas em cidades como Tóquio, Berlim, Paris, Moscou, Beijing, Xangai, Londres, Lisboa, Nova York, entre outras. A empresa, que possui somente duas fábricas no mundo, uma na Alemanha (Wetzlar) e outra em Portugal (Vila Nova de Famalicão), investe todos os anos aproximadamente €12.5 milhões em pesquisa e desenvolvimento de produtos, e possui forte penetração na Alemanha, Europa, Ásia e América do Norte. A marca inda possui 17 unidades da LEICA GALLERY, localizadas em cidades como São Paulo, Boston, Frankfurt, Milão, Los Angeles, Tóquio. É espaço cuja proposta é apoiar artistas, promover workshops e encontros, no intuito de gerar uma relação íntima entre fotografia, espectador e espaço expositivo. 

Você sabia? 
Em 1979 a empresa criou o OSKAR BARNACK AWARDS, concurso que premia as melhores fotografias de cada ano. 
Hoje em dia, outras três empresas utilizam a marca LEICA: Leica Microsystems (microscópios e softwares de análise de imagem), Leica Biosystems (soluções de biópsia para o diagnóstico) e Leica Geosystems (produz e comercializa equipamentos e sistemas para topografia e geomática). 
A LEICA é, hoje, a “Louis Vuitton da fotografia”. Uma câmera da marca alemã pode chegar a somas estratosféricas. Foi o caso de um modelo vintage, criado pela empresa em 1923, leiloado pela bagatela de US$ 2.8 milhões em 2011, o que lhe conferiu o recorde de câmera fotográfica mais cara do mundo. 
As câmeras da marca LEICA sempre estiveram presentes em alguns dos momentos mais marcantes da história, como a Segunda Guerra Mundial ou os ataques de napalm no Vietnã, e captaram através de suas lentes personagens icônicos como Che Guevara ou James Dean. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 25/3/2017

21.1.12

ETIHAD AIRWAYS


É possível uma empresa com pouco mais de dez anos de vida redefinir conceitos e ditar tendências no competitivo segmento da aviação comercial? Para muitos a respostas seria não. Mas a ETIHAD AIRWAYS, uma das companhias aéreas mais luxuosas do mundo, está aí para provar que centenas de milhares de dólares investidos e um bom planejamento resultam em alta qualidade de serviços, superioridade técnica, além é claro do atendimento sempre impecável e cortês, quer seja em terra ou no ar. 

A história 
Tudo começou no mês de julho de 2003 quando através de um decreto real (conhecido como “Amiri”) o Xeique Khalifa bin Zayed Al Nahyan resolveu criar uma companhia aérea com bandeira dos Emirados Árabes Unidos. A nova companhia aérea teria que refletir o melhor da hospitalidade árabe - culta, atenciosa, calorosa e generosa -, aumentar o prestígio da cidade de Abu Dhabi como o centro de hospitalidade entre o Oriente e o Ocidente, além de prestar serviços de altíssimo nível. Batizada de ETIHAD AIRWAYS (a palavra “etihad” significa “união” em árabe), a nova empresa baseada em Abu Dhabi alugou duas aeronaves Airbus 330-200 da brasileira TAM Linhas Aéreas e utilizou-se da experiência de 24 comissários da mesma para auxiliarem no início de suas operações. Os serviços da nova companhia aérea foram lançados oficialmente em um voo cerimonial para a cidade de Al Ain, localizada no leste do país, no dia 5 de novembro. Pouco depois, no dia 12, a empresa começou suas operações comerciais com o lançamento da rota para Beirute, no Líbano. No mês seguinte foram inauguradas novas rotas para Damasco (Síria) e Amã (Jordânia). A empresa fechou o ano com mais de 100 mil passageiros transportados.


Já em 2004 a nova companhia aérea, que iniciou rotas para Londres, Genebra, Bangkok, Mumbai e Munique, provou que não era apenas mais uma no competitivo segmento da aviação comercial ao encomendar 33 modernas aeronaves no valor de US$ 8 bilhões. Em maio criou a ETIHAD HOLIDAYS, uma agência de turismo que oferece mais de 100 destinos, sempre coordenados com seus voos; e no mês de setembro resolveu ingressar no lucrativo transporte de carga ao iniciar as operações da ETIHAD CARGO. No ano de 2005, pela primeira vez, a ETIHAD AIRWAYS transportou mais de 1 milhão de passageiros. No mês de agosto de 2006 a empresa lançou o ETIHAD GUEST, um eficiente programa de fidelidade que atualmente conta com mais de 3.6 milhões de associados. Além disso, neste ano novas rotas foram inauguradas, como por exemplo, para Casablanca (Marrocos), Frankfurt, Chicago, Paris e Teerã (Irã). Os esforços para transformar a ETIHAD AIRWAYS em um ícone do segmento foram recompensados em 2008 quando a empresa foi considerada a 10ª melhor companhia aérea do mundo.


E não parou por aí: após introduzir um novo conceito de Classe Executiva, a companhia aérea ganhou da Skytrax o título “Best Business Class”. No mês de agosto de 2009, através de um investimento de US$ 70 milhões, a empresa desenvolveu um novo conceito de primeira classe, batizada de Diamond First Class, em que o serviço e o conforto atingiram um nível inédito até então para o segmento. Mas, de todas as novidades, a mais criativa foi a que se referia à alimentação. A empresa decidiu incluir na tripulação um gerente de alimentos e bebidas. Ele é responsável pela excelência na qualidade e apresentação dos pratos, que podem ser solicitados em qualquer momento do voo. As novidades foram introduzidas na estreia do moderno Airbus A340-600.


Em 2010 a companhia aérea transportou mais de 7 milhões de passageiros. Já em 2011, além de bater o recorde de passageiros transportados, a companhia aérea obteve lucro pela primeira vez desde sua fundação e inaugurou novos voos internacionais, de Abu Dhabi para Bangalore, na Índia; Ilhas Maldivas; Ilhas Seychelles; Chengdu e Xangai, na China; Düsseldorf, na Alemanha; Trípoli, na Líbia; e Nairóbi, no Quênia. Outra novidade anunciada foi a assinatura de um acordo no valor de US$ 1 bilhão com o grupo japonês Panasonic para oferecer serviços de internet de banda larga, telefonia móvel e serviços de televisão ao vivo em seus voos.


O ano de 2013 marcou a chegada ao Brasil da ETIHAD AIRWAYS, com voos partindo do Aeroporto Internacional de Cumbica (conhecido como GRU Airport) para Abu Dhabi. Mais recentemente, a companhia aérea recebeu seu primeiro Airbus A380 (o maior avião de passageiros do mundo), que começou a operar voos entre Abu Dhabi e o aeroporto Heathrow, em Londres, no dia 27 de dezembro de 2014. O A380 da ETIHAD AIRWAYS também apresentou os novos First Apartments, que são suítes totalmente privativas com poltrona reclinável e camas separadas, além do novo Business Studio (classe executiva) e do Economy Smart Seat (uma poltrona que tem um generoso espaço de 82 cm para as pernas, entre os assentos, e uma inclinação de 15 cm). Logo depois, estes gigantes começaram a voar para as cidades de Nova York e Sydney.


Os resultados obtidos nos últimos anos em que o mundo sofreu muito com a crise econômica e com os preços petrolíferos ainda elevados, foi um claro sinal do crescimento da ETIHAD AIRWAYS como uma força da aviação internacional. A companhia aérea utiliza de forma eficiente suas ações de marketing, que em pouco tempo tornaram a marca ETIHAD AIRWAYS conhecida globalmente. Atualmente a empresa patrocina o time inglês do Manchester City Football Club, incluindo o batismo do nome de seu estádio (naming rights) e um avião Airbus A330 pintado nas cores azul claras do clube, com o nome e o brasão claramente visíveis nos dois lados da aeronave; além de patrocinar a equipe Ferrari e ser a principal patrocinadora do F1 Abu Dhabi Grand Prix (criou até uma pintura especial para um de seus aviões). Em pouco mais de 10 anos a ETIHAD AIRWAYS estabeleceu um currículo invejável e ganhou reconhecimento mundial com seu foco em fornecer aos seus clientes um produto de qualidade máxima.


Os diferenciais 
Mesmo após conquistar mais de 50 importantes prêmios internacionais, e se firmar como referência no segmento da aviação comercial Premium, a ETIHAD AIRWAYS continua investindo milhões de dólares para proporcionar aos seus passageiros uma experiência única ao voar. O objetivo não é melhorar o que foi feito antes – mas reinventá-lo totalmente. Além do atendimento impecável, a companhia aérea oferece serviços e mimos que são grandes diferenciais. Um desses grandes diferenciais da companhia aérea foi não limitar os mimos oferecidos a seus clientes (chamados de “Convidados” pela companhia aérea) à bordo, mas também em terra. Por exemplo, no aeroporto de Abu Dhabi, os modernos lounges da empresa, contam com moderníssimos Spas, salas de reunião e até um sofisticado champanhe bar. E o melhor: quem estiver acompanhado de crianças pode curtir com sossego os luxos oferecidos, afinal, um serviço especial de baby-sitter está sempre de prontidão para atender os viajantes. Em julho de 2009 a companhia inaugurou seu primeiro espaço premium no exterior, no aeroporto de Frankfurt na Alemanha. Hoje é possível encontrar também esses encantadores e relaxantes espaços nos aeroportos de Londres, Paris, Dublin, Manchester, Sydney e Washington.


Outro serviço popular é o Flying Nanny, onde babás especialmente treinadas e aprovadas pela Norland, a renomada escola inglesa de cuidados de crianças, ajudam a cuidar das crianças pequenas durante o voo com pacotes de refeições especiais. Além disso, hoje em dia, mais de 30 cidades do mundo os clientes da primeira classe e executiva podem contar com o serviço Etihad Chauffeur, onde um carro com motorista os levará de casa até o aeroporto ou do aeroporto a qualquer que seja o destino.


A ETIHAD AIRWAYS oferece aos seus passageiros várias formas excepcionais de voar em seus aviões: 
The Residence: uma experiência única e indescritível de voar, realizada com total discrição e hospitalidade ilimitada, disponível apenas nos aviões Airbus A380. Com uma sala de estar, dormitório separado e banheiro privativo com chuveiro e vaso sanitário, é a única suíte de três ambientes em uma companhia aérea comercial, planejada para duas pessoas viajando juntas. A sala de estar tem um luxuoso sofá de dois lugares revestido em couro e duas mesas para refeições. É possível ainda apreciar uma sofisticada refeição íntima para dois, ou assistir televisão em uma tela plana de 32 polegadas, usando fones de ouvido antirruído. O serviço ainda oferece mordomo (treinado no prestigiado hotel Savoy, em Londres) e chef de cozinha a bordo. O preço: a partir de US$ 32.000. 
First Apartament: é uma verdadeira revolução no conceito de Primeira Classe. Mais do que apenas um assento, oferece uma grande e confortável poltrona de couro, desenvolvida pela Frau, que também cria os interiores dos carros Ferrari, e uma cama separada de 2.08 metros, que ainda dispõe de massageador, suporte lombar e apoio de cabeça ajustável. Tem até mesmo espaço para caminhar após o fechamento das portas deslizantes privativas. Esta classe ainda oferece colchões e edredons de material natural, lençóis de algodão, travesseiros perfumados e bebidas para antes de dormir. No quesito tecnologia, as acomodações não ficam para trás. As poltronas possuem ainda tomadas para laptop e iPhone. Na tela de LCD de 24 polegadas, o passageiro pode conferir o sistema de entretenimento da companhia. Estão disponíveis diversos jogos, além das 750 horas de filmes e programas de TV. O cardápio conta com refeições excepcionais preparadas por renomados chefs de cozinha, excelentes vinhos e bebidas e deliciosas sobremesas. O kit da primeira classe contém as luxuosas fragrâncias da marca americana Le Labo, incluindo bálsamo para as mãos, creme labial, hidratante para o rosto e lenços refrescantes. Conjuntos para higiene dental, meias, máscaras para os olhos, tampões de ouvidos, pastilhas e óleo aromático para os pontos de pulsação também são oferecidos. 
Business Studio: a classe executiva oferece design moderno e cria uma sensação de espaço e liberdade, com acesso direto ao corredor, espaços adequados para armazenar bagagem e luz ambiente. A poltrona é convertida em uma confortável cama totalmente horizontal de até 2 metros. É possível descansar em todos os voos de longa distância em colchões especiais, com roupas confortáveis gratuitas. Uma TV individual de tela tátil, de 18 polegadas, com fones de ouvido que anulam os ruídos externos, com mais de 750 horas dos últimos lançamentos, clássicos atemporais e jogos interativos, divertem os passageiros. Com um sistema de ar comprimido especial para ajustar a firmeza da poltrona, massagem embutida e iluminação, tudo ao toque de um botão, os passageiros podem customizar o ambiente perfeito para cada etapa da viagem. Além disso, os gerentes de Bebidas e Alimentos, recrutados nos melhores restaurantes globais, podem guiar os passageiros através de cardápios com diversas opções e recomendar, de uma lista de excelentes vinhos, o acompanhamento perfeito para a refeição. 
Economy Class: esta classe oferece excelente nível pessoal de atenção, um toque de luxo e grandes opções de escolha e flexibilidade. A Poltrona Inteligente tem um singular apoio de cabeça de “asa fixa” que tornará a viagem ainda mais confortável. O assento ergonômico também tem suporte lombar ajustável e uma TV de tela tátil de 11 polegadas. Os passageiros de voos longos recebem um kit gratuito com meia, protetor de olhos, protetor de ouvidos, assim como escova e pasta de dentes. Um dos grandes diferenciais desta classe é o cardápio que inclui refeições de quatro pratos, escolha de três pratos principais e até um serviço de café com cappuccinos e chocolate quente.


A evolução visual 
O logotipo da marca passou por algumas pequenas modificações ao longo dos anos, adquirindo um visual mais sofisticado, como o nível de serviço que presta a ETIHAD AIRWAYS. A última modificação ocorreu em 2014 quando um novo logotipo foi adotado. A principal mudança foi a inserção da palavra “Abu Dhabi” abaixo de “airways”, além da adoção de um tom de dourado mais forte e vivo.


As novas pinturas de seus aviões também foram apresentadas em 2014. O visual estampado nas caudas dos aviões foi inspirado por estampas tradicionais dos Emirados Árabes, pelas paisagens do deserto e formas geométricas encontradas na arquitetura de Abu Dhabi (em vez da bandeira e do brasão dos Emirados Árabes). O padrão de design, batizado de “Facetas de Abu Dhabi”, utiliza uma paleta de cores que reflete os diferentes tons da paisagem dos Emirados Árabes Unidos, das areias mais escuras de Liwa às cores mais claras vistas no norte do país. O emblema nacional dos Emirados Árabes Unidos ganha destaque na fuselagem perto do nome ETIHAD e a bandeira nacional é representada respeitosamente perto da cabine de comando.


Os slogans 
Flying Reimagined. (2012) 
From Abu Dhabi to the World. 
The World Is Our Home, You Are Our Guest.


Dados corporativos 
● Origem: Emirados Árabes Unidos 
● Fundação: 5 de novembro de 2003 
● Fundador: Xeique Khalifa bin Zayed Al Nahyan 
● Sede mundial: Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos 
● Proprietário da marca: Etihad Airways P.J.S.C. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Mohammed Mubarak Al Mazrouei 
● CEO: James Hogan 
● Faturamento: US$ 7.6 bilhões (2014/2015) 
● Lucro: US$ 73 milhões (2014/2015) 
● Frota: 122 aviões 
● Destinos: 116 
● Hubs principais: Abu Dhabi International Airport 
● Programa de milhagem: Etihad Guest 
● Passageiros transportados: 17.400.000 (2015) 
● Presença global: 60 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 26.600 
● Segmento: Aviação 
● Principais produtos: Aviação comercial e cargueira 
● Concorrentes diretos: Emirates, Qatar Airways, Singapore Airlines, Cathay Pacific, Gulf Air, Turkish Airlines, Thai Airways e Royal Jordanian 
● Ícones: A primeira classe 
● Slogan: Flying Reimagined. 
● Website: www.etihad.com/pt-br/ 

A marca no mundo 
A ETIHAD AIRWAYS é uma das mais rápidas companhias aéreas que crescem no mundo e, atualmente, opera voos regulares para 116 destinos de passageiros e de carga para mais de 60 países na Europa, Oriente Médio, África, Ásia Pacífico, América do Norte e do Sul. Com uma frota de 122 novas e modernas aeronaves (com 5.8 anos de média de idade), a companhia aérea realiza aproximadamente 1.400 voos por semana. Em 2015 a empresa aérea transportou o número recorde de 17.4 milhões de passageiros através de 97.400 voos. Suas rotas mais movimentadas são para Bangkok, Londres, Manila e Jeddah. Já no transporte de cargas, a Europa é o destino principal, com Alemanha e Itália mantendo um bom movimento, apesar da crise no continente. 

Você sabia? 
Os sofisticados uniformes dos comissários de bordo foram desenvolvidos pelo estilista italiano Ettore Bilotta, e refletem a cultura árabe em um contexto global. O estilo é clássico e duradouro, lembrando as estimadas coleções das equipes de aviação no apogeu das viagens internacionais. 
Em 2015, segundo a Skytrax, a ETIHAD AIRWAYS conquistou o posto de melhor cabine de primeira classe do mundo. Além disso, em dezembro, comemorou a sétima vitória consecutiva no título de “World’s Leading Airline” (“companhia aérea líder mundial”, em tradução livre) no World Travel Awards, e 2016 começou com mais uma vitória, de “Airline of the Year 2016” (“companhia aérea do ano de 2016”) pela publicação de aviação americana “Air Transport World (ATW)”. 
A empresa possui participações acionárias em companhia aéreas como Alitalia (49%), Air Berlin (29%), Jet Airways (24%), Virgin Australia (25%), Air Seychelles (40%) e Air Serbia (49%). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão, Folha e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 2/4/2016

17.1.12

TINTIN

Ele é repórter, aventureiro, perspicaz e intuitivo. Já enfrentou inúmeros vilões, sempre dispostos a fazer maldades. É capaz de viajar do Tibet para a Lua ou do Egito para as profundezas do mar, perseguindo a verdade e a justiça. E sempre acompanhado de um simpático cachorrinho branco. Dificilmente quem tem mais de 40 anos não se lembra de TINTIN, que recentemente voltou, agora no cinema, para conquistar uma nova geração de apaixonados fãs.

A história
Criado em 1929 por Georges Prosper Remi, um escritor e cartunista belga mais conhecido pelo apelido de Hergé (baseado na pronúncia das iniciais de Remi e Georges), TINTIN era um jovem repórter, curioso por instinto, que adorava viajar e desvendar casos misteriosos. A primeira história em quadrinhos (na verdade tirinhas semanais em preto e branco) apareceu no dia 10 de janeiro nas páginas do “Le Petit Vingtième”, suplemento juvenil do jornal Le Vingtième Siècle. As tirinhas foram um verdadeiro sucesso imediato, fazendo com que as vendas da edição de quinta-feira do jornal, dia em que o suplemento onde TINTIN aparecia circulava, aumentassem em 600%.


A aventura inicial já construía as bases da série. Hergé apresentou o personagem como um jornalista do suplemento, o que fica explícito logo no primeiro quadrinho: “O Petit Vingtième, sempre preocupado em satisfazer seus leitores e mantê-los informados do que acontece no mundo, acaba de enviar à Rússia soviética um de seus melhores repórteres: Tintim!”. Seus companheiros de aventuras eram Milu (Milou, no original em francês), um fiel fox terrier de estimação e seu melhor amigo; e o Capitão Archibald Haddock, um ex-oficial da marinha mercante e irremediável amante de rum, que passou a fazer parte das histórias somente na década de 40. O enorme sucesso de TINTIN fez com que nas anos seguintes seguintes outras histórias fossem criadas, onde o personagem aparecia viajando pelo mundo para desvendar mistérios. Misturando fantasia, ficção científica, espionagem, mistérios e humor, AS AVENTURAS DE TINTIM (no original em francês, Les Aventures de Tintin) conseguiam prender a atenção de pessoas de todas as idades, amealhando milhões de devotados fãs pelo mundo inteiro.


Além disso, as aventuras do perspicaz TINTIN foram adaptadas para outras mídias, como livro (a reunião das aventuras, uma por álbum, ajudou a moldar um suporte editorial que vigora até hoje na Europa), incluindo a primeira versão encadernada (1930) e as versões coloridas (a partir de 1940), revistas e até mesmo versões animadas, além de virar peça de teatro (1941) e comédia musical. A primeira tentativa de adaptar uma aventura do personagem para filme, com marionetes, ocorreu em 1947. A primeira tradução de suas aventuras para o inglês ocorreu em 1958, mesmo ano em que o personagem estreou na televisão. No Brasil, TINTIM (em português ganhou um “m” no final” começou a ser publicado nas décadas de 1960 e 1970, pelas editoras Flamboyant e Record. E não parou por aí. TINTIN virou selo na Bélgica em 1979, moedas comemorativas e ganhou até um museu, localizado na pequena cidade de Louvain-La-Neuve, 30 km distante de Bruxelas, em um parque cortado por uma pequena rodovia que passa sob o edifício.


A morte de Hergé, no dia 3 de março de 1983 vitimado por uma leucemia, pôs fim às aventuras. Mas apenas no papel. Em outras mídias, o personagem continuou popular. O personagem conquistou uma nova geração de fãs no início da década de 90, quando em uma co-produção francesa e canadense, a série ganhou uma nova animação para televisão. O desenho animado estreou em 1991 e teve ao todo 21 episódios. No final de outubro de 2011, um dos mais queridos personagens dos quadrinhos chegou aos cinemas (Reino Unido) em uma superprodução 3D, intitulada “As aventuras de Tintin: O segredo do Licorne”, com direção de Steven Spielberg e produção de Peter Jackson. O filme foi gravado em motion capture, que capta as expressões e movimentos dos atores e os transforma em animação.


Alguns outros personagens importantes da série são o Professor Girassol (Tryphon Tournesol no original em francês), um inventor maluco quase surdo que carrega um pêndulo para onde quer que vá e que, entre outras coisas, criou o foguete que levou TINTIN à Lua; Dupont e Dupond, dois atrapalhados investigadores que, mesmo não tendo nenhum parentesco, são incrivelmente parecidos tanto na aparência quanto nas ações (apenas o bigode permite diferenciá-los); a cantora Bianca Castafiore, diva da ópera dona de uma voz aplaudida no mundo todo, menos pela maioria dos personagens da série, a quem sempre traz muita confusão; além do mordomo Nestor e dos vilões Rastapopolus, desprovido de escrúpulos, que organiza complôs para atingir seus objetivos, General Alcazar e Dr. Müller.


Os álbuns
Ao todo As Aventuras de Tintim renderam 24 fantásticos álbuns:
1. Tintin au pays des Soviets – Tintim na Terra dos Sovietes (1930)
2. Tintin au Congo – Tintim no Congo (1931)
3. Tintin em Amérique – Timtim na América (1932)
4. Les Cigares du Pharaon – Os Charutos do Faraó (1934)
5. Le Lotus bleu – O Lótus Azul (1936)
6. L’Oreille cassée– O Ídolo Roubado (1937)
7. L’Île Noire – Ilha Negra (1938)
8. Le Sceptre d’Ottokar – O Cetro de Ottokar (1939)
9. Le Crabe aux pinces d’or – O Caranguejo das Pinças de Ouro (1941)
10. L’Étoile mystérieuse – A Estrela Misteriosa (1942)
11. Le Secret de la Licorne – O Segredo do Licorne (1943)
12. Le Trésor de Rackham le Rouge – O Tesouro de Rackham o Terrível (1944)
13. Les 7 Boules de cristal – Nas Sete Bolas de Cristal (1948)
14. Le Temple du Soleil – O Templo do Sol (1949)
15. Tintin au pays de l’or noir – Timtim ao País do Ouro Negro (1951)
16. Objectif Lune – Rumo à Lua (1953)
17. On a marché sur la Lune – Explorando a Lua (1954)
18. L’Affaire Tournesol – O Caso Girassol (1956)
19. Coke en stock – Perdidos no Mar (1958)
20. Tintin au Tibet – Timtim no Tibete (1960)
21. Les Bijoux de la Castafiore – As Jóias da Castafiore (1963)
22. Vol 714 pour Sydney – Vôo 714 para Sydney (1968)
23. Tintin et les Picaros – Tintim e os Picaros (1976)
24. Tintin et l’Alph-art – Timtim e a Alfa-Arte (1986)


Dados técnicos
● Origem: Bélgica
● Estréia (oficial):
10 de janeiro de 1929
● Estréia (televisão): 1958
● Criador:
Georges Prosper Remi
● Proprietário da marca:
Hergé Foundation
● Faturamento: Não divulgado
● Álbuns:
24
● Episódios TV: 21
● Filmes: 1
● Presença global: + 90 países
● Presença no Brasil: Sim
● Segmento: Desenhos animados tradicionais
● Website: www.tintin.com

A marca no mundo
TINTIN e suas histórias, que pertencem a Fundação Hergé, estão presentes em mais de 90 países ao redor do mundo. As histórias do carismático personagem já foram traduzidas para aproximadamente 60 idiomas (inclusive vários dialetos como alsaciano, occitano e valão) e venderam mais de 220 milhões de cópias. Além disso, a fundação fatura com o personagem através de licenciamento. Existem mais de 250 produtos, desde despertadores, canecas, roupas e DVDs, até cuecas e jogos, que estampam a imagem de TINTIN e sua turma. A primeira loja totalmente dedicada a produtos sobre o personagem, The Tintin Shop, foi inaugurada em 1984 no Covent Garden em Londres.

Você sabia?
O personagem é conhecido como TIM em alemão, TENTEN em turco e TITINUS em latim.
Especialmente por causa de TINTIN, Hergé ficou conhecido como o “Walt Disney europeu”.
Há dúvidas sobre essa afirmação, mas alguns estudiosos dizem que Hergé se inspirou nas características físicas de seu irmão caçula, Paul, para desenhar o personagem. TINTIN é mostrado como um jovem de pele clara e cabelos castanhos, com um charmoso topetinho no alto da cabeça.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 17/1/2012

10.1.12

LOUIS ROEDERER


Pense em algo que seja realmente um ícone de um segmento qualquer. Em se tratando de champanhe, provavelmente a resposta será a CRISTAL. Tradição e sofisticação em forma de um líquido sagrado, com borbulhas glamorosas, cuidadosamente repousando em uma garrafa transparente. Um caso indiscutivelmente de longevidade e excelência. Foi assim que a francesa LOUIS ROEDERER transformou seus champanhes, especialmente a CRISTAL, em um verdadeiro ícone da vinicultura europeia, presença constante nos ambientes mais badalados do planeta, e bebida preferida dos bilionários e celebridades. 

A história 
A saga de uma das mais prestigiosas Maisons de champanhes do mundo começou no ano de 1776 quando Etienne Dubois fundou a Dubois Père & Fils. Após o negócio ser vendido em 1819 para Nicholas-Henri Schreider, foi somente em 1833 quando seu sobrinho, Louis Roederer, herdou a empresa que os champanhes foram batizados com esse nome. De espírito empreendedor e visionário, Louis cuidava pessoalmente do cultivo das uvas, pois sabia que um grande vinho depende, sobretudo, da qualidade da matéria-prima. Por isso, tomou uma atitude controversa na época: comprar vinhedos próprios em zonas Grand Cru de Champagne, distinguindo-se para sempre em uma região onde 90% dos vinhedos pertencem a pequenos agricultores que vendem sua produção às grandes marcas. Além disso, com a ajuda de seu irmão Eugéne e de Hugues Kraft, um habilidoso vendedor poliglota, a produção de champanhe da Maison, em poucos anos, saltou de 100 mil garrafas para mais de 700 mil, muito em virtude dos mercados internacionais. Sob o comando de seu filho, Louis Roederer II, a Maison experimentou um enorme crescimento, atingindo em 1872 a produção de 2.5 milhões de garrafas, das quais 666 mil eram exportadas para a Rússia e 390 mil para os Estados Unidos.


A história da Maison começaria a mudar em 1876, quando o czar Alexandre II da Rússia, um enorme apreciador de seus champanhes, pediu que a empresa, na época fornecedora exclusiva de champanhe para a família Romanov, criasse um champanhe único e exclusivo. As garrafas de seu champanhe deveriam ser personalizadas para se diferenciarem dos concorrentes - o cristal claro, incomum nas garrafas da época, servia para demonstrar um apreço pelas pessoas a quem era servido tão singular champanhe. Outra história conta que o czar solicitou o desenvolvimento da garrafa de cristal claro (ao invés do verde-escuro) para se assegurar de que seria possível constatar tentativas de envenenamento com substâncias sólidas ou a colocação de artefatos que atentassem contra sua vida, o que explica o fundo reto da garrafa. Foi então que a LOUIS ROEDERER criou a excepcional CHAMPAGNE CRISTAL, que encantava pela elegância nas borbulhas e complexidade nos aromas, e ganhou a fama de ser o primeiro Cuvée Prestige (safra única e excepcional) do mundo. Desse momento em diante não havia recepção na corte imperial russa sem CHAMPAGNE CRISTAL ROEDERER. Conta uma história que assim que terminava de beber o champanhe, o czar ordenava que as garrafas, na época, feitas com o mais puro cristal Baccarat, fossem quebradas.


O champanhe que se transformou no cartão de visitas da Maison surgiu graças ao empenho pessoal de Léon Olry-Roederer que, em 1920, ao ver mais da metade de seus vinhedos destruídos durante a Primeira Grande Guerra, enquanto se empenhava na reconstrução das propriedades, capitaneou a elaboração de um novo champanhe. Louis Roederer Brut Premier é um blend de oito colheitas produzido todos os anos, repetindo em cada garrafa o distinto e delicado caráter da tradicional Maison. A empresa atravessou momentos delicados em virtude da Primeira Guerra Mundial; da Revolução Russa (país que representava um dos maiores mercados da marca); da crise de 1929, que assolou a economia americana, outro importante mercado para a LOUIS ROEDERER; e finalmente pela Segunda Guerra Mundial. Somente em 1945 o champanhe CRISTAL começou a ser vendido, agora em garrafas de vidro branco, para o público em geral, e nos anos seguintes, conquistou uma legião de fãs endinheirados pelo mundo afora. Nas últimas duas décadas o CHAMPANHE CRISTAL caiu no gosto dos bilionários, endinheirados, boxeadores e rappers americanos. Em 2006, os executivos da empresa, ao declararem que era ruim para a marca ser a preferida dos rappers americanos, como Notorious BIG, Puffy Daddy e Tupac Shakur, que, além de consumirem litros e litros da bebida, falavam dela em suas músicas sempre de um ponto de vista do luxo e da ostentação, e compraram uma enorme briga com Jay-Z, um dos cantores mais famosos de hip-hop e apreciador do famoso champanhe, que ele resolveu então boicotar a CRISTAL.


Além da sofisticada CRISTAL (oferecida também na versão Rosé desde 1974), a LOUIS ROEDERER também produz outros excepcionais champanhes, como por exemplo, Brut Premier (encarnação do estilo LOUIS ROEDERER, combinando todos os frutados e o frescor da juventude com a vinosidade de um vinho maduro), Brut Premier Rosé (elaborada a partir das variedades 70% Pinot Noir e 30% Chardonnay), Blanc de Blancs (feita 100% com uvas Chardonnay, é criada exclusivamente de uma seleção fina de crus do vinhedo em Côte des Blancs, impressionando pela complexidade aromática) e Carte Blanche (feita com 40% Chardonnay, 40% Pinot Noir e 20% Pinot Meunier).


Hoje em dia, o champanhe CRISTAL é produzido somente em safras excepcionais. Nos anos de safra inferior a produção do famoso champanhe é simplesmente zero. Em situações ideais são produzidas aproximadamente 600 mil garrafas, que envelhecem por 6 anos, seguidos por mais 6 meses de repouso. O glamoroso champanhe é composto por 60% de uvas Pinot Noir e 40% de Chardonnay. CRISTAL apresenta uma bonita cor amarela com reflexos dourados. Aroma intenso de flores brancas, cítricos e frutas vermelhas, seguido por notas quentes de tostados e madeira. Na boca, notas exuberantes de frutos maduros (pêssegos) e sabores tostados.


Champanhes como obra de arte 
A precisão na elaboração dos champanhes LOUIS ROEDERER é tão meticulosa ao ponto da vinificação, desde a colheita à fermentação das uvas, ser realizada parcela por parcela, preservando as características próprias de cada uma delas Trata-se de um trabalho artesanal. A colheita é toda prensada localmente – há três centros de prensagem, em Verzenay, Aÿ e Avize, para atender aos vinhedos próximos – e, então, o mosto de cada parcela é transportado para a vinícola na cidade de Reims, onde fermenta em recipientes individualizados. Nos seus vinhedos, realiza um trabalho de viticultura de precisão, respeitando a biodiversidade e dando uma importância cada vez maior aos princípios da agricultura biodinâmica. A empresa mantém milhares de litros de seus melhores vinhos envelhecendo durante vários anos nas tradicionais caves, em tonéis de carvalho - é o grande tesouro da Maison. O resultado é uma impressionante paleta de vinhos excepcionais à disposição para compor as irrepreensíveis cuvées - uma arte a cargo do experiente chefe de cave Jean-Baptiste Lécaillon.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos.


Os slogans 
Artistry of Champagne. (2009) 
Á la recherche de l’oeuvre. 
Louis Roederer. Without compromisse. 
Vivez l’expérience.


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 1776 
● Fundador: Etienne Dubois e Louis Roederer 
● Sede mundial: Reims, França 
● Proprietário da marca: Champagne Louis Roederer S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Jean-Claude Rouzaud 
● CEO: Frédéric Rouzaud 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 800 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Champanhes 
● Concorrentes diretos: Dom Pérignon, Krug, Perrier-Jouët, Piper-Heidsieck, Bollinger e Taittinger 
● Ícones: O champanhe Cristal 
● Slogan: Artistry of Champagne. 

A marca no mundo 
Uma das mais tradicionais e respeitadas produtoras de champanhes do mundo, a LOUIS ROEDERER exporta suas preciosidades para mais de 100 países no mundo, tendo como maiores mercados Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Japão e Suíça, além da França. Com estoque médio nas caves que representa entre quatro e cinco anos de vendas, sua produção anual é de aproximadamente 3.5 milhões de garrafas. Hoje em dia a empresa possui 240 hectares de vinhedos distribuídos em 410 parcelas em zonas Grands e Premiers Crus. Elas ficam em três distritos clássicos de Champagne: Montagne de Reims, Côte des Blancs e Vallée de la Marne. Isso permite que 70% dos champanhes da LOUIS ROEDERER sejam elaborados com uvas próprias a partir de rigorosos critérios de qualidade.  
Você sabia? 
Por ser vendido em garrafa transparente, o que prejudica o champanhe, CRISTAL é comercializada envolta em um sofisticado papel celofane dourado. 
Em 2013 a marca lançou o champanhe mais caro do mundo na época, ao preço de €20 mil a garrafa Jeroboam (de 3 litros) do CRISTAL 2002 (uma safra excepcional). O preço se justificava, pois além da qualidade do champanhe, o número de garrafas era ínfimo, apenas 400. Um detalhe importante: a garrafa era coberta de ouro 24 quilates. 
A LOUIS ROEDERER é uma das únicas Maisons a utilizar ainda a maceração pelicular, método delicado que consiste em macerar a uva com a casca por várias horas, obtendo dessa forma um mosto mais concentrado e mais aromático. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Time e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 20/8/2018

3.1.12

DryWash

Lavar o carro sem água. Já pensou nisso? A DryWash sim, e faz enorme sucesso na era da sustentabilidade. De forma pioneira, a empresa brasileira revolucionou o processo de lavagem e limpeza de automóveis no mundo, economizando assim centenas de milhões de litros de água, um bem tão escasso e valioso em nosso planeta. Com isso, também apostou em conveniência e bem-estar, abrindo lojas em estacionamentos de shoppings, supermercados e condomínios.

A história
Até o início dos anos 90 o setor de limpeza e conservação de veículos sempre foi pouco profissional, não atendendo às obrigações trabalhistas, utilizando produtos sem registro e sem o menor compromisso com o meio ambiente. Tudo começou a mudar em agosto de 1994 quando Lito Rodriguez inaugurou seu primeiro lava-rápido na zona sul da cidade de São Paulo, motivado pela boa oportunidade de crescimento do segmento que carecia de profissionalismo e boas referências de mercado. Desde o início, a DryWash foi pautada pelo desenvolvimento sustentável (o serviço era feito com uma quantidade muito reduzida de água), integrando pessoas, meio ambiente e lucro. Já no ano seguinte, tendo como objetivo levar conveniência aos clientes, prestando serviços em garagens e estacionamentos e não desperdiçar incríveis 300 litros de água para cada carro lavado, ele iniciou suas primeiras experiências para lavar carros sem água. Após realizar algumas experiências, misturando compostos químicos na batedeira de sua sogra, Lito chegou a uma fórmula pioneira em todo o mundo, que dispensava o uso total de água na lavagem de um veículo e com a ajuda de amigos e químicos patenteou o DryWash Neutro, que utilizava um exclusivo processo de cristalização e fragmentação da sujeira, evitando riscos e danos à pintura do veículo. O produto era feito à base de cera vegetal e com apenas 200 ml era possível lavar um carro.


Em 1996 o empreendedor iniciou a montagem e a regularização de uma pequena indústria química na zona norte da capital paulista, com o objetivo de fabricar o produto para a lavagem sem água. E finalmente no ano de 1997 iniciou as operações dos serviços em pequenos condomínios residenciais e comerciais, seguidos de oficinas e concessionárias de caminhões. Com o aval do piloto Wilson Fittipaldi, a pequena empresa introduziu no varejo o DryWash Neutro, produto para lavar carros sem água. Ainda este ano, o produto ganhou destaque na mídia ao ser testado e aprovado pela revista 4 Rodas. A expansão da empresa começou em 1998 quando foram assinados os primeiros contratos de franquia. Com isso, nasceu a primeira DryWash em um estacionamento de shopping center na Barra da Tijuca no Rio de janeiro. Neste ano a empresa deixou de vender produtos no varejo e focou suas energias em serviços e vendas nas lojas de conveniência.


O ano de 1999 foi marcado por grandes novidades: inauguração de uma loja da rede no Shopping Iguatemi, a primeira do estado de São Paulo; padronização e expansão da rede para outros estados; e o início dos serviços em feiras e eventos de automóveis. Além disso, desenvolveu novos produtos voltados para o polimento de pinturas, pneus e tratamento de tecidos e couro. Com a chegada do novo milênio a empresa experimentou um forte crescimento de sua rede, contando com 200 contratos de franquia assinados. Porém, esse rápido crescimento também trouxe inúmeros problemas, entre eles a falta de padronização, item considerado vital para o sucesso de qualquer franquia. Em 2001, a empresa reestruturou sua rede franqueada, padronizou suas lojas, que passaram a ter uma melhor estrutura operacional, utilizando um balcão de atendimento e sistema informatizado. Dois anos mais tarde, a empresa desenvolveu tecnologias e serviços para lavagem sem água de outros segmentos (de orelhão a avião). Em 2004 a empresa se aventurou internacionalmente (Portugal e Austrália), que pouco depois se mostraria um grande erro. No ano seguinte, mais uma vez, a empresa reestruturou sua rede franqueada, fechou muitas unidades e focou suas ações em melhorias, qualidade dos serviços prestados e padronização das lojas. Também investiu no lançamento de uma nova linha de produtos para polimento e complementos. A partir deste momento a DryWash passou a crescer em um ritmo mais consistente.


Em 2009, mais uma vez de forma inovadora, lançou o DryWash Wipes-kit (lenços umedecidos e panos de acabamento) para lavagem de veículos sem água. Em 2010 a empresa inaugurou sua primeira operação em concessionárias, além de abrir sua primeira loja em Hyderabad, na Índia. O grande sucesso da marca nos dias de hoje vai muito além da lavagem a seco e seu apelo a sustentabilidade. O conceito de levar a DryWash para onde estava o cliente foi determinante para uma trajetória de sucesso. Mesmo com mimos como, sala de espera com TV, café e ar-condicionado, não parecia suficiente para minimizar o desconforto da espera pelo carro lavado. Percebendo esse comportamento, a empresa inovou ao abrir lojas dentro de shopping centers e estacionamentos - locais que obrigatoriamente o carro fica parado, enquanto seu proprietário realiza outras tarefas, otimizando o tempo de espera. Hoje em dia, a DryWash atua no mercado de conservação automotiva e presta serviços que ultrapassam a simples lavagem exterior. Polimento, higienização (interior e de ar condicionado), limpeza técnica do motor, restauração de brilho e proteção da pintura e impermeabilização de vidros, são alguns dos serviços complementares oferecidos pela empresa.


Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Fundação: 1994
● Fundador:
Lito Rodriguez
● Sede mundial:
São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca:
DryWash Indústria e Comércio
● Capital aberto: Não
● Presidente:
Lito Rodriguez
● Faturamento: R$ 40 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas:
+ 65
● Presença global: 2 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 100 (excluindo franqueados)
● Segmento: Automotivo
● Principais produtos: Lavagem, polimento e produtos de limpeza automotivos
● Principais concorrentes:
DryUp e Ecodry
● Slogan:
Por você, pelo planeta.
● Website: www.drywash.com.br

A marca no mundo
Com mais de 65 lojas localizadas em oito estados brasileiros, a empresa atualmente chega a lavar mais de 75 mil veículos por mês, equivalendo a uma economia superior a 22 milhões de litros de água, correspondente ao consumo diário de 185.000 pessoas. Com o conceito de sustentabilidade se expandindo cada vez mais, a idéia da lavagem a seco criada pela DryWash atravessou fronteiras, com duas franquias na Índia. Existem negociações para levar a rede também para outros países da Ásia e América Latina, além dos Emirados Árabes e África do Sul. A linha de produtos da marca DryWash, formada por 40 itens, além de utilizada pelas franquias, é vendida a profissionais do setor, como por exemplo, donos de concessionárias e de oficinas mecânicas.

Você sabia?
A cada veículo lavado na DryWash são economizados 320 litros de água, média gasta em uma única lavagem convencional. Assim, a empresa se tornou pioneira mundial nos serviços de lavagem e detentora da patente de produtos e serviços de lavagem de veículos sem água.
A empresa ainda é proprietária da DryWash Air (produtos de limpeza para aviação) e da DryWash Corporate (produtos para empresas de limpeza de orelhão, fachadas de prédios, máquinas industriais e vagões de trem).


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), jornais (Valor Econômico) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 3/1/2012