18.3.12

SKY

A SKY transformou a TV por assinatura em uma vasta fonte de diversão, conteúdo e entretenimento ao alcance de um controle remoto. Sempre oferecendo alta tecnologia e uma grande variedade de canais, que agradam toda a família, transformou a telinha da televisão em um mundo aberto para o conhecimento e diversão à qualquer hora.

A história
Tudo começou no dia 25 de julho de 1996 quando a tradicional empresa britânica British Sky Broadcasting (BSkyB) juntamente com a News Corporation (conglomerado de mídia do australiano Rupert Murdoch), a Liberty Media (conglomerado de mídia americano) e o Grupo Televisa (principal e mais influente rede de televisão mexicana), resolveram fundar uma empresa para ingressar no segmento de TV por assinatura no México. Exatamente no dia 15 de dezembro foi lançada oficialmente a SKY, marca pertencente a empresa britânica, que iria oferecer canais por assinatura via satélite. Praticamente ao mesmo tempo, a SKY, através de uma associação com as Organizações Globo, também foi lançada no mercado brasileiro, sendo a primeira empresa de TV por assinatura do país via satélite pelo sistema digital DTH (Direct to Home) em banda Ku. A recepção se dava através de uma pequena antena parabólica e de um decodificador digital, cujas funções dependiam de um cartão de acesso.


A partir de maio de 2000 a SKY foi estendida para outros países da América Latina, sendo lançada na Argentina (onde encerrou suas operações em 2002 devido a grave crise econômica do país) e Colômbia. Nos anos seguintes, boa parte de suas operações na América Latina foram renomeadas DirecTV, com exceção do México e do Brasil, que após a fusão com a própria DirecTV no final de 2005, resolveram manter a marca SKY. Com isso, no Brasil a SKY passou a ter uma base superior a 1.5 milhões de assinantes. A partir de 2007, a SKY México começou expandir os serviços de TV paga via satélite para América Central e Caribe, incluindo países como Costa Rica, República Dominicana, Nicarágua, Guatemala, Panamá, El Salvador e Honduras.


A empresa lançou no Brasil no dia 4 de julho de 2008 um serviço pré-pago, pelo qual o cliente adquiria um decodificador e recarregava conforme o número de dias que desejasse assistir. Em 2009, a SKY foi a primeira empresa do segmento no Brasil a disponibilizar canais em alta definição. E para comunicar esta grande novidade e seus atributos de seu novo serviço, batizado de SKY HDTV, a empresa escolheu como garota-propaganda a modelo Gisele Bündchen, que passou a estrelar as campanhas publicitárias como o novo posicionamento da marca, cujo slogan é HDTV é isso. Recentemente, em dezembro de 2011, a SKY iniciou os serviços de Internet 4G, inicialmente somente para Brasília. Em outra novidade recente, a operadora lançou em 15 de fevereiro de 2012 o SKY ONLINE, um serviço onde apenas os usuários da TV por assinatura podem assistir a filmes pelo computador através da compra ou aluguel.


Além disso, a operadora oferece aos brasileiros outros serviços, como por exemplo, o CINE SKY (conhecido anteriormente como SKY Premiere), um conjunto de canais onde os assinantes podem assistir aos filmes adquiridos pelo sistema PPV (pay-per-view); e o SKY On Demand, um recurso exclusivo que disponibiliza filmes, shows e outras atrações, todas em alta definição (HD), que ficam armazenadas no equipamento SKY HDTV Plus. Durante todos esses, a SKY foi pioneira no lançamento de todos os principais recursos que transformaram a televisão brasileira, trazendo ao país serviços inéditos, como por exemplo, a TV digital, a interatividade, o DVR (SKY+) e a maior quantidade de conteúdos em alta definição.


A evolução visual
No Brasil, a identidade visual da marca passou por grandes remodelações ao longo dos anos, adquirindo muito mais personalidade.


A identidade visual da marca SKY pode ser aplicada de duas formas diferentes.


Em outros países a SKY utiliza uma identidade visual diferente do Mercado brasileiro, como pode ser visto na imagem abaixo.


Dados corporativos
● Origem:
México/Brasil
● Fundação:
25 de julho de 1996
● Fundador:
BSkyB, News Corporation, Liberty Media e Televisa
● Sede mundial:
Cidade do México, México e Santana de Parnaíba, Brasil
● Proprietário da marca:
DIRECTV Group
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● CEO (Brasil):
Luís Eduardo Baptista Pinto da Rocha
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Assinantes: + 3.4 milhões (Brasil)
● Presença global:
+ 10 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
1.000
● Segmento:
Operadora de TV por assinatura
● Principais produtos:
Canais a cabo e internet banda larga
● Concorrentes diretos:
NET e TVA
● Slogan:
HDTV é isso.
● Website: www.skytv.com.br

A marca no mundo
Hoje em dia a SKY, uma subsidiária da DIRECTV Latin America e maior operadora de TV por assinatura via satélite em alta definição da América Latina, está presente em mais de 10 países, entre os quais Brasil e México, além da região da América Central e Caribe. No Brasil a SKY oferece mais de 250 canais, incluindo rádios e eventos pay-per-view, tendo uma base de assinantes superior a 3.4 milhões. Já a SKY HDTV conta com mais de 800 mil clientes em apenas 3 anos de existência com 39 canais em HD sendo a maior oferta em canais em alta definição do mercado brasileiro.

Você sabia?
A marca SKY é de propriedade da British Sky Broadcasting Group plc, usada pela Sky Brasil mediante licença exclusiva.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 18/3/2012

14.3.12

JOHN VARVATOS


A marca americana JOHN VARVATOS reflete o estilo casual cosmopolita daqueles homens que gostam de estar na moda com discrição. Isso não significa que suas peças sejam simplistas. Ao contrário, com corte e modelagem diferenciada, as roupas não aparentam seguir as tendências da moda, o que deixa o visual masculino, ora com um toque rebelde, reforçado pela influência roqueira do estilista, ora com ares vintage, recém-saído de um túnel do tempo. O resultado é o equilíbrio entre a atitude rock e a perfeição das formas, que encanta milhões de homens no mundo inteiro e já conquistou um verdadeiro fã clube de respeito que inclui Jude Law, Brad Pitt, John Mayer, Lenny Kravitz e Zac Efron. 

A história 
O estilista e designer John Varvatos (foto abaixo), cuja família descende do pequeno vilarejo de Poulata na paradisíaca ilha grega de Cefalônia, nasceu em 1955 na cidade de Detroit, estado americano do Michigan. Ralph Lauren foi quem o incentivou a estudar moda e vislumbrou seu grande potencial em 1983, quando passou a trabalhar para a tradicional grife americana. No início de 1990 ele teve contato e trabalhou também na Calvin Klein, chefiando o departamento de criação de roupas masculinas e sendo responsável direto pela criação das cuecas estilo boxer, considerada uma das grandes revoluções do vestuário em todo o século, imortalizada por uma campanha publicitária icônica, estrelada por Mark Wahlberg. Depois de mais uma passagem pela Ralph Lauren em 1995, onde liderou o lançamento da Polo Jeans Company, finalmente em 1999, o estilista resolveu utilizar a experiência adquirida com estes mestres da moda para criar uma marca de moda masculina contemporânea com sua própria assinatura, a qual foi lançada oficialmente em junho de 2000 com a apresentação de sua primeira coleção, que incluía roupas de lã, calças, camisas, gravatas, casacos, blusas e roupas esportivas. A partir daí, a história do estilista americano e de sua marca se resume a prêmios, condecorações e muitos elogios por parte da crítica especializada. As celebridades também adotaram a marca, que passou a vestir astros como Bradley Cooper em eventos badalados.


Poucos meses depois da apresentação de sua primeira coleção, no mês de setembro, o estilista inaugurou uma descolada butique no badalado bairro do Soho, em Nova York. Ainda este ano John recebeu o renomado prêmio Perry Ellis por parte do Council of Fashion Designers of America (CFDA). Ano após ano suas coleções, caracterizadas pela altíssima qualidade das matérias-primas, design especial e o bom gosto e sofisticação em moda urbana, sempre abusando da cor preta e da atmosfera mais sombria e introspectiva, conquistou milhares de fãs, não somente nos Estados Unidos. Aliás, com uma pequena diferença: o vínculo das roupas e acessórios JOHN VARVATOS com o universo do Rock and Roll. Eram jaquetas de couro, botas, jeans batidos e camisetas, que custavam de US$ 300 até US$ 2.500.


Em setembro de 2001 o estilista fechou parceria com a Converse concebendo modelos bem originais, com um ar vintage, que fizeram um enorme sucesso projetando ainda mais a marca americana, que seria repetida até os dias de hoje. Pouco depois, em 2003, a empresa inaugurou uma loja na cidade de Las Vegas. Já 2004 a marca lançou seu primeiro perfume e uma completa linha de produtos masculinos para o cuidado da pele, iniciando assim a diversificação na linha de produtos. No ano seguinte John foi considerado o designer do ano pela CFDA. A diversificação em sua linha de produto continuou em 2006 com o lançamento de uma moderna linha de óculos escuros e do segundo perfume masculino da marca. Em fevereiro de 2006, a marca lançou a John Varvatos U.S.A., uma coleção voltada para um público mais jovem e de menor preço do que a coleção principal, oferecendo jeans, roupas esportivas, roupas sob medida, sapatos e acessórios.


Em agosto de 2008, a marca inaugurou uma loja onde estava localizado o lendário clube de punk rock underground CBGB em Nova York, palco de shows histórico do Iggy Pop, Patti Smith, The Ramones, Blondie, Talking Heads, Elvis Costello e Sex Pistols. A marca fez questão de conservar intacta a maior parte das paredes do icônico clube, recobertas de pôsteres e pichações, além de recriar um pouco do ambiente escuro com madeira, lustres de cristal em estilo vitoriano, cortinas de veludo e teto negro. Ainda neste mesmo ano a marca JOHN VARVATOS resolveu lançar no mercado seu primeiro perfume feminino, além de uma linha de relógios masculinos.


No início de 2012, a JOHN VARVATOS, que pertencia a VF Corporation foi vendida para o fundo de investimento Lion Capital, que nos últimos anos investiu em marcas como La Senza, All Saints e American Apparel. O principal objetivo dos novos proprietários era quintuplicar o tamanho atual da grife, aumentando sua participação no mercado americano e expansão para Europa e Oriente Médio. Pouco depois, em 2014, a marca inaugurou uma enorme loja na cidade de Londres e outra unidade em Bangkok, iniciando assim sua expansão internacional pelo varejo. Em 2015 foi a vez de inaugurar uma loja na cidade de Moscou.


A JOHN VARVATOS tem seu foco em sobreposição de peças, uso de tecidos variados, mescla de formas e referencias militares que reforçam o estilo “rocker chic” da marca. Sempre inovando a cada coleção, seu catálogo mostra que os produtos criados pela marca americana podem ser usados em diversas ocasiões, mantendo sua identidade fortemente na mente de seu público alvo. Homenagens não faltam para John Varvatos. Além de três prêmios CFDA, como designer do ano, designer masculino do ano e um Perry Ellis Awards, John ainda foi eleito o designer do ano pela GQ Magazine em 2007 e teve um modelo Chrysler 300 batizado com seu nome, em 2013.


O marketing 
A música é uma das grandes influenciadoras na moda criada por John Varvatos. Segundo o próprio estilista, tudo começou na década de 1970 com uma clássica foto da banda The Stooges, em que os integrantes vestiam jaquetas de motoqueiros, jeans rasgados e óculos Ray-Ban Aviator. Além disso, o badalado estilista americano nasceu na cidade de Detroit, onde importantes influências musicais se desenvolveram, desde o rock do MC5 ao soul do Motown e o punk dos Stooges. Essa influência ficou bastante evidente nas campanhas publicitárias da grife a partir de janeiro de 2005, na verdade obras-primas da fotografia, cujas estrelas eram astros e bandas de rock, como por exemplo, Ryan Adams, Joe Perry, Iggy Pop, Alice Cooper, Perry Farrel (Jane’s Addiction), Chris Cornell (Audioslave), Dave Matthews, The Roots e Velvet Revolver, que expressaram seu estilo eclético em roupas da marca americana.


Em 2012, o estilista nova-iorquino convidou o trio da banda Green Day para o lançamento da sua nova coleção, inspirada na cidade de Nova York e no mais puro espírito do Rock and Roll. Já em 2014, mais uma vez, o estilista trocou os modelos esguios e blasés pela irreverência e a atitude dos integrantes do Kiss, que capricharam na maquiagem para o ensaio da campanha publicitária. Logo depois foi a vez de Ringo Star e, em 2015, os filhos do cantor Bob Marley, Stephen e Ziggy, estrelarem campanhas da marca.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1999 
● Fundador: John Varvatos 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: John Varvatos Enterprises Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO & Presidente: Mark Brashear 
● Estilista: John Varvatos 
● Faturamento: US$ 300 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 30 
● Presença global: + 50 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 200 
● Segmento: Moda masculina 
● Principais produtos: Roupas, calçados, acessórios e perfumes 
● Concorrentes diretos: Hugo Boss, Ralph Lauren, Dolce & Gabbana, Diesel, Paul Smith e Tom Ford 
● Website: www.johnvarvatos.com 

A marca no mundo 
Atualmente, a marca JOHN VARVATOS, uma das maiores referências da moda masculina nova-iorquina e que vende além de roupas, sapatos e linhas de acessórios que incluem cintos, óculos, perfumes, bolsas e cosméticos de luxo para um homem moderno e exigente que gosta de se vestir bem, está presente em mais de 50 países através de renomadas lojas de departamento, lojas multimarcas e comércio online. Além disso, a marca possui 30 lojas próprias localizadas em cidades como Nova York, Las Vegas, Miami, San Francisco, Los Angeles, Dallas, Detroit, Bangkok, Londres, Moscou e Toronto. 

Você sabia? 
Multitalentoso, John Varvatos fez questão de aproveitar-se de seu sucesso no mundo da moda, para realizar o sonho de trabalhar com música, lançando em 2009, o “New York Nights… Direct From the Bowery”, um programa de rádio mensal, apresentado por ele mesmo. Seu talento como apresentador foi estendido até a TV, aonde trabalhou como jurado e mentor no programa Fashion Star. 
Sempre dedicado à filantropia, o estilista contribui com projetos como o Save the Music Foundation, que restaura programas de música instrumental nas escolas e com a Stuart House que arrecada fundos para o tratamento de crianças abusadas sexualmente. Isso prova que estar na moda também é ser solidário. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), jornais (O Globo e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 29/1/2018

9.3.12

MARIE BRIZARD

Dar um toque especial à drinques, encerrar com chave de ouro as refeições e até mesmo ser o companheiro ideal para um bom café. Foi assim que os licores da tradicional marca francesa MARIE BRIZARD se tornaram um verdadeiro ícone do segmento.

A história
A história de uma das marcas de licores mais tradicionais e emblemáticas do mundo começou exatamente no dia 11 de janeiro de 1750 quando Marie Brizard, uma enfermeira francesa de 36 anos e filha de um construtor de barris, atravessava a praça Real na pitoresca cidade de Bordeaux e se deparou, em uma esquina, com Thomas, um marinheiro, que estava inconsciente jogado na rua ardendo em febre, adquirida em suas incontáveis viagens à Índia. Com seu espírito bondoso, ela cuidou do marinheiro enfermo e acabou salvando sua vida. Como forma de agradecimento, Thomas ofereceu-lhe seu único tesouro: a receita secreta de um licor de anis, composto por 11 plantas, especiarias e frutas que era extremamente refrescante e aromatizado. Este gesto de agradecimento seria o início do tradicional licor de anis da marca MARIE BRIZARD.


No ano de 1755, em parceria com seu sobrinho Jean-Baptiste Roger, ela fundou a MARIE BRIZARD et ROGER, primeira destilaria próxima ao porto da cidade. Com a ajuda de seu primo, o Capitão Paul Brizard, que fornecia as especiarias necessárias para a fabricação do licor, vindas da África e do oeste da Índia, a pequena empresa iniciou sua produção do ANISETTE MARIE BRIZARD. Em 1765 a empresa resolveu diversificar sua linha de licor com o lançamento do Parfait Amour, elaborado com pétalas de violetas, que aproximadamente dois séculos mais tarde, na década de 1960, se tornaria um ícone da marca no mundo todo; Fine Orange (feito com laranjas selecionadas); Créme de Barbade; Eau de Canelle (canela); Eau de Café (café); e Eau de Cédre. Não demorou muito para a fama do delicioso licor de anis correr mundo afora e até ser servido nos suntuosos jardins do rei Louis XV em Versalhes.


Quando faleceu em 1801, Madame Marie Brizard havia construído uma prestigiosa casa produtora de licores que já era referência em seu país natal. Seu sobrinho Jean-Baptiste Augustin lhe sucedeu no comando da empresa e a conduziu rumo ao progresso. Somente em 1863 a marca lançou sua primeira campanha publicitária. Poucos anos depois, em 1890, a empresa lançou o primeiro conhaque com a marca MARIE BRIZARD. Em 1902, a empresa inaugurou uma filial na Espanha e passou a produzir seus licores, especialmente o de anis, na cidade de San Sebastian. A partir de 1920 a marca iniciou um novo posicionamento de seu principal produto: o licor de anis. Até então consumido como um excelente digestivo, o licor passou a fazer parte como ingrediente de diversos drinques. Em 1971, a empresa surpreendeu o mercado ao criar uma nova bebida: PULCO, uma mistura de suco concentrado de limão com licor de anis, que nos anos seguintes ganharia outros sabores. Nos anos seguintes, a empresa estendeu ainda mais sua gama de licores com o lançamento de extraordinários sabores, além de estabelecer uma competente rede de agentes distribuidores no mundo, consolidando seu negócio e criando um grupo verdadeiramente internacional.


Em 2006 o grupo francês Belvédère adquiriu a MARIE BLIZARD, que passou a ser sua subsidiária integral. Durantes todos esses séculos, a empresa criou licores utilizando matéria-prima de alta qualidade que se tornaram emblemáticos e presença constante nos mais badalados e sofisticados restaurantes e hotéis, como por exemplo, Cherry Brand (cereja); Amaretto (amêndoas); Curaçao Bleu (elaborado com cascas secas das melhores laranjas amargas do Haiti); Triple Sec (extremamente forte e elaborado com laranjas amargas); Créme de Cassis de Dijon (elaborado a partir da fruta natural de cassis das melhores regiões francesas); Poire William (pêra); Créme de Mûre (frutas silvestres); Pêche du Verger (pêssegos, colhidos em plena maturidade para capturar os sabores requintados); além dos sabores de limão, amora, framboesa, morango, maçã verde, tangerina, banana, melancia, abacaxi, manga, kiwi, cacau, coco, lichia, damasco, menta, baunilha (proveniente de Madagascar) e chocolate. Hoje em dia a marca francesa oferece mais de 30 tipos diferentes de licores. E a empresa se orgulha sobre as relações que desenvolve ao redor do mundo com os fornecedores de frutas, especiarias e ingredientes essenciais utilizados para garantir a alta qualidade de seus produtos.


A evolução visual
A identidade visual da marca passou por algumas modificações ao longo dos anos, ganhando uma imagem mais sofisticada que expressa a qualidade de seus licores.


Dados corporativos
● Origem:
França
● Fundação:
1755
● Fundador:
Marie Brizard e Jean-Baptiste Roger
● Sede mundial:
Bordeaux, França
● Proprietário da marca:
Marie Brizard et Roger International
● Capital aberto: Não
● Presidente:
Erick Antony Skora
● Faturamento: €110 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global:
130 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 220
● Segmento:
Bebidas alcoólicas
● Principais produtos:
Licores
● Concorrentes diretos: Bols e De Kuyper
● Ícones:
O licor de anis
● Website: www.mariebrizard.com

A marca no mundo
A MARIE BRIZARD, subsidiária integral do grupo Belvédère, comercializa seus excepcionais licores e outras bebidas alcoólicas compostas por plantas, frutos, e especiarias, como o anis, em 130 países ao redor do mundo. A produção anual de aproximadamente 130 milhões de garrafas de licores é fabricada em duas unidades industriais, localizadas na França e na Espanha. Os mercados mais importantes para a marca são, além da França, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Bélgica, Canadá, Japão, Rússia e norte da Europa.

Você sabia?
O licor de anis MARIE BRIZARD é até hoje uma referência mundial e um dos mais vendidos em todo mundo.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 10/2/2012

5.3.12

CALLAWAY GOLF


A americana CALLAWAY é conhecida mundialmente por produzir tacos excepcionais, que aliam tecnologia de ponta com design, gerando ao golfista, quer seja profissional ou amador, desempenho superior e muita diversão. Além disso, ao oferecer uma completa linha de produtos relacionada com esse clássico esporte, a CALLAWAY se tornou uma lenda entre os golfistas, conquistando uma posição invejável no mercado mundial. 

A história 
Tudo começou quando o visionário e empreendedor Ely Reeves Callaway Jr. (foto abaixo) resolveu vender seus vinhedos no estado da Califórnia para aplicar o dinheiro em sua grande paixão: o golfe. Com milhões de dólares na mão ele comprou 50% da pequena empresa fabricante de tacos de golfe Hickory Sticks USA, se tornando sócio de Dick de La Cruz e Richard Parente. No ano seguinte ele relocou a empresa para a cidade de Cathedral City na Califórnia, onde distribuía pessoalmente seus tacos de golfe no porta-malas de seu Cadillac para pequenos lojistas e nos campos e clubes de golfe da região. Em 1984 ele comprou o restante da empresa por US$ 400 mil e mudou o nome para Callaway Hickory Stick. Obstinado por desenvolver tacos com tecnologia avançada e design inovador, em 1985, com a empresa já instalada na cidade californiana de Carlsbad (que ficaria conhecida como “a capital mundial do golfe”), ele contratou como consultor Richard Helmstetter, um famoso designer de tacos de sinuca e bilhar, que no ano seguinte se tornaria Chefe de Design da empresa. Em 1988 a empresa passou a se chamar oficialmente CALLAWAY GOLF COMPANY.


A obsessão da empresa em inovar resultou, ainda em 1988, no lançamento do revolucionário taco de golfe S2H2 feito em madeira e metal, que alterava a distribuição do peso em torno do driver e oferecia a qualquer jogador mediano a oportunidade de bater a bola a distâncias maiores. A linha feminina deste taco seria lançada no mercado em 1990. Pouco depois, em 1991, a CALLAWAY lançou um produto que iria redefinir os rumos do mercado, o taco de metal com cabeça larga BIG BERTHA, que combinava a tecnologia do S2H2 com um sweet spot redesenhado, proporcionando ao golfista médio um jogo mais produtivo, tolerante e agradável. O BIG BERTHA não era realmente revolucionário, pois não foi o primeiro taco com a cabeça maior. Tinha, porém, vários atributos patenteados, incluindo um design que eliminava a maior parte do peso da haste. E o principal: tinha melhor desempenho. Era diferente o bastante para que o fundador da empresa não licenciasse o design ou vendesse o produto através de outra empresa. Para lançá-lo no mercado, a empresa aumentou a capacidade de produção, ampliou a infraestrutura de vendas e marketing e investiu muito dinheiro no departamento de pesquisa.


Então, em 1995 a empresa surgiu com um terceiro design revolucionário para os drivers de titânio GREAT BIG BERTHA, embelezando e consolidando as vantagens tecnológicas anteriores. Além disso, nesse período, foram lançadas as primeiras edições limitadas de tacos assinadas por grandes golfistas. Essas inovações fizeram com que o público consumidor recorresse em massa aos produtos da CALLAWAY, cuja participação de mercado decolou, assim como seu faturamento, transformando a empresa na maior produtora de tacos de golfe do mundo em 1996. Em sintonia com esse processo, decolaram também os canais de distribuição de produtos de golfe. No final desta década, aproximadamente cinco mil varejistas “green grass” (lojas de varejo localizadas em campos de golfe, também conhecidas como pro-shops) e mais de dois mil varejistas situados em zonas comerciais passaram entusiasticamente a estocar e distribuir os produtos da marca. Eles apreciavam a marca porque seus produtos eram comprovadamente superiores aos concorrentes. Além disso, em 1998, a empresa lançou no mercado os tacos para crianças LITTLE BERTHA.


Apesar do enorme sucesso de seus tacos, no final da década, a empresa se viu presa a uma situação complicada, que muito para sua surpresa, nascera de forma lenta e linear bem debaixo de seu nariz. Nesta época a CALLAWAY atingiu a cifra de US$ 900 milhões em receita de vendas e uma participação dominante no mercado, especialmente americano, graças a uma série de inovações de produto. Temendo serem superadas, empresas concorrentes como a Taylor Made e a Titleist seguiram o exemplo de inovação da CALLAWAY, com a qual definitivamente se equipararam em termos de qualidade. Foi quando o domínio da CALLAWAY sobre seus varejistas começou a perder força. Anteriormente, quando o ambiente lhe era favorável e seus produtos não paravam nas prateleiras, a empresa estabeleceu como política não oferecer descontos aos varejistas, independentemente do volume das vendas; além do mais, as condições de pagamento eram rigorosas. Mas com o decréscimo das vantagens de produto e a fixação de políticas de canal que lhes conferiam margens reduzidas, os parceiros varejistas desencantaram-se com os artigos da marca.


Assim, com a mudança no ambiente competitivo e a ausência de grandes inovações (em parte devido a regulamentos da USGA, a associação de golfe norte-americana), a CALLAWAY necessitava da boa vontade e do auxílio de seus parceiros de varejo, especialmente das lojas localizadas em zonas comerciais, responsáveis pelo grosso de suas vendas. Não apenas as margens e incentivos, mas também a intensidade e a seleção da cobertura de canal da empresa passaram a ser examinados. Assim, a empresa estabeleceu estreita relação com suas dez principais redes de varejo, das quais era a fornecedora preferida. Com esses clientes nacionais, a empresa contava com ajustes especiais de estoque e também com contratos especiais de merchandising e exposição no ponto de venda. No nível seguinte, juntamente com suas parceiras varejistas “extracampo”, a empresa criou um programa para parceiros preferenciais, oferecendo programas para as três principais entidades do varejo. Já em relação aos pro-shops, a empresa buscou uma maior e mais profunda cobertura. Com essas medidas a CALLAWAY voltou a conquistar pontos de venda importantes e suas vendas voltaram a subir.


Com a chegada do novo milênio, após mais de três anos de pesquisas e desenvolvimento, a CALLAWAY resolveu diversificar sua linha de produto com o lançamento, em 2000, de suas primeiras bolas de golfe (chamadas RULE 35). Além dessa novidade, a empresa “ganhou”, entenda-se pagou milhões de dólares, um garoto-propaganda de peso, o americano Arnold Palmer, uma lenda viva dentro do golfe. No mês de maio de 2001, o senhor Callaway, depois de vender mais de US$ 5 bilhões em tacos de golfe em vintes anos, se afastou da empresa e faleceu pouco depois, no dia 6 de julho, vítima de um câncer no pâncreas. Apesar de sua morte o DNA de inovação da CALLAWAY deixado por ele, resultaria nos anos seguintes, em novos produtos que redefiniriam a arte de praticar golfe, como por exemplo, o taco C4, que utilizava fibra de carbono em sua estrutura. Além disso, relançou sua linha de roupas e diversificou seu portfólio com a introdução de calçados (2003), relógios, óculos escuros e até GPS. Neste período a marca lançou seus produtos em novos países e reforçou sua posição de liderança nos mais importantes mercados de golfe do mundo.


Uma de suas linhas mais famosas é a CALLAWAY ROGUE, tacos que apresentam uma série de tecnologias que funcionam juntas para promover uma maior velocidade e controle da bola. Esses tacos contam com a tecnologia Jailbreak, cuja posição das barras dentro da cabeça do taco logo atrás da face, endurece o corpo para evitar a deformação e abaulamento da sola e da coroa do driver, permitindo que a energia se concentre no local de impacto da bola promovendo maior velocidade e distância. Durante mais de três décadas, através de um firme compromisso com a inovação, a CALLAWAY desenvolve e cria produtos e serviços com um único intuito: tornar todos que amam esse esporte em melhores golfistas. Afinal, o senhor Ely Callaway sempre acreditou em ajudar os golfistas de todos os níveis à encontrar mais prazer e sucesso no jogo, e a empresa continua essa tradição com uma paixão pelo golfe e uma missão de ajudar todos os golfistas a desfrutarem da sensação de golpear a bola com perfeição.


Atestado pelos melhores golfistas 
Uma das mais importantes ferramentas de marketing utilizada pela CALLAWAY é o patrocínio de grandes golfistas profissionais, que participam dos principais torneios mundiais, e celebridades que praticam o esporte, como por exemplo, Justin Timberlake. Após patrocinar os lendários Seve Ballesteros, Arnold Palmer e David Leadbetter, a CALLAWAY mantém hoje em dia um time de mais de 50 golfistas de peso, incluindo Phil Mickelson, Sergio Garcia, Henrik Stenson, Marc Leishman, Xander Schaufelle, Kevin Kisner, Thomas Pieters, entre outros.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas alterações ao longo dos anos, e recentemente perdeu a palavra “Golf”.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1982 
● Fundador: Ely Reeves Callaway Jr. 
● Sede mundial: Carlsbad, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Callaway Golf Company 
● Capital aberto: Sim (1992) 
● CEO & Presidente: Chip Brewer 
● Faturamento: US$ 1.04 bilhões (2017) 
● Lucro: US$ 41 milhões (2017) 
● Valor de mercado: US$ 1.62 bilhões (dezembro/2018) 
● Presença global: 70 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 2.100 
● Segmento: Esportivo 
● Principais produtos: Equipamentos e acessórios para golfe 
● Concorrentes diretos: Taylor Made, Nike Golf, Yonex, Mizuno, Ping, Srixon, Dunlop Sport, Wilson, Adidas Golf e Titleist 
● Ícones: Os tacos Big Bertha 
● Slogan: A better game by design. 
● Website: www.callawaygolf.com 

A marca no mundo 
Atualmente a CALLAWAY, que comercializa uma completa e avançada linha de tacos (segmento onde é a maior produtora mundial), bolas e acessórios para golfe, que incluem desde roupas, luvas, óculos, bonés, malas até calçados e GPS, está presente em mais de 70 países ao redor do mundo. A marca tem forte presença nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Espanha e na Ásia, especialmente no Japão. É proprietária também das marcas Odyssey (tacos de golfe muito particulares utilizados no green) Oggio (malas) e Ben Hogan (bolas e tacos). A empresa ainda possui mais de 25 CALLAWAY PERFORMANCE CENTER espalhados pelo mundo, onde oferece aprendizado especializado para quem desejar jogar golfe. 

Você sabia? 
As bolas de golfe representam mais de 20% do faturamento anual da empresa americana. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 4/12/2018

2.3.12

TOPSHOP


Sucesso entre o público feminino e rival de redes como a espanhola Zara e a sueca H&M, a britânica TOPSHOP se especializou no segmento fast fashion, roupas modernas e atuais vendidas em grande escala a preços extremamente acessíveis, em alguns casos com coleções assinadas por badalados estilistas e celebridades. O resultado foi que a TOPSHOP se transformou em um fenômeno de vendas, cujas roupas são cobiçadas por mulheres ligadas em moda e novas tendências. 

A história 
A TOPSHOP surgiu em 1964 na cidade inglesa de Sheffield como uma marca própria de moda feminina no subsolo da pequena rede de lojas de departamento Peter Robinson. A nova marca foi criada pelo filho de um imigrante lituano, Raymond Montague Burton, cujo pai era proprietário da rede, para atender a nova cultura de moda que eclodia no país, direcionada para um público mais jovem. Inicialmente com o nome de Peter Robinson’s Top Shop, a marca fez grande sucesso entre as jovens mulheres inglesas ávidas por novidades. O grande sucesso no segmento feminino levou a empresa a criar pouco depois, em 1970, a TOPMAN, uma marca voltada para o público masculino, que hoje em dia, em algumas lojas, divide espaço com a TOPSHOP. A marca de moda feminina ganhou tamanha importância que se tornou independente em 1974 quando foi inaugurada a primeira loja própria da TOPSHOP. Nos anos seguintes, além de inaugurar novas lojas pelo Reino Unido, se distinguiu por lançar, de forma constante e consistente, coleções de roupas bem modernas que se destacavam pela inovação, originalidade e exclusividade. Apesar do sucesso no Reino Unido foi apenas em 2002 que a TOPSHOP começou a mudar de rumo e deu um grande salto. Foi quando o bilionário britânico Philip Green, conhecido por seu faro apurado para bons negócios e dono de uma fortuna comprou o grupo Arcadia, controlador da rede de lojas.


Desde então, além de inaugurar inúmeras lojas em vários países, a TOPSHOP investiu em parcerias bem-sucedidas com estilistas renomados, como o escocês Christopher Kane, a britânica Stella McCartney e Alexander McQueen, que criaram coleções modernas e descoladas à preços mais acessíveis. A marca também fez trabalhos em conjunto com artistas, designers e celebridades, entre eles a inglesa Stella Vine. A parceria mais famosa até hoje, no entanto, foi com a polêmica modelo Kate Moss, que desenhou e foi garota-propaganda para as coleções da TOPSHOP entre 2007 (ano em que a varejista ingressou no mercado americano) e 2011. Sua primeira coleção causou tanto impacto que as pessoas acamparam na frente da TOPSHOP localizada na Oxford Circus, em Londres, quase um dia antes do lançamento. Resultado: em menos de uma hora 90% da coleção assinada pela modelo já estava vendida. Através dessas parcerias a marca britânica fez enorme sucesso entre as adolescentes e as mulheres modernas, que não têm medo de ousar e criar visuais modernos, versáteis e muito fashion. Estas coleções de roupas femininas exclusivas são sempre garantia de enorme sucesso de vendas e uma importante ferramenta de marketing para a marca.


Em 2010, a marca inovou mais uma vez ao lançar uma linha de cosméticos, que no ano seguinte ganhou a companhia de uma diversificada linha de esmaltes cintilantes. No ano seguinte inaugurou suas primeiras lojas na Austrália. Pouco depois, em 2012, seguindo as tendências de mercado, a marca lançou uma linha de roupas sustentáveis, a Reclaim. A rede britânica abriu suas portas no Brasil em 2012, com a inauguração de uma loja no shopping JK Iguatemi, em São Paulo. Depois de inaugurar mais duas unidades na capital paulista, a rede britânica não suportou a concorrência e fechou suas lojas no país em 2017. Nos anos seguintes, a TOPSHOP enfrentou a forte e canibal concorrência deste setor e assistiu seu rendimento despencar, além da gravíssima acusação de um caso de assédio sexual contra Philip Green, então presidente do Arcadia Group, que controla a marca TOPSHOP. Essa acusação gerou um boicote nas redes sociais em relação à marca e, em 2018, a cantora Beyoncé não quis lançar a sua coleção de roupa Ivy Park em parceria com a rede. Com esta enorme crise, financeira e de imagem, a TOPSHOP anunciou em 2019 o fechamento de todas as 11 lojas nos Estados Unidos. No entanto, a marca continuará a vender suas mercadorias exclusivamente nas lojas de departamento Nordstrom. Além disso, várias unidades deficitárias no Reino Unido também foram fechadas.


A sofisticada região londrina de Oxford Circus abriga a maior unidade da rede, inaugurada em 1994, com 8.400 m² distribuídos em cinco andares e que recebe aproximadamente 30 mil visitantes por dia. Essa unidade é uma meca do consumo e lifestyle, vendendo desde cupcakes, sorvetes, roupas, acessórios, além de itens para cachorro, oferecendo ainda serviços de sobrancelha, cabelo, unha e reparo de roupas. A rede possui ainda enormes lojas âncoras em cidades, como por exemplo, Liverpool (5.600 m²), Belfast (3.700 m²) e Leeds (2.900 m²). Nessas lojas a rede oferece o serviço de Personal Shopping, onde consultoras acompanham os clientes traçando o perfil e as necessidades de cada pessoa, permitindo que as compras sejam exatamente aquilo que se busca.


Dedicando-se à comercialização de roupas e acessórios para o segmento feminino, masculino e infantil, a marca rapidamente saltou fronteiras e é atualmente uma grife muito procurada mundialmente por jovens que adoram seguir as mais recentes tendências de moda, sem que para tal tenham de gastar muito dinheiro. As linhas Premium da rede incluem Boutique (peças contemporâneas e luxuosas) e Topshop Unique (única coleção projetada por um varejista a ser exibida na tradicional London Fashion Week). A TOPSHOP é o clássico caso de propaganda e marketing que deu certo: parcerias estratégicas, celebridades desfilando com suas peças e lojas suntuosas e estrategicamente localizadas.


A evolução visual 
O logotipo da marca britânica passou por pequenas alterações ao longo dos anos. Na década de 1990 o nome da marca ganhou uma nova tipografia de letra e passou a ser escrito na horizontal. Em 2005 o logotipo adotou uma tipografia de letra mais afinada e sofisticada. Mais recentemente, em 2018, a marca apresentou um novo logotipo, onde as letras ganharam maior espaçamento e o efeito bold.


Dados corporativos 
● Origem: Inglaterra 
● Fundação: 1964 
● Fundador: Raymond Montague Burton 
● Sede mundial: Londres, Inglaterra 
● Proprietário da marca: Topshop/Topman Limited 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Arcadia Group Limited) 
● CEO: Ian Grabiner 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 500 
● Presença global: 38 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Maiores mercados: Reino Unido, Canadá, Emirados Árabes Unidos e Irlanda 
● Funcionários: 6.000 
● Segmento: Varejo (moda) 
● Principais produtos: Roupas, calçados, bolsas, cosméticos e acessórios 
● Concorrentes diretos: Zara, C&A, GAP, H&M, Uniqlo, Mango, Desigual, Forever 21, Primark e Asos 
● Website: www.topshop.com 

A marca no mundo 
Atualmente a TOPSHOP, especializada em moda (feminina, masculina e infantil), além de cosméticos e acessórios, possui mais de 320 lojas no Reino Unido e outras 180 em mais de 37 países, entre os quais Canadá, Irlanda, França, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Israel, Kuwait, Tailândia, Chile, África do Sul e Filipinas. Além disso, a marca tem forte presença na internet, onde seu comércio online entrega para 110 países e cuja página recebe mais de 4.5 milhões de visitas semanalmente. A marca vende um par de calças jeans a cada 5 segundos. A TOPSHOP pertence ao Arcadia Group, proprietário de marcas como Burton, Dorothy Perkins e Miss Selfridge. 

Você sabia? 
A TOPSHOP é conhecida por apresentar algumas das melhores ofertas na internet, através da apresentação constante de diversas promoções e descontos imperdíveis. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Exame, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), portais (BBC), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 13/10/2019

26.2.12

ESQUIRE

A revista ESQUIRE não somente se tornou um ícone americano, como inovou com suas fantásticas e criativas capas, abordou matérias de interesse de homens dinâmicos, como também ensinou o jornalismo a ser moderno. Nunca houve revista mensal masculina mais bem editada, excitante, aristocrática e imitada do que este símbolo americano da mídia. Não por acaso se transformou na voz ressonante do homem moderno.

A história
Tudo começou no início dos anos 30, em plena Grande Depressão Americana, quando David A. Smart, Henry L. Jackson e o editor Arnold Gingrich resolveram criar uma revista masculina de moda. Muitos os chamaram de malucos. Afinal, como lançar uma nova revista em plena grande depressão e cobrar 50 centavos de dólar, quando a Saturday Evening Post custava dez vezes menos. Mas somente eles pareciam saber da existência de um público jovem, esperançoso e sofisticado à espera de uma publicação que explorasse com brilho e vivacidade a cultura contemporânea. A revista, batizada de ESQUIRE, foi lançada oficialmente no mês de outubro de 1933, inicialmente com distribuição restrita à lojas de miudezas. A nova revista nasceu trimestral. Daí seu slogan: “A revista trimestral do homem”. Na capa do primeiro número não se lia outubro, mas outono de 1933. Nela, três cavalheiros esportivos saíam de uma canoa para embarcar em um hidroavião.


A ESQUIRE estreou com artigos escritos por Ernest Hemingway, Nicholas Murray Butler, Gilbert Seldes, Ring Lardner Jr., Gene Tunney, e contos de John Dos Passos, Erskine Caldwell e Dashiell Hammett. Sob o comando de Gingrich a ESQUIRE se tornou padrão de elegância não somente em moda, mas referencial de estilo de vida e bom gosto, que serviu de inspiração principal para o homem americano afluente daquela época. Abordava temas como os carros de luxo, os drinques da moda, a gastronomia sofisticada, as novidades do jazz, entre outros assuntos. Foi um verdadeiro sucesso. Ainda na década de 30, o escritor F. Scott Fitzgerald foi o responsável por assinar as histórias que iriam compor a coletânea “The Crack-Up with Other Pieces and Stories”, publicada em 1936.


Nos anos 40, a ESQUIRE continuou surpreendendo, especialmente quando Helen Lawrenson publicou um longo artigo, intitulado “Os Latinos São Péssimos Amantes”, desmistificando a tão propalada superioridade sexual dos “latin lovers”. Talvez tenha sido o texto mais lido e polêmico da revista em toda sua história. Até o governo cubano protestou na época. A revista sempre tentou ser primeira em tudo. E conseguiu. Foi pioneira em moda, reportagem com preocupação literária, humor político (quantas imitações não geraram mundo afora os “Annual Dubious Achievements Awards”, lançados em 1962) e até em pins-ups (desenhadas pelo peruano Alberto Vargas e George Petty), que projetaram a ESQUIRE ainda mais, aumentando assim sua circulação. Nos anos 60 a revista ficou conhecida pela utilização de um formato não convencional, com páginas enormes. O reinado de Gingrich durou até 1977. Sua saída culminou com a venda da revista para Clay Felker, que a venderia dois anos mais tarde. Foi nesta época que ocorreu uma descoberta surpreendente: 25% dos leitores da revista eram do sexo feminino. Essa informação chegou aos ouvidos da filha de um veterano casal de roteiristas de Hollywood, que sugeriu ao editor da ESQUIRE uma coluna diferente sobre mulheres. A moça se chamava Nora Ephron. A coluna, com divertidos comentários sobre seios, fantasias femininas, política sexual, sacanagem e gênios de saias como Dorothy Parker, foi o “abre-te-sésamo” dela para a fama jornalística e seu trampolim para a comédia cinematográfica.


Em meados dos anos 80 a revista foi vendida para a Hearst Corporation, que nos anos seguintes lançou a ESQUIRE em diversos países do mundo, como em 1991, quando a revista estreou no Reino Unido. A partir de novembro de 2004 a revista ganhou ainda mais popularidade ao eleger, anualmente, a mulher mais sexy do mundo (Sexiest Woman Alive). A primeira beldade agraciada foi Angelina Jolie, seguida por Jessica Biel (2005), Scarlett Johansson (2006), Charlize Theron (2007), Halle Berry (2008), Kate Beckinsale (2009), Minka Kelly (2010) e Rhianna (2011).


A partir de 2008, a revista disponibilizou via Internet todas as suas capas, organizadas por ano de lançamento. Em 2010 celebrou seu 75º aniversário de forma pioneira: a edição de outubro da revista masculina foi a primeira publicação a utilizar tinta eletrônica para impressão de sua capa. Além disso, lançou sua versão para iPad. Interatividade é a palavra que melhor define a publicação no tablet, não existindo uma página que não tenha esta característica e isto é o seu grande diferencial em relação à concorrência. Durante toda sua rica história, em suas páginas não desfilaram apenas a fina flor da literatura (inclusive européia), mas também a nata do jornalismo e do show business. Jean Genet fez reportagem política em Chicago. Candice Bergen já era atriz consagrada quando aceitou um trabalho free-lancer como fotógrafa.


As capas
Suas capas e chamadas - assim como os títulos de seus textos, alguns quilométricos e desconcertantes - eram um acinte de inventividade. Das capas, em seu período áureo (1962 a 1972), quem cuidava era George Lois, um verdadeiro gênio da publicidade. Craque em direção de arte foi sua a idéia de afogar Andy Warhol em uma lata de sopa Campbell, jogar uma mulher numa lata de lixo, colocar uma mulher se barbeando para demonstrar a libertação das regras patriarcais e machistas para uma igualdade entre os gêneros, encaixar o cantor Eddie Fisher no colo de Jacqueline Kennedy e colocar o finado marido desta à beira de uma tumba, ao lado do irmão Bob Kennedy e do pastor Martin Luther King, no ano em que estes dois foram assassinados. Algumas das 92 capas criadas por ele estão expostas no MoMa (Museu de Arte Moderna) em Nova York, que se tornaram, nas palavras do próprio museu, “essencial para a iconografia da cultura americana”.


Além da criatividade e genialidade, as capas da revista estamparam celebridades, atores, atrizes, esportistas e políticos como: Elizabeth Taylor (1952, 1963, 1964 e 1983), Marilyn Monroe (1961 e 1986), Sammy Davis Jr. (1965), Frank Sinatra (1966), Muhammad Ali (1966, 1968 e 2003), Woody Allen (1966, 1975, 1987, 1993 e 1994), Brigitte Bardot (1966), Raquel Welch (1967), Jacqueline Kennedy Onassis (1967, 1972 e 1991), Andy Warhol (1969), Rita Hayworth (1972), John Wayne (1973 e 1980), Jimmy Carter (1977 e 1978), Mario Andretti (1978), John Lennon (1980), Ronald Reagan (1980), Marlon Brando (1981), Alfred Hitchcock (1982), Danny DeVito (1986), Ralph Lauren (1987), Kim Basinger (1987), Michael J. Fox (1988), Paul Newman (1989), Madonna (1989, 1991, 1994 e 1999), Michael Jordan (1990 e 1993), Spike Lee (1992), Mick Jagger (1993), Cindy Crawford (1995), Bill Clinton (1996, 2000, 2005 e 2012), Al Pacino (1996 e 2002), John Travolta (1996 e 1998), Robert De Niro (1997, 2003 e 2011), Nicolas Cage (1998), Pamela Anderson (1999), George Clooney (1999, 2001, 2005, 2006, 2008, 2009 e 2012), Mike Tyson (1999), Angelina Jolie (2000, 2004 e 2007), Julia Roberts (2001), Steven Spielberg (2001), Cameron Diaz (2002), Mel Gibson (2002), Jennifer Aniston (2002), Britney Spears (2003), Jennifer Lopez (2003), Catherine Zeta-Jones (2003), Gisele Bündchen (2004), Brad Pitt (2006), Barack Obama (2008 e 2009) e Leonardo Di Caprio (2010).


A mascote
Esky. Era este o nome do venerável senhor, inspirado em Arnold Gingrich, que surgiu em 1934 e nos 12 primeiros anos protagonizou todas as capas da revista. Virou mascote da ESQUIRE, sendo depois deslocado para o logotipo, aparecendo em substituição ao pingo da letra “i” do nome da revista, e por fim reservado para esporádicas aparições.


A evolução visual
O design da revista como não podia ser diferente mudou junto com o passar do tempo. O logotipo sofreu diversas mudanças desde o traço mais simples para um com sombra (anos 40), reduzido, com outra tipografia e sublinhado, volumoso, até o atual. O layout inicial se assemelhava muito aos livros, depois a cartazes até começar a ter mais uma linguagem própria e atual. Apesar do logotipo da revista ser oficialmente vermelho, dependendo da capa ele pode utilizar cores como azul, preto, branco, amarelo ou até ocre.


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Lançamento:
1933
● Criador:
Arnold Gingrich, Henry L. Jackson e David Smart
● Sede mundial: New York City, New York
● Proprietário da marca:
Hearst Corporation
● Capital aberto: Não
● CEO: Frank Bennack, Jr. (Hearst Corporation)
● Editor chefe:
David M. Granger
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Circulação mensal:
+ 720.000
● Presença global:
+ 50 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários:
500
● Segmento: Mídia
● Principais produtos:
Revista masculina
● Concorrentes diretos:
Playboy, GQ e Men’s Journal
● Ícones: Suas capas
● Slogan:
For men who mean business.
● Website: www.esquire.com

A marca no mundo
Editada pela Hearst Corporation, a revista ESQUIRE é comercializada em mais de 50 países ao redor do mundo, com circulação superior a 720.000 exemplares mensais. Atualmente a revista tem 22 edições internacionais publicadas na China, República Tcheca, Grécia, Hong Kong, Indonésia, Japão, Coréia do Sul, Rússia, Taiwan, Espanha, Tailândia, Turquia, Reino Unido, Romênia e Oriente Médio.

Você sabia?
Hugh Hefner, criador da tradicional revista Playboy, foi um dos muitos ases do jornalismo americano que passaram pela ESQUIRE. Nos anos 50 era ele quem cuidava da correspondência e das assinaturas da ESQUIRE, cujas ambições profissionais foram frustradas pela direção da revista. Um dia após pedir um aumento irrisório de salário, que foi negado, ele se demitiu, pegou dinheiro emprestado, e, em uma redação improvisada em sua cozinha, editou o primeiro número de uma revista cujo símbolo seria um coelhinho.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 26/2/2012

20.2.12

BUGABOO

A holandesa BUGABOO já é a marca “queridinha” das celebridades, famosos e descolados, sendo considerada uma espécie de “Ferrari” dos carrinhos de bebês. Aliando design surpreendente, alta qualidade e o conceito de mobilidade, a marca vem conquistando cada vez mais adeptos no mundo inteiro.

A história
Tudo começou com um projeto de conclusão de curso de Max Barenbrug na renomada Academia de Design de Eindhoven em 1994. O tal projeto consistia em dois fundamentos: mobilidade (para uma bicicleta urbana de dois assentos) e lazer (para um carrinho de bebê, que ele batizou de BUGABOO). E foi justamente esse carrinho de bebê que chamou a atenção de Edward Zanen, um empreendedor e médico. Juntos eles resolveram levar o projeto adiante, e, em 1996 fundaram uma pequena empresa para desenvolver o tal carrinho de bebê. A intenção era criar um carrinho versátil que agradasse tanto aos pais como aos bebês, atendendo aos quesitos de mobilidade e segurança. A partir de uma base modular de alumínio, seriam possíveis várias configurações de acordo com as necessidades do utilizador: colocar a cadeira de frente ou de costas, empurrá-lo, desmontá-lo até ficar plano. A estética high-tech, colorida e radical, seria um grande apelo para os papais e mamães, uma vantagem que não teria preço.


O BUGABOO foi apresentado oficialmente no final de 1997 em uma feira do setor na cidade alemã de Colônia. Os primeiros carrinhos BUGABOO CLASSIC começaram a rodar pelas ruas de Amsterdã em 1999. Rapidamente os carrinhos eram vistos desfilando em outras cidades holandesas. Em 2001, além de introduzir seu produto no Reino Unido e na Espanha, a empresa apresentou o BUGABOO FROG, segunda geração do carrinho original. Pouco depois, em 2003, os carrinhos chegaram aos Estados Unidos. Popularizado pela série americana “Sex in the City”, o moderno carrinho de bebê rapidamente encontrou uma legião de fãs, que aderiram ao conceito de mobilidade, mesmo a um preço mais alto que a concorrência.


Desde então a empresa holandesa expandiu-se globalmente e ampliou sua linha com produtos revolucionários, lançando a primeira edição limitada, assinada pelo jovem designer Bas Kosters, em 2004; o BUGABOO CAMELEON (2005), um carrinho muito completo e versátil, com suspensão ajustável, guidão regulável em altura e um chassi de alumínio de fácil compactação, que oferece uma ampla gama de tecidos, cores e acessórios inteligentes que permitem personalizá-lo, tornando-o uma expressão de seu próprio gosto, humor e estilo; e o BUGABOO BEES (2007), um carrinho extremamente leve e fácil de dobrar, que possui um exclusivo sistema giratório de 360º e quatro posições reclináveis para o assento.


Nos anos seguintes a empresa lançou edições limitadas em parceria com grandes designers e estilistas, como por exemplo, Marc Jacobs (2008) e Paul Frank (2009). Recentemente a marca holandesa, que está sempre inovando na criação de novas coleções, lançou uma edição especial em parceria com a marca italiana de luxo Missoni. O resultado desta parceria foram três modelos de carrinhos extremamente coloridos, que utilizam a tradicional padronagem da marca italiana, além de virem acompanhados com uma charmosa manta de malha. E tem mais. Para as mamães que estão à procura de carrinhos funcionais uma das mais recentes novidades da marca atende pelo nome de BUGABOO DONKEY. Graças a um mecanismo ajustável em três cliques ele se transforma de um carrinho mono (para uma criança) para um de duas crianças (para gêmeos, duas crianças pequenas de idades diferentes ou até mesmo para pais de uma criança só que planejam mais filhos ou querem mais espaço para carregar coisas).


Hoje em dia, o enorme sucesso da marca BUGABOO não está associado somente à qualidade e funcionalidade de seus produtos. O design cuidadoso atende aos mais exigentes papais e mamães. Afinal, a marca holandesa prima por oferecer carrinhos que podem ser desmontados, dobrados, transformados em cadeira para carro, bebê-conforto, em carrinho para gêmeos. Eles possuem ainda espaço para acomodar computador, sacolas de compras, bolsas, brinquedos, bolas, entre vários outros recursos. O resultado dessa excelência em mobilidade não poderia ser outro: nove entre dez celebridades mamães passeiam com seus filhos a bordo de um carrinho da marca holandesa BUGABOO.


Dados corporativos
● Origem:
Holanda
● Fundação:
1996
● Fundador:
Max Barenbrug e Eduard Zanen
● Sede mundial: Amsterdã, Holanda
● Proprietário da marca: Bugaboo International B.V.
● Capital aberto: Não
● CEO:
Eduard Zanen
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: €170 milhões (estimado)
● Presença global:
50 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 800
● Segmento:
Produtos infantis
● Principais produtos:
Carrinhos, cadeirinhas e bebês-conforto
● Concorrentes diretos:
Chicco, Maclaren e Quinny
● Ícones:
O design funcional dos carrinhos
● Slogan:
Bugaboo means mobility.
● Website: www.bugaboo.com

A marca no mundo
Atualmente a marca, que possui uma moderna fábrica na China, comercializa seus produtos, que incluem carrinhos, cadeirinhas e bebês-conforto, em mais de 50 países ao redor do mundo, com forte presença no Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Alemanha, França, Espanha, Itália, Holanda e Suécia.

Você sabia?
Os carrinhos da marca são considerados hoje em dia um ícone do design holandês, acumulando centenas de prêmios pelo mundo afora.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 20/2/2012