12.4.12

LORENZETTI

Os chuveiros e duchas não podem deixar a desejar na hora de um banho, principalmente após um dia estressante. Quantas vezes você passou por situações constrangedoras? O chuveiro já queimou. Não esquenta. Não esfria. Se for LORENZETTI, a hora mais relaxante do dia se transforma em um momento único, sem problemas.

A história
Tudo começou quando o italiano Alessandro Lorenzetti, formado em engenharia civil, aportou no Brasil em 1888 para trabalhar e participar da construção do porto de Vitória (ES), bem como da construção de um trecho da estrada de ferro Sorocabana. A idéia inicial era retornar para a Itália. Mas seu senso empreendedor falou mais alto, e ele resolveu apostar nas oportunidades que o Brasil oferecia. Em 1923, após conhecer Carlos Tonanni, também italiano, que tinha uma pequena oficina de consertos de máquinas agrícolas, ele fundou a Sociedade Tonanni & Lorenzetti, localizada no tradicional bairro da Mooca, em São Paulo. Inicialmente a nova empresa se dedicava à fabricação de parafusos de precisão e contava com apenas alguns funcionários e quatro tornos automáticos. Não demorou muito para seus filhos, Lorenzo e Eugenio, virem para o Brasil ajudar o pai no novo empreendimento. Com a chegada da dupla, a fábrica começou a produzir também isqueiros, peças para cafeteria, patins e materiais elétricos, produtos que, até então, não eram fabricados no Brasil.


Desde o final da década de 20, a empresa atuou também nos setores de eixos trefilados, manutenção, fabricação e montagem de máquinas para a indústria. Sob licença de uma empresa italiana, em 1930, ingressou na produção de porcelana para material elétrico de baixa tensão. A LORENZETTI sempre participou da vida social e política da cidade e dessa maneira, durante a Revolução Constitucionalista de 1932, colaborou no recondicionamento de armamentos e fabricação de munição para as tropas paulistas. No decorrer desta década, a empresa desenvolveu e fabricou isoladores de disco de porcelana e ferragens para linhas de transmissão de energia, e inovou, fabricando pela primeira vez na América do Sul, a resina conhecida por “baquelite”, utilizada para instalações domiciliares e industriais. Nesse mesmo período, produziu também motores elétricos trifásicos.


A década de 40 ofereceu novas oportunidades: devido à escassez de gasolina, a LORENZETTI desenvolveu aparelhos que utilizavam o carvão para fazer o motor funcionar. Este equipamento ficou conhecido como gasogênio e era instalado em veículos automotores como alternativa à gasolina. Além disso, este período foi marcado pela produção de bombas hidráulicas de alta pressão e flutuantes para poços profundos. Já nos últimos anos dessa década, a empresa se expandiu comercialmente para toda a América do Sul. Na década de 50, o grande marco na história da empresa foi o início da produção, em 1952, do primeiro chuveiro elétrico automático do mercado, que se tornou o principal produto da LARONZETTI, conquistando rapidamente a preferência dos consumidores, quer pela concepção inovadora na época, quer pela qualidade até hoje comprovada.


Nos anos seguintes a linha foi ampliada com a produção de torneiras e aquecedores elétricos. Com olhos voltados para o futuro, iniciou a década de 60 ampliando sua atuação, fabricando novos eletrodomésticos e materiais para alta tensão. Sempre de forma inovadora, nos anos 70 a empresa lançou seu primeiro chuveiro de plástico: a “Nova Ducha”, iniciando uma nova geração de aparelhos em material plástico. No início da década seguinte, aliando qualidade e preço, foi lançado o produto que seria, nos anos seguintes, o carro-chefe da empresa: a Maxi-Ducha. No início da década de 90, a LORENZETTI inovou mais uma vez ao lançar as primeiras duchas eletrônicas: Jet Master e Jet Turbo com pressurizador incorporado. No final desta década lançou a linha de aquecedores a gás, buscando novas fontes de energia, iniciando assim uma nova era voltada para a satisfação total do banho. Em 2000, preocupada em preservar a qualidade da água de consumo humano, a LORENZETTI investiu em um novo seguimento de mercado e lançou uma moderna linha de purificadores de água. Em 2010 a empresa lançou no mercado a marca FORTTI, de plásticos sanitários, adicionando em seu portfólio 66 produtos, cujos maiores diferenciais são a resistência, o design e a qualidade a preço acessível ao consumidor. Recentemente, em 2012, a empresa ingressou no segmento de iluminação com o lançamento de 36 modelos de lâmpadas fluorescentes compactas.


Atualmente a LORENZETTI, conhecida pelos seus chuveiros e duchas, principais produtos da empresa, oferece modelos sofisticados e com alta tecnologia proporcionando um banho perfeito para qualquer estação do ano. Entre as linhas de chuveiros e duchas estão: Eletrônica (possui um comando elétrico que ajusta a temperatura gradualmente), Multitemperatura (possui uma temperatura para cada estação do ano), Blindada (possui resistência blindada, fabricada com material diferenciado que permite maior durabilidade), e Pressurizada (com a marca Turbo, que aumenta a pressão e o volume de água).


A evolução visual
A identidade visual da marca passou por algumas modificações no decorrer dos anos, adquirindo uma imagem mais contemporânea.


Os slogans
Mais do que você imagina.
(2008)
A solução para seu banho.


Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Fundação:
1923
● Fundador:
Alessandro Lorenzetti
● Sede mundial:
São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca:
Lorenzetti S.A.
● Capital aberto: Não
● Presidente executivo:
Aldo Lorenzetti
● Faturamento: R$ 700 milhões (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
40 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários:
3.200
● Segmento:
Elétrico e hidráulico
● Principais produtos:
Chuveiros, duchas, metais sanitários e filtros
● Concorrentes diretos:
Corona, Cardal, Fame e KDT
● Ícones:
As duchas
● Slogan:
Mais do que você imagina.
● Website: www.lorenzetti.com.br

A marca no mundo
A LORENZETTI, empresa 100% brasileira cuja sede está localizada no bairro da Mooca em São Paulo, conta atualmente com aproximadamente 3.200 colaboradores, oferecendo uma ampla linha de produtos, que engloba metais sanitários, torneiras plásticas, duchas e aquecedores elétricos de água instantâneos, aquecedores de água a gás, purificadores de água e capacitores eletrolíticos. A empresa atende todo território brasileiro e exporta para cerca de 40 países ao redor do mundo. Atualmente seu maior interesse está na ampliação das vendas de metais sanitários para América Latina e África. Além disso, a empresa é líder em duchas e chuveiros elétricos do mercado brasileiro.

Você sabia?
Criado em 1998, o Centro de Memória tem como objetivo preservar o patrimônio histórico da empresa. O acervo é composto por mais de 5 mil documentos entre produtos, fotografias, propagandas, comerciais, matérias de mídia impressa e eletrônica, além de depoimentos dos membros da família Lorenzetti e funcionários.
Com tecnologia avançada, durante as décadas de 70 e 80, a LORENZETTI desenvolveu e fabricou produtos de extra-alta tensão, até 800 KV, que estão instalados nas maiores subestações do país, como por exemplo, Itaipu, Xingó, Tucuruí e Furnas.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame, Época Negócios e Veja), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 13/4/2012

6.4.12

REUGE

Românticas, delicadas e infantis. Se por acaso é essa a imagem que você tem em mente quando se fala em caixinhas de música é porque não conhece a marca suíça REUGE, cuja tradição de seus habilidosos artesões há quase 150 anos cria verdadeiras obras-primas que atendem até aos mais exigentes ouvidos. A marca suíça transformou este objeto singelo em música embalada em luxo com valor equivalente ao de um apartamento.

A história
Tudo começou no ano de 1865 na pitoresca localidade de Saint-Croix, encravada da região suíça do Cantão do Jura, quando Charles Reuge instalou uma pequena oficina para produzir relógios de bolsos, que além de mostrarem as horas tinham movimentos musicais que reproduziam belas melodias. O pequeno negócio se desenvolveu ainda mais assim que seu filho mais velho, Albert, abriu o primeiro workshop da empresa em 1886. Ele deu continuidade ao trabalho do pai e se especializou em movimentos musicais, produzindo incríveis e sofisticadas caixinhas de música. Rapidamente o pequeno workshop se transformou em uma fábrica. Sempre a frente da indústria musical mecânica, os precisos movimentos da REUGE foram aplicados em diversos objetos, alguns deles impensáveis para a época, como por exemplo, caixas compactas de pó e isqueiros.


Guido Reuge foi a força motriz da empresa durante os próximos 60 anos. Na década de 1930 ele ampliou a fábrica e através da compra de pequenos competidores adicionou valores à marca. Com intuição, inovação e pioneirismo ele transformou a REUGE em sinônimo de caixas de música de luxo. Além disso, a empresa diversificou sua linha de produtos com as caixas de jóias, e claro, com peças tradicionais, como as caixinhas de música com bailarinas e passarinhos, alguns deles em maravilhosas gaiolas musicais. Em 1988, a empresa foi passada da família Reuge para uma sociedade anônima.


A crise econômica que assolou o mundo a partir de 2008 provocou um forte revés nos negócios e a tradicional marca suíça, com uma clientela extremamente seleta precisou se reinventar. Os executivos da empresa precisaram decidir se iriam adotar o papel de empreendedores e tomar alguma providência, ou apenas o papel de diretores e dirigir o negócio. Foi então que a REUGE decidiu continuar os quase 150 anos e chegar aos 200. Uma das apostas para a reinvenção da marca foi a utilização de tecnologia de ponta em seus produtos. O resultado desta atitude pode ser comprovada em uma moderna caixinha com espaço separado para iPhones, que ao vibrarem, fazem com que as cordas se movimentem e uma música leve comece a tocar, em vez do ringtone original do aparelho.


Hoje em dia, além da linha 1865, uma coleção clássica de caixas de música, embutidas nas melhores madeiras e com flores entalhadas à mão; da linha contemporânea, com design moderno e materiais inovadores, que são sofisticados objetos de decoração; a marca suíça oferece produtos exclusivos e modernos, como uma caixa de música com melodia criada por Phil Collins, outra para comemorar os 60 anos da escuderia Ferrari ou até mesmo porta-retratos e caixas com vinho ou charutos cubanos para presente, tudo embalado em melodias incríveis para entrar no clima e mexer com as emoções.


Há quase 150 anos no mercado, a marca suíça é reconhecida mundialmente por fabricar caixinhas de música que de simplórias não têm nada. Na sofisticada loja da marca, localizada na exclusiva Rue Du Rhône, em Genebra, os preços dos objetos variam de R$ 600 a R$ 600 mil reais. Isto porque, design contemporâneo e tecnologia de ponta enriquecem o produto. O modelo mais simples é uma caixinha de acrílico que deixa a mostra o caminho da deliciosa melodia. Já o modelo mais caro à venda tem um toque brasileiro: cristais extraídos no país. Não é à toa que as caixinhas da REUGE são consideradas jóias raras e passadas de geração para geração. Na filosofia da marca, sentimento não tem preço, mas muitos abonados, inclusive brasileiros, estão dispostos a pagar por ele.


Enquanto Genebra vende o luxo, a pequena cidade de Saint-Croix, localizada á uma hora e meia da capital e aos pés dos Alpes Suíços, o produz. Com apenas quatro mil habitantes, o ritmo da economia local é ditado pelo som das caixinhas na única fábrica da empresa no mundo. É justamente lá que os incríveis trabalhos artísticos feitos pelos habilidosos artesãos da REUGE podem ser testemunhados. Cada uma das caixas de música é cuidadosamente montada de forma manual, minuciosamente afinada pelos ouvidos e inspecionada visualmente para garantir a qualidade suprema pela qual a REUGE é justificadamente reconhecida. Seja a preferência musical por Mozart ou Beethoven, ou a música do Deep Purple e Pink Floyd, tenha certeza de uma coisa, é possível encontrar uma caixa de música da marca suíça para atender à qualquer gosto musical.


A evolução visual
A identidade visual da tradicional marca passou recentemente por uma modificação acentuada, adquirindo um visual mais sofisticado e exclusivo, alinhado ao posicionamento atual da REUGE.


Dados corporativos
● Origem:
Suíça
● Fundação:
1865
● Fundador:
Charles Reuge
● Sede mundial:
Saint-Croix, Suíça
● Proprietário da marca:
Reuge S.A.
● Capital aberto:
Não
● CEO:
Kurt Kupper
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
+ 80 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Maiores mercados:
Japão, China e Rússia
● Funcionários:
120
● Segmento:
Musical
● Principais produtos:
Caixas musicais
● Slogan:
The Art of Mechanical Music.
● Website: www.reuge.com

A marca no mundo
Atualmente a REUGE, que oferece uma rara oportunidade para se encontrar um presente sofisticado e luxuoso, criado com um bom gosto impecável, comercializa suas caixinhas musicais em mais de 80 países através de revendedores exclusivos, além de duas lojas próprias (Genebra e Saint-Croix). Aproximadamente 80% da produção (em 2011 foram 5.000 peças) é exportada, tendo como maiores mercados o Japão, China, Rússia e Oriente Médio. A marca também conta com uma divisão para presentes corporativos, que em menos de cinco anos, já responde por 30% das vendas da empresa.

Você sabia?
Uma simples caixinha de música produzida pela REUGE pode levar até três meses para ser fabricada.
A fábrica da REUGE, localizada no mesmo endereço desde sua fundação, em Saint-Croix, é responsável por criar e produzir uma incrível gama de movimentos, desde os mais simples até os mais complexos com 144 notas.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), programa Mundo SA, Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 7/4/2012

2.4.12

SEA-DOO

A paixão da marca canadense SEA-DOO por aventura e diversão no mar é o principal combustível para a criação de inovações que resultam em experiências singulares e incríveis quando o assunto é esporte radical aquático. Quer seja pilotando uma moto aquática ou passeando em uma pequena lancha esportiva, a marca prima por proporcionar aos seus clientes uma experiência inesquecível, de preferência com muito sol.

A história
Para contar a história da marca é preciso retornar ao ano de 1942 na cidade de Valcourt, nas cercanias de Québec, quando o mecânico Joseph-Armand Bombardier fundou uma pequena empresa tendo em mente construir veículos para locomoção na neve, visando assim melhorar o transporte pessoal em uma região sempre castigada por um clima frio e hostil. Rapidamente esses veículos, que comportavam entre 5 a 25 passageiros, foram utilizados nas regiões rurais de Québec para levar crianças para a escola, transportar fretes, entregar o correio, e até mesmo como ambulâncias. Sua invenção preencheu uma necessidade muito particular na região e logo a empresa começou a crescer, desenvolvendo outros produtos, até que em 1959, lançou no mercado o SKI-DOO SNOWMOBILE, primeiro veículo individual para locomoção na neve.


Nos anos 60, sempre de forma inovadora e querendo transferir a experiência na neve para o mar, a Bombardier Inc., então comandada por Laurent Beaudoin, resolveu apostar em um projeto de uma embarcação individual movida a motor com nenhum propulsor visível. Para isso se uniu a Clayton Jacobson II, que anos antes teve a brilhante idéia de projetar um veículo aquático com propulsor interno com funcionamento a jato.


Finalmente em 1968 a empresa lançou no mercado o SEA-DOO PWC, no qual o condutor pilotava sentado. O novo veículo, divulgado com o slogan “As Playful As a Dolphin” (algo como “Tão brincalhão quanto um golfinho”), já vinha pintado nas cores amarela e preta, que se tornariam ícone da marca. O modelo – apelidado de tartaruga - não fez o sucesso esperado, primeiro porque era uma novidade original demais e segundo pelos inúmeros erros no projeto inicial e tecnologia insuficiente na época. Com vendas extremamente baixas a empresa encerrou sua produção em 1970. Alguns anos mais tarde, a Kawasaki Motors lançou o JET-SKI, que se tornou um enorme sucesso. Pegando carona na grande aceitação do veículo produzido pela Kawasaki outros fabricantes desenvolveram seus próprios modelos e a Bombardier resolveu relançar o SEA-DOO em 1988, porém com um projeto completamente novo. Pouco depois, em 1990, a empresa lançou o SEA-DOO GT, primeiro PWC com três assentos do mercado.


Até meados desta década, a marca lançou no mercado grandes novidades, como por exemplo, o SEA-DOO XP, um veículo de alto desempenho (1991); a primeira lancha esportiva de pequeno porte com capacidade para quatro pessoas (1994); o SEA-DOO XP, primeiro PWC equipado com suspensão de alto desempenho (1995); além da revolucionária tecnologia D.E.S.S. (Digital Encoded Security System), onde através de uma corda a chave estava presa ao punho do piloto, que em caso de queda desligava automaticamente o veículo, introduzida em alguns modelos em 1996.


Nos anos seguintes o sucesso mundial dos veículos aquáticos da marca SEA-DOO se deveu as suas várias maneiras de utilização: para uso recreativo, profissional ou em competições. Com isso, em 1997, a empresa alcançava a marca de 500.000 PWC vendidos. Pouco depois, em 1999, ocorreu o lançamento do SEA-DOO LRV, um PWC para quatro passageiros, sendo o maior disponível no mercado. Com a chegada do novo milênio a SEA-DOO desenvolveu tecnologias que reduziram emissões e ruídos e proporcionaram grande economia de consumo de seus veículos. Além disso, a empresa desenvolveu motores cada vez mais potentes e aperfeiçoou os sistemas de segurança de seus produtos. No mês de dezembro de 2003, a divisão de produtos para recreação da empresa, que também fabricava aviões, foi vendida para membros da família Bombardier, Bain Capital e para fundos de pensão. A nova empresa, então proprietária da marca SEA-DOO, passou a se chamar BRP (abreviatura de Bombardier Recreational Products).


A novidade mais recente da marca atende pela sigla RXP-X 260. Com design revolucionário, a principal estrela da linha de 2012 da SEA-DOO, praticamente reinventou o “Jet-Ski”, oferecendo uma integração bem mais intensa entre piloto e máquina. Isto porque seu design permite mais conforto e estabilidade ao corpo durante as manobras e saltos graças ao formato inovador do banco com sistema Ergolock, que “prende” as pernas do piloto. Com o novo assento, o piloto pode fazer curvas agressivas e dar saltos sobre marolas com muito mais segurança, sem causar fadiga muscular nos membros superiores, sempre muito exigidos. Outra característica é o casco T³ Hull, com desenho inovador, que permite curvas mais precisas, estáveis e fechadas.


A evolução visual
A identidade visual da marca pouco foi alterada ao longo dos anos. Somente a partir de 2003, quando a Bombardier Recreational Products se tornou uma empresa independente, as iniciais BRP foram adicionadas ao logotipo. O golfinho, um símbolo tradicional da SEA-DOO continua a ser utilizado como elemento de seu logotipo.


Os slogans
Leave everything else behind.
Everybody’s Doin’ It.


Dados corporativos
● Origem:
Canadá
● Lançamento:
1968
● Fundador:
Bombardier Inc.
● Sede mundial:
Montreal, Québec, Canadá
● Proprietário da marca: Bombardier Recreational Products, Inc.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● CEO & Presidente:
José Boisjoli
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
80 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
6.500
● Segmento:
Veículos náuticos
● Principais produtos:
Motos aquáticas e lanchas de pequeno porte
● Concorrentes diretos:
Kawasaki e Yamaha
● Ícones:
A cor amarela e o símbolo do golfinho
● Slogan:
Leave everything else behind.
● Website: www.sea-doo.com

A marca no mundo
Hoje em dia os produtos com a marca SEA-DOO, incluindo motos aquáticas e pequenas lanchas, são distribuídos em aproximadamente 80 países pela Bombardier Recreational Products através de concessionárias e representantes autorizados.

Você sabia?
Ao contrário do senso comum, o nome deste divertido veículo marítimo não é Jet-Ski, que é marca registrada da empresa japonesa Kawasaki. Ele é oficialmente chamado de Personal Water Craft (PWC), em português “Embarcação Pessoal”.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 2/4/2012

28.3.12

COMME des GARÇONS

Hoje em dia, se existe uma marca no segmento de luxo que é desejada por moderninhos, descolados e endinheirados, atende pelo nome de COMMES des GARÇONS. Apesar do nome francês, a marca japonesa é considerada uma das mais expressivas e ousadas do mundo, que ao não seguir regras e tendências, tão comuns no universo da moda, cativou uma legião de fãs com dinheiro de sobra para comprar seus surpreendentes e criativos produtos.

A história
A marca COMME des GARÇONS (do francês, “tal como meninos/rapazes”), criada pela estilista japonesa Rei Kawakubo, traz em seu DNA uma intensa vontade de reinventar e transformar as roupas, dando a elas novas traduções. Provavelmente, essa proposta conceitual de moda é fruto de suas formações: ela estudou filosofia, arte e literatura na Universidade Keio e trabalhou, no início da carreira, em uma tecelagem (vem daí, talvez, seu trabalho primoroso com os tecidos e as estampas). Em 1967 começou a trabalhar como estilista freelancer, o que representava um avanço, já que essa era uma carreira rara e incomum na sociedade japonesa, e chamou a atenção da crítica especializada seja por sua inteligência e personalidade vanguardista, seja por sua maneira de desconstruir a perfeição comum.


Dois anos depois ela criou as primeiras peças femininas da COMME des GARÇONS, que foi fundada oficialmente na cidade de Tóquio somente em 1973 para comercializar suas coleções. Não demorou muito para a ousada estilista transformar totalmente os códigos estabelecidos no universo das roupas. A marca inaugurou sua primeira loja em 1975, no badalado distrito de Minami-Aoyama na cidade de Tóquio e, em 1978, lançou sua linha masculina. Na medida em que a marca se tornava bem-sucedida, a estilista começou a assinar acordos com franquias que operariam sob o nome da COMME des GARÇONS. No começo da década de 1980, com 80 empregados no escritório de Tóquio, a marca já vendia US$ 30 milhões por ano, em 150 lojas multimarcas.


A primeira coleção na semana de moda de Paris foi apresentada em 1981, surpreendendo a plateia com suas novas proporções, volumes e a utilização de muito preto. Os críticos e fashionistas em choque reagiram chamando a sua coleção desconstruída de “Hiroshima chic” e “pós-atômico”. Se a imprensa especializada não entendeu suas roupas um tanto masculinizadas, rasgadas e cheias de furos, o público aderiu em cheio, encontrando finalmente uma roupa confortável capaz de expressar uma individualidade e algo a mais do que simplesmente a beleza pré-estabelecida. No ano seguinte a COMME des GARÇONS inaugurou sua primeira loja em Paris. Nesta década a marca criou um enorme alvoroço no mundo da moda com a predominância dos looks em preto e tecidos danificados, passando a impressão de roupas “destruídas”.


Os anos 90 foram marcados pela expansão internacional da marca, inauguração de algumas lojas e pela diversificação de seu portfólio, com o lançamento de sua primeira fragrância, unissex e com um frasco revolucionário. Em 1998, a marca surpreendeu ao lançar o “anti-perfume’ Odeur 53”, um perfume com 53 notas que não são comumente usadas no mundo da perfumaria, dentre as quais oxigênio, metal, roupas secando ao vento, carbono mineral, dunas de areia, esmalte, celulose, ar puro das montanhas, borracha queimada e pedra incandescente. Em 2004 a marca japonesa ousou mais uma vez ao inaugurar na cidade de Berlim a primeira Guerrilla Store, loja com clima de guerrilha, onde se gasta o mínimo de dinheiro possível na decoração interior e cuja proposta é ser temporária, durando no máximo um ano. O sucesso desse conceito (copiadíssimo por outras marcas) foi tamanho que subsequentemente outras unidades também foram abertas em Reykjavík, Varsóvia, Helsinque, Singapura, Estocolmo, Atenas, Beirute, Los Angeles, dentre outras. Na última década a COMME des GARÇONS expandiu sua linha de produtos com o lançamento de moda praia, jóias e até roupas íntimas.


Inovadora desde os convites para os desfiles, das sacolas de papel espelhado até os artistas e atores que desfilam suas roupas no lugar das grandes tops da moda, Kawakubo reconstrói sua grife a cada estação. Afinal, a COMME des GRAÇONS é um constante questionamento não só ao comportamento, mas ao público e à própria marca. A marca também tenta inovar o pensamento sobre a moda ocidental, frequentemente colocando homens de saia nas suas coleções, bem como mulheres de terno, além é claro de brincar com os volumes e texturas, de uma forma um tanto quanto teatral. Sempre avançando, sem medo, cada produção é um convite a caminhar para frente, de olhos bem abertos e passos firmes. À frente da marca japonesa, a estilista faz do vestuário um ato conceitual. Não só inspira jovens estilistas como, muitas vezes, materializa sentimentos que muitos ainda não conseguem traduzir. Kawakubo literalmente usa o tecido como matéria-prima para esculpir sua arte. Toda essa ousadia, que as vezes, ao invés de surpreender choca o mundo da moda, conquistou clientes pra lá de famosos, como por exemplo, Alexander McQueen, Chloe Sevigny, Kanye West, Karl Lagerfeld, Mary-Kate Olsen, Selma Blair e Justin Bieber.


A linha do tempo
1978
Lançamento de sua primeira coleção masculina, batizada de COMME des GARÇONS HOMME. Camisas de colarinhos duplos e botões de tamanhos diferentes entre si mostram uma parcela da capacidade da estilista em repensar e reinventar roupas comuns.
1983
Lançamento de uma pequena coleção de móveis.
1987
Lançamento da COMME des GARÇONS NOIR, coleção feminina com total predominância da cor preta.
Lançamento da COMME des GARÇONS HOMME DEUX, uma linha de alta alfaiataria para homens.
1988
Lançamento da COMME des GARÇONS SHIRT, uma linha de camisas produzidas na França e vendidas a um preço acessível.
1993
Lançamento da JUNYA WATANABE COMME des GARÇONS, coleção feminina assinada pelo estilista Junya Watanabe.
1994
Lançamento do primeiro perfume da marca japonesa.
1997
Lançamento da coleção Primavera-Verão, batizada de Dress Meets Body, Body Meets Dress and They Are One, que marcou o mundo da moda com seus tecidos grossos e formas improváveis. Essa coleção foi fruto de uma parceria entre Rei Kawakubi e o coreógrafo americano Merce Cunningham.
2001
Lançamento da JUNYA WATANABE COMME des GARÇONS MAN, coleção masculina assinada pelo estilista Junya Watanabe.
2003
Lançamento da PLAY COMME des GARÇONS, uma linha de roupas jovens para homens e mulheres com espírito streetwear identificada por um icônico coração com olhos puxados, desenhado pelo polonês Filip Pagowski.
2005
Lançamento, em parceria com a marca SPEEDO, de uma coleção de moda praia.
2006
Lançamento da COMME des GARÇONS PEARL, primeira coleção de jóias da marca.
2007
Lançamento da coleção de roupas íntimas da marca japonesa.
Lançamento do perfume COMME des GARÇONS 88 8.
2008
Lançamento de uma coleção de roupas e acessórios para a rede de varejo sueca H&M.
2009
Inauguração de uma loja em Hong Kong.
2010
Inauguração de uma loja com 1.800m2 e sete andares em Seul, capital da Coréia do Sul. A vitrine do espaço possui 47 metros de largura e 18 de altura. O subsolo abriga a Comme des Garçons SIX Gallery, onde são exibidas exposições de artistas emergentes e renomados. O prédio foi desenhado pela própria Rei Kawakubo.
2011
Inauguração de uma loja em Cingapura.
2012
Inauguração de lojas em Berlim e Manila.


Dados corporativos
● Origem:
Japão
● Fundação:
1969
● Fundador:
Rei Kawakubo
● Sede mundial:
Tóquio, Japão
● Proprietário da marca:
Comme Des Garcons Co., Ltd.
● Capital aberto:
Não
● CEO:
Adrian Joffe
● Estilista:
Rei Kawakubo, Junya Watanabe e Tao Kurihara
● Faturamento: US$ 360 milhões (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Lojas:
+ 20
● Presença global:
+ 50 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários:
600
● Segmento:
Moda luxo
● Principais produtos:
Roupas, acessórios e perfumes
● Concorrentes diretos:
Kenzo, Issey Miyake, Moschino e Roberto Cavalli
● Ícones:
Não seguir tendências em suas criações
● Website: www.comme-des-garcons.com

A marca no mundo
A marca japonesa, que comercializa roupas, acessórios, perfumes e até uma coleção de jóias, está presente em mais de 50 países ao redor do mundo através de grandes e sofisticadas lojas de departamento e multimarcas. As mais de duas dúzias de lojas próprias da marca estão distribuídas por cidades como Londres, Paris, New York, Beijing, Hong Kong, Seul, São Petersburgo, Tóquio, Kyoto, Osaka e Fukuoka.

Você sabia?
Em busca da criação de uma identidade forte para a marca, Rei Kawakubo se envolve diretamente em todos os seus aspectos. Não se limita somente às roupas, a identidade da COMME des GARÇONS pode ser vista também em tudo o que ela produz: desde toda a sua produção gráfica até mobília, passando por catálogos e a arquitetura das lojas.
Só o fato de falar com a imprensa, nem que seja por poucos minutos, já é motivo o suficiente para causar alvoroço. Afinal, a tímida estilista e fundadora da marca costuma ser avessa aos holofotes.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 28/3/2012

25.3.12

TRANSITIONS


A TRANSITIONS é uma marca líder em tecnologia fotossensível que oferece soluções inovadoras que se adaptam ás diversas condições de luminosidade, ajudando a proteger os olhos dos raios solares, proporcionando assim maior conforto visual para milhões de pessoas ao redor do mundo. Sua principal missão é ajudar pessoas a ter uma vida mais rica e vibrante, melhorando a visão e a maneira como percebem a luz. 

A história 
Tudo começou em 1990 quando a PPG, um gigante mundial do setor químico conhecido no meio ótico por ser o criador e deter a patente do CR-39 (resina para a produção das lentes plásticas oftálmicas), e a francesa Essilor, tradicional fabricante de lentes, resolveram unir suas experiência para fundar na pequena cidade de Pinellas Park, na ensolarada Flórida, a TRANSITIONS OPTICAL. Contando inicialmente com apenas 50 funcionários, as primeiras lentes fotossensíveis de plástico do mundo foram lançadas no mercado. O nome “transitions” (“transição” em português), era a perfeita representação do que as lentes fotossensíveis eram capazes de fazer: mudar automaticamente de claras em ambientes internos para uma tonalidade de óculos de sol ao ar livre, adaptando-se continuamente às condições de luz - reduzindo a claridade e o cansaço visual, além de oferecer maior qualidade na visão e conforto visual durante todo dia e noite.


Em uma época em que esse mercado era dominado pelas lentes fotossensíveis em cristal (vidro), a TRANSITIONS apresentou ao mundo um novo conceito: lentes de desempenho fotossensível superior, com proteção UV total, e a inédita vantagem de ter tecnologia aplicável em uma variada gama de materiais orgânicos e desenhos diferentes. Já no ano seguinte a segunda geração de lentes, batizadas de TRANSITIONS PLUS, estreou no mercado com tecnologia aprimorada. Pouco depois, em 1992, a empresa iniciou sua expansão global com a inauguração de uma fábrica na Europa, seguida, pouco depois, por escritórios de vendas na região da Ásia/Pacífico e América do Sul. Além disso, as lentes ficaram disponíveis para um maior tipo de prescrição.


O ano de 1995 foi marcado por duas grandes novidades: lançamento de uma lente com ação ainda mais rápida (TRANSITIONS III); e a realização do primeiro Transitions Academy, evento anual criado para manter profissionais óticos atualizados sobre as tendências de saúde da visão e bem-estar. Em 1996 a marca lançou no mercado a terceira geração de suas lentes que, pela primeira vez, foram disponibilizadas em material policarbonato resistente a impacto. Dando continuidade a sua expansão global, em 1997, a empresa iniciou suas operações com a instalação de uma fábrica e constituição de uma equipe de vendas no Brasil. Aqui no país, o sucesso mundial se repetiu. Por aqui, a marca cresceu 20% ao ano, e a filial local assumiu a condição de segundo maior mercado da marca no mundo, atrás somente dos Estados Unidos. O novo milênio tem início com a expansão da disponibilidade das lentes para mais tipos de prescrição, compatíveis com quase todas as solicitações feitas originalmente para lentes claras.


Em 2001, uma nova geração de lentes, com Trivex (material extremamente resistente a impactos), foi lançada no mercado. Em 2005 a marca introduziu uma tecnologia de lente ainda mais avançada, tornando-as tão claras quanto às lentes claras comuns em ambientes internos e tão escuras quanto os óculos de sol ao ar livre. Já em 2006, a marca lançou no mercado a TRANSITIONS DRIVEWEAR®, a primeira lente solar polarizada, projetada especificamente para melhorar a visão para dirigir. No ano de 2008, introduziu a mais avançada tecnologia fotossensível (Transitions VI) com lentes de transição mais rápida de ambientes claros para ambientes externos a escuros, fazendo a mudança de luz quase imperceptível para a maioria dos usuários. Em 2009 a empresa lançou uma linha de lentes fotossensíveis para o sol, batizadas de TRANSITIONS SOLFX, desenhadas para melhorar o desempenho visual em atividades ao ar livre. Enquanto os óculos de sol tradicionais tinham uma tonalidade fixa essas lentes ajustavam o nível de escuridão e mudavam de cor conforme a intensidade da luz solar. Além disso, ingressou em um novo segmento ao apresentar a primeira viseira fotocrômica comercialmente viável para capacetes de motocicleta. Nos Estados Unidos, em 2010, surgiu a TRANSITIONS XTRActive®, lente mais escura e confortável. Pouco depois, no Brasil, a empresa lançou as lentes na cor marrom.


Nos anos seguintes a marca lançou grandes novidades, como por exemplo, em 2012, com as lentes TRANSITIONS VANTAGE™ (que apresentam polarização variável, o que significa que são praticamente claras em ambientes internos e escurecem e polarizam ao ar livre). Pouco depois, em 2014, a empresa expandiu sua tecnologia para esportes de inverno, anunciando óculos com suas famosas lentes. E lançou novas gerações de lentes como a linha TRANSITIONS SIGNATURE®, que utiliza a exclusiva tecnologia Chromea7™, tornando estas lentes mais rápidas para clarear de ambientes externos para ambientes internos e que se adaptam a todas as condições de luminosidade e temperatura. Já a linha TRANSITIONS STYLE COLOURS oferece vibrantes cores da moda (âmbar, safira, ametista, além de cinza, marrom e verde grafite) que permitem criar a combinação perfeita de lentes e armação. Mais recentemente apresentou a TRANSITIONS SIGNATURE® GEN 8™, a primeira lente fotocrômica inteligente com uma revolucionária tecnologia nano-composta que melhora o desempenho fotocrômico e oferece visão, conforto e proteção ideais durante todo o dia.


Os profissionais de pesquisa e desenvolvimento da TRANSITIONS estão continuamente inovando no segmento de lentes adaptativas diárias, melhorando o escurecimento, a velocidade de desativação, a cor, a capacidade de reação e a claridade em ambientes internos. Por exemplo, as lentes da marca se adaptam automaticamente a diferentes condições de luminosidade. Com a tecnologia Transitions Light Intelligent, os óculos adaptam-se automaticamente às mudanças de condições de luz e ajudam a proteger contra a luz azul nociva, tanto no interior como no exterior. Respondendo à luz existente à nossa volta, mudam de forma inteligente de claro para escuro quando se sai à rua, passando novamente a claro quando se volta para um ambiente interior. Além disso, ajudam a proteger contra os raios UV e a prejudicial luz azul. A empresa continua avançando significativamente na ciência das cores e nos materiais para lentes, criando uma experiência fotocrômica melhor, disponível para mais pessoas. Também expandiu sua linha e atualmente oferece um produto para quem quer mais do que uma simples lente básica. A empresa também está se adaptando a novos mercados por meio de parcerias com marcas como Nike, Oakley e Bell.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por apenas uma significativa remodelação ao longo da história. Isto aconteceu em março de 2018, quando a marca apresentou um logotipo completamente novo, criado em torno da ideia de capturar a luz e dominá-la, enquanto o uso do espectro de luz expressa melhor seu segmento de atuação e sua gama de produtos fotocromáticos. A nova identidade também apresenta um “O” dividido em “Transições”, com a divisão diagonal repartida em claro e escuro por um raio de luz.


Os slogans 
Light intelligent lenses. (2018) 
Light Under Control. (2018) 
Live the Good Light. (2017) 
Life Well Lit. (2012) 
Healthy sight in every light. (2009) 
 Right in any light. 
Visão saudável em qualquer ambiente.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1990 
● Fundador: PPG Industries e Essilor 
● Sede mundial: Pinellas Park, Flórida, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Transitions Optical Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Essilor International S.A.) 
● Presidente: Chrystel Barranger 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 80 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.800 
● Segmento: Ótico 
● Principais produtos: Lentes fotossensíveis 
● Concorrentes diretos: Carl Zeiss Vision, NXT, Ciba Vision, Bausch & Lomb, Corning, Sensity, LifeRx e BBGR 
● Slogan: Light intelligent lenses. 

A marca no mundo 
Atualmente a TRANSITIONS, que fabrica e desenvolve tecnologia para as lentes fotossensíveis mais recomendadas do mundo, está presente em mais de 80 países, vendendo a cada segundo um par de lentes. A empresa tem parceria com praticamente uma dúzia de fabricantes de lentes para oferecer mais de 100 opções de lentes aos consumidores. Além de Pinellas Park (Flórida), e da unidade em Sumaré (interior paulista), a empresa possui fábricas na Irlanda, Tailândia e nas Filipinas. 

Você sabia? 
A empresa detém mais de 85 patentes registradas que protegem suas avançadas tecnologias fotossensíveis. Suas lentes foram as primeiras a receber do Conselho Mundial de Optometria (WCO) o Global Seal of Acceptance for Ultraviolet Absorbers and Blockers baseada no protocolo de testes científicos realizado pela instituição. 
De 2009 a 2012 a marca foi parceira global da PGA TOUR (Associação Americana Profissional de Golfe). Dois dos melhores jogadores de golfe da PGA TOUR - Trevor Immelman e Kenny Perry - já foram embaixadores da TRANSITIONS para a visão saudável. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 28/8/2019

21.3.12

PIAGET

A suíça PIAGET cria verdadeiras obras-primas traduzidas através de sofisticados relógios e luxuosas jóias, que estão completamente em linha com o lema do fundador da tradicional empresa: “Sempre fazer melhor que o necessário”. Uma perfeita união da alta relojoaria e joalheria suíça, que cultiva a constante busca pelo domínio técnico, qualidade diferenciada e ousadia em suas criações.

A história
A história tem início no ano de 1874 na pitoresca La Côte-aux-Fées, uma pequena aldeia encravada nos Alpes suíços, quando Georges Edouard Piaget instalou seu primeiro ateliê na fazenda da família, sem imaginar que seu sobrenome algumas décadas depois se tornaria inimitável no segmento dos relógios de luxo. Ele dedicou-se a elaboração de movimentos altamente precisos de relógio mecânico de bolso e com isso recebeu muitas encomendas fazendo com que seu nome ecoasse bem além dos picos e vales suíços. Sua oficina ganhou novas dimensões e seu filho Timothée assumiu os negócios da família em 1911, com a mesma paixão e busca da qualidade absoluta que seu pai, e com igual sucesso. Nesse momento a empresa passou a produzir também relógios de pulso.


Até o início da década de 1940, o ATELIERS PIAGET se dedicava apenas a produção de movimentos para as mais prestigiosas marcas de relógios do mundo. Foi então que, em 1943, a família tomou uma decisão que iria revelar-se crucial para o futuro da empresa. A marca PIAGET foi oficialmente registrada e a oficina em La Côte-aux-Fées começou a produzir relógios projetados e vendidos com seu próprio nome. Foi um renascimento para a empresa, devido principalmente a Gérald e Valentin, netos do fundador, que trabalharam para expandir a marca geograficamente e torná-la mais amplamente conhecida no mundo. Pouco depois, em 1945, uma nova fábrica foi construída em La Côte-aux-Fées, voltada mais especificamente para a inovação e o desenvolvimento de movimentos ultrafinos, aumentando ainda mais a capacidade de produção da empresa.


Em 1957, a PIAGET desenvolveu o movimento mecânico a corda manual ultrafino (2 mm de espessura) Calibre 9P, que poderia ser utilizado tanto em um relógio-moeda como em um sofisticado relógio feminino. Em seguida, lançou um relógio masculino que se tornaria um ícone da indústria: o Emperador. Com o sucesso e crescimento das atividades a empresa decidiu abrir uma nova manufatura em Genebra, especializada na fabricação de jóias, além de inaugurar sua primeira loja em 1959. No ano seguinte, o relógio com o movimento Calibre 12P, apenas 2,3 milímetros de espessura, se tornou o mais fino movimento automático do mundo na época (oficialmente registrado no Guinness Book). Este desenvolvimento abriu novas possibilidades para os designers criarem relógios mais sofisticados e jóias luxuosas. Foi nesta época que o setor de joalheria registrou um sucesso internacional imediato, graças a seus renomados clientes, como Jackie Kennedy, Gina Lollobrigida e Andy Warhol. A PIAGET criou uma sensação em 1964, quando apresentou os primeiros relógios com mostradores trabalhados em pedras preciosas, como, por exemplo, lápis-lazúli, turquesa, ônix e olho de tigre. Mais tarde, a empresa lançou um relógio para abotoadura, que viria a se tornar o símbolo superlativo do relógio-jóia.


Em 1976 a PIAGET desenvolveu o 7P Calibre, o menor movimento de quartzo de sua geração. Sob a presidência de Yves Piaget desde 1980, a PIAGET continuou a cultivar uma clara preferência por produtos excepcionais. A marca se afirmou cada vez mais como “o joalheiro que cria relógios”. Em 1988, a PIAGET foi adquirida pelo Grupo Vendôme (atualmente Grupo Richemont), especializado no setor de luxo. No início dos anos 90 foi criada a linha de jóias Possession, afinal, as mulheres foram se tornando mais liberais, e a PIAGET ofereceu-lhes verdadeiros sonhos cheios de luxo: adornos excepcionais, deslumbrantes. Mais tarde, a coleção Limelight trouxe um toque do glamour de Hollywood para suas jóias, apresentando uma coleção criativa com suas pulseiras intercambiáveis. No segmento de relógios, a PIAGET lançou o modelo Altiplano e recriou, no final desta década, um de seus grandes clássicos: a linha Emperador. Os modelos de alta relojoaria com mecanismos complicados foram reunidos no âmbito de uma mesma coleção batizada de Black Tie. Em 2001 inaugurou sua nova fábrica de alta relojoaria, nos arredores de Genebra. Este espaço de trabalho de alto desempenho reuniu mestres de mais de 40 diferentes profissões em relojoaria e joalharia, complementando a atividade das oficinas em La Côte-aux-Fées.


A empresa desenvolve várias linhas de movimentos mecânicos e, em 2002, lança seu primeiro movimento turbilhão: o Calibre 600P, com 3,5 milímetros de espessura. Pouco depois, em 2003, os chamados “relógios jóias” acrescentaram seu brilho à coleção Limelight, que encarna o glamour de PIAGET. Lançado em 2005, o relógio Posse tem dado o tom para o sucesso contínuo de sofisticação da marca suíça. Foi neste mesmo ano que a empresa ingressou em um círculo muito exclusivo de marcas ao ter seu próprio movimento de cronógrafo, com um calibre 5,6 mm de espessura flyback dual-tempo. Em 2010, a marca retorna às suas raízes através da introdução de uma nova linha de calibres ultrafinos pagando tributo ao lendário 12P lançado pela primeira vez nos anos 50. Com apenas 2,35 milímetros de espessura, a nova geração 1200P e 1208P é o mais fino movimento de auto-liquidação no mercado. Recentemente, em 2011, a marca suíça escolheu a bela Jessica Alba para ser a embaixadora da linha de jóias Possession, composta por peças feitas de metais nobres e trabalhadas à mão, com pedras preciosas como diamantes.


A linha do tempo
1963
Lançamento do PROTOCOLE, relógio que se tornaria um verdadeiro clássico da marca suíça.
1979
Lançamento do relógio PIAGET POLO, que com seu estilo arrojado se tornou um ícone da marca suíça e um avassalador sucesso entre o jet-set internacional.
1980
Inauguração de uma loja no principado de Mônaco.
1981
Lançamento do relógio mais caro do mundo na época, uma criação única que exigiu dois anos de árduo trabalho. A obra-prima, que custava 3.5 milhões de francos suíços, tinha 154 gramas de platina, 396 diamantes e um diamante azul.
1986
Lançamento da coleção de relógios DANCER, destinada a se transformar em um enorme sucesso de vendas.
1987
Lançamento do relógio GOUVERNEUR, que apresentava complicações tais como fases da lua e calendário perpétuo.
1992
Inauguração de uma sofisticada loja em Place Vendôme, situada em pleno coração do luxo na capital francesa.
1997
Lançamento da MISS PROTOCOLE, uma coleção feminina moderna e original que trazia pulseiras intercambiáveis.
1998
Lançamento dos relógios ALTIPLANO, que misturavam com perfeição o clássico com a elegância.
2002
Lançamento da MAGIC REFLECTIONS, uma luxuosa coleção de jóias concebidas sobre o tema do jardim.
2006
Lançamento de uma nova geração de movimentos mecânicos de corda automática. O 800P, que fornece indicação central das horas, dos minutos, dos segundos e do dia, é equipado com dois tambores que garantem uma reserva de marcha de 72 horas. Esse calibre 12 linhas, ou seja, com 26,8 mm de diâmetro, gera uma frequência tradicional de 21.600 vibrações por hora (3 hertz) e seu ajuste é efetuado por um balanço fixado por parafuso.
2009
Lançamento do LIMELIGHT TWICE, um relógio concebido para ser totalmente reversível, com caixa, pulseira de cetim e fecho projetados em um formato que podem ser usados de ambos os lados. De um lado um estilo casual e discreto, do outro um ar de elegância e sofisticação, que podem ser usados de acordo com as circunstâncias ou o humor do momento.
2010
Lançamento da linha COCKTAIL RINGS, composta por anéis baseados em drinques famosos. Em 2012, o anel Mojito Inspiration, destaque da coleção, foi confeccionado em ouro branco de 18 quilates e cravejado com 220 brilhantes, 1 turmalina verde, 1 citrino, 16 tsavoritas e 125 esmeraldas.


O know-how
A PIAGET dispõe do mais importante ateliê de joalheria de Genebra. Todas as gemas são lapidadas, ajustadas e engastadas à mão. O mesmo acontece com a seleção de diamantes e pedras preciosas. Os diamantes, por exemplo, devem atender a padrões de cor (D a G) e pureza (IF a VVS), sendo rigorosamente controlados segundo um protocolo interno estabelecido com base em critérios de cor, dimensão, pureza e quilate. O ateliê PIAGET é membro do Council for Responsible Jewellery Practices e do Kimberley Process Certification Scheme, que garante o controle da origem dos diamantes utilizados.


Dados corporativos
● Origem:
Suíça
● Fundação: 1874
● Fundador:
Georges Edouard Piaget
● Sede mundial:
Genebra, Suíça
● Proprietário da marca:
Compagnie Financière Richemont S.A.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman:
Yves Piaget
● CEO:
Philippe Leopold-Metzger
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Lojas: + 75
● Presença global:
84 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
750
● Segmento:
Relojoaria e Joalheria
● Principais produtos:
Relógios e jóias
● Concorrentes diretos:
Tiffany & Co., Boucheron, Cartier, Patek Philippe
● Ícones:
O relógio Piaget Polo
● Website: www.piaget.com

A marca no mundo
Atualmente a sofisticada e exclusiva PIAGET, que pertence ao grupo suíço Richemont, especializado na indústria de luxo, está presente em mais de 80 países ao redor do mundo através de 800 representantes exclusivos e uma rede de 75 lojas próprias, instaladas em cidades como Paris, Londres, Xangai, Miami, Nova York, Las Vegas, Hong Kong e até no principado de Mônaco. A marca, além de sofisticados relógios, vende várias linhas de jóias extremamente luxuosas, compostas por anéis, brincos, colares, pingentes, braceletes e abotoaduras.

Você sabia?
Atualmente a PIAGET detém dois recordes mundiais, o relógio mais fino e o mais fino com movimentos automáticos.
Uma característica marcante e única da PIAGET é a integração do bracelete com a caixa do relógio.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 21/3/2012

18.3.12

SKY

A SKY transformou a TV por assinatura em uma vasta fonte de diversão, conteúdo e entretenimento ao alcance de um controle remoto. Sempre oferecendo alta tecnologia e uma grande variedade de canais, que agradam toda a família, transformou a telinha da televisão em um mundo aberto para o conhecimento e diversão à qualquer hora.

A história
Tudo começou no dia 25 de julho de 1996 quando a tradicional empresa britânica British Sky Broadcasting (BSkyB) juntamente com a News Corporation (conglomerado de mídia do australiano Rupert Murdoch), a Liberty Media (conglomerado de mídia americano) e o Grupo Televisa (principal e mais influente rede de televisão mexicana), resolveram fundar uma empresa para ingressar no segmento de TV por assinatura no México. Exatamente no dia 15 de dezembro foi lançada oficialmente a SKY, marca pertencente a empresa britânica, que iria oferecer canais por assinatura via satélite. Praticamente ao mesmo tempo, a SKY, através de uma associação com as Organizações Globo, também foi lançada no mercado brasileiro, sendo a primeira empresa de TV por assinatura do país via satélite pelo sistema digital DTH (Direct to Home) em banda Ku. A recepção se dava através de uma pequena antena parabólica e de um decodificador digital, cujas funções dependiam de um cartão de acesso.


A partir de maio de 2000 a SKY foi estendida para outros países da América Latina, sendo lançada na Argentina (onde encerrou suas operações em 2002 devido a grave crise econômica do país) e Colômbia. Nos anos seguintes, boa parte de suas operações na América Latina foram renomeadas DirecTV, com exceção do México e do Brasil, que após a fusão com a própria DirecTV no final de 2005, resolveram manter a marca SKY. Com isso, no Brasil a SKY passou a ter uma base superior a 1.5 milhões de assinantes. A partir de 2007, a SKY México começou expandir os serviços de TV paga via satélite para América Central e Caribe, incluindo países como Costa Rica, República Dominicana, Nicarágua, Guatemala, Panamá, El Salvador e Honduras.


A empresa lançou no Brasil no dia 4 de julho de 2008 um serviço pré-pago, pelo qual o cliente adquiria um decodificador e recarregava conforme o número de dias que desejasse assistir. Em 2009, a SKY foi a primeira empresa do segmento no Brasil a disponibilizar canais em alta definição. E para comunicar esta grande novidade e seus atributos de seu novo serviço, batizado de SKY HDTV, a empresa escolheu como garota-propaganda a modelo Gisele Bündchen, que passou a estrelar as campanhas publicitárias como o novo posicionamento da marca, cujo slogan é HDTV é isso. Recentemente, em dezembro de 2011, a SKY iniciou os serviços de Internet 4G, inicialmente somente para Brasília. Em outra novidade recente, a operadora lançou em 15 de fevereiro de 2012 o SKY ONLINE, um serviço onde apenas os usuários da TV por assinatura podem assistir a filmes pelo computador através da compra ou aluguel.


Além disso, a operadora oferece aos brasileiros outros serviços, como por exemplo, o CINE SKY (conhecido anteriormente como SKY Premiere), um conjunto de canais onde os assinantes podem assistir aos filmes adquiridos pelo sistema PPV (pay-per-view); e o SKY On Demand, um recurso exclusivo que disponibiliza filmes, shows e outras atrações, todas em alta definição (HD), que ficam armazenadas no equipamento SKY HDTV Plus. Durante todos esses, a SKY foi pioneira no lançamento de todos os principais recursos que transformaram a televisão brasileira, trazendo ao país serviços inéditos, como por exemplo, a TV digital, a interatividade, o DVR (SKY+) e a maior quantidade de conteúdos em alta definição.


A evolução visual
No Brasil, a identidade visual da marca passou por grandes remodelações ao longo dos anos, adquirindo muito mais personalidade.


A identidade visual da marca SKY pode ser aplicada de duas formas diferentes.


Em outros países a SKY utiliza uma identidade visual diferente do Mercado brasileiro, como pode ser visto na imagem abaixo.


Dados corporativos
● Origem:
México/Brasil
● Fundação:
25 de julho de 1996
● Fundador:
BSkyB, News Corporation, Liberty Media e Televisa
● Sede mundial:
Cidade do México, México e Santana de Parnaíba, Brasil
● Proprietário da marca:
DIRECTV Group
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● CEO (Brasil):
Luís Eduardo Baptista Pinto da Rocha
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Assinantes: + 3.4 milhões (Brasil)
● Presença global:
+ 10 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
1.000
● Segmento:
Operadora de TV por assinatura
● Principais produtos:
Canais a cabo e internet banda larga
● Concorrentes diretos:
NET e TVA
● Slogan:
HDTV é isso.
● Website: www.skytv.com.br

A marca no mundo
Hoje em dia a SKY, uma subsidiária da DIRECTV Latin America e maior operadora de TV por assinatura via satélite em alta definição da América Latina, está presente em mais de 10 países, entre os quais Brasil e México, além da região da América Central e Caribe. No Brasil a SKY oferece mais de 250 canais, incluindo rádios e eventos pay-per-view, tendo uma base de assinantes superior a 3.4 milhões. Já a SKY HDTV conta com mais de 800 mil clientes em apenas 3 anos de existência com 39 canais em HD sendo a maior oferta em canais em alta definição do mercado brasileiro.

Você sabia?
A marca SKY é de propriedade da British Sky Broadcasting Group plc, usada pela Sky Brasil mediante licença exclusiva.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 18/3/2012