27.8.12

DC SHOES


Nada melhor do que calçar durante as manobras o tênis de uma marca preocupada com o desempenho dos skatistas. A história da DC SHOES é essencialmente a história dos tênis modernos de skate. Praticamente onipresente com suas iniciais estampadas em calçados e bonés em pistas e competições de skate a marca americana se tornou uma potência no segmento de esportes radicais oferecendo produtos com alto nível de inovação e tecnologia para aumentar o desempenho dos atletas, quer seja profissional ou amador.

A história
A história começou em 1989 com uma série de acasos. Nesse ano, Ken Block, então com 22 anos de idade, abandonou a carreira de arquiteto para tornar-se um snowboarder e começou a produzir uma linha de camisetas serigrafadas. Pouco tempo depois, em 1991, ele se juntou ao amigo Damon Way, um skatista que tinha sofrido um grave traumatismo craniano que abalou seu sonho de se profissionalizar. Ambos iniciaram uma conceituada marca de roupas chamada Eightball Clothing, que se tornou popular nas lojas de skate. Após contratar o pai de um amigo, Blehm Clay, para ajudar a expandir a empresa, no ano seguinte, o enorme sucesso levou a criação de uma linha de jeans com a marca Droors Clothing. O surgimento da marca Droors Clothing Shoes em 1993 foi o resultado do pensamento desses dois jovens de que os skatistas, assim como outros esportistas, também precisavam de calçados específicos, para que a prática se tornasse mais confortável e o desempenho fosse melhorado, proporcionando assim que os atletas competissem em alto nível.


O primeiro lote dos novos tênis foi fabricado pela conceituada Vans, mas o acabamento ruim não agradou aos donos da empresa, e muito menos aos skatistas. Em vista disso a marca foi renomeada como DC SHOES e seus tênis (inicialmente dois modelos diferentes) passaram a serem fabricados pela empresa francesa Etnies. Em 1994 a marca inovou ao introduzir os protetores de cadarço, conhecidos como Lace Loops. Isto foi um pequeno passo para os tênis em geral, mas um grande salto para os calçados direcionados para a prática do skate, evitando assim acidentes. A partir de então a DC SHOES continuou desenvolvendo todos seus produtos focados na inovação tecnológica e estilo, sempre visando o máximo desempenho dos atletas. Um dos fatores fundamentais para o enorme sucesso inicial dos calçados e consolidação da marca no mercado foi o endosso da dupla de skatistas profissionais Colin McKay e Danny Way (irmão mais novo de Damon e criador da Mega Rampa).


O resultado de todas essas ações pode ser sentido em 1996, quando a empresa, então com 50 funcionários e patrocinando oito atletas profissionais, faturou US$ 21 milhões. Nos anos seguintes, a DC começou a lançar produtos específicos, especialmente calçados, para outros esportes de ação, como por exemplo, snowboard, surfe, BMX e até automobilismo. Além disso, montou equipes de renome mundial em diversos esportes radicais. Com isso, os atletas patrocinados elevaram o nome da marca desenvolvendo, testando e assinando produtos em conjunto com a DC, dando assim um grande apoio aos esforços promocionais da empresa. No ano de 1999, após lançar sua primeira campanha publicitária na televisão, a DC SHOES adicionou a sua linha de produtos os calçados infantis.


Já no início do novo milênio, os calçados da DC SHOES eram vendidos em lojas especializadas e multimarcas em muitos países do mundo. Depois da produção de mais de 2 milhões de pares de tênis em 2001, a marca se tornou tão importante no cenário dos skatistas que, no ano seguinte, toda a sua história virou um livro, Agents of Change – The story of DC Shoes and its athletes, escrito pelo jornalista Eric Blehm. Com a expansão da marca, foram desenvolvidos outros projetos como o Artist Projects, Double Label Projects e Remix Series. Culturalmente estes projetos são tão relevantes quanto os modelos assinados pelos atletas profissionais, demonstrando uma forte influência dos artistas de rua e músicos. Com isso, músicos e artistas adotaram os produtos da marca em seus shows e apresentações, expondo a DC SHOES para todos os tipos de públicos, conquistando assim novos consumidores. Isso despertou, também, o interesse feminino pelos produtos da marca, o que levou ao lançamento de uma linha especificamente desenvolvida para mulheres.


O enorme sucesso diante de um público consumidor cada vez maior chamou a atenção da tradicional Quicksilver, que no dia 9 de março de 2004 acabou adquirindo a DC SHOES pela quantia de US$ 87 milhões. Em junho de 2007 a marca desembarcou oficialmente no Brasil para continuar fazendo o mesmo trabalho que realiza no mundo. Montou uma forte equipe de atletas formada por Alex Carolino, Filipe Ortiz e Carlos Iqui, três grandes nomes do skateboarding brasileiro, e aos poucos foi ganhando confiança para realizar um trabalho único e com um público especial para o cenário do skate mundial. A inovação continua sendo o foco principal da empresa, como no modelo de tênis DC SHOES PURE, que traz a tecnologia de solado Dynamic Grip que faz cada parte do calçado ter uma dureza diferente para funções diversas. No bico, a borracha é mais mole para manobras de ollie e flip; no calcanhar, onde o desgaste é maior, é mais dura. A parte superior, em couro sintético e nobuck com parte interna acolchoada, proporciona um contato suave com a pele.


Como a inovação é prioridade para a DC foi criado um centro de pesquisa e desenvolvimento na neve, o Mountain Lab, localizado próximo à Park City em Utah. Nesse avançado laboratório os atletas de snowboard, designers e a equipe de produtos da marca trabalham juntos para manter a DC dentro de seu foco, desenvolvendo botas e roupas para a prática do esporte.


Um marketing alucinante
A DC SHOES sempre primou por suas ações de marketing ousadas e criativas. Em algumas delas o protagonista é o próprio Ken Block, um dos principais pilotos de rali do mundo desde 2005, fundador e chefão da DC SHOES, que adora desafiar o perigo para promover a grife de roupas e calçados. O primeiro projeto de sucesso foi lançado no mês de novembro de 2008 com o vídeo Ken Block Gymkhana Practice (clique aqui para assistir), onde o piloto mostra seus dotes de pilotagem numa base aérea na Califórnia. O enorme sucesso do primeiro vídeo (visto por mais de 13 milhões de internautas) levou ao lançamento no dia 1 de junho de 2009 do Gymkhana Two, onde Ken Block exibe uma demonstração de perícia e total habilidade no drift, uma técnica de direção de veículos com tração traseira que consiste em deslizar nas curvas escapando a traseira.


Recursos não foram poupados para a produção deste alucinante vídeo promocional. A locação foi o porto de Los Angeles, com filmagens que duraram 4 dias, envolvendo dezenas de profissionais para captar todo o trajeto de Ken Block feito a bordo de um Subaru Impreza WRX STi 2009, devidamente preparado e tunado pela empresa Crawford Performance para alcançar os 570 cavalos de potência e andar de lado, fazendo drift, da maneira mais natural possível. Os mais de 5 minutos de performance são absolutamente estonteantes, com derrapagens controladas de encher os olhos de quem aprecia uma pilotagem técnica e agressiva, “finas” da largura de um fio de cabelo e efeitos especiais hollywoodianos. Confira o vídeo clicando no ícone abaixo.

 

Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1993
● Fundador: Ken Block e Damon Way
● Sede mundial: Huntington Beach, Califórnia
● Proprietário da marca: Quiksilver Inc.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Presidente: Mike Warren
● Faturamento: US$ 500 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 80 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 250
● Segmento: Moda esportiva
● Principais produtos: Roupas e calçados para esportes radicais
● Concorrentes diretos: Vans, AirWalk, Element e Etnies
● Website: www.dcshoes.com

A marca no mundo
Hoje em dia a DC SHOES, que oferece uma enorme variedade de produtos para esportes de ação, incluindo vestuário (camisas, jeans, bonés e jaquetas) e calçados diversos, está presente em mais de 80 países ao redor do mundo através de lojas especializadas e multimarcas.

Você sabia?
As iniciais DC, apesar de bem sugestivo, não derivam de Danny (Way) e Colin (McKay), os primeiros skatistas profissionais a endossarem a marca.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 27/8/2012

22.8.12

BRINQUEDOS BANDEIRANTE


Há mais de 60 anos a BRINQUEDOS BANDEIRANTE vem transformando em realidade o sonho de milhares de crianças e contribuindo para uma infância saudável e inesquecível. A emoção dos primeiros passos, a liberdade das primeiras pedaladas, a concentração, o equilíbrio, a imaginação para criar e montar. Quando um brinquedo BANDEIRANTE passa a fazer parte da vida de uma criança, ela ganha muito mais do que bons momentos de diversão. Ganha um crescimento sadio, liberdade, movimento e criatividade.

A história
Tudo começou exatamente no dia 24 de junho de 1952 quando os senhores Manuel Francisco de Almeida, Pedro Pucci e Cyro de Souza Nogueira fundaram a BRINQUEDOS BANDEIRANTE, que iniciou suas atividades com a produção de bolas, patins, triciclos, carros a pedal, carrinhos de bebê e parquinhos infantis. O nome da nova empresa foi uma homenagem à história de um movimento de homens que mudou o rumo da história do país: Bandeirante, aventureiros que se embreavam nas matas atrás de índios e ouro. Após três meses, passou a ocupar um prédio de 4.800 m² na Rua Cuiabá, no tradicional bairro paulistano da Mooca, e gradativamente concentrou sua produção em brinquedos que proporcionassem velocidade e movimento.


No final dos anos 50 e início dos 60, apresentou altos índices de crescimento, sabendo aproveitar o salto da taxa de natalidade observada nesse período e os novos hábitos de uma população urbana crescente. Nesse período, já orientada para a qualidade e resistência de seus produtos, adotou o slogan “Tão fortes que passam de irmão para irmão”. Nos anos 70, iniciou suas exportações de forma maciça, competindo em igualdade de condições no exterior com indústrias tradicionais de brinquedos, como a japonesa, a americana, a espanhola e a italiana. Era o início do uso do plástico como componente principal dos brinquedos, e a BANDEIRANTE foi uma das pioneiras nessa tecnologia. Já com a consolidação dos brinquedos predominantemente de plástico, a empresa lançou grandes sucessos como o triciclo América, Jet Ban, Gatão, Banderetta e Tico-Tico Europa – este último produzido totalmente em plástico e, atualmente, na quarta geração, com mais de quatro milhões de unidades produzidas.


Nos anos 80, a chamada “década perdida”, mesmo com a economia brasileira estagnada, a empresa diversificou sua linha de produtos com a produção de brinquedos menores, em miniatura – como carrinhos de fricção e cozinha infantil –, e manteve bom desempenho. Foi nesta década que a empresa iniciou os primeiros programas de licenciamento e o desenvolvimento de novos conceitos de produtos como a primeira versão de um triciclo de passeio. Lançou também a Baby Moto movida à pilha, primeira moto elétrica fabricada no Brasil.


A partir de 1990, com a abertura do mercado para produtos estrangeiros, a invasão de brinquedos orientais fez todo o setor entrar em colapso. A BANDEIRANTE foi uma das poucas exceções e conseguiu superar essa dificuldade investindo no desenvolvimento interno de produtos, com especial atenção ao design, às formas de produção e a intensificação de novos projetos com mais tecnologia, como o primeiro carro elétrico movido por bateria recarregável. Ao contrário da maioria de seus concorrentes, a empresa manteve sua fábrica no Brasil e não se associou a nenhuma empresa multinacional.


Já neste século, a empresa se consolidou como a maior inovadora em brinquedos sobre rodas e, para confirmar isso, basta reparar nos parques e nas ruas das cidades para ver como as crianças se divertem com patinetes, bicicletas e até modernos veículos elétricos da marca. Atualmente a empresa oferece brinquedos cada vez mais atrativos, confortáveis e seguros. Além de divertidos, sempre com o benefício de estimular a coordenação motora, a lateralidade, e contribuir para as crianças se movimentarem.


A linha do tempo
1952
Lançamento do REMA REMA, um triciclo construído com tubos de ferro roliços e chapas de ferro, que possuía assento de madeira, rodas de chapa e pneus de borracha.
Lançamento do AUTO RÁDIO PATRULHA, construído inteiramente de chapa nº 20, com assento e encosto estofados, farol e buzina elétricos, pneu 1/2 balão maciço, além de cores modernas e atraentes.
Lançamento do TICO TICO POPULAR, de ferro chato, com assento e encosto de madeira e pneus de borracha de 1".
1953
Lançamento do TRICICLO BALILA, fabricado em 4 tamanhos diferentes, para crianças de 2 a 7 anos, que continha selim de metal regulável e pneus de borracha inteiriça de 1".
1955
Lançamento do TRICICLO 2 IRMÃOS, que tinha lugar para levar uma pessoa na garupa.
1957
Lançamento do AUTO BARATA AMERICAR LUXO, construído inteiramente em chapa de ferro, sem soldas ou emendas. Possuía rodas de chapa de ferro com pneus de borracha inteiriça 1/2 balão, assento estofado, sendo oferecido na cor vermelha.
1959
Lançamento do CARRINHO REGENTE, um carrinho para passeios confortável, seguro, prático e robusto, com amplo porta-pacotes, ideal também para quando o bebê estava começando a aprender a andar.
Lançamento do CARRINHO PRINCESA, um carrinho de passeio com rodas com buchas de náilon, lavável, silencioso e inquebrável, cuja Capota era reversível. O carrinho ainda era ajustável em qualquer posição (sentar ou deitar) e possuía amplo espaço para guardar fraldas e sacolas.
1961
Lançamento do VELOCÍPEDE APOLO, que possuía um novo e arrojado tipo de guidão, pneus fixa branca, selim com protetor para conforto e segurança, revestido em plástico.
1962
Lançamento do CANDANGO BANDEIRANTE, um trator ao alcance de todas as crianças.
1963
Lançamento do BANCICLE, um moderno e atraente velocípede entregador extremamente forte e resistente, que suportava vários quilos de carga.
1964
Lançamento do JEEP BANDEIRANTE, especialmente construído para suportar os maus tratos de qualquer brincadeira.
Lançamento do BAN KART, que possuía assento com ampla regulagem, para crianças de 3 a 14 anos, tração mais rápida, corrente semi-embutida e protetores especiais contra batidas em todas as rodas.
1965
Lançamento do MUSTANG, o mais luxuoso carro para gente pequena.
1967
Lançamento da FERRARI, pela primeira vez um legítimo carro de corrida ao alcance das crianças.
1969
Lançamento da ESCAVADEIRA BANDEIRANTE, criando assim um convívio com a emocionante imagem de uma moderna máquina de escavação.
1970
Lançamento do JIPE POLÍCIA RODOVIÁRIA, um veículo sensacional para o pequeno policial. Com a mesma pintura dos famosos carros da Polícia Rodoviária, ele possuía sirene de alarme, farol, buzina e até pisca-pisca.
Lançamento da BICICLETA ESPORTIVA, que possuía aro 14" com pneus macios.
1972
Lançamento do BIG BAN, um veículo com estrutura de aço, que proporcionava maior resistência e durabilidade, além de assento regulável em 4 distâncias.
1973
Lançamento do BAN BOLÃO, que possuía garfo-guidão em tubos cromados, com farol decorativo. A grande inovação era que o veículo reproduzia o som de um motor quando em movimento.
1974
Lançamento do CAVALO DE AÇO, uma verdadeira inovação em matéria de brinquedos. O velocípede com plástico nos lugares certos, assento-encosto anatômico, antichoque, regulável e superconfortável, proporcionava o máximo de segurança e estabilidade à criança.
1975
Lançamento do BUGGY, veículo moldado em plástico ABS ultrarresistente.
Lançamento da JOANINHA, um veículo nas cores e formato do simpático inseto. Uma criação colorida em cada detalhe de desenho e cor.
Lançamento da BICICLETA GRAN TURISMO, que possuía um novo desenho de quadro, em tubos de aço esmaltados a fogo e linhas extremamente modernas. A concepção do garfo era inovadora: conjugado com o guidão cromado em estilo atual. Tinha ainda selim anatômico e regulável.
1976
Lançamento do JET BAN, um triciclo em tamanho grande com detalhe de estepe e rodas tala larga tipo lameiro.
1979
Lançamento do TICO TICO EUROPA, um dos veículos de maior na história da empresa. Atualizado em 1986 e 2002, o ícone da BANDEIRANTE ainda está disponível para venda com design desenvolvido em 2009.
1997
Lançamento da MOTO POLÍCIA ELÉTRICA, primeira moto movida a bateria recarregável.
2011
Lançamento do RELÂMPAGO McQUEEN, carro disponível nas versões pedal e elétrico. Possui buzina, rodas lisas e assento anatômico. Indicado para estimular a percepção de movimentos e despertar a coordenação motora da criança.
2012
Lançamento do UNO PASSEIO (desenvolvido para a criança pedalar, conta também com a função auxiliar passeio, com haste para o adulto empurrar, além de cinto com três pontos, volante com buzina eletrônica e porta objetos traseiro) e do UNO ELÉTRICO (permite que pais e filhos brinquem juntos, pois o veículo pode ser pilotado pela própria criança ou conduzido por meio de controle remoto, além de estimular a interatividade através de um painel com chave eletrônica que emite som de ignição, câmbio com duas marchas e volante com buzina eletrônica), réplicas fiéis do automóvel produzido pela FIAT.


A evolução visual
Ao longo das décadas a identidade visual da marca passou por modificações radicais. A marca, que teve como primeiro logotipo um pequeno bandeirante com patins, mudou sua identidade visual pela primeira vez em 1957. Já uma década mais tarde, com sua linha de produtos mantendo o foco nos brinquedos sobre rodas surgiu o célebre logotipo do triciclo com as rodas representadas por três rostinhos, que passaria a identificar os brinquedos da marca. Após passar por uma remodelação em 1987, a última modificação aconteceu no início dos anos 2000: um triciclo estilizado sem os tradicionais rostinhos nas rodas.


Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 24 de junho de 1952
● Fundador: Manuel Francisco de Almeida, Pedro Pucci e Cyro de Souza Nogueira
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Brinquedos Bandeirante S.A.
● Capital aberto: Não
● Diretor de marketing: Alexandre Branco
● Faturamento: R$ 243 milhões (2011)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 10 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 1.200
● Segmento: Brinquedos
● Principais produtos: Triciclos, patinetes, bicicletas, carros a pedal, veículos elétricos e playground
● Concorrentes diretos: Estrela, Long Jump, Magic Toys e Caloi
● Ícones: O Tico-Tico Europa

A marca no mundo
Com produtos encontrados em mais de 10 mil lojas no Brasil, a BRINQUEDOS BANDEIRANTE oferece uma linha de produtos completa, composta por mais de 135 itens, entre os quais triciclos, patinetes, bicicletas, carros a pedal, veículos elétricos e playground, além de uma linha de bonecos colecionáveis de vinil. Sua unidade fabril possui aproximadamente 100 mil m² de área construída e emprega aproximadamente 1.200 colaboradores. Além disso, a empresa exporta seus produtos para países da América Latina e África.

Você sabia?
Aproximadamente 70% do faturamento da empresa é obtido entre o Dia das Crianças e o Natal.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 22/8/2012

17.8.12

ISSA LONDON


Imagine uma marca de moda que nasceu na aristocrática Inglaterra com alma totalmente brasileira, que caiu nas graças da Duquesa de Cambridge, Kate Middleton, considerada por muitos como sinônimo de elegância e sofisticação, e conquistou uma clientela estrelada que inclui personalidades como Kate Moss, Paris Hilton, Scarlett Johansson, Jennifer Lopez e Madonna. Essa é a ISSA LONDON, nova estrela da moda mundial, capaz de arregimentar um exército feminino endinheirado sedento por consumir suas roupas simples, alegres e criativas.

A história
A história começou com a carioca Daniella Helayel, que ainda jovem, aos 17 anos, foi estudar no renomado FIT (Fashion Institute Technology) em Nova York. Após o término do curso a jovem foi trabalhar na seção de maquiagens da badalada loja de departamento Saks 5th Avenue. Sempre inquieta, em 1999 ela resolveu ir para Londres carregando uma mala recheada de vestidos vintages americanos, garimpados em brechós, para visitar umas amigas, que eram do quilate de Jade Jagger (filha de Mick Jagger) e das irmãs Simon (das lojas Accessorize). Com 100% da aprovação da descoladas e ricas amiguinhas, Daniella decidiu que criaria uma linha somente de vestidos com “cara de antigos”, pois percebeu que a moda inglesa estava monocromática e pouco feminina. Inicialmente a jovem e talentosa estilista começou a fazer vestidos para ela e as amigas. “Eu queria um vestido que me fizesse sentir confortável e chique ao mesmo tempo, um que pudesse me levar a qualquer lugar, do trabalho ao lazer, do quarto a sala de reuniões”, costuma dizer a estilista sobre sua inspiração.


Em 2001, criou sua primeira coleção, que rapidamente foi vendida pela Daslu, em São Paulo. Na sequência, Daniella começou a vender suas peças em aclamadas lojas de Londres, Nova York e Paris, como a Maria Luisa e a Barney’s. Pouco depois ela resolveu se tornar empresária e fundou a sua própria grife, batizada de ISSA LONDON. Uma curiosidade marcou a escolha do nome da nova marca. Por sugestão de um amigo, a palavra ISSA foi adotada, sendo inspirada no grito dos surfistas após pegarem um tubo perfeito na onda: “IIIISSSAAAA”. Finalmente em fevereiro de 2003 Daniella apresentou sua primeira coleção na badalada London Fashion Week. A nova grife trouxe para a moda um estilo chique, prático, sensual e feminino, que logo seduziu celebridades com seus vestidos simples, como a cantora Madonna e a atriz Scarlett Johanson, e principalmente a sempre crítica mídia fashion. A fórmula de sucesso dos vestidos da marca foi uma combinação de dois fatores: estampas exageradas e vivacidade das cores, que viram fetiche instantâneo; e modelagem fantástica, que faz com que eles caiam bem em corpos “reais”. Nos anos seguintes, seus vestidos atemporais, com caimento perfeito, que abraçam o corpo da mulher garantindo elegância, conquistaram um lugar de destaque entre as araras e prateleiras das mais sofisticadas lojas de departamentos e multimarcas em vários países.


Um acontecimento iria marcar novamente a história da ISSA LONDON. Foi no réveillon de 2008, em uma das paradisíacas praias da Tailândia, onde Daniella estava passando as festas de final de ano. Uma amiga em comum apareceu em seu quarto do hotel com ninguém menos que a estonteante Kate Moss. A modelo inglesa havia se encantado com o vestido da amiga e queria outro igual. Como a estilista estava de férias, ofereceu os seus próprios vestidos para a modelo, que saiu vibrando com os novos modelos e dali em diante tornou-se amiga e cliente, divulgando a marca como ninguém.


A marca ganhou ainda mais visibilidade mundial graças ao vestido de jérsei azul usado pela Duquesa de Cambridge, Kate Middleton, no dia do anúncio do noivado com o Príncipe William, em novembro de 2010. Assinado por Daniella o vestido foi clicado por milhares de vez e virou notícia no mundo inteiro. Em um piscar de olhos milhões de ávidas consumidoras se voltaram para a marca ISSA LONDON e sua história. O resultado: os vestidos parecidos com o que Kate utilizou esgotaram quase instantaneamente nas lojas. O episódio foi importante para atrair investidores. E foi o que aconteceu em 2011, quando Camilla Al-Fayed, filha do bilionário egípcio Mohamed Al-Fayed e irmã de Dodi, conhecido por seu caso de amor com a princesa Diana, se tornou sócia majoritária da ISSA LONDON, garantindo maior visibilidade à marca, enquanto Daniella passou a atuar somente na direção criativa. O resultado dessa nova parceria foi a nomeação de uma nova CEO, o planejamento para ingressar no comércio eletrônico e a intensifica dos planos de internacionalização da marca, incluindo a inauguração das primeiras lojas próprias (Londres e São Paulo).


Além disso, a marca expandiu seu portfólio com o lançamento da ISSA BABY (coleção dedicada aos bebês e crianças, de 2 a 12 anos), composta por roupas cheias de estampas de poás, listras, flores e corações, além de peças de banho, pijamas, vestidos (para as meninas) e shorts (para os meninos). Seguindo a tendências das cores, assimetria, renda e o jogo sensual de mostra e esconde, com saias longas e tops curtos, ISSA LONDON lançou sua nova coleção verão 2012 com grande sucesso. No Brasil, a ISSA LONDON se tornou um sucesso absoluto como em muitos outros países, com seus vestidos sendo vendidos por aproximadamente R$ 3 mil.


Dados corporativos
● Origem: Inglaterra
● Fundação: 2001
● Fundador: Daniella Helayel
● Sede mundial: Londres, Inglaterra
● Proprietário da marca: Issa London Limited
● Capital aberto: Não
● Chairman: Camilla Al Fayed
● CEO: Angelina Ypma
● Estilista: Daniella Helayel
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: Inauguração para o final de 2012
● Presença global: 35 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 100
● Segmento: Moda de luxo
● Principais produtos: Roupas e acessórios
● Concorrentes diretos: Christopher Kane e Erdem
● Ícones: Os vestidos de jérsei
● Website: www.issalondon.com

A marca no mundo
Atualmente a ISSA LONDON tem seus produtos comercializados em mais de 35 países ao redor do mundo, através de aproximadamente 250 pontos de vendas selecionados, como lojas multimarcas e sofisticadas lojas de departamento. As coleções desenhadas na cobertura de um pequeno prédio de três andares em Londres ganham forma em confecções chinesas e do leste europeu antes de chegar aos closets das fashionistas e consumidoras no mundo todo. A marca lança quatro coleções por ano, e atualmente são vendidas aproximadamente 35 mil peças (entre os clássicos vestidos clássicos de jérsei, túnicas longas, vestidos coquetel e modelos de festa) todos os anos.

Você sabia?
Apesar de todas as celebridades que usam sua marca, Daniella sonha em vestir ninguém menos que a rainha da Inglaterra, Elizabeth II. Segundo a estilista, “a rainha não é somente um ícone de estilo, mas um ícone em todos os sentidos da palavra”.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites de moda (PureTrends), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 17/8/2012

13.8.12

PBKIDS


Suas lojas estão sempre abastecida com as últimas novidades em brinquedos, desde bonecas e carrinhos à produtos eletrônicos, games, jogos educativos, bicicletas, triciclos, veículos motorizados, playground e vários outros itens que incentivam a criatividade, imaginação e o entretenimento das crianças. Todas essas características fazem da PBKIDS o lugar certo para pais e crianças de todas as idades que buscam diversão. Afinal, quem visita as lojas, vivencia uma experiência incrível de fazer parte do mundo do “faz-de-conta”. Mais do que brinquedos, a PBKIDS vende agradáveis experiências de compra. 

A história 
A PBKIDS não foi a primeira experiência empresarial da família Pilnik. O clã, comandado por Oscar, tinha investimentos no ramo imobiliário, entre eles a construtora PBK. Foi justamente em um dos imóveis da construtora, cuja sigla foi aproveitada para nomear a PBKIDS, na movimentada Avenida Rebouças, região nobre de São Paulo, que surgiu a primeira loja da rede, inaugurada exatamente no dia 18 de junho de 1994. A nova loja que chegava ao mercado era voltada para uma clientela com renda mais elevada. Oscar foi buscar inspiração para seu novo empreendimento nas redes americanas de brinquedos, em especial em lojas icônicas como a FAO Schwarz, na Quinta Avenida, em Nova York. Oscar, que tinha como sócios o genro Carlos Eduardo Cimermam e o filho Milton Pilnik, caprichou na fachada colorida e no letreiro em tamanho gigante. Tudo para chamar a atenção, já que o endereço, há 15 anos, não era o mais indicado para um comércio.


Com o sucesso, nos anos seguintes a rede inaugurou outras unidades pela cidade. Até o ano 2000, as lojas da rede tinham no máximo 250 m². Em 2001, a empresa inaugurou sua primeira megastore, com 700 m², no Shopping Eldorado, em São Paulo. O modelo, que apostava na tematização das áreas de exposição e reservava um espaço para a criançada testar os produtos, abriu as portas para a rede crescer acompanhando a abertura de novos shoppings centers pelo Brasil. Nos anos seguintes, após se estabelecer firmemente no mercado paulista, a rede iniciou uma forte expansão ao inaugurar inúmeras unidades em várias cidades brasileiras. Neste período de expansão, a rede montou suas lojas com um layout desenvolvido com mobiliário diferenciado, que facilitava a localização de produtos entre corredores e prateleiras. Quem visitava a PBKIDS podia contar com o auxílio solícito de um vendedor, profissional treinado para tornar a experiência de compra mais agradável para pais e filhos. 
  

Em 2006, pensando em atender um público ainda mais especial e ampliar seu portfólio a rede desenvolveu ambientes diferenciados dentro de suas lojas e assim criou o conceito in-store (loja dentro da loja) com a PBKIDS BABY, um espaço dedicado aos bebês e suas mamães, com tudo o que é necessário para cuidar dos primeiros anos de vida. São carrinhos, brinquedos e acessórios que acompanham cada fase do desenvolvimento do bebê, desde a gestação até os 3 aninhos. Na PBKIDS BABY as mamães podem encontrar os produtos que ajudam os pequenos a explorar o mundo novo que está à sua volta. A rede desenvolveu um logotipo especial (para a PBKIDS), treinou funcionários que vivenciaram a rotina de grávidas e mães e também pesquisou produtos específicos para os primeiros meses de vida dos bebês. Nesta nova fase, a empresa desenvolveu sua comunicação diretamente para seu público alvo, as crianças. Assim surgiu a Turminha PBKIDS, um grupo com 11 personagens infantis que ganharam espaço nos anúncios da rede, layout das lojas, embalagens e até uma revista-gibi.


Em 2009 a rede iniciou uma nova fase de expansão com a inauguração de lojas em cidades como Salvador, Manaus, Caxias do Sul e Belém. Em setembro de 2010 a PBKIDS realizou uma grande eleição para que as crianças escolhessem a mascote da marca. Uma vitória expressiva fez nascer o PEBÊ (foto abaixo), um personagem divertido, engraçado e que desperta a magia do brincar nas crianças de todas as idades. O simpático boneco laranja está presente em todo o material de comunicação e nas fachadas das lojas, além de comparecer pessoalmente em todos os eventos e inaugurações de novas unidades. Em junho de 2012, a PBKIDS foi adquirida pela rival Ri Happy, que agora pertence ao fundo de investimento americano Carlyle, em um negócio avaliado em R$ 150 milhões, de acordo com fontes do mercado. As duas marcas continuaram operando de forma distinta. A PBKIDS conquistou milhões de consumidores através da inovação e pioneirismo, sendo a primeira rede do setor a praticar a troca de produtos, a treinar a equipe para vender o brinquedo ideal para cada faixa etária, a instalar leitor de código de barras no caixa e a lançar o serviço de lista de presentes para os pequenos. Além disso, as lojas de padronização arquitetônica impactante transmitem sensação de bem estar e organização.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas alterações ao longo dos anos. O atual logotipo adotou cores mais claras e uma mudança radical na tipografia de letra e cor da palavra “brinquedos”. A identidade visual da PBKIDS BABY também acompanhou a mudança.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 18 de junho de 1994 
● Fundador: Oscar Pilnik 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Grupo Ri Happy S/A 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Hector Núñez 
● Faturamento: R$ 320 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 64 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 1.200 
● Segmento: Varejo (brinquedos) 
● Principais produtos: Bonecas, jogos e brinquedos 
● Concorrentes diretos: Bmart, Zastras Brinquedos, Alô Bebê, Superlegal Brinquedos e Lojas Americanas 
● Mascote: Pebê 
● Slogan: Brincar é Mágico. 
● Website: www.pbkids.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente a PBKIDS possui mais de 60 lojas, localizadas, em sua grande maioria, em shopping centers, espalhadas por 15 estados brasileiros, com forte presença na região sudeste, emprega 1.200 funcionários e fatura R$ 320 milhões por ano. Todos os anos as lojas da rede atendem mais de 10 milhões de consumidores. 

Você sabia? 
A rede possui em suas lojas um mix de mais de 8.000 produtos (entre eles 60% importados e 40% nacionais) e conta com uma linha de importação exclusiva e renovada todos os anos. 
A vocação da PBKIDS para a importação direta teve sua origem antes da abertura da primeira loja. A PBKIDS foi pioneira na importação e distribuição da linha Fisher-Price no Brasil antes que a marca fosse adquirida pela Mattel


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Exame, Veja e PEGN), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 22/3/2017

9.8.12

SKIL


A SKIL foi extremamente importante para a construção da América e sua história se confunde com a da indústria de ferramentas elétricas. Hoje em dia é uma das marcas mais fortes e reconhecidas do mercado mundial, projetando ferramentas elétricas, desde serras circulares a lixadeiras e furadeiras, que asseguram o mais alto desempenho e a maior durabilidade, facilitando assim as tarefas, quer seja dentro de casa, na garagem, no jardim ou em uma grande obra.

A história
Tudo começou em 1924 quando o imigrante francês Edmond Michel garantiu a patente de sua invenção, a serra circular portátil, e juntamente com Jospeh W. Sullivan fundou a Michel Electric Handsaw Company na cidade de Chicago, estado americano de Illinois. A ideia para essa revolucionária invenção ocorreu após ele presenciar as enormes dificuldades que os fazendeiros e plantadores de cana tinham em cortar troncos e caules com machados, facões ou serrotes. Essa invenção mudaria a indústria da construção e rapidamente atraiu a atenção dos empreiteiros e foi adotada por inúmeras construtoras em uma América que estava em franco desenvolvimento. Já em 1926 a empresa adotou o nome de Skilsaw Inc. Esse nome foi sugerido pela mulher de Sullivan depois que ela comentou sobre a habilidade (“skil” em inglês) necessária para utilizar uma serra circular.


O impulso para que a nova empresa se transformasse no que é hoje, ocorreu no ano de 1928 com o desenvolvimento da serra circular Skilsaw modelo E. Este avanço foi pioneiro no uso de uma carcaça de motor de alumínio fundido no molde e definiu no que deveria ser a referência em serras circulares portáteis, a Skilsaw modelo 77. E depois de mais de sete décadas, uma Skilsaw 77 pode ser encontrada em qualquer local de construção e reconhecida como uma das ferramentas que mais ajudaram a construir a América. Demonstrando toda sua vocação para inovar e revolucionar o mercado, em 1949 a SKIL desenvolveu e lançou a função de torque múltiplo nas serras circulares, que evitava assim os constantes solavancos e trepidações causados durante a utilização, proporcionando assim muito mais precisão.


Nos anos 50, além de adotar oficialmente o nome de SKIL COPORATION, a empresa ingressou no mercado canadense, iniciando assim sua expansão internacional. Pouco depois foi a vez dos produtos da marca desembarcar na Europa. Nesta época a SKIL já havia ingressado no segmento do consumidor final e, em 1959, disponibilizava uma completa linha de ferramentas destinadas ao mercado Do It Yourself (DIY), ou faça você mesmo. A primeira fábrica da empresa no continente europeu foi instalada em 1961 na cidade holandesa de Breda. Outra grande novidade da década foi a invenção, em 1964, do interruptor de velocidade variável, que permitia permite realizar o trabalho mais rápido e com eficiência.


Os anos 70 foram marcados por grandes inovações, como por exemplo, a invenção do controle automático de cinta (que impedia a cinta de se deslocar para fora da ferramenta) e a invenção da furadeira portátil (1976). No desta década a SKIL foi adquirida pela Emerson Electric. A década de 80 foi marcada por dois grandes acontecimentos: a invenção e lançamento do sistema auto scroll (Serra Tico-Tico), e o lançamento pioneiro da parafusadeira a bateria (1985). Em 1996, a SKIL foi novamente adquirida, desta vez pelo tradicional Grupo Bosch, e nos anos seguintes ganhou força de distribuição, ingressou em novos mercados mundiais e investiu no desenvolvimento de novos produtos (como a serra tico-tico com ação orbital, lançada em 1997).


Além de toda a qualidade e equipamentos que a SKIL produz, a marca criou o PROGRAMA SKIL MAESTRO, um treinamento altamente especializado para transformar seus clientes em verdadeiros profissionais. Com a ajuda desse programa, é possível tirar dúvidas, dar sugestões e receber orientações sobre como exercer um trabalho mais profissional e completo, tornando-se um verdadeiro maestro. Ao longo de todos esses anos, através do pioneirismo, inovação e ampliação de sua linha de ferramentas, a SKIL se tornou extremamente popular especialmente entre os profissionais autônomos.


Atualmente a SKIL, que se tornou sinônimo de ferramentas elétrica no mundo inteiro, oferece uma completa linha de produtos com aproximadamente 1.000 itens, que inclui furadeira, martelo, parafusadeira, lixadeira, plaina, serra circular, serra tico-tico, serra sabre, tupia, esmerilhadeira, tesoura para múltiplos cortes, grampeador e produtos à bateria. Além das ferramentas é possível também encontrar no mercado, acessórios, como por exemplo, jogo de lâminas, kits de bits e brocas, jogos de fixar e aparafusar, kit de soquetes para parafusadeira, kit de brocas chatas, jogo de instalação de fechaduras, kit de afiar e esmerilhar e kit de polir e lixar.


A evolução visual
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. Além de perder o tradicional losango, ganhou uma nova tipologia de letra e assumiu a cor vermelha, mas manteve como principal característica a “perna alongada” da letra K.


Os slogans
The power to perform.
Do it right. Do it with Skil.
The saw that built America.


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1924
● Fundador: Edmond Michel e Jospeh W. Sullivan
● Sede mundial: Mt. Prospect, Illinois
● Proprietário da marca: Robert Bosch Tool Corporation
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● CEO & Presidente: Terry Horan
● Faturamento: US$ 1 bilhão (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 5
● Presença global: 80 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 4.000
● Segmento: Ferramentas
● Principais produtos: Furadeiras, plainas, lixadeiras e serras
● Concorrentes diretos: Black & Decker, DeWalt, Makita e Würth
● Ícones: A serra circular portátil
● Slogan: The power to perform.
● Website: www.skil.com

A marca no mundo
A SKIL, que oferece o mais amplo portfólio de ferramentas (elétricas e tradicionais) e acessórios do mercado mundial, comercializa seus produtos em mais de 80 países através de home centers, lojas de ferragens, hipermercados e grandes varejistas. A SKIL tem fabricas em Campinas (Brasil), Chicago (Estados Unidos), Breda (Holanda), Miskolc (Hungria) e Hangzhou (China).


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 9/8/2012

6.8.12

ALE


Os postos de serviço da rede ALE estão espalhados por todo Brasil, fazendo parte do dia a dia de milhões de pessoas. Modernos, limpos e acolhedores, esses postos oferecem produtos de alta qualidade e confiança, múltiplos serviços e estão sempre prontos para surpreender o consumidor com um atendimento de alto nível. Atualmente, a ALE é uma empresa que abastece o mercado de combustíveis e de novas ideias, sempre pronta para avançar e facilitar a vida dos brasileiros. 

A história 
Tudo começou em 1996 no interior de Minas Gerais quando o Grupo Asamar, que tem suas origens em 1932, fundou a ALE COMBUSTÍVEIS para inicialmente atuar como distribuidora de gasolina e diesel. Na época, o grupo atuava nos segmentos de transporte, cimento e mineração, que demandavam grandes volumes de óleo diesel. A empresa iniciou suas atividades, atendendo, a partir de um espaço alugado na base da Petrobras, em Betim (região metropolitana de Belo Horizonte), as empresas Ela Transportes, Central Beton e Concreto Mineração. Pouco depois, em 1997, quando apenas a Petrobras (BR), Ipiranga, Shell, Esso e Texaco atuavam no mercado, o governo autorizou os postos de combustíveis a se manterem vinculados a uma distribuidora ou atuarem de forma independente, como “bandeira branca”. Isto permitiu a entrada de pequenas redes de postos, abrindo espaço para a criação de distribuidoras menores e ampliando a concorrência. E foi com este cenário que a ALE inaugurou no mês de janeiro de 1998, na cidade de Belo Horizonte, seu primeiro posto de serviço.


Nos anos seguintes, todo o esforço da ALE concentrou-se em aumentar sua rede de postos, o que demandou elevados investimentos em imagem e capital de giro, além da construção de bases de armazenagem de derivados. Neste período inúmeros postos da ALE forma inaugurados em cidades do interior ou periferia dos grandes centros, nos estados de Minas Gerias, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Bahia. A empresa entrou para a história como pioneira na distribuição do biodiesel (B2) no país, em março de 2005. A história começaria a tomar novos rumos exatamente no dia 5 de abril de 2006, quando foi anunciada a fusão da distribuidora mineira ALE Combustíveis com a potiguar Satélite Distribuidora de Petróleo (então maior distribuidora do nordeste fundada em 1996 pelo pai de Marcelo Alecrim). Ainda em 2006, se tornou a primeira distribuidora regional de combustíveis a operar nacionalmente.


Nos anos seguintes, a empresa deu grandes e importantes passos. No final de 2007, depois de realizar pesquisas de opinião e desenvolvimento de branding, a empresa optou pela ALE como marca única para seus 1.100 postos, que integravam sua rede revendedora no país. Em 2008 concluiu a aquisição da distribuidora catarinense Polipetro (que contava com 130 postos de combustível localizados em 110 cidades de Santa Catarina e do Paraná) e da multinacional espanhola Repsol no Brasil (que possuía 327 postos, ingressando assim na região sul do país). Em 2009 firmou parceria com o Walmart e lançou a sua loja virtual, batizada de ALE COMPRAS. Além disso, tornou-se parceira da Chevron para distribuição de óleos, graxas e lubrificantes e da tradicional fabricante de produtos automotivos Bardahl. Em 2011 a ALE passou a ser fornecedora de produtos asfálticos, através da nova fábrica, localizada em Ponta Grossa no Paraná. Pouco depois, em 2012, inaugurou o serviço de troca de óleo (conhecido como ALE Express). Esses novos negócios fortaleceram a marca ALE e possibilitaram que a empresa levasse cada vez mais adiante a missão de valorizar as características de cada região em que estava presente. Em junho de 2018, depois do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) vetar a venda para o Grupo Ultra (proprietário dos postos Ipiranga), a suíça Glencore Energy comprou a ALE por R$ 1.7 bilhões.


Em todos os postos da rede espalhados pelo Brasil, além de diesel com adição de 5% de biodiesel (B5), gasolina e álcool comum, o consumidor encontra combustíveis especiais e de alta qualidade (ALEPREMIUM, ALEPLUS, DIESELPLUS e GÁS NATURAL). Além de oferecer produtos de alta qualidade, a empresa se preocupa com os serviços oferecidos aos clientes e vizinhos de seus postos. A Academia Corporativa, por exemplo, promove o desenvolvimento profissional de frentistas e isso se reflete no atendimento especial que o consumidor recebe. As lojas de conveniência (chamadas “Entreposto”, cuja primeira unidade foi inaugurada em 2000 e atualmente conta com mais 260 lojas), o programa de qualidade, promoções especiais e o ALECRED (cartão de crédito com aceitação nacional, lançado em 2011) são outros serviços que a empresa oferece para facilitar a vida de seus milhões de consumidores. Seja para encher o tanque, fazer um lanche ou comprar produtos de conveniência, os postos da rede ALE são uma excelente alternativa para consumidores exigentes.


O ícone da marca 
Um sorriso irresistível, que é a cara da marca ALE, agitou a capital do Rio Grande do Norte em outubro de 2008. Lá, o maior boneco de posto do mundo atraiu a todos que passaram pela BR 101, pertinho do aeroporto. Foi impossível não se encantar pelo João Grandão com seus mais de 30m de altura e 24m de largura, tão alto quanto o Cristo Redentor. O bonecão foi criado para homenagear Natal e comunicar, de uma forma diferente, a mudança dos postos SAT para ALE na capital potiguar. Um balonista profissional foi contratado para construir o bonecão de dimensões gigantes. Ele o desenhou a partir de uma estrutura de sustentação feita sobre uma biruta inflável. Foi também escavada uma fundação para servir como base do bonecão que ficou preso por 16 parafusos e 12 tirantes de cabo de aço. Para torná-lo uma verdadeira atração turística, a ALE criou cartões postais, adesivos e até um concurso para a escolha do nome da divertida atração. A partir de então, o simpático boneco se tornou mascote da marca, estando presente (em menor tamanho) em algumas inaugurações de novos postos da rede.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Há alguns anos atrás a identidade visual da marca foi modificada, adquirindo um efeito 3D e ganhando mais destaque aos olhos dos consumidores.


Os slogans 
Sempre #ComVocê. 
Perto para você ir longe.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1996 
● Fundador: Grupo Asamar 
● Sede mundial: Natal, Rio Grande do Norte, Brasil 
● Proprietário da marca: AleSat Combustíveis S.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Glencore Energy) 
● Presidente do conselho: Sérgio Cavalieri 
● CEO: Marcelo Alecrim 
● Faturamento: R$ 11.2 bilhões (2017) 
● Lucro: Não divulgado 
● Postos de serviço: 1.500 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 1.300 
● Segmento: Energia 
● Principais produtos: Postos de serviços e combustíveis 
● Concorrentes diretos: Shell, Petrobras e Ipiranga 
● Ícones: O famoso “Bonecão de Posto” 
● Slogan: Sempre #ComVocê. 
● Website: www.ale.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente, a marca ALE faz parte da vida de milhões de brasileiros através de uma rede composta por mais de 1.500 postos espalhados por 22 estados do país, gerando mais de 12.000 empregos diretos e indiretos. A empresa, 4ª maior distribuidora de combustíveis do Brasil (4.2% de participação de mercado), possui 46 bases de operação em atividade e frota própria de aproximadamente 195 caminhões, vendendo todos os meses mais de 360 milhões de litros de combustível. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Exame e Veja), jornais (Valor Econômico, O Globo, Estadão e Folha), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 15/10/2018