19.9.12

BROOKSFIELD


O homem moderno, assim como a mulher, tem vários compromissos ao longo do dia e precisa sempre ter em mãos uma peça que se encaixe em cada situação, que seja elegante, lhe caia bem e ajude a comunicar quem ele é. Tudo isso pode ser encontrado nas roupas e acessórios da marca BROOKSFIELD. Da roupa do dia-a-dia aos clássicos, passando pela linha íntima, esportiva e de acessórios, a BROOKSFIELD busca qualidade em todas as estações do ano para vestir com elegância homens, mulheres e até crianças.

A história
O surgimento da marca BROOKSFIELD é um pouco confuso. Na verdade, a marca nasceu na Itália no ano de 1971 pelas mãos de Umberto Maria Monasterolo, que resolveu fundar uma empresa para produzir e distribuir calças masculinas de alta qualidade baseadas no estilo inglês. Inicialmente vendidas na cidade de Torino e arredores, as calças da BROOKSFIELD rapidamente conquistaram a região norte do país. Em 1975 a empresa resolveu apostar em uma completa linha de roupas masculina, que aliavam a elegância inglesa à sofisticada alfaiataria italiana. No início da próxima década, em 1982, surgiu a BROOKSFIELD SPORTIVE, uma linha de roupa totalmente esportiva, mas com muito estilo e elegância. Em 1985, após o enorme sucesso da sua linha masculina, a empresa lançou a BROOKSFIELD COLLECTION, totalmente voltada para o público feminino.


A partir de 1990 a empresa iniciou a exploração internacional da marca BROOKSFIELD, especialmente na Europa e América do Sul. Um grande passo foi dado em 1995 quando ocorreu a inauguração da primeira loja âncora da marca em um endereço valorizado da cidade de Milão, considerada por muitos como a capital da moda. No ano seguinte a empresa continuou expandindo a marca com o lançamento da BROOKSFIELD Jr., uma linha de roupas para crianças e adolescentes. Pouco depois, em 1999, ocorreu o lançamento da BROOKSFIELD JEANS, uma linha de calças jeans e roupas para atividades ao ar livre, visando assim atingir um público mais despojado e jovem. Com a chegada do novo milênio a marca continuou explorando novos estilos com a introdução da BROOKSFIELD GOLF, uma linha de roupas e acessórios esportivos que aliam o estilo prático e a elegância do golfe. A partir de 2006 a marca iniciou uma forte e consistente expansão, que incluiu um novo conceito de lojas dentro da Itália, novas unidades e o lançamento de óculos, calçados, roupas de couro e roupas íntimas.


Aqui no Brasil a história da marca começou pelas mãos do Grupo Via Veneto, que licenciou a marca da empresa italiana e inaugurou em 1988 a primeira loja da BROOKSFIELD no Shopping Iguatemi, em São Paulo, após identificar uma enorme carência de mercado por uma marca sofisticada em moda masculina. Com seu estilo clássico, trazendo roupas de alta qualidade e um corte de alfaiataria impecável, que se tornaria seu grande trunfo no mercado, a BROOKSFIELD rapidamente fez sucesso entre os consumidores exigentes, e durante os anos seguintes inaugurou várias lojas em outras cidades do país. Além da expansão física, a marca já bem solidificada entre os homens brasileiros, especialmente jovens executivos, resolveu explorar sua força para atingir outros públicos. Foi então criada a BROOKSFIELD Jr., especializada em moda infanto-juvenil masculina, que trazia uma coleção ampla (camisas, bermudas, calças e calçados), com inúmeras opções que iam da linha social até a esportiva. Outro ponto marcante que solidificou a BROOKSFIELD no mercado brasileiro foi o fato de pensar a moda de uma forma diferente. A marca entende que o homem elegante precisa de novidades o ano todo e não ter opções novas somente nas mudanças de estação. Por isso, a BROOKSFIELD passou a trabalhar com lançamentos especiais durante o ano todo e não com coleções pontuais.


Em 2010 a marca resolveu apostar nas mulheres com a criação da BROOKSFIELD DONNA, que trazia o mesmo padrão de estilo e qualidade da marca masculina para o público feminino. Com uma grande oferta de produtos, a marca oferece várias opções de alfaiataria, além de uma linha casual completa e roupas e acessórios (como cintos, bolsas, sapatos e bijuterias) para a noite, atendendo a uma grande variedade de estilos. Em seu curto tempo de existência, a versão feminina já conquistou um grande número de consumidoras com seus vestidos, blusas, saias, calças, calçados e bolsas, e promete continuar crescendo nos próximos anos, incluindo a inauguração de mais lojas físicas.


Além disso, a marca vem constantemente passando por atualizações e, preocupada em atender as necessidades de um novo e exigente consumidor, criou uma nova linha: BROOKSFIELD COLLECTION, que apresenta um visual mais moderno e fashionista, diferenciando-se do clássico “A Way of Life”. Focada em um público seleto e exigente, de perfil clássico e que não abre mão de se vestir com peças de alta qualidade, a BROOKSFIELD desenvolveu um imenso case de alfaiataria, com ternos e paletós em lã fria, a famosa “fresca Lana”, e com mais de 100 padronagens distintas de tecidos italianos. Entre eles, estão os de qualidade Super 100’, o exclusivo Super 120’, e até o objeto de desejo dos homens elegantes: o Super 150’, de Ermenegildo Zegna. Além disso, as peças têm requinte e também um corte perfeito, características inerentes à marca desde sua estreia no Brasil.


Dados corporativos
● Origem: Itália
● Fundação: 1971
● Fundador: Umberto Maria Monasterolo
● Sede mundial: Torino, Itália
● Proprietário da marca: Mistral S.p.A (Itália) e Grupo Via Veneto (Brasil)
● Capital aberto: Não
● CEO (global): Guido Monasterolo Andrea
● Diretor (Brasil): Bruno Minelli
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 67 (Brasil) + 23 (mundo)
● Presença global: 10 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 1.000
● Segmento: Moda
● Principais produtos: Ternos, roupas, calçados e acessórios
● Concorrentes diretos: Crawford, VR, Harry’s e Dudalina
● Ícones: Os ternos
● Slogan: A Way of Life.
● Website: www.brooksfield.com.br

A marca no mundo
A BROOKSFIELD está presente em lojas multimarcas espalhadas em vários países da Europa e América Latina, além de possuir aproximadamente 25 lojas próprias localizadas em cidades como Milão, Madri, Buenos Aires e Montevidéu. No Brasil, a marca que pertence ao Grupo Via Veneto, possui 67 lojas espalhadas por 15 estados nacionais mais o Distrito Federal. Além disso, em mais de 50 dessas lojas é possível encontrar toda a linha BROOKSFIELD Jr. Já a linha feminina BROOKSFIELD DONNA possui 14 lojas próprias em pontos estratégicos do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Brasília e Salvador.

Você sabia?
A alfaiataria é o ponto alto da marca, consagrada pelo corte preciso de seus ternos e paletós.
Em algumas de suas lojas no Brasil a marca oferece o serviço de alfaiataria sob medida (conhecido como “su misura”).


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 19/9/2012

14.9.12

SHAKE SHACK


Os vegetarianos que se cuidem, existe uma tentação difícil de resistir. É o hambúrguer, mas não como o conhecemos, símbolo da alimentação rápida. Esses hambúrgueres - frescos, tenros, com um sabor incrível que se mistura ao queijo derretido e ao molho especial - são preparados como se fosse uma iguaria gourmet com ingredientes sofisticados. Este é o segredo de sucesso da rede SHAKE SHACK. As filas em quase todas as suas lojas para saborear o sanduíche sinônimo de fast food, mas que, no SHAKE SHACK, ganha ares de prato gourmet ao ser consumido com calma, privilegiando o convívio social, é apenas o resultado do nível de diferenciação que a rede conseguiu atingir em um segmento tão padronizado. 

A história 
Tudo começou no ano de 2001 como uma modesta e despretensiosa barraquinha de hot-dog e limonada no aprazível Madison Square Park, supostamente para funcionar apenas por um verão e que tinha como objetivo angariar fundos para a exposição de obras de arte no parque e seus arredores, como por exemplo, nos táxis. Ideia de Danny Meyer, responsável por alguns dos mais importantes restaurantes de alta gastronomia da cidade de Nova York, como por exemplo, o Gramercy Tavern, Eleven Madison Park e o Union Square Café. O empreendedor resolveu apenas utilizar produtos de primeiríssima qualidade, mesmo que a um preço um pouco mais elevado do que os outros hot-dogs vendidos naquela região. O carrinho “I Taxi” fazia tanto sucesso que apesar da estrutura simples, com filas enormes diariamente, ele resolveu abrir em outros dois verões.


Finalmente em 2004, ele conseguiu um contrato do departamento de parques da cidade de Nova York para criar um quiosque permanente no Madison Square Park, situado em um espaço arborizado extremamente relaxante. O restaurante (foto acima), batizado de SHAKE SHACK, nome escolhido para literalmente “grudar na cabeça do consumidor”, foi inaugurado no dia 12 de junho, com mesas na área externa, interagindo assim com a bela paisagem do parque. E Meyer resolveu incrementar o cardápio com deliciosos milkshakes (sempre espessos e saborosos), sundaes, batatas-fritas crocantes e onduladas cobertas com queijo derretido e bacon (um dos ícones da rede e batizada de Crinkle-Cut Fries), sorvetes e claro, os tradicionais hambúrgueres, que acabaram se tornando responsáveis principais pelo enorme sucesso que a rede faria no futuro. Porém Meyer sabia que precisava encontrar um diferencial para se sobressair diante da enorme concorrência na cidade. A solução encontrada foi a criação de hambúrgueres gourmets. Mas por quê? Simplesmente porque eram feitos na hora, com carnes orgânicas certificadas de qualidade (da linha Angus beef), um queijo americano feito especialmente para a rede, salada fresquinha e um pão de batata macio. Além da boa comida, o restaurante resolveu inovar nos detalhes: funcionava totalmente com energia eólica, utilizava produtos orgânicos e o atendimento era exemplar.


A rede também deu atenção aos vegetarianos: em seu cardápio incluiu também uma versão sem carne e surpreendentemente tão deliciosa quanto o famoso hambúrguer: um bolinho de cogumelos, recheado com queijo, salada e o pão fresquinho (batizado de ShroomBurguer). Quando Meyer decidiu abrir uma segunda unidade na Columbus Avenue, no bairro de Upper West Side em Manhattan, no ano de 2006, o desafio foi traduzir um projeto originalmente destinado como uma intervenção arquitetônica em um parque urbano para um local menos distinto. Os gráficos ambientais se tornaram a chave para criar uma experiência consistente aos clientes. Em 2007, o restaurante original que já oferecia excelentes cervejas, incluindo as artesanais, acrescentou ao seu cardápio opções de vinhos. Uma tremenda ousadia de combinar o hambúrguer gourmet com a bebida preferida dos Deuses. O enorme sucesso, traduzido em filas gigantescas, fez com que a empresa abrisse outras filiais espalhadas por bairros descolados de Manhattan, como por exemplo, no Queens, Theater District e Upper East Side.


A ensolarada Miami foi a primeira cidade escolhida para receber o primeiro SHAKE SHACK fora da “Big Apple”, inaugurado na badalada Lincoln Road em 2010. Pouco depois veio a loja de Coral Gables, uma das maiores da rede. E o sucesso não parou por aí. Em 2011 novas unidades foram inauguradas na capital Washignton e em Westport, estado de Connecticut. Além disso, a rede inaugurou suas primeiras unidades internacionais, localizadas em Dubai e na cidade do Kuwait. Pouco depois, em 2012, a rede se expandiu para o estado da Pensilvânia com a inauguração de um restaurante na cidade da Filadélfia. E no ano seguinte desembarcou na belíssima Boca Raton, estado da Flórida, além de inaugurar unidades nas cidades de Londres e Istambul, iniciando assim sua expansão pelo continente europeu. Em 2016 a rede lançou o Chick’n Shack™, um delicioso sanduíche de frango 100% natural, livre de hormônios e sem antibióticos, cozido lentamente em ervas de soro de leite coalhado, empanado e frito na hora. Outra novidade foi a introdução de um cardápio de café da manhã em lojas selecionadas da rede (geralmente localizadas em aeroportos). Pouco depois, em 2018, a empresa focou sua expansão internacional na Ásia, com a inauguração de sua primeira loja em Hong Kong, além do crescimento contínuo no Japão (onde desembarcou em 2015) e na Coréia do Sul.


Atualmente SHAKE SHACK é a rede mais badalada no segmento de alimentação rápida do mercado americano e conseguiu se destacar em uma indústria onde a rapidez geralmente prevalece sobre a qualidade. Ingredientes orgânicos e altamente selecionados, cada hambúrguer feito em no mínimo 7 minutos, com receita elaborada pelo chef americano Mark Rosati. Além disso, uma cúpula especializada em alta gastronomia e uma rede de lojas que se autodefine “anti-rede”, porque, ao contrário de adotar a padronização de todos os pontos-de-venda, prefere estudar o local onde vai se instalar e construí-los conforme as características do bairro. Seu mais famoso sanduíche, o suculento Shack Burger® (um cheeseburger com alface, tomate e um molho especial), chegou a ganhar uma estrela no guia gastronômico do jornal The New York Times, feito nunca antes alcançado por uma rede de alimentação rápida.


O segredo do sucesso da rede é o cuidado com a qualidade de todos os ingredientes usados em seus sanduíches e acompanhamentos e isso realmente faz toda a diferença. E tem mais. Hoje em dia, consumidores com maior poder de renda e mais instruídos estão optando por produtos de maior valor agregado. Isto explica porque cada loja da rede SHAKE SHACK fatura, em média, US$ 4.4 milhões por ano, o dobro do que obtêm os restaurantes do McDonald’s.


Stand for Something Good® é muito mais que apenas o slogan da marca. É uma filosofia de que a SHAKE SHACK se esforça para defender algo de bom em tudo o que faz. Isso significa ingredientes premium cuidadosamente adquiridos de fornecedores com a mesma opinião; design das lojas aconchegantes, bem mobiliados e responsável por preservar as características de cada bairro ou região; e profundo apoio às comunidades através de doações, eventos e voluntariado. Já a filosofia Enlightened Hospitality™ orientou a criação da cultura única da SHAKE SHACK, que cria uma experiência diferenciada para os clientes em cada uma de suas lojas. Sua equipe é altamente treinada para entender e praticar os valores da hospitalidade iluminada: cuidar um do outro, dos clientes, da comunidade, dos fornecedores e dos investidores.


A cozinha da inovação 
Como forma de promover ainda mais a inovação, a rede inaugurou sua primeira Innovation Kitchen em setembro de 2018, localizada no bairro de West Village, em Nova York. Essa unidade, uma mistura de loja e cozinha experimental, se tornou o centro de todo o desenvolvimento dos itens do cardápio da SHAKE SHACK. O espaço permite que a equipe culinária da empresa possa expor sua criatividade, aprofundar suas raízes gastronômicas, colaborar com outros renomados chefs e explorar novas oportunidades que se tornarão itens permanentes no cardápio da rede. Também permite alojar em um só lugar, pela primeira vez, as equipes de garantia de qualidade e culinária. O cardápio desta inovadora loja oferece todos os itens clássicos da rede, mas com uma lista rotativa de itens para serem avaliados pelos consumidores. E foi justamente por isso que esta unidade foi inaugurada: criar, testar e lançar novos itens rapidamente no cardápio da rede. Tudo com o feedback dos consumidores. O primeiro produto exclusivo dessa loja foi o Chick’n Bites: pequenos pedaços crocantes de peito de frango à milanesa, servido com duas opções de molhos (churrasco ou mostarda e mel).


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por uma única pequena alteração ao longo desses poucos anos de vida, mudando apenas a tipografia da letra.


Toda comunicação visual dos restaurantes e das embalagens dos produtos utilizam ícones inspirados nos letreiros de neon das décadas de 1950 e 1960.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 12 de junho de 2004 
● Fundador: Danny Meyer 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Shake Shack Inc. 
● Capital aberto: Sim (2015) 
● Chairman: Danny Meyer 
● CEO: Randy Garutti 
● Faturamento: US$ 459.3 milhões (2018) 
● Lucro: US$ 15.2 milhões (2018) 
● Valor de mercado: US$ 3.69 bilhões (setembro/2019) 
● Lojas: 249 
● Presença global: 16 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 6.100 
● Segmento: Alimentação rápida 
● Principais produtos: Hambúrgueres, batatas-frita, hot-dogs e milkshakes 
● Concorrentes diretos: In-N-Out, Smashburger, Five Guys, Nathan’s Famous, The Habit Burger Grill, Carl’s Jr., Burger King, Wendy’s e McDonald’s 
● Ícones: O Shack Burger® 
● Slogan: Stand for Something Good®. 
● Website: www.shakeshack.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia, a badalada rede SHAKE SHACK possui mais de 245 restaurantes espalhados por 30 estados americanos (principalmente na costa leste) e outros 15 países, incluindo unidades em Londres, Istambul, Moscou, Tóquio, Xangai, Seul, Cidade do México, Dubai, Abu Dhabi, Doha e Kuwait City. Somente a loja do Madison Square Park, em dias movimentados, chega a vender mais de 6.000 Shack Burger®, o nome dado pela rede ao seu mais famoso sanduíche, elaborado com ingredientes orgânicos e de primeira qualidade. 

Você sabia? 
O mais curioso da loja localizada no Madison Square Park é que ele oferece um cardápio específico para cachorros, que inclui biscoitos com manteiga de amendoim e creme de baunilha (chamado Pooch-ini®) e deliciosos biscoitos fresquinhos em forma de ossos. A justificativa para “os pratos caninos” é que muitos consumidores chegam ao local acompanhados de seus animais de estimação. Esse cardápio está disponível nas lojas da rede com um espaço ao ar livre. 
Em mais uma ousada jogada de marketing, a empresa instalou uma câmera em sua unidade localizada no Madison Square Park, para que os consumidores possam acompanhar o movimento e o tamanho da fila pela internet e decidam a melhor hora de ir saborear seus tradicionais hambúrgueres. 
A rede SHAKE SHACK faz apenas os chamados “burgers smash”, que são prensados direto na chapa, sem estarem previamente moldados. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), jornais (O Globo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 2/9/2019

7.9.12

FINI


Não é nenhum exagero afirmar que a marca FINI deixa o mundo mais divertido, feliz, colorido, e acima de tudo, muito mais doce. Afinal, dos avós aos netos, dos nerds aos engravatados, dos comportados aos descolados, as guloseimas da marca espanhola, reconhecidas por sabores e visuais inconfundíveis, adoçam a boca de milhões de pessoas de todas as idades e gerações. 

A história 
As origens da marca datam do ano de 1953 quando D. Manuel Sánchez Cano fundou na pequena e pacata cidade de Molina de Segura, localizada na região de Murcia na Espanha, uma modesta fábrica para a produção de gomas de mascar. Nos anos seguintes a empresa cresceu rapidamente e começou a estender sua linha de produtos ao fabricar outras guloseimas doces. Isto ganhou força em 1971 quando D. Manuel, então com mais de 40 anos, realizou seu antigo sonho de iniciar a produção de balas de gelatinas e marshmallows artesanais. Nascia assim a deliciosa e despretensiosa marca FINI. Utilizando ingredientes de alta qualidade, uma dose de criatividade, traduzida através de cores e formatos diferenciados dos doces, e sabores únicos, as guloseimas rapidamente conquistaram os consumidores espanhóis, especialmente as crianças, e nove anos mais tarde, em 1980, a empresa já possuía cinco centros de distribuição, espalhados por Espanha e Portugal, para levar suas delícias a outros consumidores do continente.


A partir dos anos de 1980, balas de gelatinas em formatos de dentaduras e minhocas, que se tornariam ícones da FINI, começaram a serem vendidos em muitos países do continente europeu e da América do Norte. Além disso, a FINI seguiu investindo em inovação ao ampliar sua linha de produtos com itens como balas com licores e balas duras, os tradicionais regaliz (uma espécie de bala de goma mastigável, azedinha e recoberta com açúcar em formatos de pequenos tubos e tijolos), novos chicletes (em formatos de melancias e ovos de dinossauro), além dos formatos divertidos de suas balas de gelatinas, como por exemplo, ursinho, bananinha, amora, estrela, letras do alfabeto, hambúrgueres, tubarão, bocas açucaradas, beijo e aros de morango. A marca também inovou ao criar embalagens diferenciadas, muitas das quais traziam um mix de seus maiores e mais deliciosos sucessos.


Somente em 1998 a deliciosas guloseimas da marca desembarcaram no Brasil, que pouco depois, em 2001, fixaria raízes definitivas ao inaugurar uma moderna fábrica na cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, com mais de 20 mil m². Em 2005 os chicletes da FINI entraram na linha de produção desta fábrica para abastecer o mercado brasileiro, e cuja novidade atendia pelo nome de KLÉT’S, uma linha de gomas de mascar sem açúcar. Um dos produtos de maior sucesso da marca é o chiclete salada de frutas, cuja embalagem traz os sabores melão, melancia, laranja e limão. Uma delícia de chiclete, na cor, cheirinho e formato de cada uma dessas frutinhas maravilhosas. Em 2010, o Regaliz entrou na produção da fábrica brasileira, como um produto exclusivo.


Nos últimos anos uma poderosa ferramenta de marketing da FINI são as guloseimas licenciadas com personagens famosos, especialmente de filmes animados como Minions, Hello Kitty, Ben 10 e da Disney, que fazem um tremendo sucesso entre a criançada. Além disso, a marca apostou na parceria com grandes empresas para apresentar seus produtos ao maior número de consumidores possíveis, como por exemplo, em 2012, quando as balas de gelatina em edição customizadas (em formatos de “Aviõezinhos”) foram distribuídas para os passageiros da Companhia Aérea Azul.


Ainda em 2012 a FINI anunciou um ousado plano para o mercado brasileiro: o lançamento de franquias. Presente nos pontos de venda há mais de 10 anos, a marca ganhou lojas sob o conceito “Fábrica de Cor e Sabor”. As lojas foram projetadas de forma que o cliente sinta-se convidado a imergir em um universo paralelo. Os pontos de venda, além da exposição e comercialização da linha de produtos da marca, convidam o consumidor a ter uma experiência única e fazer parte da linha de produção da fábrica, com botões e engrenagens, repleta de sabores a serem descobertos, através do sistema self-service. O sistema de vendas à granel proporciona uma compra totalmente personalizada, possibilitando que o consumidor escolha os itens preferidos e faça um mix a seu gosto. Para ilustrar a experiência da marca, as lojas seguem um padrão de projeto cenográfico totalmente lúdico, com um ponto de venda convidativo, interativo e contemporâneo, com opções reduzidas como um quiosque ou até uma ampla loja de 40 m². Esta ação é a definição de Brand Entertainment, onde a marca de maneira irreverente e divertida se apresenta para o público em um ambiente absolutamente positivo de consumo. Além disso, para deixar a diversão ainda mais doce, a marca investiu na inauguração de suas lojas dentro de parques temáticos como Hopi Hari, Beach Park, Wet’n Wild e mais recentemente Beto Carrero World. Atualmente existem aproximadamente 65 lojas da marca, instaladas em shopping centers, parques de diversão, aeroportos e rodoviárias.


Mais recentemente a marca espanhola ingressou em um novo segmento de mercado com o lançamento de uma linha de produtos voltados ao bem-estar, para vendas em farmácias. Batizada de Fini Natural Sweets a linha é composta por balas diets (desenvolvidas especialmente para atender pessoas que possuem restrição ao açúcar em sua alimentação), balas com colágeno (uma das proteínas mais abundantes no organismo e importante para a saúde da pele), balas com fibras (ajuda no bom funcionamento do intestino), balas de menta (que refresca o hálito e a garganta), balas com vitamina C (a maneira mais prática e saborosa de consumir sua dose diária deste nutriente, além do divertido formato de gominhos), balas de mel e limão (em formato de favo de mel, com aromas naturais de mel, limão, própolis e gengibre) e balas com cálcio e vitamina D (a maneira mais prática e saborosa de consumir a dose diária destes nutrientes com sabores de iogurte sortidos).


O porta-voz 
Um confeiteiro inteligente, bem-humorado, culto e criativo que nasceu para aproximar o consumidor de uma forma leve e divertida, que não fosse um tradicional SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), mas que funcionasse como tal. Esse é Mr. Fini, o porta-voz oficial da marca espanhola que tem a cara de seu público: um jovem que estudou gastronomia e se especializou em patisserie e confeitaria nas melhores escolas da França. Como o host da FINI, ele também é o porta-voz do blog, onde sempre divide dicas de decoração para festas, receitas, novidades do MUNDO FINI e de todo o universo que interessa aos seus seguidores.


Os slogans 
It’s Fun, It’s Fini. 
Abriu, sorriu. (2017) 
Combina com você.


Dados corporativos 
● Origem: Espanha 
● Lançamento: 1971 
● Criador: D. Manuel Sánchez Cano 
● Sede mundial: Molina de Segura, Murcia, Espanha 
● Proprietário da marca: Fini Golosinas España SLU 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Antonio Andrés Sánchez Bernal 
● Faturamento: €200 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 90 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.500 
● Segmento: Doces 
● Principais produtos: Balas, chicletes, marshmallows e pirulitos 
● Concorrentes diretos: Arcor, Haribo, Chupa Chups, Perfetti van Melle, Wrigley e Jelly Belly 
● Ícones: O confeiteiro Mr. Fini 
● Slogan: Abriu, sorriu. 
● Website: www.finibr.com 

A marca no mundo 
Com sede na Espanha e presente em mais de 90 países ao redor do mundo a FINI é produtora de mais de 60.000 toneladas anuais de delícias açucaradas. Consolidada como uma das principais produtoras de guloseimas da Europa, sua origem artesanal de mais de quatro décadas transformou-se em um império adocicado com faturamento anual superior a €200 milhões e uma vasta linha composta por mais de mil itens. Aproximadamente 75% de sua produção é comercializada no mercado exterior. Já no mercado brasileiro a FINI é líder deste segmento. As balas de gelatina respondem por 60% de seu faturamento, seguido pelas linhas de marshmallows (20%), chicletes (5%) e o regaliz (15%), uma guloseima exclusiva da marca. A marca tem penetração de 90% no mercado espanhol, que representa pouco menos da metade de seu faturamento anual. 

Você sabia? 
As balas de gelatina e marshmallows da marca espanhola são feitas com gelatina natural, um complemento alimentar gostoso, nutritivo e saudável, que ajuda no crescimento, fortalece os ossos e não tem gordura. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 13/6/2018

3.9.12

CHAMEX


Quando o assunto é papel, quase todo mundo pensa primeiro em CHAMEX, o papel ideal para quem quer se organizar, desenhar, rabiscar e dar vida a todas as suas ideias. Sempre que precisar, é melhor pôr no CHAMEX. Afinal, a marca acompanha há quase cinco décadas a vida de milhões de brasileiros, quer seja no trabalho, na escola ou simplesmente na hora de aprender a escrever ou desenhar. 

A história 
Tudo começou no ano de 1970 quando a subsidiária americana da empresa de celulose Champion, instalada no país desde fevereiro de 1960, lançou uma grande novidade no mercado brasileiro: Cham-Ex, o primeiro papel cortado do mercado nacional. O nome do produto, escrito na época com hífen, unia as quatro primeiras letras da empresa e as duas primeiras da palavra “expediente”, reforçando a ideia de que se tratava de um produto a ser utilizado no cotidiano do escritório. Ele era vendido em pacotes de 500 folhas, envoltas em papel kraft pardo, com a marca Champion/Cham-Ex impressa em diagonal. Em 1972, a marca transformou-se em uma linha completa de papéis. Diferenciados pela embalagem, cada produto possuía um uso específico indicado por número: 100 (80 g/m²) para ser utilizado em duplicador à tinta; 200 para mini-offset e serviços gerais de escritório; 300 para mimeógrafo a álcool; 400 para uso em copiadoras a toner (em pó) do tipo xerox; 500 considerado um papel mais nobre e que tinha marca d’água; e 600 para ser utilizado em cópias reprográficas a toner líquido.


O papel passou a se chamar CHAMEX, sem o hífen, somente em 1993. Essa decisão tornou o nome da marca mais sonoro e atrativo graficamente. Os rótulos dos produtos mantiveram as cores que diferenciavam as categorias, mas passaram por uma grande mudança gráfica. As embalagens se tornaram mais modernas e as informações sobre as suas características, muito mais claras e fáceis de ler. Em 1998, as embalagens da marca foram modificadas mais uma vez. Os números (de 100 a 600) foram substituídos pela finalidade a qual se destinavam, mas as cores características de cada produto foram mantidas. Em junho de 2000 a Champion mudou sua razão social para International Paper do Brasil, após ser adquirida pelo gigante americano do segmento. Neste mesmo ano foi introduzido no mercado o papel CHAMEX ALCALINO.


Ainda com o objetivo de manter um papel para cada tipo de uso, em 2005 foram lançados os novos nomes da linha de produtos CHAMEX: Office, indicado para a rotina do escritório, pois sua superfície resistente, seu corte perfeito e sua equilibrada absorção, permitem melhor deslizamento do papel na impressora evitando assim desperdício de tinta; Multi, para ser usado diariamente em todo tipo de atividade, como escrever, imprimir e reproduzir; Super, mais encorpado e resistente, é ideal para apresentações profissionais que exigem alta qualidade; Eco, produzido totalmente com fibras renováveis e recicladas, o que assegura aspecto visual diferenciado e excelentes resultados de impressão; e Colors, disponível em 5 cores diferentes (amarelo, azul, marfim, rosa e verde), é ideal para impressões que exijam organização, destaque e rápida visualização.


Em 2009, a marca lançou no mercado o papel CHAMEX SUPER A3 (297 × 420 mm), com foco nos profissionais que trabalham com projetos de arquitetura, engenharia, design, moda, propaganda e marketing. Pouco depois, em 2011, a linha de produtos da marca apresentou novas embalagens, que traziam informações sobre sustentabilidade do papel de maneira clara e agradável, além do processo “abre fácil” com um novo sistema, chamado de Microdots, que consiste em micropontos de ar que auxiliam o processo de selagem da embalagem, facilitando a abertura da resma de papel. Além disso, as novas embalagens (Multi e Office) traziam o selo “99.99% livre de atolamento do papel” - resultado de testes realizados nos laboratórios da IP no Brasil e nos Estados Unidos, que reafirmavam o alto desempenho tanto em impressoras de alto volume quanto em impressoras de uso doméstico.


Em 2013, como uma iniciativa para reforçar o posicionamento da marca no qual tecnologia e papel se complementam, foi lançado um aplicativo para celulares e tablets para ajudar na organização das atividades do dia a dia, que oferecia agenda, alarme, bloco de notas, lista de desejos e tarefas. Mais recentemente, em 2017, a marca lançou no mercado a edição limitada de papéis lembrete CHAMEX NOTES. O novo produto foi pensado no hábito de anotar as coisas mais importantes e que o consumidor tenha sempre à mão um papel de alta qualidade, que se adéqua – em funcionalidade, tamanho e qualidade, às necessidades de sua rotina. As pequenas resmas de papel branco possuem 300 folhas no formato 80 mm x 115 mm e, a exemplo de toda a linha de papéis da companhia, é produzido a partir de cultivo de eucalipto 100% certificado. Seja para desenhar com os filhos, imprimir um documento, escrever ideias inspiradoras ou simplesmente anotar a lista do supermercado, CHAMEX está ao lado de milhões de pessoas para ajudar com momentos importantes em suas vidas.


Divertindo a criançada 
O Chamequinho (simpático diminutivo de CHAMEX), marca do papel sulfite branco e em cores (amarela, marfim, azul, rosa e verde) muito usado por estudantes, foi lançado no mercado em 1979. Inicialmente era comercializado em embalagem de kraft pardo, com 500 folhas. Como as escolas solicitavam quantidades menores, foi criado em 1984 o Chamequinho com 100 folhas. Na divulgação do popular papel a animada mascote e a “Pasta do Professor” tornaram-se uma tradição.


Ao longo dos anos, o personagem chamequinho foi evoluindo visualmente (em 2011 ganhou formas mais arredondadas, como pode ser visto na imagem abaixo), sempre acompanhando de slogans divertidos como “Estudando, brincando e crescendo com você” e “É mais divertido com ele”. Hoje em dia essa linha de produtos é ideal para atividades do dia a dia em casa ou na escola, sempre presente no aprendizado e na diversão das crianças brasileiras, oferecendo pacotes de 100 folhas no formato A4 e em seis cores (branca, amarela, marfim, azul, rosa e verde), além do reciclado.


Uma campanha brilhante 
Em 2013, com o intuito de resgatar o carinho, o charme e a emoção das cartas escritas à mão, a marca lançou uma ação interativa de marketing: no hotsite os internautas tinham a oportunidade de escrever uma carta que seria transcrita à mão por um calígrafo e, posteriormente, postada aos destinatários por meio dos correios. Inicialmente a ação tinha o limite disponível de 10 mil cartas, número atingido pouco mais de dois meses após o lançamento. A iniciativa batizada de Sua carta no Chamex fez tanto sucesso que ganhou outras edições nos anos seguintes.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos, adquirindo uma grafia mais moderna e atraente.


O logotipo do Chamequinho também passou por atualizações no decorrer dos anos.


Os slogans 
É melhor pôr no Chamex. (2013) 
Expresse o seu melhor com Chamex. (2011) 
Especialista em papel. (2007) 
Mais arte em sua vida. (2000)


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1970 
● Criador: Champion Papel e Celulose 
● Sede mundial: Mogi Guaçu, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: International Paper do Brasil Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Mark Sutton 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 63 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Papelaria 
● Principais produtos: Papéis 
● Concorrentes diretos: Report, Copimax, Ripax, Canson, Xerox e HP 
● Ícones: Chamequinho 
● Slogan: É melhor pôr no Chamex. 
● Website: www.chamex.com.br 

A marca no mundo 
CHAMEX, a marca líder no mercado brasileiro com 33% de participação, também exporta sua completa linha de papéis para mais de 60 países ao redor do mundo, sendo que na América Latina está presente em aproximadamente 85% dos países. Os papéis (disponíveis em gramaturas de 75 e 90 gramas, e tamanhos diversos, indo desde e tamanhos A4, Carta, Ofício 2, Ofício 9 e A3) são produzidos em três unidades fabris da empresa aqui no Brasil, com capacidade de fabricar mais de 1 milhão de toneladas de papel ao ano. Além disso, CHAMEX é vendido em mais de 10 mil pontos de venda, somente no Brasil. 

Você sabia? 
A linha de papéis CHAMEX é totalmente produzida a partir de florestas 100% plantadas e renováveis, certificadas pelo Cerflor (Sistema Brasileiro de Certificação Florestal), gerenciado pelo Inmetro e reconhecido internacionalmente pelo PEFC (Programme for the Endorsement of Forest Certification). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 16/3/2018

27.8.12

DC SHOES


Nada melhor do que calçar durante as manobras o tênis de uma marca preocupada com o desempenho dos skatistas. A história da DC SHOES é essencialmente a história dos tênis modernos de skate. Praticamente onipresente com suas iniciais estampadas em calçados e bonés em pistas e competições de skate a marca americana se tornou uma potência no segmento de esportes radicais oferecendo produtos com alto nível de inovação e tecnologia para aumentar o desempenho dos atletas, quer seja profissional ou amador.

A história
A história começou em 1989 com uma série de acasos. Nesse ano, Ken Block, então com 22 anos de idade, abandonou a carreira de arquiteto para tornar-se um snowboarder e começou a produzir uma linha de camisetas serigrafadas. Pouco tempo depois, em 1991, ele se juntou ao amigo Damon Way, um skatista que tinha sofrido um grave traumatismo craniano que abalou seu sonho de se profissionalizar. Ambos iniciaram uma conceituada marca de roupas chamada Eightball Clothing, que se tornou popular nas lojas de skate. Após contratar o pai de um amigo, Blehm Clay, para ajudar a expandir a empresa, no ano seguinte, o enorme sucesso levou a criação de uma linha de jeans com a marca Droors Clothing. O surgimento da marca Droors Clothing Shoes em 1993 foi o resultado do pensamento desses dois jovens de que os skatistas, assim como outros esportistas, também precisavam de calçados específicos, para que a prática se tornasse mais confortável e o desempenho fosse melhorado, proporcionando assim que os atletas competissem em alto nível.


O primeiro lote dos novos tênis foi fabricado pela conceituada Vans, mas o acabamento ruim não agradou aos donos da empresa, e muito menos aos skatistas. Em vista disso a marca foi renomeada como DC SHOES e seus tênis (inicialmente dois modelos diferentes) passaram a serem fabricados pela empresa francesa Etnies. Em 1994 a marca inovou ao introduzir os protetores de cadarço, conhecidos como Lace Loops. Isto foi um pequeno passo para os tênis em geral, mas um grande salto para os calçados direcionados para a prática do skate, evitando assim acidentes. A partir de então a DC SHOES continuou desenvolvendo todos seus produtos focados na inovação tecnológica e estilo, sempre visando o máximo desempenho dos atletas. Um dos fatores fundamentais para o enorme sucesso inicial dos calçados e consolidação da marca no mercado foi o endosso da dupla de skatistas profissionais Colin McKay e Danny Way (irmão mais novo de Damon e criador da Mega Rampa).


O resultado de todas essas ações pode ser sentido em 1996, quando a empresa, então com 50 funcionários e patrocinando oito atletas profissionais, faturou US$ 21 milhões. Nos anos seguintes, a DC começou a lançar produtos específicos, especialmente calçados, para outros esportes de ação, como por exemplo, snowboard, surfe, BMX e até automobilismo. Além disso, montou equipes de renome mundial em diversos esportes radicais. Com isso, os atletas patrocinados elevaram o nome da marca desenvolvendo, testando e assinando produtos em conjunto com a DC, dando assim um grande apoio aos esforços promocionais da empresa. No ano de 1999, após lançar sua primeira campanha publicitária na televisão, a DC SHOES adicionou a sua linha de produtos os calçados infantis.


Já no início do novo milênio, os calçados da DC SHOES eram vendidos em lojas especializadas e multimarcas em muitos países do mundo. Depois da produção de mais de 2 milhões de pares de tênis em 2001, a marca se tornou tão importante no cenário dos skatistas que, no ano seguinte, toda a sua história virou um livro, Agents of Change – The story of DC Shoes and its athletes, escrito pelo jornalista Eric Blehm. Com a expansão da marca, foram desenvolvidos outros projetos como o Artist Projects, Double Label Projects e Remix Series. Culturalmente estes projetos são tão relevantes quanto os modelos assinados pelos atletas profissionais, demonstrando uma forte influência dos artistas de rua e músicos. Com isso, músicos e artistas adotaram os produtos da marca em seus shows e apresentações, expondo a DC SHOES para todos os tipos de públicos, conquistando assim novos consumidores. Isso despertou, também, o interesse feminino pelos produtos da marca, o que levou ao lançamento de uma linha especificamente desenvolvida para mulheres.


O enorme sucesso diante de um público consumidor cada vez maior chamou a atenção da tradicional Quicksilver, que no dia 9 de março de 2004 acabou adquirindo a DC SHOES pela quantia de US$ 87 milhões. Em junho de 2007 a marca desembarcou oficialmente no Brasil para continuar fazendo o mesmo trabalho que realiza no mundo. Montou uma forte equipe de atletas formada por Alex Carolino, Filipe Ortiz e Carlos Iqui, três grandes nomes do skateboarding brasileiro, e aos poucos foi ganhando confiança para realizar um trabalho único e com um público especial para o cenário do skate mundial. A inovação continua sendo o foco principal da empresa, como no modelo de tênis DC SHOES PURE, que traz a tecnologia de solado Dynamic Grip que faz cada parte do calçado ter uma dureza diferente para funções diversas. No bico, a borracha é mais mole para manobras de ollie e flip; no calcanhar, onde o desgaste é maior, é mais dura. A parte superior, em couro sintético e nobuck com parte interna acolchoada, proporciona um contato suave com a pele.


Como a inovação é prioridade para a DC foi criado um centro de pesquisa e desenvolvimento na neve, o Mountain Lab, localizado próximo à Park City em Utah. Nesse avançado laboratório os atletas de snowboard, designers e a equipe de produtos da marca trabalham juntos para manter a DC dentro de seu foco, desenvolvendo botas e roupas para a prática do esporte.


Um marketing alucinante
A DC SHOES sempre primou por suas ações de marketing ousadas e criativas. Em algumas delas o protagonista é o próprio Ken Block, um dos principais pilotos de rali do mundo desde 2005, fundador e chefão da DC SHOES, que adora desafiar o perigo para promover a grife de roupas e calçados. O primeiro projeto de sucesso foi lançado no mês de novembro de 2008 com o vídeo Ken Block Gymkhana Practice (clique aqui para assistir), onde o piloto mostra seus dotes de pilotagem numa base aérea na Califórnia. O enorme sucesso do primeiro vídeo (visto por mais de 13 milhões de internautas) levou ao lançamento no dia 1 de junho de 2009 do Gymkhana Two, onde Ken Block exibe uma demonstração de perícia e total habilidade no drift, uma técnica de direção de veículos com tração traseira que consiste em deslizar nas curvas escapando a traseira.


Recursos não foram poupados para a produção deste alucinante vídeo promocional. A locação foi o porto de Los Angeles, com filmagens que duraram 4 dias, envolvendo dezenas de profissionais para captar todo o trajeto de Ken Block feito a bordo de um Subaru Impreza WRX STi 2009, devidamente preparado e tunado pela empresa Crawford Performance para alcançar os 570 cavalos de potência e andar de lado, fazendo drift, da maneira mais natural possível. Os mais de 5 minutos de performance são absolutamente estonteantes, com derrapagens controladas de encher os olhos de quem aprecia uma pilotagem técnica e agressiva, “finas” da largura de um fio de cabelo e efeitos especiais hollywoodianos. Confira o vídeo clicando no ícone abaixo.

 

Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1993
● Fundador: Ken Block e Damon Way
● Sede mundial: Huntington Beach, Califórnia
● Proprietário da marca: Quiksilver Inc.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Presidente: Mike Warren
● Faturamento: US$ 500 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 80 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 250
● Segmento: Moda esportiva
● Principais produtos: Roupas e calçados para esportes radicais
● Concorrentes diretos: Vans, AirWalk, Element e Etnies
● Website: www.dcshoes.com

A marca no mundo
Hoje em dia a DC SHOES, que oferece uma enorme variedade de produtos para esportes de ação, incluindo vestuário (camisas, jeans, bonés e jaquetas) e calçados diversos, está presente em mais de 80 países ao redor do mundo através de lojas especializadas e multimarcas.

Você sabia?
As iniciais DC, apesar de bem sugestivo, não derivam de Danny (Way) e Colin (McKay), os primeiros skatistas profissionais a endossarem a marca.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 27/8/2012

22.8.12

BRINQUEDOS BANDEIRANTE


Há mais de 60 anos a BRINQUEDOS BANDEIRANTE vem transformando em realidade o sonho de milhares de crianças e contribuindo para uma infância saudável e inesquecível. A emoção dos primeiros passos, a liberdade das primeiras pedaladas, a concentração, o equilíbrio, a imaginação para criar e montar. Quando um brinquedo BANDEIRANTE passa a fazer parte da vida de uma criança, ela ganha muito mais do que bons momentos de diversão. Ganha um crescimento sadio, liberdade, movimento e criatividade.

A história
Tudo começou exatamente no dia 24 de junho de 1952 quando os senhores Manuel Francisco de Almeida, Pedro Pucci e Cyro de Souza Nogueira fundaram a BRINQUEDOS BANDEIRANTE, que iniciou suas atividades com a produção de bolas, patins, triciclos, carros a pedal, carrinhos de bebê e parquinhos infantis. O nome da nova empresa foi uma homenagem à história de um movimento de homens que mudou o rumo da história do país: Bandeirante, aventureiros que se embreavam nas matas atrás de índios e ouro. Após três meses, passou a ocupar um prédio de 4.800 m² na Rua Cuiabá, no tradicional bairro paulistano da Mooca, e gradativamente concentrou sua produção em brinquedos que proporcionassem velocidade e movimento.


No final dos anos 50 e início dos 60, apresentou altos índices de crescimento, sabendo aproveitar o salto da taxa de natalidade observada nesse período e os novos hábitos de uma população urbana crescente. Nesse período, já orientada para a qualidade e resistência de seus produtos, adotou o slogan “Tão fortes que passam de irmão para irmão”. Nos anos 70, iniciou suas exportações de forma maciça, competindo em igualdade de condições no exterior com indústrias tradicionais de brinquedos, como a japonesa, a americana, a espanhola e a italiana. Era o início do uso do plástico como componente principal dos brinquedos, e a BANDEIRANTE foi uma das pioneiras nessa tecnologia. Já com a consolidação dos brinquedos predominantemente de plástico, a empresa lançou grandes sucessos como o triciclo América, Jet Ban, Gatão, Banderetta e Tico-Tico Europa – este último produzido totalmente em plástico e, atualmente, na quarta geração, com mais de quatro milhões de unidades produzidas.


Nos anos 80, a chamada “década perdida”, mesmo com a economia brasileira estagnada, a empresa diversificou sua linha de produtos com a produção de brinquedos menores, em miniatura – como carrinhos de fricção e cozinha infantil –, e manteve bom desempenho. Foi nesta década que a empresa iniciou os primeiros programas de licenciamento e o desenvolvimento de novos conceitos de produtos como a primeira versão de um triciclo de passeio. Lançou também a Baby Moto movida à pilha, primeira moto elétrica fabricada no Brasil.


A partir de 1990, com a abertura do mercado para produtos estrangeiros, a invasão de brinquedos orientais fez todo o setor entrar em colapso. A BANDEIRANTE foi uma das poucas exceções e conseguiu superar essa dificuldade investindo no desenvolvimento interno de produtos, com especial atenção ao design, às formas de produção e a intensificação de novos projetos com mais tecnologia, como o primeiro carro elétrico movido por bateria recarregável. Ao contrário da maioria de seus concorrentes, a empresa manteve sua fábrica no Brasil e não se associou a nenhuma empresa multinacional.


Já neste século, a empresa se consolidou como a maior inovadora em brinquedos sobre rodas e, para confirmar isso, basta reparar nos parques e nas ruas das cidades para ver como as crianças se divertem com patinetes, bicicletas e até modernos veículos elétricos da marca. Atualmente a empresa oferece brinquedos cada vez mais atrativos, confortáveis e seguros. Além de divertidos, sempre com o benefício de estimular a coordenação motora, a lateralidade, e contribuir para as crianças se movimentarem.


A linha do tempo
1952
Lançamento do REMA REMA, um triciclo construído com tubos de ferro roliços e chapas de ferro, que possuía assento de madeira, rodas de chapa e pneus de borracha.
Lançamento do AUTO RÁDIO PATRULHA, construído inteiramente de chapa nº 20, com assento e encosto estofados, farol e buzina elétricos, pneu 1/2 balão maciço, além de cores modernas e atraentes.
Lançamento do TICO TICO POPULAR, de ferro chato, com assento e encosto de madeira e pneus de borracha de 1".
1953
Lançamento do TRICICLO BALILA, fabricado em 4 tamanhos diferentes, para crianças de 2 a 7 anos, que continha selim de metal regulável e pneus de borracha inteiriça de 1".
1955
Lançamento do TRICICLO 2 IRMÃOS, que tinha lugar para levar uma pessoa na garupa.
1957
Lançamento do AUTO BARATA AMERICAR LUXO, construído inteiramente em chapa de ferro, sem soldas ou emendas. Possuía rodas de chapa de ferro com pneus de borracha inteiriça 1/2 balão, assento estofado, sendo oferecido na cor vermelha.
1959
Lançamento do CARRINHO REGENTE, um carrinho para passeios confortável, seguro, prático e robusto, com amplo porta-pacotes, ideal também para quando o bebê estava começando a aprender a andar.
Lançamento do CARRINHO PRINCESA, um carrinho de passeio com rodas com buchas de náilon, lavável, silencioso e inquebrável, cuja Capota era reversível. O carrinho ainda era ajustável em qualquer posição (sentar ou deitar) e possuía amplo espaço para guardar fraldas e sacolas.
1961
Lançamento do VELOCÍPEDE APOLO, que possuía um novo e arrojado tipo de guidão, pneus fixa branca, selim com protetor para conforto e segurança, revestido em plástico.
1962
Lançamento do CANDANGO BANDEIRANTE, um trator ao alcance de todas as crianças.
1963
Lançamento do BANCICLE, um moderno e atraente velocípede entregador extremamente forte e resistente, que suportava vários quilos de carga.
1964
Lançamento do JEEP BANDEIRANTE, especialmente construído para suportar os maus tratos de qualquer brincadeira.
Lançamento do BAN KART, que possuía assento com ampla regulagem, para crianças de 3 a 14 anos, tração mais rápida, corrente semi-embutida e protetores especiais contra batidas em todas as rodas.
1965
Lançamento do MUSTANG, o mais luxuoso carro para gente pequena.
1967
Lançamento da FERRARI, pela primeira vez um legítimo carro de corrida ao alcance das crianças.
1969
Lançamento da ESCAVADEIRA BANDEIRANTE, criando assim um convívio com a emocionante imagem de uma moderna máquina de escavação.
1970
Lançamento do JIPE POLÍCIA RODOVIÁRIA, um veículo sensacional para o pequeno policial. Com a mesma pintura dos famosos carros da Polícia Rodoviária, ele possuía sirene de alarme, farol, buzina e até pisca-pisca.
Lançamento da BICICLETA ESPORTIVA, que possuía aro 14" com pneus macios.
1972
Lançamento do BIG BAN, um veículo com estrutura de aço, que proporcionava maior resistência e durabilidade, além de assento regulável em 4 distâncias.
1973
Lançamento do BAN BOLÃO, que possuía garfo-guidão em tubos cromados, com farol decorativo. A grande inovação era que o veículo reproduzia o som de um motor quando em movimento.
1974
Lançamento do CAVALO DE AÇO, uma verdadeira inovação em matéria de brinquedos. O velocípede com plástico nos lugares certos, assento-encosto anatômico, antichoque, regulável e superconfortável, proporcionava o máximo de segurança e estabilidade à criança.
1975
Lançamento do BUGGY, veículo moldado em plástico ABS ultrarresistente.
Lançamento da JOANINHA, um veículo nas cores e formato do simpático inseto. Uma criação colorida em cada detalhe de desenho e cor.
Lançamento da BICICLETA GRAN TURISMO, que possuía um novo desenho de quadro, em tubos de aço esmaltados a fogo e linhas extremamente modernas. A concepção do garfo era inovadora: conjugado com o guidão cromado em estilo atual. Tinha ainda selim anatômico e regulável.
1976
Lançamento do JET BAN, um triciclo em tamanho grande com detalhe de estepe e rodas tala larga tipo lameiro.
1979
Lançamento do TICO TICO EUROPA, um dos veículos de maior na história da empresa. Atualizado em 1986 e 2002, o ícone da BANDEIRANTE ainda está disponível para venda com design desenvolvido em 2009.
1997
Lançamento da MOTO POLÍCIA ELÉTRICA, primeira moto movida a bateria recarregável.
2011
Lançamento do RELÂMPAGO McQUEEN, carro disponível nas versões pedal e elétrico. Possui buzina, rodas lisas e assento anatômico. Indicado para estimular a percepção de movimentos e despertar a coordenação motora da criança.
2012
Lançamento do UNO PASSEIO (desenvolvido para a criança pedalar, conta também com a função auxiliar passeio, com haste para o adulto empurrar, além de cinto com três pontos, volante com buzina eletrônica e porta objetos traseiro) e do UNO ELÉTRICO (permite que pais e filhos brinquem juntos, pois o veículo pode ser pilotado pela própria criança ou conduzido por meio de controle remoto, além de estimular a interatividade através de um painel com chave eletrônica que emite som de ignição, câmbio com duas marchas e volante com buzina eletrônica), réplicas fiéis do automóvel produzido pela FIAT.


A evolução visual
Ao longo das décadas a identidade visual da marca passou por modificações radicais. A marca, que teve como primeiro logotipo um pequeno bandeirante com patins, mudou sua identidade visual pela primeira vez em 1957. Já uma década mais tarde, com sua linha de produtos mantendo o foco nos brinquedos sobre rodas surgiu o célebre logotipo do triciclo com as rodas representadas por três rostinhos, que passaria a identificar os brinquedos da marca. Após passar por uma remodelação em 1987, a última modificação aconteceu no início dos anos 2000: um triciclo estilizado sem os tradicionais rostinhos nas rodas.


Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 24 de junho de 1952
● Fundador: Manuel Francisco de Almeida, Pedro Pucci e Cyro de Souza Nogueira
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Brinquedos Bandeirante S.A.
● Capital aberto: Não
● Diretor de marketing: Alexandre Branco
● Faturamento: R$ 243 milhões (2011)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 10 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 1.200
● Segmento: Brinquedos
● Principais produtos: Triciclos, patinetes, bicicletas, carros a pedal, veículos elétricos e playground
● Concorrentes diretos: Estrela, Long Jump, Magic Toys e Caloi
● Ícones: O Tico-Tico Europa

A marca no mundo
Com produtos encontrados em mais de 10 mil lojas no Brasil, a BRINQUEDOS BANDEIRANTE oferece uma linha de produtos completa, composta por mais de 135 itens, entre os quais triciclos, patinetes, bicicletas, carros a pedal, veículos elétricos e playground, além de uma linha de bonecos colecionáveis de vinil. Sua unidade fabril possui aproximadamente 100 mil m² de área construída e emprega aproximadamente 1.200 colaboradores. Além disso, a empresa exporta seus produtos para países da América Latina e África.

Você sabia?
Aproximadamente 70% do faturamento da empresa é obtido entre o Dia das Crianças e o Natal.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 22/8/2012