2.10.12

Best Global Brands 2012

Este é o ranking de 2012 das 100 mais valiosas marcas do mundo criado pela renomada consultoria de marketing Interbrand (clique para ver mais detalhes), empresa que foi fundada na cidade de Londres em 1974. Os valores representam bilhões de dólares. Basta clicar no link de cada marca para acessar ao perfil exclusivo de cada uma preparado pelo Mundo das Marcas.

1. Coca-Cola (Estados Unidos) – US$ 77.839
2. Apple (Estados Unidos) – US$ 76.568
3. IBM (Estados Unidos) – US$ 75.532
4. Google (Estados Unidos) – US$ 69.726
5. Microsoft (Estados Unidos) – US$ 57.853
6. GE (Estados Unidos) – US$ 43.682
7. McDonald’s (Estados Unidos) – US$ 40.062
8. Intel (Estados Unidos) – US$ 39.385
9. Samsung (Coréia do Sul) - US$ 32.893
10. Toyota (Japão) – US$ 30.280
11. Mercedes-Benz (Alemanha) – US$ 30.097
12. BMW (Alemanha) – US$ 29.052
13. Disney (Estados Unidos) – US$ 27.438
14. Cisco Systems (Estados Unidos) – US$ 27.197
15. HP (Estados Unidos) – US$ 26.087
16. Gillette (Estados Unidos) – US$ 24.898
17. Louis Vuitton (França) – US$ 23.577
18. Oracle (Estados Unidos) – US$ 22.126
19. Nokia (Finlândia) – US$ 21.009
20. Amazon (Estados Unidos) – US$ 18.625
21. Honda (Japão) – US$ 17.280
22. Pepsi-Cola (Estados Unidos) – US$ 16.594
23. H&M (Suécia) – US$ 16.571
24. American Express (Estados Unidos) - US$ 15.702
25. SAP (Alemanha) - US$ 15.641
26. Nike (Estados Unidos) – US$ 15.126
27. UPS (Estados Unidos) - US$ 13.088
28. Ikea (Suécia) – US$ 12.808
29. Kellogg’s (Estados Unidos) – US$ 12.068
30. Canon (Japão) – US$ 12.029
31. Budweiser (Estados Unidos) - US$ 11.872
32. J.P. Morgan (Estados Unidos) – US$ 11.471
33. HSBC (Reino Unido) – US$ 11.7378
34. Pampers (Estados Unidos) – US$ 11.296
35. Nescafé (Suíça) - US$ 11.089
36. eBay (Estados Unidos) – US$ 10.947
37. Zara (Espanha) - US$ 9.488
38. Gucci (Itália) - US$ 9.446
39. Wolkswagen (Alemanha) - US$ 9.252
40. Sony (Japão) - US$ 9.111
41. Philips (Holanda) - US$ 9.066
42. L’Oréal (França) – US$ 8.821
43. Accenture (Estados Unidos) – US$ 8.745
44. Thomson Reuters (Canadá) – US$ 8.444
45. Ford (Estados Unidos) - US$ 7.958
46. Heinz (Estados Unidos) - US$ 7.772
47. Colgate (Estados Unidos) - US$ 7.643
48. Goldman Sachs (Estados Unidos) – US$ 7.599
49. Dell (Estados Unidos) – US$ 7.591
50. Citi (Estados Unidos) – US$ 7.570
51. Siemens (Alemanha) - US$ 7.534
52. Danone (França) - US$ 7.498
53. Hyundai (Coréia do Sul) – US$ 7.473
54. Morgan Stanley (Estados Unidos) - US$ 7.218
55. Audi (Alemanha) - US$ 7.196
56. Nintendo (Japão) – US$ 7.082
57. Nestlé (Suíça) - US$ 6.916
58. AXA (França) - US$ 6.748
59. Xerox (Estados Unidos) - US$ 6.714
60. Adidas (Alemanha) - US$ 6.699
61. Caterpillar (Estados Unidos) – US$ 6.306
62. Allianz (Alemanha) - US$ 6.184
63. Hermés (França) – US$ 6.182
64. KFC (Estados Unidos) – US$ 5.994
65. Panasonic (Japão) – US$ 5.765
66. Sprite (Estados Unidos) - US$ 5.709
67. MTV (Estados Unidos) – US$ 5.648
68. Cartier (França) – US$ 5.495
69. Facebook (Estados Unidos) - US$ 5.421
70. Tiffany & Co. (Estados Unidos) – US$ 5.159
71. Avon (Estados Unidos) - US$ 5.151
72. Porsche (Alemanha) - US$ 5.149
73. Nissan (Japão) - US$ 4.969
74. Visa (Estados Unidos) – US$ 4.944
75. Shell (Holanda) - US$ 4.788
76. Santander (Espanha) – US$ 4.771
77. 3M (Estados Unidos) – US$ 4.656
78. Adobe (Canadá) – US$ 4.557
79. Johnson & Johnson (Estados Unidos) – US$ 4.378
80. Kleenex (Estados Unidos) - US$ 4.360
81. Jack Daniel’s (Estados Unidos) - US$ 4.352
82. Burberry (Reino Unido) – US$ 4.342
83. Johnnie Walker (Reino Unido) – US$ 4.301
84. Prada (Itália) - US$ 4.271
85. John Deere (Estados Unidos) – US$ 4.221
86. Pizza Hut (Estados Unidos) – US$ 4.193
87. KIA (Coréia do Sul) - US$ 4.089
88. Starbucks (Estados Unidos) – US$ 4.062
89. Corona Extra (México) - US$ 4.061
90. Smirnoff (Reino Unido) – US$ 4.050
91. Ralph Lauren (Estados Unidos) – US$ 4.038
92. Heineken (Holanda) – US$ 3.939
93. Blackberry (Canadá) - US$ 3.922
94. Mastercard (Estados Unidos) – US$ 3.896
95. Credit Suisse (Suíça) – US$ 3.866
96. Harley-Davidson (Estados Unidos) - US$ 3.857
97. Yahoo! (Estados Unidos) – US$ 3.851
98. Moët & Chandon (França) – US$ 3.824
99. Ferrari (Itália) - US$ 3.770
100. GAP (Estados Unidos) - US$ 3.731

1.10.12

WRAPS


Pense em um lugar planejado para viver uma experiência única: comida extremamente saborosa, pessoas bonitas, música bacana, arquitetura que lembra os lofts nova-iorquinos e atendimento impecável. Pense que além de tudo isto, esta mesma comida leve irá trazer benefícios ao corpo e ao bem-estar, porque além de ser saborosa, é muito saudável e equilibrada. Essa é a descrição mais fiel da rede WRAPS, que oferece pratos preparados com ingredientes cuidadosamente selecionados, nenhum deles contendo frituras ou excesso de gordura. E tudo servido em um ambiente pra lá de aconchegante.

A história
A origem do wrap é a culinária árabe, mas sua popularização deu-se nos Estados Unidos, onde se derivou do tradicional burrito, prato típico mexicano. Mas lá é ofertado em versões muito calóricas e servido em guardanapo, não no prato. Foi então que o empreendedor Marcelo Ferraz, que trabalhava na cidade de Chicago como consultor para redes de restaurantes, resolveu importar essa ideia para o Brasil e adaptá-la para uma versão light e gourmet. A primeira ideia dele foi preparar em casa algumas receitas americanas do wrap, mas em versão com menos gordura. O resultado foi um sanduíche comum, sem apelo suficiente para conquistar o paladar dos consumidores. Foi então que ele percebeu que precisava da ajuda de um chef de cozinha.


Contratou então Carole Crema, que já havia elaborado o cardápio da rede de restaurantes America, era professora e dava consultoria para restaurantes. Com a ajuda dela, ele decidiu investir no que chamou de “wrap gourmet”, sanduíche com ingredientes de qualidade para ser degustado sem pressa no prato, com garfo e faca. No lugar do pão com maionese e salpicão, comum entre os americanos, decidiu utilizar finíssimos pães folha e ingredientes de primeira qualidade, como filé-mignon, peito de frango, shitake, camarão, mix de cogumelos, queijos variados, muitas folhas, vegetais, temperos e molhos. Com isso, os pratos passaram a serem saudáveis, com proteína, carboidrato e gordura combinados de forma balanceada. Porém, antes de inaugurar seu restaurante ele alugou a cozinha de uma escola de culinária e convidou 45 pessoas, entre amigos gourmets e familiares, para três sessões de degustação dos wraps. Assim, chegou aos 15 tipos que foram inicialmente colocados no cardápio.


A primeira unidade do WRAPS abriu suas portas no ano de 2003, localizada no Itaim, bairro da zona sul de São Paulo. O sucesso foi tamanho que, em poucos meses, uma segunda loja seria inaugurada no shopping Villa Lobos, também em São Paulo. Com clima descontraído, inicialmente o restaurante atraía um público mais jovem. Mulheres, principalmente. Nos anos seguintes, o WRAPS encorpou (abriu novas unidades), marcou presença com sua arquitetura inspirada nos lofts nova-iorquinos (toda em preto e vermelho) e ampliou o cardápio com várias opções de saladas, pratos grelhados, sopas (somente no inverno) e os tradicionais smoothies (frutas variadas batidas com iogurte ou sorbet de limão). Em 2005, a rede inventou mais uma novidade: o Wraps Bowl. Inspirados na tendência orientalista da culinária internacional, a rede criou pratos diferentes servidos em modernos bowls: sobre uma base de couscous marroquino ou arroz com granola salgada, são colocadas receitas elaboradas com carne, frango, camarão ou veggie, tudo grelhado com vegetais.


No segundo semestre de 2009, a rede inaugurou sua primeira unidade carioca, iniciando assim, de forma tímida, sua expansão para outro estado. Uma das mais recentes novidades da rede é a inclusão em seu cardápio de 6 receitas de hambúrgueres preparados no bagel (pães macios em formato de anel bastante populares em Nova York, principalmente entre a colônia judaica). A carne usada foi desenvolvida pela Wessel especialmente para o restaurante (mais magra que a tradicional), e vem acompanhada por molhos artesanais, saladinha e porção de batatas bolinha assadas com ervas finas. Outro exemplo de alimentação saudável é seu cardápio infantil, que mostra ser possível agradar ao paladar da garotada sem apelar para as frituras. Acompanha os pedidos uma revista contendo informações sobre alimentação e jogos.


Apesar do sucesso e da consolidação da rede no mercado, no começo desta empreitada, nem tudo foi fácil. Apenas sete dos sabores criados no início do restaurante permanecem no cardápio. Um dos que não agradaram foi o Wrap Thai, que combinava frango com molho de coco adocicado. O mesmo aconteceu com o Wrap de pastrami, um sucesso em Nova York. Outro grande desafio da rede foi implantar no país o conceito do wrap, além do modelo saudável, que nem sempre é sinônimo de comida gostosa.


A evolução visual
A identidade visual da marca passou por pequenas alterações (em relação a coloração) ao longo dos anos.


Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 2003
● Fundador: Marcelo Ferraz
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: International Meal Company Holdings S.A.
● Capital aberto: Não
● CEO: Francisco Javier Gavilan Martin
● Faturamento: R$ 28 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 8
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários: 210
● Segmento: Restaurantes casuais 
● Principais produtos: Wraps, saladas, smoothies e sobremesas
● Concorrentes diretos: Seletti e Salada Creations
● Ícones: Os Wraps
● Slogan: É mais que gostoso, é Wraps.
● Website: www.wraps.com.br

A marca no Brasil
Hoje em dia a maior rede de comida saudável do país possui 8 lojas, 7 em São Paulo e 1 no Rio de Janeiro, situadas em shoppings. Em média, cada unidade da rede fatura aproximadamente R$ 2.5 milhões por ano. A rede vende mais de 80.000 wraps por mês.

Você sabia?
O WRAPS tem um tíquete médio de R$ 40 por cliente e investe no conceito de refeição em restaurante, e não refeição rápida em lanchonete.
Entre os 18 tipos de wraps do cardápio da rede, o mais vendido é o Mineirinho: leva cubos de filé-mignon, mussarela light, tomate pelado e folhas de rúcula.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 1/10/2012

25.9.12

BOOTS


A BOOTS alcançou o posto de maior rede de drogarias do Reino Unido e se transformou em um grande centro de compras, onde o consumidor pode encontrar quase tudo. Apesar de possuir vastas opções de medicamentos e cosméticos em suas prateleiras, a rede é uma das maiores vendedoras de sanduíches da Inglaterra. Afinal, cada vez mais o consumidor vê uma drogaria como centro de conveniência e a marca inglesa soube muito bem aproveitar essa nova visão, aliando a isso serviços diferenciados e um atendimento de alta qualidade. 

A história 
Tudo começou exatamente no dia 18 de abril de 1849 quando o trabalhador rural John Boot abriu uma pequena e farmácia em Goose Gate na cidade inglesa de Nottingham, onde ele preparava medicamentos feitos com ervas naturais (os conhecidos fitoterápicos). Rapidamente seu negócio se tornou popular na cidade, especialmente pelas péssimas condições de trabalho das indústrias têxteis locais, que não ofereciam tratamento médico aos funcionários, que recorriam aos medicamentos de John. Com sua morte em 1860, a viúva, Mary, com a ajuda de seu filho, Jesse, continuou administrando a pequena farmácia. Em 1877, Jesse assumiu definitivamente o comando dos negócios, e rapidamente mostrou seu espírito empreendedor ao expandir a linha de produtos com medicamentos tradicionais e itens de bem-estar e higiene pessoal. Além disso, ele implantou uma agressiva campanha de marketing, cujo slogan era “Health for a Shilling”, vendendo seus produtos a um preço bem popular e abaixo da concorrência. Com isso os lucros aumentaram muito, novas lojas foram inauguradas na cidade e, em 1884, a rede abria suas primeiras unidades fora de Nottingham, em Lincoln e Sheffield. Foi também neste ano que a empresa contratou seu primeiro farmacêutico qualificado, fazendo com que a rede ganhasse reputação e confiabilidade diante dos consumidores.


Pouco depois, em 1888, a empresa foi rebatizada como Boots Pure Drug Company. A ambição de Jesse em transformar a BOOTS em um gigante do varejo britânico ficou cada vez mais evidente nos anos seguintes. A rede cresceu rapidamente: se em 1890 eram apenas 10 lojas, em 1914 a rede já possuía mais de 550 unidades em funcionamento na Inglaterra, Escócia e País de Gales. Ainda nesse ano a empresa inaugurou o primeiro laboratório exclusivamente dedicado aos cuidados da pele e ao desenvolvimento de cosméticos. Além disso, a linha de produtos acompanhou a expansão física da rede, que também passou a comercializar itens de papelaria, objetos em prata, porta-retratos, assim como a instalação, em suas maiores lojas, de serviços diferenciados, como, por exemplo, cafés e pequenas livrarias. Após a Primeira Guerra Mundial, Jesse resolveu se aposentar e vendeu a BOOTS para a empresa United Drug Company of America. Sob comando americano a rede BOOTS continuou crescendo nos próximos 13 anos, inaugurando sua milésima loja em 1933.


Porém, com a deterioração da economia americana, a BOOTS foi novamente vendida para um grupo de investidores britânicos, liderados pelo neto do fundador da empresa, também chamado John. De volta ao controle familiar, a BOOTS começou sua expansão internacional em 1936 com a inauguração de lojas na Nova Zelândia, além de iniciar o lançamento de marcas próprias, como a linha de cosméticos e maquiagens No 7 (introduzida um ano antes), que se tornaria extremamente popular (hoje em dia, uma em cada três mulheres britânicas tem ao menos um produto dessa linha em sua bolsinha de maquiagem); e a linha de produtos solares SOLTAN (1939). Convencido de que a rede precisava oferecer serviços e atendimentos excepcionais, ele implantou iniciativas como as lojas com funcionamento 24 horas para melhor atender aos clientes. Após a Segunda Guerra Mundial, período no qual chegou a produzir penicilina para o governo, a empresa voltou a crescer e continuou introduzindo inovações em suas lojas, como o conceito self-service (o tradicional “sirva-se você mesmo”), adotado primeiramente em 1951 em uma unidade da rede localizada em Londres. Nos anos de 1960 a empresa teve um papel fundamental no desenvolvimento do ibuprofen (1969), utilizado em todo o mundo para tratar dores de cabeça, criando em 1983 a marca de analgésicos Nurofen, hoje de propriedade da Reckitt Benckiser.


Os anos de 1980 foram marcados por grandes novidades, como por exemplo, a instalação de óticas (BOOTS OPTICIANS) dentro ou a lado de suas lojas, em 1983, fato que tornaria a BOOTS a segunda maior rede de óticas do Reino Unido, apenas poucos anos depois. Na década seguinte a BOOTS continuou crescendo, especialmente com a introdução de novas marcas próprias (como uma linha de cosméticos com ingredientes botânicos), a inauguração de sua primeira loja em Dublin (1996) e o lançamento de um cartão de fidelidade, batizado de BOOTS ADVANTAGE CARD, em 1997, que oferece inúmeros benefícios através do acúmulo de pontos e atualmente tem mais de 15.5 milhões de membros. Essa década também foi marcada por mais uma onda de expansão internacional, com inauguração de lojas na Holanda, Tailândia, Taiwan e Japão. Apenas as operações da Tailândia e da Holanda sobreviveram.


Um novo capítulo na história da empresa começou a ser escrito no dia 31 de julho de 2006, quando ocorreu a fusão da BOOTS com a Alliance Unichem, formando assim a ALLIANCE BOOTS, um enorme grupo de varejo voltado para o bem-estar, beleza e saúde. A partir de 2008, mais de 700 lojas da UK Alliance Pharmacy, provenientes da fusão, foram transformadas em BOOTS e adaptadas ao conceito “Your Local Boots Pharmacy”, algo como a sua farmácia de bairro. Ainda neste ano a BOOTS inaugurou a primeira farmácia do Reino Unido com drive-thru, onde o cliente não precisa sair do carro para realizar suas compras. Nos três anos seguintes a rede intensificou sua expansão na Ásia, especialmente Tailândia, e Oriente Médio, onde inaugurou lojas em Dubai, Bahrain e no Catar. Em 2012, o gigante Walgreens, segunda maior rede de farmácias dos Estados Unidos, anunciou a aquisição de 45% da BOOTS por US$ 6.7 bilhões, com opção de assumir o comando total em três anos. Essa transação uniu duas grandes empresas nos Estados Unidos e na Europa, formando assim a maior rede de distribuição farmacêutica global e o maior comprador de remédios sujeitos a receitas médicas do mundo. Em 2014 foi formada a Walgreens Boots Alliance Inc., que se tornou proprietária da Walgreens, Duane Reade, BOOTS e Alliance Healthcare, e a maior empresa do setor no mundo com mais de 13.200 lojas em 11 países, 345.000 funcionários e 390 centros de distribuição.


Atualmente a nova proposta da rede é oferecer produtos e serviços que contribuam para que as pessoas se sintam cada vez melhor por dentro e por fora. Em suas modernas lojas é possível encontrar desde produtos de marcas famosas como também fabricados pela própria empresa, cobrindo diversas áreas incluindo maquiagem, cuidado com a pele, produtos e acessórios para cabelos, banho, praia, depilação, perfumes, produtos dentários, vitaminas, produtos para bebês, para homens, brinquedos, eletrônicos, alimentos, bebidas e até serviços de revelação de fotos. Além disso, a rede oferece produtos/serviços de bem-estar (controle de peso, funções do coração, circulação) e remédios, disponíveis em um balcão designado para tal.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. O atual logotipo da marca foi adotado entre a década de 1960 e 1970.


Os slogans 
Let’s feel good. (2012) 
Feel Good. 
Trust Boots. 
Look & feel better for less. 
The right chemistry. 
Famous for family medicines.


Dados corporativos 
● Origem: Inglaterra 
● Fundação: 18 de abril de 1849 
● Fundador: John Boot 
● Sede mundial: Nottingham, Inglaterra 
● Proprietário da marca: The Boots Company PLC 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Walgreens Boots Alliance Inc.) 
● Chairman: James Skinner 
● CEO: Stefano Pessina 
● Presidente: Sebastian James 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 3.150 
● Presença global: 15 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 100.000 
● Segmento: Varejo (farmácia e drogaria) 
● Principais produtos: Medicamentos, cosméticos, alimentos e itens de bem-estar 
● Concorrentes diretos: Tesco, Asda, Sainsbury’s, Morrisons, Loyds Pharmacy e Superdrug 
● Ícones: A linha própria de cosméticos No 7 
● Slogan: Let’s feel good. 
● Website: www.boots-uk.com 

A marca no mundo 
Atualmente a rede BOOTS, subsidiária integral da Walgreens Boots Alliance Inc., tem sua operação de varejo (mais de 3.150 lojas) presente em 15 países, como Reino Unido, Holanda, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Tailândia. Boa parte de suas lojas (aproximadamente 2.500) estão instaladas no Reino Unido. A rede detém uma das maiores áreas de vendas do varejo britânico, sendo também a terceira maior rede de farmácias da Europa, além de contar com 637 óticas. Além disso, em países como Estados Unidos, Suíça e Hong Kong, a BOOTS vende seus produtos de marcas próprias através de lojas de departamento, outras redes de drogarias e até comércio online. 

Você sabia? 
Todos os produtos cosméticos e de higiene pessoal de marcas próprias da BOOTS não são testados em animais. Até hoje seus produtos já foram testados em aproximadamente 200 mil homens e mulheres com diferentes tipos de peles. 
Ao longo dos anos a BOOTS passou por aquisições e incorporações e chegou à apostar em investimentos curiosos em áreas inusitadas como bicicletas e móveis para decoração. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 16/3/2018

19.9.12

BROOKSFIELD


O homem moderno, assim como a mulher, tem vários compromissos ao longo do dia e precisa sempre ter em mãos uma peça que se encaixe em cada situação, que seja elegante, lhe caia bem e ajude a comunicar quem ele é. Tudo isso pode ser encontrado nas roupas e acessórios da marca BROOKSFIELD. Da roupa do dia-a-dia aos clássicos, passando pela linha íntima, esportiva e de acessórios, a BROOKSFIELD busca qualidade em todas as estações do ano para vestir com elegância homens, mulheres e até crianças.

A história
O surgimento da marca BROOKSFIELD é um pouco confuso. Na verdade, a marca nasceu na Itália no ano de 1971 pelas mãos de Umberto Maria Monasterolo, que resolveu fundar uma empresa para produzir e distribuir calças masculinas de alta qualidade baseadas no estilo inglês. Inicialmente vendidas na cidade de Torino e arredores, as calças da BROOKSFIELD rapidamente conquistaram a região norte do país. Em 1975 a empresa resolveu apostar em uma completa linha de roupas masculina, que aliavam a elegância inglesa à sofisticada alfaiataria italiana. No início da próxima década, em 1982, surgiu a BROOKSFIELD SPORTIVE, uma linha de roupa totalmente esportiva, mas com muito estilo e elegância. Em 1985, após o enorme sucesso da sua linha masculina, a empresa lançou a BROOKSFIELD COLLECTION, totalmente voltada para o público feminino.


A partir de 1990 a empresa iniciou a exploração internacional da marca BROOKSFIELD, especialmente na Europa e América do Sul. Um grande passo foi dado em 1995 quando ocorreu a inauguração da primeira loja âncora da marca em um endereço valorizado da cidade de Milão, considerada por muitos como a capital da moda. No ano seguinte a empresa continuou expandindo a marca com o lançamento da BROOKSFIELD Jr., uma linha de roupas para crianças e adolescentes. Pouco depois, em 1999, ocorreu o lançamento da BROOKSFIELD JEANS, uma linha de calças jeans e roupas para atividades ao ar livre, visando assim atingir um público mais despojado e jovem. Com a chegada do novo milênio a marca continuou explorando novos estilos com a introdução da BROOKSFIELD GOLF, uma linha de roupas e acessórios esportivos que aliam o estilo prático e a elegância do golfe. A partir de 2006 a marca iniciou uma forte e consistente expansão, que incluiu um novo conceito de lojas dentro da Itália, novas unidades e o lançamento de óculos, calçados, roupas de couro e roupas íntimas.


Aqui no Brasil a história da marca começou pelas mãos do Grupo Via Veneto, que licenciou a marca da empresa italiana e inaugurou em 1988 a primeira loja da BROOKSFIELD no Shopping Iguatemi, em São Paulo, após identificar uma enorme carência de mercado por uma marca sofisticada em moda masculina. Com seu estilo clássico, trazendo roupas de alta qualidade e um corte de alfaiataria impecável, que se tornaria seu grande trunfo no mercado, a BROOKSFIELD rapidamente fez sucesso entre os consumidores exigentes, e durante os anos seguintes inaugurou várias lojas em outras cidades do país. Além da expansão física, a marca já bem solidificada entre os homens brasileiros, especialmente jovens executivos, resolveu explorar sua força para atingir outros públicos. Foi então criada a BROOKSFIELD Jr., especializada em moda infanto-juvenil masculina, que trazia uma coleção ampla (camisas, bermudas, calças e calçados), com inúmeras opções que iam da linha social até a esportiva. Outro ponto marcante que solidificou a BROOKSFIELD no mercado brasileiro foi o fato de pensar a moda de uma forma diferente. A marca entende que o homem elegante precisa de novidades o ano todo e não ter opções novas somente nas mudanças de estação. Por isso, a BROOKSFIELD passou a trabalhar com lançamentos especiais durante o ano todo e não com coleções pontuais.


Em 2010 a marca resolveu apostar nas mulheres com a criação da BROOKSFIELD DONNA, que trazia o mesmo padrão de estilo e qualidade da marca masculina para o público feminino. Com uma grande oferta de produtos, a marca oferece várias opções de alfaiataria, além de uma linha casual completa e roupas e acessórios (como cintos, bolsas, sapatos e bijuterias) para a noite, atendendo a uma grande variedade de estilos. Em seu curto tempo de existência, a versão feminina já conquistou um grande número de consumidoras com seus vestidos, blusas, saias, calças, calçados e bolsas, e promete continuar crescendo nos próximos anos, incluindo a inauguração de mais lojas físicas.


Além disso, a marca vem constantemente passando por atualizações e, preocupada em atender as necessidades de um novo e exigente consumidor, criou uma nova linha: BROOKSFIELD COLLECTION, que apresenta um visual mais moderno e fashionista, diferenciando-se do clássico “A Way of Life”. Focada em um público seleto e exigente, de perfil clássico e que não abre mão de se vestir com peças de alta qualidade, a BROOKSFIELD desenvolveu um imenso case de alfaiataria, com ternos e paletós em lã fria, a famosa “fresca Lana”, e com mais de 100 padronagens distintas de tecidos italianos. Entre eles, estão os de qualidade Super 100’, o exclusivo Super 120’, e até o objeto de desejo dos homens elegantes: o Super 150’, de Ermenegildo Zegna. Além disso, as peças têm requinte e também um corte perfeito, características inerentes à marca desde sua estreia no Brasil.


Dados corporativos
● Origem: Itália
● Fundação: 1971
● Fundador: Umberto Maria Monasterolo
● Sede mundial: Torino, Itália
● Proprietário da marca: Mistral S.p.A (Itália) e Grupo Via Veneto (Brasil)
● Capital aberto: Não
● CEO (global): Guido Monasterolo Andrea
● Diretor (Brasil): Bruno Minelli
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 67 (Brasil) + 23 (mundo)
● Presença global: 10 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 1.000
● Segmento: Moda
● Principais produtos: Ternos, roupas, calçados e acessórios
● Concorrentes diretos: Crawford, VR, Harry’s e Dudalina
● Ícones: Os ternos
● Slogan: A Way of Life.
● Website: www.brooksfield.com.br

A marca no mundo
A BROOKSFIELD está presente em lojas multimarcas espalhadas em vários países da Europa e América Latina, além de possuir aproximadamente 25 lojas próprias localizadas em cidades como Milão, Madri, Buenos Aires e Montevidéu. No Brasil, a marca que pertence ao Grupo Via Veneto, possui 67 lojas espalhadas por 15 estados nacionais mais o Distrito Federal. Além disso, em mais de 50 dessas lojas é possível encontrar toda a linha BROOKSFIELD Jr. Já a linha feminina BROOKSFIELD DONNA possui 14 lojas próprias em pontos estratégicos do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Brasília e Salvador.

Você sabia?
A alfaiataria é o ponto alto da marca, consagrada pelo corte preciso de seus ternos e paletós.
Em algumas de suas lojas no Brasil a marca oferece o serviço de alfaiataria sob medida (conhecido como “su misura”).


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 19/9/2012

14.9.12

SHAKE SHACK


Os vegetarianos que se cuidem, existe uma tentação difícil de resistir. É o hambúrguer, mas não como o conhecemos, símbolo da alimentação rápida. Esses hambúrgueres - frescos, tenros, com um sabor incrível que se mistura ao queijo derretido e ao molho especial - são preparados como se fosse uma iguaria gourmet com ingredientes sofisticados. Este é o segredo de sucesso da rede SHAKE SHACK. As filas em quase todas as suas lojas para saborear o sanduíche sinônimo de fast food, mas que, no SHAKE SHACK, ganha ares de prato gourmet ao ser consumido com calma, privilegiando o convívio social, é apenas o resultado do nível de diferenciação que a rede conseguiu atingir em um segmento tão padronizado. 

A história 
Tudo começou no ano de 2001 como uma modesta e despretensiosa barraquinha de hot-dog e limonada no aprazível Madison Square Park, supostamente para funcionar apenas por um verão e que tinha como objetivo angariar fundos para a exposição de obras de arte no parque e seus arredores, como por exemplo, nos táxis. Ideia de Danny Meyer, responsável por alguns dos mais importantes restaurantes de alta gastronomia da cidade de Nova York, como por exemplo, o Gramercy Tavern, Eleven Madison Park e o Union Square Café. O empreendedor resolveu apenas utilizar produtos de primeiríssima qualidade, mesmo que a um preço um pouco mais elevado do que os outros hot-dogs vendidos naquela região. O carrinho “I Taxi” fazia tanto sucesso que apesar da estrutura simples, com filas enormes diariamente, ele resolveu abrir em outros dois verões.


Finalmente em 2004, ele conseguiu um contrato do departamento de parques da cidade de Nova York para criar um quiosque permanente no Madison Square Park, situado em um espaço arborizado extremamente relaxante. O restaurante (foto acima), batizado de SHAKE SHACK, nome escolhido para literalmente “grudar na cabeça do consumidor”, foi inaugurado no dia 12 de junho, com mesas na área externa, interagindo assim com a bela paisagem do parque. E Meyer resolveu incrementar o cardápio com deliciosos milkshakes (sempre espessos e saborosos), sundaes, batatas-fritas crocantes e onduladas cobertas com queijo derretido e bacon (um dos ícones da rede e batizada de Crinkle-Cut Fries), sorvetes e claro, os tradicionais hambúrgueres, que acabaram se tornando responsáveis principais pelo enorme sucesso que a rede faria no futuro. Porém Meyer sabia que precisava encontrar um diferencial para se sobressair diante da enorme concorrência na cidade. A solução encontrada foi a criação de hambúrgueres gourmets. Mas por quê? Simplesmente porque eram feitos na hora, com carnes orgânicas certificadas de qualidade (da linha Angus beef), um queijo americano feito especialmente para a rede, salada fresquinha e um pão de batata macio. Além da boa comida, o restaurante resolveu inovar nos detalhes: funcionava totalmente com energia eólica, utilizava produtos orgânicos e o atendimento era exemplar.


A rede também deu atenção aos vegetarianos: em seu cardápio incluiu também uma versão sem carne e surpreendentemente tão deliciosa quanto o famoso hambúrguer: um bolinho de cogumelos, recheado com queijo, salada e o pão fresquinho (batizado de ShroomBurguer). Quando Meyer decidiu abrir uma segunda unidade na Columbus Avenue, no bairro de Upper West Side em Manhattan, no ano de 2006, o desafio foi traduzir um projeto originalmente destinado como uma intervenção arquitetônica em um parque urbano para um local menos distinto. Os gráficos ambientais se tornaram a chave para criar uma experiência consistente aos clientes. Em 2007, o restaurante original que já oferecia excelentes cervejas, incluindo as artesanais, acrescentou ao seu cardápio opções de vinhos. Uma tremenda ousadia de combinar o hambúrguer gourmet com a bebida preferida dos Deuses. O enorme sucesso, traduzido em filas gigantescas, fez com que a empresa abrisse outras filiais espalhadas por bairros descolados de Manhattan, como por exemplo, no Queens, Theater District e Upper East Side.


A ensolarada Miami foi a primeira cidade escolhida para receber o primeiro SHAKE SHACK fora da “Big Apple”, inaugurado na badalada Lincoln Road em 2010. Pouco depois veio a loja de Coral Gables, uma das maiores da rede. E o sucesso não parou por aí. Em 2011 novas unidades foram inauguradas na capital Washignton e em Westport, estado de Connecticut. Além disso, a rede inaugurou suas primeiras unidades internacionais, localizadas em Dubai e na cidade do Kuwait. Pouco depois, em 2012, a rede se expandiu para o estado da Pensilvânia com a inauguração de um restaurante na cidade da Filadélfia. E no ano seguinte desembarcou na belíssima Boca Raton, estado da Flórida, além de inaugurar unidades nas cidades de Londres e Istambul, iniciando assim sua expansão pelo continente europeu. Em 2016 a rede lançou o Chick’n Shack™, um delicioso sanduíche de frango 100% natural, livre de hormônios e sem antibióticos, cozido lentamente em ervas de soro de leite coalhado, empanado e frito na hora. Outra novidade foi a introdução de um cardápio de café da manhã em lojas selecionadas da rede (geralmente localizadas em aeroportos). Pouco depois, em 2018, a empresa focou sua expansão internacional na Ásia, com a inauguração de sua primeira loja em Hong Kong, além do crescimento contínuo no Japão (onde desembarcou em 2015) e na Coréia do Sul.


Atualmente SHAKE SHACK é a rede mais badalada no segmento de alimentação rápida do mercado americano e conseguiu se destacar em uma indústria onde a rapidez geralmente prevalece sobre a qualidade. Ingredientes orgânicos e altamente selecionados, cada hambúrguer feito em no mínimo 7 minutos, com receita elaborada pelo chef americano Mark Rosati. Além disso, uma cúpula especializada em alta gastronomia e uma rede de lojas que se autodefine “anti-rede”, porque, ao contrário de adotar a padronização de todos os pontos-de-venda, prefere estudar o local onde vai se instalar e construí-los conforme as características do bairro. Seu mais famoso sanduíche, o suculento Shack Burger® (um cheeseburger com alface, tomate e um molho especial), chegou a ganhar uma estrela no guia gastronômico do jornal The New York Times, feito nunca antes alcançado por uma rede de alimentação rápida.


O segredo do sucesso da rede é o cuidado com a qualidade de todos os ingredientes usados em seus sanduíches e acompanhamentos e isso realmente faz toda a diferença. E tem mais. Hoje em dia, consumidores com maior poder de renda e mais instruídos estão optando por produtos de maior valor agregado. Isto explica porque cada loja da rede SHAKE SHACK fatura, em média, US$ 4.4 milhões por ano, o dobro do que obtêm os restaurantes do McDonald’s.


Stand for Something Good® é muito mais que apenas o slogan da marca. É uma filosofia de que a SHAKE SHACK se esforça para defender algo de bom em tudo o que faz. Isso significa ingredientes premium cuidadosamente adquiridos de fornecedores com a mesma opinião; design das lojas aconchegantes, bem mobiliados e responsável por preservar as características de cada bairro ou região; e profundo apoio às comunidades através de doações, eventos e voluntariado. Já a filosofia Enlightened Hospitality™ orientou a criação da cultura única da SHAKE SHACK, que cria uma experiência diferenciada para os clientes em cada uma de suas lojas. Sua equipe é altamente treinada para entender e praticar os valores da hospitalidade iluminada: cuidar um do outro, dos clientes, da comunidade, dos fornecedores e dos investidores.


A cozinha da inovação 
Como forma de promover ainda mais a inovação, a rede inaugurou sua primeira Innovation Kitchen em setembro de 2018, localizada no bairro de West Village, em Nova York. Essa unidade, uma mistura de loja e cozinha experimental, se tornou o centro de todo o desenvolvimento dos itens do cardápio da SHAKE SHACK. O espaço permite que a equipe culinária da empresa possa expor sua criatividade, aprofundar suas raízes gastronômicas, colaborar com outros renomados chefs e explorar novas oportunidades que se tornarão itens permanentes no cardápio da rede. Também permite alojar em um só lugar, pela primeira vez, as equipes de garantia de qualidade e culinária. O cardápio desta inovadora loja oferece todos os itens clássicos da rede, mas com uma lista rotativa de itens para serem avaliados pelos consumidores. E foi justamente por isso que esta unidade foi inaugurada: criar, testar e lançar novos itens rapidamente no cardápio da rede. Tudo com o feedback dos consumidores. O primeiro produto exclusivo dessa loja foi o Chick’n Bites: pequenos pedaços crocantes de peito de frango à milanesa, servido com duas opções de molhos (churrasco ou mostarda e mel).


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por uma única pequena alteração ao longo desses poucos anos de vida, mudando apenas a tipografia da letra.


Toda comunicação visual dos restaurantes e das embalagens dos produtos utilizam ícones inspirados nos letreiros de neon das décadas de 1950 e 1960.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 12 de junho de 2004 
● Fundador: Danny Meyer 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Shake Shack Inc. 
● Capital aberto: Sim (2015) 
● Chairman: Danny Meyer 
● CEO: Randy Garutti 
● Faturamento: US$ 459.3 milhões (2018) 
● Lucro: US$ 15.2 milhões (2018) 
● Valor de mercado: US$ 3.69 bilhões (setembro/2019) 
● Lojas: 249 
● Presença global: 16 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 6.100 
● Segmento: Alimentação rápida 
● Principais produtos: Hambúrgueres, batatas-frita, hot-dogs e milkshakes 
● Concorrentes diretos: In-N-Out, Smashburger, Five Guys, Nathan’s Famous, The Habit Burger Grill, Carl’s Jr., Burger King, Wendy’s e McDonald’s 
● Ícones: O Shack Burger® 
● Slogan: Stand for Something Good®. 
● Website: www.shakeshack.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia, a badalada rede SHAKE SHACK possui mais de 245 restaurantes espalhados por 30 estados americanos (principalmente na costa leste) e outros 15 países, incluindo unidades em Londres, Istambul, Moscou, Tóquio, Xangai, Seul, Cidade do México, Dubai, Abu Dhabi, Doha e Kuwait City. Somente a loja do Madison Square Park, em dias movimentados, chega a vender mais de 6.000 Shack Burger®, o nome dado pela rede ao seu mais famoso sanduíche, elaborado com ingredientes orgânicos e de primeira qualidade. 

Você sabia? 
O mais curioso da loja localizada no Madison Square Park é que ele oferece um cardápio específico para cachorros, que inclui biscoitos com manteiga de amendoim e creme de baunilha (chamado Pooch-ini®) e deliciosos biscoitos fresquinhos em forma de ossos. A justificativa para “os pratos caninos” é que muitos consumidores chegam ao local acompanhados de seus animais de estimação. Esse cardápio está disponível nas lojas da rede com um espaço ao ar livre. 
Em mais uma ousada jogada de marketing, a empresa instalou uma câmera em sua unidade localizada no Madison Square Park, para que os consumidores possam acompanhar o movimento e o tamanho da fila pela internet e decidam a melhor hora de ir saborear seus tradicionais hambúrgueres. 
A rede SHAKE SHACK faz apenas os chamados “burgers smash”, que são prensados direto na chapa, sem estarem previamente moldados. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), jornais (O Globo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 2/9/2019

7.9.12

FINI


Não é nenhum exagero afirmar que a marca FINI deixa o mundo mais divertido, feliz, colorido, e acima de tudo, muito mais doce. Afinal, dos avós aos netos, dos nerds aos engravatados, dos comportados aos descolados, as guloseimas da marca espanhola, reconhecidas por sabores e visuais inconfundíveis, adoçam a boca de milhões de pessoas de todas as idades e gerações. 

A história 
As origens da marca datam do ano de 1953 quando D. Manuel Sánchez Cano fundou na pequena e pacata cidade de Molina de Segura, localizada na região de Murcia na Espanha, uma modesta fábrica para a produção de gomas de mascar. Nos anos seguintes a empresa cresceu rapidamente e começou a estender sua linha de produtos ao fabricar outras guloseimas doces. Isto ganhou força em 1971 quando D. Manuel, então com mais de 40 anos, realizou seu antigo sonho de iniciar a produção de balas de gelatinas e marshmallows artesanais. Nascia assim a deliciosa e despretensiosa marca FINI. Utilizando ingredientes de alta qualidade, uma dose de criatividade, traduzida através de cores e formatos diferenciados dos doces, e sabores únicos, as guloseimas rapidamente conquistaram os consumidores espanhóis, especialmente as crianças, e nove anos mais tarde, em 1980, a empresa já possuía cinco centros de distribuição, espalhados por Espanha e Portugal, para levar suas delícias a outros consumidores do continente.


A partir dos anos de 1980, balas de gelatinas em formatos de dentaduras e minhocas, que se tornariam ícones da FINI, começaram a serem vendidos em muitos países do continente europeu e da América do Norte. Além disso, a FINI seguiu investindo em inovação ao ampliar sua linha de produtos com itens como balas com licores e balas duras, os tradicionais regaliz (uma espécie de bala de goma mastigável, azedinha e recoberta com açúcar em formatos de pequenos tubos e tijolos), novos chicletes (em formatos de melancias e ovos de dinossauro), além dos formatos divertidos de suas balas de gelatinas, como por exemplo, ursinho, bananinha, amora, estrela, letras do alfabeto, hambúrgueres, tubarão, bocas açucaradas, beijo e aros de morango. A marca também inovou ao criar embalagens diferenciadas, muitas das quais traziam um mix de seus maiores e mais deliciosos sucessos.


Somente em 1998 a deliciosas guloseimas da marca desembarcaram no Brasil, que pouco depois, em 2001, fixaria raízes definitivas ao inaugurar uma moderna fábrica na cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, com mais de 20 mil m². Em 2005 os chicletes da FINI entraram na linha de produção desta fábrica para abastecer o mercado brasileiro, e cuja novidade atendia pelo nome de KLÉT’S, uma linha de gomas de mascar sem açúcar. Um dos produtos de maior sucesso da marca é o chiclete salada de frutas, cuja embalagem traz os sabores melão, melancia, laranja e limão. Uma delícia de chiclete, na cor, cheirinho e formato de cada uma dessas frutinhas maravilhosas. Em 2010, o Regaliz entrou na produção da fábrica brasileira, como um produto exclusivo.


Nos últimos anos uma poderosa ferramenta de marketing da FINI são as guloseimas licenciadas com personagens famosos, especialmente de filmes animados como Minions, Hello Kitty, Ben 10 e da Disney, que fazem um tremendo sucesso entre a criançada. Além disso, a marca apostou na parceria com grandes empresas para apresentar seus produtos ao maior número de consumidores possíveis, como por exemplo, em 2012, quando as balas de gelatina em edição customizadas (em formatos de “Aviõezinhos”) foram distribuídas para os passageiros da Companhia Aérea Azul.


Ainda em 2012 a FINI anunciou um ousado plano para o mercado brasileiro: o lançamento de franquias. Presente nos pontos de venda há mais de 10 anos, a marca ganhou lojas sob o conceito “Fábrica de Cor e Sabor”. As lojas foram projetadas de forma que o cliente sinta-se convidado a imergir em um universo paralelo. Os pontos de venda, além da exposição e comercialização da linha de produtos da marca, convidam o consumidor a ter uma experiência única e fazer parte da linha de produção da fábrica, com botões e engrenagens, repleta de sabores a serem descobertos, através do sistema self-service. O sistema de vendas à granel proporciona uma compra totalmente personalizada, possibilitando que o consumidor escolha os itens preferidos e faça um mix a seu gosto. Para ilustrar a experiência da marca, as lojas seguem um padrão de projeto cenográfico totalmente lúdico, com um ponto de venda convidativo, interativo e contemporâneo, com opções reduzidas como um quiosque ou até uma ampla loja de 40 m². Esta ação é a definição de Brand Entertainment, onde a marca de maneira irreverente e divertida se apresenta para o público em um ambiente absolutamente positivo de consumo. Além disso, para deixar a diversão ainda mais doce, a marca investiu na inauguração de suas lojas dentro de parques temáticos como Hopi Hari, Beach Park, Wet’n Wild e mais recentemente Beto Carrero World. Atualmente existem aproximadamente 65 lojas da marca, instaladas em shopping centers, parques de diversão, aeroportos e rodoviárias.


Mais recentemente a marca espanhola ingressou em um novo segmento de mercado com o lançamento de uma linha de produtos voltados ao bem-estar, para vendas em farmácias. Batizada de Fini Natural Sweets a linha é composta por balas diets (desenvolvidas especialmente para atender pessoas que possuem restrição ao açúcar em sua alimentação), balas com colágeno (uma das proteínas mais abundantes no organismo e importante para a saúde da pele), balas com fibras (ajuda no bom funcionamento do intestino), balas de menta (que refresca o hálito e a garganta), balas com vitamina C (a maneira mais prática e saborosa de consumir sua dose diária deste nutriente, além do divertido formato de gominhos), balas de mel e limão (em formato de favo de mel, com aromas naturais de mel, limão, própolis e gengibre) e balas com cálcio e vitamina D (a maneira mais prática e saborosa de consumir a dose diária destes nutrientes com sabores de iogurte sortidos).


O porta-voz 
Um confeiteiro inteligente, bem-humorado, culto e criativo que nasceu para aproximar o consumidor de uma forma leve e divertida, que não fosse um tradicional SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), mas que funcionasse como tal. Esse é Mr. Fini, o porta-voz oficial da marca espanhola que tem a cara de seu público: um jovem que estudou gastronomia e se especializou em patisserie e confeitaria nas melhores escolas da França. Como o host da FINI, ele também é o porta-voz do blog, onde sempre divide dicas de decoração para festas, receitas, novidades do MUNDO FINI e de todo o universo que interessa aos seus seguidores.


Os slogans 
It’s Fun, It’s Fini. 
Abriu, sorriu. (2017) 
Combina com você.


Dados corporativos 
● Origem: Espanha 
● Lançamento: 1971 
● Criador: D. Manuel Sánchez Cano 
● Sede mundial: Molina de Segura, Murcia, Espanha 
● Proprietário da marca: Fini Golosinas España SLU 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Antonio Andrés Sánchez Bernal 
● Faturamento: €200 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 90 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.500 
● Segmento: Doces 
● Principais produtos: Balas, chicletes, marshmallows e pirulitos 
● Concorrentes diretos: Arcor, Haribo, Chupa Chups, Perfetti van Melle, Wrigley e Jelly Belly 
● Ícones: O confeiteiro Mr. Fini 
● Slogan: Abriu, sorriu. 
● Website: www.finibr.com 

A marca no mundo 
Com sede na Espanha e presente em mais de 90 países ao redor do mundo a FINI é produtora de mais de 60.000 toneladas anuais de delícias açucaradas. Consolidada como uma das principais produtoras de guloseimas da Europa, sua origem artesanal de mais de quatro décadas transformou-se em um império adocicado com faturamento anual superior a €200 milhões e uma vasta linha composta por mais de mil itens. Aproximadamente 75% de sua produção é comercializada no mercado exterior. Já no mercado brasileiro a FINI é líder deste segmento. As balas de gelatina respondem por 60% de seu faturamento, seguido pelas linhas de marshmallows (20%), chicletes (5%) e o regaliz (15%), uma guloseima exclusiva da marca. A marca tem penetração de 90% no mercado espanhol, que representa pouco menos da metade de seu faturamento anual. 

Você sabia? 
As balas de gelatina e marshmallows da marca espanhola são feitas com gelatina natural, um complemento alimentar gostoso, nutritivo e saudável, que ajuda no crescimento, fortalece os ossos e não tem gordura. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 13/6/2018