5.1.13

AIR NEW ZEALAND


A AIR NEW ZEALAND é considerada uma das melhores e mais inovadoras companhias aéreas do mundo. Tudo resultado da qualidade dos serviços oferecidos, da motivação de sua equipe, mas também do marketing permanentemente inovador. Ágil, moderna e sempre alinhada em relação às necessidades de seus clientes, a companhia aérea representa o mais puro espírito de um país cheio de tradições, histórias e aventuras.

A história
Tudo começou no ano de 1939 quando os governos da Nova Zelândia, Austrália e Reino Unido resolveram unir forças para fundar uma pequena empresa de transporte aéreo. Finalmente, no dia 26 de abril de 1940, nasceu a Tasman Empire Airways Limited (conhecida como TEAL), que tinha participações de 50% do governo da Nova Zelândia, 30% do australiano e 20% do Reino Unido. Suas operações, com voos entre as cidades de Auckland e Sidney, começaram em 30 de abril após o recebimento de dois hidroaviões Shorts S-30 Empire. Esse primeiro voo transportou 10 passageiros entre os dois países. Em dezembro de 1951 a empresa iniciou a famosa “Coral Route” (ou “Rota do Coral”), oferecendo voos para as paradisíacas ilhas do Taiti, Fiji e Cook, partindo de Auckland. Samoa passou a fazer parte desta rota no ano seguinte. Em 1953 o governo inglês saiu da sociedade, e, em 1961 a empresa aérea passou a ser controlada somente pelo governo neozelandês. O preço a pagar foi um acordo que permitia a entrada da australiana Qantas nas rotas da Tasmânia, em competição direta com a TEAL.


O ano de 1965 marcou a entrada da empresa na era dos aviões à jato com o recebimento do primeiro DC-8, que realizou seu primeiro voo entre as cidades de Christchurch e Sidney. Foi também o ano da mudança de nome para AIR NEW ZEALAND, no dia 1 de abril. A partir desse momento a companhia aérea passaria a operar apenas rotas internacionais. Logo depois, em 14 de dezembro, a empresa com o maior alcance de suas aeronaves iniciou voos para os Estados Unidos (Los Angeles) e, em 1966, inaugurou os primeiros destinos para cidades asiáticas como Hong Kong, Manila e Cingapura. Em 1973, com o recebimento das primeiras aeronaves “wide-body” (DC-10), expandiu sua malha aérea na Ásia e lançou novos voos transpacíficos, como por exemplo, para Los Angeles com mais frequências semanais. No mês de abril de 1978, em consequência de sua fusão com a NAC, a companhia aérea voltou a oferecer voos domésticos.


No dia 28 de novembro de 1979 a companhia aérea sofreu talvez seu mais duro golpe. O voo 901 era fretado para observação aérea turística na Antártica, saído do aeroporto de Auckland. Voos desse tipo eram feitos por aeronaves McDonnell Douglas DC-10 e começaram dois anos antes. Este fatídico voo terminou quando o avião colidiu com o Monte Erebus, matando todas as 257 pessoas a bordo, sendo 237 passageiros e 20 tripulantes. Foi um verdadeiro choque para a AIR NEW ZEALAND. No início da próxima década, em 1982, a empresa iniciou voos para Londres. Em 1989 a AIR NEW ZEALAND foi finalmente privatizada, no ano seguinte recebeu sua primeira aeronave 747-400 e em 1996 tornou-se proprietária da totalidade das ações da companhia aérea Ansett Australia, que anos depois teria sua falência decretada. Apesar do consistente crescimento, tanto em termos de rotas (especialmente para cidades asiáticas como Taipei, Nagoya, Osaka e Fukuoka) como aeronaves (muito mais modernas e de longo alcance), a empresa deu um importante passo para ganhar escala global em março de 1999 com sua entrada como membro da Star Alliance. Nesse mesmo ano, os voos internacionais passaram a contar com desfibriladores a bordo.


Em 2004 a empresa inaugurou a rota entre Auckland e San Francisco com voos diretos. No ano seguinte, a empresa apresentou a nova decoração de sua cabine Premium Economy, que incluía novos assentos, com conforto sem paralelo e espaço para as pernas, além de oferecer um novo serviço de refeições em conjunto, como se fosse um restaurante ou um bistrô nas alturas. Já as cabines da classe Business Premier (equivalente a primeira classe) também ganhou novos serviços, como comida e bebidas on-demand e mais conforto para dormir. Em 2008, conhecida por iniciativas inovadoras, a companhia aérea lançou o Air New Zealand Pink Flight (algo como “voo rosa”), especialmente direcionado para o mercado GLBT (gay, lésbica, bissexual e transexuais). O voo entre São Francisco e Sidney oferecia decoração especial da cabine (em tom de rosa), presença de drag queens, coquetéis (rosas) e performances dos comissários de bordo. No fim deste ano a companhia aérea realizou o primeiro voo comercial de teste com um Boeing 747-400 movido a biocombustíveis (à base de óleo de jatropha, um arbusto africano muito resistente). A intenção da empresa em um futuro próximo é formar uma das frotas de aviões mais novas do mundo, mais tecnologicamente avançada, com maior eficiência no uso dos combustíveis e mais respeitosa para o meio ambiente.


Na última década, em virtude da chegada de companhias aéreas de baixo custo no mercado da Oceania, a AIR NEW ZEALAND enfrentou a feroz concorrência com muita criatividade com a criação de serviços inovadores, como por exemplo, um site específico para promoções de passagens locais, promoções voltada a mercados específicos de forma frequente, disponibilização de mais opções de entretenimento aos seus passageiros, um perfil no Twitter extremamente ativo (que possui aproximadamente 100 mil seguidores), além do lançamento revolucionário, em abril de 2011, do Skycouch, uma poltrona da classe econômica que se transforma em uma confortável cama. O sonho de deitar-se em uma poltrona de classe econômica se tornou possível através de uma fila de três assentos desenhada para virar uma “cama de casal” para duas pessoas adultas ou um adulto e duas crianças. Edredons, cobertores e grandes travesseiros faziam parte do pacote de conforto. Além disso, apresentou seu novo assento para a classe Premium Economy denominado Space Seat, que proporciona muito mais espaço e conforto. Mas as novidades não pararam por aí. Além dos novos assentos, a AIR NEW ZEALAND investiu pesado em seu sistema de entretenimento e também no conceito de serviço de bordo. Passageiros podem solicitar comida e bebida pelo próprio assento por meio de um cardápio digital na tela. Além disso, passageiros tem a possibilidade de enviar mensagens de texto para os comissários de bordo e participar de uma degustação de vinho.


Recentemente a empresa inovou mais uma vez ao permitir que as milhagens de seus clientes possam ser convertidas em serviços financeiros, oferecendo o OneSmart, um cartão de operação de débito que armazena valores, tais como milhagens e moeda estrangeira. No primeiro mês após o lançamento do cartão, aproximadamente 100.000 pessoas optaram por ativá-lo, um começo promissor. Hoje em dia, o compromisso da AIR NEW ZEALAND em prestar um serviço excelente aos clientes e que corporize a confiança, além de um estilo único e simpatia típica de seu povo, continua a ser reconhecido através de muitos prêmios internacionais e alta taxa de fidelização, se destacando também como grande promotora da Nova Zelândia como destino turístico, em especial no que se refere a viagens de aventura e ecológicas. Também se empenha em divulgar a cultura de seu povo e as oportunidades de negócios que o país oferece.


Um marketing inovador
A AIR NEW ZEALAND é uma das empresas mais inovadoras do mundo quando o assunto é marketing. Sabe como nenhuma outra utilizar os principais adjetivos, imagem e principalmente tradição e história que a Nova Zelândia possui. E um dos principais canais de comunicação da empresa aérea são seus aviões, utilizados como enormes outdoors para divulgar campanhas de marketing e corporativa. Isto começou em 1984 quando um avião 747-200 ganhou a pintura dos tradicionais guardas do Palácio de Buckingham com a frase “London, Here We Come”, para divulgar os voos para a capital inglesa. Entre 2002 e 2003, alguns de seus aviões receberam adesivos gigantes dos personagens do filme Senhor dos Anéis, gravado na Nova Zelândia. Além de promover o filme era uma forma de divulgar o país.


Em 2011, a empresa criou uma pintura única para o novo avião Airbus A320, como parte de sua campanha “Crazy About Rugby” (“Loucos por Rúgbi”, em português) com a cor da equipe nacional de rúgbi, os famosos All Blacks, um dos maiores orgulhos do país. A arrojada pintura, toda preta, reflete o sucesso da empresa como uma das companhias aéreas líderes e mais inovadoras do mundo. A pintura é tão impressionante quanto o desempenho e o conforto da aeronave.


Recentemente, entre outras inovações que vêm definindo os novos padrões da indústria aérea, a AIR NEW ZEALAND tornou-se ainda mais conhecida pelos seus vídeos de segurança a bordo que tentam, de uma forma bem divertida, atrair a atenção dos passageiros. Sempre entediantes esses importantes vídeos são utilizados como uma importante ferramenta de marketing pela empresa, oferecendo uma experiência única e divertida para os passageiros. Primeiro a companhia aérea, utilizando o mote “A Air New Zealand não tem nada a esconder”, criou um vídeo de demonstração de segurança com comissários sem roupa, apenas com o corpo pintado com os tradicionais uniformes da empresa. Clique no vídeo abaixo para assistir.

 

Depois, criou outro vídeo filmado com integrantes da equipe de rúgbi do All Blacks. E finalmente, em dezembro de 2012, aproveitando a estreia do primeiro filme da trilogia “O Hobbit”, a AIR NEW ZEALAND conseguiu se superar. Isto porque, a empresa acreditou que talvez os hobbits com seus pés peludos pudessem ensinar algo sobre segurança de voo. O vídeo de instrução de segurança de voo, com 4 minutos de duração, de uma forma divertida e surreal conta com a presença do personagem Gollum e do diretor Peter Jackson, que aparece colocando o Anel do Poder. No vídeo a AIR NEW ZEALAND se autodenomina “as linhas aéreas da Terra Média” e veste seus comissários como personagens do filme. E tem mais: além das informações básicas voo, o vídeo continha códigos élficos escondidos e quem contasse quantas vezes apareciam podia concorrer a uma viagem de seis noites para a Nova Zelândia para assistir a Première mundial do filme e visitar as locações em Wellington.

 

A evolução visual
A identidade corporativa da AIR NEW ZEALAND foi oficialmente introduzida em 1973, tendo como principal símbolo o KORU, que significa a nova vida, o crescimento e a renovação. Em 1996 aconteceu a primeira modificação significativa, com nova tipologia de letra e a adoção da cor azul. Em 2006 a identidade adotou um novo tom de azul, mais escuro. Em 2012, a empresa anunciou sua nova identidade visual, totalmente em preto, e com uma nova tipologia de letra.


A pintura de seus aviões também acompanhou a evolução visual da marca. O símbolo KORU passou a estampar as caudas de seus aviões em 1973. Em 1996 as aeronaves ganharam em sua fuselagem a pintura “Pacific Wave”, uma representação estilizada das ondas do Pacífico, em tons claros de azul e verde. Após passar por uma nova modificação em 2006, os aviões apresentaram em 2012 a mais nova identidade visual da marca, com as caudas totalmente em preto.


Os slogans
Nothing to hide. (2009)
Amazing journeys. Every day. (2008)
Inspiring Journeys. (2005)
The airline of middle earth. (2003)
The Ritz of the skies. (anos 80)
The world’s warmest welcome.


Dados corporativos
● Origem: Nova Zelândia
● Fundação: 26 de abril de 1940
● Fundador: Governos da Nova Zelândia, Austrália e Reino Unido
● Sede mundial: Auckland, Nova Zelândia
● Proprietário da marca: Air New Zealand Limited
● Capital aberto: Sim
● Chairman: John Palmer
● CEO: Christopher Luxon
● Faturamento: US$ 3.56 bilhões (2012)
● Lucro: US$ 56.5 milhões (2012)
● Valor de mercado: US$ 900 milhões (janeiro/2013)
● Frota: 104 aeronaves
● Destinos: 56
● Passageiros transportados: 13.122.000 (2012)
● Presença global: 15 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 10.500
● Segmento: Aviação
● Principais produtos: Transporte de passageiros e carga
● Concorrentes diretos: Qantas, Virgin Australia e Air Asia
● Ícones: Koru
● Slogan: The airline of middle earth.
● Website: www.airnewzealand.com

A marca no mundo
Atualmente a AIR NEW ZEALAND conta com uma moderna frota de 104 aeronaves que voam para 28 destinos internacionais em 15 países. Além de serviços regulares, como empresa de bandeira da Nova Zelândia para a Europa, Estados Unidos e sudeste asiático, a AIR NEW ZEALAND mantém uma malha doméstica e regional operada pela subsidiária AIR NEW ZEALAND LINK, que incluem mais 28 destinos. Operando em 53 diferentes aeroportos e realizando aproximadamente 600 voos diários, a AIR NEW ZEALAND transportou mais de 13 milhões de passageiros (dos quais mais de 4.6 milhões em voos internacionais) no ano fiscal de 2012.

Você sabia?
Em 2012, uma pesquisa perguntou a 4.000 australianos qual a linha internacional utilizada nos últimos 12 meses. O resultado foi surpreendente: a AIR NEW ZEALAND foi mencionada como a Melhor Linha Aérea Internacional no quesito satisfação do cliente, com uma média de satisfação de 89%.
Em voos internacionais de longo curso, a empresa oferece a bordo uma escolha de 22 refeições especiais. São destinadas aos passageiros com necessidades especiais, tais como restrições religiosas, étnicas ou dietéticas.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Jetsite (www.jetsite.com.br), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 5/1/2013

26.12.12

PRETORIAN HARD SPORTS


A PRETORIAN é uma marca essencialmente masculina e puramente brasileira. Formada por um conjunto de valores que habita o inconsciente dos homens composto pelo universo das lutas de MMA (Mixed Martial Arts), a marca ganhou destaque dentro das academias e octógonos e recentemente invadiu as ruas com um lifestyle despojado, mas elegante, abrangendo também o público feminino.

A história
O universo das lutas começou a despertar a atenção de Ruy Drever em 2004, quando um amigo o aconselhou a praticar muay thai (boxe tailandês), como antídoto para o estresse do dia-a-dia de executivo. E bastou uma aula para ele ficar completamente apaixonado por lutas. Ruy então mergulhou de cabeça no esporte. Com as finanças seguras devido aos negócios de família no ramo de eletrônicos, o empresário se mudou de seu apartamento para uma casa, onde construiu sua própria academia, e começou a treinar forte. Três anos depois, ele percebeu que, além de melhorar o condicionamento físico, poderia também transformar o esporte em uma fonte de renda, produzindo equipamentos para a prática de MMA. O faro para negócios ele, que nasceu no Uruguai e era formado em sociologia, com mestrado em negócios pela Universidade de Bath, na Inglaterra, adquiriu ao longo dos 12 anos em que atuou na área de marketing em corporações como Souza Cruz, Microsoft, Unilever e UOL. No fim de 2007, o então campeão do UFC Rodrigo Minotauro, na época o principal ícone brasileiro das artes marciais mistas, recebeu uma proposta para que sua imagem estampasse a nova marca de artigos de artes marciais, que ainda não tinha iniciado sua distribuição e a imagem dele seria o grande chamariz para as vendas.


Depois de frequentar lojas de esportes no Brasil, e perceber que os equipamentos de MMA eram de pouca qualidade, o marketing era fraco e os produtos eram caros demais, em 2008 o empresário lançou no mercado a PRETORIAN HARD SPORTS, que com equipamentos de alta qualidade (entre os quais luvas, protetores, aparador de chutes, caneleiras, bandagens e sacos de areia) rapidamente se espalhou pelo país. O nome da nova marca, segundo consta foi sugestão do professor de jiu-jitsu Tiago Cruz e do próprio Rodrigo Minotauro. Em pouco mais de dois anos a PRETORIAN já era uma das marcas mais conhecidas entre os praticantes de MMA (Artes Marciais Mistas, na tradução literal), modalidade oficial de um dos eventos esportivos de maior sucesso nos últimos anos, o UFC.


Em julho de 2011 a badalada Rua Oscar Freire em São Paulo ganhou um inusitado espaço de moda: a primeira loja conceito da marca de artigos esportivos PRETORIAN. O objetivo da marca era, além de pegar carona na popularização de um esporte que movimenta US$ 1 bilhão em termos globais e que não para de angariar adeptos no Brasil, graças à forte presença de brasileiros como Anderson Silva e Rodrigo Minotauro, destaques e mitos nessa modalidade, criar uma marca de moda masculina que fosse referência. Ao se unir ao estilista Alexandre Bucci, referência no segmento de moda masculina e urbanwear, Ruy criou a PTRN, canal de moda da marca de acessórios esportivos PRETORIAN. Uma grife que encara o desafio de compreender a multiplicidade de interesses e agregar os diferentes estilos do homem. As peças PTRN exploram a linha casual chique urbano, com autêntico DNA masculino. Além da coleção de roupas masculina, a PTRN também conta com uma linha de peças para mulheres, com referências no mesmo conceito, mas com um toque feminino e totalmente fashion.


As linhas próprias da marca dividem espaço com acessórios e calçados importados, como os óculos japoneses Black Flys e os coturnos britânicos da Dr. Martens, popularizados pelo movimento punk. Mais que apenas uma loja, a unidade, que ocupa um prédio de 1.000m², dividido em quatro andares, serve como uma plataforma dos principais negócios comandados por Ruy Drever. A loja consumiu investimentos de R$ 2 milhões. Lá, é possível fazer uma tatuagem, adquirir equipamentos para a prática esportiva e até comprar um carro ou moto personalizados, que ficam expostas no térreo. Esses veículos são preparados pela Top Hat Custom Shop, comandado pela dupla Drever/Bucci, que oferece também equipamentos personalizados como capacetes. O segundo andar da loja abriga uma academia particular equipada com ringue e octógono, onde atletas profissionais patrocinados pela marca treinam e os empreendedores recebem seus amigos para praticar o esporte. No último piso, foi montado um moderno lounge para festas e recepções. A meta da empresa é abrir outras duas lojas-conceito: no Rio de Janeiro e em Los Angeles. Está também em seus planos a criação de uma rede de franquias com até 40 pontos de venda já a partir de 2013.


Já no primeiro semestre de 2012, o portfólio de 400 produtos da marca como luvas, equipamentos de treinos e protetores utilizados pelos lutadores passaram a ser comercializados nos Estados Unidos e países da Europa e Ásia como Inglaterra, Alemanha, China, Japão e Coréia do Sul. Junto com as vendas no mercado externo e sua expansão internacional, a PRETORIAN expandiu também seu time de atletas patrocinados, entre eles três dos quatros campeões mundiais brasileiros do UFC, Junior Cigano, José Aldo e Renan Barão. A marca também investe em marketing social, que inclui projetos em favelas no Rio de Janeiro e São Paulo. Além de ajudar crianças carentes, a PRETORIAN investiu recursos financeiros para implantar outro projeto, onde presidiários aprendem lutas, aumentando a possibilidade de obter uma oportunidade ao saírem da cadeia, através de centros de treinamento em presídios.


Atualmente a PRETORIAN leva o conceito Hard Sports como um estilo de vida. Mais do que isso: é a expressão da alma do atleta, do corpo de qualquer pessoa que faz e adora esporte. Mas também é bem-estar, a busca de uma vida mais saudável para qualquer idade e para todos.


Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 2008
● Fundador: Ruy Drever
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Pretorian Hard Sports
● Capital aberto: Não
● CEO: Ruy Drever
● Faturamento: R$ 190 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 1
● Presença global: 10 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 200
● Segmento: Esportivo
● Principais produtos: Equipamentos e roupas para esportes de contato
● Concorrentes diretos: Everlast, Red Nose, Rudel e Bad Boy
● Slogan: Become all you can.
● Website: www.pretorian.com

A marca no mundo
Atualmente a PRETORIAN, marca líder do mercado brasileiro em equipamentos para esportes de contato e exercícios funcionais, oferece uma completa linha de 400 itens, vendidos em quatro mil pontos de venda espalhados pelo Brasil, além de distribuição em outros 9 países. A PRETORIAN ainda é fornecedora oficial de equipamentos para o UFC, maior campeonato de vale-tudo do mundo. Atualmente a marca atua em diversas vertentes: PRETORIAN HARD SPORTS (equipamentos esportivos para lutadores de alta performance), PRETORIAN FIGHTERS (patrocínio e apoio a diversos lutadores), PTRN (grife de moda masculina com estilo urbano e conceito enraizado no autêntico DNA do homem) e PRETORIAN PERFORMANCE (equipamentos de treinamento de performance com foco em qualidade, resistência e na criação de equipamentos e conteúdos inovadores).

Você sabia?
A agenda do UFC de 2013 está fechada e a PRETORIAN já confirmou sua presença em 19 eventos. Isto porque a marca recentemente fechou um acordo inédito de patrocínio com o Ultimate Fighting Championship (UFC). Seu logotipo será estampado na lona e nos corners de 19 eventos oficiais nos Estados Unidos, Europa e Ásia e a PRETORIAN terá espaço nas mídias oficiais. Com o acordo, a marca também pode utilizar o logo do UFC em seu material de marketing.
A empresa conta com uma equipe de engenheiros que atuam no desenvolvimento dos produtos desenvolvidos para lutas, que podem ser utilizados em diversas modalidades, como por exemplo, boxe, caratê, muay thai, jiu-jitsu, entre outros. Sues produtos são pensados para atender os diferentes níveis de utilização, desde atividades recreativas para crianças até treinamento de alto desempenho para atletas profissionais.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 27/12/2012

12.12.12

McAFEE


O nome McAfee soa familiarmente para milhões de internautas e representa para outros tantos milhões um alívio sem igual. Afinal, a marca oferece produtos e serviços que protegem dados e informações de milhões de pessoas ao redor do mundo, além de evitar que empresas sofram bilhões de dólares em prejuízos com as constantes ameaças que existem na internet. Utilizando produtos McAfee, os usuários se conectam, navegam e fazem compras online de forma segura e tranquila. Essa é a principal missão da McAfee, ajudar seus clientes a permanecerem seguros contra as constantes ameaças do mundo digital. 

A história 
Tudo começou no ano de 1987 quando o inglês John McAfee, que cresceu na cidade de Salem, estado americano da Virginia, e ainda trabalhava como um programador de computador para a empresa Lockheed anteviu não somente o crescimento da internet como também dos malefícios que a rede poderia causar nas máquinas e para as pessoas. Isto porque, em seu trabalho ele teve os primeiros contatos com um vírus de computador, então chamado “Pakistani Brain”, criado por dois irmãos paquistaneses, e resolveu desenvolver um software específico para combater aqueles tipos de programas, que seriam conhecidos como pragas digitais. Tudo em um momento onde os computadores começaram a se tornar populares nas casas americanas e crescia o medo de programas maliciosos se espalharem de máquina em máquina. Como um visionário cibernético, ele fundou a empresa McAfee Associates com alguns outros programadores e criou um software antivírus, oferecido por downloads gratuitos através de distribuição shareware, mas com limitações. Era o surgimento do McAfee Antivirus, que nos anos seguintes se tornaria extremamente popular em milhões de computadores pelo mundo afora.


Em 1989, ele abandonou a Lockheed e começou a trabalhar em tempo integral em sua empresa, que funcionava inicialmente na sala de sua casa na cidade de Santa Clara, estado da Califórnia. A propaganda boca a boca deu certo e fez com que o software chegasse as grandes empresas. Em 1991, um relatório divulgado pela revista Forbes apontou que, entre as 100 maiores empresas dos Estados Unidos, 100% delas utilizavam o software de McAfee. As empresas pagavam uma pequena taxa de licenciamento, o que rendia a McAfee um faturamento de US$ 5 milhões por ano. Em 1992, John McAfee usou seu talento de vendedor para promover o seu produto, espalhando na mídia um pânico por conta do vírus “Michelangelo”, que supostamente infectaria 5 milhões de computadores. O plano deu certo e a empresa aumentou consideravelmente o número de licenças de softwares. Entretanto, o medo não se confirmou e menos de 10 mil computadores foram infectados. Com este sucesso a empresa acompanhou o rápido crescimento e popularização da internet e, em 1992, realizou a abertura de capital na Bolsa de Valores, captando recursos para sua expansão. Pouco depois, a empresa iniciada na sala da casa de John valia US$ 80 milhões na Nasdaq. Dois anos mais tarde, John McAfee, que tinha bacharelado em matemática pela Faculdade de Roanoke, deixou a empresa que havia fundado com centenas de milhões de dólares na conta bancária e, desde então, acumula uma série de episódios que o tornam, para muitos, o personagem mais excêntrico da alta tecnologia.


Em 1997 ocorreu a formação da Network Associates, resultado da fusão da McAfee Associates e da Network General. Após adquirir a IntruVert Networks por US$ 100 milhões, empresa responsável pela tecnologia de prevenção de intrusão, que implicava não somente em detectar ataques, mas também bloqueá-los, em 2003 a empresa passou por uma grande reestruturação, que culminou com a venda de suas soluções para negócios, além de uma nova mudança de nome, voltou a se chamar McAfee, e cujo objetivo era refletir seu foco em tecnologias e soluções relacionadas com segurança informática. Nos anos seguintes a empresa aumentou seu portfólio para soluções de segurança de software, incluindo produtos e serviços para terminais e redes, dedicados a ajudar em garantir que os dispositivos e as redes com conexão a internet estivessem protegidos contra conteúdos mal-intencionados, solicitações falsas e transações e comunicações desprotegidas.


No mês de fevereiro de 2011 a McAfee Associates foi oficialmente adquirida por impressionantes US$ 7.7 bilhões pela poderosa Intel. A inclusão dos produtos e das tecnologias da McAfee a carteira de computação da Intel trouxe pessoas incrivelmente talentosas, com um histórico de criação de inovações, produtos e serviços na área de segurança em que o mercado e os consumidores confiam para que suas conexões a internet sejam mais seguras e protegidas. A aquisição era coerente com a estratégia de softwares e serviços da Intel para proporcionar uma excepcional experiência de computação em áreas de negócios de grande crescimento, especialmente na passagem para a mobilidade sem fio. Nos anos seguintes a McAfee progrediu no sentido de definir e comunicar seu novo papel e estratégias após ser adquirida.


A marca McAfee desapareceu, mesmo que temporariamente, oficialmente quando foi anunciada, em 2014, a criação da Intel Security. Na ocasião, o tradicional vermelho foi substituído pelo azul da marca Intel e somente o escudo foi mantido no logotipo, como uma discreta referência a antiga marca. Isto porque a Intel queria desassociar o nome McAfee da conturbada e escandalosa vida pessoal de John McAfee, fundador da empresa. Mas, dois anos depois, o setor de segurança digital foi surpreendido por um novo anúncio, a aquisição de parte da Intel Security pelo grupo TPG e um prometido retorno da marca, só anunciado oficialmente no final de 2016. Com isso, a empresa de software de segurança global Intel Security retomou seu nome original McAfee, que voltou a operar como uma nova empresa independente. Assim, a nova McAfee expandiria sua plataforma de soluções de segurança para possibilitar que os clientes identifiquem e orquestrem respostas de forma eficiente contra ameaças cibernéticas. Na nova McAfee, a Intel continuou a deter 49% das ações e a TPG, uma das principais empresas globais de investimento em companhias de tecnologia, manteve 51% do controle. E a nova McAfee já começou grande: atualmente é responsável pela segurança digital de nada menos do que duas a cada três empresas na lista das 2 mil maiores companhias do mundo. Com o negócio, a marca McAfee praticamente renasceu das cinzas.


Amparadas por uma equipe de pesquisa premiada, as tecnologias de segurança da McAfee fazem uso de uma capacidade preditiva exclusiva baseada no McAfee Global Threat Intelligence, permitindo que usuários domésticos e empresas se mantenham um passo a frente das ameaças online. Os produtos e soluções da McAfee abrangem as seguintes áreas: Análise de ameaças avançadas, Proteção e criptografia de dados, Segurança de banco de dados, Proteção de terminais, Segurança de rede, Gerenciamento de segurança, Gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM), Segurança de servidor e Segurança na Web. Atualmente, entre seus principais e mais populares produtos e serviços, estão: McAfee Total Protection (solução de segurança online mais avançada para PCs, smartphones e tablets, que inclui antivírus, antimalware, segurança na web, firewall, antispam, controle dos pais e gerenciamento de senhas. Além disso, o novo McAfee Anti-Malware Engine combina análise de autoaprendizagem e proteção baseada em comportamento para proteger contra ataques de ransonware e malware de dia zero), McAfee Mobile Security (para turbinar a segurança e o desempenho de smartphones e tablets Android), True Key by McAfee (gerenciamento avançado de senhas e autenticação por múltiplos fatores), McAfee WebAdvisor (serviço gratuito que impede o usuário de clicar em sites perigosos e permite que ele navegue pela web e faça compras online com segurança) e McAfee SIEM (reunindo dados de eventos, ameaças e risco, essas soluções oferecem visibilidade em tempo real sobre todas as atividades de segurança para aprimorar o gerenciamento da conformidade e acelerar os tempos de resposta a incidentes).


O badboy da tecnologia 
Dentro dos círculos dos aficionados por informática ele é considerado uma lenda. Gênio brilhante em alguns momentos, lunático e dependente de drogas em muitos outros, John David McAfee criou em torno de si uma história digna de um filme hollywoodiano. Aliás, ele tem tanta certeza disso que vendeu os direitos sobre a história de sua vida para a Warner, que deve produzir em breve um longa-metragem sobre a sua trajetória. Ele nasceu no dia 18 de setembro de 1945, em uma base americana no Reino Unido, filho de um militar americano e uma mãe inglesa. Na infância, filho de um pai alcoólatra, apanhava com frequência junto com sua mãe. Quando ele completou 15 anos seu pai cometeu suicídio, mas nem por isso deixou de ser um fantasma na vida de John. “Ainda penso nele todos os dias, onde quer que eu esteja. Tenho ciência de que a minha vida é uma droga”, destacou McAfee em uma famosa entrevista. Na época da faculdade começou a mostrar o seu talento, revelando-se um homem extremamente inteligente e com bom faro para os negócios. Um dos seus primeiros empregos era o de vendedor de revistas de porta em porta. Seu método não era dos mais honestos, já que ele anunciava “revistas grátis” em troca do preenchimento de um simples cadastro, “a conta chegava dias depois”.


Com o início da vida acadêmica e, consequentemente, os seus primeiros trabalhos no mundo da tecnologia, outros problemas começaram a se revelar. Se por um lado ele se formava com brilhantismo em matemática, tendo a oportunidade de trabalhar como um dos programadores da NASA, por outro começava a enfrentar os seus primeiros problemas com álcool. Sua vida permaneceu nesta rotina durante os anos de 1970, mas foi na década seguinte que a sua trajetória mudou completamente. Em apenas três anos, entre 1983 e 1986, sua vida foi da derrota à criação daquela que seria uma das maiores empresas de software do mercado nas décadas seguintes. Aos 38 anos, John McAfee era diretor de engenharia da Omex. Seus problemas começaram anos antes, quando do álcool ele passou a experimentar drogas mais pesadas como maconha, cocaína e LSD. Em 1983, consumia cocaína em grandes quantidades, vendendo o excedente para os seus colegas de trabalho. Dormia na mesa e passava as manhãs bebendo uísque. Na Northeast Louisiana State College, onde cursava PhD e atuava como professor auxiliar foi expulso por dormir com uma de suas alunas da graduação. Três anos mais tarde John McAfee reapareceu como funcionário na Missouri Pacific Railroad, uma companhia de gerenciamento de trens. Usando computadores da IBM, reinventou diversas rotinas de controle e otimizou as rotas, gerando muitos lucros para a instituição. Infelizmente seu estado sóbrio durou muito pouco. Mas, em 1986, McAfee estava sóbrio novamente. E quando ouviu a notícia de que dois irmãos haviam criado no Paquistão aquilo que poderia ser considerado o primeiro vírus de computador, decidiu que alguma coisa precisava ser feita. Com pouco investimento, reuniu alguns colaboradores e fundou a McAfee Associates no ano seguinte.


Na década de 1990, seu nome estava garantindo entre os grandes da indústria tecnológica. Depois de quase duas décadas mantendo a sua empresa entre os gigantes do mercado de software, ele pareceu ter tido uma nova recaída. Um ano antes de McAfee Associates ser vendida para a Intel, o executivo decidiu vender praticamente tudo o que tinha. Assim, ele deu adeus aos seus carros luxuosos, às mansões que mantinha em diversas localidades nos Estados Unidos, como Havaí, Texas, Novo México e Colorado, e até mesmo ao seu jato particular. De maneira surpreendente, decidiu comprar um grande terreno em meio a uma floresta de Belize, um pequeno país da América Central, e lá se refugiou em um bangalô sem acesso a internet. Depois de conhecer a bióloga de Harvard Allison Adonizio, que estava de férias e fazia pesquisa com antibióticos, McAfee teve um surto. Se antes ele havia conseguido eliminar vírus virtuais, por que não conseguiria também eliminar os vírus reais? Assim, construiu um laboratório completo para Allison, que vendeu tudo o que tinha e firmou uma sociedade com ele. Enquanto Allison se ocupava com as pesquisas, McAfee tratava de negócios e caminhava por becos e ruas sujas de Belize tirando fotos dos habitantes locais. Em um bordel chamado Lover’s, o dono apresentou a ele Amy Emshwiller, uma menina de apenas 16 anos. Menos de 30 dias depois os dois já dormiam juntos. O detalhe é que McAfee já morava com uma mulher, que não gostou nada de ver uma nova companheira em sua casa, deixando John um mês depois. Em um relacionamento conturbado, após 30 dias a jovem Amy tentou matar McAfee, mas desistiu na hora de puxar o gatilho de uma arma. Ele então decidiu que ambos não iriam mais morar juntos, mas construiu para ela uma casa no perigoso bairro onde a jovem nasceu. Ciente dos perigos, ele resolveu equipar os policiais da região com armamento pesado, munição e veículos. Não satisfeito, ele mesmo colocou uma pistola na cintura e foi às ruas conversar com traficantes. Para muitos oferecia TVs de LED em troca da promessa de que eles largariam o tráfico. O ano de 2012 marcou o término de sua aventura em Belize. McAfee armou um exército particular e decidiu que ele mesmo iria mexer com química em seu laboratório particular. Embora tenha dito que estava pesquisando antibióticos, a suspeita é de que ele estivesse produzindo metanfetamina, substância controlada e que pode provocar alucinações. No local onde morava, ele criou uma fábrica de cigarros, uma companhia de distribuição de café e um serviço de táxi marítimo. O governo de Belize o acusou de montar um exército privado e traficar drogas na região. Uma força de elite local, treinada pelo FBI, invadiu a sua casa e encontrou munição pesada e muitas garrafas de substâncias químicas desconhecidas. Solto mediante fiança, ele voltou para o seu bangalô com cinco mulheres, todas com idades entre 17 e 20 anos. Em novembro desse mesmo ano, passou a ser procurado pela polícia local sob a suspeita de ter assassinado o seu vizinho, Gregory Viant Faull. Foragido, McAfee foi preso na Guatemala no mês de dezembro e deportado para os Estados Unidos pouco depois. Os casos mais recentes de suas intermináveis polêmicas são aparecer nos noticiários por brincar de roleta russa na frente de jornalistas, um processo contra a Intel, uma intimação da SEC e um documentário para a TV americana. Para a polícia, ele é um homem perigoso que se tornou um dos chefes de um cartel de drogas na América Central. Para outros, que tiveram contato com ele nos últimos anos, McAfee é um homem problemático, que perdeu contato com a realidade e insistentemente tenta convencer os outros dos seus delírios.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por inúmeras modificações ao longo dos anos. Em 2002, a marca apresentou um novo logotipo com uma nova tipografia de letra e a palavra “security” abaixo do nome. Pouco depois, em 2005, uma nova tipografia de letra foi adotada e o retorno da cor vermelha. Em 2009, finalmente apareceu o familiar escudo, ideal para comunicar o que a empresa tinha a oferecer: segurança e proteção.


Em 2014 a McAfee passou oficialmente a se chamar Intel Security, que manteve em seu logotipo apenas o tradicional escudo da marca. Porém, em 2016, o nome Intel Security saiu de cena para o retorno da marca McAfee e de seus tradicionais símbolos, o escudo (agora estilizado) e a cor vermelha. Por trás do retorno da marca McAfee estava uma nova estratégia que tentava resgatar o que a empresa, agora independente, tem de melhor, a tradição.


Os slogans 
Together is power. (2016) 
Safe Never Sleeps. (2012) 
Securing your digital world. (2011) 
Proven Security. (2006)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1987 
● Fundador: John McAfee 
● Sede mundial: Santa Clara, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: McAfee Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Christopher Young 
● Faturamento: US$ 1.75 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 6.700 
● Segmento: Tecnologia 
● Principais produtos: Antivírus e soluções de segurança da informação 
● Concorrentes diretos: Symantec, AVG, Avast, Avira, Bitdefender e Kaspersky 
● Slogan: Together is power. 
● Website: www.mcafee.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a McAfee é uma das maiores empresas independentes de segurança cibernética do mundo. Com faturamento estimado superior a US$ 1.7 bilhões e 6.700 funcionários, os produtos e as tecnologias da McAfee levam soluções e serviços seguros a consumidores, empresas e governos em mais de 100 países, contando ainda com sólidos recursos de vendas que atuam em diversos segmentos. Além disso, a empresa detém mais de 1.200 patentes de tecnologia de segurança e o McAfee Security Innovation Alliance, o principal programa de parcerias tecnológicas do setor, conta com mais de 135 parceiros em âmbito global. 

Você sabia? 
● Em 1986, dois irmãos paquistaneses foram os responsáveis por criarem o primeiro vírus para computadores que se tem conhecimento. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites de tecnologia (TecMundo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 25/4/2017

7.12.12

UNIDAS


Se você estiver viajando por grandes cidades brasileiras, quer seja de férias ou a negócios, e precisar alugar um veículo, a UNIDAS oferece uma moderna frota capaz de atender todas as necessidades durante a estadia, se adequando a cada cliente e finalidade. Afinal, a UNIDAS entrega muito mais que um simples carro. É especialista em soluções de locação e gestão de veículos e frotas. E ajuda a relembrar e redescobrir os prazeres de uma viagem de carro. Mas, além disso, a principal meta é sempre entregar as melhores experiências, viagens, histórias e sorrisos. 

A história 
Tudo começou exatamente no dia 27 de fevereiro de 1985, quando cinco empresas de locação de carros e dois investidores se uniram na cidade de São Paulo criando a Empresas Unidas Veículos e Serviços Ltda., uma locadora que iniciou suas atividades com sete filiais e aproximadamente 500 veículos. A empresa, em complementação às suas atividades de locação de carros, e como forma a aumentar a capilaridade e ritmo de expansão de sua rede em todo o Brasil, adotou, desde o início de suas operações, um modelo de franquias como estratégia de crescimento nesse mercado. O licenciamento da primeira franquia aconteceu na cidade de Manaus, no Amazonas. Nos anos seguintes, a UNIDAS cresceu e estabeleceu-se no mercado, não somente por sua expansão física, mas também por prestar serviços de alta qualidade e oferecer opções de aluguel que atendessem as necessidades dos clientes, quer fossem eles turistas ou viajantes a negócios.


Em 1995, a empresa ampliou seus serviços ao iniciar as atividades no segmento de terceirização de frotas, que compreende a locação de longo prazo (mínimo de 12 meses) de veículos para clientes corporativos e atividades associadas à utilização dos mesmos, tais como, consultoria na escolha da frota, manutenção, contratação de seguros junto às companhias seguradoras, assistência emergencial 24 horas em todo o Brasil e veículo de substituição. Nos anos seguintes, como indicador do desempenho e qualidade de seus serviços neste competitivo setor, a UNIDAS conseguiu atingir um índice de renovação de contratos de aproximadamente 80%. Em 2001, após passar por vários proprietários, a UNIDAS foi adquirida pelo grupo português SAG.


No ano de 2005, a UNIDAS lançou o modelo Franquia Chave na Mão, em que o franqueado recebia uma loja pronta para operar, com no mínimo 25 carros disponíveis para locação, o que permitiu uma aceleração do ritmo de expansão de seus pontos de locação pelas principais cidades do país. Além disso, como atividade complementar às suas operações, a UNIDAS, de forma a permitir a constante renovação da sua frota em todos os segmentos, iniciou a realização da venda de seus veículos previamente utilizados nos negócios de terceirização de frotas e locação de carros. Adicionalmente, a UNIDAS se tornou fornecedora de companhias de seguros e montadoras para veículos reservas no caso de sinistro ou uso da garantia, respectivamente.


Em 2012, a UNIDAS concluiu os procedimentos para tornar-se a Franqueada Master exclusiva da empresa americana Enterprise Holdings, com o intuito de operar as marcas Alamo Rent a Car e National Car Rental no Brasil, pelo período de 15 anos. Com esta parceria operacional, os clientes da empresa americana que viajarem ao Brasil são atendidos pela rede de lojas da UNIDAS, por meio das bandeiras Alamo e National, e da mesma forma, os clientes da empresa brasileira que viajam ao exterior são atendidos pelas redes americanas. Esta parceria permitiu a expansão de suas atividades na América Latina, e representou a possibilidade de reconhecimento internacional, ampliando a capacidade de atração do turista estrangeiro em suas viagens a lazer ou negócios, bem como de empresas que se relacionam com tais marcas. Pouco depois, em 2013, a empresa adquiriu a Best Fleet, empresa de terceirização de frota, especializada no segmento de veículos executivos. Ao final de 2017, a empresa e a Companhia de Locação das Américas (conhecida como “Locamerica”), assinaram um acordo de fusão (combinação de negócios). Além disso, lançou a UNIDAS SEMPRE ZERO, que funciona como um aluguel de um carro zero quilômetro à longo prazo.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos, em 2005 ganhou uma imagem mais dinâmica e moderna.


Os slogans 
A gente entrega muito mais que um carro. (2017) 
É como tem que ser. (2013) 
Os Melhores Quilômetros da Sua Vida. (2005)


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 27 de fevereiro de 1985 
● Fundador: Cinco empresas de locação de carros e dois investidores 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Unidas Locadora de Veículos Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente do conselho: Pedro Roque de Pinho de Almeida 
● CEO: Carlos Horácio Sarquis 
● Faturamento: R$ 1.61 bilhões (2017) 
● Lucro: R$ 65.8 milhões (2017) 
● Pontos de locação: 268 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 1.476 
● Segmento: Locação de automóveis 
● Principais produtos: Locação de veículos, terceirização de frota e vendas de automóveis seminovos 
● Concorrentes diretos: Localiza, Yes, Movida, Avis, Hertz, Uber e Easy 
● Slogan: A gente entrega muito mais que um carro. 
● Website: www.unidas.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente a UNIDAS, especializada em soluções de locações de veículos, é líder no mercado brasileiro de terceirização de frotas atendendo mais de 1.300 clientes corporativos. No segmento de locação de veículos a curto e médio prazo, a empresa oferece aos seus clientes automóveis, de diversas marcas e modelos, em mais de 265 pontos de atendimento (incluindo os principais aeroportos do país). Considerando todas as atividades, a UNIDAS possui uma frota de aproximadamente 65.000 veículos. Ainda, como atividade complementar, a empresa atua no segmento de venda dos carros anteriormente utilizados em sua frota, que em 2017 atingiram 26.611 veículos seminovos. 

Você sabia? 
Todos os anos a UNIDAS chega a atender mais de 360 mil clientes em todo o país. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 28/6/2018

2.12.12

DUFF BEER


Quem tem entre 25 e 40 anos provavelmente acompanhou nos anos 90 uma das mais famosas bebidas dos desenhos animados nas mãos do hilário Homer Simpson e seus amigos no icônico bar do Moe. Pois é, o desenho continua no ar e a tradicional cerveja DUFF que era consumida de maneira homérica saiu das telinhas para ganhar as mesas de bares e prateleiras de supermercados. Pode parecer surreal, mas a DUFF BEER, com seu forte apelo emocional, está conquistando cada vez mais consumidores e desbravando novos mercados com um apelo extremamente forte.

A história
Imagine transformar um produto ícone do desenho Simpsons em uma realidade quase lúdica. Mas não foi pelas mãos da FOX, empresa responsável pelos direitos do popular desenho, que a icônica DUFF BEER, cerveja mais consumida da imaginária cidade de Springfield, chegou à vida real. Tudo começou em 2004 quando o empresário mexicano Rodrigo Contreras Díaz, que já trabalhava com marketing, teve a lúdica ideia, ou ousadia como alguns queiram, de transformar um sonho de uma geração inteira em realidade. Após vislumbrar o potencial da marca ele recorreu ao canal de TV para viabilizar seu projeto. Depois de receber diversas negativas como resposta, devido à grande parte do público ser formado por crianças e adolescentes, descobriu que a marca DUFF BEER (incluindo sua identidade visual) não era patenteada.


O empresário então tratou de fazer isso fora dos Estados Unidos. Depois de quase três anos de pesquisas e desenvolvimento, em 2007, ele surpreendeu milhares de pessoas da badalada ilha espanhola de Ibiza dando vida à cerveja DUFF, um produto sem igual no mercado. Afinal, existiam centenas e centenas de marcas de cerveja no mercado, mas nenhuma carregava tanto simbolismo como a DUFF BEER: cerveja preferida de Homer Simpson, um pai de família preguiçoso, desleixado e beberrão, servida ficcionalmente na taberna do Moe desde 1989 e que tinha como porta-voz o famoso DUFFMAN. Por si só esses argumentos e atributos lendários já eram uma excelente ferramenta de marketing, mesmo que de forma indireta, que causariam uma natural alusão entre a cerveja e o desenho de enorme sucesso.


A cerveja foi lançada seguindo fielmente seu status fictício, ou seja, elaborada com uma cerveja barata usada em produção em massa, deixando o apelo emocional com o desenho despertar o desejo de consumo de seu público. A nova cerveja, que utilizou o logotipo como uma réplica fiel do rótulo apresentado no desenho, causou tamanho impacto e obteve tão grande aceitação no mercado que logo pessoas do mundo todo passaram a querer experimentá-la, o que acabou atraindo a atenção de potenciais parceiros e investidores. E assim a cervejaria belga Haacht Brewery fechou parceria com o empresário, e pouco depois, ainda em 2007, outros países europeus já podiam desfrutar da lúdica cerveja preferida de Homer Simpnson. A DUFF BEER rapidamente se espalhou por países como Alemanha, Itália, França, entre outros. Após grande e animador sucesso na Europa, a América Latina foi o próximo passo de expansão da marca, e em 2009, foi criada a DUFF SUDAMÉRICA, tendo a Colômbia como centro de operações. Crescendo rapidamente em diversos países a cerveja DUFF foi lançada no México (que apesar de ser idealizada por um empresário mexicano, somente foi introduzido nesse país neste momento, incluindo a versão em lata, como Homer bebia no desenho), Chile, Paraguai e Panamá.


E finalmente chegou ao Brasil em novembro de 2011, produzida sob licença pela cervejaria catarinense SaintBier, que se adaptou as várias exigências para que cerveja pudesse ser fabricada de acordo com os padrões de qualidade determinados pela empresa. Diferentemente do que no desenho, onde era servida como uma bebida barata e popular, a empresa quis investir em um produto mais exclusivo, feito de puro malte, com um sabor marcante e agradável de tomar, para fidelizar o cliente. Vale lembrar que a fórmula da cerveja muda de país para país. Nos meses seguintes a estratégia de marketing da empresa foi expandir a marca para outros estados, como Minas Gerais, Rio de Janeiro e região Sul. Entre as ações de divulgação diferenciadas da marca no país, a DUFF já produziu um rótulo especial para o dia de St. Patrick’s, onde a cor verde assumiu o lugar do tradicional vermelho. A ousada estratégia se repetiu em abril de 2012, quando a marca realizou o concurso “O Seu Texto na Garrafa”, em que frases dos consumidores foram escolhidas para estampar as embalagens da icônica cerveja.


Dados corporativos
● Origem: México/Espanha
● Lançamento: 2007
● Criador: Rodrigo Contreras
● Sede mundial: Jalisco, México
● Proprietário da marca: Duff México S.A. de C.V.
● Capital aberto: Não
● Presidente: Rodrigo Contreras
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: + 20 países
● Presença no Brasil: Sim
● Segmento: Cervejarias
● Principais produtos: Cervejas
● Concorrentes diretos: Colorado, Devassa e Proibida
● Ícones: O apelo emocional da ligação que a marca tem ao famoso desenho
● Slogan: Sim, ela existe.
● Website: www.duffbrasil.com.br

A marca no mundo
Atualmente, a DUFF BEER é comercializada em mais de 20 países ao redor do mundo, incluindo o Brasil, onde a marca está presente em mais de mil pontos de vendas.

Você sabia?
Mesmo sem a relação direta e legal com os Simpsons, o próprio slogan da marca, “Sim, ela existe”, remete ao famoso desenho.
O nome da cerveja é uma homenagem ao então baixista da banda Guns n’ Roses, Duff McKagan, um assumido beberrão.
Cada país decide qual será o segmento a cerveja DUFF será inserida. No Brasil, a marca ingressou em uma atitude ousada e pretenciosa para concorrer com Guiness e Colorado; já na Alemanha, por exemplo, ela é uma cerveja barata, vendida em supermercados, assim como na cidade fictícia de Springfield.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 2/12/2012

27.11.12

NEWSWEEK


A revista NEWSWEEK por quase 80 anos foi presença constante nos lares americanos, e ajudou a milhões de leitores se informarem das notícias da semana anterior. Mas hoje os tempos são outros. A NEWSWEEK continua com seu ótimo jornalismo, suas matérias geniais, seus editoriais sempre cheios de personalidade, só que no formato digital. A revista impressa irá desaparecer no último dia de 2012, mas a marca NEWSWEEK continuará sendo um dos ícones do jornalismo mundial.

A história
Originalmente chamada de News-Week, a tradicional revista foi idealizada pelo inglês Thomas John Cardell Martyn, que havia trabalhado por dez anos como editor de notícias internacionais na revista TIME, e lançada oficialmente no dia 17 de fevereiro de 1933 com a ajuda de investidores, entre os quais John Hay Whitney e Paul Mellon. A revista foi criada para levar aos leitores americanos um resumo analítico das notícias da semana e uma visão do que seria importante na semana seguinte. A primeira edição, que custava apenas 10 centavos de dólar, possuía sete fotografias das notícias semanais da imprensa em sua capa. Em 1937, estrangulado pelas dívidas ele vendeu a revista. Pouco depois, Malcolm Muir se tornou presidente e editor-chefe da revista e mudou seu nome para NEWSWEEK, relançando-a no mercado com o slogan “The magazine of news significance” (algo como “A revista das notícias significativas”).


Nos anos seguintes Malcolm imprimiu uma nova personalidade a revista, enfatizando mais a interpretação de histórias, introduzindo colunas assinadas (que seriam um grande atrativo da revista) e criando inúmeras edições internacionais (a NEWSWEEK chegou a ter 12 edições, escrita em japonês, coreano, russo, Turco, e até mesmo em árabe e espanhol). Em 1961 a revista foi comprada pelo tradicional e influente jornal Washington Post. Ao longo desses anos, a NEWSWEEK foi desenvolvendo um vasto material de notícias, de grandes histórias e análises à reviews e comentários. Durante este período a NEWSWEEK com seu jornalismo dinâmico travou uma das mais acirradas rivalidades, talvez a mais célebre na história do jornalismo americano, com a revista TIME. Em meados dos anos 90 a NEWSWEEK lançou seu site na Internet, que agregava as matérias e notícias da revista com reportagens do tradicional jornal Washington Post.


Apesar de sua força e influência na mídia americana, a NEWSWEEK começou a enfrentar uma grave crise financeira em 2008, quando passou a registrar enormes perdas financeiras e a passar por mudanças em uma desesperada tentativa de evitar o colapso. Isto culminou com sua aquisição em agosto de 2010 pelo magnata da indústria de áudio, Sidney Harman, pelo valor simbólico de US$ 1, além de assumir as pesadas dívidas. Após esta aquisição, a NEWSWEEK foi relançada com novo design, e, em novembro desse mesmo ano, se uniu ao site de notícias THE DAILY BEAST, fundado por Tina Brown, que passou a comandar também a revista, que ganhou rumos sensacionalistas, sendo muito criticada por suas decisões editoriais que a levaram a produzir capas “vendedoras e polêmicas” como a que imaginava a Princesa Diana com 50 anos ou a que retratava Barack Obama como “o primeiro presidente gay”.


Após 80 anos nas bancas, a revista semanal americana, em mais um episódio da inexorável transição para o digital, anunciou que a partir de 31 de dezembro de 2012 deixará de existir no formato impresso. Mas isso não significa o fim da tradicional NEWSWEEK, que a partir desta data ganhará uma nova edição digital, que será acessada apenas por assinantes. Além da redução no quadro de funcionários, a revista semanal deixará de publicar a versão em espanhol. O novo formato, batizado de NEWSWEEK GLOBAL, para ser acessado por meio de tablets, e-books e outros dispositivos móveis, será sustentado por assinaturas e irá oferecer um jornalismo de alta qualidade para leitores que querem se informar sobre os eventos mundiais em um contexto sofisticado. A revista afirma que isso se deve ao crescimento dos acessos através destes meios, a queda vertiginosa em sua circulação (em apenas uma década a revista encolheu de uma circulação paga de 3 milhões de assinantes para 1.5 milhões), altos custos de impressão e distribuição, além da preocupação ambiental em banir o papel.


A evolução visual
A identidade visual da NEWSWEEK passou por inúmeras modificações ao longo dos anos, mas sempre manteve a cor vermelha, de fundo, como ponto central de seu logotipo.


Os slogans
What Matters Most. (2010)
The magazine of news significance. (1937)


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Lançamento: 17 de fevereiro de 1933
● Criador: Thomas J.C. Martyn
● Sede mundial: New York City, New York
● Proprietário da marca: The Newsweek Daily Beast Company LLC
● Capital aberto: Não
● CEO: Baba Shetty
● Editor chefe: Tina Brown
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Assinantes: 35.000 (versão digital)
● Presença global: 190 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 400
● Segmento: Comunicação
● Principais produtos: Revista de notícias (digital) e websites
● Concorrentes diretos: Time, The New Yorker, US News And World Report e The Economist
● Ícones: O jornalismo dinâmico
● Slogan: What Matters Most.
● Website: www.newsweek.com

A marca no mundo
Hoje em dia a NEWSWEEK, que era a segunda revista semanal de informação mais importante dos Estados Unidos, atrás somente da sua eterna rival TIME, se adaptou aos novos tempos, deixando a versão impressa e se tornando uma revista digital com mais de 35.000 assinantes, milhões de leitores em 190 países (14 milhões somente nos Estados Unidos) e voltada especificamente para uma audiência altamente móvel. A NEWSWEEK mantém 9 bureaus nos Estados Unidos, além de escritórios com correspondentes em várias cidades do mundo, como por exemplo, Londres, Paris, Moscou, Jerusalém, Tóquio, Beijing, Cidade do México e Buenos Aires.

Você sabia?
No cemitério da pacata cidade de Agrolândia, no Alto Vale do Itajaí, em Santa Catarina, uma sepultura chama a atenção pelo tamanho de sua lápide em pedra, com mais de um metro de largura. Nela está escrito “Thomas John Cardell Martyn”. E logo abaixo: “Founder of Newsweek”. Isso mesmo, o fundador de uma das mais importantes revistas americanas passou seus últimos anos de vida e morreu (em 5 de fevereiro de 1979) no Brasil.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 27/11/2012