8.12.14

YOKI


A YOKI oferece centenas de produtos práticos e convenientes que estão presentes nos melhores momentos da vida de milhões de brasileiros. Na escola, no cinema, na festa de aniversário, no churrasco com os amigos, no café da manhã, no almoço ou no jantar com a família, as tradicionais e deliciosas pipocas, temperos, misturas para bolos, sobremesas até sucos saudáveis, além de saciarem a fome, alimentam milhões de consumidores com produtos saudáveis e de alta qualidade. 

A história 
Tudo começou em 1960, no bairro de Pinheiros, em São Paulo, quando o imigrante japonês Yoshizo Kitano resolveu fundar uma empresa para comercializar cereais e farináceos. Batizada de Kitano (em japonês significa “campo do Norte”), alguns anos depois a empresa introduziu uma completa linha de especiarias a granel e condimentos no mercado. Com o crescimento do consumo em supermercados, Yoshizo identifica a mudança de comportamento do consumidor e passa a vender produtos empacotados. Na década seguinte a empresa continuou crescendo e lançou sua primeira linha de chás com a marca Kitano. Na década de 1980 lançou no mercado sua primeira linha de sobremesas, que incluía as tradicionais gelatinas. A história da empresa começou a mudar no final desta década, em 1989, quando a Refinações de Milho Brasil (atual Unilever) comprou a marca Kitano e, com ela, todas as linhas de chás, especiarias e sobremesas.


Apesar da venda, a família permaneceu com as linhas de cereais e farináceos, que englobavam produtos como fubá, farinha e pipoca, além de três fábricas e 1.500 funcionários. E foi então, que seis meses após a venda da marca KITANO, a empresa adotou um novo nome: Yoki Alimentos. Com isso surgia também a marca YOKI, formada pelas iniciais do nome de Yoshizo Kitano e cujo termo em japonês significa “bons presságios ou felicidade”. Com uma estratégia diferenciada, a YOKI resolveu expandir sua linha de produtos com o lançamento de produtos prontos e semi-prontos, trazendo assim mais praticidade para os consumidores brasileiros, como por exemplo, a pipoca com sabores, as farofas prontas e as misturas para pão de queijo. Além disso, introduziu no mercado a linha Mais Vita, composta por alimentos à base de soja e criada para quem preza uma alimentação saudável. Em 1996 iniciou a exportação de algumas de suas linhas.


Em 1997, já consolidada no mercado brasileiro e na mente de milhares de consumidores, a empresa recomprou a marca Kitano, assim como suas linhas de produtos. Com isso, aproveitou para lançar mais de 80 especiarias, molhos condimentados, realçadores de sabor, temperos, caldos e sopas com a marca. Hoje em dia, a marca Kitano se tornou sinônimo de tudo o que possa conferir ou realçar o sabor dos alimentos, como molhos, caldos e temperos. Em 2003 a YOKI retomou sua atuação no segmento de chás ao readquirir a linha de chás Kitano e comprar a marca LinTea. Nos anos seguintes, contando com uma equipe de engenheiros de alimentos, nutricionistas e profissionais de marketing que se dedicam integralmente a desenvolver e criar novos produtos que atendam às necessidades e desejos dos consumidores, a YOKI expandiu suas linhas, lançou novos produtos e ingressou em diferentes segmentos de alimentos, incluindo salgadinhos como a linha YOKITOS LEVÍSSIMA, composta por batatas mais finas, sabores suaves e refinados, com um toque de azeite de oliva, o que proporciona ao paladar uma experiência muito mais crocante, delicada e, principalmente, saudável.


No mês de maio de 2012, em meio a uma tragédia familiar, Marcos Kitano Matsunaga neto do fundador e diretor executivo da empresa foi assassinado brutalmente por sua esposa, a YOKI foi vendida por R$ 2 bilhões para a americana General Mills, quinta maior empresa de alimentos do mundo e proprietária de marcas consagradas como os cereais Cheerios, as barras de cereais Nature Valley e os sorvetes Häagen-Dazs. Com isso, a YOKI e suas marcas fortaleceram sua presença no dia a dia de quem cozinha por todo o Brasil. Nos anos seguintes continuou introduzindo produtos inovadores no mercado, como por exemplo, pipoca para micro-ondas com cobertura Romeu e Julieta, batata-palha sabor Hot Dog, farofa mexicana (apimentada e com pedacinhos de tortilla crocante), sopões com sabores regionais e purê de batata instantâneo.


E, em 2014, a General Mills utilizou a força da marca YOKI entre os consumidores brasileiros para introduzir a marca americana Betty Crocker. Surgiu assim a linha de mistura para bolos e sobremesas YOKI BETTY CROCKER. Hoje em dia a empresa comercializa seus produtos com as marcas Yoki (cereais, pipocas, farináceos, sobremesas e produtos semi-prontos), Kitano (ervas finas e temperos), Yokitos (salgadinhos), Yoklon (mingaus e farinha láctea), Mais Vita (produtos naturais) e Chef Line (institucionais). Foi assim, que de uma modesta empacotadora de grãos a empresa se transformou em uma das mais modernas indústrias alimentícias do mercado brasileiro.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou apenas por uma remodelação em sua história, que ocorreu em 2007. Apesar de manter a estrutura do logotipo original, a identidade visual ganhou linhas arredondas e novas tonalidades de cores, tornando-se mais moderna e atraente.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1960 
● Fundador: Yoshizo Kitano 
● Sede mundial: São Bernardo do Campo, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Yoki Alimentos S.A. 
● Capital aberto: Não (não subsidiária da General Mills, Inc.) 
● Presidente: Mitsuo Matsunaga 
● Faturamento: R$ 1.5 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Fábricas:
● Presença global: 30 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 5.000 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Salgadinhos, sucos, temperos, cereais, sopas e pipoca para micro-ondas 
● Concorrentes diretos: Nestlé, Unilever, Pepsico, Mondelēz e Hikari 
● Ícones: A pipoca de micro-ondas 
● Website: www.yoki.com.br 

A marca no mundo 
Com faturamento anual estimado em R$ 1.5 bilhões, a YOKI é uma das maiores empresas alimentícias do mercado brasileiros e comercializa em todo território nacional sua linha de produtos, composta por mais de 620 itens diferentes, de salgadinhos e cereais a farinha de mandioca e sucos prontos. Os produtos da empresa estão presentes em mais de 70 mil pontos de venda em todo o Brasil. Além disso, a YOKI exporta seus produtos para 30 países ao redor do mundo. A empresa emprega 5.000 pessoas e conta com nove fábricas instaladas em seis estados (Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo). 

Você sabia? 
A pipoca para micro-ondas é um dos principais e mais populares produtos da empresa. Por isso a YOKI é líder no segmento de pipocas de grão para micro-ondas. 
A YOKI ainda é proprietária da marca TORI, que oferece uma completa linha de rações e sementes para pássaros. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 8/12/2014

1.12.14

SUNGLASS HUT


A SUNGLASS HUT é uma verdadeira autoridade em óculos de sol. Qualquer uma de suas lojas, além de um atendimento personalizado e preocupado em oferecer a melhor proteção aos olhos, é o destino para as principais marcas, tendências, estilos exclusivos e serviço completo de óculos de sol. Como mesmo gosta de se definir, a SUNGLASS HUT não vende simplesmente óculos escuros, mas oferece uma consultoria de imagem. 

A história 
Tudo começou em 1971 quando o optometrista Sanford L. Ziff e sua mulher, Helen, abriram um pequeno e acanhado quiosque no shopping center Dadeland Mall na cidade de Miami, estado da Flórida, para vender óculos escuros. Ele resolveu abrir este pequeno negócio, pois tinha certeza que as pessoas poderiam se beneficiar de óculos de proteção para o intenso sol da Flórida, enquanto ele poderia capitalizar sobre a popularidade de óculos de sol como um acessório de moda. A SUNGLASS HUT nasceu com a filosofia de proporcionar aos consumidores uma experiência de compra divertida e inovadora por meio de um atendimento personalizado e especializado. Os clientes eram orientados a reinventar sua relação com este acessório tão importante para a expressão e complemento de seu estilo, mas sem deixar de lado a preocupação com a proteção e a saúde dos olhos.


O sucesso do empreendimento foi tanto que o Dr. Sanford inaugurou várias lojas da SUNGLASS HUT pela ensolarada Miami, cidade mais que perfeita para vender óculos escuros. Em 1986 a rede inaugurou sua centésima loja e alcançou faturamento de US$ 24 milhões. Foi neste momento que Sanford resolver vender por US$ 35 milhões 75% da empresa para um fundo de investimento. E a ideia por trás da venda era simples: dinheiro para acelerar a expansão da rede. Com isso, nos anos seguintes a rede se expandiu para outras cidades americanas e, em 1991, a família Ziff vendeu o restante de sua participação na empresa. Pouco depois, em 1993, a SUNGLASS HUT abriu se capital na Bolsa de Valores e, no ano seguinte, iniciou a venda por catálogo, além de iniciar um projeto-piloto para vender óculos escuros de prescrição, que seria abandonada pouco tempo depois. A empresa também acelerou a inauguração de novas lojas, incluindo unidades em aeroportos e até mesmo dentro de grandes lojas de departamento.


Em 1996 a rede já detinha 30% do mercado americano neste segmento. Nesta época a empresa resolveu expandir sua linha de produtos e passou a vender também relógios, incluindo a inauguração de lojas chamadas Watch Station, que mais tarde seria vendida para a Fossil. Em 1998 a marca lançou seu comércio eletrônico, dando a possibilidade aos consumidores de comprarem óculos de sol pela internet. O enorme sucesso chamou a atenção de grandes grupos do segmento e, em 2001, a SUNGLASS HUT foi comprada pela Luxottica, líder mundial em óculos premium, de luxo e esportivos, por aproximadamente US$ 653 milhões e passou a fazer parte da divisão de varejo da empresa italiana. Nesta época a SUNGLASS HUT tinha mais de 1.800 lojas, a grande maioria localizada nos Estados Unidos e Canadá.


Nos anos seguintes a Luxottica reposicionou a marca no mercado (adotou uma postura fashion), remodelou as lojas da rede e foi aos poucos mudando o mix de produto ao incrementá-lo com grifes famosas, como por exemplo, Ray-Ban, Vogue, Bvlgari, Tiffany & Co., Versace, Burberry, Dolce & Gabbana, Ralph Lauren, Prada, Giorgio Armani, DKNY e Persol, muitas das quais de propriedade da própria empresa italiana. A SUNGLASS HUT também intensificou seu processo de expansão com a inauguração de lojas em vários países do Oriente Médio e da Ásia. Como parte de seu plano de expansão internacional, a SUNGLASS HUT, além de ingressar do mercado mexicano, desembarcou no Brasil no mês de abril de 2011 com a inauguração de sua primeira loja na ensolarada cidade do Rio de Janeiro. Dois anos depois já eram quase 30 unidades espalhadas pelo território brasileiro.


Hoje em dia, as lojas da rede SUNGLASS HUT oferecem atendimento especializado para quem busca um par de óculos de sol de qualidade. Muito mais que um acessório de moda, os óculos precisam ser pensados para cada tipo de pessoa, seja na questão estética ou na funcionalidade. O tipo e a cor da lente, por exemplo, são muito importantes na hora da escolha, dependendo do estilo de vida que se leva. Por isso a rede quer saber se o cliente passa muito tempo em frente ao computador, na praia ou em um ambiente nublado, pois essas informações fazem toda a diferença na hora de escolher a lente e o modelo certo para cada pessoa.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por uma radical remodelação em 2008, como parte de sua primeira campanha global batizada de Put Them On. O antigo logotipo, que possuía um sol colorido, foi aposentado. Já o novo logotipo adotado ganhou visual mais limpo e totalmente moderno com tipografia de letra arredondada e letras minúsculas. O tradicional sol se tornou apenas um círculo, que pode ser aplicado em diversas cores como preta, cinza e até mesmo branca.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1971 
● Fundador: Sanford L. Ziff 
● Sede mundial: Mason, Ohio, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Sunglass Hut International, Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Luxottica Group SpA) 
● CEO: Massimo Vian 
● Faturamento: US$ 1 bilhão (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 2.700 
● Presença global: 25 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 3.700 
● Segmento: Varejo (ótica) 
● Principais produtos: Óculos de sol e acessórios 
● Concorrentes diretos: Visionworks, Walmart Vision Centers e Chilli Beans (Brasil) 
● Website: www.sunglasshut.com.br 

A marca no mundo
Atualmente a SUNGLASS HUT tem aproximadamente 2.700 lojas instaladas em mais de 25 países da América do Norte (seu maior mercado), Europa, Oceania, Oriente Médio, Ásia, Caribe e América Latina, incluindo o Brasil, onde a rede já possui 45 unidades em funcionamento. O faturamento estimado da rede é superior a US$ 1 bilhão anualmente. 

Você sabia? 
Em 2010 a rede instalou dentro de suas lojas o Social Sun, que nada mais são do que pequenos quiosques onde os clientes se fotografam experimentando óculos e postam as fotos nas redes sociais, como por exemplo, o Facebook, ou as enviam por e-mail. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 1/12/2014

22.11.14

AIRBNB


A airbnb se tornou o “terror das redes de hotéis”. Não importa se você precisa de um apartamento ou um simples quarto por uma noite, um castelo por uma semana, uma paradisíaca ilha por alguns dias ou um condomínio por um mês. A airbnb conecta pessoas à experiências de viagem únicas e preços variados, em praticamente qualquer parte do planeta. O site se tornou um mercado comunitário confiável para pessoas anunciarem, descobrirem e reservarem acomodações únicas ao redor do mundo seja através de um computador ou de um celular. 

A história 
A história começa em 2007 quando os estudantes Brian Chesky e Joe Gebbia, colegas de curso na Escola de Design de Rhode Island, resolveram virar empreendedores, largaram seus empregos e se mudaram para a cidade californiana de San Francisco para realizar esse sonho. Porém, o tempo foi passando e o dinheiro se esgotando. Para piorar a situação, eles foram avisados que o aluguel do apartamento em que moravam iria aumentar. Eles tinham apenas 14 dias para encontrar um meio de pagar todas as despesas. Foi então que o empreendedorismo dos dois jovens falou mais alto. Ao ver o espaço vazio na sala, eles pensaram: “Nós temos algo aqui! O que podemos fazer com isso?”. Os jovens ficaram sabendo que em outubro haveria uma conferência sobre design na cidade e, em virtude disso, todos os hotéis estavam lotados. Nesse momento, o espaço vazio que tinham na sala parecia ser muito mais interessante e uma oportunidade de fazer dinheiro. Poderiam oferecer aos visitantes um colchão de ar para dormir e preparar o café da manhã. Foi justamente o conceito desta ideia que originou o nome da empresa que eles iriam fundar pouco tempo depois, a airbnb, um acrônimo de Air Bed and Breakfast. Já no outro dia, colocaram a ideia em prática, construíram um pequeno site e fizeram até camisetas.


Inicialmente acharam que apenas estudantes com pouco dinheiro iriam se tornar clientes. Afinal, quem mais iria dormir em um colchão de ar no meio da sala. Mas eles estavam redondamente enganados. Dentre seus primeiros clientes, havia um senhor de 45 anos, casado e pai de cinco filhos. Como conversavam bastante e trocavam experiências com os hóspedes, a estadia se tornou algo mais pessoal. E foi justamente essa relação que incentivou os jovens a fundar uma empresa. Isto porque os hóspedes perguntavam se poderiam viajar dessa forma para outras cidades nos Estados Unidos. A ideia de um novo negócio foi despertada. Como eles eram designers e não programadores convidaram Nathan Blecharczyk, formado em ciência da computação pela Universidade de Harvard e que ocupou vários cargos de engenharia em empresas importantes como a Microsoft, para se tornar sócio do novo empreendimento.


Finalmente no dia 11 de agosto de 2008 o site do Airbedandbreakfast.com foi colocado no ar, permitindo assim pessoas alugarem todo ou parte de sua própria casa, como uma forma de acomodação extra. O site fornecia uma plataforma de busca e reservas entre a pessoa que oferecia a acomodação e o turista que buscava pela locação. Ou seja, de um lado alguém que possuía um espaço que não ficava ocupado o tempo todo. Do outro alguém querendo um espaço para alugar. E para ganhar dinheiro, a empresa cobraria do locador uma taxa sobre o valor da estadia no imóvel. Simples? Nem tanto. O principal obstáculo era convencer as pessoas a alugar suas casas para desconhecidos. Com as dificuldades financeiras iniciais, os sócios chegaram a vender mais de 3.000 caixas de cereais matinais (com as imagens do então candidato à presidência americana Barack Obama e seu concorrente John McCain) para levantar algum dinheiro no início e manter a empresa. Foi algo que deu enorme resultado em uma época em que ninguém conhecia a airbnb. Com isso, a empresa chamou a atenção de grandes veículos de mídia do mercado americano, que fizeram matérias sobre essas caixas de cereais e consequentemente sobre a empresa.


Alguns meses depois, aquilo que começou sem expectativa evoluiu para um empreendimento próspero. Outros moradores de San Francisco começaram a oferecer suas casas aos visitantes, divulgando as acomodações no site criado pelo trio. Os hóspedes satisfeitos iniciaram uma divulgação boca a boca que levou a ideia para outras cidades americanas e, posteriormente, a outros países. Inicialmente, apesar das dificuldades enfrentadas, airbnb se tornaria a nova sensação do Vale do Silício como a start-up símbolo de um movimento bilionário, a economia do compartilhamento. E isto começou a atrair grandes investidores, dando fôlego para a empresa. Em março de 2009 o nome do site foi abreviado apenas para airbnb.com e seu alcance expandido. Isto porque muitas pessoas começaram a utilizar o serviço de uma forma inusitada, disponibilizando casas na árvore, barcos, cabanas, cavernas, castelos medievais na Europa, ilhas e até iglus na Groenlândia. E existiam pessoas dispostas a pagar para dormir ou passar dias em lugares estranhos como esses. A airbnb demorou mais de um ano para atingir 100 mil reservas. Mas, nos anos seguintes, os acessos aumentaram significativamente, principalmente em virtude da grande crise econômica que assolou a economia mundial. Isto porque as pessoas estavam perdendo seus empregos e sofrendo o risco de perder suas casas. A airbnb dava a elas uma oportunidade de manter suas casas ao monetizar um espaço extra. Com isso, os acessos ao redor do mundo foram aumentando e, em 2011, a maior parte dos negócios já era do mercado internacional, com forte presença na Alemanha e Reino Unido.


Além disso, mais investidores resolveram apostar na empresa, entre eles o ator Ashton Kutcher. Isto possibilitou que a empresa iniciasse a compra de alguns pequenos competidores. No mês de junho de 2012, airbnb já era um verdadeiro sucesso, ajudando a acomodar mais de 10 milhões de pessoas desde sua fundação. Foi este ano que a empresa chegou ao Brasil. Durante a Copa do Mundo realizada no Brasil em 2014, a airbnb acomodou 120 mil visitantes. Pouco depois, a empresa lançou um novo site, que conta com uma área de comunidade que apresenta histórias de anfitriões e hóspedes e uma seção chamada Discovery (Descobertas) que tem ideias de viagens para locais diferentes e onde os usuários podem publicar dicas e mapas para seus locais ofertados. A airbnb vem cada vez mais sofisticando suas ofertas. A ideia é oferecer mais do que uma simples hospedagem. Já é possível agendar pelo site, por exemplo, uma aula de culinária com uma chef tailandesa. Além disso, lançou uma versão específica para viajantes de negócios. A iniciativa agrada ambos os lados: os funcionários que podem escolher um local mais caseiro para suas viagens e a airbnb, que cresce no mercado ao oferecer aos seus usuários uma alternativa interessante mesmo que os gastos sejam pagos pela empresa.


Hoje em dia, com um serviço de atendimento ao consumidor de nível internacional e uma comunidade de usuários em crescimento constante, airbnb é a maneira mais fácil de transformar um espaço extra em dinheiro e mostrá-lo para milhões de pessoas. A empresa é um verdadeiro sucesso que pode ser medido em números. Segundo analistas de mercado airbnb tem um valor de US$ 13 bilhões, o que torna a empresa mais valiosa que gigantes hoteleiras como Hyatt Hotels e Wyndham Worldwide.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. Primeiro o nome da empresa foi abreviado apenas para airbnb, mantendo as cores originais (azul e rosa) e a tipografia da letra.


Após adotar uma nova tipografia de letra e cor (azul clara), em 2014 a marca apresentou sua nova identidade visual. Além de uma nova tipografia de letra e mais flexibilidade na aplicação (tanto em cores como no posicionamento – vertical ou horizontal) o novo logotipo apresentou um símbolo, batizado pela empresa de “Bélo”.


Esse símbolo era uma representação de quatro coisas: pessoas, lugares (pino indicador de geolocalização), amor (coração) e, é claro, a própria airbnb através da letra A. E foi justamente esse símbolo que causou controvérsia e polêmicas nas redes sociais. Se para a empresa o novo logotipo remete a amor, amizade e um lar para viajantes longe de casa, para a imaginação fértil de parte da população da internet ele foi visto como um doodle que pode representar, entre outras coisas, nádegas, um par de seios e o órgão sexual feminino.


Os slogans 
Belong Anywhere. (2014) 
Travel Like a Human. (2010) 
Forget hotels. (2008)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 11 de agosto de 2008 
● Fundador: Nathan Blecharczyk, Brian Chesky e Joe Gebbia 
● Sede mundial: San Francisco, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Airbnb, Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Brian Chesky 
● Faturamento: US$ 250 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 192 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 400 
● Segmento: Rede de hospedagem colaborativa 
● Principais produtos: Aluguel de quartos, casas e apartamentos 
● Concorrentes diretos: HomeAway, Wimdu, 9Flats e Roomorama 
● Slogan: Belong Anywhere. 
● Website: www.airbnb.com.br 

A marca no mundo 
A airbnb oferece mais de 800.000 acomodações, desde um simples quarto, casa ou apartamento passando por castelos, ilhas, barcos e até iglus, em mais de 35.000 cidades de 192 países ao redor do mundo. Em sua base de dados o site oferece mais de 600 castelos para locação. E uma reserva é feita a cada dois segundos no site. Os maiores mercados da empresa são Estados Unidos e Austrália. Desde sua fundação a airbnb já acomodou mais de 25 milhões de hóspedes. Esses números tornaram a airbnb a maior empresa global de hospedagem, a frente das maiores redes hoteleiras mundiais. 

Você sabia? 
A airbnb mantém ainda um serviço de atendimento por telefone e internet 24 horas para receber reclamações de clientes. Os anunciantes também têm garantias — se o inquilino causar algum dano à propriedade, o dono tem direito a ser ressarcido dos prejuízos. 
Recentemente, a revista americana Fast Company elegeu a airbnb como uma das empresas mais inovadoras do mundo por transformar quartos vagos nas casas das pessoas na “rede de hotéis” mais quente do mundo. 
O nome da empresa é pronunciado “er-bi-én-bi”. E apesar da ideia inicial, hoje em dia a maioria dos usuários não oferece café da manhã. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Época Negócios, Exame e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 22/11/2014

15.11.14

TESLA MOTORS


Nada de posto de gasolina. Seu carro ligado na tomada. E não é um carro qualquer. Tem design futurista e moderno. Alta tecnologia. Muito luxo. E desempenho e potência, sem fumaça, capaz de fazer inveja a qualquer um movido à gasolina. É assim que a californiana TESLA MOTORS, que nasceu em pleno Vale do Silício, se tornou a grande vedete do setor automobilístico e a preferida de muitos bilionários pelo mundo afora. A TESLA provou que, além de ecologicamente corretos, os carros elétricos podem ser objetos de desejo. 

A história 
Tudo começou em 2003 com um grupo de engenheiros do Vale do Silício, que resolveram provar ao mundo que era possível e viável projetar e produzir um carro superesportivo totalmente elétrico. Surgia assim no dia 1 de julho a TESLA MOTORS na cidade de San Francisco, cujo nome foi uma homenagem ao inventor e engenheiro elétrico Nikola Tesla. O grupo de visionários e empreendedores era formado por Martin Eberhard, Marc Tarpenning, Ian Wright, Jeffrey Brian Straubel e Elon Musk. Este último, formado em economia pela Universidade da Pensilvânia e um ano depois em física, apesar de jovem já era bilionário, após vender negócios como a Zip2, companhia que criava conteúdo para portais de notícias, por US$ 307 milhões, e, também um dos fundadores do PayPal (empresa de pagamentos online), vendida para o eBay por US$ 1.5 bilhões.


Após anos de pesquisas, desenvolvimento e muito investimento a empresa finalmente apresentou ao público no dia 19 de julho de 2006 seu primeiro veículo: o TESLA ROADSTER, um superesportivo conversível de dois lugares com design futurista e linhas agressivas baseado no chassi de um Lotus Elise, que tinha uma grande diferença, em vez de motor a gasolina, tanque e escapamentos, ele foi testado (e saiu-se muito bem) com uma bateria de 6.831 células de íon de lítio, similares às que equipavam notebooks e celulares. Com um torque capaz de arrancar de 0 a 100 km/h em apenas 4 segundos e acelerar a 205 km/h, com autonomia de aproximadamente 350 quilômetros, o veículo, inteirinho de fibra de carbono pra diminuir o peso, mostrou que era possível ter um carro esportivo sem despejar um grama de fumaça no ar. O primeiro carro foi entregue em fevereiro de 2008. Nos anos seguintes o veículo se tornou objeto de desejo entre bilionários no mundo inteiro. Além disso, astros como o ator George Clooney e os fundadores do Google Sergey Brin e Larry Page, passaram a ostentar em suas garagens um TESLA ROADSTER. Sua produção foi encerrada oficialmente em 2012, com mais de 2.600 unidades vendidas. Afinal, o carro serviu a um objetivo maior: as relativamente poucas unidades vendidas serviram para financiar o desenvolvimento de uma nova versão mais barata.


E isto aconteceu em junho de 2012, quando a TESLA MOTORS deu outro grande passo rumo ao desenvolvimento ao começar a vender seu segundo modelo: o MODEL S, um luxuoso sedã esportivo de quatro portas com espaço para acomodar sete pessoas confortavelmente, com preço a partir de US$ 63 mil. Como não há câmbio e seu motor tem aproximadamente o tamanho de um melão, o interior do veículo é mais espaçoso. O novo automóvel da montadora faz 426 quilômetros com uma carga de bateria. Já a versão S Performance coloca ainda 420 cavalos na conta para cumprir de 0 a 100 km/h em 4.2 segundos e impulsioná-lo a quase 300km/h. Além de aliar desempenho com design e luxo, o novo automóvel era recheado de tecnologia e mimos, como por exemplo, cabo de carga com bocal iluminado, painel futurista e uma tela de 17 polegadas (43 centímetros de altura), a maior já colocada em um carro, que permite ao motorista navegar via GPS, ter informações importantes sobre o clima, condições do veículo e da estrada, acessar recursos como rádio e tocador de mp3 e, via sincronização com um smartphone, efetuar ligações telefônicas. Sem contar os bancos de couro totalmente elétricos, o revestimento bicolor com apliques metálicos e amadeirados e as enormes rodas de 19 polegadas com pneus Michelin de alta performance. E itens de segurança como oito airbags (além dos básicos frontais, laterais e de cabeça, há proteção para joelho e pélvis dos ocupantes da frente), que garantem cinco estrelas nos testes oficiais de segurança.


Ainda em 2012, a empresa iniciou a inauguração dos chamados Superchargers (ou “supercarregadores” em português), em pontos estratégicos de grandes cidades americanas, permitindo assim que seus clientes viagem por todo o país com tranquilidade. São estações de abastecimento, semelhantes a um posto de combustível, que tem capacidade de carregar os automóveis da marca muito mais rapidamente. Segundo a montadora, em 30 minutos de carga é possível armazenar 50% da capacidade total da bateria e rodar mais de 250 quilômetros. E o melhor? A carga é de graça. Hoje em dia existem mais de 250 SUPERCHARGER nos Estados Unidos e Canadá, Europa e Ásia. No ano seguinte, com apenas um modelo à venda, a montadora conseguiu um feito e tanto: abocanhou 12% do mercado de luxo do estado da Califórnia (Meca americana dos carros elétricos e híbridos) de janeiro a junho. Foram pouco mais de 4.700 unidades vendidas, de acordo com a associação californiana de concessionários (a Fenabrave local). Parece pouco, mas supera toda a entrega da marca no ano anterior. Além disso, o sucesso do sedã ajudou a alavancar em mais de 50% as ações da TESLA durante 2014, depois que elas quadruplicaram no ano anterior.


Em meados de 2014, um novo anúncio de Elon Musk movimentou mais uma vez a indústria automobilística e pode apontar o futuro dos veículos nas próximas décadas. Ele anunciou que tornará pública algumas das patentes da empresa destinadas a fabricação de veículos elétricos. Segundo ele, a ideia é que a tecnologia se torne popular a ponto de veículos como esses assumirem a liderança na preferência dos consumidores, desbancando os tradicionais modelos movidos a combustível. O que parece uma verdadeira loucura para administradores e executivos é na visão dele publicidade gratuita da melhor forma. Explica-se. Novos carros elétricos vão precisar de mais baterias. Em um primeiro momento, ceder gratuitamente uma patente para um concorrente pode parecer uma ideia sem muito sentido e até mesmo absurda. Entretanto, é preciso lembrar que Elon Musk não está interessado apenas neste mercado. Carros elétricos precisam de baterias cada vez mais eficientes e duráveis. Nesse quesito, as baterias da TESLA MOTORS ainda são imbatíveis. É possível que no futuro outras montadoras consigam desenvolver tecnologias similares, mas em um primeiro momento, na busca pela eficiência, os concorrentes acabariam se tornando clientes da própria TESLA.


Além disso, a empresa planeja investir até US$ 5 bilhões nos próximos anos na construção de uma gigantesca fábrica de baterias capaz de suprir qualquer demanda possível. A fábrica, batizada de GIGAFACTORY e localizada em Reno no estado de Nevada, será construída em parceria com a japonesa Panasonic e demais parceiros. Em 2020, a nova fábrica irá alcançar sua produção máxima de 50 GWh por ano. São baterias suficientes para 500 mil carros da TESLA. A empresa informou que tão logo a empresa comece a fabricar baterias em escala, os custos poderão cair em mais de 30% depois do primeiro ano de produção direcionado ao mercado de massa. Isso faria com que os preços dos carros baixassem consideravelmente.


A partir de 2015 a TESLA irá vender o MODEL X, que terá o espaço de uma minivan e o estilo de um veículo utilitário esportivo. Baseado no MODEL S, o veículo comporta sete pessoas e tem dois porta-malas, o normal e outro na frente, onde o motor a combustão iria se não fosse elétrico. Além disso, a empresa já anunciou que seu próximo veículo elétrico de terceira geração já tem nome definido: MODEL 3, um sedã de porte médio. Sua apresentação ao público está agendada para 2016, com as vendas previstas para iniciar no ano seguinte. Segundo as informações divulgadas, o MODEL 3 será 20% menor se comparado ao MODEL S e poderá fazer cerca de 321 quilômetros por recarga. Além disso, o carro deverá custar US$ 35 mil.


O segredo do enorme sucesso da TESLA MOTORS talvez esteja na atitude. A marca sempre se portou como a Apple dos carros elétricos. Promete interface agradável (desempenho, espaço, luxo e beleza de carro europeu) quando todas as outras entregam apenas o básico (carros que parecem de brinquedo). E também cobra caro pela experiência. O TESLA MODEL S, porém, é um sedã do tamanho de Ford Fusion e Honda Accord (dois best sellers do mercado americano) com visual e acabamento de Aston Martin ou Maserati. Talvez esteja aí o grande segredo de sucesso da montadora. Mesmo se a TESLA desaparecer amanhã, trata-se simplesmente de uma empresa inovadora que provocou um enorme impacto: mostrou que os carros elétricos com menor impacto no meio ambiente podem ser descolados e competir no mesmo nível que um carro com motor a combustão interna.


O gênio por trás da marca 
Para muitos ele é o novo Steve Jobs, capaz de assumir o posto de maior demolidor de paradigmas do mundo empresarial. Para tantos outros é o Tony Stark da vida real, em uma referência ao personagem principal do filme Homem de Ferro, um multibilionário, filantropo e cientista que, nas horas vagas, atua como super-herói, interpretado pelo ator americano Robert Downey Jr. Seus projetos parecem coisa saída da cabeça do Professor Pardal. Mas não se engane. Suas ideias não são devaneios de um bilionário excêntrico. A verdade é que Elon Reeve Musk, um quarentão bilionário, cuja fortuna é estimada em US$ 9.3 bilhões, e o mais inovador e surpreendente empreendedor atual, conseguiu transformar aparentes loucuras em negócios reais e bilionários. Nascido no dia 28 de junho de 1971 na cidade de Pretória, na África do Sul, filho de um engenheiro e uma nutricionista, e naturalizado americano, ele é considerado a grande estrela corporativa dos Estados Unidos. A revista Fortune, por exemplo, o elegeu a personalidade dos negócios de 2013.


Considerado um empreendedor serial, ele criou seu primeiro sucesso comercial ainda aos 11 anos. Era um game espacial chamado Blastar, que foi vendido para uma empresa sul-africana pela bagatela de US$ 500. Em 1988, aos 17 anos, migrou para o Canadá contra a vontade dos pais, país no qual chegou com pouco dinheiro e sem lugar sequer para dormir. Para sobreviver, trabalhou em fazendas e limpando caldeiras em serralherias. Em 1992 foi para os Estados Unidos, onde cursou faculdade de administração e física. Em 1999, ele vendeu a Zip2, que desenvolvia ferramentas para criar sites de notícias, para a fabricante de computadores Compaq, por impressionantes US$ 307 milhões, negócio que seria seguido pela venda da empresa de data center Everdream para a Dell por US$ 120 milhões, além do PayPal, vendido para o eBay em 2002 por US$ 1.5 bilhões. Como maior acionista da empresa, Musk embolsou US$ 180 milhões na ocasião. A pequena fortuna foi o ponto de partida para a criação de um verdadeiro conglomerado de empresas de ponta, sustentado por três pilares: TESLA, de carros elétricos; SpaceX, que presta serviços de transporte espacial para a poderosa NASA e tem projetos de levar o homem a marte; e SolarCity, que fabrica painéis solares, sendo líder no mercado para residências nos Estados Unidos.


Além dos carros movidos a bateria e das viagens espaciais, suas mais recentes ideias incluem um plano para colonizar o planeta Marte e uma espécie de tubo para transportar passageiros, capaz de realizar uma viagem de cerca de 500 quilômetros em uma hora. Seu legado, no entanto, pode provocar transformações ainda mais profundas na sociedade do que os feitos por Steve Jobs. Sua audácia chega a ponto de levá-lo a desafiar uma indústria forte e consolidada como a automobilística. “Criei a Tesla para acelerar o desenvolvimento de carros elétricos”, diz. “Se deixasse nas mãos das grandes montadoras, nunca veríamos esse tipo de automóvel nas ruas”, completa. Sua vida pessoal também é agitada. Casou e divorciou duas vezes e teve cinco filhos, gêmeos e trigêmeos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por uma única grande remodelação em sua história. Foi adotada a cor vermelha como oficial. Além disso, a palavra “motors” e o escudo prateado foram eliminados.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1 de julho de 2003 
● Fundador: Martin Eberhard, Marc Tarpenning, Ian Wright, Jeffrey Brian Straubel e Elon Musk 
● Sede mundial: Palo Alto, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Tesla Motors, Inc. 
● Capital aberto: Sim (2010) 
● CEO & Presidente: Elon Musk 
● Faturamento: US$ 2.01 bilhões (2013) 
● Lucro: - US$ 74 milhões (2013) 
● Valor de mercado: US$ 31.6 bilhões (novembro/2014) 
● Vendas globais: 22.477 unidades (2013) 
● Presença global: 37 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 6.000 
● Segmento: Automobilístico 
● Principais produtos: Automóveis elétricos de luxo 
● Concorrentes diretos: BMW, Audi, Mercedes-Benz, Cadillac, Buick, Nissan e Chevrolet 
● Ícones: As estações de recarga Supercharger 
● Slogan: It’s more than electric, it’s Tesla. 
● Website: www.teslamotors.com 

A marca no mundo 
A TESLA MOTORS, que tem como principais acionistas, além de Elon Musk, as gigantes Toyota e Daimler, vende seus veículos elétricos em 37 países ao redor do mundo, com forte presença no mercado americano. Em 2013 a montadora, que emprega mais de 6.000 pessoas, vendeu 22.477 veículos e faturou pouco mais de US$ 2 bilhões. A empresa tem ainda mais de 125 concessionárias e centrais de serviços espalhadas pelos Estados Unidos e pelo continente europeu, onde os mecânicos podem ser vistos na oficina, já que os carros não emitem fumaça tóxica, não fazem poças de óleo, nem têm motor barulhento. A fábrica da TESLA está localizada em Fremont, Califórnia, localizada a 30 minutos da sede da empresa, em Palo alto. A empresa ainda presta serviços de desenvolvimento e componentes elétricos para outras montadoras, como por exemplo, a Daimler AG e a Toyota. 

Você sabia? 
Apesar dos resultados financeiros ainda serem insatisfatórios, a TESLA vem ano a ano melhorando seu desempenho. No primeiro trimestre de 2013, a empresa registrou lucro pela primeira vez em sua história, e na história de uma empresa automobilística produtora de veículos totalmente elétricos. Um bom sinal. 
Em um documentário de 2013 veiculado pelo canal National Geographic, a TESLA revelou que a tinta vermelha exclusiva que usa em seus carros tem uma infusão de flocos de vidro para que brilhe. 
Elon Musk foi a inspiração para a adaptação do gênio bilionário Tony Stark para o cinema, no filme Homem de Ferro. Por isso, ele permitiu que o cineasta Jon Favreau usasse sua fábrica de foguetes para filmar algumas cenas do filme “Homem de Ferro 2”, no qual um bilionário inventa um traje voador, cheio de armas, para combater criminosos, interpretado pelo ator Robert Downey Jr. Jon pensou então que devia um favor ao seu grande amigo. Por isso, comprou um TESLA MODEL S. O que ele não esperava é que iria gostar tanto do carro que acabaria vendendo sua Mercedes-Benz. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Exame, Época Negócios, Isto é Dinheiro e InfoMoney), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 15/11/2014

7.11.14

BIO RITMO


Invente seu corpo. Do jeito que quiser. Mas sempre monitorado por professores e profissionais altamente capacitados e os melhores equipamentos e técnicas do mercado. Musculação, natação, uma infinidade de aulas de ginástica, lutas, Pilates, yoga e até danças. É tudo isso que uma unidade da rede BIO RITMO oferece para quem deseja cuidar do corpo e também da mente. E tudo com treinos exclusivos e experiências incríveis. 

A história 
Tudo começou quando o engenheiro químico Edgard Corona se tornou empreendedor em meados dos anos de 1990, ao deixar seu emprego de administrador em uma usina de açúcar e álcool da família no interior de São Paulo para abrir sua própria escola de natação, um dos seus esportes favoritos, juntamente com outros sócios. Após algum tempo sem ter grande sucesso, o empresário decidiu apostar na criação de uma academia de musculação para um público específico em um ambiente moderno e limpo. Afinal, nesta época boa parte das academias era suja e com equipamentos enferrujados. Finalmente em 1996 ele inaugurou a primeira BIO RITMO, no bairro de Santo Amaro, na zona sul da cidade de São Paulo, que também continha piscina para a prática de natação.


Mas foi somente em 1997, com a inauguração de uma moderna unidade em plena avenida Paulista, projetada pelo arquiteto João Armentano para atender ao público corporativo, que a empresa de fato deslanchou rumo ao crescimento. Com unidades instaladas em áreas de escritórios ou em prédios de grandes empresas, a rede pretendia atrair funcionários que não queriam perder tempo de deslocamento para fazer exercícios físicos. O empresário também fez ajustes no negócio criando ambientes sofisticados, espaçosos, com equipamentos modernos e muitos instrutores especializados. Além disso, ampliou a oferta de serviços com treinamentos específicos e acompanhamento individual, e aulas de ginásticas com técnicas trazidas do exterior. Também apostou em equipamento de qualidade para musculação e exercícios aeróbicos, como esteiras e bicicletas que utilizam alta tecnologia.


O próximo passo foi inaugurar novas unidades em regiões nobres da cidade, como por exemplo, em 1998, com duas novas academias instaladas no Shopping Continental e no Shopping Morumbi. Neste momento, a rede já possuía 7 mil alunos em quatro unidades. A partir de 2000, a rede se tornou representante oficial do método Face2Face, um programa internacional de acompanhamento ao aluno. O programa consiste em avaliar o aluno, criar treinos, com orientação e revisão. O sistema apresenta aos alunos resultados nos primeiros 45 dias, com 30 minutos de exercícios, três vezes por semana. Até hoje, mais de 115 mil alunos já utilizaram o Face2Face nas academias da rede. Nos anos seguintes a rede inaugurou novas unidades em bairros como Higienópolis, Interlagos e até em Tamboré, e começou a se expandir para outros mercados, como por exemplo, a região do ABC paulista e cidades do interior paulista (Limeira e Piracicaba). Além disso, inaugurou na cidade de Belém (Pará), a primeira unidade da rede fora do estado de São Paulo. Em breve a rede irá inaugurar unidades no Rio de Janeiro e Brasília.


Durante esse período a BIO RITMO foi pioneira em algumas ações. No final de 2008, quando a rede concluiu que poderia ficar vulnerável a um dos mais perversos efeitos de uma crise econômica - o medo de perder o emprego - criou uma espécie de seguro-desemprego. Para isso, estabeleceu algumas regras simples: quem fosse aluno há pelo menos dois meses e perdesse o emprego poderia continuar se exercitando por até um semestre sem pagar. A única condição era que os desempregados aparecessem em períodos de menor movimento para aproveitar a capacidade ociosa dos equipamentos e dos professores. Em 2009, lançou uma linha de cosméticos e produtos de higiene pessoal voltada para o seu principal público: aqueles que praticam exercícios físicos diariamente. A linha com a marca BIO RITMO era formada por xampus, condicionadores, shower gel, desodorantes, hidratantes e também um relaxante muscular em loção.


A BIO RITMO está sempre em busca de inovação. Exemplos não faltam: aula de X-tend, que combina Pilates com balé; Synerg360º, um circuito funcional de alta tecnologia criado para dar ênfase a movimentos do dia a dia e aumentar o rendimento; e Bio Bike 3D, aula de bike indoor tridimensional, que utiliza óculos especiais e projeção digital criando assim um incrível efeito de profundidade, permitindo que o aluno tenha a sensação de imersão para dentro da tela. Já os espaços de cardio oferecem esteiras equipadas com função SmartTV, conectadas à internet, além de elípticos e escadas. Além disso a rede criou programas específicos como BIO MASTER (desenvolvido para alunos da terceira idade focando na autonomia do indivíduo), BIO RUNNING (desenvolvido especificamente para os amantes de corrida) e BIO NUTRI (realizado por uma equipe de nutricionistas especializada em desenvolver programas alimentares personalizados).


Hoje em dia a BIO RITMO oferece musculação, natação, aulas de dança, ginástica e luta, yoga, Pilates, usufruindo dos mais modernos equipamentos do mercado, com programas diferenciados e acompanhamento especializado, para ajudar seus alunos a alcançarem os resultados que procuram para uma vida melhor e mais saudável. Suas academias podem ser consideradas clubes de saúde com instalações que vão além de locais para exercitar-se, afinal algumas unidades possuem lanchonetes e lojas de roupas esportivas e suprimentos alimentares.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas mudanças no decorrer dos anos. A principal mudança foi a retirada do símbolo (uma pessoa estilizada na cor azul correndo).

Os slogans 
Invente seu corpo. (2014) 
Inexplicável. (2011) 
Vida ao ritmo e ritmo à vida.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1996 
● Fundador: Edgard Corona 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Grupo Bio Ritmo 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Edgard Corona 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Academias: 28 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 1.100 
● Segmento: Academias 
● Principais produtos: Musculação, aulas de ginástica, Pilates, danças, lutas e natação 
● Concorrentes diretos: Reebok Sports Club, Companhia Athletica, Runner, Competition e Bodytech 
● Slogan: Invente seu corpo. 
● Website: www.bioritmo.com.br 

A marca no Brasil 
Hoje em dia a BIO RITMO tem 28 modernas academias localizadas em São Paulo (onde se encontra a maioria das unidades), Belém, Piracicaba, Limeira e na região do ABC paulista. A rede possui mais de 80.000 alunos, dos quais 60% mulheres. O Grupo Bio Ritmo, que fatura cerca de R$ 520 milhões por ano, ainda é proprietário da Smart Fit, uma rede de academias populares criada em 2009, que não oferece personal trainers, aulas da moda ou serviços diferenciados, apenas cardio-musculação. 

Você sabia? 
Para o fundador da rede a concorrência não incomoda: “Meu concorrente é o sofá. O que temos de fazer é tirar as pessoas de lá e colocar na nossa academia”, costuma dizer. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 7/11/2014

29.10.14

GOPRO


Você pode até não conhecer a GoPro, mas com certeza já viu fotos ou vídeos capturados por suas câmeras. Verdadeira febre entre esportistas e aventureiros, as versáteis câmeras digitais da marca americana retratam fielmente imagens e vídeos de um ângulo jamais visto antes. Quando o assunto é captura de imagens em ação a GoPro é capaz de transformar momentos em experiências inesquecíveis para os olhos. Ou como diz seu slogan “BE A HERO” (Seja um herói). 

A história 
Tudo começou com o americano Nicholas Woodman, formado em artes visuais pela Universidade da Califórnia e praticante assíduo de esportes radicais, especialmente o surfe, que sempre sonhou fazer grandes imagens de suas aventuras pelo mundo, mas nunca conseguiu. Isto porque os fotógrafos normalmente não estavam preparados para chegar onde os surfistas estavam. Foi então que Nick, como era conhecido, teve uma ideia que iria mudar sua vida. E se houvesse uma câmera portátil, resistente e à prova d’água capaz de registrar os momentos mais incríveis de um ponto de vista único. E para registrar imagens de boa qualidade enquanto pegava ondas, ele amarrou sua câmera de 35mm ao pulso para bater fotos. Em março de 2002, durante uma temporada de surfe nas agitadas águas da Austrália e da Indonésia, ele resolveu testar a câmera e capturou imagens únicas de um ângulo surpreendente. Surgia neste momento a visão empreendedora do jovem Nick. Para financiar a ideia, o empresário, juntamente com sua futura mulher, Jill, comprou em Bali 600 colares feitos de concha por US$ 1.90 e os revendeu nas praias da costa da Califórnia por US$ 60 cada um. Com o valor arrecadado, mais um empréstimo de US$ 35.000, conseguido com a mãe, Concepcion Socarras, e mais US$ 200 mil do pai, um banqueiro da Califórnia, ele começou a investir em seu novo e promissor negócio.


Ainda em 2002, no mês de outubro, ele fundou oficialmente a Woodman Labs Inc. Por quase dois anos, Nick ficou trancado em seu quarto por 18 horas diariamente, trabalhando em seus protótipos de câmeras e acessórios. O resultado de tamanho esforço foi uma câmera analógica que utilizava filme de 35mm. Ou seja, apenas fotos e nada de vídeos (por enquanto). Batizada de GP HERO era muito semelhante á uma câmera descartável convencional e vinha equipada com uma grande lente angular de 28mm (livre de foco), um case para utilizar embaixo d’água (até 5 metros), uma alça para fixação no pulso, um adaptador para luvas e um cabo para disparo rápido. Todos esses apetrechos eram o diferencial da nova câmera, desenvolvida e criada, principalmente, para que os surfistas conseguissem tirar seus famosos selfies enquanto pegavam ondas. E para isso bastava prender a GP HERO no pulso e ao movimentá-lo para cima, o cabo de disparo rápido entrava em ação e a foto era batida. A novidade possibilitava que surfistas registrassem imagens fantásticas sem precisar de um fotógrafo ou alguém do lado de fora para fazer isso. A câmera, produzida pelo fabricante chinês Hotax, começou a ser vendida em setembro de 2004 por US$ 19.99.


Inicialmente ele vendeu os equipamentos a amigos adeptos da prática de esportes radicais e para lojas de surfe da Califórnia, para quais entregava as câmeras em uma VW Kombi ano 1971. Prometia aos surfistas e praticantes de esportes radicais um equipamento confiável para ajudar a registrar os momentos mais inacreditáveis. E eles compraram, e gostaram. Nesta época a GoPro era uma empresa de um homem só: Nick era engenheiro de produto, responsável por pesquisa e desenvolvimento, vendedor, embalador e, é claro, garoto-propaganda. Para promover sua própria invenção, ele a usava em qualquer lugar. A primeira grande encomenda, no entanto, aconteceu ainda em 2004, quando a GoPro fechou a venda de 100 equipamentos para uma feira de esportes de ação no Japão. Em 2005 a empresa vendeu 35.000 câmeras. Nos anos seguintes, a GoPro literalmente estendeu-se pelos sete mares e arrebentou com as fronteiras que a limitava ao universo do surfe. Suas câmeras passaram a ser utilizadas para registrar basicamente qualquer situação que exija versatilidade de ângulos e facilidade de manuseio. Isto porque, podiam ser instaladas em praticamente qualquer lugar, de asas-deltas e capacetes a pranchas, skates, diversas partes do corpo e até coleiras de cachorro. O sucesso foi comprovado quando canais de TV (National Geographic e Discovery Channel) passaram a utilizar câmeras da GoPro para registar e filmar documentários ou aventuras. A mudança de perspectiva também foi muito importante no desenvolvimento da marca GoPro. Afinal, a câmera permitia que fotos fossem tiradas de ângulos incomuns, contribuindo para a criatividade de fotógrafos amadores e profissionais ao redor do mundo.


Outro fator de sucesso foi o desenvolvimento da câmera original. A cada nova versão foi adicionada novas funcionalidades, o tamanho da câmara foi sendo reduzido, o tempo da bateria aumentado, entre outras coisas. Por exemplo, em 2006, a empresa introduziu sua primeira câmera digital, que tinha capacidade para gravar vídeos de apenas 10 segundos e não captava áudio. No ano seguinte foi introduzida a DIGITAL HERO 3, que possuía recursos de vídeo e áudio ilimitados, além de aguentar até 30 metros de profundidade. Em 2008 foi a vez da DIGITAL HERO 5, com 16mb de memória interna e primeira câmera a utilizar uma lente com ângulo de 170 graus de amplitude, que aguentava até 100 metros de profundidade. Já no início de 2010, a GoPro deu um salto na questão tecnológica ao lançar a HERO HD, câmera de alta definição. Começava então outra revolução na empresa com aumento considerável nas vendas. Mais recentemente, no final de 2013, a empresa lançou a HERO 3+, câmera com 10 megapixels para fotos e 1080 pixels para vídeos em alta resolução (permite filmar em resolução de até 4K), equipada com WI-FI quatro vezes mais rápido, bateria com 30% a mais de duração, 20% menor e mais leve. Com todos esses avanços, as câmeras da GoPro podiam ser utilizadas para filmar, filmar em câmera lenta (slow motion) ou simplesmente tirar fotos, tudo com alta qualidade.


Em dezembro de 2012, o empresário americano vendeu 8.88% de participação da GoPro para a Foxconn, a conhecida fabricante chinesa de produtos eletrônicos, que monta aparelhos como o iPhone e o iPad para a Apple. O negócio foi fechado por US$ 200 milhões, dinheiro utilizado para a expansão da empresa em outros países e o desenvolvimento e lançamento de novos produtos. Em meados de 2014, a empresa abriu seu capital na Nasdaq, bolsa americana que concentra empresas de tecnologia, arrecadando US$ 427 milhões. Pouco depois, lançou no mercado sua nova câmera, HERO 4, equipada com tela touchscreen integrada, capaz de capturar vídeos a 60 quadros por segundo em altíssima resolução (4K), além de uma nova lente de 13Mp e melhorias na gravação no escuro. A GoPro também se apoia na produção de conteúdo para impulsionar as vendas. Para isso, disponibilizou aos consumidores o GoPro Studio, um editor de vídeos para usuários das câmeras, cujos principais recursos são a adição de conteúdo multimídia e efeitos aos vídeos, conversão para novos formatos e edição de gravações. Além disso, disponibiliza um aplicativo para controlar a câmera remotamente, reproduzir e compartilhar o conteúdo, ou até mesmo assistir aos “melhores” vídeos no canal GoPro.


Desde 2002 esse foi o caminho percorrido pela GoPro até evoluir ao estágio atual para que milhões de aventureiros, esportistas e entusiastas amadores tenham a oportunidade de fazer produções cinematográficas e ótimas fotos apenas com uma única e pequena câmera na mão.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 2002 
● Fundador: Nicholas Woodman 
● Sede mundial: San Mateo, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: GoPro, Inc. 
● Capital aberto: Sim (2014) 
● CEO: Nicholas Woodman 
● Presidente: Tony Bates 
● Faturamento: US$ 985.7 milhões (2013) 
● Lucro: US$ 60.4 milhões (2013) 
● Valor de mercado: US$ 8.6 bilhões (outubro/2014) 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 650 
● Segmento: Eletrônicos 
● Principais produtos: Câmeras digitais e acessórios 
● Concorrentes diretos: Sony, Nikon, Canon, Polaroid, Toshiba e Garmin 
● Slogan: Be a HERO. 
● Website: www.gopro.com 

A marca no mundo 
Atualmente a GoPro, líder absoluta de seu segmento no mundo, comercializa sua linha de câmeras e acessórios em mais de 100 países. Em 2013 a empresa vendeu mais de 3.8 milhões de câmeras no mundo inteiro. Segundo dados do setor, a GoPro detém mais de 30% de participação de mercado no segmento de filmadoras de bolso no mercado americano. 

Você sabia? 
A GoPro também investe em patrocínios de eventos e atletas. Entre os quais o surfista Kelly Slater. 
Além de ter sido um produto inovador, explorando um nicho ainda não pensado pelos grandes fabricantes, são os conteúdos compartilhados pelos utilizadores na internet que “espalham” a marca, fazendo assim uma publicidade gratuita e espontânea. 
O empreendedorismo de Nick Woodman o tornou bilionário com apenas 39 anos, dono de uma fortuna avaliada em US$ 1.3 bilhões. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Exame e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 29/10/2014