7.11.16

BIANCHI


BIANCHI é muito mais do que uma renomada marca de bicicleta, é paixão, inovação, exclusividade, qualidade e design italiano há mais de 130 anos. Objeto de desejo de 9 entre 10 ciclistas, suas bicicletas com a inconfundível pintura celeste são presença constante nos pódios das principais competições mundiais. 

A história 
Tudo começou no ano de 1885 quando Edoardo Bianchi, um jovem engenheiro de instrumentos cirúrgicos de apenas 21 anos, inaugurou uma pequena oficina de bicicletas na cidade de Milão, na Rua Nirone nº 7. Inicialmente realizava reparos e produzia quadros para bicicletas. Foi a sua capacidade de criação que o distinguiu dos outros construtores da época. Por exemplo, ele reduziu o diâmetro da roda dianteira, com a finalidade de equilibrar a diferença do movimento com à aplicação de uma corrente, que tinha sido inventada pelo francês Frenchman Vincent, para baixar a altura dos pedais e fazer com que ficassem mais leves. Uma das maiores vantagens do novo modo de transporte era a estabilidade, afinal já não eram mais necessárias acrobacias para manter o equilíbrio. Então a partir daí Edoardo desenhou um veículo similar, mas com as rodas ainda menores, sendo as rodas dianteira e traseira do mesmo tamanho e chamou de “o pequeno ferreiro”. Mudou sua oficina da Rua Nirone para a Rua Bertani para ampliá-la e aumentar a produção desse novo modelo. Nesse novo local de trabalho, ele produziu, em 1888, a primeira bicicleta com pneus infláveis, uma invenção do veterinário e engenheiro escocês John Boyd Dunlop.


Em 1897 construiu sua primeira motocicleta em colaboração com Gian Fernando Tomaselli. Ao posicionar um monocilíndrico de quatro tempos no ponto mais baixo do triângulo que forma o quadro, Bianchi colocou o motor onde melhor poderia obter um ponto de gravidade baixo, e por isso, uma condução mais segura. A produção de motocicletas seria definitivamente encerrada em 1967. Desde o início Edoardo sempre se empenhou em trazer melhorias para as bicicletas esportivas, e as competições eram a chance perfeita para o jovem fabricante testar suas novas soluções técnicas antes de levá-las para a produção. Grandes ciclistas estiveram ligados a história de sucesso da marca. O primeiro sucesso internacional da bicicleta esportiva BIANCHI, remonta a 1899, quando Giovanni Tomaselli ganhou o Grand Prix de la Ville de Paris. Foi dessa forma que a aventura da BIANCHI começou. E não somente com as bicicletas. Ainda em 1899, ele fabricou seu primeiro automóvel (com motor de um só cilindro), e começou sua produção em série no ano seguinte. A produção de automóvel seria encerrada com a eclosão da Segunda Guerra Mundial.


Porém o sucesso industrial não fez Edoardo parar com suas pesquisas e inovações. Por exemplo, em 1901, apresentou a primeira bicicleta usando transmissão com eixo cardã. Em 1913, ele inventou o sistema de freio frontal. Ainda neste ano, embora não sendo projetada para corridas, a primeira bicicleta de suspensão total no mundo foi fabricada pela BIANCHI. Já em 1915 produziu uma bicicleta para o exército, com rodas mais largas e quadro dobrável, que tinha também suspensão nas duas rodas. Essas bicicletas foram designadas à brigada de infantaria ligeira conhecida como “Bersaglieri”, que as usavam como veículo em qualquer terreno e em qualquer teatro de guerra, desde os Alpes até os desertos africanos. Na verdade foi a primeira mountain bike, a mãe de todas as bicicletas “fora de estrada” modernas.


Em 1935, a BIANCHI já era líder absoluta do mercado italiano, produzindo mais de 70 mil bicicletas por ano. Apesar da fábrica ter sido destruída em um bombardeio durante a Segunda Guerra Mundial, foi reconstruída e retomou as operações em 1946. Nesse mesmo ano, no dia 3 de julho, morreu Edoardo Bianchi em um acidente de automóvel. Isto marcou o declínio, que se prolongaria por décadas, da BIANCHI em um mercado cada vez mais competitivo. Em 1982 a marca italiana lançou seus primeiros modelos de bicicletas para BMX. Pouco depois, em 1984, ampliou sua linha de produtos com o lançamento das primeiras mountain bikes. Em 1990, revolucionou o segmento com o lançamento da Bianchi Spillo, uma bicicleta urbana moderna. No mês de maio de 1997 a empresa foi adquirida pela Cycleurope AB, empresa sueca do grupo Grimaldi, conhecida mundialmente como a mais importante no setor de ciclismo. Nos anos seguintes, a tradicional marca italiana lançou novos produtos, como por exemplo, as bicicletas elétricas. Além disso, fez parcerias com marcas como Ducati e Gucci para o lançamento de linhas especiais, onde cada bicicleta chegava a custar US$ 15 mil. Em 2015 a marca comemorou 130 anos de paixão, pioneirismo e tradição no ciclismo e apresentou sua nova bicicleta de competição: Bianchi Oltre XR2, repleta de inovações como freios a disco hidráulicos e rodas tubulares de carbono.


A BIANCHI tem sua sede na cidade de Treviglio, onde sua equipe de desenvolvimento trabalha com tecnologia de ponta, que envolve a criação de novas técnicas de produção de quadros em fibra de carbono. Graças à nova tecnologia Rapid Prototype Machine de impressão em 3D, os engenheiros podem criar e montar protótipos em resina de componentes para testes antes de lançá-los comercialmente no mercado. Além disso, a empresa mantém em sua sede um laboratório específico para teste de resistência e de fadiga em todos os produtos que fabrica. A BIANCHI acredita que o quadro é o coração da bicicleta e está constantemente investindo em tecnologia de materiais com o objetivo de produzir as melhores bicicletas do mundo. Todos os quadros são projetados e desenvolvidos dentro de sua sede. A marca liderou o mercado de bicicletas de corrida comprovando a geometria e tecnologia seguindo a mudança de mercado de aço para o alumínio e titânio, e agora com o material mais avançado: carbono. Mais recentemente introduziu pela primeira vez na indústria do ciclismo o material Countervail® viscoelástico carbono e desenvolveu o sistema Bianchi CV, inovador e exclusivo que cancela até 80% da vibração das estradas de paralelepípedo.


A polêmica do celeste 
As bicicletas BIANCHI se tornaram reconhecidas por sua chamativa cor celeste. Afinal, é azul turquesa ou verde celeste? Durante anos foram os dois. Mas hoje, nenhum deles. Oficialmente é CELESTE #227, cor registrada com Pantone específico. Mas afinal, como esta cor se tornou símbolo da marca italiana? Para variar, existem algumas histórias. Em 1895, Edoardo Bianchi foi convidado a Corte, na Villa Reale em Monza, pela Rainha Margaret que tinha ouvido falar muito sobre sua bicicleta e estava ansiosa para aprender a montá-la. Então Bianchi criou especialmente para a Rainha a bicicleta da primeira-dama e deu a ela a cor azul turquesa. Alguns dizem que a cor foi escolhida, pois seria o azul do céu de Milão e outros contam que seria o azul dos olhos da Rainha Margaret. Outros ainda atestam que a origem da cor está ligada à Primeira Guerra Mundial, quando a cor verde militar, predominante nos arsenais e veículos militares, foi misturada pela BIANCHI à cor branca para atenuar o caráter bélico do tom escuro. O importante, porém, é que hoje em dia a cor celeste é como um título de nobreza entre as “magrelas”.


O sucesso no ciclismo 
Poucos fabricantes de bicicletas podem se dar ao luxo de ter deixado na história do ciclismo marcas tão profundas quanto a italiana BIANCHI. Sempre presente nas mais importantes competições do ciclismo mundial geraram excelente visibilidade na mídia para a marca italiana. E essa associação com o ciclismo começou em 1896. O primeiro campeão a ser associado à marca foi Constante Girardengo, considerado um dos maiores corredores de estrada da história do esporte na década de 1930. O lado esportivo ganhou novo impulso com os feitos de Fausto Coppi, que começou em 1940 com sua primeira vitória no Giro d’Itália, seguido em 1942 com o estabelecimento do recorde mundial de distância percorrido em uma hora. Ele ainda conquistou o tradicional Tour de France em 1949. Em 1952 ganhou novamente o Giro e o Tour em uma mesma temporada, antes de vencer o Campeonato do Mundo em 1953.


A marca compreendeu como nenhuma outra a cultura das competições ciclísticas, fornecendo bicicletas de altíssima qualidade para atletas históricos como Felice Gimondi, Moreno Argentin e Gianni Bugno, que triunfaram em cima de uma BIANCHI. Mas de todos os ciclistas que tiveram a BIANCHI como “lar”, nenhum se destacou mais que Marco Pantani. A marca fornecia ao Pirata, como era carinhosamente conhecido, nada menos que 30 quadros por ano, cada um com ângulos, geometria e pesos distintos. Seu ano histórico foi 1998, quando conquistou o Giro d’Italia e o Tour de France. Os títulos da marca italiana impressionam: no ciclismo de estrada foram 12 vitória no Giro d’Italia, e 3 no Tour de France, 2 na Vuelta de España, 7 no Paris-Roubaix, entre outros. Já na categoria mountain bike foram 40 campeonatos italianos, 11 títulos europeus, uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004, entre tantas outras glórias. Atualmente, a marca patrocina as equipes Team LottoNL Jumbo, Team Treberg Bianchi e Bianchi MTB Official Team.


As lojas 
Em 2010, a BIANCHI resolveu ingressar no segmento de varejo de uma forma diferente, com a inauguração na cidade de Estocolmo, na Suécia, do primeiro Bianchi Café & Cycles, uma espécie de café, restaurante, oficina e loja para os amantes do ciclismo e da marca italiana. O sucesso foi tamanho, que no ano seguinte, uma nova unidade foi inaugurada na cidade de Tóquio. O próximo passo foi inaugurar outras unidades nas cidades suecas de Salen e Vasteras. Finalmente, em 2014, a marca inaugurou o Bianchi Café & Cycles na cidade de Milão, onde tudo começou em 1885. A loja-conceito no centro de Milão, próxima à histórica catedral Duomo, possui 570 m² e, além de vender as desejadas bicicletas da marca, possui em seu interior um restaurante, café, lounge, salão de eventos e oficina mecânica. O restaurante oferece aos clientes especialidades de diferentes regiões da Itália. Já o bar oferece uma happy hour no melhor estilo milanês, com coquetéis, aperitivos e mais de 150 diferentes opções de vinhos, além de possuir um mini empório onde é possível encontrar chocolates, cafés e temperos tipicamente italianos.


Como toda boa loja do ramo, as bicicletas são o principal destaque, não apenas como produtos para venda, mas também como parte da decoração, que também inclui imagens enormes do ciclista Fausto Coppi, que ajudou a tornar a marca BIANCHI tão bem conhecida na década de 1950. O foco principal da loja são as bicicletas de estrada específicas para competições, embora disponha também de bicicletas elétricas e as cobiçadas mountain bikes das linhas Methanol e Ethanol. Ao comprar uma bicicleta no Bianchi Café & Cycles, o cliente recebe inteiramente grátis uma análise de bike fitting, que analisa as medidas corporais e posturais de modo que os atendentes possam recomendar a melhor bicicleta, o tamanho e ainda fazer ajustes personalizados. A análise é realizada com um simulador biomecânico e análise 3D. Outra peculiaridade da loja milanesa é o horário de atendimento ao público: das 6:30 da manhã até meia-noite todos os dias.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. O logotipo atual, que pode ser aplicado em preto ou na tradição na cor celeste, tem abaixo uma faixa com as cores da bandeira italiana.


A marca italiana também utiliza como logotipo a tradicional águia coroada na cor celeste.


Os slogans 
Passione Celeste. 
La bicicletta da Campioni.


Dados corporativos 
● Origem: Itália 
● Fundação: 1885 
● Fundador: Edoardo Bianchi 
● Sede mundial: Treviglio, Bergamo, Itália 
● Proprietário da marca: F.I.V. Edoardo Bianchi S.p.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Cycleurope A.B. Group) 
● CEO: Bob Ippolito 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 5 lojas 
● Presença global: 60 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 250 
● Segmento: Transportes
● Principais produtos: Bicicletas e acessórios 
● Concorrentes diretos: Giant, Trek, Scott, De Rosa, Colnago e Cannondale 
● Ícones: A cor celeste 
● Slogan: Passione Celeste. 
● Website: www.bianchi.com 

A marca no mundo 
Atualmente a BIANCHI, mais antiga fábrica de bicicletas do mundo ainda em atividade, comercializa sua sofisticada linha de bicicletas (urbana, estrada, mountain bike, BMX, infantis e elétricas) e acessórios em mais de 60 países ao redor do mundo. A marca italiana produz mais de 16.000 bicicletas por ano. 

Você sabia? 
Os fanáticos fãs da marca italiana são chamados carinhosamente de Bianchisti
Cada bicicleta da marca italiana é construída por uma pessoa do começo ao fim. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Exame e GQ), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 7/11/2016

2.11.16

INTIMISSIMI


A INTIMISSIMI é considerada a Victoria’s Secret italiana”. A badalada marca italiana aposta em uma moda feminina íntima de alta qualidade, composta por modelos de lingeries com linhas modernas e simples, com um estilo jovem que satisfaz as necessidades de todas as mulheres, valorizando sua sensualidade. Por tudo isso, a marca italiana se tornou sinônimo de elegância e feminilidade no segmento. 

A história 
A história começou no ano de 1986 quando Sandro Veronesi fundou em Verona, sim a famosa cidade que foi palco da trágica história de amor entre Romeu e Julieta, a empresa Calzedonia para produzir meias-calça e atuar no segmento de varejo. Como a marca Calzedonia conquistou uma fiel clientela durante uma década, a empresa decidiu criar uma linha de roupas íntimas de alta qualidade, mas com a vantagem de ter preços mais acessíveis para suas consumidoras. Nascia assim em 1996 a marca INTIMISSIMI, que inaugurou suas primeiras lojas próprias na Itália oferecendo moda íntima de alta qualidade, colocando ao dispor das mulheres uma vasta e diversificada linha de sutiãs, calcinhas, lingeries, pijamas e camisolas. Pouco depois, a marca lançou a linha masculina de roupas íntimas, incluindo cuecas. O sucesso da nova marca foi tamanho que, em 1998, a INTIMISSIMI já contava com 100 lojas em funcionamento, incluindo unidades em outros países europeus. Suas peças elegantes e simples de particular estilo italiano conquistavam cada vez mais mulheres em diversos países.


Em 2006, a INTIMISSIMI festejou seu 10° aniversário lançando uma série de edições limitadas vintage de lingeries. Pouco depois, em 2008, a marca italiana lançou no mercado sua primeira fragrância. Desde então já foram lançadas mais de seis fragrâncias. Em 2009, além de lançar a Linha Beauty (com cremes para corpo e espumas para banho), a marca italiana contratou Alyson Le Borges, atriz e neta de Alain Delon, para ser a imagem da nova Linha Shaping, composta por lingeries modeladoras. No ano seguinte, a INTIMISSIMI resolveu abraçar a causa da ecossustentabilidade e lançou a iniciativa “Valorizamos e reciclamos os seus sutiãs”. Em 2011, a marca italiana inaugurou sua primeira loja no Brasil, localizada no shopping Morumbi em São Paulo. No ano seguinte, a rede atingiu mais de 1.000 lojas espalhadas por diversos países do mundo, como Portugal, Croácia, Espanha, Reino Unido, Rússia, Itália, Hungria, entre outros. Além disso, iniciou sua expansão pelo continente asiático. Em 2013, A famosa atriz espanhola Blanca Suarez foi protagonista do novo anúncio de apresentação de GIOIA, o inovador sutiã super push-up sem aros. Ainda este ano, a bela búlgara Barbara Palvin foi estrela de uma campanha publicitária cujo mote era o sutiã perfeito para cada mulher, apresentando 14 modelos diferentes e outras 15 combinações de tamanhos e copas desenvolvidas nas diferentes necessidades de cada mulher.


Desde 2014 a marca realiza o Intimissimi on Ice, um luxuoso espetáculo de patinação no gelo em comemoração ao lançamento da nova coleção, no anfiteatro romano Arena di Verona, que reúne diversas celebridades e pessoas ligadas ao mundo da moda. Nesse mesmo ano, o mercado brasileiro mostrou ser extremamente importante para a marca italiana, que lançou modelos verde e amarelo em comemoração a Copa do Mundo de Futebol. Por exemplo, o sutiã SIMONA SUPER PUSH-UP nas cores da bandeira brasileira foi o primeiro desenvolvido pela marca para um país específico. Além disso, nesses últimos anos a marca expandiu sua linha de produtos com o lançamento de uma linha de lingeries para noivas, uma linha de roupas (com vestidos, calças, blusas e camisetas) e acessórios como cintos e pantufas. Em 2016, a INTIMISSIMI lançou no mercado brasileiro seu comércio eletrônico, que já funcionava em outros países com enorme sucesso. Além disso, em sua comunicação, depois de nomes como Irina Shayk, Shlomit Malka e Ana Beatriz Barros, a marca elegeu a atriz Grazi Massafera para ser sua nova estrela.


Atualmente suas lojas contam com um projeto arquitetônico belíssimo e moderno para quem deseja ingressar em um mundo dinâmico feito de emoções, conforto e apurado conceito de moda. Com ambiente moderno, sem excessos e sempre cheirosas, as peças são expostas de forma lúdica e bastante impactante. A marca se consolidou no mercado através de lojas atraentes que se tornaram um indiscutível ponto de referência para os que desejam sentir o suave, sensual e confortável mundo italiano da moda. Além disso, durante 20 anos de existência, a marca italiana conquistou o público oferecendo sonhos e emoções com produtos de alta qualidade. Suas coleções propõem uma nova naturalidade na forma de viver a intimidade, mais doce e sensível. Uma relação altamente competitiva qualidade-preço unida a uma atenta pesquisa estilística e de design e a utilização de materiais e tecidos de vanguarda, para criar coleções que antecipem gostos e tendências.


Dados corporativos 
● Origem: Itália 
● Lançamento: 1996 
● Fundador: Sandro Veronesi 
● Sede mundial: Verona, Itália 
● Proprietário da marca: Calzedonia S.p.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO & Presidente: Sandro Veronesi 
● Faturamento: €635 milhões (2015) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 1.315 
● Presença global: 32 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Moda íntima 
● Principais produtos: Sutiãs, calcinhas, camisolas, pijamas e cuecas 
● Concorrentes diretos: Victoria’s Secret, Agent Provocateur, Calvin Klein, La Perla, Yamamay e Any Any (Brasil) 
● Website: www.intimissimi.com.br 

A marca no mundo 
A INTIMISSIMI conseguiu impor-se no concorrido mercado mundial de moda íntima graças a uma rede de franquia sólida e ramificada, sendo líder no mercado europeu de lingeries. Atualmente, a marca italiana conta com mais de 1.315 lojas espalhadas por 32 países em todo o mundo. Somente no Brasil são mais de 35 lojas em seis estados. A marca, que faturou €635 milhões em 2015, possui fábricas na Itália, Alemanha e Sri Lanka. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico e Meio Mensgaem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 2/11/2016

25.10.16

DOTZ


Fidelizar e gerar vendas. É exatamente isso que a DOTZ faz. É uma marca jovem e dinâmica, que conta com uma equipe apaixonada pela sua causa: ser a moeda que faz a vida render mais – para as pessoas e para as empresas. Tudo para que milhões de pessoas troquem DZ, sua moeda virtual, por produtos, serviços e viagens. A DOTZ é a receita para a fidelidade. 

A história 
Tudo começou quando os irmãos Roberto e Alexandre Chade, com a ajuda de seu pai, Oswaldo, um proeminente advogado paulista, resolveram aproveitar o boom das empresas de internet e enxergaram no mundo virtual uma enorme oportunidade. Foi então que no mês de outubro de 2000 eles fundaram a DOTZ, uma empresa de fidelidade por coalizão. Nascia assim o DOTZ, moeda virtual que podia ser trocada por prêmios. O modelo da nova empresa não era propriamente novo. Foi inspirado nos programas de fidelidade do Canadá, berço desse tipo de negócio. Inicialmente a empresa trabalhava somente com lojas de comércio eletrônico. Mas aí veio o estouro da bolha da internet e os clientes simplesmente desapareceram de repente. Eles não desistiram da ideia e correram atrás de novos clientes. Até 2007, a empresa enfrentou um longo período de desafios. Além da persistência, a DOTZ adotou uma estratégia clara para amealhar clientes e resolveu apostar fora do eixo Rio-São Paulo e, de preferência, em parceria com empresas com presença local e regional. Esses varejistas estavam sedentos por ferramentas que os aproximassem do consumidor. Outra estratégia acertada foi reunir todos os varejistas em torno do nome DOTZ, permitindo o uso da moeda virtual em uma grande rede de parceiros.


Em 2009, a empresa canadense LoyaltyOne, focada no segmento de fidelização por coalizão em redes de varejo, como supermercados, livrarias e postos de gasolina, comprou 31% de participação na DOTZ. Este fato permitiu uma grande mudança. Isto porque até este momento, a DOTZ atuou basicamente na internet. Nesse meio tempo, angariou aproximadamente 1.5 milhões de usuários em seu sistema, que permitia a troca de pontos obtidos na compra de empresas parceiras por produtos e serviços. Às vésperas de completar sua primeira década de existência, a empresa resolveu literalmente cair no mundo real, investindo pesado no varejo físico. A empresa escolheu a cidade de Belo Horizonte, mercado considerado exigente e difícil, como piloto para testar a nova fase. Firmou parceria com 70 empresas, que incluíam nomes como Banco do Brasil, a rede de postos Ale Combustíveis, Bob’s e a rede de supermercados Super Nosso, em um total de 300 pontos de venda, para distribuição de um cartão de coalizão (antigamente denominado programa multifidelidade). A ambição era ousada: transformar a DOTZ na segunda moeda de compra do consumidor brasileiro. Em pouco mais de um ano, aproximadamente 500 mil habitantes da capital mineira – 35% da população – aderiram ao programa de fidelidade. A experiência tão bem-sucedida começou então a ser replicada em outras cidades do país.


Nos anos seguintes sua principal aposta foi a popularização do modelo de coalizão, que, ao contrário dos programas de milhagem tradicionais, baseados principalmente na oferta de passagens aéreas gratuitas, dá aos consumidores um leque maior de alternativas para utilizar os pontos adquiridos. Além disso, ingressou em novos mercados, como por exemplo, o interior do estado de São Paulo e Fortaleza, em 2012. Com isso, a empresa fechou 2013 com 11.5 milhões de consumidores cadastrados e atuação em nove praças, entre as quais o interior de São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Paraná, Santa Catarina, por exemplo. Ainda este ano foi lançado o Aplicativo Dotz, permitindo aos clientes a realização de cadastro, consulta de saldos e extratos, localização de parceiros por geolocalização e a troca de DOTZ por produtos, alguns exclusivos pelo canal.


Em 2014, a DOTZ, tradicionalmente voltada ao varejo, avançou sobre os setores de telecomunicações, brinquedos e materiais esportivos com seu programa de fidelidade. Além disso, ingressou em Goiânia. No ano seguinte a empresa ingressou no enorme mercado do Rio de Janeiro. Mais recentemente, a DOTZ desenvolveu uma nova tecnologia. Na correria do dia a dia, o benefício de acumular os pontos do programa de fidelidade em uma compra pode ser esquecido. Pensando nisso, a DOTZ criou uma extensão no navegador Google Chrome chamado Ganhe Dotz. Com ele, toda vez que o cliente entrar em uma loja parceira, ele vai ser avisado que pode ganhar DOTZ na sua compra. Além disso, a empresa investiu no shopping virtual - market place -, onde disponibiliza toda a lista de produtos que podem ser comprados com o resgate de pontos do programa.


Atualmente a missão da DOTZ é ajudar o varejo a aumentar tanto o faturamento quanto a margem das vendas, oferecendo soluções completas e integradas em fidelização, fazendo com que seus clientes tenham crescimento e resultados. A empresa faz isso atuando em duas grandes frentes: a fidelização de clientes e a inteligência de mercado. A primeira linha de atuação tem um nome autoexplicativo. Ou seja, uma empresa contrata a DOTZ para tomar conta do seu programa de fidelização. Ela, por sua vez, mune esse varejista da tecnologia e do conhecimento necessários para tocar o programa. Os clientes dessas empresas fazem compras e, por meio delas, acumulam pontos DOTZ. Esses pontos podem ser trocados por produtos ou vantagens (descontos, por exemplo) em toda a rede de parceiros da DOTZ. Por exemplo, uma compra de supermercado gera pontos que podem ser usados, por exemplo, no posto de gasolina. Na segunda frente de atuação, os softwares da DOTZ refinam o comportamento de compra do consumidor cadastrado no sistema de benefícios. É possível, com isso, identificar os produtos que ele mais adquire, o valor médio e a frequência das compras, além de mudanças no hábito de consumo. Com as informações, o varejista pode traçar táticas de marketing mais eficazes.


Os slogans 
Sua moeda para a vida render mais. 
A sua segunda moeda. 
A sua poderosa moeda de troca.



Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: Outubro de 2000 
● Fundador: Roberto e Alexandre Chade 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Companhia Brasileira De Soluções De Marketing 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Roberto Chade 
● Faturamento: R$ 415 milhões (2015) 
● Lucro: Não divulgado 
● Clientes: 20 milhões 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 500 
● Segmento: Fidelização 
● Principais produtos: Programas de relacionamento, fidelização e incentivo 
● Concorrentes diretos: Multiplus, Smiles, Netpoints, Livelo e LTM 
● Ícones: As bolinhas laranjas e o símbolo DZ 
● Slogan: Sua moeda para a vida render mais. 
● Website: www.dotz.com.br

A marca no Brasil 
A DOTZ, maior programa de fidelidade do Brasil por número de participantes, são 20 milhões de consumidores cadastrados, está presente em 13 estados do país, que compreendem mais de 690 cidades. Os maiores mercados da empresa são Belo Horizonte, interior de São Paulo e Rio de Janeiro. Com faturamento de R$ 415 milhões em 2015, a empresa possui uma rede conveniada superior a 9 mil estabelecimentos e tem mais de 10 mil resgates por dia. Hoje em dia o varejo físico representa 90% dos negócios da empresa. A DOTZ tem foco no varejo, onde as principais empresas (são mais de 450) que integram a base de acúmulo e resgate de pontos são redes de supermercados, de vestuário, de postos de combustíveis e de farmácias, além de serviços, como a Vivo, de telefonia. 

Você sabia? 
Alexandre Chade, ao criar a DOTZ, primeiro programa de fidelidade para comércio eletrônico do Brasil, não era um aventureiro neste segmento. Ele participou da criação da Smart Club, programa de fidelidade idealizado pelos postos Shell e o banco Bradesco em 1998. 
A família Chade controla 63% da empresa. Os outros 37% pertencem ao grupo canadense LoyaltyOne, que administra o maior programa de fidelidade do Canadá. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Forbes, Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha, Estadão e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 


Última atualização em 25/10/2016

14.10.16

ORIFLAME


Pessoas que trabalham juntas, que partilham sonhos, acreditam na beleza e que obtêm resultados através da venda de cosméticos naturais de alta qualidade e confiabilidade para milhões de consumidores. Esta é a filosofia da marca sueca ORIFLAME, uma das maiores empresas de vendas diretas de cosméticos do mundo. 

A história 
A empresa foi fundada em um pequeno escritório na fria cidade de Estocolmo na Suécia pelos irmãos af Jochnick, Jonas e Robert, e o amigo Bengt Hellsten, para vender cosméticos naturais no mercado sueco e dinamarquês. O nome da empresa foi inspirado em uma bandeira real da França medieval aberta somente no campo de batalha. Nos primeiros anos as revendedoras da ORIFLAME não tinham catálogos e as vendas aconteciam através do sistema Party Plan, isto é, elas organizavam pequenas reuniões em sua casa ou em locais apropriados e faziam a demonstração dos produtos, promovendo assim a sua venda. Inicialmente elas vendiam cremes para a pele, batons e máscaras para cílios. Os produtos de cuidado da pele eram derivados de extratos de ervas e vegetais com origem na natureza sueca e eram ligeiramente aromatizados para diminuir a probabilidade de provocar alergias. Os fundadores foram pioneiros em definir desde o início que os produtos nunca seriam testados em animais. Essa filosofia permanece até os dias de hoje.


Nos três anos seguintes a empresa começou a vender seus produtos na Finlândia (1968), Noruega (1969) e no Reino Unido (1970). Foi somente em 1972 que a ORIFLAME começou a abandonar o sistema de vendas Party Plan, e decidiu adotar um sistema de vendas One-to-one, tendo como base um catálogo que exibia todos os produtos e as vantagens de cada um. O primeiro catálogo foi ilustrado por Robert, um dos irmãos fundadores da empresa, e era um pequeno folheto só com uma página impressa. Deste primeiro catálogo foram feitas aproximadamente 31.000 cópias e distribuídas para revendedoras da marca. Foi também neste ano que a empresa se expandiu para o mercado holandês. Depois de ingressar no mercado espanhol em 1978, no ano seguinte, como resultado constante do crescimento de suas vendas, os irmãos decidiram construir uma fábrica em Dublin, na Irlanda. Esta fábrica permitia-lhes ganhar mais controle sobre a qualidade dos produtos e sobre as entregas, reduzindo assim a dependência que tinham de seus fornecedores.


A década de 1980 foi marcada pela expansão e diversificação. Após o enorme sucesso no continente europeu, a ORIFLAME decidiu que havia chegado a hora de ingressar em mercados maiores e mais desafiadores, como por exemplo, a Ásia e a América Latina. Não só apostou na sua expansão geográfica, como ampliou a quantidade de produtos vendidos, incluindo perfumes, maquiagens, produtos para o cuidado dos cabelos e até uma pequena linha de joias. Os anos de 1990 foram marcados por um explosivo crescimento da empresa, que ingressou em novos mercados como República Checa, Turquia, Grécia, Peru, Índia, Equador, Marrocos, Egito e Colômbia. Apesar desta rápida expansão surgiram também diversos desafios, como por exemplo, a crise financeira da Rússia, em 1998. E a ORIFLAME, pressionada pelo enorme crescimento teve que rever sua cadeia produtiva para fabricar em maior escala. Com isso, fechou a fábrica em Dublin e mudou toda a sua produção para duas outras unidades, uma em Varsóvia (Polônia) e outra em Nova Deli (Índia). Em 2000 a ORIFLAME atingiu o número de 1 milhão de revendedoras independentes no mundo inteiro.


Em 2004, a ORIFLAME abriu seu capital na Bolsa de Valores, e o dinheiro levantado foi utilizado para mais um ciclo de expansão. Em 2006, quando a China voltou a permitir a venda direta em seu território, a ORIFLAME não perdeu tempo e conseguiu a licença para ingressar neste enorme mercado consumidor, sendo a primeira empresa europeia de venda direta a comercializar cosméticos naquele país. Contudo, a expansão desta marca para novos mercados foi bem maior, tendo ingressado em diversos outros países. Em 2008 a ORIFLAME ampliou sua linha de produtos com o lançamento de suplementos nutricionais. Nos anos seguintes suas vendas aumentaram consideravelmente, especialmente depois do ingresso em alguns países do continente africano. Depois de ter sido duramente atingida pela turbulência na Rússia, seu maior mercado, a empresa sueca anunciou sua chegada no mercado brasileiro a partir de março de 2017.


Geleia Real foi o primeiro produto da marca, sendo um dos mais vendidos até os dias de hoje. Inicialmente, foi  lançado como creme de contorno para os olhos, mas rapidamente começou a ser utilizado para hidratar as zonas secas da pele, pois o produto é conhecido pelas suas propriedades regeneradoras, cicatrizantes, nutritivas e suavizantes. Essa linha foi ampliada com a Geleia Real de Caramelo (2009), a Geleia Real de Baunilha e mais recentemente uma edição limitada de um produto campeão de vendas, a Geleia Real de Chocolate. Outra linha popular da marca é a EcoBeauty, que oferece produtos de cuidados nutritivos puros para a pele. Por isso, são selecionados alguns dos ingredientes e extratos mais sofisticados, naturais e orgânicos - repletos de benefícios da natureza e sem parabenos – oferecendo a pele o melhor que a natureza pode dar.


A vida de um produto ORIFLAME começa no Instituto de Pesquisa da Pele, localizado na cidade de Estocolmo, onde os mais recentes avanços científicos são utilizados para criar tecnologias exclusivas, e muitas das quais patenteadas, que colocam a marca um passo à frente da concorrência. Estas novas tecnologias são então repassadas aos cientistas do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, cujo papel principal é criar fórmulas que se adaptem a uma linha já existente ou que tenham potencial para criar novos produtos, acompanhando sempre as tendências da moda e respondendo às necessidades das consumidoras. Só então essas novas fórmulas e produtos são produzidos e vendidos. E o mais importante para ORIFLAME é criar um produto que os consumidores adorem.


A evolução visual 
A identidade visual da marca sofreu algumas alterações ao longo dos anos, como pode ser visto na imagem abaixo.


Os slogans 
Your Dreams, Our Inspiration. (2013) 
Natural Swedish Cosmetics.


Dados corporativos 
● Origem: Suécia 
● Fundação: 1967 
● Fundador: Jonas e Robert af Jochnick e Bengt Hellsten 
● Sede mundial: Schaffhausen, Suíça e Estocolmo, Suécia 
● Proprietário da marca: Oriflame Holding AG 
● Capital aberto: Sim (2004) 
● Chariman: Alexander af Jochnick 
● CEO & Presidente: Magnus Brännström 
● Faturamento: €1.21 bilhões (2015) 
● Lucro: €43.2 milhões (2015) 
● Valor de mercado: US$ 1.9 bilhões (outubro/2016) 
● Revendedoras: 3 milhões 
● Presença global: 62 países 
● Presença no Brasil: Sim (a partir de 2017) 
● Funcionários: 7.500 
● Segmento: Vendas diretas de cosméticos 
● Principais produtos: Maquiagens, produtos para a pele, perfumes e acessórios 
● Concorrentes diretos: Avon, Mary Kay, Amway, Aloette, Forever Living, L’Bel, Yves Rocher e Natura 
● Slogan: Your Dreams, Our Inspiration. 
● Website: www.oriflame.com 

A marca no mundo 
Atualmente a ORIFLAME, uma das maiores empresas de vendas direta do mundo, possui mais de 3 milhões de representantes (chamadas de Assessores de Beleza) em mais de 60 países ao redor do mundo. Com faturamento de €1.21 bilhões em 2015, a empresa comercializa um vasto portfólio com mil produtos no segmento de beleza para o cuidado da pele, cabelo e corpo, fragrâncias, maquiagens, acessórios, produtos de bem-estar e acessórios. A ORIFLAME disponibiliza um novo catálogo às suas revendedoras a cada 3 ou 4 semanas. A empresa possui cinco unidades de produção localizadas na Polônia, China, Rússia e Índia, além de um moderno Centro de Pesquisa com mais de 150 cientistas. 


Você sabia? 
A ORIFLAME foi uma das primeiras empresas do setor a utilizar extratos vegetais em produtos para a pele e usar ingredientes de fontes vegetais renováveis. Hoje em dia, muitos de seus produtos utilizam ingredientes derivados de frutas, flores e plantas. 
A empresa nunca perdeu de vista seu conceito de negócio original: Produtos Cosméticos Naturais Suecos vendidos de amigo a amigo


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 


Última atualização em 14/10/2016

5.10.16

Best Global Brands 2016


Este é o ranking de 2016 das 100 mais valiosas marcas do mundo criado pela renomada consultoria de marketing/branding Interbrand (clique para ver mais detalhes), empresa que foi fundada na cidade de Londres em 1974. Os valores representam bilhões de dólares. Basta clicar no link de cada marca para acessar ao perfil exclusivo de cada uma preparado pelo Mundo das Marcas. 

1. Apple (Estados Unidos) - US$ 178.119   
2. Google (Estados Unidos) - US$ 133.252   
3. Coca-Cola (Estados Unidos) - US$ 73.102 
4. Microsoft (Estados Unidos) - US$ 72.795 
5. Toyota (Japão) - US$ 53.580   
6. IBM (Estados Unidos) - US$ 52.500  
7. Samsung (Coréia do Sul) - US$ 51.808   
8. Amazon (Estados Unidos) - US$ 50.338  
9. Mercedes-Benz (Alemanha) - US$ 43.490 
10. GE (Estados Unidos) - US$ 43.130   
11. BMW (Alemanha) - US$ 41.535 
12. McDonald’s (Estados Unidos) - US$ 39.381    
13. Disney (Estados Unidos) - US$ 38.790  
14. Intel (Estados Unidos) - US$ 36.952 
15. Facebook (Estados Unidos) - US$ 32.593 
16. Cisco (Estados Unidos) - US$ 30.948   
17. Oracle (Estados Unidos) - US$ 26.552  
18. Nike (Estados Unidos) - US$ 25.034   
19. Louis Vuitton (França) - US$ 23.998   
20. H&M (Suécia) - US$ 22.681  
21. Honda (Japão) - US$ 22.106 
22. SAP (Alemanha) - US$ 21.293 
23. Pepsi (Estados Unidos) - US$ 20.265   
24. Gilette (Estados Unidos) - US$ 19.950   
25. American Express (Estados Unidos) - US$ 18.358  
26. Ikea (Suécia) - US$ 17.834   
27. Zara (Espanha) - US$ 16.766   
28. Pampers (Estados Unidos) - US$ 16.134  
29. UPS (Estados Unidos) - US$ 15.333   
30. Budweiser (Estados Unidos) - US$ 15.099  
31. J.P. Morgan (Estados Unidos) - US$ 14.227  
32. Ebay (Estados Unidos) - US$ 13.136  
33. Ford (Estados Unidos) - US$ 12.962   
34. Hermès (França) - US$ 12.833  
35. Hyundai (Coréia do Sul) - US$ 12.547  
36. Nescafé (Suíça) - US$ 12.517   
37. Accenture (Estados Unidos) - US$ 12.033 
38. Audi (Alemanha) - US$ 11.799  
39. Kellogg’s (Estados Unidos) - US$ 11.711 
40. Volkswagen (Alemanha) - US$ 11.436  
41. Philips (Holanda) - US$ 11.336 
42. Canon (Japão) - US$ 11.081 
43. Nissan (Japão) - US$ 11.066   
44. Hewlett Packard Enterprise (Estados Unidos) - US$ 11.027  
45. L’Oréal (França) - US$ 10.930   
46. AXA (França) - US$ 10.579 
47. HSBC (Reino Unido) - US$ 10.458   
48. HP (Estados Unidos) - US$ 10.386   
49. Citi (Estados Unidos) - US$ 10.276   
50. Porsche (Alemanha) - US$ 9.537   
51. Allianz (Alemanha) - US$ 9.528   
52. Siemens (Alemanha) - US$ 9.415  
53. Gucci (Itália) - US$ 9.385  
54. Goldman Sachs (Estados Unidos) - US$ 9.378  
55. Danone (França) - US$ 9.197   
56. Nestlé (Suíça) - US$ 8.708  
57. Colgate (Estados Unidos) - US$ 8.413  
58. Sony (Japão) - US$ 8.315  
59. 3M (Estados Unidos) - US$ 8.199  
60. Adidas (Alemanha) - US$ 7.885   
61. Visa (Estados Unidos) - US$ 7.747   
62. Cartier (França) - US$ 7.738 
63. Adobe (Canadá) - US$ 7.586 
64. Starbucks (Estados Unidos) - US$ 7.490   
65. Morgan Stanley (Estados Unidos) - US$ 7.200 
66. Thomson Reuters (Canadá) - US$ 6.830  
67. Lego (Dinamarca) - US$ 6.691   
68. Panasonic (Japão) - US$ 6.365  
69. Kia (Coréia do Sul) - US$ 6.326  
70. Santander (Espanha) - US$ 6.223   
71. Discovery (Estados Unidos) - US$ 5.944   
72. Huawei (China) - US$ 5.835 
73. Johnson & Johnson (Estados Unidos) - US$ 5.790  
74. Tiffany & Co. (Estados Unidos) - US$ 5.761  
75. KFC (Estados Unidos) - US$ 5.742 
76. Mastercard (Estados Unidos) - US$ 5.736   
77. DHL (Estados Unidos) - US$ 5.708 
78. Land Rover (Reino Unido) - US$ 5.696 
79. Fedex (Estados Unidos) - US$ 5.579 
80. Harley-Davidson (Estados Unidos) - US$ 5.527   
81. Prada (Itália) - US$ 5.504  
82. Caterpillar (Estados Unidos) - US$ 5.425 
83. Burberry (Reino Unido) - US$ 5.362  
84. Xerox (Estados Unidos) - US$ 5.290  
85. Jack Daniel’s (Estados Unidos) - US$ 5.193   
86. Sprite (Estados Unidos) - US$ 5.148   
87. Heineken (Holanda) - US$ 5.123   
88. Mini (Reino Unido) - US$ 4.986 
89. Dior (França) - US$ 4.909  
90. PayPal (Estados Unidos) - US$ 4.839   
91. John Deere (Estados Unidos) - US$ 4.815   
92. Shell (Holanda) - US$ 4.599  
93. Corona (México) - US$ 4.509   
94. MTV (Estados Unidos) - US$ 4.320 
95. Johnnie Walker (Reino Unido) - US$ 4.317  
96. Smirnoff (Reino Unido) - US$ 4.252   
97. Moët & Chandon (França) - US$ 4.118   
98. Ralph Lauren (Estados Unidos) - US$ 4.092   
99. Lenovo (China) - US$ 4.045   
100. Tesla Motors (Estados Unidos) - US$ 4.011  


29.9.16

DADINHO


Quem não conhece aquele doce quadradinho, da embalagem prateada com estrelas, feito à base de amendoim, que é sucesso entre crianças e adultos? Dispensando apresentação, DADINHO, o quadradinho de amendoim mais amado do Brasil, carrega o gostinho nostálgico e incomparável da infância, há mais de 60 anos. Hoje, o produto a base amendoim é uma das guloseimas mais famosas do Brasil, ultrapassando fronteiras, gerações e décadas, e ainda conquistando milhões de fãs. 

A história 
Tudo começou quando a Dizioli, uma tradicional fábrica de doces e chocolates queria lançar um novo produto no mercado para homenagear os 400 anos da cidade de São Paulo, em 1954. Foi então que a empresa lançou no mercado paulista um delicioso doce macio feito à base de amendoim em formato de pequenos cubos. Batizado inicialmente de IV Centenário, a guloseima vinha envolta em um papel metálico, um dos primeiros produtos nacionais a utilizar este tipo de papel metalizado como embalagem e uma grande novidade para a época. Por coincidência ou não, um marco nas comemorações dos 400 anos de São Paulo foi a chuva de prata, com triângulos de papel prateado jogados do céu por aviões. A embalagem original era inspirada na comemoração do IV centenário da cidade de São Paulo e repleta de simbolismo: dentro de círculos azuis, em dois tamanhos, estava gravado a imponente Espiral, símbolo criado pelo arquiteto Oscar Niemeyer para a celebração da data histórica.


Devido ao enorme sucesso, rapidamente em virtude de seu formato inusitado, que mais parecia um pequeno dado de seis faces, a nova guloseima foi apelidada pelos consumidores de “Dadinho”. A empresa percebendo este fato logo rebatizou o produto oficialmente para DADINHO. Nas décadas seguintes, DADINHO ganhou enorme popularidade, vendido de forma avulsa e sendo presença constante nos caixas de bares, pequenas vendas, bancas de jornal e padarias. Outro fator que impulsionou as vendas da guloseima foi o fato de que DADINHO era dado como complemento de troco para os consumidores. Durante décadas essa guloseima permaneceu na memória de muitos adultos como símbolo da infância.


Nos anos de 1980 DADINHO ganhou enorme exposição nacional ao patrocinar o popular programa de televisão do Fofão. Com isso, se tornou ainda mais popular entre as crianças, ocorrendo um considerável aumento nas vendas. Além disso, DADINHO passou a ser distribuído em outros estados do país. O tradicional cubo de pasta de amendoim foi fabricado pela Dizioli até a década de 1980, quando foi vendido. Após esse período, DADINHO foi fabricado por outras empresas, até ser adquirido por seu atual proprietário, a Bono Gusto, que terceiriza a produção para a Doce Sabor.


“Filho único” por mais de 60 anos, no mês de março de 2016, DADINHO, o tradicional doce de amendoim quadradinho, ganhou uma família de produtos: Dadinho Creme (a versão cremosa de DADINHO em um pote de 180 gramas, ideal para o café da manhã e companhia perfeita para biscoitos doces e salgados, no pão ou até mesmo para rechear a tapioca), Wafer Dadinho Cremoso (irresistível biscoito wafer, crocante e super recheado com pasta de amendoim), Lanchinho Dadinho Cremoso (mini wafers recheados, ideais para lanches rápidos ou entre uma refeição e outra) e Bombom Wafer Dadinho (combinação perfeita do wafer crocante, recheado com Dadinho cremoso e cobertura de chocolate), que chegaram ao mercado para alavancar as vendas da marca através da extensão de produtos. Além dos novos formatos, as tradicionais embalagens do produto, nas versões 90 gramas, 180 gramas, 600 gramas, 700 gramas e 900 gramas, ganharam novo visual. A distribuição dos novos produtos, inicialmente restrita a São Paulo, foi rapidamente ampliada para os estados do Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou recentemente, em 2016, por uma reformulação. O novo logotipo teve as letras alinhadas e adotou uma nova tipografia.


As embalagens da tradicional guloseima também ganharam um novo design, onde o amarelo ganhou mais brilho e ares modernos e acentuados.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1954 
● Criador: Dizioli 
● Sede mundial: Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Bono Gusto Indústria e Terceirização de Alimentos Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Paschoal Del Matto 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (somente presente no Brasil) 
● Segmento: Doces 
● Principais produtos: Balas, bolachas e creme de amendoim 
● Concorrentes diretos: Paçoquita, Amor, Butter Toffees, Nutella, Bauducco, PassaTempo, Triunfo e Aymoré 
● Ícones: A embalagem metálica 
● Slogan: Desde 1954. É um atrás do outro. 

A marca no Brasil 
Atualmente a marca DADINHO oferece uma deliciosa e irresistível linha de produtos, que inclui, além do tradicional doce quadradinho de amendoim, uma versão cremosa e biscoitos recheados. A marca tem forte presença nos estados do sul e sudeste. Por mês, são produzidas 200 toneladas do tradicional doce de amendoim quadradinho. 

Você sabia? 
Como o amendoim é um produto clássico e típico das festas juninas, as vendas de DADINHO nessa época do ano disparam. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Exame e Embalagem Marca), jornais (Meio Mensagem e Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 29/9/2016