3.8.17

O'NEILL


Uma lenda entre os surfistas. Uma das marcas mais poderosas do mundo do surfe. Inovadora e ousada, assim como seu criador, a O’NEILL conquistou milhões de fãs ao longo das mais de seis décadas. Baseada na mítica história e imagem de Jack O’Neill, a marca americana se tornou presença garantida nos maiores picos de surfe do mundo. 

A história 
Para contar a história de uma das marcas mais influentes no mundo do surfe, é preciso conhecer um pouco quem foi seu criador. Jack O’Neill nasceu no dia 27 de março de 1923 na cidade de Denver, estado do Colorado, cresceu no sul da Califórnia e começou a praticar bodysurf (surfe de peito, considerado a mais pura forma de surfe e talvez a primeira de todas) aos sete anos de idade. Já radicado na cidade de San Francisco, trabalhou como pescador e vendeu alumínio e extintores, entre outras coisas. Em suas horas livres, Jack não resistia e ia para o mar para se divertir, independentemente da temperatura da água, que nesta região da Califórnia, mesmo no auge do verão, era congelante. Com base na sua experiência enquanto piloto da Marinha dos Estados Unidos, nos anos de 1940, durante a Segunda Guerra Mundial, Jack começou a experimentar vários materiais para que os surfistas como ele pudessem proteger o corpo das temperaturas mais frias do Oceano Pacífico e manter-se dentro de água durante mais tempo. Depois de vários experimentos, optou pelo neoprene (que até hoje é a principal matéria-prima das roupas de borracha), usado pela Marinha Americana para produzir coletes salva-vidas.


Jack conseguiu pela primeira vez desenvolver técnicas de costura e colagem que permitiram fazer algo parecido com um colete, ainda muito rústico. Foi o primeiro passo para a invenção do que chamamos de roupa de borracha (wetsuit), um produto que revolucionou o surfe, o mergulho, a natação em águas abertas e quase todos os esportes praticados na água. Era o momento de se tornar empresário. Finalmente no ano de 1952, Jack abriu a sua primeira loja especializada em equipamentos para a prática de surfe, considerada por muitas a primeira a ostentar o nome Surf Shop no mundo. A pequena loja estava localizada em uma modesta garagem em frente à praia de Ocean Beach em San Francisco e vendia pranchas, parafina, além é claro dos rústicos coletes de neopreme. Rapidamente o modesto surf shop se tornou um local de encontro para vários surfistas da região, principalmente depois que começou a alugar pranchas em 1958.


No final da década, em 1959, ele inaugurou sua segunda loja de surfe, já batizada como O’Neill’s Surf Shop, em Cowell Beach, na cidade de Santa Cruz, mais ao sul da Califórnia, onde a água era mais quente e as ondas melhores. No início dos anos de 1960 começou o “boom” do surfe nos Estados Unidos, e com ele a necessidade cada vez maior dos surfistas terem um wetsuit. Foi então que Jack conseguiu resolver dois problemas: impedir que o neoprene se rasgasse e tornar os trajes mais fáceis de vestir e despir, através da introdução de um forro de náilon, bem como da costura em ziguezague. Mas foi apenas em 1970 que apresentou a primeira roupa completa (wetsuit). Acolhida pela comunidade surfista com desconfiança, rapidamente a roupa fez sucesso no mercado, sob o mote publicitário: “É sempre verão aqui dentro” (em inglês “It’s always summer on the inside”). Para promover o seu produto, ele próprio percorria todas as feiras e fazia exibições, vestindo os seus filhos com as roupas de neoprene e fazendo-os mergulhar em água gelada.


A figura mítica de Jack atrelada à marca teve início em 1971, quando ele perdeu a visão do olho esquerdo em um incidente com o leash (corda elástica que une a prancha ao tornozelo do surfista) que o atingiu, depois de rasgar. Ironicamente foi seu filho, Pat, que criou o leash no ano anterior. A imagem de Jack com a pala no olho e a longa barba ao jeito de um pirata, ou até com ar de Poseidon, Deus dos mares, tornou-se parte indelével da marca. Nesta época a marca O’NEILL, que também lançou as tradicionais botas de neopreme, começava a se tornar um império internacional no mundo do surfe, e Jack contratava gestores de renome para poder passar mais tempo surfando em Santa Cruz. Antes dos anos de 1980, a O’NEILL já tinha se tornado uma das maiores produtoras de roupas de neoprene do mundo e a marca estava espalhada pelas praias da Austrália, Europa, Japão e outros locais. E graças a Jack e sua marca, os surfistas tiveram acessibilidade para surfar quando e onde quiser, independente das condições da água.


O filho de Jack, Pat O’Neill, teria um papel importante e fundamental, em meados dos anos de 1980, ao assumir a posição de diretor executivo da marca, com muita influência na criação e construção do Team O’Neill (atletas patrocinados), que ao longo dos anos contou com nomes como Shaum Tomson, Dane Kelahoa, Shane Beschen, John John Florence, e mais recentemente Cory Lopez, Jordy Smith, Honolua Blomfield, entre outros. Por isso, credita-se a O’NEILL a criação do conceito de equipe de surfe, ainda em 1964. Nesta época a marca lançou suas primeiras Rash Guard, camisetas justas de Lycra para a prática do surfe, que mantém a temperatura do corpo e ajuda a reter o calor. Nos anos seguintes, a marca ampliou sua linha de produtos com o lançamento de sandálias de praia, biquínis, toalhas, óculos, bonés, mochilas, além de linha de roupas e calçados. Além disso, a marca iniciou a abertura de lojas próprias.


A década de 1990 também foi marcada pelo lançamento do primeiro wetsuit com vedação vulcanizada. Outra inovação lançada pela marca ocorreu em 2003, com a bermuda sem costura. Somente em 2010, a O’NEILL ingressou oficialmente no mercado brasileiro. Um de seus produtos mais populares é a linha de bermudas Hyperfreak, fabricadas a partir de um tecido exclusivo (que promove elasticidade, conforto e secagem rápida) e que não tem costura interior, o que inibe assaduras.


Com mais de 60 anos de uma rica história de inovação, a O’NEILL continua desenvolvendo sua reputação autêntica através de produtos de alta qualidade e tecnologia. Extremamente conhecida pelo uso de tecnologias e materiais de primeira a marca continua liderando o mercado de surfe em várias categorias. Afinal, da criação das primeiras roupas de neoprene e leashes, à primeira bermuda de surfe sem costura do mundo, passando por produtos de snowboard, a intenção da O’NEILL é estender o tempo do surfista dentro da água ou do snowboarder em contato com a neve.


Amor ao mar 
Quando uma marca como a O’NEILL se preocupa com o mar, só pode dar vida a uma coleção amiga do ambiente. Da Califórnia para o mundo, a O’Neill Active é uma coleção de roupas feita a partir dos plásticos recolhidos em várias praias e oceanos do mundo. Essa coleção é eco-friendly e integra a iniciativa global da marca, a O’Neill Blue – Our Ocean Mission, cujo objetivo é produzir roupas de surfe sustentáveis. Essa coleção combina matéria reciclada a materiais de desempenho, através de fios têxteis feitos a partir de plástico reciclado. Conta com sutiãs esportivos, bermudas, leggings, roupas de surfe e wetsuits: tem proteção a raios UV, secagem rápida e absorvente, e cores vibrantes.


A evolução visual 
A identidade visual da marca O’NEILL passou por algumas remodelações ao longo dos anos. O logotipo original da marca já continha como símbolo principal uma “onda quebrando” com um surfista. Anos depois o logotipo foi simplificado e passou a contar apenas com a “onda quebrando”. A principal mudança recente aconteceu em relação à tipografia de letra, que se tornou mais arredondada. O tradicional símbolo do logotipo, uma “onda quebrando”, também ganhou um design mais simplificado.


Os slogans 
UNREASONABLE expectations since 1952. (2015) 
First one in, Last one Out. (2008) 
The Original Since 1952. 
Cross the Line between Sanity and Madness.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1952 
● Fundador: Jack O’Neill 
● Sede mundial: Santa Cruz, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Logo International B.V. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Pat O’Neill e Daniel Neukomm 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 40 
● Presença global: 86 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 200 
● Segmento: Marcas esportivas 
● Principais produtos: Bermudas, wetsuits, camisetas, sandálias, calçados, pranchas e óculos 
● Concorrentes diretos: Reef, Billabong, Rip Curl, Quiksilver, Hurley e Rusty 
● Ícones: Os wetsuits 
● Slogan: UNREASONABLE expectations since 1952. 
● Website: www.oneill.com 

A marca no mundo 
Atualmente a marca comercializa sua linha de produtos, que engloba além dos famosos wetsuits, bermudas, biquínis, camisas, camisetas, calças, calçados, bonés, óculos e mochilas, em mais de 86 países ao redor do mundo. A marca possui uma pequena rede de 40 lojas próprias, localizadas principalmente nos Estados Unidos e Austrália. Apesar de ser uma marca que nasceu na praia, a O’NEILL também vende produtos para esqui e snowboard, principalmente óculos, jaquetas e calças. Desde maio de 2007 a marca O’NEILL pertence a Logo International B.V., empresa com sede na Holanda. 

Você sabia? 
Jack O’Neill foi introduzido no International Surfing Hall of Fame em 1991, e no Huntington Beach Surfing Walk of Fame no ano de 1998. A revista Surfer nomeou-o como um dos 25 surfistas mais influentes do século e, em 2000, recebeu o prêmio Watermen Achievement Award, por parte da Surf Industry Manufacturers Association. Um verdadeiro ícone no mundo do surfe, Jack O’Neill morreu no dia 2 de junho de 2017 aos 94 anos, de causa naturais, segundo informou a família. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek e Time), portais (Surf Total), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 3/8/2017

28.7.17

PRIMOR


Há quase seis décadas os produtos Primor são feitos para quem gosta de preparar comida saborosa, mas não abre mão da tradição. Por isso, a marca faz parte da história de milhões de famílias brasileiras. Afinal, a qualidade de cada produto combina demais com o carinho que elas põem em cada prato. 

A história 
Tudo começou quando a Samrig (S.A. Moinhos Rio Grandenses), uma empresa respeitada pelos gaúchos no segmento de farinha de trigo, após fazer pesados investimentos em uma fábrica de óleos e gorduras comestíveis, na cidade de Esteio (RS), resolveu lançar no mercado em 1958 o óleo de soja com a marca Primor. O óleo, comercializado em latas quadradas, nas cores verde e amarelo, foi o primeiro produto da nova marca e levou o nome Primor para além das fronteiras do Rio Grande do Sul. Depois de conquistar a liderança absoluta na região sul, chegou até o Rio de Janeiro. Pouco depois, em setembro de 1960, a marca expandiu sua linha com o lançamento da Margarina Primor, à base de soja e com formulação mais suave e saborosa do que as concorrentes, que rapidamente conquistou os consumidores brasileiros com seu sabor especial e seu preço super acessível. As embalagens (lata e tabletes) da margarina utilizavam o mesmo padrão xadrez verde e amarelo do óleo. Em 1967, o Óleo Primor foi lançado em São Paulo com uma enorme campanha publicitária que destacava as vantagens desse óleo refinado através de três latinhas mascotes (Don Juan, Pilantra e Paquerador) que personificavam as qualidades do produto. Para fechar a década, exatamente no dia 1 de outubro de 1969, a margarina Primor, que se tornaria o carro-chefe da marca, mudou de embalagem após meses de testes: a embalagem canoinha ficou conhecida como “a inviolável”, devido ao seu formato – era selada com um rótulo aplicado à quente, de forma a aderir firmemente às bordas do pote de plástico, porém de fácil remoção. Uma vez retirado, no entanto, o rótulo não colava mais, garantindo a certeza de inviolabilidade do produto.


Outra mudança de embalagem ocorreu em 1972, quando o Óleo Primor através de uma grande campanha publicitária apresentou a “Redondinha”, que se tornava mais fácil para manusear do que a retangular anterior. Em 1977, tanto o óleo quanto a margarina foram relançados no mercado. A embalagem destacava a folha e a flor da soja com a campanha “Cara nova, o mesmo tempero brasileiro”. A margarina ainda ganhou uma campanha especial com os atores Tarcísio Meira e Glória Menezes e o slogan “Primor: a margarina do Pão e da Glória”. 1982 foi o ano em que a margarina Primor se tornou líder do segmento no mercado nacional. No ano seguinte chegou ao mercado a Margarina Primor Cremosa. Já para os consumidores do norte e nordeste, a marca lançou uma novidade no segmento de óleos comestíveis: a lata de 500 ml. Muitos acontecimentos marcam a década seguinte. Em 1990, ocorreu o relançamento da margarina Primor Tradicional e a Primor Cremosa, que chegou à todo mercado nacional. Pouco depois, em 1992, foi lançada a Primor Forno & Fogão, uma margarina especial para uso culinário. Produzida com lecitina de soja especial, para reduzir os respingos durante a fritura dos alimentos, a nova margarina vinha em um cartucho de papelão com quatro tabletes de 100g. Em 1995 a marca trouxe uma grande novidade nos rótulos do Óleo Primor, que recebeu a informação “sem colesterol” (por ser produzido com matéria-prima 100% vegetal). Por fim, em 1998 o óleo passou a ser vendido em embalagem PET.


No início do novo milênio a marca Primor mostrou sua força e popularidade perante os consumidores. Isto porque em 2001, a Margarina Primor se consolidou como líder de vendas nas regiões norte e nordeste. Dois anos depois a marca lançou a linha de mistura para bolos em sete sabores diferentes: chocolate, coco, laranja, baunilha, milho, aipim e banana. Ainda este ano, foi lançada nas regiões norte e nordeste uma nova margarina Primor Cremosa, com fórmula mais resistente às altas temperaturas, porém sem perder a textura cremosa e suave. Em 2004, outra novidade chegou ao mercado: a maionese Primor nas versões regular e light, comercializadas em potes, bisnagas e sachês. Já o novo Óleo Primor, com 0% de gordura trans e que não deixava cheiro em frituras, foi lançado em 2005, mesmo ano em que a margarina light estreou no mercado. Ainda em 2005 foi lançada a gordura vegetal. Pouco depois, em 2007, as embalagens de toda a linha ganharam cores mais vivas e alegres, facilitando assim a identificação no ponto de venda. As informações nos rótulos ficaram mais visíveis. Nesse mesmo ano a Primor lançou no mercado o arroz regular e o parboilizado (em embalagens de 1 kg e 5 kg), primeiro produto da marca nesse segmento. Em 2008, quando completou 50 anos, Primor realizou várias ações para comemorar com seus colaboradores e consumidores de todo o Brasil. Em 2010, a Bunge, proprietária da marca Primor, foi a primeira empresa a incluir um selo com informações nutricionais nas embalagens de arroz.


No ano seguinte lançou o Arroz Primor Perfil Nobre, que é mais branco e soltinho para atender aos consumidores exigentes. Neste mesmo ano, a marca apresentou a linha de atomatados, com rigoroso processo de qualidade, da plantação à produção. Trata-se de uma linha premium, feita com tomates nobres. Em 2012, a linha de produtos foi ampliada com o Óleo Composto. Em 2014, a Primor estreou em mais uma nova categoria com o lançamento da farinha de trigo. O novo produto atendia à demanda das consumidoras por uma farinha mais branca, fina e solta – que ajuda a preparar bolos, pães, biscoitos e tortas com massas mais claras e leves – e chegou ao mercado em embalagens plásticas de um quilo, nas versões tradicional e com fermento.


Hoje em dia a linha de produtos Primor faz parte da mesa de milhões de donas de casa, que buscam produtos de qualidade e ótimo rendimento no preparo das refeições de todo dia. Afinal, o cuidado que Primor coloca em cada detalhe casa bem com a dedicação de milhões de consumidoras na hora de preparar aquele bolinho, aquele arroz soltinho, aquelas delícias que toda a família adora.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. A primeira modificação ocorreu em 1977. Depois de passar por algumas modificações na década de 1990 e em 2003, no ano de 2005, a flor vermelha de soja, símbolo da marca desde 1977, se tornou amarela e adotou um novo design. O atual logotipo da marca foi adotado em 2011.


Os slogans 
Quem faz com capricho faz com Primor. (2016) 
Eu quero sempre mais, eu faço com Primor. (2015) 
Primor na sua mesa, sabor na sua vida. (2012) 
Deixa a vida mais feliz. (2011) 
Comida gostosa deixa o dia mais feliz. (2011) 
Leve alegria para sua mesa. (2007) 
Primor, transforma tudo de bom em melhor. (2003)


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1958 
● Criador: Samrig (S.A. Moinhos Rio Grandenses) 
● Sede (nacional): São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Bunge Brasil 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Raul Padilla 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Margarinas, óleos, arroz e farinhas 
● Concorrentes diretos: Doriana, Qualy, Becel, Camil, Tio João, Dona Benta, Sol, Mazola e Liza 
● Slogan: Quem faz com capricho faz com Primor. 
● Website: www.primor.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente a marca PRIMOR, que pertence à multinacional holandesa Bunge, comercializa em todo o Brasil uma grande linha de alimentos composta por margarinas, arroz, atomatados, óleos de soja e gordura vegetal. A marca, extremamente popular na região nordeste (onde detém 1/3 do mercado de margarinas), também atua no segmento food service com produtos voltados para restaurantes, lanchonetes, hotéis e refeitórios industriais. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Embalagem Marca, Exame e Isto é Dinheiro), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 28/7/2017

17.7.17

OSTER


A marca OSTER mantém há mais de nove décadas a mesma promessa de oferecer aos consumidores produtos inovadores para o lar, fabricados de acordo com os mais altos padrões de qualidade e eficiência para tornar a vida mais prática, saudável e agradável. Um dos compromissos da marca continua sendo inspirar milhões de pessoas a experimentar a cozinha e criar refeições deliciosas em casa. 

A história 
Tudo começou em 1924 quando o imigrante austro-húngaro John Oster fundou uma pequena manufatura na garagem de sua casa na cidade de Racine, estado americano do Wisconsin. Batizada de John Oster Manufacturing Co., a jovem empresa fabricava cortadores manuais e tesouras de cabelo que fizeram sucesso imediato entre os profissionais deste segmento. Pouco depois, em 1928, a empresa apresentou ao mercado a máquina elétrica portátil de cortar cabelo. Durante duas décadas a empresa atuou quase exclusivamente no segmento de produtos para cortes de cabelo. Porém, em 1946, ano em que lançou seu primeiro secador de cabelo profissional, a OSTER resolveu diversificar sua linha de produto com o início da fabricação de pequenos eletrodomésticos. Isto somente foi possível com a aquisição da Stevens Electric Company, empresa que tinha lançado o mixer (misturador) em 1923. Nesta época, a Stevens Electric fabricava principalmente misturadores de bebidas. John Oster então instruiu sua equipe de engenharia para encontrar maneiras de melhorar os misturadores para outros usos. Com isso foi desenvolvido um mixer para misturar e cortar alimentos, como vegetais, com o objetivo de reduzi-los para um estado fluido. Isto resultou no lançamento do primeiro liquidificador Osterizer®. Inicialmente criado para preparar leite batido com sorvete, rapidamente se transformou em uma ajuda indispensável para as donas de casa americanas por sua praticidade e economia de tempo. Com o passar dos anos os liquidificadores Osterizer® se tornaram mais poderosos e começaram a desempenhar novas funções como granular, moer, picar, fazer purê e muito mais. E devido às estratégias agressivas de marketing, com extensas propagandas em revistas famosas e programas na TV, os liquidificadores Osterizer® se tornaram muito famosos nos Estados Unidos.


Em 1948, a marca introduziu duas grandes novidades: o misturador desenvolvido exclusivamente para a preparação de leite maltado e o Osterett®, um precursor do mixer portátil. No ano seguinte, introduziu o secador de cabelo Airjet (com propulsão a ar). Logo em seguida iniciou a fabricação de frigideiras, panelas elétricas para fazer fondue e panelas para fazer ovos cozidos, entre outros pequenos eletrodomésticos. Assim, a marca OSTER se tornou um símbolo de qualidade e estilo no lar para milhões de americanos. Outro fator imprescindível para o aumento da popularidade da marca aconteceu a partir de 1950, quando a OSTER implantou uma estratégia pioneira para dar ainda mais conhecimento para a utilização de seus produtos: demonstrações e aulas de cozinha nos pontos de venda. Essa prática de conexão estreita com o consumidor permanece até os dias de hoje. Ainda em 1950 a marca lançou o amolador de facas elétrico. Pouco depois, em 1955, a marca aprimorou sua linha de liquidificadores com a introdução de aparelhos com duas opções de velocidade, além do lançamento do Hairvac (secador de cabelo com touca). Já no ano seguinte, ampliou sua linha com os espremedores de sucos. No final desta década, as vendas aumentaram devido a novos produtos, entre os quais almofadas de massagem, umidificadores e trituradores de gelo.


Em 1960 a OSTER foi adquirida pela Sunbeam Corporation de Chicago, e continuou fabricando produtos inovadores para satisfazer a crescente demanda por pequenos e práticos eletrodomésticos, artigos para o cuidado pessoal e produtos profissionais, como por exemplo, frigideiras elétricas. No mês de maio de 1971, a empresa mudou seu nome para OSTER CORPORATION, transferindo os itens para corte de cabelo e pelagem de animais para a divisão de produtos profissionais. A década seguinte foi marcada por mais uma ampliação em sua linha de produtos com o lançamento de extratores de sucos automático (1980), sanduicheiras (1981) e máquinas para fazer pão (1989).


Na década de 1990, a OSTER alcançou uma enorme expansão internacional, e se tornou a marca número um em seu segmento na América do Sul. O ano de 2000 foi marcado pelo lançamento de suas primeiras torradeiras. No ano seguinte, com o lançamento do Oster In2itive® Blender, surgiu uma tecnologia revolucionária: o novo liquidificador/processador apresentava ciclos pré-programados que determinavam automaticamente o tempo de mistura e a direção da lâmina para o preparo de bebidas e alimentos deliciosos. Pouco depois, em 2002, foi lançado o forno elétrico. Em 2004, a marca lançou a Série 5000 de ferros de passar. A primeira incursão neste mercado foi acompanhada de uma campanha publicitária icônica em toda a América Latina. Hoje em dia a marca oferece uma completa linha de ferros de passar de alta tecnologia que ajuda o consumidor a manter o frescor das roupas novas por muito mais tempo.


Pouco depois, em 2005, a Sunbeam foi adquirida pela Jarden Corporation, líder mundial em produtos de consumo para o lar. A partir deste momento a OSTER passou a integrar um completo portfólio de marcas, ao lado da Mr. Coffee, Coleman, entre outras. Este ano também foi marcado pelo lançamento da FoodSaver™ Oster, uma prática e moderna seladora a vácuo para uso doméstico. Em 2006 apresentou a linha de eletroportáteis Counterforms™ com o exclusivo acabamento Luminart®, que preserva a beleza do aço inox sem marcas de dedos. Em 2007, a OSTER lançou no mercado os liquidificadores com a nova tecnologia de Motor Reversível, ou seja, o motor gira para frente e para trás garantindo a consistência perfeita das misturas mais difíceis. Logo a seguir introduziu a panela multiuso rápida, uma panela de pressão com programas inteligentes para cozinhar praticamente tudo e programar os pratos com antecedência de até 2 horas.


Em 2009, lançou outra novidade: a primeira panela elétrica de arroz com função refogar, que permitia dourar os alimentos possibilitando a realização de uma receita perfeita. Além disso, lançou o Oster Baby Nutrition Centre®, um sistema modular 4 em 1 para a preparação de alimentos para o bebê, que pode esterilizar todos os tipos de mamadeiras e acessórios; aquecer e pasteurizar leite; vaporizar frutas, legumes e carnes alcançando tempos de cozedura precisos sem perder nutrientes; e processar alimentos para conseguir a desejada consistência de uma deliciosa sopa. Foi também em 2009 que a marca americana lançou seus primeiros produtos no mercado brasileiro. Três anos mais tarde, a OSTER trouxe ao Brasil em edição limitada o liquidificador clássico de três velocidades na cor vermelha, que reforçava diferenciais premium, como a lâmina pica gelo Ice Crusher Blade e o sistema All-Metal Drive, que consiste no encaixe entre base e lâminas em aço inox, o que proporciona mais durabilidade ao eletrodoméstico. Assim como todo o portfólio de liquidificadores, o produto possuía a garantia Quebrou Trocou, que dá direito à troca da jarra de vidro em caso de quebra durante os primeiros 12 meses de uso. Ainda em 2012, introduziu outra importante e audaciosa inovação: PrimaLatte™, a cafeteira automática para preparar café espresso, latte e cappuccino com apenas um toque de botão.


Pouco depois, em 2013, fiel ao seu compromisso de qualidade e inovação, a marca lançou o novo e duradouro revestimento natural de cerâmica antiaderente Bioceramic™ para garantir um processo de cozimento saudável, fácil e até 20% mais rápido. O revestimento Bioceramic™ possui antiaderente de última geração e utiliza a tecnologia de cerâmica biocompatível presente na superfície de cozimento dos avançados eletrodomésticos da marca. Trata-se de um revestimento natural e antiaderente feito à base de minerais. Também neste ano introduziu a OSTER BEAUTY, composta por cinco linhas de produtos que incluem secadores, frisadores e pranchas para alisar o cabelo.


Mais recentemente, em 2015, seguindo as tendências de consumo, a marca adicionou a seu portfólio de produtos o liquidificador de alto rendimento Oster® Xpert Series™. O aparelho foi projetado para pessoas que procuram maior bem-estar e desejam encontrar um aliado prático e potente, que contribua com um estilo de nutrição inteligente, oferecendo opções mais frescas, saudáveis e saborosas. Atualmente, a marca OSTER se mantém fiel aos seus valores iniciais e convida milhões de consumidores em todo o mundo a expressar sua individualidade em seus lares e vivenciar experiências especiais com sua família e amigos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca americana passou por algumas remodelações ao longo de sua história.


Os slogans 
Legendary performance. Designed to last. 
Make It Fresh. 
Descubre tu Creatividad. (espanhol) 
Vive. Siente. Disfruta. (espanhol) 
Viva. Sinta. Desfrute. (Brasil) 
Além de tudo, Oster. (Brasil) 
Design com qualidade. (Brasil)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1924 
● Fundador: John Oster 
● Sede mundial: Boca Raton, Flórida, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: John Oster Manufacturing Company 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Newell Brands) 
● CEO: Michael Polk 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 80 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Eletrodomésticos 
● Principais produtos: Ferros de passar, batedeiras, cafeteiras, grills, liquidificadores e panelas elétricas 
● Concorrentes diretos: Cuisinart, KitchenAid, Hamilton Beach, Black & Decker, Philips, De’Longhi e Russell Hobbs 
● Ícones: O liquidificador Osterizer® 
● Slogan: Legendary performance. Designed to last. 
● Website: www.oster.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a OSTER, que pertence à empresa Newell Brands, produz e comercializa em mais de 80 países ao redor do mundo uma completa e moderna linha de pequenos eletrodomésticos, entre os quais liquidificadores, batedeiras, espremedores de frutas, torradeiras, cafeteiras, fornos elétricos, processadores, sanduicheiras, mixers, grills, fritadeiras, abridores elétricos, ferros de passar, chaleiras e panelas elétricas, além de máquinas para cortar cabelos. A marca tem forte presença nas Américas. 

Você sabia? 
A marca, através da divisão OSTER PROFESSIONAL ANIMAL CARE, oferece uma completa linha de máquinas para aparar pelos de animais de estimação, tesouras, secadores, escovas e até xampus. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 18/7/2017

4.7.17

SENNHEISER


A alemã SENNHEISER está moldando hoje o mundo do áudio de amanhã. Essa declaração de visão descreve o que a marca pretende atingir: excelência quando o assunto é áudio, através de produtos inovadores e soluções futuristas que são feitas de forma otimizada para as necessidades dos consumidores. Para a marca, um som bom não é o suficiente. Ela quer alcançar o som perfeito. Deseja que o som ganhe vida. Por isso, seus produtos podem ser encontrados na Broadway em Nova York, ou no lendário estúdio Abbey Road em Londres. 

A história 
Tudo começou no dia 1 de junho de 1945, poucas semanas após o fim da Segunda Guerra Mundial, quando o engenheiro eletrônico Dr. Fritz Sennheiser, um apaixonado por rádios e eletrônicos desde a adolescência e formado pelo Berlin Institute of Technology, resolveu juntamente com sete amigos engenheiros fundar o Laboratorium Wennebostel, ou abreviando-se “Lab W”, em um acanhado prédio com a fachada de madeira e alvenaria, em Wennebostel, próxima a cidade de Hanover. A jovem empresa inicialmente fabricava voltímetros eletrônicos valvulados. No ano seguinte, a empresa lançou no mercado seu primeiro microfone, conhecido como DM1, que serviria como base para o desenvolvimento dos mais sofisticados microfones. Em 1949, outra inovação: DM 4, o primeiro microfone condensado com compensação de ruídos. Nos anos seguintes também surgiram os primeiros pré-amplificadores e amplificadores, bem como aparelhos auditivos em miniatura. Em 1956, lançou o microfone MD 93 com transdutor reversível, que atuava também como falante.


Já em 1957 a empresa introduziu no mercado o primeiro Mikroport, nome que é utilizado até hoje como sinônimo de canais de áudio sem fio. Pouco depois, em 1958, a empresa foi renomeada para SENNHEISER ELECTRONIC. Essa década ainda guardaria uma surpresa com o lançamento em 1959 do primeiro microfone estéreo. Na década de 1960 a marca ampliou sua linha de produtos com o lançamento do primeiro microfone direcional (1966) e do primeiro fone de ouvido aberto do mundo (1968), que revolucionou o segmento, pois conseguia produzir um som mais natural e já vendeu mais de 10 milhões de unidades até os dias de hoje. A evolução prosseguiu na década seguinte com o lançamento de microfones com transmissão via infravermelho no ano de 1975 e o desenvolvimento do primeiro microfone profissional de lapela para transmissão sem fio de rádio frequência. Pouco depois, em 1977, para atender a alta demanda por seus produtos a empresa inaugurou uma segunda linha de produção em Burgdorf. Este ano também foi marcado por um importante acontecimento quando os engenheiros da empresa combinaram o princípio dos fones de ouvido abertos com a tecnologia de transdutores eletrostáticos pela primeira vez. O resultado foi o lançamento do modelo Unipolar 2000, que oferecia uma resolução extremamente fina e baixa distorção harmônica total. No ano seguinte apresentou o sintetizador de voz VSM201, que introduziu a voz humana no mundo do som eletrônico.


Em 1982, a empresa começou a produzir microfones sem fio modernos. Ainda nesta década a marca surpreendeu mais uma vez por suas inovações em transmissão sem fio RF multi-canal. Além disso, ingressou no segmento da aviação, em 1987, fornecendo fones de ouvido headset para comunicações no cockpit para a companhia área Lufthansa. Desde então, trabalhando em estreita colaboração com pilotos e companhias aéreas, a empresa continuou a desenvolver novas soluções para o setor de aviação, como por exemplo, a tecnologia de proteção auditiva (ActiveGard™) e proteção de ruído (NoiseGard™). No início da próxima década a empresa inaugurou filiais no Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, além de escritórios na Ásia. O ano de 1991 marcou o lançamento do fone de ouvido eletrostático Orpheus HE 90/HEV 90, com seu impressionante pré-amplificador de tubo. Devido à tecnologia extremamente complexa envolvida, o Orpheus foi produzido em uma edição limitada de apenas 300 unidades. Pouco depois, em 1993, apresentou o primeiro fone de ouvido digital com infravermelho (sem fio); e no ano de 1995, o primeiro fone de ouvido do mundo que funcionava por transmissão sem fio de alta frequência, RS 5. Em 1998, lançou o primeiro fone de ouvido tipo stethoset, que encanta pela transmissão por radio frequência perfeita e operação clara, desenvolvido para assistir TV sem perturbar quem está por perto.


Em 2000 inaugurou o mais avançado centro de produções de microfones do mundo. Já em 2001, ocorreu a primeira instalação do novo sistema de informações para visitas guiadas GuidePort. Nos anos seguintes, sua expansão internacional atingiu Índia, Rússia e Japão. No ano de 2011, dois novos microfones shotgun, o MKH 8060 e o MKH 8070, estabeleceram novos padrões de qualidade no segmento. No ano seguinte a marca lançou no mercado um de seus maiores e mais recentes sucessos: Momentum Sennheiser, uma linha de fones de ouvido que oferece alta fidelidade sonora e um design luxuoso, acompanhada por uma variedade de padrões e cores. Em 2015 ocorreu o lançamento do novo sistema de fones de ouvido eletrostáticos Sennheiser Orpheus, que custa US$ 55.000. Fones de ouvido eletrostáticos criam o som através de uma película bem fina posicionada entre duas placas grandes de metal nos fones. No novo Orpheus, essa película tem apenas 2.4 mícrons de espessura, e ela é mais leve que o ar ao redor.


Há mais de 70 anos a SENNHEISER vem continuamente ditando tendências dentro da indústria de áudio. Até o presente momento, sua inspiração para a inovação, curiosidade e paixão tem feito seus produtos e serviços serem imensamente bem sucedidos. Em qualquer lugar em que se encontrem pessoas apaixonadas em gravar, transmitir ou tocar, a SENNHEISER estará presente. Afinal, sejam artistas, DJs, pilotos de avião, cientistas, técnicos de som e exigentes amantes da música, o nome da SENNHEISER será para eles um sinônimo de produtos de alta qualidade e prazer auditivo sem distorção alguma.


Inovação e tecnologia 
Ao longo de mais de sete décadas a lista de inovações da SENNHEISER é tão extensa quanto impressionante. A marca teve um impacto significativo na evolução da tecnologia de áudio, desde a invenção do microfone shotgun nos anos de 1950, passando pelos primeiros fones de ouvido abertos do mundo, o HD 414, até inovações atuais, como o sistema de microfone sem fio Digital 9000 e o MobileConnect, solução de transmissão para pessoas com deficiência auditiva. Um ótimo exemplo da inovação que a empresa persegue como um mantra é o desenvolvimento do sistema digital de microfone via rádio. A SENNHEISER pesquisou durante 15 anos e teve a coragem de rejeitar ideias e recomeçar do zero até a qualidade sonora finalmente ser atingida com perfeição.


Em 2012, a empresa inaugurou um moderno centro de pesquisa e desenvolvimento na cidade de San Francisco. Além disso, o Sennheiser Innovation desenvolve conceitos de vanguarda para todas as divisões de negócios da empresa, cujas tarefas principais compreendem pesquisa de tendências, bem como o desenvolvimento de produtos e de cenários inovadores. Atualmente a SENNHEISER, que investe mais de €50 milhões anualmente no setor de P&D, possui grande e moderno centro de pesquisa e desenvolvimento na Alemanha e escritórios de P&D na Dinamarca, Califórnia, Singapura e Suíça, que garantem sua posição de liderança como fornecedores de tecnologia de ponta.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas remodelações ao longo dos anos. Mais recentemente, em 2017, a marca alemã apresentou um logotipo com nova tipografia de letra e na cor preta, além de um novo design para seu símbolo.


Os slogans 
The Pursuit of Perfect Sound. (2013) 
Enjoy music everywhere. (2003) 
Let the sound take you away. 
Defining sound.


Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Fundação: 1 de junho de 1945 
● Fundador: Dr. Fritz Sennheiser 
● Sede mundial: Wedemark, Hanover, Alemanha 
● Proprietário da marca: Sennheiser Electronic GmbH & Co. KG 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Dr. Frank Heinricht 
● CEO: Daniel Sennheiser e Andreas Sennheiser 
● Faturamento: €658.4 milhões (2016) 
● Lucro: €34.9 milhões (2016) 
● Presença global: 90 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 2.830 
● Segmento: Áudio 
● Principais produtos: Fones de ouvido, microfones e soluções de áudio 
● Concorrentes diretos: Bose, Pioneer, Audio-Technica, V-Moda, Grado, JBL, AKG, Sony, Monster e Beats by Dre 
● Slogan: The Pursuit of Perfect Sound. 
● Website: pt-br.sennheiser.com/ 

A marca no mundo 
Atualmente a SENNHEISER, uma marca especialista em áudio de altíssima qualidade, é uma das líderes mundiais na produção de fones de ouvido, microfones e tecnologia de transmissão sem fio. Com seus produtos, que englobam fones de ouvido, microfones, sistemas de microfones sem fio, sistemas de informação e conferências, assim como produtos de audiologia e aviação, vendidos em mais de 90 países ao redor do mundo, a marca alemã possui fábricas na Alemanha, Irlanda e Estados Unidos, e teve faturamento superior à €655 milhões em 2016. 

Você sabia? 
As inovações fizeram com que a SENNHEISER conquistasse muitos prêmios internacionais, incluindo em 1987 o “Oscar técnico” (Scientific and Engineering Award) pelo microfone shotgun MKH 816; no ano de 1996 o Emmy Award, mais importante prêmio da televisão americana, pelo desenvolvimento pioneiro em tecnologia de microfones sem fio de rádio frequência; e mais recentemente em 2013 homenageada com o prestigioso prêmio Philo T. Farnsworth na última noite do 65° Prêmio Emmy de Engenharia em Hollywood. 
Ao redor do mundo estrelas como Pink, Seal, Katy Perry, Beyoncé e Celine Dion usam tecnologia da marca alemã. Técnicos por todo o mundo confiam na fidelidade de seus sistemas de transmissão. Além disso, os produtos para controle de tráfico aéreo garantem aos controladores e pilotos comunicação efetiva sem interferências. 
Em 2013, Daniel Sennheiser e Dr. Andreas Sennheiser, da terceira geração da família, assumiram o comando da empresa. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 4/7/2017

27.6.17

THE WASHINGTON POST


Há mais de um século o THE WASHINGTON POST é referência de bom jornalismo, marcado pela independência editorial e grandes furos de reportagens. Jornal mais antigo em circulação na capital americana, o POST, como é carinhosamente chamado por seus leitores, é talvez o mais importante, prestigiado e influente do país quando o assunto é política local. 

A história 
O THE WASHINGTON POST (literalmente “O Correio de Washington”) foi idealizado pelo repórter e jornalista Stilson Hutchins para apoiar o partido democrata. Começou a circular no dia 6 de dezembro de 1877, impresso no número 914 da tradicional Avenida Pensilvânia em Washington, com uma tiragem inicial de 10 mil exemplares, quatro páginas e vendido a US$ 0,03. O novo jornal tinha ênfase particular na política nacional. Pouco depois, no dia 2 de maio de 1880, se tornou o primeiro jornal da capital do país a circular sete dias da semana com o lançamento da edição de domingo. Em 1889, Hutchins vendeu o jornal, considerado na época medíocre, mas com uma circulação crescente, para Frank Hatton e ao congressista democrático Beriah Wilkins que ficaria com a totalidade da sociedade em 1894. Mas os seus filhos acabariam por vender o POST em 1905 a John Roll McLean, proprietário do jornal do Cincinnati Enquirer. Nesta época o POST se tornou um jornal popular mais interessado em escândalos, tirinhas cômicas e esportes do que especificamente em política.


A partir da década de 1920, mais uma crise: o jornal se transformou em um órgão racista e devido aos escândalos e má administração, sua circulação despencou e os anunciantes sumiram. Em plena Grande Depressão que assolava o país, o investidor e banqueiro de família judia Eugene Isaac Meyer adquiriu o THE WASHINGTON POST, que estava à beira da falência, no mês de junho de 1933 por US$ 825 mil. Meyer fez questão de dizer na época que o objetivo era que o jornal fosse independente e estivesse presente nas mesas de café da manhã dos congressistas e poderosos do país. Em março de 1954 o grande passo. Meyer e seu genro Phillip Graham, que já era editor chefe, compraram o matutino rival The Washington Times-Herald, o que permitiu duplicar a circulação e o alcance do jornal. Durante um período de cinco anos o jornal passou a circular com o nome de The Washington Post and Times-Herald. Em 1960 o POST já vendia 400 mil jornais nos dias úteis e 460 mil aos domingos.


No ano de 1963 aconteceria uma tragédia que iria mudar os rumos e a história do jornal. Sofrendo de uma profunda depressão Phillip Graham suicidou-se e a sua mulher, Katharine Graham, assumiu o comando do POST. Ela se tornou uma empresária influente em Washington, tanto que ganhou o apelido de “The Iron Lady” (em tradução livre, “A dama de aço”), e sua administração iria transformar o jornal. Sob seu comando, em 1965, o THE WASHINGTON POST contratou Benjamin Bradlee para dirigir a redação do jornal. Ele foi o responsável por transformar o POST de jornal eminentemente local em veículo nacional que colocava os poderosos de Washington em apuros. Isto porque, em apenas três anos ele triplicou o orçamento da redação, contratou os melhores repórteres da região, pagou excelentes salários e deu liberdade para escrever. Tudo isso culminou, no início dos anos de 1970, com a revelação dos documentos secretos detalhando o envolvimento dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã – a série conhecida como Pentagon Papers. Pouco depois, em 1972, aconteceria o episódio mais emblemático na história do jornal, quando os jovens repórteres Bob Woodward e Carl Bernstein lideraram reportagens que detonaram uma investigação, resultando assim no conhecido escândalo Watergate, que revelou uma trama de espionagem política e, culminou em 1974, com a renúncia do então presidente Richard Nixon. A apuração foi fruto de trabalho duro, demorado e, portanto, caro, realizado por repórteres de primeira linha e sustentado pela estrutura do jornal, ancorada em uma equação financeira que tinha como principais fontes de receita a venda de exemplares avulsos, assinaturas e espaços de publicidade. Neste momento o THE WASHINGTON POST conquistou notoriedade internacional.


O jornal ingressou na era digital em 1996 com o lançamento de seu site de notícias na internet. A quinta geração da família chegou ao comando do jornal em 2008, com Katharine Weymouth, sobrinha de Donald Graham. No seu mandato, a circulação caiu dos 638 mil jornais nos dias de semana para 450 mil em 2012. As receitas publicitárias despencaram, mas a fama internacional do jornal se manteve. Neste período, o POST foi o escolhido pelo ex-consultor de inteligência da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) Edward Snowden para revelar os programas de vigilância das comunicações eletrônicas realizado pelo governo americano.


Em outubro de 2013, após perder 40% de sua receita nos últimos sete anos e 30% de sua circulação, além de ter seu principal negócio (jornalismo impresso, em geral) abalado pela revolução tecnológica das últimas décadas, que tem seu epicentro na internet, o THE WASHINGTON POST foi vendido por US$ 250 milhões pela família Meyer, que comandava o jornal havia oito décadas. O capítulo da venda do jornal fica muito mais interessante quando se considera que seu novo proprietário era Jeff Bezos (imagem abaixo), fundador da Amazon, um colosso mundial do comércio online. Pela primeira vez, um gigante do combalido setor do jornalismo impresso foi adquirido por um titã acostumado a fazer dinheiro no mundo virtual.


Desde então, o POST ampliou seu quadro de funcionários, principalmente com jovens talentos ligados ao setor de tecnologia e jornalistas com vasto conhecimento no universo digital; realizou permanentes investimentos em tecnologia lançando novos aplicativos para dispositivos móveis; e tornou seu site mais veloz e dinâmico. O resultado foi um enorme aumento de acessos por dispositivos móveis, ganho crescente nas assinaturas digitais e o crescimento de público online em mais de 50%, superando o rival The New York Times em acessos nos Estados Unidos. Outro dado que impressiona é a aproximação com os jovens: 4 a cada 10 leitores fazem parte da geração Milênio, caracterizada por pessoas que nasceram sob a influência da internet. Em 2017, um mês após a posse do presidente americano Donald Trump, o POST, um dos alvos de ataque favoritos do presidente, que constantemente o acusa de divulgar informações falsas à seu respeito, adotou o provocativo slogan “Democracy Dies in Darkness” (em “português “A democracia morre na escuridão”).


Os slogans 
Democracy Dies in Darkness. (2017) 
The paper that digs deeper. 
Every story. Every feature. Every insight.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 6 de dezembro de 1877 
● Criador: Stilson Hutchins 
● Sede mundial: Washington, D.C., Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Nash Holdings LLC 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Frederick J. Ryan Jr. 
● Editor executivo: Marty Baron 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Circulação diária: 359.100 cópias 
● Presença global: 30 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 2.000 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Jornais, cadernos especiais e sites de notícias 
● Concorrentes diretos: The New York Times, The Wall Street Journal, Financial Times, Los Angeles Times, The Washington Times e Huffpost 
● Ícones: As reportagens investigativas 
● Slogan: Democracy Dies in Darkness. 
● Website: www.washingtonpost.com 

A marca no mundo 
O THE WASHIGNTON POST, jornal de maior circulação da capital Washington, tem leitores em mais de 30 países e um competente staff de 740 jornalistas. A circulação da versão impressa é superior a 350 mil cópias durante a semana, e quase dobra no domingo. Apesar da queda dessa circulação, os assinantes da versão digital crescem exponencialmente e seu site tem acesso superior a 65 milhões de visitantes diários. O jornal tem escritórios também no exterior, localizados em cidades como Tóquio, Paris, Berlim, Beijing, Bogotá, Cairo, Jerusalém, Nairobi, Moscou e Cidade do México. 

Você sabia? 
As edições diárias são impressas no Distrito de Columbia, Maryland e Virginia. O jornal é publicado no formato standard, com fotografias impressas, tanto em cores quanto em preto e branco. 
O THE WASHINGTON POST já ganhou mais de 50 prêmios Pulitzer, o mais importante do jornalismo mundial. Isto inclui seis Pulitzer separados concedidas em 2008, o segundo maior número já concedido a um único jornal em um ano. 
Apesar de tanto prêmios, um episódio manchou a história do jornal. Em 1980, a jornalista Janet Cooke publicou uma reportagem chamada “O Mundo de Jimmy”, onde inventou o protagonista de seu artigo comovente, um menino de oito anos viciado em heroína. 
Como concorrente direto do POST na capital aparece o The Washington Times, fundado em 1982 pelo coreano Sun Myung Moon (mais conhecido como Reverendo Moon), considerado pelos habitantes da cidade como uma alternativa mais conservadora em relação ao POST, socialmente e politicamente mais esquerdista. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Veja e Exame), jornais (Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 27/6/2017