22.9.19

HARRY WINSTON


O poder para encantar em qualquer ocasião. Surpreender e fascinar com seu brilho intenso mulheres no mundo todo. E a capacidade para tornar romântico o mais simples momento. Assim é o diamante e sua simbologia. E se for esculpido pelas mãos da renomada joalheria HARRY WINSTON não tem preço. Ou melhor, tem. Mas poucos podem pagar. De um pedaço de mármore, Michelangelo criou David. E de simples diamantes, Harry Winston criou arte e beleza. Hoje o seu legado perdura no tempo e as novas coleções de joias da marca continuam fascinando pela sua incomparável beleza e esplendor. 

A história 
Tudo começou com o cidadão ucraniano Harry Winston, nascido no dia 1 de março de 1896, no seio de uma família humilde, e que ainda jovem imigrou para a cidade de Nova York, onde o seu pai possuía uma modesta joalheria. Desde muito cedo aprendeu que a sua vocação seriam as pedras preciosas. Com apenas 12 anos, ele vislumbrou na vitrine de uma casa de penhores da cidade uma mistura de anéis, pulseiras e brincos, mas entre todas essas pechinchas, observou um anel em particular. Vasculhando nos seus bolsos, pôde comprovar que dispunha dos 25 centavos de dólar que o balconista pedia. Saiu da loja sabendo que realmente havia comprado uma esmeralda. Levou apenas dois dias para transformar esse investimento em US$ 800, uma enorme fortuna para a época. Foi assim que começou a comprar joias em liquidações de bens por preços baixos por serem consideradas fora de moda e as reformava e transformava em belíssimas peças para venda. Além disso, ficou popular por comprar a coleção de joias de Rebecca Darlington Stoddard em 1925, a coleção de Arabella Huntington no ano seguinte e a Coleção Baldwin em 1932, que incluía um diamante em corte esmeralda de 39 quilates, e redesenhá-las em peças com estilos mais contemporâneos, mostrando assim sua habilidade única na fabricação de joias.


Ainda em 1932 ele, que então já era um gemologista e perspicaz homem de negócios, fundou a Harry H. Winston Jewels em Manhattan. Seu foco inicial era transformar as pedras preciosas que adquiria em peças belas, minimalistas e atemporais. Suas joias deslumbrantes, luxuosas e construídas com grande maestria se tornaram rapidamente um grande sucesso. Em 1935, o Sr. Winston compraria seu primeiro diamante bruto importante - o Jonker - de 726 quilates. Esse fato se tornou manchete em todo o mundo. A lapidação do Jonker resultou em doze pedras individuais, com a maior - um corte de esmeralda - pesando um total de 125.35 quilates. Pouco depois, em 1936, sua joalheria foi renomeada apenas para HARRY WINSTON. No início da década de 1940, inspirada na geometria da natureza, a joalheria e seus designers foram pioneiros na inovadora técnica de agrupamento, na qual os diamantes individuais, e não as configurações de metal, ditariam o desenho das joias, maximizando assim o brilho de cada pedra preciosa. O icônico design do Winston Cluster continuaria inspirando os designers da alta joalheria nos próximos anos. Além disso, HARRY WINSTON revolucionou o design em joias ao criar peças de platina flexíveis e artesanais que conseguiram uma leveza, dimensão e brilho inimagináveis.


A HARRY WINSTON começou uma nova tendência no mundo da alta joalheira, em 1944, ao ser a primeira marca do segmento a emprestar joias extraordinárias para celebridades usarem nos tapetes vermelhos. Neste ano, a joalheria emprestou diamantes para a atriz Jennifer Jones usar na premiação do Oscar, onde ganhou o prêmio de melhor atriz. Desde então, a marca empresta peças magníficas para atrizes, o que transformou o Sr. Harry Winston no “Joalheiro das estrelas” (em inglês “Jeweler to the Stars”). Em 1948 Winston conheceu o duque e a duquesa de Windsor pela primeira vez. Encantados por suas peças, eles comprariam joias da HARRY WINSTON para sua coleção pessoal, incluindo o famoso McLean Diamond. No final desta década, em 1949, a paixão latente do Sr. Winston o fez adquirir a coleção completa de joias da socialite americana Evalyn Walsh McLean, incluindo a Estrela do Oriente de 94.80 quilates e o famoso Hope Diamond, um deslumbrante diamante azul raro de 45.52 quilates, que pertenceu a Louis XIV, Marie Antoinette e Lord Henry Hope. Winston resolveria posteriormente, em 1958, doar o Hope Diamond para o Smithsonian Institution em Washington, como um presente para o mundo, e ajudou a estabelecer a Coleção Nacional de Gemas do museu. Em 1950, inspirados pela simetria e beleza de uma das flores mais majestosas da natureza, o girassol, os designers da joalheria criaram estonteantes joias neste formato pela primeira vez.


Em 1952, a joalheria ganhou ainda mais atenção mundial, quando a revista Life divulgou que a HARRY WINSTON possuía a segunda maior coleção de joias históricas do mundo, ficando atrás somente da família real britânica. Em 1955, a fama internacional era tamanha, que a joalheria resolveu inaugurar sua primeira loja internacional na cidade de Genebra, na Suíça, seguida por uma segunda unidade em Paris, no ano de 1957. Pouco depois, em 1960, a joalheria mudou sua loja para o icônico endereço da Quinta Avenida 718, que até hoje, não só abriga sua principal loja, como também o estúdio de design e arquivos históricos da marca. Em 1966, a HARRY WINSTON adquiriu um diamante bruto de 241 quilates, que ela cortou em um diamante que foi lapidado em uma impecável peça em forma de pêra de 69.42 quilates. Essa preciosidade foi comparada pelo ator Richard Burton para sua esposa, a então atriz Elizabeth Taylor, e renomeada como Taylor-Burton Diamond. No dia 28 de dezembro de 1978 Harry Winston, que ficou conhecido como “Rei dos Diamantes”, faleceu aos 82 anos de idade. Seus dois filhos, Ronald e Bruce, entraram então em uma batalha pelo controle da empresa, que duraria mais de uma década e culminaria com a venda da empresa para a canadense Aber Diamond Corporation.


Em 1988 a joalheria inaugurou sua primeira loja na cidade japonesa de Tóquio, ingressando assim em um mercado apaixonado por joias e pedras preciosas. No ano seguinte, a HARRY WINSTON estreou no segmento da alta relojoaria com o lançamento de peças incríveis, que mostravam o tempo de forma única e criativa. Hoje, de todas as coleções de alta relojoaria da marca, uma em particular continua a desafiar as expectativas, criando antecipação no segmento: a linha Opus, uma coleção de relógios excepcionais, desenvolvida em parceria com alguns dos mais talentosos mestres relojoeiros e lançada em 2001. Pouco depois, em 2004, apresentou o primeiro relógio do mundo fabricado em Zalium, uma liga inovadora e ultraleve à base de zircônio. Em 2007, a HARRY WINSTON inaugurou uma moderna fábrica de relógios em Genebra, a capital mundial da relojoaria. Por tudo isso, de acordo com o Luxury Institute, ainda em 2007, HARRY WINSTON foi considerada a marca de joias mais luxuosa, ficando em primeiro lugar entre as 20 mais luxuosas joalherias.


No ano de 2008, em uma atitude ousada a joalheria lançou uma loja online para o mercado americano. Em 2010, inspirada no compromisso do Sr. Winston com a filantropia, a empresa criou a Harry Winston Brilliant Futures® Charitable, que apóia organizações líderes em todas as comunidades onde suas lojas estão localizadas. Além disso, lançou a coleção Lily Cluster, uma interpretação contemporânea do icônico motivo Winston Cluster, inspirada na forma refinada dos lírios em flor. Pouco depois, em 2011, apresentou a Ultimate Adornments, uma coleção excepcional de alta joalheria feita à mão em diamantes e platina. Além disso, em 2012, lançou a Water by Harry Winston, uma coleção de joias que explora as maravilhas extraordinárias dos elementos mais preciosos do mundo - pedras raras e água. Em 2013 a HARRY WINSTON foi adquirida pelo Grupo Swatch, proprietário de marcas como Omega, Longines, Tissot e Swatch, e desde então aumentou sua oferta no segmento da alta relojoaria.


Até hoje a marca é reconhecida por ser uma das melhores e mais luxuosas joalherias do mundo com suas peças exuberantes, belas e feitas com maestria. Além de suas peças, a HARRY WINSTON é conhecida por sua vasta e deslumbrante coleção de pedras preciosas. Marilyn Monroe, Elizabeth Taylor ou mais recentemente Madonna, Gwyneth Paltrow, Jennifer Lopez, Natali Portman englobam assim uma longa lista de clientes que têm exibido estas preciosidades tão sofisticadas e especiais. Isto sem incluir princesas, rainhas e mulheres com fortunas incalculáveis. Para a HARRY WINSTON a criação de joias com diamantes é uma arte em si e a chave de seu sucesso está na combinação de técnicas excepcionais, produto de décadas de tradição e experiência, com a inovação em desenhos que desafiam a imaginação. Isto resulta em joias que se transformam em verdadeiras obras de arte.


Preciosidades 
A joalheria também é muito reconhecida pelas peças da Harry Winston Bridal Collection (para noivas), em geral, confeccionadas sob encomenda, em um meticuloso processo artesanal, que faz com que nenhum anel seja igual a outro. Ou seja, cada anel de noivado criado pela HARRY WINSTON é único. O primeiro processo para a construção desta obra-prima é a escolha dos diamantes, levando em conta formato, tamanho e preciosidade que deve ser feita com a ajuda de um consultor. Entre o tipo de lapidação, os joalheiros da HARRY WINSTON oferecem desde os cortes mais tradicionais, como brilhantes, esmeraldas e baguettes, até formatos menos usuais, como oval, coração e cushion-cut. Os cortes personalizados também podem ser solicitados diretamente aos artesãos e ourives da joalheria, como o exclusivo e clássico corte Asscher, quadrado e com extremidades bem pronunciadas. Cada criação começa com um esboço feito à mão em detalhes meticulosos. Isso permite que o designer transmita aos artesãos a fluidez e a harmonia geral do design que realçam a beleza coletiva do cenário e da pedra.


Seguindo a classificação 4C para a seleção dos melhores diamantes, e baseado no tamanho e na lapidação escolhidos pelo cliente, os joalheiros selecionam as melhores pedras preciosas, levando em conta sua cor e pureza. Em seguida, é preciso definir o tipo de anel que irá receber os diamantes personalizados. As alianças e frames da Harry Winston Bridal Collection contam com a etérea e delicada combinação entre diamantes e platina. Os dois nobres materiais parecem ter sido criados um para o outro, e formam maravilhosas associações, graças à sua pureza, brilho e acabamento polido inigualável. Trabalhada artesanalmente, a platina é apresentada em frames que combinam a resistência e leveza do metal, com a preciosidade e o brilho dos diamantes, em solitários que valorizam a beleza atemporal das peças e todo o glamour que elas representam. Entre os extravagantes anéis da coleção Harry Winston Bridal Collection, o Classic Winston, com diamante central oval de 5.02 quilates e dois diamantes baguette laterais, que totalizam 0.73 quilates, em frame de platina, é certamente o que mais se destaca pelo tamanho de sua pedra principal.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos, adquirindo uma grafia mais moderna e atraente, além da incorporação do tradicional símbolo com as iniciais HW.


Os slogans 
Live the Moment. (2010) 
Rare jewels of the world. 
Only the exceptional.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1932 
● Fundador: Harry Winston 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Harry Winston Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária do The Swatch Group Ltd.) 
● CEO: Nayla Hayek 
● Faturamento: US$ 350 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 42 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 900 
● Segmento: Joalherias 
● Principais produtos: Joias e relógios 
● Concorrentes diretos: Tiffany & Co., Cartier, Bulgari, Boucheron, Van Cleef & Arpels, De Beers, Chopard e Buccellati 
● Ícones: Os diamantes 
● Slogan: Live the Moment. 
● Website: www.harrywinston.com 

A marca no mundo 
Atualmente a HARRY WINSTON oferece sua única e exclusiva linha de joias (colares, brincos, pulseiras anéis, pingentes e relógios) através de 42 sofisticadas lojas próprias localizadas em cidades como Londres, Nova York, Miami, Las Vegas, Mônaco, Roma, Moscou, Paris, Beijing, Tóquio e Dubai, entre outras. Além disso, a marca vende suas obras de arte, especialmente com diamantes, em mais de outras 100 exclusivas joalherias em mais de 50 países ao redor do mundo. 

Você sabia? 
A HARRY WINSTON possui mais de setenta dos trezentos maiores diamantes do mundo. Não existe nenhum estado, reino ou entidade privada no mundo que disponha de um catálogo semelhante. Mais recentemente, em 2014, adquiriu um raro diamante azul de 13.22 quilates, sem falhas, sofisticado e vívido, que foi batizado de “Winston Blue”. Comprado no leilão da tradicional Christie’s, a magnífica pedra em forma de pêra tem sido descrita por especialistas como a maior do tipo. 
Os diamantes da HARRY WINSTON atendem aos critérios de avaliação de diamantes que são 4Cs (peso em quilates, cor, corte e clareza). Os 4Cs quantificam a qualidade da pedra usando as tabelas e escalas que atendem aos padrões de todas as pedras preciosas. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 22/9/2019

14.9.19

SMITHSONIAN CHANNEL


Misturar entretenimento com rigor científico é a tônica do Smithsonian Channel, que oferece através de suas impecáveis produções curiosidade, conhecimento e inspiração. É o lugar para histórias inspiradoras, documentários com imagens poderosas e entretenimento incrível. Combina a capacidade de contar histórias com recursos incomparáveis da tecnologia e as ricas tradições do renomado Smithsonian Institution. Tudo através de uma tela, que une uma programação premiada lançando uma nova luz sobre gêneros populares como história, ciência, natureza e cultura pop. 

A história 
Para contar a história do canal é preciso conhecer o Smithsonian Institution, uma instituição educacional e de pesquisa fundada no dia 10 de agosto de 1846 por um Ato do Congresso Americano e cuja missão principal era “aumentar e difundir o conhecimento” ao povo americano. Mais de um século e meio depois, o Smithsonian Institution consiste em 19 museus (incluindo os três principais museus mais visitados do mundo) e o Zoológico Nacional. Existem mais de 150 museus afiliados em 39 estados americanos, Panamá e Porto Rico, e exposições itinerantes por toda a América que visitam mais de 100 museus todos os anos. A instituição possui mais de 700 cientistas de classe mundial e nove centros de pesquisa em todo o mundo, e mais de 136 milhões de artefatos - dos chinelos de rubi de Dorothy aos artefatos do Lunar Orbiter (um programa espacial desenvolvido pelos Estados Unidos para envios de cinco sondas espaciais não-tripuladas a Lua entre os anos de 1966 e 1967). Por mais de 150 anos, o Smithsonian Institution tem inspirado gerações através do conhecimento e da descoberta, apresentando tesouros e lembranças a mais de 30 milhões de visitantes a cada ano.


A tradicional instituição ficou conhecida por produzir estudos em diversas áreas da ciência, mas também por divulgar e transmitir esse conhecimento em exposições, revista e redes sociais. Mas faltava um grande veículo de mídia para disseminar todo esse conhecimento histórico. No final de 2006, a instituição resolveu ampliar seu alcance e formou a Smithsonian Networks (SNI/SI Networks L.L.C.), uma joint-venture com a Showtime Networks, da CBS Corporation, cuja missão era criar canais de TV com programas amplamente inspirados nos ricos e incontáveis acervos do Smithsonian Institution. Finalmente no dia 26 de setembro de 2007 o Smithsonian Channel foi ao ar nos Estados Unidos. O novo canal exibia em sua rica programação documentários, séries e filmes relacionados ao universo científico, e cujo conteúdo era inspirado nos museus, nas instalações de pesquisa e nas revistas do Smithsonian Institution. Os programas e documentários abordavam temas como história natural, viagens, aviação, ciências, natureza e exploração espacial. Eram documentários e séries feitos com base científica, com muito estudo por trás, trazendo assim um novo olhar para a televisão e aos espectadores. No início, o canal era assistido em 150 mil lares americanos. Rapidamente o Smithsonian Channel tornou-se conhecido e popular pela qualidade impecável de sua programação factual, vencedora de vários prêmios Emmy.


Em 2010 o canal lançou uma de suas séries mais populares: Aerial America, onde cada episódio mostra cada um dos 50 estados americanos com imagens áreas de tirar o fôlego, retratando história, pequenas cidades, culturas, regiões selvagens e muito mais, tudo narrado por Jim Conrad. A partir de 2013, o canal começou a expandir sua presença internacionalmente com seu lançamento no Canadá e, no de 2016, em Singapura. E o número de assinantes cresceu exponencialmente. Em abril de 2017, o Smithsonian Channel começou a oferecer 10 horas de programação em 4K, tornando-se a primeira rede dos Estados Unidos a disponibilizar um modelo 4K On Demand com programas atualizados a cada trimestre. Em 2018 o canal foi lançado oficialmente em alguns países da América Latina e, em fevereiro de 2019, no Reino Unido e Irlanda (em mais de 20 milhões de lares), reforçando assim seus planos de expansão internacional. Além disso, ainda em 2018 o canal lançou um novo produto: Smithsonian Channel Plus, serviço de streaming de assinatura mensal que também oferece acesso à vasta biblioteca de conteúdo anterior do canal e que incorporou o antigo serviço de streaming do Smithsonian Earth (mais especializado em documentários e programas espetaculares da vida selvagem). Com isso, o Smithsonian Channel passou a distribuir seu conteúdo em multiplataformas.


Finalmente no dia 26 de abril de 2019, como resultado de uma parceria com o Grupo Bandeirantes de Comunicação, responsável pelo gerenciamento das operações do canal, por sua grade de programação e pelas áreas de vendas publicitárias, o Smithsonian Channel foi lançado no Brasil. Entre os programas que foram ao ar no horário nobre (das 18h à meia-noite) estavam Mummies Alive, que percorre quatro continentes para apresentar múmias enigmáticas com mais de cinco mil anos de história; Smithsonian Spotlight, que retrata, em seu primeiro episódio, os cem anos do Museu Nacional de História Natural do Smithsonian Institution; Epic Yellowstone, que exibe histórias da vida selvagem e dos perigos das mudanças climáticas neste que é um dos maiores parques nacionais do mundo; The Real Story, que conta os bastidores de alguns dos maiores filmes de Hollywood e exibe histórias verdadeiras que inspiraram alguns dos mais famosos sucessos de bilheteria do cinema; America’s Secret Space Heroes, que explora algumas das maiores conquistas espaciais, nas palavras dos próprios engenheiros da Nasa; e Million Dollar American Princesses, que revela os bastidores dos casamentos entre herdeiras americanas e nobres britânicos nos séculos 19 e 20, como o caso da bisavó da princesa Diana.


A chegada do canal no mercado brasileiro já começou render frutos. Isto porque o Smithsonian Channel anunciou o lançamento mundial de duas grandes produções originais sobre o Pantanal: “O Reino da Onça-Pintada” (acompanha a maior concentração desses felinos no mundo) e “Pantanal: Tesouro Verde” (apresenta o espetáculo da vida selvagem que se forma às margens da área conhecida como “lago rebelde”). Cada especial tem uma hora de duração e foca na maior planície alagável contínua do planeta, abrangendo seu mosaico de pastagens, matas, rios e lagos, além de espécies de animais icônicas do Brasil, como onças-pintadas, antas, jacarés, capivaras entre outras. Hoje em dia, o Smithsonian Channel apresenta documentários, séries e programas inovadores e premiados, destacando o patrimônio histórico, cultural e científico da América e do mundo. O canal é responsável pela produção de toda sua programação, desde séries de longa duração até especiais pontuais e detalhados. As informações científicas com a chancela do Smithsonian Institution são um diferencial da programação do canal.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por apenas uma alteração ao longo dos anos. Isso aconteceu em 2014 quando um novo logotipo foi apresentado. Além das mudanças de cores, o tradicional símbolo do sol passou a ser posicionado no lado direito do logotipo.


Os slogans 
It’s brighter here. 
A vida brilha aqui. (Brasil)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 26 de setembro de 2007 
● Criador: Smithsonian Institution e Showtime Networks 
● Sede mundial: Washington DC, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: SNI/SI Networks LLC 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Tom Hayden 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 37 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Canais de TV, documentários, séries e filmes e licenciamento de produtos 
● Slogan: It’s brighter here. 

A marca no mundo 
Atualmente o canal Smithsonian Channel está presente em mais de 50 milhões de casas americanas e em mais 36 países e territórios ao redor do mundo como Canadá, Cingapura, Reino Unido e países da América Latina. Oferecendo conteúdo de não ficção nas áreas de história, viagens, ciências, exploração espacial, natureza e cultura pop, o canal é inspirado no vasto acervo e conhecimento do Smithsonian Institution, instituição americana que reúne o maior complexo de museus e centros de pesquisa do mundo, com narrativa do canal americano Showtime/CBS

Você sabia? 
O Smithsonian Institution foi fundado quando o inglês James Smithson doou sua enorme fortuna para a América pelo “aumento e difusão do conhecimento”. 
Em 2019, foi divulgada mundialmente a fotografia e vídeo do famoso buraco negro, que pela primeira vez foi observado da Terra, e essa descoberta foi pesquisada e financiada pelo Instituto Smithsonian, junto com a Universidade de Harvard. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Folha, Estadão, O Globo e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 14/9/2019

7.9.19

ELO


A bandeira brasileira de cartões Elo se consolidou no mercado como uma marca confiável e acessível, se diferenciando pela sua modernidade, flexibilidade, proximidade e que todos possam ter. Sinônimo de brasilidade, Elo ousou desafiar grandes marcas mundiais, como Visa e Mastercard, em um segmento extremamente competitivo. Com o objetivo de ser uma marca robusta e abrangente, a Elo oferece uma ampla variedade de produtos e serviços destinados a todos os públicos. Tudo para você aproveitar o que a vida tem de melhor. 

A história 
O nome Elo foi utilizado pela primeira vez em 1968 quando o banco Bradesco foi o responsável pela emissão do primeiro cartão de crédito brasileiro, que funcionava apenas como representante para atender aos turistas estrangeiros portadores dos cartões BankAmericard (a futura Visa) que visitavam o país. Foi somente no dia 30 de março de 2011 que três grandes bancos brasileiros, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, resolveram formar uma parceria para apresentar ao mercado uma bandeira de cartão inovadora e 100% brasileira. A meta era ambiciosa: conquistar 15% do mercado brasileiro de cartões até 2015. A aceitação era nacional, com mais de 1 milhão de lojistas aptos a aceitar a nova bandeira, todos da rede da Cielo. A Caixa Econômica Federal era a responsável por emitir Elo inicialmente como cartão de débito.


Inicialmente o cartão Elo tinha como foco o público de baixa renda, incluindo aqueles que recebiam benefícios sociais do governo pela Caixa Econômica Federal, como o Bolsa Família. Os três bancos utilizaram uma estratégia diferente para vender a bandeira de cartões Elo. Além da tradicional rede de agências bancárias, o cartão foi oferecido ao público por meio de promotores de venda, casas lotéricas e telefone. Com essa estratégia, o objetivo era atrair principalmente pessoas sem acesso ao sistema bancário, estimadas em mais de 40 milhões de brasileiros na época. Pouco depois Elo lançou seu cartão de crédito. Já em agosto do mesmo ano ELO havia alcançado a marca de 1 milhão e meio de cartões emitidos. Em 2014 a empresa lançou um novo produto no mercado: o cartão Elo Mais. Usando o slogan “Novo Cartão Elo Mais. Usou, ganhou pontos a mais”, o novo cartão tinha como vantagem um acúmulo diferenciado de pontos nos programas de relacionamento dos bancos emissores, cujos clientes poderiam trocar por passagens de avião, smartphones, entre outros produtos e serviços. No final deste ano, Elo já tinha 64 milhões cartões em circulação no Brasil.


Pouco depois, em 2015, Elo lançou sua linha de produtos premium, com o Elo Grafite e o Elo Nanquim, cartões que tinham como foco o público de alta renda e que traziam benefícios exclusivos, como programa de pontos, wi-fi no Brasil e no mundo, acesso a salas vips, seguro viagem e muito mais. O ano de 2016 foi histórico para a marca Elo. Isto porque, no dia 26 de julho a compra de uma gravata no valor de US$ 195, em uma loja de departamento americana, por Eduardo Chedid, presidente da bandeira de cartões de pagamento, se tornou a primeira operação da bandeira Elo fora do país. A internacionalização da marca Elo foi possível por meio de uma pareceria com a Discover Financial Services, que atua ao mesmo tempo como banco e bandeira nos Estados Unidos. Graças a essa associação da Discover com outros emissores nacionais ao redor do mundo, Elo passou a ser aceito em mais de 185 países. E não se tratava apenas de atender a quem viaja. Metade das transações de brasileiros com cartão em moeda estrangeira é de pessoas que não estão usando passaporte: compram em sites fora do país para receber os produtos em casa. Com isso, Elo se transformou na bandeira de cartões para um mundo conectado, permitindo assim a emissão de milhões de cartões internacionais com a marca brasileira.


Em 2017, Elo apresentou crescimento: atingiu 115 milhões de cartões emitidos; o número de transações ultrapassou R$ 130 milhões; pontos-de-venda que aceitam os cartões atingiu 7.5 milhões de estabelecimentos; além de conquistar 12% de participação de mercado no Brasil. Um ganho e tanto para uma marca tão jovem em um mercado dominado por grandes players internacionais. Em 2018, reforçou seu portfólio de cartões corporativos e voltados à alta renda ampliando sua parceria com a americana Discover com o lançamento do Elo Diners Club. Mais recentemente, Elo ingressou em um novo segmento com o lançamento dos cartões pré-pago, que podem ser carregados pela internet. Em 2019, a Caixa Econômica Federal, em parceria com a bandeira Elo, lançou um novo cartão de crédito para aposentado ou pensionista do INSS, com menos de 75 anos, que quer curtir a vida com toda a segurança. A marca também atua fortemente no segmento corporativo, oferecendo cartões empresariais como o Elo Agro, com crédito exclusivo para o empresário de agronegócio, pois com ele o agricultor pode financiar máquinas agrícolas, insumos e matérias-prima para seus negócios, sem precisar ir ao banco e pegar um empréstimo.


A identidade visual 
A identidade visual da marca Elo também pode ser aplicada sobre fundos coloridos, como mostra a imagem abaixo.


Os slogans 
Vai na sua. Vai com Elo. (2019) 
Você é o que você quer ser. Aconteça. (2017) 
É o seu cartão.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 30 de março de 2011 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Elo Participações S/A 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Eduardo Chedid 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 190 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Financeiro 
● Principais produtos: Cartões de créditos e débito 
● Concorrentes diretos: Visa, Mastercard, American Express e Good Card 
● Slogan: Vai na sua. Vai com Elo. 
● Website: www.elo.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente, com mais de 125 milhões de cartões emitidos em todo o Brasil, a Elo oferece produtos e serviços para consumidores e empresas, nas modalidades de crédito, débito, pré-pago e benefícios. Aceito em 7.5 milhões de estabelecimentos em todo o território nacional, Elo também é a primeira bandeira nacional com aceitação internacional. Por meio de parceria com a rede Discover, os cartões Elo podem ser usados para compras em 190 países e territórios em mais de 42 milhões de estabelecimentos, além de saques em 1.8 milhões de caixas eletrônicos em todo o mundo. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Veja, Época Negócios e Exame), jornais (Meio Mensagem, Estadão, Correio Braziliense, Folha e O Globo), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 7/9/2019

1.9.19

BELVITA


A marca belVita oferece biscoitos e bolachas (como queiram, para não haver discussão) integrais especialmente para o café da manhã, proporcionando assim para milhões de consumidores uma opção deliciosa e saudável (balanceada e nutritiva) para a primeira refeição do dia. Esses biscoitos fornecem energia para toda a manhã. Experimente com frutas, iogurte ou uma bebida quente para ter um café da manhã delicioso e equilibrado com a presença da marca belVita. 

A história 
Em meados da década de 1990 empresas identificaram uma tendência dos consumidores em uma maior preocupação com a saúde em consumirem biscoitos integrais no café da manhã. A primeira marca a identificar essa tendência e colocá-la em prática foi a tradicional LU (então pertencente à Danone), marca francesa fundada em 1846 por um padeiro chamado Jean-Romain Lefèvre, que após pesquisas e desenvolvimento lançou no mercado em 1998 a LU Petit Déjeuner (que em francês significa exatamente “café da manhã”), biscoitos ricos em cereais, ideais para serem consumidos na primeira refeição do dia. Com isso, a LU transformou a categoria de café da manhã com uma nova ocasião para se consumir biscoitos, fazendo enorme sucesso entre os franceses. Isto porque, propunha uma revolução no café da manhã através de um produto prático e saboroso, feito com 4 tipos de cereais integrais, assado lentamente e fonte de vitaminas D, E e cálcio. Todos esses atributos faziam do produto uma boa opção para ser incorporada na primeira refeição do dia. Um biscoito que trazia energia a manhã toda.


No início dos anos de 2000, a marca cresceu e conquistou 60% do mercado francês nesse segmento e foi lançada em mais sete países europeus. Em novembro de 2007 a poderosa empresa americana Kraft Foods (agora Mondelēz International), então maior fabricante mundial de bolachas, pagou aproximadamente US$ 7.2 bilhões pela unidade de biscoitos da Danone, que incluía a marca LU. Com isso, a linha LU Petit Déjeuner ganhou ainda mais força e ampliou sua variedade de produtos com novos ingredientes. Somente no ano de 2010 a LU Petit Déjeuner passou a se chamar oficialmente belVita Breakfast. Ainda em 2010, a marca foi timidamente lançada no mercado brasileiro com o nome de belVita Bom Dia!. No ano seguinte a marca foi introduzida no Reino Unido com o conceito “The UK’s only specially designed breakfast biscuit” e rapidamente se tornou popular, especialmente entre os jovens consumidores. O ano de 2012 foi extremamente importante para consolidar a marca em importantes mercados globais. Primeiro, belVita foi lançada amplamente através do continente europeu e, logo em seguida, no enorme mercado americano onde a marca desembarcou utilizando o slogan “Power up, people!” (algo como “Energizar, pessoas”). Até então, os consumidores americanos estavam se afastando dos cereais em busca de alternativas como barras de granola e de proteínas, mas a marca usou suas proezas de marketing para capitalizar essa mudança e criar efetivamente um novo segmento: o biscoito de café da manhã em estilo europeu. Além disso, a marca foi lançada na Austrália e Nova Zelândia. No final deste ano, a marca já estava presente em mais de 25 países ao redor do mundo.


Em 2013 a marca revolucionou o mercado americano ao lançar a linha belVita Soft Baked, biscoitos integrais delicadamente assados com ingredientes como berry, aveia e chocolate ou canela e pão de banana. A partir deste ano, no Brasil, para promover o segmento de biscoitos de bem-estar, a marca elegeu casais de atores para posicionar o produto no mercado, como Grazi Massafera e Cauã Reymond (2013), Flavia Alessandra e Otaviano Costa (2014), Taís Araújo e Lázaro Ramos (2015), que estrelaram as grandes primeiras campanhas publicitárias de belVita. Em 2014 a marca se tornou uma sensação no Reino Unido com o lançamento das versões morango e chocolate com avelã, além da versão belVita Crunchy, biscoitos mais espessos e crocantes com pedaços de avelã, oferecendo uma textura diferente.


Enquanto isso, no mercado brasileiro, apresentou aos consumidores a versão que combinava os benefícios dos cereais integrais com um delicioso e leve recheio de iogurte (nos sabores mel e pêssego). Esses novos produtos também inauguraram um novo mix de vitaminas e minerais aliado aos cereais integrais já oferecidos pela marca, como trigo, centeio, cevada e aveia, que juntos, formam mais de 50% da composição de belVita. Com esse lançamento, a marca passou a ter em seu portfólio no mercado brasileiro cinco sabores: avelã com cacau, coco com gotas de cacau e cereais, mel e cacau, aveia com leite e maçã e canela. Nesta época a marca já contava com mais de 20 variedades de sabores em 34 países. Nos anos seguintes belVita foi lançada em importantes mercados mundiais como China, em 2015 (nos sabores leite e cereais, nozes e mel e frutas vermelhas), Indonésia, Malásia, África do Sul e Turquia (2016), e se tornou um enorme sucesso. Ainda em 2016, no mercado brasileiro, a marca lançou belVita Minis, versão miniatura e em porção individual de 42 gramas. Mais recentemente, em 2017, a marca lançou belVita Protein, biscoitos enriquecidos com proteínas.


Atualmente, composto por um portfólio variado com o objetivo de proporcionar opções gostosas para integrar um café da manhã equilibrado e um começo de dia leve e gostoso, belVita oferece cinco linhas mundialmente (podendo variar de nome ou ingredientes dependendo do país): belVita Breakfast Biscuits (disponível em vários sabores), belVita Breakfast Duo (deliciosos biscoitos com recheio cremoso de iogurte), belVita Breakfast Cookie (biscoitos de tamanho maior), belVita Breakfast Tartiné (biscoitos com deliciosas coberturas como morango e chocolate-avelã) e BelVita Breakfast Soft Baked (biscoitos macios). Por isso, belVita proporciona disposição, energia e versatilidade para se ganhar o dia.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. Em 2013 a marca lançou um novo logotipo com uma tipografia de letra moderna e cores mais vibrantes (especialmente o amarelo), em uma alusão ao nascer do sol e ao café da manhã, segmento que belVita esta inserida. Depois de passar por uma pequena modernização, mais recentemente a marca apresentou uma nova identidade visual.


Os slogans 
Outlast Your Morning. (2019) 
Good morning, energy. (2017) 
Taste the day. (2017) 
Because we can all use steady morning energy. (2016) 
Power Up, People! (2012) 
Ganhe o dia. (2016, Brasil) 
Energia para sua manhã. (2014, Brasil)


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Lançamento: 1998 
● Criador: Lefèvre-Utile (LU) 
● Sede mundial: Deerfield, Illinois, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Mondelēz International Inc.  
● Capital aberto: Não 
● CEO: Dirk Van de Put 
● Faturamento: US$ 750 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Biscoitos integrais 
● Concorrentes diretos: Kellogg’s Nutri-Grain, Quaker Oats, Nature Valley, Post e Kashi 
● Slogan: Good morning, energy. 
● Website: www.belvitabreakfast.com 

A marca no mundo 
Atualmente a belVita, uma das mais importantes no portfólio da Mondelēz International, proprietária de marcas famosas como Oreo, Milka, Cadbury e Trident, oferece aos consumidores inúmeras opções de biscoitos e bolachas integrais para o café da manhã em mais de 50 países ao redor do mundo. Os maiores mercados da marca são Estados Unidos, Reino Unido, França, China e Brasil. Todos os anos, bilhões de produtos belVita são fabricados em 12 países ao redor do mundo. Todos os anos belVita, que fatura estimados US$ 750 milhões anualmente, integra mais de 33.000 toneladas de grãos integrais às dietas das pessoas em todo o mundo. 

Você sabia? 
Os biscoitos belVita são os únicos para o qual foi provado cientificamente uma ingestão regular de carboidratos por 4 horas, em um café da manhã equilibrado. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 1/9/2019

25.8.19

BABOLAT


A francesa BABOLAT é mais antiga e conceituada marca no segmento de esportes de raquete, como tênis, squash e badminton. Aliando uma rica história de inovação e tecnologia avançada, a marca oferece produtos que abasteceram geração de campeões que venceram as competições mais prestigiadas do planeta. Por isso a BABOLAT tem estado no centro da cena do tênis mundial durante mais de um século, equipando grandes atletas e campeões. 

A história 
A marca francesa BABOLAT caminha junto com a história do tênis. A marca nasceu em 1875, um ano depois que o tênis foi oficialmente criado como esporte pelo militar inglês Walter Clopton Wingfield. Naquele ano, um fabricante inglês de raquetes, Sir Bussey, buscou ajuda de Pierre Babolat, até então um fabricante de cordas para instrumentos musicais e suturas cirúrgicas na cidade francesa de Lyon, para desenvolver e produzir cordas de tripa natural para as recém-lançadas raquetes de tênis. Essas cordas, feitas da tripa do intestino de boi, possuíam um meio termo único entre controle e potência na batida na bola. Em 1925 a marca desenvolveu as cordas BABOLAT VS, originalmente desenvolvidas para os “Mosqueteiros”, como eram conhecidos os tenistas franceses Jean Borota, Jacques Brugnon, Henri Cochet e René Lacoste (sim, o mesmo que viria a criar outra icônica marca francesa). Nascia assim a referência mundial para cordas de raquete. Ainda hoje, o desempenho da corda VS de tripa natural permanece inigualável.


Não por coincidência o ponto alto do tênis francês ocorreu em 1927 com Suzanne Lenglen, com seu inimitável estilo e sua postura praticamente teatral em quadra, e os “Mosqueteiros”, que juntos acumularam mais de 20 títulos de Grand Slam e 6 Copa Davis. Todos utilizavam as cordas BABOLAT VS em suas raquetes. Em 1950, no mundo inteiro, os jogadores procuravam cada vez mais as cordas BABOLAT. A fim de satisfazer a procura, Paul Babolat estruturou a distribuição internacional de seus produtos, iniciando assim uma globalização da marca francesa. Alguns anos depois, com o sucesso das cordas naturais, a BABOLAT já era líder incontestável neste segmento, especialmente com as famosas cordas VS, que se tornaram um enorme sucesso entre grandes tenistas profissionais. Pouco depois, em 1955, a marca desenvolveu e lançou no mercado a ELASCORD, a primeira corda sintética (náilon) da BABOLAT. No ano de 1958 a marca introduziu o BABOL, um produto inovador criado para proteger as cordas de tripa naturais e prolongar a sua vida útil. O sucesso foi tanto que em pouco tempo, todos usavam esse produto em suas cordas.


Em 1968 teve início da parceria da BABOLAT com Arthur Ashe, primeiro tenista afro-americano a vencer o torneio de Wimbledon, quando ainda era amador. Mais tarde ele tornou-se o primeiro a vencer o tradicional US Open. Sempre com a corda BABOLAT VS em suas raquetes. No ano de 1980, a BABOLAT introduziu o que se tornaria um símbolo da marca: o logotipo com a “Linha Dupla” na parte inferior das cordas da raquete. No ano seguinte criou e lançou no mercado mais uma inovação: a primeira Máquina Elétrica de Encordoamento. Ainda neste ano, a empresa criou o departamento de competição, que possuía uma equipe de especialistas que acompanhavam os jogadores e sua equipe que utilizavam suas cordas durante todo o ano para todos os torneios do mundo. Esta década ainda contou com outras novidades, como por exemplo, em 1982, com o lançamento do ELASTOCROSS, criado para reposicionar as cordas após cada troca e aumentar a vida útil, e que se tornou o fiel parceiro dos jogadores e se impôs como uma referência no setor. Nos anos seguintes as cordas BABOLAT VS ganharam ainda mais popularidade internacional pelas mãos dos tenistas Yannick Noah e Pete Sampras.


No início da próxima década, em 1992, a BABOLAT desenvolveu o RACQUET DIAGNOSTIC CENTER (RDC), que em menos de 2 minutos, permitia um diagnóstico completo e preciso da raquete e da corda, e ainda hoje, continua sendo uma ferramenta de referência para os encordoadores. Durante mais de um século, a BABOLAT produziu cordas para raquetes, mas em 1994, identificou que esse mercado era pequeno demais e decidiu lançar sua primeira raquete (chamada de PURE DRIVE), ingressando assim em um setor muito mais competitivo. A raquete BABOLAT foi adotada pelo tenista espanhol Carlos Moyá (que em 1998 conquistaria Roland Garros utilizando raquetes da marca). Pouco depois, em 1995, a marca francesa ampliou sua linha de produtos com o lançamento de suas primeiras raquetes para a prática do Badminton. No final desta década, em 1999, a marca lançou o WOOFER, uma tecnologia que oferecia o primeiro sistema dinâmico capaz de tornar o aro e a corda interativos durante a batida.


Em 2001 a BABOLAT lançou no mercado sua primeira linha de bolas de tênis, que ganhou enorme visibilidade mundial ao se tornar a bola oficial do tradicional torneio de Roland Garros, considerada uma das melhores para se utilizar no saibro por grandes tenistas. Pouco depois, em 2003, lançou sua primeira linha de calçados em parceria com a Michelin. Além disso, introduziu um novo conceito de raquete, batizado AERO, adaptado para o tenista espanhol Rafael Nadal, que passou ser um atleta patrocinado pela BABOLAT. E as novidades não pararam por aí: introduziu uma linha de roupas para a prática do tênis. Após lançar sua linha de calçados no Japão e nos Estados Unidos, em 2005, o tenista Andy Roddick assinou contrato para jogar com seu calçado conhecido como TEAM ALL COURT. Em 2010, a marca ampliou seu mercado ao lançar uma linha de raquetes para a prática do Padel. A marca também lançou produtos como raqueteiras, mochilas e diversos acessórios para a prática do tênis. Além disso, esse ano foi especial para a marca em termos de visibilidade mundial: Rafael Nadal sagrou-se campeão do US Open, a belga Kim Clijsters levou o troféu no feminino e o jovem americano Jack Sock ficou com o título nos juniores. Detalhe: os três usavam BABOLAT. Em 2012 foi lançada uma nova linha de raquetes: PURE STRIKE, desenvolvida para jogadores de fundo de quadra agressivos, ou seja, que preferem atacar o oponente pegando a bola na subida e usando a força do golpe do adversário, precisando assim de muita sensibilidade, firmeza e controle.


Ainda em 2012, a marca francesa avançou no futuro ao apresentar a BABOLAT PLAY, a primeira raquete “conectada” do mundo que introduzia o tênis totalmente na era digital (capaz de monitorar todo o desempenho de jogo e consolidar de forma simples e dinâmica). A raquete incorporava um chip na base, ativado por um botão. A partir desse momento, o tenista entrava em outra dimensão: dados do seu jogo, desde o número de acertos/erros até as superfícies de acerto, porcentagens, tempo de jogo e todos os parâmetros imagináveis eram registrados no chip. Após baixar esses dados em um computador ou smartphone, através de um procedimento simples, rápido e completamente inovador, permitia a qualquer tenista conhecer todos os parâmetros de seu jogo. Ainda este ano, a sétima geração da raquete PURE DRIVE, sempre muito potente e fácil de manejar, vinha otimizada com uma tecnologia exclusiva: Cortex Active Technology, que garante uma transmissão perfeita de sensações para a mão do jogador, fornecendo potência controlada para cada golpe. Além disso, o novo material de Tecnologia GT combinava fibras de carbono trançadas e tungstênio, reduzindo a torção no momento do impacto.


Como uma estratégia universal a BABOLAT se preocupa que cada linha de raquete se encaixe nos diferentes tipos de jogador, que buscam poder, giro e controle. A partir daí, dentro de cada linha, a marca oferece uma variedade de raquetes com diferentes pesos e tamanhos de cabeça, para que jogadores de todas as idades e níveis possam encontrar o produto ideal. Todas as três principais linhas de raquetes diferem na estrutura e possuem tecnologias específicas para ou compartilhadas levemente. Por exemplo, o sistema Cortex Pure Feel, está presente na PURE DRIVE e PURE AERO, com uma tecnologia desenvolvida por uma empresa aeroespacial para ajudar na absorção de vibrações e melhorar a sensação ao bater na bola.


A marca sabe mais do que qualquer outra da importância de ter a companhia e parceria de tenistas vencedores, como por exemplo, Björn Borg, Rafael Nadal, Carlos Moyá, Andy Roddick, Jo Wilfred Tsonga, Dominic Thiem, Kim Clijsters, entre outros. Foi dessa forma que ela conseguiu ingressar em um mercado em que imperavam as marcas Wilson, Head e Prince. O tenista Rafael Nadal, por exemplo, usa BABOLAT desde os 8 anos de idade. Ele cresceu e se desenvolveu no esporte ao lado da marca francesa. Não é exagero dizer que cada vitória sua nas quadras é uma conquista para a BABOLAT. Até os dias de hoje, a BABOLAT consegue manter seu foco principal: produtos com qualidade e com tecnologias de primeira linha.


A evolução visual 
A identidade visual da marca francesa passou por inúmeras alterações ao longo dos anos. Somente no início da década de 1980 apareceria o tradicional logotipo conhecido como “Linha Dupla”. Em 1990 a identidade visual ganharia uma nova tipografia de letra e a famosa “Linha Dupla” seria incorporada a letra O. Depois de passar por uma pequena remodelação em 1995, no ano de 2002 a BABOLAT apresentou um logotipo completamente re-estilizado. Em 2012 a marca mudou radicalmente seu logotipo (especialmente o símbolo do lado esquerdo).


O atual logotipo da BABOLAT é extremamente versátil na aplicação, podendo variar nas cores do símbolo ou atém mesmo com a palavra “play”.


Os slogans 
Play. (2017) 
Beyond the Limit. (2019) 
Fear Nothing. (2015) 
Tennis runs in our blood. (2005) 
O tênis corre em nossas veias. (português)


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 1875 
● Fundador: Pierre Babolat 
● Sede mundial: Lion, França 
● Proprietário da marca: The Babolat Tennis Company 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Eric Babolat 
● Faturamento: €170 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 370 
● Segmento: Materiais esportivos 
● Principais produtos: Raquetes, cordas bolas, calçados e acessórios para tênis 
● Concorrentes diretos: Wilson, Head, Dunlop, Penn, Prince, Slazenger, Yonex, ProKennex e Nike 
● Ícones: O logotipo “Linha Dupla” 
● Slogan: Tennis runs in our blood. 
● Website: www.babolat.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a BABOLAT está presente em mais de 120 países (em 20.000 lojas de artigos esportivos e mais de 20.000 clubes de tênis) ofertando uma completa linha de produtos para a prática do tênis, squash e badminton, que inclui raquetes, cordas, bolas, calçados, roupas, bolsas, acessórios, além de tecnologia de ponta. A cada minuto a marca francesa vende duas raquetes no mundo. 

Você sabia? 
Em 1981 o tenista sueco Björn Borg foi premiado com uma corda VS em ouro pela empresa. Com o seu revolucionário two-handed backhand, ele era como uma rocha na quadra, um campeão exemplar, uma figura gigantesca na história do tênis. E um embaixador para a corda VS no mundo.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 25/8/2019