8.10.06

CANAL RURAL


O CANAL RURAL, maior representante na mídia da comunidade rural brasileira e uma espécie de CNN do Campo, possui conteúdo relevante, de alta qualidade e focado para o agronegócio. Com opinião forte, defesa do agronegócio e formação do produtor rural, é uma ferramenta de comunicação indispensável para quem trabalha, investe ou acompanha o setor de agronegócio. 

A história 
O CANAL RURAL foi resultado de um grande empreendimento lançado por uma parceria entre o Grupo RBS, empresa de comunicação fundada em 1957, sendo pioneira no modelo regional de televisão no Brasil, e a programadora Globosat. O canal, primeira e bem sucedida experiência nacional de televisão voltada para o público rural brasileiro, em especial para os produtores dedicados às mais diferentes atividades de agricultura e criação de animais, entrou no ar no dia 11 de novembro de 1996. A iniciativa surgiu com a proposta de valorizar a atividade rural e o agronegócio pela modernização da política agrícola e pelo incentivo à competitividade, com novos conceitos de produção e valorização do homem no campo. A programação possuía um conteúdo dirigido ao setor de agronegócios, sendo a primeira emissora nacional voltada para o setor primário, que representa aproximadamente 25% do PIB do país.


No primeiro momento, o CANAL RURAL estava disponível aos usuários de antenas parabólicas, nas três tecnologias disponíveis (cabo, satélite e MMDS). Inicialmente o CANAL RURAL tinha uma grade com 19 horas de programação (das 5 horas às 24 horas), com uma visão profissional das atividades do setor. A programação era constituída por telejornais, serviços de meteorologia, cotações de produtos e programas educativos e de informação tecnológica, além de entretenimento. Desde o início, o CANAL RURAL se destacou na cobertura de shows regionais, feiras e rodeios. Depois de completar um ano, a sede, que ficava em São Paulo, foi transferida para Porto Alegre no Rio Grande do Sul.


Naquele momento foi necessário fazer uma reavaliação da grade de programação, porque o sinal do CANAL RURAL passaria a ser transmitido apenas pelo sistema a cabo NET e parabólicas digitais Sky, atingindo empresários, políticos e grandes produtores do setor. Sendo assim a emissora optou por uma programação mais técnica, além de um estilo de jornalismo voltado para empresários que tinham interesses no campo, mas viviam na cidade. Com a captação do sinal através do sistema cabo e parabólica, o público potencial do CANAL RURAL passou de 7 milhões de telespectadores para 34 milhões. O canal fez a primeira transmissão no setor de leilões mostrando o Leilão BT, de equinos crioulos, em Esteio, no mês de março de 1999. Depois disso dessa iniciativa bem-sucedida, o CANAL RURAL, em abril de 2000, transmitiu o leilão de gado da raça Nelore da Terra Roxa, de Londrina, no Paraná.


Em 2007 o estreou novo posicionamento, visual e linha editorial. Novos cenários, programas, vinhetas e identidade visual estrearam junto com o slogan “Canal Rural: A TV do Agronegócio. A Força do Campo”. Entre as novidades, videoclipes no programa “Rural Clip”, boletins jornalísticos no “Campo Online” e programas de variedades, abordando culinária, turismo e história - sempre com temas relacionados à vida no campo, com interatividade e opinião. Em 2010 lançou outra novidade: C2Rural, novo site para a transmissão de eventos ao vivo, exclusivamente pela internet. Como parte de suas comemorações de 15 anos, o canal lançou em 2011 uma plataforma on-line para reunir todo o conteúdo produzido pela TV e pelo site, batizada RuralBR. Um ano após seu lançamento, o portal comemorava a liderança de audiência entre os sites brasileiros dedicados ao agronegócio. No dia 20 de fevereiro de 2013 foi anunciada a compra da emissora pela J&F Participações, que controla a JBS, maior empresa de processamento de proteína animal do mundo.


Nos dias de hoje, com mais de 15 anos de história, o CANAL RURAL se consolidou como o principal veículo de comunicação do país dirigido ao agronegócio. Sua programação contempla noticiários atualizados de amplitude regional, nacional e internacional, sobre temas de interesse da agropecuária, além de programas com a divulgação de técnicas agropecuárias e novidades voltadas para o campo, com ênfase para os resultados de pesquisa, além da transmissão ao vivo, para todo o país, de leilões de animais de diferentes espécies.


A evolução visual 
Em pouco mais de uma década de vida, o CANAL RURAL modernizou, em 2007, totalmente sua comunicação visual, adotando um logotipo onde a letra R em verde ganhou enorme destaque.


Os slogans 
A TV do Agronegócio. A Força do Campo. (2007) 
Ligado no Brasil. (2004) 

Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 11 de novembro de 1996 
● Criador: Grupo RBS e Globosat 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: J&F Participações S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Diretor geral: Donário Lopes de Almeida 
● Faturamento: R$ 50 milhões (2012) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 380 
● Segmento: Comunicação 
● Principais produtos: Jornais, leilões e programas sobre o agronegócios 
● Concorrentes diretos: Agromix TV, AgroCanal e TV Terra Viva 
● Ícones: As transmissões de leilões de gado
● Slogan: A TV do Agronegócio. A força do campo. 
● Website: www.ruralbr.com.br 

A marca no Brasil 
O CANAL RURAL, pioneiro na TV segmentada no setor do agronegócio, tem cobertura nacional e é reconhecido como a principal emissora de televisão deste setor, possuindo um público potencial superior a 110 milhões de pessoas. O canal também é pioneiro e líder na transmissão de leilões, cobrindo mais de 400 eventos por ano em todas as regiões do país. Sua programação é distribuída por todo o país por cabo e satélite, oferecendo 18 horas diárias de jornalismo, tecnologia, serviços, entretenimento e leilões rurais. O canal possui sucursais nas cidades de Porto Alegre e Brasília. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Exame, Veja, Isto é Dinheiro e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 19/8/2013

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