16.8.16

NINA RICCI


Considerada um dos mitos da alta costura francesa, símbolo máximo do glamour parisiense levando ao máximo a expressão da feminilidade. Roupas, bolsas e principalmente fragrâncias de luxo desejadas por quem pode pagar caro por esses objetos do mundo fashion. Assim pode ser definida a marca de luxo NINA RICCI. 

A história 
Maria Adelaide Nielli (foto abaixo) nasceu na cidade italiana de Turim no dia 14 de janeiro de 1883, e aos cinco anos se mudou para Florença, onde foi educada. Foi somente aos 12 anos que a estilista se mudou para a França e adotou a nacionalidade francesa. Sem perder tempo, aos 14 anos, começou como aprendiz de costureira em um atelier (Casa Raffing), se casou com o joalheiro italiano Luigi Ricci e, aos 22 anos, já desenhava e vendia as suas próprias roupas para diversas casas de moda. Nina Ricci começou a dedicar-se à alta-costura, a que acrescentava sempre um adereço para dar um toque especial e personalizado às roupas feitas para as clientes ricas. Com a carreira encaminhada e um futuro promissor, em 1932, aos 49 anos, já conhecida como Madame Ricci, e em parceria com seu filho Robert, abriu sua própria Maison de alta costura. Maria combinou seu apelido (“Nina”) ao sobrenome de casada (“Ricci”) para batizar sua nova Maison de moda. Robert ajudava cuidando da administração, enquanto a mãe ficava responsável exclusivamente pela criação das roupas.


Com sua Maison localizada na Rue des Capucines, Nina optou por deixar de vender as suas criações a outras casas de moda e, em apenas sete anos, o negócio expandiu de tal forma que passou a ocupar onze andares de três edifícios na mesma rua, cujos salões ficavam lotados de clientes que apreciavam o refinamento dos vestidos, além da maestria do corte e a capacidade de adaptar-se a personalidade de cada mulher. Liberdade de movimento, elegância, romantismo e muito refinamento. As roupas criadas por Nina Ricci tinham características em comum e não demoraram muito para conquistar notoriedade na alta sociedade parisiense e estrelas do cinema francês como Suzy Delair, Danielle Darrieux e Micheline Presle. O destaque de sua costura eram as criações mais sofisticadas. Vestidos drapeados, camadas de renda e chiffon, sempre realçando a feminilidade de quem usava. Além disso, foi ousada ao misturar cores diferentes em um vestido, algo incomum para a época.


A cada ano, o visionário Robert se provava um exímio administrador do negócio e queria aproveitar o grande sucesso das roupas NINA RICCI, para expandir a marca para outras categorias. Foi então, que no ano de 1946, a marca ingressou no segmento da perfumaria com o lançamento do Coeur-Joie (que significa em português “coração feliz”). Mas o sucesso nesta categoria ainda estava por vir. Em 1948 foi lançado o perfume Nina Ricci L’Air du Temps, que fazia referência à esperança do pós-guerra e cujo frasco feito pela Lalique continha duas pombas de cristais simbolizando o amor e a liberdade. Esse perfume se tornou um clássico e continua um campeão de vendas nos dias de hoje. Pouco tempo depois, em 1952, surgiu uma das fragrâncias mais famosas e consagradas da grife francesa, Fille d’Eve, apresentando em um icônico frasco no formato de uma maçã, representando de forma ousada e provocativa o fruto proibido. Até hoje, a marca NINA RICCI já criou mais de 60 perfumes.


O papel da marca na recuperação do glamour da moda francesa (e consequente recuperação de vendas) no pós-guerra, foi essencial. Robert Ricci e Lucien Lelong organizaram uma mostra em 1945, onde reuniram dezenas de modelos completos de diversos estilistas franceses, feitos de tecidos luxuosos e do tamanho de bonecas, para percorrer o mundo, estimulando o desejo das consumidoras pela moda francesa depois de um período de discrição e crise. A mostra chamou-se Theatre de La Mode, e os visuais incluíam miniaturas de casacos de peles, acessórios e joias, e acertaram em cheio em criar um renovado desejo por moda e glamour.


Após recrutar jovens talentos da moda para sua Maison, Nina Ricci decidiu abandonar a empresa na início da década de 1950 e deixou tudo para Robert, que se mostrou um verdadeiro empresário de sucesso. O belga Jules-François Crahay, assistente direto de Nina Ricci, assumiu o comando criativo da Maison em 1954. Uma de suas coleções, em particular, foi bem recebida com grandes elogios e aclamação da crítica, especialmente pelo “traje azafrán” e o “vestido de bolsa”. Robert expandiu o negócio ao acrescentar várias novas fragrâncias à marca NINA RICCI, enquanto licenciava, de forma pioneira, o nome a diversas empresas, especialmente para a produção da linha prêt-à-porter. A coleção “Crocus” de 1959 alcançou um sucesso triunfal, que reforçou a fama mundial do nome NINA RICCI. A marca deslumbrou a América em meados dos anos de 1960 com sua silhueta especial e foi uma das primeiras maisons francesas a criar o prêt-à-porter. Mademoiselle Ricci, sua coleção, virou capa de várias revistas e assunto no mundo da moda. Em 1963, Gerard Pipart assumiu o posto de estilista e continuou apresentando vestidos elegantes e bonitos. Nina Ricci faleceu no dia 29 de novembro de 1970. Nove anos depois de sua morte, a marca ganhou uma loja na Avenida Montaigne, ponto prestigiado no mundo da moda em Paris.


Na década seguinte, a marca continuou criando e lançando perfumes de sucesso, como por exemplo, Fleur de Fleurs (1980), mais uma bela composição floral e, em 1987, a última criação de Robert Ricci, que recebeu o nome de Nina em homenagem a sua mãe. Em 1988, Robert faleceu, deixando uma marca conceituada, famosa, premiada, sinônimo de elegância e bom gosto e que continua vestindo e perfumando celebridades do mundo todo. Quem assumiu o comando dos negócios foi Gilles Fuchs, genro de Nina Ricci, que através da contratação de jovens talentos expandiu a marca para outras categorias, como prêt-à-porter e acessórios, especialmente bolsas. Em 1998, a NINA RICCI foi adquirida pela espanhola Puig, que além de ser proprietária de grifes como Carolina Herrera e Paco Rabanne, foi durante muitos anos distribuidora exclusiva dos perfumes da grife francesa no mercado espanhol.


Nos anos seguintes a marca francesa ampliou sua linha de produtos com relógios, óculos e calçados; reforçou a linha prêt-à-porter; continuou lançando perfumes de sucesso, como o Love in Paris (2004), um floral oriental com baunilha e anis, e L’Extase (2015), uma fragrância que é um convite ao erotismo feminino com poesia; e inaugurou lojas próprias nas mais importantes cidades do mundo. Outro sucesso recente da marca é a bolsa Irrisor, cujo tamanho grande é ideal para colocar laptop e outras coisas, como carteira, passaporte e óculos de sol, além de ser revestida por uma estrutura em couro (quando vazia não fica mole). Em 2015, o estilista francês Guillaume Henry foi apontado como o novo diretor criativo da grife, apresentando sua primeira coleção na temporada de inverno.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por uma alteração ao longo de sua história. As letras foram afinadas, ganhando ainda mais sofisticação, e a palavra “Paris” foi retirada do logotipo.


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 1932 
● Fundador: Maria e Robert Ricci 
● Sede mundial: Paris, França 
● Proprietário da marca: Puig Beauty & Fashion Group S.L. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Ralph Toledano 
● Diretor criativo: Guillaume Henry 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 32 
● Presença global: 60 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Moda de luxo 
● Principais produtos: Roupas, bolsas e perfumes 
● Concorrentes diretos: Donna Karan, Marc Jacobs, Chloé, Cacharel, Céline, Balenciaga, Prada e Gucci 
● Ícones: Os perfumes 
● Website: www.ninaricci.com/pt-BR 

A marca no mundo 
Atualmente a NINA RICCI comercializa sua linha de produtos, que engloba prêt-à-porter (feminino e masculino), acessórios, bolsas, relógios, óculos e perfumes, em mais de 60 países ao redor do mundo. A marca possui mais de 30 lojas próprias e está presente nas mais sofisticadas lojas de departamento do mundo. 


Você sabia? 
Nina Ricci costumava trabalhar com os tecidos diretamente no manequim para garantir que eles tivessem forma e caimento perfeito depois de acabado. 
A grife NINA RICCI criou os uniformes dos comissários de bordo da Air France nas décadas de 1960 e 1970. 
Coco Chanel tinha uma rivalidade pública com Nina Ricci, a qual chamava de “A Italiana” ou “A senhora da esquina”. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Vogue, Elle e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 


Última atualização em 16/8/2016

6.8.16

INDIAN MOTORCYCLE


A INDIAN MOTORCYCLE ganhou destaque como uma das marcas mais lendárias e emblemáticas de motocicletas através de uma história de sucesso em competições e inúmeras inovações, que contribuíram para o desenvolvimento deste segmento da indústria. Cada motocicleta da marca carrega uma rica história capaz de rivalizar com a lenda Harley-Davidson

A história 
Tudo começou no início do século passado, quando o jovem imigrante sueco Carl Oscar Hedstrom, um engenheiro e construtor de bicicletas de competição, elaborava um modelo com motor DeDion-Buton e carburador desenhado por ele próprio, a pedido do empresário George M. Hendee, da cidade de Springfield, estado de Massachusetts, que desde 1897 já produzia bicicletas. Juntos, em 1901, fundaram a Hendee Manufacturing Company, ergueram uma fábrica na cidade de Springfield e passaram a produzir a partir de 1902 pequenas motos de um cilindro - pouco mais que bicicletas - batizadas de INDIAN. Em sua estreia nas corridas, ainda este ano, a INDIAN venceu a prova de enduro disputada de Boston a Nova York. A combinação dos seus talentos - Hendee para os negócios e Hedstrom para a mecânica - foi frutífera desde o início: em 1903 surgiam às motocicletas INDIAN com dois cilindros em V, caixa de duas e três velocidades e suspensão traseira com braço oscilante. As primeiras motocicletas comercializadas eram na cor Royal Blue (azul) ou tinham a pintura preta como opcional, mas em 1904 a empresa lançou um vermelho escuro chamado Vermillion, que se tornou mais conhecido como “Indian Red”. Pouco depois, em 1906, a empresa produziu a primeira motocicleta equipada com motor V-Twin. As motos INDIAN foram escolhidas para formar o primeiro batalhão policial de Nova York em 1907. Nesse mesmo ano, com a mudança para uma fábrica maior e uma ampliação na mão de obra levou à INDIAN a começar a produzir seus próprios motores, encerrando assim seu contrato com a empresa Aurora, que antes era responsável pela fabricação dos motores.


Em 1910, a empresa introduziu diversos avanços em seus modelos, incluindo um amortecedor dianteiro e uma válvula automática de óleo. A marca não demorou muito para alcançar sucesso em competições, vencendo quase todas as modalidades sobre duas rodas nos Estados Unidos. E o sucesso se estendeu ao exterior: em 1912, conquistou os três primeiros lugares na famosa Tourist Trophy (TT) da Ilha de Man, na Inglaterra. Em 1913, desenvolveu a suspensão traseira com feixe de mola chamada Cradle Spring Frame. Apesar do ano recorde de vendas com 32.000 motocicletas comercializadas, Oscar Hedstrom se aposentou. No ano de 1914 o modelo Hendee Special foi lançado no mercado equipado com a primeira partida elétrica em uma motocicleta. No entanto, não havia um alternador e as baterias não eram recarregadas, de modo que o modelo ficou em produção apenas um ano. O modelo também contava com outra inovação, luzes elétricas. Antes da Primeira Guerra Mundial a empresa já era considerada a maior fabricante de motocicletas do mundo.


Sempre na vanguarda, em 1916, a empresa presenteou o segmento com várias novidades, entre as quais, o lendário motor V2 Powerplus de 1.000 cc (cujas válvulas laterais resultaram em uma operação mais limpa e silenciosa, produzindo mais força que seus antecessores, gerando assim uma velocidade máxima de 95 km/h) e um modelo de competição com quatro válvulas por cilindro, dois anos depois. Entretanto, com a saída dos fundadores da empresa ainda em 1916, por desentendimentos com outros diretores, a empresa enfrentaria tempos difíceis, inclusive financeiramente. Em 1917, com a entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial a INDIAN MOTORCYCLE dedicou grande parte de sua produção para atender a demanda militar. Como resultado, as concessionárias tiveram estoques limitados e as vendas no varejo caíram significativamente. A empresa forneceu aos militares americanos aproximadamente 50.000 motocicletas, a maioria delas com base no modelo Powerplus. Este modelo era durável, confiável e com poderoso motor, servindo bem a necessidade das tropas.


Apesar das dificuldades do período, continuaram a sair das linhas de produção de Springfield motocicletas que se tornariam ícones do mercado americano. Lançada em outubro de 1919, a INDIAN SCOUT era uma criação do piloto Charles B. Franklin e vinha equipada com o motor Powerplus com cilindradas que variavam entre 600 e 1200 cm³. O modelo de médio porte era confiável e rápido, seduzindo muitos iniciantes do segmento na época. A primeira INDIAN CHIEF chegou ao mercado em 1922, equipada com motor de 1.000 cc, mais tarde ampliado para 1.200 cc no modelo INDIAN BIG CHIEF de 1923. Na época este modelo se tornou o mais vendido da indústria e levou a marca INDIAN MOTORCYCLE para o resto do mundo junto com o restante da linha que também incluía as motocicletas Scout, Chief e Standard. Em 1927 a empresa adquiriu a Ace Motor Corporation, para ter capacidade de produção do motor de quatro cilindros em linha com 1.260 cilindradas. A INDIAN FOUR, que utilizava este motor, foi comercializada entre 1927 e 1942. Somente em 1928 a empresa adotou o nome de Indian Motorcycle Manufacturing Company.


Embora com uma produção bastante reduzida durante quase duas décadas, a INDIAN resistiu ao crash da Bolsa de Valores em 1929 e, em 1934, lançou a SCOUT SPORT, que criou tendência com os pára-lamas alargados e com o logotipo Warbonnet da INDIAN MOTORCYCLE no tanque de combustível. A marca chegou a fornecer motocicletas para as Forças Armadas de diversos países durante a Segunda Guerra Mundial: os modelos SCOUT 500 (um tanto lentas, mas confiáveis), 750 (na verdade, uma SCOUT SPORT com menos potência) e CHIEF 1.200. Havia inclusive o modelo 841, com eixo de transmissão, câmbio acionado por pedal e embreagem de mão, o oposto do usual nas motos da marca. Mas a Harley-Davidson, já com enorme força no mercado, conseguiu contratos de maior volume e lucro por unidade, colocando a sua concorrente em sérias dificuldades financeiras.
 

Após a Segunda Guerra Mundial a INDIAN MOTORCYCLE acabou sendo vendida. O novo proprietário, Ralph Rogers, decidiu então pelo lançamento de modelos de menor cilindrada: a Arrow, de 250 cc e um cilindro, e a Warrior, de 440 cc e dois cilindros verticais. No entanto, modelos que poderiam salvar a marca da crise, tais como uma INDIAN FOUR de 880 cc e a ideia de uma versão civil da 841, foram cancelados. Apesar do enorme crescimento do mercado americano após a Segunda Guerra Mundial, o modelo CHIEF era considerado antiquado pela nova administração e saiu de produção em 1948. A nova linha de motocicletas utilizava tecnologia da inglesa Brockhouse, com motores com válvulas na cabeça, seletor de caixa no pedal e embreagem no punho. Mas a qualidade de produção estava além das expectativas. Em 1950 as áreas de fabricação e de vendas da INDIAN MOTORCYCLE foram separadas e vendidas ao grupo inglês Associated Motorcycles Ltd. (AMC), que detinha marcas como a Norton e a Royal Enfield. Com isso, a produção da CHIEF foi retomada, sendo o modelo BLACKHAWK CHIEF o mais famoso da marca. A “idosa” CHIEF ganhava assim um garfo telescópico hidráulico e um motor de 1.300 cc, mas permanecia com a já ultrapassada caixa de três velocidades. Em 1953, a CHIEF e o seu V2 davam lugar a uma versão da Royal Enfield de 700 cilindradas, calçada com pneus maiores, guidão largo e o logotipo da marca no tanque de combustível. Embora fosse uma motocicleta eficiente e confiável, os fãs da marca americana aguardavam o lançamento de um novo modelo legítimo, o que não aconteceu. Era o fim. A Indian Motorcycle Manufacturing Company pediu falência ainda este ano, cessou suas operações e descontinuou a produção de todos os modelos.


Nos anos seguintes a INDIAN MOTORCYCLE passou por muitas mãos, como por exemplo, em 1962, quando Joseph Berliner comprou todos os direitos, mas nunca usou o nome da marca; ou ainda em 1970, quando Alan Newman adquiriu a empresa e começou a vender pequenas motocicletas que possuíam a marca INDIAN. A maioria dessas motos foi produzida em Taiwan com motorização entre 50cc e 175cc. Alguns entusiastas foram processados, nos Estados Unidos e no Canadá, pelo uso de uma marca que não lhes pertencia. Até mesmo os aborígines da tribo Umpqua, no estado americano de Oregon, reclamaram direitos sobre o nome. Após muitas discussões sobre os direitos autorais da marca, em 1998, quando parecia definitivamente abandonada, a INDIAN ressurgiu no mercado através da fusão de nove empresas que investiram US$ 30 milhões para formar a Indian Motorcycle Company of America (IMCA), que inaugurou uma unidade de produção em Gilroy, estado da Califórnia. A IMCA produziu os modelos Chief, Scout e Spirit (na prática, uma versão menos potente da Chief e sem os exagerados para-lamas típicos da marca), equipados com motores adquiridos da empresa S&S Cycle. Mas devido à baixa procura pelos modelos da marca, a INDIAN MOTORCYCLE fechou novamente as portas em 2003.


No ano de 2008, uma nova tentativa de reativar a marca: a empresa Stellican Ltd., de capital privado com sede em Londres, comprou os ativos da INDIAN MOTORCYCLE e estabeleceu uma instalação para fabricação das motocicletas em Kings Mountain, no estado da Carolina do Norte. Foram produzidas poucas unidades da INDIAN CHIEF com motores de 1720 cc. Novo fracasso. Finalmente no dia 19 de abril de 2011 a Polaris Industries, produtora de quadriciclos, UTVs (espécie de quadriciclo com habitáculo) e snowmobiles (veículos para a neve), adquiriu todos os direitos sobre a marca INDIAN MOTORCYCLE, com o objetivo de preservar a herança e a importância histórica para o segmento de duas rodas, mas focando no futuro, com o desenvolvimento de produtos modernos e com tecnologia de ponta. Com isso, a marca ganhou novo fôlego e investimentos, tendo a produção transferida para Spirit Lake, em Iowa, mesmo local onde o grupo fabrica as motos com a marca Victory. No mês de março de 2013, durante o Daytona Bike Week, foi exibido o novo motor Thunder Stroke 111 V-Twin. “Honrando Nosso Passado. Pilotando Nosso Futuro” foi o tema do evento. O motor foi revelado em um palco durante a festa, na principal rua de Daytona Beach, e quando saiu, a multidão de pessoas estava emocionada. Finalmente o motor da INDIAN MOTORCYCLE voltava a roncar. Esse retorno tornou possível que os amantes de motocicletas pudessem finalmente realizar o sonho de ter um emblemático modelo da INDIAN MOTORCYCLE.


Em 2014, o Indian Motorcycle Riders Group™ (IMRG) foi lançado durante o Daytona Bike Week, onde foi oferecido uma série de benefícios especiais aos proprietários da marca. Além disso, em conjunto com as concessionárias da marca, também foram formados os I.M.R.G Chapters que colaboram na organização dos eventos locais, como as inaugurações das concessionárias, passeios e eventos de test ride. Com a volta das motocicletas da marca, começaram a ressurgir os elogios. Por exemplo, o renomado site americano Motorcycle.com nomeou a INDIAN CHIEF como “A Moto Cruiser do Ano” nos Estados Unidos. A premiação foi dedicada aos dois modelos, Indian Chief Classic e Indian Chief Vintage. O mercado premium americano se rendeu definitivamente quando no final de julho de 2014 apareceu a renovada INDIAN ROADMASTER, top de linha da marca com detalhes idênticos à versão original, de 1947. Ao mesmo tempo, trata-se de uma moto ultramoderna, com monitoramento de pressão dos pneus, piloto automático e bagageiros acionados por controle remoto. Levando o histórico nome da marca, o modelo atraiu aficionados para uma nova geração de motocicletas estradeiras premium. Equipada com itens importantes para maior conforto e que entregam uma incrível experiência na pilotagem: amplos bagageiros laterais e traseiros, com abertura por controle remoto e avançada tecnologia como o sistema de som de alta qualidade com conectividade Bluetooth.


Já em 2015, a marca apresentou seu novo modelo: INDIAN CHIEF DARK HORSE, que segue as tendências dos projetos clássicos dos modelos da marca, mas com destaque para o predomínio da tonalidade preto fosco, com detalhes cromados apenas em pequenos itens, proporcionando um visual ainda mais agressivo e atual. Além disso, para ganhar ainda mais mercado e acirrar a briga com a Harley-Davidson no segmento custom, a marca apresentou uma nova versão da Scout, batizada de INDIAN SCOUT SIXTY. Esteticamente idêntica ao modelo original, a nova custom da marca americana traz no nome sua novidade: o numeral faz referência à capacidade do motor V2 em polegadas cúbicas – 60 c.i. – ou exatos 999 cc.


A INDIAN MOTORCYCLE foi a responsável ao longo de um século de história por desenvolver soluções inovadoras que vieram a se tornar bastante comum para o segmento de motocicletas, como por exemplo, a suspensão dianteira ajustável, a partida elétrica, a iluminação elétrica, a suspensão traseira tipo “Swinging-arm”, o acelerador rotativo no punho e a transmissão com duas velocidades.


O ícone 
Um dos maiores ícones da história da marca e que guiou a INDIAN MOTORCYCLE nas estradas desde o início de sua lendária história. E continuará iluminando o caminho das futuras gerações de motocicletas da marca. Esse é o War Bonnet, a iluminação auxiliar encontrada ao longo da história no para-lama dianteiro das autênticas INDIAN MOTORCYCLE. Seja nas pistas de corridas, nas estradas de terra, nos combates em tempos de guerra ou nas ruas, o War Bonnet sempre esteve presente (sendo marca registrada desde 1947). Aceso reflete a força e o orgulho da marca INDIAN MOTORCYCLE, representando a lembrança que não existe um verdadeiro substituto da herança histórica da marca e nenhuma outra experiência de pilotagem pode ser comparada com a emoção de conduzir uma autêntica INDIAN.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos e foi sendo cada vez mais simplificada.


A marca sempre utilizou um logotipo secundário com o perfil de um chefe indígena. Este logotipo também foi remodelado ao longo dos anos.


Os slogans 
Choice is here in American Motorcycles. (2013) 
New heart. Same soul. (2012)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1901 
● Fundador: George M. Hendee e Oscar Hedstrom 
● Sede mundial: Medina, Minnesota, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Indian Motorcycle International, LLC 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Polaris Industries Inc.) 
● CEO: Scott Wine 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 40 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 2.300 
● Segmento: Motocicletas 
● Principais produtos: Motocicletas, acessórios e roupas 
● Concorrentes diretos: Harley-Davidson, BMW, Yamaha, Suzuki, Honda e Triumph 
● Ícones: O modelo Indian Chief® 
● Slogan: Choice is here in American Motorcycles. 

A marca no mundo 
Atualmente a INDIAN MOTORCYCLE, uma subsidiária integral da Polaris Industries, vende sua linha de motocicletas (composta por aproximadamente 10 modelos) em mais de 40 países ao redor do mundo. Somente nos Estados Unidos a marca possui mais de 250 concessionárias. No Brasil a marca desembarcou oficialmente no ano de 2015. A marca também comercializa roupas e acessórios para seus aficionados. 

Você sabia? 
Em 1903, o co-fundador da empresa e engenheiro chefe Oscar Hedstrom pilotou uma de suas motocicletas a um novo recorde mundial de velocidade de 90 km/h. No mesmo ano, ele também venceu uma corrida de resistência saindo de cidade de Nova York até Springfield e retornando. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Meio Mensagem, Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 6/8/2016

28.7.16

BARBACOA


Quando o assunto é tradição em churrasco, pode ter certeza: o BARBACOA é o lugar ideal para se comer bem. O ambiente intimista das unidades da rede foi especialmente criado para que os clientes possam aproveitar melhor os saborosos cortes especiais de carnes, preparados para surpreender os paladares mais exigentes, servidos por uma talentosa equipe que atua com excelência na arte de fazer churrasco. 

A história 
Tudo começou com Ademar Sguissardi do Carmo, um gaúcho para quem assar carne no espeto fazia parte da cultura de sua terra natal. Foi então, que de forma ousada, em 1990 ele resolveu abrir uma churrascaria em um bairro nobre da capital paulista (no Itaim Bibi) que unia o serviço à la carte (modo de fazer o pedido utilizando-se do cardápio), com a fartura do sistema de rodízio, até então um produto dirigido a populações de menor renda e servido em instalações pouco sofisticadas em beira de estrada e na periferia. Uma das receitas de sucesso da churrascaria BARBACOA foi se diferenciar dos rodízios com cara de “espeto corrido.” Dessa forma, o primeiro restaurante investiu em toalhas nas mesas, guardanapos de tecido e bufê de salada. E também passou a oferecer cortes de carnes nobres. Além disso, o treinamento dos funcionários, o conhecimento dos cortes de carne e a maneira certa de servi-los foram outros diferenciais.


Mas porque o nome escolhido foi BARBACOA? A palavra “barbacoa” tem sua origem na antiguidade quando os índios Arawak, primeiros americanos encontrados por Cristóvão Colombo, descobriram o churrasco. Esses nativos ensinavam os europeus a técnica e o ritual do churrasco, que consistia em assar carnes ao ar livre sobre uma fogueira com pedras e o auxílio de uma grelha de madeira chamada “barbacoa”. Para os povos de língua espanhola da América Central, BARBACOA é a grelha de madeira verde utilizada por esses índios para grelhar a carne, e em inglês, tal termo se traduz em BARBECUE, que tanto pode ser a grelha ou o próprio ato de assar ou grelhar.


A qualidade dos produtos e serviços fez com que a churrascaria se tornasse bastante conhecida entre os paulistanos da classe média. Não por acaso, três meses após a inauguração, começaram a se formar filas no bar à espera de uma mesa no horário do almoço. O farto bufê de saladas (verduras e vegetais selecionados, conservas premium, frios e molhos exclusivos que acompanham as estrelas da casa - as carnes) e a excepcional carta de vinhos (pensando sempre na harmonização com as carnes) foram outros grandes fatores de inovação e sucesso da churrascaria. Além disso, o BARBACOA sempre foi inovador em seu segmento de atuação. Por exemplo, desenvolveu uma tecnologia de assar carnes com a utilização de pedras minerais superaquecidas, que eliminam a fumaça e não alteram o sabor das carnes.


A história do BARBACOA começou a mudar quando um grupo de empresários japoneses conheceu a churrascaria e se apaixonou pelo sistema de rodízio e a qualidade das carnes. Foi então, que no ano de 1994, sócios japoneses inauguraram a segunda unidade da rede na cidade de Tóquio. Com toque e tempero tipicamente nacionais, a filial era supervisionada por brasileiros, responsáveis pelo treinamento dos funcionários, e a unidade japonesa não demorou muito para se tornar um sucesso de público e crítica. Nos anos seguintes a rede inaugurou novas unidades na cidade de São Paulo, dentro dos shoppings Morumbi e D&D, em Campinas, Salvador (também famosa pelo premiado bufê de feijoada, servido as quartas e sábados) e Manaus (unidade que acabou sendo fechada). Nessas unidades apenas o serviço à la carte são oferecidos, com direito a uma guarnição e acesso ao famoso e farto bufê de saladas.


No dia 15 de novembro de 2010, a rede BARBACOA, que já contava com três unidades no Japão (duas em Tóquio e uma em Osaka), inaugurou uma churrascaria na cidade de Milão na Itália. A sofisticada unidade italiana serve mais de 12 cortes entre carnes, cordeiro e galeto, incluindo o Entrecote, o French Rack (costela de cordeiro), a fraldinha e a famosíssima e deliciosa picanha, com 8 opções de acompanhamentos que resultaram na primeira indicação de uma churrascaria brasileira no Guia Michelin Itália, uma das mais reconhecidas referências de gastronomia e hotelaria no mundo. No final de 2011, a rede expandiu sua área geográfica de atuação com a inauguração de uma churrascaria em Brasília.


Em 2015, ao completar 25 anos a rede BARBACOA, que se tornou referência nacional e internacional quando o assunto é degustação de carnes nobres, apresentou dois novos cortes: o New York Strip Steak (550g), retirado do centro do contrafilé, que possui uma camada de gordura lateral que mantém a umidade e a suculência deste tradicional corte americano; e o T-Bone (800g), consagrado corte das steakhouses americanas que resulta da combinação de duas partes nobres do boi, separadas pelo osso em formato de T (de um lado a parte final do contrafilé - chorizo - e do outro o miolo do filé mignon, proporcionando no mesmo corte sabores e texturas diferentes.


A proposta do BARBACOA é, há mais de 25 anos, fazer do churrasco uma experiência única. Em ambiente sofisticado, o cliente encontra cortes nobres de carnes, como por exemplo, bife ancho, picanha nobre, picanha de bola (retirada da extremidade superior da peça e cortada na diagonal contra as fibras), bife de chorizo, fraldinha, maminha, prime-rib (parte do contrafilé com osso), costela suína e carré de javali, que são todos preparados com maestria. A carta de vinho é especialmente elaborada para acompanhar a refeição, um detalhe a mais que torna o churrasco algo especial.


Na rede BARBACOA, há um rígido programa de seleção de frigoríficos fornecedores, que garante carnes nobres e alto padrão de qualidade, além de uma equipe talentosa que atua com excelência do corte ao preparo. Nas unidades da rede, é possível apreciar as carnes mais tradicionais ou cortes como cordeiro (paleta, o pernil e o carré), javali (costeleta e lombo), galeto e peixes (salmão, linguado, garoupa e pargo). Fora do país, churrasco pode ter vários nomes, como barbecue, nos Estados Unidos, asado ou churrasco, na Argentina, parrilla ou parrillada, no Uruguai. No Brasil, Japão e Itália, quem procura a melhor seleção de carnes, cortes especiais, talento no preparo e sabor brasileiro, encontra no BARBACOA, uma churrascaria muito além da carne.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou apenas por uma remodelação em toda sua história. O logotipo atual adotou uma nova tipografia de letra (mas baseada na original), uma cor única (marrom) e um design mais simplificado para o boi (símbolo de reconhecimento da marca). Com isso, a identidade visual ficou mais sofisticada.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1990 
● Fundador: Ademar do Carmo 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Grupo Quinze Participações 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Ademar do Carmo 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Restaurantes: 15 
● Presença global: 3 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 2.200 
● Segmento: Restaurantes casuais 
● Principais produtos: Rodízio de carnes, peixes, saladas e entradas 
● Concorrentes diretos: Fogo de Chão, Porcão, Rodeio, Vento Haragano, Pobre Juan e Fleming’s Prime Steakhouse & Wine Bar 
● Ícones: O corte nobre das carnes 
● Slogan: Muito além da carne. 
● Website: www.barbacoa.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a tradicional rede de churrascaria BARBACOA possui seis unidades no Brasil (localizadas em São Paulo, Campinas, Brasília e Salvador), uma em Milão na Itália e 8 restaurantes no Japão. No Brasil, apenas a unidade do Itaim tem a opção de rodízio. Estima-se que somente nas unidades brasileiras mais de 12 milhões de pessoas já experimentaram as suculentas carnes do BARBACOA. 

Você sabia? 
A excelência no atendimento e serviço é tão alta, que o BARBACOA treinou pessoal para atender em domicílio, sempre com a mesma qualidade. Uma prova do sucesso dessa proposta de atendimento foi o churrasco degustação para 7 mil pessoas servido na residência oficial do presidente da França, Jacques Chirac. 
As unidades no Japão são de propriedade de empresários locais e o BARBACOA apenas presta serviços de administração do negócio. 
A rede de churrascaria BARBACOA faz parte do Grupo Quinze Participações, também proprietário da rede de postos Graal, da rede de restaurantes casuais America e da tradicional choperia Pinguim. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Exame, Isto é Dinheiro e Época Negócios), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 28/7/2016

20.7.16

AMC THEATRES


Há quase 100 anos a AMC oferece a melhor experiência de cinema. Imagem e som de alta qualidade com as mais avançadas tecnologias, conforto através de poltronas aconchegantes, ambiente moderno, programação diversificada e muita conveniência, que inclui deliciosas comidas e bebidas. Tudo para que o espectador se sinta no confortável sofá de sua casa. 

A história 
Tudo começou no ano de 1920 quando os irmãos Dubinsky (Maurice, Edward e Barney), que viajavam pelo centro-oeste americano apresentando melodramas e peças teatrais com a atriz Jeanne Eagels, resolveram comprar o cinema Regent Theatre, localizado no centro da cidade de Kansas City, estado americano do Missouri. Era o tímido início do que se tornaria uma das maiores redes de cinemas do mundo. Anos depois, os irmãos mudaram seu sobrenome para Durwood e a empresa foi rebatizada para Durwood Theatres. Tudo para facilitar a pronúncia entre os americanos.


Em 1961, quando um dos irmãos faleceu, Edward, seu filho Stanley, assumiu o controle da empresa, na época uma pequena rede com 10 cinemas. Formado pela tradicional Universidade de Harvard e com grande visão de negócios, ele iniciou um plano de desenvolvimento e expansão, que teve início com a troca de nome para American Multi Cinema. Depois, em 1962, inaugurou em um shopping na cidade de Kansas o primeiro Multiplex, complexo de cinema com duas salas de exibição. No futuro esse formato seria adotado por boa parte das empresas do mercado. Além disso, a empresa foi estruturada sob a crença de que cada cliente era um “convidado”, focando seus esforços no atendimento de alta qualidade. No final desta década, inaugurou na cidade de Omaha, no estado de Nebraska, o primeiro complexo de cinema com seis salas do mundo. Finalmente, no início da década de 1980, a rede adotou as iniciais AMC como marca, muito em virtude porque era assim que os consumidores se referiam informalmente a American Multi Cinema.


Em 1981, de forma pioneira, a AMC introduziu em suas salas de cinema confortáveis poltronas com braços que continham compartimento para apoiar os copos de bebida (o popular porta-copo). Ainda nesta década, a empresa inaugurou seu primeiro complexo de cinema no Reino Unido. Além disso, inaugurou na cidade de Houston, estado do Texas, um complexo com 14 salas de cinema, na época o maior do país. Em 1990, a rede disponibilizou o primeiro programa de fidelidade do segmento, batizado de AMC MovieWatcher®. No ano seguinte, a AMC apresentou ao público Clip®, um divertido personagem animado (representado por rolos de filmes) para servir como embaixador da marca, aparecendo por inúmeras vezes nas vinhetas de abertura de cada filme exibido. Além disso lançou o programa Silent is Golden®, que visava conscientizar que o silêncio é uma regra de ouro dentro das salas de cinema. Antes de cada filme era apresentada uma vinheta com ondas sonoras e efeitos de som alto (como o choro de um bebê ou o toque de um celular) e, em seguida, o texto “Por favor, não estrague o filme adicionando sua própria trilha sonora”. Outra grande inovação deste ano foi o TeleTicket™, um sistema automático para comprar ingressos por telefone.


Em 1995 a AMC, de forma pioneira no mercado americano, inaugurou na cidade de Dallas, um enorme complexo com 24 salas de cinema (megaplex) com o conceito “All Stadium”, com diferentes níveis entre cada fileira (o equivalente a três degraus, como um estádio), proporcionando ao espectador uma perfeita visualização da tela. Além disso, ofereceu ao público o LoveSeat®, poltronas reclináveis extremamente confortáveis (acolchoadas), com extensão para as pernas. Em 2001, começou a testar em algumas de suas salas o Digital Theatre Distribution System® (DTDS), sistema de som digital. No ano seguinte, lançou sua primeira marca própria de guloseimas, as balas de goma Clip Gummi Stars®. Outra novidade apresentada pela rede foi o AMC SELECT, um programa lançado em 2006 para a exibição em algumas de suas salas de filmes independentes. Ainda neste mesmo ano, a empresa comprou a rede de cinema Loews Theatres, a mais antiga dos Estados Unidos, que na época possuía 198 complexos com 2.235 salas, ingressando assim em importantes mercados do país.


No ano de 2007, através de uma parceria com a canadense IMAX trouxe aproximadamente 125 sistemas de projeção digital de tela grande para seus cinemas, criando uma nova experiência para os consumidores. Já em 2008, revolucionou a indústria ao lançar o Dine-In Theatres, um serviço que permite ao cliente pedir comida de um vasto cardápio a partir do conforto de sua própria poltrona. Em 2009, a AMC continuou inovando, como por exemplo, com a implantação da tecnologia digital e 3D em suas salas de cinema. Além disso, em 2010, ao adquirir a Kerasotes Theatres, a AMC expandiu suas operações para a região centro-oeste do país e se tornou a segunda maior rede de cinema do mercado. Dois anos mais tarde introduziu o AMC Stubs, um novo programa de recompensas que oferece inúmeros benefícios ao membros associados.


O pioneirismo e o enorme sucesso da AMC chamaram a atenção do grupo chinês Wanda, um poderoso conglomerado de entretenimento, que adquiriu a empresa em maio de 2012 por US$ 2.6 bilhões. Nesta época a AMC tinha 347 complexos com 5.048 salas. Nos anos seguintes, com o dinheiro do poderoso grupo chinês, a AMC reformou muitas de suas salas (instalando equipamentos ultramodernos). Além disso, anunciou duas gigantescas aquisições em 2016. Primeiro comprou por US$ 1.1 bilhões a americana Carmike Cinemas, fundada em 1982 e com 2.954 salas de cinema, tornando-se assim a maior rede do segmento no mercado americano, com presença em 45 estados. E pouco depois, adquiriu por £921 milhões a Odeon & UCI Cinemas Group, maior operadora de salas de cinema do continente europeu (243 complexos e 2.238 salas) com 90 milhões de bilhetes vendidos e forte presença na Inglaterra, Irlanda, Itália, Espanha, Áustria, Portugal e Alemanha. Com essas duas aquisições a AMC se tornou a maior operadora de salas de cinema do mundo.


O enorme sucesso da AMC no mercado americano se deve também as inúmeras comodidades que oferece aos milhões de clientes. Entre as quais o serviço Dine-In Theatres (disponível em 19 complexos), que oferece a experiência de um jantar em luxuosas poltronas de cinema, com direito a garçom e um amplo cardápio; AMC MacGuffins Bar (disponível em 133 complexos), que serve cervejas, vinhos, coquetéis e deliciosos petiscos; e a tecnologia RealD® 3D em todos as salas e projeção digital, com resolução 4K da Sony Digital Cinema.


Além disso, recentemente a AMC anunciou uma parceria com a Dolby para trazer uma experiência de ponta para suas salas de cinema. O avançado pacote de tecnologias de projeção e som, que inclui projetores 4K duplos a laser e poderão reproduzir versões HDR dos filmes feitas especificamente para serem reproduzidas com a melhor qualidade possível, resulta em uma imagem significativamente mais brilhante e detalhada, com contraste e latitude de exposição muito superior aos de qualquer sistema anterior. O pacote Dolby Cinema foi inicialmente instalado em salas luxuosas, conhecidas como AMC PRIME, que já possuem um sistema de poltronas reclináveis motorizadas que vibram de acordo com os sons emitidos pelos filmes, de forma que a novidade deve aumentar ainda mais a sensação de imersão. A AMC deseja expandir esse pacote para 50 salas até o fim de 2018 e para 100 até 2024.


A empresa opera o complexo de cinema mais movimentado dos Estados Unidos: AMC EMPIRE 25 (foto abaixo), localizado em plena Times Square na cidade de Nova York. Inaugurado em 21 de abril de 2000, este enorme complexo abriga 25 modernas salas de cinema e recebe aproximadamente 2 milhões de espectadores anualmente. Outro enorme complexo de cinemas da rede está instalado dentro da Disney Springs na cidade de Orlando na Flórida, oferecendo mais de 20 salas de cinema com serviços diferenciados. Com confortáveis assentos reservados e um botão pessoal para chamar o garçom com rapidez e facilidade, esta é a opção perfeita para os amantes do cinema que procuram uma experiência cinematográfica ainda melhor.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por mudanças radicais ao longo dos anos. Inicialmente conhecida como AMERICAN MULTI CINEMA, somente no dia 1 de abril de 1980 a marca adotou as iniciais AMC em seu logotipo. Em 1994 a marca apresentou um novo logotipo que adotou a cor vermelha e a letra C ganhou contornos mais redondos.


Em 2010 a identidade visual ganhou um círculo vermelho de fundo. Pouco depois, a marca apresentou um novo logotipo: o círculo vermelho foi simplificado (perdeu sombras e detalhes) e a palavra Theatres foi retirada. O logotipo também pode ser aplicado com o slogan “amazing”.


Os slogans 
AMC Amazing. (2012) 
Where movies live. (2011) 
Experience the Difference. (2002) 
There is a Difference. (anos de 1990)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1 de janeiro de 1920 
● Fundador: Maurice, Edward e Barney Dubinsky 
● Sede mundial: Leawood, Kansas, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: AMC Entertainment Holdings, Inc. 
● Capital aberto: Sim (2013) 
● CEO & Presidente: Adam Aron 
● Faturamento: US$ 2.94 bilhões (2015) 
● Lucro: US$ 103.8 milhões (2015) 
● Valor de mercado: US$ 2.97 bilhões (julho/2015) 
● Cinemas: 387 
● Presença global: 10 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 20.000 
● Segmento: Entretenimento 
● Principais produtos: Salas de cinemas e serviços de comida 
● Concorrentes diretos: Cinemark, Cineplex, Regal, Marcus Theaters e B&B Theatres 
● Ícones: A cor vermelha 
● Slogan: AMC Amazing. 
● Website: www.amctheatres.com 

A marca no mundo 
Atualmente a AMC possui 387 complexos de cinemas com 5.426 salas de exibição, grande parte localizada nos Estados Unidos. A empresa ainda possui complexos de cinemas em Hong Kong, China, Canadá e alguns países europeus. Em 2015 a rede recebeu 197 milhões de espectadores e faturou US$ 2.94 bilhões. O preço do ingresso foi em média de US$ 9.61. Nos três maiores mercados americanos (Nova York, Los Angeles e Chicago) a AMC é líder. Além disso, a AMC opera 22 dos 50 complexos de maior bilheteria nos Estados Unidos, incluindo quatro dos cinco primeiros. Os maiores complexos da AMC nos Estados Unidos chegam a ter 30 salas de cinema. 

Você sabia? 
Em 2015, comidas e bebidas foram responsáveis por mais de US$ 910 milhões em receitas. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 20/7/2016

14.7.16

CANADA GOOSE


Sempre aquecido, seco e confortável nas piores condições climáticas de frio extremo. Essa é a principal missão da marca CANADA GOOSE, que com seus casacos e parcas aquece e protege do frio e do vento, até mesmo no Ártico. Suas roupas e acessórios são produzidos somente no Canadá utilizando materiais nobres, e exibem o design que é a assinatura da grife. E experimente perguntar para quem usa uma de suas parcas porque CANADA GOOSE e a resposta será: “é a peça mais quente que se pode comprar”. Afinal, a marca se tornou uma declaração de moda global como um escudo contra o frio. 

A história 
A história começou nos anos de 1950, quando o polonês Sam Tick se instalou no Canadá. Depois de trabalhar como costureiro em diversas fábricas de parcas e casacos para o intenso frio canadense, seguindo seu espírito empreendedor ele fundou em 1957 na cidade de Toronto a Metro Sportswear, que iniciou em um pequeno galpão a fabricação de casacos capazes de suportar o rigoroso frio dos invernos canadenses. Originalmente produzindo casacos, jaquetas e coletes à base de lã, além de capas de chuva, no início da década de 1970, com o desenvolvimento de novas tecnologias, a empresa iniciou a fabricação de casacos e parcas com penas de ganso para invernos rigorosos e climas adversos. A empresa então se concentrou principalmente na fabricação de casacos e parcas pesadas para os Rangers canadenses (que normalmente realizam o papel de vigilância do Ártico), departamentos municipais de polícia, Polícia Provincial do Ontário, trabalhadores municipais, do Ministério do Ambiente e do Ministério de Serviços Penitenciários. Nesta época a empresa também fabricava casacos e parcas para outras marcas.


No início da década de 1980, seu genro, David Reiss, que já trabalhava na empresa, assumiu o comando dos negócios. No dia 5 de outubro de 1982, Laurie Skreslet fez história como o primeiro canadense a chegar ao cume do Monte Everest vestindo uma parca projetada e fabricada pela empresa. Em 2011, este icônico casaco seria relançado no mercado como Skreslet Parka. Pouco depois, em 1985, as parcas e casacos da empresa começaram a ser comercializadas com a marca SNOW GOOSE. O nome da nova marca era bastante apropriado, afinal a empresa fabricava casacos para frio (e neve remete a isso) com penas de ganso (goose em inglês). Foi nesta década que, inspirada por um dos lugares mais frios da Terra, a empresa lançou a Expedition Parka, uma parca desenvolvida especificamente para atender às necessidades exclusivas de cientistas na Estação McMurdo, na Antártida. A parca rapidamente se tornou popular entre os exploradores e pesquisadores de regiões extremamente frias e ganhou o apelido de “Big Red”. Nesta época, a marca começou a patrocinar as equipes de pesquisa instaladas no Ártico e rapidamente se tornou indispensável para as expedições polares.


Antes de expandir as vendas para o restante do mundo, a empresa concentrou seus esforços no mercado europeu a partir da década de 1990, pois fazia mais sentido devido ao clima severo encontrado em alguns países do continente. Só que surgiu um enorme problema. O nome SNOW GOOSE já estava registrado na Europa e a empresa então resolveu comercializar seus produtos com a marca CANADA GOOSE em 1993. Rapidamente seus casacos e parcas se tornaram populares, especialmente nos países escandinavos.


A história da empresa e da marca começaria a mudar em 1997 quando Dani Reiss, filho de David, ingressou nos negócios. Quando ele assumiu o cargo de CEO em 2001, a CANADA GOOSE faturava poucos milhões de dólares anualmente. Para tornar a marca  um ícone no seu segmento de atuação, ele tomou duas decisões cruciais: comercializar seus produtos somente com a marca CANADA GOOSE e fabricar suas peças no Canadá (“Made in Canada”), uma decisão arriscada quando a maioria das empresas terceirizava a produção para a Ásia, onde os custos trabalhistas são muito mais baixos. Mas essas decisões deram resultados. Isto porque, nos próximos dez anos, o faturamento da empresa cresceu mais de 2.000% e a CANADA GOOSE construiu enorme reputação de qualidade e luxo nos mercados americano, europeu e asiático, e até em países de clima quente como a Índia e os Emirados Árabes Unidos.


Outros fatores explicam o enorme sucesso da marca canadense nos últimos anos: celebridades e o glamour do cinema. Apesar de não contratar famosos para endossarem seus produtos, inúmeras celebridades já foram fotografadas com suas parcas, como por exemplo, o jogador inglês David Beckham, Emma Stone, Bradley Cooper, Matt Damon, Hilary Duff, Sarah Silverman, Daniel Craig e a modelo Kate Upton (que pôde ser vista usando uma parca da marca na capa da revista Sports Illustrated, em 2013). Além disso, a CANADA GOOSE é a marca não-oficial de parcas para equipes de cinema trabalhando em ambientes de frio hostil, e tem sido usada fora das câmeras para tudo – desde a série “Game of Thrones” até “Garota Dinamarquesa”. Suas parcas também já foram utilizadas em filmes famosos, como por exemplo, “O Dia Depois do Amanhã” e “A Lenda do Tesouro Perdido”. Embora a marca diga que não utilize a estratégia de patrocínio direto à celebridades, ela tem distribuído gratuitamente seus casacos e parcas em eventos que patrocina como o Sundance ou Festival de Cinema de Toronto.


Nos últimos anos a CANADA GOOSE expandiu sua linha de produtos ao lançar luvas, gorros e chapéus para frio extremo. Além disso, introduziu sua linha de produtos voltados para crianças. A CANADA GOOSE se viu recentemente forçada a inaugurar duas novas fábricas, uma em Winnipeg e outra em Scarborough, para suprir a alta demanda por seus produtos. O governo do Canadá, desde então, certificou a empresa como responsável por 6% de toda produção têxtil do país. Além disso, em 2013, a compra de parte de ações da empresa canadense pelo fundo de investimento Bain Capital injetou US$ 250 milhões no negócio, o que possibilitou ampliar sua expansão internacional. E a marca anunciou recentemente, que no segundo semestre de 2016, irá inaugurar suas primeiras lojas próprias, inicialmente em Toronto e Nova York.


Um dos produtos mais antigos e icônicos da marca canadense é a parca SNOW MANTRA (imagem abaixo), desenvolvida especificamente para atender as necessidades dos trabalhadores no Ártico canadense e que tem servido como “uniforme oficial” para os Rangers canadenses e equipes de resgate no Ártico. Pesando aproximadamente 3.4 quilos, testado em campo em temperaturas de até -70°C e composto por mais de 247 peças, a parca se tornou um vestuário indispensável para aqueles que vivem e trabalham em climas hostis de frio extremo.


Hoje em dia, desde as instalações de pesquisas do pólo sul e do Ártico, das expedições ao Monte Everest até as ruas de Nova York, Moscou, Estocolmo, Milão, Toronto e Tóquio, as pessoas usam os produtos da CANADA GOOSE devido à reputação de qualidade, funcionalidade e estilo para enfrentar adversidades climáticas causadas pelo frio extremo.


A alta qualidade 
Peças luxuosas de alta performance para o frio extremo estão no DNA da CANADA GOOSE. Por isso, cada jaqueta ou parca da marca canadense passa por 13 etapas de produção e muitas mãos, todas guiadas pelo compromisso artesanal. Do zíper ao botão, cada elemento é cuidadosamente escolhido e meticulosamente colocado no lugar. E antes que deixe a fábrica, uma competente equipe de garantia de qualidade inspeciona cada casaco à mão, garantindo assim que nenhum detalhe seja esquecido. Alguns de seus casacos e parcas requerem até 450 horas de trabalho para serem produzidos. Em uma época onde a produção é terceirizada para manter os preços baixos e reduzir custos, cada peça da CANADA GOOSE é produzida somente em território canadense. Isto explica o porquê de seus casacos e parcas terem preços que começam em US$ 600 e podem facilmente passar de US$ 1.700. Mas manter a produção local também se transformou em uma ótima ferramenta de marketing. Afinal, o clima frio faz parte da identidade nacional do Canadá, e não há melhores julgadores da qualidade dos produtos CANADA GOOSE do que aqueles para os quais eles são projetados - e por quem eles foram inspirados.


Algumas de suas parcas têm uma tira de pele de coiote no gorro e são preenchidas com penas de ganso. E isto tem despertado a ira dos ambientalistas e defensores dos direitos animais. A CANADA GOOSE responde que apoia o povo canadense que tem a tradição secular de capturar os animais para o uso de suas peles, e a prática é estritamente regulada por autoridades locais.


A evolução visual 
O logotipo da marca canadense passou por algumas remodelações ao longo dos anos. A identidade visual atual adotou uma tipografia de letra mais fina, moderna e elegante. Mas o principal símbolo de reconhecimento da marca (costurado no peito ou manga de cada peça de vestuário) permanece inalterado: um círculo que contém o mapa do Canadá, folhas de Bordo (símbolo nacional do país) e a inscrição “Arctic Program”. Sempre utilizando as cores vermelho, azul e branco.


Os slogans 
Ask Anyone Who Knows™. 
Proudly made in Canada since 1957. 
This Land is Your Brand.


Dados corporativos 
● Origem: Canadá 
● Fundação: 1957 
● Fundador: Sam Tick 
● Sede mundial: Toronto, Canadá 
● Proprietário da marca: Canada Goose Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO & Presidente: Dani Reiss 
● Faturamento: US$ 300 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 1.000 
● Segmento: Esportivo 
● Principais produtos: Jaquetas, parcas, calças, luvas e gorros 
● Concorrentes diretos: The North Face, Patagonia, Moncler, Pyrenex, Millet, Columbia Sportswear e Arc’teryx 
● Ícones: As parcas 
● Slogan: Ask Anyone Who Knows™. 
● Website: www.canadagoose.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia a CANADA GOOSE, cujo faturamento anual supera os US$ 300 milhões, comercializa sua vasta gama de produtos para climas severos e adversos em mais de 50 países ao redor do mundo. A marca produz mais de 400.000 parcas e casacos anualmente. 

Você sabia? 
A CANADA GOOSE oferece vestuário para frio (incluindo climas fortemente adversos) para homens, mulheres e crianças. Estes produtos irão proteger de elementos extremos que vão do frio entorpecente da Antártida, dos ventos fortes no Mar do Norte até dos climas severos de cidades gélidas. 
A CANADA GOOSE é extremamente famosa por seus doudounes (aqueles casacos de náilon super acolchoados). 
Com dois terços dos ursos polares do mundo vivendo no Canadá, em 2007 a marca uniu forças com a Polar Bears International (PBI) e lançou a coleção de parcas e casacos PBI. As vendas são revertidas para apoiar a conservação dos habitats do urso polar. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Entrepeneur), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 14/7/2016