18.2.20

SMART FIT


“Democratizar o acesso à prática de atividade física de alto padrão, com planos acessíveis e adesão facilitada”. Essa é a principal missão, quase um mantra, da rede de academias de baixo custo Smart Fit. Com equipamentos modernos, ambiente limpo e organizado, preços acessíveis e com unidades tanto em bairros humildes quanto nos mais abastados, a Smart Fit se consolidou de forma transversal, conversando com gente que dá valor ao dinheiro em qualquer classe social. E colocou centena de milhares de pessoas que nunca tinham feito atividade física na academia para se exercitar. 

A história 
Tudo começou com o engenheiro químico e empresário Edgard Corona (foto abaixo), que em 1996 havia inaugurado no bairro de Santo Amaro em São Paulo a primeira unidade da academia Bio Ritmo, voltada para um público de classe média alta. Em meados dos anos de 2000, em uma pausa para um café no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, Edgard ao bater papo com uma atendente ouviu um pedido: “Será que você não poderia abrir uma academia dessas (Bio Ritmo) na periferia?”. Naquela época as academias do bairro em que morava a atendente eram ruins, feias, com equipamentos enferrujados e ultrapassados. Ele, em troca, ficou de pensar e perguntou: “E quanto você pagaria por uma academia dessas”? A réplica, R$ 79, não sairia mais da cabeça do empresário e se tornaria um novo negócio. Edgard rapidamente percebeu que era um mercado (academia de bairro de baixo custo) mal atendido no Brasil. Os planos para esse novo negócio ganhariam força após obter referências de outros mercados, especialmente o americano, tomando como exemplo a rede de academias de baixo custo Planet Fitness, com milhares de alunos matriculados nas unidades atraídos pelo preço de US$ 10 - mas somente centenas deles usavam de fato as academias - que apesar de serem baratas, eram feias e não estavam em um nível satisfatório.


O empresário então se deu conta que, em se tratando do segmento de academias, uma grande faixa da população brasileira ainda não estava atendida com qualidade. Ele também percebeu que 70% dos seus alunos só estavam interessados em “musculação e cárdio” - os exercícios para queimar calorias, como bicicletas e esteiras - e reclamavam de pagar pelo que não usavam. Com um plano de negócios estabelecido (oferecer instalações e aparelhos de primeira qualidade com mensalidades de academia de bairro) e utilizando também a experiência adquirida na gestão da Bio Ritmo, ele inaugurou em 2009, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre, as primeiras quatro unidades da rede de academias Smart Fit, que oferecia mensalidade pouco superior a R$ 50. Para oferecer algo com mais qualidade, apesar da infraestrutura enxuta (ausência de salas de aula para economizar espaços e professores) e serviço mais simplificado (tinha um instrutor, caso alguém precisasse de ajuda, mas não era como um personal trainer), ele investiu em fatores como iluminação cênica, equipamentos novos e de última geração e contratou uma empresa para desenvolver design e ambientação que aumentassem a eficiência das unidades. Além de comprar equipamentos (os mesmos da sofisticada Bio Ritmo) em volume para tornar os custos mais baratos.


No ano seguinte, o Banco Pátria, um dos maiores fundos de investimento do país, injetou R$ 70 milhões no negócio. Com isso, a Smart Fit ganhou musculatura e fôlego para iniciar um forte ciclo de crescimento com a inauguração de novas unidades. Somente em 2010 inaugurou 12 novas unidades. No seguinte, foram 18. No ano de 2012, em uma atitude ousada, a rede Smart Fit resolveu inaugurar suas quatro primeiras unidades estrangeiras no México, iniciando assim o processo de internacionalização da marca. Pouco depois, em 2014, a rede inaugurou 65 academias em várias cidades brasileiras, além de ingressar no mercado chileno. O sucesso da Smart Fit pode ser comprovado no ano de 2016, quando a rede atingiu a marca de 337 unidades em 22 estados brasileiros e países como México, Colômbia, Peru, Chile e República Dominicana, recebendo duas matrículas por minuto, superando a marca de 1 milhão de clientes e atingindo faturamento de R$ 1 bilhão, mesmo em um período de recessão econômica. E para manter a experiência entre tantas unidades niveladas, o resultado foi criar uma universidade corporativa que propague a cultura da marca e unifique a linguagem entre professores, recepcionistas e gerentes.


Em uma rede que estava crescendo tão rápido e em escala muito grande, se não pensar em inovação sob o aspecto de treino, equipamentos, não se consegue ganhar escala. Por isso, a novidade implantada ao longo de 2017 foi o Smart Shape, um treino intervalado de alta intensidade desenvolvido pela empresa. Os treinos duram 30 minutos, com pouco mais de 20 de execução pura, e foram desenvolvidos para cidades repletas de pessoas com pouco tempo disponível. Outra novidade foi a inauguração de unidades flagships da Smart Fit 24 horas, como a da Av. Paulista e a da Vila Olímpia, atendendo assim um maior público. Depois de tanta expansão, ainda em 2017 a Smart Fit se viu obrigada a rever alguns conceitos pela pressão da chegada ao mercado de novos concorrentes oferecendo preços baixos, mas outros tipos de aulas, como lutas e danças. Até então suas academias não tinham quase nada além de bons equipamentos e de dois a três professores simultâneos pelos corredores. Forçada a ampliar o leque de opções para não perder clientes, a Smart Fit teve que fazer diversas intervenções em unidades já existentes para construir salas de danças e áreas para exercícios funcionais, alongamento e abdominais, em uma tentativa de atrair parte dos clientes para aulas em turmas.


Essas mudanças faziam parte da “Nova Smart Fit” - como divulgou a marca em seus novos anúncios - e deviam também ajudar a empresa a concorrer com as academias especializadas que têm surgido oferecendo apenas uma ou duas modalidades de exercícios como crossfit, funcional e ioga. A oferta de aulas não foi a única novidade. A Smart Fit investiu milhões de reais na criação de linhas próprias de isotônicos, suplementos (whey protein, BCAA, glutamina, creatina) e até roupas para ginástica. Esses produtos e serviços especiais (pagos a parte da mensalidade), além de agregar experiência, gerava uma entrada de receita adicional para sustentar o negócio. Pouco depois, em 2018, lançou mais uma inovação: o aplicativo Smart Fit Coach, capaz de sugerir treinos personalizados, após uma análise do perfil da pessoa, e acompanhar a evolução, incentivando à prática de exercícios físicos. Em 2019 a rede Smart Fit atingiu marca histórica ao inaugurar sua primeira unidade em São Luís, no Maranhão, o que representou a chegada da rede em todas as capitais brasileiras e Distrito Federal. Além disso, ingressou em três novos mercados: Equador, Guatemala e Argentina. Mais recentemente, no início de 2020, a Smart Fit estreou em El Salvador e chegou ao seu 12º mercado mundial.


Uma das razões de sucesso da marca também são os planos ofertados, incluindo o Black, que oferece ao cliente a chance de se exercitar em qualquer unidade da rede ou até mesmo treinar com um amigo; além de serviços especiais para complementar a experiência como acesso ao aplicativo Smart Nutri (permite postar fotos das suas refeições e receber comentários e avaliações de nutricionistas, scanear produtos, acompanhar sua evolução e conversar online com as nutricionistas para tirar dúvidas) e Smart Fit Energy (uma assinatura mensal que dá direito a consumir 1 dose de 300 ml de isotônico por dia).


Por que tanto sucesso? 
A Smart Fit oferece comodidade e menos burocracia desde os serviços online até o autoatendimento nas unidades da rede. Em suas academias todos os treinos são personalizados de acordo com os objetivos do aluno e oferecem equipamentos de altíssima tecnologia, visando a melhor performance e segurança. Além disso, oferece serviços especiais como Shape (circuito em formato de treinamento intervalado de alta intensidade, elaborado de forma que atende à praticantes de diferentes níveis de condicionamento), HIT (executado nas esteiras, oferece diferentes fichas com sugestões de treinos, que atendem a pessoas com diversos níveis de condicionamento físico, desde o iniciante até o atleta profissional, e que buscam o emagrecimento), Sala de ginástica (espaço para a realização de aulas de abdominal, alongamento e os ritmos como Zumba e Fit Dance) e HIIT (pode ser realizado em uma área livre, com uma TV instalada, na qual os participantes podem acompanhar as orientações para diferentes treinos). As academias também oferecem Remo (equipamento cardiovascular muito eficaz capaz de trabalhar uma grande variação de músculos. O aparelho, que é um simulador de remo indoor, é indicado para a queima calórica), Esteira (um dos equipamentos mais eficientes quando o assunto é treino cardiovascular) e Equipamentos de Musculação (conta com duas áreas principais, sendo uma delas com equipamentos de musculação e pesos livres, e a outra com aparelhos voltados à prática de atividades cardiovasculares, com esteiras e elípticos, além de equipamentos para membros inferiores e superiores e treinos específicos para a região do abdômen e da lombar).


O segredo do sucesso não é só fazer uma academia com equipamentos de boa qualidade e ambiente agradável. Vender uma experiência fitness tem a ver com dar resultados. As pessoas buscam algo: seja emagrecer, fortalecer músculos, reduzir o estresse ou aumentar o condicionamento físico. E um atendimento eficiente e bom é essencial. Por tudo isso, a Smart Fit inova como a “academia inteligente”, ou seja, cada unidade da rede oferece aparelhos modernos para a prática de várias atividades físicas e como pode atender diversos alunos sem perder a qualidade, o valor das mensalidades é bem abaixo do mercado.


Os slogans 
A academia inteligente. 
Vida Smart. Vida Fit. 
Você #naopara. A Smart Fit também não.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 2009 
● Fundador: Edgard Corona 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Smartfit Escola de Ginástica e Dança S.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária do Grupo Bio Ritmo) 
● Presidente: Edgard Corona 
● Faturamento: R$ 1.5 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Academias: 800 
● Presença global: 12 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 3.800 
● Segmento: Fitness e bem-estar 
● Principais produtos: Academias de ginásticas 
● Concorrentes diretos: Bluefit, Selfit, Fórmula, Contours, Curves e Snap Fitness 
● Ícones: As cores amarela e preta 
● Slogan: A academia inteligente. 
● Website: www.smartfit.com.br 

A marca no mundo 
A Smart Fit, maior rede de academias do Brasil e da América Latina, possui mais de 800 unidades e 2.7 milhões de alunos, espalhados por 12 países latino-americanos como Brasil, Chile, República Dominicana, Peru, Colômbia, Equador, Paraguai, Panamá, Argentina e México. Com faturamento superior a R$ 1.5 bilhões, depois do Brasil, com mais de 460 unidades, os maiores mercados da marca são o México (mais de 170 unidades), a Colômbia e o Chile. Outro segmento onde a Smart Fit atua é o de benefícios corporativos com a Total Pass, que basicamente faz planos para empresas que querem ver os seus funcionários fazendo algum tipo de atividade física. A Total Pass atende mais de 350 empresas com 45.000 clientes ativos. 

Você sabia? 
Em 2019, a Smart Fit passou a figurar na terceira posição no ranking da International Health Racquet & Sportsclub Association (IHRSA) em número de unidades. A meta para o fim de 2021 é ultrapassar a holandesa Basic-Fit e se consolidar na vice-liderança - hoje, a primeira colocada é a americana LA Fitness. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, PEGN e Exame), sites (UOL e Glamurama), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 18/2/2020

28.1.20

SAUDI ARAMCO


Provavelmente você não saiba qual é a empresa mais valiosa do planeta. Oriunda de um país ditatorial e polêmico, muito em virtude de suas posições políticas e religiosas controversas para muitos, ela possivelmente tem boa parte da responsabilidade em fazer o “mundo rodar”. Afinal, é responsável pela produção de aproximadamente 10% do petróleo no mundo. Mais poderosa que muitos países, a petrolífera estatal saudita conhecida pelo nome de SAUDI ARAMCO, é um verdadeiro titã no mundo dos negócios, apontada como a maior e mais rentável empresa energética do planeta. 

A história 
A origem da SAUDI ARAMCO (em árabe أرامكو السعودية‎) data de 29 de maio de 1933, quando um contrato de concessão foi assinado entre o rei saudita Ibn Saud e a companhia americana Standard Oil Company of California (conhecida como SOCAL). Com isso, foi criada uma empresa subsidiária, a California Arabian Standard Oil Company (CASOC), para gerenciar o contrato de concessão de prospecção, perfuração e exploração de poços de petróleo no país. O trabalho começou imediatamente. Depois de pesquisar por todo o vasto deserto da Arábia Saudita em busca de petróleo, a perfuração começou em 1935. Após um período de um árduo esforço com pouco resultado prático, em 1937, os executivos da SOCAL procuraram o conselho de seu geólogo-chefe, Max Steineke. Com base em anos de trabalho de campo e muita experiência, Steineke aconselhou continuar a perfuração. E finalmente a empresa alcançou o tão almejado objetivo ao descobrir a primeira jazida de petróleo. Em 1938 teve início a produção comercial de petróleo no poço Dammam No. 7 - apropriadamente chamado de “Poço da Prosperidade”. Esse poço produziu imediatamente mais de 1.500 barris por dia, dando à empresa confiança para continuar sua procura pelo “ouro negro”. Nos anos seguintes, com petróleo jorrando em abundância, a empresa seria responsável por criar um oásis de riqueza para o país árabe.


Em 1949, a produção de petróleo bruto da empresa atingiu o nível recorde de 500.000 barris por dia e seguiu aumentando após a descoberta de outros grandes campos petrolíferos, como por exemplo, Ghawar, o maior do mundo, com reservas comprovadas de 60 bilhões de barris. Pouco depois, em 1950, o rei Abdulaziz ameaçou nacionalizar as instalações de petróleo de seu país, pressionando a empresa a concordar em compartilhar os lucros 50/50. Além disso, no ano seguinte a empresa descobriu o Safaniya, o maior campo do mundo de petróleo offshore (produção e serviços prestados no mar na indústria petrolífera). Era uma descoberta e tanto para começar a transformar a empresa em um gigante do setor. A década de 1970 foi extremamente importante para uma reviravolta na história da empresa. Isto porque, no ano de 1973, em pleno “boom” dos preços do petróleo no mundo, vinculado ao embargo árabe do chamado “ouro negro” contra os Estados Unidos por seu apoio a Israel na Guerra do Yom Kippur, a Arábia Saudita, então governada pelo rei Faisal Abdulaziz Al Saud, aproveitou a oportunidade para adquirir 25% da empresa, com os quais o percentual do Estado Saudita chegou a 60%, tornando-o acionista majoritário. Era o início da nacionalização da empresa.


Essa década também foi marcada pela diversificação dos negócios da empresa com o início da produção de gás por volta de 1975. Foi uma maneira de gerar fluxos adicionais de valor além do petróleo bruto. Hoje, a SAUDI ARAMCO é a única fornecedora de gás natural para a Arábia Saudita e a sétima maior do mercado mundial, além de operar a maior rede mundial de hidrocarbonetos, batizada de Master Gas System (uma extensa rede de dutos e instalações de processamento que conecta seus principais locais de produção de gás a centros de demanda em toda a Arábia Saudita). Na década de 1980, a empresa foi totalmente nacionalizada e oito anos mais tarde, rebatizada de Saudi Arabian Oil Company ou SAUDI ARAMCO. No final desta década, o primeiro CEO saudita da companhia, Ali al-Naimi, assumiu o comando com a visão de que a SAUDI ARAMCO poderia se tornar uma empresa global de energia integrada. Ao longo de seus anos como CEO, ele expandiu os ativos da empresa para incluir o downstream (refino, que hoje inclui produtos como GLP, nafta, gasolina, combustível de aviação/querosene, diesel, óleo combustível e asfalto) e outros ativos nos Estados Unidos, Coréia do Sul, China, Indonésia, Japão e Europa. Ali al-Naimi e seus sucessores também ampliaram a presença da empresa na Arábia Saudita por meio de joint ventures com refinarias e petroquímicas.


A partir dos anos de 1990, a SAUDI ARAMCO investiu bilhões de dólares em projetos de expansão para ampliar ainda mais sua capacidade produtiva, muito em virtude das consequências da Guerra do Golfo. Foi neste período também que a empresa iniciou uma expansão das vendas de petróleo no mercado asiático, incluindo acordos com a Coréia do Sul, Filipinas e China. Além disso, em 1998, a empresa resolveu ingressar no segmento de produtos químicos, procurando maximizar o valor de cada molécula de hidrocarboneto que produzia e criar um portfólio diversificado de fontes de receita não petrolíferas. Já em 2005, a SAUDI ARAMCO era considerada por especialistas a maior empresa do mundo, com um valor estimado de mercado de US$ 781 bilhões. Apesar de seu gigantismo, toda produção da SAUDI ARAMCO está em um país localizado na região mais conturbada e tensa do mundo. Os riscos em potencial ficaram evidentes no dia 14 de setembro de 2019 quando ataques realizados por drones atingiram a refinaria de Abqaiq (maior instalação de estabilização de petróleo bruto do mundo) e o campo de Khurais. E o impacto para o mundo foi grande. A empresa suspendeu a produção de 5.7 milhões de barris de petróleo bruto, o equivalente a aproximadamente 60% da produção do reino e 6% da produção mundial de petróleo. O preço do petróleo bruto Brent (a referência internacional) aumentou mais de 10% nas primeiras horas do dia 16 de setembro.


Até pouco tempo atrás envolta em mistério e pouca transparência, a SAUDI ARAMCO se transformou nos últimos anos à medida que se preparava para se tornar uma empresa de capital aberto. A SAUDI ARAMCO começou então a publicar seus resultados financeiros, realizar sessões de perguntas e respostas sobre a companhia e até mesmo levar jornalistas para visitar suas instalações. Também contratou mulheres ocidentais para alguns de seus principais cargos. E finalmente no dia 11 de dezembro de 2019, a SAUDI ARAMCO chamou a atenção do mundo ao protagonizar a maior oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de todos os tempos, conseguindo levantar US$ 25.6 bilhões, sendo avaliada em impressionantes US$ 1.7 trilhões. O que mais impressiona é que a empresa colocou míseros 1.5% do seu capital social, com dois terços destinados a investidores institucionais e o restante para particulares. Esta iniciativa faz parte do programa “Saudi Vision 2030”, anunciado em 2016 pelo príncipe herdeiro Mohammad Bin Salman. O propósito é modernizar a Arábia Saudita, tanto internamente como sociedade e também como potência financeira mundial. O programa tem como principal objetivo eliminar a dependência que o país tem sobre combustíveis fósseis. Apenas dois dias depois da entrada na bolsa de Riad, capital da Arábia Saudita, a empresa já havia se valorizado a ponto de atingir a marca dos US$ 2 trilhões. Com isso, tornou-se a primeira empresa multitrilionária do mundo dos negócios. O valor de mercado da SAUDI ARAMCO nesse dia foi maior que o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2018, estimado em US$ 1.8 trilhões.


Um dos aspectos do enorme sucesso da SAUDI ARAMCO em um segmento altamente competitivo é o baixo custo de produção. Enquanto a extração de petróleo no mar custa caro devido à sua localização a dezenas de metros debaixo da água, o petróleo na Arábia Saudita está relativamente próximo da superfície. A empresa tem muitos campos de petróleo com custo barato para extração (especialistas estimam que em torno de US$ 10 o barril). Isto explica o enorme lucro da SAUDI ARAMCO. Durante sua história, a SAUDI ARAMCO construiu uma reputação de confiabilidade incomparável no fornecimento de petróleo bruto aos mercados de energia em todo o mundo.


Hoje em dia a SAUDI ARAMCO tem uma grande missão: atender mercados globais, resolver desafios globais e criar impacto global. A empresa saudita acredita no poder da energia para transformar vidas, melhorar comunidades, avançar o progresso humano e sustentar nosso planeta. Com a previsão de aumento da população global nos próximos 25 anos, será necessária ainda mais energia para atender à crescente demanda. Serão necessárias todas as fontes de energia disponíveis para atender a essa necessidade - fontes herdadas e alternativas. E a SAUDI ARAMCO está comprometida em impulsionar a eficiência energética e enfrentar o desafio das emissões globais. E, como maior empresa integrada de petróleo e gás do mundo, acredita estar qualificada de maneira única para fazer contribuições efetivas para a solução geral desse enorme problema.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. No dia 31 de janeiro de 1944, quando o nome da empresa foi alterado para Arabian American Oil Co. (conhecido pela abreviatura de ARAMCO), foi adotado um novo logotipo. Em 1988 com a mudança para Saudi Arabian Oil Company, pela primeira vez o nome SAUDI ARAMCO apareceu no logotipo. Posteriormente a marca apresentou um logotipo mais moderno e colorido. Este logotipo passou por uma modernização há alguns anos atrás.


Dados corporativos 
● Origem: Arábia Saudita 
● Fundação: 29 de maio de 1933 
● Fundador: Governo da Arábia Saudita 
● Sede mundial: Dhahran, Arábia Saudita 
● Proprietário da marca: Saudi Arabian Oil Company 
● Capital aberto: Sim (2019) 
● Chairman: Yasir Al-Rumayyan 
● CEO: Amin H. Al-Nasser 
● Faturamento: US$ 355.9 bilhões (2018/2019) 
● Lucro: US$ 111.1 bilhões (2018/2019) 
● Valor de mercado: US$ 1.8 trilhões (janeiro/2020) 
● Presença global: 60 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 76.000 
● Segmento: Energia e químico 
● Principais produtos: Petróleo, gás natural e produtos petroquímicos 
● Concorrentes diretos: Shell, Exxon Mobil, BP, Total, Petronas, Chevron, ConocoPhillips, ADNOC’s, Sinopec, Lukoil, Petrobras, Equinor e Marathon Petroleum 
● Slogan: Where energy is opportunity. 
● Website: www.aramco.com 

A marca no mundo 
Não é nenhum exagero afirmar que a SAUDI ARAMCO, responsável pela riqueza da Arábia Saudita, é um verdadeiro titã difícil de ser superado. Afinal seus números impressionam: aproximadamente 260 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo (tornando a Arábia Saudita o segundo país com as maiores reservas mundiais, atrás apenas da Venezuela), produção diária superior a 10 milhões de barris, mais de 76 mil empregados, faturamento de US$ 356 bilhões e lucro líquido de US$ 111.1 bilhões (dados de 2018/2019), que supera em mais de três vezes os lucros combinados de cinco das maiores petrolíferas do mundo. Além disso, a empresa saudita produz diariamente 1.1 milhões de barris de gás natural liquefeito (GNL) e 8.9 milhões de metros cúbicos de gás natural. A empresa está presente em mais de 60 países nos três principais mercados globais de energia (Ásia, Europa e América do Norte), através de filiais, refinarias e redes de oleodutos, nacionais e internacionais. A SAUDI ARAMCO exporta mais de 5 milhões de barris de petróleo por dia para países asiáticos (onde seus maiores clientes são China, Índia, Coréia do Sul e Japão), mais de 1 milhão de barris para a América do Norte e perto de 900 mil para o mercado europeu. A empresa mantém 11 centros de pesquisa & desenvolvimento e escritórios de tecnologias em países como Escócia, China, Estados Unidos, Coréia do Sul, Holanda, Rússia e França, além da Arábia Saudita. 

Você sabia? 
A empresa gerencia mais de cem campos de petróleo e gás na Arábia Saudita, incluindo 288 trilhões de pés cúbicos padrão de reservas de gás natural. A SAUDI ARAMCO ainda opera o Ghawar, o maior campo petrolífero onshore do mundo, e o Safaniya, o maior campo petrolífero offshore do mundo. 
Pesquisas de 2019 mostraram que a SAUDI ARAMCO, com emissões de 59.2 bilhões de toneladas de CO2 desde 1965, foi a empresa com as maiores emissões do mundo durante esse período. 
A SAUDI ARAMCO é hoje a maior exportadora de petróleo - e a única produtora que mantém pelo menos 2 milhões de barris por dia de capacidade ociosa que podem ser colocados rapidamente no mercado. 
O Governo da Arábia Saudita é dono de 98.5% da petrolífera. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha, O Globo e Estadão), portais (G1 e BBC), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 28/1/2020

15.1.20

RAPPI


Se você mora em alguma grande cidade da América Latina, provavelmente já presenciou um enorme “exército laranja” se deslocando freneticamente pelo trânsito caótico. Tudo para entregar “quase qualquer coisa” para milhões de pessoas. Bebidas, remédios, alimentos, compras de supermercados e muito mais na porta da sua casa em questão de minutos, mesmo que seja de madrugada. É assim que a RAPPI, popularmente conhecida como “Amazon da Colômbia”, se tornou um verdadeiro sucesso do mundo empreendedor e revolucionou a forma de fazer compras. De cigarro a presentes, passando por dinheiro, documentos ou a chave de casa esquecida na mesa do escritório, a RAPPI leva até você. 

A história 
As origens do que viria a se tornar um enorme sucesso entre os latino-americanos encontram-se em outra startup. Os empreendedores colombianos Felipe Villamarín, Sebastián Mejía e Simón Borrero (os três na foto abaixo) haviam fundado a Grability, uma licenciadora de softwares de soluções de e-commerce para grandes redes de supermercados. Rapidamente os jovens vislumbraram a oportunidade de fazer aquilo que os mercados locais desejavam com a ferramenta que estavam desenvolvendo, mas com uma logística muito mais eficaz. Foi então que eles criaram a RAPPI em julho de 2015 na cidade de Bogotá. A nova empresa surgia com o intuito de resolver a complexa logística de entregas em uma cidade caótica. O novo empreendimento nasceu baseado em uma premissa: hoje em dia o bem mais precioso é o tempo e a RAPPI nasceu justamente para facilitar o dia a dia de qualquer pessoa, disponibilizando um assistente pessoal que pode comprar ou retirar encomendas em locais desejados, de uma forma prática, segura e cômoda.


Inicialmente o aplicativo tinha apenas três botões: “supermercado”, “restaurante” e o enigmático, mas estratégico, “qualquer coisa”. Este botão permitia solicitar entregas de produtos que ainda não faziam parte da lista de negócios, bem como requisitar ao entregador que fosse, por exemplo, ao shopping buscar um presente de última hora. Na verdade esse botão foi o grande diferencial de atratividade e permitiu a RAPPI conhecer as necessidades dos usuários e prestar serviços mais abrangentes e eficientes. Além disso, os jovens utilizaram uma inusitada estratégia para conquistar seus primeiros clientes, no raio de cinco quilômetros em torno da primeira sede da empresa. Era uma promoção chamada “um donut por um download”: em troca da iguaria irresistível, era preciso apenas instalar o aplicativo RAPPI no celular. Em seis meses de operação, 200 mil pessoas se cadastraram apenas na cidade de Bogotá. A partir do momento em que a RAPPI fez as pessoas economizarem tempo para ir comprar e buscar seus produtos, essa enorme conveniência na vida de muitos colombianos se tornou um verdadeiro sucesso. A ideia não era entregar comida ou produtos, mas tempo para usuários e uma fonte de renda extra para entregadores, chamados pela empresa de rappitenderos. Eles ganhavam a taxa de entrega (o equivalente a US$ 1). Já a RAPPI ganhava dinheiro cobrando uma comissão dos estabelecimentos comerciais, de valor não revelado, responsável por manter os preços no aplicativo iguais aos vistos na loja física.


Diante dos surpreendentes resultados apresentados em seu primeiro ano, a RAPPI foi selecionada para uma aceleração de três meses na Y Combinator, famosa pelo seu histórico de formar empresas unicórnio, com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão. Mas o que fez a RAPPI realmente crescer, porém, tinha pouco a ver com doces de graça. Ter deixado um campo aberto, no qual os usuários poderiam pedir entregas de qualquer produto que desejassem, foi como contratar uma consultoria de expansão sem precisar investir. Clientes começaram a pedir restaurantes que não tinham operações de delivery, remédios e até dinheiro vivo - responsável atualmente por 6% das operações (na Colômbia). Até o final de 2016, com o capital levantado através de investidores locais e internacionais, a RAPPI expandiu sua atuação para outras cidades colombianas (como Cartagena, Medellín e Barranquilla) e, pouco depois, iniciou suas operações no México. A empresa também lançou o Rappi Prime, um serviço por assinatura mensal onde todos os pedidos que o usuário fizer acima de uma determinada quantia, não paga frete.


Como decorrência natural do enorme sucesso em seu país de origem e no México, a RAPPI desembarcou no Brasil em julho de 2017, inicialmente atendendo em alguns bairros de São Paulo. Somente no seu primeiro ano de atividade em solo brasileiro, os entregadores parceiros da RAPPI percorreram mais de dois milhões de quilômetros, segundo os dados da empresa. E tanto sucesso fez com que seus serviços fossem ampliados para outras cidades brasileiras. Pouco depois a empresa ingressou na Argentina, Chile e Uruguai. Em outubro de 2018, a RAPPI superou a almejada marca de US$ 1 bilhão de valor de mercado, o que lhe garantiu o status de “startup unicórnio”, empresa avaliada, pelo mercado, em pelo menos US$ 1 bilhão antes de fazer sua oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) em bolsa de valores. Ao receber um aporte de US$ 392 milhões, ela foi avaliada em US$ 1.2 bilhões. E apenas 200 dias depois, a empresa anunciou outra rodada de investimento superior a US$ 1.2 bilhões em novos recursos, o maior valor já recebido por uma startup latino-americana. Ainda em 2018 o aplicativo ultrapassou a marca de 1 milhão de downloads e se firmou ainda mais no segmento de entregas e de tecnologia.


Mais recentemente, percebendo a importância de gerar praticidade, soluções de pagamento e mobilidade (incluindo transporte de passageiros) já podem ser encontradas no aplicativo da RAPPI. Assim, além do serviço de delivery, o super aplicativo já permite executar o RappiPay (faz pagamentos pelo celular por meio da leitura de um QR code, além de transferências a partir de um cartão de crédito pré-cadastrado para que amigos possam dividir uma conta), desbloquear patinetes elétricos, pedir um táxi e até requisitar serviços de obras, reformas e manutenções. Outro grande diferencial para o sucesso da RAPPI são os chamados “shoppers” (compradores), que fazem ponto dentro de grandes redes de supermercados. A função desses shoppers (profissionais preparados para escolher os melhores itens para os usuários) é fazer compras para o usuário, com graus variados de complexidade (como escolher as frutas ou uma marca específica). Depois, pagar no caixa e arrumar as sacolas para encaminhar ao entregador. O cliente consegue ainda conversar em tempo real com o shopper e, inclusive, pedir foto das mercadorias para avaliá-las melhor, conseguindo fazer substituições se necessário.


No final de 2019, com o caixa recheado de dinheiro proveniente de investimentos, a empresa acelerou para se consolidar como um super aplicativo. Em média, a startup de entregas adiciona um produto ou serviço ao seu portfólio a cada 20 dias (vão de melhorias no aplicativo, anúncios de novas parcerias, até campanhas de engajamento para atrair novos usuários). E a próxima novidade da empresa já saiu do forno. Depois de uma fase de testes que durou aproximadamente dois meses, a RAPPI apresentou uma nova vertente em sua operação brasileira: o modelo de cozinhas compartilhadas, chamado também de “dark kitchens”. E reúne restaurantes dispostos a atender especificamente à demanda gerada por aplicativos de delivery de comida. Instalados, geralmente, em imóveis localizados em bairros de preço mais acessíveis e mais próximos dos consumidores, esses espaços são geridos por terceiros, que centralizam os pedidos e cuidam das entregas. Cada estrutura conta com um número específico de cozinhas, de acordo com o tamanho do imóvel. E cada cozinha é ocupada por um determinado restaurante. Essas “cozinhas escondidas” da RAPPI chegaram ao Brasil depois da empresa lançar o modelo na Colômbia. Atualmente, a RAPPI tem mais de 200 cozinhas na América Latina, em países como México, Chile e Argentina.


Desde sua criação o RAPPI, primeiro super aplicativo que resolve a vida de seus usuários ao oferecer a eles uma plataforma única para suas necessidades e desejos diários, realizou bilhões de entregas dos mais diversos estabelecimentos (a lista cresce a cada dia) e tem uma base de usuários muito fiel e ativa. Por meio do aplicativo é possível comprar produtos e serviços de diferentes categorias, incluindo restaurantes, supermercados, farmácias, manicure, pet shop, entre outros. A visão da RAPPI é ser uma espécie de controle remoto da sua cidade: você pode ter o que quiser em 20 a 30 minutos ao toque de um botão. A empresa vem entregando cada vez mais e já se tornou praticamente o “Delivery de tudo” para milhões de pessoas na América Latina. Afinal, em cidades onde o trânsito de veículos é grande, as distâncias entre os pontos são enormes e as pessoas estão cada vez mais ocupadas, a RAPPI consegue ser o assistente pessoal que compra e entrega em minutos qualquer produto ou serviço. Quer um café com pão de queijo? Precisa de um remédio para dor de cabeça? Está sem nada na geladeira? Esqueceu da fantasia de unicórnio para o carnaval? Acabou a bebida no meio da festa? Está com preguiça de ir pegar ou entregar um documento? Deu fome e não tem jantar? Chame, ou melhor, acesse RAPPI.


O nome e o símbolo 
O nome utilizado pela empresa colombiana deriva de uma abreviação popular da palavra “rápido” em espanhol. Tudo haver com o serviço que a RAPPI presta a seus milhões de usuários. Já os entregadores, identificados por suas chamativas mochilas laranja, geralmente em motos ou bicicletas, são chamados de rappitenderos, proveniente do termo “tendero”, que significa comerciante em espanhol. Além disso, a startup colombiana que modernizou a maneira de fazer as pequenas compras do dia a dia escolheu o bigode como seu principal símbolo para criar uma identidade mais próxima com o consumidor latino. É uma referência aos antigos comerciantes e donos de pequenas mercearias, que sempre estavam à disposição para oferecer o melhor atendimento. E neles, havia sempre o clássico bigode.


Os slogans 
Delivery de tudo. 
Delivery de tudo em minutos. 
Tudo o que quiser em minutos. 
Mais tempo pra você. 
Corremos por ti. (Colômbia)


Dados corporativos 
● Origem: Colômbia 
● Fundação: Julho de 2015 
● Fundador: Simón Borrero, Sebastián Mejía e Felipe Villamarín 
● Sede mundial: Bogotá, Colômbia 
● Proprietário da marca: Rappi S.A.S. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Simón Borrero 
● Presidente: Sebastián Mejía 
● Faturamento: US$ 220 milhões (estimados) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 9 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 3.000 
● Segmento: Aplicativos 
● Principais produtos: Serviços de entregas 
● Concorrentes diretos: iFood, Loggi, Glovo, Pedidos Ya, Uber Eats e Grow 
● Ícones: A cor laranja das mochilas e o bigode 
● Slogan: Delivery de tudo. 
● Website: www.rappi.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a RAPPI está presente em nove países da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Equador, México, Uruguai, Peru e Colômbia), em mais de 250 cidades (no Brasil são aproximadamente 130) e tem mais de 10 milhões de usuários ativos. Além disso, são mais de três mil funcionários, mais de US$ 1.7 bilhões em investimentos, um “exército” de 110 mil entregadores (que utilizam bicicletas, motos e até carros) e mais de 100 mil parceiros comerciais. Além de atender o usuário comum, a RAPPI já tem clientes corporativos, serviço de pagamentos e até um marketplace, para as empresas que preferem se manter fazendo as entregas por conta própria sem usar os seus serviços logísticos. Um dos fatores de sucesso da RAPPI é a alta taxa de retenção dos clientes. Dados da empresa mostram que um terço dos usuários fazem 7 ou 8 pedidos por mês. 

Você sabia? 
Todos os pedidos realizados no aplicativo podem ser acompanhados em tempo real pelo cliente, que pode interagir via chat com o assistente que aceitou o pedido e o time de suporte da RAPPI. A maioria dos pedidos se concentra no segmento de supermercados, restaurantes e farmácias. 
Recentemente, no Brasil, uma noiva fez um pedido inusitado para um entregador da RAPPI: ir até o apartamento de um padrinho de casamento e tocar a campainha até que ele acordasse. E deu certo. Outros pedidos inusitados que o aplicativo já recebeu: agulha, pinça anatômica e fio de náilon (o usuário solicitou os itens para fazer uma cirurgia), uma caixa de minhocas, barba de Papai Noel, colchão de ioga, piscinas de plástico e até ração para um porquinho da Índia. Essas histórias ilustram o porquê da RAPPI avançar tão rapidamente no ambiente de startups da América Latina. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Época Negócios, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Meio Mensagem, Jornal do Comércio e Valor Econômico), sites de negócios (Bloomberg, StartSe e UOL), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 15/1/2020

21.12.19

ACQUA PANNA


Com a italiana Acqua Panna, você experimenta uma textura única e mais de 450 anos de uma rica história relacionada à gastronomia. Desde 1564 a água mineral já era servida nos banquetes durante o período do Renascimento na região italiana da Toscana. Seu sabor leve, aveludado e insuperável a tornam uma água mineral espetacular e capaz de destacar todas as nuances dos melhores vinhos e alimentos que acompanha. Por isso, Acqua Panna está presente nas mesas da mais alta gastronomia mundial. 

A história 
A tradicional água mineral italiana tem uma longa e rica história. Conta a lenda que seu legado começou no período da Renascença, em belas terras localizadas a 37 quilômetros de Florença, capital toscana. Essas terras eram de propriedade dos Medici, uma das mais importantes e poderosas famílias da região, conhecida por seus banquetes suntuosos e seu amor pelo vinho e comida e, que segundo a tradição, estes gourmets da Renascença tinham que garantir um suprimento constante de água mineral para uso diário na corte e também para seus banquetes memoráveis. E justamente nessas terras, localidade de Panna, próximo de Scarperia, encontrava-se a fonte da água mineral que hoje encanta renomados chefs e sommeliers por sua pureza e leveza. Foi exatamente no dia 15 de julho de 1564 que uma proclamação oficial estabeleceu os limites das terras dos Medici, mais tarde conhecida como Villa Panna, destinadas à reserva particular da família para agricultura e jogos. Ali, a água de degelo dos montes da Toscana chega à superfície após uma viagem de 15 anos através das rochas, resultando em um líquido suave e delicado. Desde então, com exceção das estradas, essas terras permaneceram quase intactas e ainda hoje mantêm-se protegidas sob rígido controle de acesso. Essa é a terra natal da Acqua Panna.


Décadas depois, em 1860, a marquesa de Torrigiani, então proprietária da Villa Panna, foi a primeira a utilizar a nascente para engarrafar a água em garrafões ou fiaschi, frascos de vidro cobertos de palha, de 54 litros. Pouco depois, em 1863, a marquesa começou a utilizar carroças para entregar os galões de água mineral em domicílio para toda a cidade de Florença. Somente no ano de 1910, a marquesa passou a envasar a água em garrafas de vidro de 1 litro, sendo este momento considerado o nascimento da Acqua Panna como marca. Mas, a Acqua Panna só seria engarrafada em escala industrial anos depois do término da Primeira Guerra Mundial, em 1927. No ano de 1938, o Conde Contini Bonaccossi, um comerciante de antiguidades de renome mundial, constituiu a Società Panna, para administrar o negócio de águas minerais. O ano de 1957 foi de suma importância para a marca italiana. Isto porque, primeiro a empresa lançou uma grande inovação: Acqua Panna passou a ser distribuída em forma de spray e embalagem blister para as companhias aéreas, o que ajudaria muito a sedimentar sua reputação em vários países do mundo. E segundo, porque a Acqua Panna foi adquirida pela San Pellegrino S.p.A., o que resultou na união perfeita da rainha da água mineral natural com a rainha da água com gás. A partir deste momento, as duas marcas italianas, ícones no segmento das águas Premium, conquistariam a alta gastronomia, renomados chefs e seriam presença constante nas mesas e bares de grandes restaurantes, hotéis e luxuosos transatlânticos. Além disso, nos anos seguintes Acqua Panna ganharia uma melhor distribuição em vários países ao redor do mundo.


Em 1970 Acqua Panna se tornou a primeira bebida italiana comercializada em garrafas de plástico, o que resultou em um aumento considerável em suas vendas. Em 1994, a Acqua Panna começou a ser mais exportada para os Estados Unidos (hoje em dia é a principal marca importada de água mineral nos sofisticados restaurantes americanos). No ano de 1999 a poderosa Nestlé adquiriu a San Pellegrino S.P.A. e passou a ser proprietária da nobre água toscana. Com isso, Acqua Panna foi introduzida em vários mercados mundiais se beneficiando do enorme e eficiente poder de distribuição da empresa suíça. Pouco depois, no ano de 2003, a prestigiosa Associação Internacional de Sommeliers (Association de la Sommellerie Internationale) escolheu Acqua Panna como sua água oficial. Afinal, um bom vinho deve ser acompanhado por uma excepcional água mineral. E no ano seguinte, juntamente com essa Associação e a marca S.Pellegrino, lançou o Acque In Tavola, o primeiro guia para degustar e servir águas minerais.


Em 2014, quando comemorou 450 anos de sua rica origem, Acqua Panna assinou um acordo oficial com autoridades da Toscana e passou a exibir em suas garrafas o logotipo do selo Tuscany Taste, criado pela região para destacar produtos de excelência 100% local e até então fornecido somente para produtores de vinho. E a partir deste ano, através de grandes investimentos, a marca aumentou a produção e ingressou em novos mercados, além de expandir sua rede de distribuição nos Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos e Rússia. Este projeto também foi amparado por grandes investimentos em comunicação para promover ainda mais a qualidade, a natureza e a origem única da Acqua Panna em todo o mundo. Afinal, Acqua Panna se tornou um emblema do “Made in Italy” e um veículo internacional para a rica tradição da Toscana. Além disso, mais recentemente, a marca quis avançar além das fronteiras das tradicionais mesas da boa gastronomia e ser consumida em qualquer ocasião. Para isso lançou uma nova garrafa PET de 750 ml com design anatômico e tampa esportiva (flip), sendo a hidratação ideal para pessoas ocupadas.


A fonte de Acqua Panna está localizada na pitoresca cidade de Scarperia, a 37 quilômetros ao norte de Florença, nas belas colinas ensolaradas da Toscana, região de preservação ambiental, com 1.300 hectares de fauna e flora preservados. Sua fonte está localizada a uma altura de aproximadamente 1.000 metros. E justamente a altura e a composição do solo conferem um equilíbrio mineral único à Acqua Panna. Cada gota é naturalmente filtrada e aperfeiçoada pelo tempo em uma viagem subterrânea de aproximadamente 15 anos, enriquecendo-se com sais minerais que compõem seu sabor inconfundível. Uma jornada que presenteia Acqua Panna, um verdadeiro símbolo de gastronomia e qualidade gourmet, com seu equilíbrio mineral especial para resultar na água incrivelmente suave que conquista os paladares mais exigentes do mundo.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Durante décadas a marca utilizou um logotipo que continha o desenho da cabeça de um leão que originalmente fazia parte da fonte de água localizada na propriedade de Villa Panna. Em 2014, para comemorar o 450º aniversário de sua origem, a marca apresentou uma nova identidade visual que mostrava sua herança toscana para o mundo. A tradicional cor laranja foi mantida para manter o reconhecimento e para remeter à típica paisagem da Toscana, onde essa cor pode ser encontrada no solo e nos telhados das casas. O logotipo adotou uma nova tipografia de letra e passou a ostentar na cor azul a icônica flor-de-lis (símbolo emblemático de Florença). Em 2019, a marca remodelou seu logotipo utilizando para isso a campanha “Meet The Smoothest Taste on Earth” (algo como “Conheça o sabor mais suave do mundo”). A nova identidade visual apresentou uma nova tipografia de letra e design para a flor-de-lis florentina, com grande predominância da cor laranja.


Em 2019, juntamente com a nova identidade visual e posicionamento, a marca apresentou um novo design para suas embalagens.


A tradicional garrafa de vidro da marca evoluiu neste período e adquiriu um visual mais sofisticado e sóbrio (como mostra a imagem da esquerda para a direita). O atual visual da garrafa foi adotado em 2019.


Os slogans 
Meet The Smoothest Taste On Earth. (2019) 
From Tuscany for the art of dining. (2015) 
A water that belongs on the wine list. (2007)


Dados corporativos 
● Origem: Itália 
● Lançamento: 1910 
● Criador: Marquesa de Torrigiani 
● Sede mundial: Villa Panna, Itália 
● Proprietário da marca: San Pellegrino S.p.A. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Federico Sarzi Braga 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Bebidas não alcoólicas 
● Principais produtos: Águas minerais sem gás 
● Concorrentes diretos: Evian, Vittel, Badoit, Voss, Volvic, Fiji Water e Perrier 
● Ícones: A cor laranja 
● Slogan: Meet The Smoothest Taste On Earth. 
● Website: www.acquapanna.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia a Acqua Panna é comercializada em 120 países, presente em todos os cinco continentes do mundo e vende anualmente mais de 300 milhões de garrafas. As águas minerais da marca, que representam excelência em qualidade em razão de sua origem, e interpretam com perfeição o estilo de vida italiano em todo o mundo como uma síntese de prazer, saúde e bem-estar, estão disponíveis em garrafas de vidro (250 ml, 500 ml, 750 ml e 1 litro) e PET (500 ml, 750 ml e 1 litro). Presença constante nos mais aclamados restaurantes, sempre acompanhada das borbulhas de S.Pellegrino, Acqua Panna é referencia na alta gastronomia mundial. 

Você sabia? 
O nome da marca foi inspirado na antiga propriedade da família Medici, chamada Villa Panna (um palácio italiano), pois a construção tinha sua fachada na cor creme. E creme em italiano é “panna”. 
Por legislação, Acqua Panna é engarrafada na fonte na Itália sem qualquer tratamento para preservar sua pureza natural. Além disso, vários e constantes controles ocorrem durante esta etapa, para garantir a manutenção dos aspectos qualitativos da água. 
Acqua Panna é uma água mineral natural com o nível ideal de pH alcalino (8pH). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 21/12/2019

13.12.19

PREÇOLANDIA


Oferecer produtos para todos os ambientes da casa, desde faqueiros e jogos de jantar de marcas consagradas até varal, escadas e espátulas para mexer massa de bolo, em lojas inspiradoras, valorizando os desejos dos clientes, com variedade e condições diferenciadas, estimulando o convívio e a experiência de compra. É uma casa de portas abertas para todos. Seja para quem vai comprar um potinho ou para quem está montando uma casa inteira. Essa é a fórmula de sucesso da rede PREÇOLANDIA, que tem no preço e na variedade de produtos a sua marca registrada. 

A história 
Tudo começou com Arab Chafic Zakka, filho de um pequeno comerciante de origem libanesa, que desde a adolescência trabalhava no comércio, onde aprendeu todos os ofícios do segmento e da arte de negociar e vender. Em 1978, Arab resolveu investir em um modelo de varejo semelhante ao dos grandes magazines da cidade, como a Mesbla, o Mappin e a americana Sears, mas em menor escala. Foi então que ele inaugurou sua primeira loja (imagem abaixo) na Água Rasa, bairro da zona leste de São Paulo para vender utilidades domésticas, presentes e produtos variados. A unidade ocupava um espaço de 400 m² e foi uma das primeiras a contar com ar-condicionado e estacionamento, itens considerados de luxo para quem vivia em bairros da periferia da cidade. Para não assustar os clientes, Arab apostou em um nome que traduzisse o perfil da loja: PREÇOLANDIA. Afinal, tinha que deixar claro para os consumidores que a loja era confortável e bonita, mas nem por isso os produtos custavam caro. Outra estratégia adotada pelo jovem comerciante foi recrutar todos os funcionários na vizinhança, isto porque, as donas de casa gostavam de ser atendidas por quem falava a sua língua e partilhava de seus gostos. Com a estratégia de vender produtos de qualidade com preços baixos, a loja foi aos poucos ampliando sua oferta de produtos oferecendo um enorme número de itens para casa.


Mesmo com o desafiador cenário econômico da década de 1980, com inflação alta, plano econômico com congelamento de preços e crise financeira das famílias brasileiras, a PREÇOLANDIA foi ousada e inaugurou, em 1986, uma segunda unidade com aproximadamente 500 m² no bairro de Pinheiros, passando a lidar com um público com poder aquisitivo maior. Nos anos seguintes, a rede inaugurou outras unidades por bairros da capital e cidades metropolitanas (Santo André, Guarulhos, Barueri) e adotou a estratégia de localizar suas lojas dentro de shopping centers, onde a comodidade e o fluxo de pessoas eram maiores. Neste período, para se impor no segmento de utilidades domésticas, que inclui desde louças e toalhas até pequenos eletrodomésticos, a rede apostou em engordar seus ganhos de forma paulatina, vendendo mercadorias de grife, como porcelanas Schmidt, por exemplo, por um preço competitivo. Outro fator importante para o crescimento da PREÇOLANDIA foi oferecer conforto e praticidade aos seus clientes através da Lista de Casamento (que hoje inclui muitas facilidades, como o acesso e o gerenciamento da lista em todas as lojas da rede, além da internet).


Em meados dos anos 2000, a PREÇOLANDIA lançou seu comércio eletrônico e passou a oferecer aos seus clientes mais um canal de venda com enorme comodidade. Para manter o ritmo de crescimento no patamar de dois dígitos, era preciso ampliar o número de lojas físicas, que em 2011 contava com 13 unidades espalhadas pela capital e região metropolitana de São Paulo. Sendo assim, no final deste ano a rede de utilidades domésticas inaugurou uma unidade localizada na Praia Grande, a primeira no litoral paulista. A loja apresentava novidades na ambientação, surpreendia pelo visual e oferecia até um quiosque eletrônico (espécie de tela de consulta para produtos). A partir deste momento, a rede quis entender quem eram seus clientes, gostos, quais suas reais necessidades e de que forma atendê-las (bem). Por meio de uma série de pesquisas, a empresa delineou o perfil da clientela. Com isso a PREÇOLANDIA reformulou os espaços físicos das lojas de forma a criar um ambiente intimista, onde o público pudesse fazer suas compras como se estivesse em casa. Para tal, os departamentos das lojas tiveram de ser repensados. Com isso, os produtos foram separados por mundos (seções) - Cozinha, Mesa, Eletro, Bem-Estar e Cuidar - ou seja, se o consumidor procurasse uma frigideira, ele acabaria encontrando a espátula ali pertinho.


Em 2014, a rede iniciou um processo de expansão para o interior de São Paulo com a inauguração de uma loja na cidade de Sorocaba. Pouco depois, a PREÇOLANDIA ingressou em novos mercados no interior paulista, como por exemplo, em Piracicaba, Campinas, Bauru e Jundiaí. A rede tomou mais uma atitude ousada no início de 2016, em plena crise econômica, com a abertura de nove lojas nos dois anos seguintes. Com isso, a rede chegou a 2018 com 31 lojas. A expansão nacional da rede só começou neste ano, quando a PREÇOLANDIA inaugurou suas primeiras unidades na região nordeste, em Salvador (BA), Aracaju (SE), Recife (PE), Maceió (AL), além de uma loja em Vila Velha no Espírito Santo. Em 2019 a PREÇOLANDIA deu prosseguimento ao seu plano de expansão ao inaugurar sua primeira loja em Fortaleza. Além disso, outras apostas da rede são as plataformas virtuais, que incluem o site e o sistema de televendas (este direcionado aos clientes da terceira idade, que não se sentem confortáveis em comprar pela internet).


PREÇOLANDIA é aquela amiga que entende de todos os cantinhos da casa onde a vida acontece de segunda a segunda. Inspira ordem e prosperidade, pois acredita no cultivo diário de uma casa melhor para uma vida melhor, através dos detalhes que descomplicam, organizam e embelezam. E tudo isso prezando sempre pela economia, pois fazer bons negócios está em seu DNA. Foi assim, com essa filosofia, que Arab Chafic Zakka transformou uma lojinha de periferia em uma das maiores redes de utilidades domésticas do Brasil.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. A identidade visual original, que apresentava as letras desalinhadas, foi substituída por um logotipo colorido e com uma nova tipografia de letra. Mais recentemente, esse logotipo passou por uma pequena modernização, adotando a cor vinho e com novo posicionamento do símbolo entre as letras L e A.


Os slogans 
Sua melhor casa todos os dias. (2019) 
Viva o prazer de estar em casa. 
Sua casa é seu mundo.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1978 
● Fundador: Arab Chafic Zakka 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Preçolandia Comercial Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Arab Chafic Zakka 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 45 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 1.000 
● Segmento: Varejo (houseware) 
● Principais produtos: Utilidades domésticas, eletrodomésticos, decoração, produtos de cama, mesa e banho 
● Concorrentes diretos: Camicado, Spicy, Daiso, Etna, Armarinhos Fernando, Le Biscuit, Zelo e MMartan 
● Slogan: Sua melhor casa todos os dias. 
● Website: www.precolandia.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente a PREÇOLANDIA possui aproximadamente 50 lojas localizadas na capital paulista, grande São Paulo e interior, além de Salvador, Maceió, Fortaleza, Recife, Aracajú, Vila Velha, Uberlândia e Cuiabá. A grande maioria de suas lojas (mais de 35 unidades) está localizada em shopping centers. Em média, cada loja da rede comercializa mais de 10 mil itens, entre utensílios para cozinha, pequenos eletrodomésticos, artigos de decoração, utilidades para lavanderia e organização, além de uma ampla variedade de itens de cama mesa e banho. A PREÇOLANDIA conta ainda com um comércio eletrônico, que segundo a empresa, hoje equivale por vendas de três lojas da rede. Esse serviço oferece a retirada na loja ou em lockers (o click-and-collect) e entregas via Correios ou por frota própria. 

Você sabia? 
A primeira unidade da rede inaugurada em 1978 no bairro paulistano da Água Rasa ainda funciona no mesmo lugar. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Diário do Comércio, Folha, Meio Mensagem e Estadão) sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Troiano Branding) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 13/12/2019