14.8.19

DOVE® CHOCOLATE


O chocolate DOVE®, suave e cremoso, é o parceiro ideal e perfeito na indulgência do chocolate. Por isso a tradicional marca americana, que incluí ainda delícias como bombons e sorvetes, conquistou milhões de fãs que fazem questão de ter pequenos momentos de prazer que terminem com um sabor de chocolate delicioso e persistente. Afinal, todas essas guloseimas DOVE® são feitas para saborear com muito prazer. 

A história 
Tudo começou no ano de 1939 quando o imigrante grego Leo Stefanos resolveu inaugurar a Dove Candies & Ice Cream (imagem abaixo), uma loja que vendia doces, chocolates, balas, pirulitos, sorvetes e guloseimas deliciosas, localizada em uma esquina das ruas 60th Street e Pulaski Avenue, região sul da cidade de Chicago, estado americano de Illinois. A ideia para o surgimento da marca aconteceu quando Leo ficou assustado ao presenciar seu filho, Michael, correr de forma imprudente pela rua em busca do caminhão de sorvete da vizinhança e decidiu então fazer seu próprio sorvete na esperança de manter Michael e seus irmãos, Chris e Amy, mais perto de casa e de forma segura. Após pesquisar inúmeras receitas (cortando blocos de sorvetes e mergulhando-os em um delicioso chocolate) ele finalmente lançou no mercado americano em 1956 o DOVEBAR® ICE CREAM, um delicioso sorvete no palito de baunilha recoberto com uma generosa camada de chocolate premium. Essa guloseima rapidamente se tornou popular na cidade de Chicago e arredores.


Nos início dos anos de 1970, Michael passou a trabalhar com seu pai na promoção e venda dos deliciosos sorvetes. Até então, os sorvetes eram produzidos de forma caseira pela família Stefanos na parte de trás da loja de doces. Após a morte de seu pai, em 1977, Michael assumiu definitivamente a empresa. Nesta época mais de um milhão de sorvetes DOVEBAR® eram comercializados em um único ano por vendedores de rua. Além disso, a empresa inovou nas embalagens: “as barras” de sorvete eram vendidas individualmente ou em um pacote de três unidades. Pouco depois foi lançada no mercado uma nova versão do sorvete: chocolate coberto com chocolate. O enorme sucesso, que até então era restrito localmente a cidade de Chicago e região, começou a mudar quando Michael resolveu apresentar o produto na importante feira Fancy Food Show, realizada na capital Washington, em 1984. Rapidamente as encomendas começaram a chegar de todo o país. E com isso, ele decidiu ampliar sua área de distribuição para cidades selecionadas em todo território americano. Em 1985 o sorvete já era vendido nacionalmente. O sucesso foi enorme e DOVEBAR® ICE CREAM passou a ser uma rica tradição familiar em várias casas americanas.


Todo esse sucesso chamou a atenção da tradicional Mars Incorporated, fabricante dos confeitos M&M’S, dos chocolates Snickers e Twix e das balas Skittles, e que desejava ingressar no segmento de sorvetes, que acabou adquirindo a marca DOVEBAR® ICE CREAM no ano de 1986. A nova proprietária aproveitou a força da marca que havia adquirido e, pouco depois, lançou no mercado as tradicionais barras de chocolate (com a marca DOVE® CHOCOLATE BAR). Com produção em grande escala e enorme distribuição por todo o país, fez da marca DOVE® um nome familiar para milhões de consumidores americanos também no segmento de chocolates. Em 1991, a marca ampliou sua linha de produtos com o lançamento do DOVE® PROMISES, pequenos pedaços de chocolate (nas versões ao leite e amargo) com recheios cremosos embrulhados individualmente em papel alumínio. Uma curiosa sobre esse novo produto era que os pequenos chocolates continham uma mensagem inspiradora no interior de seus invólucros, tornando cada momento um deleite fascinante para seus consumidores.


Nos anos seguintes a marca ampliou sua linha de chocolates em barra com o lançamento das versões com frutas, amêndoas, com recheio de caramelo e recheio trufado. Em 2006, para celebrar o 50º aniversário do tradicional sorvete, a marca lançou outros sabores deliciosos: menta coberto com chocolate, baunilha com calda de caramelo coberto com chocolate e pequenos pedaços de amêndoas. A linha de sorvete também seria ampliada com a versão em miniatura de seu tradicional sorvete, além da embalagem pote. Em 2012, a marca lançou novas opções de embalagens para seus chocolates em barra (muito maiores). Em 2015, a marca lançou a linha DOVE® FRUIT, que continha frutas inteiras, como cerejas, mirtilos e cranberries, recobertas de um delicioso chocolate amargo. Dois anos mais tarde, a marca inovou ao apresentar uma variedade que estava disponível exclusivamente online para seus consumidores: DOVE® SIGNATURE, uma barra de chocolate premium que podia ser comprada online e ser usada para dizer “eu te amo” para o destinatário/a.


Mais recentemente, no final de 2018, a marca lançou novas combinações de sabores tentadores inspiradas nas últimas tendências culinárias para sua linha DOVE® CHOCOLATE BAR. Oferecendo inovação e variedade para seduzir os paladares mais sofisticados, essa nova linha apresentou ao público chocolates em barras nas versões: Salted Caramel Blonde Chocolate (uma deliciosa mistura de chocolate branco e ao leite com notas de caramelo e um toque de sal marinho), Raspberry Rosé Dark Chocolate (chocolate amargo com uma deliciosa camada cremosa de framboesa), Almond Brittle Milk Chocolate (chocolate ao leite com deliciosos pedaços de amêndoas torradas e caramelo) e Bourbon Vanilla Dark Chocolate (chocolate amargo combinado com baunilha de Madagascar). Em 2019, a marca redefiniu seu clássico sorvete com o lançamento da linha DOVE® GELATO, sorvetes com receita tipicamente italiana nas versões: recoberto em chocolate escuro e polvilhado com pequenos pedaços de biscoitos e caramelo salgado com uma deliciosa casca de chocolate escuro e uma calda de caramelo crocante.


Do grão a barra, a empresa toma muito cuidado para manter os mais rígidos padrões de qualidade ao elaborar os produtos com a marca DOVE®. Tudo começa com os melhores grãos de cacau, que são testados por especialistas em qualidade e sabor. Os grãos então passam por técnicas especiais de torrefação e moagem - um processo enraizado na tradição europeia - para criar a assinatura suave, textura sedosa e excelente sabor do DOVE® Chocolate. Finalmente, a combinação perfeita de licor de chocolate e manteiga de cacau 100% pura é adicionada para criar um sabor equilibrado que não é muito doce, nem amargo demais.


A evolução visual 
O logotipo da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos, adquirindo um visual mais moderno e atraente. Até 2003 a marca continha um logotipo que tinha como símbolo uma pomba. Neste ano, a DOVE® remodelou sua identidade visual, que ganhou a cor marrom e uma textura semelhante ao chocolate, além de uma nova tipografia de letra. Mais recentemente a marca atualizou seu logotipo que ganhou uma imagem mais moderna e arrojada.


Os slogans 
Choose pleasure. 
Dove. Silky smooth. 
It’s not just dark. It’s Dove.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 1956 
● Criador: Leo Stefanos 
● Sede mundial: Chicago, Illinois, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Mars Wrigley Confectionery 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Andrew Clarke 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 20 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Segmento: Confeitos 
● Principais produtos: Chocolates e sorvetes 
● Concorrentes diretos: Milka, Cadbury, Hershey’s, Aero, Magnum, Skinny Cow e Klondike 
● Slogan: Choose pleasure. 
● Website: www.dovechocolate.com 

A marca no mundo 
Atualmente os produtos com a marca DOVE®, que englobam chocolates, bombons e sorvetes, são vendidos nos Estados Unidos, Canadá, México e vários países da Europa Continental. Além disso, seus produtos são comercializados com a marca GALAXY no Reino Unido, Irlanda, Austrália, Oriente Médio, Marrocos, Índia, Paquistão, Egito e Malta. Em 2018, foi uma das principais marcas de chocolate em volume de vendas no mercado americano. Além disso, os consumidores americanos classificam o DOVE® Chocolate como uma das principais marcas em termos de qualidade em seu segmento. A marca também comercializa outros produtos relacionados como leite com chocolate pronto para beber e chocolate em pó. 

Você sabia? 
A DOVE® foi a primeira marca de chocolate nos Estados Unidos a obter a certificação Rainforest Alliance (cujo objetivo é definir práticas agrícolas corretas e que causem menos impacto à saúde dos consumidores e ao meio-ambiente). 
A DOVE® também oferece produtos para pessoas com alergias, que são fabricados em uma instalação que não lida (em nenhuma etapa de produção) com amendoins, amêndoas ou nozes. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 15/8/2019

8.8.19

SAUDIA


Decolando para o futuro como parte de um ambicioso plano de estratégia e transformação, a companhia aérea saudita SAUDIA (outrora conhecida como Saudi Arabian Airlines) investiu em novas e modernas aeronaves, produtos inovadores e melhorias no atendimento, tudo com um único propósito, oferecer a todos os seus milhões de passageiros o mais alto nível de hospitalidade e conforto enquanto viajam. Apesar de ser originária de um país com uma forte ideologia religiosa, a SAUDIA conquistou milhões de passageiros, principalmente muçulmanos, por seu respeito às crenças, hospitalidade e simpatia no atendimento. 

A história 
A Saudi Arabian Airlines (conhecida pela abreviatura em inglês como SAUDIA) entrou em operação no mês de setembro de 1945 com uma única aeronave DC-3 (Dakota), que o então presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt havia presenteado o Rei Abdul Aziz Ibn Saud após um encontro no Canal de Suez no dia 14 de fevereiro. O presente serviu para que o Monarca saudita desse início ao desenvolvimento da aviação civil no país. O aeroporto internacional de Jidá, capital comercial do reino Saudita, foi escolhido como base de operações, e num sinal das boas relações diplomáticas entre Arábia Saudita e Estados Unidos, a TWA assumiu o gerenciamento da recém-criada companhia aérea. Esta aeronave foi inicialmente utilizada na rota entre as cidades de Riade, Jidá e Dharhran e transportava tanto passageiros como cargas. Poucos meses depois, mais duas aeronaves DC-3 foram adquiridas. No dia 14 de março de 1947, ocorreu o primeiro voo doméstico regular da jovem companhia aérea. Nesta época, sua frota já era composta por 5 aeronaves DC-3, o que possibilitou a ampliação da pequena malha aérea com o lançamento de voos para as cidades do Cairo e Damasco. Em 1952, com a ampliação de sua frota, novos destinos no Oriente Médio e região foram adicionados à rede, como por exemplo, Amã (Jordânia), Karachi (Paquistão), Beirute (Líbano) e Istambul (Turquia). Pouco depois, em 1954, a Saudi Arabian Airlines adicionou a sua frota a primeira aeronave pressurizada (um Convair 340). 



Nos anos seguintes, novas rotas foram adicionadas a sua malha aérea e, em 1959, foi inaugurado o primeiro centro de manutenção da companhia aérea na cidade de Jidá. Em 1962, a Saudi Arabian Airlines adquiriu duas aeronaves Boeing 720B, tornando-se assim a segunda companhia aérea no Oriente Médio a utilizar um jato em seus voos regulares. No ano seguinte, o rei Faisal, da Arábia Saudita, assinou documentos que transformaram a Saudi Arabian Airlines em uma empresa totalmente independente. Ainda nesta década, em 1967, a Saudi Arabian Airlines se tornou oficialmente membro da IATA (International Air Transport Association’s), e com isso pode ampliar sua malha aérea, iniciando voos para as cidades de Genebra, Frankfurt e Londres em 1970, seus primeiros destinos no continente europeu. No dia 1º de abril de 1972, a Saudi Arabian Airlines mudou oficialmente seu nome para SAUDIA (uma abreviatura em inglês do nome da companhia aérea). No mesmo ano, a companhia aérea recebeu seus primeiros Boeing 737-200. Em 1973, a companhia aérea atingiu um grande marco em sua história: transportou um milhão de passageiros pela primeira vez em sua história. No final da década, além de novas aeronaves se juntaram à frota e várias novas rotas serem adicionadas, a empresa inaugurou o Centro de Treinamento de Voo (1979).


Nos anos de 1980, a companhia aérea saudita concentrou-se na modernização de sua frota e na ampliação de sua malha aérea, e como resultados dessas ações, no ano de 1980, a SAUDIA inaugurou voos para a cidade de Nova York. Na década seguinte, a companhia aérea continuou seu crescimento com a adição de novos destinos, bem como a introdução de novas e modernas aeronaves, como o Boeing 747-400, o MD-11 e o MD-90. Além disso, seus serviços de bordo foram melhorados. Em 1994 a empresa introduziu um cardápio específico para crianças, melhorando assim seu serviço de bordo. Apesar da tradição histórica da SAUDIA como uma companhia estatal, no ano de 2000 o Príncipe Abdulaziz Al Saud iniciou estudos para a privatização da empresa. Na condição de Ministro da Aviação e Defesa, Al Saud separou em diferentes unidades comerciais os serviços de catering, apoio de solo e manutenção. Estas ações contribuíram para que a empresa apresentasse lucros operacionais nos anos seguintes. A partir do final de setembro de 2001, o cigarro foi proibido em todos os voos de/para a Europa. Pouco depois, em 2004, a companhia aérea transportou mais de 15 milhões de passageiros, registrando um aumento de 14% nos lucros.


Em 2009, a companhia aérea saudita lançou novos voos para três cidades indianas (Lucknow, Bangalore e Calicut), assim como incorporou a sua frota o moderno Boeing 777. E a Saudia Private Aviation (SPA), criada neste mesmo ano, introduziu voos domésticos e internacionais para empresários e altos executivos com serviços exclusivos. Pouco depois, em 2011, começou a voar para a importante cidade industrial chinesa de Guangzhou, abrindo assim outro enorme e importante mercado mundial. Finalmente, no dia 29 de maio de 2012, a companhia aérea se tornou membro da aliança global SkyTeam e, para celebrar a importante data e como parte de uma iniciativa maior de reposicionamento, reverteu seu nome para SAUDIA. O ano de 2013 foi repleto de novidades: adotou novas especificações e projetos nas três classes em suas aeronaves; lançou seu novo lounge Alfursan para voos internacionais no Aeroporto Internacional King Khaled, em Riad, e revelou seu recém-desenvolvido programa de fidelidade Alfursan, oferecendo vários benefícios, que além de passagens aéreas gratuitas, concede descontos em redes de hotéis, locadoras de veículos e outros serviços oferecidos por empresas parceiras. Ainda este ano, lançou voos de Riad para Madri, com escala em Jidá, usando o moderno A320, e seu voo para a cidade canadense de Toronto. 



Em 2014, a SAUDIA continuou evoluindo e ampliando seus serviços, como por exemplo, com o lançamento dos primeiros voos diretos de Dammam para Istambul, para Los Angeles, seu terceiro destino nos Estados Unidos depois de Washington e Nova York, e a reintrodução da rota para a cidade inglesa de Manchester. A empresa conquistou também importantes prêmios internacionais como o melhor assento de Classe Econômica do Mundo e melhor Comodidades de Primeira Classe, além de receber o 4-Star Airline Rating, um selo de aprovação de qualidade atualmente concedido a apenas 35 companhias aéreas. Em 2017, inaugurou seu primeiro lounge Internacional ALFURSAN no Aeroporto do Cairo. Mais recentemente, em junho de 2018, a SAUDIA foi a primeira companhia aérea do Oriente Médio a lançar o serviço WhatsApp gratuito em todos os voos domésticos e internacionais (se a aeronave estiver equipada com conectividade). Atualmente a SAUDIA vem investindo muito em marketing, especialmente global, sendo uma das principais patrocinadoras do campeonato mundial da FIA Formula E (carros elétricos).


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. A marca utilizou durante muitos anos o nome Saudi Arabian Airlines (em uso até 1972 e reintroduzido em 1996). É bom ressaltar que até o ano de 1996 a cor predominante no logotipo da marca era verde e branca, mudando daí em diante para ouro e azul. Além disso, o tradicional símbolo de duas espadas cruzadas e uma tamareira ganhou um novo design e leitura, com o acréscimo de uma discreta lua crescente. A companhia aérea retomou a abreviatura de seu nome em inglês SAUDIA (usado entre 1972 e 1996) em 29 de maio de 2012. Essa mudança foi para celebrar o ingresso da empresa na aliança de companhias aéreas SkyTeam, fazendo parte também de uma iniciativa maior de reposicionamento de marca, principalmente no mercado internacional.


A identidade visual de seus aviões também acompanhou as remodelações da marca saudita.


Os slogans 
Welcome to your world. (2012) 
We Aim To Please You. (2007) 
Proud to serve you. (anos de 1990) 
We flew here with Saudia.


Dados corporativos 
● Origem: Arábia Saudita 
● Fundação: Setembro de 1945 
● Fundador: Rei Abdul Aziz Ibn Saud 
● Sede mundial: Jidá, Arábia Saudita 
● Proprietário da marca: Saudi Arabian Airlines Corporation 
● Capital aberto: Não (propriedade do Governo da Arábia Saudita) 
● Chairman: Ghassan Al-Shabal 
● CEO: Jaan Albrecht 
● Faturamento: US$ 7.8 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Frota: 162 aeronaves 
● Destinos: 95 
● Passageiros transportados: 34 milhões (2018) 
● Hub principal: Aeroporto Internacional King Abdulaziz 
● Presença global: 35 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 11.000 
● Segmento: Aviação 
● Principais produtos: Aviação comercial e cargueira 
● Concorrentes diretos: Emirates, Qatar Airways, Gulf Air, Etihad Airways, Singapore Airlines e Royal Jordanian 
● Slogan: Welcome to your world. 
● Website: www.saudia.com 

A marca no mundo 
Atualmente a companhia aérea saudita opera voos domésticos e internacionais para mais de 95 destinos em 35 países no Oriente Médio, África, Ásia, Europa e América do Norte, transportando mais de 34 milhões de passageiros (dados de 2018) através de 162 modernas aeronaves com média de idade de 4.6 anos, com mais de 200 mil voos realizados por ano. Suas épocas de maior demanda de vôos (charters) coincidem com os períodos do Ramadã e do Hajj, épocas sagradas para os muçulmanos, a exemplo de sua histórica missão. A cidade de Jidá é considerada um patrimônio mundial pela UNESCO, dentre outros motivos, por ser a porta de entrada de inúmeros peregrinos muçulmanos que por ela passam em rumo à cidade sagrada de Meca. Por essa razão, grande parte da demanda de voos da SAUDIA visa atender às peregrinações. Trata-se de uma missão tão importante para a companhia, que algumas de suas aeronaves possuem até locais reservados para orações. Seu serviço de bordo, inclusive, exclui alimentos à base de carne de porco e bebidas alcoólicas, em respeito às tradições islâmicas. A companhia aérea é a terceira maior do Oriente Médio em termos de receita, atrás somente da Emirates e da Qatar Airways

Você sabia? 
Um terrível acidente afetou a SAUDIA no dia 12 de novembro 1996, quando uma colisão entre duas aeronaves na região de Charkhi Dadri, espaço aéreo indiano, matou todas as 349 pessoas a bordo. O Boeing 747-100 da SAUDIA e o Ilyushin Il-76, da Kazakhstan Airlines, se chocaram em pleno ar. Investigações mostraram que houve falhas na comunicação entre as duas aeronaves e que o avião da Kazakhstan Airlines, em determinado momento, reduziu a sua altura de voo sem autorização e aviso, o que foi atribuído ao treinamento deficiente e a habilidades de inglês não suficiente de seus pilotos. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 8/8/2019

2.8.19

ABB


Poucos no mundo conhecem a empresa suíça/sueca ABB. Mas saiba que ela está presente em sua vida cotidiana muito mais do que você possa imaginar. Afinal, a ABB é líder em tecnologias de energia e automação que possibilitam aos clientes da indústria, concessionárias de serviços, de infraestrutura e transporte a melhora de seu desempenho ao mesmo tempo em que reduzem o impacto ambiental. 

A história 
Para contar a história da ABB é preciso voltar no tempo. Charles Eugene Lancelot Brown e Walter Boveri fundaram a BBC (abreviação de Brown, Boveri & Cie) na cidade suíça de Baden em 1891. Os pioneiros no setor de engenharia elétrica vislumbraram a eletricidade como referência para os novos tempos. Eles contribuíram e se envolveram também no setor ferroviário. Em 1913 a BBC forneceu as primeiras locomotivas para a linha Albula e foi a primeira das “forças motrizes” por trás da eletrificação da rede ferroviária suíça. Logo em seguida, foi a primeira empresa a transmitir energia de alta tensão. Já a sueca ASEA nasceu em 1890, resultado da fusão das empresas Elektriska Aktiebolaget (fundada em 1883 como uma fabricante de geradores e iluminação elétrica por Ludvig Fredholm) e Wenströms & Granströms Elektriska Kraftbolag (cujo criador, Jonas Wenström, inventou em 1899 o sistema trifásico para geradores, transformadores e motores).


Nas décadas seguintes essas duas empresas foram responsáveis por grandes avanços tecnológicos, alguns dos quais pioneiros na história do desenvolvimento das engenharias elétrica e mecânica, como por exemplo, a primeira turbina a vapor na Europa (1901), o maior transformador de 2.500 kVA (kilovolt ampere) autorrefrigerado do mundo (1932), a primeira turbina de combustão a gás para gerar eletricidade (1939), a primeira locomotiva de alta velocidade com eixo de transmissão adequado exclusivamente em vagões de plataforma (1944), o primeiro envio de informação por dispositivo de frequência realizado por uma linha de alta tensão de 735 kV para uma estação de energia de unidade de controle (1953), introdução de um tiristor aprimorado capaz de controlar muito mais corrente elétrica do que dispositivos existentes (1963), o lançamento de um dos primeiros robôs industriais (1978) e a instalação de um dos nove geradores na maior estação hidrelétrica do mundo em Itaipú na América do Sul (1984).


A ABB (uma abreviação de Asea Brown Boveri) foi fundada oficialmente no dia 5 de janeiro de 1988 quando essas duas empresas, consideradas líderes em um segmento conhecido como “indústria eletrotécnica”, decidiram unir suas forças para formar um dos maiores conglomerados no mundo. A nova empresa, com sede na cidade suíça de Zurique, tinha faturamento de US$ 18 bilhões e empregava 160.000 pessoas em todo o mundo. Suas principais operações incluíam geração, transmissão e distribuição de energia; transporte elétrico; e automação industrial e robótica. Já no ano seguinte, a ABB comprou mais 40 empresas, incluindo os ativos de transmissão e distribuição da Westinghouse Electric, e da Combustion Engineering (C-E). Essas duas grandes aquisições ampliaram as operações mundiais de transmissão e distribuição de energia da ABB e proporcionaram uma participação de mercado substancial no segmento de projetar e construir instalações de geração de energia nos Estados Unidos.


Em 1990, a ABB lançou o Azipod, uma família de sistemas de propulsão elétrica que eram fixados na parte externa dos navios proporcionando funções de impulso e stearing. Esses sistemas aumentavam a manobrabilidade, eficiência e espaço disponível à bordo. Nesta época, a ABB começou a expandir suas operações na Europa Central e Oriental. Um padrão similar ocorreu na Ásia, onde as reformas econômicas na China e o levantamento de algumas sanções ocidentais ajudaram a abrir a região para uma nova onda de investimento externo e crescimento industrial. Em 1995, a ABB concordou em fundir sua unidade de engenharia ferroviária com a da Daimler-Benz AG da Alemanha. O objetivo era criar a maior fabricante mundial de locomotivas e vagões ferroviários. No final desta década, em 1998, a empresa lançou no mercado o FlexPicker, um robô delta (de três braços) projetado unicamente para a indústria de separação e empacotamento. Ainda este ano, adquiriu a unidade de automação da Alfa Laval, sediada na Suécia, que na época era um dos principais fornecedores europeus de sistemas de controle de processo e equipamentos de automação.


Em julho de 2013, a ABB adquiriu a Power-One em uma transação de US$ 1 bilhão, para se tornar a principal fabricante global de inversores solares. No ano seguinte, apresentou o YuMi, um robô inovador de montagem de braço duplo que permite que pessoas e máquinas trabalhem lado a lado, liberando um novo potencial de automação em várias indústrias. Em 2018, para promover sua posição como fornecedora com a maior base instalada de estações de carregamento rápido de EV em todo o mundo, a ABB tornou-se patrocinadora do Campeonato da FIA de Fórmula E, a primeira série internacional totalmente elétrica de automobilismo. E ainda apresentou o carregador Terra High Power para veículos elétricos, capaz de carregar em oito minutos energia suficiente para permitir que um carro elétrico viaje 200 quilômetros. Ainda este ano, concluiu a aquisição da GE Industrial Solutions, empresa global de eletrificação, e anunciou a venda 80.1% de seus negócios de Power Grids (que oferece produtos de energia e automação, sistemas, serviços e soluções de software em toda a cadeia de valor de geração, transmissão e distribuição de energia) para a japonesa Hitachi. A mais recente novidade da empresa atende pelo nome de ABB Ability™, uma ferramenta, desenvolvida em parceria com a Microsoft, que cria soluções e serviços que podem ser aplicados diretamente na rotina dos principais segmentos da indústria, como transporte, infraestrutura, petróleo e gás, energia elétrica, entre outros.


Com um histórico de inovação de mais de 130 anos, a empresa está escrevendo o futuro da digitalização industrial com duas claras propostas de valor: trazer a eletricidade de qualquer usina para qualquer tomada e automatizar indústrias de recursos naturais até produtos acabados. A ABB é atualmente líder em indústrias digitais com quatro negócios líderes globais focados no cliente: Eletrificação (oferece um amplo portfólio de produtos, soluções e serviços digitais, desde infraestrutura EV - carregamento elétrico -, inversores solares, subestações modulares, automação de distribuição, proteção de energia, interruptores até tomadas e plugues industriais, permitindo a eletrificação segura, inteligente e sustentável), Automação Industrial (oferece uma ampla gama de soluções para indústrias de processo e híbridas, incluindo automação integrada, eletrificação e soluções digitais específicas do setor, tecnologias de controle, software e serviços avançados, assim como medição e análise para o mercado marítimo e de turboalimentador), Movimento (uma linha completa de motores elétricos, geradores, drives/acionamentos e serviços, bem como produtos de transmissão de potência mecânica e soluções integradas de powertrain digital) e Robótica e Automação Discreta (fornece soluções de valor agregado em automação de robótica, máquinas e fábricas), suportados pela plataforma digital ABB Ability™.


Os slogans 
Let’s write the future. Together. (2016) 
Power and Productivity for a better world. (2008) 
Ingenuity at work. (1999) 
Our solutions become standards. (1999) 
Think globally act locally. (1988)


Dados corporativos 
● Origem: Suíça/Suécia 
● Fundação: 5 de janeiro de 1988 
● Fundador: Fusão da Asea e da Brown Boveri & Compagnie (BBC) 
● Sede mundial: Zurique, Suíça 
● Proprietário da marca: ABB Ltd. 
● Capital aberto: Sim (1988) 
● CEO: Peter Voser 
● Faturamento: US$ 27.6 bilhões (2018) 
● Lucro: US$ 2.17 bilhões (2018) 
● Valor de mercado: US$ 40.7 bilhões (agosto/2019) 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 147.000 
● Segmento: Energia e automação 
● Principais produtos: Robôs, sistemas e soluções de automação para concessionárias de energia, infraestrutura e indústrias 
● Concorrentes diretos: GE, Siemens, Emerson, Honeywell, Fanuc Robotics, Kuka Robot Group, Eaton e Schneider 
● Slogan: Let’s write the future. Together. 
● Website: www.abb.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a ABB é líder em tecnologias nas áreas de energia e automação industrial, está presente em mais de 100 países ao redor do mundo, com aproximadamente 147.000 funcionários e um faturamento de US$ 27.6 bilhões (dados de 2018). A empresa suíça/sueca desenvolve tecnologias e produtos para eletrificação, robótica, automação industrial e redes elétricas. Mais da metade do faturamento da ABB é proveniente de mercados europeus, quase um quinto da Ásia, do Oriente Médio e África, sendo que um quarto é gerado pelas Américas do Norte e do Sul. No Brasil a ABB conta com 6 mil funcionários divididos em 6 unidades espalhadas pelo país. 

Você sabia? 
A antecessora da empresa iniciou suas atividades no Brasil em 1912, quando forneceu os equipamentos elétricos para um dos cartões postais do país, o Bondinho do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. 
O maior acionista da ABB é a poderosa família Wallenberg. O resto do patrimônio líquido é distribuído a um número estimado de 290.000 acionistas. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 2/8/2019

24.7.19

CARABAO ENERGY DRINK


No mundo, as bebidas energéticas tornaram-se extremamente populares entre o público jovem, urbano e moderno. Ao posicionar essas bebidas como moda e descolada, muitas marcas esqueceram o propósito original de um energético. Mas a CARABAO ENERGY DRINK acredita que as bebidas energéticas foram criadas com a finalidade de fornecer reposição de energia perdida. A marca tailandesa simboliza o espírito dos indivíduos que lutam pela causa em que acreditam. Não pela força, mas com determinação, daí o slogan: “O Espírito de Combate de Carabao”. Por isso a marca posicionou-se como uma bebida energética para aqueles que precisam de “reabastecimento”. 

A história 
Originada na Tailândia, a empresa foi fundada no dia 22 de agosto de 2001 com enorme aporte financeiro do empresário Sathien Setthasit, por Nutchamai Thanombooncharoen e por um amigo próximo e um dos maiores músicos da história asiática, Aed Carabao (pronuncia-se “ED”), nome artístico de Yuenyong Opakul, líder e vocalista de uma popular banda de rock tailandesa chamada Carabao, criada no final da década de 1970 e que a grande maioria dos tailandeses considera como “a voz do povo”. A nova empresa lançou no mercado no dia 28 de outubro de 2002 o energético CARABAO DANG. O nome da marca resultou da associação da empresa com a banda Carabao (que significa “búfalo” em tailandês e, desta maneira, o animal foi levado para a identidade visual da marca, que simboliza também força, energia, em total sinergia com o produto), combinado com o Tawandang Brewery Restaurant, uma microcervejaria e restaurante, fundada em 1999 por Sathien Setthasit, que alcançou sucesso ao oferecer ótima cerveja alemã e comida tailandesa.


Lançado inicialmente em pequenas garrafas de vidro e comercializado com o slogan “Carabao Dang: The Fighting Spirit”, a bebida energética, infundida com vitamina B12 e tendo Aed Carabao como seu principal embaixador, se tornou um sucesso instantâneo. A empresa iniciou suas operações comerciais com três linhas de produção, com capacidade máxima de 275 milhões de garrafas por ano. Rapidamente, a marca ganhou enorme popularidade principalmente, entre os trabalhadores rurais, hoje os maiores consumidores de energéticos do país. Em 2004, com crescimento acelerado no mercado nacional, a empresa intensificou seu processo de internacionalização pelo território Asiático, com o lançamento do CARABAO ENERGY DRINK em 15 países, como por exemplo, Camboja, Mianmar, Afeganistão e Vietnã, além dos Estados Unidos. Já em 2010, a empresa aumentou a capacidade máxima de produção para 205 milhões de latas por ano (embalagem lançada no mercado em 2004).


Em apenas dez anos, no ano de 2012, a marca conquistou 17% do mercado de bebidas energéticas na Tailândia (um dos maiores do mundo). Pouco depois, em maio de 2014, a empresa lançou um novo produto no mercado, um isotônico chamado Start Plus (em 2018, renomeado para CARABAO SPORT). E também o CARABAO SUGAR FREE, a versão do energético sem açúcar. Depois de vários anos de divulgação, marketing e ampliação de suas operações, o ano de 2015 entrou para a história da marca. Primeiro, porque se iniciava o processo de expansão global através do Chelsea, time de futebol da poderosa e bilionária Premier League, principal liga profissional de futebol da Inglaterra. Segundo, porque a empresa no mesmo período obteve faturamento recorde de US$ 225 milhões, conquistando importante participação do mercado de energéticos na Tailândia. Pouco depois, a empresa utilizou a força da marca CARABAO para ingressar em outras categorias de produtos, com o lançamento de águas minerais, cafés prontos para beber e uma linha de cafés instantâneos.


Em 2016, com objetivo de expandir globalmente a marca CARABAO ENERGY DRINK, a empresa iniciou suas operações no enorme mercado do Reino Unido e pouco depois na Espanha, vendendo a tradicional bebida energética em latas de 325 ml. O sabor foi desenvolvido especificamente para corresponder à preferência dos consumidores europeus. No ano seguinte, o mesmo processo foi realizado na China e no Brasil, países vistos como estratégicos na busca por conquistar o mercado global. As mais recentes novidades da marca são o CARABAO GREEN APPLE, um energético com aroma de maçã verde, e o CARABAO MANDARIN ORANGE, com sabor de laranja. Uma bebida energética criada para repor as energias do dia a dia, associada à prática esportiva e hábitos saudáveis. O CARABAO ENERGY DRINK é ideal para qualquer momento. Seja treinando ou praticando esportes, mantendo a saúde ou superando limites. Sempre que uma energia extra for necessária, conte com o energético CARABAO ENERGY DRINK.


Por intermédio do futebol, considerado o esporte mais democrático do mundo com bilhões de fãs espalhados pelo planeta, a marca procurou um ingresso rápido no mercado global, para obter uma fácil aceitação de milhões de consumidores. Para aproveitar a fatia extra projetada para o mercado mundial de bebidas energéticas, a marca começou a investir pesado em patrocínios a grandes times do futebol para conquistar e interagir frequentemente com o público. Esse plano de marketing começou em 2015 com o time de futebol do Reading Football Club, que disputava a segunda divisão inglesa. No final deste ano a marca assinou um acordo para se tornar um dos três principais patrocinadores da equipe do Chelsea. E também passou a ser o principal patrocinador da Copa da Liga Inglesa, rebatizada como CARABAO CUP. Em 2016, a equipe do Flamengo acertou patrocínio com a marca CARABAO ENERGY DRINK por seis temporadas. No primeiro ano do acordo a marca foi exposta nas mangas do uniforme rubro-negro. E a partir de 2018 a marca migraria para a cota máster na camisa. Porém, no final de 2018, com dificuldades de distribuição no país e cláusula de saída em caso de não atingir metas de vendas, a marca acertou o rompimento do contrato com o Flamengo.


A evolução visual 
O logotipo da CARABAO ENERGY DRINK é único entre as marcas de bebidas energéticas, uma vez que foi desenhado pelo próprio Aed Carabao. Representa a força física e emocional das pessoas que possuem o espírito de luta. A imagem estilizada de um crânio de búfalo (inspirada no símbolo de força e energia do animal) com um pássaro vermelho, que representa a liberdade, pode ser visto em toda Tailândia. O tradicional logotipo passou apenas por uma pequena atualização no decorrer dos anos.


Acompanhe abaixo todo o simbolismo e significado da identidade visual do CARABAO ENERGY DRINK.


Os slogans 
Carabao. The bonkers drink for bonkers lives. (2018, Reino Unido) 
Bring it on. (2016) 
Free your inner Carabao. (2016) 
Songs gave them hope, Carabao gives them energy. 
Carabao Dang: The Fighting Spirit.


Para comemorar o título do Chelsea na temporada de 2016/2017 da Premier League, a marca preparou uma campanha ousada e provocativa contra sua grande rival, a Red Bull. A campanha “Wins. Not wings” (algo como “Vitórias. Não asas”, em português) era uma provocação sarcástica contra o slogan de sua maior rival.


Dados corporativos 
● Origem: Tailândia 
● Lançamento: 28 de outubro de 2002 
● Criador: Yuenyong Opakul, Sathien Setthasit e Nutchamai Thanombooncharoen 
● Sede mundial: Bangkok, Tailândia 
● Proprietário da marca: Carabao Tawandang Co. Ltd. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Sathien Setthasit 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 40 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Bebidas não alcoólicas 
● Principais produtos: Energéticos 
● Concorrentes diretos: Red Bull, Monster, Burn, AMP Energy, Rockstar, Fly Horse, 5-hour Energy e M150 
● Ícones: O crânio de um búfalo 
● Slogan: The Fighting Spirit. 
● Website: www.carabaoenergy.co.uk 

A marca no mundo 
Atualmente a CARABAO ENERGY DRINK vende sua linha de energéticos em aproximadamente 40 países nas Américas (Estados Unidos, México e Brasil), Europa (Reino Unido, Espanha, Holanda, Itália e Alemanha), África (África do Sul e Nigéria), Ásia (China, Coréia do Sul e Malásia), além da Austrália. A marca é a vice-líder de mercado no segmento de bebidas energéticas na Tailândia, com 26% de participação, com amplo crescimento em importantes mercados estrangeiros, como por exemplo, Reino Unido e China. Esses mercados estrangeiros representam mais de 45% das vendas da marca. A empresa possui 12 fábricas com capacidade produtiva de 1.6 milhões de garrafas e 1.1 milhões de latas. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), JORNAIS (o Glogo, Estadão e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 24/7/2019

19.7.19

RAUCH


Beber é vital, mas a austríaca RAUCH oferece mais do que isso: sucos de frutas naturais, frescos e puros. Por isso, a RAUCH é apaixonada por frutas e sempre busca instigar os consumidores a buscar novas opções de sabores e aproveitar os benefícios das frutas exóticas ou incomuns. Os sucos de frutas da marca são perfeitos para matar a sede. Feitos 100% de frutas cuidadosamente selecionadas, a RAUCH conquistou milhões de consumidores com frescor e prazer saudável, especialmente na Europa, por oferecer produtos da mais alta qualidade, desde sabores clássicos como laranja e maçã até exóticos como damasco, romã e goiaba rosa. 

A história 
A história da RAUCH começou após o fim da Primeira Guerra Mundial, quando Franz Josef Rauch, impulsionado pela ideia de preservar o sabor das melhores frutas e trazê-lo para o consumidor, no ano de 1919, resolveu fundar em Rankweil, território austríaco de Vorarlberg, uma pequena fábrica (composta apenas por uma prensa de cidra) para produzir sucos de maçã, e cujas frutas eram adquiridas de pequenos agricultores da região. Os primeiros sucos de maçã eram entregues a bares, restaurantes e hotéis da região em garrafas de 1 litro. Sua esposa, Katharina Rauch, não apenas apoiou ativamente o marido e sua visão em tempos de incertezas, mas através de sua persistência e força vital teve um papel decisivo na ascensão dos negócios da família nos anos seguintes. Com ideias novas, ele e sua mulher sempre estavam um passo à frente da concorrência. Nos anos seguintes, isso fez da marca RAUCH uma pioneira no segmento de suco de frutas no mercado austríaco.


Após a Segunda Guerra Mundial a RAUCH ampliou a linha de sabores de seus tradicionais sucos. A partir dos anos de 1960 a produção de sucos de frutas foi ampliada e a marca passou a se expandir no mercado austríaco e também exportar seus sucos para outros países europeus. Na década de 1970, RAUCH tornou-se o suco de fruta mais popular entre os austríacos. Além disso, a expansão internacional foi ampliada e novos mercados no exterior foram conquistados, como no Oriente Médio, Norte da África e Extremo Oriente, especialmente com a linha RAUCH YELLOW (em garrafas de vidro ou lata). Nos anos seguintes a marca lançou novidades no mercado, como por exemplo, a popular linha RAUCH HAPPY DAY (utiliza as melhores frutas selecionadas de todo o mundo, para oferecer sucos naturais com até 100% do puro sumo da fruta). Essa linha foi uma das responsáveis pelo enorme sucesso da marca, pois além de oferecer sabores tradicionais como laranja, maçã, manga, limão, uva, abacaxi, apresentou aos consumidores opções atém então não difundidas e exóticas como tomate, cranberry, morango, tangerina, lichia, banana, pera, romã, damasco, framboesa, amora e goiaba rosa. Outra linha popular lançada nessa época foi a RAUCH BRAVO (néctares frutados e bebidas ricas em vitaminas, nutrientes e minerais em combinações inusitadas de frutas).


Além disso, a marca inovou ao lançar a linha de chás NATIVA, que utilizava apenas folhas de chá verde. Nos últimos anos a RAUCH resolveu estar ativamente envolvida no marketing esportivo apoiando atletas e equipes de esportes de inverno, futebol, fórmula 1 (como por exemplo, a escuderia RBR), hóquei no gelo e vôlei de praia. Com isso a empresa aumentou enormemente o reconhecimento da marca RAUCH no cenário internacional. A marca austríaca também ampliou sua linha para outras categorias de produtos com o lançamento da CAFEMIO (cafés gelados com leite fresco dos Alpes em versões como Cappuccino, Macchiato e Intenso), RAUCH SPORT (isotônicos que atendem as necessidades de hidratação e reposição de minerais e vitaminas) e RAUCH CULINARY (deliciosos produtos naturais, como vinagre de cidra e suco de limão 100% natural para utilização em receitas), além da RAUCH YIPPY (sucos de frutas naturais em sabores como maçã, frutas vermelhas, cereja, laranja e pêssego direcionados ao público infantil, comercializados em divertidas e coloridas garrafas, enriquecidos com cálcio, vitaminas e sem conservantes). Em 2019, com a forte tendência de mercado por menos açúcar, a marca lançou duas bebidas de chá com variante zero de açúcar.


Com um século de experiência neste segmento, a marca RAUCH estabeleceu um forte posicionamento com seus sucos premium desenvolvidos para atrair um amplo público consumidor, desde jovens adultos conscientes em nutrição até crianças e conhecedores de sucos de frutas. A marca também utiliza o varejo como uma potente ferramenta de marketing através das unidades RAUCH JUICE BAR, estabelecimentos que vendem saborosos sucos de frutas (puro, batido com leite ou iogurte), smoothies, cafés gelados e especialidades sazonais preparados na hora com uma variedade de combinações extremamente criativas. Essas lojas também vendem sanduíches, salgados e doces. Atualmente a rede RAUCH JUICE BAR, que inaugurou sua primeira loja em 2012, conta com 7 unidades na Áustria (em cidades como Viena e Innsbruck), 2 na Alemanha, além de unidades dentro de navios de cruzeiro da empresa TUI Cruises. Na temporada de verão europeu a RAUCH disponibiliza ainda os chamados JUICE TRUCK, que servem sucos feitos na hora com frutas frescas e selecionadas.


Afinal, porque a RAUCH faz tanto sucesso na Europa? Primordialmente porque se preocupa muito com o meio-ambiente e por isso se concentra em sustentabilidade e proteção. Entre outras medidas, utiliza somente embalagens feitas com 100% de recursos renováveis (amido de milho e beterraba) que são biodegradáveis. Além disso, desde junho de 2019, também oferece os primeiros sucos e chás em garrafas PET 100% recicladas. Até agora, a proporção de rePET (PET reciclado) foi de até 50%. A partir de então, seus produtos da linha RAUCH JUICE BAR (que apresenta combinações exóticas de sucos como laranja/manga/cenoura, maçã/uva/framboesa, morango/banana/maçã ou pepino/kiwi/spirulina) são comercializados em garrafas totalmente recicladas e recicláveis, um passo significativo para a proteção do meio-ambiente. Outro fator importante é que a RAUCH reconhece a natureza como fonte de frutas, seu bem mais essencial, trabalhando assim ativamente no uso econômico, sustentável e cuidadoso de seus recursos. A empresa também está constantemente comprometida em comprar produtos regionais. E por isso, muitos de seus produtos são “fabricados na Áustria”. Cuidadosamente engarrafados no país, a RAUCH é capaz de transportá-los a curtas distâncias, garantindo assim que os produtos sejam sustentáveis e da mais alta qualidade.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos, adquirindo uma grafia mais moderna e atraente.


Dados corporativos 
● Origem: Áustria 
● Fundação: 1919 
● Fundador: Franz Josef Rauch 
● Sede mundial: Rankweil, Áustria 
● Proprietário da marca: Rauch Fruchtsäfte GmbH & Co OG 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Jürgen Rauch 
● Faturamento: €981 milhões (2018) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.920 
● Segmento: Bebidas não alcoólicas 
● Principais produtos: Sucos de frutas e chás 
● Concorrentes diretos: Pfanner, Erbslöh’s, Pago, Valensina, Tropicana, Minute Maid, Lipton e Nestea 
● Slogan: Fruit, Family and Nature. Since 1919. 
● Website: www.rauch.cc 

A marca no mundo 
A RAUCH dedica-se à produção, comercialização e venda de sucos de frutas e chás em mais de 100 países ao redor do mundo, com forte presença no continente europeu (especialmente na Alemanha), onde é líder de mercado. Com faturamento de €981 milhões (dados de 2018) e com exportações de 66.4% da produção, a empresa possui fábricas na Áustria, Hungria, Suíça, Polônia e Sérvia. A marca austríaca oferece sucos concentrados de frutas, aromas de frutas, purê de frutas/polpa, chás, sucos diretamente prensados e outros produtos. A maioria de seus sucos e smoothies são 100% veganos, certificados pela Vegan Society Austria. O emprego de processos de filtragem mecânica de última geração ao clarificar os sucos de frutas garante que não seja necessária a adição de gelatina. 

Você sabia? 
A RAUCH é uma das poucas produtoras de sucos de frutas que opera toda a cadeia de produção, desde o cultivo das frutas até a produção e o próprio envasamento. 
A quarta geração da família Rauch continua trazendo deliciosos sucos de frutas para milhões de pessoas mundo afora. Tradição, responsabilidade pela natureza e uma sensação de frescor são poderosos alicerces da marca por 100 anos. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 20/7/2019

12.7.19

HOEGAARDEN


Leve, refrescante e, principalmente, aromática. Assim é a Hoegaarden, uma das cervejas belgas mais famosas no mundo. De coloração amarelada e turva (devido à presença de proteínas e fermento no líquido) e espuma branca e abundante, a Hoegaarden se tornou um enorme sucesso em muitos países pelo mundo afora. 

A história 
Para começar a contar a história da Hoegaarden, que é sinônimo de cerveja artesanal Witbier, é preciso retornar ao longínquo ano de 1445. Nesta época a Bélgica ainda era parte integrante da Holanda, formada por uma série de colônias. Um tempo em que os europeus viajavam rumo às Índias em busca de novos temperos, o que fez com que especiarias exóticas como o cravo chegassem às mãos de um grupo de monges fabricantes de cerveja na pequena vila de Hoegaarden, distante a menos de uma hora da cidade de Bruxelas. Registros históricos indicam que as cervejas de trigo eram extremamente azedas, até que os monges de Hoegaarden passaram a adicionar algumas novidades à receita, como cascas de laranja e coentro, trazido diretamente de Curaçau, na época, uma colônia holandesa. Essa foi uma descoberta que mudou o mundo da cerveja, transformando a Witbier em uma bebida leve e prazerosa. E essa transformação mudou também o ambiente na pequena e pacata vila de Hoegaarden: em 1709, a cidade já contava com mais de 12 cervejarias, número que aumentou para 36 em pouco mais de 15 anos. Nessa mesma época, Hoegaarden já tinha mais de 110 espaços para o armazenamento de malte.


Mas toda essa popularidade da cerveja artesanal Witbier acabou junto com a fatídica Segunda Guerra Mundial. Como decorrência deste grave conflito mundial e também devido ao enorme crescimento das cervejas lagers douradas, em 1957, a última cervejaria da região encerrou sua produção, colocando um fim na venda desse estilo de cerveja artesanal. Mas para sorte dos apreciadores de cervejas de alta qualidade, em 1966, Pierre Celis, um leiteiro da cidade e que havia trabalhado quando jovem na Cervejaria Tomsin, uma das últimas produtoras de Witbier locais a fechar, resolveu tomar uma atitude para preservar a receita original desta obra-prima, com suporte financeiro de seu pai e a ajuda de um mestre-cervejeiro experiente. Foi então, com base nas próprias memórias e na de moradores da região, que ele começou a fabricar artesanalmente uma tradicional Witbier dando a ela o nome da região, marca utilizada até os dias de hoje. O primeiro lote da cerveja, produzido no estábulo da fazenda de sua família, usando apenas uma caldeira de cobre, foi lançado no mercado exatamente no dia 19 de março de 1966. O sucesso do renascimento deste estilo de cerveja foi bem recebido pelos habitantes da região, tornando-se uma lenda e muito procurado como uma bebida altamente refrescante, e demonstrado pela quantidade de produção e na mudança para um prédio maior, batizado de “De Kluis” (“o cofre”), uma referência sutil aos monges da região.


No primeiro ano foram produzidos apenas 350 hectolitros, mas nos anos seguintes, cresceu exponencialmente, atingindo em 1985 a marca de 75.000 hectolitros de cerveja por ano. Isto só foi possível, porque com o aumento da demanda, Celis comprou a Hougardia, uma fábrica abandonada de limonada, para expandir suas operações de fabricação da cerveja Hoegaarden. Este ano também foi marcado pelo lançamento da primeira extensão da marca, a Hoegaarden Grand Cru, uma cerveja do estilo Belgian Golden Strong Ale com 8,5% de teor alcoólico, cuja cor era alaranjada, o paladar seguia o aroma de frutas cristalizadas, como laranja, cravo e damascos. A cerveja fazia sucesso, especialmente na Bélgica e outros poucos países europeus, mas importantes mercados como Holanda, França e Reino Unido. O sucesso da Hoegaarden foi ajudado em parte pelo copo de seis lados em que era servida a cerveja: por acaso, Celis encontrou o protótipo italiano em uma loja da cidade. Porém, ainda em 1985, quando ele estava prestes a começar a exportar para os Estados Unidos, mais uma vez uma catástrofe atingiu a indústria da cerveja branca belga. A fábrica da Hoegaarden foi severamente destruída por um grande incêndio. Para reconstruir a fábrica, Pierre Celis teve que obter um empréstimo e, ele encontrou isso, com a cervejaria Interbrew, então proprietária e produtora da marca Stella Artois. Mas Celis sentiu que o empréstimo era uma forma de pressioná-lo a adequar a receita de sua cerveja para torná-la mais comercializável. Em vez de mudar a receita, ele decidiu vender a cervejaria em 1987 e se mudar para o estado do Texas, onde fundou a Celis Brewery para fabricar a “Celis White”, uma cerveja que ele descrevia como a “Hoegaarden original”. Com isso a Interbrew assumiu a cervejaria Hoegaarden (que hoje pertencente ao poderoso grupo AB-Inbev).


Com isso, a marca Hoegaarden ganhou investimentos, aumentou a capacidade de produção, poder de marketing e passou a ser exportada para vários mercados mundiais. E nos anos seguintes ampliou a linha de cervejas da marca com o lançamento em 1995 da Hoegaarden Spéciale (rica e encorpada cerveja de trigo de estilo belga, disponível apenas entre outubro e janeiro, com sabor frutado característico e notas picantes claras de cravo e coentro, além de um toque levemente tostado); em 2007 da Hoegaarden Rosée (naturalmente doce e refrescante, com 4,5% de teor alcoólico, possui cor rubi, infusionada com sabores de framboesa, um rico aroma frutado e notas leves de especiarias e coentro); em 2008 da Hoegaarden Citrus (com apenas 3% de teor alcoólico, possui coloração amarela clara, média turbidez e espuma branca, de pouca persistência, além de um aroma tradicional com toques de semente de coentro e muito limão); da Hoegaarden Forbidden Fruit (inspirada no fruto proibido - a maçã -, que possui coloração avermelha e é suavemente adocicada, além de ser feita com malte torrado e lúpulos que oferecem um aroma tipicamente herbal); da Hoegaarden Agrum (uma cerveja original de trigo belga com apreciados frutos locais cítricos, como por exemplo, o agrume), e da Hoegaarden Cherry (com um toque de suco natural de cereja).


Mais recentemente, no início de 2019, a AB-InBev começou a investir na marca belga no mercado brasileiro. Com isso, inaugurou o primeiro bar temático da marca no mundo, batizado de Hoegaarden Greenhouse, no bairro de Pinheiros em São Paulo, que traz um pouco do estilo de vida simples e rústico do vilarejo belga de Hoegaarden, fazendo com que consumidores repensem suas prioridades em meio ao caos urbano. Com uma decoração exótica, que conta com 264 plantas de 38 espécies, o espaço oferece além de boa cerveja (para abastecer os copos, a aposta é o chope Witbier da marca – uma novidade, já que a cerveja só chegava engarrafada ao Brasil) e petiscos deliciosos (cardápio idealizado por um chef), com uma programação extensa, exibições de cinema aberto, feiras de produtores locais e de alimentos orgânicos e workshops de jardinagem.


A Hoegaarden possui um processo de fabricação único e complexo e, justamente por isso, é virtualmente diferente de qualquer outra cerveja no mundo. A primeira etapa é um processo de alta fermentação. Depois, a cerveja é engarrafada sem pasteurização e permanece em repouso por mais três semanas para que aconteça a re-fermentação dentro da própria garrafa. A aparência final é de uma cor amarelo ouro e opaco típico das cervejas de trigo belgas.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos, adquirindo uma imagem mais moderna, mas sem perder a rica herança de sua história.


Os slogans 
The Original Belgian Wheat Beer. 
Naturally Different. (2012)


Dados corporativos 
● Origem: Bélgica 
● Lançamento: 19 de março de 1966 
● Criador: Pierre Celis 
● Sede mundial: Bruxelas, Bélgica 
● Proprietário da marca: Brouwerij Hoegaarden 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Anheuser-Busch InBev SA/NV) 
● Presidente: Carlos Brito
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 70 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Cervejaria 
● Principais produtos: Cervejas de trigo 
● Concorrentes diretos: Erdinger, Vedett, Paulaner, Franziskaner, Weihenstephan, Löwenbräu
e Hofbräu 
● Ícones: O formato do copo chamado de Tumbler 
● Slogan: The Original Belgian Wheat Beer. 
● Website: hoegaarden.com/pt/  

A marca no mundo 
A Hoegaarden, que pertence a poderosa AB-InBev, está presente com sua linha de cervejas de trigo em mais de 70 países, com enorme e disseminada popularidade no continente europeu. Hoje em dia, além do sucesso mundial da marca, 9 a cada 10 cervejas de trigo vendidas na Bélgica são da marca Hoegaarden, além de que o estilo se espalhou pelo mundo e agora podemos encontrar facilmente a cerveja artesanal Witbier. Hoegaarden é detentora de dez medalhas na Copa do Mundo de Cervejas, o World Beer Cup, e com seu sabor único é apreciado e premiado em toda a Europa, América do Norte, Austrália, Singapura e China. 

Você sabia? 
Tumbler é o copo utilizado para as cervejas do tipo Witbier, como a Hoegaarden. Há uma lógica na forma hexagonal do copo (inspirado nos tradicionais copos de geleias), pois se abre para cultivar uma espuma robusta, com uma boca mais larga que deixa os aromas cítricos, temperados e cheios de ervas catapultarem-se pelo ar. Como estas cervejas não formam muito creme, o copo não precisa ter a boca fechada. Robustos e pesados, também facilitam a vida dos bares por serem mais difíceis de serem quebrados, por isso não é incomum serem usados para servir também coquetéis, refrigerantes e chás gelado. 
Como as pessoas pronunciam o nome da cerveja em outras partes do mundo é outra história, mas, para esclarecer: é pronunciado “RUgaarden”. 
Você deve estar se perguntando, se é cerveja de trigo, por que não se chama Weiss, como as tradicionais alemãs? As duas são feitas de trigo e os nomes Weissbier ou Witbier significam a mesma coisa, cerveja branca, mas há uma diferença na produção. A Weiss alemã, geralmente usa trigo maltado e nenhum adjunto em sua receita. Já a Witbier belga, é produzida com trigo não-maltado e temperada com coentro e casca de laranja (que são responsáveis pela notas condimentadas e cítricas). De maneira geral as cervejas Witbiers são claras, mas por não serem filtradas são turvas. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Forbes, Newsweek e BusinessWeek), jornais (Estadão e Folha), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 12/7/2019