9.10.18

Best Global Brands 2018


Este é o ranking de 2018 das 100 mais valiosas marcas do mundo criado pela renomada consultoria de marketing/branding Interbrand (clique para ver mais detalhes), empresa que foi fundada na cidade de Londres em 1974. Os valores representam bilhões de dólares. Basta clicar no link de cada marca para acessar ao perfil exclusivo de cada uma preparado pelo Mundo das Marcas. 

1. Apple (Estados Unidos) - US$ 214.480  
2. Google (Estados Unidos) - US$ 155.506  
3. Amazon (Estados Unidos) - US$ 100.764  
4. Microsoft (Estados Unidos) - US$ 92.715 
5. Coca-Cola (Estados Unidos) - US$ 66.341 
6. Samsung (Coréia do Sul) - US$ 59.890  
7. Toyota (Japão) - US$ 53.404  
8. Mercedes-Benz (Alemanha) - US$ 48.601  
9. Facebook (Estados Unidos) - US$ 45.168  
10. McDonald’s (Estados Unidos) - US$ 43.417  
11. Intel (Estados Unidos) - US$ 43.293 
12. IBM (Estados Unidos) - US$ 42.972  
13. BMW (Alemanha) - US$ 41.006  
14. Disney (Estados Unidos) - US$ 39.874  
15. Cisco (Estados Unidos) - US$ 34.575  
16. GE (Estados Unidos) - US$ 32.757 
17. Nike (Estados Unidos) - US$ 30.120 
18. Louis Vuitton (França) - US$ 28.152 
19. Oracle (Estados Unidos) - US$ 26.133 
20. Honda (Japão) - US$ 23.682  
21. SAP (Alemanha) - US$ 22.885  
22. Pepsi (Estados Unidos) - US$ 20.798  
23. Chanel (França) - US$ 20.005  
24. American Express (Estados Unidos) - US$ 19.139  
25. Zara (Espanha) - US$ 17.712   
26. J.P. Morgan (Estados Unidos) - US$ 17.567 
27. Ikea (Suécia) - US$ 17.458 
28. Gilette (Estados Unidos) - US$ 16.864  
29. UPS (Estados Unidos) - US$ 16.849 
30. H&M (Suécia) - US$ 16.826 
31. Pampers (Estados Unidos) - US$ 16.617  
32. Hermès (França) - US$ 16.372  
33. Budweiser (Estados Unidos) - US$ 15.627  
34. Accenture (Estados Unidos) - US$ 14.214  
35. Ford (Estados Unidos) - US$ 13.995  
36. Hyundai (Coréia do Sul) - US$ 13.535  
37. Nescafé (Suíça) - US$ 13.053  
38. Ebay (Estados Unidos) - US$ 13.017  
39. Gucci (Itália) - US$ 12.942   
40. Nissan (Japão) - US$ 12.213  
41. Volkswagen (Alemanha) - US$ 12.201 
42. Audi (Alemanha) - US$ 12.187  
43. Philips (Holanda) - US$ 12.104   
44. Goldman Sachs (Estados Unidos) - US$ 11.769  
45. Citi (Estados Unidos) - US$ 11.577  
46. HSBC (Reino Unido) - US$ 11.208 
47. AXA (França) - US$ 11.118 
48. L’Oréal (França) - US$ 11.102  
49. Allianz (Alemanha) - US$ 10.821   
50. Adidas (Alemanha) - US$ 10.772   
51. Adobe (Estados Unidos) - US$ 10.748  
52. Porsche (Alemanha) - US$ 10.707  
53. Kellogg’s (Estados Unidos) - US$ 10.634  
54. HP (Estados Unidos) - US$ 10.433  
55. Canon (Japão) - US$ 10.380   
56. Siemens (Alemanha) - US$ 10.132  
57. Starbucks (Estados Unidos) - US$ 9.615  
58. Danone (França) - US$ 9.533  
59. Sony (Japão) - US$ 9.316  
60. 3M (Estados Unidos) - US$ 9.104  
61. Visa (Estados Unidos) - US$ 9.021  
62. Nestlé (Suíça) - US$ 8.938   
63. Morgan Stanley (Estados Unidos) - US$ 8.802  
64. Colgate (Estados Unidos) - US$ 8.659  
65. Hewlett Packard Enterprise (Estados Unidos) - US$ 8.157  
66. Netflix (Estados Unidos) - US$ 8.111  
67. Cartier (França) - US$ 7.646  
68. Huawei (China) - US$ 7.578 
69. Santander (Espanha) - US$ 7.547  
70. Mastercard (Estados Unidos) - US$ 7.545 
71. Kia (Coréia do Sul) - US$ 6.925  
72. Fedex (Estados Unidos) - US$ 6.890 
73. PayPal (Estados Unidos) - US$ 6.621 
74. Lego (Dinamarca) - US$ 6.533 
75. Salesforce (Estados Unidos) - US$ 6.432  
76. Panasonic (Japão) - US$ 6.293  
77. Johnson Johnson (Estados Unidos) - US$ 6.231  
78. Land Rover (Reino Unido) - US$ 6.221  
79. DHL (Estados Unidos) - US$ 5.881  
80. Ferrari (Itália) - US$ 5.760 
81. Discovery (Estados Unidos) - US$ 5.755  
82. Caterpillar (Estados Unidos) - US$ 5.730  
83. Tiffany & Co. (Estados Unidos) - US$ 5.642  
84. Jack Daniel’s (Estados Unidos) - US$ 5.641  
85. Corona (México) - US$ 5.517  
86. KFC (Estados Unidos) - US$ 5.481
87. Heineken (Holanda) - US$ 5.393 
88. John Deere (Estados Unidos) - US$ 5.375  
89. Shell (Holanda) - US$ 5.276   
90. Mini (Reino Unido) - US$ 5.254  
91. Dior (França) - US$ 5.223  
92. Spotify (Suécia) - US$ 5.176  
93. Harley-Davidson (Estados Unidos) - US$ 5.161  
94. Burberry (Reino Unido) - US$ 4.989  
95. Prada (Itália) - US$ 4.812  
96. Sprite (Estados Unidos) - US$ 4.733  
97. Johnnie Walker (Reino Unido) - US$ 4.731  
98. Hennessy (França) - US$ 4.722  
99. Nintendo (Japão) - US$ 4.696  
100. Subaru (Japão) - US$ 4.214

1.10.18

Pesquisa

Pessoal, 
O MDM está precisando saber a opinião de vocês. Afinal, o blog é feito para e por vocês. Estamos desenvolvendo uma linha exclusiva de produtos informativos sobre marcas, branding e design, em formato PDF, com alta qualidade e credibilidade, tanto em conteúdo como fotos e gráficos. E gostaríamos de saber o que vocês desejam. Para isso, basta clicar no link (pt.surveymonkey.com/r/mundodasmarcas2) e responder a pesquisa (demora menos de um minuto). 

O MDM agradece antecipadamente a colaboração. 

Kadu Dias 
Publisher & Editor.

26.9.18

CABIFY


Vá para onde quiser. Quando quiser. Viaje com os melhores motoristas. Afinal, é você quem manda. A Cabify está à sua disposição para ir ao aeroporto, ao trabalho, a um show ou a uma festa de forma eficiente e segura. E se transformou em uma das maiores empresas de rede de transporte em países de língua espanhola e portuguesa, sendo popularmente conhecida como “Uber da Europa”

A história 
A empresa foi fundada por Juan de Antonio (foto abaixo), um empreendedor espanhol e engenheiro de telecomunicações, formado na renomada Universidade de Stanford. Juan vislumbrou a oportunidade em criar uma empresa de rede de transporte particular por suas péssimas experiências com motoristas de táxi na Ásia e América Latina, onde tinha que negociar os preços das corridas, encontrava problemas para obter um simples recibo e por vezes tinha que suplicar aos motoristas parar o taxímetro. De Antonio começou a discutir a ideia com o nigeriano Adeyemi Ajao, um dos fundadores da Tuenti (uma rede social espanhola), e Brendan Wallace. Samuel Lown se juntou ao grupo como Diretor de Tecnologia. No dia 1 de dezembro de 2011 eles lançaram oficialmente a Cabify, inicialmente prestando serviços na cidade de Madri. No começo, o serviço batizado de “Executive”, era direcionado a um grupo de nicho, com carros de alto padrão que eram um pouco mais caros que os táxis.


Em fevereiro de 2012, seis semanas após o lançamento oficial, a Cabify já havia cadastrado aproximadamente 20.000 usuários e completado aproximadamente 3.000 corridas na cidade de Madri. Pouco depois, em setembro, a jovem empresa recebeu US$ 4 milhões em uma rodada de investimentos de fundos como Black Vine e Emerge, e de investidores-anjos através da organização AngelList e um grupo de investidores da América Latina. Isso possibilitou que a empresa iniciasse operações na América Latina, abrindo subsidiárias no México, Chile e Peru. Em poucos anos, 80% da receita da empresa viria da América Latina. Em junho de 2013, a empresa lançou o serviço Cabify Lite, com carros menos luxuosos cujas tarifas eram normalmente mais baratas que táxis. Começava então o grande sucesso da Cabify. A segunda rodada de investimento chegou no mês de abril de 2014, no valor de US$ 8 milhões. Naquele momento, Cabify tinha mais de 100.000 downloads de seu aplicativo globalmente, 35.000 dos quais vinham da Espanha.


A Cabify começou a oferecer serviços a clientes corporativos em Bogotá no ano de 2015, ingressando assim em um novo mercado. O maior investidor da empresa, o gigante japonês do comércio eletrônico, Rakuten, fez seu primeiro investimento na Cabify no mês de outubro de 2015, quando forneceu capital para aumentar a expansão da empresa na região da América Latina. Com o novo investimento, a Cabify aumentou sua expansão no México, onde operava em seis cidades: Cidade do México, Monterrey, Querétaro, Puebla, Guadalajara e Toluca. Além disso, a empresa também fez uma parceria com o aplicativo Waze para completar suas corridas com rapidez e aumentar a segurança de motoristas e passageiros. No início de 2016, a empresa divulgou ter mais de 1 milhão de instalações do aplicativo globalmente, a grande maioria vindo da América Latina e o resto da Espanha. Pouco depois, em abril, com uma nova rodada de investimentos da Rakuten, no valor de US$ 92 milhões, a empresa iniciou operações na Argentina (Buenos Aires e Rosário), Brasil (São Paulo), Costa Rica, Portugal (Lisboa), Bolívia, Equador, e Panamá.


Atualmente a Cabify opera como ponto de contato entre clientes e uma rede de motoristas particulares, cuidadosamente selecionados, através de seu aplicativo, e também de seu site. O usuário entra no aplicativo, solicita a viagem e, em poucos minutos, um motorista particular deverá estar no local apontado. Entretanto, a Cabify aposta, em boa parte dos mercados onde atua, em uma cobrança baseada na quilometragem percorrida pelo motorista - e não o tempo - para se diferenciar do mercado de caronas pagas. Outro grande diferencial da Cabify é a possibilidade de agendar corridas e não somente pedidos imediatos, além da ausência de tarifa dinâmica (taxa que multiplica o valor da corrida de acordo com a demanda por carros naquela hora). Os clientes pagam pelo serviço usando seus cartões de crédito ou conta PayPal, com opção de pagamento em dinheiro iniciado em alguns mercados em 2016.


Os carros e os motoristas parceiros da Cabify passam por um rigoroso processo de cadastro. Todo motorista precisa passar um teste psicométrico, testes toxicológicos e testes de direção. Eles também são obrigados a fornecer atestados de antecedentes criminais e comunicar multas de trânsito. Além disso, todos os motoristas parceiros precisam usar roupas profissionais. É esperado que sejam educados e atenciosos com os passageiros, o que inclui muitas vezes serviços adicionais, como o fornecimento de garrafas de água com o logotipo da Cabify.


Cabify foi concebido como uma alternativa de transporte de alto padrão e oferece três tipos de carros: Executive, com automóveis como Mercedes-Benz S-Class ou Audi A8, Lite (Toyota Etius) ou Group (6 pessoas). Além disso, oferece outros serviços de acordo com a cidade, como: Cabify Express, um serviço de entrega via moto táxi, no Peru; Cabify Taxi, um serviço para acessar táxis locais, na Espanha; Cabify City, um serviço de motoristas independentes, no Chile; Cabify Bike, um serviço onde usuários podem se transportar com suas bicicletas no Chile; Cabify Cash, um serviço onde usuários pagam com dinheiro ao invés de cartão de crédito, no Peru; e mais recentemente, em 2017 o CabiFly, um serviço de táxi aéreo na cidade de São Paulo, em parceria com a startup de serviços de helicóptero Voom, apostando em fortalecer sua posição no mercado corporativo.


A evolução visual 
A identidade visual da marca, que originalmente tinha como símbolo o C de Cabify como um “Pin” de geolocalização, passou por apenas uma grande remodelação em sua história. Isto aconteceu em 2017, quando passou a utilizar tons mais leves, de roxo e branco, no lugar do preto e amarelo. Mais moderna, a nova letra C remete ao movimento (e parece um Pin de geolocalização com design moderno), enquanto a simplicidade nas cores e formas escolhidas reflete a forma como as pessoas se deslocam todos os dias nos carros. Para fixar que o roxo era sinônimo de Cabify, alguns carros circularam pelas cidades adesivados nessa cor. Os passageiros que utilizaram os carros roxos foram presenteados com um kit da nova marca contendo ecobag, adesivo, bloquinho e caneta.


Os slogans 
Going together. 
Curta o caminho. 
A cidade é sua.


Dados corporativos 
● Origem: Espanha 
● Fundação: 1 de dezembro de 2011 
● Fundador: Juan de Antonio, Adeyemi Ajao, Brendan Wallace e Sam Lown 
● Sede mundial: Madri, Espanha 
● Proprietário da marca: Maxi Mobility Spain, S.L. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Juan de Antonio 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 11 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.700 
● Segmento: Tecnologia 
● Principais produtos: Aplicativo de transporte particular 
● Concorrentes diretos: Uber, Lyft, SaferTaxi, Taxify e 99 
● Slogan: Curta o caminho. 
● Website: cabify.com/pt-BR 

A marca no mundo 
A Cabify, focada em soluções de mobilidade urbana, está presente em 11 países (Brasil, Espanha, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Peru, Portugal e República Dominicana), nos quais oferece para 40 cidades dois tipos de serviços, um para empresas e outro para particulares. Apenas no Brasil, onde atua em oito cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Santos, Brasília, Porto Alegre e Campinas), a Cabify cresceu 20 vezes em 2017, na comparação anual, e alcançou 3 milhões de usuários (incluindo 5.000 empresas). No mundo todo alcançou o número de 13 milhões de clientes, dos quais 50 mil são empresas. Os clientes corporativos representam 60% da oferta dos serviços da Cabify. Esse serviço é focado em clientes corporativos e usado para transportar funcionários de grandes empresas. Segundo a Cabify são mais de 120 mil motoristas cadastrados no mundo. 

Você sabia? 
Cabify foi o primeiro serviço particular a oferecer uma opção de transporte para pessoas com deficiências. O serviço, batizado de Cabify Access, foi introduzido em parceria com a Peugeot no México, onde 6.6% da população têm algum tipo de deficiência. Esse serviço foi ampliado para outros países como Chile, Espanha e Peru. 
Segundo levantamento, o tempo médio de um passageiro em um carro da Cabify é de 35 minutos. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão, Folha, O Globo e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 26/9/2018

12.9.18

MORGAN STANLEY


Muito mais que uma das mais respeitadas grifes do segmento financeiro americano, o banco de investimento Morgan Stanley tem uma imagem sólida e tradicional entre milhares de investidores. Desde a sua fundação tem ajudado a redefinir o significado de serviços financeiros, continuamente inovado ao assessorar seus clientes em transações estratégicas, sendo pioneiro na expansão global dos mercados financeiros e de capital e oferecendo novas oportunidades para investidores individuais e institucionais. 

A história 
Um dos mais tradicionais bancos de investimento dos Estados Unidos surgiu em meio a Grande Depressão Econômica que assolava o país na década de 1930. Para conter a terrível crise econômica o governo americano criou uma nova legislação (conhecida como Lei Glass-Steagall) que obrigou os bancos do país a dividir suas operações entre banco comercial e banco de investimento, proibindo assim que esses dois negócios ficassem sob uma única entidade controladora. Como resposta, o poderoso J.P. Morgan decidiu manter suas operações como banco comercial, e através de alguns ex-funcionários como Henry Sturgis Morgan, neto do mítico banqueiro J.P. Morgan e formado na tradicional universidade de Harvard, Harold Stanley e Perry Hall, foi fundado o Morgan Stanley para lidar com as operações relacionadas ao banco de investimento. O novo banco abriu suas portas oficialmente ao público no dia 16 de setembro de 1935, localizado no número 2 de Wall Street, em Nova York. A extensa experiência dos executivos do Morgan Stanley foi uma chave para o sucesso imediato da empresa. Com isso, os clientes iniciais incluíam quase metade das 50 maiores empresas do país, entre as quais a Exxon, a General Motors e a General Electric. Em seu primeiro ano, o banco alcançou 24% de participação de mercado (US$ 1.1 bilhões) em ofertas públicas e privadas.


Em 1938, o banco foi nomeado como subscritor líder na emissão de debêntures do governo americano. Pouco depois, em 1941, realizou uma reorganização para permitir que se aventurasse no segmento de valores mobiliários. No ano seguinte, o Morgan Stanley ingressou na Bolsa de Valores de Nova York. A Segunda Guerra Mundial praticamente paralisou o setor de valores mobiliários. Durante este difícil período, o Morgan Stanley sobreviveu com comissões de corretagem e honorários de consultoria. Após o término da guerra, o banco rapidamente restabeleceu seus relacionamentos comerciais. Entre 1951 e 1961, o Morgan Stanley esteve envolvido em uma série de financiamentos públicos. Eles incluíram o co-gerenciamento dos bônus de US$ 50 milhões do Banco Mundial, a emissão de títulos da GM no valor de US$ 300 milhões, a oferta de US$ 231 milhões da IBM e a oferta de dívida de US$ 250 milhões da AT&T. Em 1964, de forma pioneira, o Morgan Stanley criou o primeiro modelo de computador viável para análises financeiras. Em 1966 estabeleceu uma subsidiária francesa para ampliar suas operações internacionais, que gerenciou e participou de subscrições de títulos estrangeiros. Pouco depois, em 1969, o Morgan Stanley ingressou mais pesado no financiamento imobiliário quando comprou uma participação majoritária na Brooks, Harvey & Company, que atuava no ramo de assessoria e financiamento de empreendimentos imobiliários por mais de 50 anos.


O banco criou um departamento de fusões e aquisições em 1972 para ajudar seus clientes a encontrar e avaliar metas de aquisição adequadas e fornecer planejamento estratégico para concluir os negócios. No ano seguinte abriu um departamento de pesquisa e ingressou nos mercados de ações em larga escala. A divisão de gestão de ativos do Morgan Stanley, que começou em 1975, tornou-se um forte produtor de receita para o banco. E as mudanças não pararam por aí: em 1977 começou a oferecer serviços individuais de investimento para pessoas ricas e investidores institucionais menores. A década de 1980 foi marcada pela pesada concorrência no segmento enfrentada pelo Morgan Stanley, especialmente do Salomon Brothers e do Goldman Sachs, que começaram a negociar papéis comerciais, títulos lastreados em hipotecas e moedas estrangeiras. O Morgan Stanley relutou muito em ingressar nessas áreas e foi superado por seus rivais. Em 1986, buscando atender às demandas do mercado cada vez mais complexo, o Morgan Stanley abriu seu capital na Bolsa de Valores para ampliar sua base de capital. No final desta década, o tradicional banco já havia recuperado sua posição frente aos concorrentes. A década de 1990 teve início com grandes expansões na Europa e nas economias emergente. Em 1996, demonstrando grande vigor financeiro, adquiriu a empresa de fundos mútuos Van Kampen American Capital. Pouco depois, no dia 5 de fevereiro de 1997, como resultado da fusão do Morgan Stanley com a Dean Witter Discover & Co. (divisão de serviços financeiros da loja de departamento Sears Roebuck) foi adotado o nome de Morgan Stanley Dean Witter, que passou a oferecer serviços completos de títulos institucionais, gestão de patrimônios e gestão de investimentos. O banco mudou seu nome de volta para Morgan Stanley em 2001.


No final de 2006, após divulgar os lucros do 4º trimestre, o Morgan Stanley anunciou o desmembramento de sua unidade Discover Card (emissora de cartões). Durante a grave crise financeira, o Morgan Stanley supostamente perdeu 80% de seu valor de mercado entre 2007 e 2008. Isto porque o Morgan Stanley divulgou uma baixa contábil de US$ 9.4 bilhões devido a maus investimentos em dívidas relacionadas a hipotecas, o que gerou o primeiro prejuízo trimestral em seus 73 anos de história. Para sobreviver à crise, o banco recebeu grandes injeções de capital de várias instituições, como China Investment Corporation e Mitsubishi UFJ Financial Group, o maior banco do Japão. Além disso, o Tesouro Americano fez US$ 10 bilhões em investimentos de capital no Morgan Stanley como parte do resgate do governo para instituições financeiras com problemas. Pouco depois, em 2009, o Morgan Stanley fez uma joint-venture com o Citigroup, formando o Morgan Stanley Smith Barney, então maior banco de investimento do mundo com 18.000 corretores de valores e ativos superiores a US$ 1.7 trilhões. Em junho de 2013, o Morgan Stanley concluiu a compra da participação de 35% do Citigroup na unidade de corretagem Smith Barney.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. Em 1997, após a fusão com a Dean Witter, foi apresentada uma nova identidade visual, que no ano de 2000 passou por uma atualização. Pouco depois, em 2001, o banco voltou a se chamar apenas Morgan Stanley e adotou um novo logotipo. A atual identidade visual da marca foi apresentada em 2006 e ganhou uma aparência mais limpa e sóbria.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 16 de setembro de 1935 
● Fundador: Henry Sturgis Morgan, Harold Stanley e Perry Hall 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Morgan Stanley & Co. 
● Capital aberto: Sim 
● Chairman & CEO: James P. Gorman 
● Presidente: Colm Kelleher 
● Faturamento: US$ 37.9 bilhões (2017) 
● Lucro: US$ 7.1 bilhões (2017) 
● Valor de mercado: US$ 83.2 bilhões (setembro/2018) 
● Valor da marca: US$ 8.205 bilhões (2017) 
● Funcionários: 57.600 
● Presença global: 42 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Financeiro 
● Principais produtos: Gestão de patrimônio e investimentos 
● Concorrentes diretos: Goldman Sachs, Merrill Lynch, UBS, J.P. Morgan, Charles Schwab, Credit Suisse e Citibank 
● Slogan: World wise. 
● Website: www.morganstanley.com 

O valor 
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca MORGAN STANLEY está avaliada em US$ 8.205 bilhões, ocupando a posição de número 63 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. 

A marca no mundo 
Atualmente o banco de investimento Morgan Stanley opera em 42 países, possuí mais de 1.300 escritórios e 57.600 funcionários ao redor do mundo. Com faturamento superior a US$ 37.9 bilhões em 2017, oferece gestão de ativos e investimentos, além de corretagem para governos, instituições financeiras e pessoas físicas. Hoje em dia o Morgan Stanley, sexto maior banco do mercado americano em termos de ativos, gerencia ativos no valor de US$ 850 bilhões. 

Você sabia? 
O Morgan Stanley perdeu treze funcionários durante os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001: Thomas F. Swift, Wesley Mercer, Jennifer de Jesus, Joseph DiPilato, Nolbert Salomon, Godwin Forde, Steve R. Strauss, Lindsay C. Herkness, Albert Joseph, Jorge Velazquez, Titus Davidson, Charles Laurencin e o diretor de segurança Rick Rescorla. 
Nos últimos anos, o Morgan Stanley atuou como subscritor em alguns dos maiores IPOs (sigla para abertura de capital) de tecnologia, incluindo Netscape, Cisco, Broadcom, VeriSign, Groupon, Salesforce, Compaq e Google


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 12/9/2018

27.8.18

GRÃO ESPRESSO


Logo de manhã, ao acordar. Depois de um belo almoço ou de um maravilhoso jantar. Em um encontro com amigos ou em uma reunião de trabalho. Não importa quando, para milhões de brasileiros, toda hora é hora de tomar um bom café. E para a rede Grão Espresso, café não é apenas um produto. Café é dedicação, é história, é tradição. Para a marca brasileira, café é, acima de tudo, um prazer. 

A história 
Tudo começou com Pedro Eduardo Weinberger, cujo pai era executivo de uma empresa de torrefação de café. Pedro cresceu com o cheiro de café em virtude da profissão de seu pai. Finalmente em 1992 ele, um empreendedor formado em administração de empresas, resolveu ingressar nesse mercado e criou a Grão Espresso para compartilhar sua grande paixão: o café espresso. Uma curiosidade: no Brasil, a palavra expresso com x é mais usada, mas o espresso surgiu na Itália, onde sua escrita é com s. E esta foi a escolha para a nova marca. Uma homenagem para disseminar a história e manter a tradição do espresso. A nova empresa iniciou suas atividades de forma tímida operando em pequenos carrinhos autossuficientes. Pouco depois, no ano de 1994, a empresa teve a oportunidade de inaugurar sua primeira loja no Shopping D, na cidade de São Paulo. Nesse momento o mix de produtos foi ampliado, passando a vender também pequenos salgados.


Em 1995, foi inaugurada a primeira loja franqueada e a partir daí deu-se o início da expansão da rede de cafeterias pela cidade de São Paulo. Mas foi somente a partir de 1996 que a rede começou a ganhar espaço e visibilidade no mercado, principalmente quando o Walmart chegou ao Brasil e a Grão Espresso inaugurou unidades em todas as lojas da rede americana americana de hipermercados. Além disso, a marca adotou um novo modelo de lojas: localizadas em pontos de grande fluxo de pessoas, como hipermercados, e o consumidor visado era aquele que desejava apenas tomar um cafezinho e seguir o seu caminho. Apesar de dispor de algumas mesas, o balcão era o espaço de maior destaque nas lojas. Nos anos seguintes, a aposta da rede na localização do ponto e no rápido atendimento impulsionou seu crescimento também para cidades do interior paulista. E posteriormente para outros estados brasileiros. Em 2003 a rede já possuía mais de 100 unidades em funcionamento, muitas das quais dentro de hipermercados.


Nos anos seguintes, devido a enorme concorrência do segmento, especialmente após a chegada da americana Starbucks ao país, a Grão Espresso teve que acompanhar a evolução do mercado e passou a inaugurar lojas modernas e aconchegantes, além de ampliar seu cardápio com receitas exclusivas que seduziam públicos variados. Como por exemplo, a linha de Cappuccinos Especiais que oferece diferentes sabores como o Reale (servido com chantilly e uma generosa “coroa” de Nutella), o Fazenda (com chantilly e borda de doce de leite) e o Crocante (leite vaporizado, flocos crocantes de Ovomaltine, servido com borda de creme crocante Ovomaltine e chantilly), três sucessos da Grão Espresso. Além de deliciosos sanduíches (grelhados e naturais), sucos e doces, a rede passou a oferecer também bebidas geladas como os milk-shakes a base de café e a Linha Ice (bebidas geladas cremosas).


Em 2012 a Grão Espresso assinou um contrato de parceria de exclusividade com o Café 3 Corações, que passou a oferecer blends e bebidas para as lojas da rede. Isto foi extremamente importante para padronizar com alta qualidade os principais produtos da marca. Além disso, mais recentemente, a Grão Espresso iniciou a abertura de cafeterias dentro de livrarias (como a Saraiva), universidades, grandes redes de materiais de construção, hospitais e até centro de diagnósticos, como por exemplo, a rede Delboni Auriemo. Outro fator que acelerou o crescimento da rede foi a maior concentração no conceito de quiosques.


Há mais de 25 anos a Grão Espresso tem se empenhado em construir uma sólida estrutura de atendimento, permitindo assim que suas lojas ofertem aos consumidores os melhores produtos, o melhor ambiente, o melhor serviço e, claro, o melhor café espresso. Para isso a rede trabalha dia após dia para que o momento do seu café seja o mais prazeroso, o mais aconchegante, o mais agradável e para que você tenha sempre a melhor experiência possível. Esse é o segredo do sucesso da Grão Espresso.


Os slogans 
Servindo sempre o melhor. 
Muito além do cafezinho.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1992 
● Fundador: Pedro Eduardo Weinberger 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Grão Espresso Comércio e Indústria Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Pedro Eduardo Weinberger 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 300 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 1.200 (incluindo franqueados) 
● Segmento: Varejo (alimentação) 
● Principais produtos: Cafés, sucos, doces, salgados, sanduíches e bebidas geladas 
● Concorrentes diretos: Fran’s Café, Starbucks, Café do Ponto, Casa do Pão de Queijo, Café Donuts, McCafé e Rei do Mate 
● Ícones: A cor laranja 
● Slogan: Servindo sempre o melhor. 
● Website: www.graoespresso.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente a Grão Espresso possui aproximadamente 300 lojas espalhadas por 23 estados brasileiros e Distrito Federal, preparando mensalmente mais de 1 milhão de cafés espresso e atendendo a mais de 15 milhões de clientes todos os anos. As lojas estão localizadas em shopping centers, ruas, hipermercados e até dentro de redes de laboratórios de análises e hospitais. Todos os anos são consumidos 110 toneladas de café e 300 toneladas de pão de queijo em todas as lojas da rede. 

Você sabia? 
A Grão Espresso anuncia o compromisso de, até 2025, completar a transição para que 100% dos ovos utilizados em sua cadeia de suprimentos sejam oriundos de galinhas livres de gaiolas (cage-free). 
Em 2014, a Grão Espresso ganhou Selo de Excelência em Franchising da Associação Brasileira de Franchising (ABF). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Meio Mensagem e Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 27/8/2018

8.8.18

Pesquisa

Pessoal, 
O MDM está precisando saber a opinião de vocês. Afinal, o blog é feito para e por vocês. O MDM está desenvolvendo uma linha exclusiva de produtos informativos sobre marcas, branding e design, em formato PDF, com alta qualidade e credibilidade, tanto em conteúdo como fotos e gráficos. E gostaria de saber o que vocês desejam. Para isso, basta clicar no link (pt.surveymonkey.com/r/mundodasmarcas2) e responder a pesquisa (demora menos de um minuto). O MDM agradece antecipadamente a colaboração. 

Kadu Dias 
Publisher & Editor

7.8.18

EUROPCAR


A EUROPCAR é muito mais que uma simples locadora de veículos, é uma especialista em mobilidade. Carros de passeio, esportivos, vans, caminhões e até veículos de luxo que atendem a todas as necessidades. Por isso, milhões de pessoas ao redor do mundo confiam na EUROPCAR para se deslocarem com mais eficiência, economia e segurança. 

A história 
Tudo começou em 1949 quando o jovem empresário Raoul-Louis Mattei fundou a empresa L’Abonnement Automobile (em inglês “The Automobile Subscription”) na cidade de Paris. A nova empresa inicialmente oferecia ao público aluguel de carros “without chauffeurs”, ou seja, sem motorista. Pouco depois, em 1951, a empresa criou a marca EUROPCARS para seus serviços de alugueis. No ano de 1964, a empresa inaugurou seu primeiro ponto de locação dentro de um aeroporto, localizado no Orly Airport, ao sul de Paris e na época um dos mais importantes da Europa. Em 1970 a EUROPCAR, até então uma pequena locadora do mercado francês, foi adquirida pela montadora Renault e, em 1973, como parte inicial de um ambicioso processo de expansão internacional, inaugurou os primeiros pontos de locação na Bélgica, Alemanha, Suíça e Holanda. No ano seguinte foram iniciadas as operações na Itália, Portugal, Reino Unido e Espanha. Além disso, para estar presente em ambos os lados do Atlântico, um acordo foi assinado com a americana National Car Rental. No final desta década, em 1979, a EUROPCAR, já possuía 743 pontos de locação na Europa, África e Oriente Médio, mais de mil funcionários e uma frota de 9.000 veículos.


A partir de 1980, a marca começou a patrocinar equipes esportivas. A EUROPCAR patrocinou a equipe Renault de Fórmula 1 e o rali Paris-Dakar. A marca também esteve envolvida em outros esportes como golfe, corridas de cavalos, maratonas e ciclismo, o que lhe deu uma enorme visibilidade, inclusive internacional. Em 1981 a empresa criou a divisão internacional como parte de mais uma etapa de sua estratégia de expansão global através de franquias. Neste mesmo ano, adquiriu a Godfrey Davids, então a maior e mais importante empresa de aluguel de carros do Reino Unido, reforçando assim ainda mais sua presença neste importante mercado. Após mais de uma década de forte crescimento, em 1988 a Compagnie Internationale des Wagons-Lits comprou a EUROPCAR e vendeu metade das suas ações para a Volkswagen. Pouco depois, em 1992, o grupo de hotelaria Accor adquiriu a Wagon-Lits, incluindo os 50% de participação na EUROPCAR. No mês de fevereiro de 1999 a EUROPCAR lançou seu inovador sistema de reservas online via internet, e a Volkswagen se transformou no único acionista da empresa. No ano seguinte a americana Budget Rent a Car virou um sócio estratégico da EUROPCAR para a América do Norte. Além disso, a empresa adicionou a sua frota o primeiro modelo de carro híbrido, Toyota Prius.


Finalmente, em 2003, a empresa se tornou líder no mercado europeu de aluguéis de automóveis graças a uma estratégia baseada no aumento do número de franquias operacionais e o desenvolvimento de inúmeras parcerias de vendas com agentes de viagens e companhias aéreas. No ano seguinte a marca ingressou em alguns mercados da América do Sul. Em junho de 2006 a empresa francesa de investimento Eurazeo adquiriu a totalidade das ações da EUROPCAR. Nos últimos anos a empresa lançou no mercado um leque de serviços inovadores como o ToMyDoor (veículos entregues em domicílio, em um raio de até 25 quilômetros), Selection (carros luxuosos e esportivos), locação de veículos com motoristas particulares, a oferta de carros elétricos e o conceito de compartilhamento. Em alguns países da Europa, a empresa também aluga de scooters elétricas e até bicicletas.


Além disso, a empresa iniciou uma agressiva estratégia de aquisições para ampliar seus serviços de mobilidade, como por exemplo, em 2015 quando comprou a Ubeeqo®, uma startup especializada em soluções corporativas de compartilhamento de carros; ou em 2017 com a aquisição da alemã Buchbinder e da espanhola Goldcar®, empresa de aluguel de carros de baixo custo. A empresa também avançou em mercados emergentes das Américas, África e do Oriente Médio, além de concluir uma parceria com a chinesa Shouqi. Com isso, em 2018, para comunicar a transformação por que tem passado nos últimos quatro anos, apostando em aquisições de outras companhias, mas também em diversos segmentos de atuação além do tradicional aluguel de automóveis, a empresa apresentou um novo nome: EUROPCAR MOBILITY GROUP, cujo faturamento em 2017 foi de €2.4 bilhões. Com isso, a EUROPCAR passou a ser uma de suas quatro principais marcas, ao lado da Goldcar® (a mais importante empresa de aluguel de carros de baixo custo da Europa), InterRent® (marca focada em aluguéis para lazer) e Ubeeqo® (especializada em soluções de frota e mobilidade para o mercado de negócios e clientes finais).


Ainda em 2018, a EUROPCAR incorporou a Yes Rent a Car, criada em 1995, e ingressou no mercado brasileiro. A empresa iniciou suas atividades no país com aproximadamente 70 pontos de atendimento em 15 estados e no Distrito Federal, e uma frota superior a 3.500 veículos. Além do aluguel de veículos, a EUROPCAR passou a oferecer aos brasileiros e turistas soluções de aluguel com motorista, carros compartilhados e frota exclusiva de carros elétricos. Hoje em dia, a EUROPCAR oferece uma ampla gama de veículos. Se precisar de um pequeno carro esportivo, um automóvel de luxo, uma van, caminhão e até scooters e bicicletas, certamente encontrará o mais adequado entre a moderna frota da empresa francesa.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por radicais remodelações ao longo dos anos. Pouco depois de sua fundação, em 1951, a empresa criou a marca EUROPCARS. Após a locadora ser adquirida pela Renault, em 1971 a marca apresentou um novo logotipo (com uma letra E estilizada do lado direito). Pouco depois, em 1974, a marca passou a se chamar EUROPCAR (perdendo a letra S no final) e o logotipo apresentou uma nova cor (laranja).


Em março de 1989, ao completar 40 anos de história, a marca adotou uma nova cor: a verde. Uma década mais tarde, em 1999, a marca apresentou uma nova identidade visual, muito mais moderna e impactante, além de um novo tom de verde. Esse logotipo também pode ser aplicado com um fundo verde.


Em 2018, como forma de refletir um novo posicionamento no segmento de mobilidade, a empresa apresentou um novo nome corporativo (Europcar Mobility Group) e uma nova identidade visual, diferente de sua principal marca, a EUROPCAR.


Os slogans 
Moving your way. (2012) 
Driven by you. (2010) 
You rent lot more than a car. (1998) 
Go for Green. (1996) 
Europcar, yes I can. (1987) 
Everywhere Europcar Super Service. (1981) 
Rent Europcar, Rent European. (1978) 
If your car is not enough. Europcars rental a car when you need one. (1971)


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 1949 
● Fundador: Raoul-Louis Mattei 
● Sede mundial: Saint-Quentin-en-Yvelines, França 
● Proprietário da marca: Europcar Holding S.A.S. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Europcar Mobility Group) 
● Chairman & CEO: Caroline Parot 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Pontos de locação: 3.835 
● Presença global: 133 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 8.000 
● Segmento: Locação de automóveis 
● Principais produtos: Locação de carros e veículos comerciais 
● Concorrentes diretos: Sixt, Avis, Hertz, Budget, Alamo, Enterprise, National, Thrifty e Dollar 
● Ícones: A cor verde 
● Slogan: Moving your way. 
● Website: www.europcar.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a EUROPCAR, empresa líder na locação de veículos no continente europeu, está presente em 133 países da Europa, América do Norte, América Latina, Caribe, Ásia Pacífico, Oriente Médio e Oceano Índico, com mais de 3.800 pontos de locação (dos quais mais de 600 dentro de importantes aeroportos internacionais). Com mais de 8 mil funcionários e atendendo mais de 5 milhões de clientes todos os anos, a empresa, terceira maior do mundo em seu segmento, oferece mais de 250 mil veículos para locação (diária, semanal ou mensal), incluindo carros de passeio, vans e veículos comerciais como caminhões. Seus maiores mercados são Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Espanha, Austrália, Nova Zelândia, Portugal e Bélgica. 

Você sabia? 
A empresa criou o Europcar Lab, uma espécie de laboratório de desenvolvimento para responder aos desafios futuros da mobilidade através da inovação e investimentos estratégicos. É uma incubadora de ideias para novos produtos e serviços que forneçam soluções de mobilidade. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 7/8/2018