Mundo Das Marcas

26.11.09

GEORGE FOREMAN GRILL

Você não precisará mais cozinhar carnes ou frangos em uma poça de gordura. Além de prático, de fácil manuseio e limpeza, o GEORGE FOREMAN GRILL garante uma alimentação saudável livre de gordura. Com esses argumentos a marca que leva o nome do boxeador campeão mundial conseguiu tornar os pequenos grills portáteis em equipamentos indispensáveis em qualquer cozinha moderna. Por isso hoje, quando se pensa grill, o nome George Foreman é o primeiro que vem a cabeça.
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A história
George Foreman é reconhecido pelo ouro olímpico e pelos grandes feitos no boxe, como a vitória sobre Joe Frazier em 1973, que o fez campeão mundial dos pesos-pesados. A história da marca começou quando ele, uma lenda viva do boxe profissional, voltou aos ringues no início da década de 90. O lutador estava 11 quilos acima do peso ideal e ninguém acreditaria que ele pudesse recuperar sua antiga forma. Como precisava fazer uma dieta rigorosa ingerindo muita proteína no período da manhã, como uma brincadeira divulgou que era capaz de comer cinco hamburgeres – por isso ficou conhecido nos Estados Unidos como “cheeseburger guy”. Em 1994, aos 45, George conquistou um novo título de campeão do mundo, desta vez contra Michael Moore.
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Foi então que Leon Dreimann, presidente da SALTON, uma pequena produtora de eletrodomésticos portáteis do estado da Flórida, que em 1983 havia lançado um grill para assar carnes em casa, se uniu à George Foreman, que havia se sagrado novamente campeão mundial, para criar um produto exclusivo, que vinha assinado pelo atleta como sinal de sua aprovação. Nesta época, George, que na esteira de seu espetacular retorno ao boxe, ganhava a vida como garoto-propaganda de marcas como McDonald’s, Pepsi-Cola e Doritos, jamais tinha ouvido falar no tal grill. Mas topou o desafio por um simples motivo: seria sócio da empresa. Finalmente em 1995, a empresa assinou um contrato milionário com George para que ele se tornasse o garoto-propaganda de sua principal linha de produto: o George Foreman Grill, uma linha de grills portáteis.
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Os grills elétricos tinham visual moderno, eram simples de operar e possuíam revestimento anti-aderente, dispensando o uso de óleo ou manteiga. Carnes, frangos, peixes e legumes eram grelhados dos dois lados simultaneamente em poucos minutos graças às suas duas placas aquecidas com ajuste para diferentes espessuras de alimentos. A superfície das grelhas era levemente inclinada com canais especialmente desenhados para extrair a gordura do alimento enquanto este era grelhado. Com uma comunicação baseada em infomerciais (nada mais que comerciais de televisão informativos, com demonstração do funcionamento do produto), somada ao carisma e à visão empreendedora do boxeador e um posicionamento centrado em uma alimentação saudável, o resultado não poderia ser outro: um sucesso estrondoso.
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Quatro anos mais tarde, George, uma montanha de músculos mal encarada cuja missão era conversar de igual para igual com as donas de casa, foi popularmente chamado de “Rei das grelhas” após serem vendidas mais de 10 milhões de unidades do GEORGE FOREMAN GRILL nos Estados Unidos. Nos anos seguintes novos modelos foram lançados no mercado: vários formatos; novas cores; pequenos, médios e grandes; com estufa de pães na parte de cima; com seletor de temperatura; e até um com chapa externa.
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O sucesso em território americano despertou o desejo de milhões de consumidores em outros países do mundo, e os produtos com a marca GEORGE FOREMAN GRILL começaram a serem exportados. No início do novo milênio o produto foi lançado no mercado brasileiro, com sete modelos, preços que variavam entre R$ 100 e R$ 200, e design e cores que lembravam os descolados computadores Macintosh. O resultado, novamente, não poderia ser outro: um enorme sucesso de vendas. Em 2007, a SALTON, proprietária da marca GEORGE FOREMAN GRILL, foi adquirida pela empresa Applica.
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As mais recentes novidades da marca são o The Next Grilleration, um grill que incorpora não somente o conceito de saúde já característicos da marca, mas garante também uma limpeza Vapt-vupt, pois suas grelhas (superior e inferior) são facilmente removidas e podem ser lavadas na torneira ou na lavadora de louça; o iGrill, com capacidade para 14 hambúrgueres e um sistema de tripla camada antiaderente, denominado “George Touch”, que permite o acoplamento de aparelhos tocadores de MP3, por meio de caixas de som integradas, além de permitir o controle de temperatura com diversos tipos de cozimento; e a Fritadeira Lean Mean George Foreman, que utiliza a tecnologia “Smart Spin”, onde 55% da gordura absorvida durante a fritura é descartada utilizando a força centrífuga. Atualmente, George Foreman tem, além de ações da Salton, e um contrato vitalício para rodar o mundo divulgando o produto com seu famoso bordão: “Nocauteie a gordura” (Knock out the fat).
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Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Lançamento:
1995
● Criador:
George Foreman e Leon Dreimann
● Sede mundial:
Miramar, Flórida
● Proprietário da marca:
Salton, Inc.
● Capital aberto:
Não
● Chairman:
Jerald Rosen
● CEO & Presidente: Terry Polistina
● Faturamento: US$ 350 milhões (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global: 100 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 900
● Segmento: Eletrodomésticos portáteis
● Principais produtos:
Grills e fritadeiras
● Ícones:
O boxeador George Foreman
● Slogan:
Knock Out the Fat with George.
● Website:
www.georgeforeman.com.br
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A marca no mundo
Atualmente a extensa linha de grills que levam a assinatura GEORGE FOREMAN é comercializada em mais de 100 países ao redor do mundo, e correspondem a quase 50% do faturamento da Salton. Além disso, a marca GEORGE FOREMAN ainda é estampada em outros produtos da empresa como fritadeiras. O ex-atleta é um caso raro de celebridade esportiva que conseguiu colocar seu nome em uma série de produtos não esportivos. Desde o lançamento da linha GEORGE FOREMAN GRILL, foram vendidos 100 milhões de grills de mais de 250 modelos diferentes disponíveis em todo o mundo.
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Você sabia?
George Foreman ganhou mais dinheiro vendendo grill do que com sua carreira no boxe profissional: US$ 150 milhões.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 26/11/2009

24.11.09

PERRIER JOUËT

Se você nunca ouviu falar em uma marca chamada PERRIER JOUËT não se assuste. Bilhões de pessoas no mundo também nem sabe o que ela vende. O título de grife mais exclusiva de champanhe do mundo não é exagero para essa marca francesa que produz garrafas cheias de borbulhas capazes de surpreender até os maiores críticos do segmento. Afinal, elegância, exclusividade, refinamento e a busca pela perfeição são os eternos valores de PERRIER JOUËT, um verdadeiro símbolo de tradição e qualidade na fabricação de champanhe.
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A história
A história da exclusiva e chique grife francesa começou de forma bastante romântica em 1811: o casamento de Pierre-Nicolas-Marie-Perrier, um fabricante de rolhas, com Adéle Jouët, oriunda de uma família que cultivava vinhedos há muitas gerações, deu origem a CASA PERRIER JOUËT, estabelecida na Avenue de Champagne, em uma nobre área de Épernay, região de Champagne, na França. A casa PERRIER JOUËT rapidamente ficou conhecida por ser uma das primeiras a exportar o borbulhante e incomparável líquido para outras localidades, como em 1815 quando seu líquido sagrado já estava disponível na Inglaterra, tornando-se inclusive fornecedora oficial da rainha Vitória em meados do século XIX.
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Pierre, aliás, detém o mérito de ser o primeiro a produzir cuvées de champagne brut (1854), assim como ser pioneiro na fabricação de bebidas de safras de anos especiais nas redondezas. Em 1858, ele também foi um dos primeiros a gravar sua marca nas rolhas de seus preciosos champanhes com uma medida de garantia contra as imitações que começavam a acontecer. Nos anos seguintes, com o grande sucesso de seus champanhes a PERRIER JOUËT começou a comprar outros vinhedos na região. Em 1902, Henri Gallice, sobrinho e sucessor no comando da casa, solicitou a Emile Gallé, um mestre vidraceiro, que decorasse uma garrafa de PERRIER JOUËT, a qual ficaria guardada por muitos anos para então se tornar símbolo da renomada marca francesa. Decorada com anêmonas e rosas, esta garrafa foi descoberta 60 anos mais tarde.
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Os indescritíveis champanhes Belle Epoque (conhecidos nos Estados Unidos como “Fleur de Champagne”), lançados em 1969 e vendidos em poucas casas especializadas na época, são produzidos apenas em anos cujas safras são declaradas como excepcionais, que atestam sua incomparável qualidade e delicadeza. Essa seletividade garante a extraordinária qualidade do produto, que ainda vem envasado na maior marca registrada da PERRIER JOUËT: a garrafa ornada com flores. Em 1976 foi a vez do champanhe Belle Epoque Rosé estrear no mercado. Associações de estilo também fizeram parte da história da PERRIER JOUËT, cujos champanhes são sempre obrigatórios nos lançamentos de coleções da Chanel e no Bal de la Rose em Mônaco. Além disso, parcerias com grifes de luxo, como a Baccarat, já renderam caixas especiais como a que inclui uma garrafa de Cuvée Belle Époque Millésime 1995 e um colar Hortensia.
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Em 2001, a tradicional e luxuosa marca foi adquirida pela Allied Domecq, que em 2005 seria adquirida pela empresa francesa Pernod Ricard, passando a fazer parte de uma das maiores companhias de bebidas alcoólicas do mundo. A marca conduziu recentemente, no dia 9 de março de 2009, a abertura da mais antiga garrafa de champanhe que o mundo já teve notícia: PERRIER JOUËT 1825, produzida com uma seleção de uvas Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Meunier. Esta relíquia, considerada pelo Guiness (Livro dos Recordes) a remanescente mais antiga do mundo, foi aberta por ocasião do lançamento de seu cuvée Belle Époque 2002, reunindo em Reims, doze dos melhores especialistas do mundo em champanhe para uma degustação vertical com a PERRIER JOUËT 1825, juntamente com outras 19 safras históricas da marca. Será que champanhes tão antigos eram bebíveis? Não somente, eram bebíveis, mas também geniais e únicos.
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O da safra de 1911, por exemplo, era de uma perfeição absoluta e rara; o de 1874 era magnífico; e o de 1825 de um grande comportamento, e mesmo após dois séculos, algumas das bolhas ainda se encontravam no líquido, sendo possível apreciar suaves sabores de caramelo e trufas. Só mesmo uma grife, no sentido literal da palavra, como a PERRIER JOUËT, poderia proporcionar momentos como esse. Atualmente, restam apenas mais duas garrafas da PERRIER JOUËT safra 1825 e a empresa divulgou que não pretende abri-las tão cedo.
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Também recentemente, a marca criou uma linha de champanhes cuvée para apenas 100 pessoas. Tudo foi customizado. Até mesmo o sabor do champanhe foi feito de acordo com a personalidade de cada cliente, que levaram para casa uma caixa com 12 garrafas, também customizadas. “Não vendemos um produto. Oferecemos um momento único” disse um dos executivos responsáveis pela marca.
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Quase dois séculos depois de sua fundação, a PERRIER JOUËT permanece firme em seu propósito de fabricar champanhes sublimes. Em seu portifólio de preciosidades constam champanhes fabricados em sua maior parte com uvas Chardonnay, vindas de vinhedos de Cramant e Avize, classificados como 100% na escala de “crus”, e que proporcionam ao produto final maior elegância e frescor. A grande maioria das cepas utilizadas para a elaboração de seus champanhes é proveniente de “grand crus”, ou seja, vinhedos da mais alta qualidade.
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As preciosidades borbulhantes
PERRIER JOUËT GRAND BRUT: produzida a partir de uvas Chandonnay (20%), Pinot Noir (40%) e Pinot Meunier (40%), este champanhe de cor dourado é sinônimo de leveza, elegância e refinamento. Depois de engarrafada, este champanhe permanece três anos em uma adega subterrânea.
PERRIER JOUËT BLASON ROSÉ: desenvolvida especialmente para agradar ao paladar feminino, este excepcional champanhe é reconhecido pelo seu sabor adocicado e por não causar nenhum amargor, chegando a lembrar um vinho. Este champanhe é produzido a partir de uvas Pinot Noir (50%), Chardonnay (25%), Pinot Meunier (25%), além da adição, de 15% deste total, de vinho tinto da cepa Pinot Noir proveniente do Vale de Marne. Tal alquimia revela um champanhe com hipnótica coloração provençal capaz de intrigar o mestre das cores Matisse. No nariz e na boca uma grata unidade sensorial de morangos, framboesas, cerejas, além de um delicioso frescor.
PERRIER JOUËT BELLE EPOQUE: grande destaque da casa francesa, especialmente por sua garrafa ornamentada com flores, outrora pintada à mão, este inconfundível champanhe, envelhecido por oito anos, é produzido a partir uvas de safras consideradas excepcionais, sendo composto por Chardonnay (50%), Pinot Noir (40%) e Pinot Meunier (10%).
PERRIER JOUËT BELLE EPOQUE BLANC de BLANCS: champanhe raríssimo produzido com uvas brancas do tipo Chardonnay de safras excepcionais.
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A mais cara do mundo
Recentemente, em 2008, a grife francesa das borbulhas lançou um champanhe prá lá de especial que se tornou o mais caro do mundo, sendo vendido por nada menos de €4.166 a garrafa. Os felizardos compradores desta edição exclusivíssima do champanhe PERRIER JOUËT, puderam personalizar os rótulos, estampando sua assinatura neles. Quem se dispôs a comprar um dos cem lotes que foram colocados à venda – em caixas de 12 garrafas ao preço de 50 mil euros e em apenas sete países (Estados Unidos, Reino Unido, Japão, China, Rússia, Suíça e França) – foi convidado a conhecer a adega de Epernay, na região francesa de Champagne, para escolher entre vários licores e acrescentá-los pessoalmente à bebida. Com este lançamento, o champanhe Dom Pérignon, produzido pelo grupo LVMH, perdeu o título de mais caro do mundo conquistado em 2005, quando uma série especial da bebida foi comercializada por €4 mil a garrafa.
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Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação: 1811
● Fundador:
Nicolas-Marie-Perrier e Adéle Jouët
● Sede mundial: Épernay, França
● Proprietário da marca:
Pernod Ricard
● Capital aberto:
Não
● Chairman: Patrick Ricard
● CEO:
Agnès Laplanche
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
90 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 400
● Segmento:
Bebidas alcoólicas
● Principais produtos:
Champanhes de luxo
● Ícones: As garrafas adornadas com anêmonas e rosas
● Website:
www.perrier-jouet.com
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A marca no mundo
Atualmente a marca, segunda maior em vendas no segmento de champanhe Ultra-Premium no mundo, comercializa seus líquidos sagrados em mais de 90 países, produzindo aproximadamente 3 milhões de garrafas todos os anos.
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Você sabia?
Nenhum dos champanhes PERRIER JOUËT é envelhecido em barril ou tonel madeira. Isto porque a grife busca uma leveza que visa conquistar o paladar feminino, e a vinificação é feita em modernos tanques de aço inoxidável, que possibilitam rigoroso controle de temperatura.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 24/11/2009

20.11.09

ROYAL CANIN

Na ROYAL CANIN, tudo é feito para o cão e o gato. Não são realizadas pesquisas com o consumidor ou estudos de mercado. Em vez disso, as inovações são baseadas exclusivamente nas necessidades dos animais e nos avanços científicos. Tudo para desenvolver dietas nutricionais para solucionar as necessidades dos cães e gatos.
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A história
Tudo começou em 1968 quando o cirurgião veterinário Jean Cathary, fundou a empresa na pequena cidade de Gard, região de Camargues, ao sul da França, motivado pela preocupação com os problemas de saúde dos cães de seus clientes, especialmente para curar eczema em cães. Percebendo que a causa das complicações estava associada à má nutrição, nesta época os cachorros eram alimentados apenas com comida, o veterinário se dedicou à formulação e fabricação de novos produtos que tiveram como resultado animais mais alegres e ativos, que perdiam o excesso de peso e ficavam com o pelo mais brilhante. Desse momento em diante, a marca ROYAL CANIN iria se desenvolver baseada em três princípios: O animal em primeiro lugar, precisão nutricional e nutrição aliada à saúde. Em pouco tempo os produtos tornaram-se conhecidos e, rapidamente ocorreu uma expansão da rede de especialistas que comercializavam a marca na França. Isto culminou, em 1970, com o desenvolvimento de Centros de Distribuição no país e as primeiras exportações.
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Pouco depois, a Guyomarc’h (fazenda de nutrição animal) adquiriu a empresa. Em 1976, a ROYAL CANIN conseguiu o reconhecimento científico de seus alimentos por meio da parceria com médicos veterinários e criadores profissionais, conquistando novos mercados. Em 1980, ocorreu o lançamento do produto AGR, primeiro alimento no mundo especialmente desenvolvido para filhotes de raças grandes, que se tornou o único alimento para esse tipo de cão durante 17 anos. A década seguinte tem início com muitas novidades: criação da ROYAL CANIN do Brasil em Descalvado (São Paulo); reposicionamento da marca de de standard para Premium, com produtos 30% mais caros; formulação do RCCI (Royal Canin Cynotechnique International), primeira linha de alimentos de elevada nutrição para cães adultos; e o lançamento do PR27, primeiro alimento específico para raças pequenas.
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Pouco depois, em 1994, a ROYAL CANIN formulou o RCFI (Royal Canin Felinotechnique International), uma linha de alimentos de alta nutrição para gatos. Até o final da década a empresa ainda formularia o primeiro programa nutricional no mundo a considerar, além da idade e da atividade física do cão, a relação tamanho/peso das diferentes raças caninas; e o VET CAT, primeiro programa nutricional para gatos e gatas esterilizados com venda exclusiva em clínicas veterinárias.
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Com a chegada do novo milênio, e conseqüentemente diferentes estilos de vida, que requeriam diferentes requisitos nutricionais, a ROYA CANIN lançou no mercado produtos revolucionários, e especificamente desenvolvidos, como por exemplo, o primeiro alimento para gatos que viviam em ambientes internos. Em 2002, a empresa americana Mars Incorporated adquiriu a ROYAL CANIN, que a partir deste momento, poderia se beneficiar da gigantesca estrutura e experiência da MARS nessa área.
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Nos anos seguintes a marca foi introduzida em novos mercados mundiais, além de lançar produtos como a mais completa linha de nutrição saúde para cães (SIZE HEALTH NUTRITION), alimentos específicos para as raças Poodle, Dachshund, Pug, West Highland White Terrier, Golden Retriever Junior e Poodle Junior; além do desenvolvimento de alimentos para categorias de gatos para as quais ainda não tinha sido ainda disponibilizada qualquer resposta nutricional (gatos com apetite caprichoso e gatos com sensibilidade buco-dental).
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A linha do tempo
1999

Lançamento do PERSIAN 30, o primeiro alimento com respostas nutricionais específicas para gatos da raça Persa. Desenvolvido a partir de pesquisa e parceria com criadores de todo o mundo, era adaptado à morfo-fisiologia do gato Persa e trazia com exclusividade todas as respostas nutricionais, em um único alimento.
Lançamento do STARTER, primeiro alimento para desmame dos filhotes destinado aos criadores.
Lançamento de alimentos com HAIRBALL TRANSIT SYSTEM (facilita a eliminação das bolas de pelo ingeridas) e DERM SYSTEM (beleza da pele e do pelo).
2000
Lançamento da SIZE NUTRITION, três programas nutricionais únicos no mundo (Mini/Medium/Maxi) que integravam os parâmetros da idade, atividade, tamanho, mas também o estado fisiológico dos cães, contribuindo para a prevenção dos problemas articulares, cardíacos e obesidade.
2001
Lançamento do INDOOR 27, primeiro alimento para gatos que vivem em ambientes internos.
Lançamento programa nutricional GIANT, primeiro programa nutricional especificamente desenvolvido para cães de raças gigantes (com mais de 45 kg).
2002
Lançamento da linha FELINE NUTRITION, que reforçava as defesas naturais, combatia o envelhecimento celular, e regenerava os pelos e a pele.
Lançamento do MEDIUM IMMUNITY PROGRAM, primeiro programa nutricional para cães de raças médias que favorecia o reforço das suas defesas naturais em cada etapa da vida.
Lançamento do MINI YORKSHIRE, primeiro alimento desenvolvido sob medida e exclusivamente formulado para cães da raça Yorkshire.
Lançamento do VET CAT NEUTERED, uma nova geração de alimentos nutricionais de prevenção máxima, que contemplava as especificidades fisiológicas de gatos e de gatas esterilizados.
2003
Lançamento da VETERINARY DIET, uma linha dietética composta por 18 alimentos secos e 18 alimentos úmidos para cães e para gatos numa associação de medidas preventivas ecurativas.
2004
Lançamento do HT42d para fêmeas adultas de todos os tamanhos, desde o cio até o 42º dia de gestação.
Lançamento do Queen 34, produto pioneiro e com respostas nutricionais específicas para as fêmeas de gata em fase de reprodução (estro, gestação e lactação).
2005
Lançamento do VET EARLY CARE CAT, primeiro programa veterinário para gatos esterilizados, uma revolução dietética na nutrição felina.
2006
Lançamento do BREED HEALTH NUTRITION, uma linha de alimentos especialmente formulados para responder às sensibilidades específicas de algumas raças de cães, como Pastor Alemão Junior, Schnauzer Miniatura e Labrador Retriever Junior.
Lançamento do FELINOTECHNIC HEALTH NUTRITION, primeira linha de alimentos especificamente dedicada aos criadores de gato, um programa nutricional exclusivo para a fase de reprodução e desenvolvimento dos filhotes.
2007
Lançamento do NEUTERED CANINE, primeiro programa nutricional completo para cães esterilizados, desde a fase de crescimento à fase adulta.
Lançamento do RECOVERY, alimento dietético para cães e gatos submetidos a cuidados intensivos no período de convalescença.
Lançamento do SATIETY SUPPORT CANINE, alimento dietético para cães obesos com influência comprovada na saciedade do animal.
2008
Lançamento do DIGESTIVE COMFORT, novo alimento da linha Feline Care Nutrition indicado para melhorar a função digestiva do gato, com níveis de eficácia comprovados, reduzindo em 35% o volume fecal.
Lançamento do RENAL SPECIAL, uma linha de 6 alimentos dietéticos para o tratamento da Doença Renal Crônica. Estes alimentos, dotados de elevadíssima apetência, constituem uma resposta específica para as exigências nutricionais dos gatos com doença renal.
2009
Lançamento do SATIETY SUPPORT FELINE, linha dietética para o tratamento da obesidade felina com um alimento inovador que favorece o cumprimento da dieta através de pouches (dose que facilitam a prescrição clínica e a correta utilização por parte do dono).
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O animal em primeiro lugar
A ROYAL CANIN, fiel à filosofia “Conhecimento e Respeito”, empenha-se em oferecer respostas nutricionais precisas às necessidades de cada cão e gato, para garantir seu bem estar e longevidade. Colocando a Pesquisa e o Desenvolvimento no centro de seu processo de inovação, emprega um procedimento diferenciado, voltado para o animal, sem concessão ao antropomorfismo. Um dos principais objetivos da equipe de pesquisadores da empresa consiste na partilha do conhecimento adquirido com os nossos parceiros da comunidade veterinária através de inúmeros artigos e publicações. A ética ROYAL CANIN baseia-se na sua perspectiva única do Cão e do Gato: a convicção de que não são seres humanos, mas sim animais e, por conseguinte, o verdadeiro respeito consiste em tratá-los como tal.
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O verdadeiro respeito implica um determinado número de deveres, sobretudo em conhecer as especificidades fisiológicas e nutricionais do animal e conseqüentemente proporcionar uma alimentação específica que leve em conta as suas verdadeiras necessidades nutricionais. De acordo com sua filosofia, a empresa adota sistemas e práticas de qualidade a fim de cumprir sua missão: satisfazer as necessidades nutricionais dos cães e gatos, respeitando suas especificidades, oferecendo-lhes um alimento adequado, proporcionando-lhes uma boa saúde e permitindo-lhes uma longevidade máxima. Além disso, tem como missão, atender as expectativas dos donos em termos de qualidade, segurança alimentar e de serviços.
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Dados corporativos
● Origem:
França
● Fundação:
1968
● Fundador:
Jean Cathary
● Sede mundial:
Aimargues, França
● Proprietário da marca: Mars Incorporated
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman:
John Franklyn Mars
● CEO & Presidente: Jean-Christophe Flatin
● Faturamento: €1.2 bilhões (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Fábricas: 11
● Presença global:
92 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários: 3.200
● Segmento:
Pet Care
● Principais produtos:
Rações e alimentos para cães e gatos
● Slogan: Knowledge and Respect. (Conhecimento e Respeito)
● Website:
www.royalcanin.com
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A marca no mundo
A ROYAL CANIN é uma das maiores indústrias de pet food do mundo, estando presente em 92 países, possuindo 11 fábricas ao redor do mundo e uma sólida reputação no desenvolvimento de alimentos para cães e gatos. No Brasil, é considerada uma referência em tecnologia e inovação, e sua fábrica está localizada em Descalvado (SP), contando com 40 distribuidores exclusivos em todo o país. Seus produtos são encontrados somente em pet shops e clínicas veterinárias.
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Você sabia?
Cada um dos alimentos que carrega a marca ROYAL CANIN é baseado no conhecimento e respeito pelos animais, adquirido através de anos de estudos no centro de pesquisa da empresa, nas parcerias com as principais escolas e universidades veterinárias e, na contínua contribuição de veterinários e criadores ao redor do mundo.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 20/11/2009

18.11.09

VESPA

O mais europeu de todos os veículos de duas rodas nasceu na Itália para ser barato, econômico, robusto e, claro, charmoso e elegante. A VESPA marcou uma época e poucos veículos, de duas ou quatro rodas, atingiram os patamares de vendas e a notoriedade mundial que ela alcançou. Era utilizada por pobres e ricos, tornou-se cultura nas mãos dos atores americanos que filmavam na Itália e foi até “atriz”, como no antológico filme Candelabro Italiano (Rome Adventure), de 1962, com Suzanne Pleshette e Troy Donahue.
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A história
A história começou quando Enrico Piaggio presidia a empresa Piaggio, fundada pelo pai em 1884 e que se encontrava em ruínas por causa da Segunda Guerra Mundial. A enorme dificuldade, física e financeira que se encontrava toda a Europa, não intimidou Enrico, que resolveu deixar o campo aeronáutico em busca de um novo tipo de veículo, capaz de suprir a necessidade de locomoção básica da população. Uma vez que as estradas estavam em situação precária e os italianos não tinham dinheiro, a solução era um veículo simples, barato e econômico. Na fábrica da empresa quase destruída pelos bombardeiros aliados em Pontedera, na região da Toscana, se encontravam centenas de rodas de trens de pouso de bombardeiros e um grande número de pequenos motores multiuso para o lançamento dos aviões. Estava então esboçada a idéia básica do novo veículo.
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Nas mãos de Corradino D'Ascanio, um brilhante e talentoso engenheiro aeronáutico que trabalhava na Piaggio desde 1934, ela concretizou-se, apenas oito dias depois de Enrico ter dado a ordem a ele de projetá-la. A partir da sua larga experiência, ele concebeu algo inédito até então em duas rodas. Para tal, investigou os maiores inconvenientes que uma motocicleta causava aos seus proprietários e procurou corrigi-los no novo veículo. Na época, as motos eram veículos pouco populares, principalmente em virtude de dois problemas: pneus furados e correntes frágeis. O descanso resolveria em definitivo o problema de ficar pelo caminho por causa de um pneu furado. O garfo dianteiro prendia a roda em apenas um lado, o que facilitaria a troca do pneu, o mesmo acontecia com a roda traseira, presa diretamente ao conjunto caixa-motor - um dois tempos de peça única, compacta e que dispensava corrente de transmissão. Ainda num toque de engenhosidade, os aros das rodas (de apenas 8 polegadas de diâmetro) eram constituídos por dois discos parafusados entre si, o que facilitaria a desmontagem do pneu.
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Correntes para motos eram raras na Itália da década de 50, razão para o uso da transmissão direta. Esta disposição, porém, fazia com que cerca de 70% do peso da motocicleta estivesse concentrado do lado direito, e, conseqüentemente, gerasse instabilidade. Para corrigir a tendência de puxar para a direita (principalmente ao tirar as mãos do guidão), a roda dianteira ficava 8 mm à esquerda do eixo de direção, de modo a gerar um binário oposto ao ocasionado pelo centro de gravidade deslocado. Mesmo assim o novo veículo padecia do seu desequilíbrio inerente. Caixa e embreagem foram montados na manopla esquerda, para que os dois processos nas trocas de velocidades não exigissem retirar a mão do guidão. Era eliminado também o pedal de mudança de velocidade das motos, que marcava e sujava os sapatos.
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E novo veículo trazia uma solução para o comando da caixa de velocidades que ainda hoje é usado pelos fabricantes de automóveis como uma inovação: a existência de cabos flexíveis, de aço trançado tipo Bowden. Um escudo frontal protegia as roupas e o próprio condutor da chuva, poeira e tudo o que fosse arremessado pela roda dianteira - e também sua integridade física numa eventual queda. De estrutura monobloco (como a de um automóvel), trazia a seção central bastante baixa, facilitando a subida ao veículo, principalmente para mulheres e pessoas de baixa estatura. Mesmo mulheres de saia podiam conduzi-la. Acabado o desenvolvimento, foram construídos os protótipos. As primeiras 15 unidades deixaram a fábrica da empresa no dia 23 de abril de 1946. Elas eram equipadas com um motor de 98 cm³ com apenas 3 cv de potência e atingiam velocidade máxima de 60 km/h, bons níveis para a época. A caixa de câmbio tinha três marchas e o tanque de combustível comportava cinco litros de gasolina. O consumo de 40 km/l, uma marca bem-vinda numa época difícil como aquela do pós-guerra.
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Uma característica marcante do novo veículo é que não tinha piso entre a dianteira e o banco, mas sim duas placas separadas. O novo veículo foi batizado de VESPA em razão ao ronco do seu motor de dois tempos com ventoinha de arrefecimento, que mais parecia um zumbido, característico daquele inseto. Também diz a lenda que, ao vê-la, Piaggio exclamou: “Bello, sembra una vespa” (“Belo, parece uma vespa”), alucinado pela forma do veículo. Rapidamente a VESPA caiu nas graças do consumidor e o seu sucesso foi absoluto e instantâneo. Outros veículos foram criados utilizando a mesma proposta, mas não alcançaram o mesmo êxito que o original. Para tal, a Piaggio não contou apenas com o carisma que o veículo obteve: montou uma completa rede de assistência técnica em todo o território italiano e proporcionou cursos de formação na fábrica para mecânicos. Além disso, o veículo tinha uma relação preço/qualidade extremamente favorável: chegava a qualquer canto da destruída Itália do pós-guerra gastando muito pouco - podia ser usada em qualquer situação, sob qualquer condição. No primeiro ano foram produzidas 2.484 unidades, um sucesso de vendas. Curiosamente, embora tenha sido tentado pintar as primeiras unidades de cores diversas, em pouco tempo, o cinza metalizado foi adotado como cor única.
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Em 1948 uma nova motorização de 125 cm³ e 4,7 cv de potência foi lançada, e com ela, algumas revisões tecnológicas que se encontram até hoje nos veículos em produção. A mais visível: o assoalho que ocupava agora as duas placas de apoio para os pés. Também eram adaptadas suspensão na roda traseira, pára-lama dianteiro e pequenas alterações na “carroceria”. A velocidade máxima chegava a 75 km/h. Até 1949 já haviam sido produzidas mais de 35.000 unidades, um recorde para uma época tão conturbada. Quatro anos depois o motor era modificado, passando a ter 5 cv, e surgia uma versão utilitária com o farol mais elevado. O famoso modelo GS (Grand Sport) 150, mais esportivo, saiu das linhas de produção em 1955 trazendo um estilo mais moderno, com rodas de 10 polegadas, caixa de câmbio com quatro marchas e uma velocidade máxima de 100 km/h.
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Na primeira década de vida da VESPA, foram produzidas um milhão de unidades. Nesta época, o veículo já era produzido na Alemanha, Inglaterra, França, Bélgica e Espanha. Em 1962 chegava a GS 160, com 8,2 cv de potência e um visual renovado. Com o tempo, vários clubes de "vespeiros" surgiram para que os admiradores da VESPA fizessem passeios e trocassem informações sobre a sua paixão italiana. Campeonatos esportivos também foram criados, onde os mais radicais colocavam a VESPA no seu limite. A pequena versão de 50 cm³, a última desenvolvida por D'Ascanio, apareceu em 1964. No ano seguinte aparecia a SS 180, de 10 cv, seguida pelas versões Super Sprint 90 (1966), Primavera 125 (1968) e Elestart 50, com motor de arranque elétrico (1970). Finalmente, em 1978, a família PX - com as versões de 125, 150 e 200 cm³. O maior dos motores desenvolvia 12,35 cv e chegou a ser oferecido no mercado norte-americano, na versão Rally. Um caixa de velocidades automática foi introduzida em 1984, sendo a manete de embreagem agora destinado ao freio traseiro.
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As crescentes restrições ambientais obrigaram Piaggio a retirar a VESPA do mercado americano em 1985. Nos anos seguintes, as VESPAS praticamente haviam desaparecido totalmente do mercado, a não ser os entusiastas, que mantiveram as clássicas scooter em operação, reconstruindo-as e restaurando-as. Com exceção de um modelo especial para colecionadores, introduzido em 1991, a VESPA só voltou a lançar um novo modelo em 1996, para comemorar os 50 anos da marca. Somente a partir de 2003 a marca reiniciou o lançamento de novos modelos, que mativeram o mesmo charme e elegância em uma reiterpretação muito mais moderna. Atualmente a VESPA tem uma linha de 8 modelos: o tradicional PX; o LX em três versões (50, 125 e 250cc); o Granturismo (125 e 200cc); o potente GTS; além de dois modelos vintage.
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Os slogans
I love my world.
Chi Vespa Mangia le Mele.
(1969)
La Dolce Vita. (anos 50)
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Dados corporativos
● Origem: Itália
● Lançamento:
23 de abril de 1946
● Criador:
Enrico Piaggio e Corradino D'Ascanio
● Sede mundial:
Pontedera, Pisa, Itália
● Proprietário da marca:
Piaggio C. S.p.A.
● Capital aberto:
Não
● Chairman:
Matteo Colaninno
● CEO: Roberto Colaninno
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global:
80 países
● Presença no Brasil: Sim
● Segmento:
Motociclístico
● Principais produtos:
Motonetas e scooters
● Ícones:
O design do veículo
● Slogan: I love my world.
● Website:
www.vespa.com
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A marca no Brasil
A VESPA começou a ser montada no Brasil a partir de 1958 pela Panauto, uma licenciada da Piaggio Italiana, e a inauguração da fábrica coincidiu com a febre mundial da motoneta (scooter), nesta década. O primeiro modelo lançado foi o M3 de 3 marchas, equivalente ao VB1 T na Itália ou VBA em outros países, na cor cinza opalescente e azul metálico (esmalte metalizado azul). Pouco depois, em 1960, saiu o modelo M4 com 4 marchas equivalente ao Touren T4 na Itália. Visualmente igual a M3, tinha a lanterna traseira mudada para o modelo “nariz do papa”. O Vespacar, também lançado este ano, foi muito utilizado para pequenas entregas e comércio de cachorro quente. A Panauto fechou em 1964. A VESPA só voltou a ser montada no Brasil entre 1974 a 1983, disponibilizando em 4 modelos: 50cc, 125cc Primavera, 150 Super e Rally 200.
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Entre 1985 e 1986, pela terceira vez, a VESPA voltou a ser montada no Brasil, desta vez pela Motovespa. Porém, somente a partir de 1986, até 1990, os veículos eram realmente fabricados em Manaus com índice de até 90% de nacionalização. Foram produzidos os modelos PX de 200 cc nas versões Standard E sem flash de luz alta e sem borracha de proteção nas laterais e no pára-lama dianteiro; e a GT com flash de luz alta, bateria e partida elétrica opcional. A top de linha era a ES EleStart com todos os opcionais. Logo no seu primeiro ano, embalada pelo Plano Cruzado, a VESPA conseguiu suplantar a Honda CG 125 do posto de veículo de duas rodas mais vendido do mercado. A empresa conseguiu produzir a média de 2.5 mil unidades por mês, 50% acima da meta inicial. A Motovespa chegou a ter 300 funcionários na fábrica de Manaus e rede de 140 revendas espalhadas pelo País. A partir de 1987, porém, as vendas começaram a cair e a empresa passou a ter problemas de administração. A produção nunca mais se normalizou e, em 1990, as atividades se encerraram definitivamente no país. A Vespa voltou ao Brasil no ano 1994, e permaneceu até 2000, com o modelo 150 Originale, importado da Índia pela Brandy, empresa de Ribeirão Preto que representa a Piaggio no país. Desde 2004 o representante oficial da PIAGGIO no Brasil é a PVGA, que importa e vende os modelos VESPA.
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A marca no mundo
Com mais de 16 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento, a VESPA comercializa sua gama de modelos em mais de 80 países ao redor do mundo. Os dois maiores mercados da marca são Itália e Reino Unido. Reconhecida como um dos marcos do design de veículos de duas rodas, um exemplar da VESPA está no Museu de Arte Moderna de Nova York, como exemplo da criatividade industrial italiana do século XX.
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Você sabia?
Com mais de 120 versões em pouco mais de meio século, VESPA foi um verdadeiro sinônimo de Itália, que por um longo período foi conhecida como o “país da Vespa”. Surgiu até um novo verbo na língua de Dante: vespizzare. Histórias não faltam sobre este charmoso inseto de duas rodas.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 18/11/2009

17.11.09

MISSONI

Para quem entende e gosta de moda, uma peça MISSONI é facilmente identificável, principalmente por sua incrível mistura de cores e tramas. Tudo que é feito pela grife italiana é inspirado no lifestyle dos que carregam esse sobrenome. Roupas espirituosas, coloridas, confortáveis e alegres. A marca representa um estilo de vida que vende com mais força o produto, além de ser sofisticada, original e luxuosa.
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A história
Tudo começou em 1948, na cidade de Londres, durante os Jogos Olímpicos quando Rosita, uma jovem nascida no seio de uma família de fabricantes de tecidos, conheceu Ottavio Missoni (chamado pelos amigos de “Tai”), atleta da equipe italiana de atletismo na modalidade 400 metros com barreira e que fabricava os uniformes esportivos. Casaram cinco anos depois e iniciaram um negócio na área da tecelagem em 1953, na pequena cidade de Gallarate, região da Lombardia, quando começaram a produzir malhas de tricôs coloridos e vendê-las para diversas marcas.
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Em 1958 a pequena malharia apresentou sua primeira coleção na cidade de Milão e, em 1960, seus vestidos começaram a aparecer nas revistas de moda. Porém, um vestido de tricô colorido com jeitão hippie, que virou produto de luxo no fim dos anos 60, começaria a mudar a história da pequena empresa italiana. Foi quando ela começou a produzir os trajes relativamente simples com estampas inspiradas na “op art” (abreviação em inglês para arte óptica) e em desenhos africanos. Desse momento em diante, a marca começaria a deixar de ser uma pequena grife para se tornar um ícone da moda usada por astros como Tom Hanks e Drew Barrymore e modelos como Kate Moss e Gisele Bündchen.
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Em 1967 a dupla mostrou suas criações em Florença e Paris e dois anos depois em Nova York. Em 1970, a MISSONI inaugurou seu primeiro ponto de venda dentro da luxuosa loja de departamento Bloomingdale’s em Nova York. As coordenações criativas de cores, a qualidade dos fios e as tramas de qualidade vendiam tanto que, na década de 70, o casal finalmente resolveu vender suas peças sob sua própria marca, surgindo assim a MISSONI. Rapidamente, passaram a produzir as suas próprias coleções (suéteres, costumes, jaquetas, casacos e vestidos), distinguindo-se pela utilização de cores vivas e pela complexidade dos seus padrões. Antes considerada uma espécie de artigo “menor de moda”, pelas mãos da dupla as malhas ganharam status de artigo de primeira linha.
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Ano após ano a marca foi conquistando uma clientela fiel, críticos de moda e milhões de fãs. Em 1976, as primeiras lojas foram inauguradas em Milão e Nova York. A década de 80 teve início com a apresentação do primeiro perfume da grife. Em 1981, a MISSONI iniciou a produção de estamparia e tecidos para decoração, inaugurando assim a divisão conhecida hoje como MISSONI HOME. A diversificação de produtos ganhou força na década de 90, quando, em 1998, a empresa lançou no mercado a M MISSONI, uma linha de produtos com preços mais acessíveis e direcionados para um público mais jovem. Foi a partir desta época, sob o comando da terceira geração da família, que a empresa cresceu em torno de peças coloridas e com acabamentos diferenciados para a moda prêt-à-porter, acessórios, itens para casa e as linhas de maquiagem.
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Com a chegada do novo milênio, a MISSONI acelerou sua expansão internacional com a inauguração de lojas em Madrid, Londres, Dubai, Zurique, entre outras cidades cosmopolitas do mundo. Em novembro de 2009, a MISSONI que já estava presente nas butiques paulistanas Daslu e NK Store, irá ainaugurar sua primeira flagship (loja com todos os itens das linhas masculina e feminina e com a linha casa, composta por artigos de cama, mesa e banho, com exceção de móveis e tecidos de decoração) no Brasil. Na loja de 164 metros quadrados, localizada no shopping Iguatemi, em São Paulo, os fãs da grife italiana poderão encontrar quase todos os produtos, mas com um preço salgado: uma saída de praia custa R$ 2.700 e vestidos de noite não saem por menos de R$ 12.000.
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Mesmo após mais de meia década de existência, a MISSONI se manteve um negócio familiar na Itália, com Vittorio Missoni na direção e Ângela Missoni e Luca Missoni cuidando, respectivamente, das coleções femininas e masculinas. Mas uma de suas maiores expoentes, com certeza, é Margherita Missoni, a jovem herdeira do império e uma das principais referências de estilo da juventude atual, ou seja, uma verdadeira it-girl.
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A linha do tempo
1979
Apresentação da primeira coleção masculina da grife.
1980
Lançamento do primeiro perfume da grife e inauguração de sua primeira loja em Paris.
1985
Lançamento da MISSONI UOMO (coleção para homem) e uma linha esportiva chamada MISSONI SPORT.
1998
Lançamento da primeira linha de calçados da marca.
1999
Inauguração da nova loja âncora (flagship store) em Nova York.
2000
Inauguração da nova loja âncora em Paris, localizada na chique e badalada Rue Saint-Honoré.
2001
Inauguração de uma nova loja em Osaka no Japão e reinauguração da boutique de Munique na Alemanha.
2004
Apresentação da nova coleção de moda para mesa composta por toalhas e guardanapos.
Lançamento de sua primeira coleção de óculos.
2005
Inauguração de sua nova boutique em Moscou na Rússia.
Lançamento do novo perfume feminino da marca em colaboração com a empresa Estée Lauder.
2006
Lançamento, em parceria com a renomada grife austríaca Wolford, de uma linha de meias-calça.
2007
Lançamento do perfume feminino MISSONI ACQUA.
Lançamento de sua primeira coleção de roupas para crianças (0 a 14 anos).
Inauguração de uma loja em Madri na Espanha.
2008
Inauguração de uma loja âncora na cidade de Londres e outras unidades em Dubai e Zurique.
2009
Inauguração de suas primeiras lojas em São Paulo e Casablanca (Marrocos).
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Os hotéis
Recentemente a MISSONI resolveu expandir seu estilo de vida para outros segmentos com a inauguração no dia 8 de junho de 2009 de seu primeiro hotel, localizado na cidade escocesa de Edimburgo. Em um projeto realizado em parceria com o Grupo Rezidor, o primeiro HOTEL MISSONI, super colorido e luxuoso, tem as famosas estampas da marca espalhadas por todos os cantos. Famosa pelo seu trabalho original em torno das cores e dos padrões, a marca italiana deu igual destaque às áreas públicas e privadas do hotel que, além de estarem pintadas de cores vibrantes, foram valorizadas com os padrões característicos da marca. A empresa familiar foi ainda buscar inspiração em suas origens e tradições italianas, passando os seus melhores sabores para a cozinha do hotel que foi apropriadamente batizada de “Cucina”. Fazer o check-in nunca foi tão fashion. O Brasil deve ganhar uma unidade, em 2012, na Ilha de Cajaíba (Bahia). Mas antes, outras unidades serão inauguradas em Kuwait City (Kuwait) em abril de 2010, Cape Town (África do Sul) em setembro de 2010 e Sifah (Omã) também em 2012.
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Estilo próprio
O estilo MISSONI permanece tão atual quanto elegante. A principal característica do produto MISSONI é a diversidade de cores tramadas em tricô fino, geralmente em listras que não necessariamente são retinhas, mas que podem ser onduladas e não-lineares - mas sempre super harmônicas. A marca não fica só nas malhas e faz todo tipo de produto: desde vestidos de festa até “roupa de balneário”, passando por perfumes e produtos para decoração.
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Dados corporativos
● Origem:
Itália
● Fundação:
1953
● Fundador:
Ottavio e Rosita Missoni
● Sede mundial:
Milão, Itália
● Proprietário da marca: Missoni S.p.A.
● Capital aberto:
Não
● Chairman & CEO:
Vittorio Missoni
● Diretor criativo: Ângela Missoni e Luca Missoni
● Faturamento: €81 milhões (2008)
● Lucro:
Não divulgado
● Lojas: 43
● Presença global: 70 países
● Presença no Brasil: Sim (1 loja)
● Funcionários:
500
● Segmento:
Fashion
● Principais produtos:
Roupas, acessórios e produtos de decoração
● Ícones: Os tricôs coloridos
● Website:
www.missoni.com
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A marca no mundo
A MISSONI comercializa sua extensa linha de produtos, que engloba moda feminina e masculina, acessórios, cosméticos e objetos para casa, em mais de 70 países através das principais lojas de departamentos do mundo, lojas multimarcas e 43 lojas próprias, em sua grande maioria localizada na Europa e na Ásia. Em 2008, as vendas da M MISSONI, segunda linha da grife italiana, cresceram 27% para 60 milhões de euros. A marca é vendida em mais de mil pontos de vendas, em 15 franquias e em sete lojas próprias, sendo que cinco delas estão localizadas nos Estados Unidos.
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Você sabia?
A bela Margherita Missoni, neta dos fundadores da grife, é a embaixadora da marca e o rosto oficial do perfume Missoni Acqua.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 17/11/2009

15.11.09

BRINKS

Solidez e credibilidade. Essas duas palavras são os pilares principais que fazem da BRINKS, há 150 anos, o primeiro fornecedor mundial de soluções de transporte seguro e de soluções logísticas, a quem seus clientes confiam para proteger seus recursos mais valiosos.
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A história
Fundada no dia 5 de maio de 1859, na cidade de Chicago, estado de Illinois, por Washington Perry e Fidelia Brink, a empresa que levaria seus sobrenomes, chamada inicialmente de BRINK’S CITY EXPRESS, inicia suas atividades como transportadora de caixas e bagagens de homens de negócio, que viajavam para a cidade em missões comerciais. Em 1891 a BRINKS fazia sua primeira entrega bancária – seis sacos de dólares de prata – para o Home National Bank, tornando-se com isso a primeira transportadora de valores do mundo. Em 1900, a empresa já contava com 85 carruagens e 200 cavalos, tendo com gerente um veterinário. Pouco depois, em 1904, a BRINKS colocou em serviço seu primeiro carro modelo Knox a gasolina, que atingia a 40 km e equivalia a três carruagens e doze cavalos, aumentando assim a segurança e reduzindo o tempo de transporte de valores.
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Em 1918 a empresa abriu seu primeiro escritório fora da cidade de Chicago, em Cleveland, e logo depois em Rochester e Filadélfia. Em 1925, o lançamento do slogan “Only Brink’s Can Open This Safe”, rapidamente se tornou sinônimo de segurança máxima. Pouco depois, em 1927, a empresa inaugurou seu primeiro escritório na cidade de Montreal no Canadá. Logo após o término da Segunda Guerra Mundial, a empresa, que já empregava 2.000 pessoas, foi a primeira do mercado a equipar seu carros de transporte de valores com blindagem e armas (revólveres calibre 38, rifles de repetição e até sub-metralhadoras). Em 1956, o primeiro carro-forte movido a diesel foi adquirido pela empresa por US$ 25.000. A expansão internacional começou em 1961 quando a empresa inaugurou filiais e novas instalações por diversos países europeus, começando pela França. Em 1962 a BRINKS foi adquirida pela empresa Pittston.
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No Brasil a empresa chegou em 1966, e ao longo dos anos mantém um espírito pioneiro no desenvolvimento de seus produtos e serviços, incorporando cada vez mais valor às cadeias de produção de seus clientes. Assim, evoluiu-se do tradicional transporte de valores para uma completa cadeia de serviços integrados, chegando hoje a oferecer, a exemplo de sua constante inovação, uma completa solução tecnológica para correspondentes bancários. A década seguinte tem início com a inauguração de filiais na Venezuela e no México, e, termina, em 1978, com a abertura de seu primeiro escritório na Ásia. Além disso, nesta década a empresa fortaleceu o transporte de valores via aérea, iniciado em 1962, incrementando ainda mais os serviços oferecidos. Nos anos seguintes, a empresa adotou estratégias agressivas e bem estabelecidas de crescimento no mundo, que contemplavam oportunidades de aquisição, aliadas à constante oferta de novos produtos e soluções, como em 1983 quando estabeleceu a divisão de segurança doméstica; ou em 1993, quando iniciou a manutenção de caixas automáticos.
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Além disso, investiu fortemente no desenvolvimento de novas tecnologias e na capacitação de seus funcionários visando à melhoria contínua da qualidade dos serviços, para satisfação dos clientes. A partir de 1996, a BRINKS iniciou uma nova expansão internacional, ingressando no mercado sul-africano e posteriormente na região do Oriente Médio. Em 1998 a empresa introduziu, de maneira pioneira, o cofre computadorizado CompuSafe para ser instalado nas lojas com o objetivo de executar automaticamente armazenamento de diversos tipos de valores; validação e contabilização de cédulas por meio eletrônico; conciliação e controle de recebimentos por turno, dia e operador; fechamento de turno e dia de trabalho; e emissão de relatórios gerenciais.
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Com a chegada do novo milênio, a empresa lançou no mercado novos produtos como o Brinks Cash Logistics, que oferecia soluções e tecnologias para valores; e agenciamento de carga e despacho aduaneiro. Em 2008, a BRINKS HOME SECURITY, divisão que presta segurança doméstica e comercial, foi separada da empresa e passou a se chamar Broadview Security. No ano seguinte, a BRINKS completou 150 anos de atuação mundial, e, mesmo com o cenário de crise internacional, consolidou sua atuação no Brasil com a aquisição de duas empresas do setor de segurança e transporte de valores: Sebival e Setal.
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Tradição e solidez
Durante sua longa história, BRINKS foi escolhida para proteger alguns dos maiores e mais valiosos tesouros do mundo como o taco de baseball com que Hank Aaron quebrou o recorde de home-run do legendário Babe Ruth; as primeiras amostras da rocha trazidas da lua pelos astronautas; o diamante que Richard Burton deu a Elizabeth Taylor; a declaração de independência dos Estados Unidos; e o maior diamante bruto do mundo.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação:
5 de maio de 1859
● Fundador: Washington Perry e Fidelia Brink
● Sede mundial: Richmond, Virginia
● Proprietário da marca:
The Brink's Company
● Capital aberto: Sim
● CEO & Presidente: Micheal T. Dan
● Faturamento: US$ 3.16 bilhões (2008)
● Lucro: US$ 183.3 milhões (2008)
● Valor de mercado: US$ 1.1 bilhões (novembro/2009)
● Frota:
9.300 carros fortes
● Presença global:
+ 50 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
53.900
● Segmento: Segurança e logística
● Principais produtos:
Soluções de transporte seguro e soluções logísticas
● Ícones:
Seus carros-fortes
● Slogan: People. Trust. Innovation.
● Website:
www.brinks.com
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A marca no mundo
A BRINKS está presente em mais de 50 países dos seis continentes, transportando, processando e custodiando valores através de uma complexa malha de comunicação internacional e uma frota de 9.300 carros-fortes. Além do transporte de dinheiro em carro-forte, a empresa cuida também da tecnologia, segurança, manutenção e abastecimento de caixas eletrônicos e de correspondentes bancários.
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Você sabia?
Em 1993, um assalto a um carro-forte da BRINKS em Rochester, Nova York, foi considerado o quinto maior dos Estados Unidos. Quatro ladrões roubaram US$ 7.4 milhões.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 15/11/2009

9.11.09

PAYPAL

O PayPal revolucionou a transferência de dinheiro on-line ao utilizar um simples endereço de e-mail, permitindo assim que qualquer pessoa pague da forma que preferir, incluindo cartões de crédito, contas bancárias, crédito de comprador ou saldos de conta, sem compartilhar informações financeiras. Pagar ou receber nunca foi tão rápido e seguro. Se você ainda não tem uma conta PayPal, não perca tempo. Cadastre-se já!
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A história
A história começou em dezembro de 1998 na cidade californiana de Palo Alto, quando os empreendedores Max Levchin e Peter Thiel, que tinham a visão idealista de formar uma empresa de negócios sem fronteiras, livre do controle governamental, fundaram a Confinity, que funcionava inicialmente no andar de cima de uma pequena confeitaria. Eles começaram a desenvolver um método que atendia a necessidade de alguns usuários que necessitavam efetuarem pagamentos via Palm Pilot (daí o nome PayPal). O produto foi lançado ao público em outubro de 1999, e consistia em um software que criptografava e permitia transferências financeiras entre aparelhos. Pouco depois, como resultado da fusão com a X.com, fundada por Elon Musk para prestar serviços financeiros de pagamento através de email, o PayPal foi estendido para a internet, permitindo assim transferências financeiras entre computadores. Em pouco tempo o sistema se tornou na grande inovação com relação a pagamentos on-line.
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O PayPal cresceu tão rapidamente que logo se tornou o serviço padrão de pagamento on-line, sendo amplamente utilizado para efetuar pagamentos em leilões, na compra de bens e serviços, e para fazer doações. Compradores queriam usá-lo, pois muitos vendedores o aceitavam; vendedores o aceitavam, pois muitos compradores o utilizavam. Porém, o rápido sucesso também trouxe problemas, chamando a atenção de hackers e setores do crime organizado, que usaram o serviço para fraudes e lavagem de dinheiro. Depois de uma série de fraudes e problemas legais, o PayPal formulou um plano para prevenir que criminosos usassem programas de computador para abrir dezenas de contas fraudulentas com números de cartões de crédito roubados. Esse sistema, conhecido como teste “Gausebck-Levchin”, é agora largamente usado por centenas de sites da Internet.
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Apesar das fraudes, processos legais e fiscalização das leis governamentais, o suscesso do PayPal começou a chamar a atenção do eBay, maior site de leilão on-line, que havia comprado o sistema de processamento de pagamentos on-line Billpoint para fazer frente ao crescimento enorme do concorrente. Porém o número de usuários do PayPal era muito mais elevado: em fevereiro de 2000 o número de leilões diários no eBay que utilizavam o PayPal como forma de pagamento era de 200.000, enquanto o Billpoint era de apenas 4.000. Poucos meses depois, em abril, esse número já chegava à 1.000.000 de pessoas que utilizavam o PayPal, enquanto o Billpoint fazia testes e mais testes para tentar diminuir a sua falta de credibilidade. Enquanto o PayPal aumentava sua participação de mercado e espalhava-se pelo eBay, este corria e tentava lutar desesperadamente para barrar o avanço do concorrente, porém sem a mínima efetividade.
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Finalmente no dia 3 de outubro de 2002, o PayPal foi comprado pelo eBay por US$ 1.5 bilhões. Com isso a tecnologia do Billpoint foi incorporada pelo Paypal. Ainda neste ano o Paypal começou a aceitar pagamentos e transferências em euro e libra esterlina. Nos anos seguintes, além de investimentos milionários em segurança, o sistema PayPal passou a estar disponível em centenas de países, além de moedas correntes diversas. Isto acarretou em um aumento enorme no número de usuários, e principalmente, no volume de transações. Recentemente o sistema foi expandido para mais países como Peru, Indonésia, Filipinas, Croácia, Ilhas Fiji, Vietnã e Jordânia.
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Como funciona
Inscrever-se no PayPal é rápido e não é necessário nem mesmo dar informações sobre contas bancárias, apenas cartões de crédito são necessários para fazer uso dos recursos. Na página do PayPal, clique no botão “Inscreva-se agora”. Na página seguinte, o usuário vai escolher se quer uma conta pessoal, empresarial ou premier. Se você planeja usar o PayPal apenas para uma compra on-line, ou retirar dinheiro ocasionalmente, uma conta pessoal é a escolha certa. Se pretende usar o PayPal para receber pagamentos de seus negócios, então uma conta empresarial ou premier seria mais adequada. Em seguida, o usuário irá para a página onde estão perguntas básicas sobre informações pessoais - nome, endereço, telefone e endereço de e-mail. Também será solicitado que responda a duas questões de segurança para o caso de esquecer a senha. Uma vez confirmada a conta, o usuário irá receber por e-mail o processo de filiação finalizado. Ao colocar um número válido de cartão de crédito, o usuário vai permitir que o PayPal confirme seu endereço (se tudo confere com as declarações feitas na conta do cartão). O usuário também pode usar o cartão de crédito para outros serviços do PayPal como depositar em sua conta ou vice-versa. A conta básica do PayPal é gratuita. O usuário pode mandar dinheiro para qualquer pessoa que tenha um endereço de e-mail, quer ela tenha ou não uma conta do PayPal. A pessoa vai receber uma mensagem, e então, terá que abrir uma conta própria do PayPal. Os fundos transferidos via PayPal ficam na conta até que a pessoa que esteja recebendo retire ou gaste. Se o usuário entrar e receber as informações sobre a conta, poderá transferir o dinheiro diretamente para sua conta.
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A evolução visual
O logotipo da PayPal passou por uma pequena modificação anos atrás, adquirindo uma imagem mais sólida e moderna.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação:
1998
● Fundador:
Max Levchin, Peter Thiel e Elon Musk
● Sede mundial: Sa
n José, Califórnia
● Proprietário da marca: eBay Inc.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman: Pier
re Omidyar
● Presidente:
Scott Thompson
● Faturamento: US$ 2.4 bilhões (2008)
● Lucro:
Não divulgado
● Membros:
184 milhões
● Moedas disponíveis:
19
● Presença global:
194 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários:
2.000
● Segmento:
Financeiro
● Principais produtos:
Sistema de pagamento eletrônico
● Website:
www.paypal.com
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A marca no mundo
Atualmente o PayPal, uma subsidiária do eBay, está disponível em 194 países e em 19 moedas correntes (como dólar australiano, dólar canadense, dólar americano, euro, libra esterlina, iene, peso mexicano, franco suíço, entre outras), contando com 184 milhões de membros (sendo 73 milhões deles ativos). Somente em 2008 mais de US$ 60 bilhões foram movimentados através do sistema de pagamento PayPal, o que representa 9% do mercado de comércio on-line global e 15% do mercado americano. O PaylPal representa 32% do faturamento global do eBay nos dias de hoje.
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Você sabia?
O PayPal não se restringe apenas ao eBay. É aceito desde registros de domínios até pagamentos de serviços de hospedagem de sites.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 9/11/2009

7.11.09

MM NEWS (edição 3)

Nova fase da Pfizer
A PFIZER, uma gigante do setor farmacêutico, produtora de dois dos medicamentos mais vendidos da história, o Viagra e o Liptor, anunciou na semana passada, sem nenhum alarde, uma versão revisada de seu tradicional logotipo oval, criado em 1991. Na nova identidade visual, o novo logotipo está mais moderno com uma leve inclinação e tons degrade de azul. Eu gostei e aprovei.
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GM volta atrás
Foi um golpe duro para a General Motors se desfazer de partes da empresa quando o governo americano decidiu ajudá-la a sair da iminente falência. No entanto, perder as marcas Saturn e Pontiac não incomodava tanto a direção da GM quanto abrir mão da tradicional Opel. A operação européia sempre foi decisiva não só pela importância do mercado em que atua, mas também pela contribuição tecnológica desenvolvida no velho continente. O tempo passou, a situação hoje é menos assustadora, mas ainda grave, e a GM encheu o peito e decidiu ficar com a Opel alegando que marca alemã “é decisiva para a estratégia global da empresa”.
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Seda e os maiores experts em cabelos
Líder do mercado de xampus no Brasil, com 21,7% de participação (dados Nielsen equivalentes a janeiro-junho), a SEDA está com um posicionamento mais premium e ligado ao mundo da moda. A marca da Unilever iniciou uma parceria de longo prazo com os sete maiores especialistas internacionais em cabelo. Eles são co-criadores das novas linhas de produtos, que chegaram às prateleiras em setembro. O Brasil foi o primeiro país a receber a nova linha, que apresenta a assinatura “Novo Seda. Seus cabelos com um toque de expert”. Apenas para o lançamento das sete linhas, cada uma delas desenvolvida com o respaldo desses experts, foram investidos R$ 25 milhões. Os sete especialistas são:
Rita Hazan, uma das melhores do mundo em técnicas de coloração e manutenção de cores co-criou a nova fórmula da linha Seda Pretos Luminosos, com melanina, para ressaltar o brilho dos tons escuros.
Teddy Charles, especialista em volume e criador de estilos radicais para passarelas e revistas, co-criou a fórmula de Seda Anti-Sponge com Hydracate™ Complex para ajudar a controlar o volume do cabelo e micro-colágeno nas fórmulas de Seda Camadas Destacadas.
Thomas Taw, cabeleireiro e dono da boutique-salão BobSoho Salon, um salão referência em reparação e reconstrução dos cabelos, co-criou com Seda a fórmula das linhas S.O.S. Seda Reconstrução Estrutural, com Bio Queratina que garante reconstrução de um ano de danos acumulados nos cabelos em apenas 10 dias; Seda S.O.S. Crescimento Fortificado; Seda SOS Ceramidas, com micro ceramidas e Seda S.O.S. Keraforce, com Kerobá.
Yuko Yamashita, inventora da técnica de alisamento definitivo ajudou a reformular as linhas Seda Liso Perfeito, que passou a conter Proteína Hidrolisada, e Seda Liso Extremo, que passou a conter Aqua Lisina, ingredientes que ajudam a alinhar os cabelos da raiz às pontas e reduzir o frizz por mais tempo.
Dra. Francesca Fusco, dermatologista mundialmente renomada e especialista nos cuidados do couro cabeludo, co-criou as novas fórmulas de Seda S.O.S. Caspa, com Zinco Piritiona, conhecido agente anticaspa e Seda S.O.S. Queda, com Pró-Retinol, cuja fórmula fortalece a fibra capilar.
Mauro Freire, um dos mais conceituados cabeleireiros brasileiros. Conhecido por cortar os cabelos sempre secos, com navalhas e por devolver brilho aos cabelos, ajudou a desenvolver a fórmula de Seda Brilho Gloss, com micas luminosas, que restaura o brilho natural dos cabelos. Também co-criou com Seda as fórmulas desenvolvidas para o mercado brasileiro: Seda S.O.S. Chocolate (sem sal), Seda Citric Fresh, Seda Guaraná Active e Seda Verão Intenso.
Ouidad, proprietária de dois exclusivos salões curly-only (somente-cachos) colaborou com o desenvolvimento das novas fórmulas das linhas Seda Cachos Comportados, com Hydro Elastina, que ajuda a manter a hidratação dos cachos e Ondas Definidas, com Elastina, que ajuda a manter as ondas mais definidas e uniformes.
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A Missoni está chegando
A grife italiana Missoni, marcada pelo luxo e exclusividade, vai abrir a primeira loja da América Latina aqui no Brasil. E vai ser em São Paulo, no Shopping Iguatemi. A Missoni é referência mundial em moda contemporânea. Tudo porque mesmo com 56 anos de existência, consegue manter-se atual e desejada utilizando a mesma base do início dos negócios: malharia em tricô. Os tapumes já estão no shopping.
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O sucesso de César Cielo encoraja Arena a vir para o Brasil
A marca italiana de artigos esportivos Arena, patrocinadora oficial do recordista César Cielo, começa a vender seus produtos no Brasil neste mês com grande esforço de marketing. O primeiro lote de óculos para natação, protetores auriculares, tocas e o famoso maiô estarão à disposição dos consumidores brasileiros. Os italianos têm metas ambiciosas: querem 10% de participação nas vendas de produtos para natação até o final de 2010. Vale ressaltar que será um trabalho árduo, considerando a forte ligação da concorrente Speedo com o mercado brasileiro.
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Monopoly adere a onda digital
Recentemente o Google fechou uma parceria com a Hasbro, fabricante do jogo Monopoly (conhecido aqui no Brasil como Banco Imobiliário) para desenvolver um jogo de tabuleiro online baseado na plataforma do Google Maps. Na nova versão o jogador pode comprar e construir suas cidades em qualquer parte do planeta. Todos os jogadores começam com 3 milhões de “Monopolys” e as regras seguem a linha do clássico Banco Imobiliário podendo haver algumas poucas diferenças. Se você é um dos milhares de fãs do Monopoly não deixe de conferir esta nova versão online, que provavelmente será um grande sucesso, clicando
aqui.
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MSN de borboleta nova
Discretamente e aos poucos, a Microsoft está divulgando o novo logotipo do MSN, identificado por milhões de pessoas pela sua tradicional borboleta colorida. As diferenças são poucas: saiu de cena o miolo roxo da borboleta antiga, as asas ficaram mais inclinadas e a topologia e cor das letras ficaram mais clean. À meu ver o problema do MSN não é a identidade visual, mas sim uma questão de existência. Desde que a Microsoft "literalmente rachou" seus empreendimentos para a Internet entre MSN e Windows Live, instalou na mente das pessoas uma confusão sem precedentes em sua história.
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A Toyota não é mais a mesma
Há pouco mais de um ano atrás a montadora japonesa Toyota era tida como modelo de eficiência, e conseqüentemente de lucros astronômicos em um segmento cambaleante. Bastou uma crise, é bem verdade que de proporções gigantescas, para que todo esse modelo de administração e eficiência fosse colocado em cheque: maior prejuízo de sua história, queda nas vendas globais e a tal eficiência já não era mais a mesma. O último capítulo dessa triste história foi “rodado” nesta semana, quando a Toyota, com direito a choro de seus diretores, anunciou que estava deixando a Fórmula 1. Agora pergunto: Cadê a tal eficiência da Toyota tão elogiada por especialistas do mundo inteiro?
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Kadu Dias
(Publisher e fundador do MM)
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Fontes: Mundo do Marketing e sites de notícias

4.11.09

WYETH

A WYETH há quase 150 anos tem liderado o caminho para um mundo mais saudável através da pesquisa e desenvolvimento de produtos que contribuam para uma melhor qualidade de vida dos seres humanos. Líder em descoberta, desenvolvimento, fabricação e comercialização de produtos farmacêuticos, biológicos, vacinas e medicamentos isentos de prescrição médica, a WYETH é uma peça global importante na prevenção e tratamento de doenças.
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A história
Tudo começou quando em 1860, John Wyeth e seu irmão mais novo, Frank, ambos formados pela Faculdade de Farmácia da Filadélfia, resolveram abrira uma farmácia de varejo com um pequeno laboratório de pesquisa. Pouco depois, em 1862, os irmãos já fabricavam medicamentos em grande quantidade para médicos, além de publicarem o primeiro catálogo de fórmulas medicinais para distribuição para atacadistas. Durante o período da Guerra Civil Americana, em 1864, a John Wyeth & Brother forneceu medicamentos e extrato de carne para o Exército da União. No início da próxima década, em 1872, Henry Bower, um funcionário da empresa, desenvolveu uma das primeiras máquinas giratórias para prensagem de comprimidos dos Estados Unidos para a produção massiva de medicamentos com precisão e velocidade sem precedentes.
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O reconhecimento da John Wyeth & Brother começou em 1876, quando a empresa recebeu quatro prêmios na Feira Centenária dos Estados Unidos por suas pílulas comprimidas, fórmulas farmacêuticas, supositórios e alimentos para bebês e inválidos. A década seguinte tem início, em 1883, com a inauguração de sua primeira filial no exterior, em Montreal no Canadá. Dois anos depois a empresa inicia a produção de vacinas. No final desta década, em 1889, um incêndio destruiu a farmácia original na cidade da Filadélfia. Com isso, os irmãos vendem o negócio de varejo, adquirem outro espaço e passam a se concentrar na produção em massa de medicamentos e vacinas.
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Com a morte de John Wyeth em 1907, seu filho, Stuart, que havia se formado pela Universidade de Harvard, se tornou presidente da empresa. Após a Primeira Guerra Mundial, a American Home Products (hoje conhecida como WYETH) é incorporada no dia 4 de fevereiro de 1926. O edifício Whitehall na Battery Place, no centro de Manhattan, se torna a primeira sede da nova empresa. É daí que vem o nome “Whitehall Robins”, antigo nome da unidade de produtos de consumo da WYETH. No final desta década, em 1929, a marca de creme dental Kolynos se torna um dos principais fatores impulsionadores de suas vendas globais. Pouco depois, em 1930, a empresa comprou a marca de analgésico para dor de cabeça Anacin, que rapidamente se transformaria em seu principal produto. A partir de 1935, já com Alvin G. Brush no comando, a WYETH implantou uma estratégia de diversificação e aquisições, adquirindo 34 empresas nos 15 anos seguintes como a S.M.A. Corporation, especializada na produção de fórmulas inovadoras para bebês.
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Na década de 40, com a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, a WYETH enviou as Forças Armadas medicamentos à base de Sulfa (um dos primeiros bacteriostáticos), plasma sangüíneo, vacina contra tifo, quinino e comprimidos de atabrina para combater a malária. Nesta época a empresa lançou seu programa de pesquisa em penicilina. Pouco depois, em 1943, uma fusão com a empresa canadense Ayerst, MacKeena e Harrison, trouxe consigo um produto de vanguarda chamado Premarin (primeiro produto à base de estrogênios conjugados do mundo). Logo depois, seis empresas se fundem à WYETH LABORATORIES, incrementando seu protifólio com vacinas contra tétano, tifo, difteria, varíola, soros, o método Tubex de tratamento de alergias, uma linha de antiácidos e laxantes, e um extrato de carne chamado Bovinine.
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Em 1945 a empresa ingressou na área de saúde animal com a aquisição da Fort Dodge Serum Company. Na década de 50, a empresa, além de lançar novos medicamentos para o tratamento de alcoolismo e hipertensão arterial, forneceu vacina contra pólio para estudos críticos, se tornando em seguida, uma das principais produtoras de vacinas dos Estados Unidos. A década de 60 foi marcada pelo lançamento de novos medicamentos como o contraceptivo Ovral, que se tornaria o mais prescrito do mercado. Além disso, a WYETH renuncia a seus direitos de royalties da patente de sua nova e inovadora agulha bifurcada, auxiliando na aplicação de 200 milhões de vacinas de varíola por ano. No final dos anos 70, a OMS (Organização Mundial de Saúde) anunciou a erradicação da varíola no mundo, agradecendo à WYETH por sua importante e generosa contribuição.
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No início da década de 80, a empresa descontinua linha menos lucrativas de produtos e concentra novos recursos em medicamentos de consumo e prescrição. Nesta época, em 1983, o INDERAL, um beta-bloqueador para arritmia, se tornou o medicamento mais prescrito dos Estados Unidos. Em 1987, a WYETH reforça seu interesse na área de saúde animal ao comprar a divisão da Bristol-Myers; e, no ano seguinte, se transforma na terceira maior produtora deste segmento nos Estados Unidos. Em 1993 a empresa fundou o Instituto de Pesquisa em Saúde Feminina, primeiro laboratório deste tipo totalmente dedicado à saúde da mulher. No ano seguinte, com a aquisição da American Cyanamid e de sua subsidiária Lederle Laboratories, a WYETH adicionou às suas linhas de produtos as vacinas Laderle Praxis e o complexo multivitamínico Centrum.
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A década seguinte foi marcada pelo enorme aumento em seu faturamento e em altos investimentos em pesquisas e desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas. Finalmente em 2002, a American Home Products mudou seu nome oficialmente para WYETH, refletindo assim a evolução da empresa passando de uma holding diversificada para um laboratório farmacêutico global. No início de 2009, a WYETH foi comprada pela Pfizer por US$ 68 bilhões, no maior negócio do setor da década.
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A linha do tempo
1936
A empresa assinou seu primeiro acordo de licenciamento farmacêutico, adquirindo um antígeno bacteriano para a pesquisa de uma vacina contra a artrite.
1944
A WYETH foi uma das 22 empresas selecionadas pelo governo americano para fabricar penicilina, primeiramente para as Forças Armadas, e posteriormente para o público em geral.
1951
Lançamento do ANTABUSE (tratamento de alcoolismo) e do FERNERGAN (anti-histamínico).
1952
Lançamento do ANSOLYEN (medicamento para hipertensão arterial).
1954
Lançamento do MYSOLINE (anticonvulsivante).
1958
Lançamento do DRISTAN (analgésico e antitérmico) e do SPEEP-EZE (indutor de sono não-narcótico).
1959
Início da produção do ISORDIL (vasodilatador para tratamento de angina).
1961
Lançamento da vacina para varíola congelada a seco.
1966
Lançamento do OVRAL (primeiro esteróide progestacional totalmente sintético).
1967
Lançamento do INDERAL (primeiro beta-bloqueador para arritmia).
1970
A empresa aperfeiçoou sua fórmula S-26 para bebês ao desenvolver uma mistura de gordura fisiológica que se assemelhava muito ao conteúdo de ácidos graxos contidos no leite humano.
1984
Lançamento do ADVIL, primeiro ibuprofeno comercializado sem prescrição médica nos Estados Unidos.
1988
Lançamento da primeira vacina conjugada contra meningite bacteriana para uso em bebês.
1991
Introdução da primeira vacina contra difteria/tétano/coqueluche acelular nos Estados Unidos.
Lançamento do NORPLANT, uma nova geração de contraceptivos.
1997
Lançamento do BeneFIX, nova proteína de coagulação sangüínea geneticamente projetada para o tratamento da hemofilia B.
1999
Lançamento do ReFacto, medicamento para o tratamento da hemofilia A.
Lançamento do SIROLIMUS, um imunossupressor para transplante renal.
2000
Lançamento da inovadora vacina Pneumocócica Conjugada Heptavalente para prevenção de doenças pneumocócicas invasivas em bebês e crianças.
Lançamento do PROTONIX (inibidor da bomba de prótons para o tratamento de doença do refluxo gastresofágico).
2002
O ALAVERT, um anti-histamínico não-sedativo recebe a aprovação do FDA para ser comercializado.
O ADVIL ALLERGY SINUS, primeiro produto de fórmula tripla com ibuprofeno, também recebe aprovação do FDA.
2003
Aprovação do stent CYPHER, um produto revestido com sirolimus para reduzir o rebloqueio em pacientes que recebem stents durante procedimentos coronarianos.
2005
Lançamento do TYGACIL, um antibiótico I.V. indicado para o tratamento de infecções cutâneas e intra-abdominais complicadas.
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Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Fundação:
1860
● Fundador: Frank e John Wyeth
● Sede mundial: Madison, New Jersey
● Proprietário da marca: Pfizer Incorporated
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman:
Robert Essner
● CEO: Bernard J. Poussot
● Faturamento: US$ 22.8 bilhões (2008)
● Lucro: US$ 4.4 bilhões (2008)
● Presença global:
145 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
47.000
● Segmento:
Farmacêutico
● Principais produtos:
Medicamentos e vacinas
● Slogan: Uma história de amor pela vida. (Brasil)
● Website:
www.wyeth.com
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A marca no Brasil
A WYETH tem 60 anos de história no Brasil, contabilizados desde sua associação com o tradicional Instituto Medicamenta Fontoura, em 1949. Em 1954, inaugurou no país a primeira fábrica de penicilina da América Latina, com a presença do descobridor do medicamento que revolucionou a história da saúde mundial, Sir Alexander Fleming. Com esse feito, inclusive, a fábrica da Fontoura – Wyeth, em São Bernardo do Campo (São Paulo), assumiria a liderança na produção nacional de antibióticos em 1960. A fábrica foi transferida para a cidade de Itapevi (São Paulo), inaugurada em 1999. A moderna fábrica hoje funciona com capacidade para produzir e embalar 32,2 milhões de unidades/ano, sendo responsável pela exportação de produtos para Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, Venezuela e também para o Caribe. A empresa está estruturada em duas unidades operacionais para produção e comercialização de produtos farmacêuticos de prescrição e de venda livre, respectivamente, a Wyeth Pharma e a Wyeth Consumer. Além disso, a unidade brasileira também é centro regional de embalagem de hormônios, vacinas, e dos medicamentos Efexor, Rapamune e Lorax, além das embalagens secundárias para vacinas. No país, a WYETH comercializa 39 medicamentos, que se desdobram em 67 apresentações.
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A marca no mundo
Atualmente a WYETH, uma das 10 maiores indústrias farmacêuticas do mundo, está presente em 145 países, sendo líder global em pesquisa e desenvolvimento de produtos farmacêuticos inovadores. As principais divisões da empresa incluem a Wyeth Pharmaceuticals (produtos de prescrição médica), a Wyeth Consumer Healthcare (produtos isentos de prescrição) e a Fort Dodge Animal Health (saúde animal).
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 4/11/2009

31.10.09

GOYARD

A francesa GOYARD, maior referência de luxo no segmento de malas e bolsas, é um verdadeiro mito em seu segmento. A marca, extremamente exclusiva e seletiva, tem um grande foco na personalização, que existe de várias formas, desde os baús e malas feitos completamente sob encomenda até as iniciais e faixas que são pintadas nos produtos, de forma que os clientes possam ter algo único, o que é o verdadeiro significado do luxo. Responsável por criar acessórios eternos do estilista Karl Lagerfeld e da Duquesa Windsor, a marca traz em seus detalhes o melhor da sofisticação e exclusividade francesa.
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A história
Tudo começou com François Goyard, um jovem artesão que veio da Borgonha para Paris, em 1845, com o objetivo de trabalhar como aprendiz na Maison Morel, o maior e mais prestigioso atelier fabricante de baús de viagem, caixinhas, cofrinhos e embalagens, na época um must da nobreza francesa. Em oito anos, ele se transformou no herdeiro profissional do célebre Monsier Henri Morel e teve uma idéia então muito original e ousada: abriu uma loja ao público, em 1853, na legendária Rue Saint-Honoré (onde está até hoje, no mesmo prédio) e começou a oferecer suas requintadas criações que levavam o requinte e luxo na hora de viajar, iniciando o negócio, batizado de La Maison Goyard, que foi muito expandido nas três décadas seguintes, por seu filho Edmond. Entre as inovações da GOYARD na época, destacam-se a abertura de filiais nos destinos de férias dos ricos como Bordeaux, Biarritz e Monte Carlo, e de corners dentro das lojas de John Wanamaker, considerado pai do conceito de loja de departamento, nas cidades de Filadélfia e Nova York.
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Na virada do século, Edmond resolveu participar de várias feiras e exposições internacionais, conquistando inúmeros prêmios e aumentando ainda mais o prestígio da marca. Nesta época, a GOYARD abriu um departamento especificamente para atender aos donos de animais de estimação, entre eles cachorros, gatos e até macaquinhos, que queriam seus bichanos vestidos com acessórios da grife. Rapidamente a GOYARD se tornou a favorita da aristocracia européia conquistando também clientes fiéis ao redor do mundo como o bilionário americano John Rockfeller, a atriz francesa Sarah Bernhardt, o escritor escocês Conan Doyle, criador do personagem Sherlock Holmes, o Duque e a Duquesa de Windsor, o Marajá de Kapurthala, o pintor Pablo Picasso e Gregory Peck.
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No dia 3 de dezembro de 1931 a GOYARD oficialmente obteve a patente do Malle Bureau, um baú de viagem que poderia ser convertido em um pequeno mobiliário, com uma mesa capaz de acomodar uma máquina de escrever. Ao contrário da Louis Vuitton, que se tornou um colosso nas mãos de Bernard Arnault, hoje proprietário do maior conglomerado de luxo do mundo, a GOYARD se manteve pequena e fiel às suas origens, fabricando todas as suas malas artesanalmente, inclusive as costuras, e unindo forças com outras marcas tradicionalíssimas, como os caviares da Prunier, para produzir malas e baús de viagem chiquérrimos para se carregar de tudo, desde escritórios portáteis a equipamentos necessários para jogar pólo (da sela ao chicotinho) ou degustar um champanhe ou um chá a qualquer instante.
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Na década de 90 a empresa foi adquirida pela família Signoles, que rapidamente começou a introduzir bolsas mais modernas e com diferentes colorações. Nas últimas duas décadas, a maison francesa caiu no gosto das celebridades por ser prática e exclusiva. Todas as peças podem ganhar listras e as iniciais de sua dona com serviços de personalização. Redescoberta por celebridades e fashionistas, a GOYARD voltou às páginas das revistas de moda graças à bolsa-fetiche Saint Louis, vendida em três tamanhos e com uma exuberante cartela de cores. Outro modelo de sucesso é a shopping bag, que vem com uma carteira pendurada, e tem várias opções de cores como verde, amarelo, laranja, azul, vinho e vermelho.
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Devido ao enorme sucesso de seu exclusivo monograma (chamado Goyard Chevron), a grife de luxo expandiu suas operações para os Estados Unidos, Hong Kong e Japão. Recentemente, em 2008, a tradicional marca francesa produtora de baús, malas, bolsas, carteiras, entre outros itens chiquérrimos como guarda-chuva, inaugurou sua loja na Villa Daslu em São Paulo, primeira unidade do hemisfério sul. A loja da GOYARD oferecia um atelier com uma artista que fazia a personalização das malas com as iniciais da compradora. As paredes da loja na Villa eram idênticas às da loja original na Rue Saint Honoré em Paris.
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Uma de suas últimas criações foi a Lancôme/Goyard Vanity Case, uma pequena maleta de maquiagens com itens da sofisticada Lancôme, vendida a US$ 18.000. A marca apresenta ainda uma linha de produtos para animais que inclui pratos para viagem e coleiras.
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Dados corporativos
● Origem:
França
● Fundação: 1853
● Fundador:
François Goyard
● Sede mundial:
Paris, França
● Proprietário da marca:
La Maison Goyard
● Capital aberto: Não
● Diretor geral:
Frédéric Grangié
● Diretor comercial: Jeanne Signoles
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Lojas:
16
● Presença global:
30 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
500
● Segmento:
Acessórios de luxo
● Principais produtos:
Bolsas e malas
● Ícones: As bolsas coloridas St. Louis
● Slogan: Malletier depuis 1853.
● Website:
www.goyard.com
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A marca no mundo
A GOYARD, grife marcada pela exclusividade, possui apenas 16 lojas ao redor do mundo espalhadas por cidades como Paris, Nova York, São Paulo, Hong Kong, Londres, Kuwait City, Seul, Osaka, Tókio, Boston, Beverly Hills ou São Francisco, e poucas lojas de departamento, entre elas a Bergdorf Goodman e Barney’s de Nova York, vendem seus cobiçados produtos.
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Você sabia?
Dizem que o “grand chef” Alain Ducasse tem vários baús contendo todos seus utensílios de cozinha e que Karl Lagerfeld é cliente da marca desde os 11 anos. Curiosidades à parte, a verdade é que a GOYARD é exclusiva e chique demais.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 31/10/2009


 
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