7.5.06

GATEWAY

Você imaginaria uma empresa de informática que começou nos fundos de uma fazenda de uma área rural no interior americano se transformar em uma das estrelas de seu setor? Pois foi assim que começou a GATEWAY, uma empresa caipira que virou uma estrela no mundo da informática.

A história
A empresa foi fundada no dia 5 de setembro de 1985 na área rural da pacata cidade de Sioux City, estado de Iowa, por Ted Waitt, um ex-funcionário de uma loja de computação na cidade de Des Moine, e seu amigo Mike Hammond, com apenas US$ 10 mil emprestados pela avó de Waitt, um computador alugado e três páginas de planejamento de negócios. A nova empresa, que inicialmente se chamava GATEWAY 2000, atuava no ramo de computadores, vendendo mail-order upgrade, além de componentes e software. Em menos de um ano, a empresa mudou sua sede, localizada na fazenda de criação de gado da família Waitt, para o centro da cidade. Não demorou muito para se tornar um dos maiores sucessos no segmento de vendas diretas de computadores no país, utilizando um modelo de venda semelhante ao da poderosa DELL. O resultado não poderia ser outro: em 1987 as vendas atingiram US$ 1.5 milhões, mostrando o profissionalismo e o sucesso da nova empresa.


No ano seguinte a empresa veiculou seu primeiro comercial nacional em revistas especializadas. O tema da campanha publicitária era “Computers from Iowa?”, uma referência direta ao pólo da informática em Silicon Valley, na Califórnia. O sucesso fez com que a empresa mudasse sua sede e linha de montagem para North Sioux City, em Dakota do Norte. Foi em 1991 que a GATEWAY ficou definitivamente conhecida nos Estados Unidos ao introduzir a famosa embalagem imitando a pele de uma vaca (chamada carinhosamente de Cow-Spotted Boxes), um claro tributo as origens rurais de seus fundadores, seguida do slogan “Welcome to Gateway Country”. As embalagens fizeram tanto sucesso, transformando-se em sinônimo da marca, que a empresa resolveu, além de registrá-la como uma marca, acrescentá-la ao seu logotipo em meados desta década.


A partir de 1995, passou a empresa produzir seus próprios computadores, além de lançar sua primeira linha de laptops, garantindo, assim, sucesso absoluto em um segmento extremamente competitivo. Porém, era preciso algo mais para a empresa decolar de vez. E isso ocorreu em 1996 quando foi inaugurada a primeira loja da empresa, chamada GATEWAY COUNTRY STORE. Depois disso, muitas outras foram abertas de costa a costa nos Estados Unidos. Mas, com o crescimento do mercado on-line e os crescentes prejuízos operacionais, a empresa resolveu fechar todas as suas quase 300 lojas, a última definitivamente lacrada em 9 de abril de 2004, concentrando sua força de vendas na Internet e nas redes de lojas especializadas em informática. A partir de 2002, vislumbrando inúmeras oportunidades, aumentou sua gama de produtos passando a oferecer produtos eletrônicos como televisões de plasma, câmeras digitais, filmadoras, tocadores de MP3, projetores DLP, roteadores de Internet sem fio e palm-tops. A GATEWAY foi pioneira em seu segmento ao introduzir monitores coloridos como item básico em todos os computadores pessoais; primeira a oferecer três anos básicos de garantia, a primeira a explorar comercialmente a convergência do PC e do televisor; entre outras novidades.


No ano de 2004 adquiriu a empresa eMachines, uma das mais eficientes produtoras de computadores pessoais dos Estados Unidos, por cerca de US$ 235 milhões. Em 16 de outubro de 2007 a empresa foi comprada pela ACER por US$ 710 milhões. Nos anos seguintes a GATEWAY lançou novas linhas de notebooks e desktops que ganharam design arrojado e diferenciais inovadores, buscando atender diretamente a prioridade de cada usuário. Sendo assim, é possível encontrar em seus computadores inovadores recursos multimídia, touchpad e efeito de luz brilhante, perfeito para filmes, música e games. Recentemente a GATEWAY encerrou as vendas em sua página na Internet e no popular número 1-800-GATEWAY, que recebia mais de 11 mil ligações diariamente. Os produtos da marca agora são encontrados em sites de grandes varejistas e nas lojas físicas de grandes redes. Em meados de 2011 a marca americana desembarcou oficialmente no Brasil com a comercialização de seus primeiros notebooks.


A evolução visual
A marca GATEWAY teve ao longo de sua história uma evolução visual bastante marcante. O logotipo inicial, que continha o número 2000, foi substituído em 1998 pela famosa “Spotted Cow”, uma caixa com pele de vaca, principal ícone da marca, que foi incorporada ao logotipo. Há poucos anos atrás o logotipo passou por uma modernização adotando a imagem atual.


Os slogans
Gateway. A better way.
(2005)
You’ve got a friend in the business. (2000)
Get more out of the Box.
Technology you can trust.


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 5 de setembro de 1985
● Fundador: Ted Waitt e Mike Hammond
● Sede mundial:
Irvine, Califórnia
● Proprietário da marca:
Acer Inc.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman & CEO: J.T. Wang (Acer)
● Faturamento: US$ 4.2 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 35 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 1.700
● Segmento: Informática
● Principais produtos:
Computadores pessoais, laptops, monitores e servidores
● Principais concorrentes: Dell, HP, Compaq, Lenovo e Sony
● Ícones: A embalagem imitando a pele de uma vaca
● Slogan:
Gateway. A better way.
● Website: www.gateway.com

A marca no mundo
A empresa, que tem atualmente 1.700 funcionários, sede na cidade de Irvine na Califórnia e faturamento superior a US$ 4.2 bilhões, comercializa seus produtos através de populares sites na Internet. Os produtos da marca também são encontrados em mais de 15.000 lojas de informática e grandes varejistas em 35 países como Estados Unidos, China, Austrália, México, Canadá e Japão, além de alguns países europeus.

Você Sabia?
A GATEWAY cresceu e ficou conhecida como uma das melhores marcas em seu segmento, sendo admirada por milhões de consumidores, tornando-se a quinta maior marca de computadores pessoais dos Estados Unidos.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 22/7/2011

BARBIE


Barbie Millicent Roberts, registrada em Willows, estado do Wisconsin, tem pouco mais de 50 anos e corpinho de 20. Já foi artista de cinema, roqueira, enfermeira, médica, bailarina e até candidata a presidente. Teve 21 cachorros, inúmeros cavalos, seis gatos e um papagaio. Viveu, ou vive, em mais de 150 países. Ela é rica, bonita, famosa, inteligente e está sempre na moda. Têm o namorado perfeito, e muitos amigos que a adoram. Criticada por suas medidas inatingíveis, mas adorada por crianças (e adultos) de todo o mundo. O mundo BARBIE é cor-de-rosa, feito de sonhos e fantasias, onde tudo é possível. É o que garante o slogan Be anything. A boneca mais famosa do mundo virou referência feminina, ícone da moda, símbolo das aspirações das meninas a caminho da puberdade e da vida adulta. 

A história 
Foi Ruth, esposa de Elliot Handler, fundador da tradicional empresa de brinquedos Mattel, quem teve a ideia de fabricar uma boneca adulta que até então só existia em papel. Na verdade, a boneca alemã Bild Lili, feita de celuloide, é anterior à BARBIE, e pode ter inspirado Ruth, que por achar as caras e fisionomias das bonecas da época infantis demais, desenhou uma boneca em três dimensões com um ar mais adulto, capaz de proporcionar as meninas todos os sonhos possíveis. Além disso, ela ressaltou: “Se uma menina fosse imaginar como seria aos 16 ou 17 anos, seria tolo brincar com uma boneca que não tinha peito. Então, dei belos seios a ela”. O nome BARBIE era o apelido (diminutivo) de sua filha Bárbara. Encomendada ao designer Jack Ryan, em 1958, ela foi apresentada oficialmente na Feira Anual de Brinquedos de Nova York no dia 9 de março de 1959, e começou a ser vendida por apenas US$ 3. Atualmente, uma peça da boneca original supera os US$ 10 mil, sendo muito disputada entre os colecionadores.


Foi apresentada como uma adolescente vestida com as últimas tendências da moda. Loira e trajando um maiô listrado em preto e branco, a boneca nasceu com o corpo de manequim, longas pernas e cintura fina, as medidas perfeitas para os seus 29 centímetros de altura. Ela já trazia modelos de roupas e acessórios que podiam ser trocados, ou seja, tudo o que pudesse identificar o universo jovem do final dos anos de 1950: vestidos rodados, calças cigarretes, luvas e até um modelo para ir ao trabalho como designer de moda.


Os produtores de brinquedos da época foram céticos quanto ao sucesso da nova boneca, porém a reação das mães das meninas foi totalmente diferente. Elas adoraram a boneca desde seu lançamento. Afinal, BARBIE era linda, esbelta, emancipada, usava maquiagem, não tinha filhos e com tempo de sobra para investir na carreira, e não para cuidar das tarefas domésticas. Em resumo, era o oposto do estereótipo da dona de casa americana do pós-guerra. Só no primeiro ano da existência da boneca, foram vendidas 351 mil unidades. As vendas foram tão bem que a Mattel levou algum tempo até conseguir atender todos os pedidos. Nos anos seguintes BARBIE acompanhou as tendências da moda com suas coleções de estilos e modelos, como nos anos de 1960 onde representava a típica garota americana, com seu twin-set de lã e faixas no cabelo (perucas que vinham em três cores: loura, castanha e ruiva). Em 1962, se vestiu de Jacqueline Kennedy, exemplo de elegância e bom gosto, com o famoso tailleur cor-de-rosa; em 1965 ganhou pernas flexíveis, e, em 1968, seu rosto ganhou um aspecto ainda mais jovial, com longos cílios e olhos azuis. Fechando a década, roupas floridas, estampas psicodélicas e grandes óculos.


Durante os anos de 1970, assim como a juventude da época, vestiu mini-saias, os cabelos cresceram, o visual se tornou hippie e em 1972 ganhou um trailer, passaporte para uma vida mais próxima à natureza com suas saias de retalhos e vestidos românticos estilo Laura Ashley. Os anos de 1980 foram marcados pelo glamour e mistura de proporções das roupas. BARBIE apareceu em uma versão “seriado Dallas”, com cabelo estilo Farrah Fawcet e lábios vermelhos. Em 1980, foi lançada a coleção étnica, com modelos da boneca vestidas de roupas típicas de vários países como México, Chile, Jamaica, Brasil (vestida de baiana), Inglaterra, Holanda, França, Itália, Japão e Nigéria. Em 1982, a maquiagem virou item obrigatório e já fazia parte dos acessórios da boneca. Foi nesse período que se iniciou a produção de bonecas para colecionadores e a fabricante de brinquedos começou a importar a BARBIE para o Brasil. Nos anos de 1990, com suas primeiras fãs atingindo a idade balzaquiana, tornou-se brincadeira de gente grande, passando a ser objeto de desejo de colecionadores. Estilistas de renome como Christian Dior, Donna Karan, Giorgio Armani, John Galliano e Bob Mackie vestiram a menina de plástico com suas luxuosas criações. Abriu esta década dirigindo uma Ferrari, se divertindo, cantando e dançando. Seus cabelos estavam mais compridos que nunca e suas roupas cada vez mais sofisticadas. Em 1992, a série da boneca de maior sucesso, Tottaly Hair Barbie (cujos cabelos iam até os pés), foi lançada, vendendo mais de 10 milhões de unidades, gerando aproximadamente US$ 100 milhões em vendas no mundo todo.


No ano de 1999, em comemoração ao quadragésimo aniversário de BARBIE, a Mattel lançou uma campanha promocional global com o tema “Little Girls Need Big Dreams. Celebrating 40 Years with Barbie”. No modelo comemorativo BARBIE usava um vestido longo preto com detalhes em prata e um buquê com 40 rosas vermelhas. Além disso, no decorrer desses anos foram lançadas versões românticas e baseadas em clássicos do cinema, teatro e televisão, que vestiram Barbie e Ken como Romeu e Julieta, Star Trek, Jeannie é um Gênio e até divas como Audrey Hepburn. Em 2002, BARBIE deixou sua marca na Calçada da Fama, em Hollywood, ao lado das celebridades como Marlyn Monroe, Elizabeth Taylor e Charles Chaplin. Com tanto sucesso, ela chegou à Hollywood com os filmes “Barbie e o Quebra Nozes”, “Rapunzel” e “A Princesa e a Plebeia”, entre tantos outros (até hoje já foram mais de 16 filmes), e inspirou diversos livros, incluindo uma biografia não autorizada. Era o auge do sucesso.


A crise dos 50 anos 
A boneca mais famosa do planeta chegou aos 50 anos no ano de 2009 em crise de identidade e com as vendas em queda. Seu estilo de vida e sua silhueta esguia - equivalente a uma mulher de 1.75 m de altura, 91.5 cm de busto, 45.7 cm de cintura e 84 cm de quadril, serviram de inspiração para centenas de milhares de meninas de todos os cantos do planeta. Todas queriam ser como ela. Aos 50 anos, contudo, a boneca loira de 29 cm sentiu o peso da idade. Em termos financeiros está longe de ser o fenômeno de outrora. Em 2008, suas vendas caíram 9%, enquanto a comercialização das demais bonecas avançou 11%. Resultado direto do acirramento da concorrência e de diversos erros estratégicos cometidos pela própria Mattel. O principal deles foi a falta de agilidade para reagir à chegada de concorrentes mais antenadas com as aspirações da chamada geração internet. Basta acompanhar o sucesso de Bratz, uma adolescente com cabeça e pés grandes, salto plataforma e pose de atrevida. A personagem foi rapidamente assimilada pelas pré-adolescentes que a consideravam, em boa medida, e que BARBIE era coisa de criança. A direção da empresa acusou o golpe.


Deixou de lado a postura blasé e colocou em marcha uma verdadeira operação de guerra. Afinal, a BARBIE sozinha respondia por 30% de suas vendas totais. Por isso, criou versões mais despojadas e étnicas da boneca, como a My Scene, e colocou o perfil da boneca em mídias sociais como MySpace e Facebook. Lançou uma linha de fashion dolls bastante iradas, Flavas, inspirada na cultura hip-hop. A ideia era fazer desse modelo uma “versão de combate” para deter o avanço da arqui-rival. Não deu certo. As vendas continuaram despencando ano após ano. Sem sucesso no campo mercadológico, a direção da empresa, então, mudou de tática. Ingressou na justiça contra a MGA, acusando o designer Carter Bryant, conhecido como pai da Bratz, de ter roubado o nome e o desenho da boneca do acervo da Mattel, quando trabalhou por lá. Em agosto de 2008, a MGA foi condenada a indenizar a empresa em US$ 100 milhões. Além da arena jurídica, a Mattel também reagiu no segmento das “fashion dolls”. Para marcar o cinquentenário de BARBIE, a empresa preparou um megadesfile no dia 14 de fevereiro, na prestigiosa Semana de Moda de Nova York. A escolha do local deveu-se ao fato de sua primeira aparição pública ter ocorrido em uma feira de brinquedos justamente nessa cidade. A volta à Big Apple foi em grande estilo. A Mattel convidou 50 renomados estilistas para desenharem peças inspiradas na boneca. Entre eles a americana Vera Wang, o francês Christian Louboutin, Calvin Klein, Diane Von Furstenberg e Tommy Hilfilger. Vera Wang desenhou um sofisticado vestido de noiva que custa, na versão adulta, US$ 15 mil, ou US$ 159.99, no corpo da esbelta BARBIE. Christian Louboutin, por sua vez, apresentou sapatos inspirados no universo da boneca.


As medidas adotadas pela empresa parecem ter surtido resultados. As vendas pelo menos estabilizaram e BARBIE voltou a conquistar um público mais infantil. Mas a grande aposta da empresa foi no licenciamento da marca BARBIE, que hoje é líder em muitos países nesse segmento, oferecendo uma incontável quantidade de produtos de alta qualidade, design e estilo de vida sintonizado com o perfil da boneca. Além disso, para vencer as falsificações e enfrentar as inúmeras concorrentes, a Mattel tem investido pesado na customização. São mais de 20.000 combinações possíveis desde as roupas até cor dos olhos, cabelos e acessórios.


A linha do tempo 
1961 
Lançamento do boneco KEN (seu nome inteiro é Ken Carson), o namorado e companheiro de BARBIE. O nome foi inspirado no filho do casal Handler. Em 2004, houve uma separação e, ele e BARBIE se tornaram apenas bons amigos. Mas isso durou apenas até 2006, quando o casal reatou o namoro. O verdadeiro Ken era homossexual, apesar de ter constituído família com uma mulher. Ele morreu vítima de um tumor cerebral em 1994. 
Introdução da BARBIE na versão enfermeira e aeromoça. 
1962 
Lançamento da primeira casinha da boneca. Depois outros seis modelos diferentes foram produzidos. 
1963 
Lançamento da sua melhor amiga chamada MIDGE. Hoje, ela já tem até sua própria família: o marido Alan, o filho mais velho Ryan e a caçula Nikki. BARBIE tornou-se pediatra e cuida dos filhos da colega, que está grávida novamente. 
1964 
Lançamento da irmã de BARBIE chamada SKIPPER. O nome foi inspirado na outra filha do casal Handler. 
1965 
Introdução da BARBIE na versão astronauta. 
1966 
Lançamento dos irmãos gêmeos de BARBIE chamados TUTTI e TODD
1968 
A linha BARBIE ganhou sua primeira boneca afro-americana chamada CHRISTIE
1971 
BARBIE ganha o estilo Malibu, com direito a pele bronzeada e cabelos loiros claros. 
1973 
Introdução da BARBIE na versão médica cirurgiã. 
1976 
Lançamento da BARBIE como atleta olímpica. 
1983 
Introdução da BARBIE na versão caixa do McDonald’s. 
1986 
Introdução da BARBIE na versão estrela do rock. 
1988 
Lançamento da THERESA, uma BARBIE com feições latinas. 
Introdução da BARBIE na versão bailarina. 
1990 
Lançamento da KIRA, a BARBIE asiática. 
1992 
Lançamento da quarta irmã de BARBIE chamada STACIE e da BARBIE candidata a presidente dos Estados Unidos. 
1993 
Introdução da BARBIE na versão policial. 
1995 
Lançamento da quinta irmã de BARBIE chamada KELLY
Introdução da BARBIE na versão bombeiro. 
1996 
Lançamento da BECKY, uma amiga paraplégica que vinha com uma cadeira de rodas. 
Introdução da BARBIE na versão pediatra. 
1997 
Introdução da BARBIE na versão dentista e paleontologista. 
1998 
Lançamento da BARBIE na versão piloto da Nascar. 
1999 
Lançamento da sexta irmã de BARBIE chamada KRISSY
2000 
Lançamento da BARBIE nadadora. 
BARBIE passa a ter umbigo com o lançamento do modelo JEWEL GIRL (“Garota Joia”). 
2004 
Lançamento da coleção BARBIE Contos de Fadas. 
2007 
Introdução da BARBIE na versão animadora de torcida (cheerleader). 
Lançamento no mês de julho da nova geração da BARBIE, uma mistura de boneca virtual com tocador de MP3. 
2008 
Lançamento da BARBIE mais cara do mundo. A boneca custava US$ 94.8 mil, trazia uma tiara, sandálias, brincos, colar, pulseira e anel adornados com diamantes. Só no vestido, havia 44 brilhantes. 
2009 
Lançamento da coleção TOTTALY TATTOOS BARBIE, cujas bonecas vinham acompanhadas por várias tatuagens para serem coladas em seu corpo esbelto.


Guarda-roupa dos sonhos 
Em matéria de guarda-roupa, BARBIE é sem dúvida imbatível. Repleto de roupas cheias de estilo, sapatos chiques, acessórios modernos para os cabelos e tendências brilhantes. Em mais de cinco décadas ela já esteve na pele de 108 profissionais diferentes, incluindo um uniforme militar aprovado pelo Pentágono, além de aparecer em mais de 45 nacionalidades. Já teve mais de 21 cães, 120 cavalos, 60 gatos, 30 pôneis, 1 papagaio, 1 chimpanzé, 1 urso panda, 1 girafa, 1 zebra, entre outros animais. Seu guarda-roupa é composto por um bilhão de peças e uma de suas versões especiais, a Barbie Princesa Liana, era cravejada com 318 diamantes e foi avaliada em US$ 94.8 mil. A peça repousa com segurança no cofre da Mattel. Números que fazem inveja em qualquer mulher bem-sucedida.


Uma loja cor-de-rosa 
No início do mês de março de 2009, em comemoração aos 50 anos da boneca mais famosa do mundo, a Mattel inaugurou a primeira loja-conceito da BARBIE, localizada em uma chique rua da cidade de Xangai na China. Eram quase 3.500 m² de puro rosa e glamour, em um prédio de seis andares repleto de detalhes, acessórios, doces, papelaria, brinquedos, filmes, livros, cosméticos, produtos para banho, objetos de decoração, produtos eletrônicas e infinitas roupas referentes à boneca, proporcionando um total envolvimento no mundo da BARBIE para mulheres de todas as idades. Uma escada transparente em espiral rodeada de 800 unidades da icônica boneca era o destaque central da loja, cujo projeto foi desenvolvido pela Slade Architecture. No último andar estava o restaurante e o “Bar Barbie” que contava com uma decoração em estilo casinha de boneca e um cardápio exclusivo.


A tecnologia não poderia faltar. O “Designer Center” era um ambiente onde as clientes podiam criar suas próprias bonecas exclusivas. Duas novas versões da famosa boneca foram especialmente criadas para a inauguração, uma delas com feições asiáticas. A Mattel esperava que a loja, na qual foram investidos US$ 30 milhões, e os conceitos experimentados nela, ajudassem BARBIE a ganhar força na competição com bonecas mais modernas, videogames e jogos eletrônicos, especialmente no enorme mercado chinês. Porém, a loja foi fechada pela empresa em fevereiro de 2011, acabando com o sonho de milhões de meninas e uma excelente oportunidade de criar uma experiência fantástica para suas consumidoras. Segundo a Mattel, o pouco interesse das meninas chinesas e o choque cultural (entenda-se: a boneca foi considerada muito sexy pelos padrões da recatada sociedade chinesa) foram as principais razões.


Através dos anos 
A boneca BARBIE passou por algumas mudanças de face desde sua introdução. A primeira aconteceu em 1968 (com um novo rosto - com longos cílios e olhos azuis), a segunda em 1977, a terceira em 1998 e a última em 2005. As mudanças foram praticamente mínimas e incluíram a introdução de uma pequena maquiagem em seu rosto (que foi sendo afinado) e as cores de cabelo loiro, moreno e ruivo para criar uma aparência mais natural.


Na imagem abaixo é possível acompanhar as diversas fases da boneca através das décadas.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por diversas alterações no decorrer dos anos, mas nunca abandonou a cor rosa. A primeira alteração ocorreu em 1975 quando o logotipo ganhou uma nova tipografia de letra, muito mais pesada. Os anos de 1990 foram marcados por duas mudanças, em 1990 e 1999.


Após nova modificação em 2004, quando o logotipo ganhou uma flor estilizada no lugar do pingo da letra i, abolido no ano seguinte, em 2009 a marca resolveu resgatar suas origens adotando novamente o logotipo original.


Os slogans 
Be anything.
Be anything. B who U wanna B. B-A-R-B-I-E. (2006) 
We girls can do anything. (1984) 
Imagine You’re A Barbie Girl. 
We can do anything..like Barbie.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 9 de março de 1959 
● Criador: Ruth Handler 
● Sede mundial: El Segundo, Califórnia 
● Proprietário da marca: Mattel Inc. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman & CEO: Bryan Stockton 
● Faturamento: US$ 1.3 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: + 150 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Brinquedos 
● Principais produtos: Bonecas, acessórios e licenciamento 
● Concorrentes diretos: Bratz, Lottie e Monster High 
● Slogan: Be anything. 
● Website: www.barbie.com.br 

A marca no mundo 
A boneca mais conhecida do mundo está presente em mais de 150 países, vendendo duas unidades a cada segundo, mais de 120 milhões de unidades anualmente. Apenas BARBIE representa aproximadamente 20% do faturamento mundial da Mattel, algo em torno de US$ 1.3 bilhões ao ano. BARBIE fatura alto com o licenciamento da marca, estampada em produtos diversos como artigos escolares, publicações, acessórios, roupas, artigos para casa, artigos esportivos, brinquedos, eletrônicos e alimentos. No Brasil, onde BARBIE detém cerca de 80% do segmento de fashion dolls, são importadas pela empresa mais de 1.5 milhões de bonecas por ano. De 1983 a 1995 a boneca foi produzida no Brasil pela Estrela. Desde o seu lançamento, a boneca já vendeu mais de um bilhão de unidades. 

Você sabia? 
Meninas americanas entre 3 e 11 anos tem em média 10 bonecas BARBIE. Já entre as italianas e as francesas, 98% e 93% respectivamente, possuem pelo menos uma boneca BARBIE. 
A cada ano, aproximadamente 98% dos acessórios da BARBIE, da escova aos móveis da casa, são renovados. 
Playable Barbies Pink Box são as bonecas fabricadas para as crianças. As Barbies Collectibles são feitas para os colecionadores, mais detalhadas e caras. 
O primeiro animal de estimação da BARBIE foi um cavalo chamado Dancer. 
No Bicentenário da Independência dos Estados Unidos, em 1976, uma BARBIE foi colocada em uma cápsula do tempo, que só será aberta em 2076, para mostras às futuras gerações como eram as mulheres daquela época. 
Ruth Handler, considerada a “mãe da BARBIE”, morreu no dia 28 de abril de 2002 aos 85 anos, na cidade de Los Angeles. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), Jornais (Meio Mensagem e Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 21/8/2013

KELLOGG'S

Dificilmente ela não está presente em alguma mesa de café da manhã. O cereal ficou famoso no mundo graças a uma marca em particular: KELLOGG’S. Foi ela a responsável direta pela invenção e desenvolvimento deste produto, além de inovar ao introduzir o marketing neste setor de mercado. Seus cereais ganharam alma pelas mãos de seus famosos e conhecidos personagens. Comer cereal ficou muito mais divertido graças a KELLOGG’S, que há mais de cem anos vem fazendo o seu dia-a-dia muito mais saudável.

A história
Tudo começou em 1860, quando Adventistas do Sétimo Dia, que se fixaram na região de Battle Creek, estado americano do Michigan, formaram uma comunidade que ficou famosa por seu estilo de vida e alimentação saudável. O adventista John Harvey Kellogg, depois de estudar medicina, retornou a Battle Creek em 1884 e tornou-se psiquiatra chefe do sanatório da cidade, um espécie de spa misturado a uma clínica de desintoxicação em que tratamentos nada convencionais eram administrados aos pacientes. Na busca de uma alimentação balanceada o Dr. Kellogg e seu irmão, Will Keith, que era contador e gerente do sanatório, começaram a testar novas e saborosas receitas para diversificar o cardápio e proporcionar uma alimentação mais saudável para seus pacientes. Preparavam no vapor e na pressão vários tipos de grãos e, assim, criaram um variado cardápio vegetariano. Uma dessas misturas, que figurava entre as preferidas dos pacientes, era composta de fubá de milho, aveia e trigo, que depois eram assados e triturados. Deram a isso o nome de “granola”. Após muitos experimentos, em 1894 chegaram acidentalmente aos flocos de trigo. Um dia, enquanto cozinhava trigo para produzir um tipo bolacha cream cracker, o doutor deixou a massa tostar por acidente. Mas decidiu simplesmente continuar o processo e, para a sua surpresa, ao afiná-la com rolos, ela se desfez em pequenos flocos, que depois foram assados. Com a adição de açúcar, a novidade caiu no gosto dos pacientes. Era exatamente 8 de agosto de 1894, e surgia aí o princípio para a produção de cereais que levaria à criação dos flocos de milho e de arroz. A partir deste momento os cafés-da-manhã do mundo inteiro não seriam mais os mesmos.


Os irmãos registraram em 1895 uma patente para a fabricação de flocos de cereais, que foi emitida no dia 14 de abril de 1896, sob o nome de “Granose”. Tempos depois, a novidade caiu no gosto da vizinhança e se espalhou pela cidade, popularizando-se cada vez mais. Começaram então a chegar encomendas de todos os lugares do país. O sucesso desses alimentos matinais logo transformou a cidade de Battle Creek. Fabricantes de cereais que queriam copiar as fórmulas do Dr. Kellogg começaram a ir para lá e, em pouco tempo, a cidade se transformou na capital da indústria dos cereais matinais. É a partir daí que o espírito empreendedor de Will Keith Kellogg, irmão do Dr. Kellogg, entrou em ação. Percebendo a demanda crescente, ele idealizou uma produção em massa do novo produto. Mas encontrou forte resistência por parte de seu irmão, que não queria perder o caráter saudável e institucional do produto. Em 1898 continuou o desenvolvimento e aperfeiçoamento do cereal até criar o “Corn Flakes”, feito com flocos de milho. Não se conteve e em 1902 comunicou ao seu irmão que estava indo embora montar sua própria empresa para produzir o novo produto.


Finalmente no dia 19 de fevereiro de 1906, ele fundou a Battle Creek Toasted Corn Flake Company (Companhia de flocos de milho tostados de Battle Creek), que viria a se tornar a KELLOGG COMPANY em 1922, e começou a produção do cereal, batizado inicialmente como “Toasted Corn Flakes”, no dia 1º de abril na região de Battle Creek com a colaboração de apenas 44 funcionários. Ao produto, ele acrescentou açúcar e mais uma vez criou um cereal que logo se tornou um sucesso. A empresa utilizava na época a assinatura “The Original Has This Signature — W.K. Kellogg” (O original tem essa assinatura) para diferenciar-se de seus concorrentes, pois nessa época havia 42 indústrias de cereais na região, mais que o número de funcionários da própria Kellogg Company. Esta frase se tornaria proeminente em suas embalagens e em sua comunicação durante muito tempo. No ano seguinte passou a utilizar, pela primeira vez, o nome KELLOGG’S escrito em vermelho nas embalagens do produto.


A ousadia também fazia parte dos planos de marketing da nova empresa. Para aumentar suas vendas no resto do país e se tornar líder de mercado, publicou um anúncio dizendo: “se você não encontrou Kellogg’s na sua cidade, não se preocupe, pegue esse cupom e entregue no seu supermercado que você receberá um Corn Flakes de graça”. Essa ação provocou uma corrida dos consumidores aos empórios e mercados da época, fazendo com que os proprietários tivessem que comprar Corn Flakes para atender a demanda. Com isso, as vendas do produto superaram a marca de 1 milhão de caixas já em 1909.


Para acompanhar o crescimento do negócio a empresa foi instalando fábricas em novos mercados: no Canadá em 1914, no Reino Unido e na Austrália em 1924, onde começou distribuindo Corn Flakes e All Bran, este último um cereal rico em fibras criado em 1916. Foi a partir deste momento que a empresa começou a introduzir no mercado produtos inovadores, além de lançar ações pioneiras como a utilização de um novo conceito de tecnologia em embalagem chamado Waxtite, uma fina proteção de parafina que protegia a embalagem por fora, criada por John Leonard Kellogg em 1914, garantindo assim a qualidade do produto; imprimir mensagens nutricionais, receitas (as primeiras foram publicadas em 1916) e informações do produto em todas as suas embalagens; e fortificar seus cereais com vitamina B e D. Além disso, em 1915 a empresa já investia aproximadamente US$ 1 milhão na promoção de seus produtos, através de prêmios, brindes, jogos e folhetos para as crianças e adolescentes. No final dos anos 20, a KELLOGG’S já era a maior produtora de cereais do mundo, respondendo por aproximadamente 40% do mercado americano.


Enquanto, os Estados Unidos sofriam com a Grande Depressão que assolou o país no início dos anos 30, W.K. Kellogg ousou, e ao invés de cortar custos, duplicou o investimento em publicidade, conseguindo assim aumentar as vendas de seus cereais. Nesta época, através de um cheque de US$ 40 milhões, foi criada a Fundação Kellogg (W.K. Kellogg Foundation) com o principal objetivo de “promover a saúde, a felicidade e o bem-estar das crianças”. A fundação, uma das maiores financiadoras privadas do mundo, investiu, até aos dias de hoje, mais de €420 milhões nas áreas da agricultura, higiene e educação. Nas décadas seguintes a empresa literalmente inundou o mercado com uma infinidade de novos tipos de cereais. E isto só foi possível, porque a KELLOGG’S sempre teve como foco a saúde e a nutrição de crianças, jovens e adultos para desenvolver sua linha de produtos. Um grande exemplo de sucesso ocorreu na década de 80 quando a empresa introduziu no mercado KELLNESS, um cereal voltado para o público adulto que mistura aveia, milho, arroz, trigo e frutas selecionadas desidratadas para deixar a alimentação mais saborosa e rica em fibras. Depois de consolidar sua participação de mercado no segmento de consumo, em 1992 a empresa criou a divisão Food Service, expandindo assim sua oferta dentro da indústria alimentar, comercializando alimentos preparados destinados a estabelecimentos comerciais como cafés, restaurantes, lojas de conveniência, hotéis e hospitais.


Apesar do sucesso de seus produtos, nos anos 90 a KELLOGG’S havia se tornado lenta como um paquiderme, e acabou vendo sua enorme liderança no mercado de cereais, que movimentava bilhões de dólares por ano nos Estados Unidos, ameaçada por inúmeras concorrentes. Coube ao cubano Carlos Gutierrez reverter este quadro. Ele, que assumiu o comando da empresa em abril de 1999, fez um trabalho considerado exemplar. Sua receita incluía lições herdadas do patriarca W.K. Kellog e também pitadas de ousadia. De início ele mudou a filosofia da empresa, que até então dava mais importância à quantidade do que a qualidade das vendas. Ao invés de gastar milhões de dólares em produtos como o Corn Flakes (que tem inúmeros concorrentes de baixo preço) ele optou por promover marcas com maior valor agregado: Frosted Flakes, Special K e as barras de cereais Nutri-Grain.


Além disso, também usou a força da marca para disputar aquisições estratégicas como a Worthington Foods, produtora de alimentos vegetarianos, em 1999; e a Kashi Company, alimentos orgânicos, em 2000. Mas a principal e mais ousada delas foi a compra da Keebler, tradicional fabricante de biscoitos e proprietária de marcas famosas como Cheez-It, Famous Amos e E.L. Fudge, por US$ 4.6 bilhões. Foi neste momento que ele revelou sua porção felina. Afinal, a Keebler dispunha de uma eficiente estrutura de logística e distribuição que contemplava desde pequenas mercearias até grandes redes varejistas como Wal-Mart e Target. Dessa forma, o executivo pegou um atalho no caminho entre a fábrica e o cliente final, saindo das garras dos atacadistas que sempre pressionam por descontos acentuados. Além disso, um acordo milionário com a Disney permitiu a criação de novos cereais e snacks no mundo inteiro utilizando os famosos personagens. Em 2006 a empresa completou cem anos de vida, período no qual construiu uma imagem de confiança e qualidade na mente, ou melhor, em milhões de mesas de café da manhã pelo mundo afora. Isto foi possível através da criatividade de seu marketing, além do espírito empreendedor e ousado, que fizeram da KELLOGG’S a grande líder do mercado de cereais e uma das marcas mais poderosas que o mundo viu surgir.


A linha do tempo
1909

Lançamento do KELLOGG’S TOASTED RICE FLAKES, um cereal de flocos de arroz tostados que foi o segundo produto criado pela empresa.
1916
Lançamento do ALL BRAN, primeiro cereal de trigo rico em fibras, suprindo assim parte da necessidade diária de fibras.
1928
Lançamento do RICE KRISPIES, um cereal de flocos de arroz, que ficou conhecido como “The Talking Cereal” em virtude de sua reação distinta (um estalo barulhento) ao ser misturado ao leite. O famoso slogan “Snap! Crackle! Pop!” começaria a ser utilizado no ano seguinte. Recentemente foi introduzida no mercado uma versão do tradicional cereal com pequenos pedaços de morango.
1950
Lançamento do RAISIN BRAN, cereal à base de trigo e aveia.
1951
Lançamento do SUGAR CORN POPS, um cereal de milho em formato de pipoca que estalava mais rapidamente em contato com o leite. Seu nome mudou para CORN POPS, e em 2006 para POPS. A mudança durou pouco depois que milhares de reclamações dos consumidores exigiram a volta ao antigo nome.
1952
Lançamento do famoso FROSTED FLAKES (conhecido no Brasil como SUCRILHOS), um cereal similar ao Corn Flakes, porém coberto com açúcar. O produto foi introduzido inicialmente com o nome Sugar Frosted Flakes. A palavra açúcar (sugar) foi retirada do nome na década de 70. O produto, um dos mais populares da KELLOGG’S é comercializado como FROSTIES (Reino Unido), ZUCARITAS (América Latina) e CORN FROSTIES (Japão).
1953
Lançamento do HONEY SMACKS, cereal de trigo, milho e mel coberto com açúcar. O produto foi lançado inicialmente com o nome de Sugar Smacks, adotando a atual denominação em 1984.
Lançamento do EGGO, uma linha de deliciosos waffles congelados. Criados pelos irmãos Dorsa, a KELLOGG’S adquiriu a marca em 1970, como parte da diversificação de sua linha de produtos.
1956
Lançamento do SPECIAL K, primeiro cereal fortificado com sete diferentes tipos de vitaminas e ferro. Esta linha de produto seria expandida em 2001, com a introdução do cereal na versão morango (Special K Red Berries) e em 2003 com a versão sem carboidratos (Special K For a Low Carb Lifestyle). Hoje em dia engloba, além de cereais, barras de cereais, barras energéticas e snacks.
1958
Lançamento do COCOA KRISPIES, cereal de flocos de arroz com sabor chocolate. Em 2003 o produto passou a se chamar COCOA RICE KRISPIES.
1963
Lançamento do divertido FROOT LOOPS, rosquinhas de cereais coloridas à base de milho, aveia e trigo, enriquecidas com vitaminas, minerais e sabores de frutas. As cores originais eram: vermelho (sabor cereja), amarelo (sabor limão) e laranja (sabor laranja).
1964
Lançamento do POP TARTS, pequenas tortinhas recheadas com geléias de frutas totalmente assadas, que podem ser consumidas frias ou colocadas na tostadeira.
1965
Lançamento do APPLE JACKS, cereal com sabor de maçã e canela. Cada pequeno cereal era originalmente laranja e em formato oval com um furo no meio. O personagem do produto era uma simpática e carismática maçã animada chamada “Apple Head”. Inicialmente lançado com o nome de Apple O’s, o produto foi introduzido no mercado após a empresa descobrir que um concorrente estava planejando lançar um cereal semelhante. Somente em 1998 a cor verde foi introduzida na mistura do cereal.
1967
Lançamento do PRODUCT 19, cereal feito de milho, trigo, arroz e aveia. O nome do produto foi escolhido por ser o décimo nono produto que a KELLOGG’S desenvolvia naquele ano.
1970
Lançamento do MINI-WEATHIES, cereal feito exclusivamente com grãos de trigo.
1974
Lançamento do COUNTRY STORE, um muesli, deliciosa combinação de cereais feitos com flocos de aveia crus com pedaços de frutas desidratadas, que se tornou extremamente popular na Europa. O produto foi inicialmente introduzido no mercado inglês.
1980
Lançamento do CRUNCHY NUT, um cereal feito com flocos de molho, pequena quantidade de mel, três tipos de açúcar e amendoins descascados. Lançamento inicialmente na Inglaterra e Irlanda, o produto só foi introduzido no mercado americano em 2011.
1981
Lançamento do HONEY NUT LOOPS, uma combinação de aveia e mel em forma de rosquinhas. Em 1998 o produto foi renomeado como HONEY LOOPS e tem uma simpática abelhinha chamada Loopy como mascote. No Brasil é conhecido como HONEY NUTOS.
Lançamento do tradicional FROSTED FLAKES no sabor de banana.
1982
Lançamento do NUTRI-GRAIN, cereal feito de uma mistura de milho, farelo de aveia e trigo. Possui uma extensa linha de produtos hoje em dia, incluindo barras de cereais.
1983
Lançamento do CRISPIX, um cereal de arroz e milho. De um lado arroz e do outro milho. A empresa se refere a ele como “Sweetened multi-grain cereal”.
1989
Lançamento da linha SMART START, primeiras barrinhas de cereais da empresa. A partir de 1998, SMART START se transformou em uma linha de cereais funcionais, enriquecidos com nutrientes, vitaminas e proteínas que ajudam a diminuir o colesterol.
2000
Lançamento da SMART START SOY PROTEIN, primeiro cereal da empresa á base de soja.
2003
Lançamento do FRUIT HARVEST, cereal de arroz e trigo com pedaços reais de morango e blueberry.
2006
Lançamento da KELLOGG’S ORGANIC, uma linha completa de cereais orgânicos.
Lançamento do KELLOGG’S OPTIVITA, um cereal de farelo de aveia que auxilia na manutenção do colesterol baixo.
2007
Lançamento do NUTRI-GRAIN Fruit & Nut, barra de cereal que misturava pedacinhos de frutas com amêndoas e nozes.
2008
Lançamento do KELLOGG’S TIGER POWER (conhecido no Brasil como SUCRILHOS POWER), um cereal exclusivo, em formato de bolinhas crocantes e cheias de energia, feitas com fórmula secreta e muito mais chocolate.
Lançamento da linha KELLOGG’S GRAB’N GO, pequenas porções de cereais em embalagens individuais, imitando os tradicionais “bowls”, bastando acrescentar leite para o consumo.
2009
Lançamento do SPECIAL K Stracciatella, flocos de trigo e arroz, com cremosos pedacinhos de chocolate negro e branco.
Lançamento do SPECIAL K PROTEIN SHAKE, uma bebida láctea pronta para o consumo que oferece 10 gramas de proteína, 5 gramas de fibras, vitaminas A, C, D e E, além de outros nutrientes como Cálcio. Atualmente o produto para controle de peso, já que pode substituir uma refeição, é encontrado nos sabores de chocolate, morango e baunilha.


Gr-r-reat TONY
Talvez o mais famoso e conhecido personagem da KELLOGG’S - Tony the Tiger - surgiu em 1952 com o lançamento de um novo produto: Kellogg’s Sugar Frosted Flakes of Corn, conhecido no Brasil como SUCRILHOS. Tudo porque a empresa procurava um garoto propaganda para o novo produto e promoveu um concurso para escolher um personagem que iria representá-lo. Os concorrentes eram: Katy, um canguru; Elmo, um elefante; Newt, um gnu; e Tony, um tigre. A disputa acirrada entre Tony e Katy acabou tendo o tigre como grande vencedor, e, em 1953, o personagem foi oficialmente introduzido como porta-voz do produto. O personagem era um tigre musculoso, forte e que andava em duas pernas, com objetivo de encorajar as crianças a consumirem o produto. A inconfundível voz grossa do personagem era feita pelo cantor Arthur Ravenscroft, e perdurou até 2005, quando ele morreu. Atualmente o personagem é dublado por Lee Marshall.


No início, um tigre jovem, chamado Tony Jr., aparecia como filho do Tony, que na década de 70 passou a ser impresso nas embalagens do produto. Ainda nesta década, a família de Tony começou a crescer com a aparição de sua mãe, Mama Tiger e sua mulher, Mrs. Tony. Em 1974, ano do tigre no horóscopo chinês, surgiu sua filha, chamada Antoinette. Ao longo dos anos, Tony sempre apareceu nas embalagens do produto, tornando-se conhecido em todo o mundo. Para acompanhar o personagem, uma frase se tornou inseparável do querido tigre: Gr-r-reat Tony.


Há alguns anos atrás, o simpático tigre que vende milhões de pacotes de cereais nos quatro cantos do mundo, decidiu encarar uma nova aventura. Desta vez, o felino da empresa saltou das embalagens do cereal para estampar bicicletas, roupas, jogos, livros, artigos para festas, alimentos e o que mais a indústria de bens de consumo inventar. Sim, a “fera” da KELLOGG’S ataca agora no rentável mundo do licenciamento. É um programa que teve início em junho de 2000, nos Estados Unidos, e que começou a dar frutos em outros países. Durante os anos Tony imortalizou alguns slogans como “Bring out the tiger in you” (Desperte o tigre em você), “Put a tiger in Your Team!” e “They’re Grrreat”.


Marketing saudável
Além do famoso tigre a KELLOGG’S sempre utilizou personagens para divulgar e posicionar seus produtos, que em sua grande maioria são voltados para um público jovem e infantil. O primeiro personagem surgiu no ano de 1933: era um pequeno gnomo que vestia um chapéu de cozinheiro e que apareceu na embalagem do cereal Rice Krispies. Na época o gnomo não tinha nome, vindo a se chamar, pouco depois, “Snap”. Em meados da década de 30, os duendes “Crackle e Pop” se juntaram a ele nas embalagens do produto, formando assim uma divertida turminha. Esses nomes derivaram da frase “Snap! Crackle! Pop!”, que apareceu no ano de 1929, estampada nas embalagens do cereal. Já o famoso galo CORNELIUS do cereal Corn Flakes apareceu em 1957 com seu corpo verde e as penas do rabo amarela, vermelha e verde. Foi uma criação da agência de publicidade Leo Burnett.


O cereal Cocoa Krispies teve seu primeiro personagem também em 1958, ano de seu lançamento no mercado. Era um pequeno macaco chamado José, que no ano seguinte seria substituído pelo elefante Cocoa. Em seguida veio o leão “Snagglepuss” (conhecido como “Leão da Montanha”, famoso personagem criado por Hanna Barbera), que apareceu nas embalagens do produto entre 1963 e 1967. No período entre 1968 e 1970, o cereal foi representado por um homem das cavernas chamado “Ogg”. Em 1971, outro paquiderme, o elefante Tusk, estreou como mascote do cereal. Dez anos depois o elefante foi substituído pelos três duendes do cereal Rice Krispies. Depois de outro elefante chamado MELVIN (que em alguns países continua sendo a mascote do produto), surgiu o personagem mais conhecido do produto, o macaquinho COCO, que foi criado na Inglaterra no ano de 1986.


O cereal Raisin Bran teve como mascotes, entre 1963 e 1966, personagens de Hanna Barbera: Jinx (o gato) e Pixie & Dixie (os ratos). Por volta de 1966 um sol sorridente e animado chamado SUNNY estreou em comerciais de televisão e nas embalagens do produto. O cereal Froot Loops tem o famoso Tucano SAM, introduzido em 1963, como sua mascote e porta-voz, sempre acompanhado da inseparável frase “OVE-LAY for OOT-FRAY OOPS-LAY!”. O cereal Sugar Smacks (agora chamado de Honey Smacks), que já teve como mascote a foca Smaxey (1959) e o personagem Pepe-Legal (1961), ganhou o famoso sapinho chamado DIG’ em 1972. Em 1986, um urso (chamado Wally) tomou seu lugar, porém, a pedidos dos consumidores, o sapinho retornaria em 1987 para alegria da garotada. O cereal Apple Jack tem como mascotes os personagens animados CinnaMon (um pedacinho de canela) e Bad Apple (uma divertida maça).


A evolução visual
O logotipo da marca passou por algumas modificações ao longo dos anos. Há alguns anos atrás o tradicional logotipo com um sol nascendo, que remetia ao café da manhã, período de maior consumo do cereal, foi substituído apenas pelo nome da marca, que manteve a sua coloração vermelha tão característica.


Os slogans
Bringing Our Best To You.
The best to you each morning.
(O melhor para você cada manhã)
The popular choice for kids breakfast.
Vivemos para nutrir você. (Kellogg’s - Brasil)


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação:
19 de fevereiro de 1906
● Fundador: William K. Kellogg
● Sede mundial:
Battle Creek, Michigan
● Proprietário da marca: Kellog Company
● Capital aberto: Sim
● Chairman: James Jenness
● CEO & Presidente:
John Bryant
● Faturamento: US$ 12.39 bilhões (2010)
● Lucro: US$ 1.24 bilhões (2010)
● Valor de mercado: US$ 20.6 bilhões (maio/2011)
● Valor da marca: US$ 11.041 bilhões (2010)
● Fábricas: 18
● Presença global: 180 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 30.645
● Segmento:
Alimentação matinal
● Principais produtos: Cereais, barras de cereais e biscoitos
● Principais concorrentes:
General Mills, Nestlé e Quaker Oats
● Ícones:
Personagens como o Tigre Tony e o Tucano Sam
● Slogan:
Bringing Our Best To You.
● Website: http://www.kelloggcompany.com/

O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca KELLOGG’S está avaliada em US$ 11.041 bilhões, ocupando a posição de número 35 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. A empresa também ocupa a posição de número 199 no ranking da revista FORTUNE 500 (empresas de maior faturamento no mercado americano) de 2011.

A marca no mundo
Atualmente a KELLOGG’S possui fábricas em 18 países, emprega mais de 30 mil funcionários, fatura aproximadamente US$ 12.4 bilhões e distribuí seus produtos em mais de 180 países. A enorme linha de produtos, que inclui cereais, biscoitos, snacks e barras de cereais, é composta por marcas famosas como Keebler, Eggo, Cheez-It, All-Bran, Mini-Wheats, Nutri-Grain, Kellness, Rice Krispies, Special K, Froot Loops e Famous Amos. Atualmente os cereais representam 53% de suas vendas globais.

Você sabia?
A empresa chegou ao Brasil em 1961 com o lançamento de dois de seus principais produtos: Sucrilhos e Corn Flakes. Sucrilhos se tornou tão popular e conhecido entre os brasileiros que muitos consumidores chegam a usar seu nome para denominar outros cereais concorrentes, fenômeno conhecido como sinônimo de categoria.
Desde 1991 a KELLOGG’S possui um envolvimento muito forte com a NASCAR, principal categoria do automobilismo americano. Em 2010 a empresa patrocinou o piloto Carl Edwards.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 9/5/2011

VISA


Em qualquer cidade, em qualquer país, com ele possível comprar de um pãozinho a um avião, pagar taxas públicas, contas, mensalidades, consultas e até recarregar um celular pré-pago. É possível ainda realizar compras no varejo, no atacado, por catálogo, pela internet e até em feiras livres, comércio ambulante e venda porta a porta. O “dinheiro de plástico” da VISA mudou o hábito de consumo onde quer que o cliente esteja. Os cartões de crédito e débito, não somente facilitam a vida dos consumidores, como se transformaram em um símbolo de consumo global e a marca VISA é uma das principais responsável por isso. Afinal, como diz o ditado popular, “tempo é dinheiro”. 

A história 
A história da VISA é inseparável de uma das mais significantes inovações na forma de pagamento do século 20: o cartão de pagamento ou crédito. Com o desenvolvimento desta ferramenta flexível e a popularização de sua utilização, a marca VISA não somente facilitou a vida das pessoas, como está presente em qualquer lugar do planeta. Tudo começou em setembro de 1958 quando o Bank of America lançou o cartão de crédito BankAmericard, nas cores azul, branco e dourada, que seria mais tarde adotadas pela VISA, para os consumidores da cidade de Fresno, estado da Califórnia. A chegada do BankAmericard (feito de papel) ao mercado foi uma verdadeira novidade em diferentes aspectos, sobretudo devido ao fato de oferecer aos consumidores uma linha de crédito (US$ 300) que podia ser utilizada e posteriormente devolvida segundo um plano de reembolso previamente acordado. Inicialmente foram disponibilizados 60.000 cartões.
 

Em menos de uma década o BankAmericard conseguiu mais de dois milhões de utilizadores regulares, precipitando o fim de boa parte dos cartões de crédito próprios emitidos por instituições locais. A partir de 1966, por meio de acordos com bancos que operavam fora do estado da Califórnia, possibilitou a afiliação de estabelecimentos e a emissão de mais cartões. Nesta época o BankAmericard iniciou um rápido crescimento, atingindo quase dois milhões de usuários. Com o crescimento dos cartões de crédito, a maioria dos bancos regionais desistiu de seus programas independentes e somou-se a um dos dois sistemas. Até que, em 9 de julho de 1970, os bancos emissores do BankAmericard começaram uma operação conjunta sob o nome National BankAmericard Incorporated (NBI), uma empresa independente, precursora da VISA atual. Em 1973, a NBI criou o primeiro sistema de autorização eletrônico, conhecido como BASE I, e um novo centro de processamento de informações foi inaugurado para dar mais agilidade ao processo. Finalmente, comerciantes e usuários conseguiam autorizações rápidas e eficazes em qualquer parte dos Estados Unidos, a qualquer hora do dia. O sistema de autorização eletrônico possibilitou uma expansão fantástica.


Um ano depois, o Bank of America já emitia cartões em 15 países. Ainda em 1974, foi criado o IBANCO, uma empresa multinacional, que englobava os membros do BankAmericard, destinada a administrar o programa de cartões internacionalmente. Entretanto, fora dos Estados Unidos, os bancos de alguns países se recusavam a emitir cartões associados ao Bank of America. Para superar esse obstáculo, foi necessário buscar uma marca universal, livre de associações com entidades bancárias competidoras. Em 1976, em uma convenção bancária realizada na cidade de Orlando, na Flórida, o presidente da NBI-IBANCO, Dee Ward Hock, anunciou oficialmente a mudança do nome da empresa. O cartão BankAmericard adotou uma nova imagem com a marca VISA, mantendo suas cores tradicionais - azul, branca e dourada. O nome foi escolhido por ser de fácil pronúncia em qualquer idioma e por não ter nenhuma relação com banco ou entidades do sistema financeiro. O NBI transformou-se em VISA USA e o Ibanco mudou para VISA INTERNATIONAL SERVICE ASSOCIATION. Sob a liderança de Dee Hock e com a atenção voltada para seus bancos e instituições financeiras associadas, a marca VISA obteve rápida expansão. Com o crescimento do número de transações, um novo sistema tornou-se necessário. Surgiu assim, em 1977, o BASE II, um sistema de intercâmbio que permitiu aos bancos efetuar transações eletronicamente. Um ano depois, o cartão VISA já era o número 1 do mercado americano.


Em 1979 a VISA iniciou uma forte campanha junto aos estabelecimentos comerciais com o objetivo de incentivar o cartão de crédito como meio de pagamento. Investimentos em marketing, em novas tecnologias e em patrocínios esportivos e culturais ajudaram a tornar a marca conhecida e a fixá-la como a preferida dos consumidores e lojistas. Hock foi o responsável pelo lançamento do primeiro sistema eletrônico na transação com cartão de crédito e criou a primeira rede global de ATM (sigla em inglês para designar caixas automáticos). Nas décadas de 1980 e 1990, a VISA continuou inovando, sendo responsável pelo lançamento dos primeiros cartões de crédito Premium, Smart (cartões inteligentes – com chip), pré-pagos, ou até mesmo conduzindo a primeira transação de um cartão de crédito em Euro, no ano de 1999, e com isso conquistando participação de mercado em todo o mundo, se tornando o maior cartão com circulação mundial, sendo aceito em 12 milhões de estabelecimentos. Desde então, mantém-se na liderança entre os meios de pagamento eletrônicos. No mês de março de 2008 a VISA abriu seu capital na Bolsa de Valores de Nova York, arrecadando quase US$ 18 bilhões, o melhor resultado de uma empresa ao fazer oferta inicial de ações (em inglês IPO) na história dos Estados Unidos.


O produto mais exclusivo e sofisticado da linha de cartões de crédito da marca para pessoas físicas é o VISA INFINITE. O cartão é destinado a pessoas de altíssimo poder aquisitivo, que viajam ao exterior com frequência e necessitam disponibilidade total de serviços, seguros médico e de automóveis. Assim como os demais cartões de crédito da marca, este exclusivo cartão é aceito em mais de 30 milhões de estabelecimentos comerciais em 200 países e territórios e pode ser utilizado para sacar em moeda local em mais de 2 milhões de caixas automáticos.


Por mais de 35 anos, a VISA construiu um cenário global de pagamentos, dedicado a servir consumidores; estabelecimentos comerciais; instituições financeiras e economias em todo o mundo. Hoje em dia, a empresa oferece soluções em uma época na qual a indústria global de pagamentos reconhece o potencial das novas tecnologias, opera em um mundo cada vez mais conectado e desenvolve um papel-chave na infraestrutura de mercados emergentes. O portador de um cartão VISA tem a possibilidade de escolher de que forma quer pagar – usando crédito (“pague depois”), débito (“pague agora”) e pré-pago (“pague antes”). Além disso, a empresa possui plataformas de produtos que atendem segmentos específicos de clientes e situações específicas de determinadas regiões.


A linha do tempo 
1973 
Lançamento de um sistema percussor do VisaNet, possibilitando compreensiva comunicação e processamento de dados com segurança e rapidez. Hoje em dia este sistema é responsável pela afiliação e relacionamento com os estabelecimentos comerciais que aceitam cartões VISA como forma de pagamento; desenvolve e realiza a gestão da plataforma tecnológica de captura e o processamento das transações com os cartões; além de desenvolver e oferecer serviços de monitoramento, captura e processamento de transações eletrônicas para bandeiras particulares e instituições financeiras. O sistema é capaz de realizar mais de 150 milhões de transações diariamente. 
1975 
Introdução da função de débito em seus cartões revolucionando a forma de pagamento. Na década de 1980 passaria a ser conhecido como VISA ELECTRON, estando presente na Ásia, América Latina, América Central, África e Europa, emitindo mais de 400 milhões de cartões anualmente. 
1977 
Lançamento do VISA CLASSIC, o cartão mais popular e conhecido da marca. 
1979 
Introdução no mercado do VISA TRAVELER’S CHECK (cheque de viagem), inicialmente disponível em quatro moedas diferentes. 
1981 
Introdução do cartão VISA PREMIERE, que passaria a ser conhecido como VISA GOLD, e se tornaria o cartão de crédito mais conhecido e utilizado do mundo em 1992. 
1983 
Baseada na premissa “Any Time, Anywhere” (A qualquer hora, em qualquer lugar), a empresa introduziu uma rede de caixas automáticos para saques, proporcionando 24 horas por dia de modernidade aos seus consumidores. Primeiramente os caixas automáticos estavam localizados em lugares com grande movimentação de turistas como, por exemplo, aeroportos. Não demorou muito para postos de gasolina, lojas de conveniência e outros muitos estabelecimentos também ganharem seus caixas automáticos. 
1984 
Introdução do holograma conhecido como DOVE (pomba) em todos os cartões de crédito da marca, geralmente seguido pelos quatro últimos dígitos do número do cartão. O holograma foi introduzido como uma medida de segurança para evitar fraudes e falsificações. 
1986 
Início da parceria com a PLUS ATM aumentando ainda mais sua rede de caixas automáticos. A empresa foi totalmente adquirida pela VISA em 1993. 
1989 
Com a aquisição da empresa Interlink, a VISA passou a ser capaz de disponibilizar a assinatura eletrônica. 
1995 
Em parceria com a Europay e a Mastercard desenvolveu o sistema de Chip nos cartões de crédito. O novo produto, batizado de VISA SMART, apresentou ao consumidor uma nova geração de pagamentos eletrônicos com o objetivo de reduzir a clonagem de cartões e elevar a proposta de valor dos pagamentos com plástico mediante a inclusão de aplicativos múltiplos em um mesmo cartão. 
1996 
Lançamento do cartão de débito VISA CASH durante os Jogos Olímpicos de Atlanta, nos Estados Unidos. Este cartão com chip, que funciona como um porta-moeda eletrônico é utilizado em muitos países do mundo. 
1997 
Atinge a impressionante marca de US$ 1 trilhão em transações. 
1999 
Lançamento dos cartões inteligentes com função de crédito e débito. 
2000 
Lançamento do VISA BUXX, um cartão pré-pago e recarregável destinado para adolescentes com idade a partir de 13 anos. Os responsáveis pela conta do cartão controlam quanto o jovem pode gastar por meio do valor pré-carregado em seu cartão. Aprendendo na prática como administrar o dinheiro que recebe, o jovem é estimulado desde cedo a desenvolver responsabilidade sobre suas finanças pessoais. 
Introdução do ZERO LIABILITY, garantindo assim que os proprietários de cartões não teriam que pagar por despesas em operações fraudulentas. 
2001 
Lançamento do VERIFIED by VISA, um serviço para aumentar a segurança das compras via internet, tanto para os compradores quanto para os lojistas virtuais, agregando segurança devido à verificação de mais dados além da senha. Esta verificação é realizada através do banco emissor a partir da solicitação e validação de informações e que devem ser de conhecimento apenas do titular do cartão. 
Lançamento do VISA GIFT CARD, um cartão pré-pago utilizado para presentear pessoas queridas. Uma alternativa prática e moderna, uma solução diferente e original. 
2002 
Lançamento do VISA TravelMoney, um cartão pré-pago, recarregável, protegido por senha, que pode ser utilizado em qualquer um dos mais de 2 milhões de caixas automáticos da rede Visa/Plus espalhados pelo mundo. O cartão pode ser carregado na moeda que os bancos emissores oferecerem e efetuar compras nos mais de 30 milhões de estabelecimentos comerciais da rede VISA. Além disso, é possível sacar o dinheiro na moeda local, facilitando o pagamento de pequenas despesas no país que o turista se encontra. 
2003 
Lançamento no Brasil do VISA VALE, um cartão de refeição e alimentação que oferece aos trabalhadores um serviço de benefícios muito mais prático e seguro. 
2004 
O volume de transações com cartão de débito supera as de crédito. 
2005 
Lançamento no mercado americano do primeiro cartão VISA CONTACTLESS. Para utilizar este cartão basta o usuário colocá-lo à leitora na hora do pagamento, ao invés de passar ou inserir o cartão. Os pagamentos sem contato possuem uma avançada tecnologia de rádio frequência, que agiliza as transações dos portadores de cartão. 
2007 
Lançamento em setembro do VISA payWAVE, uma iniciativa global que oferece um conjunto abrangente de ferramentas de tecnologia e aplicativos destinado a permitir o desenvolvimento de produtos e a comercialização de serviços de pagamentos por comunicações móveis. O sistema havia sido lançado como teste na Malásia em 2004. Mais recentemente este sistema foi atualizado, permitindo pagamentos sem que seja necessária a leitura da tarja magnética, sem fios e sem marcação do código PIN. 
Lançamento no Brasil do VISA PASSFIRTS, um serviço inédito no mundo que permite a utilização dos cartões VISA não apenas como meio de pagamento de ingressos, mas também como instrumento de entrada em estádios, cinemas, eventos e shows. Desde que foi lançado no mercado brasileiro, já foram comercializados mais de 1.5 milhões de ingressos. Destes, mais de 950 mil em estádios de futebol e outros 600 mil em entretenimento. 
2010 
Atinge a marca de 100 milhões de cartões com chip na América Latina e Caribe. 
2012 
Lançamento do V.me by Visa, um serviço que permite aos consumidores concretizarem transações online através de um computador, notebook, tablet ou smartphone. Uma das vantagens desse serviço é que ele serve como intermediário entre o usuário e o comerciante. Assim, o cliente não precisa inserir números do cartão em portais em que, talvez, não confie. Além disso, há a praticidade já que o processo pode ser finalizado com poucos cliques. Essa plataforma digital tem a difícil missão de concorrer com o PayPal.


A segurança 
Todos os cartões da VISA seguem normas rígidas de segurança como podemos observar na imagem abaixo.


1. Chip (opcional) para aumentar a segurança dos cartões e transações efetuadas. 
2. Número do cartão contendo 16 algarismos agrupados em quatro unidades e começando com o número 4, impresso em alto relevo no cartão. 
3. Pomba (Dove) impressa no cartão que só aparece diante da luz ultravioleta. 
4. Holograma tridimensional da Pomba (Dove) como mais um elemento de segurança do cartão. 
5. Logotipo da Visa. 
6. A letra V como elemento de segurança. 
7. A data de expiração do cartão. 
8. O nome do proprietário do cartão escrito em alto relevo. 
9. Primeiros quatro dígitos do número do cartão impressos. 
10. Um número de segurança, chamado de CVV2, composto por 3 algarismos. 
11. Local de assinatura do proprietário do cartão.


A relação da marca com os esportes 
Além das tradicionais campanhas publicitárias a VISA mantém uma forte relação com os esportes através de patrocínios de grandes eventos ou competições, gerando uma enorme exposição de sua marca. Essa relação começou em 1988 quando a VISA se tornou patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos de Seul na Coréia do Sul. Desde então, a marca está presente tantos nos Jogos Olímpicos de Verão quanto nos de Inverno, com contrato até as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016. Outro evento esportivo patrocinado pela marca é a liga profissional de futebol americano, conhecida como NFL, com a qual a VISA mantém relacionamento desde 1995. A partir de 2007 a VISA passou a ser parceira oficial da FIFA em 2007, estreando no Mundial de Futebol de Salão no ano seguinte, realizado no Brasil. A primeira ativação global desta parceria ocorreu na Copa do Mundo da FIFA na África do Sul em 2010, desbancando a Mastercard, antiga parceira da entidade nessas competições. Com isso a VISA se tornou um dos seis parceiros globais da FIFA com direito mundial exclusivo de categoria até 2022. Isto significa que os cartões de crédito, débito e pré-pagos da VISA são os únicos meios de pagamento, além do dinheiro, aceitos nos estádios da FIFA e nos quiosques de brindes e presentes dos estádios. Também é patrocinadora oficial da Copa Libertadores da América e Copa Sulamericana.


Uma campanha marcante 
No início de 2009 a VISA apresentou sua primeira campanha publicitária global, intitulada “Mais pessoas Vão com Visa” (“More people GO with Visa”), refletindo sua evolução para uma comunicação unificada em todos os mercados onde atua. A nova campanha permitiu que a marca alinhasse seu marketing mundial em torno de um só tema, que destacava a superioridade do valor oferecido pelos produtos da VISA em comparação ao cheque e ao dinheiro — incluindo mais segurança, mais controle e mais conveniência. A campanha foi centrada na principal estratégia de crescimento da VISA — migrar os pagamentos realizados por consumidores e empresas em dinheiro e cheque para um método de pagamento eletrônico melhor, ou seja, com cartões VISA.


Ao focar no estímulo ao uso dos produtos da VISA ao invés de dinheiro ou cheque, a campanha ajudou a promover o crescimento dos negócios de pagamentos das instituições financeiras clientes da marca. Ao mesmo tempo, ofereceu a eles a oportunidade de concentrar seus esforços de marketing na diferenciação de seus produtos VISA aos da concorrência e no fortalecimento de seus relacionamentos com os clientes finais. A campanha também apoiava estabelecimentos comerciais parceiros da VISA ao promover a conveniência de usar pagamentos eletrônicos em categorias de comércios-chave.


A campanha era ao mesmo tempo otimista e calcada na realidade de que as pessoas querem viver o momento, mas dentro de suas possibilidades. Reconhecia que, mesmo em tempos de incerteza, as pessoas desejavam seguir adiante, e destacava que a VISA oferecia inúmeros produtos de pagamento e ferramentas de educação e gestão financeira esclarecedoras para ajudá-las nesse sentido.


A evolução visual 
O primeiro logotipo da VISA com suas tradicionais cores azul e dourada, escolhidas para representar o céu azulado e as montanhas da Califórnia, surgiu em 1976. A identidade visual foi modernizada em 1994, quando as cores amarela e azul ganharam tons mais vibrantes. Alguns anos mais tarde, em 2002, o logotipo foi simplificado, adotando um traço amarelo abaixo do nome da marca.


Em 2005 o tradicional logotipo passou por uma enorme reformulação visual ganhando ares modernos. Apesar de manter a mesma tipografia de letra, o logotipo ganhou uma dobra amarela na ponta do “V”. No início de 2014 a VISA apresentou sua nova identidade visual como parte de seu novo posicionamento. A dobra amarela na ponta do “V”, um dos maiores símbolos de reconhecimento da marca, foi aposentada e o nome ganhou um gradiente de azul.


O logotipo da VISA ELECTRON no decorrer dos anos também foi modernizado, ganhando um visual mais limpo. A última atualização aconteceu em 2006. Porém, em 2014, com a nova identidade visual da marca mãe, o VISA ELECTRON também ganhou o nome VISA em tom gradiente de azul.


O design dos cartões de crédito também foi reformulado ao longo dos tempos como podemos ver na imagem abaixo.


Os slogans 
Everywhere you want to be. (2013) 
More people GO with Visa. (2009) 
The future takes Visa. (2006) 
Life takes visa. (2006) 
Visa. Love every day. (2006, Europa) 
All You Need. (2006, Oriente Médio) 
All It Takes. (2005, Ásia) 
It’s everywhere you want to be. (1986) 
Wherever it takes you, the future takes Visa. 
Could be cheap. Could be expensive. Visa. All you need. 
Life takes __blank__. Life takes VISA. 
Enjoy life’s opportunities. 
Best way to pay and be paid. 
Mais pessoas ao redor do mundo vão com Visa. (2009, Brasil) 
Porque a Vida é Agora. (2004, Brasil) 
Em todos os momentos. (antigo, Brasil) 
O seu cartão definitivo. (antigo, Brasil) 
Funciona como cheque, só que melhor. (antigo, Visa Electron)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 1958 
● Criador: Bank of America 
● Sede mundial: Foster City, Califórnia 
● Proprietário da marca: Visa, Inc. 
● Capital aberto: Sim (2008) 
● CEO: Charles Scharf 
● Presidente: Ryan McInerney 
● Faturamento: US$ 11.7 bilhões (2013) 
● Lucro: US$ 4.96 bilhões (2013) 
● Valor de mercado: US$ 140.8 bilhões (janeiro/2014) 
● Valor da marca: US$ 5.465 bilhões (2013) 
● Cartões em circulação: 2.2 bilhões 
● Presença global: + 200 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 9.500 
● Segmento: Financeiro 
● Principais produtos: Cartões de crédito e débito e meios eletrônicos de pagamentos 
● Concorrentes diretos: Mastercard, American Express, Diners Club, Discover e PayPal 
● Ícones: O logotipo 
● Slogan: Everywhere you want to be. 
● Website: www.visa.com.br 

O valor 
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca VISA está avaliada em US$ 5.465 bilhões, ocupando a posição de número 74 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. A empresa também ocupa a posição de número 260 no ranking da revista FORTUNE 500 de 2013 (empresas de maior faturamento no mercado americano). 

A marca no Brasil 
No Brasil a marca está presente desde 1971 operando inicialmente com o banco Bradesco. Em 1986 passou a operar juntamente com a Credicard e finalmente poucos anos depois passou a operar por conta própria. Em 1995 a Visa Internacional, o Bradesco, o Banco do Brasil, o Banco Real (hoje Santander) e o extinto Banco Nacional uniram suas forças para desenhar o que viria a ser a VisaNet Brasil. O objetivo do novo empreendimento era administrar as relações com toda a rede de estabelecimentos comerciais afiliados ao sistema VISA. Um ano depois, o desafio era vencido e a empresa já operava com mais de 100 mil comerciantes herdados dos bancos. Em 2009 a VisaNet Brasil passou a se chamar Cielo.


A VISA oferece um completo portfólio de produtos, tanto para pessoas físicas como para empresas, e sempre se destacou pelo seu pioneirismo no segmento. Um exemplo disso é o VISA MINI, um produto inovador, lançado com exclusividade e de forma pioneira no Brasil, pois se trata de um cartão VISA que mede apenas 43% do tamanho de um cartão padrão. Garante ainda mais praticidade às compras do dia-a-dia: por ser menor que o cartão VISA convencional é possível usá-lo, por exemplo, preso ao chaveiro ou a uma pulseira. Um dos produtos mais importantes da empresa no Brasil foi o pré-pago VISA VALE (lançado em 2003 e que atualmente se chama ALELO), principalmente nas versões Refeição, Alimentação, Combustível, Pedágio e Cultura. Sempre inovadora, as recentes novidades da marca no país são o VISA INFINITE EXPERIENCE, um programa que oferece eventos exclusivos com chefs reconhecidos e marcas líderes em seus mercados; e um projeto piloto de pagamentos móveis introduzido em 2008 cuja tecnologia, chamada VISA payWAVE, permite que o pagamento por meio do NFC do smartphone aconteça com o mesmo nível de segurança de um pagamento onde o cartão com chip é inserido no terminal eletrônico. Atualmente, já há mais de um milhão de terminais habilitados para receber pagamentos por celulares com a tecnologia NFC.


A marca no mundo 
Atualmente, a VISA, que opera a maior rede de pagamentos eletrônicos do mundo, oferecendo serviços de processamento e plataformas de produtos de pagamento, possui mais de 14.600 instituições financeiras afiliadas, tendo no mercado mais de 2.2 bilhões de cartões (crédito, débito e pré-pago) sob sua bandeira circulando em 200 países ao redor do mundo. Com cartões aceitos em mais de 30 milhões de estabelecimentos comerciais e 2 milhões de caixas automáticos, a VISA realizou em 2013 mais de 87.5 bilhões de transações no valor superior a US$ 6.9 trilhões. A marca VISA, que possui participação de mais de 60% nas transações com cartão de débito no mercado americano, investiu em 2013 mais de US$ 1 bilhão em marketing e publicidade internacional. 

Você sabia? 
O JPMorgan Chase é o maior banco emissor de cartões VISA do mundo. 
A VISA realiza 87.5 bilhões de autorizações de pagamentos por ano, com capacidade para realizar mais de 47.000 por segundo. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 26/1/2014