6.8.11

SKF

Você já parou para pensar na importância dos rolamentos para o mundo e seu desenvolvimento? Não. Mas a sueca SKF só pensa nisso há mais de um século, fazendo com que máquinas, sistemas, ferrovias, caminhões e automóveis funcionem com precisão e total eficiência.

A história
Tudo começou no ano de 1907 na Suécia quando o jovem engenheiro Sven Wingquist, que trabalhava em uma indústria de tecelagem, projetou e construiu o primeiro rolamento auto-compensador de esferas do mundo, que solucionou assim seus problemas de manutenções constantes, nos longos eixos de transmissão das máquinas de tecer. O rolamento funcionou tão bem que ele então começou a fabricar em escala e assim deu início à Svenska Kullager Fabriken, que significa Fábrica Sueca de Rolamentos, hoje conhecida internacionalmente pela abreviação SKF. Desde o início a empresa se concentrou intensivamente em qualidade e desenvolvimento técnico, realizando pesquisas, testando graxas e analisando como os lubrificantes se deterioram durante a vida útil do rolamento. No fechamento de seu primeiro ano fiscal, a empresa contava com 15 funcionários e, no balanço, apresentava prejuízo. Apenas 2.200 rolamentos tinham sido produzidos, hoje a fabricação supera 250.000 por hora. Foi um começo modesto, mas as bases haviam sido lançadas.


No ano seguinte, escritórios de representação foram abertos na Alemanha e França. Além disso, agentes foram designados para trabalhar na Finlândia, Suíça, Bélgica, Dinamarca, Áustria e Austrália. Nesse mesmo ano teve início a produção de rolamentos axiais de esferas. Já em 1909, sua expansão internacional foi acelerada com a abertura de uma subsidiária em Nova York e uma pequena oficina em Paris. A fábrica de Gotemburgo foi expandida e a produção dobrou para atender a demanda de mercado. Nesse mesmo ano, o primeiro caminhão equipado com rolamentos auto-compensadores de esferas produzidos pela SKF fez uma longa viagem experimental saindo da cidade de Malmo para Estocolmo. A primeira fábrica fora da Suécia foi estabelecida em 1911 na cidade de Luton no Reino Unido. No ano seguinte, o primeiro laboratório de pesquisa foi inaugurado em Gotemburgo. Nesta época, a demanda pelos produtos da empresa começava a exceder o fornecimento. Nos próximos anos a empresa estabeleceu a assistência técnica ao cliente (1914); iniciou em 1916 a fabricação de rolamentos rígidos de uma carreira de esferas com rasgos de entrada, chamado rolamento Volvo; e adquiriu, em 1918, a Hofors Bruk, seguindo uma cuidadosa avaliação das instalações de fundição de aço existentes na Suécia mais apropriadas para a produção de aço de rolamento de alta qualidade.


Já em 1920 a empresa estava bem estabelecida na Europa, América do Norte e Latina, Ásia e África. Até 1924 a linha de produtos foi expandida, compreendendo rolamentos de rolos cônicos, cilíndricos e esféricos. A produção anual atingiu um novo recorde de quase 6.5 milhões de rolamentos. No ano de 1926, a AB VOLVO, então uma subsidiária da SKF, iniciou a produção de carros experimentais. A montadora se tornaria independente da SKF em 1935. Pouco mais tarde, em 1938, teve início a produção da unidade de rolamento de cubo, um rolamento de duas carreiras de esferas de contato angular para rodas de automóveis. Em 1940 a empresa inventou o rolamento axial de rolos esféricos, desenvolvido para cargas axiais pesadas. No final desta década, em 1947, a teoria da SKF para cálculo da vida dos rolamentos foi publicada pela ISO e adotada como padrão mundial. Após a Segunda Guerra Mundial, período em que a empresa se dedicou a fabricação de componentes bélicos, a produção foi reiniciada, e pouco depois, em 1950, a linha de produtos foi estendida, compreendendo praticamente todos os tipos de rolamentos e acessórios, como caixas, buchas, etc.


Nas décadas seguintes a empresa continuou crescendo mundialmente, chagando aos anos 70 com 68 fábricas e 67.000 funcionários. No final desta década, em 1979, introduziu o rolamento de rolos esféricos do tipo CC com rolos auto-compensadores, que trabalha com até 20% menos fricção que os rolamentos de rolos esféricos anteriores. Os anos 80 foram marcados pelo surgimento do conceito de atendimento Trouble-Free Operation (TFO) e da política de meio ambiente. Na década seguinte a empresa sueca introduziu várias novidades: unidade de rolamento de roda HUB 3 equipada com sensor para uso em sistemas de freios ABS (1993); rolamento de rolos toroidais CARB® (1995), que anos mais tarde seria estabelecido como padrão da indústria para máquinas de fundição contínua na metalurgia; e a unidade de cubo 5, um novo e exclusivo projeto de rolamento que combina a vantagem do peso de uma unidade de rolamento flangeada com as distorções reduzidas conseguidas com projetos de tambor integrado, lançada em 1997.


Em 2007, a SKF celebrou seu centenário; iniciou a produção em três novas fábricas na Ásia, uma na China e duas na Coréia; e lançou novos produtos e serviços, que incluía uma nova gama de rolamentos com menor consumo de energia, uma solução de re-lubrificação para implementos agrícolas e uma ferramenta de avaliação baseado na internet e utilizada em operações industriais. Desde sua criação, a SKF detém posição de destaque pela alta qualidade de seus produtos, pela assistência técnica que tem prestado a seus clientes e pela variada seleção de rolamentos que mantém disponível, além de uma linha completa de produtos, como retentores, graxas, ferramentas de montagem e desmontagem, alinhadores a laser e capacitação técnica através de seu departamento técnico.


A evolução visual
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos tempos, mas sempre manteve a tradicional tipologia de letra.


Dados corporativos
● Origem:
Suécia
● Fundação: 1907
● Fundador: Sven Wingquist
● Sede mundial: Gotemburgo, Suécia
● Proprietário da marca:
AB SKF
● Capital aberto: Sim (1914)
● Chairman: Leif Östling
● CEO & Presidente: Tom Johnstone
● Faturamento: US$ 9.42 bilhões (2010)
● Lucro: US$ 793.3 milhões (2010)
● Valor de mercado: US$ 10.6 bilhões (agosto/2011)
● Fábricas: 140
● Presença global: 130 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 45.678
● Segmento: Peças e sistemas
● Principais produtos: Rolamentos, vedantes e sistemas de lubrificação
● Principais concorrentes:
Timken, Schaeffler e NSK
● Slogan:
The Power of Knowledge Engineering.
● Website: www.skf.com

A marca no Brasil
A história da SKF do Brasil teve início exatamente no dia em 27 de janeiro de 1915. Nessa época a SKF instalou no Rio de Janeiro uma loja que realizava importações de diversos tipos de rolamentos para suprir o mercado brasileiro. Em 1943 seus escritórios de representações são transformados oficialmente em subsidiária. Somente no mês de junho de 1963, foi inaugurada sua primeira unidade fabril, às margens da Rodovia Presidente Dutra, e durante todos esses anos ocorreram muitas alterações na fábrica de Guarulhos, acompanhando o ritmo do desenvolvimento do país. Atualmente, a moderníssima fábrica da SKF no Brasil está instalada na Rodovia Anhanguera, km 30, no município de Cajamar, São Paulo. Apesar de ter iniciado tão cedo suas operações no país, o mercado brasileiro representa ainda apenas 5% do seu faturamento, com vendas equivalentes a US$ 500 milhões.

A marca no mundo
Atualmente a SKF, um dos fornecedores líderes globais de produtos, soluções para clientes e serviços em rolamentos, vedações, mecatrônica, serviços e sistemas de lubrificação, que incluem suporte técnico, serviços de manutenção, monitoração de condição e treinamento, mantém suas vendas por meio de uma grande rede composta por mais de 15.000 distribuidores autorizados espalhados por 135 países. Contando com 140 unidades fabris instaladas em 32 países, a empresa faturou em 2010 mais de US$ 9 bilhões. A SKF realiza negócios basicamente através de três divisões: industrial e Serviços, realizando, respectivamente, a manutenção de fabricantes de equipamentos originais industriais (OEMs) e de clientes do mercado de reposição; e Automotiva, fazendo a manutenção de OEMs automotivos e de clientes do mercado de reposição. A empresa possui também um comércio eletrônico largamente utilizado e um eficiente sistema de distribuição global. A SKF agrupa suas tecnologias em cinco plataformas: rolamentos e unidades, vedações, mecatrônica, serviços e sistemas de lubrificação. Ao utilizar as capacidades de todas ou algumas das plataformas, a SKF desenvolve ofertas personalizadas para cada segmento de cliente, ajudando-os a melhorar o desempenho, a reduzir o uso de energia e a diminuir custos totais, trazendo com isso aumento de valor agregado para a empresa. A empresa sueca opera em aproximadamente 40 segmentos de clientes, onde exemplos incluem carros e caminhões leves, energia eólica, ferrovias, máquinas-ferramenta, e a indústria médica, de alimentos e bebidas e de papel.

Você sabia?
Os resultados dos esforços da SKF na área de pesquisa e desenvolvimento levaram a um número crescente de inovações que criaram novos padrões e novos produtos no mundo dos rolamentos.
A SKF pertence à multibilionária família Wallenberg, que detém também participações nas suecas Ericsson, Electrolux, ABB e AstraZeneca.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 6/8/2011

3.8.11

BLUE SKY STUDIOS

Quem acha que há 16 mil anos, quando o planeta vivia na era do gelo, tudo era frio e monótono, está muito enganado. Bem frio era mesmo, mas sem graça jamais. Afinal, depois que o BLUE SKY STUDIOS criou uma falante e engraçada preguiça, um mamute ranzinza, um furioso tigre dente-de-sabre e um pequeno esquilo pré-histórico neurótico que persegue insistentemente uma noz, o mundo aplaudiu e deu grandes gargalhadas. Com essa fórmula de sucesso, o estúdio de animação se transformou numa das estrelas de Hollywood, criando personagens e sonhos até então inimagináveis.

A história
Tudo começou no mês de fevereiro de 1987 quando Chris Wedge, Carl Ludwig e outros quarto artistas que tinham trabalhado previamente na Disney durante a produção do filme “TRON”, que na época utilizava uma técnica revolucionária de computação, resolveram fundar o BLUE SKY STUDIOS. O novo estúdio era especializado em tecnologia de CGI (imagens geradas por computador). Até meados dos anos 90, o pequeno estúdio concentrou-se apenas em produções de comerciais de televisão e de efeitos visuais para alguns filmes. Neste período o estúdio produziu mais de 200 comerciais para clientes importantes como a montadora Chrysler, a marca de confeitos M&M’s, a empresa alimentícia General Foods, Texaco e United States Marines (Marinha Americana).


A história do pequeno, mas criativo estúdio começaria a mudar em agosto de 1997, quando a poderosa 20th Century Fox, após o enorme fiasco da melancólica Anastasia e do exagerado Titan After Earth, desenhos animados produzidos pela dupla Don Bluth e Gary Goldman, adquiriu o BLUE SKY, que inicialmente passou a produzir efeitos especiais para filmes de enorme sucesso de bilheteria, entre os quais The X Files, Blade, Armageddon, Titanic e Alien Resurrection. Pouco depois, em 1999, o estúdio começou a figurar entre as estrelas de Hollywood quando o diretor Chris Wedge recebeu o Oscar de melhor animação com o curta-metragem Bunny, que contava a história de uma coelha viúva interrompida pela chegada de uma traça á sua cozinha, no momento em que preparava um bolo.


No ano seguinte, o BLUE SKY foi reposicionado no mercado e passou a ser um estúdio focado na produção de filmes animados por computação. O primeiro sucesso surgiria no dia 15 de março de 2002 com o lançamento do filme A Era do Gelo (Ice Age), que faturou milhões, obteve indicação ao Oscar de melhor animação e colocou definitivamente o estúdio entre os principais do segmento. O filme, que teve como co-diretor o brasileiro Carlos Saldanha, custou US$ 59 milhões, rendeu, somente em bilheterias, US$ 380 milhões, transformando-se em um verdadeiro sucesso, que resultou em novos investimentos para produções.


Além disso, outro fator de sucesso que impulsionou o estúdio foi o curta-metragem Gone Nutty, que estreou no dia 26 de novembro de 2002, estrelando um dos personagens secundários de A Era do Gelo, mas justamente aquele que mais simpatia despertava: o desastrado esquilinho pré-histórico Scrat, que perde toda a sua organizada coleção de nozes, após elas caírem de um abismo, iniciando assim uma persiguição implacável para recuperá-las. Nos anos seguintes, novos sucesso como Robôs (2005), A Era do Gelo 2 (2006), Horton e o Mundo dos Quem (2008), A Era do Gelo 3 (2009) e mais recentemente RIO (2011), estamparam definitivamente o nome do BLUE SKY STUDIOS em Hollywood. Os novos projetos anunciados pelo estúdio são: A Era do Gelo 4 (Ice Age: Continental Drift), com estréia em 2012; e Homens de Folha (Leaf Men), com estréia para 2013.


As obras criativas
Depois do avassalador sucesso do filme “A Era do Gelo” o BLUE SKY resolveu repetir a fórmula e criou grandes sucessos de bilheteria e de público.
ROBÔS (Robots)
A animação, que estreou no dia 11 de março de 2005, conta a história de Rodney Lataria, um robô que tem um dom para inventar máquinas e trabalha com seu pai lavando pratos. Sonhando em conhecer seu ídolo, o Grande Soldador, ele decide partir em uma viagem rumo a Robópolis. Porém, ao chegar à cidade, percebe que sua busca será mais difícil do que imaginava. Logo Rodney se torna amigo dos Enferrujados, um grupo de robôs de rua que sabe se virar e que acaba por abrigá-lo. Tentando encontrar o Grande Soldador e mantendo seu ideal em fazer um mundo melhor, ele enfrenta situações que podem pôr em risco a própria existência da cidade. O filme que custou US$ 75 milhões e consumiu quase um ano de trabalho de uma equipe de aproximadamente 50 técnicos em computação gráfica e roteiristas, faturou no total US$ 260.7 milhões.


A ERA DO GELO 2 (Ice Age: The Meltdown)
A animação estreou no dia 31 de março de 2006 trazendo de volta toda a animada turma do primeiro sucesso do estúdio. Esta nova aventura tem início quando durante a tentativa de escapar do vale para evitar uma enchente de problemas, a divertida turma embarca em uma hilária viagem por uma paisagem que está descongelando e acabam conhecendo Ellie, uma peluda fêmea de mamute que derrete o coração de Manny. Com sua maravilhosa animação, inesquecíveis personagens e uma deliciosa trilha sonora, o filme faturou US$ 655.3 milhões.


HORTON E O MUNDO DOS QUEM (Horton Hears a Who!)
O filme, que estreou no dia 14 de março de 2008, é uma animação inspirada na obra de Dr. Seuss, um dos escritores mais populares da literatura infantil norte-americana, responsável também pelas histórias que originaram O Grinch e O Gato. Horton (dublado por Jim Carrey) é um elefante que, um dia, ouve um pedido de socorro vindo de uma partícula de poeira que flutua no ar. Surpreso, ele passa a desconfiar que possa existir vida dentro daquela partícula. Trata-se dos Quem, seres que ignoram a existência de vida fora da cidade em que vivem, a Quemlândia. Mesmo com todos à sua volta acreditando que perdeu o juízo, Horton decide ajudar os moradores da cidade. O filme faturou US$ 297.1 milhões.


A ERA DO GELO 3 (Ice Age: Dawn of the Dinosaurs)
A animação, que estreou no dia 1 de julho de 2009, voltou às telas – agora em três dimensões – estrelando uma turma campeã mundial de bilheteria: os personagens da série A Era do Gelo. Neste terceiro filme o esquilo Scrat, que continua em busca de nozes, encontra uma namorada, chamada Scratita; a fêmea de mamute Ellie, que supera a crise de identidade (ela se considerava gambá), está casada com Manny e espera um bebê; e Diego, o tigre dente-de-sabre, desconfiado de que está ficando molenga e velho. Na nova aventura, a turma entra no quente mundo subterrâneo, abaixo do gelo, para resgatar a preguiça Sid, enfrentando dinossauros e plantas carnívoras assassinas. Há estreantes no filme: Buck, a excêntrica doninha de um olho só, meio desvairada, que caiu acidentalmente no mundo subterrâneo e teve o azar de encontrar Rudy, um dinossauro albino aterrorizante. O filme faturou no total US$ 886.6 milhões.


RIO
A nova animação, que estreou no dia 15 de abril de 2011, conta a história de Blu, uma arara azul que nasceu no Rio de Janeiro, mas, capturada na floresta, foi parar na fria cidade americana de Minnesota. Lá é criada por Linda, com quem tem um forte laço afetivo. Um dia, Túlio entra na vida de ambos. Ornitólogo, ele diz que Blu é o último macho da espécie e deseja que ele acasale com a única fêmea viva, que está no Rio de Janeiro. Linda e Blu partem para a cidade maravilhosa, onde conhecem Jade. Só que ela é um espírito livre e detesta ficar engaiolada, batendo de frente com Blu logo que o conhece. Quando o casal é capturado por uma quadrilha de contrabandistas de aves raras, eles ficam presos por uma corrente na pata. É quando precisam unir forças para escapar do cativeiro. O filme faturou US$ 479 milhões em bilheteria no mundo todo.



O toque brasileiro de criatividade
Por trás dos maiores sucessos do estúdio está o brasileiro Carlos Saldanha, um carioca que se especializou em animação digital na The School of Visual Arts, em Nova York, e se tornou um dos grandes nomes da animação mundial. Ainda estudante, em 1993 realizou o curta-metragem Time for Love, que conta a história de amor entre um casal de bonecos de madeira de um relógio cuco. Por uma grande coincidência, Chris Wedge foi seu orientador na pós e o convidou para trabalhar no BLUE SKY, quando a empresa tinha apenas 20 funcionários. O primeiro trabalho do brasileiro no estúdio foi como supervisor de animação no filme Joe e as baratas (Joe’s Apartment), em 1996, que se tornou popular na MTV. Daí em diante o brasileiro faria um enorme sucesso. Aliás, foi ele quem criou o neurótico Scrat, o esquilo de “A Era do Gelo”, filme de 2002 em que atuou como co-diretor. Considerado uma das personalidades mais talentosas e criativas do BLUE SKY STUDIOS, dirigiu as seqüências “A Era do Gelo 2″ e “A Era do Gelo 3″, e, mais recentemente a animação RIO (foi ele também, quem escreveu a história que originou o roteiro do filme). O brasileiro fez parte do elenco de vozes da dublagem brasileira de A Era do Gelo 3, interpretando os três dinossauros bebês que Sid cuida.


A evolução visual
O primeiro logotipo do estúdio era simples: em um fundo preto o nome, em branco, escrito em letra Times New Roman. A primeira modificação ocorreu em 2002, quando o logotipo, que ficaria conhecido como “The Blue Feather”, ganhou um traço azul estilizado logo abaixo do nome. O atual logotipo foi apresentado em 2005.


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1987
● Fundador:
Chris Wedge, Carl Ludwig e sócios
● Sede mundial: Greenwich, Connecticut
● Proprietário da marca: Fox Entertainment Group, Inc.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● CEO:
Brian Keane
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Filmes produzidos: 6
● Presença global: + 100 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 400
● Segmento:
Entretenimento
● Principais produtos: Filmes animados e licenciamento de produtos
● Principais concorrentes:
Pixar e Dreamworks Animation
● Ícones: O personagem Scrat
● Website: www.blueskystudios.com

A marca no mundo
Hoje em dia o BLUE SKY STUDIOS, divisão de animação da poderosa Fox, vende seus filmes e produtos licenciados dos animados personagens em mais de 100 países ao redor do mundo. O novato estúdio já produziu seis longas-metragens animados, que renderam, somente em bilheterias, quase US$ 3 bilhões. O estúdio é atualmente uma das estrelas de Hollywood em seu segmento.

Você sabia?
O esquilo pré-histórico Scrat é sem dúvida o personagem mais popular do estúdio. A grande prova disso é que ele estreou quatro curtas-metragens de enorme sucesso: A Aventura Perdida de Scrat (Gone Nutty), em 2002; Sem Tempo para Nozes (No Time for Nuts) em 2006; Scrat Apaixonado (Scrat in Love), em 2009; e Scrat’s Continental Crack-up, em 2010.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 3/8/2011

1.8.11

CYRELA

Realizar, construir, valorizar e entregar. São verbos que transmitem a força e enfatizam a trajetória da CYRELA, considerada uma das melhores incorporadoras do mercado imobiliário brasileiro. Afinal, são mais de 200 mil famílias escolhendo a solidez e a segurança de uma empresa que cresce há 50 anos e participa da vida de várias gerações, entregando muito mais que empreendimentos de qualidade, realizando sonhos.

A história
Tudo começou com Elie Horn, que nasceu em 1944 na cidade de Alepo, na Síria, e chegou ao Brasil com apenas 11 anos de idade. Na adolescência, começou a trabalhar com os irmãos em uma construtora paulistana, onde aprendeu a lidar com terrenos, cimento e tijolos. Já formado em direito e depois de 20 anos como funcionário da construtora, fundou em 1962 sua própria empresa, a CYRELA, hoje uma verdadeira potência do setor. Até o início da década de 80, a empresa dedicava-se exclusivamente à incorporação residencial e de salas comerciais, enquanto a construção e venda dos projetos era terceirizada. Em 1981, com o objetivo de prestar serviços mais personalizados e melhores aos clientes exigentes e sofisticados, foram criadas as subsidiárias Cyrela Construtora e Seller Consultoria Imobiliária e Representações, empresas que passaram a ser responsáveis pela construção e venda, respectivamente, de seus imóveis.


A Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações, antiga denominação social da atual CYRELA, foi constituída em dezembro de 1993, a partir de uma sociedade anônima entre o Sr. Elie Horn e a empresa argentina Inversiones e Representaciones S.A., com o objetivo de atuar na construção e locação de lajes corporativas de alto padrão. A empresa foi uma das primeiras a desenvolver fundos de investimento imobiliário no Brasil. Em 2002, durante a crise econômica argentina, o senhor Horn adquiriu a participação detida pela Realty, que passou a se dedicar, também, à incorporação residencial de alto padrão. A empresa soube aproveitar o bom momento que o mercado imobiliário tem vivenciado nos últimos anos. Em 2005, quando a CYRELA abriu seu capital na Bolsa de Valores, a incorporadora estava presente em duas cidades brasileiras, atuando basicamente em São Paulo, e detinha 74% das atividades de construções in-house. Com a expansão geográfica da empresa, ela rapidamente passou a atuar sete estados brasileiros.


Além disso, a partir de 2006 a estratégia operacional da empresa começou a buscar uma diversificação por região e segmento de renda, passando também a operar nos segmentos econômico e super econômico, através da subsidiária LIVING, que se tornou uma empresa independente em 2009, devido à sua importância estratégica para a CYRELA. Antes disso, a empresa focava sua atividade nos segmentos de renda média alta e luxo, oferecendo um histórico irrepreensível de entregas de imóveis de alto padrão. Em 2007 a empresa criou a CYRELA COMMERCIAL PROPERTIES (CCP), que assumiu os negócios relativos a imóveis corporativos, centros de logística e shopping centers. Desde então, a empresa só colecionou bons resultados. Quintuplicou o número de lançamentos e assistiu seu faturamento disparar. Para 2011 e 2012, a expectativa é de atingir, pelo menos, 70% dos lançamentos em obras próprias, priorizando um modelo de crescimento orgânico, resultado do pleno conhecimento e da consolidação da marca e da operação nos mercados em que atua.


Atualmente a empresa investe constantemente em pessoas por meio da sua Universidade Corporativa e programas de responsabilidade social. Uma empresa que faz questão de valorizar os bairros onde atua por meio de melhorias urbanas e cuida do meio-ambiente, faz economia de materiais, pratica gestão de resíduos em suas obras e ajuda a comunidade através de diversos projetos sociais. Uma empresa que faz questão de valorizar a vida das pessoas. Por todas as suas realizações e história inovadora, a CYRELA literalmente construiu um nome respeitado e se tornou sinônimo de qualidade e solidez.


O gênio por trás da marca
O dono de uma das maiores incorporadoras e construtoras brasileira não gosta de fazer nada muito diferente do roteiro casa-trabalho-casa. A única exceção são as visitas à sinagoga, feitas religiosamente todas as sextas e sábados. Eventos? Esqueça. Ele não vai a nenhum. Fotos e entrevistas? Nem pensar. É uma verdadeira aversão a aparições públicas. Perguntar a um de seus funcionários sobre sua personalidade ou temperamento é ver o empregado tremer de medo de perder sua vaga. Tira 15 dias de férias duas vezes por ano, sua única concessão na atribulada agenda. Esse é o mundo fechado de Elie Horn, o bilionário da construção civil com uma fortuna pessoal de US$ 2.1 bilhões, que o levou a figurar na lista dos homens mais ricos e poderosos das Américas. No caso de Horn, poderoso e misterioso. O que se sabe dele é o que poucos amigos contam. E, mesmo os amigos, sabem muito pouco sobre ele.


A evolução visual
O tradicional logotipo da marca passou por pequenas alterações ao longo dos anos, apenas para ganhar um ar mais moderno e atual.


Os slogans
Cyrela – ontem, hoje e sempre ao seu lado.
Traga os seus sonhos para morar num Cyrela.



Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 1962
● Fundador: Elie Horn
● Sede mundial:
São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca:
Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações
● Capital aberto: Sim (2005)
● Chairman & CEO:
Elie Horn
● Faturamento: R$ 7.6 bilhões (2010)
● Lucro: R$ 600.2 milhões (2010)
● Valor de mercado: R$ 6.3 bilhões (agosto/2011)
● Valor da marca: R$ 587 milhões (2011)
● Imóveis entregues:
+ 45 mil
● Presença global: 3 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 15.000
● Segmento:
Incorporação e Construção
● Principais produtos: Casas e apartamentos
● Principais concorrentes: Gafisa, Abyara, Even e PDG
● Slogan:
Cyrela – ontem, hoje e sempre ao seu lado.
● Website: www.cyrela.com.br

O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca CYRELA está avaliada em R$ 587 milhões, ocupando a posição de número 15 no ranking das marcas mais valiosas do Brasil.

A marca no mundo
A CYRELA BRAZIL REALTY, uma das melhores empresas do mercado imobiliário brasileiro na incorporação de empreendimentos residenciais, é também uma das mais diversificadas em termos de oferta de produtos para diferentes rendas e regiões geográficas, contando atualmente com mais de 200 canteiros de obras em andamento localizados em 67 cidades e 16 diferentes estados do país. Os lançamentos da empresa em 2010 somaram R$ 7.6 bilhões e as vendas contratadas totalizaram R$ 6.2 bilhões. A empresa opera também em Buenos Aires na Argentina e Montevidéu no Uruguai. Desde sua fundação a CYRELA já entregou mais de 45 mil para mais de 111 mil clientes.

Você sabia?
A CYRELA tem muito dos hábitos pessoais de Horn. Os corretores não fecham nenhum negócio das 5 da tarde de sexta-feira até o pôr-do-sol do sábado. Nesse horário, o período em que dura o sábado sagrado judaico, todos os funcionários da empresa são orientados a deixar o trabalho - mesmo que um grande negócio esteja para ser fechado.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 1/8/2011