7.7.10

VIVARA

A VIVARA foi uma das principais resposnáveis por popularizar jóias no mercado brasileiro, sem no entanto deixar de lado o design inovador. Com um posicionamento de mercado premium sem exageros, a VIVARA oferece coleções simples e flexíveis que se tornaram inesquecíveis para comemorar aniversários, casamentos, nascimentos, bodas de prata ou um momento especial. Por tudo isso, a marca se tornou especialista em despertar emoções e transformar sonhos em realidade.
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A história
A história começou quando a família romena Kaufman imigrou para o Brasil logo após a Segunda Guerra Mundial. Sem muito dinheiro, mas com grande experiência nos setores de joalherias, eles, habilidosos ourives, rapidamente começaram a trabalhar no segmento. Foi então que a família inaugurou a primeira loja VIVARA em 1962, na rua 7 de abril, no centro de São Paulo. A história do pequeno negócio começou a mudar quando o jovem Nelson Kaufman, que cresceu vendo o pai debruçado sobre uma banca de madeira, mãos firmes, a encaixar brilhantes miúdos em delicadas peças de ouro, passou a administrar uma das duas lojas da família. Com peças leves, comércio de portas abertas e facilidades de pagamento, a VIVARA ajudaria a popularizar o mercado joalheiro no Brasil.
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Com espírito de inovação e a proposta de criar e comercializar jóias diferenciadas, a VIVARA rapidamente passou a atender a uma consumidora exigente que procurava jóias de qualidade para representar e destacar sua personalidade, mas com preços acessíveis. Mesmo mantendo o cuidado artesanal da ourivesaria, a marca não se intimidou em investir em tecnologia, inovação, atendimento e design, confiando sua produção aos mais capacitados profissionais do mercado. A primeira loja localizada dentro de um shopping center seria inaugurada em 1981. Uma década mais tarde já eram 10 lojas na capital paulista. Ao longo desses anos, a excelência da VIVARA resultou no ingresso no mercado de relógios, onde a marca é reconhecida por trabalhar com marcas renomadas como Fendi, Burberry, Tommy Hilfiger, Guess, Hugo Boss e Lacoste.
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Em 1996, a rede iniciou um intenso processo de expansão, inaugurando também sua primeira unidade fora de São Paulo. A manufatura foi transferida em 1997 da Rua Xavier de Toledo, na capital, para Manaus, onde havia incentivos fiscais. A rede passou por outra fase de expansão acelerada, especialmente a partir de 2001, quando o ritmo de abertura de novas lojas chegou a uma média de seis por ano, respaldado por uma forte campanha de marketing e reposicionamento da marca. Dois anos depois, já com 47 lojas, a VIVARA inaugurou no shopping Center Morumbi sua maior e mais luxuosa unidade. A VIVARA também obteve sucesso com suas campanhas que utilizavam a fórmula “Jóias + Celebridades”. Passaram pelos anúncios da marca a modelo Shirley Mallmann, ao lado do ator Marcelo Antony, e a global Maria Fernanda Cândido.
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Em 2007 a VIVARA adotou um novo posicionamento próprio no segmento de jóias, alinhando estratégia na ambientação de suas lojas, vitrines e produtos, além da mais nova garota-propaganda da marca: Gisele Bündchen. Em 2009, depois de Juliana Paes, foi a vez de Grazi Massafera estrelar as páginas do catálogo da nova coleção da marca. Recentemente a equipe de designers foi reforçada, e coleções exclusivas, com linhas confeccionadas a mão, recebem cada vez mais atenção. Os resultados já aparecem nas vitrines e no preço. Nos produtos dessa faixa, um colar VIVARA chega a custar o nada popular valor de R$ 200 mil.
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Atualmente, sem quebrar o vínculo com seus valores tradicionais, qualidade e atendimento, a VIVARA se renova a cada coleção, reinventa-se através do tempo e das jóias de design criativo. Uma equipe exclusiva de talentosos designers busca tendências mundiais, pesquisa materiais, estuda e entende as peculiaridades do público brasileiro, criando as mais charmosas coleções. Por isso, em toda a sua trajetória a VIVARA vem recebendo reconhecimento por meio de premiações em diversos setores, desde a área de vendas, até tecnologia e arquitetura.
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Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Fundação:
1962
● Fundador: Família Kaufman
● Sede mundial:
São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Grupo Tellerina
● Capital aberto: Não
● Diretor Presidente:
Nelson Kaufman
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 92
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários: 900 (incluindo franqueados)
● Segmento: Joalherias
● Principais produtos: Anéis, brincos, colares e relógios
● Website:
www.vivara.com.br
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A marca no Brasil
Atualmente a VIVARA é a maior rede de joalherias do Brasil, com mais de 90 lojas localizadas em sua maioria em shopping centers nas principais cidades brasileiras como Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Manaus, Belo Horizonte, estando presente em 18 estados do país. Anualmente a VIVARA distribuiu mais de 900 mil catálogos.
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Você sabia?
Todas as jóias da marca possuem um “V” grafado. É o compromisso de que a jóia apresenta um design exclusivo e é produzida dentro dos mais exigentes padrões de qualidade, utilizando sempre matérias-primas selecionadas.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 7/7/2010

6.7.10

BLING h2o

Luxo e elegância em forma de água, presente nos ambientes mais seletivos e badalados do mundo. De baladas em Nova York a restaurantes luxuosos em Dubai. Assim pode ser definida a marca americana de água mineral BLING h2o. Mas afinal, o que há de tão especial na BLING h2o que a torna tão cara (uma mera garrafinha não sai por menos de US$ 25)? Simples, uma garrafa fosca com o nome da marca em cristais Swarovski e um líquido extremamente puro, capaz de matar a sede do mais exigente dos egos.
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A história
Tudo começou quando o famoso produtor e roteirista de cinema Kevin G. Boyd percebeu que as pessoas em Hollywood, onde a imagem é o passaporte para o estrelato, carregavam suas garrafas de água como se fizessem parte de sua personalidade. Desfilavam com elas à tira-colo, mais como um acessório do que propriamente para matar a sede. Rapidamente ele identificou uma oportunidade de negócio, que para muitos parecia uma idéia tresloucada. Em 2006, fundou uma empresa e criou a marca de água mineral BLING h2o. O nome sugestivo foi inspirado em uma gíria do inglês usada para designar “jóia”. O conceito em volta da nova marca era bastante claro: o máximo expoente em exclusividade, oferecendo uma embalagem única que combinava com a pureza do sabor. A garrafa em vidro fosco reciclável com tampa de rolha era decorada manualmente com cristais austríacos Swarovski que formavam a palavra BLING. E para acompanhá-la uma água extraída de profundos mananciais (800 metros) do parque nacional de Smokey Mountains em Dandridge no estado do Tennessee. BLING h2o não era apenas uma garrafa preciosa, o seu conteúdo também era. A água era submetida a um processo de purificação de nove etapas que incluía ozônio, ultravioleta e micro-filtragem, assegurando assim a máxima pureza.
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Originalmente a empresa distribuía a água BLING H2o somente para atores, celebridades e atletas. A primeira aparição da BLING h2o se deu no mês de setembro. A estratégia deu certo. Não demorou muito para que celebridades como Jamie Foxx, Mariah Carey, Shaquille O'Neal, Ben Stiller, Tom Cruise, Will Smith e a cantora Beyonce fossem fotografadas exibindo e desfilando com as garrafas brilhantes da BLING h2o. Na época, rumores que a controversa Paris Hilton supostamente dava a água ao seu cachorro ajudou na exposição da marca. Além disso, a marca patrocinava eventos com grande exposição e audiência como as premiações do Emmy, o Grammy e o MTV Video Music Awards.
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A exposição na mídia e o desejo criado nos consumidores surtiram resultados. Em poucos meses a água já estava disponível ao público e se destacava no cardápio de sofisticados restaurantes de Nova York com preços que variavam entre US$ 24 a US$ 40 dependendo do tamanho da garrafa. Daí para figurar como item obrigatório em hotéis cinco estrelas, lojas de luxo e baladas exclusivas foi um pulo. E não somente nos Estados Unidos. A BLING h2o também invadiu os ambientes mais requintados e badalados da Europa, como a loja da Louis Vuitton em plena Champs Elysées na cidade de Paris.
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Nos anos seguintes, utilizando o sugestivo slogan “More than a pretty taste” (algo como “Mais do que um bom sabor”), a marca também lançou várias edições limitadas de sua água, que vinham em garrafas com o nome BLING cravejados de cristais Swarovski coloridos como a Paris Pink (rosa), Crimson Red (vermelho), Candy Cane (vermelho e branco), Goldilocks (amarelo), Go Green (verde) ou a Cobalt Blue (garrafa de vidro azul). Em 2009, a marca foi lançada oficialmente nos Emirados Árabes Unidos, onde uma única unidade da edição especial da água BLING h2o, cuja garrafa era inteiramente cravejada por 10.000 cristais Swarovski, foi arrematada em um leilão em Dubai por US$ 23.000. Este é apenas um exemplo de como a marca faz marketing e ganha destaque na mídia. Recentemente a marca lançou suas águas em garrafas plásticas.
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Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Lançamento:
2006
● Criador: Kevin Boyd
● Sede mundial: Los Angeles, Califórnia
● Proprietário da marca:
Bling Beverages LLC
● Capital aberto: Não
● CEO & Presidente: Kevin Boyd
● Faturamento: US$ 175 mil (estimado)
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
25 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 50
● Segmento:
Bebidas não alcoólicas
● Principais produtos:
Águas minerais
● Ícones:
A garrafa com grafia em cristais Swarovski
● Slogan:
More than pretty taste.
● Website:
www.blingh2o.com
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A marca no mundo
Atualmente a água BLING h2o pode ser encontrada em badalados e luxuosos restaurantes, hotéis, baladas e eventos nos Estados Unidos, Europa e Oriente Médio. É também possível comprar a água via internet, já que a empresa entrega no mundo todo. As garrafas, que possuem grande variedade de tamanho, custam entre US$ 20 (garrafa Baby de 350 ml) a US$ 40 (garrafa de 750 ml). As caixas com 24 garrafas não saem por menos de U$ 480.
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Você sabia?
BLING é um termo utilizado pelo Hip Hop para designar objetos que custam caro, normalmente jóias que usam como forma de ostentação.
Devido ao seu pH balanceado de 7.3, a BLING h2o é utilizada por muitas celebridades em seus camarins para lavar o rosto.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 6/7/2010

SACK'S

Que tal comprar perfume Armani em suaves prestações de R$ 20? Ou um creme anti-rugas da Dior em pequenas parcelas de R$ 30? E o melhor, sem sair de casa. Isso só foi possível graças ao pioneirismo da SACK’S, um negócio que cheira pra lá de bem, e que se transformou em um caso de sucesso no segmento de comércio on-line no Brasil.
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A história
A história começou quando Carlos André Montenegro e Marcelo Franco, então jovens empreendedores com apenas 22 anos, pediram aos pais um empréstimo de R$ 100 mil. Eles queriam criar uma página na internet para vender os mesmos perfumes e cosméticos do comércio do pai de Marcelo, uma rede de três lojas que funcionava em shoppings do Rio de Janeiro. Exatamente no dia 20 de outubro 2000 foi ao ar a primeira versão do site da SACK’S, batizado com o mesmo nome das lojas físicas da rede. No início, a empresa funcionava de forma quase amadora. Era o próprio Montenegro quem retirava os produtos da loja e levava o material até os Correios. Não demorou muito para a operação on-line da empresa, através da excelência na prestação de serviços e a entrega rápida e garantida dos produtos, fazer enorme sucesso, vendendo mais que as lojas físicas. E o sucesso foi tanto que em 2003 as lojas físicas deixaram de existir, muito em virtude também da forte concorrência no mercado.
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Nos anos seguintes a SACK’S aproveitou, como poucos, a atração que o comércio eletrônico despertou entre os consumidores brasileiros. Com isso a empresa aumentou a oferta de produtos, passou a oferecer mais opções de marcas, boa parte delas consagradas e posicionadas no mercado de luxo. Os produtos oferecidos aos clientes eram da mais alta qualidade, todos garantidos oficialmente pelas empresas distribuidoras das marcas no Brasil, entre elas: Yves Saint Laurent, Prestige, L´Oréal, Bourjois, Sisley, Lancôme, Biotherm, Giorgio Armani, Ralph Lauren, Cacharel, Christian Dior e Givenchy. Mas, o grande fator de sucesso, foi a possibilidade de parcelamento no pafamento. Outro diferencial de sucesso da empresa era a oferta de marcas internacionais, pouco disponíveis sobretudo fora do eixo Rio-São Paulo. Resultado: a SACK’S se transformou na maior empresa de comércio eletrônico de perfumes e cosméticos da América Latina.
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Antes do surgimeto da SACK’S, essas famosas marcas nem sonhavam em oferecer seus produtos via comércio eletrônico. Mas a habilidade para negociar, a paciência e o poder de convencimento dos dois jovens venceram a disputa. O contrato recém-assinado com a francesa Chanel é um exemplo dessa perseverança. Hoje em dia a SACKS oferece mais de 10.000 itens em estoque (perfumes, autobronzeador, barba, bronzeador, desodorante, loção corporal, protetor solar, sabonete, blush, brilho, batom, lápis, sombra, máscara de cílios, corretivo, esmalte, xampu, condicionador, máscara, hidratante, curvador de cílios, anti-rugas, restaurador, emagrecedor, revitalizante, anti-fadiga, anti-estrias, anti-manchas, base, pó compacto, pó bronzeador, pó solto, iluminador, spray capilar, talco, estojo, kits, entre outros).
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Em julho de 2010, a LVMH, poderoso conglomerado francês de marcas de luxo, fechou acordo para adquirir participação de 70% (segundo estimativa a empresa francesa desembolsou R$ 300 milhões) e assumir o controle da SACK’S, a principal empresa de varejo online de perfumes, maquiagens e cosméticos do Brasil.
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Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Fundação: 20 de outubro de 2000
● Fundador: Carlos André Montenegro e Marcelo Franco
● Sede mundial: Rio de Janeiro, Brasil
● Proprietário da marca:
Grupo LVHM
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Presidente: Carlos André Montenegro
● Faturamento: R$ 100 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Clientes: + 830.000
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários: 700
● Segmento:
Comércio eletrônico
● Principais produtos: Perfumes, cosméticos e maquiagens
● Website:
www.sacks.com.br
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A marca no Brasil
Atualmente a SACK’S possui mais de 830 mil clientes, comercializa 270 renomadas marcas de perfumes e cosméticos e fatura mais de R$ 100 milhões anualmente. Diariamente, são realizadas no site da empresa entre duas mil a três mil transações. A SACK’S está entre os três sites de comércio eletrônico mais freqüentados do Brasil, com mais de 4 milhões de visitantes por mês. Os próximos passos da SACK’S é ingressar nos mercados argentino e chileno.
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Você sabia?
Os produtos da marca francesa Dior são os campões de vendas na SACK’S.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Veja, Exame e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), e Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Última atualização em 6/7/2010

3.7.10

SARA LEE

Para a empresa americana SARA LEE, negócios são marcas. Marcas líderes. Marcas de confiança. Por isso, milhões de consumidores em todos os continentes confiam nos produtos da marca SARA LEE para preparar uma alimentação saborosa, fazer um lanche rápido ou degustar um café de sabor marcante. No Brasil, dificilmente ao tomar um café o consumidor não estará degustando alguma marca da empresa americana.
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A história
Tudo começou no ano de 1939 quando o canadense Nathan Cummings comprou por US$ 5.2 milhões a empresa C.D. Kenny Company, uma pequena distribuidora de açúcar, café e chá estabelecida em 1870 na cidade americana de Baltimore. Pouco depois, em 1942, com o bom andamento dos negócios ele adquiriu outra empresa, a Sprague, Warner & Company, uma distribuidora de comidas enlatadas e embaladas. Nesta época, a empresa foi realocada para a cidade de Chicago no estado de Illinois e passou a adotar o nome de Sprague Warner-Kenny Corporation. Após pequenas outras aquisições, em 1945, a empresa comprou a Reid, Murdoch and Company, proprietária da famosa marca Monarch. Depois de mudar de nome mais uma vez, passou a chamar Consolidated Grocers Corporation, a empresa abriu seu capital na Bolsa de Valores em 1946. Nesta época, o faturamento da empresa atingia US$ 123 milhões.
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Na década de 50, a empresa se firmou no mercado e popularizou-se com a tendência em produzir e distribuir alimentos processados e embalados. Com uma política agressiva de promoções nos pontos de venda para manter o melhor espaço possível para seus produtos nas prateleiras dos supermercados, a empresa crescia em um ritmo forte e consistente. Em meados desta década, no ano de 1956, a empresa adquiriu a The Kitchens of Sara Lee, fabricante de pães, bolos e comidas congeladas, que adquiriu esse nome depois que seu fundador, Charles Lubin, resolveu batizar sua nova linha de cheesecakes com o nome de sua filha mais nova. Com essa aquisição a empresa assegurou forte posição no mercado americano de congelados.
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A empresa também diversificou seu ramo de atuação ao comprar a rede de supermercados Piggly Wiggly, ingressando assim no varejo de alimentos. A década de 60 foi marcada pela expansão internacional para a Europa e América do Sul através de aquisições de outras empresas. A primeira delas foi uma produtora de vinagre da Venezuela, adquirida em 1962. Pouco depois, em 1964, adquiriu a E. Kahn's Sons Company, empresa fabricante de produtos a base de carne, ingressando em um novo segmento de mercado na aérea alimentícia.
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Nesta década, devido a um acordo com autoridades econômicas americanas, sua divisão de supermercados se tornou uma empresa independente. A década também foi marcada pelas primeiras aquisições fora do segmento alimentício, com a compra de empresa de produtos de limpeza e roupas. Nos anos 70, a empresa diversificou suas atividades passando a comercializar, além de alimentos, bebidas, roupas íntimas, aparelhos domésticos e produtos de higiene pessoal. As aquisições mais importantes da década foram: Hillshire Farm, tradicional produtora de carnes embaladas, em 1971; Douwe Egberts, tradicional produtora de café holandesa, em 1978; e Hanes, tradicional produtora de roupas americana, em 1979.
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Somente em 1985 a empresa adotou oficialmente o nome de SARA LEE CORPORATION, isto em virtude da extrema força e popularidade de sua principal marca de alimentos. Ainda neste mesmo ano a empresa adquiriu a marca Kiwi, que entre outros produtos para os cuidados de sapatos, era extremamente conhecida por suas graxas e polidores. Outra aquisição importante foi a compra da Hygrade Food Products, produtora de salsichas, bacon e presuntos, incluindo a tradicional marca Ball Park (salsichas para hot dog).
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A partir do final desta década, a empresa iniciou o lançamento e expansão da marca de alimentos SARA LEE, incluindo uma linha com produtos mais em conta. Nos anos 90 a SARA LEE continuou crescendo através de aquisições, gastando somente nos três primeiros anos US$ 1.7 bilhões para comprar marcas tradicionais como a Playtex (produtos para cuidados pessoais) e Brylcreem (gel de cabelo). Depois de passar por uma imensa reestruturação no final desta década, a empresa iniciou a aquisição de várias marcas de cafés pelo mundo afora, incluindo algumas tradicionais no mercado brasileiro.
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No início do novo milênio ocorreu mais uma grande reestruturação, culminando com a demissão de 13.000 pessoas, e a empresa resolveu investir em três áreas principais: comidas e bebidas (incluindo cafés), vestuário e cuidados pessoais. Em 2004, a executiva Brenda C. Barnes assumiu o comando da SARA LEE, e nos anos seguintes a empresa iria sofrer grandes transformações. As principais novidades iniciais foram o lançamento no mercado americano do sistema de café expresso Senseo e de uma completa linha com a marca SARA LEE de pães saudáveis, feitos com vários tipos de grãos. A venda de marcas que causavam prejuízo começou com a Tupperware. Pouco depois, a divisão de vestuário, compreendida principalmente pela marca Hanes, se tornou uma empresa independente.
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Recentemente, em 2009, como estratégia de focar seus negócios em alimentos e bebidas, a SARA LEE vendeu parte da divisão de higiene pessoal por €1.27 bilhões para a multinacional anglo-holandesa Unilever. A transação engloba as marcas Brylcreem (gel de cabelo) Radox (desodorante, gel de banho e sabonete líquido para as mãos), além de produtos de higiene pessoal Zwitsal, da Holanda, e Duschdas, da Alemanha, e o braço europeu de detergentes do grupo. Entre as marcas que continuarão com a SARA LEE estão: graxa para sapatos Kiwi, os perfumadores de ar Ambi Pur e os inseticidas Ridsect.
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As principais marcas
A empresa, além da marca SARA LEE (pães, bolos, condimentos, frios, sorvetes e comidas congeladas), comercializada nos Estados Unidos, Austrália e Reino Unido, possui mais de 100 outras reconhecidas marcas nas categorias alimentos, produtos de limpeza e cosméticos, sendo que muitas delas são líderes de mercado nos países que atuam.
● Ambi Pur: purificadores de ar
● Ball Park Franks: Salsichas
● Butter Krust: pães
● Bryan Foods: Salsichas, lingüiças, presuntos e salame
● Caboclo: cafés (Brasil)
● Café do Ponto: cafés (Brasil)
● Café Moka: cafés (Brasil)
● Café Pilão: cafés (Brasil)
● Colonial Bread: pães
● Douwe Egberts: cafés e derivados
● Hillshire Farm: salsichas e lingüiças
● Jimmy Dean: salsichas, hambúrgueres, presuntos e bacons
● Kiwi: polidores de sapatos
● Maison du Café: cafés
● Pickwick: chás
● Prodent: pasta de dente
● Ridsect: inseticidas
● Sanex: cosméticos para o corpo
● Seleto: cafés (Brasil)
● Senseo: máquinas automáticas e saches para café expresso
● State Fair: salsichas empanadas
● Sumbean: pães
● Zendium: pasta de dente
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Os logotipos
A empresa utiliza dois logotipos distintos com o nome SARA LEE: um para a comunicação corporativa e outra para sua principal marca de alimentos.
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Os slogans
The joy of eating. (2006)
Nobody doesn't like Sara Lee.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1939
● Fundador: Nathan Cummings
● Sede mundial: Downers Grove, Illinois
● Proprietário da marca:
Sara Lee Corporation
● Capital aberto: Sim (1946)
● Chairman & CEO:
Brenda C. Barnes
● Faturamento: US$ 12.8 bilhões (2009)
● Lucro: US$ 364 milhões (2009)
● Valor de mercado: US$ 9.3 bilhões (julho/2010)
● Marcas: + 100
● Presença global: 180 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 41.000
● Segmento:
Bens de consumo
● Principais produtos: Alimentos, cafés e cosméticos
● Principais marcas: Sara Lee, Hillshire Farm, Senseo, Café do Ponto e Café Pilão
● Slogan:
The joy of eating.
● Website:
www.saralee.com
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A marca no Brasil
A SARA LEE ingressou no mercado brasileiro em 1998 com a aquisição da tradicional Café do Ponto. Era apenas o início de uma bem sucedida empreitada no segmento de cafés, que transformaria a empresa americana em um dos gigantes do mercado nesta categoria. Rapidamente a SARA LEE comprou outras marcas famosas do setor como a Seleto (em 1999); Café Pilão, União (licenciada por um período de dez anos) e Caboclo (2000); e mais recentemente os tradicionais cafés Moka e Jaraguá (2008), passando a deter as grandes marcas atuantes de café com qualidade superior no Brasil. A empresa também já foi dona de marca tradicionais em outras categorias como os sabonetes Phebo, as cuecas Zorba e as meias Kendall, mas se desfez delas para se concentrar no segmento de cafés. Atualmente a divisão brasileira emprega mais de mil trabalhadores nas unidades de produção de Barueri (SP) e do bairro da Móca, na capital paulista.
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A marca no mundo
A SARA LEE, que produz alimentos (carnes embaladas, pães, bolos e comidas congeladas), bebidas (cafés e chás) e artigos de higiene sob 100 diferentes marcas, está presente em mais de 180 países ao redor do mundo empregando 41 mil pessoas e alcançando faturamento superior a US$ 12.8 bilhões.
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Você sabia?
A principal executiva da empresa, Brenda Barnes, é considerada atualmente uma das mulheres mais influentes no mundo dos negócios.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 5/7/2010

LONGCHAMP

Suas bolsas misturam de forma única o estilo clássico com grafismos, símbolos e cores chamativas criando uma ousadia luxuosa. São vistas à tira-colo desfilando junto a celebridades pelos ambientes mais descolados do mundo. A francesa LONGCHAMP conseguiu se transformar em uma das marcas da moda mais desejadas do segmento de luxo.
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A história
A empresa iniciou suas atividades no dia 23 de setembro de 1948, quando o empresário Philippe Cassegrain começou a vender produtos para tabaco e cachimbos na cidade de Paris. Batizou seu novo negócio com o nome LONGCHAMP, inspirado em uma famosa corrida de cavalos francesa. O visionário transformou o negócio de tabaco da família em uma loja de exclusivos cachimbos envoltos por couro produzidos por excelentes artesãos, que logo se tornaram itens de luxo entre os franceses. Em 1955, o empresário expandiu seus negócios, abrindo uma fábrica em Segré, a 300 quilômetros de Paris, para produzir outros acessórios em couro, como carteiras, malas e bolsas, pelos quais sua marca ficaria conhecida em todo o mundo. Os cachimbos apareceram pela última vez no catálogo da empresa em 1978.
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No início dos anos 70, a LONGCHAMP introduziu no mercado, inicialmente no Japão, a linha de bolsas LM, principal responsável por tornar a marca francesa reconhecida no segmento de acessórios de couro femininos. A linha LM tinha como principal característica a estampa formada pelo tradicional símbolo do cavaleiro da marca entrelaçado com pequenos cintos formando vários quadrados. A década de 70 foi marcada também pela inauguração, em 1979, das primeiras boutiques da marca no Japão e em Hong Kong. Nos anos 80, Philippe Cassegrain, filho do fundador da empresa, assumiu o comando e iniciou uma expansão internacional com a inauguração de lojas pela Europa, abrindo unidades na Alemanha e Bélgica.
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A primeira loja na França seria inaugurada somente em 1988 na cidade de Paris. Ele também foi o responsável pela diversificação da linha de produtos, passando a comercializar luvas, echarpes, gravatas, cintos, uma pequena coleção de roupas, e até guarda-chuvas. Em 1993 a marca francesa lançou a famosa Le Pliage, (uma ousada bolsa que ao ser dobrada se transformava em uma pequena carteira), produto que ajudou a LONGCHAMP a se projetar internacionalmente e penetrar em outros mercados importantes, como por exemplo, o americano. Desde a sua introdução, a Le Pliage já vendeu mais de 10 milhões de unidades no mundo.
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A partir de 2000, a LONGCHAMP iniciou sua associação com artistas e estilistas badalados para renovar seus produtos. O americano Jeremy Scott, o britânico Tracy Emin e o arquiteto inglês Thomas Heatherwick (responsável pela criação e decoração da moderna boutique da marca no descolado bairro do SoHo, inaugurada em 2006) criaram modelos exclusivos que ajudaram a tradicional marca francesa a se reinventar no mundo da moda.
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Um exemplo disso foi o debochado estilista Jeremy Scott, que criou uma divertida linha de bolsas chamada Ceci est un it bag (em tradução livre “Isso é a bolsa do momento”), uma brincadeira com o famoso quadro de René Magritte, de 1928, Ceci n’est pas une pipe (“Isso não é um cachimbo”), fazendo uma clara referência aos primórdios da marca, quando ainda era uma tabacaria. Em 2005, mais uma prova de ousadia da LONGCHAMP: a polêmica modelo Kate Moss se transformou na garota-propaganda da marca. Pouco depois, em 2007, a LONGCHAMP lançou, inicialmente restrita ao mercado europeu, uma pequena coleção de prêt-à-porter.
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Depois de investir em lojas na Venezuela, no Chile e no México, a marca francesa desembarcou no Brasil com a inauguração, em maio de 2008, de uma loja no luxuoso shopping Cidade Jardim em São Paulo. Ainda este ano, ao comemorar 60 anos, além das festas realizadas em festas em Paris, Tóquio e Nova York, a marca francesa lançou uma coleção exclusiva de 60 bolsas para comemorar data, criadas pelo design belga Jean-Luc Moerman com grafismos inspirados na arte da tatuagem. Para comemorar a importante data, a marca também relançou uma coleção dos anos 70 da linha LM, desenhada pelo fundador da empresa. Em 2009 a marca iniciou a comercialização também produtos da linha náutica e esportiva.
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No ano seguinte a marca francesa deu mais uma demonstração de ousadia ao lançar no mercado uma coleção de bolsas assinada pela super modelo Kate Moss, que rapidamente se transformou em um sucesso de vendas. As mais recentes lojas inauguradas estão em Pequim, na China, e em Osaka, Japão, mercados considerados prioritários para a marca francesa. A cada ano, são lançados 300 novos modelos, produzidos nas seis fábricas da empresa, todas localizadas na França, comprovando o sucesso da empresa que prioriza a qualidade e o design únicos de seus produtos.
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A evolução visual
Atualmente, apesar de não utilizar mais o famoso cavaleiro montado em um cavalo longilíneo, este tradicional símbolo e ainda muito associado a marca francesa, aparece em algumas linhas de produtos e comunicação da LONGCHAMP.
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Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação: 23 de setembro de 1948
● Fundador:
Jean Cassegrain
● Sede mundial: Paris, França
● Proprietário da marca: Longchamp S.A.S.
● Capital aberto: Não
● Chairman: Philippe Cassegrain
● CEO:
Jean Cassegrain
● Faturamento: US$ 250 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 6
● Lojas: + 120
● Presença global:
90 países
● Presença no Brasil: Sim (1 loja)
● Funcionários: 1.300
● Segmento:
Moda
● Principais produtos: Bolsas, carteiras e malas
● Ícones: O cavaleiro montado em um cavalo
● Website:
www.longchamp.com
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A marca no mundo
Atualmente a marca LONGCHAMP, que comercializa especialmente bolsas, carteiras, pastas e malas, está presente em mais de 90 países ao redor do mundo, vendendo seus produtos através de mais de 120 lojas próprias e mais de dois mil pontos de venda, geralmente localizadas dentro de sofisticadas lojas de departamento, multimarcas e aeroportos. Anualmente a marca produz quatro milhões de bolsas, com faturamento de US$ 250 milhões (aproximadamente dois terços deste montante são provenientes da Europa). No Brasil, além da flaship store localizada no Shopping Cidade Jardim, a LONGCHAMP possui unidade no Dutyfree do aeroporto internacional do Rio de Janeiro.
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Você sabia?
Atualmente a LONGCHAMP é comandada pelo neto do fundador, Jean, que carrega o mesmo nome de seu avô.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 3/7/20010

1.7.10

REPLAY

Se a moda jeans faz roupas que traduzem o modo de vestir de milhões de pessoas, se pode dizer que também neste universo há espaço para aquele pequeno número que podem optar pelo melhor. A italiana REPLAY é uma das marcas com estilo genuíno e despretensioso, desejada por quem pode pagar caro por seus impecáveis e descolados jeans, que são vistos desfilando nos corpos de várias celebridades mundiais.

A história
A história de um dos maiores ícones da moda italiana casual começou no ano de 1978 na pequena cidade de Asolo quando Claudio Buziol registrou a REPLAY como marca. O nome foi escolhido depois que ele assistiu à uma partida de futebol na TV: A palavra “Replay” aparecia no cantinho da tela todas as vezes que reprisavam os lances mais bonitos do jogo. Três anos mais tarde ele fundou a Fashion Box, empresa especializada em moda casual que comercializaria produtos com a marca REPLAY. Inicialmente fabricando camisas e camisetas despojadas e informais, a marca rapidamente passou a também vender calças jeans, que ganharam a reputação de duráveis, modernas e traziam o inédito processo de envelhecimento do tecido. No final da década, em 1987, a marca já estava presente em vários mercados internacionais e conquistava um sucesso enorme entre as pessoas mais jovens e modernas. Pouco depois, em 1989, a REPLAY reinventou o jeans double-ring com o lançamento de calças de alta qualidade, cortes perfeitos e preços mais caros que os demais concorrentes, criando assim o primeiro jeans premium do mundo. O sucesso foi tanto, que em apenas dois anos, a produção atingia 1 milhão de calças.


Somente no final de 1991 a marca inaugurou sua primeira loja própria na cidade de Milão, considerada a capital mundial da moda. Ao lado de camisetas e calças jeans, a marca italiana iniciou a diversificação de sua linha de produto com a adição de vários acessórios em suas coleções. Ainda neste ano criou a Replay & Sons, uma linha especialmente desenvolvida para crianças entre 2 e 12 anos.


O sucesso da primeira loja foi tamanho que no ano seguinte a marca inaugurou 16 novas unidades e assistiu seu faturamento atingir US$ 50 milhões. No ano seguinte foi inaugurada sua primeira loja âncora em Nova York. Foi neste mesmo ano que a REPLAY veiculou sua primeira campanha publicitária na televisão. Nos anos seguintes a marca italiana experimentou um enorme crescimento, com lojas sendo inauguradas, em média a cada dez dias, nas mais diversas cidades do mundo. Além disso, intensificou a diversificação de produtos com o lançamento de uma linha de roupas íntimas (1994) e óculos escuros (1997).


Em 2000, a REPLAY iniciou a inauguração de um novo conceito de lojas, com ambientes sofisticados e aconchegantes, arquitetura forte e autêntica, que privilegiava a exposição dos produtos, especialmente seus impecáveis jeans. Esse novo conceito fazia com que o cliente literalmente “mergulhasse” no universo e filosofia da marca italiana. Novas unidades nesse novo conceito foram inauguradas em cidades como Roma, Colônia, Hamburgo, Düsseldorf, Innsbruck, Budapeste, Amsterdã e Estocolmo. No ano seguinte, através de um acordo de licenciamento, foi lançada no mercado a primeira linha de calçados da marca. Em 2003 a empresa introduziu no mercado a We are Replay (linha de calças jeans mais exclusiva e com acabamentos artesanais). Ainda este ano, no mês de outubro, a REPLAY inaugurou sua primeira loja na América do Sul, localizada no luxuoso bairro dos Jardins em São Paulo.


Em 2004 reforçou sua presença na América do Norte com novas lojas e inaugurou as quatro primeiras unidades da Replay & Sons na Itália; e, em 2005, a marca passou a ser distribuída no Japão. Dois anos mais tarde a REPLAY continuou a expansão de sua linha de produtos com a assinatura de acordos de licenciamento com a Procter & Gamble (para o lançamento de seus primeiros perfumes), Christian Bernard (para a produção de relógios e jóias) e Arcte (roupas íntimas e moda praia). Neste ano 41 novas lojas da marca foram inauguradas no mundo. Nos anos seguintes a REPLAY continuou sua estratégia de crescimento global, dando especial atenção ao Oriente Médio e Ásia.


Recentemente, em 2009 a marca italiana lançou no mercado o perfume “Replay Your Fragrance”, que possuía uma tecnologia onde a fragrância era reativada com uma simples gota d’água. Em 2010 a marca inaugurou na cidade belga de Antuérpia sua primeira loja especializada somente em calçados e acessórios. Além disso, em 2011 lançou uma nova coleção limitada em edição especial chamada “Laser Wash”, onde os jeans são tratados com uma lavagem de ozônio eco-sustentável, que reduz significativamente a quantidade de água consumida. Hoje em dia suas impecáveis e descoladas calças jeans em tons azuis desbotados e acessórios com inspiração étnica, que deixa tudo com aquele toque artesanal e rústico, são objetos de desejos de celebridades e pessoas moderninhas nas grandes metrópoles do mundo. Pioneira no conceito de jeans premium, a REPLAY trabalha somente com o denim japonês e italiano, os tops no mundo em qualidade. Além disso, traz inovações tecnológicas a cada coleção, refletidas nas lavagens e no acabamento, o que a torna referência em estilo no mercado mundial.


Dados corporativos
● Origem:
Itália
● Fundação:
1978
● Fundador:
Claudio Buziol
● Sede mundial:
Asolo, Itália
● Proprietário da marca:
Fashion Box S.p.a.
● Capital aberto:
Não
● CEO: Gaetano Sallorenzo
● Faturamento: €350 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas:
240
● Presença global:
75 países
● Presença no Brasil: Sim (2 lojas)
● Funcionários:
1.000
● Segmento:
Moda casual
● Principais produtos:
Calças jeans, roupas, acessórios e perfumes
● Principais concorrentes:
Diesel, Pepe Jeans, Miss Sixty e Seven
● Ícones: A letra R estilizada
● Website: www.replay.it

A marca no mundo
Com faturamento superior a US$ 350 milhões, a marca italiana REPLAY comercializa roupas e acessórios com estilo casual para mulheres, homens e crianças, através de 240 lojas próprias, mais de 150 corners exclusivos, lojas de departamento e multimarcas (que compreendem mais de 9.000 pontos de venda) em mais de 75 países ao redor do mundo. Cada coleção da marca é composta por aproximadamente 1.000 modelos de calças jeans diferentes.

Você sabia?
Aproximadamente 50% da produção da empresa está relacionada a calças jeans, maior carro-chefe de vendas e ícone da marca italiana. Apesar disso, a REPLAY vendeu em 2010 aproximadamente 2.6 milhões de pares de calçados.
A REPLAY foi uma das primeiras empresas a usar algodão orgânico na confecção do jeans e a lavar o tecido com ozônio, o que economiza água. Tudo isso sem nunca perder seu viés trend-setter.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Time e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 9/1/2012

AEROLÍNEAS ARGENTINAS

Apesar da enorme crise que a companhia aérea enfrentou nos últimos anos, a AEROLÍNEAS ARGENTINAS é um símbolo de orgulho para o povo argentino. Uma companhia aérea que há 60 anos conecta de forma eficiente e confortável milhões de argentinos para os mais remotos locais do planeta.
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A história
A história da companhia aérea tem suas origens no dia 3 de maio de 1949 quando o governo argentino decidiu pela fusão de quatro empresas locais: FAMA (Flota Aerea Mercante Argentina), naquele momento a maior das quatro empresas, havia sido fundada em 1946 e tinha o status de companhia aérea de bandeira argentina; ALFA (Aviación del Litoral Fluvial Argentino), que desde 1938 se dedicava ao transporte aéreo utilizando-se de hidroaviões; ZONDA (Zonas Oeste y Norte de Aerolineas Argentinas), fundada em 1946 como empresa regional e doméstica com uma frota de Douglas DC-3; e Aeroposta Argentinaga, a mais antiga delas, fundada em 1928 para operar vôos de passageiros e correios entre Bahia Blanca e Comodoro Rivadavia, além de uma rota para o Paraguai, iniciada no ano seguinte.
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Finalmente, no dia 7 de dezembro de 1950, pelo decreto N° 26.099 do Poder Executivo, foi criada oficialmente a AEROLÍNEAS ARGENTINAS, como uma empresa estatal. Nos anos seguintes a malha doméstica cresceu rapidamente ligando várias cidades argentinas. No início de 1953 foram inaugurados os serviços regulares entre Buenos Aires e Santa Cruz da Serra (Bolívia), com escalas em Córdoba e Salta. No ano seguinte, aviões DC-3 já realizavam vôos entre as cidades de Buenos Aires e Montevidéu no Uruguai.
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O ano de 1956 foi marcado por um importante acontecimento: inauguração da segunda freqüência semanal entre Buenos Aires e Nova Iorque (Estados Unidos). Seu primeiro jato, um Comet IV, foi recebido em janeiro de 1959, resultando em um enorme salto tecnológico que, entre outras vantagens, viria a reduzir pela metade a duração de todos os vôos. Esse modelo de avião iria começar a voar para a cidade turística de Bariloche no final de 1960 e seria responsável pela expansão mundial da empresa com a inauguração de rotas para Londres, Paris, Roma e Madri no decorrer da década.
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A partir da década de 70 chegam os Boeing 737-200 ”Advanced” e 727-200, novas rotas são inauguradas (Cidade do Cabo, Caracas, Amsterdã, Frankfurt e Zurique) e a AEROLÍNEAS ARGENTINAS inicia uma grande estratégia publicitária com a aparição em filmes e a venda de licenças para a fabricação de seus modelos de aviões em brinquedo, prática que se mantém até os dias de hoje. Os primeiros aviões de fuselagem larga, do tipo Boeing 747, foram recebidos em 1979, e ainda hoje integram a frota de longo alcance da empresa. Ainda neste mesmo ano, começaram os serviços regulares de transporte de carga, com dois aviões Boeing 707 exclusivamente adaptados para esse fim. Em 1980 se tornou a primeira companhia aérea a iniciar serviços regulares atravessando o Pacífico Sul ligando Buenos Aires a Auckland (Nova Zelândia) e Sydney (Austrália), utilizando para isso aviões Boeing 747.
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No início da década de 90 foi iniciado o primeiro passo em direção à privatização, com a espanhola Ibéria adquirindo 85% do capital da AEROLÍNEAS ARGENTINAS. Amargando resultados negativos e enfrentando resistências internas, a empresa espanhola foi reduzindo seus investimentos na AEROLÍNEAS ARGENTINAS, agravando a sua já delicada situação financeira. No final da década, em 1998, a American Airlines foi autorizada a adquirir 8.5% de suas ações, porém isso não foi o suficiente para resgatar a companhia argentina da montanha de dívidas sob a qual se encontrava.
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Nos últimos anos, apesar da modernização de sua frota de longo alcance com o arrendamento de quatro aviões Airbus A340-200 a situação financeira agravou-se ainda mais, em parte graças aos graves problemas da própria Argentina. Nos primeiros meses de 2001 foram cancelados diversos vôos internacionais, inclusive para o Brasil. Boa parte da frota foi estacionada no aeroporto de Buenos Aires/Ezeiza, mantendo-se apenas um punhado de vôos domésticos. Adquirida em 2002 pelo Grupo Marsans, a empresa consolidou suas operações junto à Austral e retomou os vôos internacionais. Apresentou também uma nova identidade visual, unificada para as duas frotas.
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Em julho de 2008 o Grupo Marsans foi obrigado a se retirar do comando da AEROLÍNEAS ARGENTINAS pelo governo argentino em virtude de enormes dívidas que chegavam ao valor de US$ 890 milhões. O governo argentino então decidiu estatizar a empresa com o objetivo de manter os empregos e as rotas em funcionamento. A partir de então, o governo iniciou um plano de renovação da frota que resultou na incorporação de 12 Boeing 737-700. Em Janeiro de 2009 a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, nomeou uma nova diretoria para administrar a AEROLÍNEAS ARGENTINAS, que terá como missão renovar a empresa com a compra de novos aviões e a reativação de rotas abandonadas após a crise vivida.
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Campanhas que fizeram história
Há muito tempo a AEROLÍNEAS ARGENTINAS opta por criar sentimentos e humanizar o ato de viajar em suas campanhas publicitárias. O maior exemplo disso aconteceu em 2004 com o comercial intitulado “Shadow” (“Sombra”), que transportava todo essa humanização e contava com um story-appeal que cativava o espectador. O comercial, que contava com uma produção magistral, desde a fotografia até a trilha sonora, mostrava dois irmãos no terraço de um prédio vendo passar a sombra de um avião. No dia seguinte, no mesmo horário, o garoto se prepara e “prende” a sombra em uma caixa vermelha. Ele e sua irmã acreditam piamente que estão com um avião gigante dentro da caixa, criam uma verdadeira relação de amor com o objeto ali e tem certeza de que poderão viajar para o mundo todo com aquele avião. No fim do comercial, o locutor diz: “E se agora, esses que acreditam estão mais certos do que aqueles que não acreditam? Na AEROLÍNEAS ARGENTINAS acreditamos que podemos fazer uma companhia aérea diferente. E nós fizemos! Nós estamos fazendo a viagem mais importante: a Argentina que nós éramos e a que nós sonhamos ser”. Para assistir ao comercial basta clicar no ícone abaixo.
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A evolução visual
No dia 9 de junho de 2010 a AEROLÍNEAS ARGENTINAS apresentou oficialmente sua nova identidade visual corporativa. A mudança respeitou o passado e a história da empresa mantendo certos elementos característicos, tais como o tradicional condor (uma ave típica do território argentino), presente como uma simples e contínua linha, mas mudando sua cor azul para uma azul claro, em uma homenagem a bandeira nacional, com toques de amarelo, com referência ao sol. Com isso, as cores da Argentina irão surgir toda vez que um vôo da companhia aérea decolar.
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Os slogans
La poderosa sensación de volar.
Siempre arriba.
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Dados corporativos
● Origem: Argentina
● Fundação: 7 de dezembro de 1950
● Fundador: Governo argentino
● Sede mundial: Buenos Aires, Argentina
● Proprietário da marca:
Governo argentino
● Capital aberto: Não
● CEO: Mariano Recalde
● Faturamento: US$ 800 milhões (2009)
● Lucro: Não divulgado
● Hubs principais: Aeroparque Jorge Newbery
● Frota: 53
● Destinos: 57
● Presença global: 15 países
● Presença no Brasil: Sim
● Programa de milhagem:
Aerolíneas Plus
● Funcionários: 11.500
● Segmento: Aviação
● Principais produtos:
Comercial e cargueira
● Ícones:
O Condor de seu logotipo
● Slogan: La poderosa sensación de volar.
● Website:
www.aerolineas.com.ar
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A marca no mundo
Com uma frota superior a 50 aeronaves, a AEROLÍNEAS ARGENTINAS voa para 57 destinos em 15 países através de 68 rotas que incluem cidades como Assunção, Bogotá, Caracas, Curitiba, Florianópolis, Lima, Londres, Madrid,Miami, Montevidéu, Nova York, Paris, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Roma, Santiago, São Paulo e Sydney. A companhia aérea é responsável por aproximadamente 80% dos vôos domésticos e 40% dos internacionais que partem do Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, localizado na região de Ezeiza, em Buenos Aires. Na rota Argentina/Brasil a companhia aérea transporta anualmente mais de 400 mil passageiros.
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Você sabia?
No dia 12 de junho de 1982, o Papa João Paulo II regressou de Buenos Aires à Roma em um Boeing 747 da AEROLÍNEAS ARGENTINAS, especialmente acondicionado para o Sumo Pontífice.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 1/7/2010