26.9.18

CABIFY


Vá para onde quiser. Quando quiser. Viaje com os melhores motoristas. Afinal, é você quem manda. A Cabify está à sua disposição para ir ao aeroporto, ao trabalho, a um show ou a uma festa de forma eficiente e segura. E se transformou em uma das maiores empresas de rede de transporte em países de língua espanhola e portuguesa, sendo popularmente conhecida como “Uber da Europa”

A história 
A empresa foi fundada por Juan de Antonio (foto abaixo), um empreendedor espanhol e engenheiro de telecomunicações, formado na renomada Universidade de Stanford. Juan vislumbrou a oportunidade em criar uma empresa de rede de transporte particular por suas péssimas experiências com motoristas de táxi na Ásia e América Latina, onde tinha que negociar os preços das corridas, encontrava problemas para obter um simples recibo e por vezes tinha que suplicar aos motoristas parar o taxímetro. De Antonio começou a discutir a ideia com o nigeriano Adeyemi Ajao, um dos fundadores da Tuenti (uma rede social espanhola), e Brendan Wallace. Samuel Lown se juntou ao grupo como Diretor de Tecnologia. No dia 1 de dezembro de 2011 eles lançaram oficialmente a Cabify, inicialmente prestando serviços na cidade de Madri. No começo, o serviço batizado de “Executive”, era direcionado a um grupo de nicho, com carros de alto padrão que eram um pouco mais caros que os táxis.


Em fevereiro de 2012, seis semanas após o lançamento oficial, a Cabify já havia cadastrado aproximadamente 20.000 usuários e completado aproximadamente 3.000 corridas na cidade de Madri. Pouco depois, em setembro, a jovem empresa recebeu US$ 4 milhões em uma rodada de investimentos de fundos como Black Vine e Emerge, e de investidores-anjos através da organização AngelList e um grupo de investidores da América Latina. Isso possibilitou que a empresa iniciasse operações na América Latina, abrindo subsidiárias no México, Chile e Peru. Em poucos anos, 80% da receita da empresa viria da América Latina. Em junho de 2013, a empresa lançou o serviço Cabify Lite, com carros menos luxuosos cujas tarifas eram normalmente mais baratas que táxis. Começava então o grande sucesso da Cabify. A segunda rodada de investimento chegou no mês de abril de 2014, no valor de US$ 8 milhões. Naquele momento, Cabify tinha mais de 100.000 downloads de seu aplicativo globalmente, 35.000 dos quais vinham da Espanha.


A Cabify começou a oferecer serviços a clientes corporativos em Bogotá no ano de 2015, ingressando assim em um novo mercado. O maior investidor da empresa, o gigante japonês do comércio eletrônico, Rakuten, fez seu primeiro investimento na Cabify no mês de outubro de 2015, quando forneceu capital para aumentar a expansão da empresa na região da América Latina. Com o novo investimento, a Cabify aumentou sua expansão no México, onde operava em seis cidades: Cidade do México, Monterrey, Querétaro, Puebla, Guadalajara e Toluca. Além disso, a empresa também fez uma parceria com o aplicativo Waze para completar suas corridas com rapidez e aumentar a segurança de motoristas e passageiros. No início de 2016, a empresa divulgou ter mais de 1 milhão de instalações do aplicativo globalmente, a grande maioria vindo da América Latina e o resto da Espanha. Pouco depois, em abril, com uma nova rodada de investimentos da Rakuten, no valor de US$ 92 milhões, a empresa iniciou operações na Argentina (Buenos Aires e Rosário), Brasil (São Paulo), Costa Rica, Portugal (Lisboa), Bolívia, Equador, e Panamá.


Atualmente a Cabify opera como ponto de contato entre clientes e uma rede de motoristas particulares, cuidadosamente selecionados, através de seu aplicativo, e também de seu site. O usuário entra no aplicativo, solicita a viagem e, em poucos minutos, um motorista particular deverá estar no local apontado. Entretanto, a Cabify aposta, em boa parte dos mercados onde atua, em uma cobrança baseada na quilometragem percorrida pelo motorista - e não o tempo - para se diferenciar do mercado de caronas pagas. Outro grande diferencial da Cabify é a possibilidade de agendar corridas e não somente pedidos imediatos, além da ausência de tarifa dinâmica (taxa que multiplica o valor da corrida de acordo com a demanda por carros naquela hora). Os clientes pagam pelo serviço usando seus cartões de crédito ou conta PayPal, com opção de pagamento em dinheiro iniciado em alguns mercados em 2016.


Os carros e os motoristas parceiros da Cabify passam por um rigoroso processo de cadastro. Todo motorista precisa passar um teste psicométrico, testes toxicológicos e testes de direção. Eles também são obrigados a fornecer atestados de antecedentes criminais e comunicar multas de trânsito. Além disso, todos os motoristas parceiros precisam usar roupas profissionais. É esperado que sejam educados e atenciosos com os passageiros, o que inclui muitas vezes serviços adicionais, como o fornecimento de garrafas de água com o logotipo da Cabify.


Cabify foi concebido como uma alternativa de transporte de alto padrão e oferece três tipos de carros: Executive, com automóveis como Mercedes-Benz S-Class ou Audi A8, Lite (Toyota Etius) ou Group (6 pessoas). Além disso, oferece outros serviços de acordo com a cidade, como: Cabify Express, um serviço de entrega via moto táxi, no Peru; Cabify Taxi, um serviço para acessar táxis locais, na Espanha; Cabify City, um serviço de motoristas independentes, no Chile; Cabify Bike, um serviço onde usuários podem se transportar com suas bicicletas no Chile; Cabify Cash, um serviço onde usuários pagam com dinheiro ao invés de cartão de crédito, no Peru; e mais recentemente, em 2017 o CabiFly, um serviço de táxi aéreo na cidade de São Paulo, em parceria com a startup de serviços de helicóptero Voom, apostando em fortalecer sua posição no mercado corporativo.


A evolução visual 
A identidade visual da marca, que originalmente tinha como símbolo o C de Cabify como um “Pin” de geolocalização, passou por apenas uma grande remodelação em sua história. Isto aconteceu em 2017, quando passou a utilizar tons mais leves, de roxo e branco, no lugar do preto e amarelo. Mais moderna, a nova letra C remete ao movimento (e parece um Pin de geolocalização com design moderno), enquanto a simplicidade nas cores e formas escolhidas reflete a forma como as pessoas se deslocam todos os dias nos carros. Para fixar que o roxo era sinônimo de Cabify, alguns carros circularam pelas cidades adesivados nessa cor. Os passageiros que utilizaram os carros roxos foram presenteados com um kit da nova marca contendo ecobag, adesivo, bloquinho e caneta.


Os slogans 
Going together. 
Curta o caminho. 
A cidade é sua.


Dados corporativos 
● Origem: Espanha 
● Fundação: 1 de dezembro de 2011 
● Fundador: Juan de Antonio, Adeyemi Ajao, Brendan Wallace e Sam Lown 
● Sede mundial: Madri, Espanha 
● Proprietário da marca: Maxi Mobility Spain, S.L. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Juan de Antonio 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 11 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.700 
● Segmento: Tecnologia 
● Principais produtos: Aplicativo de transporte particular 
● Concorrentes diretos: Uber, Lyft, SaferTaxi, Taxify e 99 
● Slogan: Curta o caminho. 
● Website: cabify.com/pt-BR 

A marca no mundo 
A Cabify, focada em soluções de mobilidade urbana, está presente em 11 países (Brasil, Espanha, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Peru, Portugal e República Dominicana), nos quais oferece para 40 cidades dois tipos de serviços, um para empresas e outro para particulares. Apenas no Brasil, onde atua em oito cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Santos, Brasília, Porto Alegre e Campinas), a Cabify cresceu 20 vezes em 2017, na comparação anual, e alcançou 3 milhões de usuários (incluindo 5.000 empresas). No mundo todo alcançou o número de 13 milhões de clientes, dos quais 50 mil são empresas. Os clientes corporativos representam 60% da oferta dos serviços da Cabify. Esse serviço é focado em clientes corporativos e usado para transportar funcionários de grandes empresas. Segundo a Cabify são mais de 120 mil motoristas cadastrados no mundo. 

Você sabia? 
Cabify foi o primeiro serviço particular a oferecer uma opção de transporte para pessoas com deficiências. O serviço, batizado de Cabify Access, foi introduzido em parceria com a Peugeot no México, onde 6.6% da população têm algum tipo de deficiência. Esse serviço foi ampliado para outros países como Chile, Espanha e Peru. 
Segundo levantamento, o tempo médio de um passageiro em um carro da Cabify é de 35 minutos. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão, Folha, O Globo e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 26/9/2018

12.9.18

MORGAN STANLEY


Muito mais que uma das mais respeitadas grifes do segmento financeiro americano, o banco de investimento Morgan Stanley tem uma imagem sólida e tradicional entre milhares de investidores. Desde a sua fundação tem ajudado a redefinir o significado de serviços financeiros, continuamente inovado ao assessorar seus clientes em transações estratégicas, sendo pioneiro na expansão global dos mercados financeiros e de capital e oferecendo novas oportunidades para investidores individuais e institucionais. 

A história 
Um dos mais tradicionais bancos de investimento dos Estados Unidos surgiu em meio a Grande Depressão Econômica que assolava o país na década de 1930. Para conter a terrível crise econômica o governo americano criou uma nova legislação (conhecida como Lei Glass-Steagall) que obrigou os bancos do país a dividir suas operações entre banco comercial e banco de investimento, proibindo assim que esses dois negócios ficassem sob uma única entidade controladora. Como resposta, o poderoso J.P. Morgan decidiu manter suas operações como banco comercial, e através de alguns ex-funcionários como Henry Sturgis Morgan, neto do mítico banqueiro J.P. Morgan e formado na tradicional universidade de Harvard, Harold Stanley e Perry Hall, foi fundado o Morgan Stanley para lidar com as operações relacionadas ao banco de investimento. O novo banco abriu suas portas oficialmente ao público no dia 16 de setembro de 1935, localizado no número 2 de Wall Street, em Nova York. A extensa experiência dos executivos do Morgan Stanley foi uma chave para o sucesso imediato da empresa. Com isso, os clientes iniciais incluíam quase metade das 50 maiores empresas do país, entre as quais a Exxon, a General Motors e a General Electric. Em seu primeiro ano, o banco alcançou 24% de participação de mercado (US$ 1.1 bilhões) em ofertas públicas e privadas.


Em 1938, o banco foi nomeado como subscritor líder na emissão de debêntures do governo americano. Pouco depois, em 1941, realizou uma reorganização para permitir que se aventurasse no segmento de valores mobiliários. No ano seguinte, o Morgan Stanley ingressou na Bolsa de Valores de Nova York. A Segunda Guerra Mundial praticamente paralisou o setor de valores mobiliários. Durante este difícil período, o Morgan Stanley sobreviveu com comissões de corretagem e honorários de consultoria. Após o término da guerra, o banco rapidamente restabeleceu seus relacionamentos comerciais. Entre 1951 e 1961, o Morgan Stanley esteve envolvido em uma série de financiamentos públicos. Eles incluíram o co-gerenciamento dos bônus de US$ 50 milhões do Banco Mundial, a emissão de títulos da GM no valor de US$ 300 milhões, a oferta de US$ 231 milhões da IBM e a oferta de dívida de US$ 250 milhões da AT&T. Em 1964, de forma pioneira, o Morgan Stanley criou o primeiro modelo de computador viável para análises financeiras. Em 1966 estabeleceu uma subsidiária francesa para ampliar suas operações internacionais, que gerenciou e participou de subscrições de títulos estrangeiros. Pouco depois, em 1969, o Morgan Stanley ingressou mais pesado no financiamento imobiliário quando comprou uma participação majoritária na Brooks, Harvey & Company, que atuava no ramo de assessoria e financiamento de empreendimentos imobiliários por mais de 50 anos.


O banco criou um departamento de fusões e aquisições em 1972 para ajudar seus clientes a encontrar e avaliar metas de aquisição adequadas e fornecer planejamento estratégico para concluir os negócios. No ano seguinte abriu um departamento de pesquisa e ingressou nos mercados de ações em larga escala. A divisão de gestão de ativos do Morgan Stanley, que começou em 1975, tornou-se um forte produtor de receita para o banco. E as mudanças não pararam por aí: em 1977 começou a oferecer serviços individuais de investimento para pessoas ricas e investidores institucionais menores. A década de 1980 foi marcada pela pesada concorrência no segmento enfrentada pelo Morgan Stanley, especialmente do Salomon Brothers e do Goldman Sachs, que começaram a negociar papéis comerciais, títulos lastreados em hipotecas e moedas estrangeiras. O Morgan Stanley relutou muito em ingressar nessas áreas e foi superado por seus rivais. Em 1986, buscando atender às demandas do mercado cada vez mais complexo, o Morgan Stanley abriu seu capital na Bolsa de Valores para ampliar sua base de capital. No final desta década, o tradicional banco já havia recuperado sua posição frente aos concorrentes. A década de 1990 teve início com grandes expansões na Europa e nas economias emergente. Em 1996, demonstrando grande vigor financeiro, adquiriu a empresa de fundos mútuos Van Kampen American Capital. Pouco depois, no dia 5 de fevereiro de 1997, como resultado da fusão do Morgan Stanley com a Dean Witter Discover & Co. (divisão de serviços financeiros da loja de departamento Sears Roebuck) foi adotado o nome de Morgan Stanley Dean Witter, que passou a oferecer serviços completos de títulos institucionais, gestão de patrimônios e gestão de investimentos. O banco mudou seu nome de volta para Morgan Stanley em 2001.


No final de 2006, após divulgar os lucros do 4º trimestre, o Morgan Stanley anunciou o desmembramento de sua unidade Discover Card (emissora de cartões). Durante a grave crise financeira, o Morgan Stanley supostamente perdeu 80% de seu valor de mercado entre 2007 e 2008. Isto porque o Morgan Stanley divulgou uma baixa contábil de US$ 9.4 bilhões devido a maus investimentos em dívidas relacionadas a hipotecas, o que gerou o primeiro prejuízo trimestral em seus 73 anos de história. Para sobreviver à crise, o banco recebeu grandes injeções de capital de várias instituições, como China Investment Corporation e Mitsubishi UFJ Financial Group, o maior banco do Japão. Além disso, o Tesouro Americano fez US$ 10 bilhões em investimentos de capital no Morgan Stanley como parte do resgate do governo para instituições financeiras com problemas. Pouco depois, em 2009, o Morgan Stanley fez uma joint-venture com o Citigroup, formando o Morgan Stanley Smith Barney, então maior banco de investimento do mundo com 18.000 corretores de valores e ativos superiores a US$ 1.7 trilhões. Em junho de 2013, o Morgan Stanley concluiu a compra da participação de 35% do Citigroup na unidade de corretagem Smith Barney.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. Em 1997, após a fusão com a Dean Witter, foi apresentada uma nova identidade visual, que no ano de 2000 passou por uma atualização. Pouco depois, em 2001, o banco voltou a se chamar apenas Morgan Stanley e adotou um novo logotipo. A atual identidade visual da marca foi apresentada em 2006 e ganhou uma aparência mais limpa e sóbria.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 16 de setembro de 1935 
● Fundador: Henry Sturgis Morgan, Harold Stanley e Perry Hall 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Morgan Stanley & Co. 
● Capital aberto: Sim 
● Chairman & CEO: James P. Gorman 
● Presidente: Colm Kelleher 
● Faturamento: US$ 37.9 bilhões (2017) 
● Lucro: US$ 7.1 bilhões (2017) 
● Valor de mercado: US$ 83.2 bilhões (setembro/2018) 
● Valor da marca: US$ 8.205 bilhões (2017) 
● Funcionários: 57.600 
● Presença global: 42 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Financeiro 
● Principais produtos: Gestão de patrimônio e investimentos 
● Concorrentes diretos: Goldman Sachs, Merrill Lynch, UBS, J.P. Morgan, Charles Schwab, Credit Suisse e Citibank 
● Slogan: World wise. 
● Website: www.morganstanley.com 

O valor 
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca MORGAN STANLEY está avaliada em US$ 8.205 bilhões, ocupando a posição de número 63 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. 

A marca no mundo 
Atualmente o banco de investimento Morgan Stanley opera em 42 países, possuí mais de 1.300 escritórios e 57.600 funcionários ao redor do mundo. Com faturamento superior a US$ 37.9 bilhões em 2017, oferece gestão de ativos e investimentos, além de corretagem para governos, instituições financeiras e pessoas físicas. Hoje em dia o Morgan Stanley, sexto maior banco do mercado americano em termos de ativos, gerencia ativos no valor de US$ 850 bilhões. 

Você sabia? 
O Morgan Stanley perdeu treze funcionários durante os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001: Thomas F. Swift, Wesley Mercer, Jennifer de Jesus, Joseph DiPilato, Nolbert Salomon, Godwin Forde, Steve R. Strauss, Lindsay C. Herkness, Albert Joseph, Jorge Velazquez, Titus Davidson, Charles Laurencin e o diretor de segurança Rick Rescorla. 
Nos últimos anos, o Morgan Stanley atuou como subscritor em alguns dos maiores IPOs (sigla para abertura de capital) de tecnologia, incluindo Netscape, Cisco, Broadcom, VeriSign, Groupon, Salesforce, Compaq e Google


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 12/9/2018