6.7.11

FORNO DE MINAS

Macio por dentro e crocante por fora. O legítimo pão de queijo mineiro da marca FORNO DE MINAS pode ser saboreado quente ou frio, a qualquer momento. No café da manhã, no lanche da tarde, em festas e coquetéis, tudo combina com o delicioso pão de queijo com sabor caseiro da marca mineira: frios diversos, patês, geléia, café, suco, cervejas, refrigerantes, chás, vinho e tudo o que você desejar.

A história
Há mais de 20 anos, para ser mais preciso desde julho de 1990, o brasileiro descobriu uma nova forma de comer o tradicional pão de queijo. Pela primeira vez, o produto mineiro foi vendido congelado em escala industrial, seguindo rigoroso padrão de qualidade, sem abrir mão do sabor, da textura e dos encantos do quitute. Era o início da pioneira FORNO DE MINAS, fundada pela viúva Maria Dalva Couto Mendonça, com a ajuda de seus dois filhos Hélida e Helder, e que começou sua produção em uma pequena loja de 40 m² dentro de um shopping center em Belo Horizonte. Para dar início a esse processo, foi desenvolvido maquinário específico para a produção do pão de queijo, que fazia movimentos semelhantes aos da dona de casa para bater a massa. O resultado agradou e a marca começou rapidamente a conquistar os brasileiros, que podiam saborear o delicioso pão de queijo quentinho feito no forno de casa.


Pouco depois, em 1991, a grande demanda pelo produto obrigou a empresa a se transferir para um galpão em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Em 1995, para garantir a excelência de seus produtos a FORNO DE MINAS adquiriu um moderno laticínio em Conceição do Pará, a 120 quilômetros da capital mineira, fabricando queijos na especificação ideal para a sua receita, garantindo assim padronização e qualidade de todos os seus produtos. Isto porque, o queijo da receita original – o canastra – teve que ser substituído por um pasteurizado, por conta de exigências microbiológicas das autoridades que regulam o setor de alimentos. Como a receita não dava certo com esse tipo queijo, a empresa resolveu produzir o próprio queijo. Em 1999 a família vendeu a empresa e a marca para a multinacional americana Pillsbury (que depois seria incorporada pela General Mills), em um negócio estimado em R$ 80 milhões. Nesta época a empresa possuía uma fábrica em Contagem, empregava 600 pessoas, sua produção chegava a 1.6 mil toneladas de pão de queijo mensais e o produto já era exportado para diversos países.


Porém, uma década de má administração quase colocou tudo a perder. Após assistir ano após ano a participação de mercado da marca minguar e se tornar um “problema sem solução” para a General Mills, que cogitou inclusive acabar com a marca, em maio de 2009, a família Mendonça recomprou a marca FORNO DE MINAS e a fábrica e voltou ao mercado no ano seguinte com a antiga receita do tradicional pão de queijo que conquistou milhões de brasileiros nos anos 90. Com receitas aprimoradas, a quantidade de queijo aumentada seis vezes, o gosto caseiro voltou e a FORNO DE MINAS começou a reconquistar o mercado.


Depois de investir R$ 20 milhões em equipamentos europeus e pesquisas de desenvolvimento, a FORNO DE MINAS apresentou um novo mix de produtos para o segmento Food Service em 2010: folhados de diversos sabores (presunto e queijo, palmito, frango, banana com canela e chocolate), que tinham massa crocante e recheio cremoso; e o pão de batata. Além disso, a marca introduziu para o consumidor os pães de queijo light (contém 62% menos gordura e redução de 35% no sódio, ideal para quem busca uma dieta equilibrada sem abrir mão do sabor) e gourmet (preparado a partir de queijos especiais, com processos de maturação diferenciados). Em 2011 a linha de folheados foi lançada para venda em supermercados, estreando novas embalagens. Além do mercado nacional, a empresa também está empenhada em aumentar os níveis de exportação dos produtos, especial o tradicional pão de queijo, da marca FORNO DE MINAS, participando de importantes feiras internacionais para apresentar seus produtos aos mais variados paladares e públicos.


A evolução visual
Em 2010 a marca apresentou sua nova identidade visual, que pouco defere da antiga, a não ser pela curvatura do traço embaixo do nome.


Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Fundação: 1990
● Fundador: Dalva Mendonça
● Sede mundial: Contagem, Minas Gerais, Brasil
● Proprietário da marca: Forno de Minas Alimentos S/A
● Capital aberto: Não
● Presidente:
Hélder Couto Mendonça
● Faturamento: R$ 75 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 2
● Presença global: 3 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 650
● Segmento: Alimentos
● Principais produtos: Pães de queijo, pães de batata e folheados
● Slogan:
Bom demais.
● Website: www.fornodeminas.com.br

A marca no mundo
A distribuição dos produtos FORNO DE MINAS, que conta com duas unidades industriais (Contagem e Conceição do Pará, ambas localizadas em Minas Gerais), está presente em quase todo o país, sendo presença constante nos grandes centros comerciais. Além disso, a empresa vende regularmente seu tradicional pão de queijo para os Estados Unidos e Portugal e planeja estender suas exportações, em um futuro próximo, para outros países como Japão, Itália, Espanha, França, Alemanha e China. Hoje em dia a empresa atua em dois segmentos: Varejo (produtos congelados comercializados em supermercados, padarias, etc.) e Food Service (produtos comercializados em lanchonetes, hotéis, restaurantes, cantinas de escola e lojas de conveniência). A FORNO DE MINAS produz 800 toneladas mensais de pães de queijo, agora novamente com 25% de queijo na fórmula.

Você sabia?
Segundo pesquisa a FORNO DE MINAS produz o pão de queijo preferido pelos brasileiros (ACNielsen, 2010).
Preocupada com o meio ambiente e sustentabilidade, a empresa trata 100% da água que é utilizada dentro da indústria, da área administrativa e cozinha. A empresa conta ainda com um completo laboratório de análise microbiológica e fisioquímica, que avalia desde as matérias primas até o produto acabado.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding, e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 6/7/2011

Nenhum comentário: