Se existe uma marca que hoje seja uma garota-propaganda da internet, essa é a Amazon. E seu sucesso tornou-se a mensagem de esperança para o futuro do comércio eletrônico no mundo. Começou vendendo livros, uma espécie de “estante eletrônica”, e hoje oferece uma vasta gama de produtos e serviços capaz de deixar louco o menos cibernético dos consumistas. Virou uma das bússolas mais confiáveis de se navegar nesse mar de ruídos que é a fascinante internet. O que começou com a pretensão de ser apenas a maior livraria da Terra, hoje se transformou na maior loja de produtos (vende de quase tudo) do planeta e símbolo do comércio eletrônico global, responsável pela derrocada de vários concorrentes, pela revolução dos livros eletrônicos e da computação em nuvem. Por isso, a Amazon desfruta da reputação de ser a força econômica e cultural mais influente do mundo.
A história
A empresa começou a florescer no verão de 1994 quando Jeff Bezos (imagem abaixo á esquerda), um jovem vice-presidente de um fundo de investimento em Wall Street, abandonou seu valioso emprego para trilhar seu caminho na ainda desconhecida rede mundial de computadores, que na época crescia cerca de 2.300% ao ano. A ideia era audaciosa, vender livros online. A decisão de vender livros surgiu após uma pesquisa que os mostrou no segundo lugar de uma lista de produtos que poderiam ser comercializados pela internet. A música, primeira opção, foi eliminada, pois apenas seis grandes empresas fonográficas controlavam a distribuição. Outra pesquisa também chamou a atenção do jovem empreendedor: as pessoas não compravam livros pelo correio porque não existiam catálogos suficientemente grandes para os interesses variados dos consumidores. Para conter uma lista suficientemente abrangente, o catálogo teria que ser tão pesado que seria praticamente impossível enviá-lo pelo correio. Já na internet, os bancos de dados não tinham a limitação do peso ou do tamanho. Também podiam ficar disponíveis para consultas instantâneas, 24 horas por dia.
Com todos esses dados em mãos, Jeff Bezos mudou-se para a chuvosa e fria cidade de Seattle. E não foi por acaso, na cidade estava localizado um dos maiores distribuidores de livros do país, a Ingram. Foram necessários três meses para levantar US$ 1 milhão com 20 amigos e outros investidores e fundar oficialmente a empresa no dia 5 de julho de 1994. Instalou-se com a mulher em uma casa em Bellevue, subúrbio operário da cidade, pagando aluguel de US$ 890. A garagem virou um celeiro de softwares, e por ironia do destino, o café da filial mais próxima da Barnes & Noble (conheça essa história aqui), uma gigante rede de livrarias, ponto de encontro para reuniões informais. Pouco mais de um ano depois, no dia 16 de julho de 1995, o site foi finalmente lançado, sem publicidade alguma, tornando-se o lugar número 1 para se comprar livros na internet, começando a trilhar sua história de sucesso, tempos antes de grandes redes de livrarias ganharem presença na rede.
Nessa época, os manuais de negócios apontavam que o estoque ideal para uma livraria se lançar no mercado era algo em torno de 200 a 300 mil títulos. Jeff jogou fora a antiga cartilha e inaugurou sua loja virtual com um milhão de títulos nas “prateleiras virtuais”. Planejou originalmente chamá-la de “Cadabra”, mas logo percebeu que soaria como “cadáver”. O nome para o novo negócio não foi escolhido ao acaso. Ele queria um nome que começasse com a letra A, para que seu site aparecesse no início das listagens de páginas buscas disponíveis na internet. Amazon é o nome em inglês do Rio Amazonas. Ele ficou muito entusiasmado com o fato de haver um rio dez vezes maior que o segundo rio do mundo. Não era só vasto, mas era muito maior que o concorrente mais próximo. Por isso, desde o primeiro dia, a Amazon descrevia-se audaciosamente como “A maior livraria da Terra”, oferecendo um catálogo de um milhão de títulos dos mais variados assuntos.
A página inicial tinha o aspecto espartano dos primórdios da internet - texto, apenas alguns links e um único gráfico (a letra A estilizada). Vendeu o primeiro livro no dia de lançamento do site: “Fluid Concepts and Creative Analogies”, de Douglas Hofstadter. E no dia 3 de agosto, a empresa enviou sua primeira encomenda para fora da América do Norte a um cliente da cidade de Genova na Itália, que encomendou um livro chamado “Ranks of Bronze”. Para espalhar a notícia do seu novo negócio Jeff foi ousado. Ao invés de contratar assessores de imprensa ou queimar centenas de milhares de dólares em anúncios na mídia tradicional, apostou no bom e velho boca a boca. Ou melhor, neste caso, no clique a clique. Convidou 300 pessoas entre amigos e amigos dos amigos, para testar o novo site. Depois autorizou todo mundo a espalhar o endereço pela internet. Resultado: em seu primeiro mês de atividade despachou livros para 45 países e todos os 50 estados americanos. Além disso, utilizando descontos agressivos, a Amazon rapidamente começou a incomodar as tradicionais redes de livrarias.
O sistema de compras da Amazon era revolucionário e patenteado: “One click buy” (compra com um só clique). Embora hoje isso seja algo natural, há mais de 30 anos marcou uma diferença em relação à concorrência. Quanto menos perguntas, menos dúvidas na hora de comprar. Um clique e pronto: direto para a cesta de compra. O cliente simplesmente clicava em um botão para acrescentar livros à cesta virtual de compras. Se mudasse de ideia, era fácil retirar um livro da cesta antes de fechar a negociação, da mesma forma que faria em uma loja física. Quando terminava a compra, o cliente só precisava clicar no botão “comprar”, fornecer o número do cartão de crédito e escolher em um cardápio de serviços de entrega, que incluía entrega em 24 horas e várias opções de remessa internacional. Também havia a opção de embrulhar para presente. O cliente recebia informação imediata sobre a situação do pedido, quanto tempo deveria esperar pela remessa do livro, o total das despesas de frete e quanto pagaria de impostos. Em setembro, a empresa já vendia US$ 20.000 por semana.
Jeff Bezos e a sua equipe continuaram a melhorar o site, com a introdução de inéditos recursos, como por exemplo, opiniões dos clientes e verificação de compra por email. Apesar de sua clientela inicial ser composta por pioneiros e desbravadores da internet, o produto mais vendido em 1996 ainda era um livro sobre como construir páginas na própria internet. Mas a empresa começava a despertar a curiosidade de muitas pessoas. Em reunião no dia 16 de março da American Association of Publishers (Associação Americana de Editores), um repórter do tradicional The Wall Street Journal (conheça essa história aqui) estava entediado e perguntou a Alberto Vitale, então presidente da Editora Random House, o que havia de animador no ramo. “Se você quiser explorar algo diferente e realmente de vanguarda, vá para Seattle e explore a Amazon.com”, foi a resposta de um dos homens mais influentes no mercado editorial da época.
Porém, foi uma reportagem de primeira página no próprio The Wall Street Journal, com a manchete “Como um gênio de Wall Street descobriu seu mercado de venda de livros na internet”, publicada em 16 de maio de 1996, que praticamente apresentou a Amazon ao público em geral. Os pedidos dobraram no dia seguinte da reportagem e o site quase não suportou a demanda. A Amazon encerrou o ano com 151 funcionários e US$ 16 milhões em receitas. Quando a empresa resolveu abrir seu capital na Bolsa de Valores, exatamente no dia 15 de maio de 1997, os prejuízos, só naquele ano, chegavam a US$ 3 milhões. Mas as ações foram procuradas como ouro e a empresa arrecadou US$ 54 milhões. O sucesso batia à porta. E não demorou muito para expandir sua linha de produtos em 1998, começando a vender também CD, DVD e fitas de vídeo. Além disso, a empresa iniciou o lançamento de sites locais no Reino Unido e na Alemanha.
Durante o Natal de 1998, a Amazon passou por um grande sufoco. As compras no site foram em volume tão grande que a empresa ainda não tinha muitos funcionários para entregar toda essa demanda. A solução foi a equipe pedir ajuda para familiares e amigos: todo mundo trabalhou dia e noite para conseguir entregar tudo a tempo das datas comemorativas. Em 1999, a empresa voltou a ampliar sua oferta de produtos com o início das vendas de videogames, softwares, eletrônicos, brinquedos e ferramentas. Essa época foi marcada também pela forma usual de como a empresa gastava dinheiro. Em 1999, por exemplo, sua receita atingiu US$ 1.6 bilhões, mas o prejuízo foi de US$ 719 milhões. Então Jeff promoveu uma reviravolta. Fechou alguns centros de distribuição e despediu um sétimo de sua força de trabalho.
Com a chegada do novo milênio a empresa ampliou ainda mais sua oferta de produtos, passando a vender utensílios de casa e cozinha (2000), revistas (2001), produtos de escritórios (2002), roupas e acessórios (2002). Além disso, como forma de fortalecer sua presença internacional, lançou sites locais no Japão (2000), França (2000) e Canadá (2002). Em 2003, a Amazon finalmente deu lucro. Esse ano também foi marcado pelo início da venda de produtos esportivos, alimentos gourmet, joias, relógios, itens comestíveis e produtos de higiene. No ano seguinte, além de lançar seu site local na China, ampliou a oferta de itens ao iniciar as vendas de produtos de beleza e instrumentos musicais. No dia 2 de fevereiro de 2005, a empresa lançou no mercado americano o Amazon Prime, um serviço de assinatura (com anuidade de US$ 79) que oferecia entrega ilimitada em dois dias para mais de 1 milhão de itens, além de acesso a ofertas em primeira mão. Atualmente o Amazon Prime tem mais de 260 milhões de assinantes no mundo (185 milhões somente nos Estados Unidos).
E as novidades não pararam por aí. No dia 19 de novembro de 2007, a Amazon ingressou no segmento de produtos eletrônicos ao lançar o Kindle, um leitor de livros digitais, que modificou o modo como lidamos com a mídia impressa e que se tornaria um verdadeiro sucesso de venda. O Kindle não era apenas um leitor de livros digitais, mas possibilitava também comprar jornais, revistas e sim, livros diretamente por ele, sem ter que usar o computador. Tudo isso associado à força da marca Amazon. Em outubro de 2008, o Kindle ganhou um grande impulso, quando a mais popular apresentadora dos Estados Unidos, Oprah Winfrey, apresentou o produto como seu aparelho preferido durante seu programa de TV. Apesar do preço alto (US$ 359 nos Estados Unidos), a apresentadora disse que o leitor de e-book se pagava, já que os livros eletrônicos poderiam ser baixados da Amazon por US$ 10 ou menos. A aprovação da magnata da mídia era o “anel de ouro” cobiçado por muitas empresas. O enorme sucesso do Kindle (que hoje vende mais de 487 milhões de livros digitais anualmente) abriu caminho para que a Amazon lançasse novos produtos eletrônicos, como por exemplo, tablets e smart speakers com assistente Alexa.
No mês de setembro de 2009, a empresa começou a vender globalmente alguns produtos sob a marca própria Amazon Basics, composta inicialmente por uma pequena linha de itens populares de acessórios eletrônicos, como mídias de DVD, cabos USB, pilhas e carregadores de celular. Para atrair compradores, a Amazon não apostou apenas em sua marca, mas também nos preços menores para o consumidor, já que esses produtos custavam muito menos que os itens similares à venda no site. Atualmente a Amazon Basics foi expandida para diversas categorias de produtos, como por exemplo, artigos para o lar, material de escritório, produtos para pets e até equipamentos fitness, com vendas anuais estimadas em mais de US$ 3 bilhões. Esse ano também foi marcado pelo lançamento da primeira versão do aplicativo da Amazon.
Nos anos seguintes, a Amazon acelerou o lançamento de sites locais na Itália (2010) e Espanha (2011). Pouco depois, em 2012, a empresa adquiriu por US$ 775 milhões a Kiva Systems, uma empresa de robótica que produzia avançados robôs. Nos anos seguintes a Amazon equiparia diversos de seus centros de distribuição com atarracados robôs, de cor laranja, e providos de rodinhas para trazer produtos armazenados em prateleiras aos funcionários, em vez de obrigá-los a procurar itens em longos e intermináveis corredores repletos de mercadorias. Vale ressaltar que atualmente mais de 200.000 robôs móveis operam nos centros de distribuição da Amazon, transportando prateleiras de produtos até os funcionários e lendo códigos de barras no chão para se orientar.
Ainda em 2012, a Amazon estava à procura de uma empresa com boa infraestrutura tecnológica para se expandir no Brasil e iniciar sua operação local, ingressando assim no promissor setor de comércio eletrônico do país. O primeiro passo importante nesse sentido foi dado: a liberação do endereço eletrônico amazon.com.br, que, depois de uma longa batalha judicial, saiu das mãos de uma empresa de tecnologia do Pará e foi para domínio do colosso do comércio eletrônico mundial. Com isso, no dia 6 de dezembro de 2012 a Amazon foi ao ar no Brasil. Em um primeiro momento não comercializava nada além do Kindle (seu leitor de livros digitais) e de algumas dezenas de edições de e-books. Vale ressaltar que, somente no dia 21 de agosto de 2014, a Amazon começou a vender em seu site brasileiro livros físicos, marcando o início de uma nova fase da atuação da empresa no Brasil, que nos anos seguintes passaria a vender uma infinidade de produtos em diversas categorias.
Nos anos seguintes a Amazon lançou sites locais em importantes mercados consumidores, como por exemplo, Índia e Austrália (2013), Holanda (2014) e México (2015). Um dos eventos de marketing de maior sucesso da empresa foi lançado no dia 15 de julho de 2015 para celebrar o 20º aniversário da Amazon. Era a primeira edição do Amazon Prime Day, uma promoção relâmpago de 24 horas disponível inicialmente em nove países. Devido ao enorme sucesso da primeira edição - que superou o volume de vendas da Black Friday de 2014 -, o evento anual foi expandido para vários dias e mais de 20 países, oferecendo milhões de ofertas. O evento anual tem média de 34.4 milhões de itens vendidos globalmente, com uma média de 398 itens por segundo. O dia de maior volume e faturamento de vendas na história da empresa foi 11 de julho de 2023, justamente o primeiro dia do evento Amazon Prime Day daquele ano.
No mês de novembro de 2015 a empresa inaugurou na cidade de Seattle a Amazon Books, sua primeira loja física e a primeira experiência em vender livros à moda antiga. Mas nem tudo era feito à moda antiga, a nova loja integrava as experiências de compra online e offline. Além disso, os dados de navegação e comportamento dos usuários da versão virtual da Amazon eram cruciais para definir o estoque da loja. Além de vender livros de papel, a loja aproveitava o espaço físico para demonstrar sua linha própria de eletrônicos, como os leitores de livros digitais Kindle, os tablets da linha Fire, entre outros produtos próprios. Inicialmente oferecendo mais de 5 mil títulos (o número reduzido em relação a uma livraria tradicional era porque o espaço mostrava a capa dos livros para facilitar a busca por autor, em vez de destacar a lateral), a loja estava localizada dentro do campus da Universidade de Seattle. A rede de livrarias físicas Amazon Books chegou a ter 24 unidades nos Estados Unidos, além de alguns quiosques temporários, mas encerrou suas atividades em 2022 devido ao baixo crescimento nas vendas presenciais em comparação com o forte desempenho do site de comércio eletrônico.
No dia 14 de dezembro de 2016, a empresa ousou ao ingressar globalmente no segmento de streaming com o lançamento oficial do Amazon Prime Video, passando a competir diretamente com gigantes como Netflix (conheça essa história aqui). Vale ressaltar que o serviço não era novo, pois desde 2006 já estava disponível para assinantes do Amazon Prime, que podiam baixar filmes e séries. Atualmente o serviço tem mais de mais de 240 milhões de assinantes em 240 países e territórios. A versão do Prime Video com anúncios alcança mais de 130 milhões de espectadores mensais somente nos Estados Unidos. O streaming investe anualmente US$ 22.4 bilhões em produções originais de filmes, séries e documentários.
Ainda em 2016, entrou em operação a Amazon Air, companhia aérea de carga da empresa, criada para transportar produtos e acelerar as entregas dos clientes em diversas partes do mundo. O primeiro avião desta nova divisão foi batizado de Amazon One. A Amazon Air inova para atender ao número crescente de clientes da Amazon em todo o mundo, que esperam entregas rápidas, preços baixos e uma ampla variedade de produtos. Atualmente o serviço opera uma frota superior a 100 aeronaves dedicadas exclusivamente ao fluxo logístico de encomendas, realizando 250 voos diários. Também oferece capacidade de carga a clientes (terceiros), inclusive por meio de serviços sob demanda, fretamentos e contratos de espaço reservado.
Em 2022, a empresa lançou oficialmente o Amazon Prime Air, serviço de entrega ultrarrápida por drones, projetados para levar pacotes leves de até 2.3 kg aos clientes em menos de 60 minutos. O sistema utiliza o avançado drone MK30, que opera com motores 100% elétricos, atinge velocidades de até 112 km/h e conta com sensores de segurança para desviar de obstáculos e pessoas no solo. Inicialmente o serviço estava disponível em cidades como Lockeford (Califórnia) e College Station (Texas). Hoje em dia o serviço foi ampliado - de forma restrita - para os estados do Arizona, Flórida, Michigan e Kansas - com lançamentos internacionais em andamento.
Mais recentemente a empresa anunciou a Amazon Leo, uma rede de internet via satélite em órbita baixa (em altitudes entre 590 km e 630 km, garantindo menor tempo de resposta que os satélites antigos), para fornecer banda larga rápida e de baixa latência para áreas remotas e concorrer com o Starlink. Atualmente conta com aproximadamente 400 satélites em órbita baixa e com início do lançamento dos serviços previsto para o final de 2026.
1999
● Lançamento do Amazon Auctions, onde o internauta adquiria produtos através de leilões, nos quais o lance mais alto vencia.
2000
● Lançamento do Amazon Marketplace, um serviço onde pequenos vendedores (terceiros) podiam vender a preços fixos produtos novos e usados.
2002
● Lançamento do Amazon Web Services (AWS), inicialmente um serviço simples de infraestrutura de TI que, em 2006, passou a oferecer serviços de computação em nuvem. Atualmente a AWS é uma potência global da computação em nuvem, utilizada por muitas empresas de tecnologia em todo o mundo.
2005
● Lançamento da Pinzon, primeira marca própria da Amazon que englobava produtos têxteis (cama e banho) e utensílios para casa.
2006
● Lançamento do Amazon Unbox, um serviço de download de vídeos que permitia a compra ou aluguel de séries e programas de TV, filmes e outros conteúdos de vídeo na web.
● Lançamento do Fulfillment by Amazon, serviço para outros varejistas enviarem seus produtos para os depósitos da Amazon, que ficava encarregada pelos pedidos online, empacotamento e entrega.
2007
● Lançamento do Amazon MP3 (depois conhecido como Amazon Music), um serviço de venda via download de músicas, que oferecia mais de 2 milhões de canções de mais de 180.000 artistas.
● Lançamento do Amazon Pay, um serviço de pagamentos online que permitia aos clientes usar as informações de pagamento e os endereços salvos em suas contas da Amazon para finalizar compras rapidamente em sites ou aplicativos parceiros.
2011
● Lançamento do Kindle Touch, o popular leitor de livros digitais com tela sensível ao toque.
● Lançamento do tablet Kindle Fire. Com tela de 7 polegadas e custando apenas US$ 199, o portátil era a principal aposta da empresa para rivalizar com o iPad, da Apple (conheça essa história aqui).
● Lançamento da Amazon Appstore, uma loja de aplicativos que ficou conhecida por disponibilizar gratuitamente um aplicativo pago por dia.
● Lançamento do Amazon Cloud Drive, um serviço de armazenamento digital na nuvem com foco inicial em músicas e depois vídeos e documentos. O serviço foi encerrado no final de 2023, com os serviços transferidos para o Amazon Photos.
2012
● Criação da Amazon Game Studios, divisão voltada para o desenvolvimento e publicação de jogos eletrônicos. O primeiro jogo lançado pela divisão foi “Living Classics”, cujo objetivo era procurar objetos animados.
2014
● Lançamento do Amazon Echo, uma caixa de som inteligente que se conecta à internet e usa microfones com um assistente virtual por comandos de voz (a popular Alexa). O dispositivo, conectado a uma rede wi-fi, funcionava a partir de comandos de voz para realizar diversas tarefas, como por exemplo, reproduzir músicas, responder a perguntas do dia a dia (como previsão climática, receitas, notícias, entre outras informações), criar listas de tarefas e compras e até controlar aparelhos de uma casa inteligente (como acionar alarmes, luzes e ar-condicionado).
● Lançamento da Amazon Elements como uma linha de marca própria de itens essenciais do dia a dia (como vitaminas, suplementos e produtos de cuidado diário), exclusiva para membros do Amazon Prime.
● Lançamento do Amazon Prime Music, que estreou nos Estados Unidos com mais de um milhão de músicas disponíveis para streaming. Atualmente o serviço possui mais de 82 milhões de assinantes em mais de uma dúzia de países.
● Lançamento da Amazon Fire TV, uma caixa multimídia que se conectava a TV para reproduzir filmes, séries, músicas e games, através de vários aplicativos, oferecendo aluguel ou compra de lançamentos.
● Lançamento do Amazon Fire Phone, primeiro smartphone da marca com especificações que competiam com os tops de linha do mercado. Foi um estrondoso fracasso, vendeu 35 mil unidades nos dois primeiros meses e nem comercializá-lo a US$ 1 ajudou a reverter à situação.
2015
● Lançamento do Amazon Prime Now, um serviço que realiza entregas em apenas uma hora, inicialmente dentro da ilha de Manhattan. Atualmente, o serviço que está disponível em mais de 25 regiões metropolitanas nos Estados Unidos, só pode ser solicitado pelos membros do Amazon Prime. Enquanto a entrega em até duas horas é gratuita, as entregas em apenas uma hora custam US$ 7.99.
● Lançamento do Amazon Business, serviço de compras e vendas voltado para empresas (B2B), criado para simplificar transações corporativas de qualquer tamanho ao oferece preços no atacado, descontos por quantidade, visualização de preços sem impostos e ferramentas de gestão de gastos.
● Lançamento do Amazon Home Services, uma plataforma de contratação de profissionais para montagem, instalação e reparos, disponível nos Estados Unidos. Atualmente está presente em 41 estados americanos, com mais de 700 serviços profissionais diferentes.
2017
● Lançamento do Amazon Cash, serviço que permite aos usuários adicionar dinheiro em espécie ao saldo de suas contas online, sem a necessidade de cartão de crédito.
2020
● Lançamento da Amazon Pharmacy, serviço de farmácia digital que permite aos usuários encomendar medicamentos com receita médica diretamente pelo site ou aplicativo, oferecendo preços transparentes, integração com planos de saúde e entrega rápida em domicílio
● Lançamento da Amazon Halo, uma linha de serviços e dispositivos voltados para a saúde e bem-estar, que incluía pulseiras inteligentes e um aplicativo de monitoramento físico. Foi descontinuada e encerrada em julho de 2023.
Em agosto de 2007, a empresa passou a oferecer o serviço Amazon Fresh, dedicado a entrega à domicílio de produtos alimentícios frescos, como leite, carnes, ovos, frutas, vegetais, sorvetes, além de uma variada gama de produtos orgânicos. O novo serviço inicialmente estava restrito ao bairro de Mercer Island, na cidade de Seattle. Na realidade o Amazon Fresh vinha complementar os serviços Gourmet Food e Grocery, que existiam desde 2003, mas que apenas entregava produtos não perecíveis. Poucos meses depois o serviço foi ampliado para outros bairros da cidade e, posteriormente, para outras cidades do país. Em 2020, a Amazon Fresh expandiu-se para supermercados físicos com a inauguração de sua primeira loja em Woodland Hills, na Califórnia. Porém, em 2026, a Amazon Fresh - que chegou a ter aproximadamente 70 lojas - fechou todas as suas unidades e voltou a funcionar como um serviço online para pedidos de itens como frutas, legumes, verduras, laticínios, carnes e itens básicos do dia a dia.
Outra experiência no varejo foi a Amazon Go, uma rede de lojas de conveniências autônomas e inteligentes, operando sem caixas ou filas. Usando a tecnologia Just Walk Out, os clientes escaneavam o aplicativo na entrada, pegavam os produtos e saíam. Câmeras e sensores detectavam o que foi pego e debitavam o valor automaticamente na conta do usuário. A Amazon Go foi lançada na cidade Seattle, abrindo primeiro para funcionários da empresa em 5 de dezembro de 2016 e depois para o público em geral no dia 22 de janeiro de 2018. Embora tenha sido aclamada como o “futuro do varejo”, a empresa reavaliou sua estratégia de lojas físicas e decidiu em 2026 encerrar progressivamente as unidades da Amazon Go, que chegou a ter 40 lojas em cidades como Seattle, Chicago, San Francisco, Los Angeles e Nova York.
Não é exagero afirmar que a Amazon é um colosso. Afinal, é proprietária de outras diversas empresas, especialmente no segmento de tecnologia e entretenimento, como por exemplo, a Internet Movie Database (conhecida como IMDb), um vasto banco de dados online sobre filmes, programas de TV, atores e videogames; a Audible, serviço de audiolivros e podcasts; o Twitch, plataforma de transmissão ao vivo, popular entre jogadores de videogame, adquirida em 2014 por US$ 970 milhões; a Goodreads, maior rede social e catálogo de livros do mundo, criada para organizar leituras, ver notas e descobrir obras; a Amazon Robotics, desenvolvedora de robótica e sistemas de automação de armazéns, que aumentam a eficiência e a precisão; a Amazon MGM Studios, produtora de filmes, séries e programas de televisão, criada após a aquisição da Metro-Goldwyn-Mayer (conheça essa história aqui) por US$ 8.5 bilhões em 2021; e a One Medical, prestadora de serviços de atenção primária à saúde adquirida em 2023 por US$ 3.9 bilhões. Além disso, a Amazon é proprietária da Zappos (conheça essa história aqui), loja online de calçados, roupas e acessórios adquirida em 2009 por US$ 1.2 bilhões; e do Whole Foods Market (conheça essa história aqui), rede de supermercados famosa por vender produtos naturais, orgânicos e itens sem corantes, conservantes ou gorduras artificiais, adquirida em 2017 por US$ 13.7 bilhões.
A sede mundial da Amazon em Seattle é um grande campus urbano integrado ao centro da cidade, famoso por suas torres corporativas modernas. O complexo, que custou aproximadamente US$ 4 bilhões e ocupa vários quarteirões, abriga 40 modernos e enormes prédios, onde trabalham 55.000 colaboradores. Entre as principais atrações do campus estão as icônicas The Spheres, inauguradas em 29 de janeiro de 2018. Essa estrutura futurista é composta por três esferas de vidro interligadas que funcionam como uma estufa e jardim botânico interno. Elas abrigam mais de 40.000 plantas tropicais de cerca de 400 espécies de 50 países para inspirar e relaxar os funcionários.
O Amazon Tower I (também chamado de Doppler) é o principal arranha-céu do complexo, com 37 andares e 159 metros de altura. Outra área famosa do complexo é o “Campo de Jogos”, uma área aberta e diversificada que abriga eventos, programas e iniciativas que melhoraram o desenvolvimento e apoio da comunidade local. Uma de suas atrações mais populares é a barraca de bananas da comunidade amazônica, que adiciona um toque saboroso à exploração. A sede oferece uma experiência autoguiada que compartilha informações sobre a empresa e sua história enquanto é possível caminhar pelo campus urbano de Seattle e seus pontos turísticos. A Amazon adora cachorros e é uma empresa pet-friendly. No total, o campus de Seattle conta com mais de seis mil cachorros, que acompanham os seus donos no escritório.
Lenda do comércio eletrônico, Jeffrey Preston Bezos é considerado um visionário e desbravador que, a partir de ideias inicialmente ousadas, demonstrou ser um cara à frente do seu tempo no que se refere às tendências da sociedade. Ele nasceu em 12 de janeiro de 1964 na cidade de Albuquerque no estado do Novo México, e foi abandonado por seu pai, Ted Jorgensen, quando tinha apenas um ano. Aos quatro anos foi adotado por Mike Bezos, um refugiado cubano. Até os dez anos de idade, Jeff acreditou ser filho biológico de Mike. Ainda jovem converteu a garagem de seus pais em um laboratório para seus projetos, Quando adolescente, sua família se mudou para Miami, na Flórida. Na escola secundária, Jeff se apaixonou por computadores. Era um estudante excepcional e o orador oficial da turma. Estudou ciência da computação e engenharia eletrônica na tradicional e premiada universidade de Princeton.
Após a formatura, ele conseguiu um emprego em Wall Street, onde a informática estava cada vez mais sendo utilizada para estudar as tendências do mercado. Passou a trabalhar na Fitel, que estava construindo uma rede para realização de comércio exterior. Permaneceu na esfera das finanças com o banco Bankers Trust. Depois foi trabalhar na D.E. Shaw, empresa de investimentos especializada em desenvolver aplicações para o mercado de ações, onde foi promovido a uma vice-presidência. Fundou a Amazon em 1994 como um dos pioneiros do comércio eletrônico e sobreviveu a “bolha” da Nasdaq que estourou em 2000. Até o final da década, seis por cento dos acionistas da Amazon, estavam bilionários. Eleito Personalidade do Ano em 1999 pela tradicional revista Time (conheça essa história aqui), sua empresa deu prejuízo até 2003, quando finalmente começou a operar no azul.
Daí em diante a Amazon não parou mais de crescer, sempre ao comando do carismático Bezos. Os livros ganharam a companhia de inúmeros produtos, de eletrônicos e alimentos, até serviços financeiros (através de parcerias com a Fidelity Investments), e os acionistas, hoje com sorrisos estampados no rosto, agradecem. A inovação e a inteligência do negócio que mantém a empresa são lendárias. Mas também controversas: a Amazon possui dúzias de patentes sobre processos de comércio eletrônico e algumas pessoas argumentam que eles deveriam permanecer em domínio público. Atualmente, Jeff Bezos, que tem fama de rancoroso, de não levar desaforo para casa e de usar de um forte arsenal para superar dificuldades, ocupa a posição 4 no ranking dos homens mais ricos do mundo, com uma fortuna de US$ 242 bilhões (dados de julho de 2026), segundo a revista americana Forbes (conheça essa história aqui). Após a morte de Steve Jobs em 2011, o mercado começou a apontar Jeff Bezos como um dos poucos empreendedores capaz de substituir o fundador da Apple como novo superstar da internet e da tecnologia.
O bilionário é conhecido por suas ideias extravagantes. Uma delas é a de uma espécie de “airbag para celulares”, objeto capaz de detectar quando o aparelho está caindo e abrir a proteção antes dele chegar ao chão, reduzindo assim o impacto. A ideia está patenteada, mas o seu criador ainda não terminou de desenvolvê-la. Outro investimento inusitado na vida do empresário é a Blue Origin, uma empresa que desenvolve projetos e novas tecnologias para voos espaciais. Foi casado com a escritora Mackenzie Bezos (da qual se divorciou em 2019, em um acordo estimado em US$ 38 bilhões em ações da Amazon, tornando-se um dos divórcios mais caros da história mundial), tem quatro filhos (três meninos e uma menina adotada na China) e vive na região de Miami Beach, especificamente na ilha de Indian Creek, um local ultra exclusivo conhecido como o “Bunker dos Bilionários”. Bezos também é um dos grandes proprietários de terras do estado do Texas e dono do influente jornal The Washington Post (conheça essa história aqui), comprado em 2013 por US$ 250 milhões. Uma curiosidade: Jeff Bezos, pouco dado às brincadeiras, deixa que sua estridente gargalhada seja objeto de diversão em seu império (qualquer funcionário da Amazon pode entrar na intranet e baixar um arquivo de áudio com sua peculiar gargalhada).
A identidade visual da marca passou por remodelações ao longo dos anos. O logotipo original (conhecido como The River A) era representado por um símbolo que remetia ao curso de um rio (neste caso o Rio Amazonas) dentro de uma letra A estilizada. A primeira modernização ocorreu em 1997 quando foi adotada uma nova tipografia de letra. Ainda em 1997, o logotipo foi simplificado: apenas amazon.com com o slogan “Earth’s biggest bookstore” (A maior livraria da Terra) abaixo. Pouco depois, em abril 1998, a marca apresentou um novo logotipo, que durou apenas dois meses, quando a identidade visual ganhou um traço contínuo laranja abaixo da palavra amazon.com e uma tipografia de letra mais moderna a atraente. Mas o principal símbolo de reconhecimento da Amazon - a seta laranja em formato de sorriso que liga a letra “A” à letra “Z” - surgiria em 2000 e refletia a estratégia de negócios naquele momento, que era vender muito mais do que somente livros. O conceito comunicava claramente que a Amazon vendia de tudo (de A à Z) e o formato de sorriso remetia a satisfação do cliente. Esse logotipo foi simplificado em 2008, coma retirada da expressão “.com”. Em 2024, de forma sútil, a Amazon remodelou seu icônico logotipo, que apresentou a tradicional seta em um tom de laranja mais vivo (batizado de “Smile Orange”) e em um design mais robusto, além de uma nova tipografia de letra (batizada de Amazon Logo Sans). Já a fonte Ember, usada anteriormente pela marca, foi atualizada para a Ember Modern, que suporta 364 idiomas e foi pensada tanto para o dia a dia quanto para comunicações de alto impacto.
Esse novo logotipo da Amazon também pode ser aplicado todo em preto ou em branco sob um fundo preto, como mostra a imagem abaixo.
As principais sub-marcas, como Prime, Alexa, Kindle e Amazon Grocery, também passaram por ajustes, ganhando paletas de cores específicas e tipografias que dialogam com a identidade principal. O Prime, por exemplo, agora usa um azul vibrante e digital, enquanto o Amazon Grocery adotou um verde fresco. Um novo sistema de ícones, inspirado no sorriso redesenhado, garante harmonia visual desde embalagens até lojas físicas e telas de celular.
Já o tradicional ícone do aplicativo também evoluiu ao longo dos anos. Inicialmente com a representação de um carrinho de compra, em 2021 o ícone foi completamente remodelado, apresentado um novo design que trazia o fundo de uma caixa marrom de entrega com uma fita adesiva azul serrilhada na parte superior e a tradicional seta da Amazon ao centro. Porém, a fita azul com corte serrilhado gerou comparações indesejadas nas redes sociais com o bigode de Adolf Hitler. A Amazon rapidamente atualizou o design, substituindo a ponta reta por uma fita azul com a ponta dobrada para cima, simulando uma caixa sendo aberta. Em 2024, o ícone recebeu uma pequena modernização, que apresentou a seta mais grossa, para acompanhar a nova identidade visual da Amazon.
Delivered with a smile. (2024)
Cada oferta, um sorriso. (2024, Brasil)
Amazon.com and you’re done. (2002)
Work Hard. Have Fun. Make History. (1998)
Earth’s Most Customer-Centric Company. (1995)
The world’s largest book-store. (1995)
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 5 de julho de 1994
● Fundador: Jeff Bezos
● Sede mundial: Seattle, Washington, Estados Unidos
● Proprietário da marca: Amazon.com Inc.
● Capital aberto: Sim (1997)
● Chairman: Jeff Bezos
● CEO: Andy Jassy
● Faturamento: US$ 716.9 bilhões (2025)
● Lucro: US$ 77.6 bilhões (2025)
● Valor de mercado: US$ 2.49 trilhões (julho/2026)
● Valor da marca: US$ 319.9 bilhões (2025)
● Sites internacionais: 21
● Presença global: 100 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 1.576.000
● Segmento: Tecnologia
● Principais produtos: Comércio eletrônico, computação em nuvem e streaming
● Concorrentes diretos: Ebay, Walmart, Target, Alibaba, Shopee, Mercado Livre, Temu, Shein, Microsoft, Apple, Google, Oracle, Disney+, Max, Apple TV+, Paramount+ e Netflix
● Ícones: Kindle e Alexa
● Slogan: Delivered with a smile.
● Website: www.amazon.com.br
O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca Amazon está avaliada em US$ 319.9 bilhões, ocupando a posição de número 3 no ranking das marcas mais valiosas do mundo de 2025.
A marca no mundo
A Amazon - maior varejista online do mundo - vende mais de 350 milhões de produtos diferentes para 310 milhões de clientes ativos em mais de 100 países, tem faturamento anual de US$ 716.9 bilhões (dados de 2025) e opera mais de 1.300 instalações de logística em todo o mundo, que incluem centros de distribuição de grande porte, instalações de triagem e estações de entrega. O site da empresa - 16º mais visitado da internet - recebe mais de 2.2 bilhões de visitas mensalmente, com mais de 50% dos acessos feitos dos Estados Unidos. Além disso, possui mais de 20 sites locais, em países como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão, França, Canadá, Espanha, Itália, Índia, Austrália, Holanda, Egito, Arábia Saudita, Turquia, México e Brasil. Somente a América do Norte foi responsável por 50% de suas vendas em 2025. Atualmente no marketplace da Amazon existem cerca de 9.7 milhões de vendedores ativos em todo o mundo, sendo que mais de 1.9 milhões estão sediados nos Estados Unidos. A época de maior volume de vendas é o mês de dezembro, quando a empresa despacha aproximadamente 4 milhões de encomendas diariamente para 100 países.
Você sabia?
● A Amazon detém mais de 37% do mercado de comércio eletrônico dos Estados Unidos. Além disso, detém mais de 90% de participação de mercado em cinco categorias de produtos: pilhas e baterias (97%), cozinha e sala de jantar (94%), ferramentas para melhorias domésticas (93%), golfe (92%) e cuidados com a pele (91%).
● Relentless.com (“Implacável.com”, em português) figurava no topo da lista dos possíveis nomes para a empresa que Jeff Bezos estava criando em meados de 1994. Porém, alguns amigos achavam que a palavra tinha conotação negativa. Apesar disso, até hoje, quem acessa relentless.com é dirigido à página da Amazon.
● No início da Amazon, a cada venda realizada a equipe de colaboradores tocava um sino, como comemoração pela transação. Na sequência, todos eles paravam para ver quem era o cliente. Obviamente, chegou um momento em que as vendas eram tão altas que o sino precisou ser aposentado.
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Veja, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico, O Globo, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel, Interbrand e Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
Última atualização em 29/7/2026
O MDM também está no Instagram. www.instagram.com/mdm_branding


































17 comentários:
Expetacular,inteligentissimo e de grande valia cultural... parabens e continue com esse espirito pedagogico... Beijo!
seu blog é muito bom ;)
optimo trabalho ;)
Uma das marcas mais valiosas da internet
Estou aqui criando minha Cover Letter para a Amazon, e seu site foi de muitíssima ajuda!
Agora é usar toda essa informação da melhor forma possível.
Obrigada
Sel.
Muito obrigado! Estou fazendo um trabalho de faculdade e foi de grande ajuda.
Gostei Bastante! Muitos Parabéns!
PS: Alguns links de bibliográficos seriam ótimos para complementar o seu trabalho.
Obrigado
Excelente Artigo. Completo. Parabéns!!
Caramba! Que completo.
Se você tem foco, você atinge o sucesso.
Parabéns amazon
Um excelente trabalho investigativo e uma ótima fonte de informações.
Parabéns!
Amei o antigo, muito bom
Muito bem detalhado sem questionamento estão de Parabéns....Quero poder comprar ações quem sabe um dia né PARABÉNS
joao ferreira
Muito obrigado
Show excelente
Muito bom parabéns
Postar um comentário