26.2.12

ESQUIRE

A revista ESQUIRE não somente se tornou um ícone americano, como inovou com suas fantásticas e criativas capas, abordou matérias de interesse de homens dinâmicos, como também ensinou o jornalismo a ser moderno. Nunca houve revista mensal masculina mais bem editada, excitante, aristocrática e imitada do que este símbolo americano da mídia. Não por acaso se transformou na voz ressonante do homem moderno.

A história
Tudo começou no início dos anos 30, em plena Grande Depressão Americana, quando David A. Smart, Henry L. Jackson e o editor Arnold Gingrich resolveram criar uma revista masculina de moda. Muitos os chamaram de malucos. Afinal, como lançar uma nova revista em plena grande depressão e cobrar 50 centavos de dólar, quando a Saturday Evening Post custava dez vezes menos. Mas somente eles pareciam saber da existência de um público jovem, esperançoso e sofisticado à espera de uma publicação que explorasse com brilho e vivacidade a cultura contemporânea. A revista, batizada de ESQUIRE, foi lançada oficialmente no mês de outubro de 1933, inicialmente com distribuição restrita à lojas de miudezas. A nova revista nasceu trimestral. Daí seu slogan: “A revista trimestral do homem”. Na capa do primeiro número não se lia outubro, mas outono de 1933. Nela, três cavalheiros esportivos saíam de uma canoa para embarcar em um hidroavião.


A ESQUIRE estreou com artigos escritos por Ernest Hemingway, Nicholas Murray Butler, Gilbert Seldes, Ring Lardner Jr., Gene Tunney, e contos de John Dos Passos, Erskine Caldwell e Dashiell Hammett. Sob o comando de Gingrich a ESQUIRE se tornou padrão de elegância não somente em moda, mas referencial de estilo de vida e bom gosto, que serviu de inspiração principal para o homem americano afluente daquela época. Abordava temas como os carros de luxo, os drinques da moda, a gastronomia sofisticada, as novidades do jazz, entre outros assuntos. Foi um verdadeiro sucesso. Ainda na década de 30, o escritor F. Scott Fitzgerald foi o responsável por assinar as histórias que iriam compor a coletânea “The Crack-Up with Other Pieces and Stories”, publicada em 1936.


Nos anos 40, a ESQUIRE continuou surpreendendo, especialmente quando Helen Lawrenson publicou um longo artigo, intitulado “Os Latinos São Péssimos Amantes”, desmistificando a tão propalada superioridade sexual dos “latin lovers”. Talvez tenha sido o texto mais lido e polêmico da revista em toda sua história. Até o governo cubano protestou na época. A revista sempre tentou ser primeira em tudo. E conseguiu. Foi pioneira em moda, reportagem com preocupação literária, humor político (quantas imitações não geraram mundo afora os “Annual Dubious Achievements Awards”, lançados em 1962) e até em pins-ups (desenhadas pelo peruano Alberto Vargas e George Petty), que projetaram a ESQUIRE ainda mais, aumentando assim sua circulação. Nos anos 60 a revista ficou conhecida pela utilização de um formato não convencional, com páginas enormes. O reinado de Gingrich durou até 1977. Sua saída culminou com a venda da revista para Clay Felker, que a venderia dois anos mais tarde. Foi nesta época que ocorreu uma descoberta surpreendente: 25% dos leitores da revista eram do sexo feminino. Essa informação chegou aos ouvidos da filha de um veterano casal de roteiristas de Hollywood, que sugeriu ao editor da ESQUIRE uma coluna diferente sobre mulheres. A moça se chamava Nora Ephron. A coluna, com divertidos comentários sobre seios, fantasias femininas, política sexual, sacanagem e gênios de saias como Dorothy Parker, foi o “abre-te-sésamo” dela para a fama jornalística e seu trampolim para a comédia cinematográfica.


Em meados dos anos 80 a revista foi vendida para a Hearst Corporation, que nos anos seguintes lançou a ESQUIRE em diversos países do mundo, como em 1991, quando a revista estreou no Reino Unido. A partir de novembro de 2004 a revista ganhou ainda mais popularidade ao eleger, anualmente, a mulher mais sexy do mundo (Sexiest Woman Alive). A primeira beldade agraciada foi Angelina Jolie, seguida por Jessica Biel (2005), Scarlett Johansson (2006), Charlize Theron (2007), Halle Berry (2008), Kate Beckinsale (2009), Minka Kelly (2010) e Rhianna (2011).


A partir de 2008, a revista disponibilizou via Internet todas as suas capas, organizadas por ano de lançamento. Em 2010 celebrou seu 75º aniversário de forma pioneira: a edição de outubro da revista masculina foi a primeira publicação a utilizar tinta eletrônica para impressão de sua capa. Além disso, lançou sua versão para iPad. Interatividade é a palavra que melhor define a publicação no tablet, não existindo uma página que não tenha esta característica e isto é o seu grande diferencial em relação à concorrência. Durante toda sua rica história, em suas páginas não desfilaram apenas a fina flor da literatura (inclusive européia), mas também a nata do jornalismo e do show business. Jean Genet fez reportagem política em Chicago. Candice Bergen já era atriz consagrada quando aceitou um trabalho free-lancer como fotógrafa.


As capas
Suas capas e chamadas - assim como os títulos de seus textos, alguns quilométricos e desconcertantes - eram um acinte de inventividade. Das capas, em seu período áureo (1962 a 1972), quem cuidava era George Lois, um verdadeiro gênio da publicidade. Craque em direção de arte foi sua a idéia de afogar Andy Warhol em uma lata de sopa Campbell, jogar uma mulher numa lata de lixo, colocar uma mulher se barbeando para demonstrar a libertação das regras patriarcais e machistas para uma igualdade entre os gêneros, encaixar o cantor Eddie Fisher no colo de Jacqueline Kennedy e colocar o finado marido desta à beira de uma tumba, ao lado do irmão Bob Kennedy e do pastor Martin Luther King, no ano em que estes dois foram assassinados. Algumas das 92 capas criadas por ele estão expostas no MoMa (Museu de Arte Moderna) em Nova York, que se tornaram, nas palavras do próprio museu, “essencial para a iconografia da cultura americana”.


Além da criatividade e genialidade, as capas da revista estamparam celebridades, atores, atrizes, esportistas e políticos como: Elizabeth Taylor (1952, 1963, 1964 e 1983), Marilyn Monroe (1961 e 1986), Sammy Davis Jr. (1965), Frank Sinatra (1966), Muhammad Ali (1966, 1968 e 2003), Woody Allen (1966, 1975, 1987, 1993 e 1994), Brigitte Bardot (1966), Raquel Welch (1967), Jacqueline Kennedy Onassis (1967, 1972 e 1991), Andy Warhol (1969), Rita Hayworth (1972), John Wayne (1973 e 1980), Jimmy Carter (1977 e 1978), Mario Andretti (1978), John Lennon (1980), Ronald Reagan (1980), Marlon Brando (1981), Alfred Hitchcock (1982), Danny DeVito (1986), Ralph Lauren (1987), Kim Basinger (1987), Michael J. Fox (1988), Paul Newman (1989), Madonna (1989, 1991, 1994 e 1999), Michael Jordan (1990 e 1993), Spike Lee (1992), Mick Jagger (1993), Cindy Crawford (1995), Bill Clinton (1996, 2000, 2005 e 2012), Al Pacino (1996 e 2002), John Travolta (1996 e 1998), Robert De Niro (1997, 2003 e 2011), Nicolas Cage (1998), Pamela Anderson (1999), George Clooney (1999, 2001, 2005, 2006, 2008, 2009 e 2012), Mike Tyson (1999), Angelina Jolie (2000, 2004 e 2007), Julia Roberts (2001), Steven Spielberg (2001), Cameron Diaz (2002), Mel Gibson (2002), Jennifer Aniston (2002), Britney Spears (2003), Jennifer Lopez (2003), Catherine Zeta-Jones (2003), Gisele Bündchen (2004), Brad Pitt (2006), Barack Obama (2008 e 2009) e Leonardo Di Caprio (2010).


A mascote
Esky. Era este o nome do venerável senhor, inspirado em Arnold Gingrich, que surgiu em 1934 e nos 12 primeiros anos protagonizou todas as capas da revista. Virou mascote da ESQUIRE, sendo depois deslocado para o logotipo, aparecendo em substituição ao pingo da letra “i” do nome da revista, e por fim reservado para esporádicas aparições.


A evolução visual
O design da revista como não podia ser diferente mudou junto com o passar do tempo. O logotipo sofreu diversas mudanças desde o traço mais simples para um com sombra (anos 40), reduzido, com outra tipografia e sublinhado, volumoso, até o atual. O layout inicial se assemelhava muito aos livros, depois a cartazes até começar a ter mais uma linguagem própria e atual. Apesar do logotipo da revista ser oficialmente vermelho, dependendo da capa ele pode utilizar cores como azul, preto, branco, amarelo ou até ocre.


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Lançamento:
1933
● Criador:
Arnold Gingrich, Henry L. Jackson e David Smart
● Sede mundial: New York City, New York
● Proprietário da marca:
Hearst Corporation
● Capital aberto: Não
● CEO: Frank Bennack, Jr. (Hearst Corporation)
● Editor chefe:
David M. Granger
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Circulação mensal:
+ 720.000
● Presença global:
+ 50 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários:
500
● Segmento: Mídia
● Principais produtos:
Revista masculina
● Concorrentes diretos:
Playboy, GQ e Men’s Journal
● Ícones: Suas capas
● Slogan:
For men who mean business.
● Website: www.esquire.com

A marca no mundo
Editada pela Hearst Corporation, a revista ESQUIRE é comercializada em mais de 50 países ao redor do mundo, com circulação superior a 720.000 exemplares mensais. Atualmente a revista tem 22 edições internacionais publicadas na China, República Tcheca, Grécia, Hong Kong, Indonésia, Japão, Coréia do Sul, Rússia, Taiwan, Espanha, Tailândia, Turquia, Reino Unido, Romênia e Oriente Médio.

Você sabia?
Hugh Hefner, criador da tradicional revista Playboy, foi um dos muitos ases do jornalismo americano que passaram pela ESQUIRE. Nos anos 50 era ele quem cuidava da correspondência e das assinaturas da ESQUIRE, cujas ambições profissionais foram frustradas pela direção da revista. Um dia após pedir um aumento irrisório de salário, que foi negado, ele se demitiu, pegou dinheiro emprestado, e, em uma redação improvisada em sua cozinha, editou o primeiro número de uma revista cujo símbolo seria um coelhinho.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 26/2/2012

20.2.12

BUGABOO

A holandesa BUGABOO já é a marca “queridinha” das celebridades, famosos e descolados, sendo considerada uma espécie de “Ferrari” dos carrinhos de bebês. Aliando design surpreendente, alta qualidade e o conceito de mobilidade, a marca vem conquistando cada vez mais adeptos no mundo inteiro.

A história
Tudo começou com um projeto de conclusão de curso de Max Barenbrug na renomada Academia de Design de Eindhoven em 1994. O tal projeto consistia em dois fundamentos: mobilidade (para uma bicicleta urbana de dois assentos) e lazer (para um carrinho de bebê, que ele batizou de BUGABOO). E foi justamente esse carrinho de bebê que chamou a atenção de Edward Zanen, um empreendedor e médico. Juntos eles resolveram levar o projeto adiante, e, em 1996 fundaram uma pequena empresa para desenvolver o tal carrinho de bebê. A intenção era criar um carrinho versátil que agradasse tanto aos pais como aos bebês, atendendo aos quesitos de mobilidade e segurança. A partir de uma base modular de alumínio, seriam possíveis várias configurações de acordo com as necessidades do utilizador: colocar a cadeira de frente ou de costas, empurrá-lo, desmontá-lo até ficar plano. A estética high-tech, colorida e radical, seria um grande apelo para os papais e mamães, uma vantagem que não teria preço.


O BUGABOO foi apresentado oficialmente no final de 1997 em uma feira do setor na cidade alemã de Colônia. Os primeiros carrinhos BUGABOO CLASSIC começaram a rodar pelas ruas de Amsterdã em 1999. Rapidamente os carrinhos eram vistos desfilando em outras cidades holandesas. Em 2001, além de introduzir seu produto no Reino Unido e na Espanha, a empresa apresentou o BUGABOO FROG, segunda geração do carrinho original. Pouco depois, em 2003, os carrinhos chegaram aos Estados Unidos. Popularizado pela série americana “Sex in the City”, o moderno carrinho de bebê rapidamente encontrou uma legião de fãs, que aderiram ao conceito de mobilidade, mesmo a um preço mais alto que a concorrência.


Desde então a empresa holandesa expandiu-se globalmente e ampliou sua linha com produtos revolucionários, lançando a primeira edição limitada, assinada pelo jovem designer Bas Kosters, em 2004; o BUGABOO CAMELEON (2005), um carrinho muito completo e versátil, com suspensão ajustável, guidão regulável em altura e um chassi de alumínio de fácil compactação, que oferece uma ampla gama de tecidos, cores e acessórios inteligentes que permitem personalizá-lo, tornando-o uma expressão de seu próprio gosto, humor e estilo; e o BUGABOO BEES (2007), um carrinho extremamente leve e fácil de dobrar, que possui um exclusivo sistema giratório de 360º e quatro posições reclináveis para o assento.


Nos anos seguintes a empresa lançou edições limitadas em parceria com grandes designers e estilistas, como por exemplo, Marc Jacobs (2008) e Paul Frank (2009). Recentemente a marca holandesa, que está sempre inovando na criação de novas coleções, lançou uma edição especial em parceria com a marca italiana de luxo Missoni. O resultado desta parceria foram três modelos de carrinhos extremamente coloridos, que utilizam a tradicional padronagem da marca italiana, além de virem acompanhados com uma charmosa manta de malha. E tem mais. Para as mamães que estão à procura de carrinhos funcionais uma das mais recentes novidades da marca atende pelo nome de BUGABOO DONKEY. Graças a um mecanismo ajustável em três cliques ele se transforma de um carrinho mono (para uma criança) para um de duas crianças (para gêmeos, duas crianças pequenas de idades diferentes ou até mesmo para pais de uma criança só que planejam mais filhos ou querem mais espaço para carregar coisas).


Hoje em dia, o enorme sucesso da marca BUGABOO não está associado somente à qualidade e funcionalidade de seus produtos. O design cuidadoso atende aos mais exigentes papais e mamães. Afinal, a marca holandesa prima por oferecer carrinhos que podem ser desmontados, dobrados, transformados em cadeira para carro, bebê-conforto, em carrinho para gêmeos. Eles possuem ainda espaço para acomodar computador, sacolas de compras, bolsas, brinquedos, bolas, entre vários outros recursos. O resultado dessa excelência em mobilidade não poderia ser outro: nove entre dez celebridades mamães passeiam com seus filhos a bordo de um carrinho da marca holandesa BUGABOO.


Dados corporativos
● Origem:
Holanda
● Fundação:
1996
● Fundador:
Max Barenbrug e Eduard Zanen
● Sede mundial: Amsterdã, Holanda
● Proprietário da marca: Bugaboo International B.V.
● Capital aberto: Não
● CEO:
Eduard Zanen
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: €170 milhões (estimado)
● Presença global:
50 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 800
● Segmento:
Produtos infantis
● Principais produtos:
Carrinhos, cadeirinhas e bebês-conforto
● Concorrentes diretos:
Chicco, Maclaren e Quinny
● Ícones:
O design funcional dos carrinhos
● Slogan:
Bugaboo means mobility.
● Website: www.bugaboo.com

A marca no mundo
Atualmente a marca, que possui uma moderna fábrica na China, comercializa seus produtos, que incluem carrinhos, cadeirinhas e bebês-conforto, em mais de 50 países ao redor do mundo, com forte presença no Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Alemanha, França, Espanha, Itália, Holanda e Suécia.

Você sabia?
Os carrinhos da marca são considerados hoje em dia um ícone do design holandês, acumulando centenas de prêmios pelo mundo afora.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 20/2/2012

13.2.12

MONTILLA


Poucas marcas brasileiras têm uma história de sucesso como MONTILLA obteve ao longo dos tempos. Dificilmente um nordestino abordado na rua não vai se lembrar da bebida do Pirata, que de tão presente no cotidiano popular acabou se tornando parte integrante de uma cultura. Trata-se daquela bebida que vem um pirata no rótulo. Agora sim, você deve ter ligado o produto à marca. A popularidade da bebida é tamanha que aproximadamente 75% dos brasileiros conhecem ou bebem rum MONTILLA. 

A história 
A história começou no ano de 1957 quando a Destilaria Medellin, fundada em 1918, lançou o RON MONTILLA CARTA BLANCA no mercado brasileiro, um blend de runs de várias origens e com diferentes processos de envelhecimento. O novo produto teve seu nome originado no pequeno município espanhol de Montilla, localizado na província de Córdoba, e berço de piratas famosos. Além disso, a marca resolveu adotar a palavra Ron, que significa Rum para os espanhóis. Desde seu lançamento o rum MONTILLA ficou conhecido como a bebida do “Espírito do Pirata”, conceito criado para divulgar a marca, especialmente na região nordeste. Afinal, os piratas são apreciadores e beberrões de rum há séculos. A figura do Pirata com um papagaio em seu ombro então se tornou o mais importante elemento do produto, sendo utilizada em toda a comunicação da marca. MONTILLA foi a responsável por estabelecer a categoria de rum no Brasil.
  

Em 1966, a marca passou a fazer parte do portfólio da canadense Seagram, quando esta adquiriu a Destilaria Medellin. Já nos anos de 1980, MONTILLA alcançou o volume de 1 milhão de caixas vendidas, comprovando assim o sucesso do produto junto ao público brasileiro. Nesta década a empresa resolveu reformular o rótulo do RON MONTILLA, e o tradicional pirata foi retirado, para voltar uma década depois. Em 1996, a marca rompeu outra barreira importante ao vender 1.5 milhões de caixas. Nesta época as vendas do rum já se concentravam na região nordeste e MONTILLA tornava-se símbolo da cultura local, sendo presença constante no patrocínio das tradicionais festas de São João. Pouco depois, em 1998, a marca resolveu diversificar sua linha de produto com o lançamento da variante MONTILLA LIMÃO, rum com extratos naturais de limão.
  

Em 2001, a francesa Pernod Ricard (conheça essa outra história aqui) adquiriu a Seagram e consequentemente seu portfólio de marcas, que incluía o rum MONTILLA. A partir desse momento a marca ganhou um poder maior de distribuição, investimentos em marketing e desenvolvimento de novos produtos. Em 2005, a marca celebrou o ano do lançamento de novas embalagens e nova identidade visual, além de um posicionamento mais moderno e uma inovadora campanha publicitária, sempre com a presença do Pirata. Além disso, lançou a versão “cuba libre” do RON MONTILLA (rum + refrigerante de cola), em lata, pronta para o consumo. No ano seguinte, já com forte presença na região nordeste, a marca partiu para conquistar paladares de outros estados brasileiros. Em 2007, para comemorar seus 50 anos a marca lançou a bebida MONTILLA PREMIUM, composta por runs envelhecidos de três a 18 anos e coloração âmbar. A nova variante trouxe mais sofisticação para a linha com um produto de alta qualidade.
  

Em 2010, a marca voltou a inovar ao lançar, inicialmente na região nordeste, a versão em lata (disponível em 310ml e 473ml) das variações Carta Branca e Carta Cristal. O principal objetivo da lata era agregar novas ocasiões de consumo, como em grandes eventos e festas de rua. Entre os diferenciais da lata, destaque para o fechamento com tampa plástica que, por meio da vedação, não necessitava de consumo imediato, fazendo com que o rum pudesse ser saboreado moderadamente em diversas doses. Em 2019, a marca expandiu seu portfólio, lançando a MONTILLA VODKA, triplamente destilada e cujo objetivo era oferecer a versatilidade e o custo-benefício já conhecidos da marca para os consumidores desta categoria.
  

Outra importante ferramenta de marketing utilizada pela marca é a realização de ações para demonstrar e ensinar diferentes receitas de drinques preparadas com o rum, como por exemplo, a Caipirata Montilla, que traz uma opção diferenciada da caipirinha ao unir rodelas de limão, açúcar e Ron Cristal. Todos os drinques levam a assinatura dos mixologistas da Pernod Ricard Brasil. As duas variedades mais populares de rum da marca são: Montilla Carta Branca (levemente dourada, ideal para coquetéis como o Mojito) e Montilla Carta Ouro (cor âmbar intensa, com notas de frutas secas e mel).
  

A evolução visual 
O logotipo da tradicional marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Em 2005 foi apresentado um novo logotipo, muito mais moderno, com nova tipografia de letra e o slogan (“O verdadeiro espírito pirata”) escrito abaixo do nome. Após passar por mais uma modernização, o atual logotipo da marca foi adotado em 2015 e apresentou nova tipografia, novos elementos e o pirata como principal símbolo.
  

Em 2015, o principal símbolo de reconhecimento da marca - O Pirata - foi completamente reformulado e modernizado, ganhando novas roupas, posição e até novo posicionamento do papagaio.
   

A tradicional garrafa do MONTILLA também evoluiu ao longo dos anos, ganhando novos rótulos e formatos, mais longilíneo e moderno. A atual garrafa foi lançada em 2015 e apresentou rótulo vertical com um pirata mais jovem e descontraído. Além disso, a garrafa adotou o vidro transparente, em substituição ao âmbar.
  

Os slogans 
Montilla. Experimente Ousar. (2015) 
Um brinde a ousadia pirata. (2011) 
Liberte seu espírito pirata. (2009) 
Viva o espírito pirata. (2005) 
O verdadeiro espírito pirata. (2000) 
Montilla acompanha o seu ritmo. (1989) 
Onde Montilla aparece, a alegria acontece. (anos de 1980) 
Montilla. Hoje alegre. Amanhã bem. (anos de 1970) 
Pense no amanhã, pense Montilla. (1978)
  

Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1957 
● Criador: Destilaria Medellin 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Benoît Laug 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Runs 
● Concorrentes diretos: Bacardi, Malibu, Havana Club, Zacapa, Angostura, Captain Morgan, Rum Sombrio, Parnaioca e Magnani e Merino 
● Ícones: O Pirata 
● Slogan: Montilla. Experimente Ousar. 

A marca no Brasil 
A marca MONTILLA, ícone da cultura nordestina e líder de mercado no país com 70% de participação, vende a cada segundo uma garrafa de rum no Brasil. Oferecendo as versões Carta Branca, Ouro, Cristal e Limão, a marca supera os 25 milhões de litros vendidos anualmente. A região nordeste representa mais de 90% das vendas da marca. 

Você sabia? 
 No processo de produção do MONTILLA são comprados runs nacionais de várias origens. O envelhecimento dos runs é feito em Resende no Rio de Janeiro. Já o Blending (mistura) e engarrafamento são feitos em Suape, Pernambuco, e também em Resende. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Exame e Embalagem Marca), jornais (Meio Mensagem e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 8/1/2026 

O MDM também está no Instagram. www.instagram.com/mdm_branding

10.2.12

GLOCK

Precisão, confiabilidade e segurança, tanto na defesa como no ataque. Foi com essas características que as pistolas austríacas GLOCK conquistaram forças policiais e militares do mundo inteiro, incluindo o FBI, o US Navy Seals (principal força de operações especiais da Marinha americana), e também a Polícia Federal brasileira.

A história
Tudo começou no ano de 1963 em Deutsch-Wagram, uma pequena cidade austríaca perto de Viena, quando o engenheiro Gaston Glock, especializado em ligas e combinações de aço e polímeros, resolveu fundar uma empresa para fabricar inicialmente produtos de metalurgia e de plástico, como dobradiças e maçanetas. Já na década seguinte a empresa se tornou fornecedora de acessórios para metralhadoras, granadas de exercício, coldres, facas e pás de campo para as forças armadas de seu país.


A história da empresa começou a mudar de rumo em 1980 quando o exército austríaco abriu uma concorrência para a aquisição de uma nova pistola de porte semi-automática para seus militares. Entre os requisitos exigidos estavam que essa pistola deveria ser em calibre 9 mm, ter capacidade para, pelo menos, 8 cartuchos, ser ambidestra, poder ser desmontada sem nenhuma ferramenta, ter menos que 58 peças que poderiam ser trocadas sem maiores ajustes e ainda ser capaz de disparar 10.000 tiros apresentando, no máximo, 20 falhas. O exército da Áustria chamava a pistola desta licitação de “P-80”. Foi então que o Sr. Gaston fez uma pesquisa com diversos especialistas do segmento de segurança pública, militares e atiradores civis para coletar informações do que seria a pistola ideal. Após seis meses de intensas pesquisas, ele apresentou sua pistola que deveria ser posta para avaliação do exército austríaco e verificar se esta preenchia as duras exigências operacionais daquela força.


Esta nova pistola foi batizada de GLOCK 17, o que pode ser chamada de a “mãe” das pistolas GLOCK. A pistola passou pelo teste do exército austríaco e falhou uma única vez em ejetar um estojo deflagrado durante 10.000 tiros disparados em 5 horas onde vários atiradores se revezaram para manter a arma atirando ininterruptamente. Outros testes como mergulhá-la em água salgada, enterrá-la na lama com o ferrolho aberto, expô-la a temperaturas congelantes de 24º à baixo de zero, foram executados na GLOCK 17, tendo a pistola passado com louvor por todo esse “inferno” avaliativo. A GLOCK 17 não foi a primeira pistola com carregador de grande capacidade, nem a primeira com frame de polímero, nem a primeira sem cão externo. Sua originalidade resultou no sistema de funcionamento, batizado de “Safe Action”, que permitiu a eliminação de seguranças manuais. Isto porque esse sistema permitia carregar a arma com um cartucho na câmara com segurança total e os tiros, do primeiro ao último, requeriam que se apertasse o gatilho. A combinação de elementos e a eliminação de dispositivos manuais de segurança permitiam ao atirador concentrar-se mais na tática e no disparo, sem distrações produzidas pela manipulação da arma.


Em 1983 a GLOCK 17 foi, oficialmente, adotada pelo exército austríaco, que fez um pedido inicial de 30.000 unidades, e a partir daí a “pistola de plástico” como a mídia a chamava passou a ser o centro das atenções em muitas conversas entre apreciadores de armas. Aos poucos a nova pistola foi vencendo a desconfiança inicial e foi adotada também pelas forças norueguesas. A consolidação mundial de suas pistolas ocorreu em 1985 quando a empresa montou uma fábrica nos Estados Unidos para alcançar este gigantesco mercado, sendo adotada por inúmeras forças policiais americanas. Era o reconhecimento, não somente da qualidade, mas também da confiabilidade de suas pistolas. Ao perceber que aumentavam os pedidos, a GLOCK foi introduzindo novos modelos de pistolas e ampliando sua área de influência. Apresentaram assim a GLOCK 18, de tiro automático para uso militar e policial, depois a compacta 19 e a esportiva 17L. Pouco depois, em 1988, outra fábrica foi inaugurada em Hong Kong para atender o mercado asiático e australiano. Nesta época a empresa lançou mais dois modelos de pistolas: GLOCK 20 (10 mm auto) e GLOCK 21 (.45 auto). Em 1990 centralizou suas operações para América Latina no Uruguai. Com o calibre .40 ganhando enorme popularidade nos Estados Unidos, a empresa apresentou duas grandes novidades: GLOCK 22 e GLOCK 23. Em meados desta década as pistolas GLOCK já eram amplamente adotadas, e também preferidas, pelas principais forças policiais e forças especiais dos Estados Unidos.


Nos anos seguintes a empresa diversificou ainda mais sua linha de produtos com o lançamento de produtos de enorme sucesso, como por exemplo, a GLOCK 25 (1995), pistola calibre .380 auto; GLOCK 26 (1995), pistola subcompacta, uma derivação da original com cano curto, que utiliza a munição 9mm; GLOCK 27 (1995), pistola com calibre .40; GLOCK 28 (1996), pistola subcompacta com calibre .380; GLOCK 29 (1997), pistola subcompacta calibre 10mm auto; GLOCK 30 (1997), pistola subcompacta calibre .45 auto; GLOCK 31 (1998), pistola calibre .357; e GLOCK 37, pistola calibre .45. No Brasil há apenas dois modelos disponíveis para o uso civil, G25 e G28, todos com o calibre .380 Auto. Os modelos 9 mm são de uso exclusivo das forças armadas e da Polícia Federal.


Recentemente a empresa ampliou sua linha de pistolas de 4ª geração, batizadas de GLOCK Gen4. Esta nova geração foi criada para tornar as pistolas mais competitivas no enorme mercado americano, onde armas ergonomicamente adaptáveis à vários tipos e tamanhos de atiradores fazem grande sucesso e obtêm a preferência nas licitações de forças policiais que têm em seus quadros tanto policiais femininas de 1.55m quanto policiais homens com mais de 2m de altura.


Porque tanto sucesso?
As pistolas GLOCK se tornaram as preferidas e com grande aceitação entre forças paramilitares e policiais no mundo. Esse enorme sucesso, em boa parte, é devido à ação do tipo safe action (ação segura), patenteado pela empresa, que se caracteriza por um conjunto de três travas internas automaticamente liberadas quando do acionamento do gatilho, permitindo, assim, o disparo. Não se trata nem de ação simples, tampouco de ação dupla. É um sistema próprio da GLOCK. Essa pistola não possui travas externas, sendo esse um dos motivos pelos quais pessoas que não conhecem essa arma a considerem como não segura. A primeira trava encontra-se no próprio gatilho. Trata-se de uma lingueta que só permite o curso do gatilho quando este é pressionado pelo dedo do atirador no momento do tiro. A segunda trava é a do percursor (firepin), que só é liberado após o acionamento do gatilho, permitindo, assim, o disparo. A terceira trava evita o disparo acidental por queda do armamento. Ao contrário do que muitos pensam, a GLOCK, quando está com munição na câmara, não está “engatilhada”. O acionamento do gatilho termina de empurrar o percursor para trás, armando o mecanismo, que só é liberado no final do curso do gatilho. Assim, a GLOCK, mesmo com munição na câmara, não pode efetuar disparos acidentais, pois o mecanismo de disparo só é “engatilhado”, no final do curso do gatilho. Esse sistema elimina as inconvenientes travas externas que costumam atrapalhar o saque rápido, seja acoplada em trajes civis ou mesmo no coldre. Por isso a GLOCK é considerada uma das armas mais seguras e mais indicadas para o uso policial no mundo inteiro.


Dados corporativos
● Origem:
Áustria
● Fundação:
1963
● Fundador:
Gaston Glock
● Sede mundial:
Deutsch-Wagram, Áustria
● Proprietário da marca:
Glock Ges.m.b.H.
● Capital aberto: Não
● Chairman:
Gaston Glock
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Presença global:
+ 50 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários:
600
● Segmento:
Segurança
● Principais produtos:
Pistolas, carregadores e acessórios
● Concorrentes diretos:
Smith & Wesson, Ruger, Taurus, Colt e Beretta
● Ícones:
O sistema Safe Action
● Slogan:
Perfection.
● Website: www.glock.com

A marca no mundo
Atualmente a GLOCK, que produz pistolas nos calibres 9 mm, 10 mm, .357, .380, .40 e .45, comercializa seus produtos, que incluem ainda carregadores, cartuchos, lanternas, miras e armas esportivas, em mais de 50 países ao redor do mundo. Até os dias de hoje já foram produzidas mais de 5.5 milhões de pistolas, que são utilizadas por forças policiais e militares, grupos especiais e agências de segurança em 48 países.

Você sabia?
A GLOCK marcou o uso definitivo do polímero no chassi das pistolas, estabeleceu padrões e regras de simplicidade e robustez e seu sistema Safe Action, devidamente patenteado, não tem sido superado.
A GLOCK se tornou conhecida em todo o mundo como “pistola de plástico”. Recebeu esse nome devido ao grande número de peças feitas em material sintético especial de grande densidade.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 10/2/2012

6.2.12

eHarmony

Nos tempos atuais, onde o relacionamento on-line é cada vez mais comum, a americana eHarmony tem utilizados novas fórmulas, desenvolvidas cientificamente, para auxiliar pessoas a encontrarem o parceiro ideal ou a tão sonhada alma gêmea. E para quem não acredita nisso, a empresa americana rebate com seus mais de 30 milhões de usuários cadastrados.

A história
O conceito da eHarmony foi desenvolvido pelo psicólogo clínico Dr. Neil Clark Warren, um cristão evangélico e defensor ferrenho dos laços familiares. Depois de clinicar por 35 anos, aconselhando centenas de pessoas casadas, o Dr. Warren começou a pensar que, afora o acaso, deveria haver uma maneira mais fácil das pessoas se conhecerem. Ele notou que os casamentos que não duravam eram aqueles em que os casais tinham certas diferenças e com isso, mapeou características que geravam combinações bem-sucedidas. Foi em 1997, juntamente com o Dr. Galen Buckwalter, renomado pesquisador da University of Southern Califórnia, que o Dr. Warren trabalhou na identificação das características de personalidade que geravam relacionamentos bem-sucedidos. Depois de três anos de pesquisas, eles desenvolveram um processo que combinava pessoas com chances de um relacionamento duradouro e bem-sucedido. Essa pesquisa foi a base do Sistema Científico de Compatibilidade eHarmony (eHarmony Compatibility Matching System™). Depois de levantar US$ 3 milhões com investidores individuais, a dupla, juntamente com Greg Forgatch, genro do Dr. Warren, fundou a eHarmony na cidade californiana de Pasadena, cujo site foi ao ar no dia 22 de agosto de 2000.


A nova empresa foi pioneira no uso da ciência dos relacionamentos para combinar solteiros que buscavam relacionamentos de longo prazo. Seu serviço apresentava usuários a pessoas compatíveis com base em dimensões básicas de personalidade que foram cientificamente comprovadas para prever relacionamentos de longo prazo altamente bem-sucedidos. O novo serviço, com custo mensal, funcionava da seguinte forma: montava um perfil do usuário cadastrado através de centenas de perguntas (que podiam chegar a 400) para depois cruzá-lo utilizando um algoritmo patenteado que garantia compatibilidade acima da média entre os candidatos. Diferente de outros sites, que obrigavam a procurar pessoas através de fotografias e textos, a eHarmony indicava pessoas com base na compatibilidade que compartilhavam nas áreas mais importantes da vida, como por exemplo, personalidade, intelecto, senso de humor, espiritualidade, valores, crenças, paixão e outras dimensões-chave. Apenas nos três primeiros meses o site recebeu 20.000 usuários cadastrados. Não demorou muito para se tornar um verdadeiro sucesso entre os americanos, e quatro anos depois já contava com 4 milhões de membros cadastrados e 3 mil casamentos confirmados. O enorme sucesso no mercado americano encorajou a empresa a lançar, nos anos seguintes, o serviço em outros países, incluindo Canadá e Reino Unido.


Recentemente Jeremy Verba, um competente executivo do segmento de empresas virtuais, assumiu o cargo de CEO, em um momento determinante da história da eHarmony, que inclui crescimento significativo da contínua expansão do mercado internacional e expansão de seus serviços para plataformas móveis. Em 2011, os downloads de aplicativos móveis da eHarmony ultrapassaram a marca de um milhão. Os consumidores, em média, estão baixando os aplicativos móveis mais de dez mil vezes por dia e mais de 30% das assinaturas de usuários ocorrem atualmente no ambiente móvel. Além disso, a empresa mantém o eHarmony Labs, onde o enfoque rigoroso e científico nos relacionamentos continua sendo prioridade. O laboratório trabalha para garantir que o sistema continue atualizado e relevante geograficamente em todos os países em que a eHarmony está disponível.


Os slogans
Fall in love for all the right reasons.
Love Begins Here.


Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Fundação: 22 de agosto de 2000
● Fundador:
Dr. Neil Clark Warren e Greg Forgatch
● Sede mundial:
Santa Monica, Califórnia
● Proprietário da marca:
eHarmony, Inc.
● Capital aberto:
Não
● Chairman:
Dr. Neil Clark Warren
● CEO:
Jeremy Verba
● Presidente:
Greg Steiner
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro:
Não divulgado
● Usuários cadastrados:
33 milhões
● Presença global:
16 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 250
● Segmento:
Rede de Rlacionamentos
● Principais produtos:
Relacionamentos amorosos
● Concorrentes diretos:
Match.com, Chemistry.com e GenePartner.com
● Slogan:
Fall in love for all the right reasons.
● Website:
www.eharmony.com.br

A marca no Brasil
Antes de lançar a eHarmony no Brasil em 2010, a empresa adotou o mesmo rigor científico utilizado em todos os países em que atua. Em parceria com pesquisadores da Universidade de Oxford (Oxford Internet Institute), na Inglaterra, foi realizada uma extensa pesquisa com mais de 1.000 pessoas casadas, selecionados para ser uma amostra representativa de casais no Brasil. Essas pessoas tinham idades entre 19 e 81 anos e estavam casados entre 1 ano e mais de 65 anos. O time de pesquisadores da empresa analisou os dados para ajustar o modelo que prevê a compatibilidade entre pessoas para o país. Embora a pesquisa mostrasse que existiam aspectos exclusivos dos relacionamentos no Brasil, é interessante notar que existiam muitas similaridades no que determina relacionamentos bem-sucedidos com outros países onde continuamente realiza esse estudo. Com os resultados da pesquisa, a eHarmony desenvolveu modelos de compatibilidade específicos para os brasileiros, podendo assim oferecer um serviço de altíssima qualidade. Segundo dados da empresa, o serviço custa R$ 60 mensais e na média a pessoa leva aproximadamente nove meses para encontrar um parceiro.


A marca no mundo
Atualmente, a eHarmony opera serviços de relacionamentos on-line nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Brasil, e através de sua afiliação à eDarling, em onze países da Europa continental. Hoje em dia são mais de 33 milhões de usuários cadastrados em 191 países, sendo pelo menos 100 mil brasileiros. Em média, 542 pessoas se casam todos os dias nos Estados Unidos, como resultado de pares formados por pessoas compatíveis unidas pela eHarmony, quase 4.8% de novos casamentos realizados.

Você sabia?
O primeiro casamento entre pessoas que se conheceram na eHarmony foi realizado nos Estados Unidos no dia 17 de fevereiro de 2001.
A mulher mais velha a encontrar um marido utilizando a eHarmony tinha 85 anos. Ela se casou no dia 13 de novembro de 2007. Já a mais nova tinha 22 anos e se casou no dia 6 de maio de 2007.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 6/2/2012