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13.3.18

IVECO


Caminhões com alta tecnologia que transportam carga com o máximo de desempenho. Vans confortáveis para conduzir pessoas com segurança. E ônibus capazes de transportar milhões de passageiros de maneira segura e eficiente. Conhecida pelas linhas arrojadas e modernas de seus veículos comerciais, a IVECO transporta com eficiência e máxima segurança toneladas de cargas e milhões de pessoas no mundo inteiro. 

A história 
A história da IVECO tem início na década de 1970, quando a Europa vivia um contexto sócio-econômico difícil, agravado pela primeira grande crise petrolífera no continente. Tudo começou quando cinco companhias de base histórica em três países europeus (Itália, França e Alemanha) decidiram unir seus conhecimentos para criar uma nova realidade no segmento de veículos comerciais. O resultado foi a fundação da IVECO no dia 1 de janeiro de 1975 proveniente da união desses cinco fabricantes europeus de caminhões e ônibus: as italianas Fiat Veicoli Industriali, OM e Lancia Veicoli Speciali (todas pertencentes ao Grupo Fiat), a francesa Unic (cujas origens datam de 1905) e a alemã Magirus–Deutz (fundada em 1866). Cada uma dessas empresas tinha feito importantes contribuições para a história do setor de veículos comerciais na Europa a partir do final do século XIX. IVECO derivou da abreviação do nome da empresa recém-constituída: Industrial Vehicle Corporation.


Naquela época, já se falava em uma Europa unificada, nos moldes da atual União Europeia, mas em meio às dificuldades, a ideia foi delegada à segundo plano. Para a IVECO, esse cenário adverso também não era vantajoso, uma vez que se tratava de uma empresa composta por três países europeus. O início do caminho a ser percorrido pela nova multinacional era de grandes incertezas. Com a aliança de cinco empresas, a estratégia não poderia ser simplista. A proposta era atingir um mercado amplo, capaz de atender às expectativas tanto no quesito quantitativo quanto qualitativo. Diante disso, e apesar da crise no continente europeu na época, a empresa foi arrojada e vislumbrou o surgimento de um mercado automobilístico emergente, que já dava sinais de crescimento e se mostrava ávido por veículos de transportes modernos e especializados. A decisão foi acertada e a empresa construiu uma posição entre os líderes mundiais no segmento de transporte rodoviário. Para se ter ideia, nos primeiros quatro anos de atividades na Europa, a IVECO mantinha um portfólio de produtos composto por mais de 200 modelos básicos e 600 versões, desde 2.7 toneladas de peso bruto, para um veículo leve, e mais de 40 toneladas para veículos pesados, sem contar os ônibus e motores.


Em 1977, a empresa resolveu buscar novos mercados fora da Europa. A montadora então identificou um forte nicho no norte do continente africano, fornecendo um total aproximado de 25.000 veículos. Também nesse ano foi criada a ITONA (abreviação de Iveco Trucks of North America), uma estratégia de marketing adotada para fornecer caminhões da categoria média, 10 à 13 toneladas, utilizando as características dos veículos europeus, porém, respeitando a atuação do mercado local, neste caso americano. Mas foi em 1978 que a montadora apresentaria um verdadeiro ícone: a linha de veículos comerciais leves Daily, primeiro projeto nascido após a união das cinco empresas, cujos veículos foram os primeiros a ostentar a marca IVECO na grade dianteira (nessa época o que identificava os veículos da marca era a letra “I”). Considerado o primeiro IVECO original, já nasceu com quatro modelos básicos e sete versões, com um total de 40 combinações. Hoje em dia a linha Daily oferece também as versões furgões, vans e micro-ônibus. Da divisão de motores nasceu o primeiro motor turbo diesel para veículos comerciais em 1980, o TurboDaily.


Um dos grandes destaques da linha IVECO foi lançado em 1984: o TurboStar, um veículo pesado (caminhão) que se tornou um campeão de vendas na Itália e um importante produto no mercado europeu, atingindo um total de 50.000 unidades vendidas em sete anos. No ano seguinte, os engenheiros da empresa criaram o primeiro motor diesel super leve com injeção direta. E foi a partir de 1985 que a IVECO acelerou acordos com algumas montadoras para desembarcar em outros países. Na própria Itália se juntou com a Astra em 1986 (hoje pertencente ao grupo e especializada em caminhões para construção e mineração, cujas origens datam de 1947). A conquista do mercado britânico foi por meio de um acordo com a Ford, quando, em 1986, nasceu a Iveco Ford Truck Ltda. O Cargo era um caminhão produzido pela IVECO que, após a joint-venture, virou Ford Cargo. Em 1989, a empresa lançou o primeiro motor diesel com EGR (sistema para a redução das emissões de gases poluentes). Nesse mesmo ano, a linha Daily foi totalmente reformulada, ganhando novo design e novas tecnologias. Já na década 1990, a empresa fez uma grande reformulação em sua linha de produtos com o objetivo construir caminhões e criar a gama Euro: Eurocargo, Eurotech, Trakker e Eurostar (que conquistaram vários prêmios internacionais).


A partir desta década, a IVECO partiu para novas aquisições e alianças. Em setembro de 1990, a empresa adquiriu 60% do controle da espanhola Enasa, que desde 1947 produzia os populares caminhões industriais Pegaso. Assim, depois de Itália, França, Alemanha e Inglaterra, a Espanha passou a ser o quinto mercado doméstico da IVECO. Um ano depois, adquiriu, na Inglaterra, a Seddon Atkinson, especializada em veículos especiais para construção civil e coleta de resíduos. Ainda neste ano, a empresa começou a produzir na China o caminhão leve TurboDaily sob licença pela Nanjing. E em 1992, assumiu a International Trucks da Austrália. Pouco depois, em 1998, a IVECO lançou o motor Cursor 8 e o Cursor 10 (em 1999), este último sendo o primeiro motor diesel com turbina de geometria variável e com injeção common-rail. Em 2002 a marca lançou um de seus maiores sucessos comerciais: o caminhão super pesado Stralis.


A partir de 2007 a IVECO renovou completamente sua oferta de produtos para atender os diferentes tipos de segmentos. No dia 1º de janeiro de 2011 foi oficialmente formada a Fiat Industrial, incorporando CNH, IVECO e FPT Industrial. Atualmente essa empresa é conhecida como CNH Industrial e reúne todas as empresas ligadas à área de veículos comerciais (tratores, máquinas agrícolas, motores diesel de aplicação comercial, caminhões, vans, furgões e ônibus). As marcas do Grupo Iveco hoje são: IVECO (caminhões e veículos comerciais leves), IVECO BUS (ônibus e oficialmente estabelecida em 2013), IVECO DEFENCE VEHICLES (para aérea militar), ASTRA (caminhões de construção e mineração) e MAGIRUS (veículos de combate a incêndio e resgate). Ainda em 2011, a IVECO apresentou a nova versão do caminhão Stralis, que se tornou o primeiro veículo com transmissão automatizada de 16 marchas da marca. Em 2012, a marca apresentou o novo Hi-Way, tudo o que se espera de um caminhão: potência aliada à estabilidade, design aliado ao conforto e tecnologia aliada à versatilidade. Com o Hi-Way, a força bruta está nos pés por meio do motor FPT Cursor 13. Já a economia fica por conta da transmissão automatizada com 16 velocidades.
 

Em 2015, a IVECO completou 40 anos: um marco importante para uma grande marca que moldou a história do transporte comercial mundial. Isso representa não apenas 40 anos de sucesso, mas também 150 anos (devido às empresas que deram origem a IVECO) de trabalho junto aos clientes, excelente desempenho, veículos que se tornaram presentes em estradas de todo o mundo e que hoje transmitem uma mensagem de tecnologia e de transporte sustentável. Para celebrar esse momento, a IVECO criou um logotipo especial em homenagem à ocasião, que representa um veículo estilizado com o slogan “40 years of Iveco, 150 years of experience” (em português “40 anos de Iveco, 150 anos de experiência”).


Em 2016, a marca revolucionou o mercado brasileiro no segmento de transporte de passageiros com necessidades especiais e mobilidade reduzida ao lançar o Daily Elevittá. Implementado de fábrica, ele é o primeiro da categoria com o inovador sistema de elevador que possibilita a acessibilidade com maior autonomia, mantendo o alto padrão de conforto e segurança para todos os passageiros. Com capacidade de transporte para até três pessoas com necessidades especiais, o Daily Elevittá não diminui a quantidade total de passageiros, sendo garantia de versatilidade e comodidade e praticidade para os passageiros.


Considerada uma das maiores fabricantes de caminhões do mundo, a IVECO é uma empresa fullliner, com uma gama completa de veículos comerciais em todos os segmentos do mercado. Inovação e visão estratégica fazem parte do DNA da empresa, por isso investe continuamente em tecnologia e no desenvolvimento de produtos e em modernas metodologias produtivas. Um dos diferenciais da marca é a renovação de seus produtos. Desde que foi fundada, a empresa se preocupa em modernizar seus veículos, que atendem ao dinamismo do mercado atual de transporte profissional. Além de oferecer produtos que levam eficiência, modernidade e segurança nas jornadas pelas estradas de centenas de países, a IVECO também se preocupa com as soluções para tornar a manutenção dos veículos mais rápida e econômica. Graças à atenção contínua dada à inovação e às novas tecnologias, a empresa se tornou líder europeia na área de tração alternativa, antecipando soluções que contribuirão para reduzir ainda mais o impacto ambiental no setor dos transportes e se tornando a parceira ideal para o transporte sustentável, como a nova recompensa da marca declara: IVECO, sua parceira para o transporte sustentável.


A evolução visual 
A identidade visual da marca sofreu algumas modificações ao longo dos anos. O primeiro logotipo da marca era uma grande letra I, com o nome IVECO abaixo. A primeira alteração ocorreu em 1977, quando o logotipo passou a ser aplicado na horizontal, com a letra I no lado esquerdo. Pouco depois, em 1979, a identidade visual da marca ganhou nova tipografia de letra e design. Finalmente em 1982 o logotipo somente com o nome da marca por extenso foi adotado.


A versão cromada, utilizada na grade dianteira dos veículos também surgiu no início da década de 1980.


Os slogans 
Transport is Energy. (2011) 
Carregada de Potência. (2016) 
Your Partner for Sustainable Transport. (Iveco Bus)


Dados corporativos 
● Origem: Europeia 
● Fundação: 1 de janeiro de 1975 
● Fundador: Fusão de cinco fabricantes de veículos comerciais 
● Sede mundial: Turim, Itália 
● Proprietário da marca: Iveco S.p.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da CNH Industrial N.V.) 
● Chairman: Sergio Marchionne 
● Presidente: Pierre Lahutte 
● Faturamento: US$ 10.4 bilhões (2017) 
● Lucro: US$ 272 milhões (2017) 
● Presença global: 160 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 26.000 
● Segmento: Automobilístico 
● Principais produtos: Caminhões, vans e ônibus 
● Concorrentes diretos: Scania, Volvo, Ford, Mercedes-Benz, Renault, Western Star, Freightliner, Hyundai, Man e Marcopolo 
● Ícones: A linha de comerciais leves Daily 
● Slogan: Transport is Energy. 

A marca no Brasil 
No país, a empresa começou suas atividades oficialmente em 1997 com o lançamento da pedra fundamental no terreno onde foi construído o complexo industrial em Sete Lagoas (MG), com inauguração ocorrida em novembro de 2000. Em junho de 2008, a empresa inaugurou o seu centro de desenvolvimento de produto (o primeiro fora da Europa e onde trabalham aproximadamente 300 engenheiros e técnicos com a responsabilidade de desenvolver os futuros produtos da marca para os mercados brasileiro e latino-americano), em 2010 um moderno centro de distribuição de peças em Sorocaba (SP) e, em 2013, uma unidade industrial da Iveco Veículos de Defesa, em Sete Lagoas (MG). Fruto da parceria entre a IVECO e o Exército Brasileiro, o VBTP-MR Guarani, um blindado anfíbio com capacidade para até 11 tripulantes, é o primeiro modelo projetado e fabricado na unidade da Iveco Veículos de Defesa no Brasil – a única fora da Europa. Já a sua linha de caminhões é uma das mais completas do mercado, a partir de 3.5 toneladas de PBT até os pesados das famílias Stralis e Tector. Em 2014 a IVECO BUS ingressou oficialmente no Brasil para atuar no mercado de transporte de passageiros. A IVECO possui mais de 100 concessionárias espalhadas pelo país.


A marca no mundo 
A IVECO está presente em mais de 160 países ao redor do mundo e oferece uma completa linha de produtos (veículos comerciais leves, médios e pesados, caminhões fora-de-estrada, ônibus urbanos e intermunicipais, bem como veículos especiais para aplicações como combate a incêndios, missões off-road, defesa e proteção civil) que atende plenamente às exigências da área de transporte profissional. Empregando mais de 26 mil pessoas, a empresa vende anualmente mais de 150 mil veículos e gerencia 23 fábricas em 19 países (Europa, Ásia, África, Oceania e América Latina) e seis centros de desenvolvimento de produto globais, além de manter importantes operações industriais e comerciais na China com parceiros locais. Um total de 5.000 pontos de vendas e postos de serviços em mais de 160 países garantem o suporte técnico onde quer que um veículo IVECO esteja rodando. 

Você sabia? 
A IVECO é líder na Europa no segmento de veículos comerciais movidos a gás natural, com mais de 23 mil unidades em circulação. 
A IVECO sempre foi protagonista no campo da inovação, principalmente no que se refere aos motores (foi a primeira a introduzir o turbo em toda a linha diesel, a primeira a adotar motores common-rail e a primeira a lançar veículos EuroV). 
A história da empresa também é marcada por grandes patrocínios, estratégia adota para fazê-la conhecida mundialmente. Assim, a IVECO esteve presente nos Jogos Olímpicos de Moscou (1980), na Copa Davis (1982) e nas jornadas do explorador Jacques Cousteau na Amazônia (1993). Além disso, a IVECO é presença constante no Rally Dakar, competição em que chegou ao lugar mais alto do pódio em 2012 e 2016, com uma equipe oficial. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados (Naboleia), sites especializados em Marketing e Branding (Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 13/3/2018

17.6.11

TATA MOTORS

A Índia nunca foi uma real potência no segmento automobilístico até o final da década de 90, quando a TATA MOTORS lançou seu primeiro grande sucesso no segmento de carros populares. Desde então, a montadora indiana vem ganhando musculatura, e muito dinheiro, o que proporcionou que ela comprasse, por ironia do destino, as marcas de luxo britânicas Jaguar e Land Rover.

A história
Tudo começou no ano de 1945 quando a empresa Tata Engineering and Locomotive Company Limited, fundada por Jehangir Ratanji Dadabhoy Tata, iniciou a produção de locomotivas para atender a crescente demanda por este tipo de transporte na Índia, um país de grandes extensões territoriais onde o trem é um meio de transporte imprescindível. Somente em 1954 a empresa produziu seu primeiro veículo comercial, em colaboração com a alemã Daimler-Benz AG, que disponibilizou tecnologia. A montadora exportou seus primeiros veículos para o Ceilão (atual Sri Lanka) em 1961. Pouco depois, em 1966, a empresa inaugurou na cidade de Pune seu primeiro centro de pesquisa e desenvolvimento de produtos. Hoje em dia, a área de pesquisa e desenvolvimento emprega 4.500 cientistas e engenheiros que se dedicam a descoberta e emprego de novas tecnologias em seus automóveis.


Os anos 70 foram marcados pelo desenvolvimento dos motores a diesel. A história da montadora começou a mudar quando o herdeiro do fundador, Ratan Naval Tata, assumiu o comando. Depois de décadas de sucesso vendendo veículos comerciais, ele começou a pensar em diversificar os produtos. Foi então que em 1991 a TATA MOTORS lançou no mercado indiano o TATA SIERRA, um veículo de múltiplas utilidades. Depois de lançar mais três modelos, a perua TATA ESTATE, baseada no TATA MOBILE, um veículo comercial leve introduzido em 1989; TATA SUMO, um veículo multi-utilitário; e o TATA SAFARI, primeiro utilitário esportivo indiano; a montadora introduziu no mercado, no final dos anos 90, seu primeiro grande sucesso, o TATA INDICA. O compacto modelo rapidamente se tornou um enorme sucesso, não somente pelo preço competitivo e fácil manutenção como também por ser econômico e ideal para rodar nas apertadas ruas e no trânsito caótico do país. Em apenas dois anos o modelo se tornou líder de mercado em seu segmento.


Nos anos seguintes, o automóvel também começou a ser exportado para a Europa, especialmente para o Reino Unido e a Itália, além da África do Sul que recebeu muitas unidades do carrinho popular. Somente em 2003 a empresa assumiu definitivamente o nome de TATA MOTORS. Com o sucesso econômico a empresa iniciou uma série de importantes aquisições globais, como em 2004 quando comprou a divisão de caminhões da coreana Daewoo (atualmente conhecida como Tata Daewoo Commercial Vehicles Company); em 2005 ao adquirir o controle acionário da fabricante de carrocerias e ônibus espanhola Hispano Carrocera; e, em 2006, ao firmar acordo com a brasileira Marcopolo para introduzir ônibus de piso baixo no mercado indiano.


O ano de 2008 foi marcado por grandes acontecimentos: em 10 de janeiro a montadora apresentou ao mundo o TATA NANO, considerado o veículo mais barato do planeta, custando aproximadamente US$ 3.000, que em poucos meses recebeu mais de 200.000 encomendas. Durante o lançamento do veículo, Ratan Tata relembrou como nasceu a idéia. “Eu observava famílias inteiras andando em scooters, com o pai dirigindo, com um filho na sua frente e a mãe atrás, segurando um bebê de colo”, disse. “Isso me fez questionar se não seria possível conceber um meio de transporte seguro e viável para toda a família”. Com 3.1 metros de comprimento, 1.5 de largura e 1.6 de altura, o NANO é um monovolume de quatro portas que oferece espaço suficiente para quatro pessoas e também boa dirigibilidade, tanto no trânsito pesado como em áreas rurais. Pouco depois a TATA MOTORS anunciou a aquisição das marcas britânicas Jaguar e Land Rover junto à montadora americana Ford por US$ 2.3 bilhões, ingressando assim no segmento de automóveis de luxo.


Recentemente a TATA MOTORS apresentou uma versão elétrica do veículo mais barato do mundo. Batizada de NANO EV, o modelo marca a entrada da empresa indiana no segmento de automóveis ecologicamente corretos. De acordo com a fabricante, o modelo conta com 40 kW (54 cv) de potência, sendo alimentado por baterias de íons de lítio. Dados oficiais afirmam que ele acelera de 0 a 100 km/h em menos de 10 segundos e que pode chegar a 110 km/h. Sua autonomia chegaria a 160 km. Em 2010 a montadora apresentou um novo crossover chamado TATA ARIA. O modelo traz uma nova plataforma, batizada de X2, onde a marca privilegia o conforto dos passageiros, sem abandonar características que o levam para o fora de estrada. Outro destaque do modelo é ser o primeiro veículo da montadora a vir equipado com controle de estabilidade (ESP).


A linha do tempo
1992
Lançamento da perua TATA ESTATE.
1994
Lançamento do TATA SUMO, um veículo extremamente versátil para múltiplas utilidades.
1998
Lançamento do TATA SAFARI, primeiro veículo utilitário esportivo do mercado indiano.
Lançamento do TATA INDICA, um veículo de passageiros que se transformou em um verdadeiro sucesso comercial.
2001
Lançamento do TATA INDICA V2, segunda geração do famoso automóvel.
2002
Lançamento do TATA INDIGO, um sedã compacto.
2004
Lançamento do TATA SUMO VICTA, utilitário esportivo de porte médio-grande, uma espécie de jipe.
2005
Lançamento do TATA XOVER, um crossover de sete lugares.
Lançamento do TATA ACE, primeiro mini-caminhão do mercado indiano.
Lançamento do modelo INDICA V2 com motor turbo diesel.
Lançamento do TATA NOVUS, um caminhão de porte médio.
2007
Lançamento do TATA WINGER, uma van de porte grande para o transporte de passageiros.
2008
Lançamento do TATA INDICA VISTA, a nova geração do famoso modelo.
Apresentação do TATA NANO, um mini-carro considerado o mais barato do mundo. O veículo começou a ser vendido no ano seguinte. O modelo já vendeu mais de 100.000 unidades desde seu lançamento.
Lançamento da picape TATA D.R. CONGO.
2009
Lançamento do TATA MANZA, um sedã de pequeno porte e baixo custo.
2010
Lançamento do TATA IRIS MAGIC, uma pequena van para transporte de passageiros, feita sob a plataforma do NANO. O objetivo desse lançamento é combater os veículos de três rodas, os famosos riquixás, que funcionam como táxis nas cidades indianas.
2011
Lançamento do TATA INDICA eV2, versão elétrica do famoso modelo.


Dados corporativos
● Origem: Índia
● Fundação: 1945
● Fundador: Jehangir Ratanji Dadabhoy Tata
● Sede mundial: Mumbai, Índia
● Proprietário da marca: Tata Group
● Capital aberto: Sim (2004)
● Chairman: Ratan Tata
● CEO & Presidente:
Carl Peter Forster
● Faturamento: US$ 27 bilhões (2010)
● Lucro: US$ 2.05 bilhões (2010)
● Valor de mercado: US$ 11.6 bilhões (junho/2011)
● Fábricas: 5 (somente na Índia)
● Vendas globais: 1.080.994 de veículos (2010)
● Presença global: 35 países
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 25.000
● Segmento: Automobilístico
● Principais produtos:
Automóveis compactos, caminhões e ônibus
● Outros negócios: Land Rover e Jaguar
● Slogan: Improving the Quality of Life.
● Website: www.tatamotors.com

A marca no mundo
Hoje em dia a montadora, que faz parte do Grupo Tata, um enorme conglomerado que abrange empresas em diferentes setores como siderurgia, química, telecomunicações, informática e serviços financeiros, produz veículos comerciais leves e pesados, ônibus e carros compactos, emprega mais de 25.000 pessoas, comercializa seus produtos em mais de 35 mercados globais e faturou no ano fiscal de 2010 US$ 27 bilhões, vendendo mais de 1 milhão de veículos, incluindo as marcas Jaguar e Land Rover. A TATA MOTORS é a terceira maior produtora mundial de ônibus e a quarta de caminhões. Na Índia, é líder no segmento dos veículos comerciais, e está entre as três maiores fabricantes de automóveis de passageiros. A empresa possui fábricas nas cidades indianas de Jamshedpur, Sanand, Pantnagar, Lucknow, Dharwad e Pune, assim como na Argentina, África do Sul e Tailândia.

Você sabia?
Desde a produção de seu primeiro automóvel na década de 50, a TATA MOTORS já vendeu mais de 5.9 milhões de veículos somente na Índia.
Em 2010 a TATA MOTORS superou a Reliance em uma pesquisa e se tornou a marca mais valiosa da Índia.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 17/6/2011

19.5.10

MARCOPOLO

Há 60 anos a MARCOPOLO vem aproximando pessoas no mundo inteiro oferecendo continuamente as melhores soluções para o transporte coletivo de passageiros. A empresa gaúcha não é apenas uma fabricante de ônibus. Ela também vende consultoria em sistemas de transporte. Com isso, conseguiu ganhar o mundo e se tornou uma das empresas mais globalizadas do país.
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A história
Em 1949 o processo de urbanização no Brasil começava a acelerar, e o transporte de passageiros apresentava-se como um dos pilares para o crescimento das cidades. Foi neste contexto, que no dia 6 de agosto, Dorval Nicola, Doracy Nicola, Nelson J. Nicola, Paulo Bellini e outros cinco parceiros, fundaram na cidade de Caxias do Sul, estado do Rio Grande do Sul, a empresa Nicola & Cia, que tinha como principal finalidade construir carroçarias de ônibus. O primeiro veículo produzido pela nova empresa foi o Ônibus Nicola Rodoviário, com estrutura feita em madeira e capacidade para 26 passageiros. De forma artesanal a nova empresa, que além dos sócios empregava outros 15 funcionários, começou suas atividades levando até 90 dias para entregar uma unidade. À época a madeira era a principal matéria-prima. Sem engenheiros para projetar as carrocerias, que eram adaptações de carrocerias de caminhão, os sócios “se viravam” na base da criatividade e com o desejo de fazer o negócio crescer.
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Pouco depois, em 1952, a empresa começou a utilizar na produção as primeiras estruturas em aço, um marco na indústria de carrocerias de ônibus no Brasil. Apesar dos percalços, a empresa era uma das poucas naquele momento a fabricar ônibus, de modo que cresceu rapidamente e logo precisou de mais espaço. Foi então, que a empresa, em 1957, inaugurou uma nova fábrica em Caxias do Sul, fazendo com que a produção atingisse 237 carrocerias em aço. Neste mesmo ano a empresa começou a produção de ônibus a partir de chassis brasileiros. Foram fabricadas 600 carrocerias na primeira década de existência da empresa.
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No início da próxima década, em 1961, a MARCOPOLO realizou suas primeiras exportações para o Uruguai (venda de dois ônibus rodoviários para a Compañia Omnibus Pando), iniciando assim um tímido processo de internacionalização. Somente em 1968 foi apresentado no VI Salão do Automóvel, em São Paulo, o ônibus MARCOPOLO, cujo sucesso levou a empresa, três anos mais tarde, a adotar o nome do viajante veneziano como sua denominação social. No ano seguinte, como resultado da melhora do processo produtivo, da implantação de um programa de treinamento, e da abertura de filiais em São Paulo e Curitiba, a empresa conseguiu dobrar a produção de ônibus nesta década. Em 1971, foi iniciada a exportação de unidades desmontadas (KD) e a venda de tecnologia para a Venezuela.
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No ano seguinte a MARCOPOLO lançou no mercado seu primeiro microônibus, ingressando em um novo segmento. Os anos seguintes foram de intensas atividades internacionais, com participações em eventos na América do Norte e Europa. Nos últimos anos dessa década, depois de inaugurar mais um fábrica em Betim, estado de Minas Gerais, foram lançados no mercado os ônibus articulados e os ônibus elétricos. Em 1991, a MARCOPOLO iniciou o seu processo de internacionalização na produção com a instalação de sua primeira fábrica na cidade de Coimbra em Portugal, que serviu como base para vendas na Europa e na África. Ainda este ano, inaugurou a primeira Escola de Formação Profissional Marcopolo. Nos anos seguintes, o crescimento externo não parou.
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Em 1998, ano do lançamento do Microônibus Volare e da fabricação do ônibus 100 mil na história da MACOPOLO, foi constituída a subsidiária latino americana em Córdoba na Argentina. No ano seguinte iniciou a produção de seus ônibus em uma nova fábrica no México. Para manter o ritmo de expansão, a MARCOPOLO ingressou no século 21 em direção à China, onde estabeleceu, em 2001, contrato de transferência de tecnologia para a cidade de Chanugzson; e à África do Sul, onde instalou uma planta fabril através da compra dos ativos de um complexo industrial da Volvo. No ano de 2004, ocorreu a reestruturação da empresa em quatro unidades de negócios independentes: Ônibus, com as marcas Marcopolo e Ciferal; LCV, com a marca Volare; Negócio Peças & Componentes com as marcas já consagradas; e Negócio Produtos Plásticos, com a marca MVC. Nesse mesmo ano foi inaugurada nova linha de montagem na unidade Ana Rech, em Caxias do Sul. Pouco depois, em 2006, anunciou uma joint-venture com a indiana Tata Motors, para produzir ônibus por lá. Outra associação foi feita com a Ruspromauto da Rússia.
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Recentemente, em 2008, a empresa assinou um contrato para fornecer 143 ônibus para a prefeitura de Johannesburgo (África do Sul). Além de deixar para trás competidores de todas as partes do mundo, a vitória confirmou o acerto da aposta da MARCOPOLO em um modelo de negócio que já carimbou seu passaporte em 100 países e garante 36% de seu faturamento. Em 2009, a MARCOPOLO inaugurou uma nova fábrica no Egito e começou a construir uma segunda unidade na Índia, também em parceria com a Tata Motors. Projeto ousado: quando estiver operando em 2013, com capacidade de 25 mil unidades ao ano, deverá ser a maior fábrica de ônibus do mundo, empregando aproximadamente 4 mil trabalhadores e gerando receita de US$ 400 milhões.
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A linha do tempo
1950
Lançamento do ônibus urbano com capacidade para 38 lugares, porta pacotes e revestimento interno feito em Duratex.
1954
Lançamento do ônibus Nicola intermunicipal, primeiro veículo produzida pela empresa a ter poltronas reclináveis.
1963
Lançamento do ônibus urbano com capacidade média para 32 passageiros sentados, equipado com catraca e mesa para cobrador.
1968
Lançamento do ônibus urbano Nicola 2010, que apresentou novo sistema de portas, com duas folhas.
1970
Lançamento do ônibus rodoviário Marcopolo II, com opções de luxuoso carro-leito, com 18 poltronas-camas até modelos com 45 lugares.
1972
Lançamento do microônibus Marcopolo Jr. montado sobre duas versões do chassi (3.500 a 4.500 metros entre eixos).
1973
Lançamento do Marcopolo II Seletivo, ônibus rodoviário equipado com ar condicionado.
Lançamento do ônibus urbano Romeu e Julieta, no qual a parte traseira poderia ser removida nos horários de menor movimento de passageiros.
1974
Lançamento do Veneza Expresso, ônibus urbano, em versão especial para utilização no transporte urbano de Curitiba.
1978
Lançamento do Marcopolo III Articulado, primeiro ônibus brasileiro articulado rodoviário intermunicipal.
1979
Lançamento do Trólebus, uma nova geração do veículo urbano movido por eletricidade.
1980
Lançamento do Sanremo, um ônibus para turismo equipado com ar condicionado, rádio, banheiro, bar, refrigerador, TV e com a cabine do motorista totalmente separada dos passageiros.
Lançamento do Sanremo ST, veículo concebido para ser adaptado ao transporte escolar, rural e rodoviário.
1983
Lançamento do Paradiso G IV 1400, primeiro ônibus rodoviário “high-deck” do Brasil, exclusivo sobre plataforma com 3º eixo.
Lançamento da Geração IV de ônibus Marcopolo, composta pelos rodoviários Viaggio, Paradiso (que se transformou em ícone no Brasil e no exterior), Strada, pelo urbano Torino e pelo micro Senior.
1988
Lançamento do microônibus S&S, fabricado com exclusividade para o mercado norte-americano. Em 1989, nos Estados Unidos, os “Sete maiores chefes de Estado” do mundo foram transportados pelo microônibus S&S. Entre eles: Margaret Thatcher, François Mitterrand, Helmut Kohl e George Bush.
1992
Lançamento da Geração V de ônibus Marcopolo, composta pelos rodoviários Viaggio 850, 1000, 1150, 1450.
1993
Lançamento do ônibus urbano Torino GV articulado e do modelo Torino GV três portas.
1995
Lançamento de modelo de ônibus “low entry” (com piso baixo).
1996
Lançamento do Torino GV Trolebus, um ônibus elétrico com três portas.
Lançamento do primeiro ônibus de dois andares fabricado no país.
1998
Lançamento da marca VOLARE dentro da Unidade de Negócios LCV (Veículos Comerciais Leves), em virtude da demanda de mercado por um veículo ágil, seguro, econômico e confortável no transporte coletivo de passageiros. Os primeiros modelos de mini-ônibus lançados foram o A6 e A8. Atualmente a VOLARE se dedica ao desenvolvimento, produção e comercialização dos modelos V5, V6, V8, W8 e W9 nos segmentos Escolarbus, Municipal, Turismo/Fretamento, Acesso Fácil e Unidade Móvel.
1999
Lançamento do VOLARE Escolarbus, primeiro mini-ônibus no Brasil desenvolvido para o transporte escolar.
2000
Lançamento da linha de ônibus rodoviários Geração 6, que inserindo a marca definitivamente no mercado mundial e concorrendo com um produto de alta qualidade e desempenho.
2002
Lançamento do Andare, primeiro ônibus com teto removível, exportado para a Arábia Saudita.
2004
Lançamento do ônibus Ideale e do rodoviário Viaggio III no mercado Europeu na feira de Kortrijk na Bélgica.
2005
Lançamento de três modelos de ônibus desenvolvidos com o conceito de construção modularizada, onde as saias laterais são feitas com painéis móveis, o que reduz o custo no caso de reparo ou troca, além de facilitar a manutenção.
2007
A fábrica de Planalto (RS) produziu a unidade 200 mil da história da MARCOPOLO: um microônibus Sênior, comprado pela empresa Reunidas de Caçador (SC).
2008
Lançamento dos ônibus urbanos Viale Articulado (com quatro eixos) e Gran Viale Articulado (com piso baixo).
2009
Lançamento da linha de ônibus rodoviários Geração 7, desenvolvida para ser aceita em qualquer parte do mundo. Um exemplo disso são os modelos Paradiso e Viaggio, que são robustos e capazes de satisfazer as exigências ambientais e tecnológicas de qualquer país.
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Pesquisas & Desenvolvimento
Anualmente a MARCOPOLO investe aproximadamente R$ 100 milhões para pesquisas e desenvolver inovações e novos modelos. Este setor conta 300 funcionários trabalhando em laboratórios mecânicos, laboratórios químicos, e na área de engenharia experimental. A cada geração de ônibus o acúmulo de pequenas inovações resulta em melhorias significativas em termos de aerodinâmica, design e conforto. Mesmo em um produto tradicional, como o ônibus, a empresa encontra espaço para inovar permanentemente, oferecendo soluções customizadas para seus clientes, cuja prova cabal são os mais de uma centena de opções em modelos de todos os portes.
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A evolução visual
No decorrer dos anos a marca MARCOPOLO passou por inúmeras modificações na sua identidade visual. Desde o primeiro logotipo adotado em 1968 até o atual, lançado em 1999, as modificações sempre mantiveram como destaque o símbolo característico da marca.
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Dados corporativos
● Origem:
Brasil
● Fundação: 6 de agosto de 1949
● Fundador: Dorval Nicola, Doracy Nicola, Nelson J. Nicola, Paulo Bellini e outros cinco parceiros
● Sede mundial:
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil
● Proprietário da marca:
Marcopolo S.A.
● Capital aberto: Sim (1978)
● Chairman:
Paulo Bellini
● CEO & Presidente: José Rubens de la Rosa
● Faturamento: R$ 2.05 bilhões (2009)
● Lucro: R$ 136.5 milhões (2009)
● Valor de mercado: R$ 1.8 bilhões (maio/2010)
● Fábricas: 11
● Vendas globais: 19.384 unidades (2009)
● Presença global:
+ 105 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 13.700
● Segmento:
Automotivo
● Principais produtos: Ônibus rodoviários e urbanos e microoônibus
● Slogan:
Aproximando pessoas.
● Website:
www.marcopolo.com.br
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A marca no mundo
Atualmente a MARCOPOLO, empresa brasileira líder mundial na fabricação de carrocerias de ônibus, comercializa seus veículos em mais de 105 países de todos os continentes. As vendas anuais da marca somam 19.384 unidades, sendo que os ônibus rodoviários representam 33.4%, os urbanos 28.8%, os microônibus 4.7%, os mini-ônibus 3.4%, e os ônibus da marca Volare 21.1%. A empresa possui três fábricas no Brasil, duas em Caxias do Sul (RS) e outra em Duque de Caxias (RJ). Além de outras oito no exterior: México, Colômbia, Argentina, África do Sul, China, Rússia, Egito e Índia (maior unidade, em volume de produção, da fabricante brasileira no exterior). Todas as fábricas da MARCOPOLO juntas possuem capacidade de produção diária de 141 unidades.
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Você sabia?
Dentre outros fatores, a MARCOPOLO tem como tradição renovar suas gerações de ônibus, em média, a cada oito ou nove anos, respeitando as necessidades do mercado.
A empresa atua no mercado com marcas próprias como MARCOPOLO e Ciferal, além da Volare, em parceria com a Agrale, com a qual atua na produção de ônibus de pequeno porte.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Veja, Exame e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), e Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Última atualização em 19/5/2010

14.6.06

SCANIA


Os imponentes veículos comerciais da SCANIA fazem parte de nossas vidas, do nosso dia-a-dia e do nosso caminho. Afinal, quem nunca se deparou com caminhões da marca transportando mercadorias pelas estradas, em uma grande obra, ou até mesmo com seus imponentes e luxuosos ônibus transportando pessoas para os mais impensáveis destinos.

A história
A história começou em 1891 quando a siderúrgica Surahammars Bruk, constituiu uma subsidiária na cidade de Södertälje chamada Vagnsfabriksaktiebolaget i Södertälje (expressão no idioma sueco para "Fábrica de Carruagens Ltd. em Södertälje"), e que seria abreviada para VABIS, que iniciou suas atividades com a fabricação de vagões ferroviários e bondes. Quase duas décadas mais tarde, em 1900, era fundada na cidade Malmö no sul da Suécia a Maskinfabriks-aktiebolaget Scania, que inicialmente produzia bicicletas. SCANIA é a forma latina para designar a província sueca de Skåne, onde estava localizada a empresa. Finalmente, em 1902, o engenheiro Gustaf Erikson desenvolveu o primeiro caminhão da VABIS. Quase no mesmo momento, em 1903, a SCANIA desenvolvia seu primeiro automóvel, e dois anos depois seu primeiro caminhão.


Finalmente, no dia 18 de março de 1911, a SCANIA se fundiu com a VABIS, que enfrentava grandes dificuldades financeiras, em uma ação comandada por Per Alfred Nordeman para formar a SCANIA-VABIS. Neste momento, a produção de automóveis e motores foi transferida para a cidade de Södertälje, enquanto a de caminhões ficou em Malmö. Ainda em 1911, foi lançado o primeiro ônibus com motor da Suécia, o Nodrmark. Equipado com chassis propulsionado a correntes construído pela SCANIA em Malmö e um motor e carroçaria da VABIS fabricados em Södertälje, o ônibus representava um novo padrão em termos de transportes públicos. Em seus acentos, cobertos com uma espessa pele de alce, os passageiros viajavam pelas difíceis estradas locais, alcançando uma velocidade média de 20 quilômetros por hora.


Dois anos mais tarde a nova empresa abriu sua primeira subsidiária estrangeira na Dinamarca. Pouco depois, em 1915, a produção anual atingia 151 veículos: 76 carros, 74 caminhões e um ônibus. Em 1919, a empresa centralizou seu foco somente na fabricação de caminhões, deixando em segundo plano os automóveis e a pequena produção de ônibus. Porém, com a grande depressão que assolava o mundo, a demanda civil por caminhões era muito pequena e a empresa mergulhou em uma grande crise. No ano seguinte, a crise aumentou com greves de funcionários e a empresa estava à beira da falência.


A empresa acabou sendo liquidada, surgindo, com a ajuda de investidores, uma nova com o nome AB SCANIA-VABIS. Neste momento a nova empresa transferiu a ênfase da produção de caminhões para a produção de ônibus. O sucesso nesta área pode ser atribuído parcialmente ao desenvolvimento do ônibus “buldogue”, um engenhoso projeto de August Nillsson, que chefiava o desenvolvimento técnico da empresa. Em 1925, somente depois de quase cinco anos de reestruturação, foi relançada sua nova linha de caminhões. Ao final desse ano, tinham sido vendidos mais de 100 caminhões, mostrando que a empresa estava renascendo. Em 1929 a produção de automóveis foi definitivamente encerrada.


Na década de 30, a SCANIA-VABIS, contava com mais de 500 funcionários, e voltava sua produção para caminhões e ônibus. Em 1932, as vendas de ônibus ultrapassaram as de caminhões. Com o aumento da necessidade de maior ca-pacidade de passageiros, a empresa lançou o “ônibus Bulldog”, um passo pioneiro no sentido de uma maior eficácia, graças a um design funcional. O primeiro motor a diesel produzido inteiramente pela empresa foi introduzido em seus modelos no ano de 1936. Entre 1940 e 1945, a empresa foi reorganizada radicalmente, os caminhões foram definidos como seu produto principal. A partir daí, o conceito de sistema modular de produtos foi concebido e implantado. Em 1945, Adrian Beers, um revendedor de automóveis holandês, começou a importar caminhões e ônibus da SCANIA, dando início à era das exportações e a conquista de mercados estrangeiros. Com o grande sucesso das exportações, Adrian Beers foi durante anos um exemplo de eficiência em vendas de produtos da marca, tornando-se peça fundamental para o sucesso da SCANIA.


No final da década a empresa lançou o seu motor diesel com injeção direta. Este motor era tão durável que ficou conhecido como o “motor de 400.000 quilômetros”. Em 1954, foi lançado no mercado o caminhão Regent, que alavancou as vendas da SCANIA, tornando-a extremamente competitiva dentro do mercado mundial. Nesta década a empresa possuía entre 40% e 50% de participação de mercado na Suécia, chegando a 70% no segmento de caminhões pesados e exportando 50% de sua produção. Foi também nesta época que começou a formar uma rede de vendas e serviços pelo continente europeu. Em 1969, os acionistas da SCANIA-VABIS e da também sueca Saab (fábrica de aviões militares e automóveis), decidiram unir as duas companhias e formar a SAAB-SCANIA. A partir deste momento, os veículos seriam denominados apenas SCANIA, sem o nome VABIS, e seria suprimida a estrela dentro do círculo que acompanhava o nome em seu logotipo. Essa associação foi dissolvida em 1995 e a SCANIA tornou-se novamente uma empresa independente.


Nesse mesmo ano a empresa lançou no mercado os primeiros modelos dos novos caminhões da chamada 4-Series. A empresa atingiu em 2000, uma importante marca histórica: a produção de um milhão de veículos pesados, que envolveu na produção 11 fábricas em cinco países, com o bloco do motor sendo fabricado pela SCANIA do Brasil. O milionésimo caminhão global foi doado à Cruz Vermelha Internacional, e atualmente participa dos programas de ajuda humanitária na África. No dia 3 de março de 2008, o grupo Volkswagen anunciou a compra de participação acionária adicional na SCANIA, passando desta forma a ser o acionista controlador da empresa. Recentemente, em 2012, a SCANIA recebeu uma mega-encomenda de 375 camiões da chinesa Zoomlion, empresa que constrói bombas de cimento móveis usadas para a construção de edifícios, sobretudo arranha-céus.


Fortalecendo a marca
A empresa realiza ações que fortalecem a marca junto aos consumidores e prestadores de serviço. Você já ouviu falar no Scania Top Team? É uma competição mundial entre equipes de mecânicos das concessionárias da SCANIA em todo o mundo, que tem como objetivo principal aumentar o conhecimento dos caminhões e ônibus da marca, das ferramentas e dos sistemas de diagnóstico que fazem parte do dia a dia na oficina, além de incentivar o espírito de equipe, motivar e melhorar o serviço de manutenção. O Scania Top Team não vem de hoje. Surgiu em 1989 somente com equipes suecas. Aos poucos, foi espalhando até se tornar uma competição mundial: em 1996, competiram equipes dos países nórdicos (Suécia, Noruega, Finlândia, Dinamarca e Islândia). Em 2003, envolveu 17 países da Europa. Quatro anos mais tarde, 31 mercados da Europa e Ásia participaram da final regional. Em 2011, 45 mercados onde a marca atua disputaram o título de melhor equipe de Serviços Scania do mundo.


Além disso, a marca, referência mundial em veículos pesados, promove em vários países a competição do “Melhor Motorista de Caminhão” (“Scania Driver Competitions”). Criado em 2003, o desafio consiste em avaliar as habilidades dos motoristas visando contribuir com a segurança nas estradas e valorização do profissional, além de promover uma condução que alie eficiência à redução de emissão de poluentes. As provas são elaboradas para se aproximar o máximo possível do dia a dia dos motoristas, com simulação de manobras e outras situações comuns ao volante. A competição foi criada para chamar a atenção dos motoristas, celebrando suas habilidades e valorizando os atributos da profissão, extremamente importante para sociedade. A competição é realizada em vários países do mundo, como por exemplo, Austrália, Hong Kong, Argentina, Coréia do Sul, México, Singapura, China, Chile, Malásia, Peru e África do Sul, assim como ao redor da Europa. O Brasil tem sua própria etapa desta competição.


A evolução visual
O logotipo da marca mudou bastante no decorrer dos anos. A primeira mudança significativa ocorreu em 1911 quando aconteceu a fusão com a VABIS. Em 1969, devido à fusão com a SAAB um novo logotipo foi criado e apresentado ao mercado. O último logotipo foi introduzido em 1995 quando a SCANIA se tornou uma empresa independente e se separou definitivamente da SAAB.


Os slogans
Destined to Lead. (2008)
Tudo por você. (2008)
Sempre na direção do futuro.
A marca que você quer.


Dados corporativos
● Origem: Suécia
● Fundação: 1891
● Fundador: Per Alfred Nordeman
● Sede mundial: Södertälje, Suécia
● Proprietário da marca: Scania AB
● Capital aberto: Sim (1996)
● Chairman: Martin Winterkorn
● CEO & Presidente: Leif Östling
● Faturamento: US$ 13 bilhões (2011)
● Lucro: US$ 1.39 bilhões (2011)
● Valor de mercado: US$ 15 bilhões (abril/2012)
● Vendas globais: 80.108 veículos (2011)
● Presença global: + 100 países
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: Brasil, Rússia e Alemanha
● Funcionários: 33.375
● Segmento: Automotivo
● Principais produtos: Caminhões, ônibus e motores diesel
● Concorrentes diretos: Mercedes-Benz, Volvo, Ford, Iveco e Marcopolo
● Ícones: Caminhão Série 1 (cor laranja)
● Slogan: Tudo por você.
● Website: www.scania.com.br

A marca no Brasil
O Brasil foi escolhido pela SCANIA para iniciar suas atividades na América Latina exatamente no dia 2 de julho de 1957. Constituída oficialmente como Scania-Vabis do Brasil Motores Diesel, produziu seu primeiro caminhão em 1958. Era um modelo L 75, que atendia rigorosamente às exigências do governo, de 35% de nacionalização. No ano seguinte, saiu das linhas de montagem o primeiro motor a diesel brasileiro para caminhões. Em 1962, sua fábrica foi transferida do bairro do Ipiranga, em São Paulo, para a cidade de São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista. Em 1974, a empresa lançou no mercado os caminhões LK140, equipados com motor V8. Durante os 22 anos em que foram fabricados, esses caminhões desfrutaram a posição de motor mais potente da categoria. O lançamento do modelo L111 para caminhões em 1976, marcou a introdução da Série 1 no mercado brasileiro. Com sua cor laranja, se transformou em um símbolo do transporte rodoviário de cargas no Brasil.


De 1976 a 1981, a SCANIA comercializou no país 9.745 unidades desse modelo. Logo após esse período, veio o lançamento da Série 2, com a introdução dos caminhões T112, R112, T142 e R142 com motores de 11 e 14 litros voltados ao segmento de pesados. Em 1989, a SCANIA lançou as linhas HW e EW para caminhões, equipados com motores de até 411 cavalos, os mais potentes do mercado brasileiro na época. No ano seguinte, a produção de caminhões da empresa no mundo atingia a marca de 600.000 unidades. O veículo foi produzido no Brasil. Em 1991, introduziu a Série 3, com o lançamento dos caminhões T113 e R113. Dois anos mais tarde, ocorreu o lançamento da cabine modelo “Top Line” (desenvolvida para proporcionar maior conforto para o motorista), admirada por muitos fãs da marca.


No ano de 1997, a subsidiária brasileira se tornou a primeira montadora na América Latina a receber a certificação ISO 14001, que diz respeito ao meio ambiente. No ano seguinte, lançou no mercado os veículos da Série 4. Com esta série chegaram também os motores eletrônicos de 12 litros. Já em 1999, foram colocados no mercado brasileiro os primeiros ônibus para transporte urbano com piso baixo, L94 UB, que possibilitava o abaixamento da suspensão até o nível da calçada para o embarque e desembarque; e os primeiros motores marítimos eletrônicos de 12 litros. A SCANIA também foi pioneira em oferecer, com a Série 4, o ônibus rodoviário 8x2, que se destacava devido ao luxo e conforto para o passageiro, na versão de dois andares. Foi também neste ano que a montadora trouxe para o mercado brasileiro o caminhão com tração 8x4, para atender principalmente aos segmentos de construção civil e mineração.


Em 2001, a empresa retomou a produção de caminhões equipados com motor V8 ao lançar o “Rei da Estrada”, o mais potente do mercado brasileiro, com 480 cavalos. A série especial de caminhões “Horizontes” com a cor laranja, que celebrizou os chamados “jacarés” durante os anos 70 e 80, também foi trazida de volta ao mercado. Limitada a 650 unidades, a série inspirava-se no SCANIA L 111, que com sua inconfundível cor laranja cativou a simpatia do caminhoneiro brasileiro no final do chamado “milagre econômico”, na década de 70. No dia 2 de julho de 2002, a SCANIA comemorou 45 anos de atividades no Brasil. Durante esse período, produziu aproximadamente 170 mil veículos entre caminhões e ônibus, além de 43 mil motores industriais e marítimos. Para comemorar essa data, reuniu veículos históricos e contemporâneos e seguiu em caravana de sua fábrica, em São Bernardo do Campo (SP), até Caxias do Sul (RS), percorrendo com enorme sucesso uma das rotas mais importantes do país. Em 2003, lançou o IRIS, sistema de gerenciamento de frota via satélite, e inaugurou o primeiro posto de serviço autorizado na América Latia, localizado em Uruguaiana (RS).


De fevereiro a abril do mesmo ano, a empresa levou a 24 cidades do país toda sua linha de ônibus (sendo composta por três modelos: o ônibus rodoviário equipado com Opticruise; o veículo urbano de 15 metros com piso baixo; e o primeiro ônibus articulado da Série 4), no projeto Ponto a Ponto. Ainda em 2003, realizou a venda de 200 caminhões à Transportadora Binotto. Tratou-se do maior volume comercializado em uma única venda em toda sua história no mercado brasileiro. A linha de caminhões Evolução foi lançada em abril de 2004. No dia 22 de outubro deste ano, saiu da linha de montagem de São Bernardo do Campo o primeiro caminhão com o motor de 9 litros, totalmente eletrônico. O motor havia sido lançado mundialmente no mesmo mês.


Em 29 de novembro de 2004 a fábrica de São Bernardo produziu o 150.000º caminhão no Brasil. O K310 foi integrado à linha de ônibus rodoviários em janeiro de 2005 e a SCANIA saiu em caravana pelo País com o Projeto K310 – Força e Tecnologia. Neste ano também chegou ao Brasil o R580, gigante capaz de tracionar até 250 toneladas. Recentemente, em 2011, a empresa entregou o primeiro lote de ônibus movidos a etanol para a cidade de São Paulo. Os veículos, modelo K 270 4x2, são capazes de reduzir a emissão de CO2 em até 90%.


A subsidiária brasileira é uma das mais importantes do mundo, contribuindo ao longo dos anos com inovações, como por exemplo, o primeiro veículo a utilizar turbo-alimentador e o primeiro motor veicular brasileiro, com mais de 300 cv. Foi também a primeira a usar direção hidráulica e caixa totalmente sincronizada. Deve-se também à SCANIA a construção do primeiro chassi para ônibus integral, o S-112, com motor dianteiro; o primeiro com suspensão a ar e o primeiro com motor traseiro rodoviário, o K-112. O primeiro ônibus articulado também foi da SCANIA no Brasil. Com o apoio de uma rede de concessionárias estruturada em mais de cem pontos de atendimento em todo o território nacional, a empresa disponibiliza soluções aos seus clientes desde a escolha do veículo até toda a sua vida útil. Tudo para que o transportador tenha foco em suas atividades e obtenha rentabilidade em seus negócios. Em seus mais de 50 anos no país, a montadora sueca já produziu mais de 135 mil caminhões e ônibus, além de 42 mil motores industriais, marítimos e veiculares.


A marca no mundo
Atualmente a SCANIA, subsidiária do Grupo Volkswagen, é um dos líderes mundiais na fabricação de caminhões pesados e extrapesados, ônibus e motores à diesel industriais e marítimos e está presente em mais de 100 países. A empresa possui instalações de produção na Suécia, Holanda, França, Argentina, Brasil, Rússia e Polônia e linhas de montagem em mais de dez países na África, Ásia e Europa. Aproximadamente 95% de seus produtos são vendidos fora da Suécia. Em 2011 a SCANIA vendeu 87.068 de unidades, sendo 72.120 caminhões, 7.988 ônibus e 6.960 motores. O Brasil foi responsável pela venda de 13.011 caminhões pesados, 424 semipesados, 1.652 ônibus e 2.515 motores, se tornando o maior mercado da empresa no mundo, a frente de Rússia e Alemanha.

Você sabia?
Somente em sua sede mundial, localizada na cidade sueca de Södertälje, trabalham mais de 5.300 pessoas.
Desde sua fundação a SCANIA já produziu mais de 1.5 milhões de veículos comerciais (caminhões + ônibus).


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 26/4/2012