Mostrando postagens com marcador Antivírus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Antivírus. Mostrar todas as postagens

30.11.18

KASPERSKY LAB


A detalhada inteligência de ameaças e a experiência em segurança da Kaspersky Lab se transformam em soluções e serviços para proteger empresas, infraestruturas críticas, governos e consumidores ao redor do mundo. O abrangente portfólio de segurança da empresa russa inclui proteção de endpoints superior e inúmeras soluções e serviços de segurança especializada para combater ameaças digitais sofisticadas e em evolução. Por isso a Kaspersky Lab coloca a segurança mais testada e mais premiada a sua disposição, seja para proteger sua vida digital, sua mobilidade, o mundo digital de sua família ou da sua empresa. 

A história 
Em 1987, Eugene Kaspersky (foto abaixo) graduou-se na Faculdade de Matemática e Educação Superior da KGB (que depois mudaria seu nome para Instituto de Criptografia, Telecomunicações e Ciência Informática da Academia FSB) em Moscou, onde estudou matemática, criptografia e tecnologia da computação. Ele se especializou em engenharia matemática. Em agosto de 1989, o jovem engenheiro de software descobriu que seu computador pessoal - um trambolho que rodava o MS-DOS em discos flexíveis já extintos, os floppies - tinha sido atacado e infectado pelo implacável vírus Cascade. Fascinado pelo desafio, decidiu detectar o vírus, analisá-lo e criar um software capaz de neutralizá-lo. A educação especializada de Eugene em criptografia o ajudou a analisar o vírus criptografado, a entender seu comportamento e desenvolver uma ferramenta de remoção para ele. Após o êxito na remoção do vírus, a curiosidade e a paixão dele por tecnologias de computador o motivou a começar a analisar mais programas maliciosos e a desenvolver módulos de desinfecção para eles. As primeiras versões tinham apenas 40 definições de vírus e eram distribuídas principalmente para amigos e familiares.


Dando prosseguimento a sua paixão por tecnologias de defesa digital, em 1990, Eugene começou a reunir uma equipe de pesquisadores tão entusiasmados quanto ele para criar o programa antivírus AVP Toolkit Pro, que quatro anos depois foi reconhecido pela Universidade de Hamburgo como o software antivírus mais eficaz do mundo. Eugene também foi responsável por criar o primeiro antivírus do mundo que separa o software da base de dados - padrão da indústria atual. Também foi ele quem teve a ideia de colocar a primeira interface gráfica em um software antivírus. Com visão empresarial, Eugene e seus colegas, que incluía sua mulher Natalya e os amigos Alexey De-Monderik e Vadim Bogdanov, decidiram estabelecer sua própria empresa. Foi então que no dia 26 de junho de 1997, a Kaspersky Lab foi fundada, com Eugene liderando a área de pesquisa de antivírus. Inicialmente, ele não queria usar seu sobrenome na empresa, mas foi convencido por sua esposa. A empresa começou com apenas 19 funcionários. Em junho de 1998, um estudante taiwanês lançou um vírus chamado CIH (também conhecido como Chernobyl). Durante as primeiras três semanas, o AVP foi o único software na época capaz de removê-lo. Isso aumentou a demanda e levou a acordos com empresas de antivírus no Japão, Finlândia e Alemanha para integrar o AVP em seu software. O primeiro escritório da empresa no exterior foi aberto na Inglaterra em 1999.


No mês de novembro de 2000, o AVP foi renomeado como Kaspersky Anti-Virus. Isto porque o nome AVP já estava registrado como marca nos Estados Unidos. Nessa época a empresa já contava com 65 funcionários e vendia seus produtos para mais de 40 países. Pouco depois, em 2001, foi lançada versão do antivírus portátil, que vinha instalada em dispositivos móveis da Sony. No ano de 2003 a empresa intensificou sua expansão internacional com a inauguração de escritórios no Reino Unido, Polônia, Holanda e China. Mais tarde, expandiu-se para Alemanha, França, Estados Unidos e Japão. Pouco depois, no início de 2004, a Kaspersky Lab se tornou a primeira empresa do segmento a atualizar sua base de dados de antivírus de hora em hora. A empresa chegou ao Brasil em 2006 por meio de um distribuidor. No início do ano seguinte, a empresa lançou no mercado uma linha de produtos para o mercado corporativo.


Em março de 2008 a empresa criou o GReAT (Global Research & Analysis Team), uma equipe de pesquisa e análise global formada por um grupo de elite de 40 especialistas em segurança que operam em todo o mundo e fornecem inteligência e investigação para combater ameaças. Essa equipe é conhecida por descobrir e analisar detalhadamente as ameaças mais sofisticadas do mundo, incluindo campanhas de espionagem e sabotagem virtual, entre outras. Foi esse time globalmente renomado de especialistas que, em 2012, detectou um dos vírus mais complexos já vistos, o Flame, em uma investigação feita a pedido da ONU. Esse programa pirata, desenhado muito provavelmente pelos Estados Unidos e Israel, servia para espionar o programa nuclear iraniano. Dois anos antes, eles também tinham investigado o vírus Stuxnet, descoberto depois de causar estragos nas instalações atômicas dos aiatolás. E a empresa também foi a primeira a alertar sobre um ataque maciço contra o sistema bancário da Ucrânia.


Longe de ser ideal para ambientes corporativos, desde o final do mês de julho de 2017, a empresa oferece uma versão gratuita de sua proteção antivírus, chamada Kaspersky Lab Free (contém antivírus para arquivos, e-mail e web, atualizações automáticas, autodefesa; quarentena; entre outros). Mesmo sem muitos dos recursos que estão disponíveis nas versões pagas, a ferramenta parece ser mais confiável que as opções gratuitas de outros desenvolvedores disponíveis. Ainda em 2017, a Kaspersky Lab celebrou o seu 20º aniversário. Em setembro desse mesmo ano, a empresa foi alvo de uma enorme polêmica. Isto porque se encontrou na mira dos Estados Unidos. O Departamento de Segurança Doméstica deu um prazo de 90 dias para que todos os órgãos públicos federais deixassem de usar o antivírus de Kaspersky - com o qual milhões de civis trabalham -, porque o acusavam de passar informações ao Serviço de Segurança Nacional da Rússia (FSB), herdeiro da temida KGB. A proibição foi oficializada, quando o presidente Donald Trump assinou uma legislação que proíbe o uso do Kaspersky Lab em agências civis e militares. A empresa russa negou repetidamente que tenha vínculos com qualquer governo e disse que não ajudaria um governo com espionagem cibernética.


Hoje, o portfólio da empresa engloba soluções de segurança de TI voltadas às necessidades dos mais diversos clientes, como Kaspersky Anti-Virus (inclui proteção em tempo real, detecção e remoção de vírus, trojans, worms, spyware, adware, keyloggers e rootkits, além de atualizações automáticas e uma ferramenta para criação de disco de resgate), Kaspersky Internet Security (inclui todos os componentes de proteção do Anti-Virus junto com um firewall), Kaspersky Total Security (inclui proteção em tempo real com o suporte do KSN, detecção e remoção de vírus, spywares, trojans, worms, adwares, keylloggers, rootkits e outros tipos de malwares), Kaspersky Small Office Security (criado especificamente para empresas com 5 a 50 computadores, é fácil de instalar e gerenciar, e oferece a segurança mais testada e premiada do mundo para computadores, servidores de arquivos e dispositivos móveis, protegendo a empresa de ataques on-line, fraude financeira, ransomware e perda de dados) e Kaspersky Endpoint Security for Business (oferece proteção local ou em nuvem para empresas de pequeno e médio porte). Com esses produtos, usuários domésticos, pequenas empresas, empresas de médio porte e grandes corporações estão protegidos contra diferentes tipos de ameaças, sendo ferramentas convenientes para o controle e o gerenciamento da segurança.


A segurança de endpoint sempre foi a essência do negócio da Kaspersky Lab, especialmente no segmento de empresas de pequeno e médio porte. Ao mesmo tempo, nos próximos anos, a Kaspersky Lab espera que um dos principais impulsionadores de seu crescimento esteja no mercado empresarial, particularmente na área de segurança non-endpoint. Nascida de uma experiência pessoal, a empresa russa assistiu a missão de um homem curioso se transformar em um objetivo mundial na luta contra o cibercrime. A independência da empresa permite ser mais ágil, pensar de maneira diferente e agir com rapidez. Por isso está sempre inovando, oferecendo uma proteção que é eficaz, acessível e fácil de usar.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por remodelações ao longo de sua história. O logotipo original da Kaspersky Lab (nas cores vermelha e preta) foi substituído por um mais moderno. Recentemente esse logotipo ganhou uma modernização.


Dados corporativos 
● Origem: Rússia 
● Fundação: 26 de junho de 1997 
● Fundador: Eugene e Natalya Kaspersky, Alexey De-Monderik e Vadim Bogdanov 
● Sede mundial: Moscou, Rússia 
● Proprietário da marca: AO Kaspersky Lab 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Eugene Kaspersky 
● Faturamento: US$ 698 milhões (2017) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 200 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 3.900 
● Segmento: Tecnologia 
● Principais produtos: Antivírus e soluções de segurança de internet e redes 
● Concorrentes diretos: Symantec, McAfee, AVG, Avast, Avira, Bitdefender e FireEye 
● Slogan: The power of Protection. 
● Website: www.kaspersky.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a Kaspersky Lab opera em 200 países e territórios com 35 escritórios instalados em 31 deles. Seus produtos e tecnologias oferecem proteção a mais de 400 milhões de usuários e mais de 270.000 clientes corporativos em todo o mundo. A empresa, que emprega 3.900 profissionais e especialistas de segurança em TI, faturou US$ 698 milhões em 2017. A Kaspersky Lab é a quarta maior desenvolvedora de antivírus do mundo, a segunda maior da Europa e a primeira em mercados como Espanha, França e Alemanha. Entre seus clientes está, por exemplo, o Exército do Brasil. A Kaspersky Lab também colabora extensivamente com a Interpol (apoia o Centro de Crimes Digitais no Complexo Global de Inovação, em Singapura, com produtos e sua inteligência em ameaças online), Europol e departamentos policiais nacionais para ajudá-los ativamente em sua luta contra o cibercrime. 

Você sabia? 
Atualmente, o banco de dados da empresa é uma das mais completas e abrangentes coleções de segurança virtual, usadas na detecção e prevenção de sistemas que estejam infectados por mais de 500 milhões de programas maliciosos. 
Em 2012 a marca criou sua mascote: um simpático urso verde chamado MIDORI KUMA
Desde 2010, a Kaspersky Lab é patrocinadora oficial da equipe de Fórmula 1 Ferrari. E foi a partir de 2012, que o logotipo da Kaspersky Lab apareceu no carro da escuderia italiana, bem como no macacão dos pilotos e no uniforme da equipe. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), portais (G1 e TechMundo), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 30/11/2018

12.12.12

McAFEE


O nome McAfee soa familiarmente para milhões de internautas e representa para outros tantos milhões um alívio sem igual. Afinal, a marca oferece produtos e serviços que protegem dados e informações de milhões de pessoas ao redor do mundo, além de evitar que empresas sofram bilhões de dólares em prejuízos com as constantes ameaças que existem na internet. Utilizando produtos McAfee, os usuários se conectam, navegam e fazem compras online de forma segura e tranquila. Essa é a principal missão da McAfee, ajudar seus clientes a permanecerem seguros contra as constantes ameaças do mundo digital. 

A história 
Tudo começou no ano de 1987 quando o inglês John McAfee, que cresceu na cidade de Salem, estado americano da Virginia, e ainda trabalhava como um programador de computador para a empresa Lockheed anteviu não somente o crescimento da internet como também dos malefícios que a rede poderia causar nas máquinas e para as pessoas. Isto porque, em seu trabalho ele teve os primeiros contatos com um vírus de computador, então chamado “Pakistani Brain”, criado por dois irmãos paquistaneses, e resolveu desenvolver um software específico para combater aqueles tipos de programas, que seriam conhecidos como pragas digitais. Tudo em um momento onde os computadores começaram a se tornar populares nas casas americanas e crescia o medo de programas maliciosos se espalharem de máquina em máquina. Como um visionário cibernético, ele fundou a empresa McAfee Associates com alguns outros programadores e criou um software antivírus, oferecido por downloads gratuitos através de distribuição shareware, mas com limitações. Era o surgimento do McAfee Antivirus, que nos anos seguintes se tornaria extremamente popular em milhões de computadores pelo mundo afora.


Em 1989, ele abandonou a Lockheed e começou a trabalhar em tempo integral em sua empresa, que funcionava inicialmente na sala de sua casa na cidade de Santa Clara, estado da Califórnia. A propaganda boca a boca deu certo e fez com que o software chegasse as grandes empresas. Em 1991, um relatório divulgado pela revista Forbes apontou que, entre as 100 maiores empresas dos Estados Unidos, 100% delas utilizavam o software de McAfee. As empresas pagavam uma pequena taxa de licenciamento, o que rendia a McAfee um faturamento de US$ 5 milhões por ano. Em 1992, John McAfee usou seu talento de vendedor para promover o seu produto, espalhando na mídia um pânico por conta do vírus “Michelangelo”, que supostamente infectaria 5 milhões de computadores. O plano deu certo e a empresa aumentou consideravelmente o número de licenças de softwares. Entretanto, o medo não se confirmou e menos de 10 mil computadores foram infectados. Com este sucesso a empresa acompanhou o rápido crescimento e popularização da internet e, em 1992, realizou a abertura de capital na Bolsa de Valores, captando recursos para sua expansão. Pouco depois, a empresa iniciada na sala da casa de John valia US$ 80 milhões na Nasdaq. Dois anos mais tarde, John McAfee, que tinha bacharelado em matemática pela Faculdade de Roanoke, deixou a empresa que havia fundado com centenas de milhões de dólares na conta bancária e, desde então, acumula uma série de episódios que o tornam, para muitos, o personagem mais excêntrico da alta tecnologia.


Em 1997 ocorreu a formação da Network Associates, resultado da fusão da McAfee Associates e da Network General. Após adquirir a IntruVert Networks por US$ 100 milhões, empresa responsável pela tecnologia de prevenção de intrusão, que implicava não somente em detectar ataques, mas também bloqueá-los, em 2003 a empresa passou por uma grande reestruturação, que culminou com a venda de suas soluções para negócios, além de uma nova mudança de nome, voltou a se chamar McAfee, e cujo objetivo era refletir seu foco em tecnologias e soluções relacionadas com segurança informática. Nos anos seguintes a empresa aumentou seu portfólio para soluções de segurança de software, incluindo produtos e serviços para terminais e redes, dedicados a ajudar em garantir que os dispositivos e as redes com conexão a internet estivessem protegidos contra conteúdos mal-intencionados, solicitações falsas e transações e comunicações desprotegidas.


No mês de fevereiro de 2011 a McAfee Associates foi oficialmente adquirida por impressionantes US$ 7.7 bilhões pela poderosa Intel. A inclusão dos produtos e das tecnologias da McAfee a carteira de computação da Intel trouxe pessoas incrivelmente talentosas, com um histórico de criação de inovações, produtos e serviços na área de segurança em que o mercado e os consumidores confiam para que suas conexões a internet sejam mais seguras e protegidas. A aquisição era coerente com a estratégia de softwares e serviços da Intel para proporcionar uma excepcional experiência de computação em áreas de negócios de grande crescimento, especialmente na passagem para a mobilidade sem fio. Nos anos seguintes a McAfee progrediu no sentido de definir e comunicar seu novo papel e estratégias após ser adquirida.


A marca McAfee desapareceu, mesmo que temporariamente, oficialmente quando foi anunciada, em 2014, a criação da Intel Security. Na ocasião, o tradicional vermelho foi substituído pelo azul da marca Intel e somente o escudo foi mantido no logotipo, como uma discreta referência a antiga marca. Isto porque a Intel queria desassociar o nome McAfee da conturbada e escandalosa vida pessoal de John McAfee, fundador da empresa. Mas, dois anos depois, o setor de segurança digital foi surpreendido por um novo anúncio, a aquisição de parte da Intel Security pelo grupo TPG e um prometido retorno da marca, só anunciado oficialmente no final de 2016. Com isso, a empresa de software de segurança global Intel Security retomou seu nome original McAfee, que voltou a operar como uma nova empresa independente. Assim, a nova McAfee expandiria sua plataforma de soluções de segurança para possibilitar que os clientes identifiquem e orquestrem respostas de forma eficiente contra ameaças cibernéticas. Na nova McAfee, a Intel continuou a deter 49% das ações e a TPG, uma das principais empresas globais de investimento em companhias de tecnologia, manteve 51% do controle. E a nova McAfee já começou grande: atualmente é responsável pela segurança digital de nada menos do que duas a cada três empresas na lista das 2 mil maiores companhias do mundo. Com o negócio, a marca McAfee praticamente renasceu das cinzas.


Amparadas por uma equipe de pesquisa premiada, as tecnologias de segurança da McAfee fazem uso de uma capacidade preditiva exclusiva baseada no McAfee Global Threat Intelligence, permitindo que usuários domésticos e empresas se mantenham um passo a frente das ameaças online. Os produtos e soluções da McAfee abrangem as seguintes áreas: Análise de ameaças avançadas, Proteção e criptografia de dados, Segurança de banco de dados, Proteção de terminais, Segurança de rede, Gerenciamento de segurança, Gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM), Segurança de servidor e Segurança na Web. Atualmente, entre seus principais e mais populares produtos e serviços, estão: McAfee Total Protection (solução de segurança online mais avançada para PCs, smartphones e tablets, que inclui antivírus, antimalware, segurança na web, firewall, antispam, controle dos pais e gerenciamento de senhas. Além disso, o novo McAfee Anti-Malware Engine combina análise de autoaprendizagem e proteção baseada em comportamento para proteger contra ataques de ransonware e malware de dia zero), McAfee Mobile Security (para turbinar a segurança e o desempenho de smartphones e tablets Android), True Key by McAfee (gerenciamento avançado de senhas e autenticação por múltiplos fatores), McAfee WebAdvisor (serviço gratuito que impede o usuário de clicar em sites perigosos e permite que ele navegue pela web e faça compras online com segurança) e McAfee SIEM (reunindo dados de eventos, ameaças e risco, essas soluções oferecem visibilidade em tempo real sobre todas as atividades de segurança para aprimorar o gerenciamento da conformidade e acelerar os tempos de resposta a incidentes).


O badboy da tecnologia 
Dentro dos círculos dos aficionados por informática ele é considerado uma lenda. Gênio brilhante em alguns momentos, lunático e dependente de drogas em muitos outros, John David McAfee criou em torno de si uma história digna de um filme hollywoodiano. Aliás, ele tem tanta certeza disso que vendeu os direitos sobre a história de sua vida para a Warner, que deve produzir em breve um longa-metragem sobre a sua trajetória. Ele nasceu no dia 18 de setembro de 1945, em uma base americana no Reino Unido, filho de um militar americano e uma mãe inglesa. Na infância, filho de um pai alcoólatra, apanhava com frequência junto com sua mãe. Quando ele completou 15 anos seu pai cometeu suicídio, mas nem por isso deixou de ser um fantasma na vida de John. “Ainda penso nele todos os dias, onde quer que eu esteja. Tenho ciência de que a minha vida é uma droga”, destacou McAfee em uma famosa entrevista. Na época da faculdade começou a mostrar o seu talento, revelando-se um homem extremamente inteligente e com bom faro para os negócios. Um dos seus primeiros empregos era o de vendedor de revistas de porta em porta. Seu método não era dos mais honestos, já que ele anunciava “revistas grátis” em troca do preenchimento de um simples cadastro, “a conta chegava dias depois”.


Com o início da vida acadêmica e, consequentemente, os seus primeiros trabalhos no mundo da tecnologia, outros problemas começaram a se revelar. Se por um lado ele se formava com brilhantismo em matemática, tendo a oportunidade de trabalhar como um dos programadores da NASA, por outro começava a enfrentar os seus primeiros problemas com álcool. Sua vida permaneceu nesta rotina durante os anos de 1970, mas foi na década seguinte que a sua trajetória mudou completamente. Em apenas três anos, entre 1983 e 1986, sua vida foi da derrota à criação daquela que seria uma das maiores empresas de software do mercado nas décadas seguintes. Aos 38 anos, John McAfee era diretor de engenharia da Omex. Seus problemas começaram anos antes, quando do álcool ele passou a experimentar drogas mais pesadas como maconha, cocaína e LSD. Em 1983, consumia cocaína em grandes quantidades, vendendo o excedente para os seus colegas de trabalho. Dormia na mesa e passava as manhãs bebendo uísque. Na Northeast Louisiana State College, onde cursava PhD e atuava como professor auxiliar foi expulso por dormir com uma de suas alunas da graduação. Três anos mais tarde John McAfee reapareceu como funcionário na Missouri Pacific Railroad, uma companhia de gerenciamento de trens. Usando computadores da IBM, reinventou diversas rotinas de controle e otimizou as rotas, gerando muitos lucros para a instituição. Infelizmente seu estado sóbrio durou muito pouco. Mas, em 1986, McAfee estava sóbrio novamente. E quando ouviu a notícia de que dois irmãos haviam criado no Paquistão aquilo que poderia ser considerado o primeiro vírus de computador, decidiu que alguma coisa precisava ser feita. Com pouco investimento, reuniu alguns colaboradores e fundou a McAfee Associates no ano seguinte.


Na década de 1990, seu nome estava garantindo entre os grandes da indústria tecnológica. Depois de quase duas décadas mantendo a sua empresa entre os gigantes do mercado de software, ele pareceu ter tido uma nova recaída. Um ano antes de McAfee Associates ser vendida para a Intel, o executivo decidiu vender praticamente tudo o que tinha. Assim, ele deu adeus aos seus carros luxuosos, às mansões que mantinha em diversas localidades nos Estados Unidos, como Havaí, Texas, Novo México e Colorado, e até mesmo ao seu jato particular. De maneira surpreendente, decidiu comprar um grande terreno em meio a uma floresta de Belize, um pequeno país da América Central, e lá se refugiou em um bangalô sem acesso a internet. Depois de conhecer a bióloga de Harvard Allison Adonizio, que estava de férias e fazia pesquisa com antibióticos, McAfee teve um surto. Se antes ele havia conseguido eliminar vírus virtuais, por que não conseguiria também eliminar os vírus reais? Assim, construiu um laboratório completo para Allison, que vendeu tudo o que tinha e firmou uma sociedade com ele. Enquanto Allison se ocupava com as pesquisas, McAfee tratava de negócios e caminhava por becos e ruas sujas de Belize tirando fotos dos habitantes locais. Em um bordel chamado Lover’s, o dono apresentou a ele Amy Emshwiller, uma menina de apenas 16 anos. Menos de 30 dias depois os dois já dormiam juntos. O detalhe é que McAfee já morava com uma mulher, que não gostou nada de ver uma nova companheira em sua casa, deixando John um mês depois. Em um relacionamento conturbado, após 30 dias a jovem Amy tentou matar McAfee, mas desistiu na hora de puxar o gatilho de uma arma. Ele então decidiu que ambos não iriam mais morar juntos, mas construiu para ela uma casa no perigoso bairro onde a jovem nasceu. Ciente dos perigos, ele resolveu equipar os policiais da região com armamento pesado, munição e veículos. Não satisfeito, ele mesmo colocou uma pistola na cintura e foi às ruas conversar com traficantes. Para muitos oferecia TVs de LED em troca da promessa de que eles largariam o tráfico. O ano de 2012 marcou o término de sua aventura em Belize. McAfee armou um exército particular e decidiu que ele mesmo iria mexer com química em seu laboratório particular. Embora tenha dito que estava pesquisando antibióticos, a suspeita é de que ele estivesse produzindo metanfetamina, substância controlada e que pode provocar alucinações. No local onde morava, ele criou uma fábrica de cigarros, uma companhia de distribuição de café e um serviço de táxi marítimo. O governo de Belize o acusou de montar um exército privado e traficar drogas na região. Uma força de elite local, treinada pelo FBI, invadiu a sua casa e encontrou munição pesada e muitas garrafas de substâncias químicas desconhecidas. Solto mediante fiança, ele voltou para o seu bangalô com cinco mulheres, todas com idades entre 17 e 20 anos. Em novembro desse mesmo ano, passou a ser procurado pela polícia local sob a suspeita de ter assassinado o seu vizinho, Gregory Viant Faull. Foragido, McAfee foi preso na Guatemala no mês de dezembro e deportado para os Estados Unidos pouco depois. Os casos mais recentes de suas intermináveis polêmicas são aparecer nos noticiários por brincar de roleta russa na frente de jornalistas, um processo contra a Intel, uma intimação da SEC e um documentário para a TV americana. Para a polícia, ele é um homem perigoso que se tornou um dos chefes de um cartel de drogas na América Central. Para outros, que tiveram contato com ele nos últimos anos, McAfee é um homem problemático, que perdeu contato com a realidade e insistentemente tenta convencer os outros dos seus delírios.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por inúmeras modificações ao longo dos anos. Em 2002, a marca apresentou um novo logotipo com uma nova tipografia de letra e a palavra “security” abaixo do nome. Pouco depois, em 2005, uma nova tipografia de letra foi adotada e o retorno da cor vermelha. Em 2009, finalmente apareceu o familiar escudo, ideal para comunicar o que a empresa tinha a oferecer: segurança e proteção.


Em 2014 a McAfee passou oficialmente a se chamar Intel Security, que manteve em seu logotipo apenas o tradicional escudo da marca. Porém, em 2016, o nome Intel Security saiu de cena para o retorno da marca McAfee e de seus tradicionais símbolos, o escudo (agora estilizado) e a cor vermelha. Por trás do retorno da marca McAfee estava uma nova estratégia que tentava resgatar o que a empresa, agora independente, tem de melhor, a tradição.


Os slogans 
Together is power. (2016) 
Safe Never Sleeps. (2012) 
Securing your digital world. (2011) 
Proven Security. (2006)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1987 
● Fundador: John McAfee 
● Sede mundial: Santa Clara, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: McAfee Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Christopher Young 
● Faturamento: US$ 1.75 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 6.700 
● Segmento: Tecnologia 
● Principais produtos: Antivírus e soluções de segurança da informação 
● Concorrentes diretos: Symantec, AVG, Avast, Avira, Bitdefender e Kaspersky 
● Slogan: Together is power. 
● Website: www.mcafee.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a McAfee é uma das maiores empresas independentes de segurança cibernética do mundo. Com faturamento estimado superior a US$ 1.7 bilhões e 6.700 funcionários, os produtos e as tecnologias da McAfee levam soluções e serviços seguros a consumidores, empresas e governos em mais de 100 países, contando ainda com sólidos recursos de vendas que atuam em diversos segmentos. Além disso, a empresa detém mais de 1.200 patentes de tecnologia de segurança e o McAfee Security Innovation Alliance, o principal programa de parcerias tecnológicas do setor, conta com mais de 135 parceiros em âmbito global. 

Você sabia? 
● Em 1986, dois irmãos paquistaneses foram os responsáveis por criarem o primeiro vírus para computadores que se tem conhecimento. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites de tecnologia (TecMundo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 25/4/2017

8.4.09

AVG


O uso de computadores e internet é parte essencial de nosso dia-a-dia. Todo aspecto de nossa vida está acessível em ambiente digital, fato este que traz consideráveis benefícios e, infelizmente, riscos tremendos e indesejáveis. O papel da AVG é proteger milhões de pessoas, dispositivos e dados desses riscos, oferecendo proteção poderosa e fácil de usar que funciona eficaz e imperceptivelmente em segundo plano, de modo que as pessoas possam se concentrar no seu trabalho ou diversão, não se preocupando com segurança. 

A história 
A história começou em 1991 quando Jan Gritzbach e Tomas Hofer, fundaram a empresa Girosft, na cidade de Brno na extinta Tchecoslováquia (atual República Checa). O primeiro produto da nova empresa foi o antivírus AVG (abreviação de Anti-Virus Guard), lançado em 1992 no mercado local. Em 1997, as primeiras licenças do AVG foram vendidas na Alemanha e no Reino Unido e, em 1998, o AVG foi lançado nos Estados Unidos. Logo em seguida a GRISOFT iniciou a construção de uma rede internacional de distribuidores e revendedores, para fornecer seus serviços de proteção mundialmente.



Em 1999, a empresa resolveu adotar uma estratégia ousada que mudaria seu futuro: fornecer de graça o antivírus para tornar-se popular mundialmente. Com este lema, um dos fundadores da AVG, Jan Gritzbach, decidiu que preferiria disponibilizar o software gratuitamente a ficar para sempre desconhecido e, por consequência, não vender nada. O que alguns gurus poderiam taxar como loucura, de fato, funcionou. A empresa viu seu número de usuários aumentar extraordinariamente ano a ano. A marca ganhou visibilidade e, de quebra, o tão sonhado faturamento, através de serviços pagos. Em 2001, Jan Gritzbach decidiu vender a empresa para o fundo de investimento Benson Oak Capital Acquisitions (com sede na República Checa). Quatro anos depois, o Benson Oak valorizou seu investimento, vendendo 65% da empresa para a Intel Capital e Enterprise Investors (fundo de private equity com sede na Polônia) por US$ 52 milhões.



O AVG Free Edition e o suite completo do AVG Internet Security, que protege os usuários contra os riscos mais comuns da internet, como vírus, spyware, spam e ataques de hacker, ajudou a difundir a linha de produtos marca. A AVG conheceu um crescimento significativo nos próximos anos, tornando-se o quarto maior fornecedor mundial de software antivírus com base nas instalações feitas. A empresa continuou a se expandir e a atender às necessidades do mercado mundial através de tecnologia primorosa e suporte mais abrangente a idiomas e plataformas. O sucesso da empresa nesses anos foi obtido com produtos de qualidade associados a excelentes serviços como as atualizações regulares, melhoria nas versões e suporte técnico gratuito. 



Desde 2003, a linha de produtos AVG está presente no mercado brasileiro, abrangendo os segmentos de varejo e corporativo. Seguindo o crescimento de spywares e outros programas potencialmente indesejáveis, a empresa incluiu um produto anti-spyware no seu portfólio, depois de adquirir, em maio de 2006, a empresa alemã Ewido Networks e integrar o Ewido anti-spyware ao seu portfólio como AVG Anti-Malware. No final de 2007, a AVG incorporou a tecnologia LinkScanner para proteger mais de 60 milhões de usuários da sua suíte antivírus contra sites web com código malicioso e downloads que possam explorar falhas nos computadores dos usuários. 



Em fevereiro de 2008, AVG TECHNOLOGIES tornou-se oficialmente o novo nome da Grisoft, seguindo a estratégia de construir uma marca global definida pela empresa. Pouco depois, no dia 27 desse mês, a empresa anunciou o lançamento da versão 8.0 do antivírus, uma nova versão single-user da sua principal solução e plataforma de segurança para internet destinada a usuários finais, pequenas e médias empresas e usuários corporativos. O novo AVG 8.0 trazia mais de uma dezena de novos recursos e ferramentas de segurança aperfeiçoadas que permitiam uma capacidade excepcional de detecção de ameaças, melhor usabilidade e maior eficácia no exame do sistema operacional e arquivos seja em computadores isolados ou em redes. Pouco depois, foi anunciado no dia 2 de março de 2009, a versão 8.5 de sua família de produtos de segurança. Desenvolvido com tecnologia da empresa recém-adquirida Sana Security, o ponto alto era evitar o roubo de informações (como senhas, dados bancários e números de cartão de crédito de proteção de identidade). Nos anos seguintes a AVG lançou inúmeros produtos, especialmente para dispositivos móveis, onde se tornou o mais utilizado e baixado por usuários de Android. 



Entre as principais novidades que a empresa lançou no mercado nos últimos anos está a premiada plataforma AVG Zen, que torna mais fácil o monitoramento e gestão de proteção e desempenho de um número ilimitado de aparelhos de todos os membros de uma família ou grupo, à partir de um único painel de controle em qualquer PC ou dispositivo Android; e o AVG Business CloudCare, que elimina a preocupação com o gerenciamento da segurança online dos dispositivos, dados e pessoas em toda a empresa. Flexível e fácil de usar, pode gerenciar todos os serviços de segurança dos clientes a partir de um painel simples com uma única tela e oferecer a qualquer organização a confiança de que seus aplicativos e dados estão protegidos em dispositivos suportados, a qualquer momento, em qualquer lugar.


Dispositivos, dados, pessoas, estão todos conectados. A internet saiu de computadores, tablets e telefones para os carros, fechaduras e, até mesmo, as roupas. Agora, mais do que nunca, tudo isso precisa de proteção. Por esse motivo a AVG trabalha muito para fornecer software e serviços de segurança para as famílias e empresas. Atualmente, empregando alguns dos melhores especialista (vários deles com título de PhD) do mundo em desenvolvimento de software, detecção e prevenção de ameaças e análise de riscos, a AVG posiciona-se de forma única como líder em inovação no mercado. A empresa investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento, fazendo parceria com as principais universidades para manter tecnologia de ponta e sempre atualizada.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo da história, mas sempre manteve sua arquitetura original. Em 2008 a marca apresentou um novo logotipo com uma tipografia de letra mais moderna. Já o símbolo estilizado (um quadrado dividido em quatro partes com cores diferentes) apresentou uma alteração com a adoção da cor azul na parte superior direita (antes era preta). A AVG apresentou seu atual logotipo em 2010. A principal mudança foi em relação a tipografia de letra. 



Os slogans 
Whatever your device, we’ve got you covered. (2015) 
Be yourself. 
Tough on viruses, easy on users.

Tough on threats. Easy on you. (2009) 
Trusted by 80 million users. 
Seja qual for o seu dispositivo, nós protegemos você. (2015, Brasil)

Vida dura para as ameaças. Vida fácil para você. (Brasil)

Vida dura para os vírus. Vida fácil para o usuário. (Brasil, AVG 8.0) 



Dados corporativos 
● Origem: República Checa

● Fundação: 1991

● Fundador: Jan Gritzbach e Tomas Hofer

● Sede mundial: Amsterdã, Holanda

● Proprietário da marca: AVG Technologies N.V.

● Capital aberto: Sim (2012)

● Chairman: Dale Fuller

● CEO: Gary Kovacs

● Faturamento: US$ 428.3 milhões (2015)

● Lucro: US$ 46.9 milhões (2015) 
● Valor de mercado: US$ 1.06 bilhões (abril/2016)

● Usuários: 200 milhões

● Presença global: 167 países

● Presença no Brasil: Sim

● Funcionários: 1.800

● Segmento: Tecnologia

● Principais produtos: Antivírus e produtos de segurança para internet

● Concorrentes diretos: Avast, Norton, McAfee, Avira, Bitdefender e Kaspersky

● Slogan: Whatever your device, we’ve got you covered.


A marca no mundo

Com mais de 200 milhões de usuários ativos (aproximadamente 20 milhões pagos) em 167 países no mundo, a família de produtos de segurança da AVG é globalmente distribuída através de 18.000 revendedores e da internet, sendo compatível com os principais sistemas operacionais e plataformas (Windows, iOS, Mac OSX, Linux e Android). Líder em fornecimento de software e serviços para segurança de aparelhos, dados e pessoas, seu premiado portfólio de produtos para o consumidor final inclui segurança na internet, otimização de desempenho, serviços de localização, controle de dados, e proteção da identidade e privacidade para dispositivos móveis e desktops. O portfólio AVG Business, por sua vez, disponibilizado por meio de uma rede global de parceiros, oferece soluções de segurança na nuvem e gestão e monitoramento remotos (RMM) que protegem pequenas e médias empresas ao redor do mundo.



Você sabia?

● Atualmente o antivírus AVG está disponível em mais de 20 idiomas. Os produtos estão traduzidos para a maioria das línguas do Hemisfério Ocidental, da União Europeia e do Japão, e podem ser encontrados em português (do Brasil), checo, dinamarquês, holandês, inglês, francês, alemão, italiano, japonês, polonês, português (de Portugal), sérvio, chinês, mandarim, turco, eslovaco e espanhol. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 22/4/2016

10.5.07

SYMANTEC


A informação é a atual moeda da economia mundial. Pessoas e empresas dependem dela para governar nações, conduzir transações comerciais e tomar decisões pessoais. Entretanto, as informações das quais dependemos tanto correm riscos cada vez maiores. Ameaças cibernéticas, desastres naturais, erros de usuários e falhas do sistema colocam em risco a segurança e a disponibilidade de informações vitais. A “vacina” é vendida pela SYMANTEC sob o nome Norton Antivírus e seus programas auxiliares de segurança. 

A história 
A SYMANTEC foi fundada no dia 1 de março de 1982 na cidade californiana de Sunnyvale pelo Dr. Gary Hendrix, um proeminente especialista em linguagem natural e inteligência artificial, como uma empresa de software. Juntamente com um grupo de pesquisadores da tradicional Universidade de Stanford ele começou a concepção de projetos para a criação de softwares inovadores, incluindo um programa de banco de dados. Dois anos mais tarde a SYMANTEC foi adquirida por Gordon Eubanks e Dennis Coleman, proprietários de uma pequena empresa chamada C&E Software, que manteve o nome antigo, e introduziu no mercado, em 1985, seu primeiro produto de sucesso chamado Q&A (um programa de banco de dados para computadores PC da IBM).


O sucesso da empresa foi tanto que, no dia 23 de junho de 1989, ocorreu uma Oferta Inicial de Ações (IPO em inglês), permitindo assim arrecadar milhões de dólares para expandir a SYMANTEC como um todo. O resultado desta ação pode ser constatado em agosto de 1990 quando a SYMANTEC fez sua maior e mais valiosa aquisição ao comprar, por aproximadamente US$ 300 milhões, a Peter Norton Computing, empresa fundada por Peter Norton em 1982. Juntamente com essa aquisição vieram produtos que se tornariam de vital importância para a SYMANTEC, como o NORTON UTILITIES, um programa pioneiro baseado na linguagem DOS, lançado no mercado em 1982, e o NORTON ANTIVIRUS. Essa aquisição deu a empresa 34% de participação de mercado no segmento de segurança digital.


Com serviços e soluções tecnologicamente avançadas, a SYMANTEC ajudou pessoas e empresas a protegerem e gerenciarem seu patrimônio digital. Ainda no início desta década, em 1991, a empresa iniciou sua expansão internacional com a inauguração de uma fábrica na cidade de Dublin na Irlanda. Três anos mais tarde, a SYMANTEC já possuía uma rede internacional com mais de 150 clientes, produzindo mais de 120 versões traduzidas de muitos softwares. No final desta década, John Thompson assumiu o comando da SYMANTEC, e se tornou o primeiro afro-americano a ocupar o posto de CEO em uma empresa de software nos Estados Unidos. Em agosto de 2002, a empresa concluiu a aquisição da Riptech, criando uma rede global de centros de operações de segurança mundialmente reconhecidos, que operava 24 horas nos estados da Virgínia e do Texas, no Reino Unido, na Alemanha e também no Japão. Com essa aquisição a SYMANTEC se tornou provedor líder mundial de serviços de gerenciamento da segurança, capacitada a monitorar e gerenciar o maior número de dispositivos de segurança através da maior variedade de soluções.


Nos anos seguintes a SYMANTEC seguiu adquirindo diversas empresas como a @Stake (segurança digital que ajuda as empresas a proteger suas infraestruturas e seus aplicativos complexos), em 2004; Liric (avaliação de necessidades de segurança de redes globais altamente complexas e na criação de arquitetura e políticas para protegê-las), em 2004; Sygate (soluções de controle de acesso a redes para grandes empresas), em 2005; Relicore (soluções de alteração de datacenter e gerenciamento de configuração), em 2006; e a Bind View (provedor global de software para a conformidade da segurança de TI sem agentes), também em 2006. Pouco depois, em 2010, a SYMANTEC deu um importante passo para se tornar definitivamente uma das maiores empresas de TI do mundo ao adquirir a unidade de negócios de identidade e autenticação da VeriSign, que incluiu os Serviços de Certificado e de Assinatura de Código, Gerenciamento de Infraestrutura de Chave Pública, o Selo de Confiança VeriSign (VeriSign Trust Seal), Autenticação de Proteção de Identidade e o Serviço VIP de Detecção de Fraude.


Nos últimos anos a SYMANTEC direcionou seu foco para o desenvolvimento de softwares de segurança cibernética para usuários domésticos, empresas e infraestruturas de rede. Com isso, em meados de 2015, a empresa vendeu sua divisão de armazenamento de dados, chamada Veritas, por US$ 8 bilhões para o grupo de private equity Carlyle. Pouco depois, no início de 2017, a empresa anunciou a aquisição, por US$ 2.3 bilhões, da LifeLock, uma fornecedora de “proteção contra roubo de identidade” que ajuda a alertar seus assinantes sobre atividades estranhas em suas contas (incluindo números de seguridade social, contas bancárias, endereços de e-mail, endereços físicos, carteira de habilitação e números de telefone). Por exemplo, se ocorrer um roubo de identidade, os especialistas da LifeLock trabalham com o usuário para restaurar suas identidades, gerenciando a interação com várias agências governamentais, instituições financeiras e comerciantes - e tratando de taxas legais, perdas salariais e danos associados. No final deste ano, a SYMANTEC vendeu para a DigiCert sua divisão de certificados online (responsável por garantir que sites da web realmente pertencem a seus donos por meio de uma validação da criptografia), em um negócio avaliado em aproximadamente US$ 1 bilhão.


Atualmente a SYMANTEC oferece a seus clientes atividades em segurança da internet e em redes para usuários domésticos (através de produtos com a marca Norton) e corporações, com soluções baseadas em softwares e aplicativos contendo proteção de antivírus, análise de vulnerabilidades, detecção de intrusos, filtragem de conteúdo e de e-mail (tanto para desktops como dispositivos móveis). Um de seus produtos de maior crescimento é o Endpoint Protection Cloud, que utiliza o avanço da computação em nuvem para proteger e gerenciar informações armazenadas em endpoints e transmitidas via e-mail, web e mensagens instantâneas.


As pesquisas e as soluções 
Como uma organização de pesquisa da empresa, o SYMANTEC RESEARCH LABS garante a continuidade da liderança da marca por meio da inovação, criação de novas ideias e desenvolvimento de tecnologias de última geração. Os projetos incluem investigações a longo prazo e inovações em um período de tempo mais curto que disponibilizam benefícios imediatos aos clientes em todos os negócios da empresa. As tecnologias desenvolvidas por esses centros já comercializadas incluem a primeira tecnologia anti-spam da empresa, a tecnologia de bloqueio da exploração genérica visando interceptar a rápida propagação das ameaças de rede, a tecnologia para o aprimoramento do desempenho de produtos de backup e a tecnologia que propõe ajudar na proteção da valiosa infraestrutura de várias nações. O SYMANTEC RESEARCH LABS também trabalha em projetos junto com organizações externas, incluindo clientes, agências governamentais e renomadas universidades. Nos centros de pesquisa e desenvolvimento espalhados pelo mundo, mais de 3.500 engenheiros da SYMANTEC estão criando soluções que visam auxiliarem pessoas e empresas a garantir a segurança, disponibilidade e integridade de suas informações. A criatividade é parte intrínseca da cultura da SYMANTEC, que com grandes ideias de negócios e tecnologias surgindo de forma orgânica conta com mais de 2.200 patentes globais.


Por outro lado, o SYMANTEC GLOBAL INTELLIGENCE NETWORK é um recurso extraordinário para os clientes da empresa, na medida em que fornece uma visão em tempo real das novas ameaças digitais, em praticamente qualquer lugar do mundo. Aplicando inteligência artificial para analisar mais de 3.7 bilhões de linhas de telemetria, a empresa oferece o mais amplo e profundo conjunto de inteligência contra ameaças do setor. Com mais de 250.000 sensores em mais de 200 países, a empresa coleta dados de códigos maliciosos de 175 milhões de sistemas e verifica mais de 8 bilhões de solicitações de segurança processadas diariamente (entre os quais mais de 63 milhões contas de e-mail). Nos Centros de Operações de Segurança da empresa, novas ameaças são analisadas e correlacionadas para ajudar os clientes a se preparar e a resistir aos ataques. Além disso, a SYMANTEC mantém um dos mais abrangentes bancos de dados de vulnerabilidades do mundo, formado atualmente por mais de 40.000 vulnerabilidades registradas, que afetam mais de 80.000 tecnologias de mais de 11.000 fornecedores.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas acentuadas modificações ao longo dos anos. A primeira alteração aconteceu em 1990. Em 2001 o logotipo foi completamente remodelado, ganhando uma imagem mais moderna e digital, adotando as cores amarela e preta. A mais recente alteração ocorreu em 2010 quando o novo logotipo da empresa reuniu o nome da SYMANTEC com a marca de verificação proveniente da aquisição da VeriSign, que é o símbolo de confiança mais reconhecido no cenário online. A nova identidade visual unificava a abrangência dos recursos da SYMANTEC e amplificava o reconhecimento da empresa em todos os segmentos de clientes, do consumidor final às grandes organizações globais. A mudança simbolizava o foco da SYMANTEC em proporcionar confiança e assegurar aos clientes acesso simples e seguro às informações, a partir de qualquer lugar, alternando sem dificuldades a vida pessoal e profissional.


Para entender a criação do atual logotipo da marca SYMANTEC, observe a imagem abaixo.


A marca de verificação e o círculo também foram adotados como símbolos comuns e aplicados em todo portfólio da empresa, incluindo a marca de consumo Norton.


Os slogans 
Confidence in a connected world. 
It is in keeping with Symantec. 
The world’s most trusted antivirus solution. 
Confiança no mundo conectado. (Brasil)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1 de março de 1982 
● Fundador: Dr. Gary Hendrix 
● Sede mundial: Mountain View, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Symantec Corporation 
● Capital aberto: Sim (1989) 
● Chairman: Daniel Schulman 
● CEO: Greg Clark 
● Presidente: Michael Fey 
● Faturamento: US$ 4.8 bilhões (2017/2018) 
● Lucro: US$ 49 milhões (2017/2018) 
● Valor de mercado: US$ 13.9 bilhões (novembro/2018) 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 11.800 
● Segmento: Tecnologia 
● Principais produtos: Antivírus e soluções de segurança de internet e redes 
● Concorrentes diretos: McAfee, AVG, Avast, Avira, Bitdefender, Cisco, FireEye e Kaspersky 
● Ícones: O antivírus Norton 
● Slogan: Confidence in a connected world. 
● Website: www.symantec.com 

A marca no mundo 
A empresa mantém escritórios em mais de 45 países, além de centros de pesquisa e desenvolvimento, centros de operações de segurança e laboratórios do SYMANTEC SECURITY RESPONSE, fornecendo informações de segurança especializadas 24 horas por dia, contando com aproximadamente 12 mil funcionários. A liderança da SYMANTEC no mercado de varejo é inquestionável, com 70% de participação e faturamento superior a US$ 4.8 bilhões no ano fiscal de 2017/2018. Uma comunidade global de mais de 50 milhões de pessoas e famílias confia nos conjuntos de produtos Norton e LifeLock para proteger suas vidas digitais em casa e em seus dispositivos. A empresa ainda conta com 350 mil clientes corporativos e governamentais. 

Você sabia? 
O nome SYMANTEC é uma junção das palavras “syntax” (sintaxe), “semantics” (semântica) e “technology” (tecnologia). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 22/11/2018