Mostrando postagens com marcador Carnival Corporation. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carnival Corporation. Mostrar todas as postagens

8.4.09

COSTA CRUZEIROS


Seus navios são verdadeiros paraísos flutuantes, repletos de diversão e entretenimento para qualquer idade. Os destinos oferecidos agradam aos românticos, casados, idosos, solteiros e crianças, convidando ao relaxamento com paisagens esplendorosas. Hóspedes plenamente satisfeitos quando estão a bordo de seus luxuosos e aconchegantes transatlânticos é a principal missão da COSTA CRUZEIROS. Afinal, há mais de seis décadas sua frota navega pelo mundo oferecendo o melhor do estilo italiano, da hospitalidade e da alta gastronomia, transformando as férias em uma experiência única a bordo. Suas embarcações oferecem o que há de mais moderno em diversão, além de oferecer opções para aqueles que desejam relaxar. 

A história 
A história da empresa italiana COSTA CRUZEIROS (chamada em sua terra natal de COSTA CROCIERE) teve início no ano de 1854. Giacomo Costa fundou uma pequena companhia de navegação para transportar tecidos e azeites da cidade de Gênova para a região da Sardenha. O sucesso foi tão grande que no final do século XIX a companhia, chamada Giacomo Costa Fu Andrea, já transportava mercadorias para a Austrália. Em 1924 a companhia adquiriu o Ravenna, um navio a vapor destinado ao transporte de matérias-primas para o oeste do mediterrâneo. Em 1928 foi lançado o navio Langano e nos anos de 1930 os navios da COSTA começaram a ser batizados com o nome de familiares do fundador. Por exemplo, em 1931 foi lançado o Federico C; em 1934 o Eugênio C e o Enrico C; já Antonietta C, Beatrice C e Giácomo C vieram em 1935. Pouco depois, em 1939, a companhia já possuía oito navios próprios e tinha capacidade para transportar mais de 27.000 toneladas de mercadorias. Com o início da Segunda Guerra Mundial, os navios da COSTA foram utilizados pela marinha italiana e ao final do conflito somente o Langano C havia sobrevivido aos pesados ataques das tropas aliadas.


Com o fim da guerra, a empresa retomou suas atividades e se lançou novamente no mercado como armadora, construindo e adquirindo outros navios para atividades e, em 1947, percebendo que muitos europeus estavam imigrando para a América devido à devastação que a Europa sofreu no conflito mundial, a COSTA estreou timidamente como companhia de transporte de passageiros. Isto ocorreu em fevereiro, com a partida do navio a vapor Maria C, que também levava 50 passageiros. Em 31 de março de 1948, o navio Anna C partiu de Gênova, na Itália, em direção ao Rio de Janeiro e Buenos Aires, com 768 passageiros a bordo. A travessia do Atlântico rumo aos encantos da América do Sul foi o marco inicial dos cruzeiros COSTA ao redor do mundo. Inovadora e pioneira, o navio da companhia possuía ar-condicionado em todos os alojamentos para os passageiros. Com este navio tem início um acordo profissional com o arquiteto Giovanni Zoncada, que durante trinta anos decorou os interiores da frota com sua prestigiosa assinatura. A partir deste momento a companhia passou a se chamar oficialmente “Linea C” e lançou o navio Maria C, destinado a cruzeiros na América do Norte.



Em 1949 o navio Eastern Trader, comprado por Giacomo Costa, foi batizado Giovanna C. Cinco meses mais tarde ele zarpava de Gênova direto para a América do Sul com cinquenta passageiros à bardo. O navio foi renovado e reconstruído nas Oficinas de Equipamento e Reparação de Navios de Gênova e tinha capacidade para 1.300 pessoas. Com a chegada da próxima década a empresa começou a investir mais em navios de passageiros e dia 31 de janeiro de 1953, com o navio Franca C, inovou ao lançar a primeira travessia regular com destino a Venezuela e Antilhas. A nova rota incluía escalas em Nápoles, Barcelona, Funchal, Las Palmas, Curaçao, Fort de France e Point à Pitre. O novo itinerário consolidava o serviço de linha para a América do Sul. Mesmo assegurando o fluxo imigratório, a frota COSTA mantinha um limitado serviço de luxo, inaugurando as categorias de primeira e segunda classe. Navios mais sofisticados, elegantes e impecáveis em conforto e serviço se tornaram atrativos para os passageiros, que viam em suas três classes de serviço (primeira, segunda e turística) o melhor do estilo italiano. Nesta época já havia os serviços de entretenimento para as três classes.


Em 1957 foi lançado o navio Federico Costa, sendo o primeiro transatlântico construído especificamente para a empresa. Primeiro navio em serviço entre a Europa e a América do Sul com estabilizadores de flutuação de tipo Denny Brown, para reduzir o balanço, o Federico C foi um exemplo extraordinário que seria seguido e copiado por todos os grandes transatlânticos. Pouco depois estrearam os navios Bianca (mais largo e mais rápido navio de passageiros em serviço entre o Mediterrâneo e o Continente Americano na época), Enrico C, Flavia C, Fulvia C, Columbus C, Andrea C e Carla C (utilizado por muito tempo nos cruzeiros semanais de San Juan a Curaçao, La Guaira, Granada, Martinica e St. Thomas), remodelados para melhor atender os passageiros. Em 1959, o navio Flavia C foi o primeiro a realizar um cruzeiro regular no mundo, com roteiros de 7 a 14 dias com destino às Bahamas saindo de Miami. Nos anos de 1960 foram iniciados os cruzeiros para o Caribe (primeira companhia do segmento a fazer isso), além de cruzeiros pela Europa, África do Sul, Estreito de Magalhães e Antártida. Tanto sucesso fez com que a companhia em 1964 lançasse o navio Eugênio C, que foi o primeiro a abolir a divisão de três classes, mostrando que o navio era destinado para os cruzeiros.


A empresa seguia o rumo certo e, em meados de 1970, iniciou uma grande expansão, arrendando navios, construindo novos ou adquirindo diretamente de outras companhias como foi o caso dos navios gêmeos Daphne e Danae (transformado em um navio de cruzeiro de luxo, cuja viagem inaugural durou 88 dias no Oriente em 1977). Na década seguinte eliminou por completo a divisão de classes e cabines em todos os seus navios, tornando-os um destino turístico por si só, estruturados dentro dos mais elevados padrões de hospedagem, com a multiplicação de bares, restaurantes, teatros, cassinos e discotecas. Com o grande desenvolvimento do segmento de cruzeiros pelo mundo, a empresa passou a se chamar COSTA CROCIERE em 1986. A partir desse momento, nas partes laterais dos navios apareceria, ao lado do nome, a palavra COSTA por extenso. Ainda durante esta década, continuou adquirindo mais navios e agregando a sua frota o Costa Riviera. Os anos de 1990 foram à época de ouro da empresa, que propôs um novo posicionamento de produto: o cruzeiro ao alcance de todos. No início foram lançados o Costa Marina (sua viagem inaugural aconteceu no dia 16 de dezembro de 1990, partindo de Miami para o Caribe com sua vistosa chaminé, que se tornaria marca registrada da nova frota COSTA, sinônimo de excelência das férias em cruzeiro) e Costa Allegra (caracterizado por elementos típicos dos navios do passado como as mangas ao vento, as chaminés verticais e a popa constituída por uma parede vertical de vidro que encerra os salões), que deram início a tradição de navios gêmeos na frota da empresa. Uma nova geração de navios de passageiros tomou forma: engenheiros, arquitetos, designers de interiores e artistas constituíam a equipe que projetava e embelezava as novas joias da frota.


Em 1991 foi lançado o Costa Classica (que apresentou como novidade um terraço em teka e um lindíssimo mosaico de Emilio Tadini no teatro); em 1993 seu gêmeo Costa Romantica; e em 1996 foi a vez do Costa Victoria. Em 1997 a família Costa deixou o comando da companhia ao vendê-la para a americana Carnival Corporation (50%) e para a Airtours (50%). Apesar da venda, a identidade italiana continuou (e continua) presente. A partir deste momento a empresa começou a crescer progressivamente. Em 2001, o lançamento do Costa Atlantica (maior navio de passageiros que levou consigo a bandeira Italiana e o primeiro a abrir-se para o exterior graças às suas varandas) e do Costa Tropicale (entregue em 2005) mostrava a nova imagem da marca ao mercado.


Desde então a COSTA possui a primazia de lançar um novo navio a cada ano, como por exemplo, o Costa Mediterranea (inspirado no estilo dos antigos palácios da nobreza italiana) e o Costa Europa em 2002; o Fortuna (maior navio de passageiros da história italiana até então) em 2003; o Magica (navio dedicado aos lugares mágicos da Itália, retratados nos elegantes salões interiores e nas magníficas pontes exteriores) em 2004; o Concordia (marcado pela magnífica zona termal Samsara Spa, suíte com acesso direto e rituais antigos de bem-estar, que acolhem as novas exigências dos viajantes que a bordo encontram divertimento, cultura e relaxamento) em 2006.


Foi também em 2006 que a COSTA anunciou sua expansão na Ásia e no Pacífico, e se tornou a primeira companhia do mundo a navegar na China e Dubai. Desde então, foram mais de 1 milhão de passageiros chineses em seus navios. O navio Serena (com ambientes inspirados na mitologia e na arquitetura da Antiga Roma, era equipado com pontes espaçosas e panorâmicas, quatro piscinas, das quais duas com teto de vidro, espaços de entretenimento, áreas desportivas e centro de bem-estar) estreou em 2007, mesmo ano em que a COSTA se tornou ainda mais global com o anúncio de um novo e exclusivo destino: Ilhas Maurício. Para 2009 a companhia lançou o Costa Pacifica e o Costa Luminosa (que acolhe seus passageiros em ambientes amplos e decorados com preciosas obras de arte, tendo como novidades exclusivas um luxuoso spa, simulador de golfe, cinema 4D e um teatro com 800 lugares). Nos anos seguintes a empresa continuou renovando sua frota com navios modernos e sofisticados, como por exemplo, o Costa Fascinosa, com capacidade para 3.800 passageiros e que reflete o conceito de navio-destino com inúmeras atrações a bordo como cinema 4D, simulador de Grand Prix, o centro de bem-estar Samsara Spa, quatro piscinas, cinco enormes banheiras de hidromassagem, cinco restaurantes e 13 bares.


Os navios da COSTA iniciaram 2016 com grandes inovações. Seguindo a filosofia de oferecer o melhor do estilo italiano de navegar a empresa renovou sua oferta culinária e de entretenimento, incorporando grandes marcas e importantes tradições para a vida a bordo. Entre as novidades: novos cardápios regionais e de gala desenvolvidos pelos chefs com estrelas Michelin Fabio Cuchelli e Bruno Barbieri, respectivamente; parcerias com as marcas italianas Barilla, para as massas servidas no almoço e no jantar; com a Illy Caffè, para cafés ao estilo italiano e, com a Ferrari, ao oferecer vinhos da região italiana de Trentino nos bares instalados em toda a frota. Em entretenimento, os costumes italianos estão representados pelas festas temáticas La Notte in Maschera (inspirada no carnaval de máscaras de Veneza), La Notte Bianca (festival do branco) e o novo evento Abbronzatissima, que recria a diversão, a música, o swing e a atmosfera da Itália dos anos de 1950 e 1960. Já as crianças ganharam uma atração especial com a personagem de desenho animado Peppa Pig, responsável pelas brincadeiras no Squok Club, área dedicada aos pequenos, com numerosos jogos criativos e educacionais. Além disso, cinco robôs, batizados de Pepper, capazes de captar as principais emoções humanas e interagir proativamente com o ambiente ao redor estão a bordo do navio Costa Diadema. Além de responder às perguntas dirigidas diretamente a ele, o Pepper é capaz de chamar a atenção e interagir quando os passageiros se aproximam. Seus traços mais engraçados estão ligados ao entretenimento: o robô Pepper pode dançar com os hóspedes, propor jogos e ainda fazer selfies.


A frota 
Com 15 navios e capacidade para transportar aproximadamente 40.000 hóspedes, a frota da COSTA é a maior e a mais moderna entre todos os operadores europeus. O mais novo navio da empresa é o Costa Diadema, que entrou em operação no mês de novembro de 2014, partindo de Trieste e efetuando escala em Dubrovnik, Corfú, Malta, Nápoles e Gênova. Foi apelidado pela empresa de “Rainha do Mediterrâneo”, e navega exclusivamente neste mar desde sua inauguração. O enorme transatlântico, o maior da empresa, pesa 132.500 toneladas e tem capacidade para transportar 4.947 passageiros. São 1.862 cabines (756 com varandas privativas), 7 restaurantes, 15 bares, 8 banheiras de hidromassagem, 3 piscinas (incluindo uma com teto retrátil), quadra poliesportiva, pista de corrida ao ar livre, cinema 4D, teatro com tês andares, cassino, boate, biblioteca, área de jogos de dois andares e galeria de lojas.


Além disso, a empresa italiana anunciou o pedido de dois navios com a maior capacidade no mundo. Os modelos vão ser construídos no estaleiro da Meyer, em Turku (Finlândia), com entregas previstas para 2019 e 2020. Cada embarcação terá 180 mil toneladas, oferecerá mais de 2.600 cabines de passageiros e contará com 6.600 visitantes a bordo, a maior capacidade do mercado. Os transatlânticos vão exibir a marca de “design verde”, ou seja, funcionarão com gás natural liquefeito (GNL), o combustível fóssil mais limpo do mundo, reduzindo, assim, a emissão de gases poluentes para colaborar com o meio ambiente e apoiar os projetos de sustentabilidade da COSTA CROCIERE.


Uma empresa do bem 
Juntos, a COSTA CROCIERE e a WWF, protegem e salvaguardam o mar. Desde julho de 2005, elas estão junto para a tutela de três ecoregiões marinhas preciosas: as áreas do Mar Mediterrâneo, das Grandes Antilhas e do nordeste do Brasil. A formação, a educação e o apoio econômico fazem parte deste importante acordo. Além disso, a COSTA CROCIERE é a primeira companhia do mundo a ter recebido em sua frota inteira a “Green Star” do RINA, importante reconhecimento em respeito aos padrões ambientais. Com a assinatura da marca “Green Star” o RINA certificou que os navios COSTA não trazem danos ao ambiente e contribuem para manter limpo o ar e o mar onde estão operando.


O acidente 
Recentemente a COSTA CRUZEIROS viveu uma de suas mais graves crises. Isto porque no dia 13 de janeiro de 2012, o navio Costa Concordia naufragou (na verdade tombou) com 4.234 passageiros e tripulantes a bordo no litoral da Ilha de Giglio, na região italiana de Toscana, após bater em uma rocha que avariou seu casco. 32 pessoas morreram, com o último corpo localizado somente no mês de novembro de 2014. A embarcação, cuja primeira parada seria em Savona, teve sua rota desviada pelo capitão Francesco Schettino, que admitiu em depoimento ter-se aproximado da ilha para saudar um ex-capitão da COSTA, chamado Mario Palombo. O trágico episódio ficou marcado pela saída do ex-capitão do cruzeiro, Francesco Schettino, que abandonou o navio antes dos passageiros durante uma retirada caótica dos que estavam a bordo. Posteriormente ele seria condenado a 16 anos de prisão. O custo total desta tragédia foi superior a US$ 2 bilhões.


A evolução visual 
O logotipo da marca sofreu algumas alterações ao longo dos anos. Inicialmente chamada de Linea C, em 1948, o logotipo original passou por uma grande reformulação em 1958, quando um transatlântico foi inserido como símbolo. Em 1980 a empresa adotou a marca COSTA CROCIERE (“Costa Cruzeiros” no Brasil e “Costa Cruises” em língua inglesa) e um novo logotipo foi lançado. Esse logotipo mantinha boa parte do design da identidade visual anterior.


Em 1986 um novo logotipo foi adotado e, em 1994, as tradicionais chaminés (nas cores amarela e azul) com um C passaram a fazer parte da identidade visual da marca. O atual logotipo da marca foi adotado em 1999 com uma nova tipografia de letra e um novo design para as tradicionais chaminés.


Os slogans 
Cruising Italian style. That’s amore. (2006) 
Cruising Italian Style. (1989) 
We sail for your enjoyment. (1993) 
La vacanza che ti manca. (2002) 
As férias que te faltam. (2002) 
Grande come il mare. (1997) 
Grande como o mar. (1997)


Dados corporativos 
● Origem: Itália 
● Fundação: 1854 (empresa) e 1948 (cruzeiros marítimos) 
● Fundador: Giacomo Costa 
● Sede mundial: Gênova, Itália 
● Proprietário da marca: Costa Crociere S.p.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Carnival Corporation & plc) 
● CEO: Michael Thamm 
● Presidente: Neil Palomba 
● Faturamento: €3.6 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Frota: 15 navios 
● Passageiros transportados: 3.2 milhões (2015) 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 19.500 
● Segmento: Turismo 
● Principais produtos: Cruzeiros marítimos 
● Concorrentes diretos: MSC Cruzeiros, Star Cruises, Norwegian, Celebrity Cruises e Royal Caribbean 
● Ícones: As chaminés amarela e azul com o famoso C 
● Slogan: Cruising Italian Style. 
● Website: www.costacruzeiros.com

A marca no Brasil 
Do final dos anos de 1960 até hoje foram mais de 21 transatlânticos diferentes trazidos ao litoral brasileiro, consolidando aqui o hábito de navegar e conquistando diversas gerações de hóspedes. Inaugurou escalas turísticas em nosso litoral, trouxe o primeiro mega-navio – Costa Fortuna - para o continente, introduziu eventos empresariais e congressos a bordo, lançou os grandes shows a bordo com artistas de renome e ousou com o projeto dos cruzeiros temáticos, conceito único em todo o mundo. Viagens especiais, que além de todas as atrações dos cruzeiros regulares, oferecem uma série de atividades extra, preparadas cuidadosamente e conduzidas pelos mais renomados profissionais de cada área. Quando o primeiro cruzeiro temático foi lançado pela COSTA CRUZEIROS, no ano de 1994, se fortalecia no Brasil a tendência de estilo de vida saudável com o boom das academias que se espalhavam por todo o país. Assim nasceu o primeiro Cruzeiro Fitness, realizado em fevereiro de 1995 a bordo do Costa Marina, e que chegou a sua 23ª edição consecutiva na temporada 2016 a bordo do Costa Pacifica. Desde sua criação a empresa já embarcou mais de 50.000 passageiros para este roteiro temático.


A marca no mundo 
A COSTA CROCIERE, maior empresa de cruzeiros marítimos da Europa, possui 15 novos e modernos navios que transportam mais de 3 milhões de hóspedes anualmente. Os italianos representam entre 25% a 30% dos passageiros, seguidos pelos franceses, alemães e espanhóis. A empresa oferece mais de 260 destinos através de 137 itinerários e 60 portos de embarque para o Mediterrâneo, Norte Europeu, Caribe, América do Norte e do Sul, Emirados Árabes, Extremo Oriente e Oceano Índico. Atualmente, mais de 80.000 agências de viagem comercializam os cruzeiros marítimos da COSTA em todo o mundo. A empresa possui escritórios em mais de 12 países diferentes. 70% de seus 19.500 funcionários têm menos de 40 anos e são provenientes de 70 países diferentes.



Você sabia? 
Lançado em 2001, o CostaClub é o programa de fidelidade exclusivo dedicado a quem escolhe um cruzeiro COSTA como suas férias preferidas. A todos os sócios é reservado um tratamento de excelência, com descontos especiais e privilégios exclusivos. Quanto mais cruzeiros fizer, maiores serão as atenções que o sócio receberá. 
Desde 1981 as cores e o logotipo da COSTA tomam lugar na chaminé dos navios da empresa.  


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão, Folha e O Globo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 3/10/2016

23.8.06

CARNIVAL CRUISE LINE


Seus navios são popularmente conhecidos pela suntuosa decoração e vasta opção de entretenimento a bordo. Os “hotéis cinco-estrelas flutuantes” da CARNIVAL CRUISE LINE, maior empresa do segmento em passageiros transportados, oferecem aos seus privilegiados hóspedes a chance de conhecer lugares exóticos e deslumbrantes desfrutando do máximo de conforto. Eles são conhecidos por sua atmosfera festiva e casual, oferecendo uma variedade de jantares a bordo, lazer e opções de atividades para qualquer humor e gosto. Desde uma refeição formal até opções mais casuais como os bistrôs com vistas para o mar, seus navios também oferecem jantares alternativos, pizzarias 24 horas, juntamente com entretenimentos deslumbrantes ao melhor estilo de Las Vegas. 

A história 
A história da CARNIVAL CRUISE LINE quase lembra a de um livro. Fundada no ano de 1972 pelo empresário israelense Ted Arison, considerado o pioneiro da indústria de cruzeiro moderna, e por seu sócio, Meshulam Riklis, a empresa começou sua história com um navio usado e um estoque de combustível suficiente apenas para ir da cidade de Miami, na ensolarada costa da Flórida, até San Juan, em Porto Rico. Confiando apenas nisso, Ted formou parceria com a American International Travel Service (AITS) para desenvolver e vender o cruzeiro da nova empresa, que lançava um conceito inovador: transformar um cruzeiro marítimo em férias com vinte e quatro horas de diversão. O primeiro navio da empresa, batizado de TSS Mardi Gras, zarpou do porto da cidade de Miami no dia 11 de março de 1972. Uma curiosidade: o navio encalharia em um banco de areia perto do porto de Miami, na sua viagem inaugural. Apesar do incidente, a empresa seria pioneira no conceito de cruzeiros marítimos com preços mais acessíveis e com duração mais curta de tempo.


Desde a primeira viagem, a companhia investiu no prazer de participar de um cruzeiro marítimo, inovando nas opções de lazer, tudo para tentar transformar as férias em alto mar em uma experiência inesquecível para cada passageiro. O resultado foi tão bom, que os turistas passaram a chamar os navios de “Fun Ships” (algo como “Navios Divertidos”). Esse termo continua ainda hoje resumindo descontração, bons serviços e um interminável desfile de atrações diárias, tanto na programação, quanto na gastronomia variada, representada pelos diferentes restaurantes a bordo de cada navio da CARNIVAL. Em 1974, a empresa ainda pequena, sobrevivia apenas das vendas da operadora turística AITS. Mas Ted persistiu em sua ideia e acabou comprando a AITS por simbólico US$ 1, assumindo uma dívida de US$ 5 milhões. No ano seguinte a empresa comprou seu segundo navio, o Empress of Britain (que depois seria rebatizado como TSS Carnivale).


Em 1978, o navio The Festivale, era o mais rápido na travessia de Miami para o Caribe. Nesta época a CARNIVAL CRUISE LINE já havia conquistado certa reputação no mercado, especialmente entre as famílias da classe média americana. No ano de 1982 estreou o navio Tropicale, a primeira novidade da indústria em anos, marcando o início da era dos luxuosos e caros transatlânticos. A empresa tornou-se a primeira linha de cruzeiro marítimo a anunciar na televisão em 1984, estrelando em seu comercial a atriz e cantora Kathie Lee Gifford como porta-voz. Nos anos seguintes a empresa incorporou a sua frota modernos navios como o Holiday (1985), o Jubilee (1986) e o Celebration (1987), que se tornou o maior navio da companhia, dando origem ao slogan “Most Popular Cruise Line in the World”, transportando mais passageiros que qualquer outra empresa de cruzeiro marítimo. Nesta época, a empresa lançou ações na Bolsa de Valores de Nova York arrecadando US$ 400 milhões, que seriam utilizados para futuras expansões (entenda-se compra de novos navios). Esse dinheiro também foi utilizado para aquisições de outras companhias regionais de cruzeiro marítimo, como por exemplo, em 1989, quando comprou a Holland America Line.


Nos anos de 1990 a empresa, renomeada para Carnival Corporation para se distinguir de sua companhia de cruzeiro, estreou em sua frota uma nova série de embarcações, os chamados mega navios, que tinham capacidade para mais de 2.500 passageiros, como por exemplo, o Ecstasy e o Fascination. Em 1995 foi vez do Imagination, seguido pelo Inspiration. Luxo, alegria, conforto, bem-estar era o que a CARNIVAL CRUISE LINES vinha praticando como meta para tornar cada viagem inesquecível a seus passageiros. No ano de 1996 introduziu em sua frota o Destiny, que na época era o maior navio de passageiros do planeta. Dois anos mais tarde, os navios MS Elation e MS Paradise, com capacidade para 2.040 passageiros, este último o primeiro navio non-smoke (proibido fumar em todas as áreas) do mundo, foram introduzidos na frota da companhia.


Em 2005, pela primeira vez na sua história, a empresa chegou à Europa com a sua mais nova linha de navios chamada Carnival Liberty, o primeiro “Navio de Lazer” a navegar em águas do Mediterrâneo. Na recente série de serviços oferecidos aos passageiros, um parque infantil com aproximadamente 400 m², juntamente com um excelente clube para adolescentes. Suas chaminés em formato de cauda de baleia são marca registrada e que identificam facilmente os navios da CARNIVAL CRUISE LINE, mesmo que a quilômetros de distância. A mais nova campanha de marketing da marca adota um slogan que é seguido à risca dentro dos navios da empresa: Todos pela Diversão. Diversão para todos (em inglês “Fun for all. All for fun”).


A frota 
Os navios da CARNIVAL CRUISE LINE divertem e relaxam milhões de passageiros todos os anos oferecendo suntuosas piscinas, sofisticados spas, lojas, esportes e atividades físicas, espetáculos e uma programação irresistível com atividades para adultos e crianças. Sem contar os shows, festas, cassinos e bares que animam ainda mais a vida noturna nos navios. O conforto para quem navega nestes colossos é total, com uma grande variedade de restaurantes, que oferecem desde jantares em ambientes tradicionais até os mais descontraídos. Há também opções de lanchonetes, cafés, sorveterias e pizzarias que funcionam até durante a madrugada. Atualmente a frota da CARNIVAL CRUISE LINE é composta por 25 modernos e confortáveis transatlânticos.


Entre as principais joias de sua frota estão: 
CARNIVAL SPLENDOR (2008): este gigante navio começou a operar no dia 2 julho com um cruzeiro que saiu de Genova na Itália para Dover na Inglaterra. O gigante oferece excelentes amenidades, incluindo o maior ambiente para crianças, com mais de 3.700 m² e um dos maiores spas, além de 4 piscinas, internet café, teatro, pista de corrida, diversos bares e lounges. Além disso, camarotes mais espaçosos e uma ampla, variada e excelente cozinha diferenciam-no de outros cruzeiros da mesma categoria. O mega-transatlântico de 113 mil toneladas e capacidade para 3.006 pessoas aportou no Rio de Janeiro em 2009 em sua rota para Los Angeles. 
CARNIVAL DREAM (2009): um dos maiores navios da empresa é um verdadeiro colosso flutuante com capacidade para 3.646 passageiros. Este navio apresentou grandes novidades, como os 11.250 m² de área só para adultos, batizada de Serenity; o The Lanai, uma área de lazer que se estende ao longo das duas laterais, com área para churrascos e banheiras de hidromassagens; o bar com música ao vivo Ocean Plaza, com ambientes cobertos e ao livre; uma tela de cinema junto a uma das piscinas; o moderno Spa Cloud 9 e o parque aquático WaterWorks com dois grandes escorregadores. 
CARNIVAL MAGIC (2011): este gigante dos mares, cinco vezes maior que o primeiro navio da empresa (o icônico TSS Mardi Gras), custou US$ 740 milhões e tem capacidade para 3.646 passageiros muito bem acomodados em suas suntuosas instalações. Este navio oferece entretenimento e amenidades incomparáveis para hóspedes de todas as idades, fazendo com que seja perfeito para famílias. Além da variedade de cabines tradicionais, oferece uma nova categoria de varandas (Cove Balcony), localizadas mais próximas do nível do mar, assim como várias cabines conjugadas que são ideais para grupos maiores. O navio foi responsável pelo lançamento de algumas inovações na empresa, como o RedFrog Pub, um bar com tema caribenho que serve um chope de marca própria, o restaurante familiar de comida italiana Cucina del Capitano e a SportSquare, uma grande área de recreação ao ar livre que introduz as atividades típicas do arvorismo, com dois percursos de corda com 70 metros de extensão. 
CARNIVAL VISTA (2016): o enorme transatlântico tem uma série de atrações inusitadas em alto mar. O navio de 133.500 toneladas e capacidade para aproximadamente 4 mil hóspedes conta com a primeira sala de cinema IMAX em cruzeiros, e o SkyRide, uma espécie de bicicleta que fica suspensa 45 metros do deque em um caminho de 243 metros com vista panorâmica. O destaque fica para a ampliada área de esportes, o SportSquare, onde além dos circuitos de arvorismo, contem campo de golfe, quadras, boliche e pista de corrida. Saindo das laterais e indo para os deques superiores, chega-se a um dos lugares mais agitados do navio. É lá onde estão os toboáguas, várias piscinas e o Serenity Deck, uma área reservada para relaxar em confortáveis espreguiçadeiras um andar acima do SPA.


Porque tanto sucesso? 
Persistente, enérgico e extremamente criativo Ted dedicou sua vida para o desenvolvimento da empresa, que se tornou uma lenda do transporte marítimo, tornando-se a mais popular e lucrativa empresa de cruzeiros em todo o mundo. O que fez a CARNIVAL CRUISE LINE tão popular? A empresa leva a sério um dos muitos de seus slogans “Por isso, tudo é muito divertido! Tantos lugares!”. Os navios da empresa são concebidos como verdadeiros hotéis flutuantes. A preocupação com a decoração temática a bordo é um dos pontos positivos: um grande átrio, painéis de luzes e móveis suntuosos fazem os passageiros se sentirem em Las Vegas ou, em casos extremos, até mesmo na badalada Hollywood. O entretenimento a bordo é constante; em todo o navio grupos musicais, cassinos e discotecas superlotadas até às quatro da manhã, se tornaram marcas registradas da companhia. Passageiros jantando em inúmeros restaurantes, assistindo a um show bem ao estilo de Las Vegas, em elegante e confortável teatro, sessões da tarde nas piscinas de águas transparentes, participando de uma variedade de atividades a bordo e em terra, onde se pode jogar golfe nos melhores campos, ou talvez andar de caiaque e canoa. Tudo isso, aliado a uma alegria e energia única 
é o estilo CARNIVAL CRUISE LINE presente em seus navios e transmitido por seus funcionários.


No total, 30% dos turistas (passageiros) estão na faixa etária abaixo de 35 anos, 40% entre 35 e 55 anos e 30% acima de 55 anos. Para atender interesses tão variados, cada funcionário da CARNIVAL CRUISE LINE tem um único objetivo dentro de cada navio: proporcionar o melhor atendimento a todos os passageiros. Da arrumadeira ao músico do piano-bar, além dos conhecimentos específicos de cada área, todos recebem treinamento especial para sempre oferecer o melhor serviço. Um trabalho levado a sério, com um sorriso, como convém a quem vende excelência, sonhos realizados e experiências de valor.


A mascote 
Em 2003 a empresa, aproveitando o alto grau de reconhecimento de seu principal símbolo, as famosas chaminés em forma de cauda de baleia, resolveu criar uma mascote para se aproximar do público infantil. Era o nascimento do FUN SHIP FREDDY, uma simpática chaminé com aproximadamente 1.83 metros de altura vestida com o tradicional uniforme dos funcionários do navio, que inclui luvas brancas, tênis azul e branco, bermuda e camisa pólo. A mascote está presente em todos os navios da empresa para alegria da garotada. Além de tirar fotografias, FREDDY é presença constante nas aéreas de recreação infantil e participa de várias brincadeiras.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Há alguns anos atrás a empresa modernizou seu logotipo, que passou a contar com a imagem real da chaminé (azul, branca e vermelha) em forma de uma cauda de baleia, principal símbolo de reconhecimento da CARNIVAL CRUISE LINE.


Como sua proprietária (a Carnival Corporation & plc) tem o mesmo nome, a empresa utiliza um logotipo corporativo diferente.


Os slogans 
Fun for all. All for fun. (2009) 
Million ways to have fun. (2005) 
So much fun. So many places. 
Just more fun… 
The Most Popular Cruise Line in the World. (1987) 
The Fun Ships. (1973)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1972 
● Fundador: Ted Arison e Meshulam Riklis 
● Sede mundial: Miami, Flórida, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Carnival Corporation & plc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● Chairman: Micky Arison 
● CEO: Arnold Donald 
● Presidente: Christine Duffy 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Frota: 25 navios 
● Passageiros transportados: 4.5 milhões (2015) 
● Presença global: 25 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 37.500 
● Segmento: Turismo 
● Principais produtos: Cruzeiros marítimos 
● Concorrentes diretos: Royal Caribbean, Norwegian, Star Cruises, Celebrity Cruises, MSC Cruzeiros e Disney Cruise Line 
● Mascote: Fun Ship Freddy 
● Ícones: As chaminés em formato de cauda de baleia 
● Slogan: Fun for all. All for fun. 
● Website: www.carnival.com 

A marca no mundo 
A CARNIVAL CRUISE LINE transporta aproximadamente 4.5 milhões de pessoas por ano, sendo 750 mil delas crianças e mais de 1 milhão idosas (passageiros acima de 55 anos), com vendas anuais superiores a US$ 7 bilhões. Com seus 25 modernos transatlânticos a empresa realiza cruzeiros para Bahamas, Caribe, Riviera Mexicana, Alasca, Havaí, Nova Inglaterra, Canal do Panamá, Austrália, Nova Zelândia, Europa, Canadá e Ilhas do Pacífico, em roteiros de 3 a 16 dias. A CARNIVAL tem 3.900 empregados em terra e aproximadamente 33.500 a bordo de seus navios. A CARNIVAL CRUISE LINE pertence a Carnival Corporation & plc, maior empresa do mundo neste segmento e proprietária de outras companhias de cruzeiro marítimo como a italiana Costa Crociere, as americanas Princess Cruises e Seabourn, a inglesa Cunard e a alemã AIDA Cruises. 


Você sabia? 
Ted Arison, fundador da CARNIVAL CRUISE LINE, também foi o fundador em 1966, juntamente com o norueguês Knut Kloster, da Norwegian Caribbean Line, pioneira em cruzeiros para o Caribe e mais tarde designada como Norwegian Cruise Lines (NCL), e hoje uma das maiores companhias de cruzeiro marítimo do mundo. 
Os navios da CARNIVAL CRUISE LINE são construídos pelo estaleiro Fincantieri de Monfalcone, na região de Trieste, na Itália. O estaleiro já construiu mais de 50 navios para a empresa americana. 
Depois da tragédia do furacão Katrina em 2005, três navios da empresa, Holiday, originalmente ancorado em Mobile, estado do Alabama e depois em Pascagoula no Massachusetts; Ecstasy e Sensation, ancorados em Nova Orleans na Louisiana, foram contratados, por um período de seis meses, pelo governo americano, que pagou US$ 236 milhões, para servir de abrigo às vítimas que perderam suas casas durante a tragédia. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 


Última atualização em 5/10/2016