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23.1.21

AstraZeneca


A AstraZeneca amplia os limites da ciência para entregar medicamentos que podem salvar, curar e transformar vidas. Contribuir para que milhões de pacientes possam viver com mais qualidade e por muito mais tempo é a maior conquista da AstraZeneca. Com uma trajetória de mais de um século que segue em paralelo à evolução da medicina, a empresa tem contribuído para que as pessoas possam viver com mais qualidade. 

A história 
Para contar a história da empresa é preciso entender as origens e feitos de duas antigas farmacêuticas, uma sueca e outra inglesa. 

A sueca Astra AB foi fundada em 1913 na cidade de Södertälje, resultado da união entre 400 médicos e farmacêuticos. Já em 1957 se tornou a empresa líder em seu segmento em todo o país. Em 1948, desenvolveu o agente anestésico Xylocaine (lidocaína), dando-lhe uma presença mundial pela primeira vez. A Astra AB foi responsável por introduzir a penicilina na Suécia, também em 1948, ganhando assim reconhecimento e aumentando lucros para financiar o desenvolvimento de novos medicamentos. Já na década de 1990, com o crescente desenvolvimento das empresas farmacêuticas, a Astra AB começou a procurar parceiros para se aliar e se tornar uma empresa mais forte e competitiva. 

A britânica Zeneca Group nasceu de uma divisão da Imperial Chemical Industries (ICI), que foi fundada em 1926 no Reino Unido. Em grande parte do século XX a ICI foi responsável pela produção de produtos farmacêuticos, plásticos, polímeros, eletrônicos, químicos e fragrâncias. A divisão farmacêutica da ICI se tornou independente em 1993 e adotou o nome Zeneca. Nesta década, após algumas aquisições, a maior área terapêutica da Zeneca era a oncologia, na qual seus principais produtos incluíam Casodex, Nolvadex e Zoladex. 

Em dezembro de 1998, as duas empresas anunciaram uma fusão, avaliada em US$ 35 bilhões. A fusão foi oficializada no dia 6 de abril de 1999. A nova empresa foi batizada de AstraZeneca e na época era a quarta maior do mundo em seu segmento. Cada empresa trouxe consigo medicamentos de sucesso. A Astra trouxe Prilosec, um medicamento para tratar refluxo ácido e azia. Já a Zeneca era proprietária do Nolvadex para tratar o câncer de mama. Ambas as companhias tinham cultura pautada pela ciência e uma visão de futuro semelhante, alicerces para uma união bem-sucedida, que se confirmaria nos anos seguintes.
  

Em agosto de 2000, a empresa lançou na Suécia o Nexium, um medicamento para o tratamento de refluxo gastroesofágico. Esse medicamento foi de suma importância para o sucesso da nova empresa, já que em apenas quatro anos trouxe aos cofres da AstraZeneca aproximadamente US$ 14.4 bilhões. Outro marco importante para a empresa ocorreu em 2002, quando seu medicamento Iressa foi aprovado no Japão como monoterapia para câncer de pulmão de células não pequenas. Pouco depois, em 2005, a empresa adquiriu por £120 milhões a KuDOS Pharmaceuticals, uma empresa de biotecnologia do Reino Unido.
   

A partir desse momento, a AstraZeneca, para se tornar ainda mais competitiva no setor, iniciou a aquisição estratégica de outras farmacêuticas, como por exemplo, em 2006, ao adquirir por £702 milhões a Cambridge Antibody Technology; ou no ano seguinte ao desembolsar US$ 150 milhões pela Arrow Therapeutics, uma empresa focada na descoberta e desenvolvimento de medicamentos antivirais, incluindo várias abordagens diferentes em relação à Hepatite C e ao Vírus Sincicial Respiratório (RSV). Nessa época, o pipeline da AstraZeneca e o “penhasco de patentes”, foi objeto de muita especulação, o que levou a aceleração das atividades de colaboração e novas aquisições como a da americana MedImmune, para obter acesso a vacinas contra gripe e um tratamento antiviral para bebês.
   

Nos anos seguintes esse processo ganhou ainda mais força com a compra em 2010 da Novexel Corp., uma empresa de desenvolvimento de antibióticos, formada em 2004 como um spin-off da divisão de anti-infecciosos da então Sanofi-Aventis, o que possibilitou que a AstraZeneca incorporasse ao seu portfólio de produtos o antibiótico experimental NXL-104 (CEF104). No ano seguinte adquiriu a Guangdong BeiKang Pharmaceutical Company, uma empresa chinesa de medicamentos genéricos. A AstraZeneca estava entre as dez maiores empresas farmacêuticas do mundo em 2012, mas começou a enfrentar uma série de expirações de patentes em seus medicamentos de grande sucesso. Nessa época, boa parte da receita da AstraZeneca era originada pelos seus medicamentos cardiovasculares, incluindo Crestor, Plendil e Tenormin, cujas patentes venceram ou estavam prestes a vencer.
   

Com a expiração das patentes, a empresa ganhou um novo executivo, que rapidamente começou a remodelar a AZ em um esforço para evitar que as coisas piorassem: cortou empregos, concentrou-se em menos áreas de terapia estratégica, fez aquisições de médio porte e forjou mais parcerias externas. A AstraZeneca também reestruturou sua área de Pesquisa & Desenvolvimento, tornando-a mais ágil e moderna. Além disso, em 2014, a empresa precisou lidar com uma oferta de compra da americana Pfizer (conheça a história deste gigante aqui), que foi rejeitada. Com isso, a AstraZeneca continuou com seus ambiciosos planos de crescimento e, nos anos seguintes, realizou uma enxurrada de acordos de licenciamento, parcerias e aquisições estratégicas ao redor do mundo.
   

Com a pandemia da COVID-19 e sem nenhum país capaz de eliminar completamente o vírus, rapidamente se tornou claro que a única maneira viável de manter as pessoas seguras e prevenir a desordem econômica generalizada era produzir uma vacina contra o Coronavírus SARS-COV-2. Com isso, em parceria com a tradicional e respeitada Universidade de Oxford, a farmacêutica foi uma das pioneiras ao iniciar o desenvolvimento de uma vacina contra a COVID-19. Em tempo recorde, a empresa anunciou no final de novembro o teste bem-sucedido da vacina, que apresentou 70,4% de eficácia média contra a doença, com seu sistema de duas doses. Em 30 de dezembro, o Reino Unido foi o primeiro país a aprovar o uso emergencial da Vacina Coronavírus da AstraZeneca, batizada de ChAdOx1. Ainda em dezembro, o laboratório britânico anunciou a compra da empresa de biotecnologia norte-americana Alexion por US$ 39 bilhões. Com a aquisição, o grupo se consolida entre as dez maiores indústrias farmacêuticas do mundo e reforça seu portfólio nas áreas de imunologia e de pesquisas sobre doenças raras.
  

Hoje em dia a AstraZeneca tem seu foco voltado para as áreas de Oncologia (investiga associações de terapias com moléculas pequenas e biológicos para o tratamento do câncer); Regeneração Cardíaca (investiga o papel de diferentes proteínas de sinalização na ativação de células-tronco para o autorreparo do tecido muscular cardíaco); e Produtos biológicos no tratamento da asma (desenvolve um portfólio de medicamentos biológicos que têm como alvo as células e vias imunológicas que desempenham um papel central no desenvolvimento, persistência e progressão de asma grave e DPOC).
 

Movidos pela Ciência 
O Centro de Pesquisa & Desenvolvimento e sede corporativa da AstraZeneca, em Cambridge, na Inglaterra, demonstra a estratégia na prática - uma empresa liderada pela ciência e comprometida com o desenvolvimento sustentável, onde os pacientes se beneficiam com as iniciativas colaborativas. Os cientistas, biologistas e médicos da AstraZeneca, que são ao todo mais de 10 mil profissionais, trabalham incansavelmente para levar esperança à milhões de pessoas, através do desenvolvimento de medicamentos inovadores, que visam proporcionar sobrevida aos pacientes e melhor qualidade de vida durante o tratamento. A empresa ainda mantém mais dois modernos centros de Pesquisa & Desenvolvimento, localizados em Mölndal (próximo a Gotemburgo), Suécia; e Gaithersburg (Maryland), Estados Unidos. Apesar do foco de suas atividades ser a pesquisa e a produção de medicamentos, a empresa entende que a cura de doenças e a melhoria das condições de saúde das pessoas vão muito além do acesso a remédios: para a AstraZeneca, saúde não se faz só com medicamentos, mas também com responsabilidade social. Por isso, a cada ano, a empresa investe em projetos e parcerias que levam saúde, bem-estar, cultura e educação às mais diversas comunidades nos países em que atua.
   

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas alterações ao longo dos anos. A única alteração ocorreu em relação à cor do nome da marca, que hoje é aplicado em um tom de vinho.
  

Os slogans 
What science can do. (2015) 
Health connects us all. 
Life inspiring ideas. (2010)
    

Dados corporativos 
● Origem: Inglaterra e Suécia 
● Fundação: 6 de abril de 1999 
● Fundador: Fusão da Astra AB com o Zeneca Group plc 
● Sede mundial: Cambridge, Inglaterra 
● Proprietário da marca: AstraZeneca plc 
● Capital aberto: Sim 
● Chairman: Leif Johansson 
● CEO: Pascal Soriot 
● Faturamento: US$ 24.3 bilhões (2019) 
● Lucro: US$ 1.23 bilhões (2019) 
● Valor de mercado: US$ 136.3 bilhões (janeiro/2021) 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 70.600 
● Segmento: Biofarmacêutico 
● Principais produtos: Medicamentos de prescrição e imunizantes 
● Concorrentes diretos: Pfizer, Bayer, Eli Lilly, Abbott, GSK, Roche, Sanofi, Janssen, Bristol-Myers Squibb, Merck, Boehringer e Novartis 
● Slogan: What science can do. 
● Website: www.astrazeneca.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a AstraZeneca, que está entre os maiores grupos farmacêuticos do mundo, oferece em mais de 100 países um portfólio sólido e inovador, com foco no tratamento de doenças em três principais linhas terapêuticas - Oncologia, Doenças Cardiovasculares & Metabólicas e Respiratória. A empresa, que alcançou faturamento de US$ 24.3 bilhões (dados de 2019), também atua nas áreas autoimunidade, neurociência e infecção. Com produção em 18 países e investimentos anuais de US$ 5.9 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento, a empresa mantém mais de 600 colaborações e parcerias em todo o mundo. 

Você sabia? 
Um dos medicamentos mais vendidos da AstraZeneca é o Budecort Aqua, que reduz e previne a inflamação e o inchaço da mucosa do nariz causados por alergias e promove alívio inicial dos sintomas em 7 a 12 horas. 
Estabelecida no Brasil desde 1999, a AstraZeneca está situada em uma área de aproximadamente 60.000 m², em Cotia, São Paulo, onde concentra sua sede administrativa e unidade fabril. A AstraZeneca tem como ambição melhorar a vida de 5.5 milhões de pacientes brasileiros até 2025. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), jornais (Estadão, Folha e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 23/1/2021

2.3.17

BOEHRINGER INGELHEIM


Há mais de 130 anos, a BOEHRINGER INGELHEIM mantém o compromisso com pesquisa, desenvolvimento, fabricação e comercialização de novos medicamentos com alto valor terapêutico para a saúde humana e animal. Tudo para melhorar a vida de seres humanos e animais. 

A história 
Tudo começou com Albert Boehringer, pioneiro da biotecnologia e oriundo de uma família que atuava no setor químico, que comprou uma pequena fábrica na cidade alemã de Ingelheim am Rhein para iniciar a produção de ácidos em escala industrial. No dia 31 de julho de 1885 ele registrou oficialmente a empresa com o nome de Albert Böhringer, chem. Fabrik vom 1. Aug. 1885 ab. Já no ano seguinte, com apenas 28 empregados produzia sobre tudo os tartaratos, produtos utilizados na fabricação de refrigerantes, fermento para padaria, em tinturaria e farmácia. Em 1893, Albert desenvolveu um processo biotecnológico que permitia o aproveitamento de bactérias para a produção de ácido lático em grande escala e assim tornou-se grande fornecedor desta inovação para as indústrias da época que cada vez mais necessitavam do produto. Com isso, a empresa se tornou uma das pioneiras nos processos biotecnológicos em aplicações industriais.


No ano de 1905, em busca de novos mercados no segmento químico, a empresa desenvolveu um processo econômico para a extração de alcalóides como a morfina, cocaína e codeína. As substâncias eram vendidas às farmácias e à então emergente indústria farmacêutica, sendo exportadas também para outros países. Em 1910, ao completar 25 anos, a C.H. Boehringer Sohn (CHBS) já empregava mais de 155 funcionários. Em pouco tempo, a empresa passou a investir no setor farmacêutico, tendo como missão a inovação em medicamentos que proporcionassem a melhoria da saúde e do bem-estar das pessoas. Isto aconteceu em 1912, quando a empresa fabricou seu primeiro medicamento, o Laudanon®, um analgésico baseado em seis alcalóides de ópio. Em 1917 foi criado o departamento de pesquisas por iniciativa do químico e futuro vencedor do Prêmio Nobel de Química, o Professor Heinrich Wieland, um primo de Albert Boehringer. Este departamento seria responsável por todas as atividades de pesquisa e desenvolvimento no setor de ácidos, alcalóides e farmacêuticos da empresa. Após as primeiras pesquisas, começou a produção do ácido biliar e seus derivados, ainda este ano. Em 1923, uma nova fábrica para produção de alcalóides foi estabelecida em Hamburgo-Moorfleet. A partir de 1925, os elementos básicos das drogas, incluindo cafeína, morfina e codeína, são produzidos nesta unidade.


Em 1933, a empresa se expandiu ao iniciar a produção de ácido cítrico a partir de citrato de cálcio para as indústrias alimentícias, de bebidas e tabaco. Após a morte do fundador, no dia 11 de março de 1939, a empresa passou a ser administrada pelos seus filhos Albert e Ernst Boehringer, e pelo genro Julius Liebrecht. Nos anos seguintes, com o início da Segunda Guerra Mundial a produção de ácidos orgânicos (tartárico, lático e cítrico) foi brevemente interrompida. Todavia, as pesquisas continuaram apesar do conflito. Diversos itens químicos e farmacológicos foram introduzidos nesse período e posteriormente após a finalização dos combates. Além disso, neste período, uma nova fábrica foi construída para a produção em grande escala de cafeína sintética, que entrou em produção no dia 15 de novembro de 1942. Foi somente na final da década de 1940, no período do pós-guerra, que a empresa começou a expandir-se ao redor do mundo, instalando sua primeira subsidiária na cidade de Viena na Áustria. Com isso, em 1953, iniciou suas operações na Espanha e no Brasil, neste último inicialmente por meio de um escritório de importação de medicamentos.


Pouco depois, em 1955, a BOEHRINGER INGELHEIM fundou a divisão de saúde animal, após assumir o programa veterinário da Pfizer, ingressando assim em um novo e promissor segmento de mercado. A década seguinte foi marcada por grandes novidades. Primeiro, em 1961, estabeleceu na cidade de Viena o Institute for Pharmaceutical Research focado em virologia e farmacologia. Além disso, ampliou sua presença mundial com a criação de subsidiárias no México e Reino Unido, ambas em 1962. Já em 1969, uma nova unidade de pesquisa foi estabelecida na cidade de Kawanashi no Japão. A década seguinte começou com a inauguração, em 1971, da subsidiária americana em Ridgefield, estado de Connecticut. Pouco depois, em 1972, um dos produtos de maior importância para a empresa se tornar um gigante no segmento, o ácido lático, teve a produção descontinuada. Em 1978, a veterinária médica ganhou enorme importância dentro da empresa com a criação da subsidiária Boehringer Ingelheim Vetmedica, em substituição ao antigo departamento de medicina veterinária. Em 1985, a BOEHRINGER INGELHEIM comemorou seu centenário, empregando 22.254 pessoas e atingindo vendas de aproximadamente €2.31 bilhões. No ano seguinte, o Centro de biotecnologia de Biberach iniciou a produção. Após um pesado investimento, se tornou a maior fábrica da Europa para a produção de produtos biofarmacêuticos a partir de culturas celulares. Após 1991 a empresa passou por reformulações para atender o novo perfil de mercado que surgia. Como parte das atividades de pesquisa e desenvolvimento, a empresa concentrou-se principalmente nas áreas terapêuticas de doenças cardiovasculares, respiratórias, metabólicas, virais, do sistema nervoso central e oncologia.


Nos últimos anos a BOEHRINGER INGELHEIM passou a investir ainda mais no segmento de saúde animal. Um exemplo disso aconteceu em 2012, quando ocorreu a inauguração do Centro Europeu de Investigação Veterinária na cidade de Hanover, que se dedica exclusivamente a pesquisas de doenças de animais de criação. Depois em 2013, quando a área de saúde animal ingressou no mercado de pequenos animais por meio da comercialização de vacinas da linha Duramune®. Todo esse foco culminou em 2016 com um acordo definitivo para trocar os negócios de saúde animal da Sanofi (conhecida como Merial) pelos medicamentos isentos de prescrição da BOEHRINGER INGELHEIM (que incluem marcas como o antiespasmódico Buscopan®, o multivitamínico Pharmaton® e o laxante Dulcolax®). Combinar as carteiras complementares da Merial (que tem três unidades de negócio principais: animais de estimação, animais de fazenda e saúde pública veterinária) e da Boehringer Ingelheim Animal Health (6ª maior empresa de saúde animal do mundo), além das plataformas de tecnologia para antiparasitas, coloca a nova empresa em uma posição mais competitiva nos segmentos de maior crescimento do setor e agrega mais valor e inovação para os clientes no mundo todo. Como empresa farmacêutica orientada à pesquisa, esse negócio melhora, substancialmente, sua posição no mercado futuro de saúde animal, transformando a BOEHRINGER INGELHEIM, provavelmente, em uma das maiores empresas do mundo neste segmento.


A linha do tempo 
1920 
Lançamento do medicamento cardiovascular Cadechol®
1921 
Lançamento do medicamento Lobelin®, após cientistas da empresa conseguirem isolar o alcalóide puro lobelin da planta Lobelia inflata. 
1927 
Lançamento do medicamento para tosse Codyl®
1931 
Lançamento do Sympatol®, desenvolvido para melhorar a circulação e derivado da adrenalina. 
1941 
Lançamento do Aludrin®, um medicamento inovador para o tratamento da asma. Este agente respiratório abriria mais tarde o caminho para os betabloqueadores. 
1949 
Lançamento do Effortil® (para melhorar a circulação), Vascular® (vasodilatador) e Visadron® (colírio). 
1952 
Lançamento do Buscopan®, um agente espasmolítico de origem vegetal utilizado no tratamento de problemas gastrointestinais. O medicamento se tornou um dos mais populares e consumidos do mundo. 
1959 
Lançamento do Persantin®, utilizado no tratamento de doenças coronarianas. 
1960 
Lançamento do Silomat®, utilizado no tratamento da tosse. 
1961 
Lançamento do Alupent®, medicamento que aumenta a competência terapêutica para doenças respiratórias. 
1963 
Lançamento do Bisolvon®, o primeiro agente secreolítico (mucolítico) resultante da própria pesquisa da empresa. 
1966 
Lançamento do Catapresan®, um medicamento anti-hipertensivo com um novo modo de ação. 
1972 
Lançamento do Berotec®, um medicamento respiratório que se tornou um enorme sucesso. 
1975 
Lançamento do Atrovent®, um medicamento usado no tratamento de doenças crônicas do trato respiratório. 
1977 
Lançamento do Asasantin®, um medicamento utilizado no tratamento de trombose e embolismos. 
1979 
Lançamento do Mucosolvan®, medicamento utilizado no tratamento da bronquite. 
Lançamento do Mexitil®, um medicamento usado no tratamento de arritmia cardíaca. 
1987 
Lançamento do Actilyse®, um marco para a história da empresa. Não somente foi o primeiro medicamento para tratamento trombolítico para ataques cardíacos agudos, mas também o primeiro produto desenvolvido pela divisão biofarmacêutica. 
1989 
Lançamento de Alveofact®, indicado para síndrome de dificuldade respiratória em recém-nascidos. 
1996 
Lançamento do Alna®/Flomax®, medicamento utilizado no tratamento da hiperplasia prostática benigna. 
Lançamento do medicamento anti-reumático Mobic®
1997 
Lançamento do Viramune®, desenvolvido para reduzir o risco de transferência de vírus HIV em mulheres grávidas para seus filhos recém-nascidos. 
Lançamento no Brasil do polivitamínico com Ginseng Pharmaton®
1999 
Lançamento do Micardis®, medicamento utilizado no tratamento da hipertensão. 
2002 
Lançamento do Spiriva®, para o tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). 
2011 
● O Pradaxa® se tornou a primeira droga em 50 anos a obter aprovação para a prevenção do AVC na fibrilhação auricular na Europa. 
2013 
Aprovação do Griotrif®, medicamento com indicação para câncer de pulmão de não pequenas células. 
2014 
Lançamento do Jardiance®, primeiro medicamento da sua classe para diabetes tipo 2. 
Lançamento do Ofev®, primeiro medicamento aprovado no Brasil para Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI). 
2015 
Lançamento do Spiolto Respimat®/Stiolto Respimat®, com indicação para asma.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Em 1893, o primeiro logotipo da empresa foi registrado: as letras CHBS entrelaçadas dentro de uma forma oval com a inscrição C.H. Boehringer Sohn, nome que a empresa havia adotado neste ano. Em 1905, pela primeira vez, o logotipo exibe a imagem do palácio imperial de Charlemagne. No ano de 1924 foi adotado um novo logotipo com o palácio imperial totalmente estilizado. Em 1962 o logotipo passou a conter a palavra Boehringer e adotou a cor azul. A atual identidade visual da empresa foi adotada em 1997.


Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Fundação: 31 de julho de 1885 
● Fundador: Albert Boehringer 
● Sede mundial: Ingelheim am Rhein, Alemanha 
● Proprietário da marca: Boehringer Ingelheim GmbH 
● Capital aberto: Não 
● Chairman & CEO: Hubertus von Baumbach 
● Faturamento: €14.8 bilhões (2015/2016) 
● Lucro: €2.3 bilhões (2015/2016) 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 50.000 
● Segmento: Farmacêutico 
● Principais produtos: Medicamentos e vacinas para saúde humana e animal 
● Concorrentes diretos: Pfizer, Eli Lilly, Bayer, Novartis, Merck, Roche e GlaxoSmithKline 
● Slogan: Value through Innovation. 

A marca no mundo 
Hoje em dia a BOEHRINGER INGELHEIM, uma das 20 principais empresas farmacêuticas do mundo, opera globalmente com 145 afiliadas e mais de 50.000 funcionários, comercializando seus produtos em mais de 120 países. A empresa alemã atua nos segmentos de saúde humana (doenças respiratórias, metabolismo, imunologia, oncologia e doenças do sistema nervoso central) e saúde animal (sob a divisão Boehringer Ingelheim Animal Health, líder mundial em vacinas para porcos e que detém posição relevante nas vacinas para animais de estimação e gado, bem como em especialidades farmacêuticas veterinárias). A empresa possui cinco instalações de pesquisa e desenvolvimento localizadas em Biberach (Alemanha), Ridgefield (Connecticut), Viena, Kobe e Milão, além de 20 plantas de produção em 13 países. Mais de 8.000 funcionários trabalham no setor de pesquisa e desenvolvimento, no qual a empresa investe 20% do faturamento anualmente. 

Você sabia? 
Um dos elementos mais importantes da cultura empresarial da BOEHRINGER INGELHEIM é a responsabilidade social - incluindo o envolvimento em projetos sociais, como o Making more Health (Mais Saúde), em parceria com a ONG Ashoka, que busca modelos inovadores que estão transformando a área da saúde no sentido de melhorar de forma sustentável o bem estar de pessoas, famílias e comunidades. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão e Folha), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 2/3/2017

26.4.16

ACHÉ


Disponibilizar continuamente, com qualidade, criatividade e rentabilidade, produtos inovadores e acessíveis, que promovam a saúde e bem-estar de milhões de consumidores. A forte presença em todo o Brasil, a qualidade dos produtos e a contínua busca por diferenciação tecnológica permitem que o Aché Laboratórios atenda às expectativas dos médicos e, principalmente, as necessidades dos consumidores para uma vida melhor. 

A história 
As origens da empresa têm início em 1965 quando três ex-propagandistas de medicamentos, Antônio Gilberto Depieri, Victor Siaulys e Adalmiro Dellape Baptista, que se conheceram na farmacêutica Squibb, resolveram unir forças para fundar a Prodoctor (que significa “Para o doutor”), empresa especializada na distribuição de produtos farmacêuticos. Os três tinham uma ambição: ter o próprio laboratório farmacêutico. E tudo começou à mudar pouco tempo depois, em 1966, quando eles adquiriram o Laboratório Aché, criado em 1922 na cidade de Ribeirão Preto pelo médico Phillipe Aché, seu cunhado, o advogado João Meira Alves Filho, e o microbiologista e farmacêutico João Palma Travassos, que inicialmente produzia soros hormônicos com sangue de cavalos e éguas. Resolveram então manter a marca Aché (por isso, a empresa considera oficialmente 1966 o ano de sua fundação). Com o sobrenome francês do antigo dono a empresa iria se tornar um dos maiores laboratórios farmacêuticos do Brasil, especialmente copiando os produtos de sucesso dos concorrentes estrangeiros, com os chamados medicamentos similares.


Em 1973 a empresa se mudou para uma nova sede em Guarulhos, São Paulo. Em 1982 a empresa deu um grande salto de crescimento quando licenciou produtos da Parke Davis no Brasil, como por exemplo, a pomada Fibrase, o antiácido Mylanta e o anestésico Catalar. Pouco depois, em 1988, surgiu a Prodome, uma joint-venture em parceria com a alemã Merck Sharp & Dome. A partir de 1997 a empresa investiu valores significativos em tecnologia, embalagens invioláveis, segurança, informatização do sistema produtivo e principalmente em pesquisas científicas baseadas na biodiversidade brasileira. A mudança drástica nas feições do mercado brasileiro com a chegada dos medicamentos genéricos, em 1999, desencadeou uma longa disputa entre os sócios do Aché Laboratórios em torno da escolha de uma nova rota de crescimento. Um impasse que praticamente paralisou a empresa por cinco anos. Em 2003, finalmente com os ânimos apaziguados entre os sócios, ocorreu a aquisição da alemã Asta Médica do Brasil, que ampliou a atuação da empresa para novas classes terapêuticas, como por exemplo, o Dinaton (Ginko biloba) para problemas vasculares e o Kamillosan (camomila) para tratamento de dermatites.


A inovação cada vez mais se tornou um valor do Aché Laboratórios. E isto pode ser provado em 2004, quando a empresa apresentou ao mercado, com absoluto sucesso, o Acheflan, anti-inflamatório de uso tópico à base de Cordia Verbenacea (erva-baleeira, encontrada na Mata Atlântica), fruto de pesquisa radical, 100% desenvolvido no Brasil. Após sete anos de intensas pesquisas, o Acheflan, indicado para traumas, dores musculares e tendinites, seria lançado em 2005. Já a versão aerosol seria introduzida dois anos depois. Ainda este ano o Aché Laboratórios comprou a Biosintética, fundada em 2004 e a terceira maior fabricante de medicamentos genéricos do país na época, o que permitiu o ingresso da empresa no rentável segmento de medicamentos genéricos e fortaleceu a participação em especialidades relevantes como cardiologia respiratória, sistema nervoso central e oncologia. Além disso, a Biosintética já tinha tradição em pesquisas no campo da biotecnologia.


Nos anos seguintes a empresa cresceu em um ritmo alucinante: em 2006 adotou um novo modelo de gestão, por unidade de negócios, com foco nas especialidades de cada segmento; ingressou no segmento de dermatologia em 2007; no ano seguinte acelerou sua internacionalização para onze países através de licenciamentos, o que incluiu o lançamento do Acheflan no mercado americano e canadense; e, em 2009, trouxe para o mercado brasileiro, em parceria com a empresa mexicana Silanes, o Meritor, um medicamento inovador para o tratamento da diabetes. Ainda em 2009, foi lançado o Cuidados pela Vida (CPV), um programa de benefícios presente em mais de duas mil cidades brasileiras que oferece relevante prestação de serviços aos consumidores, por meio de materiais sobre saúde que auxiliam o dia a dia do paciente. O programa conta com produtos dermocosméticos e medicamentos prescritos com as marcas Aché/Biosintética no portfólio, mais de 20 mil pontos de vendas cadastrados e mais de 4 milhões de consumidores em sua plataforma. Já em 2010, adquiriu 50% do laboratório Melcon, especializado na produção de medicamentos hormonais. 2011 foi mais um ano importante para a empresa: primeiro ingressou no segmento de nutracêuticos, em parceria com a inglesa Oxford Pharmascience; e depois lançou a linha própria de dermocosméticos PROFUSE.


No ano de 2012, em parceria com outras indústrias farmacêuticas nacionais, criou a Bionovis, uma empresa especializada em produtos biotecnológicos. Ainda este ano criou a unidade de negócios de dermatologia. Uma das grandes novidades de 2014 foi o equipamento simulador do aparelho respiratório humano, um dos mais modernos da indústria farmacêutica, além de ser único na indústria nacional. O aparelho permite verificar com maior precisão o grau de penetração de medicamentos no pulmão. Com o equipamento, é possível compreender melhor as propriedades físicas e químicas das moléculas que alcançam os níveis mais profundos do pulmão, permitindo que a empresa desenvolva produtos cada vez mais eficazes para o trato respiratório. Mais recentemente, em 2016, a empresa adquiriu a Nortis Farmacêutica, reconhecida no mercado pela produção de antibióticos cefalosporínicos, além de possuir uma linha de medicamentos isentos de prescrição (MIP) e nutracêuticos. A empresa é responsável por aproximadamente 50% do segmento de antibióticos cefalosporínicos no Brasil, com 20 milhões de unidades produzidas anualmente.


O ingresso em novos segmentos, como de biotecnologia, e o avanço em oftalmologia, com produtos que chegarão ao mercado nos próximos anos, além da expansão da Linha Profuse de dermocosméticos, reforçam a condição de empresa vencedora, pela criatividade, e pelo pioneirismo na capacidade de inovar e antecipar-se ao mercado. Até 2020, a empresa lançará mais 184 produtos, sendo 120 nos próximos três anos.


Para comemorar 50 anos de inovação e dedicação a saúde de milhões de brasileiros, a marca apresentou um novo slogan, Mais vida para você, e lançou um logotipo comemorativo, idealizado para ser aplicado em todas as campanhas durante o ano de 2016, visando fortalecer a história de cuidado, saúde e sucesso do Aché. O conceito visual do logotipo comemorativo foi inspirado na microbiologia. A ideia de sobreposição de partículas microscópicas, como as visualizadas pelos cientistas por meio de lentes, permeou a criação do logotipo. As partículas criam uma superfície reticular que deram origem ao desenho. O logotipo mantém a cor magenta da identidade visual da marca, que neste meio século passou a ser associada à inovação, confiança e sustentabilidade.


A linha do tempo 
1967 
Lançamento do COMBIRON (anti-anêmico) 
1968 
Lançamentos do SORINE (descongestionante nasal) e do IODEPOL (antibiótico) 
1970 
Lançamentos do SOMALIUM (tranquilizante) e ENERGISAN (energético injetável à base de vitamina B12), um dos grandes sucessos da empresa até ser retirado do mercado em 1986. 
1980 
Lançamento do TANDRILAX (antiinflamatório, analgésico, miorrelaxante e antitérmica). 
1981 
O SINUTAB, produzido até então pelo Parke-Davis, é adquirido pelo Aché. Este medicamento inova ao associar a ação analgésica e antitérmica à ação anti-histamínica e descongestionante. 
Lançamento do moderador de apetite MODEREX
1983 
Lançamento do DIGEPLUS (digestivo). 
1984 
Lançamento do PONSTAN (antiinflamatório). 
1987 
Lançamento do DECAPEPTYL, com tecnologia de microcápsulas, em parceria com a universidade americana de Tulane, cuja fórmula foi desenvolvida pelo Professor Schally, Prêmio Nobel de Medicina. 
1989 
Lançamento do antiinflamatório BIOFENAC e do antilipêmico LOPID
1993 
Lançamento do FLOGENE (antiinflamatório e analgésico) e TRIAC (hormônio para obesidade e para complemento hormonal em câncer de tireóide). 
Criação do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). 
1995 
Lançamento do NOVAMOX (antibiótico) e GASTRIUM (para o tratamento de úlcera). 
1996 
Inclusão das informações em Braile nas embalagens dos medicamentos. Foi o primeiro laboratório a adotar essa medida. 
Lançamento do NOTUSS (para tratamento de gripes, resfriados e dor de garganta), do CAPEL (xampu anticaspa) e do CANDIZOL (para o tratamento da candidíase vaginal). 
1997 
Lançamento do NOVATREX (antibiótico), BIOFENAC CLR (antiinflamatório), REDUPRESS (para hipertensão), TRACONAL (antifúngico), FEMINA (anticoncepcional) e BIO-SEL (complexo vitamínico). 
1998 
Lançamento do AURAM (antiepilético) e FREENAL (descongestionante nasal). 
1999 
Lançamento do contraceptivo de emergência POSTNOR 2, conhecido como “pílula do dia seguinte”. 
Lançamento do FEMME (polivitamínico). 
2000 
Lançamento do único diclofenaco na forma aerosol, o antiinflamatório BIOFENAC AEROSOL
2003 
Lançamento do SOYFEMME, para o tratamento dos sintomas da menopausa e primeiro fitomedicamento do Aché. 
Lançamento do contraceptivo ALLESTRA
2004 
lançamento do ARTROLIVE, indicado para osteoartrite, osteoartrose ou artrose em todas as suas manifestações. 
2005 
Lançamento do RosaClean, um sabonete líquido para a higiene íntima da mulher. 
2010 
Lançamento do SINTOCALMY, fitomedicamento indicado para o tratamento de ansiedade, leve ou moderada. 
2012 
Lançamento do LIBERAFLUX, primeiro fitomedicamento expectorante da empresa à base de extrato seco de Hedera helix, espécie cultivada em Portugal e na Irlanda. 
2015 
Lançamento do DONILA, um medicamento considerado por especialistas uma novidade para o tratamento da doença de Alzheimer de intensidade moderada e grave no Brasil. 
2016 
Lançamento do BIOFENAC HOT, um adesivo térmico, evolução da bolsa térmica, e ideal para cólicas menstruais, dores musculares e articulares.


Inovação 
O Aché acredita que o caminho mais sustentável para a sua internacionalização passe pela inovação. Com cinco décadas de história, é a sua visão inovadora que faz com que a empresa seja líder em prescrição médica no Brasil, mesmo diante de um mercado extremamente competitivo. Desde 2008, a empresa vem trabalhando na construção da sua marca no exterior. O histórico de parcerias começou em 2007 com a mexicana Silanes. Em 2010, o relacionamento foi ampliado com o lançamento no México do hipertensivo Lotar, com o nome de Bicartial - primeira marca própria do Aché fora do país. Um dos destaques da empresa em termos de inovação radical é o antiinflamatório Acheflan: em março de 2015, a empresa fechou um acordo com a farmacêutica Silanes para lançar o produto no México, nas apresentações aerossol e creme. Em dezembro de 2014, o Aché conquistou parceria para exportá-lo ao Japão e alguns outros acordos também foram estabelecidos na América Latina. O produto vem obtendo patentes em diferentes países e, recentemente, teve a patente concedida em todo continente Europeu.


Anualmente, a empresa investe, em média, 10% da geração de caixa operacional em inovação. As pesquisas e desenvolvimento de novos produtos são divididos em quatro áreas: 
Inovação Radical 
A empresa dedica-se a pesquisas de inovação radical há mais de 10 anos, quando optou, inicialmente, pelos fitomedicamentos. Isto consiste na pesquisa e no desenvolvimento de novos ativos, sejam eles sintéticos, fitomedicamentos, biológicos, nutracêuticos ou dermocosméticos. Essa linha de pesquisa exige alto custo de investimento e longo período de pesquisa. Em novembro de 2015 o Aché apresentou o Centro de Inovação Radical e inaugurou o Laboratório de Design e Síntese Molecular (este último para impulsionar o desenvolvimento de drogas inovadoras para tratamento de vitiligo, ansiedade, úlcera gástrica, hipertensão e depressão, entre outras). 
Inovação Incremental 
Consiste em introduzir no mercado brasileiro ativos já existentes no mundo ou promover melhorias incrementais, como novas associações, formulações, indicações terapêuticas e aplicação de diferentes tecnologias em ativo existentes, trazendo, assim, propostas inovadoras para atender a necessidades de médicos e pacientes. Em novembro de 2015 apresentou seu Centro de Inovação Incremental e firmou parceria com a sueca Ferring Pharmaceuticals para o desenvolvimento de plataformas tecnológicas. 
Biotecnologia 
Setor tratado como prioridade no atual cenário da indústria farmacêutica mundial, a biotecnologia vem oferecendo respostas terapêuticas eficientes em doenças de alta complexidade, que não respondem adequadamente aos medicamentos originários de fabricação sintética. O objetivo do Aché é agregar competências e assegurar a independência tecnológica, gerando mais valor à sociedade e ao negócio. 
Fitomedicamentos 
São os medicamentos de origem vegetal elaborados com extratos padronizados. O fitomedicamento é elaborado por um complexo processo químico que visa concentrar os princípios ativos da planta em um extrato. A padronização química (ou estandardização) garante o teor de princípios ativos para obtenção de uma atividade farmacológica. É importante ressaltar que a padronização do extrato requer tecnologia analítica de ponta. O processo deve garantir que cada comprimido ou cápsula contenha o mesmo perfil químico, o mesmo teor de princípios ativos. Desta forma é possível garantir que o fitomedicamento obedeça aos mesmos três critérios que caracterizam um medicamento sintético: eficácia, qualidade e segurança, critérios essenciais para a obtenção do registro junto ao órgão regulatório competente.


A evolução visual 
A identidade visual da marca Aché passou por algumas alterações ao longo dos anos. As principais mudanças foram em relação à tipografia de letra (bem sutil) e ao acento na letra E. A última alteração ocorreu em 2016.


Os slogans 
Aché. Mais vida para você. (2016) 
Nós valorizamos a vida.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1966 
● Fundador: Antônio Gilberto Depieri, Victor Siaulys e Adalmiro Dellape Baptista 
● Sede mundial: Guarulhos, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Adalberto Panzenboeck Dellape Baptista 
● CEO: Paulo Nigro 
● Faturamento: R$ 2.3 bilhões (2015) 
● Lucro: Não divulgado 
● Fábricas: 3 
● Presença global: 13 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 4.500 
● Segmento: Laboratório farmacêutico 
● Principais produtos: Medicamentos, dermocosméticos e nutracêuticos 
● Concorrentes diretos: EMS, Medley, Eurofarma, Pfizer, Sanofi, Novartis, Abbott, Bayer, Johnson & Johnson e GlaxoSmithKline 
● Ícones: A cor magenta 
● Slogan: Aché. Mais vida para você. 
● Website: www.ache.com.br 

A marca no mundo 
O Aché Laboratórios é uma empresa 100% brasileira, conta com três complexos industriais localizados em Guarulhos (SP), em São Paulo (SP) e em Anápolis (GO), emprega aproximadamente 4.500 colaboradores e conta com uma das maiores forças de geração de demanda e de vendas do setor farmacêutico no Brasil. Para atender às necessidades dos profissionais de saúde e consumidores, a empresa oferece um portfólio com 316 marcas (entre as quais Biofenac, Dorilax, Flogoral, Nisulid, Acheflan, Transpulmin e Tandrilax) em 762 apresentações de medicamentos sob prescrição, genéricos e MIP (isentos de prescrição), além de atuar nos segmentos de dermocosméticos e nutracêuticos. Ao todo, são 130 classes terapêuticas e 23 especialidades médicas atendidas. Exporta para 12 países das Américas, África e Japão. 

Você sabia? 
A Biosintética, uma subsidiária integral do Aché Laboratórios, oferece produtos (comprimidos, cápsulas, xaropes, drágeas, pomadas, cremes, suspensões e injetáveis) que atuam na prevenção e no tratamento de patologias relacionadas a especialidades como cardiologia, dermatologia, gastroenterologia, ortopedia, respiratória, sistema nervoso central e oncologia, oferecendo à população um amplo portfólio com medicamentos genéricos eficazes e de alta qualidade. 
Em 2014, o Aché Laboratórios foi eleita a melhor empresa do setor farmacêutico pela revista Exame, na premiação Melhores & Maiores. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Exame, Isto é Dinheiro e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 26/4/2016

30.9.11

NOVARTIS

A missão da NOVARTIS é descobrir, desenvolver e comercializar produtos inovadores que curem doenças, amenizem o sofrimento e melhorem a qualidade de vida da população. Por isso, em pouco mais de uma década de existência a NOVARTIS já se consolidou como uma empresa líder em cuidados com a saúde, que tem o paciente no centro de suas ações, oferecendo a ele o melhor portfólio de produtos para atender suas necessidades.

A história
A história da NOVARTIS remete a três tradicionais e inovadoras companhias suíças do setor farmacêutico com uma rica e diversificada história no segmento:
SANDOZ: estabelecida como uma empresa química na Basiléia em 1886 pelos doutores Alfred Kern e Edouard Sandoz. Os primeiros corantes produzidos pela empresa foram o azul de alizarina e a auramina. Dentre os grandes feitos em sua história, é importante citar à produção da primeira substância farmacêutica, antipirina, um agente controlador da febre (1895); início da fabricação de sacarina (1899), primeira diversificação da empresa para o ramo de adoçantes; lançamento do Calcium Sandoz, um produto inovador que se tornou o alicerce da terapia de cálcio moderna (1929); introdução no mercado do pesticida Copper Sandoz (1943); lançamento do medicamento neuroléptico Melleril, que marcou a história da farmacologia psicotrópica (1958); a produção em grande escala de antibióticos e substâncias desenvolvidas sob a base biotecnológica (1963) e o lançamento do antialérgico Zaditen.
CIBA: fundada por Alexander Clavel em 1859, quando este iniciou a produção de Fucsina em sua fábrica de tingimento, na cidade da Basiléia. Em 1884 a empresa foi transformada em uma sociedade por ações assumindo o nome de “Gesellschaft für Chemische Industrie Basel”. A abreviação “Ciba” se tornou tão popular que foi adotada como nome da empresa em 1945. Entre os principais feitos notáveis da empresa estão a produção das primeiras substâncias farmacêuticas, o Vioform (medicamento anti-séptico) e o Salen (agente anti-reumático), em 1900; sintetização da Coramina, medicamento para o tratamento da circulação (1924); lançamento da resina epóxi Araldite (1946); e lançamento do Desferal, um produto inovador para o tratamento do excesso de alumínio e ferro decorrente da talassemia, uma enfermidade do sangue (1963).
GEIGY: fundada em 1758 na cidade da Basiléia quando Johann Rudolf Geigy-Gemuseus começou a comercializar os mais diversos materiais, entre os quais produtos químicos, tinturas (corantes) e medicamentos. Ao longo dos anos a empresa se destacou por importantes acontecimentos, como o lançamento do anti-reumático Butazolidin (1949); lançamento do Tofranil, que obteve seus primeiros sucessos na área de medicamentos psicotrópicos (1958); lançamento do medicamento Hygrotone, primeiro diurético de longa duração para o tratamento da hipertensão (1959); e o lançamento do Tregretol, um medicamento para o tratamento da epilepsia (1963).


Em 1970 ocorreu a fusão da Ciba e da Geigy, formando assim a Ciba-Geigy, uma nova empresa com mais de 250 anos de tradição neste segmento. Pouco depois, em 1973, a nova empresa lançou no mercado o antirreumático Voltaren, um dos medicamentos de maior sucesso na história do setor. Finalmente, no dia 20 de dezembro de 1996, a Sandoz Laboratories e a Ciba-Geigy se fundem para formar a NOVARTIS, em uma das maiores transações na história do setor. O nome da nova empresa deriva do latin “novae artes” e quer dizer “novas habilidades", refletindo assim seu compromisso de concentrar-se na pesquisa e desenvolvimento de produtos inovadores para a população. Para comandar a nova empresa foi escolhido o doutor Daniel Vasella, que não demorou muito para se transformar em uma sensação no mundo dos negócios. Com seu jeito calmo, o médico promoveu uma verdadeira revolução americana dentro da suíça NOVARTIS.


As mudanças que o executivo implantou na empresa começaram com a venda da divisão de agronegócios. Sob a batuta dele, a NOVARTIS passou a investir pesado em pesquisa e desenvolvimento. Sua obsessão em desenvolver novas drogas foi tamanha que ele criou um grande laboratório em Cambridge nos Estados Unidos, ao lado do MIT, um dos locais que mais produzem gênios por metro quadrado no mundo. Unificou, em 2004, seus negócios de medicamentos genéricos sob a marca SANDOZ, que se tornou uma divisão dentro da empresa. Outro salto protagonizado pela empresa foi o lançamento em 2008 de uma pequena pílula laranja: o Gleevec. O medicamento foi considerado uma revolução no combate ao câncer. Inicialmente criado para o tratamento de leucemia, o medicamento, que rende a empresa mais de US$ 3.1 bilhões em vendas todos os anos, vem sendo testado para outras formas de tumor, como o de próstata.


Recentemente em 2010, a NOVARTIS comprou por US$ 12.9 bilhões junto a Nestlé a parte restante do controle da Alcon, reconhecida como líder mundial em cirurgia oftálmica e cujos últimos avanços nessa plataforma foram as lentes intraoculares para correção simultânea da presbiopia, que afeta todos os pacientes com catarata, e o astigmatismo, que afeta aproximadamente um terço desses pacientes. Juntas, a NOVARTIS e a Alcon passaram a ocupar posições competitivas em áreas de produtos altamente complementares, criando uma líder global ainda mais forte no dinâmico setor de cuidados com os olhos. Hoje em dia a NOVARTIS é líder mundial em medicamentos para tratar e prevenir doenças, aliviar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida. Utiliza os mais recentes avanços na pesquisa biomédica e na tecnologia para desenvolver os produtos de suas diversas áreas de atuação.


Medicamentos de sucesso
A NOVARTIS oferece medicamentos inovadores protegidos por patentes, medicamentos genéricos e biosimilares de alta qualidade e preços acessíveis, medicamentos isentos de prescrição, vacinas para o combate a mais de 20 doenças virais e bacterianas imunopreveníveis, e também em equipamentos de última geração para a realização de testes sorológicos em sangue doado que detectam infecções. Entre os medicamentos de maior sucesso da empresa estão:
● CATAFLAM (anti-inflamatório)
● COMTAN (doença de Parkinson)
● DIOVAN (tratamento de hipertensão e insuficiência cardíaca)
● EXOLAN (tratamento de Alzheimer’s)
● FEMARA (tratamento de câncer de mama)
● GLEEVEC (tratamento de leucemia)
● TEGRETOL (epilepsia)
● TERMALGIN (tratamento de febre e dores leves)
● TOBRAMYCIN (fibrose cística)
● TOFRANIL (antidepressivo)
● TRILEPTAL (epilepsia)
● VOLTAREN (anti-inflamatório)
● XOLAIR (tratamento de asma)
● ZELMAC (tratamento de síndrome do intestino irritável)
● ZOMETA (câncer)


Além desses medicamentos, a NOVARTIS oferece produtos consagrados sem a necessidade de prescrição médica, como por exemplo, BENEFIBER (fibra alimentar), CIBALENA (para o alívio da dor de cabeça, dor de dente e dores de ferimento), BUFFERIN (para o alívio de cefaleia, odontalgia, dor de garganta, dismenorréia, mialgia ou artralgia, lombalgia e dor artrítica de pequena intensidade), CALCIUM D3 (para o tratamento da osteoporose), CALCIUM SANDOZ (para o tratamento de deficiência de cálcio e vitamina C ou aumento da demanda), VENORUTON (para dores e edemas relacionados à insuficiência venosa), MAALOX (antiácido), PREVACID (antiácido), THERAFLU (infusões quentes para gripe e peito congestionado), NICOTINELL (adesivos a base de nicotina, para uso na terapia de redução de nicotina) e EXCEDRIN (indicado como analgésico para o alívio temporário de dores de cabeça, sinusites, resfriados, dores musculares, cólicas menstruais, dores de dente e dores artríticas de baixa intensidade).


Pesquisas que geram inovação
Para a NOVARTIS a inovação é o caminho para a descoberta de novos tratamentos, cada vez mais seguros e eficazes para atender às necessidades dos pacientes. Não importa se a doença a qual o medicamento tratará é rara ou se o mercado é pequeno. O importante é levar medicamentos seguros que atendam as necessidades dos pacientes. O processo de P&D (Pesquisa & desenvolvimento) envolve duas fases:
Exploratória: na qual o composto é descoberto e testado em um estudo de prova de conceito (proof of concept – PoC).
Confirmatória: na qual o medicamento entra em desenvolvimento completo e os estudos clínicos com pacientes são conduzidos em larga escala.


Ao mesmo tempo, a empresa vem mudando sua forma de fazer pesquisa e desenvolvimento, por meio do seu Instituto Novartis de Pesquisas Biomédicas (NIBR), fundado em 2002 com o objetivo de reduzir os insucessos durante o processo e levar aos pacientes tratamentos cada vez mais seguros e eficazes no menor tempo possível. Com aproximadamente 5 mil cientistas e médicos de todo o mundo, o NIBR direciona suas pesquisas para a descoberta de novos medicamentos que podem mudar a prática da medicina. Sediado em Cambridge, estado americano do Massachusetts, a rede de pesquisa do NIBR inclui um grande centro de pesquisa em Basileia (Suíça), além de centros em East Hanover, Nova Jersey, Emeryville, Califórnia (Estados Unidos); Horsham (Inglaterra) e Xangai (China). Além disso, em 2004, a empresa inaugurou em Cingapura o Instituto Novartis para Doenças Tropicais (NIDT), com foco na pesquisa biomédica da dengue, malária e tuberculose resistente a medicamentos. Em 2010, a empresa investiu aproximadamente US$ 7.5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento para a descoberta de novos medicamentos, consolidando-se como a empresa farmacêutica com um dos melhores pipeline (portfólio de produtos em desenvolvimento) da indústria.


Dados corporativos
● Origem:
Suíça
● Fundação:
20 de dezembro de 1996
● Fundador:
Fusão da Ciba-Geigy e Sandoz Laboratories
● Sede mundial:
Basel, Suíça
● Proprietário da marca:
Novartis AG
● Capital aberto: Sim (2000)
● Chairman: Daniel Vasella
● CEO:
Joseph Jimenez
● Faturamento: US$ 51.56 bilhões (2010)
● Lucro: US$ 9.79 milhões (2010)
● Valor de mercado: US$ 153.3 bilhões (setembro/2011)
● Presença global: 140 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
121.000
● Segmento:
Farmacêutico
● Principais produtos:
Medicamentos, vacinas e remédios veterinários
● Principais concorrentes:
Pfizer, Bayer, Merck, Lilly, GSK e Aventis
● Subsidiárias:
Ciba Vision, Sandoz e Alcon
● Slogan: Caring and Curing.
● Website: www.novartis.com

A marca no mundo
Sediada na cidade suíça da Basiléia, a NOVARTIS atua em mais de 140 países ao redor do mundo, emprega aproximadamente 121 mil pessoas e faturou no ano de 2010 mais de US$ 51 bilhões. A empresa está dividida em seis grandes divisões, Pharma, Consumer Health, Sandoz (voltada a comercializar medicamentos genéricos e biológicos), Saúde Animal (dedicada a salvar, prolongar e melhorar a vida dos animais, tanto domésticos como de produção), Ciba Vision (produtos ópticos inovadores da mais alta qualidade, incluindo lentes de contato para correção visual e coloridas, além de soluções para cuidado com as lentes) e Alcon (líder mundial em produtos oftalmológicos), além de ser a quinta maior fabricante de vacinas no mundo.

Você sabia?
Desde 2001, a parceria entre a NOVARTIS e a OMS (Organização Mundial da Saúde) já disponibilizou mais de 76 milhões de tratamentos para pacientes com malária nos países em desenvolvimento.
Em 2009, a NOVARTIS foi considerada a oitava empresa mais inovadora do mundo, segundo a revista FAST Company.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 30/9/2011