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17.6.26

NOVALGINA®


Há mais de um século, Novalgina® tem a missão de oferecer soluções rápidas e eficazes para dor e febre, cuidando de toda a família. Por isso, Novalgina® está profundamente dedicada ao cuidado e à segurança de cada membro da família, desde os 3 meses de vida. Tudo para que milhões de pessoas vivam momentos especiais ao lado de quem mais amam, com conforto e bem-estar. 

A história 
Tudo começou em 1920 quando químicos da farmacêutica alemã Hoechst AG sintetizaram com sucesso o princípio ativo metamizol (também conhecido como dipirona), um analgésico não opioide altamente eficaz, antipirético e espasmolítico. Após otimizar a fórmula para escalabilidade industrial, em 1922 a empresa introduziu o medicamento na Alemanha sob a marca registrada Novalgin®, apresentado na forma de comprimido e solução injetável. O nome Novalgin® foi criado a partir da junção de duas raízes: a palavra latina “nov” (que significa novo) com o termo grego “álgos” (que significa dor). Ou seja, a junção de ambas traduz literalmente a ideia de “uma nova forma de tirar/combater a dor”. O medicamento rapidamente se tornou popular nas drogarias alemãs, sendo utilizado como um potente e eficaz analgésico e antitérmico.
   

Ainda 1922, a empresa lançou o medicamento no Brasil sob a marca Novalgina®, inicialmente na clássica versão em gotas (sim aquela com gosto extremamente amargo). Vale ressaltar que a versão injetável (intravenosa/intramuscular) acompanhou a expansão hospitalar da marca no país e seria introduzida pouco depois. Nos anos seguintes, Novalgina® rapidamente se tornou um dos analgésicos não opioides mais utilizados no mundo, sendo lançado em diversos países e elogiado por sua poderosa capacidade de tratar dores moderadas a intensas, espasmos e febre alta. A década de 1950 marcou o início da produção de Novalgina® em larga escala no Brasil, ampliando o acesso das famílias ao medicamento para interrupção rápida e segura da dor e da febre. Nessa época, o medicamento estava disponível livremente em diversos países do mundo e era amplamente utilizado tanto na medicina humana quanto na veterinária, bem como em cuidados pós-operatórios.
   

Em 1967, Novalgina® expandiu seu portfólio no Brasil com a apresentação em gotas infantil, versão para facilitar a vida de pais e mães na hora de dar o medicamento para crianças pequenas. A trajetória do medicamento mudou na década de 1970, quando relatos médicos e estudos associaram o dipirona a uma condição rara, porém grave, de causar agranulocitose, caracterizada pela ausência ou queda drástica dos glóbulos brancos. A denominada “Crise de Segurança” do dipirona, afetou fortemente a marca Novalgina®, pois o medicamento foi totalmente proibido ou teve sua venda restrita a prescrição médica em mais de 30 países, incluindo Estados Unidos (onde foi totalmente banido em 1977), Reino Unido, Canadá, Austrália e Japão. No entanto, outros estudos contestaram essa avaliação, alegando, em vez disso, que dipirona era um medicamento mais seguro do que outros analgésicos. Em meio a essa disputa, Novalgina® continuou sendo um analgésico de primeira linha e de fácil acesso em muitas outras regiões, incluindo a América do Sul e partes da Europa, embora altamente regulamentado - para o controle da dor.
  

Apesar da crise de segurança e confiança, a marca soube aproveitar esse momento para se concentrar em mercados importantes, como o Brasil. Com isso, Novalgina® passou a investir em inovação e, em 1985, lançou o medicamento na versão Supositório, se tornando a única marca a oferecer dipirona nessa apresentação. Essa apresentação de uso retal, era indicada para crianças de 4 a 14 anos que tinham dificuldade em engolir. Em 1999, atendendo a uma necessidade crescente do mercado, a marca ampliou seu portfólio e lançou mais uma opção para os brasileiros: Novalgina® comprimidos, oferecendo 500mg de dipirona em uma opção prática e eficiente para o alívio da dor e febre para quem tem mais de 15 anos de idade. Ainda esse ano, a Hoechst AG se fundiu com a empresa francesa Rhône-Poulenc para formar a Aventis, que passou a ser proprietária da marca Novalgina®.
   

Em 2004, a Aventis fundiu-se com a Sanofi-Synthélabo para formar a Sanofi-Aventis (posteriormente abreviada para apenas Sanofi, atual proprietária da Novalgina®). Mais uma ampliação em seu portfólio no mercado brasileiro ocorreu em 2007 com a apresentação de Novalgina® em comprimidos com 1 g de dipirona, ou seja, o dobro da concentração da versão anterior. Era mais uma opção para quem buscava um antitérmico e um analgésico que atuava até contra as dores mais intensas. Atualmente essa versão conta com a tecnologia DipFast, um diferencial exclusivo da Novalgina® projetado para acelerar a liberação do princípio ativo (dipirona) no organismo e permitir que o medicamento combata a dor e a febre em menos tempo do que outras formulações.
  

Pouco depois, em 2008, a marca introduziu Novalgina® Solução Oral, um xarope com aroma de framboesa, indicado para crianças a partir de 3 meses de idade. O produto passou a contar com uma seringa dosadora, para facilitar na hora de medir a quantidade correta de remédio para dar aos pequenos. O ano de 2013 marcou o lançamento da Novalgina® Comprimidos Efervescentes. Com 1g de dipirona, o medicamento contava com sabor limão e era indicado para alívio das dores e da febre em quem tem mais de 15 anos.
   

Apesar de ser um dos medicamentos mais conhecidos do mercado brasileiro, a Novalgina® nunca havia feito uma campanha publicitária em seus 93 anos de história no país. Mas foi então que, no ano de 2016, a marca lançou sua primeira grande campanha, composta por um filme que reforçava as propriedades do medicamento, como o alívio dos sintomas de dor e febre, e também destacava uma característica de Novalgina® que a maior parte do público não conhecia e que podia ser útil na época: o combate ao mal-estar e aos sintomas causados pela dengue.
  

Em 2019, a marca lançou a campanha “O Poder do Colo”, dando continuidade ao propósito de Novalgina® de fortalecer a importância do colo (que contribui para o desenvolvimento físico e emocional e para a criação de vínculos afetivos no ser humano), aliado ao medicamento, em momentos de mal-estar, como febre e dor. A campanha incluía um video (assista aqui) com música criada por Jair de Oliveira, o Jairzinho, especialmente para o projeto, e o livro “100 Razões para Dar Colo”, que trazia depoimentos de nomes famosos como Marcos Mion, Rafa Brites e Marcos Piangers, além do psicólogos, psicanalistas e pediatras. A campanha não focava em anunciar ou vender apenas o medicamento em si, mas em todo o cuidado que contribui para a cura de uma pessoa com febre e dor.
    

Mais recentemente, em 2026, a marca que milhões de brasileiros já confiam para o alívio da dor e da febre, inovou mais uma vez e expandiu seu cuidado para a dor de cabeça com o lançamento da Novalgina® Flash, uma combinação poderosa de dipirona 1g + cafeína, que oferece um alívio 2x mais rápido e 2x mais analgésico para dor de cabeça e enxaqueca, e também para dores intensas.
   

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Apesar de manter a tradicional cor verde, tão associada à marca, o logotipo ganhou novas tipografias de letra e até elementos, como três listras em degradê de verde e uma bolinha vermelha. Mais recentemente, em 2024, o logotipo da marca foi modernizado e apresentou tipografia de letra mais robusta, um tom de verde mais escuro e um novo posicionamento para a bolinha vermelha.
  

O logotipo da Novalgina® também pode ser aplicado sob um fundo verde-escuro.
  

Junto com a nova identidade visual, Novalgina® também apresentou embalagens reformuladas (com predominância da cor verde-escura), como mostra a imagem abaixo.
  

Os slogans 
Nada é mais rápido que Novalgina®. (2025) 
Rápida na dor para você voltar a ser um sol. (2024) 
Não é só Dipirona. É Novalgina®. (2023) 
A febre passa, o carinho fica. (2022) 
A dor passa, o carinho fica. (2022) 
A dor e a febre passam, o carinho fica. (2022) 
Comece o cuidado com um colo. (2019) 
Novalgina®. É mais do que você imagina. (2016)
  

Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Lançamento: 1922 
● Criador: Hoechst AG 
● Sede mundial: Paris, França 
● Proprietário da marca: Sanofi S.A. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Belén Garijo 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 20 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Medicamentos 
● Principais produtos: Analgésicos e antitérmicos 
● Concorrentes diretos: Maxalgina, Lisador®, Neosaldina®, Benegrip®, Dorflex®, Alivium®, Anador®, Tylenol®, Aspirina®, Naldecon, Buscopan®, Doril® e Melhoral 
● Ícones: A cor verde 
● Slogan: Nada é mais rápido que Novalgina®. 
● Website: www.novalgina.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a Novalgina®, marca nº 1 no alívio da dor e da febre por gerações de brasileiros, comercializa sua completa linha de produtos em mais de 20 países ao redor do mundo, com forte presença no mercado sul-americano, especialmente no Brasil e Argentina, na Alemanha, Suíça, Turquia, Áustria e Índia (onde é conhecida como Analgin®). O Brasil é o maior mercado global para a marca Novalgina®. 


Você sabia? 
Vendida sem receita médica no Brasil, sua ação costuma iniciar em 30 a 60 minutos e durar cerca de 4 horas. 
A Novalgina® em solução injetável (uso intravenoso - IV e intramuscular) chegou ao mercado brasileiro nas primeiras décadas do século passado. Porém, no ano de 2024, em linha com o comprometimento de transparência com a saúde e segurança dos pacientes, a produção de Novalgina® IV (hospitalar) foi descontinuada.
   


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, Embalagem Marca, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Meio Mensagem e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).  


Última atualização em 17/6/2026 

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23.1.21

AstraZeneca


A AstraZeneca amplia os limites da ciência para entregar medicamentos que podem salvar, curar e transformar vidas. Contribuir para que milhões de pacientes possam viver com mais qualidade e por muito mais tempo é a maior conquista da AstraZeneca. Com uma trajetória de mais de um século que segue em paralelo à evolução da medicina, a empresa tem contribuído para que as pessoas possam viver com mais qualidade. 

A história 
Para contar a história da empresa é preciso entender as origens e feitos de duas antigas farmacêuticas, uma sueca e outra inglesa. 

A sueca Astra AB foi fundada em 1913 na cidade de Södertälje, resultado da união entre 400 médicos e farmacêuticos. Já em 1957 se tornou a empresa líder em seu segmento em todo o país. Em 1948, desenvolveu o agente anestésico Xylocaine (lidocaína), dando-lhe uma presença mundial pela primeira vez. A Astra AB foi responsável por introduzir a penicilina na Suécia, também em 1948, ganhando assim reconhecimento e aumentando lucros para financiar o desenvolvimento de novos medicamentos. Já na década de 1990, com o crescente desenvolvimento das empresas farmacêuticas, a Astra AB começou a procurar parceiros para se aliar e se tornar uma empresa mais forte e competitiva. 

A britânica Zeneca Group nasceu de uma divisão da Imperial Chemical Industries (ICI), que foi fundada em 1926 no Reino Unido. Em grande parte do século XX a ICI foi responsável pela produção de produtos farmacêuticos, plásticos, polímeros, eletrônicos, químicos e fragrâncias. A divisão farmacêutica da ICI se tornou independente em 1993 e adotou o nome Zeneca. Nesta década, após algumas aquisições, a maior área terapêutica da Zeneca era a oncologia, na qual seus principais produtos incluíam Casodex, Nolvadex e Zoladex. 

Em dezembro de 1998, as duas empresas anunciaram uma fusão, avaliada em US$ 35 bilhões. A fusão foi oficializada no dia 6 de abril de 1999. A nova empresa foi batizada de AstraZeneca e na época era a quarta maior do mundo em seu segmento. Cada empresa trouxe consigo medicamentos de sucesso. A Astra trouxe Prilosec, um medicamento para tratar refluxo ácido e azia. Já a Zeneca era proprietária do Nolvadex para tratar o câncer de mama. Ambas as companhias tinham cultura pautada pela ciência e uma visão de futuro semelhante, alicerces para uma união bem-sucedida, que se confirmaria nos anos seguintes.
  

Em agosto de 2000, a empresa lançou na Suécia o Nexium, um medicamento para o tratamento de refluxo gastroesofágico. Esse medicamento foi de suma importância para o sucesso da nova empresa, já que em apenas quatro anos trouxe aos cofres da AstraZeneca aproximadamente US$ 14.4 bilhões. Outro marco importante para a empresa ocorreu em 2002, quando seu medicamento Iressa foi aprovado no Japão como monoterapia para câncer de pulmão de células não pequenas. Pouco depois, em 2005, a empresa adquiriu por £120 milhões a KuDOS Pharmaceuticals, uma empresa de biotecnologia do Reino Unido.
   

A partir desse momento, a AstraZeneca, para se tornar ainda mais competitiva no setor, iniciou a aquisição estratégica de outras farmacêuticas, como por exemplo, em 2006, ao adquirir por £702 milhões a Cambridge Antibody Technology; ou no ano seguinte ao desembolsar US$ 150 milhões pela Arrow Therapeutics, uma empresa focada na descoberta e desenvolvimento de medicamentos antivirais, incluindo várias abordagens diferentes em relação à Hepatite C e ao Vírus Sincicial Respiratório (RSV). Nessa época, o pipeline da AstraZeneca e o “penhasco de patentes”, foi objeto de muita especulação, o que levou a aceleração das atividades de colaboração e novas aquisições como a da americana MedImmune, para obter acesso a vacinas contra gripe e um tratamento antiviral para bebês.
   

Nos anos seguintes esse processo ganhou ainda mais força com a compra em 2010 da Novexel Corp., uma empresa de desenvolvimento de antibióticos, formada em 2004 como um spin-off da divisão de anti-infecciosos da então Sanofi-Aventis, o que possibilitou que a AstraZeneca incorporasse ao seu portfólio de produtos o antibiótico experimental NXL-104 (CEF104). No ano seguinte adquiriu a Guangdong BeiKang Pharmaceutical Company, uma empresa chinesa de medicamentos genéricos. A AstraZeneca estava entre as dez maiores empresas farmacêuticas do mundo em 2012, mas começou a enfrentar uma série de expirações de patentes em seus medicamentos de grande sucesso. Nessa época, boa parte da receita da AstraZeneca era originada pelos seus medicamentos cardiovasculares, incluindo Crestor, Plendil e Tenormin, cujas patentes venceram ou estavam prestes a vencer.
   

Com a expiração das patentes, a empresa ganhou um novo executivo, que rapidamente começou a remodelar a AZ em um esforço para evitar que as coisas piorassem: cortou empregos, concentrou-se em menos áreas de terapia estratégica, fez aquisições de médio porte e forjou mais parcerias externas. A AstraZeneca também reestruturou sua área de Pesquisa & Desenvolvimento, tornando-a mais ágil e moderna. Além disso, em 2014, a empresa precisou lidar com uma oferta de compra da americana Pfizer (conheça a história deste gigante aqui), que foi rejeitada. Com isso, a AstraZeneca continuou com seus ambiciosos planos de crescimento e, nos anos seguintes, realizou uma enxurrada de acordos de licenciamento, parcerias e aquisições estratégicas ao redor do mundo.
   

Com a pandemia da COVID-19 e sem nenhum país capaz de eliminar completamente o vírus, rapidamente se tornou claro que a única maneira viável de manter as pessoas seguras e prevenir a desordem econômica generalizada era produzir uma vacina contra o Coronavírus SARS-COV-2. Com isso, em parceria com a tradicional e respeitada Universidade de Oxford, a farmacêutica foi uma das pioneiras ao iniciar o desenvolvimento de uma vacina contra a COVID-19. Em tempo recorde, a empresa anunciou no final de novembro o teste bem-sucedido da vacina, que apresentou 70,4% de eficácia média contra a doença, com seu sistema de duas doses. Em 30 de dezembro, o Reino Unido foi o primeiro país a aprovar o uso emergencial da Vacina Coronavírus da AstraZeneca, batizada de ChAdOx1. Ainda em dezembro, o laboratório britânico anunciou a compra da empresa de biotecnologia norte-americana Alexion por US$ 39 bilhões. Com a aquisição, o grupo se consolida entre as dez maiores indústrias farmacêuticas do mundo e reforça seu portfólio nas áreas de imunologia e de pesquisas sobre doenças raras.
  

Hoje em dia a AstraZeneca tem seu foco voltado para as áreas de Oncologia (investiga associações de terapias com moléculas pequenas e biológicos para o tratamento do câncer); Regeneração Cardíaca (investiga o papel de diferentes proteínas de sinalização na ativação de células-tronco para o autorreparo do tecido muscular cardíaco); e Produtos biológicos no tratamento da asma (desenvolve um portfólio de medicamentos biológicos que têm como alvo as células e vias imunológicas que desempenham um papel central no desenvolvimento, persistência e progressão de asma grave e DPOC).
 

Movidos pela Ciência 
O Centro de Pesquisa & Desenvolvimento e sede corporativa da AstraZeneca, em Cambridge, na Inglaterra, demonstra a estratégia na prática - uma empresa liderada pela ciência e comprometida com o desenvolvimento sustentável, onde os pacientes se beneficiam com as iniciativas colaborativas. Os cientistas, biologistas e médicos da AstraZeneca, que são ao todo mais de 10 mil profissionais, trabalham incansavelmente para levar esperança à milhões de pessoas, através do desenvolvimento de medicamentos inovadores, que visam proporcionar sobrevida aos pacientes e melhor qualidade de vida durante o tratamento. A empresa ainda mantém mais dois modernos centros de Pesquisa & Desenvolvimento, localizados em Mölndal (próximo a Gotemburgo), Suécia; e Gaithersburg (Maryland), Estados Unidos. Apesar do foco de suas atividades ser a pesquisa e a produção de medicamentos, a empresa entende que a cura de doenças e a melhoria das condições de saúde das pessoas vão muito além do acesso a remédios: para a AstraZeneca, saúde não se faz só com medicamentos, mas também com responsabilidade social. Por isso, a cada ano, a empresa investe em projetos e parcerias que levam saúde, bem-estar, cultura e educação às mais diversas comunidades nos países em que atua.
   

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas alterações ao longo dos anos. A única alteração ocorreu em relação à cor do nome da marca, que hoje é aplicado em um tom de vinho.
  

Os slogans 
What science can do. (2015) 
Health connects us all. 
Life inspiring ideas. (2010)
    

Dados corporativos 
● Origem: Inglaterra e Suécia 
● Fundação: 6 de abril de 1999 
● Fundador: Fusão da Astra AB com o Zeneca Group plc 
● Sede mundial: Cambridge, Inglaterra 
● Proprietário da marca: AstraZeneca plc 
● Capital aberto: Sim 
● Chairman: Leif Johansson 
● CEO: Pascal Soriot 
● Faturamento: US$ 24.3 bilhões (2019) 
● Lucro: US$ 1.23 bilhões (2019) 
● Valor de mercado: US$ 136.3 bilhões (janeiro/2021) 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 70.600 
● Segmento: Biofarmacêutico 
● Principais produtos: Medicamentos de prescrição e imunizantes 
● Concorrentes diretos: Pfizer, Bayer, Eli Lilly, Abbott, GSK, Roche, Sanofi, Janssen, Bristol-Myers Squibb, Merck, Boehringer e Novartis 
● Slogan: What science can do. 
● Website: www.astrazeneca.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a AstraZeneca, que está entre os maiores grupos farmacêuticos do mundo, oferece em mais de 100 países um portfólio sólido e inovador, com foco no tratamento de doenças em três principais linhas terapêuticas - Oncologia, Doenças Cardiovasculares & Metabólicas e Respiratória. A empresa, que alcançou faturamento de US$ 24.3 bilhões (dados de 2019), também atua nas áreas autoimunidade, neurociência e infecção. Com produção em 18 países e investimentos anuais de US$ 5.9 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento, a empresa mantém mais de 600 colaborações e parcerias em todo o mundo. 

Você sabia? 
Um dos medicamentos mais vendidos da AstraZeneca é o Budecort Aqua, que reduz e previne a inflamação e o inchaço da mucosa do nariz causados por alergias e promove alívio inicial dos sintomas em 7 a 12 horas. 
Estabelecida no Brasil desde 1999, a AstraZeneca está situada em uma área de aproximadamente 60.000 m², em Cotia, São Paulo, onde concentra sua sede administrativa e unidade fabril. A AstraZeneca tem como ambição melhorar a vida de 5.5 milhões de pacientes brasileiros até 2025. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), jornais (Estadão, Folha e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 23/1/2021

8.8.20

REDOXON®


Redoxon® é o seu aliado para encarar a importantíssima tarefa de manter as defesas naturais do corpo em dia. Poluição, ambientes lotados e mudanças climáticas fazem parte do seu cotidiano, não é? O sistema imunológico sabe muito bem disso e faz o possível para defender o seu corpo. Dê uma forcinha a ele nessa tarefa: escolha Redoxon®. Afinal, há mais de 80 anos Redoxon® ajuda a manter o sistema imunológico - o protetor natural do seu corpo - em sua melhor forma. 

A história 
A vitamina C foi descoberta em 1912, isolada em 1928 e fabricada 1934. Foi desenvolvida por uma equipe chefiada pelo químico polonês Tadeusz Reichstein, que descobriu um método de síntese de 30-40 gramas de vitamina C a partir de 100 gramas de glicose. O método utilizava uma etapa intermediária de criação de sorbose por meio de um engenhoso processo de fermentação descoberto por um pesquisador francês, chamado Gabriel Bertrand. O método consistia em atrair moscas de frutas para uma mistura de vinho, vinagre, caldo de fermento e sorbitol, como terreno fértil para bactérias capazes de sintetizar a sorbose. Depois de alguns dias, era possível criar 50g de sorbose e, então, sintetizar o ácido ascórbico (a popular vitamina C). Apesar dos problemas potenciais de usar uma cepa natural de bactéria para o processo de fermentação, esse método se provou superior em custo e rendimento a um processo rival desenvolvido por Albert Szent-Györgyi, que isolou a vitamina C do capsicum (pimentas).


Após a venda da patente do processo de Reichstein para a Hoffmann-La Roche, farmacêutica suíça fundada em 1896, ele se tornaria a base da produção em grande escala de vitamina C. Finalmente em 1934 a empresa suíça lançou no mercado o Redoxon®, nome comercial do primeiro ácido ascórbico sintetizado artificialmente (vitamina C) e primeiro a ser fabricado em massa na história. Inicialmente Redoxon® foi comercializado visando pessoas com deficiência de vitamina C. Rapidamente o suplemento vitamínico foi introduzido em vários países europeus, nos Estados Unidos e chegou ao Brasil em 1936. Nos anos seguintes Redoxon® foi lançado em novos mercados, como por exemplo, no argentino em 1950, e se posicionou como um especialista em sistema imunológico, ajudando milhões de pessoas a ser prevenir ou combater os sintomas de gripes e resfriados.


Em 2004 a alemã Bayer comprou a divisão de medicamentos sem prescrição da farmacêutica Roche por €2.38 bilhões, que incluía marcas como Redoxon®, Bepanthen, Supradyn e Berocca. Sob a gestão da empresa alemã a marca Redoxon® foi introduzida em novos mercados e ganhou reforço de marketing e comunicação onde o produto era líder ou tinha forte presença. Mas a Bayer enxergou na força da marca Redoxon® uma enorme oportunidade para ampliar sua participação no segmento de suplementos vitamínicos, além da vitamina C. Com isso foi lançado em 2008 o Redoxon® Double Protection, um suplemento vitamínico que unia 1.000 miligramas de vitamina C e 10 miligramas de zinco em um comprimido efervescente. Misturado ao tradicional ácido ascórbico, o zinco potencializa as ações da vitamina C, que ajuda a cicatrização da pele e é essencial para o adequado funcionamento do sistema imunológico.


Além disso, em 2013, a marca ingressou no segmento infantil de suplementos vitamínicos com o lançamento do Redoxitos®, que complementa as quantidades diárias de vitamina C, no divertido formato de gominhas mastigáveis, para facilitar a aceitação das crianças entre 4 e 10 anos, nos sabores de frutas como laranja, morango, uva, além da versão de frutas tropicais. Em 2016 a marca lançou no mercado um novo produto: Redoxon® Triple Action, que unia o poder da vitamina C e Zinco, reforçado com a vitamina D, e cuja fórmula avançada oferecia tripla ação no fortalecimento da imunidade contra vírus e infecções. Esse produto também é oferecido na versão goma mastigável no sabor laranja (RedoxMax®).


Além disso, a Bayer lançou a versão Redoxitos®+, suplemento vitamínico infantil à base de vitaminas C, D e zinco, com tripla suplementação e um mix de sabores que inclui laranja, morango e papaia. A marca ainda oferece, em alguns mercados, o Calcium +D Redoxon® (vitamina C, vitamina B6, cálcio e vitamina D), que ajuda a fortalecer o sistema imunológico do corpo e manter os ossos fortes; e mais recentemente, o Redoxon® BOOST & GO, versão em pequenas pastilhas refrescantes e saborosas que derretem na boca. Se no Brasil Redoxon® oferece tabletes efervescentes nos sabores lima-limão e laranja, em outros mercados é possível encontrar sabores como tangerina, morango e até uva.


Atualmente Redoxon®, que oferece uma gama de produtos inovadores contendo ingredientes eficazes e de alta resistência para apoiar e manter as defesas naturais do corpo, é indicado como suplemento vitamínico para auxiliar no sistema imunológico; pós-cirúrgico e cicatrizante; doenças crônicas e convalescença; dietas restritivas e inadequadas; anemias carenciais; e como suplemento vitamínico para os idosos. Juntamente com uma dieta saudável, rica em frutas e vegetais, e estilo de vida ativo, tomar suplementos adicionais de vitamina C, como Redoxon®, é benéfico para a reparação e regeneração de tecidos, combate a resfriados, aumenta a imunidade e neutraliza os efeitos dos nitratos encontrados nos alimentos embalados. E como especialista em imunidade, Redoxon® se esforça continuamente para oferecer inovação de ponta.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por diversas remodelações ao longo dos anos. Os primeiros logotipos da marca eram vermelhos e carregavam o nome ou o tradicional escudo da Roche. Depois, por décadas, a marca adotou a cor laranja e tipografias de letras diferentes.


Há alguns anos atrás a marca Redoxon® remodelou completamente sua identidade visual, que ganhou cores (vermelho, amarelo e laranja), nova tipografia de letra e um símbolo do lado direito do nome. Mais recentemente esse logotipo passou por uma remodelação: o símbolo ganhou novo design (agora com uma seta, que pode ser apontada para cima ou para abaixo) e foi posicionado do lado esquerdo do nome, além de uma nova tipografia de letra (mais afinada) e efeitos 3D.


Os slogans 
Redoxon®. Feel the protection. 
Because your world counts on you. 
Boost Your Immunity. 
Redoxon® Zinco, defensor da saúde. (2010)
Só Redoxon® tem qualidade Bayer. 
Ninguém entende mais de vitamina C. 
A Vitamina C da Roche. (década de 1990) 
Diversão que ajuda a proteger seu filho. (Redoxitos®) 
Salud todo los días. (espanhol)


Dados corporativos 
● Origem: Suíça 
● Lançamento: 1934 
● Criador: Hoffman-La Roche 
● Sede mundial: Leverkusen, Alemanha 
● Proprietário da marca: Bayer AG 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Werner Baumann 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Indústria farmacêutica 
● Principais produtos: Suplementos vitamínicos 
● Concorrentes diretos: Centrum, Cebion, Energil C, Cecon, Celin, Cewin e Bio-C 
● Slogan: Redoxon®. Feel the protection. 
● Website: www.redoxon.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente de propriedade da alemã Bayer, Redoxon® oferece uma gama de produtos inovadores contendo ingredientes de alta resistência para ajudar a apoiar e manter as defesas naturais do seu corpo. Os produtos, que incluem uma combinação de vitaminas (C, A, D, B6, B12 e ácido fólico) e minerais (zinco, ferro, cobre, selênio), são comercializados em mais de 50 países ao redor do mundo, com forte presença no Reino Unido (onde é líder em seu segmento), América Latina (especialmente Brasil, México e Argentina) e Ásia (Índia, China, Indonésia, Tailândia, Malásia e Cingapura). 

Você sabia? 
Os comprimidos Redoxon® atuais são preparados a partir de ácido ascórbico e de bicarbonato de sódio. Quando adicionadas à água essas substâncias reagem para produzir ascorbato de sódio, água e dióxido de carbono, produzindo assim uma efervescência. 
No Brasil ainda está disponível a versão Redoxon® Gotas, indicado como suplemento vitamínico para recém-nascidos, lactentes e crianças em fase de crescimento. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Forbes, BusinessWeek, Embalagem Marca e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 8/8/2020

28.7.20

ENO


Os tempos mudaram, e muito, nos últimos 150 anos. Mas o Sal de Fruta ENO não. Quando a azia estraga o seu dia, o sal de fruta ENO é seu maior aliado. ENO começa a atuar em 6 segundos. Afinal, ENO existe para defender o apetite pela vida - com rapidez, eficácia, credibilidade de uma marca centenária. 

A história 
A história da marca começou ainda no século 19, na cidade portuária de Newcastle, na Inglaterra, quando o jovem farmacêutico James Crossley Eno queria melhorar a saúde e a vida das pessoas, ajudando-as a lidar com os problemas digestivos que enfrentavam diariamente. Inspirado por marinheiros que costumavam comer em excesso ao voltar ao porto, James estava determinado a criar uma solução simples que pudesse funcionar em harmonia com os processos naturais do corpo para aliviar todo tipo de sintoma causado pela indigestão ácida. Foi então que ele inventou o sal de fruta efervescente em 1850. O medicamento tinha como ingredientes bicarbonato de sódio, carbonato de sódio e ácido cítrico, este último presente em frutas como laranja ou limão, o que levou o farmacêutico a utilizar o termo “Sal de Fruta”. Mas foi somente em 1873 que o farmacêutico começou a utilizar a marca ENO’S FRUIT SALT em seu produto.


James aproveitou que sua farmácia era localizada em um porto e começou a promover o sal de fruta como um medicamento eficaz para aliviar os sintomas que os marinheiros sentiam em longas viagens, como enjoos e náusea. Inicialmente ele distribuiu amostras grátis para os capitães dos navios nas docas de Newcastle. E não demorou muito para o produto se tornar um sucesso e rapidamente se espalhou pelo mundo através dos marinheiros que levavam carregamentos do antiácido para os outros continentes. Uma pequena fábrica foi estabelecida em Newcastle, mas a demanda logo excedeu sua capacidade. Em 1876 a demanda era tão grande pelo produto que James construiu uma fábrica maior em Londres para produzir o Sal de Fruta ENO em uma escala maior. Nos anos seguintes ENO foi anunciado como uma cura para a cólera, em 1883, e até para manter o sangue puro e livre de doenças, e contra a diarreia, em 1892.


Após contrair uma pneumonia, James faleceu em 11 de maio de 1915. No final da década de 1920 o negócio seria vendido para o canadense Harold F. Ritchie, que foi agente de venda na empresa por muitos anos. Entre 1928 e 1932, ele estabeleceu fábricas no Canadá, Estados Unidos, Argentina, Brasil, México, Venezuela, Austrália, África do Sul e Alemanha. Era o início da internacionalização do Sal de Fruta ENO. Nesta época no Brasil o produto se apresentava como uma solução geral de bem estar, que uma vez tomado diariamente, seria responsável por diversas mudanças e benfeitorias ao corpo, como peles mais bonitas, bom humor e até o fim da prisão de ventre. Em 1938 a empresa e a marca ENO foram vendidas por £1 milhão para os laboratórios Beecham (que em 2001 seria parte de uma fusão para formar a GlaxoSmithKline). A introdução de uma nova embalagem metalizada em 1959, junto com muitas campanhas publicitárias durante a década, também produziu uma mudança na mensagem ao público, no sentido de oferecer alívio rápido também fora de casa. Nesta época a marca lançou uma nova campanha com o mote “não seja o do contra”. Através da figura de personagens que não conseguiam aproveitar as coisas boas da vida, ENO ressaltava sua capacidade de melhorar o humor daqueles que o tomavam diariamente. Mas vez o sal de fruta já não era comunicado como o responsável pela amenização de diversos males. A comunicação era mais restrita: focada em atacar exclusivamente os problemas da prisão de ventre e da má digestão.


Em 1972 ENO foi lançado na Índia, que se tornaria seu maior mercado consumidor no mundo. Para conquistar consumidores mais jovens, em 1991, a marca lançou na Índia uma versão refrescante sabor limão. No Brasil o primeiro sabor de ENO - laranja - seria lançado em 1997. Já no mercado brasileiro, o lançamento da versão em sachê seria outra mudança que afetaria profundamente o mercado, principalmente por conta da facilidade da distribuição desse novo formato. Em 2004 a marca lançou nos mercados onde estava presente uma novidade: o sal de fruta em tabletes efervescentes. Além disso, como estratégia para combater a feroz concorrência no segmento, a marca iniciou o lançamento de vários sabores. Com isto em 2006 surgiu a versão no sabor Guaraná para o mercado brasileiro.


Em 2010, com a campanha “Barrigas” para o sabor Guaraná, surgiu o tradicional relógio dos 6 segundos de ENO. O relógio era uma representação visual de um novo diferencial para a marca: a velocidade com a qual produto acaba com a azia. Esse relógio é considerado um divisor de águas na história de ENO e viria a se tornar uma constante nas campanhas publicitárias de ENO nos próximos anos. Até 2012 ENO lançaria outros sabores, como por exemplo, abacaxi. Em 2013 a marca inovou ao lançar no mercado a versão em pastilhas mastigáveis (ENO TABS), fácil de carregar e que oferece alívio rápido em qualquer momento, como dizia seu slogan “Alívio rápido onde você estiver”. E para o mercado indiano surgiu ENO na versão líquida. Pouco depois, em 2016, introduziu no mercado brasileiro o sabor camomila. Em 2020 a marca inovou mais uma vez ao lançar o novo sabor Tutti-Frutti.


Com muito trabalho e um pouco de sorte, o Sal de Fruta ENO melhorou instantaneamente a vida de marinheiros de porto a porto. Até hoje, a mesma fórmula de ingredientes - bicarbonato de sódio, carbonato de sódio e ácido cítrico - continua a atuar em 6 segundos e a melhorar a vida das pessoas no Brasil e ao redor do mundo.


Comunicação criativa 
A campanha “Food Fight” teve início em 2010, nos Estados Unidos, para a marca de antiácidos TUMS, também de propriedade da GSK. A criativa e hilariante campanha comunicava como os consumidores - e os alimentos que eles desejam - estão envolvidos em um relacionamento de amor/ódio. Ou seja: com azia ou má digestão, normalmente é quase como se estivéssemos com uma épica batalha com aquela comida que ainda insiste em revirar no estômago. E isto foi levada ao pé da letra nos filmes publicitários. A campanha se tornou um sucesso rapidamente entre os americanos. Esse sucesso foi uma das razões pelas quais a campanha, após alinhamento estratégico, foi exportada para todo o mundo. Estreou no Brasil no final de 2015 com filme “Camarão”. Depois foram veiculados os filmes “Frango”, “Hot-Dog” e “Hambúrguer”. A boa recepção também motivou a marca exportar a ideia para outros mercados, como o tailandês, onde o filme foi protagonizado por uma lula em 2016.


A campanha levou o posicionamento ao pé da letra e no vídeo (assista abaixo) um homem luta contra um asqueroso camarão gigante que quer incomodá-lo de todo jeito. Mas com Sal de Fruta ENO, você contra-ataca rápido a azia e acaba com essa briga rapidinho.


As embalagens 
No Brasil um dos principais elementos de reconhecimento da marca é sua embalagem. Se a fórmula do produto não mudou durante sua história, a embalagem de ENO, por exemplo, foi uma das características do produto que mais se transformou através das décadas. Quando chegou ao Brasil no fim da década de 1920, o Sal de Fruta ENO era vendido em pequenas garrafas de vidro; nos anos de 1950 ganhou um novo formato e a tampa plástica; e na década de 1980 ganharia uma embalagem maior e rótulo colorido. Foi somente no final da década de 1980 que ocorreu o lançamento da embalagem feita de PET, um marco que definiu um novo padrão para o mercado brasileiro de antiácidos.


Em 2016 a marca ENO decidiu fazer algumas mudanças para aprimorar a identidade visual do produto e lançou embalagens com um novo layout. Cada elemento da nova embalagem foi pensado para atrair ainda mais o consumidor. As bolhas passando pelo “O” de ENO evidenciam a ação efervescente no estômago; o novo relógio destaca o início da ação em seis segundos, focando na velocidade em que o medicamento começa a atuar; e as cores mais atraentes ressaltam os diferentes sabores e formatos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por importantes alterações ao longo dos anos. Até a década de 1950 a marca se chamava Eno’s Fruit Salt e o logotipo era aplicado de diversas formas. Somente nesta década o logotipo adotou a tradicional cor vermelha e o nome perdeu a apóstrofe e a letra S no final. Na década de 1980 o logotipo ganhou a tradicional inclinação. No início dos anos de 2000 a identidade visual da marca passou por uma remodelação radical: adotou um fundo azul, uma nova tipografia de letra e as pequenas bolhas saindo da letra “O” de ENO, que evidenciam a ação efervescente no estômago.


Já no Brasil, o logotipo adotou as bolhas saindo de dentro de um copo na letra “O” e podia ser aplicado com ou sem o tradicional fundo azul. Em 2016 ENO renovou sua identidade visual, que apresentou uma nova tipografia de letra mais fina e as pequenas bolhas passando pelo “O”.


Os slogans 
Derrota rápido a azia. (2015) 
Alívio rápido em 6 segundos. 
Nada é mais rápido. 
ENO é alívio já!
ENO gets to work in 6 seconds. 
ENO On, Acidity Gone. (anos de 1990)


Dados corporativos 
● Origem: Inglaterra 
● Lançamento: 1850 
● Criador: James Crossley Eno 
● Sede mundial: Brentford, Inglaterra 
● Proprietário da marca: GSK Consumer Healthcare 
● Capital aberto: Não (subsidiária da GlaxoSmithKline plc) 
● CEO: Emma Walmsley 
● Faturamento: £50 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Medicamentos 
● Principais produtos: Antiácidos 
● Concorrentes diretos: Alka-Seltzer, Pepto-Bismol, Gaviscon, Pepcid, Mylanta, Gelusil, Digene, Gasofast e Estomazil 
● Slogan: Derrota rápido a azia. 
● Website: www.eno.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a marca ENO está presente em mais de 50 países ao redor do mundo comercializando antiácidos em diversas formas (pó solúvel, tabletes, líquido e pastilhas mastigáveis) e sabores. A marca tem como seus principais mercado a Índia, Brasil, Espanha, África do Sul, Malásia, Tailândia e México. Com faturamento estimado anual superior a £50 milhões, a centenária marca pertence à britânica GlaxoSmithKline, proprietária das pastas dentais Sensodyne e Aquafresh, do fixador de dentadura Corega e do analgésico Voltaren

Você sabia? 
O ácido cítrico é responsável pela sensação refrescante provocada pela ingestão do antiácido. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 28/7/2020

2.3.17

BOEHRINGER INGELHEIM


Há mais de 130 anos, a BOEHRINGER INGELHEIM mantém o compromisso com pesquisa, desenvolvimento, fabricação e comercialização de novos medicamentos com alto valor terapêutico para a saúde humana e animal. Tudo para melhorar a vida de seres humanos e animais. 

A história 
Tudo começou com Albert Boehringer, pioneiro da biotecnologia e oriundo de uma família que atuava no setor químico, que comprou uma pequena fábrica na cidade alemã de Ingelheim am Rhein para iniciar a produção de ácidos em escala industrial. No dia 31 de julho de 1885 ele registrou oficialmente a empresa com o nome de Albert Böhringer, chem. Fabrik vom 1. Aug. 1885 ab. Já no ano seguinte, com apenas 28 empregados produzia sobre tudo os tartaratos, produtos utilizados na fabricação de refrigerantes, fermento para padaria, em tinturaria e farmácia. Em 1893, Albert desenvolveu um processo biotecnológico que permitia o aproveitamento de bactérias para a produção de ácido lático em grande escala e assim tornou-se grande fornecedor desta inovação para as indústrias da época que cada vez mais necessitavam do produto. Com isso, a empresa se tornou uma das pioneiras nos processos biotecnológicos em aplicações industriais.


No ano de 1905, em busca de novos mercados no segmento químico, a empresa desenvolveu um processo econômico para a extração de alcalóides como a morfina, cocaína e codeína. As substâncias eram vendidas às farmácias e à então emergente indústria farmacêutica, sendo exportadas também para outros países. Em 1910, ao completar 25 anos, a C.H. Boehringer Sohn (CHBS) já empregava mais de 155 funcionários. Em pouco tempo, a empresa passou a investir no setor farmacêutico, tendo como missão a inovação em medicamentos que proporcionassem a melhoria da saúde e do bem-estar das pessoas. Isto aconteceu em 1912, quando a empresa fabricou seu primeiro medicamento, o Laudanon®, um analgésico baseado em seis alcalóides de ópio. Em 1917 foi criado o departamento de pesquisas por iniciativa do químico e futuro vencedor do Prêmio Nobel de Química, o Professor Heinrich Wieland, um primo de Albert Boehringer. Este departamento seria responsável por todas as atividades de pesquisa e desenvolvimento no setor de ácidos, alcalóides e farmacêuticos da empresa. Após as primeiras pesquisas, começou a produção do ácido biliar e seus derivados, ainda este ano. Em 1923, uma nova fábrica para produção de alcalóides foi estabelecida em Hamburgo-Moorfleet. A partir de 1925, os elementos básicos das drogas, incluindo cafeína, morfina e codeína, são produzidos nesta unidade.


Em 1933, a empresa se expandiu ao iniciar a produção de ácido cítrico a partir de citrato de cálcio para as indústrias alimentícias, de bebidas e tabaco. Após a morte do fundador, no dia 11 de março de 1939, a empresa passou a ser administrada pelos seus filhos Albert e Ernst Boehringer, e pelo genro Julius Liebrecht. Nos anos seguintes, com o início da Segunda Guerra Mundial a produção de ácidos orgânicos (tartárico, lático e cítrico) foi brevemente interrompida. Todavia, as pesquisas continuaram apesar do conflito. Diversos itens químicos e farmacológicos foram introduzidos nesse período e posteriormente após a finalização dos combates. Além disso, neste período, uma nova fábrica foi construída para a produção em grande escala de cafeína sintética, que entrou em produção no dia 15 de novembro de 1942. Foi somente na final da década de 1940, no período do pós-guerra, que a empresa começou a expandir-se ao redor do mundo, instalando sua primeira subsidiária na cidade de Viena na Áustria. Com isso, em 1953, iniciou suas operações na Espanha e no Brasil, neste último inicialmente por meio de um escritório de importação de medicamentos.


Pouco depois, em 1955, a BOEHRINGER INGELHEIM fundou a divisão de saúde animal, após assumir o programa veterinário da Pfizer, ingressando assim em um novo e promissor segmento de mercado. A década seguinte foi marcada por grandes novidades. Primeiro, em 1961, estabeleceu na cidade de Viena o Institute for Pharmaceutical Research focado em virologia e farmacologia. Além disso, ampliou sua presença mundial com a criação de subsidiárias no México e Reino Unido, ambas em 1962. Já em 1969, uma nova unidade de pesquisa foi estabelecida na cidade de Kawanashi no Japão. A década seguinte começou com a inauguração, em 1971, da subsidiária americana em Ridgefield, estado de Connecticut. Pouco depois, em 1972, um dos produtos de maior importância para a empresa se tornar um gigante no segmento, o ácido lático, teve a produção descontinuada. Em 1978, a veterinária médica ganhou enorme importância dentro da empresa com a criação da subsidiária Boehringer Ingelheim Vetmedica, em substituição ao antigo departamento de medicina veterinária. Em 1985, a BOEHRINGER INGELHEIM comemorou seu centenário, empregando 22.254 pessoas e atingindo vendas de aproximadamente €2.31 bilhões. No ano seguinte, o Centro de biotecnologia de Biberach iniciou a produção. Após um pesado investimento, se tornou a maior fábrica da Europa para a produção de produtos biofarmacêuticos a partir de culturas celulares. Após 1991 a empresa passou por reformulações para atender o novo perfil de mercado que surgia. Como parte das atividades de pesquisa e desenvolvimento, a empresa concentrou-se principalmente nas áreas terapêuticas de doenças cardiovasculares, respiratórias, metabólicas, virais, do sistema nervoso central e oncologia.


Nos últimos anos a BOEHRINGER INGELHEIM passou a investir ainda mais no segmento de saúde animal. Um exemplo disso aconteceu em 2012, quando ocorreu a inauguração do Centro Europeu de Investigação Veterinária na cidade de Hanover, que se dedica exclusivamente a pesquisas de doenças de animais de criação. Depois em 2013, quando a área de saúde animal ingressou no mercado de pequenos animais por meio da comercialização de vacinas da linha Duramune®. Todo esse foco culminou em 2016 com um acordo definitivo para trocar os negócios de saúde animal da Sanofi (conhecida como Merial) pelos medicamentos isentos de prescrição da BOEHRINGER INGELHEIM (que incluem marcas como o antiespasmódico Buscopan®, o multivitamínico Pharmaton® e o laxante Dulcolax®). Combinar as carteiras complementares da Merial (que tem três unidades de negócio principais: animais de estimação, animais de fazenda e saúde pública veterinária) e da Boehringer Ingelheim Animal Health (6ª maior empresa de saúde animal do mundo), além das plataformas de tecnologia para antiparasitas, coloca a nova empresa em uma posição mais competitiva nos segmentos de maior crescimento do setor e agrega mais valor e inovação para os clientes no mundo todo. Como empresa farmacêutica orientada à pesquisa, esse negócio melhora, substancialmente, sua posição no mercado futuro de saúde animal, transformando a BOEHRINGER INGELHEIM, provavelmente, em uma das maiores empresas do mundo neste segmento.


A linha do tempo 
1920 
Lançamento do medicamento cardiovascular Cadechol®
1921 
Lançamento do medicamento Lobelin®, após cientistas da empresa conseguirem isolar o alcalóide puro lobelin da planta Lobelia inflata. 
1927 
Lançamento do medicamento para tosse Codyl®
1931 
Lançamento do Sympatol®, desenvolvido para melhorar a circulação e derivado da adrenalina. 
1941 
Lançamento do Aludrin®, um medicamento inovador para o tratamento da asma. Este agente respiratório abriria mais tarde o caminho para os betabloqueadores. 
1949 
Lançamento do Effortil® (para melhorar a circulação), Vascular® (vasodilatador) e Visadron® (colírio). 
1952 
Lançamento do Buscopan®, um agente espasmolítico de origem vegetal utilizado no tratamento de problemas gastrointestinais. O medicamento se tornou um dos mais populares e consumidos do mundo. 
1959 
Lançamento do Persantin®, utilizado no tratamento de doenças coronarianas. 
1960 
Lançamento do Silomat®, utilizado no tratamento da tosse. 
1961 
Lançamento do Alupent®, medicamento que aumenta a competência terapêutica para doenças respiratórias. 
1963 
Lançamento do Bisolvon®, o primeiro agente secreolítico (mucolítico) resultante da própria pesquisa da empresa. 
1966 
Lançamento do Catapresan®, um medicamento anti-hipertensivo com um novo modo de ação. 
1972 
Lançamento do Berotec®, um medicamento respiratório que se tornou um enorme sucesso. 
1975 
Lançamento do Atrovent®, um medicamento usado no tratamento de doenças crônicas do trato respiratório. 
1977 
Lançamento do Asasantin®, um medicamento utilizado no tratamento de trombose e embolismos. 
1979 
Lançamento do Mucosolvan®, medicamento utilizado no tratamento da bronquite. 
Lançamento do Mexitil®, um medicamento usado no tratamento de arritmia cardíaca. 
1987 
Lançamento do Actilyse®, um marco para a história da empresa. Não somente foi o primeiro medicamento para tratamento trombolítico para ataques cardíacos agudos, mas também o primeiro produto desenvolvido pela divisão biofarmacêutica. 
1989 
Lançamento de Alveofact®, indicado para síndrome de dificuldade respiratória em recém-nascidos. 
1996 
Lançamento do Alna®/Flomax®, medicamento utilizado no tratamento da hiperplasia prostática benigna. 
Lançamento do medicamento anti-reumático Mobic®
1997 
Lançamento do Viramune®, desenvolvido para reduzir o risco de transferência de vírus HIV em mulheres grávidas para seus filhos recém-nascidos. 
Lançamento no Brasil do polivitamínico com Ginseng Pharmaton®
1999 
Lançamento do Micardis®, medicamento utilizado no tratamento da hipertensão. 
2002 
Lançamento do Spiriva®, para o tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). 
2011 
● O Pradaxa® se tornou a primeira droga em 50 anos a obter aprovação para a prevenção do AVC na fibrilhação auricular na Europa. 
2013 
Aprovação do Griotrif®, medicamento com indicação para câncer de pulmão de não pequenas células. 
2014 
Lançamento do Jardiance®, primeiro medicamento da sua classe para diabetes tipo 2. 
Lançamento do Ofev®, primeiro medicamento aprovado no Brasil para Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI). 
2015 
Lançamento do Spiolto Respimat®/Stiolto Respimat®, com indicação para asma.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Em 1893, o primeiro logotipo da empresa foi registrado: as letras CHBS entrelaçadas dentro de uma forma oval com a inscrição C.H. Boehringer Sohn, nome que a empresa havia adotado neste ano. Em 1905, pela primeira vez, o logotipo exibe a imagem do palácio imperial de Charlemagne. No ano de 1924 foi adotado um novo logotipo com o palácio imperial totalmente estilizado. Em 1962 o logotipo passou a conter a palavra Boehringer e adotou a cor azul. A atual identidade visual da empresa foi adotada em 1997.


Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Fundação: 31 de julho de 1885 
● Fundador: Albert Boehringer 
● Sede mundial: Ingelheim am Rhein, Alemanha 
● Proprietário da marca: Boehringer Ingelheim GmbH 
● Capital aberto: Não 
● Chairman & CEO: Hubertus von Baumbach 
● Faturamento: €14.8 bilhões (2015/2016) 
● Lucro: €2.3 bilhões (2015/2016) 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 50.000 
● Segmento: Farmacêutico 
● Principais produtos: Medicamentos e vacinas para saúde humana e animal 
● Concorrentes diretos: Pfizer, Eli Lilly, Bayer, Novartis, Merck, Roche e GlaxoSmithKline 
● Slogan: Value through Innovation. 

A marca no mundo 
Hoje em dia a BOEHRINGER INGELHEIM, uma das 20 principais empresas farmacêuticas do mundo, opera globalmente com 145 afiliadas e mais de 50.000 funcionários, comercializando seus produtos em mais de 120 países. A empresa alemã atua nos segmentos de saúde humana (doenças respiratórias, metabolismo, imunologia, oncologia e doenças do sistema nervoso central) e saúde animal (sob a divisão Boehringer Ingelheim Animal Health, líder mundial em vacinas para porcos e que detém posição relevante nas vacinas para animais de estimação e gado, bem como em especialidades farmacêuticas veterinárias). A empresa possui cinco instalações de pesquisa e desenvolvimento localizadas em Biberach (Alemanha), Ridgefield (Connecticut), Viena, Kobe e Milão, além de 20 plantas de produção em 13 países. Mais de 8.000 funcionários trabalham no setor de pesquisa e desenvolvimento, no qual a empresa investe 20% do faturamento anualmente. 

Você sabia? 
Um dos elementos mais importantes da cultura empresarial da BOEHRINGER INGELHEIM é a responsabilidade social - incluindo o envolvimento em projetos sociais, como o Making more Health (Mais Saúde), em parceria com a ONG Ashoka, que busca modelos inovadores que estão transformando a área da saúde no sentido de melhorar de forma sustentável o bem estar de pessoas, famílias e comunidades. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão e Folha), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 2/3/2017