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14.6.06

CALVIN KLEIN


Peças simples, sóbrias, fluídas e essencialmente confortáveis, mas sem abrir mão de tecidos refinados, qualidade no acabamento e fabricação sofisticada. Um visual totalmente casual chique. Campanhas sexys, originais e polêmicas onde modelos mostram seus corpos em poses sensuais e quase sempre provocativas. A marca CALVIN KLEIN se transformou em sinônimo de chique, casual, sensual e provocante, conquistando um lugar de destaque no panteão do universo fashion. A marca escolheu o caminho do minimalismo e da sofisticação para caminhar pelo concorrido universo da moda, as roupas de linhas simples e sofisticadas colocaram a CALVIN KLEIN entre as marcas de moda mais importantes e influentes do mercado mundial. 

A história 
De origem judaica, o estilista Calvin Richard Klein (foto abaixo) nasceu no dia 19 de novembro de 1942 no tradicional bairro do Bronx em Nova York e foi criado no distrito Mosholu Parkway, onde habitava uma comunidade judaica de imigrantes de primeira e segunda geração de classe média. Desde criança sempre foi apaixonado por moda, acompanhando constantemente sua mãe nas compras de roupas, fazendo com que surgisse dentro do futuro estilista o amor pela moda e pela arte. Ainda menino, aprendeu sozinho a desenhar e a costurar. Assim, ele começou por vestir as bonecas da irmã, para depois se aventurar a fazer vestidos para a mãe, utilizando para isso uma máquina de costura que a avó o ensinou a usar. Seu autodidatismo lhe rendeu bolsas de estudo na New York High School of Art and Design (escola secundária especializada em arte) e no Fashion Institute of Technology, conhecido como FIT, uma das maiores instituições de ensino superior de moda dos Estados Unidos, na qual se formou em 1962. Depois de trabalhar como aprendiz em uma loja de casacos masculinos, ele e seu colega de infância, Barry K. Schwartz, com apenas US$ 10 mil de capital, lançaram sua primeira coleção masculina e feminina de paletós, casacos e capas em 1968 em um showroom dentro do York Hotel. Surgia assim oficialmente a marca CALVIN KLEIN na cidade de Nova York. Inicialmente a nova grife vendia suas criações em pequenas quantidades para grandes e badaladas lojas de departamento.


A combinação do talento de designer de Klein e a grande percepção administrativa para os negócios de Schwartz, rapidamente chamaram a atenção do badalado mundo da moda. O primeiro grande sucesso surgiu quase imediatamente, ao chamar a atenção do presidente da sofisticada loja de departamento Bonwit Teller, Don O’Brien, que impressionado com o estilo minimalista do jovem estilista, proporcionou-lhe uma enorme encomenda no valor de US$ 50.000, uma quantia bastante significativa para a época, principalmente se considerar que Calvin Klein ainda era um ilustre desconhecido. Isto ocorreu quando o executivo viu o jovem estilista empurrando uma arara de roupas pelo corredor do York Hotel e, fascinado, fechou o negócio. A partir deste momento, o jovem estilista foi se aperfeiçoando na arte de confeccionar roupas masculinas, especialmente paletós, casacos e blazers. Rapidamente a marca virou sinônimo de tons neutros e uma simplicidade descontraída.


O estilista, que seria apelidado de “O Conquistador” pelo jornal Women’s Wear Daily e considerado uma das 25 personalidades mais influentes na América pela conceituada revista Time, começava a conquistar á todos com seu estilo esportivo e casual minimalista. O maior reconhecimento viria em 1973, quando o estilista entrou para a história do mundo da moda ao receber o prestigiado prêmio Coty Award, o qual viria a conquistar novamente em 1974 e 1975. Pouco depois, lançava uma coleção de roupas esportivas femininas, seguida de outras coleções voltadas para o mesmo público, como suas famosas e provocantes peças íntimas. As linhas clássicas e suaves começaram a aparecer em coleções sportswear, com japonas, suéteres de gola rolê e calças estreitas. Em 1977 o sucesso da marca era traduzido em um faturamento superior a US$ 30 milhões. Neste momento a marca iniciou o licenciamento para estampar a CALVIN KLEIN em calçados, lenços, cintos e até óculos.


No final dessa década o nome CALVIN KLEIN começou a ser reconhecido no mundo, especialmente depois do lançamento de sua coleção de calças jeans por preços acessíveis, estrelada por uma campanha comercial em que a jovem e bela Brooks Shields era a personagem central. Em apenas uma semana o sucesso era evidente: 200.000 pares de calças comercializadas. Calvin foi o primeiro estilista a colocar o jeans na passarela, em uma atitude provocativa aos mais conservadores e ao próprio mundo da moda. Mesmo assim foi seguido pelos demais estilistas da época e o jeans definitivamente conquistou espaço na sociedade como um acessório de moda. Nesta época, tendo a sobriedade como sua marca registrada, ele caminhou para uma criação mais sofisticada, utilizando tecidos como a seda, o crepe, linho e lã, para criar roupas de linhas alongadas, de ombros estruturados, sempre respeitando os conceitos de harmonia de proporções.


Na década de 1980 a grife resolveu diversificar seus produtos com o lançamento de coleções de roupas íntimas e perfumes que fariam enorme sucesso junto ao público, e seriam responsáveis pelo enorme crescimento do faturamento. Outra tendência internacional dos anos de 1990 seguida à risca por Calvin Klein foi a criação de uma marca alternativa, a CK CALVIN KLEIN, que representava uma versão jovem, urbana e colorida das linhas de roupas masculinas, femininas e de acessórios da marca. Nesta década a marca possuía seis lojas próprias nos Estados Unidos, e outras unidades espalhadas em vários países como Espanha, Japão, França, Suíça e até Cingapura. Embora a empresa quase tenha enfrentado falência em 1992, Calvin Klein conseguiu recuperar e aumentar a lucratividade de seu império ao longo dessa década, principalmente através do sucesso de suas altamente populares linhas de roupas íntimas e fragrâncias.


Em 2002 a marca inaugurou sua primeira loja âncora em solo francês, localizada na tradicional Av. Montaigne. Pouco depois, em fevereiro de 2003, seguindo a tendência das grandes casas de moda e dos produtos de luxo internacionais, Calvin Klein vendeu a marca para o grupo norte-americano Philips-Van Heusen (PVH), então maior fabricante de camisas e gravatas do mundo e atual proprietário de marcas como Tommy Hilfiger e Speedo, por US$ 438 milhões em dinheiro, além de US$ 30 milhões em ações e participação nas vendas até 2018, mas continuou trabalhando como consultor de criação por quase três anos. Meses depois, contratou o brasileiro Francisco Costa e o italiano Ítalo Zucchelli para desenhar, respectivamente, as coleções femininas e masculinas. Embora pouco conhecido no Brasil e no mundo, o mineiro Francisco Costa, já tinha no currículo passagens pelas Maisons Oscar de la Renta e Gucci antes de assumir o desafio. Sua coleção de estreia, em setembro, acumulou elogios da imprensa especializada internacional.


Em agosto de 2004, enquanto Costa preparava mais uma elogiada participação na semana de moda de Nova York, Calvin Klein circulava tranquilamente de bermudão e sandálias Havaianas pela praia de Ipanema, entre uma de suas muitas vindas recentes ao Brasil, especialmente ao Rio de Janeiro. Em 2008 a marca lançou seu comércio online. Em 2010 a marca assinou um contrato exclusivo com Lara Stone, uma das modelos mais badaladas do mundo, fazendo da exuberante moça a nova cara da coleção Calvin Klein, CK Calvin Klein e Calvin Klein Jeans para a temporada de outono. Na primavera de 2015, o estilista brasileiro reintroduziu o slip dress. Originalmente de 1994, o vestido se transformou em ícone dessa década e chegou ao novo milênio reinterpretado, e na companhia de sneakers e blazers oversized. O brasileiro Francisco Costa ficou na chefia criativa da marca até 2016, quando foi substituído pelo belga Raf Simons, que recentemente deixou o cargo por diferenças criativas com os executivos. Mais recentemente a marca lançou a linha feminina plus size, composta por peças íntimas nos tamanhos 46 a 54. No início de 2019, a marca anunciou a decisão de encerrar as atividades de alta costura (com a marca CALVIN KLEIN 205W39NYC), focando todos os seus esforços nas linhas casuais. Isto significa um adeus às passarelas e o fim de uma era.


Em todas essas décadas a CALVIN KLEIN construiu uma marca sinônimo de moda prática e urbana: saias de couro, golas rolê, sapatilhas ou botas, acompanhadas por pouco brilho e acessórios discretos. É uma marca global de estilo de vida construída através de produtos icônicos e alimentada por ideais ousados e progressivos. CALVIN KLEIN adotada a filosofia “Defying the boundaries of self-expression” (em tradução livre “Desafiando os limites da auto-expressão”).


A linha do tempo 
1978 
Lançamento do CALVIN KLEIN (primeiro perfume masculino da marca), além de uma completa linha de cosméticos, especialmente para o cuidado da pele. 
Lançamento oficial da linha CALVIN KLEIN JEANS, composta por calças jeans para concorrer com a tradicional Levi’s
Lançamento da primeira coleção completa masculina, composta por gravatas, ternos, cassacos e roupas esportivas. 
1982 
Lançamento da coleção de roupas íntimas CALVIN KLEIN UNDERWEAR. Foi a primeira vez na história da moda que roupas íntimas masculinas foram consideradas itens da alta costura. As cuecas CALVIN KLEIN tinham desenho único, levando o nome da grife gravado no elástico da cintura. Pela primeira vez, as boas e velhas cuecas, até então apenas funcionais e confeccionadas sem a menor preocupação estética, foram elevadas ao posto de objetos de desejo tanto pelo design quanto pela provocação das campanhas publicitárias. 
1983 
Lançamento da linha de lingeries, cujo design das peças era baseado nos modelos masculinos. 
1985 
Lançamento do perfume OBSESSION, com uma polêmica campanha publicitária carregada de conteúdo homossexual, sob o comando do fotógrafo Bruce Weber. Vários jornais americanos se recusaram a publicar o anúncio, mesmo assim o perfume, que custava US$ 170, se transformaria em um estrondoso sucesso. A campanha custou impressionantes US$ 17 milhões na época. 
1988 
Lançamento do perfume feminino ETERNITY com suas essências florais. A linha também contava com creme para o corpo que possuía a mesma essência do perfume. A versão masculina seria lançada no ano seguinte. 
1989 
Criação da CALVIN KLEIN ACESSORIES, divisão responsável por criar e produzir bolsas, malas, carteiras, cintos e lenços. 
Inauguração da primeira loja própria da marca, localizada no subúrbio da cidade de Dallas, no Texas, e que vendia a linha tradicional, esportiva, roupas íntimas, acessórios, calçados, cosméticos e perfumes. 
1991 
Lançamento do perfume feminino ESCAPE
Lançamento da coleção esportiva feminina. 
1993 
Lançamento do perfume Escape na versão masculina. 
1994 
Primeira grife de alta costura a lançar um perfume unissex com a introdução do CK ONE seguido da campanha publicitária “Be Good. Be Bad. Just Be.” (em português “Seja bom. Seja mau. Apenas seja.”). O perfume figura até hoje na lista dos 10 mais populares do mundo. 
1995 
Lançamento, sob licença, de uma coleção para casa composta por toalhas de banho, toalhas de mesa, lençóis, entre outros itens. Era o início da CALVIN KLEIN HOME, cuja primeira coleção era composta de tecidos inspirados por antigas ilustrações francesas. Atualmente oferece uma enorme variedade de produtos, que vai desde linhas para cama e mesa até móveis. Outro ponto de destaque são os contrastes: texturas e estampas, linhas grossas combinadas a linhas finas e o acabamento sem brilho com o brilhante, harmonias que criam peças inovadoras. 
Inauguração de uma loja âncora em Nova York. 
1996 
Lançamento da linha CALVIN KLEIN EYEWEAR, cujos óculos valorizavam o conforto com design simples, sutilmente sexy e moderno. 
1997 
Lançamento, através de um acordo de licenciamento, de uma coleção de relógios. 
Lançamento do perfume CONTRADICTION
1998 
Lançamento da coleção de óculos CLASSIC EDITION, série de armações de receituário inspirada em design de óculos antigos. Basicamente de metal, linhas arredondadas e no estilo flutuante, tinha um delicado trabalho na ponte tal qual peças do passado. 
1999 
Lançamento de uma linha de underwear para crianças. 
2000 
Lançamento do perfume feminino TRUTH. A versão masculina foi introduzida dois anos depois. 
2002 
Lançamento do perfume CRAVE
2004 
Lançamento do perfume CK ONE SUMMER
2005 
Lançamento dos perfumes OBSESSION NIGHT e EUPHORIA
2007 
Lançamento do perfume CK IN2U. A embalagem do perfume era feita de plástico com vidro, imitando um iPod. 
Lançamento da CALVIN KLEIN GOLF, uma completa linha de roupas e acessórios para golfe. 
2008 
Lançamento do perfume masculino EUPHORIA INTENSE
Lançamento da CALVIN KLEIN BEAUTY, primeira linha de maquiagem da marca. Uma das novidades é que cada item vinha enriquecido com cosméticos exclusivos que traziam os mais modernos conceitos de cores e texturas. Eram mais de 200 opções, tudo com um design inovador e cores ousadas. 
2009 
Lançamento do perfume masculino CK FREE
2010 
Lançamento do perfume feminino CALVIN KLEIN BEAUTY
Lançamento da CALVIN KLEIN X ELEMENTS, nova coleção que trazia cuecas nos modelos slip, boxer e samba-canção, em cores que representavam os quatro elementos da natureza: ar, terra, fogo e água. Os modelos que participaram do lançamento da nova linha foram: os atores Kellan Lutz (terra) e Mehcad Brooks (fogo), o jogador de futebol Hidetoshi Nakata (ar) e o tenista Fernando Verdasco (água). 
2011 
Lançamento da linha CK ONE LIFESTYLE, composta por perfumes, roupas íntimas e calças jeans, e cujas peças tinham um visual mais despojado e linhas contemporâneas. 
Lançamento do perfume CK ONE SHOCK
2012 
Lançamento do perfume masculino ENCOUNTER
2013 
Lançamento do perfume feminino DOWNTOWN.


A marca no cinema 
Para apreciadores da cultura pop dos anos de 1980, é inesquecível a referência ao estilista norte-americano imortalizada em “De Volta Para o Futuro”, dirigido por Robert Zemeckis, em 1985. As cuecas assinadas por CALVIN KLEIN renderam umas das cenas mais divertidas do filme. O personagem de Michael J. Fox (Marty McFly) acidentalmente volta aos anos de 1950, atrapalha o encontro dos próprios pais quando é atropelado e socorrido pela mãe, a então jovem Lorraine, interpretada por Lea Thompson. Intrigada com as roupas estranhas do rapaz, ela vê o nome CALVIN KLEIN em destaque na cueca de Marty e deduz que esse seja o nome do rapaz - na época, era comum bordar o nome nas roupas, costume bem diferente da “logomania” que rege a moda contemporânea. A jovem insiste em chamar Marty de “Calvin” até o fim do filme, em situações hilárias. Desde então, o icônico elástico com o nome CALVIN KLEIN tem roubado a cena - seja em campanhas com Justin Bieber, seja nos cliques de celebridades no Instagram. Em outra situação nas telas, Alicia Silverstone (no papel de Cher Horowitz) usava um tubinho branco tão minimalista (e curto) em As Patricinhas de Beverly Hills que seu pai perguntou: “Cher, o que você está vestindo?” e ela respondeu: “Um vestido!”. Ao que o pai replicou: “Quem disse?” e ela conclui: “Calvin Klein”.


Campanhas polêmicas 
A história da marca é pontuada por campanhas publicitárias ousadas, agressivas e quase sempre polêmicas. A revolução na propaganda publicitária da moda capitaneada por Calvin Klein ocorreu em 1980, em uma campanha do célebre fotógrafo americano Richard Avedon tendo como estrela a atriz Brooke Shields aos 15 anos, ainda sob o impacto do lançamento do filme “A Lagoa Azul”. A campanha tinha como objetivo principal vender o conforto absoluto do jeans da marca. Porém, a bela jovem (ainda uma adolescente) vestia apenas um jeans e, ao lado, com aparência ingênua e provocativa, a sugestiva frase “Nada fica entre ela e seu jeans Calvin” (em inglês “Nothing stood in the way of her and her Calvins”). O anúncio foi um escândalo, mas aumentou o faturamento da marca em mais de US$ 160 milhões. As polêmicas não pararam por aí.


Contratada em 1992, aos 18 anos, a modelo inglesa Kate Moss foi eleita a musa do estilista e definida como ícone daquela geração. Entre as campanhas mais fascinantes para a marca, estão a do perfume Obsession, em que aparecia nua, e a da coleção de roupas íntimas, em que posava de calcinha ao lado do ator Mark Wahlberg. Para engrossar a lista de polêmicas, Kate era famosa, na época, pelas frequentes noitadas e as seguidas estadas em clínicas de reabilitação. A magreza anoréxica e o ar de pós-lolita da modelo se tornaram referência estética nos anos de 1990, e, pela primeira vez, a influência dos editoriais de moda começou a ser questionada. Grupos de conservadores se revoltaram com a ideia de ter a modelo como exemplo para suas filhas, mas o escândalo serviu para promover ainda mais a marca CALVIN KLEIN.


Já as campanhas masculinas da marca, especialmente as de roupas íntimas e perfumes, provocam tanto ou mais rebuliço quanto as femininas. Tudo começou com os ensaios para lá de sensuais com Mark Wahlberg nos anos de 1990, em que o então rapper e aspirante a ator, exibia a barriga sarada a bordo das básicas cuecas brancas da marca. Tal campanha, aliás, foi responsável por detonar crises de autoimagem e insegurança em homens de todo o mundo, segundo um estudo conduzido em 2002 por psicólogos da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, cujos resultados apontaram que a crescente exposição de homens de corpos perfeitos e musculosos na mídia despertava insegurança no público masculino. Já em abril de 2002, um pôster de outra campanha de underwear da marca, de quase 20 metros de altura com o modelo australiano Travis Fimmel seminu, em plena Oxford Street, em Londres, foi removido por se tratar supostamente uma “ameaça” ao trânsito do local. Nunca se teve notícia de acidentes, mas o anúncio foi submetido à análise pelo órgão regulador de publicidade no Reino Unido, o Advertising Standards Authority, diante das reclamações de pessoas que o consideraram indecente. No mês seguinte, a campanha foi considerada inofensiva e ganhou mundo novamente.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. A primeira alteração aconteceu em 1992 quando uma nova tipografia de letra foi adotada. Em 2017 a marca apresentou um novo logotipo, que foi aprimorado e redefinido pelo designer gráfico Peter Saville. A nova identidade visual trocou as letras minúsculas por maiúsculas, mas manteve sua cor preta e sem serifa. Além disso, a marca utilizou uma tipografia de letra muito semelhante ao do logotipo original.


Já o logotipo que contém as iniciais CK acompanhou todas essas remodelações ao longo dos anos.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1968 
● Fundador: Calvin Klein e Barry K. Schwartz 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Clavin Klein Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Phillips-Van Heusen Corporation) 
● CEO: Cheryl Abel-Hodges 
● Faturamento: US$ 9.8 bilhões (vendas no varejo) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: + 1.000 
● Presença global: 110 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 11.500 
● Segmento: Moda 
● Principais produtos: Roupas, jeans, acessórios e perfumes 
● Ícones: Os perfumes, cuecas e as calças jeans 
● Website: www.calvinklein.com.br 

A marca no mundo 
A marca CALVIN KLEIN vende sua linha de produtos compostas por roupas, calçados, perfumes, cosméticos e acessórios como cintos, bolsas, malas, guarda-chuvas, chaveiros, carteiras, entre outros itens, em mais de 1.000 lojas próprias e inúmeras lojas de departamento e multimarcas espalhadas por mais de 110 países. No Brasil está presente em mais de mil cidades através de 2 mil lojas multimarcas, 43 lojas próprias e 66 franquias. Atualmente a marca comercializa seus produtos sob diferentes linhas como Calvin Klein (roupas casuais e clássicas), CK Calvin Klein (linha mais acessível da marca), Calvin Klein Performance (coleções esportivas da marca), Calvin Klein Jeans (roupas em jeans, conhecidas por seus detalhes exclusivos e lavagens inovadoras), Calvin Klein Home (produtos para a casa) e Calvin Klein Underwear (roupas íntimas masculinas e femininas). Os produtos que carregam a marca geraram US$ 9.8 bilhões em vendas no varejo no ano de 2018. 

Você sabia? 
Desde sua primeira fragrância, a CALVIN KLEIN já lançou mais de 100 perfumes. 
Calvin Klein e suas criações apareceram pela primeira vez na tradicional revista Vogue no dia 1 de setembro de 1969, quando a modelo Susan Schoenberg usava um casaco do estilista na capa. Até hoje, foram mais de 37 aparições nas capas da revista. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Exame, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites de moda (PureTrend e Farfetch), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 11/9/2019

25.5.06

TOMMY HILFIGER


A versatilidade de seus produtos agrada a jovens fãs de hip-hop, mas também se encaixa no perfil de jovens mais “mauricinhos”, adeptos de um visual esportivo clássico. Suas roupas unem o moderno (com visual um pouco despojado) ao clássico. TOMMY HILFIGER, traduz como poucas marcas o genuíno estilo de vida americano em suas criações com predominância das cores vermelha, branca e azul, presentes no logotipo que mimetiza uma bandeira e em boa parte de seus cobiçados produtos. 

A história 
Thomas “Tommy” Jacob Hilfiger (foto abaixo) nasceu no dia 24 de março de 1951, em Elmira, uma cidade nos arredores de Nova York. O jovem americano descendente de irlandeses começou sua carreira no mundo da moda em 1969, aos 18 anos, quando ainda era um estudante, com apenas US$ 150 no bolso e 20 calças jeans tipo boca-de-sino no banco traseiro de seu VW Fusca. O jovem viajava a Nova York para comprar os jeans, customizava as peças e revendia aos amigos e clientes. Oito anos mais tarde, já comandava uma rede de dez lojas de roupas e acessórios no estado de Nova York, a The People’s Place (algo como “O lugar do povo”). Não demorou muito para começar a desenhar roupas que seus clientes não achavam em outras lojas. A loja se tornou um ponto de encontro de jovens da cidade, e oferecia mais que calças boca-de-sino e camisetas tie-dye (do inglês, “amarrar” e “tingir”, expressão que denomina a técnica de tingimento tão associada à estética dos anos de 1970), concursos e apresentações de DJs eram constantes. Mas a crise econômica no final desta década fez com que o negócio falisse.
  

Na transição de empresário para estilista de moda, em 1979, Tommy se mudou para a cidade de Nova York com o intuito de se promover e desenvolver coleções próprias. Já na “Big Apple”, o estilista trabalhou para a Jordache durante alguns anos, até fundar a Tommy Hilfiger Corporation, com apoio do magnata indiano da indústria têxtil Mohan Murjani, e lançar a marca que leva seu nome, em 1985, com a apresentação de sua primeira coleção de roupas masculinas, como versões modernizadas de camisas de botão e calças de algodão. Originalmente, suas criações eram voltadas aos jovens universitários americanos. O talento do estilista para a publicidade foi decisivo para o sucesso da marca. A primeira campanha custou US$ 3 milhões e rapidamente atraiu o interesse do público e da mídia ao proclamar em um enorme outdoor em plena Times Square, coração de Manhattan, a si próprio como “um dos quatro grandes nomes da moda masculina americana”, ao lado de Calvin Klein, Perry Ellis e Ralph Lauren.
   

Em 1986 as duas primeiras lojas próprias da marca foram inauguradas em endereços sofisticados, como na Avenida Columbus, em Nova York, e na Rodeo Drive, na badalada Beverly Hills. Em 1989 a marca expandiu a distribuição de seus produtos para o Canadá e Panamá. Depois de ampliar sua rede de distribuição e linha de produtos, o estilista e seu sócio, Silas Chou, que compraram a TOMMY HILFIGER em 1989, abriram o capital da empresa em 1992, que nesta época já atingia vendas superiores a US$ 100 milhões. Com o dinheiro conseguido na Bolsa de Valores a empresa começou a diversificar sua linha de produtos e ingressar em novos mercados, como por exemplo, o japonês. Nos anos seguintes, meias, cintos, camisetas, casacos, passaram a fazer parte de sua linha de produtos, que não parava de crescer.
   

Até a metade da década de 1990, o perfil de consumidor da TOMMY HILFIGER era semelhante, na época, ao de marcas como Calvin Klein: homens brancos, de classe média e meia idade. Foi quando o estilista percebeu que a imagem de sucesso e elegância de suas roupas, muitas vezes associada à prática de esportes da alta sociedade como iatismo e golfe geravam um grande desejo de consumo em jovens americanos de classes menos favorecidas economicamente. Era o momento então de reformular a imagem e o posicionamento da TOMMY HILFIGER para atender esse público. Essa mudança foi acelerada quando o polêmico cantor de rap Snoop Dogg (na época, conhecido como Snoop Doggy Dog) apareceu vestindo um moleton TOMMY HILFIGER no Saturday Night Live, popular programa de humor da televisão americana, em 1994. Jovens negros aderiram à moda e as vendas da marca dispararam praticamente da noite para o dia.
   

O fenômeno surtiu efeito até mesmo nas criações do estilista, que percebeu esse nicho e rapidamente passou a desenhar roupas mais largas e casuais para suprir a demanda de consumidores ávidos pelo estilo streetwear (expressão que define a moda nascida nas ruas). E o estilista aproveitou o vínculo musical para vestir estrelas e celebridades. Lenny Kravitz e Aaliyah protagonizaram as suas campanhas, e a marca patrocinou ainda turnês como a de Pete Townsend, em 1993, e a de Britney Spears, em 1999.
   

Ainda na década de 1990 a marca começou a inaugurar mais lojas próprias e suas primeiras unidades no conceito de outlet (lojas de desconto). A glória veio em 1995 quando Tommy Hilfiger foi eleito estilista do ano pelo Council of Fashion Designers of America. Nos anos seguintes a marca ingressou em novos mercados como Venezuela, México, Chile, e em muitos países da Europa, além de lançar suas primeiras coleções femininas, que fizeram tanto sucesso quanto a masculina. Nesta altura, a TOMMY HILFIGER, já era uma marca global. E não parava de vender e faturar. A marca desembarcou no Brasil somente em 1998, e pouco depois, em 2002, inaugurou uma loja na cidade alemã de Düsseldorf.
   

Além disso, a TOMMY HILFIGER continuou lançando novos produtos e ampliando suas linhas com introdução de outras marcas como Hilfiger Denim (criada em 1998 é uma linha de roupas e acessórios mais casuais) e H Hilfiger (criada em 2004 como uma linha composta por roupas e acessórios mais clássicos e de preço elevado e que extinta logo após a compra da TOMMY HILFIGER pela PVH). Em 2009, Tommy Hilfiger voltou às suas raízes para o lançamento da sua maior loja no mundo, com impressionantes quatro andares, na cidade de Nova York, em plena Quinta Avenida. Além disso, outras unidades foram inauguradas no Egito, Bélgica, França, Alemanha e Grécia. No início do mês de março de 2010, o conglomerado de vestuário Phillips-Van Heusen Corporation, proprietário de marcas como Calvin Klein, Izod e Arrow, comprou a marca TOMMY HILFIGER em um acordo de aproximadamente US$ 3 bilhões.
   

Ainda em 2010, uma das ações comemorativas dos 25 anos da marca foi o lançamento de um novo perfume, o Loud, com versões para homens e mulheres. Seu nome - do inglês, “alto” ou “barulhento” - tem tudo a ver com uma de suas principais fontes de inspiração, a música. Afinal, ao longo desses anos a marca já vestiu artistas de todos os estilos como Lenny Kravitz, David Bowie, Britney Spears, Mark Ronson, Gwen Stefani, Usher e Destiny’s Child. Em novembro de 2010 a marca inaugurou uma moderna e sofisticada loja âncora na Avenida Champs-Élysées, em Paris. No final de 2014, o tenista espanhol Rafael Nadal foi anunciado como embaixador global da marca para campanhas de underwear e para o perfume TH Bold.
   

Pouco depois, em 2015, a marca americana completou 30 anos de vida e a comemoração foi bem longe dos Estados Unidos. Para celebrar três décadas de sucesso, TOMMY HILFIGER, mirou na Ásia, mais precisamente em Pequim, na China, pra festejar essa data tão importante. O desfile de inverno 2015, apresentado originalmente em Nova York, em fevereiro, foi reproduzido por lá no final de maio, e logo em seguida um jantar seguido da abertura da maior loja da marca no país, que já contava com aproximadamente 100 unidades.
   

Nos últimos anos a marca vem apostando no lançamento de coleções globais em parceria com seus embaixadores, como a modelo Gigi Hadid (desde 2016 colabora com a linha TommyxGigi) e o piloto Lewis Hamilton (que desde 2018 já apresentou quatro coleções), além de coleções cápsulas para roupas e acessórios em parceria com a Warner Bros. (ilustrada pelos personagens da Looney Tunes) e a Disney (conheça essa história aqui).
   

A badalada marca americana oferece quatro linhas principais: TOMMY HILFIGER (influenciada pela moda americana clássica, tem como alvo clientes na faixa de 25 a 40 anos), HILFIGER JEANS (mais casual e com público alvo de homens e mulheres na faixa dos 18 aos 30 anos, oferece calças jeans, calçados, bolsas, acessórios, óculos e fragrâncias), HILFIGER COLLECTION (voltada para mulheres, oferece roupas que combinam influências americanas clássicas com estilos contemporâneos) e TOMMY HILFIGER TAILORED (roupas masculinas voltadas para a faixa etária de 25 a 40 anos, com estilos que variam de ternos formais a roupas casuais).
   

Talvez o produto mais conhecido da marca americana seja a camisa pólo. Não por acaso, a TOMMY HILFIGER tem mais de 50 modelos de camisas pólo em seu portfólio, todas com personalidade diferente para se adaptar aos seus variados tipos de consumidores.
  

A linha do tempo 
1992 
Lançamento da coleção de meias para homens e meninos. 
1993 
Lançamento da linha de cintos e acessórios de couro, além da coleção de roupas para meninos de 8 a 20 anos. 
Lançamento da coleção de roupas íntimas masculinas. 
1995 
Lançamento da coleção de roupões, roupas de golfe e do perfume Tommy Fragrance For Men
1996 
Lançamento da coleção feminina, do perfume TOMMY GIRL, das roupas para crianças entre 4 e 7 anos e da linha de óculos masculinos. 
1997 
Lançamento da linha de calçados para homens e meninos. 
1998 
Lançamento da coleção de cama, mesa e banho, além de óculos e calçados femininos. 
Lançamento do perfume Hilfiger Athletics Fragrance for Men
1999 
Lançamento do site na internet, além de introduzir no mercado a linha de cosméticos para o corpo e banho, e a coleção de bolsas femininas. 
2000 
Lançamento da coleção esportiva para adolescentes, biquínis e roupas íntimas para crianças. 
2001 
Lançamento da coleção de relógios unissex e da coleção de roupas íntimas femininas. 
Lançamento do perfume masculino T for Him. A versão feminina seria introduzida no ano seguinte. 
2004 
Lançamento do perfume feminino TRUER STAR, com uma campanha estrelada pela cantora Beyoncé Knowles. 
2005 
Lançamento de seu comércio eletrônico. 
Lançamento do perfume masculino TRUER STAR GOLD, que tinha como garoto-propaganda Enrique Iglesias. 
2007 
Lançamento do sofisticado perfume feminino DREAMING
Inauguração da primeira loja da marca no badalado bairro do SoHo em Nova York. 
2010 
Lançamento da nova coleção de óculos da marca, que incluía modelos no estilo aviador, silhuetas de inspiração retro e referências às décadas de 1970 e 1980 em modelos de acetato, metal e titânio. 
2014 
Lançamento da coleção True to the Blue, que relembra os clássicos da marca inspirado no jeans através de jaquetas, camisas jeans, camisa pólo, calças, shorts, bermudas e macacão estilo jardineira. 
2015 
Lançamento do perfume masculino TH BOLD
2016 
Lançamento do perfume feminino THE GIRL, desenvolvido em parceria com a deslumbrante modelo Gigi Hadid. 
2017 
Lançamento de uma linha de roupas adaptáveis especialmente desenvolvida para pessoas com deficiência. A coleção, chamada TOMMY ADAPTIVE, apresenta 37 novos modelos para homens e 34 para mulheres. Casacos, calças, camisas e saias apresentam zíperes de uma mão, fechos magnéticos, bainhas ajustáveis e tiras de velcro. 
2018 
Lançamento do perfume masculino TOMMY NOW
2019 
Lançamento da linha TOMMY SPORT, que apresenta roupas coloridas para corridas (como calções, leggings e blusões), futebol, boxe e basquete, todas feitas com materiais técnicos e respiráveis e que oferecem compressão, elasticidade e repelência à água. A gama é complementada por acessórios como viseiras e pochetes, bem como calçados. 
2020 
Lançamento da coleção TH COOL, que apresenta roupas com 76% da sua tecnologia vinda das plantas, o que também ajuda a promover o controle térmico do corpo. 
Lançamento do perfume masculino IMPACT, desenvolvido em colaboração com o cantor britânico James Bay. 
2021 
Lançamento da coleção TOMMY JEANS XPLORE, composta por roupas inteligentes contendo chips Bluetooth embutidos, que permitem que os movimentos sejam rastreados e que os usuários sejam recompensados por usá-los, ganhando pontos e obtendo recompensas incríveis como vales-presente, descontos em produtos, mercadorias assinadas, entrada para desfiles da grife e ingressos para shows.


Campanhas que fizeram história 
O cantor e astro do rock britânico David Bowie, conhecido como o “camaleão do rock” e dono de um inegável senso de estilo, assinou contrato com a TOMMY HILFIGER no final de 2003, para estrelar as campanhas da então nova linha da marca, a H Hilfiger (linha mais clássica de roupas e acessórios), ao lado da mulher, a somaliana Iman Abdulmajid, uma super modelo na década de 1980. Era a primeira vez que os dois, casados desde 1992, apareceram juntos em uma campanha publicitária, lançada na primavera de 2004 para a linha de roupas e acessórios mais sofisticada do estilista, até então reconhecido por sua moda casual. As fotografias foram feitas na cidade de Amsterdã pela prestigiada fotógrafa alemã Ellen Von Unwerth, cuja marca registrada são as fotos em preto e branco, fugindo do padrão das imagens da “marca mãe”, sempre coloridas, com ênfase especial para as cores da bandeira norte-americana (azul, vermelho e branco).
  

Os logotipos 
A tradicional identidade visual da marca pode ser aplicada de várias formas, como mostra a imagem abaixo.
  

Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1985 
● Fundador: Tommy Hilfiger 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Tommy Hilfiger Corporation 
● Capital aberto: Não (subsidiária da PVH Corporation) 
● CEO: Martijn Hagman 
● Diretor criativo: Tommy Hilfiger 
● Faturamento: US$ 9.2 bilhões (estimados) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 2.000 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 16.000 
● Segmento: Moda casual 
● Principais produtos: Calças jeans, roupas esportivas, acessórios e perfumes 
● Concorrentes diretos: Ralph Lauren, Gant, Paul & Shark, Lacoste, Calvin Klein, Banana Republic, Perry Ellis e Guess 
● Ícones: As cores vermelha, branca e azul 
● Website: br.tommy.com 

A marca no mundo 
Atualmente os produtos da marca TOMMY HILFIGER podem ser encontrados nas melhores lojas de departamento do mundo, além de 2.000 lojas próprias localizadas em cidades de 100 países, como Londres, Tóquio, St. Tropez, São Paulo, Xangai, Madri, Munique e Cidade do México, com uma linha composta por mais de 150 diferentes produtos em diversas categorias. No Brasil são 34 lojas em 10 estados. Sucesso no mundo inteiro, o estilo autêntico da TOMMY HILFIGER e sua enorme variedade de produtos conquistou milhares de seguidores que apreciam o visual esportivo clássico da marca, faturando estimados US$ 9.2 bilhões. 

Você sabia? 
A TOMMY HILFIGER tem sete lojas âncoras (flagship store), localizadas em Nova York, Paris, Londres (duas unidades), Tóquio, Los Angeles e Düsseldorf. 
Em 1997 e 1999, a TOMMY HILFIGER patrocinou as turnês mundiais dos Rolling Stones, criando roupas exclusivas para o grupo. 
A pronúncia correta da marca é “Tô-mi Ril-Fí-guer”


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Vogue, Elle, Exame e Isto é Dinheiro), jornais (Estadão e Folha), sites de moda (PureTrend), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 15/3/2021