30.9.10

CAILLER


Ela é a “alta costura” do chocolate. É a definição de luxo, inspirada pela região de Gruyère e pela qualidade dos ingredientes encontrados em suas deliciosas criações. O sucesso da marca CAILLER, uma das mais tradicionais representações suíças no setor de chocolates, pode ser atribuído a combinação de história e inovação. Afinal, por gerações, a marca cria chocolates irresistíveis e de alta qualidade que foram responsáveis pela reputação conquistada pela Suíça nesse segmento. Fãs ao redor do mundo se deliciam com chocolates que combinam emoção, tradição e genuinidade. 

A história 
François-Louis Cailler teve o primeiro contato com o chocolate em uma feira local na cidade italiana de Turim. Percebeu então que o chocolate era considerado artigo de luxo e vendido como fortificante nas farmácias. Ele estava disposto a mudar isso. Passou quatro anos na cidade aprendendo e pesquisando a arte de se fazer chocolate. Quando retornou a Suíça, inaugurou uma modesta fábrica de chocolate na cidade de Corsier, área industrial de Vevey, no ano de 1819. Pouco depois, em 1825, inaugurou uma segunda unidade industrial. O resultado deste meteórico sucesso foi em razão dele ter desenvolvido um chocolate tão cremoso que poderia ser enformado em barras. Além disso, mecanizando a produção, ele barateou o produto e conseguiu receitas de qualidade superiores (adicionando, por exemplo, baunilha e canela à rústica mistura de sementes de cacau moídas com açúcar). E isso transformou a marca em uma sensação no segmento. Em 1852, com a morte de François-Louis Cailler, dois de seus filhos passaram a administrar a empresa e compraram uma nova fábrica em Vevey.


Durante décadas, a marca prosperou e, em 1898, o neto do fundador, Alexander-Louis Cailler, decidiu expandir o negócio e transferiu a fábrica para Broc, uma pequena cidade na região de Gruyère, onde havia mão-de-obra disponível, rebanho leiteiro de alta qualidade, uma linha férrea para escoar a produção e a proximidade do rio Jogne, que movimentaria as máquinas. Em poucos anos, a empresa se tornou o maior empregador da região, com mais de dois mil funcionários. A nova geração da família também definiu, no início do século 20, outros diferenciais de seu chocolate, mantidos até hoje, como a utilização de leite líquido no lugar do leite em pó. Em 1911 a CAILLER se associou com Daniel Peter, que em 1870 instalou sua pequena fábrica, onde, cinco anos depois, ele resolveu adicionar leite ao chocolate criando assim a primeira barra de chocolate ao leite para ser consumida como sobremesa; e a Charles Amadée Kohler, que instalou sua fábrica em 1831; formando a Peter, Cailler, Kohler Chocolats Suisses. Pouco depois, Alexandre-Louis Cailler desenvolveu um processo completamente novo para a fabricação de chocolate ao leite, utilizado ainda hoje, permitindo obter um chocolate mais leitoso e cremoso do que seus concorrentes na época. Ele usou leite condensado produzido a partir de leite de alta qualidade da região de Gruyère.


O grande acontecimento na história da empresa ocorreu em 1929, quando a CAILLER se fundiu com a Nestlé, formando assim a maior fabricante de chocolates do mundo. A partir de 2006 a empresa suíça iniciou um movimento de rejuvenescimento da CAILLER, sua marca premium no segmento de chocolates. Para isso, organizou um concurso com vários arquitetos e designers mundiais para criar uma nova embalagem para o tradicional chocolate. O vencedor foi o premiadíssimo francês Jean Nouvel, uma unanimidade no mundo da arquitetura. Sua criação, entretanto, não foi recebida com tanta alegria pelo público consumidor. Com uma embalagem que leva plástico, a empresa suíça se viu obrigada a aumentar o preço do produto em 8%. As vendas, então, caíram. Primeiro porque os consumidores suíços são mais comedidos no momento da compra. Segundo porque a embalagem não era ecologicamente correta – com um material não reciclável. Em meio a tantos problemas de gestão, a esperança recaiu sobre os ombros de Ferran Adrià, o mago da cozinha catalã, e então chef do badalado restaurante El Bulli, que desenvolveu receitas exclusivas para a CAILLER. Os produtos foram lançados somente na Suíça.


No ano de 2011 foi criada a marca de luxo MAISON CAILLER, que oferece chocolates frescos feitos sob medida para gostos individuais através de um sistema exclusivo de análise de perfil, onde os consumidores podem descobrir sua “personalidade de chocolate”. Ao usar o serviço, dentro de 48 horas os consumidores receberão uma caixa de chocolates MAISON CAILLER que foram cuidadosamente selecionados para atender as preferências individuais. Para determinar a personalidade de chocolate de alguém, os consumidores primeiramente devem solicitar uma caixa com cinco chocolates de degustação. Os primeiros cinco chocolates chegam com uma série de instruções, criadas para ajudar as pessoas a descobrir o prazer da experiência de degustação. O destinatário degusta os chocolates, que contêm notas de leite, caramelo, nozes, frutas, flores, baunilha e cacau. Em seguida, ele realiza uma avaliação online por meio de um questionário simples. Isto permite que a CAILLER crie a seleção perfeita para o seu paladar, a partir de um conjunto inicial de doze chocolates diferentes - todos produzidos a partir de novas receitas que foram desenvolvidas para esse segmento de luxo do mercado.


Em 2015, a Nestlé iniciou o reposicionamento da CAILLER como marca super premium e exclusiva de chocolate suíço para impulsionar as vendas no exterior. A marca fabrica todos seus produtos na Suíça e vem lançando versões ricas em cacau como a Les Recettes de l’Atelier, com oxícocos, amêndoas e avelãs. Uma barra de 195 gramas dessas versões custa aproximadamente 25% a mais do que seus tabletes comuns. Hoje em dia a CAILLER oferece uma expressiva linha de chocolates composta por centenas de itens. Muitos deles se tornaram verdadeiros clássicos: os bombons FÉMINA (1904); os lendários chocolates enroladinhos BRANCHES (1904); o cremoso FRIGOR (1923); a barra de chocolate airado RAYON (1937); a barra CAILLER DESERT (1940), com chocolate ao leite, gianduia e creme de avelã; a linha de bombons AMBASSADOR (1979); a linha SUBLIM (2009), que redefiniu a excelência do chocolate em relação à cremosidade e sabor; e CAILLER CUISINE (2010), deliciosos chocolates para serem usados em receitas ou caldas.


Por quase 200 anos a marca CAILLER cria chocolates irresistíveis que contribuem para a reputação de renome mundial da Suíça neste segmento. O sucesso da marca é atribuído a um profundo respeito pela tradição e pela excelência de seus ingredientes e processos de fabricação. E um dos segredos continua a ser a mistura de leite da região de Gruyère com cacau de qualidade superior. Tudo feito para aqueles que amam chocolate e compartilham essa paixão.


Uma visita mágica 
Turistas e chocólatras de todas as partes do mundo podem descobrir a história e os segredos de fabricação do “ouro negro” na tradicional Maison Cailler no simpático vilarejo de Broc, no cantão de Friburgo. As crianças correm em direção a entrada puxando os pais pelas mãos. Elas não querem esperar para poder entrar na mais popular fábrica de chocolate da Suíça, uma das poucas a abrir sua linha de produção a visitantes, apesar destes, ficarem separados dela por vidros transparentes, como exige as exigentes normas de higiene. Já os adultos preferem admirar o cenário majestoso ao redor do prédio: um vale verdejante ao sul do lago de Gruyère e cercado de montanhas dos pré-Alpes friburguenses. O cheiro de chocolate paira no ar. Desde o início do outono de 2009 a Maison Cailler estava fechada para reformas. Foi reaberta ao público no dia 1 de abril de 2010. Ao investir sete milhões de francos em um novo percurso do chocolate, a Nestlé tinha por principal objetivo possibilitar a abertura do centro durante todos os dias do ano - e não mais apenas só na primavera e verão - e transformá-lo em uma das principais atrações turísticas do país. E parece que deu certo: desde então mais de 2 milhões de visitantes passaram por lá.


Porém, nem tudo foi modernizado. A fachada imponente da fábrica construída em 1898 continua a mesma. Porém à esquerda, está a nova entrada, em vidros espelhados como um delicioso pacote de bombons. As recepcionistas poliglotas recebem os visitantes no foyer que, ao mesmo tempo, serve também de loja. Atrás delas, uma gigantesca estante repleta de barras de chocolates em todas suas cores. Se antes o percurso era gratuito, agora a CAILLER cobra 12 francos suíços pela entrada individual. Bilhete em mãos, o visitante entra em um túnel. Outra recepcionista faz um alerta: “Alguém tem claustrofobia? É porque as salas são estreitas e as portas abrem e fecham automaticamente”. A Nestlé também caprichou na apresentação multimídia. A história começa em um templo asteca. Pelo sistema de áudio, o narrador conta a história do “ouro negro”, inicialmente uma mistura fria de cacau e água reservada somente a homens membros das castas nobres. Seu nome original era “Xocolatl”. A próxima sala coloca os visitantes nos porões das galeras do conquistador espanhol Hernán Cortés. Ele trouxe as favas para a Europa em 1528 e apresentou a bebida aos reis. No início a Igreja foi contra – “uma bebida infernal” - mas acabou cedendo às suas tentações.


A visita continua. Uma porta se abre e cenários movimentam-se como em um relógio cuco, com precisão suíça. O narrador continua atravessando a história e chega à Praça da Bastilha, em plena Revolução Francesa. Pouco antes de ser guilhotinada, a rainha Maria Antonieta pediu como última refeição um chocolate quente. A próxima sala já se abre com um cenário majestoso de montanhas, chalés e vacas. O narrador explica então porque a Suíça é o país do chocolate: François-Louis Cailler abriu a primeira fábrica de chocolate na Suíça, Philippe Suchard criou a primeira máquina de misturar açúcar e cacau em pó (1826), Daniel Peter produziu o primeiro chocolate ao leite (1875) e, no mesmo ano, Rodolphe Lindt, a primeira máquina de conche, que deu a consistência atual da guloseima. Isso sem se esquecer de Henri Nestlé, o inventor do leite condensado no século 19. O espetáculo multimídia chega ao final através do painel retratando a fábrica da CAILLER, em Broc. Neste momento o cheiro de chocolate está ainda mais intenso. A porta automática se abre para um salão, onde são revelados os ingredientes empregados nos seus chocolates e os oferece também. Um deles é o cacau, favas torradas preenchendo grandes sacas de plástico oferecidas para degustação. O gosto amargo delas pode ser tão diverso como os diferentes tipos de cacau - arriba, forastero e criollo, este último o mais nobre de todos. A experiência sensorial prossegue ao experimentar as avelãs e amêndoas torradas. O cheiro do ambiente se explica pelos grandes blocos de manteiga de cacau exibidos. Só o leite não pode ser visto, mas a empresa revela que ele vem de 56 fazendas da região de Gruyère.


A CAILLER é também o único fabricante no mundo a utilizar leite condensado e não em pó nas suas fórmulas, como é comum. Isso explica o preço mais elevado do seu chocolate. Só o segredo da receita continua um mistério: na sala, um televisor mostra ao vivo os cofres onde elas estão guardadas. Logo após essa sala, o visitante entra propriamente na fábrica. Separada através de paredes de vidro está a primeira linha de produção, uma máquina moderníssima com 26 metros de comprimento, onde são fabricados os enroladinhos (branche) de chocolate ao leite da Cailler. Nela, braços de robô embalam os produtos com uma velocidade de duzentas empacotadeiras. Uma pequena amostra da produção é colocada sobre bandejas e oferecida aos presentes. As salas restantes exibem outras partes da fábrica como a sala de torrefação. Porém quase todo o chocolate é fabricado sem contato humano. A massa escura atravessa canos de todos os tamanhos sem ser vista. Tudo funciona de forma automatizada. Os funcionários vestidos de branco entram e saem das salas, manejando no máximo alguns botões. Porém, para não dar uma fria impressão, a CAILLER colocou uma antiga máquina na qual a massa de chocolate é batida tentadoramente. Esse processo é importante para homogeneizar os ingredientes, dando o sabor agradável ao produto.


A visita chega ao fim na sua parte mais “doce”. Em uma sala colorida, duas recepcionistas enchem ininterruptamente bandejas sobre um grande balcão em forma de U com todas as especialidades da marca: barrinhas de chocolate amargo, ao leite ou branco, confeitos de todos os formatos, com café ou caramelo e outras delícias. “Você pode comer à vontade”, convida uma delas. Há também uma loja com produtos da marca e um pequeno café que serve bebidas com chocolate. Na saída, o bilhete de entrada pode ser devolvido. Ele dá direito a um presente de despedida e que não poderia ser outra coisa além de uma barra de chocolate ao leite. Os visitantes interessados ainda têm a oportunidade de fazer suas próprias criações no Atelier du Chocolat, sob a orientação de um chocolateiro da CAILLER. Nos workshops são confeccionados finos chocolates criados pelos visitantes que podem ser levados para casa no final da aula. Todas as semanas, o Atelier du Chocolat apresenta diferentes workshops. O endereço da fábrica CAILLER é: Rua Jules Bellet, nº7 – perto do Lago da Gruyère.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. Em 2006, com o relançamento mundial da marca foi adotado o logotipo atual com a inscrição “Cailler of Switzerland”.


Dados corporativos 
● Origem: Suíça 
● Fundação: 1819 
● Fundador: François-Louis Cailler 
● Sede mundial: Broc, Suíça 
● Proprietário da marca: Nestlé S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Paul Bulcke 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: + 50 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 400 
● Segmento: Chocolates 
● Principais produtos: Chocolates Premium 
● Concorrentes diretos: Lindt, Godiva, Neuhaus, Leonidas, Suchards e Caffarel 
● Slogan: Pur chocolat. Pure emotion. 
● Website: www.cailler.ch 

A marca no mundo 
Hoje em dia a marca CAILLER, que faz parte da multinacional Nestlé, comercializa seus excepcionais chocolates em mais de 50 países ao redor do mundo. Atualmente, devido à automação, a CAILLER emprega apenas 400 pessoas, das quais 30 trabalham no Centro de Excelência do Chocolate, inaugurado em setembro de 2009. Seu principal objetivo é aprimorar o produto através de pesquisas e testes. Anualmente, a fábrica produz entre 16 e 19 milhões de quilos de chocolate. Desses, quase 60% são exportados. 

Você sabia? 
Os chocolates CAILLER começaram a ser produzidos antes da invenção do chocolate ao leite (1875) e do surgimento de outras tradicionais marcas suíças, como Lindt (1845) e Toblerone (1908). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, BusinessWeek e Exame), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 21/12/2015

29.9.10

MELONA

Cremoso, colorido e delicioso! Se você costuma passear pelo bairro da Liberdade, já deve certamente ter visto várias pessoas com um picolé verde claro, com formato diferente do convencional, vendido em uma embalagem verde bem fluorescente. Trata-se do MELONA, verdadeira febre entre os apreciadores de sorvete. Essa preciosidade gelada é feita na Coréia e, acredite, faz com que se formem filas de pessoas atrás dela. Com gostinho de melão, o sorvete é perfumado, com textura macia (quase aveludada) e quem prova vira fã.
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A história
Tudo começou no início da década de 90 quando a Binggrae Co. Ltd, empresa fundada em 1967, e tradicional produtora de produtos derivados de leite como sorvetes, resolveu lançar na Coréia do Sul um novo produto que atendia pelo nome de MELONA. Era um picolé de melão ao leite, fruta bastante apreciada naquele país. O produto estreou no mercado em 1992 e se transformou em um fenômeno, sendo constantemente apontado como um grande case de marketing do setor, e que quebrou todos as recordes do segmento, incluindo o de vendas de um único item. Graças à sua suavidade, consistência, rico sabor e chamativa cor verde, o picolé tinha outro atrativo, o formato quadrado. A aceitação do produto pelos coreanos foi tamanha que já em 1994 foram vendidos mais de 280 milhões de unidades. Nos anos seguintes a marca MELONA continuou sendo um fenômeno de vendas; se transformou em um dos produtos mais vendidos do mercado coreano e rapidamente começou a ter seus picolés exportados para outros países asiáticos.
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Chegou ao Brasil em 1998, importado em pequenas quantidades e vendido nas lojinhas de produtos coreanos em tradicionais bairros orientais na cidade de São Paulo. O responsável pela importação do produto era Choong Yeull Lee, um coreano que morava no Brasil já à algum tempo. Inicialmente as vendas eram simbólicas e restritas aos imigrantes coreanos da cidade. Durante anos as vendas do MELONA no Brasil permaneceram estacionadas em 80 mil unidades por ano. Em 2007, Henrique LEE, irmão mais novo de Choong, fundou a empresa M-CROSS para distribuir e disseminar o MELONA. Foram suficientes 10 novos pontos no bairro da liberdade em São Paulo, onde os “first adopters” puderam experimentar o produto e passear com o picolé verde pela feirinha de domingo que se realiza no bairro. Era o início de um grande fenômeno dos sorvetes de sabores suaves e marcantes, que começava acontecer sem estratégia ou planejamento de marketing.
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Foi então que os responsáveis pela importação dos produtos resolveram investir na marca. Primeiro começou focando na comunidade coreana, depois realizou uma divulgação voltada para a colônia japonesa em festivais orientais, inclusive em 2008, quando a marca esteve presente em todos os eventos em comemoração ao centenário da imigração japonesa, e em um desses, no bairro paulistano da Liberdade, as pessoas faziam filas para degustar o MELONA. Foi um sucesso. Depois vieram reportagens em jornais da cidade, distribuição da notícia pela agência ESTADO, matéria em programas televisivos, e infinitas manifestações na internet, e que não param mais.
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Rapidamente as geladeiras com o nome MELONA começaram a se espalhar para outros bairros de São Paulo, encontradas em restaurantes por quilo, lojas de conveniência e padarias. E era comum ver pessoas andando na rua degustando o picolé de cor prá lá de chamativa. O sucesso e a repentina popularidade fizeram com que a marca se expandisse para outras cidades do interior do paulista e também para outros estados. Enquanto isso na Coréia do Sul, a empresa aumentava a gama de produtos da marca com o lançamento de novos sabores do MELONA como banana, morango, manga, café, limão, tutti frutti e até feijão japonês. Além disso, a empresa desenvolveu o MELONA WAFFLE, duas deliciosas bolachas de waffles recheada com o tradicional sorvete cremoso de melão; e o MELONA MINICUP, o delicioso sorvete em potinhos de 135 ml.
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Os slogans
Indulge in Refreshing. (Internacional)
A fruta em sua melhor forma. (Brasil)
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Dados corporativos
● Origem:
Coréia do Sul
● Lançamento: 1992
● Criador:
Binggrae Co. Ltd.
● Sede mundial:
Namyangjoo City, Coréia do Sul
● Proprietário da marca:
Binggrae Co. Ltd.
● Capital aberto: Não
● CEO & Presidente: Kum Young Lee
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: + 25 países
● Presença no Brasil: Sim
● Segmento:
Alimentos
● Principais produtos:
Sorvetes de frutas
● Ícones: A chamativa cor verde
● Slogan: Indulge in Refreshing.
● Website:
http://www.melona.com.br/
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A marca no mundo
Atualmente a marca MELONA comercializa seus produtos em mais de 25 países ao redor do mundo, tendo presença marcante em países como a Coréia do Sul e outros países asiáticos, além do Brasil, Estados Unidos, Argentina, Austrália, Nova Zelândia e Canadá. Apesar da alta popularidade do produto em sua terra natal, os picolés são vendidos somente em lojas de conveniência. Internacionalmente os produtos são encontrados, em grande parte, nas lojas de produtos orientais.
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Você sabia?
Atualmente, somente no Brasil, a MELONA chega a vender aproximadamente 100 mil picolés por mês.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Veja, Exame e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Última atualização em 30/9/2010

28.9.10

GENDAI


A rede Gendai oferece a sofisticada culinária japonesa através de produtos de altíssima qualidade, excelente padrão de atendimento e preços competitivos. Além disso, proporciona ao cliente o prazer de apreciar pratos serem preparados na hora por habilidosos sushimans com um toque de arte. Tudo para manter a qualidade e o frescor de seus ingredientes, além de criar uma experiência agradável. 


A história 
A ideia de abrir o próprio negócio surgiu quando Carlos Sadaki Kaidei ainda trabalhava no departamento de marketing de alimentos da Sakura, uma tradicional fabricante de molhos. Quando deixou a empresa, no início de 1992, o executivo resolveu concretizar um sonho e fundou em novembro, com a ajuda de outros sócios, entre os quais o amigo de infância Alexandre Miqui e Robinson Shiba, que havia acabado de criar a rede China in Box (conheça essa outra história aqui), o Gendai, um restaurante localizado na área de mercado do Shopping Morumbi em São Paulo. O local possuía apenas um “sushi bar”, onde pratos eram preparados na hora e podiam ser levados para viagem, que ganhava destaque junto aos molhos orientais, bebidas importadas, utensílios de cozinha japonesa e outros produtos desta tradicional culinária. A proposta pioneira era de uma loja de produtos japoneses fora do circuito comercial da Liberdade, bairro tradicional de imigrantes japoneses da capital paulista. O termo “Gendai”, que em japonês significa “Tempos Modernos”, surgiu por meio de uma sugestão de um dos pais dos sócios da empresa. O nome traduzia a filosofia da empresa, que era oferecer um serviço moderno com inovações no ambiente dos shoppings centers.
   

Com os bons resultados da primeira loja e a receptividade positiva do público, em 1994 foi inaugurada uma segunda unidade, também no Shopping Morumbi, mas localizada na praça de alimentação. Nesta nova loja o conceito evoluiu para um “fast casual” com salão próprio, serviço de atendimento em mesas e sushi bar. A arquitetura do estabelecimento privilegiava o “sushiman”, que centralizava grande parte das atenções no restaurante. Os pratos eram preparados com um toque de arte na hora do pedido e mantinham a qualidade e o frescor de seus ingredientes. A harmonia dos ingredientes resultava em pratos modernos e irreverentes que foram bem recebidos pelo público em geral.
  

Seguindo o plano de expansão, guiado pelo sucesso do segmento de alimentação rápida no país, entre 1995 e 1996 foram inauguradas mais três unidades em shopping centers da capital paulista: Ibirapuera, Eldorado e Paulista. Nesta época, a principal batalha da pequena rede era arregimentar a tropa de sushiman, que na época praticamente não existia no mercado nacional. A solução então foi investir em treinamento para formar um dos mais habilidosos times de sushiman do Brasil, capaz de produzir uma porção de sushi em apenas três minutos, ao invés dos 10 necessários na maioria dos outros restaurantes.
   

A partir de 1996, a rede Gendai implantou um novo formato de comercialização por meio de restaurantes que também ofereceriam serviço de entrega em domicílio. Ao mesmo tempo, a empresa adotou o sistema de franquia para os restaurantes. Com isso, nos dez anos seguintes a rede Gendai se expandiu para outras cidades do país como Rio de Janeiro, Niterói, Porto Alegre, Fortaleza e Belo Horizonte, e com um cardápio recheado de delícias orientais como Yakissoba, Sushi, Sashimi, Temaki, Tempurá, Teryaki, Kaki Ague (empanado de legumes), Guioza, Furai (porção de iscas empanadas de lula, camarão, frango e peixe), Harumaki (rolinho de carne, frango e camarão) conquistou milhões de apreciadores desta culinária saudável e saborosa.
   

Em 2008, por interesses comuns dos sócios, houve a fusão das redes Gendai e China in Box, que mantiveram, porém, operações independentes. Nos anos seguintes a rede Gendai ingressou em novos mercados pelo Brasil afora. Em 2012 a rede resolveu investir no público infantil com o lançamento do Menu Kids para os pequenos apreciadores da culinária japonesa. Inicialmente o cardápio era composto por duas deliciosas receitas: o Yakissoba Kids (macarrão oriental com frango e brócolis ao molho de soja + gelliway) e o Combinado Kids (três sashimis de truta salmão, dois uramakis com tataki, dois sushis de kani, quatro enrolados empanados + gelliway), que vinham com um boneco Kodomo (na língua japonesa significa criança), cuja cabeça era intercambiável.
   

Nos anos seguintes a rede começou a investir mais pesado em marketing e publicidade. Um exemplo disso ocorreu em 2012 quando Sabrina Sato - “a japa mais famosa do Brasil” - passou a protagonizar as campanhas da marca. Pouco depois, em 2015, a rede lançou o Gendai VIP, um programa de fidelidade no qual a cada compra os clientes acumulam pontos que podem ser trocados por produtos grátis nas lojas da rede. A partir do segundo semestre de 2016 a maior rede de comida japonesa do país apresentou um novo layout em suas lojas. O novo conceito de loja combinava elementos tradicionais da cultura japonesa - resgatada por meio do origami e de uma paleta de cores que remonta as ilustrações japonesas antigas - com traços modernos e inovadores.
  

Em 2017, a rede introduziu dois novos pratos em seu cardápio: o Chicken Katsu (frango empanado) e o Gyu Katsu (carne bovina empanada), ambos combinados japoneses servidos em um Teishoku, uma espécie de bandeja com divisórias, acompanhados de arroz branco, 4 skin uramaki e sunomono com kani desfiado. A pandemia de COVID-19 afetou a rede Gendai, assim como todo setor de alimentação fora do lar. Mas a rede conseguiu enfrentar as dificuldades investindo ainda mais no sistema de delivery. Mas também pela sua aquisição no ano de 2021 pelo Grupo Trigo, hoje proprietário também das redes Spoleto (conheça essa outra história aqui), Koni Store, China in Box e Lebonton, e um gigante no mercado brasileiro com aproximadamente 600 restaurantes espalhados de norte ao sul do país, além de suas marcas 100% digitais com vendas majoritariamente online para delivery.
  

A mascote 
Em 2013 a marca criou uma mascote batizada de AKIRA, um perspicaz e dedicado sushiman, cuja missão é trazer dicas e curiosidades sobre a cultura e culinária japonesa, além dos bastidores da marca, sua qualidade e cuidado no preparo de cada receita. O dedicado sushiman tem orgulho de manter viva a tradição japonesa, que recebeu dos seus antepassados, apresentando-a para o maior número de pessoas possíveis. Akira atua principalmente nas redes sociais para interagir com o público. O personagem virou até protagonista de um game, chamado Gendai Hero. O jogo foi criado para gerar visibilidade, engajamento e mídia instantânea para a marca através do público jovem. No jogo Akira precisava salvar sua namorada Kyoko que foi sequestrada por um vilão ninja. E para ganhar força era preciso comer o máximo de sushis, temakis, domburis, entre outros pratos da culinária japonesa.
   

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por remodelações ao longo dos anos. Primeiro, o logotipo adotou uma nova tipografia de letra, mais moderna, e novas cores (o vinho substituiu o vermelho). Além disso, a frase “Japanese Food” foi trocada por “Culinária Japonesa”. Os dois quadrados sobrepostos de seu logotipo, que não possuem nenhum significado especial (é apenas um ideograma criado pelos sócios) ganhou bordas arredondadas. Depois, em 2016, o logotipo foi simplificado, perdeu a frase “Culinária Japonesa” e adotou uma única cor para todos os elementos de composição (um novo tom de vermelho bem escuro).
  

O logotipo da marca Gendai também pode ser aplicado na versão vertical, como mostra a imagem abaixo.
   

Os slogans 
O seu Restaurante Japonês favorito. 
Gendai, O Japa do Dia. (2016) 
Aqui tudo é feito na hora para você. (2015) 
Comida japonesa de verdade. (2012) 
Gendai. A maior rede de comida japonesa do Brasil.
  

Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1992 
● Fundador: Carlos Sadaki, Alexandre Miqui e Robinson Shiba 
● Sede mundial: Rio de Janeiro, Brasil 
● Proprietário da marca: Grupo Trigo Empreendimentos e Participações S.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● CEO: Antonio Moreira Leite 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 107 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 2.000 
● Segmento: Alimentação rápida 
● Principais produtos: Pratos da culinária japonesa 
● Concorrentes diretos: Temakeria Makis Place, Yoi Rolls & Temaki, Temakeria e Cia, Japatê, Koni Store, Sushi Chic, Sushiloko e Jin Jin 
● Mascote: Akira 
● Slogan: O seu Restaurante Japonês favorito. 
● Website: www.gendai.com.br

A marca no Brasil 
Atualmente a Gendai, maior rede de culinária japonesa do mercado brasileiro, conta com mais de 100 lojas localizadas em locais privilegiados nos estados de São Paulo (onde se concentra o maior número de unidades), Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Ceará e Mato Grosso do Sul. A rede trabalha com três formatos de lojas: fast food, restaurante casual com sistema de rodízio e quiosque. A empresa atua ainda na área de eventos, oferecendo serviços de bufê e cursos de culinária japonesa nos quais os alunos podem conhecer alguns segredos desta milenar cozinha. 


Você sabia? 
Atualmente os cardápios da rede Gendai - com mais de 40 opções de pratos - são padronizados e gerenciados por uma Comissão de Qualidade, formada pelos “sushiman” mestres da rede. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Exame e Embalagem Marca), jornais (Valor Econômico, O Globo e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 


Última atualização em 4/3/2024 

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27.9.10

JAEGER-LECOULTRE


Originado há mais de 180 anos os relógios Jaeger LeCoultre são a melhor mistura de inovação e estilo. Embora represente a liderança absoluta na história da relojoaria, a marca continua com a mesma concepção de antigamente, e fabrica seus relógios, edições limitadíssimas com estruturas complexas e mecanismos super avançados, em casa, controlando o processo desde a criação até a conclusão. 

A história 
Tudo começou em 1833, na pequena vila de Le Sentier, encravada no Vale de Joux na Suíça, quando o inventor Charles Antoine LeCoultre, com a ajuda de seu irmão, François Ulysse, estabeleceu sua oficina relojoeira e desenvolveu suas primeiras engrenagens e mecanismos. A primeira grande inovação de Antoine ocorreu em 1844 quando ele inventou o milionômetro, o primeiro instrumento capaz de medir o mícron (1 milionésimo de metro). Através desse instrumento ele estabeleceu o sistema métrico decimal como padrão para a indústria relojoeira. Três anos mais tarde, desenvolveu o “Keyless”, primeiro sistema de corda através de uma coroa, eliminando a necessidade de uma chave para a operação. Em 1851, durante a primeira exposição universal em Londres, a jovem empresa recebeu uma medalha de ouro por seu trabalho sobre a precisão e a mecanização na relojoaria. Somente em 1866 ele resolveu construir a primeira fábrica, reunindo todo o processo produtivo sob um mesmo teto. Em 1891, a empresa criou um calibre munido de uma dupla complicação: cronógrafo e repetição de minutos. Em 1900, a Grande Maison do Vallée de Joux, como era conhecida a empresa na época, já havia criado mais de 350 calibres diferentes, dos quais 128 eram equipados com a função de cronógrafo e 99 com um mecanismo de repetição. No ano de 1907 a empresa desenvolveu o mais fino movimento para um relógio de bolso do mundo, com 1.38 mm de espessura. Ele foi integrado a relógios de bolso que permanecem, até hoje, como os mais finos de sua categoria.


No final da década de 1920, a empresa criou o Calibre 101, menor movimento de relógio mecânico do mundo na época, com 98 peças, medindo 14 x 4.8 x 3.4 mm e pesando em torno de um grama. A Rainha Elisabeth II utilizaria um destes modelos em sua coroação em 1953. Foi também nesta época, que a empresa criou uma de suas principais invenções: o “movimento perpétuo virtual”, aplicado no relógio de mesa Atmos em 1928. Esse movimento é um mecanismo que utiliza mudanças climáticas para dar corda no relógio. Sendo assim, a alteração de um grau na temperatura ambiente pode manter o relógio funcionando por dias. Como é praticamente impossível não haver nenhuma alteração de temperatura em um dia, o relógio permanece funcionando eternamente, dispensando corda, bateria ou corrente elétrica.


Em 1931, a partir do pedido de jogadores de pólo a cavalo, a empresa desenvolveu o relógio REVERSO, com uma caixa única (retangular) que girava para frente e para trás de modo a esconder o mostrador, o que permitia que se protegesse o vidro de choques resultantes da prática do esporte. O Reverso caiu no gosto da alta sociedade e da realeza: o rei Eduardo VIII da Inglaterra tinha a insígnia real do trono que abdicaria gravada na parte de trás do relógio. Finalmente, em 1937, nascia oficialmente a marca Jaeger LeCoultre, oficializando a longa parceria entre o relojoeiro francês Edmond Jaeger e a LeCoultre, que datava de 1903. Contudo, na América do Norte, os modelos da marca continuaram a ser vendidos com a marca LeCoultre até 1985. A partir deste momento, rapidamente a marca suíça se tornaria praticamente imbatível na história da medição do tempo. A década de 1950 seria marcada pela invenção, em 1953, do Futurematic, calibre 497, o primeiro relógio de pulso com um movimento automático que dispensava a coroa para a sua corda; e do Memovox, o primeiro relógio de pulso automático, calibre 815, com função de alarme, criado em 1956.


Pouco depois, em 1958, a Jaeger LeCoultre participou do Ano Geofísico Internacional, quando cientistas do mundo todo partiram em missão a fim de compreender fenômenos da Terra, criando um cronômetro incrivelmente robusto: protegido contra campos magnéticos, resistente a choque e à água, bem como extremamente preciso. Utilizando o calibre 478b, o cronômetro Geophysic conquistou grande prestígio, tanto que, quando um grupo de cidadãos de Genebra decidiu homenagear os feitos dos primeiros submarinos atômicos que navegaram sob o Pólo Norte, presentearam os comandantes do Nautilus e do Skate com um Geophysic de ouro, especialmente gravado para a ocasião. Em 1962, uma nova versão do relógio foi equipada com um mecanismo automático e renomeado para cronômetro Geomatic. Foi neste mesmo ano que a empresa criou o calibre 838, o mais fino (espessura de 1.85 mm) a ser equipado com um mecanismo antichoque. No final desta década, em 1967, a empresa participou da criação do primeiro relógio de pulso a quartzo da história, o Beta 2. No início dos anos de 1980, a empresa quebrou recordes de calibres a quartzo, como em 1981, quando desenvolveu o calibre 606 com data e segundos centrais, sendo o mais fino de sua categoria; no ano seguinte, com a criação do calibre 601, que conquistou o título de mais fino, com 1.9 mm de espessura e diâmetro de 11.7 mm; e finalmente em 1982, com o calibre 608, que possuía apenas 1.6 mm de espessura. Paralelamente ao desenvolvimento do quartzo, a empresa ainda cultivou a sua paixão pela mais fina relojoaria mecânica. O calibre automático de alta frequência 889 com mostrador de data saliente é um exemplo.


A década de 1990 começou com a criação do calibre 929, com 24 fusos horários, indicação dia e noite, reserva de marcha e balanço de alta frequência. O Géographique era um sutil convite à viagem. No ano de 2003, em tributo aos 200 anos de nascimento de seu fundador, a empresa criou duas centenas de relógios exclusivos com a sua assinatura na caixa e no movimento. Digno de seu famoso inventor, o Calibre 877 apresentou uma reserva de marcha de oito dias, com um duplo tambor, e um mostrador com grande data. Nos anos seguintes a marca lançou sua primeira coleção unicamente desenvolvida e criada para o público feminino, batizada de Idéale. Outra linha popular direcionada ao público feminino é a Rendez-Vous, que integra peças incrustadas de diamantes.


Um lápis, uma folha em branco e, acima de tudo, a filosofia da Jaeger LeCoultre: é pelas mãos dos designers que se desenha o visual de relógios destinados a se tornar lendários. Por isso, o cuidado de somente fabricar e desenvolveu os melhores sistemas de medição de tempo por mais de 180 anos, fizeram da Jaeger LeCoultre uma marca inigualável, que conquistou clientes famosos como o golfista Tiger Woods, o ator Robert Downey Jr. e o piloto Michael Schumacher.


A linha do tempo 
1925 
Desenvolvimento do calibre 7BF DUOPLAN LeCoultre, cujo objetivo era conciliar miniaturização e precisão. Na época estavam na moda os relógios de pulso de pequenas dimensões. Muitas vezes, no entanto, faltava confiabilidade aos pequenos calibres. E a marca criou este ícone da relojoaria. O Duoplan foi também um dos primeiros relógios de aço cravejados de pedras preciosas. Em 1929, seu vidro foi substituído por um vidro de safira, uma grande inovação na relojoaria. 
1936 
O tradicional relógio de mesa ATMOS passa a ser produzido inteiramente pela empresa. Esse ícone da marca se tornou, desde 1950, o presente oficial do Governo Suíço a visitantes ilustres.
1991 
Lançamento do relógio Reverso 60ème, iniciando assim as séries limitadas de modelos complicados. Uma caixa “Grande Taille” (tamanho grande) de ouro rosa, com um mostrador de prata maciça guilloché, abrigava um calibre 824 a corda manual com substancial reserva de marcha e indicação de data. O modelo marcou o início de uma série de feitos na indústria relojoeira: recebeu um turbilhão em 1993; um repetidor de minutos em 1994; um cronógrafo retrógrado em 1996; um mecanismo de fusos horários em 199; e um calendário perpétuo no ano 2000. 
1992 
Baseada em uma série de padrões severos é criada a bateria de testes que compõem o controle de procedimentos “Master 1.000 Horas” que garantem a excepcional confiabilidade e precisão do primeiro relógio MASTER CONTROL. A partir de sua criação, todos os modelos redondos da marca deveriam atender à demanda destas 1.000 horas de testes que criaram um novo ponto de referência na relojoaria de qualidade. 
1994 
Lançamento do REVERSO DUO, em que o calibre 854 indica a hora local em uma face, enquanto a outra mostra a hora de outro fuso horário. 
1999 
No coração da região do Sinai, no Monastério de Santa Catarina, um local profundamente cultural à frente do alcance do tempo, o Atmos du Millénaire pacientemente marca o tempo através das eras. Em seu mostrador graduado até o ano 3000, o relógio perpétuo indica os anos, meses, as fases da lua e, como uma pequena concessão ao tempo secular, as horas e os minutos. 
2002 
Lançamento do MASTER COMPRESSOR MEMOVOX, inspirado no estilo do relógio para mergulho Memovox, de 1965; com o selo do modelo Geophysic, de 1958; e com o Calibre 918, originado a partir do calibre 815, de 1956. 
Lançamento do REVERSO NEVA, para qual a empresa inventou uma nova técnica de alta joalheria: “snow setting”. Diamantes deslizam e ondulam em direção ao infinito como as ondas, no famoso rio Neva, que correm através de São Petersburgo. 
2004 
Criação do GYROTOURBILLON I, seu primeiro relógio de pulso com grande complicação, munido de um turbilhão que gravita em torno de dois eixos e de um calendário perpétuo com dupla exibição retrógrada e equação do tempo “marchante”. 
Inspirados pelos mostradores Jaeger que equipavam os painéis de bordo da montadora Aston Martin nos anos de 1920, a Jaeger-LeCoultre e a marca britânica retomaram sua parceria para criar a coleção AMVOX, cujo design presta homenagem aos esportes automobilísticos. Essa coleção se distinguia por seus mostradores inclinados em 270°, o que remete aos instrumentos de medição daquela época pela presença das cores emblemáticas do fabricante de carros e pelo acabamento acetinado do mostrador, que evoca o aspecto de um freio a disco, além da coroa, desenhada à imagem das tampas dos tanques da Aston Martin
2009 
Lançamento do revolucionário AMVOX2 DBS TRANSPONDER, resultado da colaboração técnica entre a empresa e a montadora Aston Martin, sendo o primeiro relógio a controlar o mecanismo de trava das portas de um carro. Disponível somente para proprietários de modelos DBS, este excepcional relógio trava e destrava as portas do carro com toques no vidro de cristal de safira do mostrador. As portas são destravadas com um simples toque entre as posições 8 e 9 horas e se travam entre as posições 3 e 4 horas. O processo global de pesquisa e a inovação geométrica do modelo consumiram 18 meses de um meticuloso trabalho de engenharia. O preço? € 27.500. 
Lançamento do exclusivo, apenas 30 relógios desta linha foram fabricados, MASTER MINUTES REPEATER. Cada um deles custava R$ 400 mil. Os motivos? Um alarme avisa (com sonoridades distintas) horas, minutos e segundos; a caixa é de ouro, com rubis na parte posterior. Um único exemplar chegou a uma joalheria de Ipanema, zona sul do Rio. O relógio veio acompanhado por um grupo de executivos da marca que tinha como incumbência, além de apresentar o modelo exclusivo, divulgar outros lançamentos da grife suíça que, em média, custam R$ 40 mil.


Um relógio para poucos 
Imagine pagar US$ 3 milhões por um relógio. Impensável para a maioria dos mortais que habitam este planeta. Mas para ter um Hybris Mechanica Grande Sonnerie, um dos modelos mais caros da história, além do preço estratosférico, é preciso entrar em uma espécie de fila de espera. Mas afinal o que torna esse relógio tão caro? Para os colecionadores de relógio existem dois tipos de máquinas: as que marcam o tempo e as que marcam época. A suíça Jaeger LeCoultre, lançou esta preciosidade em 2009 com o objetivo de ingressar nesse segundo rol. O relógio demorou aproximadamente quatro anos para ser desenvolvido e conta com alguns dos mecanismos de complicação - termo usado para designar as funções do modelo - mais avançados que existem. Ao todo são 26 mecanismos de complicação. O modelo possui, por exemplo, o Westminster Chimes, um badalo parecido com o dos relógios de parede; e o Grande Sonnerie, que toca a cada 15 minutos e a cada hora. Quem não quiser escutar o som, entretanto, pode apertar o botão Silent Mode, que o torna silencioso. A máquina também é dotada do Minute Repeater, que informa o horário por meio de badalos e ostenta até um calendário perpétuo que reconhece os anos bissextos. Ou seja, uma vez carregado, não é preciso arrumar as datas nunca mais. O horário também é preciso. O modelo possui ainda o Flying Tourbillon, mecanismo preso em apenas um eixo do relógio que corrige os atrasos causados pela gravidade; e o Inertia Blocking, que não deixa o relógio acelerar e nem atrasar nos momentos de inércia - detalhe que regula até um quarto de segundo.


As exclusivas butiques 
Uma marca como a Jaeger LeCoultre é para poucos que podem pagar muito. Por sua exclusividade, a marca suíça possui uma pequena rede de luxuosas butiques, não mais que 90 unidades, espalhadas por cidades como Londres, Paris, Genebra, Madri, Cannes, Hong Kong, Beverly Hills, Moscou, Xangai, Riad, Cidade do Kuwait, Dubai, Cingapura e Beirute. A elegância e autenticidade definem a atmosfera de suas exclusivas butiques, um espaço onde se respira a calma e serenidade do vale suíço de Joux, onde a empresa nasceu. Com uma decoração sóbria, utilizando materiais nobres, cada loja se caracteriza por seu estilo intimista e secreto, onde o luxo se combina com a descrição. Ao entrar em uma delas, o consumidor irá “mergulhar” no universo da marca: uma busca incessante pela inovação e qualidade, um atendimento impecável e o acesso a uma gama de produtos recheada pelos melhores e mais precisos relógios que um ser humano pode produzir. Em 2012, a marca inaugurou sua primeira butique no Brasil, localizada na cidade de São Paulo.


Proximidade com o cinema e a equitação 
Há mais de uma década, a Jaeger LeCoultre tem sido estreitamente associada aos melhores festivais de cinema artístico ao redor do mundo, incluindo Veneza, Xangai e San Sebastian, e, em troca, homenageia o talento criativo dos cineastas com a entrega anual da premiação Glory para o “Filmmaker Award”. Através de sua afinidade com o mundo do cinema, a marca encontrou valores compartilhados e uma missão em comum: cada segundo traz a sensação de um momento de eternidade. Ator, diretor, produtor, roteirista e compositor, Charlie Chaplin tinha apenas um grande adversário. “Meu único inimigo é o tempo”, costumava dizer o artista. Talvez no intuito de apoiá-lo nessa batalha, o país da relojoaria o presenteou, em 1953, com um relógio Memovox da Jaeger LeCoultre. Além disso, desde 1931 a Jaeger-LeCoultre mantém laços estreitos com os esportes hípicos (como pólo a cavalo), tendo o Polo Club de Veytay como um de seus parceiros.


Os slogans 
Open a whole new world. (2015) 
You deserve a real watch. (2011) 
Have you ever worn a real watch? (2008) 
Horlogerie de Luxe. (década de 1930)


Dados corporativos 
● Origem: Suíça 
● Fundação: 1833 
● Fundador: Charles Antoine e François Ulysse LeCoultre 
● Sede mundial: Le Sentier, Vaud, Suíça 
● Proprietário da marca: Compagnie Financière Richemont S.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● CEO: Johann Rupert 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 90 
● Presença global: 80 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.000 
● Segmento: Relojoeiro 
● Principais produtos: Relógios de luxo 
● Concorrentes diretos: Patek Philippe, Lange & Söhne, Vacheron Constantin, Audemars Piguet, Chopard, Roger Dubbuis, Piaget e Breguet 
● Ícones: O relógio de mesa Atmos 
● Slogan: Open a whole new world. 
● Website: www.jaeger-lecoultre.com 

A marca no mundo 
Atualmente a luxuosa e exclusiva marca, pertencente ao conglomerado de luxo Richemont, comercializa seus disputadíssimos relógios em mais de 80 países ao redor do mundo através de uma pequena rede de 90 butiques próprias, localizadas nas principais metrópoles financeiras, e pontos de venda criteriosamente selecionados. 

Você sabia? 
Hoje a Jaeger LeCoultre possui mais de 200 patentes e desenvolveu mais de 1.200 relógios e calibres, sendo uma das principais e mais consagradas marcas da alta relojoaria suíça. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 23/8/2017

22.9.10

YUM! BRANDS


O conceito dos restaurantes da Yum! Brands se diferencia de outras redes de alimentação rápida por oferecer comida de alta qualidade, sempre fresca, um excepcional atendimento e a um preço justo para cada cliente todos os dias. Não importa em que lugar do mundo você esteja, se entrar em um restaurante KFC, Pizza Hut ou Taco Bell, será sempre recebido com uma atitude positiva dos funcionários, intitulados “Maníaco pelo Cliente”

A história 
Tudo começou em meados da década de 1990 quando a PepsiCo (sim, a fabricante do refrigerante Pepsi-Cola) resolveu tornar sua divisão de restaurantes de alimentação rápida, então composta pelas redes KFC (fundada em 1952 e especializada em frangos fritos) PIZZA HUT (tradicional rede de pizzaria fundada em 1958) e TACO BELL (fundada em 1962 e especializada em comida mexicana) em uma companhia independente com capital aberto na Bolsa de Valores. Isto ocorreu exatamente no dia 30 de maio de 1997 com o surgimento da Tricon Global Restaurants Inc., uma empresa que já nascia com mais de 30.000 restaurantes localizados em vários países ao redor do mundo. Nesta época, David Novak, que comandava as redes KFC e Pizza Hut se tornou o segundo na hierarquia e, dois anos depois, assumiu a presidência mundial da empresa.


Em 2002, a empresa adquiriu por US$ 320 milhões a Yorkshire Global Restaurants, então proprietária das redes Long John Silver’s, fundada em 1969 e especializada em frutos do mar, e A&W All-American Food, que desde 1919 é um dos lugares preferidos das famílias americanas para saborear deliciosos hambúrgueres, cachorros-quente e uma boa Root Beer (as duas rede seriam posteriormente vendidas em 2011). Com isso, a empresa sentiu necessidade de adotar um novo nome e uma nova identidade visual. Exatamente no dia 16 de maio de 2002 a empresa adotou oficialmente o nome de Yum! Brands. Este novo nome, “Yum!”, foi escolhido com base em uma expressão americana, correspondente ao nosso “Huum” e que expressa o prazer de comer algo muito gostoso. Era, portanto, o nome que melhor descrevia a cultura global da empresa: trabalhar com comida com prazer e diversão. Em 2003, a empresa criou a rede WingStreet, especializada em asas de frango fritas servidas com uma grande opção de molhos. A expansão da subsidiária chinesa, que também inclui as operações da Tailândia e Taiwan, foi crucial para o avanço do desempenho geral da empresa. Para se ter uma ideia, desde 1997 a subsidiária multiplicou o número de lojas por 35 na China, e hoje tem 7.300 restaurantes em 1.100 cidades do país.


Para se manter atraente aos acionistas, a Yum! precisou reduzir ainda mais a dependência do mercado americano, que responde por 35% do faturamento global. Por isso, a empresa anunciou metas de chegar a 1.000 restaurantes na Índia, Brasil, China e França. Esta nova estratégia já pode ser sentida em 2009, quando a empresa inaugurou diariamente quatro novos restaurantes fora do mercado americano, resultando em 1.400 novas unidades no ano, 509 delas somente no mercado chinês. Apesar de ser a líder mundial do setor em número de restaurantes, em faturamento a empresa tem apenas ¼ do tamanho do McDonald’s, e é justamente essa diferença que a empresa pretende encurtar nos próximos anos.


Para atingir esses objetivos, a empresa reforça a cultura mundial de “Maníacos pelo Cliente” que tem como objetivo colocar um sorriso – um Yum! (Huum!) - no rosto dos clientes e colocar sempre seus interesses em primeiro lugar. Todos os funcionários dos restaurantes da Yum! Brands no mundo são treinados para manter o alto padrão de qualidade de seus produtos e serviços e são avaliados constantemente. Para isso, a empresa utiliza o CHAMPS (Casa Limpa, Hospitalidade, Acerto, Manutenção, Produto, Serviço) que não só é um programa de avaliação, mas também uma cultura que abrange a todos (empresa, franqueados e atendentes) que prezam pela satisfação de cada cliente. Em novembro de 2016, a operação chinesa se tornou uma empresa independente (pagando, claro, 3% de royalties) com faturamento superior a US$ 8 bilhões.


As delícias 
Atualmente a Yum! Brands é proprietária de 4 populares redes de restaurantes de alimentação rápida: 
KFC: mais de 20.000 restaurantes espalhados por 125 países e territórios ao redor do mundo, que atendem mais de 13 milhões de clientes diariamente. 
Pizza Hut: 16.000 restaurantes espalhados por mais de 100 países ao redor do mundo. A rede vende 12 milhões de pizzas diariamente para mais de 5 milhões de clientes. 
Taco Bell: serve mais de 40 milhões de clientes por semana em 6.500 restaurantes nos Estados Unidos (onde são servidos 4.5 milhões de tacos diariamente), além de possuir mais de 300 unidades em aproximadamente 24 países. 
WingStreet: mais de 800 unidades que dividem espaço com lojas da Pizza Hut nos Estados Unidos.


O gênio por trás da marca 
De 1999 a 2016, o executivo David Colin Novak foi uma espécie de celebridade na empresa. Era comum que funcionários tirassem fotografias a seu lado. Filho de um topógrafo que trabalhava para o governo americano e de uma dona de casa, ele morou em 32 estacionamentos de trailer em 23 cidades diferentes antes de completar 13 anos de idade. Sua vida era acompanhar os pais nas expedições do governo. Nos três ou quatro meses que passava em cada cidade, precisava digerir rapidamente uma nova cultura e ganhar a simpatia dos garotos do colégio. Essas lições mais tarde seriam a base do estilo de gestão que ele adotou na empresa durante quase 17 anos. Sua informalidade podia ser percebida tanto no guarda-roupa, seu uniforme habitual era uma camisa jeans com o logotipo da empresa, que o acompanhava inclusive em apresentações a investidores, quanto nos programas de entrevistas que ele apresentava de tempos em tempos. Cinco vezes por ano, ele reunia 50 executivos e franqueados do mundo inteiro em três dias de treinamento. A principal atração desses eventos eram as entrevistas que ele fazia com personalidades dos negócios, como o guru Jim Collins, autor do celebrado livro “Feitas para Durar”, e o mega investidor Warren Buffett.


Além disso, quando ele passava pela porta de entrada de algum restaurante da empresa no mundo, jovens começavam a cantar, bater palmas e entoar o grito de guerra global da marca: “Y! U! M!”. Com salários anuais que chegavam a US$ 1.5 milhões (fora bônus), ele costumava utilizar técnicas inusitadas para motivar seus funcionários. Acreditava profundamente que a distribuição de notas de US$ 100 era o tipo de atitude que motivava os funcionários - quase todos jovens em seu primeiro emprego - a ajudar na expansão dos negócios da empresa. Bizarros frangos de borracha e dentaduras de plástico eram outros dois “presentes” que ele costumava dar para seus funcionários que tivessem o melhor desempenho. Nesse caso, a estratégia era fazer com que eles sempre se lembrassem da importância de estampar um sorriso no rosto. Ao todo, David Novak acredita ter distribuído mais de mil notas de US$ 100 (ou US$ 100.000) entre seus funcionários no mundo inteiro. Novak é formado em jornalismo pela Universidade do Missouri.


A evolução visual 
Em 2002, quando a empresa adotou um novo nome, também apresentou um novo logotipo, extremamente ousado e moderno (que já fazia parte da identidade corporativa anterior, porém com pequeno destaque). Há alguns anos atrás esse logotipo teve sua tipografia de letra levemente alterada.
 

Os slogans 
A World with More Yum! 
Serving the World. 
Alone we are delicious, together we are yum.


Dados Corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 30 de maio de 1997 
● Fundador: Não tem (ex-divisão de restaurantes da PepsiCo) 
● Sede mundial: Louisville, Kentucky, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Yum! Brands, Inc. 
● Capital aberto: Sim (1997) 
● Chairman: Robert Walter 
● CEO: Greg Creed 
● Faturamento: US$ 6.36 bilhões (2016) 
● Lucro: US$ 1.62 bilhões (2016) 
● Valor de mercado: US$ 25.8 bilhões (julho/2017) 
● Restaurantes: 43.600 
● Presença global: 140 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.5 milhões (incluindo franqueados) 
● Segmento: Alimentação (varejo) 
● Principais produtos: Comidas e bebidas 
● Concorrentes diretos: McDonald’s, Burger King, Subway, Domino’s Pizza, Chick-Fil-A, Chipotle e Darden Restaurants 
● Slogan: A World with More Yum! 
● Website: www.yum.com 

A marca no mundo 
Atualmente a Yum! Brands, empresa que desenvolve, administra, franquia e licencia restaurantes de três famosas redes mundiais (KFC, Taco Bell e Pizza Hut), é uma das líderes mundiais do setor de restaurantes de alimentação rápida (fast food) em número de estabelecimentos com mais de 43.600 unidades localizadas em 140 países. Os maiores mercados da empresa são Estados Unidos, China, Japão, Reino Unido, Canadá e Austrália. Com faturamento superior a US$ 6.3 bilhões em 2016, a empresa ocupa a posição de número 422 no ranking Fortune 500, que classifica as empresas americanas de maior faturamento. Hoje em dia, a empresa possui mais de 15.000 de seus restaurantes localizados em mercados emergentes. No Brasil a empresa possui mais de 180 unidades das redes KFC, Pizza Hut e Taco Bell. A empresa emprega mais de 90 mil funcionários (excluindo os franqueados). 

Você sabia? 
Em virtude de seu estreito relacionamento com a PepsiCo, a grande maioria dos restaurantes da Yum! Brands vende exclusivamente refrigerantes e bebidas da empresa, como por exemplo, Pepsi-Cola, Mountain Dew, 7 Up, Tropicana e Aquafina


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 20/7/2017