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20.5.14

OPEN ENGLISH


Na Open English é possível fazer aulas de inglês a qualquer hora, em qualquer lugar, com professores nativos. Basta para isso estar conectado à internet. Afinal, sua principal missão é reinventar a maneira de aprender inglês, utilizando para isso a tecnologia como principal ferramenta para eliminar as barreiras impostas pelos métodos de ensino tradicionais. 

A história 
Tudo começou com o venezuelano Andrés Moreno (foto abaixo). Filho de diplomata, ele viveu em nove países, dentre os quais Estados Unidos, Eslovênia, Chile e Peru. Teve que aprender a assimilar idiomas rapidamente. Ao invés de seguir a carreira do pai, Moreno optou por estudar engenharia mecânica na tradicional Universidade Simón Bolívar, na cidade de Caracas. Em 2003, aos 22 anos, ele largou a faculdade de engenharia, a poucos meses da formatura, para abrir uma escola (Optimal English) especializada em ensinar inglês one-on-one a executivos latino-americanos de grandes multinacionais, como por exemplo, Procter & Gamble (conheça essa outra história aqui), Sun Microsystems e Cargill (saiba mais aqui). Através dessa experiência, começou a identificar as falhas dos métodos tradicionais e após mais de 35 mil horas de aulas dadas por sua escola, decidiu que era preciso reinventar a maneira de aprender inglês.
   

Em setembro de 2006, junto com seu ex-colega de faculdade, Wilmer Sarmiento, ele começou a estabelecer as bases de uma nova empresa que iria oferecer a comodidade de aprender inglês online em qualquer lugar, a qualquer hora e com acesso a professores cujo idioma nativo fosse o inglês. A partir de então, a primeira abordagem foi criar um produto pioneiro usando a internet como canal, sempre buscando um alto padrão de qualidade. Enquanto Sarmiento permaneceu na Venezuela criando a versão Beta da Open English juntamente com um grupo de programadores experientes, Moreno foi até a Califórnia a procura de investidores interessados em financiar a nova empresa. E foi justamente lá que ele conheceu Nicolette Rankin, que viria a se tornar sua sócia e esposa. Juntos, eles conseguiram arrecadar o capital inicial para criar o programa e desenvolver a plataforma de aprendizagem. O primeiro cheque, de US$ 50.000, foi conseguido em uma igreja de Los Angeles frequentada por milionários. Em pouco tempo ele conseguiu levantar impressionantes US$ 2 milhões.
   

Finalmente em fevereiro de 2007 a empresa foi lançada comercialmente na Venezuela. A Open English apresentava um conteúdo multimídia interessante e um sistema que promovia a interação humana com orientadores e professores dispostos a ajudar o aluno a alcançar seu objetivo. Isso é, falar um inglês fluente e aumentar suas oportunidades de sucesso. Depois do enorme sucesso na Venezuela, em 2010, o serviço foi lançado no restante da América Latina. Além disso, ele mudou a empresa para os Estados Unidos, primeiramente para a Califórnia e posteriormente para o ensolarado estado da Flórida.
   

Graças ao seu sucesso, a Open English cada vez mais atraiu financiamentos de grandes empresas americanas de investimento. Grande parte deste sucesso foi oferecer um serviço que se tornou viável na América Latina com o aumento da banda larga na região. A escola online funciona 24 horas, sete dias na semana, com aulas dadas por professores americanos que moram nos Estados Unidos ou no exterior. As classes virtuais são formadas a cada início de hora com quatro alunos, em média. A parte mais sofisticada da tecnologia entra na formação dessas classes. É tudo feito rapidamente, com base em um banco de dados. Assim, o sistema agrupa os alunos com perfis semelhantes e envia os relatórios ao professor.
  

Em novembro de 2011, a Open English abriu as suas portas, ou melhor, as páginas, para o mercado brasileiro. Para divulgação, a empresa concentrou seus esforços de comunicação principalmente em mídia televisiva, tal como ocorreu no ano de seu lançamento. Somente em seu primeiro ano de atuação no Brasil, a empresa conquistou mais de 10 mil alunos. Esse sucesso facilitou a captação de mais US$ 65 milhões, que foram aplicados em aprimoramento tecnológico (que permita um ensino excelente e um atendimento pessoal extraordinário) e na expansão internacional da Open English, o que resultou o lançamento do serviço em novos mercados. Sempre à frente das tendências, a Open English lançou sua plataforma de aprendizagem para dispositivos móveis em 2014, o que permitiu uma mobilidade ainda maior aos alunos.
  

Em abril de 2015, a Open English começou a operar seus serviços no mercado hispânico dos Estados Unidos; em outubro ingressou na Turquia; e, em janeiro de 2016, se lançou no maior mercado da Europa, a Rússia. A plataforma foi totalmente reformulada em 2017 para melhorar a experiência dos alunos, e a empresa seguiu desenvolvendo novos produtos, como por exemplo, a Open English Junior, que promove o aprendizado de inglês em crianças de 8 a 14 anos com base no método comprovado e inovador da empresa, com acesso seguro e aulas monitoradas e gravadas para que os pais possam acompanhar. Outra novidade foi o Open English for Business, que oferece soluções de aprendizado personalizadas para empresas (com horários flexíveis, aulas ao vivo e conteúdo focado em “inglês para negócios”, as equipes desenvolvem habilidades que unem o crescimento profissional e pessoal).
  

Durante a pandemia, muitas empresas foram desafiadas, incluindo a Open English. E graças à sólida base digital de mais de uma década na América Latina, a experiência em aprendizagem online e grande equipe de colaboradores, pode articular e fazer os ajustes necessários para atender aos alunos novos e existentes que viam na Open English um grande aliado para serem produtivos durante a quarentena. Por isso, durante os anos de 2020 e 2021, a Open English fez algumas atualizações em sua plataforma para melhorar a qualidade do produto e dar aos alunos uma experiência mais agradável: uma seção de preparação para apresentar os exames de qualificação internacional (como IELTS, TOEFL® e TOEIC English) sem custo adicional; aulas com conteúdo específico dividido por setor (Mercado, Negócios, Vendas e Tecnologia); e mecânica de jogos (gamificação) para tornar o aprendizado mais divertido. Além disso, no final de 2021, a empresa anunciou que já havia matriculado mais de um milhão de alunos enquanto se expandia para a Europa (o serviço foi lançado na Espanha e Portugal) e o Oriente Médio.
  

A comunicação 
Um dos motivos de sucesso da Open English é o constante e pesado investimento em comunicação na televisão, especialmente em canais a cabo. Durante anos, a fórmula para os filmes comerciais era a mesma: um aluno bem-sucedido tenta convencer outro atrapalhado a fazer um curso de inglês online. Nos inúmeros comerciais da marca, o próprio Andrés Moreno (foto abaixo) interpretava o papel de um jovem profissional que estava matriculado nas aulas da Open English, zombando de um aluno frustrado e ingênuo que não conseguia aprender a língua. Moreno, também conhecido como “Calvito”, se tornou uma simbólica celebridade nos países de língua hispânica devido as suas aparições nos comerciais da marca. Além disso, Nicolette Moreno, mulher do fundador fazia o papel da professora nos comerciais, a conhecida Jenny da Califórnia, que falava a popular tagline da marca “Professores americanos, 24 horas por dia”.
  

Desde quando a marca começou a anunciar, Andrés Moreno foi o rosto principal da campanha para 20 países da América Latina, excluído o Brasil, pela sua ascendência hispânica. Para o mercado brasileiro, a partir do final de 2013 a Open English decidiu investir nas produções e campanhas protagonizadas pelo falecido ator e humorista Paulo Gustavo (cujo estereótipo se parecia muito com Andrés). O humor continuou sendo a tônica das campanhas no Brasil, mas, os filmes tinham em cena apenas o ator, em situações em que precisava fazer uso do inglês. Assista a um dos filmes da campanha abaixo.
  

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por apenas uma grande modificação. A mudança aconteceu em 2013: foi adotada uma nova tipografia de letra, o nome passou a ser escrito todo em preto e uma tela de computador estilizada em azul foi introduzida (já que a empresa oferece curso de inglês online).
  

Os slogans 
Faz diferente. Faz Open English. (2022) 
Open English: o método inteligente. (2015) 
Cambia Tu Vida Hoy. 
Professores americanos, 24 horas por dia. (2012)
   

Dados corporativos 
● Origem: Venezuela 
● Lançamento: 2007 
● Criadores: Andrés Moreno, Wilmer Sarmiento e Nicolette Rankin 
● Sede mundial: Miami, Flórida, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Open Education LLC 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Andrés Moreno 
● Faturamento: US$ 370 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Alunos: 1.25 milhões 
● Presença global: 40 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Maiores mercados: Brasil, Colômbia e México 
● Funcionários: 2.600 
● Segmento: Educação online 
● Principais produtos: Aulas de inglês online 
● Concorrentes diretos: Cambly, Rosetta Stone, Berlitz, English Live, Cultura Inglesa, Wizard, Yázigi, Busuu, Babbel e Duolingo 
● Ícones: O fundador Andrés Moreno 
● Slogan: Professores americanos, 24 horas por dia. 
● Website: www.openenglish.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente a Open English, líder em ensino de inglês online na América Latina e no mercado hispânico nos Estados Unidos, atua em mais de 40 países, incluindo Colômbia, Venezuela, Peru, Chile, México, Equador, Argentina e Brasil, além de Estados Unidos e Espanha, contando com mais de 1.2 milhões de alunos. Os alunos completam mais de 26.000 atividades por dia, somando mais de 500 mil atividades por mês. Já o Open English for Business conta com mais de 2.000 clientes corporativos. Dos mais de 2.600 funcionários da empresa, que possui escritórios em Miami, São Paulo, Bogotá, Cidade do México e Buenos Aires, aproximadamente 2.000 são professores. 

Você sabia? 
Desde 2008 a Open English já captou mais de US$ 160 milhões em capital de investimento para financiar sua expansão. 
Desde sua fundação, a Open English tornou-se sinônimo de proficiência em inglês, alcançando 9 em cada 10 reconhecimento de marca com consumidores em toda a América Latina. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, BusinessWeek, Exame e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico, Estadão e Meio Mensagem), portais (UOL), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 6/8/2022 

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25.7.06

CLUB SOCIAL


CLUB SOCIAL é definitivamente um biscoito democrático. Afinal é possível, e muito comum, vê-lo tanto dentro de lancheiras escolares, mochilas de esportistas, bolsas de madames, e também de pessoas simples, quanto nas pastas de executivos. O biscoito, prático e conveniente, virou uma febre entre os consumidores. O sucesso é facilmente explicável: CLUB SOCIAL quase inventou uma nova categoria de biscoitos que reúne sabor, preço acessível e uma embalagem diferenciada (prática, individual, fácil de carregar, que garante um biscoito sempre fresco para ser consumido nas mais diversas ocasiões). São diversos sabores inconfundíveis e perfeitos para detonar a fome a qualquer momento. 

A história 
A popular marca CLUB SOCIAL surgiu no ano de 1963 na Venezuela, desenvolvida e introduzida no mercado pela divisão local da americana Nabisco (conheça essa história aqui), sendo o primeiro biscoito salgado comercializado em embalagem simples (conhecida como single pack) contendo três unidades. Conquistar o mercado de consumo fora do lar também orientou a chegada do CLUB SOCIAL na categoria de biscoitos - 80% deles eram apreciados em casa. A subsidiária brasileira descobriu no portfólio mundial da empresa a marca, e apostou na apresentação de embalagens individuais com três unidades, investindo R$ 11 milhões para o lançamento do produto no país. O biscoito, com um toque levemente salgado e amanteigado e ainda importado da Venezuela na época, foi introduzido no mercado brasileiro no mês de fevereiro de 2000 nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.
   

A Nabisco levou um susto. Sabia do potencial de seu biscoito salgado CLUB SOCIAL, mas não imaginava que o produto virasse uma verdadeira febre de consumo entre os brasileiros, principalmente jovens, em tão pouco tempo. A empresa viu as prateleiras se esvaziarem e o consumidor ficar “na mão e literalmente com água na boca”. Em maio o biscoito se esgotou e um mês depois a empresa só conseguiu atender a 60% da demanda. Teve que fazer às pressas um comercial na televisão desculpando-se pela falha logística. Mas foi uma doce falha. A partir daí, o biscoitinho quebrou padrões dentro da empresa. A Nabisco antecipou em um mês a nacionalização do CLUB SOCIAL. Também ampliou a fábrica de Piracicaba (interior de São Paulo), remanejando a produção de cream cracker e deixando uma linha exclusiva para atender a alta demanda por CLUB SOCIAL. Em poucos meses no mercado o biscoito conseguiu alcançar o posto de número dois no portfólio da empresa, atrás apenas da linha Trakinas (conheça essa outra história aqui), de bolachas doces recheadas voltadas para o público infantil.
   

Com a compra da empresa pela gigante americana Kraft Foods (saiba mais aqui), o produto começou a ser distribuído em outras regiões do país. No ano seguinte foi introduzido na região sul. A partir daí, com a força da gigante americana a marca começou a introduzir novidades e inúmeras versões no mercado, como por exemplo, o inconfundível fitilho vermelho para facilitar a abertura da embalagem (2002); a versão integral do biscoito, rico em fibras (2003); o biscoito em sua versão doce nos sabores Mel e Cereal e Frutas Vermelhas (2005); e a versão MINI CLUB SOCIAL, opção do biscoito em tamanho 9 vezes menor que o tradicional, nos sabores original e pizza (2006).
   

E as novidades não pararam por aí. Em 2007 surgiu a versão com 0% de gordura trans; ocorreu o fortalecimento de toda linha com adição de vitaminas B1, B2 e B3, e cálcio; e o lançamento de novos sabores como Pizza, Ervas Finas e Peito de Peru. Ainda neste ano, o sabor presunto da versão MINI CLUB SOCIAL estreou no mercado; e, em 2008, o CLUB SOCIAL nos sabores queijo e presunto. A diversificação da linha de produtos impulsionou ainda mais o consumo de CLUB SOCIAL, especialmente entre os jovens.
   

Outras novidades que estrearam nacionalmente em 2009 foram os sabores Bacon e Salsa com Cebola, além das versões recheadas, nos sabores Queijo com Cebola e Queijo com Tomate e Manjericão, depois do sucesso de seu lançamento na região sul do Brasil em setembro de 2008. Essa versão era a combinação de duas lâminas do tradicional biscoito com um recheio salgado e, que nos anos seguintes, ganharia novos sabores como queijo provolone (2010), nacho (2011) e pizza (2012).
  

Em 2015, a marca ampliou as opções de sabores da linha integral com o lançamento das versões Azeite & Manjericão e Salsa & Cebolinha. A nova linha, batizada de “Temperos da Horta”, chegava para complementar o portfólio de itens integrais da marca, que era formado pelas variantes Tradicional, Trigo, Aveia e Centeio, Flocos de Arroz e Gergelim. No ano seguinte, CLUB SOCIAL também lançou um novo formato: além das embalagens de 24 gramas, apresentou os invólucros de 96 gramas, com quatro unidades de 24 gramas cada.
   

Em 2017, a marca lançou a linha CLUB SOCIAL CROSTINI, que chegou ao mercado em três sabores: Original, Tomate Seco & Salsinha e Queijo Parmesão & Vegetais. A versão integral seria lançada em 2018. A nova linha, maior investimento de ampliação de portfólio da marca dos últimos anos, buscava fortalecer a conexão com consumidores que procuravam opções mais leves, sem abrir mão do sabor e da textura extra crocante do biscoito que levava pedacinhos de ingredientes selecionados. Além disso, desde o início do ano, acompanhando as tendências do segmento bem-estar, a marca investiu na melhoria nutricional da linha de integrais que passou a ser feita com duas vezes mais cereais integrais e em novos sabores: 5 Cereais e Cebolinha.
   

Em 2019, a marca resolveu lançar uma nova receita para o seu principal produto, a versão Original, com embalagem mais moderna e com nova fórmula, agora mais crocante. Além disso, CLUB SOCIAL resolveu se apropriar do momento da fominha, mostrando que é o aliado perfeito para o dia a dia, através do seu novo posicionamento “Continue sem Parar”, que incentiva os consumidores a não deixarem passar em branco nenhum momento relevante quando a fominha chega. A CLUB SOCIAL, marca pioneira no segmento de biscoitos portáteis e parceira ideal para matar a fominha, resolveu atender aos pedidos dos consumidores e, em 2020, passou a comercializar seu icônico biscoito em embalagem individual.
   

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por grandes alterações ao longo dos anos. Em meados dos anos 2000, a identidade visual da marca passou por uma reformulação, apresentando seu novo logotipo, que apesar de manter o tradicional formato oval, ganhou uma inclinação e tipografia da letra mais moderna, adquirindo assim uma imagem muito mais impactante. A terceira reformulação de sua identidade visual aconteceu em 2016 com mudanças radicais: novo formato quadrado (em detrimento do tradicional oval), nova tipografia de letra (incluindo o pingo da letra “i” no formato do biscoito) e novas cores. Em 2020, a marca modernizou seu logotipo, que apesar de manter o formato anterior, ganhou detalhes nas bordas (imitando os biscoitos) e uma nova tipografia de letra.
  

Os slogans 
Partiu pra não parar. (2020) 
Continue Sem Parar. (2019) 
Tire a fome do caminho e bem-vindo à Possibilândia. (2014) 
Para quem tem fome de algo mais. (2013) 
Inconfundível. (2009) 
Leve o dia numa boa. (2004) 
Legal de levar. (2000)
  

Dados corporativos 
● Origem: Venezuela 
● Lançamento: 1963 
● Criador: Nabisco (divisão venezuelana) 
● Sede mundial: Chicago, Illinois, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Mondelēz International Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Dirk Van de Put 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 20 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Biscoitos 
● Concorrentes diretos: Tostines, Bauducco, Kellogg’s, Nesfit, Adria, eQlibri, Marilan, Piraquê e Vitarella 
● Ícones: A embalagem individual 
● Slogan: Partiu pra não parar. 

A marca no mundo 
A marca tem como principais mercados o Brasil, a região do Caribe, América Central, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. Hoje em dia CLUB SOCIAL é a marca líder no mercado brasileiro de salgados (que inclui cream cracker e aperitivos) com 50% de participação em volume, segundo dados ACNielsen, e está presente em mais de 30 milhões de lares brasileiros. São diversos sabores incrivelmente deliciosos, alguns integrais, outros recheados. 

Você sabia? 
A linha de sabores da marca representa mais de 30% do consumo do biscoito e a linha de recheados a 12% do faturamento total. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Exame e Embalagem Marca), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 19/8/2021 

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